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  1. Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado. Foto 1 - A companheira de viagem Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir. Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar. Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma: Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí Parte 2: Cânions do Sul Parte 3: de Torres a Chuí Parte 4: Uruguai Parte 5: da região das Missões a Chapecó Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília Parte 7: Chapada dos Guimarães Parte 8: Rondônia Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre Parte 10: Viajando pelo rio Madeira Parte 11: de Manaus a Roraima Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas Parte 14: Ilha de Marajó e Belém Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba Parte 16: Serra da Capivara Parte 17: Sertão Nordestino Parte 18: Jampa, Olinda e São Miguel dos Milagres Parte 19: Piranhas, Cânion do Xingó e uma viagem de carro Parte 20: Pelourinho Parte 21: Chapada Diamantina Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras Parte 23: O retorno e os aprendizados O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros.
  2. mapaes

    Ilha de Marajó

    No final de tudo, daremos mais informações de preços e como chegar. Cercada pelos rios Amazonas, Tocantins e pelo Oceano Atlântico, o Arquipélago do Marajó tem 49.602km2 pelos quais se espalham florestas, savanas, praias e um rico ecossistema praticamente intocado. Concentrando o maior rebanho de búfalos do país, os campos do Marajó transformam-se num imenso alagado entre os meses de Janeiro a Junho, período de chuvas intensas na região. No restante do ano impera a estação seca, melhor época para se conhecer a ilha. O arquipélago do Marajó possui 13 municípios, sendo Soure e Salvaterra os mais procurados pelos visitantes. Uma forma de conhecer o Marajó é através de suas fazendas, tendo o fazendeiro como guia, para ver de perto o dia-a-dia dessas propriedades, algumas com dezenas de Spamres de hectares, onde o tempo parece atrelado à natureza. 1º dia: Sexta, 04/02 Saída de Belém ao porto do Camará Saímos às 19:15 em direção ao distrito de Icoaraci (cerca de 30km de Belém), onde fica o porto da Envio Transportes para pegar a balsa. Para quem vai de carro o caminho é esse. Quem vai de navio, compra passagem e embarca no Galpão 10 da CDP. Pegamos uma chuva torrencial mas a viagem foi bem tranqüila e no tempo determinado (em torno de 3 horas). Chegamos em baixo de muita chuva. Ficamos de barraca, e nossas coisas ficaram dentro do carro, mas se quiséssemos, poderíamos colocar dentro de armários individuais que a pousada fornece. Aguardamos dentro do carro amenizar a chuva para podermos montar nossa barraca. Dormimos às 03:00... obs: resolvemos ficar com nossas coisas dentro do carro. Nossa 2ª casa depois da barraca era o carro. Nossa geladeira era nosso isopor. Estava lotado de coisas para não gastarmos muito com bebida. Foi legal assim. Sempre que íamos aos lugares, tínhamos tudo em mãos. 2º dia: Sábado, 05/02 Passeios na Fazenda Bom Jesus Noite mal dormida...Ainda amanheceu chovendo, mas foi parando. Acordamos por volta das 9:15 com barulho de gente (era o Romualdo e o Valdo, da pousada - uma família inteira toma conta da pousada). Todos desempenham o seu papel de maneira fantástica), e para nossa surpresa vimos uma carroça puxada por búfalo. Fomos tomar o café da manhã (por sinal maravilhoso pagamos diária R$ 12,50 por pessoa com direito à café da manhã) que finalizava as 9:30. Ligamos para Dona Eva, dona da Fazenda Bom Jesus (em Soure) para agendarmos o passeio em sua fazenda. Marcamos para 15:00 horas do mesmo dia. Voltamos para barraca para arrumar tudo direitinho, e resolvemos mudá-la de local. Colocamos próximo aos banheiros e ao redário. Após isso, já era 13:00 e precisávamos ir para Soure. Perguntamos onde ficava o porto para Soure e em 15 minutos de carro chegamos até ele. A travessia durou em torno de 5 minutos. Fomos ao Hotel Asa Branca (que fica na 4a rua) para conhecer, pois recebemos boas referências (é um hotel simples, a comida é boa mas não se compara com a pousada