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Encontrado 18 registros

  1. Viviana Ciclobeijaflorismo

    mochilão roots Sobre a Coragem...

    Uau... sempre gostei de ler e escrever mas 'em todos estes anos nessa indústria vital, essa é a primeira vez que isso me acontece' rsrs olho para a tela em branco mas as palavras não saem. Várias foram as vezes em que esta cena se repetiu nas últimas semanas e noto uma resistência interna em ordenar as palavras e externizá-las, permanecendo em silêncio degustando-as. Conheço bem essa resistência: é apego! Comumente remetemos o apego aos bens materiais mas quase sempre ignoramos que eles não passam de um símbolo. O real apego é sempre a ideia por trás do símbolo. Venho apegada à ideia da vida que vivi nos últimos dois anos e meio e soltar essa ideia é assumir que ela agora faz parte do passado. No entanto, o novo só vem quando soltamos o velho. E para isso se faz necessário ter coragem... As palavras que se seguem são um ato de coragem. CO.RA.GEM. substantivo feminino: 1.força ou energia moral diante do perigo; 2.sentimento de segurança para enfrentar situação de dificuldade moral; 3.atributo de quem tem determinação para realizar atividades que exigem firmeza. (Dicionário Michaelis) Ou, como uma irmã me ensinou um dia: do prefixo cor (coração) e do sufixo agem (do verbo agir): coragem é agir com o coração. E foi totalmente seguindo o meu coração que ao completar 26 anos em janeiro de 2015 escolhi ir viver as coisas nas quais acreditava. Contexto: na época uma angústia muito forte me acompanhava no dia a dia de faculdade, trabalho e nas pequenas efemeridades que caracterizam o cotidiano. No fundo, a angústia podia ser descrita como um sentimento de não pertencimento e até mesmo uma profunda incompreensão generalizada, não entendia o sentido de fazer as coisas que fazia pois enxergava uma sociedade doente e me apoiava em discursos de liberdade contra um "sistema opressor". No meu aniversário de 26 anos cansei de falar (lê-se: pregar) no facebook sobre as coisas nas quais acreditava e resolvi ir viver as coisas nas quais acreditava. Foi num ato repentino da mais profunda coragem num misto com a mais profunda inconsequência que parti. Com cinquenta e cinco reais no bolso, uma tampa de caixa de pizza escrito 'Alto Paraíso' e uma mochila extremamente pesada contendo 75% de inutilidades, fui para a BR. A única experiência que tinha era de ter pego carona com uma amiga até a cidade vizinha (interior de São Paulo, coisa de 100km de distância) poucas semanas antes, mas desde então sabia que se havia conseguido uma carona, conseguiria quantas precisasse. Afinal, muitos podem passar mas só preciso que 1 pare! E foi com essa confiança que, acompanhada de outra amiga que nunca havia viajado de carona, fui rumo a Chapada dos Veadeiros. Não olhei no Google, não tinha mapa, referências ou distâncias. Tudo o que sabia era que queria chegar na tal da Chapada e que pediria carona para isso. Há pouco tempo ouvi a seguinte frase sobre cair na estrada: "não tem como se preparar para isso". Essa é a mais pura verdade, e esse foi o primeiro grande aprendizado. Também é verdade que um único dia de BR te ensina muito mais do que toda a literatura que possa já ter lido, sobre todos os assuntos. Aprendi sobre política vendo a histórica desigualdade social na vida fora dos grandes centros urbanos e fora dos telejornais; aprendi sobre geografia percorrendo as estradas que cortam as paisagens entre serras e planaltos; aprendi sobre língua portuguesa e sobre licença poética nas placas pintadas à mão oferecendo os mais diversos trabalhos Brasil adentro; aprendi sobre matemática com os preços dos postos de combustível e suas lojas de [in]conveniência; aprendi sobre a biologia do corpo que, como um camelo, cobre distâncias incríveis sem uma única gota d'água; aprendi sobre a química da arte de cada estado em misturar água quente, pó de café e açúcar de maneira tão única (e gratuita!); e, sobretudo, aprendi