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Encontrado 8 registros

  1. Little_Helen

    Gramado

    Ver a neve em Gramado é nota 10, mas é preciso dar muita sorte!! Outra coisa muito bacana de lá é que: naquele frio, muitas vezes tem sol, aí de uma hora para outra em gramado, baixa aquela super névoa que vc não vê nada há um palmo de distância... é muito legal. Foi na Serra Gaúcha que eu aprendi a tomar sopa de capeletti no inverno e nunca mais perdi esse costume... agora é "Capeletti in Brodo" todos os invernos, quer eu esteja em SP, em BH, em Ctba... é bom demais. E para encerrar, como boa chocólatra... todo mundo fala da prawer, prawer, prawer... mas o chocolate Caracol é mais gostoso e mais barato.
  2. E ai galera beleza? Então, acabamos de retornar de nosso "mochilinho" pelo Rio Grande do sul e foi surpreendente. Quando minha esposa me disse que queria fazer um mochilão por Gramado e região confesso que torci o nariz, pois se tratar de uma região reconhecida pelo seu grau de 'careza', ainda mais por se tratar do natal luz. E como eu viajo a mais tempo que ela, sabia que seria um desafio e tanto fazer esta viajem sem estourar completamente o nosso orçamento. Mas no fim deu tudo mais que certo e deu para mochilar legal pela serra. Pois bem, vamos a alguns detalhes que nos ajudaram muito durante a viajem e, deixo como dica para os próximos que irão: -A principal delas é sobre os sites de compra coletiva muito usados na serra gaucha (laçador de ofertas, tchê ofertas...); para que vc realmente tenha um desconto real em sua compra vc precisa 'deixar' que o site lhe mande ofertas... Pois estas sim valerão muito a pena. -Compre suas passagens e hospedagem com antecedência. -Fujam do bustour e dos tranfer. durante este relato explicarei os motivos destas recomendações. 1° Dia- Porto Alegre (24/11/2018) Nós somos de uma cidadezinha no interior de São Paulo Chamada Tambaú, então no dia anterior tinhamos pegado um ônibus até a capital para ficarmos na casa de nossos padrinhos para no dia 24 seguirmos viajem. Pegamos nosso voo para Poa em congonhas, fomos de Latam, pagamos $641,70 + $98 de bagagem (2 pessoas), saímos de CGH por volta das 07:30hs, e chegamos a POA as 09:00hs... Estava chovendo em Porto Alegre e, com o aeroporto em obras, tivemos dificuldades para encontrar a entrada do aeromóvel que nos levaria até o metro... Por fim encontramos e pegamos sentido a rodoviária ($3,30 p/p)... Chegando na rodoviária já procuramos o guichê da empresa Unesul para comprar as passagens do dia seguinte para Bento Gonçalves. Estava chovendo muito, e foi um sacrifício para chegarmos a pé até o hostelRock, ($76 quaro duplo com banheiro compartilhado), ainda mais pq o GPS resolveu nos trollar nos mandando para o lado errado. O hostel é bem ok não tem nada de demais mas é bom para quem pretende passar poucos dias em Porto Alegre... E como nós só iriamos ficar 1 foi mais que suficiente. Como estava chovendo muito não pudemos sair de imediato então ficamos no hostel por um tempo e depois fomos para o shopping total ver um filme($12 p/p), pois ficar trancados dentro de um quarto não é muito nossa praia. Quando acabou o filme vimos que a chuva tinha dado uma trégua, resolvemos seguir a pé para explorar a cidade... Como já estava tarde as atrações já estavam fechadas mas mesmo assim fomos dar uma conferida... Depois disso fomos experimentar o famoso lanche de coração de frango de lá, (não é ruim, mas também não é a maravilha que falam, é bem normalzinho), e em seguida pegamos um uber($8,31), pois a região central de Poa a noite não inspira grande segurança, e fomos descansar pois acordaremos cedo no dia seguinte para viajar para Bento. Shopping Total Poetas da praça casa de cultura Mario Quintana O tal lanche com coração de frango (preços na comanda) 2° dia: Bento Gonçalves (25/11/2018). Antes de continuar vale deixar um comentario/ sugestão para se chegar a Bento, se vc é como eu que não pretende alugar carro, nem pagar um transfer caríssimo, o melhor jeito é ir de ônibus. E para que vc não perca muito tempo e dinheiro o melhor é deixar para fazer Bento antes, ou depois de Gramado. Por exemplo nós escolhemos ir antes então o nosso roteiro ficou: Poa- Bento-Gramado... Mas pode ser feito ao contrário. Pois ambas as rotas passarão por Caxias do Sul. Continuando... Acordamos por volta das 3:30hs para pegar nosso ônibus para Bento as 5hs. Foi recomendado para não ir a pé para rodoviária de madrugada então, pedimos um uber ($16,78) e pegamos nosso ônibus da UNESUL para Bento ($71,20 