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  1. Nascido na década de 70 e com sorte em ter nascido em uma família de classe média, desfrutava de uma vasta biblioteca que havia na casa do avô, que era um excelente médico de família pediatra como era conhecido naquela época. Nesta biblioteca já viajava o mundo desde pequeno, passando pelas antigas civilizações, arqueologia, astronomia e muito mais... Crescendo e sonhando em conhecer aqueles lugares, as viagens foram acontecendo, até que cheguei a Manaus na Amazônia - Brasil.7 Em pleno mês de junho de 2022, durante uma das maiores cheias dos rios. Ao descer do avião começo minha aventura no MUSA - Jardim Botânico da Amazônia, após pegar um Uber do aeroporto até lá. Entre trilhas passo pelo borbolhetário, serpentário, estufas de bromélias, orquídeas e cogumelos, além de um aquário com os peixes da região amazônica e o lago das Vitórias Régias com direito a jacaré e tudo. Tendo como ponto forte, uma das tendas que apresentam os esqueletos de 3 espécies de dinossauros encontrados na Amazônia, um Parussaurus Brasilienses "crocodilo" de aproximadamente 10 metros de comprimento, a preguiça gigante de 6 metros de altura e 2 ossadas dos Amazonsaurus Maranhensis, surpreendente me pegou de surpresa em saber que temos um Dino Brasileiro e por fim chego a torre de observação que fica a 42 metros de altura a cima das copas das arvores, de onde podemos ver e ouvir as aves e apreciar a vasta floresta amazônica e como era final de tarde, um céu em tonalidades deslumbrantes ao pôr do sol. Saindo dali me dirigi ao centro de Manaus onde me hospedei e fui jantar um Tacaca prato típico da região em pleno Largo São Sebastião, onde fica o Teatro Amazonas, o Monumento à Abertura dos Portos e a Igreja Arquidiocese de São Sebastião. A noite a iluminação, dá aquele charme encantando ainda mais aquele lindo cenário. Pela manhã do dia seguinte, caminho até o píer amarelo de onde saem os barcos da associação de barqueiros de Manaus e ali na hora contratei o passeio de safari "all day" que promete ir ao flutuante dos botos, onde tenho a opção de pagar uma taxa extra e entrar na água para interagir com os animais soltos em pleno Rio Solimões, confesso que foi uma experiência inigualável e que deixou um gostinho de quero mais. Dali um passeio entre os igapós e igarapés até chegar no Flutuante da Pesca ao Pirarucu, confesso que achei que realmente ia jogar o anzol na água, mas não, o peixe "isca" é amarrado na ponta da corda, e com a vara de madeira você apoia no costado do flutuante e encosta a isca na águas, os pirarucus que estão dentro de uma espécie de tanque, sugam a isca com uma pressão para dentro da boca e aí começa a briga, para a pesca você paga uma taxa por 3 varas com isca. Achei uma experiência muito legal já que os animais não sofrem maus tratos e os turistas podem conhecer a força e o tamanho desses animais que podem chegar a 3 metros de comprimento. Ainda nesse flutuante é possível comprar e degustar o churrasco de pirarucu no espetinho. Já por volta da hora do almoço o barco vai até o restaurante flutuantes, onde encontramos um self-service já incluso na taxa do barco, com muitas opções incluindo os peixes da Amazônia. Ao final do almoço, caminhamos entre a floresta por uma estrutura elevada de madeira onde é possível interagir com os macacos tipo prego soltos ao meio ambiente, mas lembrem-se de segurar muito bem seus pertences, pois os atrevidos roubam tudo que podem pegar... e relato que ouvi e vi pelo menos duas pessoas do grupo reclamar que levou um arranhão na perna e que havia perdido o sorvete e outra que relatou que o macaco havia tentado pegar o celular dela. O final do caminho chegava a um lago com Vitória Régia. Nossa próxima parada foi direto numa tribo indígena que ali embaixo da loca, fizeram pinturas indígenas no rosto daqueles que desejavam e apresentaram as danças e músicas realizadas em seus rituais, ao final apresentaram as iguarias locais, como formigas, cupins e peixes defumados com degustação para aqueles aventureiros entusiasmados. E fecharam com a interação a fauna local para fotos com uma jiboia e uma sucuri que tinha uns 2.5 metros de comprimento, preguiça e araras. Por fim, partimos para ver o Encontro das Águas, fenômeno visual da água escura do Rio Negro com as águas barrentas do Rio Solimões que ao se encontrarem não se misturam devido às temperaturas, densidades e velocidades serem diferentes. De volta ao Píer fui conhecer os pontos turísticos que ficam próximo ao centro, passando pela Praça Matriz 15 de Novembro e Catedral Nossa Senhora da Conceição, Museu da Cidade de Manaus e Centro de Medicina Indígena que fica ao redor da Praça Don Pedro II, que nela contém um coreto e chafariz lindíssimo, idêntico aos da Quinta da Boa Vista no Rio de Janeiro - RJ. Retornando ao hostel parei para degustar alguns sorvetes de frutas da região como graviola, cupuaçu, taperebá e tapioca. No dia seguinte, parti destino praias fluviais, peguei um ônibus que me levou até a Praia de Ponta Negra. Pensa numa praia bonita, organizada, preparada para receber turista, então padrão internacional. Dali fui caminhando cerva de 2km até a Marina do Davi, de onde saem os barcos da associação de barqueiros para as comunidades ribeirinhas. Peguei o primeiro barco para o Museu do Seringal, onde pude conhecer um pouco da rotina de trabalho escravo do Seringueiro e da vida de rei do Seringalista no início do século passado. O segundo barco me levaria a Praia do Tupé mas como estava submersa fui para a Praia da Lua, uma grande praia que devido a alta do rio estava com cerca de 1 metro de areia por 5 metros de largura, ou seja totalmente alagada, com os bares e quiosques em baixo d'água. Por último retornei a Marina no fim do dia. Querendo aproveitar a terceira noite retornei ao Largo São Sebastião onde por surpresa estava tendo uma apresentação do boi-bumbá de Parintins, ali entrei no restaurante Tambaqui de Banda e pedi um Juquirá frito ao molho a campanha acompanhado da Soda Amazonense de Cupuaçu. Finalizando a noite e afim de colecionar mais um carimbo no meu passaporte, fui carimbar o selo da Amazônia (Manaus, Santarém e Belém) e aproveitei para degustar uma cerveja artesanal da Cervejaria Rio Negro estilo Amber Ale. Pela manhã do quarto dia, desci caminhando para conhecer o Mercado Feira Manaus Moderna onde é possível ver uma grande variedade de frutas, popas, farinhas, grãos, castanhas, pescados, carnes, aves, verduras e legumes. Mas fica a dica, as lanchonetes tem sucos deliciosos e baratíssimos além do Açaí natural no copo com farinha que eu vou confessar ter colocado açúcar, é bem terroso para o meu paladar. Dali parti para o mercado de peixes e carnes Adolpho Lisboa onde possui também um centro de artesanato local e lanchonetes. Na sequência subi a rua passando pelo Palácio da Justiça e fui fazer a visita guiada ao Teatro Amazonas e andar pelo Largo São Sebastião. Já cansado voltei ao hostel e descansei o resto do início da tarde até ir buscar o carro que Aluguei especialmente para ir a cidade de Presidente Figueiredo - AM. As 16h comecei a dirigir em direção a este tão falado município das cachoeiras por 120km. Antes de sair de Manaus encontrei o Supermercado Assai onde comprei alguns insumos para a viagem. Chegando lá por volta das sete da noite me desloquem para a pousada Berro D'água no Km11 de Balbina. Ao acordar me vi diante a uma joia em meio a natureza, a cachoeira Berro D'água faz um poço do tamanho de uma piscina sem olímpica com um escorregador natural em meio às pedras, dali fui para a cachoeira dos Pássaros km13 para fazer a tirolesa, mas infeliz como era dia de semana, o pessoal que trabalhava com as atividades não estavam no local. Parti para a terceira cachoeira chamada Mutum no km51, depois de sair da avenida principal anda uns 5km até chegar, local não tem estrutura nenhuma, bem selvagem, mas tem uma praia de areia e atrás da queda uma caverna escondida... basta se puxar pelo cabo guia já instalado lá para chegar atrás dela. Automaticamente já havia ganho meu dia, minha viagem... até ir para a quarta cachoeira do dia, a cachoeira da Pedra Furada no km57. Parei o carro no final da rua de acesso e andei uns 200 metros... desci uma escada em madeira e bum... lá estava uma das cenas mas lindas que a natureza pode nos apresentar... 2 buracos entre um teto de pedra vomitando muita água... literalmente vomitando um esguicho de água. Simplesmente linda de mais... fiquei por lá umas 2 horas. "2 horras depois" fui para a última cachoeira do dia, a cachoeira das Orquídeas, fica dentro de um Parque Municipal das Orquídeas dentro da cidade, tem uma caminhada de 1200 metros até chegar... bonita más, mau frequentada... deu até medo! 😱 E assim foi o primeiro dia finalizando com um sorvete de Muriti no centro de Presidente Figueiredo. No dia seguinte, parti para o km6 onde fica a entrada da Gruta da Judeia e Cachoeira Maraogá, cheguei às 8h e aguardei até as 10h quando chegou um pequeno grupo e me juntei a eles (ou aguardava um grupo para pagar a taxa mínima ou pagava o passei cheio). Aí caiu o mundo, e durante toda a trilha andamos ao meio da lama e da água. Primeiro chegamos a Cachoeira Maraogá que cai na frente da formação de uma gruta alagada, onde particularmente fiz lindas fotos, depois segue por dentro do Rio que ela forma até chegar na Gruta da Judeia que tb tem uma queda d'água e várias entradas de gruta, e as fotos ficam fantásticas. Saindo dali em meio ao dilúvio, peguei a estrada e fui para o Município de Balbina, após cerca de 70km cheguei ao Pórtico da Eletrobrás, me identifiquei e fui para o restaurante as margens do lago para almoçar e pegar umas informações. Existe um mapa com as informações de Balbina, porém ao chegar na cidade, essas informações são muito falhas, a população local não conhece e aí fiquei perdido... tentei ir na Gruta do Batismo, más quando cheguei no local, havia muito lixo e nenhuma placa e muito menos segurança. Abortei a missão é voltei para Presidente Figueiredo sentido Boa Vista. No km120 (da placa) no mapa km16 peguei o acesso para a Lagoa Azul Park - Sítio do Marcelo, devido a chuva a estrada estava muito ruim, mas estava com veneno nos olhos e fui... chegando lá fui recebido pela Dona Jose, mãe do Marcelo e encaminhando para a área da lagoa azul onde fica o restaurante. Marcelo me recebeu e me explicou tudo sobre a área e que naquela noite por ser dia dos namorados, teria um cinema hoot para barracas e um lual em volta da lagoa, pronto a noite foi mas do que agitada para os casais que ali estavam... e eu, sozinho estava sozinho fiquei e tomei uma gelada e fui dormir cedo. No dia seguinte, acordei cedo... todos dormindo ainda, fui tirar fotos do local e cair naquela agua linda. Por volta da hora do almoço, fui para a Lagoa Azul do Maranhão na intensão de passar o fim do dia lá e dormir, lá já é um complexo que possui o igarapé vermelho, cachoeira, Lagoa Azul de Argila e o Fervedouro (nascente cristalina). Tentei chegar a cachoeira e não consegui (fraca as sinalizações) a cor do rio vermelho é deslumbrante, fui para o fervedouro e fiquei uns 20 minutos lá curtindo, depois uns mergulhos na lagoa azul de argila e pronto já havia curtido de quase tudo um pouco, sendo que ainda eram 16h... e o q fazer? Ganhei estrada e fui parar na Fazenda Iracema, que dá acesso às cachoeiras da Iracema e das Araras, além das cavernas e Grutas da Onça e da Catedral, onde fiquei até o último horário do dia. Voltando sentido centro me hospedei na Fazenda Santa Marta no km6 onde fica as Corredeiras Santa Marta. Já no dia seguinte pela manhã desci até as corredoras, tirei umas fotos e já pensando em voltar sentido Manaus, resolvi parar na Cachoeira Asframa (lugar bonito, organizado, tipo balneário) e dali pegar estrada sentido a Cidade de Novo Airão - AM. Já na estrada, passei por Manaus, peguei a Ponte Rio Negro e fiz minha primeira parada 70km depois na cidade de Manacapuru (cidade do festival de Cirandas), rodei a cidade tirei umas fotos e continuei mais 120km até Novo Airão. Cheguei por volta das 16:30h, fui para a casa de um conhecido e passei a noite. Dia seguinte fui conhecer a Cervejaria Sarapó e seus estilos de cerveja artesanal, passei o resto do dia entre o Parque Nacional de Anavilhanas (2 maior arquipélago fluvial do mundo) e o flutuante do Boto Rosa e até conheci uma família de caboclos da cidade onde fui convidado a conhecer e almoçar na casa deles. Dormi mais uma noite, e retornei para Manaus, a fim de entregar o carro alugado no Shopping Plaza Manaus onde havia retirado e pegar o Navio que saia ao meio dia para descer o rio até a cidade de Santarém no Pará. Entreguei o carro peguei o Uber correndo e fui até o Porto de Manaus. Chegando às 11.30h o guichê de vendas de ticket já havia encerrado as vendas do dia, então tive que correr até o navio e comprar o bilhete no portão do barco. Já no interior do Navio muitas pessoas viajam de rede... e eu como estava de camping só tinha isolante térmico e saco de dormir... procurei a parte mas fresca e com menos pessoas... preparei meu canto e lá permaneci por cerca de 30h até chegar no porto de Santarém - PA. No Navio eles servem as 3 refeições vendidas a parte no restaurante e tem um bar que vende guloseimas e bebidas durante toda a viagem. Chegamos a Santarém no Pará as 16:30h, desci do navio e fui atrás da passagem de volta para Parintins a fim de curtir o Festival do Boi Bumba nos dias 24, 25 e 26 de junho, já agendei logo uma passagem para o dia 24 data que teria outro navio subindo para Manaus, daí peguei um moto taxi e fui para a pousada que havia reservado ainda no navio. Em poucos minutos cheguei na pousada que estava a uns 3.5km do terminal deixei minhas coisas, peguei umas informações e desci para a Orla de Santarém afim de ver o por do sol. Peguei um ônibus sentido Orla que desce bem pertinho. Já na Orla dei uma caminhada, verifiquei ali que a maioria dos barcos faziam viagens para as comunidades próximas, tirei umas fotos do por do sol que é bem bonito, dá estátua eu ❤️ Santarém e já parei ali mesmo no Terminal Fluvial para jantar um Pato no Tucupi e degustar uma Cerveja Artesanal da Cervejaria Sovalen, atravessei a rua e tomei um sorvete de jabuticaba, e voltei caminhando para a pousada. No dia seguinte, tomei um café na pousada e já desci de ônibus para a Orla para conhecer o Mercado 2000 depois andando fui até o Mercado Modelo, passando pelas Igrejas e praças que ficam pela Orla até chegar no mirante que fica próximo do Terminal Fluvial e ter uma vista mas aberta do Rio Tapajós. Já próximo da hora do almoço, fui provar o Guaraná Paranaense, que é um mix de pó de guaraná, amendoim, castanha do Pará, xarope de guaraná, água e gelo. Pensa numa bebida pesada... mas muito gostosa. Sai e fui atrás de uma rede, para continuar a viajem mas confortável e próximo do Mercado Modelo tem uma loja na esquina em frente a Orla que consegui um bom preço, e acabei fazendo amizade com o proprietário, que ali mesmo já pedimos uma quentinha de Baião de 2 com ovos e passamos bons minutos conversando. Peguei informações de como chegar no Mirante e fui caminhando até a praça Fortaleza dos Tapajós de onde é possível avistar boa parte do Rio Tapajós e da orla de Santarém. Já a tarde por volta das 15h parei numa padaria e comprei um refrigerante Jesus da Coca cola, diga de passagem sabor babaloo de morango, depois voltei de ônibus para a pousada e aproveitei para baixar fotos e vídeos no Instagram e descansar um pouco. Já a noite desci novamente para a Orla, afim de conhecer a Cervejaria Casarão BrewPub que fica na Orla, chegando lá o recepcionista não muito cordial e jogando no telefone, desprezou meu pedido de tentar falar com um dos responsáveis do local, afim de pegar informações para vocês, da história e de como funcionava o BrewPub. Confesso que irritado saí do local e nem quis saber mais informações. Daí como não poderia de dar errado, fui jantar novamente no Terminal Fluvial que é charmoso as margens do Rio Tapajós. Dessa vez, pedi um Combinado Parabéns com um suco de Muriti e de sobremesa sai em busca do Guaraná Amazônico que é a mistura de uns 10 ingredientes que nem sei mais explicar. Já eram umas 22h tentei pegar ônibus e não consegui um direto, (acho que a noite não tem muitas opções) peguei um que me deixou na metade da rua e no fim voltei andando para a pousada. No dia seguinte, acordei e tomei o café na pousada, como o clima é muito quente resolvi ficar no quarto mesmo, com o ar condicionado ligado e postar mais conteúdos para vocês no integram, Facebook e aqui no mochileiros. Por volta das 11h fiz o check-out e peguei o ônibus sentido Mercadão 2000, descendo lá, quase de frente ao mercadão, na orla fica o Mercado de peixe, onde é vendido peixes pelos pescadores das comunidades vizinhas e nos fundos das bancas de pescado fica o alambrado para o rio, nele é possível avistar os botos, chegando lá olhei, observei e nada... até que chegou um menino e me perguntou: "se o sr. quiser ver os botos, eu cobro 5 reais, com direito a 2 peixes, podemos chama-los e alimenta-los daí o sr. filma eles." Que beleza... algumas batidas com o peixe amarrado numa corda e lá vem eles... os botos rodopiam e se esticam para pegar as iscas... até que conseguem... mas o registro fotográfico foi garantido. Voltei ao Mercadão 2000 e fui até um dos boxes restaurantes e pedi uma Costela de Tambaqui na Brasa com um refrigerante Guaraná Tuchaua da coca cola que ainda não havia provado. Após o almoço sai e fui caminhando por uns 30 minutos até o Centro de Artesanato Cristo Rei que era minha última parada de Santarém. Descansei um pouco no galpão climatizado e bem organizado, cheio de artesanato locais e por volta às 15h fui para o ponto de ônibus na rua dos bancos, para pegar o ônibus que me levaria a cidade de Alter do Chão. Já no caminho para Alter do Chão, desci no meio da estrada para conhecer a Cervejaria Tapajós, uma linda cervejaria que garanto ser um presente para as duas cidades (Santarém e Alter do Chão), linda e com o seu bar aconchegante convida ali os viajantes que passam a provar os deliciosos estilos que a casa vende em suas 8 bicas de Chopp. Lá conheci pai e filho, responsáveis pela cervejaria e produção que me apresentou a fábrica e o bar, além da história da cervejaria e ai gravamos uma bate papo para colocar em nossas Redes sociais. Por volta das 17h peguei novamente o ônibus e parti para Alter do Chão. Em Alter do Chão, desci