a física envolvida no equilibrar de uma mochila nas costas de forma que ela (como um motor de Kombi que vem atrás) ainda assim te impulsione para frente. Sempre para frente. A BR é uma exigente professora muito dinâmica, com metodologia autodidata e tudo conta como matéria dada. E é justamente este nível de exigência da entrega total ao momento que nos permite absorver todo o seu conteúdo tão eficazmente. Afinal, não dá para estar na BR pensando no boleto que vai vencer ou na ração do gato. A BR te exige por inteiro. Mas essa exigência não é a toa, pois a todo aquele que se entregar plenamente, nada faltará. Nem a carona impossível do último raio de sol do dia, nem o alimento ora como cortesia, ora como oferta da natureza, nem o cantinho maroto para montar a barraca ou o banho, seja num rio, cachoeira ou nos oito minutos mais deliciosos de sua vida num chuveiro de posto de gasolina. Nada faltará! Esse foi o segundo grande aprendizado. Portanto, é um fato que a BR supre a todas as necessidades daquele que se entrega à ela, mas isso não quer dizer que nossas necessidades serão atendidas como gostaríamos ou quando gostaríamos, mas certamente sempre que realmente precisarmos. Aceitar essa falta de controle sobre as situações e ainda assim confiar que nada nos faltará é um desafio proporcional à magnitude do milagre de ser atendido. Porque a verdade é que nós não controlamos absolutamente nada. Abrir mão da ilusão de controle foi o terceiro grande aprendizado. Depois de aprender que não há como se preparar para isso, que são necessárias confiança e entrega e de ter aberto mão da ilusão de controle, algumas virtudes certamente já se apresentam desenvolvidas das quais destaco duas: a paciência e a gratidão. Estas duas virtudes são os maiores presentes que a BR me deu. A paciência de esperar o dia in-tei-ro por aquela carona naquela estrada de terra que não passa nem vento ou naquele trecho urbano em que milhares passam mas não param por medo. A gratidão de receber o dia chuvoso como se recebe o ensolarado, de ser grata pelo jejum assim como se agradece o banquete de coração ofertado. Tendo desenvolvido a duras penas a paciência e a gratidão, aprendi que a verdade é que tudo está em nossas mãos. Com paciência e gratidão criamos o que quisermos. Esse foi o quarto grande aprendizado. Esse é um dos mais belos paradoxos humanos: não temos o controle de nada e criamos tudo o que quisermos. As palavras nem ao menos tangenciam os processos dessas compreensões e permanecem assim no campo das inefabilidades. Mas afirmo: é real. No entanto, não acredite em mim. Duvide e tenha sua própria experiência. Além dos impulsos de buscar viver as coisas nas quais acreditava, também ansiava por ser maior do que meus medos. No angustiante período que antecedeu a partida, já havia compreendido que a crença em nossos medos é o que nos limita. Na época, havia feito uma lista com todos os meus medos dos mais esdrúxulos aos nunca antes pronunciados. Levei algo próximo de três meses para terminá-la, e esta lista finalizada lembrava em muito um pergaminho dado comprimento. Em seguida os analisei. Considerei medos-meus aqueles que havia tido uma experiência direta, real e empírica e considerei medos-não-meus aqueles adquiridos por indução social e inconscientemente reproduzidos. Fiz isso pois compreendia que poderia lidar com os meus medos e os demais devia apenas soltá-los, afinal não eram meus e gastava muita energia com eles... E de todo o pergaminho, a lista se reduziu a poucos ítens contados nos dedos das mãos. Esses eram os que me interessavam vencer, os demais , como disse, abandonei. Simples assim. Junte a angústia existencial gerada por uma sociedade de consumo com a vontade de vencer os medos limitantes e algumas sessões de 'into the wild' e você tem uma pessoa disposta a rasgar documentos, dinheiro, diplomas, desapegar-se de bens materiais e referências psicoemocionais, além de cometer um "socialcídio" nas redes sociais. Toda