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tombrun

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  1. Estava quase me decidindo sobre El Chalten, quando me deparei com outra questão: carregar as malas no ônibus. Tentando evitar isso,comecei a pesquisar alguns transferes com remises,mas em uns, os preços são proibitivos e em outros não recebi respostas a minha consulta. Outra opção, é alugar carro, mas tenho lido alguns comentários sobre a dificuldade do terreno, além de estar pagando diária em Chalten, sem usá-lo, já que estaríamos "treckando" (rsrs). O que sugere?
  2. Vlw Rê !! A minha preocupação, na verdade, é com minha esposa que não é muito chegada a "sacrifícios" (entenda-se mais uma viagem de 3 horas de ônibus para El Chalten, além das duas de avião (para El Calafate e Ushuaia)). Só estou tentando ver a melhor maneira de aproveitar El Chalten devido a sua (e várias outras) dicas sobre os encantos de lá. Por mais paradoxal que seja, penso no famoso bate-volta para El Chalten e fazer somente a trilha do Fitz Roy, como já li em algumas resenhas. Apesar de ser cansativo do ponto de vista de ter de encarar duas viagens de ônibus no mesmo dia, evita-se a preocupação de desfazer/refazer malas, mudar de hotel, etc .... Chego até a cogitar em não ir a El Chalten, mas as resenhas favoráveis ao lugar são tentadoras. E é aquele negócio: estarei ali, do lado. Já sobre as compras, a pergunta foi porque ficarei primeiro em Ushuaia e se eu comprar muita coisa por ali, terei a preocupação com o excesso de bagagem de lá para El Calafate, por ser um vôo doméstico. E, como disse anteriormente, é mais vantajoso para mim, voltar de El Calafate para o Rio. Obrigado, de novo!!! E.T--> Ainda nem comprei as passagens, por conta dessa dúvida sobre ir, como ir, ou não ir a El Chalten.
  3. Concordo com você, Marthinha29, e com várias outras opiniões pescadas na net (e com certeza será da Renata) sobre a beleza de El Chalten, mas eu provavelmente terei apenas 3 dias em El Calafate (e outros 3, ou 4 em Ushuaia). Por isso, esta opção por um bate-volta. Vou tentar ficar mais tempo, porém o certo, por enquanto, são 8, ou 9 noites (6 ou 7 dias inteiros, descontando as viagens). Aproveito para outra pergunta, meio que fora do estilo mochilão: alguém aqui indica um hotel (não hostel)?
  4. Cara Renata, seu relato é excelente e tem sido super útil na minha programação, pois pretendo ir aos lugares citados em fevereiro (após o carnaval). E como não poderia deixar de ser, seguem uma perguntas:? 1- Sabe sobre algo desabonador quanto a ida em fevereiro (tipo tempo etc..)? 2- Estava pensando em fazer El Chalten num bate-volta. O que você acha? 3- Na minha programação original (sujeita a mudanças), penso em 4 noites em Ushuaia + 4 noites em El Calafate e nessa ordem, porque em minhas simulações, a passagem de retorno de El Calafate é mais interessante, pois consigo chegar no Rio de Janeiro as 19:15h, contra 23:45 se for de Ushuaia (dependendo d odia escolhido). Portanto, apesar de várias dicas sobre fazer primeiro El Calafate, não vai servir para mim. Aceito opinião. 4- Sobre as compras, o que efetivamente vale a pena comprar em Ushuaia? E em El Calafate? 5- Aqui, na verdade, vai uma dica para quem está pensando em fazer esse roteiro: o preço das passagens e os horários dos vôos, são muito mais interessantes na Aerolineas, que na LAN e/ou TAM (infelizmente), quando se compra no sistema "vários destinos" (chega a ser metade do preço, dependendo do dia). Ahradecendo antecipadamente.