Boto). Aproveitamos para almoçar um Filhote (peixe da região) ao molho de Camarão R$ 17,00 que por sinal estava muito bom. De lá, em 3 minutos chegamos às 15:15 à casa de Dona Eva (que fica na 4ª rua também). Ela já aguardava por nós para nos conduzir até a sua fazenda. Chegamos à fazenda depois de uns 10 minutos de carro numa estrada de piçarra. Fomos apresentados a algumas pessoas (João, Dona Carlota, Filho da dona Eva). Fomos logo aconselhados a passar repelente, pois é insuportável a picada dos carapanãs (mosquitos). Primeiramente, a Eva (da mesma forma que a mãe, uma pessoa extremamente maravilhosa e educada - temos um vídeo dela) nos acompanhou até um local da fazenda, onde pudemos montar em um búfalo e tirar algumas fotos. Infelizmente perdemos a parte onde ela doma os búfalos (faz eles deitarem, etc) Em seguida, o "feitor" chamado João nos acompanhou em uma caminhada de uns 2 km, onde fomos conhecendo um pouco sobre o dia-a-dia da fazenda. Pense numa fazenda muito grande com gado, búfalos, pássaros (não vimos guarás, pois nesta época de chuva eles somem). Inclusive nós soubemos que as provas do No Limite III deveriam ter acontecido nesta fazenda, mas alguns motivos impediram o acerto. Havia dois jacarés nos lagos da fazenda deixados pelo IBAMA, para serem readaptados. O IBAMA tem uma parceria com Dona Eva, que é engenheira agrônoma. Onde sua vista pode alcançar, tudo faz parte da fazenda. Há uma árvore imensa (ver fotos no site http://www.marcelo.fot.br). Em seguida tomamos bastante água e fomos até uma igrejinha da fazenda, onde Dona Eva apresenta os quadros e fala como a igreja foi idealizada e criada. Detalhe: a igreja tem apenas 7 anos, mas é toda rústica. Isso foi possível graças ao pai de Dona Eva que guardava peças antigas, inclusive aquela madeira usada no piso das casas antigas. Esses materiais foram utilizados na construção da igreja. Antes de irmos embora, um gostoso lanche foi servido, feito com todo carinho por Dona Carlota (mãe de Dona Eva). Saímos da fazenda por volta das 18:15, pois a última balsa neste dia saía às 19:00. Retornamos ao porto de Soure, atravessamos de volta, chegamos a Salvaterra na pousada Boto. Tomamos um banho rápido e fomos assistir a um show de música regional (carimbó, lundú, xote, etc) na pousada mais famosa da Ilha do Marajó (Pousada dos Guarás). Obs: show gratuito, mas a comida é um pouco cara. O grupo que tocou chama-se Paracauary (mesmo nome do rio que passa na região). 3º dia: Domingo, 06/02 Passeio em Joanesboa. Fez um pouco de calor na barraca. Dia ensolarado. Fomos até Joanes, que fica a cerca de uns 20 minutos da pousada. Localiza-se entre o caminho de camará a Salvaterra. Lembre-se da explicação lá no início que fala sobre Joanes. Logo na chegada nos deparamos com uma paisagem belíssima. Tem dois restaurantes famosos (do Jacaré e peixaria do Sales). Ficamos no restaurante do jacaré. Fez sol e chuva. Nos escondemos da chuva. Tomamos umas skol, apreciando a bela paisagem. Depois às 15:00 almoçamos um filhote maravilhoso. Lá no restaurante, havia um bloco de carnaval que ia dar a volta no quarteirão. Ficaram tocando até as 17:00. Às 18:00 fomos embora. Tomamos um banho rápido na pousada e saímos em direção ao porto Salvaterra-Soure, pois estávamos com vontade de atravessar e dormir pra Soure, pois ouvimos falar em uma festa na casa de shows Badalauê. Aproveitaríamos para permanecer e já ficar para a praia. Infelizmente não conseguimos pegar a balsa, pois a última havia saído as 18:00. Voltamos para a pousada e como era época de carnaval, fomos atrás de lugares animados, e encontramos uma "danceteria" chamada Barone´s, mas não estava funcionando. Fomos a uma rua (esquina da delegacia) que estava tendo festa. Fica próxima a pousada. Ficamos tomando umas latinhas até as 20:00. Chegamos à pousada com uma fome estrondosa e resolvemos comer algo. Pedimos de entrada um tira-gosto de Queijo do Marajó (R$ 5,00). Veio tanto queijo que quase não comemos o prato principal. Pedimos um Parafuso Marajoara R$ 14,00 (uma espécie de macarrão cheio de camarões regionais e creme. Uma delícia! Dava para 3 pessoas, mas para não estragar, comemos tudo []. Fomos para a pousada, pegamos um ventilador e colocamos dentro da barraca. Foi tudo de bom a idéia. Noite maravilhosa! 