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  1. Já fui 8 vezes a Bariloche e Villa la Angostura. Gosto tanto que virei referência entre amigos e no meu blog Atravessar Fronteiras. Fiz um Guia digital com dicas sobre as cidades http://www.atravessarfronteiras.com/2015/11/conheca-o-guia-de-bariloche-e-villa-la.html Vou postar aqui algumas dicas, mas fiquem à vontade para perguntar mais. Quando você vai a Bariloche você tem que escolher se quer ficar no centro e ter facilidade para andar pelas ruas, fazer compras, comer chocolate, etc. Eu já fiquei algumas vezes no centro (apesar de que prefiro ficar mais longe) e posso te dar algumas dicas de hotel. Só posso dizer que nunca fui a Bariloche sem carro alugado, e acho uma perda de tempo não alugar. As atrações mais legais, os restaurantes mais transados, ficam longe do centro, a maioria na av. Bustillo, que margeia o lago. Então inclua logo a despesa de alugar um carro na sua viagem. ONDE FICAR EM BARILOCHE? No centro, eu posso começar dizendo ONDE NÃO FICAR! O hotel Aconcágua é um horror! Quartos e banheiros pequenos e sujos, quente quando faz calor, barulhento. Se puder evitar, evite! E se você optar por ficar no centro, pergunte se o hotel em que deseja ficar aceita as excursões de adolescentes argentinos, que passam uma semana em Bariloche. A cidade fica LOTADA de adolescentes em qualquer época do ano, e imagino que se hospedar no mesmo hotel que eles não seja uma experiência … digamos… tranquila. Já fiquei também no hotel Edelweiss http://www.booking.com/hotel/ar/edelweiss.en.html?aid=850843. Esse eu recomendo, o quarto familiar era muito bom, o único problema é que não tinha wifi gratuito nos quartos. Já fiquei no centro também num hotel chamado http://www.costasdelnahuel.com.ar/, na beira do lago... Era simples, mas a vista compensava por tudo. A Av. Bustillo, que eu já falei aqui, margeia o lago, começa onde acaba o centrinho de Bariloche. E os números querem dizer os km que cada atração fica do centro. Por exemplo, se você for ficar num hotel na AV. Bustillo 3.400, fique sabendo que estará a 3,4km do centro. Em 2006, eu e Bruno fomos estudar espanhol em Bariloche, com o Arthur com apenas 2 anos. Ficamos 6 semanas ali, vivendo como eles, amando muito tudo aquilo. Ficamos num bangalô simples, mas delicioso, o http://www.elbosquedeloselfos.com.ar/. Estivemos lá agora depois, vi que mudaram os donos, mas os bangalôs continuam lá, à beira do Lago. Nas minhas duas últimas idas a Bariloche, fiquei nos bangalôs da minha professora de espanhol, a Ani, chamado http://www.booking.com/hotel/ar/bungalows-unsur.en.html?aid=850843, no km 8,4. A família da Ani é um amor, os bangalôs ficam próximos (menos de 10 km) à estação de esqui, Cerro Catedral, e o Jorge, marido dela, faz um serviço de levar os turistas até lá na van. Os bangalôs são confortáveis, não ficam bem em frente ao lago mas dá vista para o lago e o preço é imbatível! ONDE COMER EM BARILOCHE? barix2É também às margens do Nahuel Huapi que ficam as melhores opções de comida em Bariloche. O meu restaurante preferido é El Patacón, que fica próximo ao centro (coisa de 7km). É um restaurante chique, lindo, com atendimento impecável, onde se come bem e não se paga tanto assim. Não comparado aos restaurantes chiques do Brasil. Outro lugar onde sempre vamos muuuuuito é a Cervecería Blest, que já fica um pouco mais distante, no km 11 da av. Bustillo. Lugar despojado, com centenas de recados deixados por frequentadores, miniaturas de aviões, foguetes, trens penduradas no teto, uma lojinha gostosa dentro. A comida: pizza e cerveja artesanal. Pra que mais? Eu não posso ir a Bariloche sem ir à Blest. Outras opções são a Família Weiss, que é bem turística, bem no centro de Bariloche, também tem o Rincón Patagonico, que fica a 14km. Ah, e os chocolates... hummmm. Nem precisa falar nada, é só chegar e escolher uma das dezenas de opções... Ah, os alfajores... Eu sou viciada em alfajores, para mim, os melhores são da Abuela Goya. Mas é melhor provar todos e fazer sua própria escolha. Clima em Bariloche Bariloche faz frio quase o ano todo. Já fomos para lá no inverno, já fomos na primavera, já fomos no verão e no outono. Eu, particularmente, prefiro o verão. As praias são deliciosas, as pessoas realmente aproveitam para tomar um sol, entrar no lago gelado, etc. Tem caminhadas para todo gosto. Mas prepare-se para, mesmo no verão, pegar temperaturas congelantes, se você der azar de topar com uma frente fria. Eu cheguei lá em 2012 no fim de dezembro e estava NEVANDO nas montanhas de Bariloche. Fiquei uma semana com temperaturas que não passaram dos 10 graus. Mas já ouvi dizer que é normal chegar até a 30 graus no verão mesmo. No verão pode-se aproveitar todos os minutos dos dias longos. Adoro. Cerro Otto no inverno, BarilocheFui no inverno em 2011 e só posso dizer uma coisa: prepare-se! O frio é cortante, mas se você quer esquiar, prepare sua viagem para a última semana de julho. Antes disso, pode não encontrar estação de esqui aberta. No inverno, a única coisa a fazer é aproveitar a neve, então os outros passeios de natureza ficam cancelados. A única estação de esqui de Bariloche é o Cerro Catedral, e tem atrações para todo tipo: crianças, iniciantes e experts. Se você gosta de esquibunda, não deixe de subir o teleférico do Cerro Otto, que tem esquibunda para todo tipo, adulto e criança. Uma diversão. O Cerro Otto é um passeio imperdível em qualquer época do ano, a vista é linda demais! Outro teleférico que você não pode deixar de subir é o Campanário, bem longe do centro, cuja vista é tida como uma das mais impressionantes do planeta. Cerro Tronador, Argentina O QUE FAZER em Bariloche Fomos ao Cerro Tronador, um passeio que dura o dia todo. O Tronador é a maior montanha da região, fica sempre nevada. O caminho é maravilhoso. Fomos uma vez em setembro e tinha tanta neve que não conseguimos chegar aos pés do tronador, colocamos o Arthur na mochila e saímos caminhando na neve (veja o vídeo aqui). Passeio imperdível. Fomos outra vez em abril, fazia muuuuuuito frio mas não tinha neve no chão. Passear pelo lago também é muito bom. Tem um passeio que todos fazem, mas vale muito a pena, vai para Isla Victoria e Bosque de Arrayanes (já em Angostura). O passeio é delicioso, e você ainda sai do porto em frente ao hotel Llao llao, ponto turístico de Bariloche, quando eu crescer que ficar hospedada ali.
  2. kombi 75

    De Palhoça a Bariloche de kombi.

    Bom dia pessoal! Somos a família Avila de Palhoça - SC. Estamos saindo em viagem no dia 25 de dezembro abordo de nossa kombi (Fiona) com destino a Bariloche - AR. Gostariamos de dicas de roteiro, principalmente para o retorno, sendo que a ida será pelo litoral gaúcho, Montevidéu e entrada pela Argentina ,cidade Fray Bentos. Forte abraço a todos. ps. Companhias são bem vindas.
  3. Júnia Pimenta

    Bariloche

    [info]O objetivo deste tópico é trocar informações e reunir depoimentos e dicas sobre a cidade de San Carlos de Bariloche. Se você está com alguma dúvida em relação à cidade, coloque-a aqui que sempre um mochileiro de plantão irá ajudar. Se já conhece Bariloche, conte para nós como foi sua experiência, seja ela negativa ou positiva, deixando dicas e demais informações para mochileiros perdidos. Para isso basta clicar no Botão Responder![/info] [linkbox]Guia de San Carlos de Bariloche por Mochileiros.com Escreva seu Relato sobre Bariloche Procurando companhia para viajar para Bariloche? Crie seu Tópico aqui! Bariloche - Tópico de Perguntas e Respostas Troque informações sobre Hospedagem em Bariloche Relatos sobre Bariloche: Relato sobre viagem de quinze dias à Argentina, incluindo Bariloche pelo mochileiro Leo Caetano Relato sobre viagem de carro à Argentina, incluindo Bariloche pelo mochileiro Marioluc Relato sobre viagem de carro à Argentina, incluindo Bariloche pelo mochileiro Marioluc Relato sobre viagem de dezessete dias à Argentina, incluindo Bariloche pela mochileira apmontemor Relato sobre viagem de ônibus à Argentina, incluindo Bariloche pelo mochileiro Robson Cesar Relato sobre viagem de carro à Argentina, incluindo Bariloche pelo mochileiro Lelê Floripa Relato sobre viagem de três semanas à Argentina, incluindo Bariloche pelo mochileiro Celso Relato sobre viagem de treze dias à Argentina, incluindo Bariloche pela mochileira Cascia Relato sobre viagem de ônibus à Argentina, incluindo Bariloche pelo mochileiro Cazu99 Relato sobre viagem a Bariloche pela mochileira Tatibr Relato sobre viagem de vinte e dois dias à Argentina, incluindo Bariloche pelo mochileiro Rafael Xavier[/linkbox]
  4. Olá, pessoal. Eu e minha esposa iremos ao Chile em setembro/2018. Apesar de eu já ter ido, fiz um roteiro diferente do que queremos fazer agora. Sendo assim, gostaríamos de ajuda de vocês para montarmos o itinerário mais adequado. Sairemos de Fortaleza no dia 16 de Setembro e chegaremos em Santiago às 18:10 do mesmo dia. Aí começam nossas dúvidas. Chegaremos justamente nas Fiestas Pátrias chilenas. Queremos conhecer essas festas, mas sabemos que muitos locais não abrem. Os lugares turísticos são afetados, como Plaza de Armas, museus, Palácio de La Moneda? Estamos pensando em fazer o seguinte percurso: Dia 16) Fortaleza - Santiago Dia 19) Santiago - Mendonza, ARG (por a passagem de avião ser mais barata) Dia 20) Mendonza - Bariloche (avião) Dia 23) Bariloche - Puerto Varas (melhor fazer o Cruce Andino ou viajar de ônibus e deixar pra fazer os passeios de barco em Puerto Varas?) Dia 26) Puerto Montt - Valdívia - Pucon Dia 29 tarde) Volta pra Santiago (ônibus) Dia 30) Santiago - Fortaleza Não separamos dias específicos pra cada lugar. Queremos curtir o ambiente e decidir se vale a pena ficar mais ou menos dias. Como iremos em Setembro e vai ser fim de inverno, sabem dizer se dá pra esquiar em Valle Nevado, fazer trilha na Cordilheira dos Andes, ir em Cajón Del Maipo? Indicam alguma vinícola mais rústica e/ou tenha viagem de trem? Desde já, agradecemos as respostas!!!
  5. Bom dia/noite, fala aí pessoal. Então, após a leitura de vários relatos decidimos fazer nossa aventura de carro até Ushuaia e retorno por El Calafate, El Chaltein, carretera austral, Bariloche. Primeiramente, agradecemos a todos os relatos postados aqui no Mochileiros que contribuíram para a realização dessa missão, possibilitando relatar e retribuir um pouco dessa aventura, apresentando nossas impressões desses 13.000 kilometros rodados em 22 dias, agora em Novembro de 2017. Preparação: Como já dito em vários relatos, efetuamos a aquisição de um cambão, segundo triangulo, kit primeiros socorros, seguro carta verde, seguro saúde, e o principal: Doletas. Roteiro: Saída de São Jose dos Campos/SP, Curitiba/PR, Rio Grande/RS, Chui/RS, Montevidéo, Colonia Del Sacramento, Buenos Aires (via Buquebus), Tres Arroyos/ARG, Puerto Madryn/ARG, Puerto San Julian/ARG, Rio Galegos/ARG, Estreito de Magalhães, Rio Grande/ARG, Ushuaia/ARG. Retorno: Ushuaia/ARG, Rio Galegos/ARG, El Calafate/ARG, El chaltein/ARG, Perito Moreno/ARG, Chile Chico/CHI, Cohialque/CHI, Futaleufú/CHI, Esquel/ARG, Bariloche/ARG, Neoquen/ARG, General Acha/ARG, Santa Rosa/ARG, Rosário/ARG, Paso de los Libres/ARG, Uruguaiana/RS, Erechim/RS, Curitiba/PR, São José dos Campos/SP. Abastecimento: Na Argentina, tem duas opcões nos postos YPF, a Super de 95 octanas a qual utilizamos na viagem inteira sem problemas nenhum, e Infinia de 98 Octanas mais cara. Em portunhol é só solicitar: Bom dia, Super, Cheno (lleno), Tarjeta, que voce vai e volta tranquilo, e paga depois, rss. Com exceção de Buenos Aires (Shell), só abastecemos na rede de postos YPF Full (tem alguns YPF sem Full, kkk), que consiste em combustível de qualidade, banheiros limpos, WIFI, loja de coveniência para café da manha e almoço. pagamento com cartão de crédito, perfeito. Alimentação: É cara, não tem muita opção. Esqueça aquelas bancas de milho verde, caldo de cana, frutas, pastel, buffet, nessas estradas que passamos, não existem. Opção de supermercado somente para bebidas, salgadinhos, bolos, o resto não compensa. Em resumo, voce vai pagar de 160 a 210 pesos em media (R$32 a 42) por pessoa pelo prato principal 50 a 80 pesos pela guarnição (R$10 a R$15), 55 pesos pela latinha de refri (R$11), e 25 a 30 pesos de cobierto (R$6) aquela cestinha de pão com manteiga que voce não pediu, tudo isso, por cabeça, e tanto faz a cara do restaurante, se simples ou luxuoso, o preço não muda (nos pratos básicos), somente a variedade e qualidade, não tem taxa de serviço, voce que colabora se quiser, a maioria aceita cartão de credito. Nos postos YPF voce vai ter a opção para o café da manha, de 55 pesos (R$11) café com leite e duas medialunas (croissant), para o almoço 160 pesos (R$32) um combo de hamburguesa, papas fritas e gaseosa 600 ml, e não adianta querer inverter a ordem, café é de manhã, e hamburguesa é no almoço. Hospedagem: Optamos a maioria pelo Booking a fim de não perder tempo com procura e ter um destino para o GPS e Aduanas (eles precisam preencher no sistema o seu próximo destino,então nas fronteiras é bom ter uma tela com endereço do hotel de seu próximo destino, e não correr o risco de ser deportado, rss). O Desayuno consiste em um café com leite, torrada com manteiga, e nos top vem um suco tipo tang, rss, então não fique dando preferencia por hotel com Desayuno incluído, não vale a pena, já na hospedagem a maioria NÃO aceita cartão de credito, tem que pesquisar bem, aproveitávamos na hora das paradas nos postos YPF. Rodovias: Agora em Dezembro estará liberado a duplicação da serra do cafezal, então até Porto Alegre tudo pista dupla, de Porto Alegre até Pelotas pista simples, Pelotas a Rio Grande pista dupla, Rio Grande a acesso punta del leste/URU pista simples, e após pista dupla até pertinho de Colonia del Sacramento/URU, ruta 3/ARG pista simples sem buracos ate Comodoro Rivadávia, após duplicação em andamento em Caleta Olivia, e após pista simples até Ushuaia (remanescem 15 km para liberar de pista asfaltada (cimentada, padrão Chile),e 25 km a fazer, de estrada no rípio na parte chilena, ou seja, falta pouquinho para 100% até Ushuaia. As rodovias são planas, rendem bem a viagem, anoitece pelas 20:00 21:00 hs, as cidades sãõ distantes umas das outras, portanto nada de deixar baixar de meio tanque de combustível, os postos só existem nas cidades, não se recomenda viajar a noite, pelas distancias das cidades e falta de apoio na rodovia (de assalto não se ouve falar nada, mas cuidado sempre é bom). Inimigo: O VENTO. o vento é extremamente forte, cruel e desumano, rss. Para se ter uma idéia, o volante fica aproximadamente 1 dedo de diferença para o lado esquerdo ou direito da centralização, dependendo do trecho, e de repente diminui o vento e voce tem corrigir rapidamente, pensa nos sustos. Quando voce para, o vento não te deixa abrir a porta ou quase arranca ela fora se não segurar. Nas aduanas guarde bem os papeis, pois ele está lá fora para voar a kilometro de distancia, sua autorização de ficar no país, rss. Ingressos: Acabou o negócio de Mercosul, ou seja, Argentino e Chileno pagam a metade em seus parques nacionais, e estrangeiros pagam o DOBRO, em resumo R$100 pila por cabeça, por parque, dinheiro em espécie. Aduanas: Basicamente há tres etapas, primeiro voce faz a sua imigração e dos passageiros (passaporte, Rg, endereço destino), depois a importação provisória de seu veiculo (DUT, carta verde, Soapex) e por último aquela vistoria para verificar a bagagem (nada de frutas, queijo, presunto, rss, e se tem mercadorias indevidas). Nas aduanas integradas, tudo isso é feito nas aduanas de entrada do pais. Então após tudo isso, certifique-se que voce tem os carimbos de entrada e saída de cada pais, e uma autorização de transitar naquele país, porque sempre tem muita gente e pode ocorrer de faltar algum detalhe. Pessoas: Todas as pessoas que conversamos, pedimos informação, sejam nas aduanas, policia, hotéis, restaurantes, supermercados, postos, ruas, sempre foram muito cordiais, educadas, prestativas, e tudo isso com nosso portunhol. O que pode-se observar na cultura, é que eles prezam pelos bons hábitos (bom dia, com licença, por favor, obrigado, sinalização, ordem de fila). Na medida do possível devo ir relatando os dias individualmente, e respondendo as dúvidas e perguntas, OK. DIA 01 Saímos de São Jose dos Campos via Dutra, marginal tietê, rodoanel, regis Bitencourt (Br116), trecho já habitual até Curitiba, com pit stop em Registro (graal buenos aires) ,chegada a tarde, enchemos o tanque a R$3,79, hospedagem casa de familiares. DIA 02 Saída as 07:00 hs pela br 101, trecho também já conhecido, abastecemos na última cidade de Santa Catarina R$3,79, pois ao entrar no RS o combustível já fica caro R$4,20, não paramos para almoço, continuamos, pista dupla até Porto Alegre, após pista simples BR 116 sentido Pelotas, em seguida pista dupla até Rio Grande. Hospedagem hotel costa doce, muito bom, ótimo custo beneficio, a beira da lagoa, próximo ao shoping onde decidimos jantar e descansar após os 1000 km. DIA 03 Aproveitamos bem o café da manhã, pois o dia seria longo e demoraria um próximo café caprichado. Enchemos o tanque pela (bagatela) de R$4,52 o litro e fomos em busca da cidade de Chui BR 471, fronteira Uruguai. O trecho é muito bonito pois passa pela reserva do Taim com sua exuberante fauna e no meio das lagoas Mirim e Mangueira. Chegando em Chui, completamos o tanque, pois no uruguai é bem mais caro, procedemos a aduana Uruguaia, e seguimos em direção a Montevideo ruta 9, estradas boas, pedágios a R$11,00 (sim, pode pagar em reais, porém com trocado, se der R$50, pelo cambio, o pedagio sai por R$16,00, e o troco vem em Pesos Uruguaios). Chegada em Montevideo, transito de cidade grande, estacionamos e fomos fazer uns cliques. Porém sem demora, porque ainda faltava alguns kilometros até Ushuaia, Rodamos pelas Rambias beira mar e em seguida ruta 1 até Colonia del Sacramento, chegando as 20hs. Procuramos hospedagem e ficamos no Hostel Celestino, 18 de Julio, 70000 Col Del Sacramento,Departamento de Colonia, Uruguai, U$13, beliche quarto compartilhado. O carro pode ficar estacionado em frente (na rua mesmo, a cidade é tranquila).Fomos jantar próximo. Buquebus - Conforme relatos, o esquema é voce comprar antecipado (2 dias) pela internet, pelo site do Uruguay, www.buquebus.uy, tem quatro partidas diarias, sendo a primeira as 07hs (hora local) a qual é o melhor preço, saiu R$ 470, o carro e 3 passageiros, excelente custo benefício. DIA 04 Saímos 06hs do hostel e em 2 minutos já estavamos no terminal portuário. Voce estaciona o carro na area de embarque de veiculos e retorna para fazer o check in no balcao, fazer a imigração, e sobe no 1o andar aguardar o horário de embarque. Quando chamado, os passageiros vão para o embarque e o motorista vai pela escada ao lado pegar o carro e embarcá-lo no porão do navio, tudo organizado e tranquilo, após é subir as escadas e encontrar com os passageiros. Esse horário é excelente, poucos veículos, poucos passageiros, vai com metade da capacidade, navegação tranquila, possui cambio no barco, não muito vantajoso, para não chegar zerado em Buenos Aires. Após 2 hs chegamos no porto de Buenos Aires, todos podem ir ao veículo para sair juntos. Após sair do barco já tem o controle imigratorio, onde pedem passaporte, DUT, e carta verde, conferem o porta malas e, ADELANTE. Quando for sair do terminal tem duas saidas, não faça que nem eu de pegar a primeira, pois o sentido da pista é para direita, e para ir ao centro deve-se ir sentido a esquerda sendo que a primeira voce tem que esperar o transito deixar voce entrar, e na segunda tem um confortável sinaleiro que voce aguarda e entra tranquilo, além do mais voce desembarca bem no horário de rush, mas sem emoção não tem graça, rss. Buenos Aires é uma cidade muito legal, tem amplas avenidas, que de tão amplas se voce ficar nas pistas do meio não enxerga o sinaleiro, por isso fique nas pistas da direita para evitar de furar o sinal, kkk. Achamos um estacionamento na Av Passeo Colon, após a Casa Rosada, excelente localização, fomos caminhando passando pelos principais pontos turísticos do centro em direção a mais famosa rua de Buenos Aires para brasileiros, rss, Calle Florida, para efetuar o cambio e sentir-se de bolso cheio, pegamos a cotação de R$1 = 5 pesos na agencia Gavitur, mas não adianta comemorar muito pois o custo de vida lá é caro. Para efetuar o cambio basta apresentar o passaporte nas agencias de turismo, mas nos bancos tem que ter um comprovante de endereço de buenos aires então, novamente, deixe sempre um print de tela do hotel da cidade, cartão. Feito isso, fomos de tradicional mesmo, mc donald´s tomar aquele café já que estavamos ricos, mas como bom brasileiro pagamos com cartão, kkk, tem outras lanchonetes, cafés e kioskos, no calçadão, é só escolher. Próximo passo, no calçadão mesmo comprar chip na loja Movistar, 50 pesos, 4 horas para ativar, quando receber SMS é só recarregar, aonde? kioskos e nos postos YPF Adelante, comprar um mapa rodoviario da Argentina 75 pesos na banca de revista, e um mapa da cidade de buenos aires para poder achar ruta 3, kkk. Aqui no Brasil baixamos os mapas para o GPS, mas ele é bom para o local em que se está, nada como um bom velho mapa para ter uma visão completa dos trajetos e atualização dos tipos de rodovias. (considero imprescindível e custo insignificante). Devidamente equipados de bolso, estomago e papel, as 12 hs, bora ao estacionamento pegar o carro e ir direto para..., o posto shell abastecer é claro, 24,52 pesos o litro, ou quase R$5 o litro. Pegamos dica com o Sr do estacionamento, então não deu 10 minutos e já estavamos na avenida em direção ao aeroporto e sequencia a famosa ruta 3, transito pesado, pedágios 20 pesos, 30 pesos, e uma placa dizendo que Ushuaia a 3000 kilometros, moleza. A ruta 3 é de pista simples e nos primeiros 300 km transito pesado de caminhoes puxando a safra Argentina, e cheio de caminhões antigos, lentos, ou seja demorado esse trecho como já estava ficando tarde, optamos por pernoitar em Tres Arroyos distante 500km de Buenos Aires, cidade tranquila, hotel Plaza, histórico porém mais ou menos, e pizzaria excelente, La Tabla, H Yrigoyen 157,Tres Arroyos, Buenos Aires, Argentina. DIA 05 Acordamos pelas 07 hs, fomos tomar o cafe da manhã incluido, uma xícara de café e uma medialuna, o qual possibilitou energia para ir até o próximo YPF a 1km e comprar um kit café para viagem, tanques cheio, o nosso e o do carro, bora pegar a ruta 3 ate Bahia Blaca, ruta 22 até La Adela, ruta 251 ate Santo Antonio Este, ruta 3 ate Puerto Madryn, percurso 750 km. Importantíssimo, coloque no GPS a cidade de General Conesa, pois ela fica as margens do rio Colorado que faz divisa entre as provincias de Buenos Aires