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  1. Período: 11 a 16/08/18 Pessoas: 8 adultos e 3 crianças (2, 5 e 6 anos) Passagens: Latam – voo direto SDU a FOZ. Hotel: Tarobá – muito bom. Hotel com boa estrutura: área para crianças, piscina, guarda volumes, sala de repouso, sala de TV, agência de viagem, loja, cadeira de massagem, outros. Boa localização, limpeza e equipe muito atenciosa. Normalmente, compro tudo separado, mas comparando os preços, compensou fazer pela Decolar que trouxe voo direto e hotel de boa qualidade, podendo parcelar em 10x. Preços – maioria do Ticket Loko Roteiro dia a dia: Dia 1 (sábado) – pegamos ônibus 120 em direção ao Terminal de Transporte Urbano (TTU), valor R$ 3,55. É ônibus comum de linha, não daqueles rodoviários que têm bagageiro etc. Mas, entramos com nossas malas e foi tranquilo. Aproximadamente meia hora até o hotel. Fizemos o check in, almoçamos no mercado Mufato que fica perto do hotel. Aproveitamos para comprar itens como biscoitos, água, bolinhos, enfim, coisas essenciais para quem está com crianças. No mercado, há caixa 24h. Por volta de 17h30, saímos para o Marco das 3 fronteiras brasileiro. Lá no Marco, compramos o passaporte 3 fronteiras, custa R$ 89 para adultos e R$ 39 criança (a partir de 6 anos; se for menor de 6, não precisa comprar, pois a criança só vai pagar R$ 10 nas Cataratas). Dá direito à entrada no Marco, Cataratas e visita à Itaipu com Ecomuseu – além de alguns descontos que não usamos. Vale a pena! O Marco brasileiro é muito bonito, tem apresentações de dança, loja e locais para comer. Estava um frio absurdo. Se for à Foz no inverno, esteja sempre com agasalho na bolsa. Dia 2 (domingo) – em frente ao hotel, há um quiosque do Ticket Loko onde compramos os ingressos para todos os demais passeios que queríamos fazer. Eles trabalham com descontos e, passando de R$ 500, a compra pode ser parcelada em até 3x no cartão. Uma viagem à Foz, basicamente, inclui ficar saindo e entrando de atrações pagas. Não é aquele tipo de viagem de colocar a cadeira de sol na areia da praia e ficar o dia inteiro curtindo o vento. Então, separe um dinheirinho. Algumas agências (como a própria Decolar) vendem ingressos podendo parcelar em 10x, mas costuma sair mais caro que o Ticket Loko. Após a compra dos ingressos, pegamos o ônibus 120 sentido Cataratas. Resolvemos visitar primeiro o Parque das Aves (R$42,75). O local é muito bonito. Não almoçamos, comemos numa lanchonete lá no parque – a coxinha é maravilhosa! Saindo do parque, seguindo por uns 5 minutos, está o Parque Nacional das Cataratas \o/ (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras). Não sei se pela data (Dia dos Pais), o parque não estava tão cheio. Após entregar os tickets, você entra numa fila para apanhar um ônibus que para em alguns pontos dentro do parque. Conseguimos sentar na parte superior que é semiaberta, dali fomos curtindo o visual. Descemos no ponto a partir do qual se acessa uma trilha de cerca de 1,2 km para as Cataratas. Quem tiver dificuldades de locomoção, pode descer num ponto acima. A caminhada na trilha é muito tranquila, você vai adentrando e tendo a vista daquela maravilhosa obra de Deus. É fabuloso. Por volta de 16h, fomos até o ponto da trilha para fazer o passeio Macuco Safari (R$199). Primeiro, pegamos uma caminhonete até certo trecho, depois você pega um veículo elétrico que te deixa num ponto onde você pode guardar suas coisas (R$10, o armário). Leve roupa, chinelo e toalha. Como fomos no inverno, ao sair do passeio estava muito frio, felizmente, tínhamos levado casaco. Em seguida, pega-se um funicular que desce até o ponto do rio onde embarca-se num bote. O bote vai seguindo pelo rio e chega em um ponto onde se pode admirar as cataratas, depois ele segue para a parte mais emocionante que é o banho!!! O tempo total de passeio e deslocamentos é de cerca de 2 horas. O passeio é caro, mas vale muito. Nesse passeio, fomos meu marido, minha cunhada, minha filha de 5 anos (não pagou, acho que só cobram para crianças a partir de 8 anos) e eu. Eles dizem que o passeio é seguro e, me parece que crianças a partir de 2 anos já podem ir. Não recomendo para crianças tão pequenas, pois ele fica em baixo da queda d’água por uns segundos, parece que você vai se afogar, além daquele volume de água batendo no quengo rsrs. Minha filha curtiu a emoção do barco, mas não gostou da água gelada rsrs. Procurei protegê-la com meu corpo para que ela não tivesse essa sensação de perder o fôlego. No final, esse é um passeio que recomendo muito e que faria de novo! Na saída, há táxis e ponto de ônibus da linha 120. Dia 3 (segunda) – reservei esse dia para ir ao Paraguai, pois tinha lido que costuma ser mais vazio às segundas. Pegamos um ônibus perto do mercado (R$ 6). Demorou um pouco, pois a travessia da ponte é muito lenta. Antes da viagem, vi muitos vídeos sobre o Paraguai que me ajudaram a ter noção das coisas. É fundamental fazer uma lista, pois são muitas coisas para ver e o processo de compra nas lojas não costuma ser rápido (não é só escolher o produto e pagar no caixa; em geral, tem que fazer cadastro, se quiser testar, tem que entrar em outra fila etc etc.). Durante a viagem, acabamos voltando por mais 2 vezes. Percebemos que seria mais rápido ir de táxi e atravessar a pé. Os táxis ao lado do TTU cobram cerca de 18 reais, levam uns 10 minutos e, para atravessar a ponte, leva-se mais uns 10 minutos andando. Não nos pediram documentos para entrar e, para sair, em uma das vezes, um dos carros foi revistado. Tranquilo. Apesar de o dólar estar alto quando fomos (variando em R$3,96), ainda assim, compensa comprar. As lojas mais baratas que vimos foram: Mega e Mega Eletrônicos, Atacadão Games, Charme (Perfumes), uma loja logo na entrada do Shopping Del Este, lado direito, também tinha bons preços para produtos de cabelo. Recomendo levar somente bagagem de mão (até 10kg) e comprar, antes, um despacho de bagagem de volta (até 23kg). Daí, é só comprar uma mala no Paraguai para poder trazer as coisas sem preocupação com o peso. Com os índices de furto de bagagem, sugiro despachar roupas e itens de menor valor e levar as coisas mais caras na bagagem de mão. Dia 3 (terça-feira) – esse dia estava reservado para cataratas argentinas, mas alguns de nós não estávamos bem fisicamente e mudamos a programação. Fica para a próxima. À tarde, fomos no complexo Dreamland. Eu só tinha interesse no Vale dos Dinossauros e Bar de gelo. Porém, como o ingresso para fazer as 4 atrações era quase o mesmo preço de fazer só 2, acabamos comprando o pacote 4 em 1 que inclui Museu de Cera, Maravilhas do Mundo, Vale dos Dinossauros e Bar de gelo, já que alguns não conheciam (R$ 128, 86 adulto, para criança era em torno de 80 reais, não anotei). Minha dica é que se veja uns vídeos dos locais para se ter noção dos locais e avaliar se vale. Eu gostei muito do Vale, principalmente, por causa das crianças. O bar de gelo também é muito divertido, mas é muito difícil ficar até o final – os dedos congelam. Dica: apesar de eles oferecerem casaco e luva, leve agasalho pesado, principalmente, luvas, touca e meias. Nós levamos tudo, mas, ainda assim, alguns tiveram que sair antes, pois as crianças não aguentaram muito. Faz parte, mas, gostei kkk. Eles tiram várias fotos lá dentro. Ficam bem legais. Compramos o kit que eles mandam pelo WhatsApp por ser mais barato. No final, pegamos um táxi até o shopping onde jantamos. Dia 4 (quarta-feira) – pela manhã, pegamos um ônibus no TTU e fomos para Itaipu (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras). São as linhas 101 a 103; leva uns 30 minutos. Fizemos a visita panorâmica que é a permitida para crianças. O passeio é maravilhoso, é muito bonito ver uma empresa desse porte em nosso país, no trajeto, vê-se a integração da tecnologia com a natureza (muitas árvores e animais pelo caminho). Saindo de Itaipu, fomos ao Ecomuseu (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras). Ao lado do hotel Tarobá, há uma lanchonete/restaurante que serve pratos bons, com preço bacana. Almoçamos e descansamos um pouco. Às 16h, tínhamos agendado o citytour (R$ 60 adulto e R$30 criança) que vai para Argentina. Aqui, precisa apresentar documentos para entrar e sair e, se a criança estiver com apenas um dos pais, tem que ter a autorização autenticada em cartório daquele que está ausente. O roteiro inclui paradas na Aripuca (vale comprar a compota de madeira comestível), Marco das Três Fronteiras (vista bonita) e centro comercial (local simples onde se pode comprar doce de leite, azeite e outros). Dia 5 (quinta-feira) – fomos ao Paraguai pela manhã e depois arrumamos as malas para voltar. Como estávamos em um grupo grande, e agora com mais malas, optamos por um transfer. Essa viagem foi muito boa. Pegamos dias de sol e noites bem frias. O destino Foz, Ciudad Del Este e Puerto Iguazu tem muitas atrações e, como falei, a maioria é paga. Por outro lado, costuma se achar bons preços de passagens e hospedagem e o preço da alimentação é muito parecido com o que se paga no Rio de Janeiro, 25/30 reais numa refeição. Sobre a quantidade de dias, achei ideal o tempo que ficamos, pois conseguimos passear com calma. Ter disponível um carro alugado traz conforto e rapidez, mas, em geral, os deslocamentos podem ser feitos com os ônibus de linha ou táxi, sem grandes dificuldades. Algumas atividades como Cataratas Argentinas, Museu 3d, Templo Budista e Mesquita não foram feitas, pois tivemos contratempos de saúde. Ir a churrascarias e sair à noite não era nosso foco por conta das crianças. A viagem é super indicada para crianças e pessoas de todas as idades. Ver as cataratas é algo que todos deveriam fazer, pelo menos, uma vez na vida!