no ponto final e desci duas ruas até o Manauara camping/redário que fica na rua da praia onde eu iria ficar, chegando lá o dono voltou uma rua comigo e me hospedou no hostel dele, pois o camping/redário estava em manutenção. Deixei minhas coisas no quarto e parti para a praça onde fica a Igreja NS. da Saúde, e um mini mercado, como estava quente fui comprar uma cerveja e descobri a venda uma Stout da Cervejaria VagaMundos e aproveitei para degustar lá sentado aos pés da escadaria da igreja. Ao lado começava uma apresentação de Carimbó, levantei e fui lá homenagear. Após alguns minutos voltei no mercado e comprei insumos para levar para o hostel e fiz uma janta rápida e fui descansar. No dia seguinte, voltei no mercado, pois havia esquecido o café da manhã, fiz um sanduba e desci as 8h para a praça atrás de algum grupo para dividir os passeios. Fiquei lá por cerca de 1:30h e só consegui marcar o passeio para o dia seguinte com um casal que havia conhecido lá. Fui até a associação dos catraieiros e fechei a travessia para a Praia do Amor, a travessia é silenciosa e tranquila pois as Catraias não possuem motor, chegando na praia comecei a caminhada para a Serra da Piroca, levou cerva de 30 minutos até a base e 10 minutos de subida, mas pensa numa subida cansativa. Do alto da serra é possível avistar a Aldeia de Alter do Chão, o gigantesco Rio Tapajós, a Ponta do Curumim e uma Lagoa que não me recordo o nome. A descida da serra foi mais devagar pois as pedras são pequenas, soltas e escorregam bastante. Cheguei na praia sentei numa mesa dentro d'água pedi água com gás e dei aquele mergulho refrescante. Reencontrei o casal que me indicaram ir ao Passeio da Floresta Encantada de ônibus ou Uber, pois de barco era bem caro. Sai rapidamente da praia do Amor e fui até o ponto final do ônibus que já me aguardava para sair. Uns 3,5km desci em frente ao Restaurante Caranazal, atravessei a rua e entrei pela porteira, caminhei até o final e lá estava o restaurante e a associação de canoas da Floresta Encantada. Aguardei alguns minutos e dividi o barco com 2 meninas de Santarém que ali estavam pela primeira vez à conhecer seu quintal de casa. O canteiro veio ate o píer do restaurante onde entramos e começamos o passeio. Durante o percurso de 30 minutos foi nos falando sobre as árvores e plantas que ali existiam e até que o filme da Tainá Amazônia foi gravado lá. A retornamos ao píer, me despedi de todos e fui para a estrada pegar o ônibus de volta a Alter. Voltando ao hostel fui fazer um rango e descansar um pouco. A noite fui na loja indígena ver o artesanato de vários tribos que são comercializadas, dei uma caminhada pela praça e fui comer uma canoa de caranguejo com farofa e um suco de biriba, voltei e fui dormir. Dia seguinte, acordei tomei café e fui para o local combinado com o casal, para pegar a lancha, o passeio escolhido era um doa mais longes, uma caminhada de 11km em meio a floresta par ver uma das maiores árvores do mundo a "SUMAUMA" saímos da praia e fomos navegando por uns 40 minutos até uma comunidade chamada Jamaraquá, lá descemos e fomos até o centro de visitantes, onde paga se a taxa local, preenche a ficha do ibama e entra na trilha só com guia local. Nosso guia era um rapaz de 22 anos chamado Rosilvan e com ele entramos na mata e fomos passando pela floresta sedimentar onde haviam seringueiras utilizadas para a remoção do látex para a confecção artigos indígenas, formigas de cheiro, formigas repelentes, ninhos de cigarras, pássaro namorador até que entramos na floresta primária e chegamos nas grandes árvores "Piquiá" que são enormes. Mas alguns minutos caminhando e chegamos na Sumauma medida por 22 pessoas abraçando-a. Cara pensa numa árvore de 58 metros de altura ou seja um prédio de 10 andares...só estando lá aos pés dela para sentir aquele ambiente mágico. Subimos mais um pouco e fomos até o mirante de onde é possível avistar a Floresta amazônica e o Rio Tapajós e a distância que havíamos percorrido de aproximadamente 5.5km, descemos e fomos tomar banho num igarapé de água cristalina em meio a floresta, ficamos uns 30 minutos lá se deliciando da água gelada até que pegamos a trilha e voltamos para a comunidade. Na comunidade tem restaurante, pousada, loja de artesanato, campo de futebol, escola etc. Pegamos o barco e no caminho de volta fomos parando nas praias do Cajutuba, Pindobal e Muretá. No Final o barco deixou a gente na praia do Cajueiro no Centro pra finalizar o dia tomando uma da Cervejaria Paraense "CERVEJA TIJUCA" e assistindo o por do sol. Voltei ao hostel fiz um rango e fui descansar. Dia seguinte, como as postagens estavam muito atrasadas resolvi dedicar esse dia para trabalhar um mocado e fiquei pelo hostel. Fim de tarde desci até a Praia para ver o pôr do sol e degustei a cerveja Red Ale que ganhei da Cervejaria Sarapó de Novo Airão. Já no penúltimo dia, acordei e fiquei trabalhando até o almoço, fiz o rango, comi, ai saí e fui dar uma volta na cidade, parei na loja Araribá de artigos indígenas e comprei um pingente e pulseira de pedra azul para minha esposa e fui caminhando até o CAT - Centro de Atendimento ao Turista que é um lindo lugar com um píer em madeira lindo que fica de frente para o por do sol e que está deprimente e se acabando, em outras palavras abandonado. Caminhei pela praça, olhei umas sungas e voltei para o hostel. Trabalhei até finalizar as postagens e fui ver o último por do sol de Alter do Chão nessa viagem. Descendo a rua na esquina parei na loja Araribá de artigos indígenas e comprei uma lembrança também para o meu filho, na rua de baixo parei na sorveteria Boto Gelato e comprei uma casquinha de maracujá com sorvete treme treme (maracujá com pimenta e cupuaçu com jambú). Fui para a orla fotografei o pôr do sol e passei no camping/redário para efetuar o pagamento das 5 diárias que fiquei em Alter do Chão. Voltei para o hostel e fiquei curtindo a música ao vivo do bar em frente, sentado na varanda e mais tarde fui dormir. Levantei por volta das 7h, tomei um café e peguei o ônibus para Santarém, desci próximo a igreja, passei na banca do guaraná do jovem e comprei mais um copo do delicioso guaraná com castanha do Pará e amendoim e fui andando até o Porto da empresa Erlonav que fica na Orla de Santarém e peguei meu passe livre para pegar o barco Anna Carolina IV que sairia as 12h ao lado do Terminal Hidroviário de Santarém, como ainda eram cerca de 10:30h fui no Mercadão 2000 comprar frutas e castanhas e aproveitei já almocei logo uma bisteca suína no mesmo box da costela de tambaqui assada na Brasa do outro dia. Peguei o ônibus para o terminal ali mesmo e fui até a um Porto ao lado do terminal hidroviário para ter acesso ao barco e arrumar minhas coisas além de dependurar minha rede nova... crente que ia conseguir dormir nela a noite toda, kkk!. 1:30h deitei no chão Por volta das 13.30h o barco partiu, chamo de barco pois eram bem menor do que o navio que havia pego em Manaus. Durante a viagem para Parintins conheci um grupo do Caprichoso e um casal do Garantido que me garantiu ser da diretoria e que me arrumaria uma camisa para não ter que entrar na tal fila da comunidade afim de entrar no bumbódromo. #SQN Chegamos em Parintins por volta das 9h da manhã do dia seguinte "sexta-feira" e nos dividimos, pois cada um tinha um destino diferente para ficar na cidade. Eu como a ideia de ir ficar num redário por 100 pau a noite fui convidado por uma das meninas a ficar num outro barco 0800 que já estava aportado lá que era de um amigo. Bom, vamos nessa! No caminho busquei informações sobre o próximo barco que iria para Belém e como faria para pegar o passe livre e os vendedores malandramente usaram do recurso que durante o festival os deficientes não têm direito a cortesia na passagem. Andamos por toda a Orla de Parintins atrás do tal barco, até que por fim, mas fim mesmo o encontramos. O último barco ancorado numa busca de quase 2h caminhando com o peso da mochila e a barraca nas costas, em baixo de um sol de 36graus e uma sensação térmica de uns 42graus. Lá estava ele um gigantesco navio ferryboat de 3 andares, tratei logo de amarrar minha rede e garantir meu canto no ar condicionado, woh-magavilha... Saímos deixamos as coisas e fomos para um de vários palcos espalhados na cidade, esse ficava na praça ao lado do porto, e como já havia andado muito com peso resolvi pegar uma bicicleta taxi que me deixou lá na praça. Ficamos ali cerca de 3h enquanto via a praça encher de vagar... o resto do grupo da torcida azul é branca se encontrou e fomos almoçar e depois resolvemos conhecer o Curral do Caprichoso, chegando lá novamente de bicicleta taxi, conheci um lugar bonito e organizado, que vale muito a visita. Me encantei e naquele momento virei Caprichoso, mesmo não conhecendo a história dos 2 bois. Fomos andando em direção ao bumbódromo e no caminho passamos pelo Campo de Futebol do Parintins que estava todo preparado para os show que ocorreram durante os dias anteriores ao festival. Mas alguns metros passamos pela torcida do Caprichoso que estavam na fila, onde aproveitei para saber mais como era o processo de adentrar pela fila da comunidade e fomos tirar fotos do Monumental Bumbódromo, bonito durante o dia, lindo durante a noite com suas luzes acessas. Como o sol estava estorricante, saímos dali e fomos caminhando uns 300 metros até a Catedral, que para mim era o centro da festa, diga de passagem, que ao mesmo tempo que havia toda estrutura lá, estava o caos, pois os guardas não fecharam as ruas e no meio de toda aquela gente, passava todos os tipos de veículos... uma puta falta de segurança tanto para os que dirigiam, para os pedestres e centenas de ambulantes e suas barracas. Lá havia a linda Catedral de NS do Carmo com a sua enorme Torre de observação onde podia ver toda a cidade, os pavilhões com feira indígena, história do festival, venda de artesanato e o turistódromo onde busquei informações sobre gratuidade e me disseram que era inconstitucional e me passaram o contato da ARSEPAM (Agência reguladora de Serviços Públicos) caso eu precisa se de ajuda para entrar no barco poderia solicitar um fiscal. Achei foda isso mas não sei se funciona mesmo. Mandei mensagem para o casal do Garantido e so promessas, ai resolvi comprar a camisa do Caprichoso e fiquei ali bebendo até umas 23h, resolvi deixar o pessoal la e voltei ao barco para descansar pois o dia seguinte ficaria o dia todo na fila. No dia seguinte "sábado", acordei as 6:30h e fui caminhando até o bumbódromo, no caminho encontrei uma padaria e comprei meu café e já pensando que ficaria o dia todo na fila comprei besteiras para lanchar durante o dia. Cheguei na fila que já tinha uns 200 metros as 7:15h e ali fiquei até a hora da entrada no bumbódromo que foi por volta das 16:30h. Ainda cedo recebi uma mensagem do casal dizendo que tinha chego em cima da hora, que tinha sido corrido, mas que me ligava mas tarde para eu pegar a camisa do Garantido #SQNDENOVO. Por volta das 13h já embaixo da tenda de entrada, já organizei para guardar os lugares do grupo que chegaram lá pelas 15h. PS: ♿️ não precisa entrar na fila, é só ir direto na entrada e apresentar a carteira. Mas para mim já era tarde... já tinha passado a porra do dia todo no inferno... "calor da porra" salvo por um cidadão local que estava lá segurando vaga para vender e ganhar uma prata que arrumou umas caixas de madeira para a turma sentar. Embora a fila fosse exaustante fiz outras amizades ali e dei boas risadas. Em fim entramos e fomos para o meio da arquibancada que no setor da galera da comunidade era no meio de uma das laterais do bumbódromo. PS: indico ir mais para o canto do centro... para ver o espetáculo na diagonal. Logo após entrarmos, começou com o esquenta da bateria do Garantido, pois nesse segundo dia seria a Caprichoso a iniciar sua apresentação. O sol caiu e aí começou a festa, com as apresentações e agradecimentos e depois com o esquenta da galera do Caprichoso. Por volta das 20h o Caprichoso entrou e começou o maior espetáculo folclórica do mundo... gente só vindo pra ver! O que mais me impressionou foi a interação do público com o espetáculo. A galera sai do chão mesmo e veste a camisa. 20 minutos antes de acabar a apresentação da Caprichoso eu já não me aguentava em pé... sentei para descansar e a toda hora a turma em volta mandava levantar e cobrava a todos o máximo pois a escola ganha pontos com a interação. NÃO PODE DEIXAR A PETECA CAIR! #PQP finalizou a apresentação por volta das 22.30h eu já morto bati em retirada para o barco, enquanto o resto do grupo ficou para assistir a apresentação do Garantido. No domingo, levantei e voltei na padaria para comprar um café e descobri que lá eles faziam um pão manual que me relembrou a um pão (cassetinho) que eu comia quando viajava para a casa de praia do meu avô em Pedra de Guaratiba - RJ, ainda criança. Como era o último dia, não tinha onde ficar pois o barco iria retornar no final naquele dia para a cidade de Oriximiná e eu fui atrás de um albergue que me cobrou um absurdo pra ficar lá os 3 dias de barraca até eu pegar o navio para Belém, falei que voltaria no final do dia e fui embora, e como eu tinha que aproveitar para conhecer os outros pontos turísticos da cidade, fui até o Curral do Garantido, mas nem me liguei que estava com a camisa do Caprichoso, só reparei porque todos que ali estavam me olharam diferente, saí de fininho e fui rodar as praças e igrejas, mercado municipal e finalizei subindo a Torre da Catedral para ver a cidade. Por volta das 11:30h com quem eu esbarro? O casal sem graça já veio me falando que não deu etc, #blablabla (diz logo que não rola e pronto eu hem!) encontrei o grupo para almoçar e fomos de moto carreta taxi para um resort com piscina, que nos indicaram chamado kwait chegamos na entrada e a surpresa, era pago, 120 pau e faltava 3h pra acabar o show ao vivo e fechar a casa, saímos andando bolado e descobrimos que a 500 metros tinha um outro que você pode usar a estrutura e só paga a consumação "day use" chamado de Resort Amazon River. Já próximo ao final dia, e sem uma definição do meu próximo passo na viagem, entre ir para a cidade de Óbidos com uma parte do grupo ou ficar em Parintins, pois o próximo barco para Belém será na quinta feira, comecei a busca por um barco para Santarém afim de adiantar a viagem e pagar mas barato na estadia, rodei em todos os barcos até que, fui informado que o ferryboat regional (único disponível) sairia do outro lado da cidade, busquei informações de onde ele estaria e fui lá confirmar. Bom, deu tudo certo... andei de um lado da cidade ao outro 2 vezes, parei para comer um churrasquinho completo (arroz, vatapá, farofa, carne), peguei minha mochila e barraca (em Parintins não possui camping) e subi a bordo do Regional rumo à Santarém com saída programada para as 05h da manhã. O navio é gigante e estava cheio de espaço pois estava arrendado para o grupo que estava abordo dele para o festival. Já com a minha rede armada e de banho tomado deitei para dormir e cansado como estava acordei com o ligar dos motores... "primeira noite completa dormindo na rede" e o Navio lotou do nada! Zarpou as 5h como marcado e fomos rumo a cidade de Santarém com previsão de chegar às 17h. Acordei com nariz entupido acho eu que por causa do sol, tô bem queimado, e o ar condicionado do barco que estava um luxo ontem a noite. PS: aqui não existe COVID19! #SQN Já em Santarém, ao desembarcar soube que estaria saindo um outro Ferryboat para Belém chamado Amazônia IV, automaticamente pulei de navio, esse como não tinha verificado com a agência de venda de passagens o passe livre desenrolei direto com o gerente do barco, que me autorizou a viagem. Já abordo estiquei minha rede e minha saco de dormir no chão e fui ver algo para comer, pois estava roxo de fome, ao descer para o restaurante do navio, descobri que esse possuía um fogão de 2 bocas para uso coletivo, fiz um miojão com arroz e mandei para dentro. O barco partiria do porto de Santarém as 22h após receber a carga que iria levar para Belém, ainda eram 18h, o jeito foi se ajeitar e aguardar. No dia seguinte pela manhã acordei as 8h e desci para tomar café, e para o meu espanto o café era das 6h as 7:30h (OBS: tem que checar sempre os horários, cada barco segue sua própria rotina), o jeito foi aguardar o almoço. Viajamos por 2 dias até o Porto de Belém. Cheguei em Belém já a noite, de quarta feira, por volta às 19h. Desci no píer próprio do ferry que era cerca de 3.5km do centro, e o jeito foi pegar um Uber até o Hostel Amazônia que fica a poucas quadras das docas. Após fazer check-in e pegar minha cama e as informações do hostel, fui até o mini-mercado já comprar algo para comer e já deixar o café da manhã ajeitado, depois andei até a farmácia para comprar uns remédios para gripe, tudo em torno ao hostel. No dia seguinte, pela manhã após o café, fui andando até a docas que ainda estava fechado e continuei a caminhada sentido ver-o-peso, Praça do Relógio, Museu de Artes Sacras, Forte do Presépio, Casa das 11 Janelas, Catedral da Sé, retornando a pousada pelo mesmo caminho até chegar na docas, aí adentrei e percorri os 3 pavilhões que são tipo um shopping com lojas, restaurantes e a Cervejaria Amazon Beer. Passei o resto da tarde na pousada descansando e postando sobre a passada por Parintins. Na sexta acordei, tomei café, e fui caminhando até a Praça da República onde fica o Theatro da Paz, aguardei alguns minutos e fiz uma visita guiada pelo lindo e fascinante teatro de Belém. Rico em história e ostentação como no Teatro de Manaus. Dali desci até a Praça Santuário de Nazaré, onde fica também a Basílica Santuário NS de Nazaré. Como já havia andado um bom pedaço, resolvi pegar o ônibus e ir até o Parque Mangal das Garças, e me surpreendi com um espaço lindo, arborizado, com lagos, pontes, ilhas e chafarizes, além de centenas de aves soltas e até mesmo dentro do cercado que você pode visitar e chegar bem próximo delas. O borbolhetário lindo, cheio de borboletas em meio a cascatas e pequenos lagos com Vitória Régia. Subi a Torre de observação do parque que fica a uns 30 metros de altura, e é possível ver todo o parque assim como uma grande parte da cidade de Belém do Pará. Feliz, retornei andando cerca de 1km até o Mercado ver-o-peso e como ainda não havia almoçado fui provar os sucos de popa das frutas que ainda não lembrava de ter provado, e nessa foram 4 copos e muitos sabores (buriti, araçá, uxi, taperebá), de barriga cheia