e Chubut, então passou o rio já tem um posto com Super a 17,50 e seu bolso ficará feliz. passando por Bahia Blanca e chegando em Puerto Madryn, cidade balneária média, mas top, claro que frio e muuuuito vento. Se hospedamos na La casa de Silvia, Nueva León 761, Puerto Madryn, Chubut, Argentina, ótima anfritiã, quarto confortável, wifi, passou varias dicas do lugar, recomendo. DIA 06 Programamos ir conhecer a cidade de Puerto Madryn e seus miradores, a Peninsula Valdez, e seguir viagem. Tirando a parte do seguir viagem conseguimos fazer quase tudo, kkk. Segundo informações de nossa anfitriã, a região rege pela tabela de marés, maré cheia aumenta as possibilidades de ver as baleias jubarte, e para peninsula Valdez o principal seria o passeio de barco, caríssimo, e os miradores ficam distantes. Entãoooo, neste dia a maré cheia era das 04 as 06 hs, ou seja, já era, mas como bons brasileiros e já estavamos alí, levantamos tarde e fomos conhecer assim mesmo. Segue-se por estrada de ripio contornando o porto e por 10 km tem alguns miradores, onde voce deixa o carro e faz caminhada para observação e fotos, nessa brincadeira foi umas 2 horas. Retornamos até a porto e segue-se a esquerda po estrada asfaltada até o parque nacional entrada a 415 pesos por cabeça, e após estrada de asfalto até porto piramides (lugar do barco), e um pouco antes entrada para Punta Delgada e Punta norte, estrada de rípio no começo 20 km trafegável e após intrafegável (ou quebravel, como queiram), costeletas de vaca ao extremo, power, turbo, ou seja sem condiçoes, retornamos a puerto piramides ao mirador de puerto piramides, estrada de ripio de 5 km, porém boa. Excelente, visão da peninsula, loberia, altas fotos. Retornamos a Puerto madryn e já eram 17hs, então decidimos pernoitar por ali mesmo. Recomendo assim, separar 1 dia inteiro pelo menos para a região; deixar o carro e pegar uma Van pelas agencias da cidade para ir a Península. DIA 07 levantamos cedo, tomamos café no apartamento mesmo, e vamos para mais 800 km. Saimos de Puerto Madryn, após 440 km, pit stop no YPF de Comodoro Rivadavia, cidade grande, movimentada, polo da petrolera YPF, de Comodoro até Caleta Olivia, pista ruim esburacada, porém estão duplicando esses 60 km com pistas novas, e vao abandonar a velha (já está, kkk). Também após Comodoro tem uma barreira policial da provincia de Chubut, ali tem que fazer procedimentos quase identicos a imigração, mas tudo bem cortês, de boa para esticar as pernas, rss. Logo em seguida vem a dica principal, lembram dos 415 pesos da entrada da peninsula Valdez, na beira da estrada, tem uma placa, loberia, estacione e vai tirar selfie com os 1000 lobos, leoes, elefantes, marinhos, que ficam "lagarteando" na praia, e o principal, 0800, gratis, a um metro das crianças, ou seja, por que fomos pagar 415 pesos. Voce saindo de Madryn na região de Trelew, tem a pinguinera paga, e no caminho tem lugares para voce entrar e ir ver nos mirantes, nao fomos pelo tempo, mas se tiver dias sobrando, a região é bacana, vale a pena. Assim dirigimos por 800 km e fomos pernoitar em puerto San Julian. Paramos no YPF e conversando com o frentista, informou que o esquema é procurar por Cabanas ao inves de hotel pousada, é mais economico. Dito isso entramos no acesso a cidade e já tinha uma na beira do lago, preço legal, equipada, fomos no mercado la Anonima e compramos suprimentos para o cafe da manha e viagem. Decidimos conhecer um pouco a cidade e jantar no centro, preço qualidade ok, padrao Argentina. DIA 08 Novamente cedo, seguimos viagem pela ruta 3 e após 360 km, Rio Galegos, cidade grande, movimentada, paramos no YPF, pit stop completo, rss, e próxima parada, aduana Chilena, sim, como é aduana integrada, voce passa reto na da Argentina, e faz os procedimentos na Chilena, (saída/entrada), já mais demorada pela quantidade de pessoas, busão, caminhão, carimbo e papel para tudo que lado, vistoria do veiculo, e após uns 40 minutos, adelante, voce entra no sul do Chile, rodamos até o estreito de magalhães, estrada ótima, e aí, parou, parou por que, tempestade, rsss. Ao chegar no estreito de magalhães 15 hs, uma fila enorme, no acostamento caminhões, na pista automóveis, tudo parado, fomos verificar e a notícia oficial era que teria uma janela para a travessia, lá pelas 19 hs, kkk. Voce olhando pela janela, tempo ruim, mar agitado, frio, vento estilo tsunami, bem vindo ao extremo sul das Américas. Passa uma hora, abre um solzinho, acho que agora vai, vai, vai chover tempestade, granizo aos quilos, todos carros se abrigando pelos baú dos caminhões ao lado, voando de tudo um pouco, mas passou, isso era la pelas 17 hs, abriu outro sol, agora acho que vai, fomos verificar e, informaram que está vindo outra, mas com esse sol, e daki a pouco..., REPLAY, nossa, emocionante, os amortecedores e molas dos carros acho que nunca trabalharam tanto, rss, mas como os profetas falaram, chegou 19 hs, passou a tempestade, vimos as barcas ligarem os motores, foram até o meio do canal vazias verificar o mar, kkk, voltaram e chamaram os carros para entrar que nem em dia de promoção, rápido, tinham que entrar voando nas balsa, chegou a primeira, entrou tudo rápido, e partiu estilo Shumacker, na cola, encostou a segunda, entramos no mesmo ritmo, travado o carro, voce desce e vai pagar no caixa, tudo isso nao deu 2 minutos, e olhando pela janelinha, já estavamos surfando o mar, os carros tomando um banho das ondas do mar, altas ondas, mar revoltoso, estilo discovery channel, rss, mas após uns rápidos 50 minutinhos com muita emoção, chegamos do outro lado, a fila do outro lado estava maior ainda, não ia caber todo mundo nas duas balsas. Agora em terra firme, 20 hs, Patagônia, a viagem não pode parar, kkk, bora então. No chile estrada ótima, (concreto), sinalizada, saimos de bahia azul e a próxima cidade é Cerro Sombreiro, tem hostel, posto Copec até 20 hs, kkk, mas como estavamos descansados, partiu froteira San Sebatian. Estrada concretada, perfeita, falta 20 km finais para terminar a pavimentação até a fronteira san Sebatian. Na fronteira, do lado chileno há hostel, e após 5km, fronteira Argentina, há hostel e abastecimento, então já eram 22:30, fazer novamente todos os procedimentos de imigração, para saida Chilena, anda 5 km, para entrada Argentina, isso já era 23 hs, e o agente pergunta, vai pra onde, respondo agora, só até Rio Grande, e outra pergunta, tem reserva hotel, está muito lotado por causa do encontro de motociclistas, hã, como assim, não, forneceu uns mapas, ligou para uns hoteis, tudo lotado, ligou nesse do lado da fonteira, o tonto aki achou que tava caro, ia ver o outro que tambem havia vaga no centro, ou seja, viajamos mais 80 km até o centro e, no hay vagas, full, lotado, pergunta aki, ali,e nada, decidimos, vamos ao YPF abastecer e comer e depois, de estomago cheio, decidimos. Entramos na fila do posto as 01 hs da manha, cidade grande, lotada, abastecemos, conveniencia cerrada, perguntei e o frentista indicou uma pizzaria (Mostaza Planet Rock) que funcionava aquela hora. Chegamos lá, excelente, estilo fast food, saboreamos ela, resolvido o problema do estomago, conseguimos reservar pelo booking uma cabana para Ushuaia para o dia seguinte, problema resolvido, e agora o negócio é onde ficar hoje, isso já pelas 02:30hs, kkk. Nas procura pelas ruas tinha visto uma com balada e cheios de carros estacionado nas ruas no entorno, é aki mesmo,achamos uma vaga boa, com movimentação,bora dormir, kkk. DIA 09 Acordamos pelas 04:30hs, maior solzão na cara, após o excelente pernoite no hotel, lá bancada del coche, kkk, pegamos a ruta 3 e bora Ushuaia. Rodamos 110 km até Tholuin, pit stop no YPF, e ..., tudo congelado, caiu a maior Nevasca, 50 cm de neve para todo lado, poucos carros vindo, cade as cadenas, kkk. Sem cadenas, bora dormir mais um pouco e esperar o gelo derreter ou aumentar a movimentação na rodovia. Reacordamos novamente, o fluxo na rodovia melhorou, carros, caminhoes, então dá para rodar, rss. Superdica: esse trecho de 110 km de Tholui até Ushuaia é o ápice da viagem começa contornando o lago Fagnano, as montanhas todas nevadas, altos picos, rodovia com 50 cm de neve no acostamento, já tinham passado máquina e jogado sal, kkk, alguns miradores e suas vistas padrão windows, rodovia sinuosa, mas tudo muito top, imperdível. Finalmente as 09:30hs após alguns dias e kilometrozinhos do Brasil, chegamos finalmente no portal de Ushuaia ( nada é tão fácil como gostaríamos que fosse, porém nada tão impossível como está escrito nos manuais, kkk), pausa para fotos com muita neve, e fomos caminhar na cidade do fim del mundo em busca do café da manhã,(sim, ela existe, kkk) porém era domimgo, poucos lugares abertos, estacionamos na orla, achamos um lugar aberto, já estava cheio, advinhem, estava tendo além do encontro de motociclistas uma etapa da maratona da Argentina, alguns cruzeiros no porto, enfim cidade abarrotada, mas pela manhã transito tranquilo. Após café, fizemos o passeio pela orla e seus pontos turisticos, a neve constantemente caía e parava alternando com chuva. Questionamos os passeios, mas pela quantidade de chuva e neve, ficou inviável, e aliado ao cansaço, fomos para a cabana recuperar o sono da noite anterior. pelas 20 hs acordamos e saímos até..., a porta, a neve estava a todo vapor, os carros que estavam na rua todos congelados, por sorte nossa cabana tinha garagem coberta, senão..., estava impraticavel sair assim, visibildade quase zero, frio também, então o negócio era ficar entocado mesmo observando tudo pela janela, imaginando aquilo no inverno, tem que ter um trenó para circular por la, kkk. DIA 10 Dia amanheceu, a nevasca deu uma trégua, tentamos pesquisar e achar outro lugar para ficar, mas, tudo lotado, a nossa cabana só tinha vaga para 1 dia, a previsão era que a nevasca seria forte por mais alguns dias, visibilidade baixa, e decidimos que a missão Ushuaia estava definidamente cumprida, com toda plenitude da neve, e com receio de ficar com a estrada fechada, e comprometermos a próxima missão, a lendária ruta 40. Um pouco tristes por não poder aproveitar uns dias a mais, porém com gostinho de poder voltar brevemente, partimos, rodamos até.... o portal da saída, e na barreira policial fomos informados que a rodovia estava com muita neve, seria de bom senso, não arriscar ficar atolado congelado na neve, gritando help, help, kkk, aguardar pelo menos até 11hs, pois iriam passar a máquina e jogar sal para melhorar a trafegabilidade. Assim sendo, retornamos para a cabana e aguardar o horário e pontualmente, partimos novamente, e realmente a quantidade de Neve era impressionante, mas tinha uma rodovia no meio da neve, rss, novamente muito top o trecho, paisagens, miradores, muitas fotos, chegamos em Rio grande, estava acabando uma greve e protesto na rodovia, mas contornamos pela cidade que já tinha decorado pela noite anterior, abastecemos e partiu fronteira para procedimentos de imigração, saída/entrada, rodovia chilena, e novamente quem, o estreito de magalhães, que desta vez estava calminho, calminho, devia estar revoltado com alguma coisa no dia anterior, kkk, aguardamos um pouco a balsa chegar, embarcamos, fomos na segunda novamente, e na outra margem, a fila estava maior ainda, pois tinha um comboio de uns 30 motor home da europa para atravessar também, realmente é um destino muito procurado nacional e internacionalmente, roda-se mais um pouco, chega-se ao trevo que leva ou para Punta Arenas/Porto Natales ou Rio Galegos, nesse ponto voce deve decidir se quer ir fazer o parque torres del paine, no mínimo dois dias úteis para compensar os 21.000 pesos, R$115 pila de ingresso por cabeça, hoteis, alimentação e a infinita beleza do lugar, kkk, maaas, não foi dessa vez, seguimos a direita e novamente os procedimentos na aduana integrada, agora passa reto na Chilena e para na Argentina, lotada, mais uma hora de procedimentos, e partiu Rio Galegos, chegamos 19 hs, destino final do dia, fomos almojantar, abastecer, rápido city tour, fazer as reservas do dia seguinte. DIA 11 Café caprichado, esse fora do padrao Argentina, e vamos inaugurar a RUTA 40, palco de todo piloto que se preza, o resto é só motorista, kkk. Inicia-se pela Ruta 5 que após a metade do trecho encontra a Ruta 40. Esse trecho de Rio Galegos até El Calafate 300 km, continua com as paisagens do pampa Argentino, retas e retas, um monte de Guanácos atravessando a pista, quase nenhuma árvore, pássaro, bem desértico, até chegar próximo ao Lago Argentino, aí volta ao nível, top, plus, ultra, power, kkk, da cordilheira dos andes, e chega-se ao nosso próximo destino, El Calafate, cidade TOP com vários hoteis, pousadas, restaurantes, mercado, maaas, somente dois postos de combustíveis, ou seja, chegou, já entra na fila e encha o tanque, neste YPF, a conveniencia também é 10, tem empanadas e gaseosas a bom preço, pode-se fazer um estoque para jornada da geleira. DICA: a partir daki sempre tanque cheio antes de sair para qualquer destino, primeiro pelas distancias, e segundo pela possibilidade de escassez, não dá tempo de voltar para trás, kkk. Feito isso partimos para o parque los glaciares e sua geleira, Perito Moreno, 90 km, estrada maravilhosa, entrada 500 pesos, R$100 pila por cabeça, mas esse sim é barato e vale a pena, vá o mais cedo possível e volte a hora que te tocarem de lá, kkk, da entrada do parque percorre-se a estrada contornando o lago e frente para a geleira, dois miradores providenciais, cliks e cliks, chega-se ao estacionamento, pega-se a Van, free, que leva ao topo das passarelas, e aí prepare-se para caminhar e tirar fotos a cada minuto, pois, a cada angulo, voce descobre outro detalhe. Ela é imponente em tamanho e beleza, embaixo blocos de gelo flutuando, simplesmente ignorante. Após 17 hs retornamos para El Calafate, completamos o tanque de novo, achamos nossa pousada, e fomos caminhar pela cidade, o comércio principal ´fica na avenida central e suas transversais. Tendo dias disponíveis, recomendo o primeiro dia para conhecer a cidade e seus arredores, lago argentino, e outro inteiro para o parque e sua geleira para aproveitar o máximo posível e descansar intervalos de caminhada, pois o parque é grande. DIA 12 Missão cumprida El Calafate, partimos para El Chaltein, 200 km, retorna-se para a RUTA 40, e segue direção esquerda, estrada, paisagem continua top, na reta da estrada saindo da RU 40 até El Chaltein, é uma suave descida com vista das geleiras e lago, na chegada a cidade possui um mirador e em seguida o único posto de combustível, que fica fora da cidade, funciona a energia ..., das 06 as 22hs, 1 atendente, ou seja, sempre vai ter fila e demorar. Na entrada da cidade tem o centro de visitantes, para ter um breve conhecimento e pegar seu fundamental mapa, pois aki há várias trilhas e direções, escolha a sua, para montar o seu roteiro, basicamente é uma por dia, pela distancia e direção. A cidade é pequena ainda com pouca variedade de opções, hoteis, restaurantes, lojas, etc, porém, percebe-se que irá ficar igual ou maior que El Calafate em curto prazo, portante é ótimo aproveitar enquanto é recente, e sem taxa de ingresso para as trilhas, pois com certeza isso mudará pelo volume do fluxo de visitantes e pela beleza de suas trilhas no meio da cordilheira dos andes. Devidamente instalados, preparar-se para o amanhã de muita caminhada. Dia 13 O ideal é partir o quanto mais cedo possível, e é recomendável, não indispensável, estar em forma, pois a trilha é longa e cansativa, fomos em busca do fritz Roy, 10 km, a lingua vai ficando pelo caminho, as pernas no meio da montanha, paradas para recuperar o folego, enfim, daquele jeito, mas alguma hora voce chega lá. Tem vários pontos de coleta de aguá pelo caminho, voce vai precisar e muito, e cruéis placas de km em km indicando o que terá pela frente, vários cenários perfeitos contemplando os pés das geleiras, enfim imperdível. O ideal é ir de Van para reduzir um pouco a bronca e retornar pela trilha completa, para descer todo santo ajuda, mas não é massagista e nem amortecedor se escorregar nas pedras, kkk. Mas enfim, as 17hs conseguimos chegar de volta na cidade e a primeira lanchonete para comer e repor as energias, se é que tinha sobrado alguma, para conseguir chegar até a pousada e recobrar os sentidos dos viventes, kkk. Outro detalhe, que no dia anterior haviamos deixado nossa roupas em uma lavanderia a kilo, boa e barata, fundamental para a sequencia da viagem, a qual coletamos a noite antes do jantar. Então, vamos fazer outra trilha no dia seguinte ?.... Aí bateu aquela vontade de continuar a viagem, kkk. Mas, realmente, se tiver despreparado, ou descansa um dia para energizar, ou é melhor fazer uma só, não tem taxi nem ambulância na montanha, e o frio é implacável, cada um sabe seus limites, e o do cartão de crédito, kkk. DIA 14 Levantamos com a missão de rodar os próximos 590 km, com destino a cidade de Perito Moreno na RUTA 40. Nesse trecho só há dois postos de combustíveis, saindo de El Chaltein o primeiro fica 1 km antes da cidade de Tres Lagos, muito pequena, e depois somente em Gobernador Gregores. Após Tres Lagos pega-se um trecho de XX km ainda sem pavimentação, mas em bom estado, depois retorna o asfalto de chega-se em Governador Grebores, cidade para abastecimento e alimentação, posto YPF, tendo pela frente 360 km até a cidade de Perito Moreno, estrada boa, região desertica, vento constante, muito frio, pouco movimento, chegamos pelas 18 hs, enchemos o tanque como sempre, se instalamos e fomos em busca novamente de nosso almojantar, cidade simples sem muitas opções, mas resolveu o problema. Aqui cabe um parentesis, haviamos optado por essa cidade em função do custo do hotel, mas o dia posterior apresentou a cidade de Los Antiguos, com mais 60 km pela frente, como a mais indicada, pois fica a beira do lago Buenos Aires, com casas de veraneio (ou inverneio, kkk) com mais opções de restaurantes, enfim tem mais cara de cidade, e já fica na fronteira com o Chile, com várias cabanas para locação. DIA 15 Aqui novamente é um ponto de controle onde voce deve decidir o rumo em função do tempo e cascalho, rss. Dentro da meta, vamos em rumo agora da CARRETERA AUSTRAL no Chile, seguimos em direção a Los Antiguos que faz fronteira com Chile Chico no Chile. Aqui a fronteira da Argentina é rápida, mas a Chilena é demorada, pois além da papelada normal, tem que descer toda a bagagem, pegar aquele carrinho de aeroporto, passar pelo raio X, fazer caber tudo de novo no bagageiro, porém, conversar com várias pessoas e contar sua viagem, aguentar ainda os 7 x 1 da Alemanha, kkk, mas voce sobrevive, só que demora. Feito isso, chega-se ao centro da cidade de Chile Chico e precisamos agora fazer câmbio para enfrentar a parte chilena, porém era Sábado, e segundo informações, somente a loja do Martin pescador operava com este produto, achamos, trocamos um pouco, cambio nada favorável, mas melhor do que ficar liso em terras estrangeiras, não se pode ganhar sempre. Partimos pela carretera austral que é de rípio e sinuosa, mas com mirantes espetaculares. Se voce já rodou por lugares lindos, daqui em diante, papai do céu tirou nota 10 em tudo. Pegamos esse dia ensolarado, fundamental para apreciar sem moderação nenhuma a Cordilheira dos Andes. Voce inicia contornando o lago General Carrera que após o Lago Titicaca no Peru, é o maior da América, com sua coloração azul intensa, verde brilhante, montanhas com seus picos nevados, rios caudalosos de degelo, aki o cenário é Bruto, inúmeras paradas em seus miradores para cliks, fomos em busca das CAPILLAS DEL MÁRMOL, saída localizada em baía Mansa, uns 15 km antes de Rio Tranquilo (180 km de rípio). Tem placa na entrada, voce tem que descer uns 1000 mt montanha abaixo numa estradinha que não passa dois, deixa o carro estacionado e pega um barco (voadeira), com duração de 1 h (com certeza, essa será uma das melhores hora da sua vida), navegando pelo lago General Carrera, aquele mesmo que a umas horas atrás voce estava admirando em vários pontos lá de cima, e chega-se nas esculturas naturais na rocha em cima e abaixo dágua, o lugar é Animal, voce entra com o barco em algumas, depende do vento, o contato com a natureza é ao extremo. Nessa tarde estava ventando muuuito, então pensa na emoção. O ideal ´sair bem cedo, pois a estrada não ajuda, voce tem que ir a 40km/h se quiser chegar com seu carro inteiro, e fazer pela manhã para aproveitar a luz solar completa. Feito o passeio, a missão agora é ..., subir aquela estradinha, meu, carro 1.0 acho que não sobe, pois está cheio de pedras soltas para tracionar, na hora da saída, tinha algumas vans e uma teve que ser puxada, pois não subiu, tivemos que embalar desde lá de baixo e não diminuir nem nas curvas e pedras para todo lado, mas o guerreiro venceu, chegamos ao topo, então fica a dica, deixe o carro confortavelmente estacionado na placa da entrada e vá caminhando, sei que a volta é subidão, mas conserva o carro e a viagem no lugar, kkk. Próxima parada depois em Rio Tranquilo, tem posto Copec, abasteça, aki a cidade tem opções de hospedagem e alimentação, altamente recomendável pernoitar nela, pois o próximo destino é Cohialque e voce pega 120 km de rípio, ou seja 3hs tranquilo, e mais 100 km de asfalto até Cohialque, porém atravessando a cordilheira, assim fomos chegar quase 22:00 hs, esgotados, não tinhamos reservado hotel, a cidade é grande, aquele perrengue até achar um no padrão BBB, mas nós é brasileiro, achamos uma cabana excelente, os proprietários mais ainda, indicaram e pedimos um disk pizza excelente, inclusive no cartão, também depois do dia inteiro sem comer naquela hora, até papelão no espeto era prato principal, kkk, em resumo, é um trecho grande pelas dificuldades, deve-se dividir em dois dias no mínimo. DIA 16 Pela primeira vez depois da neve, choveu muito a madrugada inteira, mas não vimos nada, kkk. Acordamos mais tarde, aquele vento da Patagônia, mas agora tinhamos que cumprir o roteiro pois senão comprometia a sequencia da viagem em termos de data. Vamos indo devagarinho, a chuva parou, agora esse trecho da estrada está asfaltado, bora lá. Já havia dito que a paisagem é nota 10, mas pode considerar agora um 11, pois até então imagina-se que a cordilheira dos andes é uma barreira montanhosa intransponível que divide o Chile e Argentina. Nããão. Ela é um complexo, de vales com muito verde no meio das montanhas, com fazendas, sítios, belíssimos rios, embaixo, e no alto aquele picos nevados, geleiras, vulcões, é um contraste impressionante. Com certeza a CARRETERA AUSTRAL CHILENA é uma das estradas mais belas do mundo, claro que fora do inverno, pois deve congelar tudo nessa época, e a dificuldade ser enorme. Rodamos pelo asfalto 200 km, aí tem o trecho de subida de 15 km e descida de 10 km