  2. Para quem vai vir curtir a Oktober Fest, nada melhor que um camping Indoor a poucos metros da OktoberFest no Parque Vila Germânica ( serviços 24 horas, serviço de bar, banheiros, wi-fi, sinuca, local murado, segurança, estacionamento privado) R$50 por dia/noite O Camping é dentro de um ginásio de esportes radicais, com espaço para churrasco e festas! Quem tiver interesse, entrar em contato: +55 47 99196-0638
  3. Nós tínhamos 5 dias no réveillon. É época tradicionalmente lotada (e cara) em qualquer canto turístico no Brasil, então estávamos olhando para fora. A ideia era conhecer algum lugar novo nos arredores, e escolhemos Assunção. Claro que ouvimos a tradicional pergunta “mas o que vai fazer em Assunção?” (os amigos mais próximos sabem que eu não faço compras, então já pulam a tradicional “vai lá fazer compras?”), para a qual sempre dávamos a básica resposta: “conhecer”. Fomos escolados, lendo as poucas experiências de outros viajantes que lá estiveram. Já sabíamos, de longa data, que Assunção nada tinha a ver com Ciudad del Este. Assunção é Paraguai, Ciudad del Este é Brasil (para brasileiros) dentro do Paraguai. Foi uma viagem completamente atípica para o que estamos acostumados (daí o relato sair um pouco quebrado). Dessa vez não passamos o dia explorando a cidade, para jantar e dormir cedo e repetir a dose no dia seguinte. Dessa vez curtimos noitadas todos os dias, acordamos tarde todos os dias. Curtimos a cidade, curtimos até mesmo um pouco de Luque, Sanber e Areguá, aconchegantes cidades nos arredores de Assunção – eu adoraria voltar e curtir alguns dias em Sanber e Areguá. Para tudo isso nós fomos ciceroneados por um velho amigo meu desde os tempos de faculdade. --------------- MUITO mais fotos desta viagem podem ser vistas no relato da Katia, no site dela: http://casosecoisasdabonfa.blogspot.com.br/2014/12/resumao-do-nosso-reveillon-em-assuncao.html --------------- Os voos para Assunção quebram um dia no meio. Partem e voltam somente de Guarulhos no meio do dia. Por isso, chegamos na cidade já no meio da tarde do dia 31/12. Estava um calor carioca na cidade, e também um belo céu azul. Demos um rolé rápido pelo centro, praticamente tudo estava fechado por conta da véspera de ano-novo. Atrações, restaurantes, etc. Mas já deu para confirmar a ideia de como o centro de Assunção é pacato, se comparado a outros centros de capitais sul-americanas (com a ressalva de que ainda não conheço Quito, Caracas e as capitais daqueles três países menos conhecidos lá de cima). Palácio de Lopez Panteão dos Heróis A bela Casa do Bicentenário Aproveitamos para experimentar umas chipas no Na Eustaquia, e depois algumas empanadas num shopping. No fim da tarde fomos tirar algumas horinhas de sono para aguentar a virada de ano. Nosso amigo tinha nos encaixado numa festa finesse num clube à beira do Rio Paraguai. Tivemos a ceia na casa da avó do meu amigo. Foi legar rever família, irmãos, pais e a avó. E conhecer outros parentes. Acabou que a visita foi relativamente rápida, porque jantamos, brindamos o Ano Novo e partimos para a festa. No caminho ainda passamos na casa de um amigo dele. Casa sinistra de grande, estilo Jurerê Internacional. Amigo muito hospitaleiro, insistiu que voltássemos lá de manhã (até voltamos, mas não tinha mais festa rolando!). Galera deixou o carro num posto de gasolina, e de lá partimos com limusine para o clube Verandas. Alta classe!! Viramos a noite na festa, vimos o sol nascer e tudo. Tentei me segurar na bebelança, acho que consegui. Nada de ressaca, mesmo no Réveillon! Já no amanhecer começou sessão de música brasileira. Rolou uma tal de Perereca Suicida, que eu nunca tinha ouvido. Depois soube que aquela era a versão original, não censurada. Achei muito bizarro. Vi garotas (suponho que paraguaias) dançando e cantando aquilo, ou seja, conheciam a matéria! Sinistro! Partimos de lá de manhã, com música e festa ainda rolando. Acho que fizemos bem, soube que houve confusão minutos depois. Durante nossa estada lá não vi uma briga sequer (mas vi algumas “quase”). Katia perdeu o celular, mas uma alma bondosa viu e foi atrás de nós para devolver. Amem! A Limo nos levou de volta ao posto, de onde partimos para casa. Ainda fomos catar um lugar para comer, era a larica do Réveillon. Há um lugar de lomitos na cidade, cheio de barraquinhas. Mas ninguém estava trabalhando naquela manhã. Achamos um outro, mas que só tinha de frango. Foi o jeito, embora não estivesse lá nada de mais. Vários outros bebuns pós-noitada passando a pé e buscando lomitos também, e nos cumprimentando pelo Ano Novo, ahahaha. Fomos dormir quase 9hs da manhã. Não estamos mais habituados a isso! Dia 2 Acordamos no meio da tarde. Tempo nublado. Fomos dar uma forrada no estômago. O problema era achar lugar aberto. Fomos num shopping perto do hotel e saboreamos uma parrilha paraguaia no Esse Lugar. Parrilha paraguaia Depois fomos curtir um pouco a Avenida Costanera, que fica fechada aos carros nos domingos e feriados. Tipo Aterro do Flamengo ou orla Leme-Leblon. Foi bacana ver a galera curtindo o lugar. Curtimos também. Ao sabor de tererê, que meu amigo sempre carrega com ele. A Costanera, em foto no dia anterior, com sol Vendedor de chipa na Costanera Já de noite ficamos no entorno do Paseo Carmelitas. Tentamos tomar um café no El Café de Aca, mas ninguém apareceu para atender em mais de 10 minutos. Trocamos por umas cervas no Kilkenny Pub. A cerva bateu mal na Katia, que optou por voltar para hotel e descansar. Eu ainda saí no fim de noite para o Kamastro, encontrar com meu amigo. O Kamastro é um bar, mas que transa arte, além de comida e bebida. Em todo canto há alguma obra de arte, tradicional ou moderna. Choveu forte na madrugada. Ficamos lá até fechar, 3 da manhã! E a chuva não parava. Kamastro, ainda de dia, antes de abrir Dia 3 Saímos no fim da manhã (nunca acordamos cedo na viagem!) para conhecer algumas cidades nos arredores. Paramos em Luque (Katia comprou brinco feito em filigrana), Areguá (cidade meio bicho grilo, muito agradável!) e San Bernardino (Hotel del Lago, Lago Yapacaray). Lugares muito bacanas, do tipo que dão vontade de ficar mais tempo. Gostaria muito que houvesse voos diretos (e com boa logística) do Rio para Assunção, pra voltar e curtir melhor esses lugares. A igrejinha de Areguá Paz e tranquilidade pelas ruas de Areguá Lago Ypacaray, em SanBer Na volta, comemos no 1Toro y 7 Vacas. Lugar caro, mas vieram umas patacas sinistras de carne! Depois passamos o resto da tarde batendo perna no centro da cidade, conhecendo melhor as atrações que estavam abertas. O Centro Informações Turísticas está de parabéns, nos deu diversas informações de forma assertiva e muito cordial. Anoiteceu e voltamos para Villa Mora, o bairro onde estávamos hospedados. Saboreamos uma cerva artesanal no Astoria, tomamos uma saideira no Long Bar e fomos descansar para outra noitada. Ia ter show no Kamastro à meia-noite, fomos dormir um pouco para mais uma noitada. El Cabildo Catedral Metropolitana – só abriu de noite, quando já estávamos indo embora do centro! Interior da Casa de la Independência Fomos para o Kamastro, onde rolou showzinho bacana, bate papo com a galera e bebelança até tarde. Dormimos tarde pacas novamente. Showzinho no kamastro (Abel Ullon) Dia 4 Fomos conhecer o Mercado Quatro, mercadão popular na cidade. Enorme, sinistro. Um pouco de Brasil, um pouco de Índia. Não vi o filme “7 Cajas” (tinha de ver!), que foi filmado por ali e fez sucesso no circuito alternativo brasileiro. Ainda passamos no estádio Defensores del Chaco, mas estava fechado. Ficamos saboreando uma parrilha paraguaia na casa do meu amigo, com a família dele e mais gente que chegava de vez em quando. Partimos para uma cidade próxima, onde a ideia era passear de barco no Rio Paraguay. O barco estava parado havia anos. Um mecânico tentou recuperar, mas não rolou. Curtimos mesmo assim. Disparamos para centro da cidade, a ideia era conhecer e curtir o bairro Loma San Geronimo. Paramos no bar El Poniente para pegar umas cervas artesanais Sajonia. Muito boa! E lugar muito maneiro. Depois paramos num bar de metaleiros no caminho. El Poniente Loma San Geronimo: Lugar muito legal, muito colorido! Mas tem de saber dia e hora de ir. Fim de semana de noite é quando tem atividade. Era um sábado e era de noite, ou seja, fomos no dia e momento certos. Curtimos um show no mirante. Curtimos uma final de vôlei feminino num colégio (!!). E curtimos o charme do lugar. Muito colorido na Loma San Geronimo Showzinho no mirante Fim de tarde Fomos tomar saideiras no El Poniente (de novo!), no excelente El Pirata (grande visual!) e no Manzana T. Haja fígado! Depois fomos jantar. Acabamos no hotel Guarani, porque o badalado Bolsi estava lotado naquela hora tarde da noite. Outros restaurantes nas redondezas também estavam cheios. O restaurante do hotel Guarani tinha umas boas pizzas, foi o que escolhemos para fechar o dia de bebelança e diversão. Muito sono!! Fomos dormir mais cedo, 1 da manhã. Nessa noite não teve Kamastro. Visual do Palácio Lopez a partir da Manzana T. Último dia Como não conseguíamos acordar cedo, apenas passeamos nas redondezas – um mercado gastronômico e outro de design. Almoçamos no Bourbon, em Luque, já pertinho do aeroporto. Muito finesse! Fica ao lado da sede da Conmebol. E tomamos nosso rumo de volta ao Brasil! E assim foi mais um feriadão explorando algum canto do mundo.