  5. tombrun respondeu ao tópico de Júnia Pimenta em Argentina
    Acabei de chegar de Puerto em 08/10 e já me sinto a vontade em retribuir as dicas: 1- Primeiramente vou falar sobre o último "tema" em discussão: que moeda usar. Saquei apenas 600 pesos no banco de La Nacion e foi mais que suficiente (passei 3 dias por lá). Usei basicamente para pagar taxi, pois fiquei no Boutique Hotel de La Fonte (falo dele adiante) e devido ao ENORME calor, não dava pra andar até o centrinho com frequência. Em dois almoços que fiz por lá (no Il Fratelli) e só percebi que poderia pagar em reais (cash), ao digitar a senha na 2ª vez. E observando no meu celular (que tem o serviço de me informar qualquer transação bancária, verifiquei que paguei 6 reais a mais em cartão, do que se tivesse optado por reais cash (87 x 81 reais). Daí em diante, somente paguei em reais em TODOS os restaurantes que passei, pois na nota já vem as 3 opções: reais, dólares e pesos (em cartão se paga em pesos, que são convertidos para dólar e depois para reais). Ah, em alguns casos, até a "propina" dá pra ser em reais, pois tem garçons que preferem reais que peso. Nos supermercados, a mesma coisa: o/a caixa lhe pergunta se vai pagar em reais ou peso. Na feirinha então, nem se fala, pois a maioria é de brasileiros mesmo (os feirantes). Se eu tivesse percebibo que poderia usar meus reais desde o início e tivesse ficado em um hotel no centrinho, só teria precisado dos pesos para pagar o passeio às cataratas argentinas (entrada a 90 pesos e transporte (ônibus(25 pesos/pessoa/trajeto)//táxi(100pesos/trajeto)). 2- Hotel--> O Boutique Hotel de La Fonte, é até razoável (bonzinho), mas não achei sua localização tão perto assim, como verifiquei em algumas dicas. Na verdade, minha primeira opção, era o Jardim Iguazu (localização/preço/qualidade), mas estava lotado. Para quem não se preocupa em andar uns 10 a 15 minutos, o HBF, pode até servir. Outro ponto, é que fiquei no quarto mais luxuoso, que tinha banheira e , apesar dela, não o achei tão luxuoso assim (paguei USD 180/ R$ 360) por noite. Mas o atendimento é bom, principalmente o Ariel e a Vanessa. café da manhã razoável e os preços muito caros (água 500ml a 14 pesos(7 reais)). Tem um restaurante, que não experimentei. 3- A cidade/bares/restaurantes --> Durante o dia, uma verdadeira cidade fantasma. Quase nada abre (descobri na minha chegada, que foi por volta das 13:30 h), o que a torna ainda mais feia (sim, durante o dia, ela é uma cidade muito feia). Porém, durante a noite, ela se transforma e fica FANTÁSTICA, com alguns bares e restaurantes sensacionais. Para beliscar/beber/ouvir música ao vivo, nada melhor que o Te Amare Maitena. E quanto a almoçar/jantar, seguialgumas dicas e gostei demais do A Piacere (experimentem o Bife de Chorizo ao roquefort). No Il Fratelli, acabei comendo duas vezes, por contingência e dos quatro pratos que pedimos, apenas o Surubi ao molho de limão esteve divino. 4- As cataratas --> Fiz primeiro as do lado argentino e foi tão emocionante, que durante o início da trilha das cataratas brasileiras, cheguei a ter a sensação de anticlímax. Mas, da metade do percurso do lado brasileiro em diante, fiquei maravilhado também (ou até mais, que do lado argentino). Concluí que é fundamental fazer os dois lados. Lembrando que do lado argentino se cansa muito mais e não se consegue fazê-lo totalmente em um só dia (fiz em um dia e reduzi minhas opções ao Sendero Verde, Paseo Alto e a Garganta). Aproveitei para comprar un alfajores Havanna. O detalhe, fica por conta do transporte. O ônibus que peguei na ida, custou 25 pesos/pessoa/trajeto (50 pesos /2 pessoas)e na volta, resolvi pagar um pouco mais (100 pesos), pois além de ter achado o ônibus (muuuuiiito lento), ele não tinha ar condicionado (fundamental naquele clima infernal) e nem sequer tinha chegado um na hora em que saí do parque. 