p/2)... Dois detalhes: O 1° é que sai apenas um bilhete para as duas passagens; e o 2° É que o ônibus é o que vai para Carazinho, então é bom se informar na plataforma. A viagem foi tranquila deu para dormir legal, chegamos a Bento por volta das 8hs. Como estávamos de Mochila pedimos para guardar na rodoviária ($7 p/mochila)... Dica importante LEVEM DINHEIRO EM ESPÉCIE. Em seguida fomos a pé para a nossa 1° vinícola: Aurora. Como ela fica na área urbana da cidade pudemos ir aproveitando um pouco do que a cidade tinha para oferecer... Inclusive a famosa fonte de vinho. Fonte de vinho A cidade é extremamente limpa! Até nas lixeiras tem plantinhas. A cidade em si é uma graça. Chegamos a Vinícola Aurora, por volta das 9:45hs, esperamos alguns minutos para o tour (grátis). É um passeio mais técnico, contando sobre a elaboração dos vinhos e no final é feita a degustação, que se divide em: secos, suaves, licoroso e azeite, e suco. Saindo da Aurora, fomos caminhando até o Pórtico Pipa, e da lá pegamos um Uber (R$10,71) até a Via Trento, onde visitamos outras Vinícolas: Casa Valduga e Dom Cândido. O tour na Casa Valduga é R$40 por pessoa e ganha uma taça, a degustação é feita de uma maneira diferente e bem descontraída durante o passeio. Na Dom Cândido, resolvemos não fazer o tour completo, só a degustação (R$35 por pessoa), a essa altura já estávamos meio alterados. Depois fomos almoçar em no Vinhas do Vale, também na Via Trento, onde comemos um Sanduíche Talian (R$18) e um Sanduíche Gourmet (R$28), super indicamos é fenomenal. Após o almoço fizemos uma caminhada até o a capela de N.S. das Neves... Onde pedimos um uber para voltar a rodoviária, porém ninguém aceitou o chamado, então tivemos que chamar um táxi ($35) pois já era tarde, estávamos cansados, e tínhamos que pegar o ônibus para Caxias do Sul. Chegando na rodoviária fomos comprar as passagens e para nossa surpresa não aceitavam cartões. Então acabamos perdendo o ônibus que queríamos pegar e só pudemos ir no próximo das 17:16hs. A empresa que faz o trajeto Bento x Caxias é a OZELAME ($13). Chegamos em Caxias e pegamos um ônibus da CITRAL ($17,75) para Gramado as 19hs... e adivinha também não aceitavam cartões lá. Por fim chegamos a Gramado. Mas admitimos que devíamos ter deixado mais tempo para Bento pois a cidade tem MUITA coisa a oferecer.
  3. Com certeza esse é um dos meus destinos queridinhos nesse país. Se me pedirem para montar um Top 5 dos lugares onde já estive, sem dúvida ele estará nas primeiras posições. Sabe quando você chega a um lugar e se sente em casa? Bom, é mais ou menos isso. Não à toa, já foram três visitas Vou fazer um relato curto. A ideia é compartilhar algumas dicas de passeios e das principais cidades do roteiro, deixando a visitação a Cambará do Sul, porta de entrada para os cânions Itaimbezinho e Fortaleza, em um post à parte.·. Gramado e Canela As duas cidades estão localizadas muito próximas uma da outra (aprox. 8 km). Se você é uma pessoa não sedentária (que curte de uma caminhada) vá andando de uma cidade até a outra. É só seguir a RS-235. Há calçada (passeio para os mineiros rs) nos dois sentidos e o caminho é bem tranquilo e cheio de atrações, por exemplo: o Museu de Cera, Museu Harley Davidson, Chocolaterias, Mundo a Vapor, Museu dos Beatles, Aldeia do Papai Noel. Só que em quase todos eles é cobrada uma taxa de visitação. Caso você não esteja disposto ou tenha alguma dificuldade para caminhar longas distâncias, é possível fazer o trajeto de carro, táxi, ônibus intermunicipal (não sei o valor atualizado da tarifa. Em 2014 era 2,30) e Uber! Isso mesmo, já tem Uber circulando por lá. Em Gramado, há alguns passeios clássicos: Lago Negro (gratuito) O clássico passeio nos pedalinhos de cisnes brancos. Pode parecer clichê, mas é lindo! Além disso, o lugar é muito bom para quem quiser dar aquela corridinha básica. Para quem é corredor (como eu) e precisa manter os treinos mesmo durante as férias, lá é um bom lugar pra esticar as pernas. Mas vá cedo (antes das 9hrs), dessa forma, o espaço ao redor do lago (que é estreito), fica todo para você! Mini Mundo (paga-se entrada) Nesse eu não fui, mas dizem que é legal! Lá você vai ver muitos lugares famosos do Brasil e do mundo representados em tamanho miniatura. Rua Coberta (gratuito) Parada obrigatória para um café da tarde, um chocolate quente ou um chopp à noite. Há várias cafeterias e chocolaterias localizadas ali. É uma delícia! Sem contar o charme dos assentos coberto com lã de ovelha. Igreja de São Pedro e os 12 apóstolos (gratuito) Fica bem em