  4. Demorou MAS está aqui! Gente, vou fazer um relatinho bem básico pra quem foi recentemente ao Paraguai, pois antes da minha viagem notei que não haviam muitas infos atualizadas desse lurgarzinho, ó A viagem ocorreu do dia 24.11 ao dia 29.11.2016, as passagens foram compradas pela LATAM (não achei nada baratinho não). O Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi é beem pequeninho (o que eu gosto, haha), então é bem fácil de você se localizar. Como todo aeroporto - no desembarque - vão ter aqueles taxistas chatos que ficam te chamando de turista e colocando o preço nas alturas, blá blá. Basta dar um choradinha e tá tudo certo, a corrida ficou por 70 reais (LÁ NÃO TEM UBER ) Depois disso segui para o Hostel (Hostel Costanera), o hostel dispõe de uma ótima localização - dá para fazer tudo a pé e fica ao ladinho do nosso amado bairro de artesães, Loma Sa Jeronimo que me lembrou algo muito semelhante ao Caminito (Argentina), como um bairro/ local exótico formado por trabalhadores, artesãos muito educados - pessoas humildes e de muiiita fofura, cheio de cor (o que remeteu a Colômbia também) e ótimo para explorar a comida local, mas de preferência durante a tarde. - EU - não indicaria o Hostel para pessoinhas frescas e chatas, rs tem um cheiro de mofo e o café da manhã deixa a desejar, porém se quer economizar, Sobre a cidade: não tem nada a ver com compras (como todo mundo pensa ), eletrônicos por lá são muito caros - ainda mais quando vêem que você é turista. O país oferece muito mais! Essa capital tem muito verde, praças preservadas e beem cuidadas (não encontra lixo jogado por ali). Em qualquer esquina tem o famoso "terere", uma delicia - super refrescante, tendo em vista a cidade ser muito quente mesmo A praça que mais gostei foi a Plaza Uruguaya, ótima para lagartear depois de almoçar. Por lá tem uma livraria chamada "El Lector" que funciona das 08h às 11:30 e das 13:30 às 19h A que menos gostei: Plaza Democracia (Achei um tanto quanto perigosa) Como gosto de Centro histórico, arquitetura, ou melhor, coisa velha, hahahaha me chamou atenção os prédios em si, pois são bem imponentes e austeros. Sabe aquela coisa rústica e cheio de street art? Pois bem... Sobre esses prédios dou destaque aos pontos turísticos/lugarzitos que vc não pode deixar de conhecer: Museo Cabildo; Palacio do Lopez, Iglesia encarnacion (não abre aos domingos, ao menos no dia que eu fui não estava aberta), Catedral Metropolina, Plaza Uruguaya, Estacion Central del Ferrocarril, Plaza Democracia, Palacio Legislativo, El Lector, Chopperia Del Puerto, Bar da Esquina, Bar do Lido, Paseo das Carmelitas, Bairro Villa Morra, Costanera de Asunción, Panteon Nacional de los Heroes. Todos eles são de fácil acesso e dá para fazer tudo de ônibus. O ônibus/ chiva são precários, porém é um bom meio de locomoção para o pessoal low cost /perreguinho, a passagem custa em torno de R$ 2,00 reais o que dá uns G$ 2.800 - É como em vários lugares da América do Sul, o cobrador é motorista também, ou seja, você paga diretamente a ele! No entanto, o táxi não compensa tanto, os preços são bem semelhantes aos do Brasil. Câmbio: Tanto no Aeroporto como no Centro da cidade a melhor cotação que encontrei foi na Cambios Chaco, em novembro, consegui 1 real = G$ 1625 (Rolou também o câmbio negro por lá, mas foi um dia de muiita sorte ), caso opte pelo câmbio negro = da rua, deverá levar uma canetinha money test para certificar que suas notas não são falsas. (eu não tive problema com isso não). O povo é muito educado e atencioso, eles estão dispostos a te ajudar e o portunhol é bem compreendido por lá Ah, não posso deixar de ressaltar minha aventura ao Mercado 4 - Mercado Público. GENTE, é a filial do inferno aquilo lá pensa que tem de tudo mesmo, ó: comida, ''salão de beleza'', chás, ervas, souvenirs Para chegar lá basta tomar um ônibus que indique: MERCADO 4. Quem gosta de shopping: os melhores estão localizados no bairro Villa Morra, o melhor bairro da Cidade. Nas avenidas Espana e Mariscal tem os melhores barzinhos noturnos, eu fui na Chopperia Del Puerto (cerveja a preço de banana) *Assunção praticamente não tem vida noturna* Restaurantes que indico: Bar da Esquina, um único brasileiro que tem no Shopping Villa Morra e o Corte & Leña no Paseo das Carmelitas. Os pratos custam em média de 40-60 mil guaranis para duas pessoas. O top 10 é o Corte & Leña, localizado na Av. Espanã (longe pra caramba, mas vale a pena). É uma espécie de boulevard com diversas opções para apreciar a comida paraguaia. Ah, no Paraguai, os restaurantes (mais simplinhos) não cobram por peso. Se comer salada, carne e arroz o preço é um, se comer salada e massa é outro. *PERGUNTA ANTES DE SERVIR SE TEM QUE PESAR. Não deixe de visitar o pais e comer: Sopa paraguaya (não é sopa), Chipa, Refri Pulp. A cidade está recheada de flamboyants A respeito dos pontos turísticos: Panteon Nacional de los Heroes, monumento erguido em homenagem aos herois da guerra; Museo Cabildo, centro cultural - aberto para visitação (nessa região é um pouco perigoso, então se quiser ''sacar una foto'' chame um personal= policial); Palacio Lopez, fica localizado às margens do Rio Paraguai e no momento encontra-se fechado para visitação, somente para fotos do lado de fora; Arcadas de Recova - comprar souvenirs; Escalinata Antequera (localizada no bairro san jeronimo), escadaria mimosa. Não paguei para fazer nenhum passeio, somente o meio de locomoção. É isso, amigx! Qualquer coisa ''tamo junto''
  5. Pessoal, chegou a minha vez de colaborar. Quando estava pesquisando sobre o Paraguai, foi difícil achar relatos mais atuais. Catando aqui e ali, consegui organizar minha viagem. Assim, partir para Assunção no feriado de carnaval/2017. PRIMEIRO DIA Cheguei no sábado de madrugada no aeroporto Silvio Pettirossi - O aeroporto é super pequeno, e comparo ao Santos Dumont no Rio de Janeiro que serve voos domésticos. O Aeroporto de Assunção é internacional, e não tem suporte para um grande fluxo. Não tem muitas opções de lanchonetes, lojas ect... deixa um pouco a desejar. Mas o WIFI é muito bom e funciona já na fila da imigração. Depois dos processos burocráticos, fui procurar o transporte para o hostel, já eram 3 da matina e estava completamente exausta. Não tinha guaranis e eu resistir em comprar no aeroporto já que as taxas estavam baixas, eram 1600 guaranis por um real. Pedi um táxi que aceitava real, e cobrou 75 reais até o Hostel (El Nomada - super recomendo) - Viagem de aproximadamente 40 minutos. No dia seguinte, fui explorar Assunção. O calor estava INSUPORTÁVEL, o portal para o inferno era ali aahahahahahha... Rodei muito e achei uma casa de câmbio com a MELHOR cotação : 1720,00 guaranis por um real, A FÉ CAMBIOS S.A. As outras casas (mais famosas) variavam entre 1600 - 1700. Assunção deixou um pouco a desejar, a cidade é um pouco "quebrada", falta manutenção nas praças e ruas. Visitei os principais pontos turísticos que estavam abertos. Infelizmente, tinha muita coisa fechada em pleno sábado. Andei muito para chegar ao museu de Belas Artes e dei com cara na porta. Um saco. Visitei o museu ferroviário que rendeu umas fotos legais, além de conhecer um pouquinho da história do transporte paraguaio. o ingresso custa 5 guaranis.Na volta do museu encontrei um festival de rua na praça e foi bastante interessante, as pessoas vestindo roupas tipicas. Outra coisa legal é que existem muitas praças em Assunção que é legal para sentar e relaxar, além disto, em alguns pontos da cidade tem WIFI disponível - em alguns lugares não funcionava muito bem, mas já ajuda o pouco que funcionar. Infelizmente, em muita dessas praças tinha um número absurdo de moradores de ruas e pedintes, o que gerou um certo receio e fez com que eu redobrasse a atenção. As ruas principais de Assunção são a Calle Palma e Calle Estrella. Nessas ruas você entra restaurantes, lojas, sorveterias, casas de cambio, bancos ect.. tem de tudo lá. Na noite de sábado voltei para essa rua e jantei no restaurante BOLSI muito famoso e que tem uma excelente comida e ambiente agradável. Esse foi meu sábado na capital. Assunção dá para fazer em um dia sem correria. SEGUNDO DIA Areguá, é uma cidade acerca de uma hora e meia de Assunção (de ônibus) – a passagem de ônibus foi 2 mil guaranis. Coloquei a cidade no roteiro por recomendação de blogs ect.. Quando cheguei em Areguá, pensei naquela famosa frase “enfeitar pavão”. Sim senhores. Areguá não foi nada daquilo lindo e maravilhoso que li em blogs e fóruns de viagem. Listei todos os pontos turísticos aclamados pelos viajantes e fui visitando cada um. Começei pela Playa Areguá, que nada mais que uma piscina ao lado esquerdo, uma área com barraquinhas de comida, e na frente, a vista para o Lago Ypacaraí que ficam uns barcos ancorados para fazer um curtíssimo trajeto até um certo ponto do rio e voltar. O valor deste passeio é de 25 mil guaranis. Ah, para entrar na “praia” também paga, salvo engano, custou 2 mil guaranis. Sob um calor de matar, segui para visitar o Castillo Carlota Palmerola e para minha surpresa, estava fechado. Era domingo, teoricamente, os pontos turísticos deviam estar abertos. Foi a mesma coisa em Assunção, encontrei alguns pontos fechados em pleno sábado. Um Saco! Com a cara nas portas, foi ver a Estación Del Ferrocarril que também é considerado ponto turístico da região e, para surpresa, o que tinha para ver era um campo verde, com dois vagões velhos e malcuidados e uma estação de trens fechada e malconservada. Choque. As fotos dos viajantes davam a impressão de outro lugar, que não o que estava vendo. Para quem vai de ônibus, tem que andar bem, visto que os lugares não são tão próximos. No meu caso, visitei em pleno verão e o calor estava INSUPORTÁVEL. Depois da estação segui para a feira de artesanato, bem bacana, mas não tinha muitas variedades, basicamente, estatuas de barro de mais diversos modelos. Como fui com uns amigos que encontrei no hostel, paramos na feira, e o pessoal aproveitou para comprar lembrancinhas e seguimos viagem. Seguimos para visitar a Iglesia de Aregua que fica no alto da cidade e tem uma vista linda para para o Lago Ypacaraí. A iglesia estava fechada, mas aproveitamos a fachada, o jardim e a belíssima vista. Já era quase duas da tarde e paramos para almoçar próximo a igreja, porque ninguém estava com coragem de descer a rua e ver as opções de restaurantes (até que tinha umas), então almoçamos num restaurante estilo pensão do outro lado da rua da igreja, que por sorte é na calçada do ponto de ônibus para voltar para Assunção. Quando estávamos indo para Areguá encontramos uma senhora simpática que deu um conselho de não voltar muito tarde do passeio, que no máximo até as 16:30 era para estarmos voltando. Isto porque, segundo ela, mais tarde os ônibus vão ficando vazio e risco de assalto aumenta. Em resumo, Areguá deixou a desejar. Os blogs alheios enfeitaram pavão legal e as fotos da cidade foram tiradas por expert da fotografia. Kkkkk. Dizer que eu não indico pode soar pesado, já que eu acho que cada pessoa deve ter sua própria experiência. Pode ser que o que eu não tenha gostado, você possa gostar etc. Mas eu digo que Areguá eu não visitaria novamente. A visita a Assunção e Areguá só não foi chata porque eu estava com um amigo e fiz duas amizades com umas meninas do Brasil no Hostel e em grupo tudo fica mais legal ehehehhe.. TERCEIRO DIA No domingo a noite, por conselho da dona do hostel, eu e o pessoal, fomos na rodoviária garantir o ônibus para Encarnacion que saia por volta de meia noite. Compramos a passagem sem problemas. Eu EXTREMAMENTE recomendo a empresa de ônibus La Encarnacena. Os ônibus são muito confortáveis. Eu dormi feito bebê, só acordei lá – tanto para ir quanto para voltar – uma maravilha. Lembre-se que são seis horas de viagem então, vale a pena prezar pelo conforto até para estar bem-disposto para aproveitar as ruinas. Chegamos em Encarnacion por volta das 6: 30, tomamos café e na rodoviária mesmo pegamos o ônibus que passa na rodovia que tem parada na entrada das ruinas. Na rodoviária é só perguntar qual ônibus e custou 10 mil guaranies. A viagem é de 30-40 minutos é so pedir para o fiscal do ônibus te lembrar onde é para descer. Descendo, é so seguir uns 10 min de caminhada até as ruinas de Trinidad. Na ruina você deve comprar o ingresso 25 mil guaranies e explorar o quanto quiser do passeio. Lá tem uns dois restaurantes. Terminando Trinidade, voltamos para o lugar onde compramos os ingressos e pedimos informação de como chegar as Ruinas Jesus (mais longe) e não dá para fazer a pé. Ela falou que poderia pedir um taxi e que ele cobraria 75 mil guaranies (3 pessoas) para ir até Jesus, esperar 30 minutos e nos deixar na rodovia para pegar o ônibus de volta para Encarnacion. Contratamos e assim o fizemos. Confesso que gostei mais de Jésus, tinha mais coisas para ver, mas o ponto alto de ir para o Paraguai foi visitar as Ruinas. De volta a Encarnacion, encontramos uma brasileira que nos mostrou um lugar maravilhoso. Eu não tinha lido nada sobre, e se não fosse por ela iriamos mofar na rodoviária esperando o horário do ônibus de volta. È descendo umas quadras da rodoviária, playa de San Jose com vista para Argentina, inclusive, quem tiver mais tempo, da para pegar um ônibus e ir para Argentina em menos de uma hora. La neste área tem vários restaurantes, Mc Donalts, BK ect... essa área é um contraste enorme da área da rodoviária (pobre) playa (rica), em coisa de poucas quadras... Enfim, terminei minha viagem assim. Gastei 600 reais com passagens (todas dentro do país) e alimentação. Hospedagem e avião já estavam pagas. Paraguai é um país bem simples, há muito o que melhorar, mas as pessoas são muito amigáveis. Amei conhecer, apesar dos pesares. Visitar as ruínas deu um UP na viagem. QUARTO DIA Foi o dia em que voltamos para o Brasil. Como falei acima, o aeroporto não tem muita estrutura. Pegamos táxi na volta, mas tinha ônibus que deixava lá, mas pelo que eu percebi parava muito, em cada ponto, fora que é bem cheio e quente (pouquíssimos com ar condicionado). Vale a pena ir de taxi.