kkkk, procurei o amuleto da sorte do povo do Pará (Muiraquitã) voltei para a pousada para tomar um banho e postar mas novidades nas redes sociais. Sem muitas mais opções, resolvi tirar o sábado na praia, mas antes fui até o terminal hidroviário para saber o horário do barco para a Ilha de Marajó, no ponto em frente peguei um ônibus até o Trapiche de Icoraci, de lá peguei uma lancha para a Ilha de Cotijuba, chegando no píer da ilha desci e peguei o caminho da primeira praia que estava a 700 metros, caminhei cerca de 10 minutos chegando na Praia do Farol, praia bonita com alguns bares, vários salva vidas. Água barrenta e sem ondas, clima caribenho, joguei minhas coisas numa mesa, pedi um cerveja Devassa e fui dar um mergulho aparentemente gostoso, mas de água morna. Acabei a cerveja e vi no maps que ao lado havia outra praia, cerca de 300 metros chamada Praia do Amor, caminhei até lá e cheguei numa praia mas deserta e sem bares ou quiosques, tirei umas fotos e fui atrás da que todos falavam que prometia ser a The Best. Caminhei cerca de 1 hora (tinha opções de moto taxi e moto-charrete e bondinho) até que cheguei no lado da ilha mas badalado, com muitas opções de hospedagem, bares e restaurantes, desci na praia e lá estava a praia com muitas pessoas frequentando-a. Uma praia bonita, grande, com vários salva vidas mas para mim uma praia comum. Tomei uma água com gás e um choppe (sacolé), e após 1h curtindo o visual com direito a chuvada resolvi voltar de bonde para o píer. Em frente a parada do bonde em quanto aguardava a sua partida das 15.40h aproveitei para comer um bolo e tomar um suco de murici. O trajeto de retorno durou cerca de 30 minutos de bonde e que me poupou bastante as pernas. Chegando no Píer a Barca já aguardava a saída pelas 17h. Corri na bilheteria e consegui um passa livre que foi uma mão na roda, subi abordo e aguardei cerca de 25 minutos e durante a espera, um dilúvio caiu como em todas as tarde de Belém. Retornei ao píer de Icoraci, caminhei uns 500 metros e peguei um ônibus sentido ver-o-peso desci na Docas, passei no mercado e fui para o hostel, já nos hostel troquei uma ideia com o pessoal, fiz um rango postei mas coisas nas redes sociais. Domingão, último dia de Belém, acordei cedo e fui andando até o Museu das Gemas do Pará que fica numa antiga prisão desativada chamada de São José Liberto que para minha surpresa só abria as 10h. Em frente e ao lado existem duas praças, e ali fiquei até a abertura. Entrei e de cara na porta a direita uma Capela muito peculiar em meio às rochas de fortificação do muro da prisão, nela havia somente um cristo crucificado e uma tela não identificado. Já na porta a esquerda o Museu de Gemas do Pará e a porta para o pátio central, na entrada do museu havia um cristal de quartzo gigante, entrei no Museu de Gemas que hora havia taxa de entrada mas no momento em que entrei estava gratuito, lindas pedras preciosas e semi-preciosas, para quem gosta de pedras é bem interessante. Saindo dali e entrando no pátio central um lindo jardim com lago e mais cristais gigantesco. Rodando o pátio encontrei uma porta "Memória da Cela" onde existem vários itens feitos e usados pelos presidiários na época além de fotos e informações. Rodando ainda o pátio encontrei banheiros e várias lojas de joias, na última porta me levava a uma espécie de fábrica de joias com ourivesaria e lapidação, e em mais uma porta que nos leva a um grande espaço, creio que novo, pois havia lojas, lanchonete, espaço de lazer, etc. Saí dali e vi no maps que próximo ficava outro ponto turístico que se chama Portal da Amazônia, caminhei por uns 2km e cheguei a uma linda orla com quadras, ciclovia e para minha surpresa, caminhando para o lado direito sai atrás do Parque Mangal das Graças. Já eram cerca de 12h, peguei um Uber e fui até o aquário de Belém que se chama Museu Goeldi, onde possivelmente teria um peixe-boi. Cheguei em 15 minutos entrei na fila da entrada, peguei minha gratuidade e parti para o aquário crente crente... estava desativado! PQP... perguntei para um funcionário o pq estava desativado e não soube explicar, aí perguntei o que mais tinha de interessante no parque e ela me respondeu, macacos, jacaré e a Onça... opa! A Onça! Fui lá vê-la e cadê?, não estava na jaula... fala sério! Peguei um ônibus sentido a docas e fui conhecer as cervejarias e comer alguma coisa. Nas Docas existe a Cervejaria AmazonBeer, sentei pedi uns dadinhos de tapioca e uma IPA - Índia Pale Ale e fiquei ali filmando e fotografando por uma hora. Lá eles vendem tanto o chopp no restaurante quanto growlers para você levar. Sai e atravessei a rua, em direção a Praça dos Estivadores e na quina da praça tem a Cervejaria Cabôca, num Casarão em 3 andares sendo o último um mezanino incrivelmente lindo, com acesso a cadeirante nos 3 andares por elevador. Vô que eles trabalham com garrafas e growlers além do chopp no pub. Saindo dali fui caminhando cerca de 3,5km até a Cervejaria Flor de Lúpulo, mas quando cheguei estava fechada, uma balde de água fria para quem havia andado uns 40 minutos. Na volta, passei no Theatro da Paz e peguei um ingresso para assistir uma peça que começaria as 17h, e voltei ao hostel para me arrumar e comer algo já que eram 15:40. Tomei um banho coloquei uma beca, e peguei o casaco, pois sabia que estaria um frio daqueles dentro do teatro, fui no mercado rapidamente e comprei pão e salsichas para fazer um hot-dog americano, preparei o lanche e na hora que comecei a comer caiu aquela chuva... as 16:55h sai em meio aos chuviscos e fui para o Teatro que estava cerca de 10 minutos andando. Chegando ao teatro me exigiram o comprovante de vacinação, apresentei e me mostraram aonde era meu acento e lá assisti a uma peça infantil, realizada por uma escola de teatro da cidade, e as crianças com certeza se superarão. Voltei ao hostel, postei mas algumas coisas e fui descansar, pois segunda feira estava a chegar e eu iria a Ilha de Marajó. Acordei as 7h de segunda, fiz um café e postei mais fotos, por volta das 11h fiz o almoço, preparei a mochila, almocei e fui para o Terminal Hidroviário de Belém, as 12:30h peguei minha passagem para Marajó e aguardei a Barca que sairia as 14:30h. Peguei a Barca para a Ilha de Marajó e tratei de subir para o último andar, lá haviam poltronas e na parte de trás um suporte para pendurar a rede, atei a rede, coloquei a mochila no chão ao lado, tirei o boot e lá viajei por 3h até aportar no porto de Camuru. Desci da balsa e lá já aguardava a balsa dezenas de vans e ônibus. Rodei alguns pesquisando preço e consegui uma que me deixava na porta do camping que é na estrada mesmo, num valor um pouco menor. A Van levou cerca de 40 minutos até que eu desci e já fui direto na recepção anunciar a chegada e saber como eram as normas ali. Armei a barraca, guardei as coisas e fui caminhar pela Orla de Salvaterra que é linda, bem iluminada e com as esculturas do peixe, caranguejo e eu ❤️ Salvaterra. Já eram 20h e com fome fui atrás do Filé Marajoara (filé de búfalo coberto por queijo de Búfalo) e consegui um numa pousada ali da orla mesmo. Observação: tem que pedir o prato para 1 pessoa ou meia porção, pois no cardápio não tem essa opção. Sentado ali conheci um casal que acabava de vir de Soure e me contava de suas aventuras, ao mesmo tempo me passando o contato dos guias locais em Soure que eles haviam adorado. Voltei na orla tirei umas fotos e cansado retornei a barraca para descansar e programar o próximo dia, já fazendo contato com os guias indicados. Terça pela manhã, acordei e fui tomar café na Pousada Boto, peguei umas informações de onde visitar Salvaterra e fui andar pela cidade afim de conhecer. Durante o caminho já fui negociando com o guia local de Soure os passeios pela região de Soure e também Joanes, e Águas Boas que fazem parte de Salvaterra, mas ficam distante cerca de 15km. Andei pelas ruas do centro de Salvaterra e saí na praça onde fica a Igreja, ao lado esquerdo fica o cais de onde sai os barcos para Soure, dei a volta e sai na orla da Praia Grande, caminhei até o fim da orla e acessei a areia que me levou até a ponta da Praia Grande, cerca de uns 15 minutos caminhando, lá encontrei o pessoal que fazia o passeio de 1 hora de búfalo andando dentro d'água, por trilhas e igarapés. Voltei a praia até a Orla e fui em busca do almoço, queria comer algo com caranguejo, até que no restaurante Rosa de Saron em frente ao Caranguejo da Orla, achei um omelete de caranguejo e acompanhava arroz, feijão, vinagrete e farofa. Sai e fui andando novamente até o centro atrás de uma sorveteria, mas dei azar e estavam fechadas. Voltei ao camping, tomei uma banho e comecei a postar conteúdos nas redes socais, quando o mundo desabou, choveu forte por mais de 1 hora, quando estiou corri no mercadinho que era próximo e comprei um lanche, voltei e fiquei na barraca até a hora que peguei no sono. Na quarta, acordei 7h arrumei a mochila dobrei a barraca e fui tomar café na Pousada Boto, por volta das 8:45h fui caminhando até a praça de onde saia o barco para Soure, entrei no barco e aguardei até as 9:30h horário de sua saída, e atravessou o rio em torno de 20 minutos até o Píer de Soure. Lá encontrei o guia David da Agência David Marajó Tour @david_marajotour que me levou até sua casa para guardar a mochila e sair de moto para o tour em Soure guiado por ele. Saímos e passamos pela rua 3 e 4 que são as ruas do centro, depois fomos conhecer a loja de Curtume Arte e Couro do Marajó onde existe as cabeças dos 4 tipos diferentes de búfalos de Marajó e alguns artigos em couro fabricados por eles na lojinha a venda. Saímos e fomos até a Casa do Artesão Marajoara Nimbaraio onde se vende artesanatos locais, onde não consegui mais uma vez encontrar os Muiraquitã que tanto busco. Dali fomos em direção a Campos Naturais, no caminho paramos nas piscinas naturais, lindas de água cor azul ao esmeralda, que já me convidava ao mergulho. Dali entramos na Fazenda Bom Jesus e passamos pelos campos alagados onde os búfalos de Marajó se adaptaram e ao final da estrada encontramos a bifurcação que a esquerda me leva a Praia de Cajú-Una e a direita a Praia do Céu, que são em duas comunidades distintas. Voltamos e fomos em direção a Praia do Pesqueiro, a mas famosa da Ilha e mais estruturada. Chegando na praia já fui logo sentando no lombo do búfalo Baiano da raça Carabal e dando uma volta pelas areias da praia. Depois como já era de se esperar, sentamos eu e o David "Guia" e comemos um peixe File de Filhote Marajoara (filé de peixe com cobertura de queijo de búfalo). Pegamos a moto e fomos para a última praia do passeio que é mas próxima do centro, no final da rua 14 entramos na Fazenda Araruna e seguimos a estrada que vai dar na Praia da Barra Velha, de cara uma praia atraente cheio de sombras naturais e muito convidativa, adorei! Ficamos por uma hora nela, eu andei de um lado ao outro e tirei algumas fotos e resolvemos voltar passando pelo hostel lunar que eu havia agendado minha hospedagem em camping, sendo que era na área rural, mas pensa numa área rural longe e no meio do mato, me perdi só em tentar chegar lá, desisti e voltamos a cidade. Sai andando em direção a Orla de Souer, passei por um grande búfalo de cor mas clara, parei no eu ❤️ Soure para tirar aquela foto e fui em direção ao mercado modelo da cidade, passando pela praça da orla, Igreja do Menino Deus e chegando a rua 3 onde o Mercado Modelo. Aí tive a ideia de girino de andar até o Farol de Soure que fica na rua 10, mal eu sabia que a rua 10 não tinha fim...fui caminhando, passei pelo cruzeiro de Soure que fica ao lado de um campo de futebol e mais a frente entrei na rua 10, agora pense numa rua longa, andei andei andei e no final da rua eu precisava pegar um caminho pela praia de uns 300m até que cheguei no bendito farol. Em quanto isso as nuvens de chuva do fim do dia se aproximavam e o sol ia caindo no horizonte, no retorno passei pela homenagem ao campeão de UFC de Soure e pelo Bar Badalado Las Vegas, onde entrei para confirmar se havia alguma cerveja especial, mas infelizmente não, por sorte na volta peguei alguns pingos, mas cheguei seco a casa do Guia David que me ofereceu estadia por uma noite lá com ele. Cheguei tomei um banho e o guia me levou ao Restaurante Solar do Bola para comer o verdadeiro filé de búfalo com queijo de búfalo "Bife Marajoara" acompanhado de fritas e arroz cremoso ao leite de búfalo. Super indico este! Voltamos e fomos descansar. Dia seguinte, acordei arrumei a mochila, pois resolvi voltar para o camping de Salvaterra, pois só encontrei hospedagem em Soure mas cara que o dobro do que eu estava pagando em toda a viagem... e como íamos fazer o passeio guiado por Salvaterra já ia aproveitar para deixar a mochila lá no camping e no retorno para Souer, já descia por lá. Fomos no mercado modelo tomar café. Comi uma tapioca de queijo e um copo de café com leite de búfalo, tirei umas fotos do mercado modelo que estava aberto e fomos pegar o casal que também iria para o passeio em Salvaterra. Aguardamos a balsa sair uns 10 minutos e atravessamos o canal para salvaterra (carro paga $22 moto paga $8 bicicleta e pessoas é gratuito). O guia passou pela praça onde fica a Igreja Matriz de Salvaterra e parou no Salão Paroquial que é de venda de artesanato local, daí fomos até a ponta de Salvaterra de onde se vê uma ilhota entre Salvaterra e Soure e o farol de Soure. Fomos até a Praia Grande e apresentou a Orla para o casal que estava junto. Seguimos em direção a Água Boa, onde chegamos numa linda praia, banhada por um igarapé vermelho de água geladinha, atravessamos a ponte sob o igarapé e fomos até os quiosques na beira mar, sentamos e eu sai para dar uma caminhada até os cantos da praia, um havia a saída do igarapé que formava um lindo rio e do outro lado um canto de pedras encantador, ficamos cerca de 2h lá. Pegamos o carro e fomos para a famosa Praia de Joanes, que particularmente eu a achei uma praia comum, com vários quiosques que você pode parar o carro quase na areia. Vi muitas pessoas esticando a rede, ligando o som do carro e curtindo sua vibe. Por volta das 14h chegou um barco de pesca com 2 peixes de aproximadamente 50 e 85 quilos chamado de filhote, mas pensa num filhote de 1,5metro. Logo depois dos pescadores venderem seus peixes começou a chover e aí o guia achou melhor adiantamos, pois não iria parar a chuva. Saímos e passamos rapidamente nas ruínas dos jesuítas e na Igreja Matriz de Joanes, tiramos umas fotos em meio a chuva e voltamos em direção Soure. Desci no caminho, na Pousada Boto, pois não iria voltar para Soure devido ao preço das hospedagens. De volta ao camping do Boto, esperei a chuva dar uma estiada e corri no mercado, pois eram 15h e ainda não havia almoçado. Comprei uns insumos e fiz um rango, aproveitei que o dia estava instável e aproveitei para postar uns vídeos. Final do dia chegou um casal no redário, conversamos um pouco e fomos dormir. Dia seguinte, pensando em ir a Soure e alugar a moto do guia para dar mais uma volta em Soure, o tempo continuava instável, aí desisti e fiquei pelo Camping, mas por volta do meio dia, pra me sacanear, o céu abril e fez aquele calor... sai e fui atrás de outra iguaria da Ilha de Marajó, o doce de leite feito com leite de búfalo, aproveitei comprei um pedaço do queijo e aí já sabem! Deu mach! Como eram cerca de 400g de doce, dividi para 2 dias e guardei a metade para o dia seguinte. Fim de tarde, parti para a Orla, afim de curtir o local e o final do dia, mas uma hora depois, novamente entrou uma frente fria que veio em forma de rolo, e as nuvens com o vento forte chegaram rapidamente. Fugi da praia e voltei para o camping pensando que iria tomar aquele banho de chuva, mas quando cheguei a nuvem passou, caiu meia dúzia de pingo e nada mais! Acho que não era mesmo pra eu curtir a Orla de Salvaterra. Fiquei pelo camping mandando mais vídeos, quando chegou o casal Alex e Fernanda no redário, trocamos umas ideias, falei que o dia seguinte seria meu último dia na ilha e que eu iria em Soure para conhecer uns pontos que não tinha conhecido e eles me convidaram para ir com eles de carro, pois eles iriam também a Soure, ai eu fui descansar, pois eles iriam sair cedo. Sábado, acordamos eu comecei arrumar minha mochila, e fomos tomar o café da pousada, pedi na recepção para agendar a van, que me pegaria pra me levar ao porto de Camará, saímos pegamos o carro e fomos em direção a balsa para atravessar o carro para Soure, descemos da balsa e fomos ver os búfalos da polícia montada do Marajó na praça ao lado do mercado modelo, tiramos fotos e conversamos um pouco com os policiais. Saímos e fomos experimentar o sorvete especial da Q-Sorvete Marajó, são 3 tipos diferentes, eu fui no Marajó Pai D'água que é de doce de leite, queijo e leite do Marajó, e castanha do Pará. Pensa num sorvete gostoso! Me despedi do casal, pois já eram 11h e eu precisava voltar para Salvaterra, caminhei até o Trapiche e as 11:25h peguei o barco po-po-po para o centro de Salvaterra que chegou 11:45h na praça da Igreja Matriz, dali voltei rapidamente para o camping, pois tinha que acabar de desmontar a barraca e fechar a bolsa, e fazer um rango rápido para a viagem de retorno a Belém. 13:30h a Van passou e me pegou, a viajem até o Porto durou cerca de 30 minutos, aguardei o guichê abrir e peguei a passagem pela gratuidade. Ao entrar no navio ferry achei estranho pois era totalmente diferente do que eu havia ido, e foi aí que descobri que ele não iria para o Terminal Hidroviário de Belém e sim para o Porto de Icoraci, mesmo lugar onde peguei o barco para ir a Ilha de Cojituba. Em fim voltei a Belém pelo lugar errado e tive que pegar um ônibus para o centro, pois eu voltaria para o hostel Amazônia que havia ficado anteriormente. Chegando no hostel, fiz o check-in e voltei para a mesma cama do mesmo quarto que eu havia ficado antes, deixei as coisas no armário com cadeado e sai para comer alguma coisa, andei em direção ao Theatro da Paz e não encontrei nada aberto, voltei e parei em frente ao mercadinho, numa barraca de sanduíches, pedi um Hot-dog e voltei para o quarto, tomei banho e fui descansar. No domingo, levantei e fui no mercado ver-o-peso para tomar café e comprar umas lembranças, parei na barraca e tomei 3 sucos (Tropical que é de Açaí com Maracujá, outro de Muruci, e fechei com o bacuri). Dei uma volta pelo artesanato e comprei Muiraquitã em colar e chaveiro, depois parei na barraca do café, pedi um café com leite e tapioca de queijo, presunto e ovo. Atravessei a rua e entrei no Mercado Modelo que é todo em ferro estilo europeu e voltei para o hostel, caminhando por dentro das docas. Deitei e descansei até umas 14h quando levantei e resolvi almoçar no shopping, pois ali próximo ao hostel só havia açaí com peixe e farofa. Caminhei até o shopping por uns 15 minutos fui até o terceiro andar na praça de alimentação, pedi um strogonoff (ruim de mais) e uma cerveja. Fiquei por ali até que pensei em dar uma olhada no cinema, cheguei na bilheteria e perguntei qual seria o preço para deficiente e a moça do caixa me informou que era gratuito! HEM! Me vê um ingresso para o próximo filme então HaHaHa! Sem ter o que fazer no último dia de viajem bora gastar tempo no cinema... e sair daqui ainda vou ver se tem peça no theatro. Rss! Assisti o filme do Thor Amor e Trovão, desci as escadas e peguei a rua sentido a praça da república, pois o Thiago do Hostel Amazônia havia me dito que tinha um carrinho de sanduíches muito bom na rua atrás do Theatro da Paz. Achei o padrão em frente a conveniência Tem Tudo pedi um sanduba e mandei pra dentro. No retorno ao hostel o Bar da Praça ao lado do Theatro estava aberto e rolando uma música ao vivo, perguntei qual era o chopp que havia na casa e o garçon já veio com uma prova e disse que era da Cervejaria Cabôca. Sentei e pedi 2 rodadas tirei umas fotos, curti um som e voltei para o hostel. Dia seguinte, segunda feira, dia de pegar o avião para casa, acordei e fui tomar um café na padaria, diga de passagem que café... Sanduíche de queijo e peito de Peru mais do que caprichado. Voltei para o hostel arrumei a mochila, tomei um banho e me arrumei para ir cedo ao aeroporto, imaginando em tentar pegar um voo antecipado, #SQN. Cheguei meio dia no aeroporto e só saí de lá no horário do único voo da azul rumo a SP, para depois ir para o RJ. Algumas horas, no aeroporto ouvindo música, até que embarquei e cheguei a SP às 20:20h e já aguardei a conexão que já ia sair as 21:15h. Chegando ao Rio as 22:10h. Peguei o Uber e fui pra casa. Resumindo foram dias incríveis, locais maravilhosos, pessoas sensacionais que conheci e só tenho a agradecer, a Deus e a todos que conheci durante a viagem, além da minha família que estava aqui ansiosos me aguardando voltar. A próxima já está no destaque do instagram... segue lá... fui... Atualização final dia 11 de julho 2022 Mais fotos e vídeos: no Instagram @penaestradacervejeiro VEJA TAMBEM O ROTEIRO COM PREÇOS