5- A feirinha --> Muito badalada e, em parte, com razão. Há algumas guloseimas que valem a pena investir. Só não recomendo trazer a quantidade de azeitonas recheadas que eu trouxe, pois as tampas das embalagens saem/afrouxam e você fica fu*** na hora de trazer. Elas sujaram o quarto e depois a mala. Por sorte, levei uma mala pequena que utilizei como bagagem de mão e o prejuízo foi um pouco menor (só haviam azeitonas e alfajores nela). Não gostei do tempero para chimichurri, pois em nada se parece com o tradicional, que, aliás, aprendi fazer. NUNCA comam as empanadas da feira. Em nenhuma barraca. Elas são um meio termo entre empanada e pastel, não sendo boa como nenhum dos dois. Conversando com uma barraqueira, descobri que há somente um fornecedor de empanadas para toda a feira, por isso, após experimentar em 3 lugares, não via diferença nenhuma. Uma outra dica: comprem bastante alfajor La Recoleta Premiun (dulce de leite), pois apesar de barato (R$ 1,50 cada e numa cx com 12 sai a 1,25 cada), é o mais parecido com o Havanna (que sai a R$ 3,50 cada nas cataratas). E olha que experimentei cada um que encontrei na feira e nos supermecados. O "segundo" colocado, é um tal de Negro (a marca, não o tipo (do Punta Ballena por exemplo)), mas não o 3d (pois tem mais camada de massa). 6- Particularidades--> A água de Puerto, tem sódio (como em Santiago) e a melhor que você consegue, é a que tem SOMENTE 10 mg/L. Fiquem atentos. Cheguei a ver água da Nestlé com 79 mg/L. 7- Transfer--> O preço do aeroporto até Puerto Iguazu, é tabelado (aliás,para todo lugar) e ficou em R$ 80,00. Não procurei os taxistas comuns, porque antes liguei para vários e os preços eram o mesmo. Enviei e-mails para taxis e remises argentinos e o valor era até maior (na ida), mas na volta, pode-se conseguir preço melhor, após usar alguns dentro da cidade e conversar com o taxista. Eu acabei ficando com o mesmo taxista que peguei no aeroporto (Cabral -- tel: 45-8415-0070) e, apesar de ter conseguido preço melhor para voltar ao Brasil, dei-lhe preferência por conta de seus serviços durante minha estada (fiz com ele de Puerto até as cataratas brasileiras, passei no dutyfree, quando me esperou e ainda passou em uma zona eleitoral para que eu justificasse minha ausência). Paguei R$ 170,00 ida e volta no passeio e de novo R$80,00 no transfer de volta ao Brasil. om os taxistas de Puerto, gastava 15 pesos do hotel ao centro e na volta, pagava 15 pesos durante o dia e 20 a noite. E ainda os 100 pesos das cataratas até o centrinho. 8- DutyFree--> Por último e não menos importante, dica sobre o limite das compras no DutyFree, pois recebi VÁRIAS informações, antes e durante a viagem, incluindo no próprio DutyFree. Alguns diziam que não havia limite, outros somente USD 300,00 e outros ainda, que se eu estivesse na argentina, o limite seria de USD 300,00 e se tivesse no lado brasileiro, sem limite. Pois bem, somente na hora de pagar a caixa me informou que para TODOS os brasileiros, independente de onde estejam hospedados, o limite é o céu. Os tais USD 300,00, se referem apenas aos ARGENTINOS que saem do país, para o Brasil. Fez total sentido essa explicação. Nós podemos comprar o que pudermos carregar, já que na aduana brasileira, NUNCA nos param. 9- Experimentem a cerveja Patagonia. Muito boa!! Carinha, mas boa!!