  6. Sempre utilizei os relatos deste site para organizar minhas andanças por ai...porém, confesso, nunca tinha feito um relato das minhas experiências. No ano passado (sim, demorei 1 ano para postar esse relato...rs), quando pensei no Paraguai como destino para minhas férias, logo fui procurar no mochileiros.com, dicas, informações e tal...mas vi são poucas e essa escassez de infos se repete por todo o google. Com essa falta de informações em português, me deu vontade de escrever o que vi nos 7 dias que passei no Paraguai. 1º Dia – ASU - Encarnação Saí de Confins (BH) bem cedo, fiz uma rápida conexão em SP e ás 15hs já estava desembarcando no Aeroporto Silvio Pettirossi. Ao desembarcar passei pela imigração (rápida e tranquila) e ansioso como sou, caí na bobeira de trocar meus reais por guaranis logo na casa de câmbio dentro da sala de desembarque pois não sabia se teria outra no aeroporto. DICA: Não faça conversão na área do desembarque, há outras duas casas no aeroporto com cotações BEM melhores. No saguão do aeroporto (próximo a saída), há um quiosque para taxi, contratei o serviço por 110.000 guaranis (+/- 60 reais) para que me levasse até a rodoviária de Assunção (20min do aeroporto). O taxista foi muito solicito em retirar minhas dúvidas e contar algumas coisas sobre o Paraguai. Quando cheguei a rodoviária, fui ao guichê de 3 empresas (NSA, Rysa e La encarnacera) que levam de Assunção a Encarnação, todas as três parecem ter bons ônibus. Escolhi a La encarnacera, pois o horário mais próximo era o dela, paguei G$ 80.000 (40 reais) pela passagem. Vi pessoas falando que de Assunção a Encarnacão eram 5hs de viagem, mas pelo visto tive azar, minha viagem durou inacreditáveis 7hs de viagem (das 17hs as 0hs). O ônibus parou para todos que davam sinal, e nas primeiras 2hs de viagem andava no máximo a 40km/h; minha sorte que o ônibus era semi-leito e com DVD, extremamente confortável. Logo na saída do ônibus, em Encarnação, á 0h, haviam vários taxistas oferecendo para levar os passageiros; peguei um taxi e fui para o hotel, o taxista cobrou G$20.000 (10 reias). Ao chegar no hotel (Luxsur), levei um susto, o hotel era extremamente luxuoso levando em consideração, o preço que paguei, depois descobri que como era inverno o hotel estava fazendo uma promoção, pois Encarnação é uma cidade bem movimentada durante o verão. Fiz meu check-in e fui dormir. 2º Dia – Encarnação (Playa San Jose e Missões Jesuítas) Acordei cedo, tomei o café da manhã, peguei umas informações no lobby do hotel e fui em direção a Playa San Jose. Embora o Paraguai não tenha mar, parece que há poucos anos, alguém resolveu colocar uma costaneira, calçadão e areia nas margens do Rio Paraguai. O resultado ficou bom, a Playa San José, é uma grande avenida com quiosques e restaurantes com uma bela vista para o rio Paraguai e para a cidade do outro lado da ponte (se não me engano, Posadas-Argentina). Depoiis do passeio, fui até um supermercado (SuperSeis) na avenida Irazabal, para almoçar. Lá dentro tem um BurguerKing com preços bem com conta, em relação ao Brasil. Ao lado deste supermercado há uma casa de cambio e na mesma avenida, logo após um hotel, há outra casa de cambio, troquei minha grana na primeira. Proximo a esta casa de cambio, há dois pontos de taxi, dei uma pesquisada, e consequei um que me levasse as ruinas de Trinidad e Jesus de Tavarengue por G$ 250.000. Foi bem caro, há a opção de ir através de coletivo, mas como era sábado a tarde eu corria um grande risco de não conseguir um coletivo para me levar de volta a Encarnação e fazer o translado do trevo de Trinidad para Jesus de Tavarengue, preferi não arriscar. O taxista, era bem simpático como boa parte dos paraguaios com que conversei, primeiramente ele me levou a Trinidad. As ruinas deste local, são bem grandes, LINDAS, bem conservadas e impressionantes. Lembrando que o ingresso custou G$ 25000 (+/- 12 reais) e me deu direito de conhecer a ruina de “Jesus” e Cosme e Damiao. Depois de sair de Trinidad, foram mais 10min de taxi até as ruinas de Jesuus de Tavarengue. Ao contrario de Trinidad, esta é bem pequena (praticamente só uma igreja), mas vale o passeio para conhecer. 3º Dia – Encarnacion – Assunção Saí do hotel de manha e fui até o terminal de Encarnacion esperar um ônibus, tinha entrado no site das empresas (Rysa, NSA e La Encarnacera) e verifiquei os horários. Chegando na rodoviária, vi que o horário que eu queria não tinha no domingo (site desatualizado), acabei pegando o ônibus pra Asunção com a empresa (não me lembro o nome), porem o ônibus era bem mais simples do que o que eu fui antes, porem paguei apenas G$60.000 (+/- R$30). Assim como na ida a viagem demorou cerca de 7hs, porem fui presenteado com pelas paisagens de campos de trigo e arroz pelo caminho. Cheguei no terminal, peguei um taxi e fui para o hotel. Escolhi ficar no hotel Cecilia que também estava com diárias bem em conta, além disso o mesmo tem um bar ao lado e um restaurante dentro do hotel. Este hotel fica no bairro Catedral, na Mcal. Estigibarribia com Calle Estados Unidos, uma ótima localização, bem próximo do centro da cidade e pontos turísticos. 4º Dia – Assunção Logo após o café da manha, comecei a andar para conhecer o centro de Assunção. Comecando pela Plaza Uruguaya (Calle 25 de Mayo), seguindo a 25 de Mayo encontra-se diversas casas de cambio (vale pesquisar bem, antes de trocar o dinheiro, pois a variação e alta). Logo há 4 praças lado a lado (Plaza da Democracia, Liberdade, De los Heroes e mais outra). Na praça de los Heroes, fica o Panteon de los Heroes (ao lado do Lido Bar), vale uma parada. Seguindo a Calle Palma, há bons restarurantes (xxxx, Fridays, Paris, Bolsi) para tomar uma cerveja e observar o movimento. Seguindo a Calle Alberdí, encontramos o Cabildo, Palacio Legislativo, Camara dos Deputados; tudo bem perto um do outro. Mais a frente (2 ou 3 quadras), há a Mansao dos Lopez (Casa do Governo), este é um prédio bem imponente e ao seu fundo há acesso a Costanera com uma bela vista do rio Paraguay e do Porto. Assunção me pareceu ser uma cidade muito tranquila, e muito bem policiada, embora o centro histórico seja pequeno se comparada com Santiago ou Buenos Aires, tem seu charme e na minha opinião muito se parece com uma Montivideo (um pouco menor e mais quente, mesmo no inverno). 5º Dia – Assunção Fiz hora na cama, e só sai no incio da tarde, reservei este dia para comprar algumas muambas. Fui a uma galeria próxima a calle Oliva e Gral Diaz, não tinha muitas coisas apenas algumas lojas de informática e roupas com preços não muito baixos. Desci algumas ruas e fui até uma loja de departamento chamada Unicentro. É uma loja bem grande que vende roupas a moveis, tem uns 5 a 6 andares. Foi lá que comprei alguns souvenirs típicos do paraguay e uma mochila de camping nova (esta saiu bem mais barata do que no Brasil). Para quem se interessa, lá há também muitos perfumes, hidratantes de grife. Nas imediações da unicentro há o Mall Excelsior, porem este shopping é muito pequeno sem muitas opções de compra. 6º Dia – Assunção Saí no final da manhã (por pura preguiça) para almocar, resolvi ir no Café Martinez que fica na Mcal Estigarribia (uma quadra após a Plaza Uruguaya) é um local agradável com muitas opções de café para degustação e um cardápio com saladas, sanduiches. Dica: Nesta mesma rua há um restaurante chamado Café Literario, não cheguei a ir lá, porem ele me foi muito recomendado. Andei mais um poucos pelas ruas próximas e fui até o Museu de Bellas Artes de Asuncion (Elygio Aylada, próximo ao Hospital Migone) . É um museu pequeno (cerca de 60 quadros), mas com obras belas, fui guiado por um senhorzinho muito gente fina, que me explicou a história do museu e me contou diversas curiosidades do Paraguay no passado. Saindo de lá fui até o Meseo del Barro, que na verdade, concentra mais dois outros (arte contemporânea e indígena). Vale a pena conhece-lo, porém fica distante do centro histórico, ficando bem próximo ao Shopping Del Sol e do Ibis. Obs.: A entrada nos dois museus foram gratuitas. Vale a pena entrar no site antes para verificar os horários de funcionamento. 7º Dia – Assunção – BH Neste dia caia uma tempestade imensa, não tive outra opção que não pegar um taxi até o aeroporto, que saiu por G$100.000 = +/- 50 reais. Fiz o check-in, troquei o restante dos meus guaranis em uma das casas de câmbio, passei pela imigração (mais uma vez bem tranquila e simpática) e fui até a Duty Free. O free shopping do aeroporto de Assunção é bem pequeno, sendo duas lojas dutyfree, uma da Lacoste e outras lojinhas que vendem produtos locais. O mais curioso que dentro da sala de embargue há vendedores ambulantes de artesanato.