a viagem à Chapada dos Veadeiros durou entorno de duas semanas e, ao retornar, abri mão de todos os ítens acima citados. Quando voltei para a estrada possuía apenas o meu corpo, meus conhecimentos e uma mochila com algumas roupas e alguns poucos apegos que ainda permaneciam. Queria ver o mundo como ele era sem referências. Queria ver como eu era sem referências. Compreendia que o dinheiro era uma forma de energia mas não era a única e me propus a viver da troca de conhecimentos e da força braçal, bem como do voluntariado. Mas num bom e honesto português o que me motivou foi querer ver se o mundo era mesmo como o Datena falava que era, rsrsrs É com alegria e gratidão que posso afirmar que ele possui uma visão muito limitada (e triste) do que é o mundo... Nesse período de viagens de carona que se sucedeu com trocas e voluntariado, regado à paciência e gratidão, aprendi que quanto mais a gente se doa mais a gente recebe. Esse foi o quinto grande aprendizado. Também foi um período em que muitos valores morais e crenças caíram por terra. Descobri, como diria um professor que tive, que sou o extrato-do-pó-do-peido-da-pulga no universo! Rsrs E viajei, e viajei e viajei. Curiosamente, curtos foram os momentos em que viajei sozinha. Já viajei em dupla, em trio, com criança e em quarteto. Viajar bem acompanhada é delicioso! Comunhão, cumplicidade, respeito, reciprocidade, apoio e alguém que olhe sua mochila para ir ao banheiro! Rsrsrs No entanto, só quem já viajou mal acompanhado sabe o valor de se andar só. Uma vez li em algum lugar que a solidão só pode ser realmente sentida em meio a outras pessoas. Hoje compreendo isso. E foi ao escolher passar a viajar exclusivamente sozinha que compreendi a diferença entre solitude e solidão. A solitude é sobre estar só e não sentir solidão. A solidão é sobre estar acompanhado e se sentir só. Esse foi o sexto grande aprendizado. E ao aprender a apreciar a minha companhia e a ouvir tudo o que o silêncio tinha para me falar, a vida de caronas passou a ser incompatível com minhas novas necessidades introspectivas pois bem sabemos que o pegar caronas implica em conversar e interagir (além de responder várias vezes no dia as mesmas perguntas clássicas "de onde você é?", "para onde você está indo?", "você não tem medo?", "o que sua família acha disso?", Etc rsrsrs). As trocas me garantiam apenas o mínimo ao mesmo tempo em que recebia muitas doações, e foi quando passei a me sentir sustentada ao invés de me sustentar. Essa nunca foi a proposta. Concluí que estava na hora de ser autossuficiente, decidi investir em artesanatos e passar a viajar de bicicleta para ter mais independência. Viajar de bicicleta é outro universo...! Viajando de carona o mundo já é solícito, mas de bicicleta ele é escancarado! Minha bicicleta (Kali- A Negra) é dessas padrão, sem marca, aro 26 e 21 marchas onde os maiores investimentos que fiz foi instalar bar ends de deiz real, um selim mais largo e o bagageiro no qual amarrei dois baldes como alforges, com uma garrafa pet de paralama. Junte a cara de pau de uma bicicleta dessas circulando por aí como se fosse uma Specialized, o fato de eu ser mulher e estar viajando sozinha e você terá a trinca de ouro das portas abertas na sociedade. Tenho plena consciência da sociedade patriarcal em que vivemos e de como é nascer mulher em meio a isso, mas nunca havia experienciado isso de forma tão latente pois não se admiravam por ser uma pessoa viajando de bicicleta, mas por ser uma mulher sozinha, o que claramente indica a noção do inconsciente coletivo de que o mundo é sim um lugar hostil para mulheres, já que a mesma admiração não é comum aos homens viajantes solos. Também sinto que a hiperbólica solicitude que a bicicleta proporciona vem do próprio símbolo de liberdade atrelado à ela, afinal todos temos alguma memória afetiva de infância relacionada à sensação de liberdade com alguma bicicleta. Uma metáfora não-tão-metáfora-assim que a bicicleta me ensinou nos primeiros 