  6. tombrun respondeu ao tópico de Júnia Pimenta em Argentina
    Estive pescando umas dicas sobre Puerto Iguazu, quando me deparei com a pergunta sobre o que usar nas compras. Gostaria de dar uns pitacos: ~ 1- Como regra básica, NUNCA se deve comprar nada no exterior, com preços em dólares, a não ser no DutyFree, ou nos EUA (ou países que usem essa moeda), pois cada loja tem sua taxa de conversão e na hora de se pagar, lembre-se que a gente paga pela moeda local. E é aí que o lojista se dá bem. Ele cobra, em dólar menos que a concorrência, mas na hora de converter para a moeda local, dependendo da cotação, você pagarã mais. Esse não que não deve ser o caso de Puerto Iguazu, claro. 2- Eu sempre preferi pagar tudo com cartão de crédito (ou sacar a moeda local por ele), mas depois da taxação do IOF, deve-se pensar um pouco. Na prática (já fiz as contas), a diferença entre o que você paga com o cartão de crédito e com a compra de dólares no paralelo, é ínfima. Nesse caso, eu prefiro o cartão, por causa dos pontos. 3- Trocar reais diretamente pela moeda local, é uma boa opção, desde que você pesquise as melhores cotações. No caso da Argentina, por experiência própria, o Banco de La Nacion tem a melhor cotação (ao menos tinha, pois atualmente não tenho pesquisado). E vi, pelo GoogleMaps, que há um Banco de La Nacion em Puerto. 4- Outra boa opção, que nunca usei, mas reconheço ser boa opção, é o cartão TravelMoney (pré-pago), que evita pagar o IOF e ainda garante a cotação de hoje. Se bem que esse negócio de cotação de hoje, só é interessante quando há possibilidade iminente de alta do dólar. Pelo lado negativo, você tem um custo para se desfazer dos dólares que sobrarem nele. Em todas as opções, há vantagens e desvantagens e cada um deve analisar melhor seu perfil para escolher. Eu, particularmente, ainda prefiro o cartão de crédito, mas já divido o gasto com a troca de reais pela moeda local.
  7. valeriaadded » 26 Mar 2011, 21:28 ---Eu não tive esse problema em comprar. Realizei a compra exatamente como realizo aqui no Brasil. Paguei com o cartão de crédito e a confirmação foi instantânea.Sobre as compras no exterior tenho dois elogios: ano passado, pela Avianca, precisei desistir de um vôo que havia adquirido e não tive nenhum problema burocrático para a restituição. Nunca tive um atendimento assim aqui no Brasil. E esse ano num vôo feito pela Copaair, recebi um e-mail para saber minha opinião sobre o vôo e atendimento.
  8. Respondendo a valeriaadded » 26 Mar 2011, 00:36 Então Glauber, acabei fechando as passagens pela avianca, pois era o melhor custo beneficio, preços ok e sem escalas. Fico 4 dias em Bogota, e voo pra Cartagena, em teoria mais 6 dias, que estou pretendendo dividir com Sta Marta/Tayrona, mas nada fixo. Aí San Andres ...mesmo ainda não conhcendo os lugares eu concordo plenamente com vc...tinha que ser no final... do contrário eu correria o risco de ir para a Colombia, e não conhecer a Colombia...rs se é que me entende!! Não vejo a hora! Sobre o comentário do lojudice ... alguém já foi pra lá sem reserva? Eu fui sem reserva em fevereiro e vai depender do período da semana em que for viajar, Em dias de semana, não há problemas ( em Cartagena eu escolhi o hotel Caribe no aeroporto, pois estava em dúvida se ficaria na Cidade Murada, ou em Bocagrande). Em San Andres, eu tive que ficar uma noite no Portobelo, porque o de minha preferência, até então, que era o Casablanca, estava lotado. Minha sorte, pois acabei descobrindo o Lord Pierre, que achei maravilhoso) Será que vou ter problemas pra entrar? Foi o que eu fiz. Disse que iria ficar no Casablanca (e acabei nem ficando). Posso dizer o nome de um que tenho intenção...vão me exigir um comprovante? A mim não exigiram, até porque um "comprovante", você pode forjar um diálogo por e-mail. Como queria ficar num lugar mais economico e o único hostel parece não ter vaga (não respondem e sites de reservas dão como indisponíveis) levei em consideração a dica da casa omaira, e. só!..minhas buscas na internet ainda não deram mto resultado. Em San Andres, os lugares mais baratos, são horríveis (ao menos os que vi). Confesso que esta semana estava mais atráas das passagens e lugar pra ficar em Bogota! Já tenho programa pra essa semana.... Não fiquei em Bogotá. Pensei até em dar uma escapulida do aeroprto de taxi para conhecer a Candelária, mas o taxi leva 1 hora e meia até lá. Desisti! Quanto as passagens, reitero, compre em sites colomvianos (das companhias aéreas Copa e Avianca) E.T-- Apesar de ambas terem bons preços de e para San Andres (desde e para Bogotá e/ou Cartagena), minha dica é ir à San Andres pela Copa (um pouco mais em conta) e voltar pela Avianca, pois o limite de bagagem, dessa é maior (23 Kg contra 20 Kg da Copa), por conta de seus aviões serem maiores.