  7. Olá mochileiros! Este é meu primeiro post aqui no site, e o motivo é justamente a falta de informações sobre o Paraguai na internet, inclusive aqui mesmo. Têm um monte de posts claro, mas o mais recente foi o da Palloma, e o que também me ajudou bastante no plano de viagem. Então, senti que era uma espécie de dever contribuir com informação sobre o país. Mas mesmo assim a falta de informação sobre nossos hermanos deixou o mochilão com uma vibe de aventura (o que me deixou empolgado e preocupado ao mesmo tempo rsrsrs mix de emoções...), já que uma das dicas que li sobre como pegar ônibus em Assunção era: “procure um grupo de pessoas na calçada com cara de quem vai pegar ônibus, e pergunte a alguém qual a linha para o lugar aonde você quer ir.” Bom, além do relato vou deixar também uns links úteis. Meu roteiro foi basicamente: Assunção-Encarnação-Foz do Iguaçu. Vamos ao que interessa! INFORMAÇÕES BÁSICAS: DINHEIRO: O dinheiro paraguaio é o guarani, mas geralmente os estabelecimentos aceitam real, dólar, euro ou peso argentino. LÍNGUA: O Paraguai têm duas línguas oficiais, o espanhol e o guarani, e a população fala os dois misturados (o que eu achei bem legal), mas eu só havia treinado (MUITO) o espanhol no memrise.com e a comunicação fluiu bem mesmo assim. FUSO-HORÁRIO: No Paraguai é 1 hora a menos do horário de Brasília. INTERNET E TELEFONE: Comprei um chip da operadora Personal, com o plano mais básico que foi Gs. 75.000. Consegui usar internet e poderia ligar também mas nem tentei. LINKS ÚTEIS: - Bienvenido a Paraguay: site com informações turísticas detalhadas de cada departamento do país, idealizado pela rede de postos de gasolina Barcos y Rodados. http://www.bienvenidoaparaguay.com/ - Caminos Paraguay: site que permite você encontrar a linha de ônibus mais conveniente, colocando o cruzamento mais próximo da sua origem e o cruzamento mais próximo do destino. Aparentemente não funciona no Brasil, mas quando estive lá eu sempre abria no celular. https://caminospy.com/ ROTEIRO com preços em reais R$ e guaranis Gs ou dólares US$: ASSUNÇÃO - Capital e maior cidade do Paraguai. 1º DIA -Comprei o bilhete de ida e volta, de Guarulhos a Foz do Iguaçu na Avianca: R$ 470,00 -Chegando em Foz, peguei o ônibus da linha 120 até o terminal municipal. Bilhete do ônibus: R$ 3,45 -Quando cheguei no terminal fiz câmbio em uma casa da Av. Brasil. Comprei uns guaranis para o ônibus e o real estava Gs. 1610,00, um pouco caro. O real tinha desvalorizado pra caramba, foi justo no dia que saiu a notícia da maleta do Temer. -Em frente ao terminal há um ponto da linha internacional, onde passam os ônibus que ligam Foz a Cidade do Leste. Tivemos que descer na aduana para fazer a imigração, mas você pede um bilhetinho para o motorista que permite que você pegue o próximo ônibus que passar de graça sendo da mesma empresa. Imigração feita, subimos de volta no ônibus até o ponto final, que também era o nosso destino: a rodoviária de Cidade do Leste. Bilhete do ônibus: R$ 5,25 -Chegando na rodoviária, prepare-se para uma multidão de vendedores tentando convencer você a viajar na empresa deles. Fiquei receoso, então os ignorei e fui comprar a passagem de Cidade do Leste a Assunção na NSA, a mais confiável aparentemente. Passagem: Gs. 90.000 -Embora a distância seja apenas 300 km a viagem durou 7 longas horas. O legal é que o ônibus para em uma das chiperias na beira da estrada, e entram mulheres com cestas grandes servindo chipas quentinhas (uma espécie de pão de queijo paraguaio de-li-ci-o-so) e o cocido (um chá mate quentinho também). Cada chipa: Gs. 5.000. E o Cocido foi: Gs. 3.000 -Chegando em Assunção pensei em comprar mais guaranis, mas a cotação da rodoviária não é boa, evite. Depois fui perguntando pelo ponto de ônibus e fui para lá. Quando ainda estava em Cidade do Leste havia recebido o e-mail de confirmação do meu hostel e aproveitei para perguntar que ônibus eu teria que pegar, então eu já sabia, mas perguntando as pessoas também vão te falar qual ônibus pegar. Evite os taxistas porque eles vão dizer que ali não passa a linha que você quer ou que vai demorar muito. Bilhete do ônibus: Gs 3.500 -O hostel que fiquei foi o Isla Francia, que é em um sobrado antigo que pertence ao casal de franceses mais legal e firmeza do planeta! Haha eu recomendo fortemente a hospedagem lá. Os quartos são normais, o banheiro é bem limpinho, tem uma área de convivência ampla, e cozinha bem equipada, mas o melhor mesmo é o clima super família. O Joel (ou Felipão como ele se apresenta aos brasileiros, devido a incrível semelhança! haha) prepara crepes deliciosos no café da manhã, e além de bom cozinheiro é uma figura, impossível não rir ao falar com ele. A esposa do Joel, Lorenza, também é uma mãe, e ajudará no que for preciso. Uma noite no Isla Francia: Gs 40.000 2º DIA -No dia seguinte fomos dar um rolê para conhecer a cidade de dia (já que havíamos chegado às nove horas), e fomos trocar mais uns guaranis. A melhor cotação na Calle Palma (a rua principal, você provavelmente vai passar por lá todos os dias), era na Cambios Chaco. -Dinheiro na mão, meu primo que estava comigo queria ver o outlet da Adidas, e acabou comprando um tênis Springblade por Gs. 340.000. Um valor que segundo ele era metade do cobrado no Brasil. A loja é pequena, mas os preços são bons. -Depois de mais um rolê pela Calle Palma, fomos almoçar no Burger King. Geralmente quando viajo eu sempre dou preferência à comida local, mas quando se viaja com uma companhia frescurenta... Um combo do sanduíche BK Staker triplo foi: Gs. 32.000 -De tarde fomos ao museu Estación Central del Ferrocaril, que para ser sincero pode ser dispensado. A qualidade do acervo é razoável e em pouca quantidade. Entrada: Gs 10.000 -No fim da tarde fomos a um mercado Dia, bem ao lado da Estación Central. Compramos 1kg de arroz, 1kg de peito de frango, cebolinha, presunto, queijo, ovos, pepsi de 2 litros e uma escova. Tudo deu: Gs 57.000 3º DIA -Fomos ao Palacio Lopez, sede do governo paraguaio, mas só para tirar umas fotos externas. É bonito, mas um prédio pequeno se você pensar que é a sede de um país inteiro. -Depois fomos atrás do palácio, na Costanera, uma orla beirando a baía de Assunção que é relativamente nova, e talvez a parte mais bem conservada da cidade. OFF: O Paraguai é considerado o segundo país mais pobre da América do Sul, somente atrás da Bolívia, então conseguimos perceber que as coisas são meio largadas e um pouco sujas, mas nada que já não tenhamos presenciado aqui no Brasil. -Após uma meia hora sentado na Costanera vendo os barquinhos na baía de Assunção, decidimos ir mais para lá em direção ao porto e encontramos uma rua com várias lojas de artesanato, que não estavam tão caros. Aliás praticamente tudo no Paraguai é mais barato do que no Brasil, mesmo com o cambio tão desfavorável que pegamos. -Passamos também pelo centro cultural Manzana de La Rivera, mas que não tinha nada de especial, apenas umas exposições bem curtinhas e sem graça. -No almoço decidi provar a comida do lendário Lido Bar. A casa estava lotada, mas consegui me enfiar no balcão e pedi uma das opções de prato do dia, que eram mais em conta. Pedi uma lasanha, um pãosinho (que as garçonetes oferecem mas é pago), e um suco de laranja com abacaxi. Foi caro para um almoço, mas também era O LIDO BAR, que na porta está escrito: "Ir a Assunção e não ir ao Lido Bar é como ir a Paris e não ir à Torre Eiffel". Almoço (bem farto): Gs 46.000 -Um detalhe interessante é que o Lido Bar fica em frente ao Panteão dos Heróis, outro grande ponto turístico da cidade, mas que não fomos porque atualmente passa por uma restauração. Que pena... OFF #2: A Calle Palma tem vários restaurantes e bares bacanas, se você é daqueles que curte um rolê gourmet vá para lá, ou também em um café que não fica lá chamado Café Consulado, que tem uma vibe super hipster além da comida gostosa. -Para descansar o almoço fomos dar mais uma caminhada e achamos por coincidência a Casa de La Independencia, o lugar onde foram feitas as reuniões que levaram à independência do Paraguai. É talvez o melhor museu que visitamos, tudo bem conservado e limpo, além de uma guia que te contará toda a história (fascinante) do Paraguai. Entrada grátis! -Depois fomos a mais um museu (pra finalizar a overdose de museu), o Cabildo. Que tinha uma exposição sobre povos nativos do Chaco, região norte do país, e outra em homenagem ao centenário do escritor Augusto Roa Bastos, o único do país a ganhar o prêmio Cervantes. As exposições estavam meio cansativas então não demoramos muito, mas a do Roa Bastos até que foi legal. OFF #3: Como me interesso muito por literatura e história dos lugares para onde viajo, dei uma boa pesquisada e o livro mais recomendado para os que querem saber mais sobre o Paraguai é o "Yo, El Supremo" do Roa Bastos, justamente a obra que rendeu ao escritor o prêmio Cervantes, e que conta em forma de ficção a relação entre o Ditador Rodríguez de Francia e seu braço direito Usía. Estou lendo e gostando muito! Outras leituras interessantes que podem ser feitas na internet mesmo, é sobre a guerra da Tríplice Aliança (a do Paraguai contra Brasil, Argentina e Uruguai, a qual acredita-se ter dizimado quase 2/3 da população masculina), e sobre as missões jesuíticas, que tiveram papel fundamental na catequização e transmissão de conhecimento aos guaranis, e que por sua causa hoje a língua guarani é falada por quase 90% da população. -Depois do rolê cultural, fomos de volta para a Costanera e alugamos duas bikes para ficar passeando e curtindo a baía de Assunção. Entre a Costanera e o centro da cidade há uma favela, onde se recomenda não passar por ali. Mas embora a Costanera fique do lado da favela, aparentemente não é tão perigoso já que muitas pessoas vão para lá correr, fazer exercício ou só dar um rolê e curtir o pôr do sol. Uma bike por uma hora: Gs 15.000 -Após o rolê de bike, voltamos para o Lido Bar e pedimos cerveja da marca Pilsen, paraguaia, e empanada de frango que estava muito boa. Cerveja Pilsen 1l: Gs 15.000. Empanada: Gs. 10.000 4º DIA - último em Assunção -Acordamos já um pouco tarde e resolvemos conhecer o tão falado Mercado Municipal Número 4. Eu não comprei nada lá pois a qualidade não era das melhores, porém o ambiente é de um universo paralelo. Lá você poderá presenciar uma mulher matando um frango numa barraca, e na barraca da frente um cara vendendo celulares! Um negócio bizarro, mas muito interessante e legal de se ver! Tomar cuidado com os bolsos. OFF #4: Quem quiser sentir um pouquinho da vibe do Mercado 4, assita ao filme 7 Caixas (7 Cajas), um filme paraguaio muuuuuito legal. Juro, produção muito boa, não