  2. Fala Aventureiros, Estava em busca de uma viagem de aventura e acabei fechando a Amazônia. Sonho antigo de visitar uma tribo indígena, boi bumba e descer o Rio Amazonas de barco até a foz. Sou um viajante solo, tenho 44 anos e sou deficiente físico, e criei um roteiro de 4 dias em Manaus, 5 dias em Presidente Figueiredo, desço o rio até Santarém para conhecer o caribe amazonense lá em Alter do Chão, volto para Parintins para vivenciar a maior festa folclórica da região Norte, por fim descendo até Belém e finalizando ns Ilha de Marajó. Creio que em ate 30 dias, consiga fazer tudo que pesquisei com folga e que todo o planejamento siga conforme a dança. Conforme a viagem for acontecendo vou postando mais conteúdo e atualizando aqui no site. Ou da uma moral e segue la no Instagram @penaestradacervejeiro Abaixo segue uma breve do roteiro, quem quiser dar umas dicas... sempre bem vindo: Manaus 1 dia Taxi para o aeroporto $20. Aeroporto passagem só de ida $535, uber até o museu $30, no Museu Musa ($gratuito para deficiente, Agendamento por email), uber para o hostel $34.90, hospedagem no Hostel Manaus quarto compartilhado $55 diária, paguei 3 diárias $165. Jantar no tacaca da Gisele bem em frente ao teatro $22 e sorvete de tucumã 1 bola e meia $4 em frente ao tacaca da Gisele. 2 dia Café na padaria $6,25 Passeio de 1 dia (ALL DAY) paguei $90 direto no porto. visitamos: - Mergulho com boto rosa custa $ 10 para tirar foto ou $ 20 para mergulhar com o boto - Pesca de Pirarucu pesca custa 10 reias com 3 iscas, churrasquinho de Pirarucu custa $10 com farinha de mandioca, farofa e molho de tucupi - Almoço com trilha para ver a Vitoria Regia, água com gás custa $8 e suco de frutas regionais custa $13 - Tribo indígena $5 a pintura $10 para tirar fotos com os animais - Encontro das Águas Retorno 15:30h Caminhada até a Bahserikowi - Centro de Medicina Indígena $0800, Praça da Polícia (Praça Don Pedro II), Museu da Cidade de Manaus $0800, Praça XV de Novembro onde fica a Catedral Ns. da Conceição. Passei no Pier dos Navios para verificar valor do barco para Santarém $180. Voltei passei no mercado e comprei insumos para o café da manhã $56,48 3 dia Onibus para praia da ponta negra $0 ♿️ Almoço PF de Costela de Tambaqui $17 Banheiro $1 Barco da Marina do Davi para o museu do Seringal $20 Entrada museu $10 Barco para Praia da Lua $12 Barco para a Marina $10 Onibus para o hostel Manaus $0 ♿️ Ida a pé até a cervejaria Mahy Volta de uber $9.99 Ida a pé ao localhostel carimbar o passaporte com o visto da Amazônia. E degustar a Cerveja artesanal Rio Negro Amber Ale $22 Jantar no Tambaqui de Banda com o prato de Jaraqui frito $27 e de bebida Soda Amazonense de Cupuaçu $16 (total do jantar com 10% $47,30) Finalizando o dia com sorvete de Cupuaçu na sorveteira African House no Largo São Sebastião. $3,80 4 dia Fui no Mercado Manaus Moderna tomei Suco de tapereba $2, comi Açaí $3 copo com muito açúcar. Mercado Adolpho Lisboa tomei Suco de Graviola $8 e comi um X-caboquinho $15 (tapioca, tucumã, banana, queijo quali) Teatro $0 ♿️ tomei um Sorvete na sorveteria barbarellas tapereba $3.90. Uber para ir buscar o carro no Plaza shopping $12,91 Aluguei carro ($75 unidas rent a car) mais $22 da lavagem e $700 de calção (a estornar), na estrada fiz compras no mercado Açaí $65.58 e ir para a cidade de Presidente Figueiredo, na Mana sorveteria no centro perto da rodoviária na chegada tomei sorvete de graviola $3, complemento para a janta $10,15 ficar no camping $35 Cachoeira Berro D'água sensacional. Dia 05 Suco de Muriti $4 depois Cachoeira dos passaros entrada $10 tirolesa $10, cachoeira do Mutum $15, cachoeira Pedra Furada $10, Cachoeira das Orquídeas $0800 na Mana sorveteria no centro perto da rodoviária tomei sorvete de tapioca $3,45 e Cachoeira Berro dagua $10. Camping $35. Dia 06 Gruta da Judeia e Cachoeira da Maraogá $30 dividido no grupo, almoço no restaurante do Mirandinha em Balbina, PF + suco de Cupuaçu + wifi total $29, gasolina $100, camping Lagoa Azul do Marcelo $45 cerveja $12 Dia 07 Fervedouro do Maranhão $15 Cachoeira de Iracema $10 Mercado $24,50 Sorvete de Cupuaçu $4,12 Camping na Fazenda Santa Marta $20 Dia 8 Cachoeira Asframa $10 Gasolina $206,83 Indo para a cidade de Novo Airão Lanche $9 Hospedagem $0800 Dia 09 Lanche $10 Visita a cervejaria Sarapó e pontos turísticos na cidade. Hospedagem $0800 Dia 10 Volta para Manaus parada no Café Tradicional da Priscila comi tapioca de queijo e café $32, entregar o carro, abasteci por $173,50, peguei uber para o Porto de Manaus $11,33, paguei $5 para entrar no porto e $180 a viagem no Navio Amazon Star com saída 12h, já no navio paguei a janta $20 e água com gás $5 dia 11 Descendo o rio para Santarém - PA com pré visão de chegada as 16h café da manhã $10 almoço self-service $25 Chegando em Santarem Pousada $85 Dia 12 Chegando em Santarém, moto taxi ate a pousada $10 hospedagem $65 na pousada Guarana da Claudia fiquei 2 diarias $130, ver o por do sol da orla do tapajós e a noite fui conhecer o terminal fluvial turístico jantei e tomei 2 chopps Pilsen artesanais da Cervejaria Sovalen $59.40 e de sobremesa tomei um Sorvete de jabuticaba $3,84. Obs: segue o link do cardápio do Terminal Fluvial Turístico: https://www.hubt.com.br/massabor-trapiche/ Dia 13 Fui de onibus para o Mercado 2000 $♿️ sai dá-lo e na orla comprei uma brahma com o rotulo do festival de Parintins $2.99 fui andando ate o mercado modelo, comprei um copo do Guaraná Tradicional $10 e sai para comprar uma rede $60, almocei uma quentinha $10 rodei por praças e igrejas e fui até o mirante na orla perto do terminal e comprei água e guarana Jesus $7,10 depois voltei de onibus $♿️, a noite voltei de onibus $♿️ ao terminal para jantar $46,20, comprei uma coca cola na volta para a pousada de 1L por $5.99. Dia 14 Pegei ônibus $ ♿️ para ver os botos no mercado do peixe, paguei $5 para o menino que fica atraindo os botos, almocei mo mercadão 2000 $20 e fui andando ate o cristo rei - centro de artesanato do tapajós, peguei onibus sentido Alter do Chão $ ♿️ parei na cervejaria Tapajós para conhecer, peguei outro ônibus $ ♿️ para ir para Alter do Chão, hospedagem em camping $35 paguei 5 diárias $175, cerveja artesanal VagaMundos $10, Mercado $6,25. Dia 15 Mercado para o Café da manhã $18 , travessia de catraca (barco) para a ilha do amor $10, trilha até a serra da piroca, já na praia bebi 2 águas com gás $12, volta de lancha rápida $10, a tarde peguei o ônibus $ ♿️ para ir até o restaurante caranazal e ter acesso às canoas para ir a floresta Encantada, paguei $20 dividindo o barco (valor do barco $50), voltei de onibus para Alter do Chão $ ♿️, mercado complemento jantar $27,50 Dia 16 Passeio para a Trilha do Pequiá $180, guia local $150 mas como estávamos em 3 pessoas ficou $50 para cada. Dia 17 Mercado complemento almoço e jantar $26 Dia 18 Lembrança para a esposa $50 e para o filho $10, sorvete final de tarde $16 maracujá com pimenta e Cupuaçu com jambú. Dia 19 Onibus para Santarem $ ♿️ navio subindo o rio $ ♿️ para chegar em Parintins, hospedagem em redario $100 com café, Dia 20, 21 e 22 Em Parintins não fiz uma relação de consumo, mas gastei um total de aproximadamente $250 Hospedagem $0800 Cerveja litrao $10 total $100 Água 500ml na rua $5 total não lembro +- $15 - ganhei muitas da igreja Batista. Água 2L no mercado $5 entrada do festival $fila 0800. Água no bumbódromo $7 cada total $21 Flal "sacolé" $2 total $10 Almoço $10 total $40 Sanduíche $13 Camiseta $30 Churrasquinho completo $7 Padaria $19 + $7 Torre da Catedral $5 Moto taxi e bicicleta taxi $30 (3 viagens) Cachorro quente $5 Dia 23 Navio de volta para Santarém $♿️ Café no barco $2 - 2 und Dias 24 e 25 Navio para Belém $♿️ 3 Refeições $ 60 Uber $14,96 Hostel Amazonas $30 = 5 diárias $150 sabonete $3 Mercado $43,19 + $3,88 + $17,74 Farmácia $25,38 Dia 26 Museu artes Sacras $♿️ entrada $6 Forte do Presépio $♿️ entrada $4 Casa das 11 janelas $♿️ entrada $4 Almoço no mercado ver-o-peso $20 comi Açaí com farinha e peixe Dia 27 Theatro da Paz $♿️ Mangal das Garças $♿️ passaporte $20 Museu do Ciro $♿️ entrada $6 Sucos e refrigerante $20 + $3 dia 28 Ônibus para trapiche de Icoraci $♿️ Barco para Ilha de Cotijuba $10 Cerveja na praia do forte 600ml $10 Água com gás na praia vai quem quer $5 Chope (sacole) $2 Bolo e suco $8 Bondinho para o pier $5 Barca de volta a Icoraci $♿️ farmácia $20 Ônibus volta ao hostel $♿️ Mercado $16,45 Dia 29 Museu das Gemas do Pará $0800 Água de 2 litros $3,50 Uber para aquário do Museu Goeldi $12,96 Entrada Museu Goeldi $♿️ Onibus para as docas $ ♿️ Cerveja Ipa e dadinhos de tapioca $38,72 Ingresso Theatro da Paz $♿️ Mercado $ 9,13 Dia 30 Barca para Ilha de Marajó $♿️ Café no Terminal Hidroviario $2 van para salvaterra $12 hospedagem em camping do boto $30 = 2 diárias $60 Dia 31 Camping na Pousada Boto $60 Jantar $45 Água e coco gelado $7 Almoço Torta de Caranguejo $25 Mercado $14,28 Dia 32 Barco travessia Salvaterra X Soure $6 2 copos de suco bacuri $5 2 Águas de coco $8 Andar no búfalo $10 Almoço $101,20 Água de 1.5L $2,50 Jantar $62 Guia $60 + 140 Dia 33 Água 1.5L e 5 balas $3 Mercado $15,71 Dia 34 Almoço $20 Doce de leite $12 Queijo de Marajó e coca cola 14,50 Dia 35 Camping na Pousada Boto $60 Q-Sorvete Marajó Souer $15 Barco retorno Salvaterra $6 Van retorno Porto de Camará $15 Balsa Camará X Icoraci $♿️ Ônibus para o hostel $♿️ Hot-dog $8 Dia 36 3 sucos $15 2 chaveiros de Muiraquitã $10 1 colar de Muiraquitã $5 Bombons $40 Café da manhã $10 Almoço $16,90 Cerveja $7,90 Cinema $♿️ Bar da praça $22 Hostel Amazônia Belém $60 Dia 37 Passagem de volta $812,57 Belém X Rio Café da manhã $8,40 Farmácia $68,05 Almoço $8,19 Guarana no aeroporto $7 Uber retorno aeroporto X casa $34,98 Siga nossas Redes Sociais Veja fotos e vídeos: @penaestradacervejeiro VEJA TAMBÉM O RELATO COM FOTOS Link abaixo:
  3. Fomos passar o Reveillon 2020/2021 em Salinas ou o Sal para os mais íntimos, aproveitamos para conhecer uma Praia que é bastante visitada, porém alguns de casa ainda não conhecem. Resolvi registrar... A travessia parte da Praça do Pescador, no início da Orla do Maçarico. Chegamos de carro no local onde estacionamos no acostamento (sem custos) e logo visível fica um trapiche da associação de barqueiros. O Ccusto foi de travessia foi de R$ 10,00 (dando direito a ida e volta por pessoa). Estacionamos sem custo e sem problemas com locais proibidos(fiscalização), muitas pessoas levam suas bebidas nas caixas térmicas, o bares no outro lado não geram problemas, para o consumo de comidas costumam cobrar os 10%, ficamos na primeira barraca onde tem umas casas de palhas recém construídas. O custo médio de um prato para 3 pessoas sai por R$ 75,00. O lugar é bem procurado por família e casais. Poucos carros aventuram-se a atravessar a extensa praia do Farol até essa ponta (final da praia do Farol). Os barcos atravessam de 4 até 15 pessoas, uma travessia de 5 minutos. o Local rende excelentes fotos! O Local conta com 3 barracas (bares), serve uma boa comida, não possui rede elétrica o que fica melhor por não ter som em grande volume. O local aceita pagamento em cartão ou transferência bancária. Não vimos pacotes divulgando o local nem outros tipos mas acreditamos que o local tenha outro atrativos turísticos, pois vimos muitos Guarás indo para seus locais de descanso. Em breve voltamo a explorar.
  4. Caros amigos mochileiros, tudo bem? Estou indo para Belém para um fim de semana, porém meus horários são bem apertados, chego no dia 05/09 (12:00pm) e meu voo de volta é no dia 07/09 (16:00pm). Gostaria de saber se da pra eu aproveitar um bate-volta no mesmo dia (06/09) até a Ilha de Marajó? Se sim, vocês poderiam me dar dicas? Será minha primeira viagem sozinho e estou com muita vontade de conhecer essa ilha cheia de encantos!!! Um abraço!!!
  5. Estou devendo esse relato há quase um ano. Mas agora, talvez possa ajudar quem está procurando um destino pra passar o ano novo: Ilha do Marajó! Lindas praias, belas paisagens, búfalos, guarás, uma rede na varanda e sossego. voo direto SP-Belém hospedagem Soure: Hostel Tucupi hospedagem Belém: Galeria Hostel (está fechado agora) Belém-Marajó: navio (ida) barco rápido (volta) Decidi a viagem na quinta-feira a noite, e na sexta a noite já fui pro aeroporto. Era 28 de dezembro de 2017. Paguei caro. Mas valeu cada centavo. Não deu tempo de pesquisar muito, também não achei informação com facilidade. Mas o norte estava me chamando e eu fui. E adorei! Peguei um voo direto de SP a Belém, na madrugada do sábado 30 de dezembro. Cheguei a Belém umas 3h da manhã e fiquei lá no aeroporto esperando amanhecer. Por volta das 6h, fui de Uber para o Terminal Hidroviário, em busca de uma passagem pra Marajó, pois não consegui comprar nada nem informações pela internet. Missão impossível: a fila ocupava o terminal inteiro, e muito antes de chegar perto de mim, o barco das 7h encheu. O próximo barco era o "navio" (a versão mais lenta de travessia), só às 14h e me deixaria no porto de Camará, mais longe, onde ainda teria que pegar um ônibus até Soure. na minha breve pesquisa antes da viagem, li em algum lugar "COMPRE O VIP, VOCÊ NÃO VAI SE ARREPENDER". E eu me lembrei disso e comprei o vip. Custou R$ 37, era uma poltrona, em ala separada, com ar condicionado.
  6. No dia 01 de Março de 2016, eu e minha esposa iniciamos a nossa viagem ao estado do Pará, mas precisamente à cidade de Sta Izabel do Pará, partimos de São Gonçalo no estado do Rio de Janeiro, foi um planejamento de alguns meses e também pedindo a Deus que nos abençoasse nesta viagem. Como era a nossa primeira viagem de carro deste porte em torno de 3100 km. Consultamos aqui no mochileiros.com algumas pessoas que já tinham feito viagens longas. Fizemos o planejamento e quando foi no dia 01 de Março de 2016, partimos às 6:00 hs para o estado do Pará. O nosso carro é um Gol 1.0 (8v) ano 2003/2004 com GNV. A minha preocupação era justamente viajar num gol 1.0 . Mas este gol que esta conosco até hoje nos levou e nos trouxe tranquilamente, graças a Deus. Foram 4 dias para ir, pois tivemos que passar ainda em Goiânia na casa do meu cunhado. o nosso trajeto foi bem conhecido, pegamos a BR 040 até Brasília, ou melhor até Luziânia-GO. Depois pegamos a BR-153 ( Anápolis - Belém). Essa estrada precisa de um certo cuidado, pois tinha alguns trechos com buracos. Mas deu para ir tranquilo. Agora, para dormir a noite, dormíamos no carro, em postos de Gasolina de bandeira. Gente valeu a pena !!! Como o meu carro tem GNV, então até BH, eu fui utilizando o GNV para dar um certa economia. Esperamos que este relato, sirva de incentivo para você que tem vontade de viajar. Um grande abraço, fiquem com Deus. Casal : Jairus e Rosa Maria
  7. Olás, Alguém tem dicas de hospedagem no esquema bom e barato em Belém do Pará? As informações que encontrei por aqui são um pouco antigas. Obrigada 😃
  8. Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado. Foto 1 - A companheira de viagem Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir. Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar. Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma: Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí Parte 2: Cânions do Sul Parte 3: de Torres a Chuí Parte 4: Uruguai Parte 5: da região das Missões a Chapecó Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília Parte 7: Chapada dos Guimarães Parte 8: Rondônia Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre Parte 10: Viajando pelo rio Madeira Parte 11: de Manaus a Roraima Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas Parte 14: Ilha de Marajó e Belém Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba Parte 16: Serra da Capivara Parte 17: Sertão Nordestino Parte 18: Jampa, Olinda e São Miguel dos Milagres Parte 19: Piranhas, Cânion do Xingó e uma viagem de carro Parte 20: Pelourinho Parte 21: Chapada Diamantina Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras Parte 23: O retorno e os aprendizados O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros.