10 minutos de viagem foi que não importa o peso que se carrega, mas sim como o equilibramos... E pedalei, e pedalei, e pedalei. Tomei chuva, me queimei no sol, atolei na lama, empurrei serra acima e senti a "mão de Deus no guidão" ladeira abaixo a 56km/h. Fui abordada diversas vezes pela própria curiosidade das pessoas, fui recebida e convidada à hospedagens e banquetes, ganhei dinheiro e presentes, orações, abraços cheios de ternura e querer bem e, por mais delicioso que tudo isso seja, estava looonge da intenção inicial de passar despercebida... Ao mesmo tempo isso ajudou com a venda de artesanatos (mandalas de papel com beija-flores, logo, Ciclobeijaflorismo) e pude experienciar o sucesso na autossuficiência plena com dinheiro suficiente para me hospedar em campings e realizar os desejos mais supérfluos de meu ego. É nesse ápice entre a plena autossuficiência profissional e a crescente necessidade de introspecção e silêncio não compatíveis com a imprevisível vida na BR que, com a Graça Divina, tive o maior dos aprendizados. Tudo o que fizera até então era em busca da liberdade, de acordo com os conceitos que possuía de liberdade. No entanto, em dado momento pude compreender que sempre fui livre. E pela primeira vez compreendi o que Renato Russo quis dizer quando afirmou que 'disciplina é liberdade'. Todos somos livres, sempre fomos e sempre seremos. Inclusive para nos prendermos ao que desejarmos. Esse foi o sétimo e maior aprendizado de todos nesses dois anos e meio de vida nômade. Faz aproximadamente quatro meses que parei de viajar e isso se deu por uma série de fatores, compreensões e necessidades do momento. Tudo o que materialmente ainda possuo é a bicicleta e os baldes alforges (tá, e documentos. Tenho todos novamente, rsrsrs), no entanto a bagagem que estes dois anos e meio me gerou eu ainda mal consigo mensurar (e nem tenho tal pretensão!). A proposta do momento é encerrar pendências diversas que a impulsividade de outrora deixou e, tendo renovado inclusive a CNH, dar início ao projeto da casa própria sobre rodas, afinal sou uma jovem senhora de quase 30 anos que busca alguns confortos que viver de mochila não oferece, rsrs. No entanto, como ou quando isso acontecerá não me pertence mas sei que assim como a estrada me chamou uma vez, quando houver de retornar não será diferente. Coração cigano só bate na poeira da estrada! E o que ficou disso tudo? O brilho dos primeiros raios de sol pela manhã refletidos na superfície de um rio; O aroma da primeira chuva que cai e toca a terra encerrando a seca. Uma verdadeira oração silenciosa de alívio e gratidão onde não se ouve nada além das gotas; A suculência da fruta madura saboreada direto do pé; O farfalhar das folhas com o vento no dossel; O toque da pele em cada rosto que se toca em um abraço ou das mãos que se apertam. E os sorrisos! Ah, os sorrisos... As donas Marias e os seus Zés... Esse foi meu relato de dois anos e meio de viagens conhecendo um pedacinho de cada uma das cinco regiões do Brasil, de carona, a pé e de bike com muito pouco ou nenhum dinheiro vivendo a base de trocas e voluntariado, posteriormente com a venda de artesanatos. Este relato não envolve descrição de lugares, roteiros, valores, dicas ou distâncias. Aliás, quando me perguntam sobre a maior distância que já percorri digo que foi entre querer viajar e colocar a mochila nas costas. Esta certamente foi a maior distância. Este relato apenas compartilha outros aspectos de um mochilão. E embora eu tenha dito que este é o meu relato, estou ciente de que também é ou pode ser o seu, afinal, Eu Sou o Outro Você. Dedico a todas e todos que abraçaram e abraçam o desconhecido, escolhendo ir além dos próprios medos. Agradeço a todos e todas que compartilham seus relatos de viagem. Agradeço a todas e todos que compartilham. Agradeço. Trilha sonora da escrita: *Quinteto Armorial - do Romance ao galope (1974) *Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto PRABHU AAP JAGO
  2. carlera00