esperava um filme paraguaio tão bom quanto esse. Me lembrou um pouco o Cidade de Deus. Assisti na internet e legendado em português mesmo. Mas dá pra baixar também. Assistam!! -Depois da loucura do Mercado 4, seguimos para o primeiro bairro "turístico" de Assunção: Loma San Gerónimo. Foi feito um trabalho de restauração e pintura nas residências do bairro, que o deixou mais colorido e aconchegante. Percebemos que estava meio vazio e os restaurantes (que são dentro da casa das pessoas!) estavam fechados, mas mesmo assim fomos ao Miradero, que é a casa mais alta e que na laje tem um bar e uma vista bem bonita de Assunção. Chegando lá ficamos sabendo que os moradores foram para a Plaza Uruguaya para a festa de San Juan, uma festa tradicional em homenagem a São João. Subimos na laje para tirar umas fotos e descansar um pouco da andança, e depois decidimos ir ver a tal festa de São João paraguaia. Entrada do Miradero: Gs. 2.000 -Na Plaza Uruguaya onde iria acontecer a festa de San Juan foram montadas algumas barracas de comida típica paraguaia (sopa paraguaya, mbejú, chipa guazú e outras), barracas de jogos, e um palco onde aconteceriam as apresentações de danças tradicionais (que as dançarinas vestem grandes vestidos e equilibram garrafas e vasos na cabeça!) e de música de harpa paraguaia. Uma verdadeira quermesse paraguaia, nada de tão espetacular, mas super interessante de se assistir. As comidas custavam entre Gs. 3.000 e 5.000 ENCARNAÇÃO - Capital paraguaia do carnaval e destino de verão 5º DIA - Ida a Encarnação -Nesse dia acordamos cedo e fomos direto para a rodoviária de Assunção. Lá mais uma vez nos deparamos com uns caras que queriam convencer a gente a comprar passagem, mas falamos que já havíamos comprado e saímos fugindo para alguma bilheteria, para comprar em uma empresa mais confiável. Compramos na La Encarnacena, que é bem boa, os ônibus são novos, os bancos reclinam quase a 180º e tem um serviço de bordo que vai servindo bebidas e um salgadinho durante a viagem. Saímos de Assunção ao meio-dia e chegamos em Encarnação já de noite às 18:00. Passagem para Encarnação: Gs. 70.000 -Chegando em Encarnação fomos andando para a nossa hospedagem, que foi uma pousada chamada Casa de La Y. A casa de uma senhora chamada Doña Yolanda, que fez dois quartos no fundo para hospedagem. Os quartos são enormes, e os dois tem banheiro com uma ducha legal. O café da manhã não era tão delicioso quanto o do hostel Isla Francia mas era bom também. Um quarto de casal por 3 noites: Gs. 360.000 OFF #5: Encarnação é considerada a cidade mais turística do Paraguai. Fica ao sul na fronteira com a Argentina. Tem um lago que foi represado por causa de uma usina hidrelétrica, assim como em Foz, mas a principal diferença é que foram feitas umas praias artificiais e construída uma "costanera" na beira do lago, onde a galera se encontra com carros de som, ou vão passear, ou vão para correr e fazer exercícios. A cidade do lado argentino é Posadas, que é a capital da província de Misiones e maior do que Encarnação, mas não fomos pois os paraguaios e até os argentinos nos disseram que não tinha muito para ver lá. A cidade tem também um sambódromo (menor do que o de SP por exemplo), onde acontecem desfiles de carnaval à la Rio de Janeiro, com samba e tudo mais, alguns dizem que é tão animado quanto o nosso e que a cidade dobra sua população na época da festa! Perto de Encarnação tem também os Yerbales, que são fábricas de erva mate. A erva é usada para fazer o tererê, uma bebida quente bem parecida com o chimarrão gaúcho, e que também é consumida no Mato Grosso do Sul. Eles bebem isso O TEMPO TODO, sempre carregam uma garrafinha de água quente, o mate e outras ervas para misturar na bebida. Juro pra vocês, até quando fui no supermercado o açougueiro bebia tererê enquanto pesava a carne! 6º DIA - Ida à Trinidad para ver as Ruínas das Missões Jesuíticas. -Depois de descansar bem nos quartos aconchegantes do Casa de La Y, acordamos cedo e fomos atrás de um ônibus para ir até a cidade de Trinidad, onde está localizada um dos complexos de vilas jesuíticas que se tornaram Patrimônio da Humanidade (o único do Paraguai). O outro complexo é o da cidade de Jesus de Taravangüe. Na rodoviária mais uma vez encaramos os vendedores desesperados e dessa vez tivemos que ir em um dos ônibus deles, que são velhos e um pouco sujos, pois perdemos o horário do da empresa NSA. Recomendo que no dia anterior pesquise o horário certo do ônibus, e você terá que pegar o ônibus com destino a Cidade do Leste e avisar ao "chofer" que vai descer nas ruínas. Passagem para Trinidad: Gs. 10.000 -Chegando lá compramos a entrada na bilheteria, que dá acesso a todas as ruínas não só as que são patrimônio mas também as restauradas em outras cidades. No nosso caso só visitamos a de Trinidad. No mesmo lugar da bilheteria têm uns painéis que explicam o que foram as missões jesuíticas, o seu papel na desenvolvimento do idioma guarani, e porque foram destruídas ou abandonadas. O complexo é grandinho até, e é muuuuuito bonito, tirei umas duzentas fotos. Foi realmente o ponto alto da viagem! Passe para as ruínas: Gs. 25.000 -Depois de umas duas horas andando pelas ruínas e admirando a construção projetada pelos espanhóis e construída pelos guaranis, fomos de volta para Encarnação. Tivemos que esperar no ponto em frente a entrada das ruínas, durante um bom tempo, pois era domingo e o pessoal me disse que passavam menos ônibus. Sendo assim, o primeiro que passou (depois de um chá de ponto de ônibus) pegamos sem hesitar, e a situação era beem precária, eu e meu primo começamos a rir e a falar "esse é o legal de se fazer mochilão", as cadeiras estavam bem desgastadas, o cheiro de urina dava pra sentir na porta do chofer, e pra ficar melhor ainda fomos em pé, em um ônibus a 80 por hora que a gente orava pra ele chegar inteiro! Só mochileiros conseguem passar por esse tipo de perrengue kkk Passagem de volta: Gs. 10.000 7º DIA - Rolê em Encarnação -No nosso último dia em Encarnação acordamos bem tarde, tomamos café e demos um rolê para passar o tempo. Quando bateu a fome resolvemos fazer um almoço picnic, compramos umas coisas no supermercado Super Seis e comemos num gramadão que têm perto da costanera. A lista foi a seguinte: Água 500ml - Gs. 1.500 Coca-cola 600 ml - Gs. 4.350 Presunto 100g - Gs. 5.000 Mussarela 100g - Gs. 7.000 8 Pães - Gs. 3.000 6 Alfajores pequenos - Gs. 4.000 -De tarde fomos na praia San José, que é legalzinha mas não tomamos banho porque tava frio. Então alugamos uns quadriciclos e ficamos andando pela costanera. Aluguel 20 minutos de quadriciclo: Gs. 15.000 -No fim da tarde fomos no Burger King que têm lá mesmo na costanera. Dois combos com o cupom de desconto saiu a Gs. 55.000 e 3 casquinhas mais uma água com gás também com o cupom foi Gs. 15.000 FOZ DO IGUAÇU 8º DIA - Ida para Foz do Iguaçu -De manhã fomos cedinho para a rodoviária de Encarnação pegar o ônibus para Cidade do Leste. Já sabem o que houve né... sim, multidão de vendedores perseguindo a gente. E como mais uma vez não pesquisamos o horário, o único disponível foi o de um vendedor insistente que chegou a ficar na frente da entrada de uma bilheteria de outra empresa pra me convencer a comprar com ele kkkkk e assim fomos, pagamos barato mas foi bem desconfortável. Passagem de Encarnação a Cidade do Leste: Gs. 50.000 -Chegando em Cidade do Leste fizemos o mesmo percurso do começo só que ao contrario hehe pegamos a linha internacional na rodoviária e descemos no terminal municipal de Foz (não esquecer de descer na aduana para carimbar o passaporte caso o leve). Ônibus internacional: R$ 5,25 -Depois pegamos um ônibus municipal de Foz e fomos para o hostel. Ônibus municipal: R$ 3,45 -O hostel que ficamos foi o Poesia, que é suuuper bacana. Fica um pouco afastado do centro, mas como não iríamos ver nada por lá e estava perto da linha que vai para o Parque Nacional das Cataratas, a localização era conveniente. Os dormitórios são bem arrumadinhos e com lockers, a ducha foi a melhor de todas, e o café da manhã é ótimo também. Além de tudo isso o hostel tem uma vibe bem legal, e tem até um cineclube no último andar, onde você pode assitir filme deitado num futon gigantesco cheio de almofadas. 5 noites no Hostel Poesia: R$ 125,00 9º DIA - Parque Nacional das Cataratas -Nesse dia acordamos cedo e fomos direto pro Parque das Cataratas. Pegamos a linha 120 cuja a última parada é lá no parque mesmo. Bom... sobre as Cataratas eu acredito que não preciso dizer muita coisa. É simplesmente belo, todo brasileiro deveria visitar esse lugar, realmente uma experiência maravilhosa, e sem falar nos quatis que são a coisa mais fofa do mundo, dá vontade de levar um pra casa. Além da trilha que tem vistas das quedas, há outros passeios bem legais como o macuco, que é um bote que te leva para o meio da garganta do diabo (eu acho), e um outro que tem prancha stand up. Fiquei com muita vontade de fazer o do stand up, mas ambos são muito caros e estavam fora do nosso orçamento. Entrada do parque para brasileiros: R$ 38,50. -O passeio durou umas duas horas e ficamos cansados. No almoço comemos em um buffet mais baratinho (R$ 15,90 à vontade), e no fim da tarde já no hostel alugamos as bicicletas que tinham lá e fomos dar um rolê. Eles cobram R$ 10,00 por hora. 10º DIA - Compras em Cidade do Leste -Esse dia foi o dia de bater perna! De manhã pegamos mais uma vez o ônibus internacional e fomos para Cidade do Leste, e dessa vez não precisava fazer a imigração pois iríamos voltar no fim do dia. Na parte da manhã ficamos apenas andando e pesquisando preços e lojas. Nas ruas tem um monte de barracas que vendem mais roupas, relógios e alguns eletrônicos, mas ao analisar a qualidade do acabamento você vai perceber que a maioria é falsa (made in paraguay mesmo). Andando nas ruas você também vai ter que lidar com alguns vendedores de meias que podem perseguir você, alguns podem oferecer armas e maconha depois que você recusar as meias, mas não se preocupe, apenas diga um gentil "gracias amigo" e siga em frente. Bom, depois da manhã de bateção de perna, decidimos onde iríamos comprar algumas coisas, são elas: - Uma calça na loja Brands For Less, que custou US$ 17,00. Nessa loja se vende roupas de marca, eletrodomésticos, artigos de decoração, e se não me engano maquiagem e perfume também. No último andar encontramos umas araras cheias de roupas femininas de coleções passadas que estavam em liquidação, calças e camisetas ou blusas por até 80% de desconto, algumas calças custavam a barganha de US$ 3,00! Ah como eu queria ser mulher nessas horas... - Uma camisa artesanal fabricada por guaranis, com um bordado muito