4º dia: Segunda, 07/02 Passeios à Praia do Pesqueiro e Fazenda São Jerônimo Acordamos as 9:00, tomamos café, batemos algumas fotos da pousada e saímos rumo à Praia do Pesqueiro que fica em Soure. Pegamos a balsa e atravessamos. Chegando em Soure, fomos ao Banco do Brasil (3ª rua), pois em Salvaterra só tem Banpará e Basa. Achamos uma cerâmica marajoara que fica a 2 esquinas após o banco, onde você pode comprar artigos regionais em cerâmica, inclusiva pode encomendar búfalos em todos os tamanhos. A atendente é muito educada e bem informada. O rapaz que prepara os objetos também muito educado e atencioso. Na verdade todos na cidade são muito atenciosos. Pegando a 4ª rua, no mesmo caminho da fazenda Bom Jesus, encontra-se a rua que te leva à praia do Pesqueiro. Já no caminho da Praia do Pesqueiro, encontra-se a Fazenda São Jerônimo (onde acorreram cenas do No Limite III). Nesta fazenda existem passeios a cavalo, mangues, etc. O local onde aconteceu as provas está precário. Foi mal cuidado[]. Segundo o pessoal da fazenda, estava saindo caro a manutenção. Mesmo assim pedi permissão para conhecer. Tirei algumas fotos também. Saindo da fazenda mais uns 15 minutos de carro com asfalto bom, chega-se à praia. Mas vale a pena! Uma praia imensa. Você pode entrar com o carro na praia e ficar parado na barraca do seu gosto. Cuidado pra não ir a partes que a areia está fofa. Aproveitamos muito. Paramos em uma barraca que havia somente cerveja Cerpa. Quem não conhece vale a pena experimentá-la. A Estrutura de restaurante achei meio fraca em relação à da praia de Joanes e Praia Grande (Salvaterra). Pedi um peixe frito R$ 15,00 (filhote ou pescada amarela ou pescada branca), mas veio da barraca ao lado, eles só tinham Dourada (outro peixe). Experimente Filhote ou Pescada Amarela. Dica: Quando a praia está vazando, fica uns laguinhos legais para ficar de "molho" (foto acima). Rodamos pela praia de carro, tiramos algumas fotos e saímos às 17:00, e às 18:15 pegamos a balsa de volta a Salvaterra. Jogamos bastante ping pong na pousada e lanchei um delicioso sanduíche de Filé Marajoara (filé de búfalo com queijo do marajó). Tomamos um banho e fomos dormir. 5º dia: terça, 08/02 Acordamos às 9:00, fomos ao café. Fomos rapidamente conhecer o centro de Salvaterra onde tem tipo uma beira-mar. Não batemos foto pois estava muito quente. Acabamos não voltando ao local. Saímos para conhecer as Ruínas de Joanes que tínhamos esquecido quando estivemos lá na praia. Joanes é como se fosse uma cidadezinha. Para chegar no centro de Joanes, basta seguir direto na estrada que te leva lá. Em vez de dobrar na praia, segue-se direto até o fim da linha. Tudo no asfalto. O único lugar sem asfalto foi pra ir pra fazenda Bom Jesus, em Soure. Por falar nisso achei as ruas de Salvaterra em melhores condições do que as de Soure. Batemos fotos das Ruínas dos Jesuítas do Século XVII. Em seguida retornamos pela mesma rua, e pegamos outra rua à direita, que te leva também à praia de Joanes, próximo a umas pedras com árvore, que vocês irão notar, quando chegarem à praia. Batemos mais algumas fotos, mas não ficamos. Resolvemos voltar no sentido da nossa pousada, e fomos passar o dia na Pousada dos Guarás. Batemos fotos na praia "particular", piscina, chalés e cavalos. Dica: conversando com o garçom informando que vai consumir, o banho é liberado na piscina. Cuidado com os preços. Pratos em torno de R$ 40,00 para duas pessoas. Há alguns tira-gostos que valem a pena como o Filé de Búfalo no Palito R$ 15,00 (filé em pedaços, com torradas e legumes). Obs: pode-se passear de búfalo ou à cavalo na pousada. 