  9. Respondendo ao Serginho 8000 (se ainda não embarcou) e/ou a quem mais possa interessar: Olá pessoal...estou indo a San Andrés nesta semana ainda com um amigo pra curtir praias, mergulhos e noitadas na Ilha e por isso já li tudo aqui nos Mochileiros, mas possuo ainda algumas dúvidas.Se alguém puder me dar um help... 1- O que compensa mais? Fazer um pacote ( hotel + avião ) ou não? Cara, eu SEMPRE prefiro ir por minha conta, mas vai mais do que você conseguir na época em que for viajar. Compare ambos e escolha. Eu, por exemplo, fui por milhagens até Bogotá e de lá para Cartagena e San Andres. Compre as passagens de Bogotá para lá, na Avianca ou Copaair, mas SEMPRE nos sites da Colômbia. 2- Qual Hotel ficar, que não seja muito caro, mas que seja muito bom? Cara, os hotéis menos caros em San Andres são uma M, de verdade. Se você puder pagar cerca de US$ 200, a diária, escolha o Lord Pierre (onde fiquei, ou o Casablanca). Um nível um pouco mais abaixo, mas aceitável vem o Bahia Sardina. Os mais baratos, incluidos os que citei no post anterior (Portobelo), são horríveis, mas... vai depender do seu bolso. A diária no Portobelo fica em torno de 157000,0 pesos colombianos. 3- Qual a melhor operadora de mergulho da Ilha e qual melhor point de mergulho? Olha, eu não mergulhei (só de apnéia). Na verdade o mais próxio que fiz de mergulho, foi o "Aquanautas" , onde você desce a 6 metros de profundidade com um "capacete" que tem um tubo ligado a ele, onde é fornecido ar. Achei o passeio o máximo. Veja os relatos sobre mergulho. nAh também tem o "aquário", que é uma espécie de Atalaia (Fernando de Noronha) de San Andres, só que fica numa ilha que faz parte do passeio a Johnny Cay (leve uma bolsa de mergulho para sua máquina e tire lindas fotos em baixo d'água (no Aquanautas não se pode tira fotos, pois os organizadores tiram fotos e filam e lhe vendem depois por 75000 pesos (mas vale a pena). 4- Qual a melhor parte da Ilha pra se hospedar? Sem dúvida, o mais próximo do "calçadão" (a peatonal). Eu sempre preferi ficar onde se pode caminhar a noite. Obrigado!---De nada !!!
  10. tombrun respondeu ao tópico de casal100 em Colômbia
    Galera, estive agora em fevereiro em Cartagena e San Andres e como peguei alguma informações por aqui que me foram úteis na viagem, gostaria agora de compartilhar minhas experiências. Abaixo vão algumas considerações gerais, mas podem perguntar algo qe não esteja escrito. Antes de mais nada, não fui especificamente no estilo mochilão, mas algumas dicas podem ser úteis. Colômbia --> Fui a Bogotá por milhagem pela GOL, mas a TAM também oferece o mesmo serviço (apesar de preferir o Smiles, por conta das limitações de validade de 3 meses da TAM). As passagens internas (BOG x CAR -- CAR x SAN -- SAN x BOG ), eu comprei em sites colombianos (COPA e AVIANCA), que saem mais em conta que os brasileiros. Aliás, Bogtá x Cartagena eu comprei no aeroporto, porque eu queria arriscar pegar o primeiro vôo disponível (17:30h), após o desembarque previsto. Esse trecho não comprei antecipadamente, porque temia haver atraso no vôo saindo aqui do Rio para Bogotá. Cartagena --> Fiquei 4 noites e achei a cidade muito atraente, mas diferentemente do que havia imaginado, ficar na cidade murada não é a melhor opção (sempre costumo ficar onde pretendo curtir mais a noite). Hospedei-me no Hotel Caribe e paguei menos da metade do preço a un dos seus equivalentes em luxo na cidade murada ( Charleston). O Caribe fica em Boca Grande, área mais moderna de Cartagena e o custo de táxi (tabelado) de lá até a cidade murada é de 6000 pesos col. Ceca de R$ 5,00. O hotel é um luxo e me custou cerca de R$ 270,00 a diária de casal. As refeições (não inclusas) são um show a parte. Os passeios me decepcionaram um pouco. Achei a falta de segurança dos barcos que os levam as "islas del Rosario", um ponto a ser considerado pelas autoridades locais (meu regresso do passeio a Playa Blanca, deixou o passeio Buggy em Natal, com emoção, parecendo brincadeirinha de criança). A cidaee murada é linda mesmo, mas ela "dorme" cedo. Com excessão de alguma poucas lojas (joyerias con esmeraldas), alguns poucos bares (adorei o Donde Fidel) e as