    Mochilão Sem Dinheiro - 40 Dias

    Sou novo aqui pessoal, alguem poderia me dizer onde faço o relato dessa viajem? se quiserem é claro
  3. Querem que eu escreva o diário desta viajem?
  4. Turistando HD

    Bombinhas-SC

    Bombinhas É a praia que dá nome a cidade e onde se encontra o maior centro comercial da cidade. Sua faixa de areia é composta por cristais de quartzo, que dão um tom incrivelmente branco, emoldurando o mar calmo e transparente com pequenas ondas, garantindo a alegria das crianças. Os mesmos cristais produzem um som característico sob os pés, semelhantes a estalidos, o que rendeu o nome à praia. Possui 1.227 metros de extensão. Em Bombinhas, estão localizadas as principais escolas e operadoras de mergulho autônomo, com saídas diárias para os costões da península e na parte sul da Ilha do Arvoredo. Uma das grandes atrações da Praia de Bombinhas é a tradicional Corrida de Canoas-de-um-Pau-Só, evento anual, sempre na comemoração do aniversário da cidade, em março, que atrai pescadores de todo o estado, com suas canoas peculiares. Como chegar Seguindo pela Avenida Leopoldo Zarling em Bombas, ao atravessar a ponte do Rio da Barra, a avenida já recebe o nome de Vereador Manoel José dos Santos, que conduz diretamente ao centro de Bombinhas. O acesso também pode ser feito a partir da Praia do Mariscal, pela estrada do Morro do Mariscal. VÍDEOS POR PRAIA: 4 ILHAS MARISCAL CANTO GRANDE I CANTO GRANDE II ZIMBROS MORRINHOS LAGOINHAS COSTA ESMERALDA - BOMBAS BOMBAS I BOMBAS II SEPULTURA I SEPULTURA II
  5. Nesse vídeo fizemos uma incrível viagem ao Deserto do Atacama, do dia 02 de Janeiro de 2018 ao dia 21 de Janeiro de 2018 sinta a emoção dessa magnifica viagem. Eu Matheus Verdan, sai do Rio de janeiro e o Iago Luiz de São Paulo, Juntos fomos do Atlântico ao Pacifico, do Rio a Santiago e voltamos. Rodamos cerca de 10000km em duas Tenere 250 por cerca de 19 dias, um a mais que o planejamento inicial. No meio do Valle de la Luna, encontramos um amigo aqui do Rio de Janeiro, o Bandeira, que seguiu viagem conosco do Atacama até Mendoza na Argentina. Foi um sonho realizado e com toda a certeza a primeira de muitas viagens. Não ha como não se emocionar com a beleza e grandiosidade de todos os locais que eu passei, principalmente nas Cordilheiras do Andes, é ESPETACULAR! Valeu a pena cada km percorrido. Se quiser qualquer informação sobre a viagem, será um prazer ajudar. Para acompanhar todas as fotos dessa trip espetacular entre no meu instagram: @mathverdan https://www.instagram.com/mathverdan/ @iagoluizoli https://www.instagram.com/iagoluizoli/ Em breve farei videos sobre planejamento, custo, roteiro/trajeto e o que levar. Se inscreva e acompanhe as nossas aventuras. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Gostou do Vídeo? Deixe aquele LIKE, não esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- ► Motos utilizadas: Duas Tenere 250 ► Dificuldade da estrada: Médio ► Partida: Rio de Janeiro - BRL ► Chegada: Santiago - CHL ► Percurso: 10000 km Locais Visitados: ► Laguna Cejar ► Salar de Tara ► Salar de Atacama ► Laguna Tuyajto ► Gêiseres del Tatio ► Valle de la Luna ► Monjes de la Pacana ► Mão do Deserto ► Los Caracoles ► Salinas Grandes ► Lagunas Miscanti y Miniques (Altiplânicas) ► Concha Y Toro ► Fuerte Neptuno https://youtu.be/qNx7PDM1Yxw Em breve, postarei o relato detalhado de toda a viagem aqui mesmo na pagina. Abraços e Bons Ventos.
  6. O vídeo abaixo mostra detalhadamente o valor gasto com combustível, hospedagem, alimentação, passeios, lembranças e seguros da viagem realizada entre os dias 02 de Janeiro de 2018 ao dia 21 de Janeiro de 2018. Eu Matheus Verdan, sai do Rio de janeiro e o Iago Luiz de São Paulo e juntos fomos do Atlântico ao Pacifico, do Rio a Santiago e voltamos. Rodamos cerca de 10000km em duas Tenere 250 por cerca de 19 dias. O valor final mostra exatamente quanto gastamos na viagem e serve de base para calcular o seu gasto. ► Saiba o preço do combustível no Chile e na Argentina. ► Valor gasto diariamente com alimentação. ► O custo da hospedagem na viagem. ► Quanto custa e onde contratar o seguro SOAPEX, seguro CARTA VERDE e Seguro Viagem. Links uteis: Seguro obrigatório Chileno - SOAPEX - https://www.hdi.cl/venta/Index.aspx Seguro Viagem - https://www.seguroviagem.srv.br/ Vídeo da viagem - https://youtu.be/qNx7PDM1Yxw Observação: O valor final esta somado com a multa que explico no vídeo. Se quiser qualquer informação sobre a viagem, será um prazer ajudar. Para acompanhar todas as fotos dessa trip espetacular entre no meu instagram: @mathverdan https://www.instagram.com/mathverdan/ @iagoluizoli https://www.instagram.com/iagoluizoli/ Gostou do Vídeo? Deixe aquele LIKE, não esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos. ► Motos utilizadas: Duas Tenere 250 ► Dificuldade da estrada: Médio ► Partida: Rio de Janeiro - BRL ► Chegada: Santiago - CHL ► Percurso: 10000 km Locais Visitados: ► Laguna Cejar ► Salar de Tara ► Salar de Atacama ► Laguna Tuyajto ► Gêiseres del Tatio ► Valle de la Luna ► Monjes de la Pacana ► Mão do Deserto ► Los Caracoles ► Salinas Grandes ► Lagunas Miscanti y Miniques (Altiplânicas) ► Concha Y Toro ► Fuerte Neptuno <embed src="https://youtu.be/ewTS6nON73s" autostart="false" height="250" width="500" />
  7. Jaaziel