do parque Nacional Queluat, o de subida já prepararam a brita para o futuro asfalto, mas a descida ainda não, estão vindo de Puyuapi para cá, por isso tem que pegar um balsa para chegar em Puyuapi num trecho de 3 km, mas as carretas vao pela estrada mesmo, então em curto prazo esse trecho também ficará pronto. Puyuapi também é uma cidade pequena mas bem ajeitada e depois de finalizado o asfalto deve crescer bem, detalhe alí que voce tem o acesso ao ventisqueiro Queulat, dá para ver da rodovia, mas como já tinhamos pego o começo dele em El Calafate e a demora da Balsa, optamos por seguir em frente, pois já haviamos reservado cabana em Futaleufú, fronteira com a Argentina, mas compensa se tiver tempo em pernoitar ai e curtir todo o visual. Após a saida de Puyuapi, novamente pegamos um trecho de 15 km de ripio preparado para asfalto, ou seja um poeirão e muita brita solta, a tecnica consiste pelo jeito, em deixar os veiculos compactarem bem a base para eles passarem o asfalto, afff, cruzamos com as máquinas asfaltando em pleno domingo, então, essa hora devem estar acabando mais esse trecho de asfalto ate Puyuapi, passamos por Vila Santa Lucia, abastecemos, e aí voce deixa a carretera austral e vira a direita na 235 que é toda de ripio mas em bom estado, vai contornando as montanhas dos Andes, beirando o lago Yelcho, tudo TOP também, e após percorrido 200 km, estamos em Futaleufú, fronteira com a Argentina, terra das corredeiras e raffting, para os amantes do esporte, aqui é o lugar, estilo radical. Cidade pequena mas tem hotel, restaurante, combustível, mercado, etc. Toda essa região tem muita coisa para ver e fazer, haja tempo e dinheiro para poder aproveitar tudo, porque para nós brasileiros, o custo é meio caro. Achamos nossa cabana, após instalados, fomos caminhar nas ruas da cidade em busca de nosso merecido jantar. DIA 17 Embora rápido, pudemos conhecer um pouco da Patagônia Chilena, seus contrastes, na certeza de retornar para apreciar com mais calma, a magnitude da região. Como não ganhamos na mega ainda, partiu Argentina novamente. Fizemos os tramites aduaneiros, esse Paso é bem mais tranquilo e menos movimentado, rapidamente já estávamos em solo Argentino ainda no rípio, em busca da cidade de Trevelin, agora já asfalto, Esquel a 90 km, e Ruta 40. Esquel também já é bem estruturada, movimentada, pausa para lanche, abastecimento, posto YPF, e retomamos a ruta 40 para percorremos mais 300 km até BARILOCHE, nosso próximo destino, aqui esse trajeto já é bastante movimentado, com a cordilheira ao fundo e seus vulcões. Também tem a cidade de El Bolson no caminho para Bariloche, que também é bom ponto de hospedagem para os viajantes como alternativa a horário e custos, embora Bariloche, fora de temporada é bem tranquilo de achar lugar e com inúmeras opções. Chegamos no meio da tarde e fomos se acomodar, optamos por fazer um mercado para a janta e café, mas o mercado argentino não tem muitas opções como os nossos, e os preços não compensam, único ponto forte é os vinhos, tem desde R$7,00 aqueles que a gente paga R$30 aki, os intermediarios de R$ 25, que é os caríssimos daki, até os top de tudo quanto é preço, então dá-lhe comprar vinho, para comparação Coca Cola 2lt estava R$22, fizemos pequeno reconhecimento da cidade, mas deixamos para o dia seguinte para fazer o circuito completo. DIA 18 Bariloche também é um ponto alto da viagem, a cidade margeando o lago Nahuel Huapi com a cordilheira dos Andes com seus picos nevados emoldurando ao fundo, temperatura agradável, o pessoal estava até curtindo um bronze a beira do lago, cidade super movimentada com inúmeros hotéis, pousadas, restaurantes, supermercados, enfim, estruturada. Como já estavamos estasiados de tanta neve e paisagem exuberantes da viagem inteira, resolvemos não fazer os miradores tradicionais, fomos fazer o circuito chico mas sem subir o campanário, catedral, e sim conhecendo os atrativos diversos das ruas em si, passando pelo famoso hotel Lao Lao, contornando o lago Nahuel, e de repente uma movuca em uma colina, com vendedores ambulantes, carros parados, opa, aqui é lugar, estacionamos, e tivemos a grata surpresa de ser um mirador 0800, com vista de todo o lago, o dia estava perfeito, ensolarado, aquele tom de azul do majestoso lago, as montanhas com seus picos nevados, show, imperdível. Retornamos, aproveitando cada paisagem em direção ao centro, onde após percorremos a pé suas ruas, setor histórico, calçadão, várias lojas, completando o curriculum de turista, kkk. Inicialmente o roteiro estava na expectativa de seguir na sequencia em direção a Pucón e Santiago no Chile, e retornar pelos famosos caracoles, Aconcágua, e passar em Mendoza e suas vinicolas, porém o prazo já estava no limite ( a grana também, kkk), assim iniciariamos no dia seguinte a viagem de retorno. DIA 19 Com muito arrependimento por não ter ganho na Mega sena ainda, rss, fomos batendo em retirada de Bariloche e da surpreendente Cordilheira dos Andes. Voce inicia a saida contornando o lago Nahuel Huapi pela RN 40 em direçao a Vila La Angustura e prossegue reto pela RN 237 sentido a cidade de Neuquén, após alguns quilometros voce vai contornando o Embalse Alicura do rio Limay, que é um dos maiores diques da Argentina: (La represa de Alicurá, está equipada con cuatro turbinas Francis de eje vertical con una potencia instalada unitaria de 262,5 MW lo que totaliza 1.050 MW. Se ubica en la estepa patagónica, sobre el cauce del río Limay, 130 km al norte de la ciudad de Bariloche, El embalse se usa primariamente para generar hidroelectricidad. El reservorio se emplea para la cría de salmones y de truchas de río. Alicurá almacena de una cuenca hidrográfica de 67,5 km², su prof. media es de 48 m (máximo 110 m) y 327.000 hm³, fonte: wikipédia), ou seja, é enorme e excelente cenário com a Cordilheira ao fundo, se tiver tempo lá vai mais um album de fotos, kkk. Após percorrer 450 km por 5 hs chegamos a cidade de Neuquen, cidade enorme, transito intenso, e tava difícil de fazer uma pausa para o rango, pois os postos ficam nas vias marginais da Ruta 22, que estavam mais intensas ainda, como dia seria longo, continuamos, voce tem duas opções, continuar pela ruta 22, ou seguir a esquerda pela RN 151, foi o que fizemos para pegar menos transito, mas não tem jeito, também com muito movimento, e fomos conseguir parar no YPF na cidade de Veintecinco de Mayo as 15:01 hs, abastecemos, e fomos nas tradionais Hamburguesas, porém, só atende até 15hs, kkk, vamos lembrar disso na próxima viagem, kkk. Enchemos o estomago de ...agua e vamos em frente percorrer, agora pela RN 20, mais 300 km até a cidade de General Acha, ponto de apoio perfeito, cidade pequena mas com vários hotéis BBB e varias opçoes de restaurantes, ou seja, voce não perde tempo procurando e enfrentando transito desconhecido, decisão super acertada, pois a idéia inical era pernoitar na cidade de Santa Rosa, porém teriamos mais 110 km e a cidade é grande. DIA 20 Devidamente descansados, abastecidos e alimentados, continuamos pela RN 152 após a esquerda pela RN 35 até a cidade de Santa Rosa, grande, movimentada, e segue a direita pela RN 5 sentido Buenos Aires, até a cidade Trenque Lauquen, abastecemos, e novamente duas opções, continuar pela RN 5, ou seguir a esquerda pela RN 33, a qual definimos em função de possiveis ponto de apoio, e nossa meta neste dia era a grande cidade de Rosário. A estrada vai beirando grandes plantações de Arroz, ou seja agua dos dois lados da pista, então em temporadas de chuvas, deve ter alagamento em alguns trechos, tem que ficar esperto. O trecho até Rosário tem 750 km pelo pampa Argentino, com um mix de estâncias de Arroz, Trigo, cidades pequenas e médias, muito transito de caminhoes, pista simples, motorista Argentino andando a 130 km/h, o dia vai passando, e finalmente e anoitecendo a cidade de Rosário, agora sim, cidade Top, enorme, transito intenso, mas a cidade é planejada e voce se acha bem, lá pelas 20 hs estavamos em nosso hotel, em seguida no resturante alí perto. Rosário é uma cidade universitária, polo da região, e o pouco que conhecemos, se tiver disponibilidade, vale a pena conhecer bem, fica a beira do enorme Rio Paraná, temperatura quente, bem vinda após os frios intensos da Patagonia. DIA 21 Esse era o dia de fazer o trecho pela temível província de Entre Rios, assim utilizamos uma engenharia de rota para amenizar possíveis surpresas. Então cruzamos o rio Paraná pela majestosa ponte com vistas incriveis, pela RN 174 passamos por Victoria até Nagoya, após a direita utilizamos a RN 12 até Governador Solá, viramos a esquerda pela RN 6 até Paso de La Laguna, a direita pela RN 18 até Calabacilas na autoestrada RN 14. Uma boa rota, somente uma vez a polícia parou, pediu documentos, mas agora o espanhol já é mais enrolado, tinha pedido uma tal de caderneta, mas a que eu conheço e somente da Poupança da Caixa, kkk, aí resmungou não sei o que e foi parar outro carro deixando falar sozinho, então também vamos embora, depois que fui saber que a tal de caderneta é a Identidade ou passaporte, que é apresentada junto com a habilitação, mas como nóis é brasileiro, o queko, fica para a próxima, kkk. De CAbacitas até Paso de Los LIbres é praticamente uma reta sentido Norte, estrada excelente, que funciona assim, velocidade permitida até 130 km/h e de 80 km/h nos retornos e entrada de cidades, com radar funcionando nuns furgões descaracterizados, ou seja, ficar ligado, pois existem muitos retornos e cidadezinhas pequenas, muitos postos de policia, porém só estavam parando no sentido para Buenos Aires, em nosso sentido não vimos nada, perfeito. Após 610 km chegamos ao anoitecer em Paso de Los Libres onde aproveitamos fara fazer as compras de estoque de Alfajor, paramos na fronteira para fazer a saida da imigração Na Argentina, cruzamos a ponte sobre o rio Uruguay e estamos finalmente em solo brasileiro em Uruguaiana, onde pernoitamos. DIA 22 Agora em ritmo brasileiro, bora retornar para casa, aqui voce tem a opção mais longa de ir pela BR 290 até Porto Alegre e pegar BR 101 pista dupla e plana até a fronteira com o Paraná e subir a serra e seguir até curitiba, ou ir pela BR 285 até Passo Fundo e BR 153 até União da vitória no Paraná, foi o que fizemos, porém até São Borja a estrada está ruim, leva-se um bom tempo, paramos para almoço na terra de Getulio Vargas em São Borja, e também depois para conhecer as ruínas de São Miguel das Missões (somente interessante), e nessa brincadeira acabamos demorando mais tempo do que o previsto, que ao chegar em Erechim decidimos pernoitar para evitar rodar de noite e pegar chuva até Curitiba e assim faríamos com tranquilidade no dia seguinte. CONCLUSÃO Uma enorme experiência para o curriculum, tres países, tivemos a liberdade de conhecer muita coisa sem depender de pacotes engessados, conhecer muitas pessoas, cidades, lugares inesquecíveis, outras formas de viver e conviver, enfim, com um bom planejamento, disponibilidade de tempo e grana, o resultado é Excelente, e bora preparar a próxima, rss.
  6. De carro pela Patagônia Norte, Argentina: Buenos Aires, Sierra de la Ventana, Puerto Madryn, Península Valdes, Esquel e Bariloche - 16 dias Fotos: https://www.flickr.com/photos/[email protected]/ Quando De 20/12/14 a 05/01/2015 Quilômetros rodados: 5.400 km Os viajantes Eu (Luis), minha esposa (Elisa) e meus filhos Felipe (12 anos) e Rafael (10 anos). A ideia da viagem Em 2011 fizemos uma viagem de carro de Campinas até San Pedro de Atacama, visitando vários lugares do norte da Argentina (relato aqui http://www.mochileiros.com/deserto-de-atacama-de-carro-e-com-criancas-t51654.html). Ficamos muito impressionados com a beleza das paisagens, organização, preços (custo-benefício muito superior ao brasileiro), etc. Nos deu uma vontade de querer visitar outros lugares da Argentina. Os candidatos seriam Cordoba, Catamarca, Península Valdes, Bariloche e a parte sul da Patagônia. Queríamos fazer outra viagem de carro por lá. Visitar todos estes lugares, saindo do Brasil, demandaria muito tempo e muita quilometragem. Tiramos a parte de Catamarca, por ser parecida com as regiões que visitamos no norte (Salta e Jujuy). Roteiro Veio a ideia de tomar um avião para Buenos Aires e de lá alugar um carro para a viagem. Ganharíamos tempo, eliminaríamos um longo trecho de locomoção e teríamos um carro com placa argentina, o que nos deixaria quase como locais e despertaria pouca atenção. Resolvemos fazer um triângulo, com início e fim em Buenos Aires, cobrindo o norte da Patagônia. Iríamos para a Puerto Madryn, como base para a Península Valdes e região. Depois cruzaríamos a estepe patagônica em direção aos Andes, fazendo uma parada em Esquel para visitar o Parque Nacional los Alerces. De lá seguiríamos para Bariloche, onde encontraríamos um casal de amigos, passaríamos o ano novo e exploraríamos a região. Depois era pegar a estrada e voltar até Buenos Aires, 1.600 km sem nenhuma atração realmente interessante. As cidades seriam: Buenos Aires, um dia Bahia Blanca, somente pernoite (depois trocado por Sierra de la Ventana) Puerto Madry, quatro dias Esquel, dois dias Bariloche, cinco dias Quehue, pernoite Buenos Aires, dois dias Fechamos um roteiro de 16 dias de viagem e fizemos as reservas de todos os hotéis pela internet (booking.com, etc) ou diretamente com os sites dos hotéis. Duas semanas antes da viagem conhecemos um viajante argentino aqui no Brasil e ele nos deu algumas dicas bem legais. Entre outras, disse que Bahia Blanca era uma cidade grande, sem atrativos, e que havia opções mais interessantes para pararmos (Las Grutas, Carmen de Patagones, Monte Hermoso). Depois de pesquisar na internet, encontramos Sierra de la Ventana, uma charmosa cidadezinha com um parque provincial próximo. Se chegássemos cedo poderíamos fazer uma trilha no parque. Mudamos a reserva de Bahia Blanca para lá. A viagem Sábado, 20 de dezembro de 2014. Pegamos um voo da Gol, que saiu atrasado de Guarulhos. Chegamos em Ezeiza, onde atrasamos ainda mais com a fila para trocar pesos no Banco de La Nacion Argentina e para pegar o carro na Europcar. Imaginava chegar no hotel umas 15:00, mas chegamos lá pelas 18:00. Ficamos no Hotel Two, que é bem central, perto da Av. Mayo. Demos uma descansada e saímos para um rápido tour pelo microcentro de Buenos Aires. Buenos Aires A primeira parada foi tomar um belo sorvete argentino para animar. Depois fomos visitar a Casa Rosada, Café Tortoni, Av. Mayo, Congresso, Corrientes, Obelisco, 9 de Julio, etc. A primeira impressão foi de que os preços estavam bem mais altos do que nas últimas vezes que estivemos na Argentina. No domingo (21/12), acordamos cedo, tomamos café e rumamos para Sierra de la Ventana. Tinha pouco movimento na cidade e foi bem tranquilo dirigir. Eu estava com um GPS Garmin, com um mapa da Argentina que baixei gratuitamente no site do Proyecto Mapear (http://www.proyectomapear.com.ar/). Tem vários arquivos POI que vale instalar no GPS. Sierra de la Ventana Pegamos a ruta 205 até Azul, onde pegamos a 76. As estradas são muito boas e com pouco movimento. Passamos por paisagens rurais muito bonitas, que ora lembravam a Europa, ora o interior dos Estados Unidos. Tudo muito plano. Quando apareceram as primeiras montanhas, era sinal que estávamos chegando em Sierra de la Ventana. Antes de ir para a pousada, fomos visitar o Parque Provincial Ernesto Tornquist (http://www.tornquist.gov.ar/index.php/turismo/donde-ir/parque-provincial-ernesto-tornquist.html). Fizemos a trilha da Garganta Olvidada, que é bem tranquila e leva pouco mais de uma hora para ir e voltar. Não é nada excepcional, mas valeu para fechar um dia de viagem com quase 600 km. Tem algumas trilhas bem mais longas e bonitas lá, mas não teríamos tempo para faze-las. A cidade de Sierra de la Ventana é pequena e bem bonita, com muito verde, cortada por um rio (Sauce Grande) e com um ar rústico de vila de montanha. Deu vontade de ficar lá mais tempo. Depois descobrimos que tem um trem que vai de Buenos Aires (ou de La Plata) até lá. Quem sabe numa próxima... Puerto Madryn No dia seguinte (segunda, 22/12) foi o de sempre: acordar cedo e pé na estrada para chegarmos em Puerto Madryn. Pegaríamos a ruta 3, que é a principal ligação de Buenos Aires com a Patagônia, por isto, tem bastante movimento e muitos caminhões. Cruzamos com vários brasileiros que iam de carro ou moto para Ushuaia. Longas retas até Puerto Madryn com a paisagem da estepe patagônica. Chegamos em Puerto Madryn com o sol ainda alto, achamos o hotel e fomos conhecer a orla da cidade. No dia seguinte (terça, 23/12), fomos até o Museu Paleontológico de Trelew e na pinguineira de Punta Tombo. Ambos valem a visita. No museu está o fêmur do maior dinossauro já encontrado e várias coisas interessantes. Punta Tombo A viagem de Puerto Madryn até Punta Tombo é longa, 180 km, com a parte final em rípio, mas chegando lá, você nem se lembra disto. O parque é muito bem organizado (ARP$ 90 por pessoa), com caminhos para visitar a área. Estes caminhos passam pelos lugares que os pinguins fazem ninho e criam os filhotes. É um espetáculo ver a quantidade e a festa dos pinguins. Além deles, tem guanacos (parentes das lhamas), emas, cuyzes (um pequeno roedor) e muitas outras aves. É um lugar privilegiado pela natureza. Dizem ter 500 mil pinguins lá. Para fechar com chave de ouro, quando estávamos próximos da praia apareceu uma baleia com um filhote, bem próximo, a uns 100 metros da costa. Península Valdes Na quarta (24/12), fomos visitar a península Valdes, http://www.peninsulavaldes.org.ar (ARP$ 180 por pessoa). Como já sabíamos, seria um dia com muita distância (uns 400 km, na maior parte em rípio) e sem muita infraestrutura. Então, leve o que você precisará e saia com o tanque cheio. Na entrada do parque nos informaram que a Punta Delgada estava fechada. Fomos para a Caleta Valdes. Na chegada já avistamos um grupo de orcas procurando lobos marinhos para o almoço. Fomos para a pinguineira da Punta Cantor, com pinguins, lobos e elefantes marinhos. O dia estava ensolarado, com a cor azul do mar dava uns visuais muito bonitos. Fomos em vários pontos de observação perto da Punta Cantor e depois seguimos para a Punta Norte. São vários quilômetros de rípio beirando a caleta, com paisagens bonitas e guanacos selvagens. Punta Norte é mais do mesmo (da Punta Cantor). Se você tiver pouco tempo, explore somente a área da Punta Cantor e volte. Não perderá nada especial. Depois da Punta Norte fomos até Puerto Piramides para conhecer e comer. O lugar foi mais bonito do que esperávamos. Vale a visita. No dia de Natal, diminuímos o ritmo. Visitamos a loberia de Punta Loma (16 km de Puerto Madryn, rípio), almoçamos em Puerto Madryn e tiramos o dia para descansar. Um passeio que queria ter feito era mergulhar (snorkel) com leões marinhos (ARP$ 1.100). Procurei para fazer no dia de natal mas as operadoras estavam fechadas. Fica para uma próxima. Dia 26/12 era para pegar a ruta 25 e cruzar a Patagônia rumo a oeste, chegando em Esquel. A ruta 25 tem trechos muito bonitos, seguindo o Rio Chubut. Parece muito o meio-oeste americano (Arizona), com cânions, mesas e montanhas avermelhadas. Paramos para comer e abastecer no pequeno vilarejo de Los Altares. Além de lá, alguns outros vilarejos têm postos de gasolina. Antes de Esquel pegaríamos a mítica ruta 40, que vai de La Quiaca a Ushuaia. Neste trecho ela está asfaltada e presenteia o viajante com belas vistas. Esquel Esquel é uma pequena e simpática cidade, onde funciona uma estação de esqui durante o inverno. No verão, os atrativos são a maria-fumaça La Trochita (http://www.patagoniaexpress.com/el_trochita.htm) e o Parque Nacional Los Alerces. Fizemos o passeio de trem no sábado (ARP$ 300 por pessoa) e o safári lacustre pelo PN Los Alerces no domingo (ARP$ 450 por pessoa). Ambos são altamente recomendados e precisam de reserva, que fizemos pela Diucon Viajes (http://www.diucon.com/). Leve lanche para o safári lacustre no parque. Do Parque de Los Alerces passamos por El Bolson rumo a Bariloche. A estrada é de uma beleza indescritível. É um atrativo por si só. Bariloche Em Bariloche dividimos nossa estada em dois lugares: um chalé de montanha e um hotel no centro. Foi bem legal fazer isto. O chalé foi um ponto alto, pelo visual e conforto. Lá encontramos um casal de amigos do Brasil e fizemos um memorável churrasco com carne argentina. A carne é outra coisa comparada ao que tomos aqui. Bariloche nos impressionou muito. Tínhamos por ela até um certo preconceito, mas tivemos que rever os conceitos. Fomos no Cerro Campanário (visual impressionante, segundo a National Geographic, um dos 10 mais bonitos do mundo), Cerro Catedral (muito frio e neve mesmo no verão), Circuito Chico (mais ou menos), Circuito Grande (espetacular!) e passeios no centro. Retorno a Buenos Aires De Bariloche a Buenos Aires tínhamos longos 1.600 km, quebrados em 2 dias e sem nenhum atrativo. Na saída de Bariloche, a estrada vai acompanhando o leito do Rio Limay, com visuais impressionantes, mas logo isto acaba e encaramos a estepe patagônica e a pampa, paisagens bem monótonas. Paramos para dormir no minúsculo vilarejo de Quehue após longos 900 km de direção. Neste dia pegamos a única estrada ruim na viagem, um trecho de 20 km na ruta 152, perto do Parque Nacional Lihue Calel. No último dia de viagem de carro, teríamos mais 700 km até Buenos Aires, cruzando a pampa cultivada. Chegamos com tranquilidade, mas o trânsito da cidade estava todo bagunçado, pois era a largada do Rally Dakar. Devolvemos o carro na Europcar em Puerto Madero e fomos ver a saída do rally. Depois fomos até Palermo, onde ficava o nosso flat. Palermo é o meu bairro preferido em Buenos Aires. Um misto de antigo e novo, com ruas arborizadas e com os parques. Aproveitamos um domingo de sol e na segunda pegamos o voo de volta ao Brasil. Mais uma vez, ficamos com um excelente impressão da Argentina e dos argentinos. E olha que eles estão em crise há décadas! Imagino como deveria ser nos tempos áureos. Dicas Aluguel de carro, estradas, gasolina, pedágio, etc Aluguei o carro diretamente pela Europcar (http://www.europcar.com/). Escolhi um carro da categoria de um Fiat Siena ou Renault Logan (me deram este). Optei por não fazer os seguros CDW e TDW, o que barateou bastante o preço. O meu cartão de crédito oferecia cobertura para isto. O aluguel ficou por US$ 40/dia, sem imposto. O carro tinha ar-condicionado e som com USB, mais nada. Apesar de já estar com 59.000 km quando pegamos, o Logan se portou bem. A média de consumo foi de 12 km/litro. O preço da gasolina na Argentina varia bastante de província para província. Em Buenos Aires saía por ARP$ 13 e em Chubut saía por ARP$ 8,7. Sempre colocamos a Super, na maioria das vezes nos postos YPF. Encontramos pedágios na