casas para "bailar", o comércio fecha as 20:00 h. São poucos restaurantes por lá. As ruas ficam meio "vazias" após esse horário. Mas gostei da cidade. San Andres ---> SENSACIONAL !! Gostei de Cartagena, mas ADOREI San Andres. Também fiquei 4 noites e digo: é muito pouco. No mínimo umas 7 noites por lá. Dicas: 1- NÃO fiquem nos hotéis da rede PortoBello, que infelizmente ostenta uma bandeira brasileira. O hotel é horrível. Na verdade os hotéis, porque são 3 deles. O dono é super atensioso, mas... não dá. Nos dois que ficam no calçadão da praia, os quartos são velhos, mal cuidados, de péssima aparência. O café da manhã é super controlado (lembrei-me do tempo em escola pública quando a merendeira é quem colocava o que eu iria comer). O menos ruim é o Plaza, que fica a somente 5 m desse tal calçadão, mas me puseram no 4º andar, num hotel que não tem elevador, nem carregador (-ele já vem aí). Felizmente passei só uma noite e fui para o ... 2- Hotel Lord Pierre- que é um paraíso (em relação ao inferno do PortoBello). Seu elevador com vista panorâmica é um show a parte. Tem "piscina" salgada, os quartos são maravilhosos. Os drinques quase perfeitos (o quase é por conta das bebidas "nacionais" utlizadas). 3- As compras são realmente vantajosas. Algumas coisas são mais baratas que no freeshopping (tipo um Gold-Label, que custa US$ 72,00 no Dutfry, custa US$ 55 por lá). Eletrônicos só não são mais baratos que em Miami, mas se você não planeja ir até os States, ou não tem ninguém que vá, vale a pena comprar filmadoras, câmeras e etc.. . Pra mulherada que gosta de esmeraldas, elas são um pouco mais baratas que em Cartagena. 4- Tirando os bons hotéis (que são mais caros que em Cartagena), as coisas em San Andres são muito baratas. Uma cerveja gelada, por exemplo, no calçadão da praia, custa menos de R$ 2,00 ( 2000 pesos col ) 5- Os passeios são muito bons, principalmente a Johnny Cay (imperdível) e o aquanautas. 6- Caminhar pelo calçadão (peatonal) a noite, é relaxante Gerais --> Descobri que, ao menos no Banco do Brasil, é necessário fazer uma solicitação EXCLUSIVA para liberação do cartão para saques. Só a liberação para uso internacional não basta (ao menos foi essa a explicação que me deram). Fiquei sem poder sacar em espécie e o que me salvou foi que levei alguns dólares e reais, que usei nas casas de cãmbio (tanto em Cartagena, como em San Andres). Os países que me inforram haver essa necessidade são: Colômbia, Peru e Paraguai.
  11. Galera, tenho um aviso MUUUIITO importante, que espero que consigamos repassar até para as pessoas que viajarão para Bari no próximo ano ( já está quase findando esta temporada de neve). Bem, o aviso é o seguinte: Sempre aconselhei a utilizar o saque e, pricipalmente o pagamento com cartão de crédito, o que continuo a aconselhar. Porém este ano aconteceu algo inesperado: No primeiro dia em Bari, fui sacar no Banco de La Nacion e meu limite diário foi de somente 320 pesos e só podia fazer 1 saque por dia, contra 3 saques diários com o limite de 600 pesos em cada um, no ano passado. Tendo acontecido isto, reportei aos argentinos, que me avisaram haver o banco Santander, onde vários brasileiros estavam sacando com um limite maior. Fui até lá e saquei o limite de 500 pesos (1 saque diário apenas), mas ainda assim maior que o BLN. Fiz este saque por mais 2 vezes, até que precisei de mais que 500 pesos em um dia e resolvi retornar ao Banco de La Nacion e sem explicação, meu limite voltou a ser de 600 pesos (não sei se havia ainda o limite de 1 saque, pois já estava no fim da viagem). Até aí, nada demais. Só que quando chegou meu extrato recentemente, descobri que nos saques feitos no Santander fui TUNGADO na maior. Em cada saque feito de 500 pesos, paguei na conta corrente em reais (opção de débito), o equivalente ao que paguei por 600 pesos no Banco de La Nacion. Resumindo: NÃO utilizem o Santander de jeito nenhum. Perguntei ao meu gerente do BB aqui no Rio sobre o ocorrido e ele me disse que aqui no Brasil os bancos são livres para usar a taxa que lhes convir. Portanto, não era ilegal a taxa utilizada pelo Santander. Já no banco argentino, era utilzada uma taxa bem próxima da oficial.