frente à Rua Coberta, do lado do Teatro da Cidade, onde acontece o Festival de Cinema de Gramado. Fonte do Amor (gratuito) É um ponto turístico relativamente novo. Não tem nada demais, mas como é no centro e você vai passar por ela algumas vezes, não custa nada olhar. Ah, para aqueles casais apaixonados, vale colocar um cadeado na fonte, no estilo parisiense. Lago Joaquina Rita Bier (gratuito) Fica no caminho para o Lago Negro, e perto do Mini Mundo. É onde acontece a celebração do Natal Luz. Rótula das Bandeiras e o Kikito Essa praça é famosa! Na verdade, está mais para uma rotatória com bandeiras de diferentes nacionalidades e no centro delas, o Kikito, o símbolo do Festival de Cinema de Gramado, que se tornou mascote da cidade. Em Gramado tem muitas praças lindas, com trepadeiras floridas e jardins bem cuidados. Bom de admirar! Uma delas é a Praça das Etnias, com a Casa do Colono. Repleta de lojinhas que vendem produtos rurais, feitos nas fazendas de colonos alemães, italianos... Vale uma parada! Comprei algumas coisas lá, de frutas desidratadas a geleias... Snowland (paga-se entrada) Esse também é bem famoso! Funciona como um parque de esqui indoor. Seus idealizadores recriaram um ambiente com neve artificial, morros e gelado, para funcionar como uma estação de esqui e snowboard. Lá você aluga roupa e equipamentos e brinca de esquiar. Não fui, pois fiquei com receio de machucar e não conseguir fazer as trilhas nos cânions. Mas irei quando voltar! Conheço pessoas que foram e adoraram. O Mundo dos Cristais e Vidros Não lembro exatamente onde fica, mas nesse lugar teve uma mostra ao vivo de como fazer e moldar vidros criando jarras, vasos, jóias. É um lugar onde eles fabricam vidros coloridos, muito utilizados na decoração de ambientes. São lindos! Depois do show você pode passear pelas lojinhas de vidrarias e semi-jóias. Dá vontade de comprar tudo!!! Fábricas de Chocolate Chegamos à parte mais chata da viagem! A comida! Rsrsrs Eu amo chocolate, então me esbaldei por lá. Existem várias chocolaterias, mas a minha preferida é a Prawer. É a mais antiga e conhecida como a primeira marca de chocolates artesanais do país. Possui muitas lojas na cidade e na Rótula das Bandeiras é possível degustar doces e sobremesas na Casa da Velha Bruxa, além de tirar uma foto com a dona do local. Preciso confessar que os chocolates não são baratos. Diante dos convencionais, o preço assusta. Mas vale muito a pena! São muito saborosos e há uma variedade incrível! Além disso, em algumas lojas (como na Luggano) você pode brincar com os sabores e montar seu próprio chocolate. Quem não adoraria ganhar uma lembrança dessa?! Além dessas, há outras marcas, como: a Chocolateria Gramado, Florybal (preços mais em conta) e Caracol (carinha também). Não deixe de visitar uma Fábrica de Chocolate! Fiz a visitação na Prawer, é gratuita e você pode agendar o transporte nas próprias lojas. Procure um funcionário e diga que você gostaria de conhecer a fabricação. Eles providenciam tudo, na faixa! Ouvi dizer que na fábrica da Luggano também é assim, mas eu não fiz o teste. Lembro, inclusive, que eles me ofereceram a opção de busca e retorno no hostel que estava hospedada. Em termos de culinária, outras duas coisas não podem faltar na viagem... O Café Colonial e uma Sequência de Fondue A primeira vez que fui lá, adooooorei o Café Colonial. Achei a coisa mais maravilhosa do mundo. Mas nessa última vez não gostei tanto. Não sei se popularizou demais ou se eu que estou com o paladar um pouco mais exigente mesmo. Bom, mas é uma experiência típica da cidade. Logo, se você nunca experimentou, vá sim. Sugiro ir para o café da manhã. À noite tive a impressão de que eles a comida não é tão fresca. - Tanto para o Café Colonial quanto para a Sequência de Fondue existem muitas opções, mas eu escolhi o Maximilia Fondue a la Carte e o Café Colonial na Torre, porque comprei coupons de desconto nesses lugares!!!! Isso salvou minha viagem, porque comer lá NÂO é barato! Site de descontos – http://www.laiguana.com.br/index.php Transporte até Gramado e Canela Ir de Porto Alegre ou Caxias do Sul para Gramado é bem fácil. Partindo ao aeroporto há ônibus que faz o trajeto direto para a rodoviária da cidade e o preço é bem em conta. Dentro de Gramado não é necessário andar de carro. As distâncias entre os pontos de interesse são bem curtas, a cidade é pequena e os locais mais turísticos, hotéis e principais restaurantes também são bem localizados. Clima Independente da época do ano pode fazer frio na cidade. Por mais que o inverno na