    VIAJAR DE CARONA E SEM GRANA

    Alguém afim de cair numa trip pelo Mercosul (fazer roteiro ainda), de carona e sem grana? É a minha primeira vez e estou super ativo para sair o mais rápido possível. Topam fazer grupo no WhatsApp? Meu contato pra quem tiver interesse 55 11 979509059
  8. Meu interesse pela Ilha do Cardoso, extremo sul do litoral de São Paulo, divisa com Paraná, nasceu pelos meus contatos pessoais já que nunca ouvi sobre a ilha em outros meios. Curiosa com as referências que recebi, destinei um feriado prolongado para conhecer o local. A ilha em 1962 se tornou o “Parque Estadual Ilha do Cardoso”, com o fim de estimular a preservação natural. Hoje conta com uma extensa área de Mata Atlântica, é habitat natural de espécies raras, além de ter um centro de pesquisas científicas. A grandiosidade da mata já fica clara quando se toma o barco. Não sendo isso o bastante, o caminho passa por uma baía de golfinhos, e eles aparecem com frequência para saldar os visitantes. CONTINUE LENDO AQUI
  9. Larissa Eira

    Os dois lados!

    Olá, mochileiros! Hoje vou compartilhar sobre minha viagem à Bahia. Passei 10 dias em Feira de Santana, município brasileiro do Estado da Bahia situado a 108 quilômetros de sua capital, Salvador. Fui até lá para realizar um curso de comunicação comunitária promovido pelo MCP (Movimento das Comunidades Populares) e pude conhecer o local por outro olhar. Apesar da Bahia ser uma cidade turística , repleta de atrações naturais e muito famosa por possuir uma grande variedade de ritos religiosos, existe um lado esquecido por nós, turistas, que são os problemas sociais e econômicos encontrados em cada lugar que vamos. Com esse curso comunitário que realizei, tive a oportunidade de ficar alojada no bairro Sítio Matias em uma casa comunitária. O Movimento das Comunidades Populares atua em diferentes estados e possui seu próprio jornal chamado ''Voz das comunidades'', que está a serviço das comunidades indígenas, quilombolas, camponesas e operárias. Nesse tempo que fiquei por lá, tive a chance de conhecer uma Bahia que nunca tinha ouvido falar, que não é mostrada na televisão e nas revistas. Conheci a Bahia através dos próprios moradores, e isso foi uma experiência de vida incrível! A base do movimento, que foi onde nós ficamos alojados, conta com a casa, uma horta, uma creche, uma lojinha com produtos que os próprios moradores produzem e um bazar. Tudo construído, realizado e vendido de forma coletiva. Diante de tanta injustiça social, essa foi a maneira que eles encontraram de buscar autonomia: vivendo de forma coletiva. Também tive a oportunidade de conhecer Artemares (Associação Regional de Trabalhadores em Materiais Recicláveis), onde pude entrevistar alguns dos trabalhadores e perceber o quanto eu e você precisamos agir de forma diferente para mudar o que consideramos errado nesse mundo. Um grande problema em Artemares e em muitos lugares, é a falta de consciência das pessoas na hora de separar seu próprio lixo. Daniele, uma das moças que entrevistei, disse que é um trabalho que requer atenção e cuidado, pois além do risco de contaminação com o lixo hospitalar, por exemplo, muita das vezes eles não possuem nem os equipamentos adequados para separar o lixo, como luvas e botas. Trabalham em condições precárias e com salários baixos. Eu realmente fiquei muito impactada com a realidade deles, moradores de uma cidade turística e reconhecida, que talvez nunca tenham ido aos pontos turísticos para conhecer e tirar fotos, assim como eu faço em minhas viagens. Duas realidades tão perto e tão longe uma da outra... Mas, não só de problemas se vive. Também tive a grande oportunidade de visitar a feira e me encantar com a imensa variedade de frutas, pessoas e cores. Pude fotografar e tomar caldo de cana, pude experimentar o tão famoso acarajé e conhecer um dos postais da cidade, a caixa d'água do Tomba. Pude ouvir histórias locais e cordéis recitados na noite de confraternização do curso. Pude aprender mais sobre medicina alternativa e acupuntura, pude tomar uma diversidade enorme de chás cultivados na horta comunitária. Pude experimentar o famoso Cuscuz de milho, típico nos cafés da manhã na Bahia. Pude assistir o futebol dos meninos no campinho de terra todas as tardes com o sol se pondo. Pude tomar banho gelado todos os 10 dias e me acostumar com isso. Pude tomar sorvete de tapioca. Pude conhecer pessoas de diversos estados, pessoas das comunidades quilombolas e de palmares. Pude aprender com a riqueza da diversidade. Pude voltar pra casa com muita saudade e com a certeza de que para mudar o mundo é preciso começar mudando a nós mesmos! Obrigada Bahia, por me mostrar o seu melhor lado, o lado real! Até a próxima estrada.
  10. israel kiesel