  9. [CONTINUANDO...] Depois de chegar em Belém ainda tive um longo caminho até meu destino, primeiro que fiquei mais ou menos 7 dias, cheguei dia 19 e consegui passagem apenas para o dia 25, sorte que de Belém para Brasília foram apenas 2 dias e olha que ainda tive que ficar 8 horas no posto de gasolina pois o ônibus pregou e tivemos que esperar outro.DETALHE: quem está ali pagando passagem ( de R$530 reais) deveria estar muito chateado com a falta de atenção da empresa que apenas nos deixou lá sem amparo algum em relação a comida ou segurança. Nos 7 dias conheci aquilo que consegui em Belém, até porque estava poupando o máximo que conseguia, conheci o mercado Ver- o- peso, onde tive a honra de conhecer Dona Colo , se você não conheci pode digitar no Google : dona colo de Belém do Pará que você encontrar inclusive o site da sua barraca, ela é uma figura conhecida de Belém que trabalha há 31 anos com ervas medicinais na feira do ver-o-peso, aprendeu com a sua mãe que aprendeu com a sua avó e agora passou para ela que está passando para os seus três filhos. (tem foto nossa nos anexos) quem for no mercado não pode deixar de passar pela sua barraca, ela faz banhos, vende perfumes, remédios e além de tudo é uma pessoa muito simpática. Conheci também em Belém a estação das docas, referência nacional, o complexo turístico e cultural congrega gastronomia, cultura, moda e eventos nos 500 metros de orla fluvial do antigo porto de Belém. Ficar na casa da minha amiga que mora em Belém, ajudou muito em relação a poupar dinheiro, tanto por não pagar estadia, quanto em relação a comida, pois a família me acolheu de uma forma tão boa a gente se deu super bem que conseguimos negociar em relação a comida também, claro que eu sempre que podia ajudava com algo. Chego na primeira cidade da Bahia (Barreiras) no dia 28 de Dezembro e no meu destino final dia 29 de Dezembro, apenas um dia,porém longo, com várias paradas em rodoviárias na Bahia, passando por pequenas, médias e grandes cidades, estradas com barro, asfalto, dentro da Bahia passei por: barreiras, vitória da conquista, Itabuna e então finalmente Ituberá onde estava acontecendo o festival que eu estava indo UNIVERSO PARALELO, foi minha segunda edição, a primeira fui me avião e translado, nessa me aventurei bem mais como se pode ver, porém a primeira viagem foi muito importante por ter aberto meus olhos em relação a viver viajando, e se isso era ou não possível, o up foi o primeiro contato que tive com essa realidade. Conheci pessoas, fiz amizades de poucas horas mais com muita intensidade nas conversas, nos favores, eu tenho muito que agradecer, pois encontrei no meu caminho pessoa boas, não sei como foi a experiência de outras pessoas em relação a viagens de ônibus, porém o que eu encontrei foram pessoas muito dispostas a ajudar uma as outras, desde o "olha aqui pra mim enquanto vou no banheiro.", "olha meu celular ali carregando.", recebi dicas para as cidades que estava indo, conversei sobre acontecimentos da minha vida com quem normalmente dividiria apenas com amigos de longas datas, até café da manhã me pagaram. Enfim, valeu muito a pena. Girls we can do it! Redes sociais: @loamaria.joana @licemj 20171229_062957.mp4
  10. Ano passado eu fiz um mochilão pela américa do sul (Bolívia, Chile e Peru), usei o relato do Rodrigo Vix e sou super grata a ele pelo roteiro compartilhado no site, por isso nada mais justo do que compartilhar o meu roteiro de um destino pouco conhecido por brasileiros. Todo ano tiro férias e procuro ficar o maior tempo possível viajando e nesse mochilão de 2017 eu conheci o Rafa, que virou meu companheiro de viagem e nessas férias de out/2018 e o roteiro foi o seguinte: 06/10 Rio de Janeiro X Manaus 07/10 Manaus X Selva 08/10 Selva 9/10 Selva X Manaus 10/10 Manaus X Presidente Figueiredo X Manaus 11/10 Manaus X Santarém 12/10 Santarém X Alter do Chão 13/10 Alter do Chão 14/10 Alter do Chão 15/10 Alter do Chão 16/10 Alter do Chão 17/10 Alter do chão X Santarém X Belém X Ilha de Marajó 18/10 Ilha de Marajó 19/10 Ilha de Marajó 20/10 Ilha de Marajó X Belém 21/10 Belém 22/10 Belém X Rio de Janeiro No meu instagram eu deixei toda essa viagem nos meus destaques, quem quiser ver ou tirar alguma dúvida, pode me mandar por lá também: @duane.santo Na verdade quando nos conhecemos em 2017 combinamos de ir pra Colômbia, mas como o dólar subiu muito acabamos desistindo e encontramos a Amazônia como um lugar que ambos queriam conhecer. Então comecei a pesquisar tudo com o Rafael e fechamos nosso roteiro. Segue a saga (é a primeira vez que escrevo um relato, qualquer dúvida perguntem): Dia 1 - 06/10/18 O grande dia da viagem chegou. Check in feito no sábado anterior (é sempre bom fazer uns dias antes) e Rafael já estava a caminho. Botei minha mochila nas costas, peguei um ônibus e depois um BRT em direção ao aeroporto do Galeão. Cheguei um pouco cedo no aeroporto, encontrei o Rafael e fomos pesar nossos mochilões em um balcão de check in desativado. O mochilão do Rafael pesava 12 kg e o meu 8kg. Distribuímos o peso para evitar problemas na hora do embarque, pois não queríamos pagar para despachar os mochilões. (50 reais é 50 reais, né mores?). Almoçamos pelo Mc Donald’s (17 reais) e logo depois embarcamos. Chegamos em Manaus 15h, pegamos um voo direto com duração de 3h. O bom de não despachar mala é que além de economizar, nós não precisamos pegar e nem rezar pra ela estar na esteira. Obs: minha mochila é de 50L, da Quechua e até hoje não tive problemas para embarcar com ela como mala de mão. O aeroporto de Manaus é bem pequeno, saindo do segundo andar mesmo, que é onde se desembarca, nós pegamos um ônibus de 4 reais que vai do aeroporto até o centro de Manaus, 813 (a situação do ônibus é bem precária, mas nada que nãp dê pra pegar). Entrou um cara de uma agência no ônibus e ao ver que éramos turistas ficou falando com a gente, ganhamos um tour turístico de graça, pois enquanto o ônibus ia andando ele ia contando os pontos turísticos. Se é de graça a gente já ama! Diga-se de passagem: Manaus é um calor do cão, muito abafado! Em Manaus ficamos hospedados no Local Hotel (gostei e recomendo – 46 a diária + 10 reais de café da manhã), descemos do ônibus no ponto próximo ao Hospital Beneficente Portuguesa e andamos por volta de 5 minutos e já estávamos em frente o Local Hostel. Fizemos check in e resolvemos ir ao mercado e na agência fechar o passeio para o dia seguinte. O local Hostel tem parceria com a Iguana tur (agência que fiz os passeios em Manaus) e eu soube de uma menina que fechou os passeios com eles e ganhou o transfer de graça (fica a dica- quem não se comunica se trumbica). Eu tinha fechado o passeio com eles pela internet, peguei um pacote promocional no IG deles e paguei 720 reais pra ir nas cachoeiras de presidente Figueiredo (incluso almoço) e no pacote iguana, o pacote iguana consiste em 3 dias e 2 noites na selva (tudo incluso, menos bebidas- água free). Após o check in no Local fomos na agência da Iguana, pois eram quase 17h e então perguntamos que horas a agência fecharia, o sinhozinho disse que na hora que desse na telha. Ok! Corremos pra sacar dinheiro, eles não aceitam cartão, ali tem quase todos os bancos próximos. Pra início de viagem saquei 1000 reais. Durante a semana fica um rapaz da Iguana tur dentro do local hostel fechando os passeios, mas como era sábado ele não estava lá. Passeios pagos e fomos ao mercadinho próximo do hostel comprar beliscos para esses 4 dias de passeio. Compramos um club social e água, era um mercadinho bem mequetrefe. Só comemos o club social pra não dizer que não comemos, foi desnecessário, pois comemos bem em todos os passeios e o local hostel tem bebedouro a vontade para os hóspedes. Depois descobrimos que tinha um Carrefour perto do hostel, fomos lá e compramos uma lasanha para a janta e um suquinho, além de mais um ou outro biscoitinho 😁 Voltando pro Hostel colocamos nossa lasanha no micro-ondas e foi só sucesso! Depois da barriga cheia, arrumamos nossa mochila de ataque para os próximos 3 dias na selva e fomos dormir. Deixamos o mochilão no hostel por 1 real. O valor independe da quantidade de dias. O hostel fica pertinho do Teatro Amazonas, principal cartão postal de Manaus
  11. Que viagem maravilhosa! Nossa primeira vez na Europa e nas terras do nosso colonizador rsrs! Dia 01 a 16/01/18. Acompanhe tbm nossas viagens pelo Insta e Face @polymsousa. Obs: os valores são relativos a 1 pessoa. Câmbio: cambiamos no Brasil a R$4,00/euro. Roteiro: 01 a 08 – Lisboa 08 a 09 – Sintra (Lisboa-Sintra de comboio €2,25) 09 a 14 – Porto (Lisboa-Porto de comboio €15) 14 –Braga (Porto-Braga-Porto de comboio €6,40) 15 – Coimbra (Porto-Coimbra de comboio €13,40) 16 – Retorno (Coimbra-Lisboa de comboio €14) Avião: Campinas-Lisboa-Campinas com programa de milhagens da Azul. Hospedagem – Dicas de onde ficamos: https://www.mochileiros.com/topic/69684-dicas-de-hospedagem-em-portugal-lisboa-sintra-e-porto/ Restaurantes – Nossas experiências gastronômicas: https://www.mochileiros.com/topic/69753-onde-comer-em-portugal-nossas-experi%C3%AAncias-gastron%C3%B4micas-em-lisboa-sintra-porto-braga-e-coimbra-jan2018/ Dicas úteis de Portugal: https://www.mochileiros.com/topic/70071-dicas-%C3%BAteis-portugal/?tab=comments#comment-707985 Relato: Dia 01 (segunda): Lisboa Chegamos 6h em Lisboa, pegamos uma fila gigantesca de 2:30h para imigração (já inclua esse tempo no seu roteiro). Fomos de metrô (€1,45+€0,50 do cartão) para o hotel no Baixa-Chiado e deu uns 30 min. Deixamos as malas e fomos para nosso primeiro passeio: -Free Walking Tour com o Lisbon Chill Out Tour (clique no link para Facebook Free Tours em Lisboa e Site Free Tours em Lisboa). Essa é nossa forma preferida de conhecer as cidades que viajamos. Sempre procure os Free Tours (ao final vc colabora com o valor que achar que deve, é livre). Gosto de fazer esses tour já no primeiro dia para dar um panorama do local. Fizemos o tour com o José. Foi excelente! São guias locais que mesclam a história oficial com histórias que eles escutam desde pequenos e lendas. É muito divertido. O trajeto percorreu baixa-chiado até alfama finalizando no maravilhoso Miradouro da Glória. -Fim do tour, pegamos o famoso Electrico 28 (é o que passa por mais regiões bonitas e turísticas). Prepare-se pra enfrentar filas quilométricas, demoramos mais de 1h pra conseguir entrar. Mas vale a pena, vc tem uma visão geral dos pontos turísticos da cidade de uma forma diferente, além de andar no tradicional bondinho (€1,45). O Electrico 28 finaliza no Campo de Ouriques. Pra voltar vc pode pegar o mesmo bonde de volta (pagando novamente e pegando fila novamente). Nós preferimos voltar caminhando. A região é linda. -Fomos direto pra o Parque Eduardo VII. Estava acontecendo o último dia do Wonderland Lisboa, um mercado de natal. Lindo, decorado, parecia cenas de filme. Amamos. Na volta para o hotel fomos pela Av. da Liberdade. Numa ponta da avenida está a praça Marquez de Pombal e na outra a Praça Restauradores.Lindíssima e ainda iluminada por causa do natal. Dia 2 (terça): Lisboa -Começamos o dia pela Livraria Bertrand fundada em 1732 e é a mais antiga livraria em funcionamento de Portugal. O primeiro salão ainda conserva como era na época. -Fomos andando até o Museu do Azulejo. É bem bonito, interessante tanto o prédio histórico quanto as informações dos azulejos e não pode faltar no roteiro por ser um dos símbolos de Portugal. Eles dão um mapa do museu e pedem pra vc baixar um aplicativo que tem o áudio –guia (leve um fone de ouvido). Custou €7,00 (bilhete conjunto com o Panteão, se não seria €5,00). - Panteão Nacional: prédio onde era a Igreja de Santa Engrácia. Lindo, imponente e uma vista belíssima 360°. Vale demais. -Saindo do Panteão, se for terça ou sábado, ande pela Feira da Ladra, uma feira de antiguidades e objetos turísticos. Tem bons preços. -Pelos caminhos fomos no Mercado Pingo Doce. Coisa mais difícil é encontrar um mercado grande. Bom, adoramos ir ao mercado nas cidades que visitamos pra comprar as novidades de comida kkkk mas pra nossa decepção não encontramos nada diferente que valesse a pena. Esse mundo globalizado acaba com nossas surpresas nos mercados kkk -Fim de tarde fomos para o LX Factory, uma antiga área de indústrias que foi revitalizada e ali agora estão lojas e restaurantes. Muito legal, super moderno e preservando a idéia industrial. Vale a pena ir, bem diferente. Dia 3 (quarta): Lisboa -Já havíamos passado mil vezes pela Praça do Comércio (ou Terreiro do Paço) mas desta vez fomos dar a devida atenção a ela kkk. Linda praça emoldurada por prédios históricos (palácio) e o Arco da Rua Augusta e de frente para o Tejo. Linda demais, milhões de fotos por lá. OBS: lá tem mtos batedores de carteira e vendedores de drogas mas é só cuidar dos seus pertences que dá td certo. -Lisboa Story Centre: museu interativo sobre a história de Lisboa evidenciando o terremoto de 1755. São €7,00, tem áudio-guia. É muito legal, interativo e divertido, vale a pena. -Martinho da Arcada: um restaurante bem turistão na praça do comércio mas vale entrar pois lá era onde Fernando Pessoa sempre estava. Tem sua mesa cativa e alguns objetos. Pode entrar de boa só para olhar. -Arco da Rua Augusta: não subimos mas tem essa opção. Como Lisboa tem muitos miradores não incluímos esse. O arco é maravilhoso e imponente, porta de entrada para a Rua Augusta. -Rua Augusta: linda rua em que vc avista o arco o tempo todo. Cheia de lojas e estavam com bons preços pois janeiro é a época das promoções. -De lá fomos conhecer a Rua Cor de Rosa no Cais do Sodré, região antes conhecida pelos bordéis e que foi transformada. O Bar Sol e Pesca é decorado com o tema de pescaria. A Pensão do Amor, antigo bordel, é tbm todo tematizado...fomos de dia e estava vazio, dizem que ferve a noite kkk. Vale conhecer. -Perto está o Time Out Market que fica no Mercado da Ribeira. São vários restaurantes, muitos deles com chefes renomados em Portugal. Lotado, tá mto famoso entre turistas. Só fomos conhecer mas dizem que a comida é ótima. -Voltando pro hotel entramos no Café a Brasileira (onde tem a estátua de Fernando Pessoa), fundado em 1905 e foi point de escritores e artistas. Dia 04 (quinta): Lisboa -Começamos o dia na igreja da Sé. Enorme, mas achei mais bonita por fora que por dentro, talvez por ser mto escura não dava pra ver com detalhes. Do lado de fora ficam parados mtos Tuk Tuks e a Linha 28 do Electrico passa ali resultando em milhões de fotos kkkk. -Continuamos subindo até o Miradouro Santa Luzia. Vista linda. Abaixo do mirador tem uma igrejinha que por fora tem um mural de azulejos lindo representando a praça do comércio e em frente tbm é mirador (não sei se tudo faz parte do mirador santa Luzia). -Depois, Castelo de São Jorge. Olha, não sobrou mta coisa do castelo kkkk tem somente as muralhas mas tenho certeza que vc vai ficar horas lá vendo os vários ângulos de Lisboa. É a vista mais linda que tivemos e dizem que é a mais linda de Lisboa de fato. Vale demais! Se tiver pouco tempo em Lisboa ou tiver que optar por 1 mirador, vá no castelo. Custa €8,50. -De tarde fomos convidados a ter uma experiência mto diferente para nós e que marcou a nossa viagem. Fizemos um passeio de veleiro, exclusivo, pelo rio Tejo! Para o mundo que quero descer!!!! O veleiro é conduzido pelo Luís e pela Joana que são um encanto. O passeio percorre o rio Tejo passando pela Ponte 25 de Abril, Belém, Praça do Comércio. Vc avista todos os monumentos de um ângulo totalmente diferente enquanto tem informações do local. O coroamento do passeio é com o pôr do sol tomando um vinho português! Mágico, indescritível, inesquecível. E ainda teve pastel de nata para finalizar a experiência. O passeio dura em torno de 2:30h e eles tem outras modalidades de passeios tbm para mais pessoas. Para uma viagem de experiência inclua no seu roteiro. http://lisbonsightsailing.com/ Dia 5 (sexta): Lisboa -Ai esfriou, a temperatura caiu mto e pra completar chuva o dia inteiro. Lisboa continua linda com chuva, fica até com mais charme, ideal para ficar num café olhando a garoa nas lindas paisagens. Seria o ideal mas diante de tanta coisa pra conhecer não foi o que fizemos kkkkkkk . Verdade seja dita, é bem ruim turistar com chuva, mas vamos lá estamos em Lisboa, animação! -Primeira parada foi no Museu da Farmácia. Custa €5 e conta 5000 anos de história da farmácia e boticas no mundo e em Portugal. Tem representações das antigas Boticas e até uma farmácia trazida de Macal, tem os medicamentos e objetos utilizados em uma expedição da Nasa. Como somos farmacêuticos adoramos, mas até quem não é gostaria. -Igreja do Carmo: Igreja em que o teto foi destruído com o grande terremoto de 1755. Inclusive foram feitos estudos (naquela época) para descobrir pq as paredes resistiram e foi devido a forma que as pedras foram assentadas (irregularmente) permitindo mais flexibilidade na estrutura. A visita, portanto, é feita na igreja sem teto (se puder escolher um dia sem chuva é melhor kkkk). É lindo. Ao fundo tem o museu arqueológico (coberto). Vale a visita. Custa €4. -De metrô fomos para o Estádio do Benfica. Pega essa dica: tem uma loja do Benfica na rua Augusta. Se vc comprar a partir de €40 vc ganha 2 ingressos para visita no museu + estádio. O valor normal do ingresso é €17,50, logo gastaríamos €35. Compramos uma camiseta de €40 e ganhamos o ingresso, assim uma camiseta do Benfica saiu por €5. Olha, se gosta mto de futebol ou é fã do Benfica reserve várias horas para o museu pois é enormeeeeeeees. Tem informação demais mas é mto legal, interativo, os vídeos são demais. Por fim tem a visita guiada ao estádio. É lindo. Estruturas internas modernas e tudo novo. Pegamos a última visita (17h) e pegamos o estádio escurecendo, se puder vá mais cedo que ainda terá a chance de pegar o treinamento das águias (símbolo do Benfica). Pegamos elas pós treinamento kkk são lindas! -Em frente ao Benfica tem o shopping Colombo. Lá vc encontra o Continente, mercado enorme (no centro de Lisboa só tem mercado pequeno sem mta opção diferente). É nesse shopping tbm q está a Primark. Loja em que os euros dos brasileiros se vão kkkkkk. É uma perdição de fato. Qto a qualidade é equivalente a C&A/ Riachuelo etc mas com preços mais atrativos como blusinha de alcinha a €1,50. Vale a pena! Dia 6 (sábado): Lisboa -Andamos pela Av. da Liberdade (dessa vez de dia) desde a praça dos Restauradores até a praça Marquez de Pombal. Muito linda essa avenida. -Próximo da praça Marquez de Pombal fica a Decathlon, fomos lá ver se algo valia a pena. E vale, vários itens pela metade do preço em relação ao Brasil principalmente tênis. -Voltando, fomos conhecer a área do Príncipe Real. Região bem arborizada e linda. A praça Jardins do Príncipe Real é rodeada por prédios históricos. O Miradouro de São Pedro de Alcântara é a melhor vista depois do Castelo de São Jorge (na minha humilde opinião kkk). -No fim da região tem a igreja de São Roque. Estava achando as igrejas em Lisboa muito comuns em relação às igrejas históricas que temos no Brasil (em especial em Ouro Preto), até que visitamos essa. Enorme, linda e com mto ouro. É do século XVI. Dia 7 (domingo): Lisboa -Nosso último dia de Lisboa, dia de conhecer Belém. Fomos de Electrico 15 e demora uns 30min. A região é linda, à beira do rio Tejo e com a visão dos monumentos e da ponte 25 de abril. -Começamos pela Torre de Belém. Construção de 1520 com a função de defesa e que resistiu ao grande terremoto de 1755. Lindo monumento. Não entramos. -Padrão dos Descobrimentos: construído em homenagem as eras das navegações. É em forma de barco com os descobridores e na ponta o Infante dom Henrique q foi o visionário propulsor das navegações. Em frente tem uma enorme Rosa dos Ventos. Também não subimos. -Mosteiro dos Jerônimos (€10): ahh nesse entramos. Monumento belíssimo por fora, impressionante, e por dentro tbm, além de ter o túmulo de Fernando Pessoa e Alexandre Herculano. É lindo demais e ao final vc vai na Igreja D. Maria (gratuito), a entrada é qdo sair do claustro, que além de linda e grandiosa tem os túmulos de Vasco da Gama e Luis de Camões. Dia 8 (segunda): Sintra -Como nosso hotel está entrando em reformas transferiram nosso café da manhã para a outra unidade, mto mais luxuosa, Se o nosso café já era ótimo esse então foi divino! Que delícia! Fizemos check out e partimos rumo a Sintra. -O comboio sai do Rossio (€2,25) e demora 40 min. Em Sintra fomos guardar as malas no Posto de Turismo do centro (dá 800m da estação) e custa €2,50 por mala (das 9:30h às 18h). -Corremos para encontrar com a turma do free walking tour Take Lisboa que nesse dia faria o tour em Sintra. O tour dura em torno de 2:30h e a guia Mariana conta a história de Sintra envolvendo os reis que moraram na cidade de uma forma leve e mto divertida. O tour finaliza com uma linda vista e com o presente da Mariana: cantando um Fado. Foi lindíssmo! Vale mto a pena. Recomendo fazer pois vai te dar uma visão histórica da cidade. A guia ainda te ajuda a montar o roteiro diante do tempo que vc terá em Sintra. -Finalizado o tour fomos para a Quinta da Regaleira. Um lugar mágico, cheio de labirintos e mistérios. A criação dele foi com a proposta de integrar o homem a natureza. Tem palácio, capela, o poço iniciático (que é uma torre invertida com cerca de 37m para baixo do chão). Se tiver com tempo faça um piquenique pq é lindo. -Ficamos aproveitando a cidade que parece q saiu de um conto de fadas. Pegamos as malas e fomos fazer o check in no airbnb que fica ao lado da estação. Dia 09 (terça): Sintra -Maior chuva com vento em Sintra e não conseguimos fazer mais nada. Fomos para o Posto Turístico, pois lá tem wifi e lugar pra sentar (véia kkk). Ficamos esperando ver se a previsão do tempo acertaria que a chuva ia passar após as 14h. Bingo! Parou! Pegamos o ônibus turístico que custa €5,50 (ida e volta) e fomos para o Castelo dos Mouros. Tínhamos ganhado os ingressos do hotel de Lisboa quando dissemos que viríamos a Sintra pois ele tinha e não iria usar (mas custa €7,50). Mta neblina e mto vento mas mto legal andar nas muralhas. É bem bonito e romântico com a neblina subindo. Quando o céu está limpo dizem que tem uma vista mto bonita dando pra ver até o mar. -Subimos no ônibus de novo (descidas e subidas inclusas) e fomos para o Palácio da Pena. Como achamos o ingresso para entrar no palácio mto alto (€11,50) resolvemos comprar só o ingresso da entrada no parque que é €7,50, mas nossa surpresa foi que dá pra vc ir em várias partes externas do Palácio , mto mais que imaginávamos e valeu super a pena. Dizem que os jardins tbm são lindos mas como estávamos com o tempo apertado e a alta neblina resolvemos não ir. Mas voltamos mto felizes com o que vimos. Se tiver sorte de ser um dia aberto tbm terá a msm vista que tem do castelo dos mouros. -Fizemos check-out e voltamos para Lisboa (estação Oriente) para irmos para Porto (tudo de comboio). -Chegamos no Being Porto Hostel depois das 23h e tivemos que pagar uma taxa de Late Check-in de €8. CONTINUA NA PARTE 2/2 Clique aqui