região seja mais intenso de maio a agosto, o tempo pode virar e esfriar muito de uma hora para outra. A dica é: Levem roupas de frio e sempre ande com um agasalho. Outra coisa interessante é em relação à neblina. Algumas vezes, no meio do dia, baixa uma neblina densa sobre a cidade e escurece tudo. Mas ela logo passa. Em setembro isso aconteceu 2 vezes. A umidade na cidade é elevada e isso faz com que a sensação de frio seja ainda mais intensa. Pegamos 5 graus no mês de setembro. Passeio de Maria Fumaça Contrate uma agência de turismo e vá nesse passeio. É um passeio de dia todo, mas é muito divertido. Você faz o trajeto passando por várias cidades próximas (Garibaldi, Bento Gonçalves, Carlos Barbosa). Dentro do trem tem degustação de vinho tinto e branco (produzidos em Bento Gonçalves) e espumante (produzidos em Garibaldi), shows com danças típicas italianas e um teatrinho. Há algumas paradas estratégicas onde você desce do trem para passear na cidade. Por exemplo, em Carlos Barbosa, onde há a Loja da Tramontinas, onde é possível fazer umas comprinhas e uma degustação deliciosa de queijos e salames. Falando em salame, lá eles vendiam um salame de javali! Muito saboroso e com 60% menos gordura do que o tradicional. Recomendadíssimo! Fizemos o trajeto de volta de carro (da agência) e paramos em São Francisco de Paula, um pólo famoso pelas malhas e roupas de lã. Foi legal, mas não tem nada demais. Portanto, paradinha dispensável! Visita às Vinícolas Outro passeio que não pode faltar no roteiro. Só procurar uma agência de turismo e contratar uma visita às vinícolas. Existem muitas vinícolas na região, eu sugiro que vocês visitem alguma mais tradicional, como a Miolo, Cave de Pedra, Casa Valduga... Em algumas delas, a visitação e a degustação não tem custo. Outras cobram um valor que pode variar de 20 a 40 reais por pessoa. É bem bonito de ver, bem gostoso também. Mas fique esperto para não sair bêbado do passeio. São tantos vinhos para degustar que é fácil passar do ponto kkkkkkkkk http://vidaevinho.com/vinicolas-vale-dos-vinhedos/ Canela É um pouco menor que Gramado. Tem menos opções de hotéis e restaurantes. Mas também é bem charmosa. Comparando com Gramado, Canela possui menos atrativos turísticos localizados dentro da cidade. Exceto a Catedral de Pedra (uma construção de arquitetura gótica que fica em uma praça central), o restante das atrações está fora da cidade. Sobre a Catedral, eles costumam iluminá-la externamente durante a noite. Se você tiver sorte, vale a pena dar uma espiadinha. Em Canela está o Parque Estadual do Caracol, onde se encontra a famosíssima Cachoeira do Caracol. Você pode ver a cachoeira de dois ângulos: 1) bem de pertinho, descendo alguns (fui bem generosa aqui viu) degraus que levam até o lago formado pela queda e; 2) de longe, do mirante de observação, que nos permite ter uma vista do alto (Foto). Também existem algumas trilhas de fácil uso espalhadas pelo parque, adentrando a vegetação e margeando o rio que forma a cachoeira. Andando por elas você encontra lugares muito peculiares, com um clima (garoa) e vegetação que lembra muito os contos de fada. Lá só é preciso ter atenção com os quatis, que são muitos e estão bastante acostumados com a presença dos turistas, que dão tudo que é de comer pros bichos. No Parque, também é possível fazer o passeio de teleférico. Se você nunca fez, vale a pena! Recomendo! Informe-se na portaria do parque como fazer para chegar até o ponto de partida dos teleféricos (não me recordo dos valores também!). Falando em valores, a entrada no parque não é gratuita! Para chegar até ele, pegamos um táxi em Canela. Para ir embora, pegamos um ônibus circular. Os ônibus circulares são bem mais baratos, mas não passam lá o tempo todo, tem alguns horários fixos. Olhando na internet, dá para saber certinho quais são os horários. Na rodovia entre a cidade de Canela e o Parque Estadual do Caracol, há outros atrativos, como o Mundo dos Dinossauros, Terra Encantada Florybal, entre outros. Não conheço nenhum desses, minha opinião é que eles devam ser mais interessantes para crianças (mas isso é apenas minha opinião). - Tem uma churrascaria bem tradicional nessa mesma rodovia, que se chama Garfo e Bombacha. Acho que ela só funciona na base de reservas. Você paga um valor $$ e o buffet é livre (exceto bebidas), há o famoso churrasco gaúcho e shows culturais típicos. Infelizmente, no dia que estávamos em Canela não havia mais disponibilidade. Ficamos só na vontade! Mas tudo bem, eu vou voltar! Boa viagem! Be happy and eat chocolate!