    Cidadania Europeia

    Sou bisneto de alemães mas não sei exatamente quando vieram para o Brasil mas tenho o sobrenome deles, queria saber se tem como eu ou minha mãe pedir a cidadania europeia Obs: não existe mais nem um documento oficial que diz que eles são alemães que migraram para o Brasil
  11. Pedro.ordep

    Mochileiros / Microempreendedores

    Fala galera, estive percebendo através de mochileiros, que vem aumentando diversas oportunidades no nicho de freelas e microempreendimentos e com isto, possivelmente terá sempre alguém por perto de você que pode ser seu futuro cliente, sócio ou quem sabe uma pessoa que vai agregar muito no seu negócio com 5 minutos de papo. Geralmente, "trabalho" é uma palavra proibida pra alguns quando saem pro mochilão, mas pra alguns, a viagem além de diversão é a hora de mapear oportunidades de largar a CLT e ser dono do próprio tempo pra poder viajar mais. Viajar e fazer networking é uma ótima oportunidade pra quem quer empreender com êxito, afinal, nem só de capital de giro vive um negócio, o capital intelectual hoje é um quesito visível. Enfim, Caberia um belo grupo de whatsapp de mochileiros e microempreendedores. Válido pros que ainda não são mas possuem habilidades que possam agregar em qualquer nicho.
  12. Gabi - Acumulando Viagens

    4 roteiros de viagem pelo Sul do Brasil

    O Sul do Brasil tem diversas cidades com lindos lugares para visitar, como praias, cânions, cachoeiras, cidades charmosas e românticas, cidades com arquitetura europeia, enfim, muitas paisagens e lugares para todos os gostos. Gostamos tanto de tudo o que conhecemos nestes três estados brasileiros que montamos quatro roteiros de viagem pelo Sul do Brasil para explorar a região em 10 ou 15 dias. Continue lendo no blog: https://acumulandoviagens.com/4-roteiros-de-viagem-pelo-sul-do-brasil/
  13. willgittens

    Extremos da América do Sul

    Olá amigos e amigas! Queria divulgar uma aventura que estou partindo agora na semana que vem e me apresentar. Me chamo Will Gittens, tenho 34 anos, apaixonado por veleiros, camping selvagem, mochilões e aventuras. Já atravessei 5 países da América do Sul com menos de 800 reais, atravessei o Atlântico e o Mar do Norte em navio de carga, fiz uma volta ao mundo atravessando a América do Sul, Europa, Rússia e Ásia por terra, conseguindo ir daqui de SP até o Vietnam sem pegar avião nenhum e gastando muito pouco. Estou partindo para finalizar um plano antigo meu, conhecer todos os extremos da América do Sul e nesse 3° mochilão longo pelo nosso continente pretendo atingir essa meta. Ponto mais alto, mais ao sul, mais ao norte, mais ao leste, mais ao Oeste, Amazônia e Cataratas do Iguaçu. Juntando com outras expedições que eu fiz pelo Atacama, Uyuni, Titicaca, Pantanal e Machu Picchu ( vou novamente dessa vez por Salkantay ), terei conhecido por terra todos os cantos desse continente incrível que moramos. Convido vocês à acompanharem a expedição, farei uma cobertura no youtube e no blog mostrando como é viver e trabalhar enquanto se viaja, como sempre, gastando o mínimo possível. Grande abraço e um 2018 de grandes aventuras para todos nós.
  14. Mochileiros.com