grande Buenos Aires e na província de Buenos Aires. Preços variando de ARP$ 6 a 16. Nos demais lugares não havia pedágio. As estradas argentinas são normalmente de pista simples, com duas mãos. Isto não é um problema, pois a condição do pavimento é normalmente muito boa e a geografia ajuda muito (plano e sem curvas). Dá para andar a 120 km/h tranquilamente em quase todos os lugares. Não fomos parados pela polícia em nenhum lugar - talvez por estar com placa argentina. Em nossa viagem anterior para San Pedro de Atacama fomos parados muitas vezes na Argentina, mas não tivemos problemas com policiais pedindo dinheiro. Preços e Câmbio A sensação que tivemos é que os preços argentinos estão bem altos se calculados pelo câmbio oficial, mesmo os preços de supermercados. Fazendo o câmbio pelo paralelo, fica mais barato do que o Brasil. O preço de hotéis é bem mais barato do que no Brasil, por qualquer câmbio. O que pagávamos lá dificilmente conseguiríamos algo semelhante no Brasil. Se fizer a conta pelo paralelo, fica mais barato ainda. Como referência, uma refeição com bife de chorizo e acompanhamentos saía em média por ARP$ 150. O remis de Palermo a Ezeiza nos custou ARP$ 320. Hospedagem Todas as hospedagens aqui listadas são para quartos quádruplos. Buenos Aires, centro, Two Hotel (http://www.twohotelbuenosaires.com.ar/), a US$ 120 com café da manhã e estacionamento. Sierra de La Ventana. Ficamos no excelente Las Retamas (http://www.lasretamasapart.com.ar/), são habitações com quarto, banheiro, sala, cozinha e varanda, além de uma linda área comum com piscina. Foram ARP$ 800, café da manhã bem básico. O dono é o simpático Guillermo. Puerto Madryn. Hostel El Gualicho (http://www.elgualicho.com.ar/), quarto privativo com banheiro, além de café da manhã e estacionamento. Preço ARP$ 750. Já tinha lido muitos relatos positivos sobre o El Gualicho, mas fiquei positivamente surpreso. Muito bem organizado, limpo, uma energia bacana, pessoal atencioso e viajantes de todos os lugares. Tem uma cozinha compartilhada e ótimo espaço interno. Recomendo. Esquel: Esquel Apart (http://www.esquelapart.com.ar/). Apartamento mobiliado, bem cuidado, sem café da manhã, ARP$ 628. Bariloche, Cabañas Tierra Sureña (http://www.tierrasurena.com.ar/). Chalé alpino, espaçoso e bem mobiliado, numa paisagem sensacional, ao pé das montanhas. Tem área de churrasqueira (usamos e aprovamos!). Sem café da manhã. Diária: ARP$ 1.200. Bariloche, centro. Hotel Edelweiss (http://www.edelweiss.com.ar/). Hotel 4 estrelas com ares de classudão velha-guarda, mas com quartos modernos e espaçosos. Excelente atendimento e ótimo café da manhã, piscina aquecida no terraço panorâmico. Diária: ARP$ 1.750. Quehue, Hotel Quehue (http://www.ruta0.com/general-acha/hotel-hotel-quehue.htm). Hotel novo, num ponto intermediário entre Bariloche e Buenos Aires. Café da manhã básico (padrão argentino), por AR$ 700. Buenos Aires, Palermo. Flat Color Botanico (http://colorbotanico.com/). Flat novo, bem mobiliado, numa rua de paralelepípedos e coberta por árvores em Palermo Viejo. Excelente localização para Palermo, parques e estação de metrô (Plaza Italia). Sem café da manhã. Diária: ARP$ 1.100. Câmbio Referência – de 20 de dezembro de 2014 a 5 de janeiro de 2015 R$ 1,00 = 3,35 pesos (oficial no Banco La Nacion Argentina - Ezeiza) Oficial: US$ 1,00 = ARP$ 8,55 Blue (paralelo): US$ 1,00 = em média ARP$ 13 (variando de ARP$ 12 a 13.5) Acompanhar a cotação do oficial e do blue pelo site do jornal La Nacion: http://www.lanacion.com.ar/dolar-hoy-t1369 Como fazer câmbio no blue? Fora de Buenos Aires eu troquei dólares em lojas, postos de gasolina e cambistas. Nem todo lugar tem interesse em trocar e alguns oferecem taxas bem baixa. Em Buenos Aires, os cambistas da Calle Florida são a melhor opção. Tem a famosa Boston Cambio lá, além de muitas outras. Não tivemos problemas com notas falsas, mas já ouvi relatos de quem teve. Dólar ou real? Dá para levar qualquer um dos dois. Dólar é amplamente aceito, em qualquer lugar. Para reais é mais fácil trocar em cidades maiores, como Buenos Aires e Bariloche. Cartão de crédito? Levei e paguei algumas coisas com cartão de crédito, mas além do câmbio oficial ser desfavorável, o IOF piora ainda mais a conta. Vale levar como segurança. Sites úteis Ruta0, http://www.ruta0.com. Várias informações úteis sobre estradas, hotéis e conteúdo gerado pelos usuários. Muitos hotéis que não estão em outros sites podem ser encontrados lá.
  7. Relato de viagem 19 dias Patagônia – Bariloche x Futaleufu x Puyuhuapi x Cerro Castillo x Puerto Tranquilo x Los Antiguos x El Chaltén x Ushuaia Dia 1 – 23/01 – sábado: Rio X Bariloche E ai Pessoal! Espero ajudar com mais este relato. Essa viagem foi sensacional!! A viagem ocorreu de 23 de janeiro/2016 a 11/02/2016. Apesar de alta temporada, não fomos com nada reservado e íamos buscando nos locais mesmo. Em Bariloche tivemos grande dificuldade em conseguir hospedagem a preços aceitáveis, e acabamos pagando mais caro porque não fechamos antes. Vou falando os custos ao longo do caminho. A passagem foi Rio x Bariloche e Ushuaia x Rio por R$ 2.040,00 com as taxas incluídas. Chegamos umas 21h30 ao centro da cidade de ônibus do aeroporto por 12 pesos cada um (o táxi seria a partir de 280 pesos), ainda claro. Procuramos hostel más já estavam todos lotados. Tivemos que procurar um hotel, que encontramos o Copahue na Av. San Martin. O hotel é bem aconchegante e agradável, apesar de caro (1.100 pesos/para 2 pessoas) com café da manhã. Dia 2 – 24/01 - domingo: Bariloche Acordamos cedo e fomos buscar uma troca de hotel pra um mais econômico. Rsrsrs os hostels estão cobrando 300 pesos por pessoa em quarto compartilhado, praticamente todos com o mesmo preço. Andamos pela cidade, calle Mitre onde o pessoal troca moeda. O câmbio estava 1 real = 3,60 pesos 1 dólar = 4,15 reais 1 dólar= 15 pesos Almoçamos na própria calle Mitre, no los ponchitos e a comida estava na média de preços dos outros restaurantes : 130 pesos (caro!!). Encontramos uma hospedagem mais a frente chamada Aspen Hotel que estava cobrando 860 pesos para 2 pessoas, melhor que a nossa a 1.100, pena q não deu tempo de trocar no mesmo dia... Dia 3 - 25/01 – segunda: Bariloche Resolvemos ficar na cidade em vez de fazer passeio. Fomos ao parque Llao Llao e caminhar por la. O parque é bem interessante. Fomos ao centro de turismo e pegamos informações do que fazer lá. Inclusive que tínhamos que comprar o cartão de ônibus (25 pesos) e depois recarregar com base nos valores que usaríamos. Os ônibus não aceitam dinheiro! Rodamos o dia todo no parque. Dia 4 – 26/01 – terça – Tronador Fechamos um passeio ao tronador por 560 pesos/pessoa que sai do hotel às 9h. O passeio consiste em passar pelo rio manso (que tem variações de coloração em razão dos sedimentos que caem no rio) e ao fim encontramos com uma geleira que constantemente se solta. Não demos sorte de ver uma parte se desprendendo, mas pelo menos conseguimos ouvir alguma coisa. Hehehe Depois, passa para ver a cachoeira que se forma da geleira... bem interessante. Água bem gelada mesmo. Trocamos de hotel do Copahue para o Aspen Ski hotel que era bem mais aceitável o preço 860 pesos com café da manhã. Este hotel também tem serviço de restaurante que é mais econômico que qualquer restaurante que fomos!! Fora que a comida é muito boa e com variação!! Não pensamos duas vezes. Hehehe só comemos os "pratos frios" por 60/pessoa. :) Só os pratos frios já satisfizeram nossa fome! Grande variedade de comida pra todos os gostos. Este hotel teve o melhor custo x benefício da viagem, pena que não o descobrimos antes. http://www.hotelaspenski.com/home.htm Dia 5 – 27/01 – quarta - Bariloche x Esquel (rumo a Futaleufu) Pesquisando sobre rafting na internet, descobrimos o relato do Márcio/Sp aqui no site dos mochileiros.com (futaleufu-o-paraiso-do-rafting-t32982.html) que falou tão bem de Futaleufu, que desistimos de fazer os oferecidos em Bariloche. Os preços de Bariloche estão surreais 1.690 pesos (nivel 3 e 4). O mais barato que encontramos foi por 1.290 numa agência perto do posto de gasolina do centro, subindo a rua. Para chegar a Futaleufu, é preciso ir a Esquel e de lá continuar a peregrinação. Hahahaha o preço da passagem foi de 232 pesos em ônibus executivo. Pegamos o remise ("táxi" ”mais econômico”) do Aspen até o Terminal de bus por 80 pesos. Infelizmente perdemos o ônibus porque compramos o bilhete no quiosque (El Valle), mas eles vendiam várias empresas... como o atendente não informou sobre isso e não sabíamos que existia isso em guiche, tivemos que pegar o ônibus mais caro (365 pesos) e que venderam como cama... De ônibus normal até Esquel e de la sentido Chile. Em Esquel também é possível fazer um rafting no rio Corcovado de nível 3 e 4, mas esse não é o nosso objetivo. Hehehe Ficamos hospedados por 600 pesos (2 pessoas) numa Cabaña perto da rodoviária mesmo. Tinha também um hostel perto por 200/pessoa em quarto compartilhado. A central de informações é interessante, pois funciona direto, pelo que vimos, inclusive pela manhã (8h). La eles dão varias informações e indicam onde se hospedar também. Dia 6 – 28/01 – quinta - Futaleufu Após passar pela Aduana na Argentina e Chile, partimos pra cidade. Chegamos perto das 11h e pensávamos que não seria possível fazer nada neste horário, mas conseguimos fazer o rafting mais curto (que sai mais tarde que os outros) por 45mil pesos chilenos/pessoa na Patagônia Elementary. A Agência tem boa estrutura e vai um fotógrafo profissional acompanhando o bote que oferece os serviços por 5mil/pessoa. O rafting é irado!! Sem palavras para descrever a tonalidade, exuberância e qualidade do rafting!! Ficamos tão empolgados com o rafting que resolvemos fazer outro no dia seguinte. Refeição fica na faixa de 6mil/pessoa. Ficamos hospedados na pousada Cañete por 12.500 pesos/pessoa. Pequena, porém funcional. Café da manhã básico. Rsrsrs Ficamos boquiabiertos com tamanha beleza!! Cotação - 1 real = 165 pesos Incrivelmente tem uma agência que troca reais e estava 1 real = 170 pesos! Droga que não descobrimos antes do saque. Hehehehe Dia 7 – 29/01 - sexta - Futaleufu Fizemos o rafting full day pela agência: Outdoor Patagônia [email protected] http://www.outdoorpatagonia.com O material deles tá menos novo que o da outra, porém achei o serviço mais top!! O guia Alonso fez a diferença no passeio, indo pelos pontos mais interessantes do rio, além de usar a gopro direto!! Para sair de Futaleufu, também são poucas opções e dias. Voltando para Esquel, sai na segunda, quarta e sexta, pois os ônibus das duas cidades (Esquel e Futaleufu) se encontram na fronteira. Para ir mais ao sul, tem um ônibus domingo que vai até Coihaique e há outras opções saindo de Chaitén diariamente. Nessa estrada, o que costuma acontecer é das pessoas esperarem o ônibus de Chaitén na Villa Santa Lucía, que é passagem obrigatória e ponto desses ônibus. Infelizmente não tenho mais detalhes dos horários, pois quem entrou em contato com a empresa de ônibus para gente foi a dona da pousada Cañete (que inclusive vende passagens para Chaitén). No rafting que fizemos encontramos um casal de australianos que estava de carro e ia para Cerro Castillo também!! Então entramos nessa viagem desse casal e dormimos em La Junta, uma das cidades mais próximas do parque nacional Queulat. La Junta é uma cidade pequena e tranquila, com água potável saindo pela bica. Rsrs Não só lá acontece isso, mas, pelo que vimos, em toda Patagônia!! Economia garantida na água. Hehehe Ficamos hospedados num lugar bem fraco, chamada "Hospedaje Valle El Quinto", cuja limpeza é fraca, mas foi o q encontramos, por 10mil/pessoa com café da manhã fraco. Rsrs bom que foi só por uma noite. Dia 8 – 30/01 - sábado - La Junta x Puyuhuapi Como não tínhamos barraca pra acompanhá-los, eles nos deixaram em Puyuhuapi em torno das 11h, base da cidade pra conhecer Ventisquero Colgante, que é um glaciar no meio de uma floresta! Visual impressionante e interessante. Ele é menor que o mais perto de Bariloche, mas é mais bonito como um todo. Esse parque fica a 22km da da vila de Puyuhuapi e chegamos de carona. É possível pegar um bus pra voltar pra Puyuhuapi a partir das 18h, que são os ônibus que saem de Coyhaique até La Junta/Puyuhuapi. Ficamos na cidade porque não tinha como sair no mesmo dia, pois para ir para Cerro Castillo, tem que ir a Coyhaique e o ônibus sai às 6h da manhã diariamente. Ficamos hospedados na hospedagem Don Luis, que é un lugar bem agradável e aconchegante por 11mil/pessoa sem café, pois o bus sairia cedo no dia seguinte. Dia 9 – 31/01 - domingo - Puyuhuapi x Cerro Castillo Compramos a passagem no dia anterior em Puyuhuapi até Coyhaique por 8mil pesos/pessoa e partimos pra esta cidade. Ao chegar à rodoviária, buscamos uma passagem pra Cerro Castillo que sai diariamente às 9h, mas a atendente informou que não havia mais vagas até quarta-feira. Perguntamos se havia outro e a atendente disse q teria um sem vaga às 11h. Insistimos se teria desistência e ela disse q teria q esperar. Bingo! Conseguimos partir pra Cerro neste dia por 5mil/pessoa. Procuramos hospedagem e encontramos a hospedaje El Rodeo que é razoável e saiu por 10mil / pessoa sem café da manhã. Cerro Castillo é um parque que oferece Trekking de 1 dia ou de 4/5 días, ao estilo Torres del Paine. Infelizmente não viemos preparados pro Trekking maior, então só restou o de 1 dia mesmo que não conseguimos fazer no dia que chegamos e ficou pro dia seguinte. Refeição tem o preço aproximado das cidades anteriores entre 6 e 7 mil. Obtendo informações no parque, a central disse que o percurso mais bonito é o que fica perto da Cidade de Cerro Castillo mesmo, tendo variações de caminhada para quem anda bem e pra quem não anda tão bem assim. Rsrsrs Dia 10 - segunda - Cerro Castillo Fizemos o Trekking de 1 dia que vai e volta por Cerro Castillo. O visual é irado! Passa-se por bosques, vegetação alta e depois uma parte de pedras para se chegar ao mirante que é impressionante, ainda mais num dia de sol. Depois, é possível entrar na água gelada que corre da geleira no lago, dar uma refrescada e encher a garrafa de água. A trilha dura entre 6 e 8 horas ida e volta, mas pode passar disso. Rsrs Na volta, não tinha mais ônibus pra pegar e pedir carona já ficou tarde... Então, voltamos pra pousada El Rodeo para tentar ir embora no dia seguinte. Dia 11 - terça - Cerro Castillo x Puerto Tranquilo Os ônibus não passam com frequência nesta estrada então ou se pega um certo ou tem que tentar carona. O ônibus que passa entre 10h e 11h na estrada principal já estava cheio e o que passava 11h30 só tinha uma vaga... Moral da história: tivemos que "ir a dedo" (pedindo carona). Depois de 1h30 esperando e praticando bastante, conseguimos!! Chegamos a Puerto Tranquilo e não tinha "hospedaje" disponíveis. Felizmente, conseguimos alugar uma barraca na "Bellavista" que tinha uma ótima estrutura tanto pra Camping quanto pra quartos. Por coincidência, encontramos o casal que nos deu carona no mesmo local. Como iam a capella de marmol, aproveitamos a oportunidade e fomos juntos por 10mil/pessoa. O local realmente é deslumbrante. Como fomos umas 18h30, não tinha mais sol, mas mesmo assim foi lindo demais. O melhor horário para conhecer é entre 8h e 9h, pelo que disseram, porque a água faz um contraste interessante com a capela de mármore. Dia 12 - quarta - Puerto Tranquilo Fechamos o passeio de Exploradores de Glaciar por 50mil no cartão de crédito, pois já estavam acabando os pesos chilenos 45mil (dinheiro) na empresa Valle Leones. Achei o valor bem exagerado pelo serviço que oferecem, mas é alta temporada de primavera/verão... Mesmo assim ficamos curiosos pra conhecer. O passeio consiste em um Trekking guiado em parte do Parque Nacional Laguna San Rafael que você anda em cima de gelo (preto e branco) e observa suas formações. Não chega nem perto do glaciar que se vê ao horizonte. Além disso, vc tb anda no gelo com um acessório acoplado ao calçado. É interessante, mas achei que o pessoal foi devagar enlerdando no caminho pra não ir tão longe. Rsrsrs No final, essa agência encaixou a gente num outro carro e tivemos que esperar 40min até o grupo da nossa van chegar! Pra um serviço nada barato, isso não parece razoável... Então, espero que tenham mais sorte que a gente. Para sair de Puerto Tranquilo a Chile Chico tínhamos 2 opções de dia: quarta ou domingo às 14h30. Então, partimos na quarta! Chegando a Chile Chico, umas 19h40, não tinha como fazer o transfer de bus. Então tivemos que dormir por lá mesmo. Ficamos em uma hospedagem atrás de onde saia a van pra Los Antiguos. Dia 13 - quinta - Chile Chico x Los Antiguos Compramos as passagens por 5mil pesos chilenos/pessoa no Martin pescador. Tem ônibus diariamente às 10h e 16h sentido Argentina e uma hora antes sentido Chile (acho eu). Rsrsrs A distancia é muito pequena (de veiculo)!! Daria pra ter passado a fronteira tranquilamente no mesmo dia (no verão até às 22h), mas não tínhamos transporte. Em Los Antiguos, o ônibus pra El Chaltén só sai diariamente às 20h (11h30 de percurso), tivemos que passar tempo na cidade. Fomos ao ponto de turismo que nos falou que a cidade é conhecida como a "capital da cereja" e tinha uma chácara que fazia um tour guiado. Pagamos 50 pesos argentinos/pessoa e fomos acompanhar e comer muitas cerejas. Hehehe Esse tour foi na "Chacra Don Neno". O dono da fazenda apresentava, falava pra comer umas frutas frescas do pé (damasco, morango, cereja, framboesa, cassis, entre outras) e ao final nos deu um licor de recordação. Depois, fomos comer uma pizza antes de pegar o bus em um dos 2 restaurantes que ficam abertos direto na av. principal. Hehehe Dia 14 - sexta - El Chaltén Depois de longas 11h30 no bus, chegamos às 7h da manhã a El Chaltén. Cidade agradável e bem fria pela manhã. Ficamos hospedados no Restaurante/Hospedaje La Huella por 375 pesos argentinos/pessoa. Demos meio que sorte que o dono do estabelecimento ia a El Calafate e nos deixou toda a casa, com cozinha e área de serviço. Compramos comida no mercado e resolvemos cozinhar nessa passagem de 3 dias e comer mais opções que carne + variações de batata ou salada ou arroz. Rsrsrs Como estávamos cansados, fizemos a trilha para o Chorillo del Salto que é uma caminhada tranquila. Ao subir a queda da pra ver a cidade e uma boa parte do vale. Dia 15 - sábado - El Chaltén Fizemos a trilha da Laguna Torre. O visual é bonito também. Como tínhamos tempo e fôlego, aproveitamos pra conhecer as Lagunas Hija (agua boa pra dar um tibum, o lago não forma rio e a Madre. A caminhadinha foi forte porque demos a volta pela outra trilha, mas valeu a pena. Dia 16 - domingo - El Chaltén Depois de preparamos o café, fomos ao Monte Fitz Roy. O percurso é forte e interessante. Infelizmente o tempo fechou e não estávamos mais acostumados a "sentir frio". Hehehe não levamos roupa de frio e nos lascamos... Quase perdi a mão lá. Hehehe Ficará para a próxima oportunidade concluir este trekking... rsrs Dia 17 - segunda - El Chaltén x Ushuaia Compramos vôo de El Calafate x Ushuaia por 117 dólares e o ônibus de El Chaltén x El Calafate por 370 pesos. Apesar de caro, foi o melhor que podíamos fazer, pois ir de ônibus seria absurdamente demorado (passa pela fronteira, barcos...) e a diferença de preço para o ônibus era nenhuma, fora que eram 2h de vôo... uhuu Quando chegamos ao aeroporto de Ushuaia, o indivíduo da central de turismo era poliglota e engraçado. Como não tínhamos reserva, ele se prontificou a contatar alguns hostels e ficamos no Amanacer de la Bahía (http://www.ushuaiahostel.com). O hostel é arrumadinho e limpo por 300 pesos por pessoa. Os preços das comidas são entre 130 e 600 pesos/pessoa. Aqui tem um caranguejo gigante (king crab) que é o prato mais conhecido, porém é bem caro. Rsrsrs A atendente do hostel nos indicou opções de passeios e fechamos o transfer pra Laguna Esmeralda pro dia seguinte por 250 pesos ida e volta por pessoa. Dia 18 - terça - Ushuaia (Laguna Esmeralda) Agendamos o transfer para às 9h. Começamos a trilha marcada às 9h30 e a completamos em 2h. O visual é maneiro e sem ventos seria possível ver o reflexo da montanha na água! Pena que não tivemos essa sorte. Rsrsrs voltamos, Almoçamos e fomos ao museu do presídio. A história é interessante, mas dispensaria. Hehehehe custou 90 pesos/pessoa. Depois, fim do dia, jantamos e hostel. Dia 19 - quarta - Ushuaia Como o tempo melhorou, optamos em visitar o parque nacional. Lá contempla trilhas e paisagens de tirar o fôlego! Acho que vale dormir 1 noite no parque... vai poder aproveitar melhor o tempo e procurar os castores com mais detalhes. Rsrs Para chegar ao parque pagamos o transfer de 300 pesos (ida e volta) na própria agência. Tem este serviço que é bem prático. Se não fosse o frio, daria para ir Mergulhando no mar de águas cristalinas até o fim da trilha. Depois de tanto caminhar, chutamos o balde e fomos gastar Dia 20 - quinta - Ushuaia x Rio Pegamos o voo pela manhã de Ushuaia até Buenos Aires. Fomos passear na Calle Florida enquanto passava tempo na cidade. Depois, voo noturno e baldeação de aeroporto na madruga de táxi, pois a Tam não oferece o ônibus na madrugada. Viagem iradíssima e com gosto de quero mais! Observações importantes : 1. Na Argentina, o guiche de empresa de ônibus vende passagens de outros ônibus também. Não sabíamos disso... Moral da história: perdemos a saída do ônibus. Nem precisa falar que saiu ainda mais caro né? 2. Bariloche é uma cidade muito cara, com a cotação que viemos pra cá. É também muito bonita e há outros atrativos também. A neve deve dar uma beleza diferente ao local. No verão é possível fazer vários ecoturismos. 3. Acho importantíssimo trazer uma barraca pra eventual oportunidade de encontrar alguém que vá acampar. Como não tínhamos uma barraca leve e pouca bagagem, perdemos a chance de ficar com os australianos que encontramos e iam acampar no Bosque Encantado. 4. A Carretera Austral Sur tem visual esplêndido!! O ruim é que boa parte dela é em estrada de terra, o que dificulta muito o transporte e a linha de ônibus rodar. Rsrsrs ideal seria alugar carro, mas não no$ foi po$$ível. Hehehehe 5. Saque dinheiro nas cidades grandes, pois as pequenas não possuem esse "serviço". A região de Aysén é interessantíssima!! Vale pesquisar outros destinos! Infelizmente dependem de tempo, pois os ônibus não saem diariamente e pedir carona sem uma barraca é arriscado, já que existe a possibilidade de não conseguir a carona... http://www.recorreaysen.cl 6. Tragam roupa de verão! Imaginei pegar frio na Patagônia e me ferrei. Trouxe nenhuma. Hehehe 7. Atenção a abordagem estranha em Buenos Aires. Quase roubaram nossas mochilas com um golpe de te sujar e depois surgir alguém do nada para te limpar... ATENÇÃO!