  4. Olá amigos, Primeiramente quero informar que este é o meu primeiro relato de viagem aqui no Mochileiros. Sabe aqueles dias em que você se sente um pouco entediado e pensa “Nossa, acho que eu precisava conhecer um lugar novo e ver pessoas que nunca vi”. Bom, acho que pra quem gosta de viajar essa reflexão provavelmente tem com certa frequência. Foi exatamente assim que essa viagem começou...logo já entrei em contato com uma amiga, e ela falou que entraria em férias em duas semanas (estávamos no final de Abril/2016), e que topava ir! E essa foi nossa primeira viagem que iríamos apenas nós duas. Logo já começamos discutir possibilidades de destino, ela falou que gostaria de ir pra algum lugar de clima frio, eu pensei no Chile, mas ela falou que gostaria de ir para o sul do país, eu particularmente já conhecia a cidade de Gramado e Canela, porém na época de Natal (época que também é fantástica em Gramado), mas a cidade de Gramado é mágica e sempre vale um repeteco, então decidimos que iríamos fazer um roteiro por algumas cidades do Sul. O primeiro detalhe foi pensar nas passagens, pesquisamos pelas várias companhias que realizam voos entre São Paulo (seja VCP, CGH ou GRU) a Porto Alegre (POA), acabamos optando pela Gol, pois a ida compramos com milhas que eu tinha e a volta ela comprou. Fechamos o aluguel de carro pela “Foco”, melhor preço (R$ 604 para diárias com condutor adicional, seguros para terceiros e seguro com co-participação do dia 19 às 14:20 ao dia 27 às 7:15) e o atendimento também foi bom, principalmente quando tivemos um probleminha que contarei mais adiante. Fechamos os hotéis pelo “Booking” (super recomendo, pois nunca tive problemas) e o hotel de Canela compramos por uma promoção pelo site “Laçador de ofertas” (site de compra coletiva do Sul, também recomendo pois tudo que compramos deu certo). Partida 19/05/2017 Saímos de Rio Claro (SP) bem cedo, pois nunca sabemos o que espera do transito de São Paulo, no fim chegamos no estacionamento próximo ao aeroporto de Congonhas bem próximo a 1 hora de antecedência antes do voo, decolamos e em apenas 1 hora e pouquinho já estávamos em Porto Alegre, chegamos no começo da tarde e estava bem friozinho lá. Lá em Porto Alegre avisamos a locadora de veículos que havíamos chegado, logo já chegaram e nos levaram para retirar o carro, optamos apenas pelo seguro de terceiro e não contratamos o seguro total, pois aumentaria uns quarenta e poucos reais por diária. Lá vamos nós né...eu que fui dirigindo, apenas no sair da locadora já foi possível notar que os gaúchos dirigem de uma forma bem acelerada e adoram uma buzina hahahah. Fomos almoçar uns pastéis uruguaios que havíamos comprado pela compra coletiva e passeamos pelo arredor, logo após fomos para o hotel Garibaldi fizemos o check-in, e saímos fomos andar nos Antiquários, no Centro Histórico (ruas José do Patrocínio, Coronel Fernando Machado e Marechal Floriano Peixoto), e depois fomos ao Parque Farroupilha que é lindo! E a noite fomos à um barzinho requintado chamado ”Dado Pub” no bairro Moinhos de Vento. 2º dia Fomos almoçar no Mercado Público e ficamos andando no centro. Sobre Porto Alegre não vimos muitas coisas turísticas para se fazer, a cidade tem seus pontos bonitos, mas não deixa de ser uma capital com seus problemas, durante esses 2 dias que ficamos lá levamos dois sustos, um no centro em que estávamos na porta de loja e ouvimos um tiro, aparentemente nada aconteceu, mas por precaução entramos na loja e ficamos dando uma enrolada lá, só pra garantir e a outra vez estávamos de carro e um andarilho ameaçou jogar seu carrinho de supermercado na nossa direção. E a noite usamos outro cupom de compra coletiva pra ir jantar em um restaurante no bairro de Pedra Redonda chamado “La Piedra”,uma delícia pedimos um prato de peixe Saint Peter com risoto de funghi, decoração diferenciada e após o jantar saímos na parte externa apesar do frio e do vento que estava, durante o dia a vista deve ser maravilhosa pois o restaurante fica bem na beira do lago Guaíba. Na volta paramos para tirar foto do Estádio José Pinheiro Borda, conhecido como Gigante da Beira-Rio (localizado às margens do lago Guaíba) é um estádio de futebol pertencente ao Internacional, localizado às margens do lago Guaíba. 