bonito e um tecido bem fresquinho, ideal para o calor paraguaio. Compramos em uma das barracas na rua por Gs. 70.000, o que pra mim foi uma barganha se tratando de um produto artesanal. -Duas caixas de alfajor Recoleta, que é uma de-lí-cia! Compramos numa galeria que fica ao lado do Shopping del Este, e custou Gs. 31.000 cada caixa, que não resistiram até a volta kkkk parentes furiosos por causa do presente que não chegou. -Por fim, passamos também no Shopping China (que Fica dentro do Shopping Paris kkk), e que tinha coisas que valiam a pena, e outras não. Roupas por exemplo não valiam muito a pena para mim, já o meu primo que gosta de narguilé encontrou essências da marca Zomo por US$ 1,50, preço que segundo ele era menos de um terço do preço em São Paulo, então ele ficou doido pra levar. -No fim do dia apesar de mortos de cansado ficamos com vontade de ir numa festinha. O recepcionista nos falou de algumas em Foz e em Puerto Iguazú no lado argentino, segundo ele as argentinas são as melhores, mas tem que pegar táxi. Sendo assim, como estávamos com o orçamento apertado resolvemos ir no pub Amarantha, no centro de Foz e do lado do teminal de ônibus, que era um lugar conhecido por ser bastante frequentado pelo público lgbt (como é o meu caso) mas que colava todo tipo de gente (caso do meu primo que não é gay), e além disso vimos na página do facebook que naquele dia ia ter uma promoção de compre uma cerveja e ganhe desconto no shot de cachaça. Fomos e curtimos muuuito, lugar bem legal e que realmente cola uma galera bem variada! Só paga consumação. -Entretanto, antes de ir para o Amarantha nós já tínhamos matado uma garrafa de catuaba pra dar aquela esquentada, e como eu não sou tão pinguço fiquei todo alegrão e quis comer um shawarma (espécie de sanduíche árabe) numa das várias lanchonetes árabes que tem em Foz. Comprei um shawarma por R$ 5,00, na lanchonete Aladdin, que estava delicioso e havia sido preparado por um cara afegão, com quem eu comecei a trocar a maior ideia pois estava achando a coisa mais incrível encontrar um cara afegão no Brasil preparando um shawarma pra mim kkk OFF #6: A coisa mais legal que eu achei de Foz foi essa diversidade de culturas, que geralmente é mais comum nas cidades grandes. Eu conheci só naquela noite, gente de vários países do Oriente Médio, Ásia e América Latina. ÚLTIMOS DOIS DIAS -O dia seguinte foi inteiramente dedicado à cura da ressaca, pelamordedeus eu nunca bebi tanto na minha vida, ainda bem que conseguimos chegar no hostel... Bom, depois de passar praticamente o dia inteiro deitado na cama bebendo água mineral, decidimos pelo menos nos levantar para ir jantar. Perto do hostel tinha uma pizzaria chamada Central da Pizza, que é uma daquelas pizzarias que se vê em meme do facebook, onde se vendem pizzas com diâmetro de 60 cm e alguns sabores interessantes (um deles era "trio gostosura" que tinha coxa de frango, polenta frita, e calabresa...) pedimos o tamanho GG que é uma antes da BIG, e tem doze pedaços. A pizza (bem farta) foi R$ 45,00 e uma garrafa de Kuat de dois litros foi R$ 7,50. -No último dia, apenas arrumamos as coisas e choramos o percurso inteiro até o aeroporto. A viagem foi um máximo, e conhecemos um pedaço da América Latina meio esquecido, mas que é tão interessante e fascinante quanto qualquer outro lugar do planeta! O total de gastos foi mais ou menos R$ 1.300,00 gastos por lá mais R$ 470,00 de bilhete aéreo. Sendo assim 12 dias pelo Paraguai e Foz do Iguaçu me custou R$ 1.770,00. É isso galera, tentei fazer um relato bastante detalhado, e por isso estou sentindo que ele está meio grande (foi mal hehe), se tiverem críticas e sugestões para a escrita dos meus próximos relatos (por favor, façam!), eu aceitarei com o maior prazer, afinal somente assim conseguimos aperfeiçoar e continuar contribuindo com este site, que é tão útil e nos faz viajar mesmo sem sair de casa!
  8. Dessa vez não estarei falando sobre um relato de viagem próprio meu, e sim do meu irmão mais novo, o Fernando [apelidado carinhosamente por nós de Nando ou Nandinho]. Confira como foi a sua espetacular viagem em sua moto Yamaha Ténéré 250cc saindo de Contagem (MG), seguindo do Brasil até a América do Sul com rumo a Antofagasta, no Chile. Caso queira acompanhar o post diretamente pelo blog clique no link abaixo ou em uma de suas respectivas partes: http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/02/viagem-tenere-250cc-pela-america-do-sul.html Lista de Partes: [PARTE 1] [PARTE 2] [PARTE 3] [PARTE 4] [PARTE 5] [PARTE 6] [PARTE 7] Infelizmente ele teve um ano de 2017 muito difícil e passou por muitos perrengues, por isso, para compensar tantos problemas ele resolveu realizar uma verdadeira aventura em 2018, pra já começar o ano de forma diferente e mais inspiradora. Sua meta era chegar a Antofagasta, no Chile, passando também por Foz do Iguaçu [PR] para conhecer as Cataratas pelo lado brasileiro e em seu caminho ele ainda queria encontrar a Mão do Deserto no Deserto do Atacama [Chile] e o maior Salar do mundo, que fica em Uyuni, na Bolívia. A moto que ele utilizou para essa aventura foi uma Yamaha Ténéré 250cc, já bem rodada e com sua manutenção em dia. Yamaha Ténéré 250cc. [Para que sua leitura fique fluida e confortável, a partir de agora começarei a contar como foi essa viagem em 1ª pessoa] Dia 1: Sábado, 20 de Janeiro de 2018 Após andar por quase 200 km em minha moto, uma Yamaha Ténéré 250 [que diga-se de passagem, está rodando pela América do Sul pela 2ª vez] resolvi fazer minha primeira parada no atendimento da concessionária de Formiga (MG), às 7:19h. Por enquanto estava tudo tranquilo, friozinho, de boa e com a moto boa, em suma, tudo funcionando bem! Continuando... Segui viagem por pouco mais de 2 horas e nesse meio tempo deu pra ver alguns cânions. Nossa! É bonito pra caramba, deve ser muito doido andar de lancha lá, entre eles, pena que não parei pra tirar fotos nessa parte do caminho. Após isso resolvi parar para tomar mais um cafezinho. MG-050, entre Furnas (MG) e Passos (MG). Às 9:48h fiz mais uma parada na concessionária para tomar água e um cafezinho. Acho que passei por uns 6 pedágios de R$ 2,90 cada um, caro pra caramba! Pensei em vir por aqui para economizar, mas ao que parece era melhor ter vindo por São Paulo. Uma coisa legal que fiz nessa viagem, ao menos enquanto estava no Brasil, era avisar de tempos em tempos a minha família o que estava fazendo para que eles ficassem mais tranquilos, já que essa aventura foi realizada totalmente sozinho. Às 10:14h passei por Itaú de Minas (MG). Até esse momento já tinha rodado uns 318 km. E a gasolina por aqui é bem cara, simplesmente R$ 4,50 o litro. Finalmente, às 13:46h, após simplesmente 505 km rodados no mesmo dia, cheguei em São Sebastião do Paraíso (MG), praticamente na divisa entre Minas Gerais e São Paulo. Parei para almoçar e segui pela estrada novamente. Dei conta de fazer todo esse trajeto porque a estrada estava boa e eu ainda tinha muita energia. Fui tão no embalo que segui direto por mais quase 4 horas e acabei chegando em Sertanópolis (PR), praticamente na divisa entre São Paulo e o Paraná, às 18:31h. Minha ideia era passar por Londrina, mas acabei passando direto. O pessoal da minha casa já estava louco e quase que suplicava para que eu parasse de andar na moto. Feito tudo isso chegou a hora de descansar, pois amanhã tinha mais estrada para percorrer nessa aventura! Também não valia a pena andar mais porque estava bem escuro e chovia muito: Vídeo 01: Dia 2: Domingo, 21 de Janeiro de 2018 Estando aqui preferi mudar a rota para seguir rumo a Foz do Iguaçu. Já passei por lá no passado, mas tinha visto as cataratas apenas pelo lado argentino e dessa vez resolvi conferir como ela era pelo lado brasileiro. [Um dado não muito bom que descobri por aqui era que tinha previsão de chuva para todos os dias] Perto das 11:40h parei em Corbélia (PR) para almoçar e conversar um pouco com a minha mãe pelo zap. Ela disse que meu pai deu azar e teve um pane na moto dele. Nada sério, mas quer era algo chato de se resolver. De bucho cheio continuei com minha viagem e passei por Matelândia, no Paraná. Já em Foz do Iguaçu, às 13:25h procurei por uma pousada para ficar, ajeitei as minhas coisas e saí para dar uma volta pela cidade. Saí depois das 15:00h e cheguei próximo de lá perto das 18:30h. Vídeo 02: Com eu muito feliz com as expectativas! Vídeo 03: Com eu meio triste depois da realidade! E a família não perdoou! Eu tinha visto que estava chovendo e protegi o celular e a carteira, mas esqueci da doleira e acabei molhando tudo. Mas o que importa mesmo é que consegui avistar as cachoeira pelo lado brasileiro, e percebi que é muito mais bonito do que o lado argentino, é realmente incrível! [Então, bora ver o que pude ver nesse meio tempo: Entre os vídeos da Expectativa e da Realidade!] Coisas interessantes vistas pelo caminho: Vídeo 04: Vídeo 05: Vídeo 06: Esse é um quati, um animal típico dessa região: Vídeo 07: Vídeo 08: Vídeo 09: Dessa vez o som das cataratas estava tão forte que nem deu para ouvir o que eu estava dizendo. Vídeo 10: Vídeo 11: Mais fotos de Foz do Iguaçu: Só tenho uma coisa a dizer sobre esse lugar, é um verdadeiro espetáculo da natureza, uma maravilha natural do mundo que fica no Brasil. Cara de conquista realizada: Lembrando em, essa era a minha lista de lugares a serem visitados: - Cataratas do Iguaçu, PR - Brasil [Visitado] - Salar del Uyuni, Bolívia - La Mano del Desierto, Deserto do Atacama - Chile - Antofagasta, Chile :: Ao menos o primeiro destino dessa lista já estava completo. Ainda faltavam mais três para se conhecer:: Depois disso voltei para a pousada e dei um jeitinho como um autêntico brasileiro para resolver o problema das coisas molhadas enquanto eu aproveitava para fazer meu lanche noturno. Vídeo 12: Após toda essa aventura descansei um bocado e aproveitei para conversar com meu pai e um dos meus irmãos pelo zap. Também tracei a minha rota para o outro dia e estudei como fazer o seguro da carta verde, mas apesar de chegar no local já estava tarde e lá estava fechado. Vídeo 13: Esse foi o resumo da minha noite: E ainda teve o Templo Budista que estou afinzão de ir. Não pude por causa dos contratempos... e que amanhã não irá abrir! Ainda com aquela labuta de colocar minhas coisas para secar dos temporais daqui! Vídeo 14 [Parte 1] [Vídeo 15 - Parte 2] Nada que um elástico não resolva! Terminado o dia, a meta para o próximo seria ir para Assunção, no Paraguai, mas como já estendi muito esse relato, continuarei na próxima parte. E antes de ir embora, meu trajeto ficou assim até o momento: Continue acompanhando, pois ainda tem muito mais relato para se contar!