  8. Tania Mara Roque

    O que fazer em Bariloche?

    Olá boa tarde pessoal, meu namorado e eu estamos planejando viajar para Bariloche. E gostaríamos de dicas sobre alimentação , passeios, hostels , pois é nossa primeira viagem , vamos de ônibus saindo de Puerto Iguazu direto para Bariloche. Desde já obrigada
  9. thalita.melo

    15 dias pela Patagonia

    Ushuaia + Calafate + Chalten + Bariloche Faremos aqui um relato na nossa viagem de 15 dias pela Patagonia Argentina em dezembro 2016/janeiro 2017. 24/12 - Embarcamos com destino a cidade de Buenos Aires as 00:25 pela Aerolineas Argentinas. Foi um voo tranquilo e chegamos na cidade as 2:20 ja que la não tem horário de verão. Quando você desembarca na parte internacional e vai pegar outro voo tem que se deslocar até a parte de voos domésticos que fica em outro prédio. As 7:25 pegamos o voo que nos levaria até a cidade de Ushuaia, aonde chegamos as 12:10. Em Ushuaia Ficamos pelo AIRBNB na casa da Tamara a qual recomendamos pois é muito atenciosa e tem um espaço bacana para alugar. O único inconveniente é que o chuveiro não é dos mais quentes então exige banhos rápidos. Quando chegamos na cidade a temperatura estava cerca de 8 graus e com uma garoa mas mesmo assim fomos nos aventurar. Nossa primeira parada foi em um hostel na rua Rivadavia bem sinistro aonde um chinês troca reais por um preço bacana. Na época 1 real = 5 pesos. Trocamos uma parte do dinheiro e fomos para o centro de informações turísticas aonde eles carimbam seu passaporte com o carimbo da cidade. A cidade é bem pequena e o seu centro tem uma infinidade de lojas, restaurantes e docerias. Nos bairros também conseguimos achar esses serviços mas dependendo de onde ficar vai ter que enfrentar subidas para chegar como foi o nosso caso. Paramos para almoçar em um restaurante de massas na Rua San Martin gastando cerca de 100 reais o casal e depois antes de voltar para o nosso apartamento passamos no mercado La Anonima para comprar queijos e vinho para nossa ceia de natal. Indicamos o vinho Dada que é muito bom e la muito barato, cerca de 20 reais a garrafa. Os mercados de todas as cidades não tem sacolas plásticas então ou vc leva a sua ou vc compra a deles daquele tipo retornável. A cidade de Ushuaia é muito segura, cheia de cachorros e gatos pela rua e no veråo tem sol até as 11hras da noite o que é ótimo pois faz nosso dia render muito. A noite no verão a temperatura baixa bastante chegando a uns 4-5 graus mas os locais tem sempre ótima calefaçåo. 25/12 - Era natal de começamos a nossa primeira aventura, subir o Glaciar Martial. Saindo do apartamento a entrada para a estrada que leva ao inicio do Glacial era perto, levamos uns 15 minutos andando mas ai começa a subida e no meio dela fomos salvos por um alemão que nos deu carona até o inicio do glacial. Então se vc pretende ir vá de taxi até o inicio da trilha pq vale a pena e vc volta a pé pq a paisagem é bem bacana. No inicio da trilha vc ja se depara com uma subida forte e a trilha em si é puxada. Demoramos cerca de 1hra e meia para conseguir subir bem agasalhados e em alguns momentos até de luva e cachecol pois tem trechos de ventos muito fortes. A descida parece mais tranquila mas não é pois se vc não tomar cuidado estraga o joelho que foi o que aconteceu comigo. No meio da descida paramos para comer um lanche que tinhamos levado (pão com frios, bolinho recheado com doce de leite e água) e terminamos todo o circuito em 2:30 hras. La no inicio da trilha tem uma casa de chá maravilhosa a qual paramos antes de retornar a cidade...vale muito a pena, é maravilhosa e cara. De volta a cidade moídos ainda paramos no centro novamente para comer em uma pizzaria na rua San martin (era uma das poucas opções ja que era dia de natal) e voltamos para nosso apartamento nos lamentando com tanta subida. 26/12 - Resolvemos conhecer o Parque Nacional. Antes de irmos atrás de um transfer passamos novamente no chinês para trocar mais reais por pesos e fomos até o local de onde saem transfers para todos os passeios da cidade na avenida Maipu. Um transfer ida e volta custou 400 pesos por pessoa. La dentro do parque vc paga uma taxa de entrada de cerca de 120 pesos por pessoa se for mercosul e escolhe qual trilha vc quer fazer. escolhemos a trilha costeira pois era a mais recomendada e realmente vale a pena. Nela vc passa por diversos lagos maravilhosos e água cristalina. O transfer nos deixou na Enseada Zaratiegui aonde antes de começar a trilha vc pode pegar outro carimbo da cidade no passaporte mas esse tem custo de cerca de 30 pesos enquanto que o do centro de informações é gratis. Dessa enseada fizemos uma trilha de 8,6Km até o Rio Lapataia aonde tem um restaurante e banheiros (cerca de 3:20hras). No meio da trilha paramos para comer nosso lanche na beira de um dos lagos e no final, quase chegando ao restaurante eu ja estava chorando de tanta dor no joelho. Por conta do dia anterior meu joelho sentiu muito a trilha e tive que parar nesse restaurante e fiquei la esperando meu marido terminar os 5 Km de trilha que faltavam(ele demorou cerca de 3hras para voltar ao restaurante). Ele continuou e foi até a Laguna negra e depois a Bahia Lapataia ja na divisa com o Chile. Assim que ele retornou ao restaurante consegui ir com ele até o lago Roca que é maravilhoso para tirar fotos e ficar descansando com aquela vista e logo depois o transfer nos pegou no restaurante e voltamos a cidade. De volta a cidade voltamos para o ape e no caminho paramos em um restaurante local chamado Dieguito, fora da zona turísticar. Uma ótima experiência com preços bem pouco menores. Gastamos os mesmos 100 reais por casal mas comemos mais. De volta ao ape foi aquele banho rápido, pijama e cama ja que ja eram quase dez da noite. 27/12 - Na manhã desse dia acordamos muito cedo a espera do nosso taxi até o aeroporto, era dia de ir para El Calafate. O taxi já tínhamos deixado agendado e no horário combinado ele estava lá para nos buscar, Nos depedimos da mãe da Tamara que foi quem nos recebeu e chegamos no aeroporto com um custo de 120 pesos. O voo foi pela Tam e demorou cerca de 1h20. Tínhamos pensado em ir de ônibus para o preço era praticamente o mesmo e eram 17 horas de viagem. Chegando em El Calafate vc ja se deparara com a linda vista do lago Argentino, maravilhoso. Pegamos um transfer da Ves Patagonia que nos custou 160 pesos por pessoa e ele nos deixou no nosso hostel bem no centro da cidade. Fora do centro tem muitas opções de hostel mas não recomendamos pois tudo que é serviço está localizado no centro. Nosso hostel foi o Calafate Hostel aonde pegamos um quarto privativo duplo que nos custou 150 dólares + taxas por 3 diárias com café da manhã. O hostel é muito bom, além de bem localizado o quarto era ótimo (só um pouco quente demais), os atendentes eram ótimos e o café era ok. Para quem pretende cozinhar, a cozinha é super pequena então vc tem que ter paciência para esperar sua vez e achar um lugar na geladeira. O hostel tem um restaurante muito bom com preços ok tendo sempre o menu do dia por 150 pesos. Ao chegar na cidade fomos atrás de cambio e para nossa surpresa ele era pior que em Ushuaia, conseguimos 1 real = 4.50 pesos o que nos deu aquele arrependimento e aquela saudade do chinês. Esse cambio é em um restaurante chamado Casimiro Bigua localizado na Avenida San Martin. A cidade de Calafate é muito fofa e ainda menor do que Ushuaia. Na rua principal San Martin vc encontra lojas, restaurantes, bares, docerias, padarias e muitos brasileiros com frio. A temperatura da cidade é mais alta chegando a uns 20 graus durante o dia e 10 graus durante a noite, mas sempre com muito vento. Depois de dar uma volta na cidade, almoçar no restaurante vera Cruz que tinha uma massa gostosinha, experimentar o famoso alfajor Koonek que realmente é muito bom (custam 25 pesos cada e o melhor era o branco de doce de leite) e ir a rodoviária para comprar nossa passagem para El Chalten (400 pesos ida e volta por pessoa), voltamos para o hostel e fomos pagar nossos passeios. Depois disso dormimos para o dia seguinte. 28/12 - Nesse dia reservamos para fazer o mini-trekking no Glacial Perito Moreno. Fechamos tudo pelo hostel e ele nos custou 2040 pesos por pessoa mais taxa do parque. É um passeio extremamente caro, como tudo em calafate, mas que vale muito a pena. Primeiro vc passa por toda a passarela tendo várias vistas diferentes do glacial e podendo ver a todo momento ele se rompendo, nessa parte do passeio vc pode fazer um lanche que vc deve levar, no final das passarelas tem um restaurante mas bem caro. Cerca de 1h30 na passarela é suficiente para ver tudo e vc volta para o ônibus que nos deixa no porto, la embarcamos em direção ao glacial e depois de uns 30 minutos iniciamos uma trilha rápida. Chegando ao Glacial vc coloca grampones nos sapatos e começa o trekking sobre o gelo. Esse percurso dura cerca de 1h30 e no final é servido uísque com gelo tirado do glacial. O trekking é fácil e autorizado para pessoas de até 65 anos e não grávidas. Terminado o passeio voltamos para o hostel, jantamos um delicioso hambúrguer no restaurante de lá e fomos dormir. 29/12 - Também pelo hostel reservamos um passeio a Torres Del Paine que é um parque situado na patagônia Chilena. Esse passeio custa cerca de 2100 pesos por pessoa e além de caro sai às 5h da manhã. Saímos do hostel e depois de 1h pegando mais pessoas pela cidade iniciamos nossa viagem. Até a fronteira com o Chile são cerca de 6h de viagem, na fronteira temos que fazer a saída da Argentina, depois a entrada no Chile e isso leva mais 1h. Ao entrar no Chile tem uma cafeteria aonde vc deve trocar sua moeda por pesos chilenos para pagar a entrada do parque, 21 mil pesos chilenos por pessoa. A partir daí o guia chileno vai explicando toda a paisagem e localização e vamos fazendo paradas para fotos em lugares exuberantes. Ja no final do passeio paramos em uma hosteria onde é servido um almoço (horrível) que já esta incluso no passeio com bebida e sobremesa. Esse lugar fica na beira de um dos lagos mais bonitos que ja vi na minha vida. De volta ao ônibus fazemos todo o percurso de volta passando novamente por todas as imigrações e chegando de volta a calafate cerca de 11h da noite. O passeio tem com ctz as paisagens mais bonitas de toda a viagem mas não sei se faríamos de novo. Além de caro, demorado, desconfortável é muito cansativo. A comida do restaurante não me caiu bem e vomitei tudo na volta. De vd não sei se vale a pena. 30/12 - As 7:30 da manhã pegamos nosso ônibus na rodoviária com a empresa Taqsa para El Chalten. São 2h30 (220 Km) de viagem e chegando na cidade, antes de ir a rodoviária paramos em um centro de informações onde nos são dadas instruções sobre as trilhas da cidade (Todas grátis e muito bem sinalizadas). Da rodoviária andamos cerca de 15 minutos até nosso Hostel que ficava na Avenida San Martin. A cidade é minúscula, tem cerca de 1600 habitantes, mas é cheia de serviços, não faltam restaurantes, hospedagens, mercadinhos e tem um cambio horrível, la encontramos 1 real = 3 pesos. Ficamos na Hospedagem Lo de Trivi em um quarto privativo com banheiro e sem café por 256 dólares + taxas 4 diárias. O hostel era bacana, limpo, a cozinha era ótima mas o wifi não pegava no quarto além do chuveiro ser feito para pessoas magras e com até 1.70m de altura. Com um cambio tão ruim resolvemos cozinhar e fomos ao mercadinho que tinha em frente. Lá compramos macarrão, molho de tomate, queijo, pão, doce de leite, requeijão, carne, cocas e vinho de caixinha e nos viramos com isso pelos dias que passamos lá. 31/12 - Último dia do ano, dia de fazer a trilha mais dífícil. Nosso destino era a Laguna de Los 3 que fica aos pés do Fitz Roy. O começo da trilha é bem tranquilo, são 9 Km super de boa de fazer. No final desses 9 Km vc chega em um acampamento selvagem para quem curte mais aventura e lá passa um rio que tem água limpa e muito boa para beber, então não precisa levar muita água da cidade. Agora o último Km é de matar, eu que sou sedentária quase desisti várias vezes pois é uma subida animal. No fim deu tudo certo, consegui mas cheguei lá no alto podre. O que compensa é a vista que é maravilhosa aonde ficamos um tempo descansando e comendo. Depois de uma meia hra tinhamos que voltar tudo, o que foi um sofrimento para mim. Além da descida de 1 Km mto íngreme (novamente cuidado com os joelhos) eu estava muito cansada da ida e não via a hra de voltar ao hostel. Na volta paramos um pouco na laguna Capri que também é maravilhosa e aonde tem outro acampamento selvagem totalmente grátis. Chegando de volta a cidade depois de 10 horas de trilha quase chorei de emoção e paramos em uma vendinha (Che empanadas) de frios bem ao lado do hostel que tinha um atendente muito peculiar. Lá compramos muitos frios com um ótimo preço para prepararmos nossa ceia, jantamos, tomamos banho, abrimos o vinho e ficamos esperando para ver como seria a virada e simplesmente nada aconteceu hahahaha. A cidade não tem fogos e nem festa, tudo o que estávamos precisando. Sendo assim dormimos feito pedras. 01/01 - Dia de descanso e voltinha pela cidade. 02/01 - Saímos rumo a Laguna Torre ( 18 Km ida e volta, aproximadamente 6 horas de trilha) que foi uma trilha bem tranquila. Mas ao chegar na laguna presenciamos um vento que nunca tinha visto na vida. É tão forte que vc não consegue ficar por lá muito tempo, mas é bem bacana de conhecer. De volta ao hostel descansar para no dia seguinte partir. 03/01 - As 11horas pegamos um ônibus de volta a El calafate. Esse ônibus passa pelo aeroporto então vc pode já ficar por lá se quiser. Mas nós voltamos ao nosso hostel de antes ( Calafate Hostel) para passar apenas uma noite. Dessa vez em um quarto compartilhado com 4 camas também muito agradável que nos custou 31 dólares + taxas sem café. Nesse dia trocamos mais dinheiro já que em Chalten foi impossível e almoçamos em um restaurante chamado San Pedro onde experimentamos uma massa recheada com o famoso cordeiro patagônico, muito boa. Saindo de lá fomos conhecer a laguna Nimez que dá pra ir andando bem facinho e é bonita, também venta muito. Se vc quiser pode fazer uma trilha por ela mas como tudo em Calafate é pago. Andamos mais pela cidade e voltamos ao hostel. 04/01 - Dia de ir pegar um voo para Bariloche mas antes passamos no restaurante do hostel e comemos outro hamburguer, dessa vez de cordeiro que também estava muito bom. Pegamos um taxi e fomos para o aeroporto. Dessa vez de Aerolineas, também tinhamos pensado em ir de ônibus mas as 24 horas de viagem nos desanimaram. Chegamos em Bariloche quase noite já e como tínhamos optado por ficar em uma pousada mais afastada da cidade um taxi ficaria muito caro, sendo assim pegamos um taxi até o centro, lá compramos um cartão de transporte público, carregamos e pegamos o ônibus 20 que nos levou até a pousada. ( Bariloche tem transporte público até que bom) A pousada se chama Hosteria Katy e é maravilhosa. Os donos são uma família de alemães e a propriedade é simplesmente fantástica e aconchegante. Essa hospedagem nos custou 214 dólares + taxas por 3 noites com café. 05/01 - Acordamos, fomos tomar nosso café bem estilo colonial em uma sala que parecia casa de boneca. Logo após saímos para conhecer a cidade. Depois de tanto tempo em cidade pequenas confesso que estranhei aquela agitação toda já que Bariloche é muito maior e cheia de carros. Pegamos o ônibus 20 e fizemos uma parada no Cerro Campanario. A subida de teleférico nos custou 100 pesos por pessoa e não é nada demais, tem uma vista bacana mas é um passeio dispensável. Saímos de lá pegamos nosso ônibus 20 novamente e fomos até o Km 1 da Avenida Bustillo aonde tem o museu do chocolate ( Bariloche é muito famosa pelo seu excelente chocolate) mas tinha fila para entrar e desistimos. Passeamos pela cidade, conhecemos seu centro, paramos nas chocolaterias da rua Mitre e compramos um mundo de chocolates maravilhosos ( Recomendo Rapa Nui, pra mim a melhor) paramos para almoçar no El Chiringuito, um restaurante simples mas muito gostoso e com um preço bacana e voltamos para a pousada felizes e repletos de chocolate. 06/01 - Dia de fazer as trilhas que era perto da nossa pousada. Como eu disse optamos por ficar longe da cidade e perto dos bosques. Foi uma ótima escolha pois a região era muito bonita. Saímos da pousada e entramos pelos bosques que são até que bem demarcados e fizemos ao todo 18, 5 Km de trilha com várias paradas em praias muito lindas e que se vc conseguir pegar boas temperaturas vc pode até arriscar um mergulho. Dizem que lá chega a 28 graus mas nós ficamos nos 20. De volta a pousada depois de 4 horas andando paramos em um restaurante em frente a pousada e comemos uma massa maravilhosa, tomamos um banho, ficamos curtindo a pousada que é cheia de gatinhos e cachorros e tem um quintal incrível, pegamos uma pizza, comemos e fomos dormir. 07/01 - Dia de voltar para SP. Pegamos o ônibus 20 até a rodoviária de Bariloche e de lá um taxi ao aeroporto. No aeroporto também tem uma loja da Rapa Nui onde fizemos uma parada e compramos mais chocolates (mesmos preços da cidade) e voltamos pra casa. Foi tudo ótimo e maravilhoso....espero poder ter te ajudado no seu roteiro.