3º dia Tomamos café e saímos cedinho do hotel com destino à Gramado, paramos em Novo Hamburgo no “Fashion Outlet” onde compramos algumas coisinhas, perto da hora do almoço chegamos a Gramado e fomos almoçar na “A Mina”, almoço gostoso e bem caseiro, e também visitamos à Mina de Pedras Preciosas e conhecer a loja, também usamos cupom. A chegada à cidade já foi emocionante demais, pois um carro sem condutor começou a descer e bateu no nosso carro, pegamos o telefone da pessoa e o contato do seguro dela e a noite o segurador foi leva no hotel todos os dados e papéis, caso a locadora cobrasse de nós. E fomos conhecer as lojas de chocolate ao longo da avenida das Hortênsias, uma mais linda que a outra e um chocolate mais gostoso que o outro, porém ao sair de uma das lojas a neblina estava muito densa e acabamos ralando a porta esquerda do Celtinha em um poste. E fomos para a pousada “Villa Allegro” em Canela, onde devido aos ocorridos do dia resolvemos ficar por lá e pedir uma pizza pra jantar. 4º dia Acordamos cedo, tomamos café e pegamos nossas malas, fomos para o centro de Gramado, aliás é maravilhoso, as construções e os jardins, passamos por mais algumas lojas de chocolate. Almoçamos na “Alemanha Encantada”, também compramos cupom e tem que agendar, almoço gostoso com chopp típico alemão e subimos na torre e conseguimos ver Gramado de cima. Apesar da garoa fomos ver o Lago Negro e a tarde fomos fazer o passeio no “Mundo Gelado” que também já havíamos comprado pela compra coletiva, muito legal, mas é rápido. Ai fomos conhecer o centro de Canela e a Catedral de Pedra em Canela, nesse dia tivemos que trocar de hotel, pois como acabamos reservando muito próximo a viagem e tinha um evento na cidade não conseguimos estadia para os 2 dias em um mesmo hotel, então nesse segundo dia ficamos no hotel “Grande Hotel Canela”, fizemos o check-in, um dos colaboradores do hotel falou que dia seguinte faria muito frio, como no nosso dia seguinte iríamos para Urubici, ficamos entusiasmada com a possibilidade de ver neve. Nos arrumamos e saímos pois esse era o dia de ir no fondue, fomos no “La Divina” pois já havíamos também comprado pela site de compra coletiva, o fondue de carne na pedra faz toda a diferença, é bem mais gostoso do que quando é frito, também comemos o fondue de queijo e como sobremesa não pode faltar o fondue de chocolate. Após as comilanças voltamos para o hotel. 5º dia Acordamos cedo, tomamos café de leve e andamos pelo hotel para conhecer, que por sinal é muito bonito. Era segunda, como ainda estávamos um tanto preocupadas com o estrago na porta do carro fomos até uma concessionária da Chevrolet pedir um orçamento de quanto ficava pra arrumar a porta, para pelo menos ter noção do preço, pra ver se a locadora não cobraria um preço absurdo. Às 11 no horário que já começavam a servir o café colonial fomos para o “Coelho Café colonial”, também já havíamos comprado, a quantidade de coisas que se serve nos café coloniais de lá é insana, é realmente muita diversidade pra se comer. E assim com a barriga cheia pegamos estrada rumo a Urubici, indo pela BR-101 próximo as cidade de praias, pois havíamos perguntado a várias pessoas de como era a estrada por dentro e todas falaram que apesar de mais longe era melhor irmos pela BR-101, eu fiquei um pouco chateada, pois a minha intenção era conhecer dois caminhos diferentes, mas como não conhecíamos acabamos acatando a opinião das pessoas. Como acabamos saindo já era às 13 horas acabamos atrasando um poquinho, e chegamos à Serra do Rio do rastro já era fim de tarde, porém como quase não