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    Tags de Destinos do Brasil - Bonito - Caminho da Fé - Canoa Quebrada - Chapada das Mesas - Chapada Diamantina - Chapada do Veadeiros - Conceição do Mato Dentro - Fortaleza - Florianópolis - Ilhabela - Ilha Grande - Ilha de Boipeba - Ilha do Mel - Itacaré - Jalapão - Jericoacoara - Paranapiacaba - Presidente Figueiredo - Paraty - Porto Alegre - Porto de Galinhas - Praia da Pipa - Praia do Sono - Praia Grande SC - Salvador - São Thomé das Letras - Serra da Canastra - Trilha do Rio do Boi - Trindade - Ubajara - Ubatuba Tags com grupos de tópicos: - Destinos de Alagoas - Destinos do Amazonas - Destinos da Bahia - Destinos do Ceará - Destinos de Goiás - Destinos de Minas Gerais - Destinos do Paraná - Destinos de Pernambuco - Destinos do Rio Grande do Norte - Destinos do Rio de Janeiro - Destinos de Santa Catarina - Destinos de São Paulo - Destinos do Tocantins
  15. Vou e Volto Já!

    Vou e Volto Já! Blog de Viagem

    Olá! Meu nome é Aline, e do meu esposo, fiel companheiro Juninho. Gostamos muito de passear e compartilhar nosso momentos. Nosso blog é totalmente direcionado para ficas de viagens, passeios, gastronomia e muito mais. Tudo que considero importante para um viajante ou mochileiro eu escrevo, para assim poder ajudar outros que gostam de buscar informações antecipadamente Espero que gostem e se tiverem alguma crítica para melhorarmos estamos totalmente abertos Blog: https://vouevoltoja.blogspot.com.br/ Instagram: https://www.instagram.com/vouevoltoja/ Facebook: https://www.facebook.com/vouevoltoja Abraços!
  16. Lys Silva

    AMAZÔNIA: Um passeio inesquecível

    Clipe com resumo da minha viagem pela Amazônia no começo deste ano. Fui por uma rede que organiza viagens para estudantes estrangeiros aqui em São Paulo e foi uma das minhas mais incríveis na vida. Me entristeceu bastante o fato de ter poucos brasileiros, na verdade nenhum turista na época que eu fui (abril). Essa floresta é nossa e precisamos visitar, conhecer e reverenciar essa natureza tão linda e abundante. Espero que gostem, qualquer dúvida me respondam aqui que eu tiro e se gostarem, não se esqueçam de se inscrever no canal pq tem muita coisa boa por lá kkkk
  17. Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado. Foto 1 - A companheira de viagem Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir. Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar. Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma: Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí Parte 2: Cânions do Sul Parte 3: de Torres a Chuí Parte 4: Uruguai Parte 5: da região das Missões a Chapecó Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília Parte 7: Chapada dos Guimarães Parte 8: Rondônia Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre Parte 10: Viajando pelo rio Madeira Parte 11: de Manaus a Roraima Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas Parte 14: Ilha de Marajó e Belém Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba Parte 16: Serra da Capivara Parte 17: Sertão Nordestino Parte 18: Jampa, Olinda e São Miguel dos Milagres Parte 19: Piranhas, Cânion do Xingó e uma viagem de carro Parte 20: Pelourinho Parte 21: Chapada Diamantina Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras Parte 23: O retorno e os aprendizados O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros. ********** A ATUALIZAÇÃO DO SITE AFETOU A FORMATAÇÃO, ELIMINOU AS LEGENDAS DAS FOTOS E ADICIONOU ESPAÇAMENTOS EXTRAS. COM CALMA IREI EDITAR TODO O RELATO PARA FICAR MAIS AGRADÁVEL VISUALMENTE *********
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