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  1. Um breve relato de Como iniciou o Prédio em Ruínas. Localiza-se na Vila de Paricatuba, no município de Iranduba, bem próximo a Manaus, com apenas 40 minutos, via terrestre pela AM-070 (Estrada Manoel urbano). A construção teve inicio em 1898, a cargo do governo do Estado do Amazonas, para servir como uma grande hospedaria para imigrantes italianos que viriam da Itália para trabalhar no nosso Estado - era um prédio suntuoso e imponente, era um luxo e sofisticação, com janelas em estilo colonial, vasos de louça inglesa e tijolos e vigas portugueses de alta durabilidade. Segundo a Dona Rosângela Barbosa, moradora e uma das lideranças do lugar: “Era uma construção que foi feita para durar a vida toda. Todas as paredes internas eram revestidas com azulejos, os assoalhos eram de pinho, as calhas eram de cobre, as descargas de ferro, o material era muito caro e de ótima qualidade, foi tudo jogado fora, um grande desperdício do dinheiro público”. No governo do Constantino Nery, em 1900, foi oferecida para a instalação de uma obra educacional. Em 1904/5 Os espiritanos franceses montaram uma escola agrícola e profissionalizante, não vingou. O marco histórico foi em 1906, com a criação do Instituto Afonso Pena, contou a presença do Dr. Afonso Pena, presidente do Brasil. Por volta de 1924/25 foi criado a Profilaxia Rural do Amazonas, para a instalação de um leprosário, foram transferidos em 1930 e, em 1962 foi desativado e os doentes foram para a Colônia Antonio Aleixo, em Manaus. Em 1970 foi instalada a Missão Pistoia, com missionários italianos liderados pelo Padre Humberto Guidotti, eles reconstruíram parte do prédio, depois, ficou abandonado e virou ruínas. O Gasoduto Coari-Manaus estava projetado para passar por lá, houve um grande movimento para desviarem o traçado, como forma de compensação a Petrobrás iria recuperar o prédio, nada foi feito, continua em ruínas. Os braços dos Apuizeiros é que sustentam as paredes das ruínas, os jovens utilizam o local para jogar futebol de salão – os turistas ficam fascinados pelo que restou. Imaginem se o prédio tivesse sido poupado da destruição, seria uma beleza! Infelizmente, esta obra fantástica está mercê da floresta amazônica! Como Chegar 1 - De carro, pela estrada, passando pela Ponte Sobre o Rio Negro e seguindo em direção a Iranduba, após passar a entrada de Iranduba, (Não entrar), a 2 kms, vire a direita, siga até a Vila de Paricatuba, contorne sempre pela direita até o final da rua, ali está as Ruínas. 2 - Ônibus: exstem 2 formas; 1 - Ônibus saindo da rodoviária com destino a Vila de Paricatuba. 15,00 2 - Pegando o ônibus na "cabeceira" da Ponte Sobre o Rio Negro. 7,80 3 - Lancha rápida, saindo da Marina do David, pede-se ao comandante, para ficar na vila da Paricatuba 78,00 Se for em época de vazante, isto é, época de praias, tem a linda praia de Paricatuba bem na frente das Ruínas. Conta com alguns simples restaurantes, onde se pode comer um delicioso Tambaqui ou Matrinchã assados, Jaraquis, Sardinhas ou Pacus assados, churrascos de frangos ou carnes de gado, acompanhado de bebidas diversas. Caso precise de mais informações, é só perguntar. Chegando as Ruínas Escada que nos leva as Ruínas As Ruínas .... Por dentro das Ruínas, muitos fotógrafos aproveitam a beleza do local, para fazer Books Fotográficos. Esse local, erá para prender os louco s mais exaltados. Essa moça é uma modelo, que fiz o ensaio dela nas ruínas. Observe a grossura das grades, segundo os historiadores, esse local era escuro e sem comunicação. As fotos de agora em diante, são do interior das Ruínas, observe que os apuizeiros que "seguram" as ruínas em pé.
  2. Passar por Manaus e não fazer um passeio de lancha para ver o impressionante encontro das águas é como se a viagem tivesse sido em vão. Pode-se colocar as mãos na água, para sentir esse milagre da natureza. As águas dos rios Negro e Solimões correm por mais de 7 quilômetros em paralelo antes de formarem o grandioso Rio Amazonas Os rios são muito importantes para as pessoas que moram na região, pois é de onde vem o que elas comem, além de servirem como vias de deslocamento, chegada e saída de produtos do comércio local, fonte de pesquisas para cientistas do mundo inteiro e, claro, lazer. Os rios, são as estradas, aqui na Amazônia Saindo do Porto do CEASA, em menos de 10 minutos já está diante desse fenômeno que se expande por uma faixa de 7 quilômetros até que os dois rios se transformam em um só: o Rio Amazonas, o mas extenso e com maior volume de água do mundo. Por que as águas não se misturam ? Essa é a pergunta que nunca cala. Os turistas arriscam alguns palpites, mas por não ser estudiosos da área, então émelhor esper a explicação de alguém que pudesse falar com propriedade a respeito. Diversos elementos contribuem para que as águas dos rios não se misturem. * A começar pela velocidade de suas correntezas, que no Rio Negro é de 2 km/h, enquanto no Solimões, mais rápido, é de 6 km/h. * Outro fator importante é a temperatura das águas, que no rio escuro é maior que no rio barrento. * Densidade. * Composição e acidez são outros aspectos que influenciam nesse fenômeno. O Rio Negro nasce na Colômbia, onde é chamado de Rio Guainia. É o rio de águas negras mais extenso do mundo e o segundo maior em volume de água, desbancado apenas pelo Rio Amazonas, o qual ele ajuda a compor com o Solimões. O Solimões, por sua vez, nasce no Peru com o nome de Vilcanota, ao longo do caminho é chamado de Uicaiali, Urubamba e Marañón, até entrar no Brasil na cidade de Tabatinga, onde começa a ser chamado de Solimões. Ele tem esse aspecto barrento devido aos muitos sedimentos que acumula ao longo do trajeto que faz desde a Cordilheira dos Andes. O interessante, é que, em lugares banhados pelo Rio Negro a proliferação de mosquitos é menor, pois a água é mais ácida devido à grande quantidade de matérias orgânicas provenientes da decomposição da vegetação. Sendo assim, as chances de se contrair doenças tropicais como dengue, malária e zika são muito remotas. Para se ver livre dos poucos pernilongos que aparecem, use repelente e roupas compridas. Quantas informações para um único passeio, né ? Aprendemos muitas coisas novas e aos poucos vamos compartilhando todo conhecimento adquirido
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