havia movimento na serra foi tempo suficiente para nós subirmos tranquilas admirando a vista que é maravilhosa, porém até chegar em Urubici ainda tínhamos mais 80 km para fazer no escuro e a lua não estava colaborando com a visibilidade nesse dia, infelizmente acabamos acertando um buraco, em que apenas quando chegamos no hotel vimos que um pedacinho da nossa calota havia quebrado e a roda havia entortado um pouco, e o pneu estava um tanto murcho. Após quase sete horas cansativas na estrada conseguimos chegar no hotel em Urubici, “Pousada Recanto da Serra” que eu reservei pelo site Booking, a pousada fica dentro da cidade e apesar de não ter nada de especial é bem charmosa, nova e limpa; mas simplesmente tomamos banho e dormimos. 6º dia Acordamos cedo, tomamos café e para termina nossa onda de azar, fomos pegar o carro e o pneu estava bem murcho, falamos com o dono da pousada e ele nos indicou um lugar para arrumar, como era a apenas uns 3 quarteirões dali, levamos o carro lá, ele desentortou a roda, encheu o pneu e tivemos que comprar uma calota nova. Após o drama do dia, pegamos nossas coisas e fomos na “cachoeira do Avencal”, e depois apenas pegamos um salgado pra comer e até a cidade de São Joaquim para fazer a visita guiada na vinícola “Villa Francioni”, muito bonita e os vinhos de lá são muito bons. E após a visitação pé na estrada, pois desceríamos rumo a Laguna, paramos para admirar a Serra do Rio do Rastro de cima e é possível até avistar o mar lá de cima, e descemos a serra, chegamos a Laguna já era de noite e infelizmente nosso hotel “Atlântico Sul” estava sem água, mas enquanto essa situação se regularizava fomos jantar. Depois voltamos, pudemos tomar banho e dormir. 7º dia Acordamos, tomamos café e fomos dar uma voltinha nas lojinhas ali perto do hotel, ai pegamos nossas coisas e fomos ver na beira da praia tem um píer que fala que é realizada pesca artesanal com auxílio dos golfinhos, se eles ajudam eu não sei, mas que eles ficam lá, isso eles ficam e é um espetáculo ficar admirando eles nadando. Pegamos a estrada e fomos rumo a Torres, no caminho paramos para almoçar e também paramos em um shopping e em uma grande loja de sapatos, e tivemos que comprar uma bolsa de mão para trazermos os chocolates e queijos que havíamos comprado em Gramado. Conhecemos as belas praias Torres, a praia da Guarita, O morro do meio e o Morro do Farol, com enormes penhascos e falésias a beira mar, fazendo a paisagem ficar única e deslumbrando. Após demos uma voltinha beira ao rio Mampituba e fomos para o Hotel “Pousada Molhes da Barra” que ficava ali perto, que eu reservei com o próprio hotel mesmo, uma gracinha o hotel, começamos a dar uma organizada na nossa mala e depois nos arrumamos e fomos jantar no restaurante “Beira Rio” próximo dali mesmo que fomo de a pé, e apreciamos a vista do rio a noite. Ai voltamos para o hotel e dormimos. 8º dia Acordamos, tomamos café e seguimos rumo ao Cânion Itaimbezinho no Parque Nacional de Aparados da Serra, localizado na cidade de Cambará do Sul, a estrada é bem ruim, mas devagar chegamos lá, e a vista de seus paredões verticais cobertos pelas araucárias vale totalmente o esforço de chegar lá. Ai seguimos de volta para Porto Alegre e nos hospedamos novamente no Hotel Garibaldi e a noite saímos jantar um delicioso Entrecort no Bar e restaurante ”Vila” no bairro Moinhos de Vento. Voltamos ao hotel, organizamos tudo em nossas malas, pois no dia seguinte o nosso voo era na parte da manhã e dormimos 9º dia e volta pra casa Acordamos cedo, tomamos café e carregamos o carro para partir, fomos até a locadora, resolvemos com eles a questão da porta que por nossa sorte cobrou um terço do valor que havíamos orçado, após acertar todos os detalhes, eles levaram a gente para o aeroporto Salgado Filho (POA) e voando de volta pra São Paulo encerramos a nossa aventura por algumas cidades do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.