  12. Belém – PA 18 a 22 de novembro de 2017 Chegar de avião em Belém já é bem interessante: imensidão de rios!!! Deixei a bagagem no hostel (Grand Hostel Belem) e fui caminhando até a estação das Docas ver o pôr do sol. Foram uns 10min de caminhada pela avenida do hostel, mas é um lugar perigoso para caminhar à noite, à tarde ainda tinha movimento do comércio, mas precisa caminhar como quem vai ao centro de São Paulo, sem dar bobeira. Tomei sorvete carimbó: sorvete de castanha do Pará com doce de cupuaçu!!! Amei!!! Comi no Amazon cervejaria (queijo marajó) e cerveja cupulate. Os pratos eram caros e não estava com fome...por isso comi só o queijo que também era muito para quem vai sozinha. Voltei para o hostel de taxi. 19/11/17: Dormi muito mal no hostel, toda hora chegava alguém, uma pessoa roncava e o ar condicionado estava forte...senti frio ... Acordei às 8h cansada...tomei café e fui andando em direção à praça princesa Isabel. Passei pela feirinha da praça da república, fiz a visita no Teatro da paz. Peguei começado, mas valeu! Começava às 9h, perdi uns 10 min... O piso na entrada tem formato da cruz suástica que significa paz, acredita! Infelizmente está mais associada ao nazismo que à paz... As classes mais ricas ficavam embaixo. No último andar ficavam os servos, nem tinha cadeira para eles... Tirei fotos da praça da república e fui andando em direção à praça princesa Isabel...parei no caminho pois era uma região esquisita, sem calçada... fiquei com medo...perguntei numa barraca de tapioca e indicaram pegar ônibus... No mapa parecia fácil chegar caminhando, mas nada como quem conhece para falar... Peguei o barco até Ilha de Combu (R$:5,00). Parei no Saldosa maloca (o restaurante sobre o qual havia lido) a ilha em si não tem muita coisa, você precisa ir já sabendo onde quer descer...o legal foi ver pé de cacau e de cupuaçu. Suco de taperebá..(=cajá). No Saldosa, tem algumas atividades como tiro ao alvo, rapel na árvore gigante...escalada...tudo bem simples e caro. Almocei arroz com jambu (verdura) e camarão, pirarucu fresco e purê de pupunha (pupunha parece uma castanha portuguesa mas tem gosto de milho Depois de voltar de barco para a Praça Princesa Isabel, peguei uber para Mangal das Garças que é um lugar bonitinho, tem um restaurante e um mirante para o rio que para mim foi o lugar mais gostoso do parque. As garças são muito bonitas, parecem esculturas... O chato é em todo lugar falarem...é deserto, melhor não ir andando... então esta foi a viagem em que menos caminhei.... 20/11/17: dia da consciência negra. Não é feriado aqui em Belém. Caminhada do hostel até rodoviária valeu a pena. É um lugar movimentado, bem diferente de ontem. Caminhei pela Av Nazaré até o final, depois ela muda de nome e logo chega na rodoviária. Total de 1h com parada no supermercado e fotos na basílica. Parei na basílica de Nazaré e como estava começando uma missa fiquei. Comprei uma fitinha e fiz 3 desejos. Onibus para mosqueiro: empresa condor ou coopetran 11,00. Fui de coopetran 10:15 (é a que saiu primeiro). Tem para voltar a cada 30 min e a viagem dura 2 h. Me indicaram descer na praia do chapéu virado que é onde tem mais movimento. Demorou 2h até chapeu virado. O cobrador que ia me avisar desceu antes!!!! Ainda bem que eu tinha celular e deu para ver no maps quando cheguei. Tem vários quiosques, parei no Lambretta 62 que tinha cara boa e toca mpb. Pratos são para 2 pessoas, mas faz 1/2. Comi o tal filhote grelhado. Gostei desse peixe e o dono é muito atencioso, é de Curitiba. Fiquei encantada com a praia de rio!!! Tem ondas, areia, mas é rio! Do outro lado está a Ilha de Marajó. Caminhei 1 h até a vila, onde fica a rodoviária...pensei que poderia ter algo interessante...mas só passei calor. Tem uma praça mas nada q valesse tanto o esforço... peguei ônibus de volta pela mesma companhia que sairia antes. Depois vi um blog que dizia uma linha que leva para Mosqueiro e que era mais barata, mas se é o que eu vi passando não compensa, sem ar condicionado, ônibus urbano que pega estrada... 21/11/17: depois do café caminhei até o ver o peso (um cheiro horrível, loucura... Caminhei até catedral que fica em frente ao forte do presépio e casa das 11 janelas. Os palácios Lauro Sodré e antonio lemos ficam um ao lado do outro. No Lauro Sodré tem o museu de história do Pará, que eu queria conhecer, mas está fechado para reforma. No Antônio Lemos tem o museu de arte, mas não quis ver. Passei pela rua Siqueira Mendes, onde tem saídas de barco para lugares que eu nunca ouvi falar...a única q eu já ouvi mas não lembro direito por que chama Barcarena. Os barcos para Marajó saem de perto das Docas... Terça é dia de museu grátis!!! Dei sorte. Visitei a casa das 11 janelas (já abrigou um hospital, restaurante) que tem um acervo permanente e exposição temporária. Depois fui ao Forte do Presépio. Havia formandos tirando fotos por ali! Depois fui ao museu de arte sacra (funciona onde já foi igreja de São Francisco, só entrei porque era grátis) e museu do Círio (gostei, bem pequeno). Voltei para o Ver o peso e comprei bombom de carimbo. Almocei no Point do açaí (em frente estação das docas). Filhote grelhado na manteiga, arroz, farofa e açaí. O garçom foi muito atencioso, mostrou que o açaí tenho que deixar na cumbuca, não é para colocar como molho "ele mistura com o peixe na boca" kkkk. Comi como ele falou, mas não gostei. O peixe e a farofa eram uma delícia, o açaí comi com açúcar no fim, como sobremesa, uma delícia tb... voltei para o hostel e deixei os chocolates para não derreter. Deitei para fazer a siesta porque depois daquele açaí e com o calor ficou difícil de andar... Depois caminhei até a rua onde tem a loja do Bombom do Pará. Comprei mais alguns chocolates, doce de cupuaçu e casadinho de cupuaçu...esses são realmente melhores que aqueles do Ver o peso Tomei sorvete de Muruci na Cairu do shopping Patio belem. Caminhei até a av Nazaré e comprei o tacacá da d. Maria. Achei um bom atendimento, ninguém foi grosso, não tinha fila, tinha cadeiras pra sentar....(eu havia lido sobre opiniões bem contraditórias). Pedi o meu para viagem Tomei no hostel, sentada na mesa. O cheiro é estranho, tem tucupi, goma de tapioca, jambu e camarão. O jambu deixa a boca dormente. Experimentar foi bom, mas não gostei como gostei do sorvete de carimbó ou do filhote.... Ia ver o preço do barco para Marajó mas uma senhora me botou medo "vc vai por ali sozinha!" Voltei na hora, ... fiquei sem saber...vi um senhor oferecendo barco para Manaus (300,00 dura 5 dias) pra Santarém dura 2 dias!!! E com risco de ser atacado por piratas. No centro de turistas no aeroporto pedi informação: empresa Arapari leva para Ilha do Marajó. Tem dois horários: 6h e 14h. Saida do terminal hidroviário. Há também uma lancha que sai às 8:30 e custa 50,00...segundo ele, não vendem por internet. Essa viagem foi bem diferente. Hostel estava lotado de estudantes e professores que tinham ido para seminário de museologia!!!. Sobre o hostel: banheiro fica em cima ou embaixo, armário fica nos halls...mas tem tomada em cada cabeceira, café é bom, staff atencioso (Neuma e Rafael) e café da manhã ok! Localização muito boa, já que pelo visto qualquer lugar aqui é perigoso... O Manga hostel do qual ouvi falarem também, fica perto da rodoviária.... achei o meu melhor. 22/11/17: Tomei café e já peguei uber pro aeroporto. O motorista comentou sobre o restaurante chalé da İlha (em Cumbu) que tem umas piscinas e redes ( não cobram como o saldosa..) É mais novo, deve ser menos caro. Não achei tão fácil ter informações sobre os passeios em Belém...no aeroporto o guiche de informações turísticas estava fechado na chegada. No aeroporto, enquanto aguardava o embarque meu nome foi chamado. A Gol teve problemas em Congonhas, teve que retirar alguns passageiros do voo, eu fui uma delas. Teria que voar pela latam num voo para Guarulhos! Muito pior, pois Congonhas é muito mais perto de casa...mas a gol ia pagar o taxi até em casa... O pior foi ter que sair da área de embarque e fazer novo check in na latam, passar no rx e implicarem com minha tesourinha! Sendo que eu já havia passado pelo mesmo rx. Com o tempo extra de espera fiz pesquisa no site da anac e descobri o significado da “preterição” que foi o que a gol fez comigo ao me impedir de embarcar...na verdade eles não me deram opção, eu aceitei o que me foi imposto, já que não havia pelo jeito opção muito melhor... O lado bom foi fazer amizade com um casal que foi ao meu lado no vôo. Trabalham com turismo rodoviário, excursões para o nordeste e sul do país. Iam ficar uma semana em São Paulo, dei várias dicas. O marido morria de medo de avião... Conversando, o avião pousou e eles nem sofreram tanto!
  13. Mais uma capital brasileira conquistada! Macapá, Amapá. Depois de “completar” as capitais do Nordeste em 2013, levou tempo até avançar pelas capitais restantes do Norte. Este ano conhecemos Porto Velho e agora Macapá. Ainda nos faltam Rio Branco e Boa Vista. Macapá acabou sendo uma opção para o feriado (ao menos no Rio!) de 20 de novembro. Tínhamos várias opções para a data, mas estava difícil de encontrar bons preços. Aliás, 2017 foi um ano difícil para promoções. Ao menos nos patamares a que nos acostumamos. Quase comparamos para o Recife, para explorarmos o Vale do Catimbau – mas a proximidade com nossa viagem para a Serra da Capivara nos fez buscar outro estilo para o feriado. Então optamos pelos preços relativamente baixos, mas não tão promocionais, que nos levaram a Macapá. Com 3 dias nas mãos, avaliei que seria muito para Macapá. Turisticamente falando. De fato, é. Mas vc pode buscar opções nos arredores. Flona, Tumucumaque, Serra do Navio... Mas talvez acabe precisando de mais tempo ainda. Para a capital somente, considerei que um par de dias bastava. Então organizamos de passar um dia em Belém, que fica do lado, e que já conhecíamos. Depois de ter ido, posso dizer que um dia já basta em Macapá – para o nosso ritmo e interesse. O roteiro ideal, nesse sentido, seria o que o diogomarxx fez, que me parece ideal para conhecer o “combo” Belém e Macapá. Mais próximo da viagem, pesquisando o roteiro do que fazer, vi que teríamos um dia sobrando. Em Porto Velho isso tbm ocorreu, de modo que fizemos um esquema bem slow travel (novamente, para o nosso ritmo – cada um tem o seu). Mas em Macapá descobri que poderíamos passar o domingo na Ilha de Santana, fazendo passeio de barco e curtindo praia. Achamos boa ideia e fomos. Para uma capital, Macapá ainda é bem pacata. Construções ainda baixas, com um ou outro espigão sobressaltando aqui e ali. Do aeroporto para o Ibis, onde nos hospedamos, dá coisa de 2 ou 3km. 15 reais de taxi. Não me lembro de proximidade tão grande em outras capitais brasileiras. Chegamos tarde da noite, direto para o Ibis dormir. Saímos sábado de manhã para passear. Macapá está na linha do Equador e era 2º semestre, ou seja, o calor predomina. Melhor dizendo, muito calor. Mas já conforme esperado. Do Ibis fizemos uma caminhada pelos arredores, para conhecer alguns pontos mapeados. A igreja de São José, pequena e simples. Acho que é a mais importante – certamente não é a mais imponente – do estado. Uma pracinha simpática logo em frente e o Teatro das Bacabeiras ao lado. Não achei programação do teatro na Inet. No local, não parecia haver programação para aquele fim de semana. Então foi só contemplação externa mesmo. Passamos pelo Museu Histórico de Amapá Joaquim Caetano da Silva, que estava fechado. Li alguns raros relatos sobre ele, e alguns diziam que estava sempre fechado. Bingo. Todo reformado, mas fechado. Talvez só abra durante a semana. Brasil tem essas coisas: atrações que só abrem durante a semana. Dali para a Praça do Coco é um pulo. É onde a noite ferve, com visual para o Rio Amazonas, que passa pela cidade. A chamada Praça do Coco compreende (acho) uma vasta área perto do Trapiche Eliezer Levy. Que era, aliás, uma das atrações listadas da cidade. Só que estava em reforma, fechado. Pena, uma atração a menos. O trapiche segue metros adentro do Rio Amazonas e chega perto de uma estátua de São José, de costas para a cidade (como que a protegendo), já dentro do rio. É chamada Pedra do Guindaste. Com o trapiche fechado, dava para seguir andando até a estátua. É que, naquele momento de manhã, a maré estava baixa, era possível caminhar metros adentro pela areia (ou lama). Trapiche pela manhã Dali seguimos pela orla em direção ao Forte São José, que fica logo ao lado. Primeiro contornamos o Forte. Muito bonito por fora. Muita gente curtindo os jardins e o barato do entorno do Forte. Isso naquele fim de manhã, com o sol a pino. Qdo o calor se vai, aparece muito mais gente. Passamos pelo Parque do Forte, que fica ao lado do Forte. Um dia o parque foi reformado e acho que ficou muito bacana. Hoje é mais um retrato de Brasil, estando abandonado e se deteriorando. No Brasil gasta-se em reforma, não em manutenção. Certamente dá mais votos. Fortaleza de São José Entramos no Forte. É muito bonito. Belíssimos visuais, em relativo bom estado de conservação. Algumas salas são abertas ao público. Tal qual outros fortes pelo Brasil, poderia ter mais informações, mais contextualização. Mas o de São José já vale pela beleza que é. Fiquei um bom tempo passeando pelo forte e curtindo o visual. Em frente ao Forte tem o Mercado Central. Fomos lá. Um fracasso. Fechado, largado totalmente. Algumas lojas e lanchonetes nos arredores. Na frente do mercado havia um cara vendendo chopp a 1 real. Como assim, chope a 1 real?? Chega a dar medo. Mas, na verdade, é que chopp é como chamam o sacolé por lá. Tá explicado o 1 real. É sacolé! Já era hora do almoço e não tinha rolado café da manhã, então aproveitamos para seguir andando pela orla até o Restaurante Estaleiro, famoso na cidade. Sob calor forte a galera não curtiu muito de ficar andando pela cidade, mas fomos. No caminho tinha um monte de carros da polícia na frente do Hotel do Forte. Metros adiante um motociclista atropelado, mas felizmente não parecia ferido gravemente. A coisa não tava boa na área. Enfim, chegamos ao Estaleiro. Ar condicionado! Rolava um buffet de comida mineira. Mas estávamos lá para saborear os pratos locais. Enfim, lugar caro, mas gostamos muito dos peixes que pedimos. Chamamos um taxi para nos levar ao Marco Zero, a outra grande atração da cidade (além do Forte). Onde cruza a Linha do Equador. Os dois hemisférios a nossos pés. Curtimos bastante, aproveitando estar vazio naquela hora pós-almoço de sol forte. Ao lado tem o Sambódromo da cidade, mas ao que vi não fica aberto à visitação. Idem para o Zerão, o estádio tbm ao lado em que cada campo (cada metade do campo) fica num hemisfério. Então ficamos somente no Marco Zero. Tem uma lojinha de artesanato na parte de baixo, e tem umas outras salas que não entramos. A estrutura em geral nos pareceu aquém do potencial. Mas o lugar é icônico! Estivemos no ano passado em Quito, mas não chegamos a esticar para “La Mitad del Mundo”. Dessa vez estivemos na metade do mundo! Marco Zero Chamamos novamente um taxi, agora para nos levar até o Museu Sacaca, outra das grandes atrações da cidade. Eu não sabia exatamente o que esperar de lá, e acabei sendo positivamente surpreendido. É um museu-parque contando sobre a biodiversidade e tbm a história da região. Curtimos um bom tempo por lá. Museu Sacaca A algumas quadras do Sacaca tem a sorveteria Clara Neve, que foi nossa parada seguinte. Vale conhecer nem que seja para provar o exótico sabor Ribeirinho (salvo engano meu), que é de açaí com camarão! Vc não leu errado, sorvete de açaí com camarão. Camarão não é minha praia, mas galera gostou. Eu escolhi um delicioso sabor de cupuaçu com coco. Açaí com camarão! Já era fim de tarde, então retornamos à orla para curtir o entardecer em algum quiosque ou restaurante com vista para o rio. Pedimos para o taxi nos deixar na Casa do Artesão, para ver o que tinha por lá. A Casa estava fechada para obra e com uma placa bem característica do Brasil: com valor da obra, data de início e prazo de término. O término era para abril de 2017, mas a Casa seguia fechada e não parecia estar sequer em obra, muito menos reformada. Ahê, Brasil! Ficamos curtindo o pôr do sol na orla. O sol se põe na verdade no lado oposto da orla, mas a beleza das luzes do entardecer está presente no visual sobre o Rio Amazonas. Que, naquela hora, estava na maré cheia. Completamente diferente de quando estivemos lá pela manhã. Trapiche pela tarde - repare a diferença da maré! Das atrações listadas da cidade, ficou faltando conhecer a Praça Floriano Peixoto e o Centro de Cultura Negra do Amapá. Escolhemos um lugar com vista para o rio para curtir o visual com cervas para todos. Voltamos mais tarde para a mesma região e aí sim vimos como a área enche qdo cai a noite. Os diversos quiosques enfileirados na Praça do Coco nos pareceram muito semelhantes entre si. Itaipava e Nova Schin dominando a área. Diversas (muitas mesmo!) barraquinhas de batata frita, algumas de churros, outras de sorvetes. Os restaurantes de frente para o rio ficam colados um no outro, mas cada um tem sua música. Escolhemos um lugar que tivesse Original para acompanhar algum petisco. Felizmente tocava música que nos agrada, mas não dá para escapar das músicas dos outros. Night na orla No domingo acordei cedo e fui dar uma corrida pela cidade. Vi uma galera jogando bola no rio, aproveitando a maré baixa. Depois soube que é o “Futelama”, ahahahah. Fui até a Praia de Araxá. Rola um mercado de manhã cedo na orla. Parecia de peixe, mas tem mais que peixe. É pequeno. Vi outros lugares para curtir pela orla, sempre quiosques. Na pracinha em (no?) Araxá tem outros quiosques. Opções à noite ao ar livre a cidade oferece! Futelama matinal Nesse dia, domingo, programamos de fazer um passeio de dia inteiro até a Ilha de Santana. Fiquei catando passeios de dia inteiro e encontrei a Amapa Ecocamping. O preço é salgado (150 pp), mas era o que tinha. Lembrei que passeios de barco em Manaus tbm eram caros. No horário marcado, nossa guia Annie foi nos buscar. Fomos até Santana, onde pegamos um barco que circundaria toda a Ilha de Santana. Um casal do Sul, também a turismo na cidade, se juntou a nós no passeio. No caminho a Annie ia falando de Macapá, de Santana, de diversas coisas. Contou tbm sobre a lenda da Cobra Sofia, que vive sob o rio nos arredores de Santana. Além de guia, a Annie tbm é geógrafa, escritora e poetisa, e contou sobre os poemas. Palafitas no Rio Amazonas, Ilha de Santana, Amapá Fomos contornando a ilha de barco, vendo as construções dos ribeirinhos – quase sempre com as casas bem pintadas --, com a Annie nos apontando algumas características dos lugares. Até chegarmos a uma praia, que foi onde descemos. Dali seguimos para uma curta trilha até uma enorme Samaúma, que ficamos curtindo um tempo. Uma criançada da região logo se junta ao pelotão e fica fazendo arte pelos cipós ou pelas sapopemas (ou sapopembas?; são as impressionantes raízes) da Samaúma, subindo e descendo com facilidade. Consta que o filme Tainá 3 foi filmado naquela Samaúma. Na trilha, infelizmente vimos garrafas plásticas espalhadas em alguns cantos – o Brasil avançou, mas ainda tem muitos passos a galgar em termos de educação ambiental básica. Samaúma Na volta paramos na casa de um casal, onde saboreamos um almoço caseiro delicioso. Isso além de saborosos chopes (o sacolé, não a cerva). Algumas redes na casa nos chamavam para descansar, mas era melhor descansar na praia, logo adiante. Fomos para lá depois do almoço. Água quentinha, maré alta. Algumas lanchas param por ali para a galera curtir a praia. Curtimos o restante da tarde na praia. Depois retornamos de barco, seguindo o contorno da ilha. Curtindo praia no Rio Amazonas, Ilha de Santana [A Annie nos deixou na orla, conforme pedimos. Ela tinha dito que poderia nos levar ao aeroporto por um preço mais baixo que o taxi. Katia que me falou. Achei estranho, o taxi já era bem barato (15 reais), mas ok. Além disso, ela estava tentando achar um lugar bacana para curtirmos a noite daquele domingo, ela iria conosco inclusive. Ok. Qdo nos deixou, ela deu os preços. 