15 minutos custa em torno de R$ 2,50. Saímos da pousada por volta das 17:00h. Saímos da Pousada dos Guarás por volta das 17:00h. Chegamos em nossa Pousada e tomamos um banho gostoso. Por falar nisso o banheiro da pousada é tudo de bom. Na verdade, tudo é bom nesta pousada, apesar do preço ser razoável. Tomamos uma banho rápido e seguimos andando até a Praia Grande, pois de lá ia sair um bloco de carnaval. Seguimos pelas ruas de Salvaterra pulando aquelas antigas marchinhas. Pulamos e bebemos bastante, até chegarmos na 4ª rua, onde o bloco parava e dava lugar para uma aparelhagem (uma espécie de som montado, onde ficam alguns Djs tocando de tudo, principalmente músicas paraenses como o Brega). Tomamos um Tacacá (comida típica do Paraense - uma cuia com tucupi, camarão, jambú e goma) e um Vatapá (esse, vocês devem conhecer) e seguimos andando uns 4 quarteirões até a pousada. Jogamos ping pong e resolvemos pedir um sanduíche marajoara, pois a fome era grande []. Dormimos....... 6º dia: quarta 09/02 Último dia [V]. Fomos tomar café e batemos as últimas fotos na pousada. Tiramos a manhã toda para arrumação. Limpamos a barraca (que estava imunda devido as chuvas), arrumamos as coisas no carro. Resolvemos almoçar na pousada. Deixamos tudo pago e reservamos uma Caldeirada R$ 20,00 para as 14:00. Fomos até a Praia Grande que fica em Salvaterra, a 2 minutos da pousada. Praia bonita, com estrutura boa de restaurantes, mas preferi Joanes e Pesqueiro. Tomamos umas duas skol e retornamos para a pousada. Saboreamos nossa caldeirada, nos despedimos. Saímos às 15:05 e chegamos em Camará às 15:45. Existe uma fila pequena para pegar a balsa. Dica importanteid="red">: quando você compra a passagem Belém-Camará, já compra Camará-Belém. A viagem de volta não foi muito boa, pois balançou muito e como estávamos de barriga cheia, quase que volta tudinho [xx(]. Enfim, foi tudo maravilhoso, as pessoas são muito hospitaleiras. Salvaterra é mais calmo que Soure, porém onde você ficar será bem atendido e terão pessoas para te dar informações caso precise. Joanes é um lugar bastante calmo também em épocas de baixa estação. Vale a pena conhecer a Ilha do Marajó. Aconselho ir de carro caso queira gastar menos pois tudo fica longe. Caso não seja possível ir de carro, você pode fechar um pacote de hospedagem + passeios com um hotel (Pousada dos Guarás, Hotel Ilha do Marajó, Pousada Boto). Outra opção seria usar serviço de táxi (cobrado por percurso e não por taxímetro -Salvaterra-Soure em torno de R$10,00). Há também o serviço de Mototaxi. Acesse os links que disponibilizo no site para saber mais sobre pousadas, locais de ecoturismo no Pará, etc. Mais Informações: Detalhes da balsa Belém-Camará-Belém Envio Transportes (249-3400 / 249-3081) Valor: Carro pequeno: R$ 42,00, Carro Médio: R$ 50,00, Cada Passageiro paga R$ 8,00 Pedestres classe econômica R$ 8,00 (banheiro, tv) , pedestres classe vip R$ 11,00 (ar, banheiro e tv) Saem Diariamente. Estrutura para cerca de uns 40 a 50 carros. Travessia leva em torno de 3 a 4 horas. * Outro meio de transporte é através de navio. Passagens e embarque no galpão 10 da CDP. Em torno de R$ 11,00 a R$ 15,00. Detalhes da Balsa Salvaterra-Soure-Salvaterra Envio Transportes (249-3400 / 249-3081) Valor: Carro pequeno: R$ 5,78. Acompanhantes não pagam. Pedestres não pagam. Sai de 40 em 40 minutos. Balsas começam as 5:00 ou 6:00 e terminam as 18:00 ou 19:00. Travessia leva em torno de 5 a 10 minutos. Restaurantes Famosos Salvaterra: Restaurante Pajé, Restaurante Lá em Casa, Restaurante da Pousada Boto (fantástico) Soure: Minha deusa e Delícias da Nalva Joanes: Peixaria do Sales e Restaurante do Jacaré Lugares legais para conhecer Salvaterra: Praia Grande Pousada dos Guarás Fazenda do Carmo (não cheguei a conhecer) Passeio no manguezal (informar-se com a Pousada Boto) Soure: Praia do pesqueiro (muito legal) e Araruna (não conheci) Fazenda São Jerônimo (passeios à cavalo, mangue) Fazenda Bom Jesus (fantástico) Dona Eva - 91 3741-1243 Joanes: Ruínas dos Jesuítas Praia de Joanes Informações sobre a Pousada Boto. A pousada fica dos dois lados da pista. De um lado fica o camping, redário (local para quem quiser dormir em rede), sala de jogos, banheiros, lavanderia e alguns chalés. Do outro lado, fica a casa dos proprietários, administração, restaurante, pracinha e mais alguns chalés. Site: http://www.pousadaboto.com.br End.: Av. Alcindo Cacela, esquina com a 5a travessa. Tel: 3765-1539 Valores: Chalés (R$ 75,00 casal c/ café da manhã); Camping: R$ 25,00 casal c/ café da manhã; Redário: R$ 5,00 por rede (eles alugam a rede) s/ café da manhã.
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