  12. tombrun respondeu ao tópico de leocaetano em Arquivo
    À Junia Pimenta: Primeiramente, uma repetição: meus parabéns pela iniciativa do tópico, que me ajudou muito o ano passado e me fizeram me cadastrar para que retribuisse as a judas aos novos interessados. Depois, queria deixar registrado minha surpresa por ver meus últimos 3 posts (datados de 19/08), onde tentava ajudar os 2 úsltimos usuários a realizarem perguntas. Como retornei de viagem no dia 17, pensei que minha ajuda seria bem vinda!! Infelizmente hoje, ao retornar ao tópico, para completar essa juda com o telefone de um remis que utilizei, pude constatar que minha ajuda não foi muito bem vinda. Gostaria de saber se por acaso eu escrevi algo que não deveria.
  13. tombrun respondeu ao tópico de leocaetano em Arquivo
    Caro rdpho2, Não vi nenhum "cajero" no aeroporto quando estive por lá ano passado. E creio que realmente não haja nenhum, pois em todas as dicas, sempre é recomendado levar pesos para o táxi, ou remis (se você estiver indo por conta própria). Eu, particularmente, estarei retornando a Bari em agosto e só pretendo pegar pesos no "cajero" da Mitre (Banco de La Nacion). É só pedir para o motorista esperar um pouco. ___________________________________________ Aerolineas--> Minha opinião: é tão boa que a estou processando (lembrando que o ano passado havia um caos aéreo por conta de sua "estatização") _______________________________________________ Cerro Bayo---> Recomendo o Cerro Bayo para os inciantes em esqui. Primeiramente "treine" lá, pois há uma pista pequena muito boa para principiantes. Só depois se arrisque no Cerro Catedral, ou nas outas pistas mais "radicais" do Bayo. E.T-> No Catedral, achei pouco vantajoso o "pacote" de aulas (aconteceu ao meu filho), pois além de se pagar mais caro, você é impedido de subir para o 2º refúgio (muito mais interessante, pela vista e pelo "bar" e adjacências onde se pode até praticar um "esquibunda"). Ah, isso vale para o primeiro ponto de acesso(subida pelo teleférico) à esquerda.
  14. tombrun respondeu ao tópico de Júnia Pimenta em Argentina
    O freeshop de Bari é pequeno, com poucas opções e os preços diferenciam dos daqui em muito pouca coisa (sinceramente não me lembro se para menos, ou para mais). Quanto a falta de produtos, é só deixar reservado pelo site www.dutyfreedufry.com.br , para o dia de seu retorno. Deixar para comprar na volta é mais interessante, porque você teria menos peso na bagagem para se preocupar com o limite. A única coisa que comprei por lá (no freeshop, é claro), foi um óculos de sol, cujo modelo era melhor que o visto aqui. E.T--> Outra vantagem de se fazer a reserva, é que o produto fica garantido para você, mas não necessariamente você tem que adquirí-lo. Foi o que aconteceu no caso do óculos. Eu havia reservado um aqui, mas achei o de lá melhor.
  15. Jana, prestando atenção em sua pergunta, observei que você não indicava a cidade destino de sua viagem e minha dica anterior (Mitre), foi para bariloche. Em Buenos Aires, há vários "cajeros automáticos" espalhados pelo centro. Você com certeza vai esbarrar num deles. Eu cheguei a imprimir uma lista desses "cajeros", porém foi inútil, devido a grande quantidade e a proximidade de alguns deles.

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