50 para o aeroporto (25 por casal) e 20 para nos acompanhar na noite. Achei estranho, deveria ter falado na hora, mas não falei. Mesmo sem saber qual tinha sido o acerto dela com as meninas (eu estava na água da praia na hora), devia ter reagido ao preço do taxi. Talvez ela estivesse contando desde o bairro onde ela mora, nós estávamos perto do aeroporto. E tinha a coisa desconfortável de cobrar para sair conosco – podia ser ao menos a título de pagar a gasolina, ok. De qq forma, depois cancelamos por whatsapp.] Ficamos de relax na orla, passeamos mais um pouco no entorno do Forte aproveitando os últimos raios solares. A orla parecia mais cheia ainda naquele domingo. Segunda-feira era feriado em Macapá, fazia sentido. Encerramos a noite comendo espetinhos e tomando Original na Cia dos Espetos. Longo tempo por lá. Retornamos ao hotel a pé e pegamos um taxi até o aeroporto. Deu 16 pratas. Nosso voo para Belém era bem tarde da noite. Chegamos em Belém e chamei um uber. Ficamos na Ecopousada Miriti, a mesma que ficamos da outra vez. Era madrugada, chegamos para dormir. Belém Segunda-feira, 20 de novembro, é feriado em diversas cidades do Brasil. Mas em Belém não. Para piorar, todas as atrações da cidade fecham na segunda-feira. TODAS. Não que eu quisesse rever todas, mas teria curtido rever o Mangal e a região do Forte do Presépio. E fazer um passeio de barco ao entardecer, Enfim, paciência. Praça da República Revimos a Praça da República (o teatro estava fechado), agora reformada e muito mais bonita de quando estivemos lá, 5 anos antes. Seguimos andando pela Av. Nazaré até a Basílica de Nazaré. Dessa vez visitamos a Basílica com mais calma, contemplamos melhor. O Círio tinha sido no mês anterior. Deve ser uma baita experiência vivenciar o Círio. Aliás, as ruas estava todas enfeitadas para o Círio, e os enfeites perduram pelo Natal até o dia da cidade de Belém, se não me engano. Basílica de Nazaré Da Basílica ainda passeamos pela Praça Batista Campos, e depois para o Bar Meu Garoto, tradicional local onde se popularizou a cachaça de jambu. Diversas cachaças são produzidas por lá, e na mesma rua tem uma lojinha. Aproveitamos para almoçar, além de provar a diversidade chachaçal. Cachaçaiada no Meu Garoto Seguimos então para o Ver-o-Peso, que felizmente funciona na segunda-feira, assim como a Estação das Docas. O Ver-o-Peso é local que vc pode passar horas admirando, percorrendo, observando, saboreando. Ou pode passar minutos, tomar horror e sair correndo. Cada um tem sua percepção. Nós curtimos. Castanhas, farinhas, peixe com açaí, sucos diversos, peixes, poções milagrosas, frutas, souvenirs, made in china, tem de tudo por lá. Curtimos um tempo por lá, mas teria sido melhor ir de manhã cedo. Algumas coisas já estavam fechando ou fechadas no meio da tarde. Curtimos o que pudemos. Um dia ainda vou provar essa coisa de peixe com açaí. Docas Ver-o-peso Seguimos para o Ver o Rio, que fica alguns km antes (não é para ir a pé, pegue um transporte), para curtir o pôr do sol. Lá é onde fica o Memorial dos Povos Indígenas. Tá um pouquinho largado, mas as passarelas estão lá ao menos. E o visual do entardecer naquele dia estava ESPETACULAR. Ficamos por lá curtindo com cerpinhas para acompanhar. Ver o Rio Pôr do sol no Ver o Rio Imagem de Nossa Senhora iluminada para o Círio de Nazaré que só é desmontada no dia 12 de janeiro, data em que se comemora o aniversário da cidade. Já de noite voltamos para a Estação das Docas, onde passaríamos as horas restantes do nosso feriadão. Cervas na Amazon Beer, pratos paraenses no Lá em Casa. Programa sempre muito bom! Amazon Beer Cairu Nosso voo de volta era de madrugada, e dia seguinte já era dia de batente. Mais um feriado desbravando algum canto pelo Brasil!
  14. Ir para Israel sempre foi um grande desejo nosso. Apesar de não sermos religiosos, aliás de não termos religião conhecer um lugar com tanta história religiosa, com crises políticas tão atuais nos deixava fascinados. Conseguimos uma grande promoção e voamos para Tel Aviv, na conexão em Nova York já percebemos o quanto seria diferente a nossa ida a Terra Santa. Já no terminal em Nova York, mesmo já temos feito todo o procedimento de segurança, como nosso voo iria pra Israel, existia dentro do gate mais um procedimento de segurança, com maquinas de raixo x e revistas pessoais. O novo procedimento para entrada em Israel mudou, não é mais necessário pedir para que não carimbem o passaporte, caso você pretenda viajar para algum país muçulmano futuramente. Hoje em dia a imigração nos entrega um papel a parte, evitando assim problemas futuros. A imigração em Tel Aviv foi muito tranquila, todos muito educados e solícitos. Dentro do aeroporto pegamos a estação de metrô para irmos para o apartamento que alugamos. Alugamos pelo airbnb.com um studio a uma quadra da praia, que saiu muito mais em conta do que ficar hospedado em um hotel. Após descermos do metrô precisávamos pegar um ônibus, e ai começaram os problemas. Absolutamente nada em Israel está escrito ou traduzido para o inglês, tudo está em hebraico. Sofremos e pegamos o ônibus errado e foi uma luta de sinais para eu explicar aonde queria ir e eles tentando me ensinar em hebraico como ir. Chegamos no nosso studio super arrumadinho e limpinho e de excelente localização, e ali começou meu amor por Israel e pelos israelenses. Na mesma noite saímos para jantar e tomarmos vinho em um restaurante super charmoso com uma comida maravilhosa. Porém, nada em Israel é barato, na verdade achei tudo muito caro. Por exemplo, um prato de massa custou uns USD 30 e uma garrafa de vinho mais barata era USD 40. Como já era tarde fomos dormir, porque o turismo começaria no dia seguinte. No dia seguinte decidimos fazer toda Tel Aviv a pé. E começamos pela orla e íamos entrando nos lugares. E foi assim que comi o primeiro de muitos falafels. E foi uma experiência única, num local tipicamente de locais e a gente fazendo mímica e ela respondendo apontando para as comidas. Dali seguimos para conhecer os pontos turísticos. A praia é bonita, limpa e bem organizada. Famílias inteiras passeando, gente correndo, muita gente andando de bicicleta. E como era meu aniversário, nada como parar em um lindo restaurante na beira da praia e beber uma garrafa de vinho branco apreciando a linda vista do mar Mediterâneo. Uma coisa me deixou impressionada na cidade, eles amam cachorros e tem muitos deles. Outra, eram os gatos lindos e bem tratados que vivam na rua e a população os alimentava. Eles também não jogam comida como os pães no lixo, eles deixam em cima do muro da porta de casa para que outros possam pegar e comer, tudo embaladinho. Continuando nosso passeio acabamos parando e passeando por um bairro muçulmano e descobrimos a vodka da maconha. Bom, até hoje não sei se tem algum cannabis na sua formula. A noite para comemorar meu aniversário, fomos jantar no Mexicana, um restaurante super bacana. E lá conhecemos duas pessoas fantásticas. Um israelense e outro era do Uzbequistão, passamos a noite bebendo e conversando com eles. Descobrindo um pouco da culturas local, bebendo mais ainda e ali nos despedimos. Como era cedo, fomos para um bar bem badalado e muito caro. Fiquei impressionada com o preço das bebidas. Como fizemos amizade e contei que era meu aniversário, eu ganhei muitos “Mazel Tov” do bar inteiro aos berros e de quebra meu presente foi bebida de graça a noite toda. Me diz, tem como não amar um povo assim, que te dá bebida de graça e passa a noite toda te desejando felicitações? Conhecemos muitas pessoas legais neste dia. No dia seguinte decidimos andar de bicicleta e fazer Tel Aviv de bike. Fizemos desta vez a parte norte. Vimos uma praia totalmente fechada que era exclusiva para judeus ultra ortodoxos. Somente eles podem entrar e não conseguimos ver o que se passa lá dentro. A noite fomos em um grande shopping da cidade. Na porta, havia seguranças revistando as pessoas, mas nós não fomos para a revista. Tel Aviv é moderna, com pessoas modernas e se você acabar indo para Israel durante o Shabat, tudo lá estará funcionado. Antes de irmos embora de Tel Aviv, decidimos fazer uma tattoo em hebraico para eternizar o momento. Escolhemos o estúdio Urban Ink, e tivemos uma incrível experiência de nos tatuarmos com um russo, que odeia religião e seu pai é da máfia russa. Foram muitas historias que ouvimos do tatuador. De lá seguimos para a rodoviária, e como era Shabat os ônibus iriam parar de funcionar as 17:00. Ao chegar na rodoviária as 16:30, nos deparamos com a rodoviária vazia e alguns membros do exército patrulhando o local. E ali tivemos uma experiência desagradável. Pedimos ajuda ao militar e como ele não falava inglês nos mandou ir conversar com dois judeus ultra ortodoxos que ali estavam pois aqueles falariam inglês. Ao pedir informação de onde pegaríamos o ônibus, eles fingiram que não falavam inglês. Fingiram, pois logo que ele se negou a nos dar informação, um israelense veio e nos informou em inglês onde seria o local. E então, os dois ultra ortodoxos, vieram indagar ao Rodrigo, em um inglês perfeito, se por um acaso ele era judeu. Rodrigo disse que não e falei pra nem dar trela e saímos andando deixando eles falando sozinhos. O problema aqui é que sou aversa a qualquer tipo de fanatismo, inclusive o religioso. Não consigo imaginar o por que de sermos ou não judeus implicaria em algo para recebermos uma informação. Eles olhavam de cara feia as tatuagens do Rodrigo e foi algo desagradável de se passar. Sou uma pessoa que gosta de aprender com o diferente, de respeitar aquilo que é diverso. E ainda no avião vi muitos ultra ortodoxos discutindo e sendo grosseiros com as comissárias e isso me incomodou. Vi muitos documentários sobre o comportamento dos judeus ultra ortodoxos e fiquei muito receosa. Documentários onde eles, muito extremistas, não aceitam o Estado de Israel, subjugam as mulheres, se recusam a andar na mesma calçada em que elas, um onde uma criança americana foi chamada de vadia por estar indo para escola de bermuda e coisas piores. Já no ônibus, o trajeto para Jerusalém durou uma hora e o buzão ainda tinha wifi de graça.
  15. VINIPONTOCOM

    Belém

    Fui a Belém em Agosto/2004, gostei bastante da cidade. Como toda grande cidade, vc tem que ficar esperto com a mulecada, o pessoal é um pouco lijeiro, mas nada que alguem como vc, fluminense, nao saiba. Se tiver como nao deixe de ir a Marajó e a regiao de Salinas. Acredito que seja uma das regioes mais baratas do pais para fazer turismo. Vinipontocom.
  16. Olá pessoal, Venho aqui rapidamente contribuir com mais um relato de final de semana (na verdade 2 dias e meio). O destino dessa vez foi Belém do Pará! Uma cidade incrível, vibrante com uma cultura única e muitas belezas naturais. Vamos aos detalhes: 1-Passagens: promoção da TAM de final de semana – 500,00 ida e volta por pessoa (já com as taxas, saindo de Belo Horizonte) 2-Hospedagem: Hotel Soft Inn no bairro Batista Campos – 368,00 para três dias. Hotel padrão Ibis, muito bonito, confortável, com bom café de manhã e ótima localização. Chega-se À estação das docas e Ver-o-Peso com 15 min de caminhada. O Theatro da Paz está há 5 min de caminhada. 3 – Deslocamento: mais uma vez, como já virou rotina, utilizamos o Uber. Lá em Belém o Uber funciona há apenas 3 meses então é tudo muito novo ainda para os próprios motoristas. Somente 1 corrida ultrapassou os 20,00: a volta para o aeroporto. É muito tranquilo de se utilizar e com 2 ou mais pessoas compensa mais que o ônibus. 4 – Deslocamento Ilha do Mosqueiro: é uma ilha localizada há cerca de 70km de Belém onde os locais passam finais de semana e férias pelas suas praias de água doce. De carro gasta-se pouco mais de 1 hora, mas de ônibus (coletivo ou executivo) gasta-se em torno de 2h e meia. A diferença entre os ônibus é a presença de ar condicionado no ônibus executivo (custa 9,00 a passagem). O coletivo comum custa 5,00 se não me engano. 5 – Usem e abusem do protetor solar e do ar condicionado nos diversos estabelecimentos, pois o calor que faz é de matar! Rs Dia 1 (20/05/17) – Theatro da Paz, Forte do Presépio, Casa das Onze Janelas, Museu do Círio, Museu de Arte Sacra, Mangal das Garças e Estação das Docas Havíamos chegado de madrugada no hotel. Acordamos um pouco mais tarde e só conseguimos iniciar o dia com a visita guiada às 10:00hs no Theatro da Paz (6,00 por pessoa). Visita muito boa, o teatro é muito bonito, tanto por dentro quanto por fora e o monitor explica cada detalhe da construção e da história do lugar. Vale muito a pena. De lá fomos até o Forte do Presépio, que é onde se iniciou a cidade. Diferentemente do Forte de Cabedelo, esse está muito bem cuidado e organizado. De lá se tem uma bela vista do Rio Guamá, que banha Belém, do Ver-o-Peso e da Estação das Docas. Dentro do Forte tem o Museu do Encontro, que apesar de pequeno tem muitas informações interessantes sobre a cultura indígena pré-existente e da colonização portuguesa. Ao lado do Forte fica a casa das onze janelas (tem onze mesmo, rs) que atualmente funciona como um espaço de exposições de arte (mas já funcionou como hospital e quartel). Tinha uma exposição fotográfica bem interessante quando passamos. Uma rápida passada no Museu de Arte Sacra e em seguida fomos ao Museu do Círio, que conta um pouco da história do Círio de Nazaré, que é bem interessante! O povo belenense é muito devoto à Nossa Senhora de Nazaré, padroeira da cidade. (Obs: todos esses pontos visitados pagam ingresso, porém como estávamos na semana dos Museus todos tiveram entrada gratuita!) Almoçamos no Point do Acaí, próximo à estação das Docas. O local é referência na cidade para comer o tradicional peixe com Acaí. Estava bem cheio quando fomos. Não curti muito o Acaí como eles fazem não. Prefiro com açúcar mesmo. É diferente também, bem mais cremoso. Na parte da tarde fomos passear no Mangal das Garças, que é um parque muito bonito da cidade com algumas atrações legais. O parque não paga entrada, mas algumas atrações tem o valor de 5,00 cada. As mais legais para mim é o Farol, de onde se tem uma bela vista do parque da cidade e o Museu da Navegação, que é uma homenagem à Marinha Brasileira. Exaustos de tanto andar, voltamos ao hotel para descansar um pouco. À noite fomos conhecer a tão falada estação das docas, que é realmente um lugar revitalizado da cidade (lembra muito Puerto Madero) muito bacana. Jantamos um menu paraense no restaurante Lá em Casa (72,00 e serve muito bem 2 pessoas). Dia 2 – Parque/Museu Emílio Goeldi e Ilha do Mosqueiro Quando planejei a viagem não tinha intenção de ir a outro local fora da cidade devido ao tempo. Mas no dia anterior tínhamos conseguido ver praticamente todos os principais pontos da cidade. Então pensamos em um bate-volta. A princípio seria a Ilha de Marajó, mas achamos por bem deixar para uma outra oportunidade, pois é um lugar que precisa de mais tempo para ser melhor apreciado. Foi então que ouvimos falar da Ilha do Mosqueiro: uma ilha próxima de Belém que daria um bate-volta certeiro. Antes da ilha fomos ao Parque Emílio Goeldi, que é um misto de parque, jardim botânico, zoológico e museu. Quando chegamos tinha muitas famílias com crianças e é um lugar bem legal para passar o dia. A exposição sobre a Amazônia que tinha no prédio do museu também foi muito interessante. A entrada custa R$3,00; De lá fomos até a rodoviária da cidade e pegamos o ônibus “Amarelinho” para Mosqueiro. O ônibus é confortável, tem ar condicionado, mas, meu Deus, como demora. Ele pára em todos os pontos possíveis e imagináveis até chegar no lugar! Depois de umas 2 horas e meia chegamos na praia do Farol, que é a mais movimentada de Mosqueiro. É exatamente como qualquer praia, exceto que a água é doce. Muito bacana, porém tem muita sujeira na praia por conta de algumas pessoas sem educação. Triste! Ficamos lá curtindo a praia até umas 17:00, quando pegamos o ônibus de volta a Belém. Mais 2 horas e meia... Chegando em Belém ainda deu tempo de provar o Tacacá e Pato no Tucupi no Tacacá do Renato. (O mais famoso de Belém é o da Dona Maria, no bairro de Nazaré , mas já estaria fechado pelo horário que chegamos). Dia 3 – Mercado Ver-O-Peso, Estação das Docas e Basílica de Nazaré Último dia na cidade e ainda faltando a atração mais famosa para conhecer. O incrível Ver-o_Peso. Li muita gente falando mal desse lugar por ser sujo, desorganizado, etc. É verdade, mas qual mercado popular não é um pouco assim? Rs Eu achei muito bacana, vende-se de tudo, de peixes a chás e remédios para todo tipo de males, artesanatos diferentes e comida. Provei um filé de dourado fantástico por R$10,00. Minha esposa comprou umas sementes de Jambu para tentar plantar em casa. Demos uma passadinha rápida na estação das Docas para tomar um sorvete na Cairu (sorveteria mais famosa da cidade) e fomos conhecer a Basílica de Nazaré: eu já conheci algumas igrejas muito bacanas em MG e Salvador, mas acho que nunca vi nada igual. É uma basílica extremamente requintada, com muitos detalhes em toda a sua parede e é enorme! Ficamos realmente muito impressionados com a fineza e elegância. De lá seguimos ao hotel para fazr o Check-out e rumar de volta para casa. Considerações finais: 1- Belém tem um povo muito hospitaleiro e educado e a cidade tem muita coisa boa para se fazer; 2 -O legal é viajar com mais calma (fizemos tudo muito corrido, principalmente no primeiro dia) e reservar um tempo para ir a A Ilha de Marajó (pretendo voltar justamente por isso). 3 – Como toda cidade grande tem os seus problemas, mas não me senti inseguro em momento algum. Caminhamos bastante com muita tranquilidade em vários pontos da cidade. É isso pessoal, qualquer dúvida estamos à disposição!