  10. De carro pela Patagônia Norte, Argentina: Buenos Aires, Sierra de la Ventana, Puerto Madryn, Península Valdes, Esquel e Bariloche - 16 dias Fotos: https://www.flickr.com/photos/[email protected]/ Quando De 20/12/14 a 05/01/2015 Quilômetros rodados: 5.400 km Os viajantes Eu (Luis), minha esposa (Elisa) e meus filhos Felipe (12 anos) e Rafael (10 anos). A ideia da viagem Em 2011 fizemos uma viagem de carro de Campinas até San Pedro de Atacama, visitando vários lugares do norte da Argentina (relato aqui http://www.mochileiros.com/deserto-de-atacama-de-carro-e-com-criancas-t51654.html). Ficamos muito impressionados com a beleza das paisagens, organização, preços (custo-benefício muito superior ao brasileiro), etc. Nos deu uma vontade de querer visitar outros lugares da Argentina. Os candidatos seriam Cordoba, Catamarca, Península Valdes, Bariloche e a parte sul da Patagônia. Queríamos fazer outra viagem de carro por lá. Visitar todos estes lugares, saindo do Brasil, demandaria muito tempo e muita quilometragem. Tiramos a parte de Catamarca, por ser parecida com as regiões que visitamos no norte (Salta e Jujuy). Roteiro Veio a ideia de tomar um avião para Buenos Aires e de lá alugar um carro para a viagem. Ganharíamos tempo, eliminaríamos um longo trecho de locomoção e teríamos um carro com placa argentina, o que nos deixaria quase como locais e despertaria pouca atenção. Resolvemos fazer um triângulo, com início e fim em Buenos Aires, cobrindo o norte da Patagônia. Iríamos para a Puerto Madryn, como base para a Península Valdes e região. Depois cruzaríamos a estepe patagônica em direção aos Andes, fazendo uma parada em Esquel para visitar o Parque Nacional los Alerces. De lá seguiríamos para Bariloche, onde encontraríamos um casal de amigos, passaríamos o ano novo e exploraríamos a região. Depois era pegar a estrada e voltar até Buenos Aires, 1.600 km sem nenhuma atração realmente interessante. As cidades seriam: Buenos Aires, um dia Bahia Blanca, somente pernoite (depois trocado por Sierra de la Ventana) Puerto Madry, quatro dias Esquel, dois dias Bariloche, cinco dias Quehue, pernoite Buenos Aires, dois dias Fechamos um roteiro de 16 dias de viagem e fizemos as reservas de todos os hotéis pela internet (booking.com, etc) ou diretamente com os sites dos hotéis. Duas semanas antes da viagem conhecemos um viajante argentino aqui no Brasil e ele nos deu algumas dicas bem legais. Entre outras, disse que Bahia Blanca era uma cidade grande, sem atrativos, e que havia opções mais interessantes para pararmos (Las Grutas, Carmen de Patagones, Monte Hermoso). Depois de pesquisar na internet, encontramos Sierra de la Ventana, uma charmosa cidadezinha com um parque provincial próximo. Se chegássemos cedo poderíamos fazer uma trilha no parque. Mudamos a reserva de Bahia Blanca para lá. A viagem Sábado, 20 de dezembro de 2014. Pegamos um voo da Gol, que saiu atrasado de Guarulhos. Chegamos em Ezeiza, onde atrasamos ainda mais com a fila para trocar pesos no Banco de La Nacion Argentina e para pegar o carro na Europcar. Imaginava chegar no hotel umas 15:00, mas chegamos lá pelas 18:00. Ficamos no Hotel Two, que é bem central, perto da Av. Mayo. Demos uma descansada e saímos para um rápido tour pelo microcentro de Buenos Aires. Buenos Aires A primeira parada foi tomar um belo sorvete argentino para animar. Depois fomos visitar a Casa Rosada, Café Tortoni, Av. Mayo, Congresso, Corrientes, Obelisco, 9 de Julio, etc. A primeira impressão foi de que os preços estavam bem mais altos do que nas últimas vezes que estivemos na Argentina. No domingo (21/12), acordamos cedo, tomamos café e rumamos para Sierra de la Ventana. Tinha pouco movimento na cidade e foi bem tranquilo dirigir. Eu estava com um GPS Garmin, com um mapa da Argentina que baixei gratuitamente no site do Proyecto Mapear (http://www.proyectomapear.com.ar/). Tem vários arquivos POI que vale instalar no GPS. Sierra de la Ventana Pegamos a ruta 205 até Azul, onde pegamos a 76. As estradas são muito boas e com pouco movimento. Passamos por paisagens rurais muito bonitas, que ora lembravam a Europa, ora o interior dos Estados Unidos. Tudo muito plano. Quando apareceram as primeiras montanhas, era sinal que estávamos chegando em Sierra de la Ventana. Antes de ir para a pousada, fomos visitar o Parque Provincial Tornquist (http://www.tornquist.gov.ar/index.php/turismo/donde-ir/parque-provincial-ernesto-tornquist.html). Fizemos a trilha da Garganta Olvidada, que é bem tranquila e leva pouco mais de uma hora para ir e voltar. Não é nada excepcional, mas valeu para fechar um dia de viagem com quase 600 km. Tem algumas trilhas bem mais longas e bonitas lá, mas não teríamos tempo para faze-las. A cidade de Sierra de la Ventana é pequena e bem bonita, com muito verde, cortada por um rio (Sauce Grande) e com um ar rústico de vila de montanha. Deu vontade de ficar lá mais tempo. Depois descobrimos que tem um trem que vai de Buenos Aires (ou La Plata) até lá. Quem sabe numa próxima... Puerto Madryn No dia seguinte (segunda, 22/12) foi o de sempre: acordar cedo e pé na estrada para chegarmos em Puerto Madryn. Pegaríamos a ruta 3, que é a principal ligação de Buenos Aires com a Patagônia, por isto, tem bastante movimento e muitos caminhões. Cruzamos com vários brasileiros que iam de carro ou moto para Ushuaia. Longas retas até Puerto Madryn com a paisagem da estepe patagônica. Chegamos em Puerto Madryn com o sol ainda alto, achamos o hotel e fomos conhecer a orla da cidade. No dia seguinte (terça, 23/12), fomos até o Museu Paleontológico de Trelew e na pinguineira de Punta Tombo. Ambos valem a visita. No museu está o fêmur do maior dinossauro já encontrado e várias coisas interessantes. Punta Tombo A viagem de Puerto Madryn até Punta Tombo é longa, 180 km, com a parte final em rípio, mas chegando lá, você nem se lembra disto. O parque é muito bem organizado (ARP$ 90 por pessoa), com caminhos para visitar a área. Estes caminhos passam pelos lugares que os pinguins fazem ninho e criam os filhotes. É um espetáculo ver a quantidade e a festa dos pinguins. Além deles, tem guanacos (parentes das lhamas), emas, cuyzes (um pequeno roedor) e muitas outras aves. É um lugar privilegiado pela natureza. Dizem ter 500 mil pinguins lá. Para fechar com chave de ouro, quando estávamos próximos da praia apareceu uma baleia com um filhote, bem próximo, a uns 100 metros da costa. Península Valdes Na quarta (24/12), fomos visitar a península Valdes, http://www.peninsulavaldes.org.ar (ARP$ 180 por pessoa). Como já sabíamos, seria um dia com muita distância (uns 400 km, na maior parte em rípio) e sem muita infraestrutura. Então, leve o que você precisará e saia com o tanque cheio. Na entrada do parque nos informaram que a Punta Delgada estava fechada. Fomos para a Caleta Valdes. Na chegada já avistamos um grupo de orcas procurando lobos marinhos para o almoço. Fomos para a pinguineira da Punta Cantor, com pinguins, lobos e elefantes marinhos. O dia estava ensolarado, com a cor azul do mar dava uns visuais muito bonitos. Fomos em vários pontos de observação perto da Punta Cantor e depois seguimos para a Punta Norte. São vários quilômetros de rípio beirando a caleta, com paisagens bonitas e guanacos selvagens. Punta Norte é mais do mesmo (da Punta Cantor). Se você tiver pouco tempo, explore somente a área da Punta Cantor e volte. Não perderá nada especial. Depois da Punta Norte fomos até Puerto Piramides para conhecer e comer. O lugar foi mais bonito do que esperávamos. Vale a visita. No dia de Natal, diminuímos o ritmo. Visitamos a loberia de Punta Loma (16 km de Puerto Madryn, rípio), almoçamos em Puerto Madryn e tiramos o dia para descansar. Um passeio que queria ter feito era mergulhar (snorkel) com leões marinhos (ARP$ 1.100). Procurei para fazer no dia de natal mas as operadoras estavam fechadas. Fica para uma próxima. Dia 26/12 era para pegar a ruta 25 e cruzar a Patagônia rumo a oeste, chegando em Esquel. A ruta 25 tem trechos muito bonitos, seguindo o Rio Chubut. Parece muito o meio-oeste americano (Arizona), com cânions, mesas e montanhas avermelhadas. Paramos para comer e abastecer no pequeno vilarejo de Los Altares. Além de lá, alguns outros vilarejos têm postos de gasolina. Antes de Esquel pegaríamos a mítica ruta 40, que vai de La Quiaca a Ushuaia. Neste trecho ela está asfaltada e presenteia o viajante com belas vistas. Esquel Esquel é uma pequena e simpática cidade, onde funciona uma estação de esqui durante o inverno. No verão, os atrativos são a maria-fumaça La Trochita (http://www.patagoniaexpress.com/el_trochita.htm) e o Parque Nacional Los Alerces. Fizemos o passeio de trem no sábado (ARP$ 300 por pessoa) e o safári lacustre pelo PN Los Alerces no domingo (ARP$ 450 por pessoa). Ambos são altamente recomendados e precisam de reserva, que fizemos pela Diucon Viajes (http://www.diucon.com/). Leve lanche para o safári lacustre no parque. Do Parque de Los Alerces passamos por El Bolson rumo a Bariloche. A estrada é de uma beleza indescritível. É um atrativo por si só. Bariloche Em Bariloche dividimos nossa estada em dois lugares: um chalé de montanha e um hotel no centro. Foi bem legal fazer isto. O chalé foi um ponto alto, pelo visual e conforto. Lá encontramos um casal de amigos do Brasil e fizemos um memorável churrasco com carne argentina. A carne é outra coisa comparada ao que tomos aqui. Bariloche nos impressionou muito. Tínhamos por ela até um certo preconceito, mas tivemos que rever os conceitos. Fomos no Cerro Campanário (visual impressionante, segundo a National Geographic, um dos 10 mais bonitos do mundo), Cerro Catedral (muito frio e neve mesmo no verão), Circuito Chico (mais ou menos), Circuito Grande (espetacular!) e passeios no centro. Retorno a Buenos Aires De Bariloche a Buenos Aires tínhamos longos 1.600 km, quebrados em 2 dias e sem nenhum atrativo. Na saída de Bariloche, a estrada vai acompanhando o leito do Rio Limay, com visuais impressionantes, mas logo isto acaba e encaramos a estepe patagônica e a pampa, paisagens bem monótonas. Paramos para dormir no minúsculo vilarejo de Quehue após longos 900 km de direção. Neste dia pegamos a única estrada ruim na viagem, um trecho de 20 km na ruta 152, perto do Parque Nacional Lihue Calel. No último dia de viagem de carro, teríamos mais 700 km até Buenos Aires, cruzando a pampa cultivada. Chegamos com tranquilidade, mas o trânsito da cidade estava todo bagunçado, pois era a largada do Rally Dakar. Devolvemos o carro na Europcar em Puerto Madero e fomos ver a saída do rally. Depois fomos até Palermo, onde ficava o nosso flat. Palermo é o meu bairro preferido em Buenos Aires. Um misto de antigo e novo, com ruas arborizadas e com os parques. Aproveitamos um domingo de sol e na segunda pegamos o voo de volta ao Brasil. Mais uma vez, ficamos com um excelente impressão da Argentina e dos argentinos. E olha que eles estão em crise há décadas! Imagino como deveria ser nos tempos áureos. Dicas Aluguel de carro, estradas, gasolina, pedágio, etc Aluguei o carro diretamente pela Europcar (http://www.europcar.com/). Escolhi um carro da categoria de um Fiat Siena ou Renault Logan (me deram este). Optei por não fazer os seguros CDW e TDW, o que barateou bastante o preço. O meu cartão de crédito oferecia cobertura para isto. O aluguel ficou por US$ 40/dia, sem imposto. O carro tinha ar-condicionado e som com USB, mais nada. Apesar de já estar com 59.000 km quando pegamos, o Logan se portou bem. A média de consumo foi de 12 km/litro. O preço da gasolina na Argentina varia bastante de província para província. Em Buenos Aires saía por ARP$ 13 e em Chubut saía por ARP$ 8,7. Sempre colocamos a Super, na maioria das vezes nos postos YPF. Encontramos pedágios na grande Buenos Aires e na província de Buenos Aires. Preços variando de ARP$ 6 a 16. Nos demais lugares não havia pedágio. As estradas argentinas são normalmente de pista simples, com duas mãos. Isto não é um problema, pois a condição do pavimento é normalmente muito boa e a geografia ajuda muito (plano e sem curvas). Dá para andar a 120 km/h tranquilamente em quase todos os lugares. Não fomos parados pela polícia em nenhum lugar - talvez por estar com placa argentina. Em nossa viagem anterior para San Pedro de Atacama fomos parados muitas vezes na Argentina, mas não tivemos problemas com policiais pedindo dinheiro. Preços A sensação que tivemos é que os preços argentinos estão bem altos se calculados pelo câmbio oficial, mesmo os preços de supermercados. Fazendo o câmbio pelo paralelo, fica mais barato do que o Brasil. O preço de hotéis é bem mais barato do que no Brasil, por qualquer câmbio. O que pagávamos lá dificilmente conseguiríamos algo semelhante no Brasil. Se fizer a conta pelo paralelo, fica mais barato ainda. Como referência, uma refeição com bife de chorizo e acompanhamentos saía em média por ARP$ 150. O remis de Palermo a Ezeiza nos custou ARP$ 320. Hospedagem Todas as hospedagens aqui listadas são para quartos quádruplos. Buenos Aires, centro, Two Hotel (http://www.twohotelbuenosaires.com.ar/), a US$ 120 com café da manhã e estacionamento. Sierra de La Ventana. Ficamos no excelente Las Retamas (http://www.lasretamasapart.com.ar/), são habitações com quarto, banheiro, sala, cozinha e varanda, além de uma linda área comum com piscina. Foram ARP$ 800, café da manhã bem básico. O dono é o simpático Guillermo. Puerto Madryn. Hostel El Gualicho (http://www.elgualicho.com.ar/), quarto privativo com banheiro, além de café da manhã e estacionamento. Preço ARP$ 750. Já tinha lido muitos relatos positivos sobre o El Gualicho, mas fiquei positivamente surpreso. Muito bem organizado, limpo, uma energia bacana, pessoal atencioso e viajantes de todos os lugares. Tem uma cozinha compartilhada e ótimo espaço interno. Recomendo. Esquel: Esquel Apart (http://www.esquelapart.com.ar/). Apartamento mobiliado, bem cuidado, sem café da manhã, ARP$ 628. Bariloche, Cabañas Tierra Sureña (http://www.tierrasurena.com.ar/). Chalé alpino, espaçoso e bem mobiliado, numa paisagem sensacional, ao pé das montanhas. Tem área de churrasqueira (usamos e aprovamos!). Sem café da manhã. Diária: ARP$ 1.200. Bariloche, centro. Hotel Edelweiss (http://www.edelweiss.com.ar/). Hotel 4 estrelas com ares de classudão velha-guarda, mas com quartos modernos e espaçosos. Excelente atendimento e ótimo café da manhã, piscina aquecida no terraço panorâmico. Diária: ARP$ 1.750. Quehue, Hotel Quehue (http://www.ruta0.com/general-acha/hotel-hotel-quehue.htm). Hotel novo, num ponto intermediário entre Bariloche e Buenos Aires. Café da manhã básico (padrão argentino), por AR$ 700. Buenos Aires, Palermo. Flat Color Botanico (http://colorbotanico.com/). Flat novo, bem mobiliado, numa rua de paralelepípedos e coberta por árvores em Palermo Viejo. Excelente localização para Palermo, parques e estação de metrô (Plaza Italia). Sem café da manhã. Diária: ARP$ 1.100. Câmbio Referência – de 20 de dezembro de 2014 a 5 de janeiro de 2015 R$ 1,00 = 3,35 pesos (oficial no Banco La Nacion Argentina - Ezeiza) Oficial: US$ 1,00 = ARP$ 8,55 Blue (paralelo): US$ 1,00 = em média ARP$ 13 (variando de ARP$ 12 a 13.5) Acompanhar a cotação do oficial e do blue pelo site do jornal La Nacion: http://www.lanacion.com.ar/dolar-hoy-t1369 Como fazer câmbio no blue? Fora de Buenos Aires eu troquei dólares em lojas, postos de gasolina e cambistas. Nem todo lugar tem interesse em trocar e alguns oferecem taxas bem baixa. Em Buenos Aires, os cambistas da Calle Florida são a melhor opção. Tem a famosa Boston Cambio lá, além de muitas outras. Não tivemos problemas com notas falsas, mas já ouvi relatos de quem teve. Dólar ou real? Dá para levar qualquer um dos dois. Dólar é amplamente aceito, em qualquer lugar. Para reais é mais fácil trocar em cidades maiores, como Buenos Aires e Bariloche. Cartão de crédito? Levei e paguei algumas coisas com cartão de crédito, mas além do câmbio oficial ser desfavorável, o IOF piora ainda mais a conta. Vale levar como segurança. Sites úteis Ruta0, http://www.ruta0.com. Várias informações úteis sobre estradas, hotéis e conteúdo gerado pelos usuários. Muitos hotéis que não estão em outros sites podem ser encontrados lá.