  5. Vou e Volto Já!

    GRAMADO|RS - ONDE COMER EM GRAMADO

    GRAMADO|RS - ONDE COMER EM GRAMADO Hoje vou falar um pouquinho sobre um restaurante que visitamos e que particularmente eu adorei a comida (Ao contrário do meu namorado que apreciou muito mais a cerveja rsrs): Fritz Haus - Restaurante & Choperia. Outra dicas de gastronomia com preços bem bacanas vocês podem encontrar no site da Touron. Se trata de um restaurante onde sua especialidade é comida típica alemã: chucrute(repolho fermentado), Eisbein(Joelho de porco), Bratkartoffln(Batatas cozidas, cebola, bacon..), uns três tipos de salsichas que não lembro mais a diferença de uma para outra, mas tem as fotos la em baixo, saladinha para acompanhar, entre vários outros pratos que não me lembro. As cervejas são muito boas. Até eu que não aprecio essa bebida gostei. E por fim a sobremesa: Torta alemã de maça, strudel, mousses e pudins. Os pratos salgados é como se fosse um rodízio, eles vem na mesa servindo, a sobremesa esta incluída no valor também. Somente bebida que não faz parte do valor total. Somente o rodízio por pessoa em agosto de 2011 saiu por R$60,00. Na minha opinião valeu a pena ter conhecido o restaurante Fritz Haus, pois aprecio muito provar pratos que estão fora do meu cotidiano, o ambiente é muito gostoso, com música, o atendimento é ótimo. As cervejas não lembro ao certo o valor, mas a Saint Bier estava por R$17,80 e aEisbein não me lembro. Provamos a Eisebahn e Saint Bier. Essa segunda principalmente, muito boa! $60,00 reais por pessoa o rodízio Av. Borges de Medeireos, 2727 - Centro Maiores Informações: www.fritzhaus.com.br e www.saintbier.com
  6. Vou e Volto Já!

    GRAMADO|RS - ONDE SE HOSPEDAR EM GRAMADO

    GRAMADO|RS - ONDE SE HOSPEDAR EM GRAMADO Blog de Viagens - Vou e Volto Já! Visitamos a cidade de Gramado duas vezes, e nas duas oportunidades optamos pelo Hotel Vista do Vale. Nas duas oportunidade utilizamos transfer do Aeroporto de Porto Alegre para Gramado, no hotel. Uma sugestão é usar os transfers da TourOn. Achei o Hotel Vista do Vale bem aconchegante e com um preço bom. A diária varia entre 70 - 230(dependendo do quarto). Nós pagamos R$110,00 em um quarto luxo em 2009, e R$120,00 em 2011. O café da manhã é farto: sucos, café, leite, achocolatado, chás, bolachas, pães, geleias, cachorro-quente, frutas, bolos..são muitas opções! A limpeza do quarto é boa também, sempre pontuais. Os proprietários são bem acolhedores. No próprio hotel tem um um restaurante, mas não chegamos a experimentar por falta de oportunidade. O Hotel Vista do Vale fica a 500 metros do centro, 15 minutos e você já esta no centro, da para ir andando tranquilamente, sem perigo! E no caminho você aproveita para visitar o Mundo Encantado, o Vale do Quilombo e a Aldeia do Papai Noel! Trajeto do Hotel Vista do Vale até o Torre Café que fica na entrada da Aldeia do Papai Noel. E a partir daqui é só seguir e curtir a paisagem, que por sinal é linda! Riquíssima em todos os seus detalhes! $ Valor: Aconselho a consultar diretamente no site para poder ver os valores atualizados. Avenida das Hortênsias, 2989, Centro Mais informações: www.hotelvistadovale.com.br
  7. Vou e Volto Já!

    GRAMADO|RS - ONDE IR EM GRAMADO

    GRAMADO|RS - ONDE IR EM GRAMADO Blog de Viagens - Vou e Volto Já! Gramado é uma cidade localizada no Rio Grande do Sul, mais precisamente na serra gaúcha. Sua arquitetura europeia, culinária e suas ruas floridas me encantaram. É um cantinho do Brasil que você sente que o ritmo é diferente, tudo é muito organizado, limpeza impecável, povo receptivo, trânsito educado, um lugar mágico! Já visitamos Gramado 2 vezes, e nas duas visitas fechamos os passeios com a MG Turismo. Gostamos muito do trabalho deles achamos os guias alegres, informativos, pontuais (ou quase, afinal não dá pra controlar todos os clientes rs). Mas de forma geral não tivemos nenhum tipo de problema com a empresa. Outra empresa que oferta os passeios abaixo e muitos outros por preços bem interessantes é a Touron assim como a venda dos ingressos de diversos locais.
  8. Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado. Foto 1 - A companheira de viagem Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir. Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar. Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma: Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí Parte 2: Cânions do Sul Parte 3: de Torres a Chuí Parte 4: Uruguai Parte 5: da região das Missões a Chapecó Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília Parte 7: Chapada dos Guimarães Parte 8: Rondônia Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre Parte 10: Viajando pelo rio Madeira Parte 11: de Manaus a Roraima Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas Parte 14: Ilha de Marajó e Belém Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba Parte 16: Serra da Capivara Parte 17: Sertão Nordestino Parte 18: Jampa, Olinda e São Miguel dos Milagres Parte 19: Piranhas, Cânion do Xingó e uma viagem de carro Parte 20: Pelourinho Parte 21: Chapada Diamantina Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras Parte 23: O retorno e os aprendizados O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros.
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