  17. Estive em Belém em maio de 2015 (relato dessa viagem na assinatura) e gostei tanto da cidade que decidi voltar, dessa vez para presenciar o Círio de Nazaré. Theia, uma amiga minha, tinha o sonho de ver de perto o Círio, então fui acompanhado... Fiz tudo com extrema antecedência, pois os preços de hospedagem e aéreo para Belém nessa época ficam exorbitantes. Os passeios básicos de Belém são de relativamente fácil acesso, só precisa ficar atento ao horário de funcionamento das atrações, pois inexplicavelmente os pontos turísticos tem funcionamento reduzido aos finais de semana. Belém é uma cidade muito simpática, e nessa época do ano espere ouvir “feliz círio” de vários belenenses, é como se fosse uma espécie de Natal só deles. Aéreo LATAM (comprado em janeiro de 2016 por 308 reais ida e volta) GRU/BEL 06OUT 10:55/14:32 BEL/GRU 11OUT 06:20/10:00 Hospedagem Vera’s Apart Hotel – Custou 90 reais (quarto com uma cama de solteiro e outra de casal) a diária e ficamos apenas um dia pois a LATAM mudou nosso vôo para um dia anterior ao que tínhamos comprado, então arrumamos esse local às pressas e com bom preço. Hotel Vitória-Régia – Também custou 90 reais a diária, uma cama de solteiro e outra de casal no quarto. Ficamos 4 dias aqui. A localização é matadora, em cinco minutos de caminhada chega-se ao Ver-O-Peso ou à Estação das Docas. Mas tivemos alguns contratempos. Por exemplo, o controle do ar condicionado não fica disponível para os clientes e a temperatura fica sempre configurada em 24 graus. Um absurdo isso, naquele calor de Belém. No primeiro dia reclamamos, um funcionário ficou empurrando para outro sem que ninguém resolvesse. Na segunda noite resolveram mudar a gente de quarto diante da ameaça de uma barraco Nesse outro quarto o ar condicionado era antigo e barulhento mas pelo menos gelava e conseguimos dormir decentemente 1° dia (quinta-feira, 06/10) Saímos do aeroporto Val de Cans por volta de 15hs. Por mim eu iria de ônibus (dá pra pegar o 638 que passa no Praça da República e nas imediações do Ver-O-Peso), mas minha amiga quis táxi. Há duas cooperativas de táxi no aeroporto, uma oferece preços fixos de acordo com o bairro e outra vai pelo taxímetro. Pegamos um táxi de preço fixo, 45 reais até o bairro Reduto. Após o checkin na pousada descansamos um pouco no potente ar condicionado do Vera’s (grazadeus!) pois o calor de Belém é de matar, e seguimos para a Estação das Docas. Demos uma voltinha por ali, enquanto apreciávamos a vista do vasto rio que se estendia à nossa frente. Passamos no Veropa e comprei uma camiseta muito bacana (estampa falava de açaí) por um precinho camarada de 20 reais. De lá, com uma caminhada de uns 30 minutos chegamos ao Theatro da Paz, ver se ainda havia ingressos para o show da Fafá de Belém que ocorreria ali à noite. Ingressos disponíveis até que tinha, mas fomos impedidos pelo dress code: não pode entrar no teatro de bermuda, e eu não tinha levado nenhuma calça (Belém, 40 graus todo dia, etc...) e a minha amiga Theia também não ia conseguir entrar porque só levou blusinhas sem manga... ela ficou bem chateada com isso. Bem, chateada é eufemismo, ela ficou foi é puta da vida mesmo Pegamos um táxi para voltar ao hotel, e como o trânsito tava meio parado, fomos batendo um papo com o motorista e tocamos no assunto de comida. Ele falou que tinha uma barraquinha de rua que vendia as comidas típicas do Pará e se quiséssemos ele podia deixar a gente lá. Aceitamos. Uma barraquinha com dois funcionários simpáticos, limpeza impecável e ótima comida. Pedi um vatapá (que é bem diferente do vatapá baiano), que vinha com arroz e jambu, a famosa erva amazônica que deixa a boca dormente. A Theia por sua vez pediu o tacacá, mas não curtiu muito. Acabei tendo que fazer o “sacrifício” de terminar de comer haha Uns vinte minutos depois o taxista voltou para nos levar embora. Eu deveria ter perguntado a ele o nome daquele local para poder recomendar, mas esqueci. Só sei que se tratava de um lugar que normalmente turistas não vão. Talvez até meio barra pesada. Voltamos para o hotel para dormir. 2° dia (sexta-feira, 07/10) Já tínhamos decidido previamente que a sexta-feira seria o dia de conhecer os pontos turísticos mais famosos de Belém. Saímos do Vera’s e tomamos um táxi para o Vitória-Régia Hotel, que tinha permitido o checkin antecipado. Bem na rua do hotel tem a Igreja das Mercês, de estilo barroca e construída em 1680, foi por ali que começamos o role turístico. Fica em frente à Estação das Docas, então seguimos para lá onde apresentei à minha amiga os famosos sorvetes Cairu e ficamos ali aproveitando o delicioso gelado enquanto víamos as barraquinhas de artesanato e presentes que ficam por ali. Seguimos para o Ver-O-Peso, e minha amiga que é fotógrafa se esbaldava em cliques, enquanto eu meio que ficava de “segurança” para que não roubassem a câmera. O Veropa é um verdadeiro caos organizado. Mesmo no meio daquele intenso ir e vir de pessoas é muito fácil se localizar, pois o mercado é dividido por setores: mercearia, camarões, refeições, frutas, polpas congeladas, ervas e poções, farinha, castanhas, roupas. Por falar em roupa, novamente fui na barraquinha das camisetas e comprei aquela famosa que é a bandeira do Pará. Custou 30 reais após um choro, pois o vendedor pedia 35. No Ver-O-Peso praticamente tudo tem o valor negociável, portanto pechinche! Seguimos para o Complexo Feliz Luzitânia, que fica bem pertinho dali. Existem diversas atrações naquele entorno, entramos primeiro no Museu do Círio pra tentar entender o espetáculo que veríamos nos dias seguintes. Apesar de pequeno, o espaço é muito bem montado e emocionante. O museu aborda não só a parte religiosa da coisa e é um bom mergulho na cultura do povo belenense. A entrada custa R$ 4 com direito a meia entrada para estudantes. Por causa do Círio, o museu estava oferecendo gratuitamente maniçoba aos visitantes. A maniçoba é conhecida como a feijoada amazônica, com maniva (folhas do pé de mandioca) no lugar do feijão preto. Atravessamos a rua e fomos à Catedral da Sé (ou Catedral Metropolitana), que é onde ocorre a missa do Círio no domingo de manhã. A parte externa tem aquela arquitetura colonial característica e a parte interna da igreja é muito bonita. Admiramos aquela beleza por um tempo, fizemos um pedido e saímos. Fomos para a Casa das Onze Janelas (R$ 4 inteira, com direito a meia entrada), mas acabamos não visitando-a por ora: atrás do museu tem uma corveta-museu da Marinha brasileira que estava quase no horário de fechar, então fomos direto lá. Custa R$ 4 mas não pagamos porque o caixa já havia fechado É bem interessante conhecer o local, saber como viviam os marinheiros naquele espaço. Ainda rende altas fotos, sobretudo manuseando as armas que ficam no convés. Fomos à Casa das Onze Janelas, mas não perdemos muito tempo ali, pois arte contemporânea não é o meu forte. Falando em forte, dali seguimos para o Forte do Presépio, uma construção datada dos primórdios da cidade. Tem uma parte muito interessante dentro dele, o Museu do Encontro, onde são mostrados itens encontrados em escavações no local, entre eles muitos artefatos indígenas. No seu pátio interno pode-se visualizar canhões originais do século XIX e uma bela vista da baía do Guajará e do Mercado de Ferro (aquele azul) do Ver-O-Peso ao longe. Só faltava o Museu de Arte Sacra pra fechar todos os locais do complexo Feliz Luzitânia, mas este estava fechado. Seguimos de volta então à Estação das Docas, onde comemos no Marujos. Por questões de orçamento eu preferiria comer no Veropa, mas minha companhia não estava muito a fim de encarar aquela muvuca. As coisas nas Docas não são baratas. Se o seu orçamento estiver nível Viaje na Viagem, vá na estação das Docas. Já se a sua grana estiver meio Mochileiros.com, vá no Ver-O-Peso Na hora da conta, o susto! As comidas até que não estavam com preços tão exorbitantes, mas uma long neck lá custa 12 paus! Tomamos 5, só aí já deu 60 paus. Mais 12 paus de couvert artístico, mais 10% de serviço... Lição aprendida, quando voltar lá beber só coca cola. Devidamente forrados, decidimos ir à Basílica de Nazaré tirar algumas fotos. Fomos de táxi (nunca andei tanto de táxi na minha vida, nas minhas viagens resolvo tudo a pé e de ônibus mesmo). Chegando lá estava tendo uma missa, então não quisemos entrar pra atrapalhar só por causa de fotos. Um parquinho estava montado na praça em frente à basílica então fomos lá ver a diversão do povo na montanha-russa, roda gigante, carrinho de bate-bate... aproveitamos também pra r na lojinha da Basílica e depois seguimos pro hotel (também de táxi) e pedimos pro taxista parar em frente a uma estátua iluminada da Nossa Senhora de Nazaré, pra batermos umas fotos. Depois dali, banho e cama. 3° dia (08/10, sábado) Acordamos cedo com o objetivo de bater fotos da procissão fluvial do Círio. A imagem sai de Icoaraci e é recebida na Escadinha, dentro da Estação das Docas. Minha amiga ficou posicionada perto da escadinha, pra tentar fotos da imagem de perto, enquanto eu ficaria em outra parte da Estação das Docas para tirar fotos dos barcos, todo decorados, que participam da romaria. Um bom plano, sem dúvida. Se não fosse pela emoção que tomou conta da Theia no momento da passagem da imagem e a mesma nem se deu conta de que a máquina dela estava com zoom e acabou não fazendo nenhuma foto decente, pois a imagem passou muito rápido no local onde ela estava Por minha vez, consegui captar boas imagens dos barcos passando em festa pelo rio. Ao final da passagem da santa, uma muvuca gigantesca,tanto que foi difícil nos encontrarmos. Decidimos abortar a missão de tentar fotografar o início da motoromaria. Partimos para o Ver-O-Peso para comer, mas novamente estava muito cheio, nenhum lugar dava pra sentar, ainda mais com a animação de algumas bandas de carimbó fazendo um som por lá. Voltamos para as Docas, e encontramos mais duas amigas (uma de São Paulo e outra que mora em Belém). Elas estavam na Amazon Beer, então nos juntamos lá. Também não é lá tão barato, mas pelo menos um chopp artesanal (a partir de R$ 6,80) da melhor qualidade pode sair até quase a metade do preço de uma long neck no Marujos. E não cobra couvert. Aqui eu me lembrei de anotar os preços: uma porção de isca de peixe custou 37 cabrais, enquanto que um delicioso palmito de metro saiu por 44 mangos. As outras meninas pediram porção de pastel de tacacá com 20 (diminutas) unidades. Ficamos um bom tempo bebericando por ali, afinal o ambiente é muito agradável. De lá fomos ao Mangal das Garças, amplo espaço que alia natureza e história. Possui orquidário, borboletário, um museu de navegação amazônica, restaurantes, uma torre panorâmica, viveiros de aves... não paga pra entrar no Mangal, mas algumas atrações são pagas a parte, como o viveiro das aningas e a torre panorâmica, que custam R$ 5 cada. Ficamos descansando preguiçosamente num grande deck de madeira com vista para o rio por um bom tempo. Depois tomamos umas coca colas e saímos. Pelo planejamento, deveríamos em direção à Basílica de Nazaré e presenciar a Trasladação, ou procissão noturna do Círio, que sai de um colégio perto da Basílica até a Catedral da Sé. Lotado de gente até a tampa, isso porque participam muito menos pessoas do que na procissão do Círio propriamente dita. Estávamos no meio daquela multidão, minha amiga fotografando e tentando segurar a emoção (afinal estava a trabalho). A procissão passando, aquele empurra-empurra, quando me dei conta a CORDA da procissão estava a uns 40 cm do meu alcance. Tentei tocar nela, mas é missão quase impossível. A fé dos devotos faz eles brigarem pela corda como se fossem gladiadores romanos diante dos leões no Coliseu. Não deu. Mas valeu a pena, é uma experiência emocionante. Não acompanhamos a procissão até a catedral, quando ela passou da Basílica saímos dela e as meninas foram brincar de roda gigante e tomar sorvete depois Voltamos à Basílica, agora sem nenhuma missa acontecendo e conseguimos fazer as fotos tão desejadas. Ao sair compramos umas fitinhas e amarramos nos portões da igreja, uma tradição do local. Muitos romeiros, pagadores de promessa por ali. Até uma mini aparelhagem animava parte dos pessoal. > Ao fim de tudo isso, táxi, hotel e cama porque o dia seguinte começaria muito cedo. 4° dia (09/10, domingo) Acordamos cedíssimo para acompanhar a missa do Círio na Catedral, que começou às 5 da matina. Ficamos relativamente perto do palco montado para a celebração. Muita gente pagando promessa, carregando cruzes, andando de joelhos. Havíamos combinado que nós não íamos participar da procissão em si, iríamos voltar ao hotel depois da missa, pegar nossas coisas e ir para o Terminal Hidroviário tentar ir para a Ilha de Marajó. Assim fizemos, ao fim da missa voltamos ao hotel, tomamos um banho rapidão e pegamos nossas coisas pra sair. Descemos a rua do hotel em direção à estação das Docas e tinha uma multidão por ali. Pensamos ser pessoas que assistiram a missa e estavam voltando pra casa, pois na nossa cabeça a procissão seguiria em direção oposta ao que estávamos hospedados. Não poderíamos estar mais enganados! O trajeto do Círio é bem pelo lado que deveríamos ir, então de repente vimos as pessoas com as mãos levantadas em saudação... era ela! A imagem de Nossa Senhora de Nazaré vindo em nossa direção.Minha amiga já sacou a câmera e começou a fotografar loucamente, compensando o vacilo do dia anterior de não ter conseguido imagens da santa. Passado esse impulso inicial tivemos aquele estalo: não conseguiríamos passar para o outro lado da avenida, para conseguir chegar no terminal hidroviário. Então tracei uma rota na cabeça e fomos por um caminho alternativo tentar chegar na frente da procissão. Sem chance, todas as ruas e vielas no entorno estavam lotadas de fiéis, e quando chegamos à avenida principal, a Presidente Vargas, fomos simplesmente tragados pra dentro daquela loucura. Gente chorando, rezando, agradecendo. Uma das cenas mais comuns são as pessoas que tiveram seus pedidos atendidos carregando alguma simbologia na cabeça. As pessoas que conseguiram a casa própria vêm com uma casinha na cabeça, quem passou no vestibular vêm com livros... vimos uma pessoa com uma maquete de presídio na cabeça, então presumimos que algum parente tenha sido libertado... dessa vez não havia a mínima possibilidade de chegar perto da corda. Vimos de longe as pessoas tentando de qualquer forma tentar encostar nela nem que fosse por um mísero segundo. Simplesmente não havia como sair daquela multidão, eu já havia me conformado que não teria como ir para Marajó, então fiquei admirando aquela fé imensa do povo. Conseguimos andar um pouquinho contra a maré (aos gritos de “to passando mal” ) e chegamos numa praça entre a estação das Docas e a Av Presidente Vargas. O fluxo de gente neste local estava mais sossegado, ficamos por ali um bom tempo (não havia como sair mesmo) e naquele ponto começou a queima de fogos que durou bastante tempo. Conhecemos uma família que estava com o mesmo dilema que a gente: chegar do outro lado. Combinamos de ir todos juntos de mãos dadas. E não é que conseguimos? Então fomos andando diretamente pro terminal, mas chegamos atrasados: o barco saíra há 5 minutos. A Theia ficou desolada, queria muito ir para Marajó, eu fiquei feliz por termos pegado o Círio em sua plenitude (que Deus permita que ela não leia esse relato, mas eu não estava a fim de ir para Marajó pra ficar só um pouquinho, então levei na boa ). Basicamente fomos atropelados pelo Círio de Nazaré, sem a mínima possibilidade de anotarmos a placa Voltamos ao hotel, estávamos muito cansados. Dormimos. Acordei umas 13hs e fui encontrar as outras meninas que estavam na Feliz Luzitânia. A Theia ainda estava de bode pelo acontecido e ficou no quarto. Ali pela complexo estava rolando a Feira do Miriti, com produtores de artigos artesanais de Abaetetuba. Comprei um licor de bacuri, as meninas compraram brinquedos típicos. Tinha bastante coisa interessante, principalmente de decoração. Acompanhados delas estavam um casal de paraenses, sendo um deles guia turístico que nos explicava várias coisas interessantes sobre a fundação e primórdios da cidade. A Theia resolveu sair do quarto, e as meninas decidiram ir pro Portal da Amazônia. O Portal é uma espécie de parque linear que acompanha a Baía do Guajará. Tem quiosques, brinquedos para as crianças, espaço para shows. Ficamos numa barraquinha bebendo cerveja e tomando sorvetes de frutas típicas (taperebá ). Possui um belo por do sol também, onde tiramos várias fotos. Um bom programa pro fim de tarde. As meninas seguiram pra uma festa de carimbó, eu e a Theia fomos novamente ao Marujos comer. Camarão, batata frita, peixe frito e três dígitos na comanda depois , seguimos para o hotel descansar e dormir. 5° dia (10/10, segunda) Acordamos e fomos direto ao Ver-O-Peso comprar as lembranças de amigos e parentes. Também comprei bastante castanha e biscoitos. Um quilo de castanha sai por R$ 30, uma pechincha. Deixamos as coisas no hotel e encontramos Ana Clara e Andrize: como havia dito, uma turista como nós e uma moradora da cidade. Íamos de carro para a Ilha de Mosqueiro, aproximadamente 80 km do centro de Belém. Trânsito na estrada, chegamos lá na hora do almoço e cheios de fome. Lá em Mosqueiro ficamos na praia de Paraíso. Escolhemos o restaurante Paraíso Nika. Um espírito de gordice se abateu sobre nós e pedimos de tudo um pouco: salada, patas de caranguejo, anéis de cebola, batata frita, vinagrete, filhote frito e filhote na chapa (essa comilança de uns 80 reais pra cada, já com a breja e os 10%). Filhote é um peixe maravilhoso que só tem por aquelas bandas. Não é muito barato mas vale demais a pena, é delicioso. Na chapa é mais gostoso do que frito. Entre a comilança várias brejas, e depois descemos à praia. É uma praia de rio, mas nem parece, pois o mesmo é tão grande que você não enxerga a outra margem, como se fosse mar. Na ponta esquerda da praia quase não há ondas, como se fosse uma piscininha, perfeito pra quem não sabe nadar como eu. Ficamos um bocado de tempo morgando ali naquela água morninha e calma. Decidimos não esperar o por do sol. Na volta ainda compramos cajus de uma vendedora na beira da estrada (uma sacola gigante por 10 reais). Chegando à Belém, fomos no bar Meu Garoto, famoso por seu dono ter inventado a cachaça de jambu, aquela que “faz a boca tremer”. Lembrando que o jambu é aquela erva que dá dormência na boca. Provamos umas doses, a boca tremeu, e compramos algumas pra levar. O Meu Garoto tem duas unidades na mesma rua, um é um boteco tradicional e outro é uma loja com uma variedade incrível de cachaças. Comprei uma garrafinha da cachaça de jambu 60 ml por 12 reais (aquelas pequinininhas que mais parecem um enfeite) e uma garrafa de 275ml por 25 reais. Saindo de lá, as meninas nos deixaram de carona no hotel, onde aprontamos nossas coisas. Nosso vôo partiria 06:20 da manhã então fomos dormir cedo. O hotel providenciou um taxista, que cobrou R$ 50 para nos levar ao aeroporto. Até logo Belém. Espero que todos tenham tido um feliz Círio e ano que vem estamos de volta para desbravar a Ilha de Marajó.
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