  11. Queridinha dos brasileiros que buscam o contato com a neve, Bariloche é o pedaço dos Alpes mais perto de casa que podemos ter. Ruas fofas, comida deliciosa, montanhas encobertas de neve, lagos deslumbrantes e paisagens de tirar o fôlego. No mês de julho, invadimos a cidade e o português é falado em todos os cantos, fazendo jus ao apelido de Brasiloche. E, justamente por isso, é um passeio acessível, mesmo em tempos de desvalorização cambial. Pra quem quer encarar (e se encantar) um dos pedaços mais bonitos do nosso continente, seguem algumas dicas importantes. Rua Mitre: onde tudo acontece. O “centrinho” de Bariloche atende pelo nome de Centro Cívico. É uma pracinha, meio sem graça, onde ficam alguns prédios municipais, como prefeitura e correios. A grande atração ali é a parada para uma sessão de fotos com os explorados simpáticos cachorros da raça São Bernardo. Paga, é claro. Nessa pracinha, começa a rua Mitre, principal e mais agitada da cidade. É nela que você vai encontrar as lojas de chocolates, restaurantes, alugar roupas, fazer o melhor câmbio, comprar lembrancinhas e acertar os passeios. Com cara de ter saído de algum vilarejo da Suiça, a Mitre é o melhor lugar de Bariloche para bater perna sem pressa. O lago sempre presente. O lago Nahuel Huapi se estende por toda a cidade. Tem 550 quilômetros quadrados e uma profundidade média de 157 metros, mas que chega a 430 em certos pontos. Essa água toda vem do derretimento das geleiras, o que garante o tom claro. Ele é circundado pela avenida Bustillo, uma das principais da cidade e onde ficam alguns dos melhores hotéis. E a neve? A temporada oficial da neve começa no final do mês de junho. Mas como o tempo no planeta anda pra lá de instável, quanto mais para o fim de julho você programar a viagem, maior a certeza de encontrá-la. Em agosto, a possibilidade é enorme, já que, teoricamente, neva até setembro. Mas nós, que fomos no final do mês, só vimos o gelo no alto das montanhas. Em Bariloche, mesmo durante o verão, faz aquilo que habituamos a chamar de “friozinho”. Mas no inverno, se preparem, os termômetros chegam ao negativo. Onde se hospedar Os hotéis de Bariloche se concentram em dois lugares: no centro e ao redor da avenida Bustillo, em frente ao lago Nahuel Huapi. A vantagem de ficar no centro é estar perto das lojinhas, dos restaurantes e das agências que vendem os passeios, mas geralmente são hotéis mais velhos, por isso escolha com cuidado. Já os da Bustillo são mais novos, quase sempre com piscinas térmicas, spas e outros luxos. A desvantagem é depender, o tempo todo, de remises ou taxis. Nos hospedamos no Design Suites, logo no começo da avenida, e recomendamos. Boa estrutura, quartos confortáveis e quentinhos (com direito a chão aquecido) e café da manhã com vista para o lago. Se estiver com grana, não pense duas vezes e vá ao icônico LLao LLao, um dos mais luxosos e tradicionais hotéis da Argentina. Comida, muita comida. Prepare-se, você vai engordar. Em Bariloche come-se muito bem. Fondues, peixes e carnes estão no cardápio dos principais restaurantes. E ainda tem os deliciosos chocolates em lojas espalhadas pelo centro. É uma cidade calórica e isso não se discute. Alguns dos restaurantes mais conhecidos são o El Boliche de Alberto (não, não é um boliche), onde são servidas porções tiranossáuricas das excelentes carnes argentinas, a preços bem camaradas. O tradicionalíssimo Família Weiss é especializado em cozinha patagônica, em um ambiente agradável, próximo ao lago. A truta e os pratos com carne de javali e cervo (Sr. Lao provou e aprovou) são alguns dos mais pedidos, assim como as fartas sobremesas. Pra não deixar a tradição de lado e experimentar um fondue, vá ao La Marmite, um simpático restaurante de arquitetura típica dos alpes, na Mitre. Quando fomos, provamos os fondues salgados e os doces. Se quiser botar a mão no bolso, experimente o El Patacon, que fica em um casarão na avenida Bustillo. O restaurante, de ambiente refinado, serve deliciosas carnes e variados pratos locais, além de uma gigantesca carta de vinhos. A Sra. Lao se apaixonou pela carne de kobe, considerada a mais macia do mundo, servida com fartura. Cerro Campanário! Prepare-se para uma das mais belas vistas que você vai ver em sua vida. Do alto dos mil metros do cerro (cerro=serra), a visão é panorâmica dos lagos, matas e montanhas que formam a linda paisagem. É aquele momento em que você vai ficar horas fotografando o lugar. Pra completar, ainda tem uma deliciosa confeitaria, com enormes janelas para apreciar a natureza. A subida é feita por um teleférico, por lá conhecido como aerosilla, que sobe a montanha em meio a vegetação nativa. Cerro Catedral, um charme a parte. Um dos centros de esqui mais antigos da América do Sul, com mais de 70 anos, o Cerro Catedral é um passeio para um dia todo, onde você vai ter contato com a neve e com os esportes praticados no local, como esqui, snowboard, tubing (descida da montanha em bóias) e o famoso “esquibunda”. São mais de 50 pistas, 39 meios de elevação, com capacidade para levar até 35 mil pessoas, por hora, até o alto da montanha e 19 restaurantes atendendo os turistas. Doze escolas de esqui ensinam aos iniciantes até a alunos com mais experiência, que querem se aventurar. A base conta com uma completa infraestrutura de hotéis, restaurantes e lojas de aluguel de roupas e equipamentos. Para chegar ao alto da montanha, é preciso comprar os ingressos para os teleféricos. E é aí que entra a parte complicada, a escolha de qual ponto você quer chegar. Para quem não pretende praticar nenhum esporte, aconselhamos a subir até um dos pontos mais altos da montanha: o Refúgio Lynch. São dois teleféricos até chegar ao lugar, que tem uma belíssima vista das montanhas branquinhas e do lago, além de um restaurante com janelas panorâmicas e um charmoso deck, frequentado pelos esportistas. Outros passeios na neve. Quem quiser aproveitar mais um pouco a neve, pode fazer outros dois passeios tradicionais de Bariloche: Cerro Otto e Piedras Blancas. Na verdade, os dois ficam no Cerro Otto, a 5 km do centro. A ideia lá é se divertir, sem obrigação de ser “profissional” em neve. Tanto que o esporte mais popular em Piedras Blancas é o “esquibunda”, com cinco pistas de mais de três quilômetros de extensão. Já no Cerro Otto, a grande atração é a Confeitaria Giratória, que dá uma visão 360 graus da paisagem, girando bem devagar durante o dia. Passeios no Lago. Com um lago daquele tamanho e presente em todas as paisagens, claro que passeios por ele fazem parte da viagem. O mais tradicional é a ida a Isla Victoria e ao Bosque de Arrayanes, uma excursão que dura quase o dia todo. A saída é em Puerto Pañuelo, que fica a 25 km do centro, próximo ao hotel Llao Llao. Normalmente, o trânsfer até o porto está incluso no passeio e os guias te buscam no hotel. Os barcos navegam pelo lago sem muita pressa, tendo como companhias as gaivotas, que comem nas mãos dos turistas biscoitos oferecidos por eles. A primeira parada é na Isla Victoria, onde percorremos trilhas em meio a sequoias gigantescas. Os guias contam toda a história do lugar (em castelhano), orientados por pinturas rupestres, deixadas em pedras, pelos índios, primeiros habitantes da ilha. A paisagem é encantadora. Não deixe de passar pelas “praias” de areias formadas por pedras vulcânicas e de águas claras. Depois, seguimos o passeio de barco até o Bosque de Arrayanes, que teria inspirado Walt Disney na criação da floresta do filme Bambi. Arrayanes são as árvores que cercam o bosque, algumas com mais de 300 anos de idade, todas com um tom alaranjado bem bonito, diferente do habitual. A floresta é percorrida em passarelas de madeira, que se por um lado não deixam ninguém se perder, por outro podem deixar o passeio meio tumultuado, já que barcos lotados chegam sem parar. Câmbio Câmbio na Argentina é aquela velha história: no oficial não vale a pena, então, faça no “paralelo”. Ao andar pela rua Mitre, certamente você vai ser abordado por vendedores de lojas que trocam os Pesos pelos Reais. Quando estivemos na cidade, fizemos o câmbio, sempre de maneira segura, em diferentes lojas e com o valor de cinco Pesos para cada Real. Não faça, de maneira alguma, câmbio no meio da rua, além de inseguro, a chance de pegar nota falsa é muito grande. E vale aqui aquele alerta: lembre-se que essa operação é ilegal, apesar de totalmente tolerada pelas autoridades. Transporte Algumas das principais atrações de Bariloche ficam afastadas e distantes uma das outras, ou seja, quase nada pode ser feito a pé. Os taxis são baratos e cobram o preço do taxímetro. Já os remises trabalham com preços fechados, que devem ser combinados antes da corrida. A diferença de preço entre taxis e remises é pequena. Existem ainda ônibus que rodam pelos principais pontos turísticos, mas não chegamos a andar neles. Mais dicas e fotos de Bariloche, você encontra aqui: http://sresralao.com/bariloche-a-preferida-do-inverno/
  12. Quem somos: um casal de vinte e poucos anos, apreciadores da natureza e de aventura; e este será nosso segundo relato e primeiro mochilão internacional. Planejamento: eu e minha namorada planejamos durante 7 meses o tão sonhado mochilão! Para montar o roteiro utilizamos inúmeros relatos dos mochileiros e o livro “Guia Criativo para o Viajante Independente na América do Sul” (editora: O Viajante/ Trilhas e Montanhas - 5° edição). Rotas: decidimos ir e voltar por Buenos Aires pois diminuiria os custos com passagens. Os trechos de ônibus foram longos porém não foram tão cansativos já que são bem confortáveis, tem tv e serviço de bordo (café da manhã/ almoço/ lanches/ jantar). São Paulo(Guarulhos) - BsAs = avião (pluna) BsAs - Mendoza = ônibus (El rápido) Mendoza - Santiago = avião (aerolíneas) Santiago - Mendoza = avião (aerolíneas) Mendoza - Bariloche = ônibus (andesmar) Bariloche - Calafate = ônibus (marga) Calafate - Ushuaia = avião (aerolíneas) Ushuaia - BsAs = avião (aerolíneas) BsAs - São Paulo (Guarulhos) = avião (pluna) Câmbio: no Brasil cambiamos reais em dólares e pesos. Levamos reais, dólares, pesos e cartão. O melhor câmbio foi em BsAs no Banco La Nacion no aeroporto de Ezeiza. Gastos: demonstraremos gastos por pessoa dos deslocamentos entre cidades e passeios (R$=reais, Ar$=pesos argentinos, C$= pesos chilenos). Perrengues: não se assustem é que levamos um pouco de azar rs - Fronteira fechada para Santiago: a ideia era ir de ônibus de BsAs a Santiago, porém no dia da viajem o cara do guichê da CATA internacional (El Rapido) disse que a fronteira para Santiago estava fechada por causa da neve! A saída era irmos de BsAs a Mendoza e de Mendoza ir de avião para Santiago. Foi o que fizemos para não tirar Santiago do roteiro. - Tour Viña/ Valpo cancelado: compramos o tour pelo hostel, porém no dia anterior ao passeio o recepcionista nos comunicou que o tour seria cancelado devido ao protesto dos estudantes. - Furto em Mendoza: estávamos na rodoviária de Mendoza aguardando o ônibus para Bariloche. Numa distração furtaram nossa mochila que estava a máquina digital. Devido a isso não temos fotos dos primeiros dias de BsAs, Santiago e Mendoza. - Cancelamento de passagem em Calafate: 2 dias antes de irmos para Ushuaia passamos na loja da Aerolíneas para tirar dúvidas qto a passagens. Pra nossa surpresa e desespero nos disseram que o vôo Calafate-Ushuaia não existia mais. Como assim né? Cancelaram e não informaram (coisas deste tipo são comuns na Aerolíneas). A saída: ir de ônibus até a cidade de Rio Galegos e de lá pegar avião para Ushuaia (a própria Aerolineas fez a transferência de vôo) . - Câmbio em Calafate e Ushuaia: em Calafate só existe uma casa de câmbio que cambia real e funciona das 10h às 15h, ou seja, é o horário dos passeios. Conseguimos cambiar só no último dia e a cotação é horrível. No Ushuaia chegamos na tarde de sexta, a casa de câmbio fecha durante o fim de semana e na segunda era feriado lá. Resultado: pagamos o passeio no cartão que em média ficou 10% mais caro. - Falta de água no Ushuaia: no 2° dia acabou água na cidade. A água voltou na cidade toda menos no hostel que estávamos (oo azar rsrs). Resultado: deixaram a gente tomar banho no hotel de luxo do lado (mesmo dono do hostel) e devolveram o dinheiro das diárias (sabia que a sorte iria nos encontrar rsrsrsr). Buenos Aires 1° dia (03/08/11): São Paulo - BsAs: chegamos às 18:25h em Ezeiza (4h de vôo com conexão em Montevideo). Para chegar ao centro pegamos o ônibus 8 (aprox. 1:30h). Ficamos no Avenue Hostel, bem meia boca, porém ótima localização (a meia quadra da 9 de Julho, metrô em frente, carrefour a 1 quadra, quase em frente do Café Tortoni). Saímos para comer bife de chorizo e empanadas. Sites: -- http://www.booking.com/hotel/ar/avenue-hostel.pt.html?aid=311840;label=avenue-hostel-1drmYPtWSMLeWnXqWCWaLwS8540239753;ws=&gclid=CPGyv6ml4q0CFY-R7QodPSW02w -- http://www.subte.com.ar/contenido/home.asp 2° dia (04/08/11): fomos ao Zoo Lujan (próximo ao metrô Plaza Italia pegue o ônibus 57. É mais ou menos 2h pra ir e 2h pra voltar). Vale muito a pena e é muito emocionante entrar nas jaulas com os animais. Na volta andamos nas ruas do centro e de noite fomos de taxi no Hard Rock Café (bairro Recoleta) que fica dentro do Shopping Buenos Aires Design. Lá comemos um combo que vem 3 tipos de carne ao molho barbecue e batata frita. Sites: -- http://www.zoolujan.com/ -- http://www.hardrock.com/locations/cafes3/cafe.aspx?LocationID=131&MIBEnumID=3 3º dia (05/08/11): Fomos à Galeria Pacífico, tomamos sorvete Freddo na Calle Florida (o mais famoso é o de doce de leite mas tem outros sabores muito bons tbm). Fomos à praça San Martin (uma praça bem grande) e depois ao El Ateneo (interessante ver a cultura do portenho. No Ateneo as pessoas liam sentadas no chão ou nas escadas). No fim da tarde pegamos o ônibus no Terminal Retiro rumo a Mendoza. Mais embaixo tem a continuação, já que de Ushuaia voltamos para BsAs. São Paulo - BsAs: R$ 545,50 ida e volta Avenue hostel: Ar$180,00 quarto privativo Avenue hostel: Ar$40,00 quarto coletivo (porém estava vazio) Zoo Lujan: Ar$100,00 (entrada) + Ar$40,00 (ônibus ida e volta) Ônibus BsAs - Mendoza: Ar$380,00 Sites: -- http://www.omnilineas.com.ar/ -- http://www.catainternacional.com/ [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129225625.JPG 500 375 Hard Rock]Hard Rock[/picturethis] Mendoza - Santiago 4º dia (06/08/11): chegamos em Mendoza 9:00h. Como nosso vôo para Santiago só sairia às 16h fomos conhecer o centro: Plaza Independencia (a água da fonte é azul) e Parque San Martin (lindo parque). No Parque fizemos um tour para conhecer os principais pontos do parque (é muito grande) até o Cerro da Gloria onde se tem visão ampla das Cordilheiras. O vôo para Santiago tem muitas turbulências, porém a visão que se tem das Cordilheiras é inexplicável. O aeroporto de Santiago tem mais fiscalização que na Argentina, tem até cães farejadores. Fomos de ônibus e metrô para o Ecohostel. O hostel é limpo, organizado, café da manhã ótimo, pessoal atencioso, quartos grandes e banheiros limpos, o único ruim é que não tem comércio muito próximo. Fechamos o passeio de Concha y Toro no hostel (como tinha mais 2 brasileiros tivemos desconto saindo mais barato que na Turistik que é a agência mais conhecida por lá). Tentamos sair pra comer mas não encontramos nada aberto (era umas 22h) então compramos coisas no mercado mesmo. Tour Parque San Martin: Ar$8,00 Avião Mendoza - Santiago: Ar$563,00 (ida e volta) Ecohostel: C$19000,00 quarto privativo Sites: -- http://www.turismo.mendoza.gov.ar/ -- http://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g294305-d1067246-Reviews-Ecohostel_Chile-Santiago.html Santiago 5º dia (07/08/11): fomos conhecer o centro: almoçamos salmão no mercado central (comida boa e barata), Universidad Católica do Chile, Palacio La Moneda, Catedral, Plaza de Armas e outros prédios históricos. Tentamos ir no Cerro Santa Lucia, porém já estava fechado (era fim da tarde). Por isso fomos no bairro Bellavista em uma feira de artesanato e no Patio Bellavista, uma galeria a céu aberto muito bonita e organizada com lojas e barzinhos. Foi lá que tomamos o Mote com Huesillos, bebida não alcoólica muito boa. Sites: -- http://www.patiobellavista.cl/ -- http://mercadocentral.cl/ 6º dia (08/08/11): saímos cedo (de van) para vinícola de Concha y Toro, fica a pouco mais de 50Km de Santiago, o passeio é bem interessante eles contam a historia da vinícola, apresentam os vinhos e, claro, oferecem degustação (2 tipos de vinho), o passeio durou aproximadamente 4 horas e no final cada um ganha uma taça de brinde. Na volta almoçamos novamente no Mercado Central e de tarde fomos de metrô conhecer o estádio Monumental/Colo-colo mas estava fechado pra visitas restou irmos ao cerro San Cristobal durante a noite. A vista de Santiago à noite é linda! Ao descer do funicular comemos pancho com palta ( cachorro quente com molho de abacate). Dá também para descer a pé, no caminho tem um zoológico. Site: -- http://www.conchaytoro.com/web/tour/?lang=es 7º dia (09/08/11): nesse dia reservamos pra fazer tour Viña e Valpo, porém devido ao protesto dos estudiantes, foi cancelado, então decidimos buscar uma alternativa o que foi sugerido pelo Ecohostel: Cajon del Maipo. Fomos por conta, seguindo as instruções do hostel. O complexo fica na grande Santiago é um cinturão verde aos pés das Cordilheiras com trilhas, tiroleza, rafting, caminhada, camping, etc. Decidimos fazer um trekking de aproximadamente 3 horas (ida e volta). Valeu a pena, a paisagem com cachoeiras no decorrer da caminhada é muito da hora, e saber que está andando aos pés das Cordilheiras é sensacional!! Na volta fomos novamente no cerro San Cristobal para ver o pôr-do-sol e o reflexo no gelo das Cordilheiras, maravilhoso!! Site: -- http://www.cajondelmaipo.com/como_llegar.php Concha y Toro: C$22000,00 Cerro San Cristobal: C$3600,00 (C$1800,00 cada subida + descida) Cajon Del Maipo: C$4000,00 (para o trekking) Ecohostel: C$57000,00 quarto privativo (3 diárias) Santiago - Mendoza 8º dia (10/08/11): Acordamos cedo pra voltar pra Mendoza. Chegamos depois de um vôo turbulento na qual a mulherada gritou até umas horas!!!. Como nosso ônibus para Bariloche só iria sair de noite preferimos ficar pelo centro. De noite tomamos o ônibus sentido Bariloche quel durou 20 horas. Foi cansativo mas blz!!! Ônibus Mendoza - Bariloche: Ar$450,00 Bariloche 9º dia (11/08/11): chegamos em Bariloche 16:30h com frio e chuva! Da rodoviária fomos para o Centro Cívico de coletivo (20min) pegar informações da cidade. Ficamos no Hostel Condor de Los Andes, muito limpo, pessoal gente boa, calefação, tem até lareira, mercado ao lado, a 2 quadras do centro cívico. No hostel fechamos o passeio do Circuito Chico para o dia seguinte. Á noite comemos no hostel mesmo. 10º dia (12/08/11): Circuito Chico: conhecemos a loja de óleo de rosa mosqueta, o Parque llao llao (onde tem um hotel de luxo) e uma vista linda e o Cerro Campanario onde tem uma das 7 vistas mais lindas do mundo segundo a National Geographic e onde pegamos neve caindo pela primeira vez!! Para subir o Cerro Campanario tem teleférico, lá em cima tem uma lanchonete com lareira e vários miradores, vale muito a pena. Fizemos esse passeio pela manhã. À tarde fomos ao Cerro Otto (têm ônibus de graça que leva, porém com horários definidos) onde conhecemos a famosa e romântica cafeteria giratoria e a noite passeamos pelas diversas chocolaterias do centro civico (a mais famosa é a Mamushka). 11º dia (13/08/11): esse foi o dia de fazer o Skibunda no Complexo de Piedras Blancas (se não tiver roupa de neve, alugue) foi muito divertido, o ticket lhe dá direito a 6 descidas de diversos níveis de dificuldade, voltamos no início da tarde ao hostel onde almoçamos e fizemos compras de chocolates e por fim o famoso fondue de queijo. 12º dia (14/08/11) Último e o mais esperado dia de esquiar. Fomos cedo de ônibus ao Cerro Catedral (já havíamos comprado, em uma das lojas de turismo do centro, a aula para iniciante e o aluguel dos equipamentos tudo pela escola La Base). Lá existem muitas escolas de ski e snowboard, aluguel de equipos, lanchonetes etc. Eles começam dando dicas básicas de como esquiar, blablabla, depois soltam a gente na pista de gelo onde aí sim vão ensinando como se equilibrar, freiar melhorar a velocidade, etc. Tivemos 2 horas de classe (aula), e no total ficamos 4 horas esquiando. Pra dois principiantes foi muito da hora. valeu muito a experiência. Voltamos estourados, mas muitos felizes de Bariloche. Cidade linda e divertida. Hostel Condor de Los Andes: Ar$200,00 quarto coletivo (porém vazio) (4 diárias) Circuito Chico: Ar$70,00 Cerro Campanario: Ar$20,00 Cerro Otto: Ar$70,00 Piedras Blancas: Ar$220,00 Cerro Catedral (aula+aluguel equipos): Ar$230,00 [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129230226.JPG 500 375 Legenda da Foto]Llao Llao - Bariloche.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129230458.JPG 375 500 Legenda da Foto]Piedras Blancas - Bariloche.[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129230735.JPG 500 375 Legenda da Foto]Ski Cerro Catedral - Bariloche[/picturethis] Bariloche - El Calafate 13º dia (15/08/11): 8:20h da matina e ja estávamos na estrada (de novo). Foram 27h de viajem. Ônibus Bariloche - Calafate: $648,00 El Calafate 14º dia (16/08/11): Depois de muitos, muitos Km rodados e lindas paisagens de neve chegamos em El Calafate e fomos direto ao Calafate Hostel, bem tranquilo, limpo e com um dos melhores desayunos da nossa viagem. Fomos ao mercado fazer compras e nas agências de turismo comprar o passeio do Glaciar Perito Moreno (o mais esperado do mochilão). 15º dia (17/08/11): Acabamos comprando o passeio pelo hostel. Às 9h saímos para o Parque Nacional Todos los Glaciares, onde pagamos a taxa cobrada pelo parque e fizemos o Safari Nautico na qual uma embarcação nos levou á alguns metros da “cara sur” do Glaciar Perito Moreno. O safari dura mais ou menos 1:30h e vale a pena. Depois seguimos até os diversos miradores para ver o perito de vários ângulos e proximidades - emocionante!!!. Regressamos para Calafate onde jantamos Cordeiro Patagônico no La Tablita, não deixem de ir, uma delicia e preço bom. 16º dia (18/08/11): Pela manhã andamos pela cidade (só tem uma avenida) e fomos ver o lago que tem flamingos (no fim da avenida). Durante todas as nossas caminhadas pela cidade fomos acompanhados pelos cachorros de Calafate rs. De tarde fomos ao Museo Glaciarium. Em um ponto comum pega-se uma van que leva ao Museu. O museu fica no meio do nada, porém com muitas paisagens bonitas, é moderno e bem interessante, é interativo tbm. De noite andamos pelas lojas e tomamos o famoso sorvete de framboesa e calafate, mtooo bom! Parque Nacional: Ar$70,00 Safari náutico: Ar$70,00 Guia para o parque nacional: Ar$90,00 Museu Glaciarium: Ar$70,00 entrada + Ar$25,00 van ida e volta Calafate Hostel: Ar$135,00 quarto coletivo (porém vazio) (3 diárias) [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129231024.JPG 500 375 Legenda da Foto]Perito Moreno - Calafate[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129231159.JPG 500 375 Legenda da Foto]Perito Moreno - Calafate[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129231323.JPG 500 375 Legenda da Foto]Museu Glaciarium[/picturethis] El Calafate - Ushuaia 17º dia (19/08/11): Acordamos cedo para seguir de van até Rio Galegos, pois com o imprevisto do vôo El calafate - Ushuaia seguiríamos Rio Galegos - Ushuaia. Chegamos no início da tarde e a cidade estava coberta de neve pois tinha nevado muito nos últimos 3 dias . Ficamos no Hostel Free Style, na verdade a única opção disponível pois a cidade estava superlotada devido alta temporada de esqui. A noite compras no supermercado e descanso. Ônibus El Calafate - Rio Gallegos: Ar$90,00 Avião Rio Gallegos - Ushuaia: $482,00 Ushuaia 18º dia (20/08/11): fomos no passeio do Parque Nacional da Terra do Fogo de van na companhia de outros brasileiros. Na primeira parada embarcamos no Trem do Fim do Mundo o “Ferrocarril Austral”. O trem passa por 3 estações e em cada vagão uma gravação vai contando toda a história local dos presos que utilizavam esse trem, e tbm de outros fatores políticos. Depois, voltamos pra van onde continuamos até o Lago Lapataya, miradores, museu/restaurante e por fim fomos de van até o final da Ruta 3, ou seja no fim do mundo. Na volta a van nos deixou no porto onde faríamos, de Catamarã, o tour até o famoso Farol do Fim do Mundo e Ilha de Los Lobos (onde tem leões marinhos e aves que parecem pinguins). Muito bacana. 19º dia (21/08/11): optamos em fazer no último dia o passeio de 4X4 por onde passamos pelo Cerro Castor (apenas passagem), Lago Escondido, Lago Fagnano. O guia nos deixa na beira do Lago Fagnano e segue com o 4x4. Quando o alcançamos ele nos esperava com uma fogueira e um desayuno com medialunas, café e chá. Na volta passamos por um concurso de esculturas no gelo e paramos num Clube de inverno para almoçar. Retornamos ao centro de Ushuaia pra gastar alguns $$. 20º dia (22/08/11): neste dia passeamos pela orla do porto, praças, miradores da cidade e centro. Aproveitamos tbm o hostel, já que era o que tinha a melhor infraestrutura e vistas. Van + guia para parque nacional: Ar$150,00 Ferrocarril: Ar$155,00 Catamarã: Ar$155,00 + $7,00 (taxa do porto) Passeio 4x4: Ar$350,00 [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129231719.JPG 500 375 Legenda da Foto]Tren del Fim del Mundo - Ushuaia[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129231853.JPG 500 375 Legenda da Foto]Lago Fagnano - Ushuaia[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129232002.JPG 500 375 Legenda da Foto]Cidade de Ushuaia[/picturethis] Ushuaia - BsAs 21º dia (23/08/11): Fomos pela manhã embora para BsAs e dessa vez descemos no Aeroparque, bem mais perto do centro. Fomos novamente para o Avenue Hostel. Andamos pela Calle Florida comprando lembrancinhas. Fomos na Casa Rosada de noite (é mais bonita que de dia). Fomos para Puerto Madero na Ponte da Mulher (representação de um casal dançando tango). Comemos pizza em um dos restaurantes da 9 de Julho (não deixem de comer as pizzas de BsAs, como eles vendem por pedaço dá pra provar várias). Avião Ushuaia - BsAs: $360,00 Avenue Hostel: $40,00 quarto coletivo 22º dia (24/08/11) Logo cedo pegamos o ônibus 64 com destino ao bairro de La boca onde compramos o boleto pra visitar o Museo de La Passion Boquense e a famosa La Bombonera. Pra quem curte futebol como eu é imperdivel, o guia explica tudo sobre o Boca Jrs e sua torcida. O passeio durou toda manhã e ao sairmos fomos conhecer o Caminito com suas apresentações de tango, artesanatos e restaurantes. A arquitetura do caminito é bonita de ver, porém o bairro é bem precário e aparenta ser bem inseguro, sugiro que fiquem bem atentos por lá. No restante da tarde conhecemos o bairro de Palermo Soho (onde tem outlets) e fomos novamente na Galeria Pacifico. Decidimos buscar algo autêntico do povo portenho, pois achamos que os Shows de tango eram muito pra turista e queríamos algo mais representativo, mais real, depois de inúmeras perguntas aos moradores de BsAs indicaram-nos o Show no La Viruta, o local é simples, não é hollywoodiano, mas todos os dias tem apresentações e aulas de tango, muito pouco conhecido, principalmente entre os turistas. Fizemos uma ótima opção aprendemos a dançar alguns passinhos de tango (pelo menos tentamos), assistimos diversas apresentações, o pessoal super legal. Fica uma superdica 23º dia (25/08/11): Último dia pra curtir. Depois de tantos dias fora de casa tínhamos muitos lugares pra ir e pouco tempo. Resolvemos conhecer o Cabildo, Casa Rosada de dia, Palacio del Congresso, Catedral Metropolitana (onde é o mausoléu de San Martin), Café Tortoni, Teatro Colon (com tour guiado), Cementerio da Recoleta (túmulo de Evita Perón), Museo de Bellas Artes, Floralis Generica, Faculdad del Derecho e Obelisco Museo do Boca: Ar$50,00 La Viruta: Ar$25,00 Teatro Colón: Ar$60,00 [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129232126.JPG 500 375 Legenda da Foto]Casa Rosada - BsAs[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129232643.JPG 500 375 Legenda da Foto]La Bombonera - BsAs[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129232820.JPG 500 375 Legenda da Foto]Caminito - BsAs[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120129232944.JPG 500 375 Legenda da Foto]La Viruta - BsAs[/picturethis] BsAs - São Paulo 24º dia (26/08/11): acordamos bem cedo pq tínhamos que estar em Ezeiza às 8h. No aeroporto fizemos o procedimento do Tax Free. Retorno para São Paulo (Guarulhos). Fim da Trip!!! Foi nosso primeiro Mochilão fora do país, e podemos dizer que apesar das coisas que aconteceram valeu mto a pena. Indicamos essa modalidade de viagem: aprendemos muito, passamos por muitas aventuras, voltamos muito ricos culturalmente. Foi sem dúvida uma experiência emocionante e inesquecível. Dicas: -o free shop de Montevideo dá 10% de desconto. -os ônibus só aceitam moedas. -táxi em BsAs é bem barato. - não achamos as coisas (roupas etc) de BsAs baratas. Porém para quem gosta de marca existe o bairro Palermo Soho com inúmeros outlets. -quando comprar peça Tax Free. - comida é muito barata, 1 prato geralmente dá para 2 pessoas. - em Santiago o lugar com o melhor custo/benefício para comer é o mercado central. -evitar cambiar no aeroporto de Santiago pois eles cobram uma taxa pra cambiar. - em Bariloche as lojas abrem só depois das 17h e ficam até às 22:00h, portanto dá para fazer todos os passeios durante o dia sem preocupação em pegar loja/ comércio fechado. - em viagens de ônibus deixe sempre em local fácil os documentos (passaporte, documentos de entrada no país) pois qdo a polícia para o ônibus eles pedem os documentos de todos os passageiros. - os famosos alfajores são deliciosos, pra quem gosta vale a pena comprar grandes quantidades, de preferência em supermercados que saem em média 20% mais barato. - manter-se sempre em plena vigilancia, pois o número de furtos nos calçadões de BsAs e nas rodoviárias é quase constante, portanto atenção redobrada e andem sempre com mochilas na frente. - aerolíneas argentinas cancelam vôos e não avisam, por isso sempre confirmem os vôos. - prefiram cambiar em grandes centros (BsAs e Santiago), pois conseguem melhores cotações.
  13. Luciano Torres Prestes

    Bariloche de carro é possível?

    Pessoal, alguém já teve esta experiencia de viajar 3000 km de carro até Bariloche? O que é preciso levar de grana para hospedagem para duas pessoas, pedágios, etc.
  14. dasquebradas

    Mini-Guia Bariloche

    Buenas tardes muchachos y muchachas! rss Sou novo em postagens aqui no grupo, porem antigo de acompanhar seus posts. Antes de todas viajens minhas eu sempre faço um Guia de bolso. EStou montando um de Bariloche e preciso da ajuda de vocês nos seguintes aspectos: 1- das atrações abaixo, quais seria possivel fazer no mesmo dia? Pq pode acontecer que a visita é curta, porem, uma pode ficar longe da outra. Qual seria as atrações que poderiam ser visitadas juntas? 2- A duração da visita estimada esta suficiente? 3- qual seriam as atrações principais, e quais devo visitar se sobrar tempo e dinheiro? Bariloche: City Tour a pé percorrerer as graciosas ruas da cidade de Bariloche visitando seus principais atrativos como o Centro Cívico, Catedral e o Museu. Duração: 3 horas Cerro López y Colonia Suiza Duração: Meio Dia Operação: De Outubro à Maio Partindo de Bariloche através da Av. Bustillo, seguir a oeste para desviarmos pela rota do Circuito Chico até a base de Cerro López, e continuar caminho até Colonia Suiza, colônia de imigrantes suiço-franceses, importante a anos pela qualidade de colheitas de trigo. Atualmente, seus decendentes, são reconhecidos pela produção de conservas, doces, licores caseiros de frutas, e pela preparação do Tradicional curanto, comida araucana elaborada com diferentes carnes e verduras cosidas entre pedras quentes, colocadas em uma fosana terra. À partir deste povoado se sobe até Cerro López com sua neve permanente e sua vista panorâmica inigualável. neste refúgio se pode fazer várias e interessantes caminhadas, como por exemplo ao Pico Turista, o pico principal de López e la Hoya. Circuito Chico e Cerro Campanário: Localiação: Localizado ao sul do lago Nahuel Huapi, especialmente a partir dos mirantes naturais da Bahía López ou Punto Panorâmico. Duração: Meio dia Trata-se de um passeio pela região com paradas em pontos turísticos para apreciar a paisagem, geralmente com vista panorâmica. Algumas dessas paradas são: Praia Bonita (de onde pode-se alcançar a Ilha Huemul), Cerro Campanário, a lagoa O Trevo, as penínsulas San Pedro e Llao Llao, a Ilha Vitória, os Cerros Otto, López, Goye, Catedral, Bariloche entre outros. Complexo Turístico Teleférico Cerro Otto: Localização: Km 5 da AV. dos Pioneiros Duração: Meio Dia A 5km do centro de Bariloche, encontra - se o complexo Teleférico Cerro Otto. Situado no meio de um parque de 25km², tem gôndolas fechadas que levam os turistas para apreciar a bonita paisagem do local. No topo, está localizada a única confeitaria giratória da América do Sul, que faz um giro de 360º a cada 20 minutos para que os turistas possam apreciar toda a paisagem enquanto saboreiam uma sobremesa. Entre outras atrações, podemos também citar uma discoteca, um pequeno museu, pista de trenós, escalada e Mountain Bike. Para mais informações, visite http://www.telefericobariloche.com.ar Cerro Catedral: Localização: O Cerro Catedral é uma montanha situada a 19 quilômetros San Carlos de Bariloche dentro do Parque Nacional Nahuel Huapi, na Argentina. Duração: Meio dia No Cerro Catedral, encontra - se a estação de esqui mais importante do Hemisfério Sul. Na sua base, há uma infra-estrutura dedicada à prestação de vários serviços, é também ideal para prática de esportes de inverno. As diferentes pistas de esqui e de snowboard chegam a satisfazer até profissionais, não deixando de lado, é claro, os iniciantes e praticantes casuais do esporte. O Cerro Catedral está atualmente com um plano de modernização para melhorar ainda mais a qualidade de seus serviços e atingir a meta de 15 mil visitantes por dia. Cerro Tronador: Localização: Fronteira entre Argentina e Chile Duração: 9 horas O Cerro Tronador é o ponto mais alto da região com 3554 metros. A excurssão até lá começa em Bariloche, de lá, toma-se a rota 258 em direção ao Sul. No caminho, pode ser visto o Cerro Catedral de uma nova perspectiva. 25Km a frente inicia-se o camino ao Tronador, durante o qual podemos ver belas paisagens e bosques. Seguindo pela costa sul do lago Mascardi até o Rio Manso, chega à Pampa Linda através do Valle de Los Vuriloches. Logo após o almoço, é alcançado o Glacial Manso que está no Ventisquero Negro, um dos pontos mais atrativos da viagem. Ilha Victoria e Bosque de Arraynes: Duração: Existem duas opções para este passeio: meio período, saindo as 12:30 horas da cidade, e as 14:00 horas do porto, retornando ao porto às 18:30 horas. E também o mesmo passeio com duração de dia inteiro, saindo às 09:00 horas da cidade e às 10:30 horas do porto, retornando às 17:00 horas ao porto e às 18:00 horas ao centro da cidade. Partindo do Porto San, navegando pelo Lago Nahuel Huapi chega-se a Porto Anchorena na Ilha Victoria. Há uma escursão a pé pelo exviveiro de coníferas e também a subida em cadeirinha do Morro Bella Vista. Depois se embarca novamente para ir até a Península de Quetrihue, para visitar o Bosque de Arrayanes numa viagem de aproximadamente 50 minutos. Piedras Blancas: Localização: Complexo turístico a 10 minutos do centro da cidade. Duração: Passeio de meio dia, de manhã ou à tarde Um passeio ideal para aventureiros ou pessoas que apenas querem se divertir. Recomendado para toda a família. Saindo da cidade pela Avenida de Los Pioneros, desviando no acesso do caminho a Cerro Otto, percorrendo um total de 9 Km para chegar ao Complexo de Inverno Piedras Blancas, situado a 1200 m acima do nível do mar. Situado na ladeira ao norte do Cerro Otto, Piedras Blancas é o primeiro centro de ski da região, fundado pelo conhecido andinista Otto Meiling. Suas pistas permitem a prática de esportes de inverno, com 6 hectares especiais para a prática de ski alpino e 15 Km de pistas destinadas aos que querem aprender a prática do ski nórdico. Aqui, após os treinos de ski, passeios pelo bosque em snow mobil, o jet ski, parece impossível resistir a degustação d e uma deliciosa torta caseira, um chocolate ou um vinho quente. Cerro Bayo e Villa Angostura: Duração : Dia inteiro A Villa La Angostura é uma pequena cidade situada a 70 km de Bariloche, onde pode ser encontrados vários restaurantes e lojas de diversos tipos. Já no Cerro Bayo, se encontra outra estação de esqui. Também podemos desfrutar da paisagem espetacular, sendo possível avistar o vilarejo, o lago Nahuel Huapi e a Cordilheira dos Andes. Puerto Blest / Lago Frias / Cascada Los Cántaros Duração: Dia Inteiro Partindo de Puerto Pañuelo - seguindo para o Km 25 da Av. Exequiel Bustillo- e a 1h de navegação pelo Lago Nahuel Huapi , se pode observar as ilhas Centinela y Gemelas, onde em seu contorno vem a ser a parte mais profunda do lago; a Playa de las Aranãs e a Cascada Blanca. Logo se sobe até puerto Cantaros na Bahia Blest, e uma trilha que contorna a Cascada, leva à três mirantes que antecedem o Lago dos Cantaros. Este passeio trata-se da travessia dos lagos do lado Argentino. A excursão começa em Puerto Pañuelo. O barco sai navegando pelas águas do Lago Nahuel Huapi, e ao entrar no Braço Blest observa-se a Ilha Centinela, onde estão sepultados os restos mortais do Perito Francisco Pascasio Moreno, um dos homens mais transcendentes de toda a História Argentina e, particularmente, da Patagônia já que o Parque Nacional Nahuel Huapi é fruto direto de uma doação realizada por ele ao Estado Nacional. De Puerto Blest percorre-se um trecho de aproximadamente 1 km de ônibus ou a pé e fazer a travessia do Lago Frias. Na volta, também é possível visitar a Cascata Los Cântaros de duas formas: 2 horas de caminhada por trilhas com árvores centenárias e beirando o lago ou aguardar no porto onde é possível almoçar e continuar por catamarã até o Puerto Cántaros, em um ambiente de plena Selva Valdiviana, realizando-se uma subida por uma escada íngreme até o Lago Los Cántaros, cujo deságue alimenta a Cascata Los Cántaros. Alguns mirantes na escada permitem contemplar a beleza da quedas d´àgua que deslizam sobre as pedras. Regresso. Duração: dia inteiro. Siete Lagos até Villa La Angostura Duração : Dia inteiro O passeio começa no alojamento dos passageiros, contorna o Lago Laçar por uns 4 km e entra nas antigas florestas de Roble, Ciprés, Lenga e Raulí. Logo cruza os primeiros lugares pertencentes à Comunidade Mapuche, e faz-se uma parada para desfrutar do incrível mirante de Pil-Pil. Mais adiante aparece uma sucessão de colinas do imponente cordão de Chapelco, com seus 2.200 metros de altura. O próximo lago é o Machonico, onde o passeio se detém em desfrutar de um maravilhoso mirante. Logo depois da passagem que leva ao Lago Hermoso, saimos do Parque Nacional Lanín para entrar no Parque Nacional Nahuel Huapi. Imediatamente pode-se observar a Cascata Vulligñanco com sua queda de mais de 20 metros e logo depois de uma parada continuamos o percurso entre os Lagos Villarino e Falkner. Na continuação se chega a uma densa floresta de Coihues e “Cañas” Colihues, onde se descobre o Lago Escondido com sua incrível cor verde esmeralda. Logo continuamos contornando o Lago Correntoso onde se faz uma parada para conhecer os moradores da Comunidade Mapuche de Quintupurai. O passeio continua através do acesso ao Lago Espejo Chico e Ruça Malen. Onde a pouco quilômetros se pode observar o acesso à fronteira do Chile (Paso Puyehue). Dez quilômetros depois chegamos à Villa Angostura onde visita-se o comércio, El mesidor (histórica e belíssima casa diplomática) e a Bahia Manzano. Trem a Vapor Localização: O posto de informação e vendas do Trem Histórico de Vapor, e também o ponto de partida da excursão está na Estação de Trem de São Carlos de Bariloche. Duração: Dia inteiro O trem histórico de vapor o convida a uma viagem a través do tempo, a bordo de um trem do ano 1912, que funciona novamente, mantendo suas caraterísticas originais. Partimos pela manhã, numa excursão de día enteiro, desde a Estação de São Carlos de Bariloche, e após de percorrer 40 kilómetros e quase 100 anos de história vamos chegar à estação Perito Moreno-Os Juncos. Turista Primeira Reservado $ 90.00 || $ 65.00 * $ 135.00 || $ 100.00 * $ 220.00 || $ 140.00 * Refugio Neumeyer e Vale do Chalhuaco Localização :18 km . de cidade de Bariloche em uma direção oriental sul o abrigo de Clube é Andino Dr. Juan Neumeyer, em Nahuel Huapi Nacional Reserva onde você pode fazer oito passeios interessantes pelo vale de Challhuaco acessível para a família inteira. Duração: 1/2 dia ou dia inteiro Fazer estas excursões você tem que ir por conta própria para o abrigo, ou então contrata o serviço de um guia na cidade em quaisquer das agências de turismo. No caso de você contrata um guia, ele chamará em você no momento designado em um 4x4 veículo. Durante a viagem você verá as montanhas ao redor da cidade: monta o Otto, Catedral, Ventana, Ñireco e Carbono, enquanto o guia lhe fala sobre as atividades diferentes que você pode fazer na área de abrigo. A palavra" Challhuaco" é um termo de Mapuche que significa" águas de pesca boas." O 4 x 4 veículo vira em uma estrada de pó e dirige 12 km . para onde começos de aventura. No abrigo eles estarão esperando por você com um café da manhã grande antes da primeira excursão. O abrigo tem uma capacidade por 45 pessoas. Está aquecido com madeira de fogo e tem uma cozinha equipado para servir visitas, homens e os banheiros de mulheres, água quente, mesa de jogos, instrumentos musicais e uma biblioteca atraente. Em verão, aparte de botânica passeios interpretativos, você pode fazer montanha andando de bicicleta, escalando e transportando com balsa, enquanto pelo inverno, você enlata practise, nordic ou esqui através dos campos e snowboard, no caminho errado. Você também pode ir em um passeio de raquete ou pode usar um trenó. Depois do café da manhã, você pode escolher um dos oito passeios no vale, cada um sinalizou em uma cor diferente. No abrigo você será dado alguns folhetos para uma interpretação melhor da área, ou você pode ir com o guia que pode dar informação mais específica. Rastros marcados com cores diferentes incluem: Valle del Challhuaco - visão panorâmica (ego-guiou rastro amarelo) .20 atas. Valle los de de Perdidos - (interpretação de botânica rastro azul). 1 hora. Laguna Verde - Mirador Pedregoso (visão panorâmica - vermelho). 1 hora. Del de Mirador Ñirihuau - Ventana (rastro de flora andino - marcado em laranja). 1h 30 atas. Cerro Challhuaco - (vermelho e amarelo). 2 hs 30 atas. Da laguna Juntar Bridges"(pink). 4 horas. Arroyo Tristeza Park a Estação de Guarda-florestal (laranja e marfim branco) ideal para bicicletas. Arroyo Botella (marfim branco). Monte Challhuaco está acima do nível do mar 1.900 metros . Tem um ecossistema de Andes Alto típico, enquanto em Valle los de de Perdidos você pode ver todas as espécies típico do Andes, estepe e ecossistemas de floresta. Ainda preciso de melhores informações sobre: - Excursão pelo Lago Mascardi - - El Bolson e Lago Puelo (300 Km, passeio dia inteiro) Hielo azul? -Canopy bariloche - Vale a pena? E estas dicas estão boas? DICAS: • Não deixe de visitar a Rua Bartolomé Mitre, pois lá se encontra o comércio principal da cidade. • Não se esqueça que grande parte do comércio fecha as 14h00min e só reabre as 15:00 devido a hora da Siesta. • Se prepare para andar bastante. As paisagens de Bariloche são quase infinitas e garantem horas de passeios. Aproveite e leve bateria extra e bom cartão de memória para sua câmera (ou filme se for o caso). • Se não estiver afim de parar apenas nos pontos que os guias te levam nos passeios prontos, alugue um carro e faça o seu próprio passeio para poder parar onde você quiser. • Se você é fã de esportes, não se esqueça de levar equipamentos para esqui ou snowboarding. Ou os dois! Você decide. • Se você nunca praticou esqui, mas tem vontade de tentar, não se esqueça de pagar algumas aulas antes de se aventurar. Você pode se machucar caso tente aprender sozinho. • Enquanto estiver em Bariloche, experimente as delícias que a cidade oferece. Tem os tostados que são sanduíches tostados, geralmente de presunto e queijo e são uma delícia. Temos também os Cubanitos, rolinhos de waffer recheados de doce de leite, com as pontas de chocolate, como um charuto. Se você gosta de lanches, existem as "hamburguesas", uma versão mais torrada dos hambúrgueres que conhecemos. Existem vários tipos com o Vacuno (de vaca) ou o de Ciervo (cervo). • Se estiver chovendo e você não puder aproveitar a natureza, visite os museus. Também são muito interessantes. • Sempre faça reservas nos restaurantes, pois estão quase sempre lotados. • Leve os remédios que estiver acostumado. Lembre-se de que na Argentina, os remédios são diferentes. Se for visitar durante o inverno, não se esqueça de levar remédios para gripe, resfriado, febre, dores de garganta e etc. • Quando for ao Cerro Catedral, visite a Gruta de Nossa Senhora das Neves no caminho. Você não vai se arrepender. E esses preços estariam corretos? (peguei em uma postagem aqui no forum) Foto com São Bernardo-$ 20,00 Circ. Chico e ponto panorâmico (Excursão)– Das 9hs ás 12 hs-$ 41,00 Cerro Campanario – subida teleférico-$ 25,00 Piedras Blancas (Excursão)– 6 subidas de teleferico, aluguel do skibunda e translados c/ ingresso e aluguel de trenós - 9hs ás 13hs-$ 140,00 Refúgio Neumeyer (Excursão)- transp. Land Rover, caminhada, eskibunda café da manhã e almoço- 9hs ás 19:30hs-$ 270,00 Refúgio Neumeyer (Excursão)- transp. Land Rover, caminhada, eskibunda e lanche- 15hs ás 19:30hs-$ 150,00 Refúgio Neumeyer (Excursão)- transp. Land Rover, esqui nórdico e lanche- 13hs ás 18hs-$ 200,00 Cerro Otto - 3 descidas no skibunda e subida "Funicular de la cumbre"-$ 25,00 Cerro Tronador (Excursão)- Percurso total 215km - cerro com alt. 3554m com ingresso parque-$ 114,00 Ilha Vitória e Bosque de Arrayanes (Excursão)- com ingresso parque-$ 144,00 Ilha Vitória e Bosque de Arrayanes (Por conta própria)- com ingresso parque -$ 50,00 Villa la Angostura, Cerro Bayo e Bosque de Arrayanes (Excursão)- com ingresso parque-$ 192,00 **Villa la Angostura, Cerro Bayo (Por conta própria)- Aluguel 4X4 pra 6 pessoas + combustível - valor total para dividir-$ 375,00 El Bolson-$ 94,00 Museo del chocolate-$ 15,00 Museo Paleontológico Lunes a Sábados 16:00 a 19:00 hs-Resto fósiles de dinosaurios, huesos, garras y réplicas-$ 2,00 Museo Geológico y Paleontológico "Rosendo Pascual" – Villa Los Coihues - Lago Gutiérrez-$ 5,00 9:00 a 12:30 y de 15:00 a 19:30 hsColección de invertebrados más importante de la Patagonia, aves patagónicas, huesos de dinosaurios y colección de cristales Alimentação em restaurantes com vinho - (valor médio por pessoa)-$ 50,00 Neviska - patinação no gelo e uma empanada de carne, maravilhosa....-$ 25,00 Chocolates "Del Turista" - valor por kg-$ 70,00 Chocolates "Fenoglio" - valor por kg-$ 90,00 Chocolates "Mamuschka" - valor por kg-$ 90,00
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