  9. Eae pessoal blza? Dessa vez vou fazer um relato rápido da nossa última aventura de carro, viajamos em 4 pessoas a bordo de um VW Up! Tsi com destino ao Chile via Paso San Francisco. Fizemos um caminho diferente incluindo o Paraguai, onde visitamos Cidade de Leste, Caacupé e Assunção, depois cruzamos para a Argentina pela fronteira entre José Falcon e Clorinda, de lá seguimos para Pres. Roque Saénz Peña, Termas de Río Hondo, Taffi del Valle, Cafayate, Fiambalá para atravessar a cordilheira pelo Paso San Francisco para chegar em Copiapó no Chile e continuar por La Serena, Viña del Mal, Valparaiso, Santiago, Mendoza como trajeto de volta em aberto, podendo voltar por Buenos Aires, Montevideo ou seguir direto por Córdoba até retornarmos para casa. Infelizmente tivemos contratempos durante a viagem e acabamos modificando bastante o roteiro, retornando antes para casa, mas imprevistos fazem parte da aventura e apesar de não cumprirmos o nosso maior objetivo que era cruzar o Paso San Francisco (por pouco) aproveitamos muito bem a viagem. RELATO da nossa viagem ao Atacama + Machu Picchu de carro Dia 01 - 02/01/2018 - De Curitiba a Cidade de Leste Saímos por volta das 08hs da manhã do dia 02 de Janeiro, tudo parecia tranquilo até entrarmos no contorno de Curitiba, onde pegamos um baita engarrafamento logo de cara, confesso que nessa hora deu vontade de voltar pra casa. Depois de mais de uma hora e meia consegui sair da rodovia e peguei um atalho, saindo na BR 277 sentido Ponta Grossa. A viagem a partir dai foi tranquila, pouco movimento, estrada boa, mas pedágios exorbitantes. Paramos para almoçar perto de Irati e chegamos em Foz do Iguaçu já no final da tarde, depois de pegar chuva em parte do caminho. Não entramos em Foz, seguimos direto para a ponte da amizade e paramos na aduana paraguaia para dar entrada na migração. Tinha um ônibus de viagem e acabamos entrando na fila exclusiva para o ônibus, mas logo fomos direcionados a outro guichê e nos atenderam rapidamente. O funcionário carimbou o passaporte e nos liberou, perguntei se era preciso registrar o veículo no sistema e ele disse que não, perguntei mais uma vez só para ter certeza e ele confirmou. Ficamos com receio de na hora de sair do Paraguai dar algum problema, mas conto os detalhes mais a frente. Já eram mais de 18hs, então Cidade de Leste estava bem vazia, rapidamente chegamos ao Hotel Piazza que reservei pelo booking, fica perto da Av Principal a menos de uma quadra da Monalisa e todo o comércio, apesar das instalações antigas valeu a pena pelo custo benefício. Deixamos as coisas no hotel e resolvemos voltar até Foz para jantar no supermercado Muffato perto do terminal de ônibus no centro. Depois da janta voltamos ao hotel em Cidade de Leste, que fora do horário comercial é bem tranquila, nem parece a mesma cidade. Roteiro Chegando em Foz do Iguaçu Ponte da amizade
  10. Ricardo Cantarelli

    Cidadania Paraguaia

    Gostaria de saber como faço para tirar a cidadania paraguaia.
  11. Olá a todos, vou relatandando aqui alguns detalhes dessa trip durante a viagem mas quando chegar vou colocar um relato mais detalhado. Se alguém tiver alguma dúvida sobre esses trechos que passei, dúvidas sobre essas estradas para montar algum roteiro ou quiser trocar uma ideia pode entrar em contato no e-mail [email protected] 1° dia: saímos de Goiânia as 8 horas da manhã e chegamos em Rondonopolis no MT as 17 horas. Em geral as estradas muito boas, depois de Minérios apenas pista simples além de muitos caminhões pesados. Na cidade tivemos dificuldade para achar um hotel na rodovia mas no centro havia muitas opções. Apesar de um dia cansativo, no final da tarde tivemos uma boa surpresa com o mirante da chapada.
  12. Jalinis

    Visto do Paraguai

    Ola só haitiano eu precisa más informações sobre visto Paraguai porque eu tem um meu primo lá no chili ele quer colocar visto Paraguai passaporte dele ta comigo aqui no Brasil tem como eu colocar visto Paraguai para ele aqui no Brasil por favor [email protected]
  13. nelsons

    Paraguai

    DICAS PARAGUAIASid="size4"> Pessoal, Atrás do sucesso do Dicas Argentinas e Dicas Chilenas estou inaugurando este tópico para a galera que já visitou o nosso vizinho Paraguai postar suas dicas. Quem ainda não foi e quiser informações também pode chegar... O país possui muitas belezas pouco conhecidas por nós, brasileiros. As Missões Jesuítas de Trinidad e Jesus de Tavarangue, tombadas pela Unesco, O Panteão dos Heróis e o Palácio do Governo, em Assunção, e a cultura preservada dos índios guaranis, inclusive o idioma, oficial do país juntamente com o espanhol. Vida longa ao tópico!
  14. marcoscoelhomachado

    Cidade del Este

    Galera, estou indo para o Paraguay fazer compras. Vou buscar tudo para mim, não quero vender nada, apanas compras pessoais. Sei que a cota está em R$ 300,00, é muito baixo, pois quando vc chega lá, fica louco com os preços. Estou colocando aqui alguns sites de lojas, se alguem precisar saber os preços de itens, acho importante ter uma noção. Se alguem souber outros, favor postar aqui. Todos que eu tenho são relacionados a informática. Gostaria de ter alguns de perfumes, bebidas e outras coisas. Alguém sabe como está a fiscalização em Medianeira, vou de carro, são dois casais. Será que é arriscado trazer acima da cota?? Eles estão parando todo mundo?? Advance Informática Shopping Internacional, 1º Piso Salas: 102 - 120 Ciudad del Este - Alto Paraná - Paraguay Site: http://www.grupoadvance.com.br E-mail: [email protected] Telefones: (0xx45) 528-9230 - (0xx59) 561- 514472 Compubras Computers Av. Adrian Jara Y Ytaybate Shopping Internacional 1º Piso - Bloco B Ciudad Del Este - Paraguai Site: http://www.compubras.com E-mail: [email protected] Telefones: (0xx45) 573-7076 - (0xx59) 561- 501-286 ATT Computer Shopping King Fong Ciudad del Este - Paraguai Telefone: (00xx59) 561- 514-505 Site: http://www.attcomputer.com Digital Center Shopping Americana, 1° Piso Ciudad del Este - Paraguai Telefone: (0xx45) 523-0270 Site: http://www.digitalcenterpy.com Excell Informática Galeria Lai-lai Center - 4º Piso Ciudad del Este - Paraguai Telefone: (0xx45)- 9975-0524 Site: http://www.excellinformatica.com.br Infoshop Informática Shopping Vendome - 2º andar - Salas 204, 248, 250 e 252 Ciudad del Este - Paraguai Telefone: (0xx45) 523-7619 Site: http://www.infoshoptvgame.com k&B Computers Shopping Vendome, salas 427 e 429 Ciudad del Este - Paraguai Telefone: (0xx45) 524- 8880 Site: http://www.kebcomputer.com PC New Informática Shopping Lai Lai, 4º piso Ciudad del Este - Paraguai Telefone: (0xx45) 573-3745 Site: http://www.pc-new.com Valeu galera.
  15. Fernando Martinelli

    Compras no Paraguai

    Paraguai (Compras produtos Apple) UMA DICA IMPORTANTÍSSIMA A QUEM VAI FAZER COMPRAR NO PARAGUAI: SE FOR COMPRAR ELETRÔNICOS E iPHONES A MELHOR OPÇÃO É IR À LOJA COMPUBRAS. É A ÚNICA AUTORIZADA PELA APPLE NA CIUDAD DEL LESTE. ESTA LOJA FICA NO SHOPPING VENDÔME. NÃO CAIA NO PAPO DE VENDEDORES DE OUTRAS LOJAS QUE CARREGAM A MAÇÃZINHA DA APPLE EM SUAS PLACAS E COM DIZERES DE SEREM AUTORIZADAS. É PURA MENTIRA. A ÚNICA QUE REALMENTE É AUTORIZADA É A COMPUBRAS. http://www.compubras.com/
  16. estive em Foz do Iguaçu em Julho/2016 durante as feras escolares. Fiquei 4 dias. Saí de Vitoria/ES na sexta de manha, fiz escala em SP, e cheguei por volta de 11:30 da manha em Foz. Optei por ter fechado com uma empresa para fazer o trajeto aeroporto/hotel. Achei a cidade bem limpa, muito fácil de se locomover e por isso, optei por cancelar meu pacote turístico e viajar por conta própria. Honestamente foi a melhor coisa que fiz. Estávamos, meu marido, meu filho de 6 anos e eu. Fiquei hospedada no Iguassu Express na Av. das Cataratas. A localização é otima, a comida do hotel tbm. Porem a noite se ouve muito barulho de carro, pois e uma avenida bem movimentada. Na sexta pela tarde, fomos ao Marco das 3 fronteiras. Pagamos 14 reais por pessoa, e honestamente não valeu a penao nao. Nao tem nd pra fazer la. é simplesmente olhar o rio, e o marco do Paraguai e Argentina. tem uma lojinha, onde voce deixa um rim para comprar qquer coisa e só. Não quisemos visitar Itaipu. La existem 2 tipos de passeios. o interno, meu filho nao poderia entrar, pois so a partir de 12 anos a entrada e liberada. Entao nao fomos. Almocamos e fomos descansar. Achei a cidade bem parada a noite. Muita gente me disse que o point e Iguazu. E os brasileiros vao em peso pra la. Como estava com crianca, e minha viagem tinha outro foco,jantamos no hotel msm. No sabado fomos ao paraguai. passamos a manha lá. Pegamos a linha 120 na porta do hotel ate o mac donalds do centro e la pegamos o onibus da itaipu com destino ao paraguai. 5 reais a passagem. demoramos uns 25 min até lá; Mta mta mta muamba. a cada passo que vc da, vem 2 milhoes de vendedores emcima de vc. fomos bem a vontade, com tenis, calca, sem relogio, nada que pudesse ter problemas com assalto. conhecemo a mega, uma loja de produtos eletronicos bem legal. dizem q e uma das poucas que vendem produtos originais. nao achei muita coisa mais em conta que no brasil nao. o que vale a ena comprar. lustres (um mais lindo que o outro e mto barato), e muambas em geral.. luvas, cuecas e calcinha p criancas, meias, etc. achei umas malas com um preco bem legal tbm. todas as maquiagens que comprei foram p o lixo. horriveis. em uma galeria ao lado do shopping del este comprei mto doce de leite da havana. estavam mais baratos que na argentina. lugar fedorento, sujo e com um cheiro horrivel. Bem.. nao tenho a intencao de voltar. valeu como ex´periencia. para voltar peguei o msm onibus, sentido contrario, fui ate o TTU, pegamos o 120 e chegamos ao hotel. a tarde fomos ao museu de cera. Foi bem legal, me flho gostou mto. par quem ja foi em museus no exterior nao vao achar nd demais. o parque dos dinossauros e o mundo das maravilhas nao fomos. disseram que o parque estava bem deteriorado e n valia a pena. pela cara das pessoas qdo saiam de la, acho q foi bem decepcionante msm. lembrem se smpre de falar que sao doadors de sangue, militares, criancas especiais etc. ngm oferece desconto, ms se vc informar eles dao. a entrada p o museu de cera estava 48 reais. eu su doadora e paguei meia, meu marido tbm. meu filho e especial e nao pagou. ou seja, de qse 150 reais, gastamos apenas 48 no domingo fomos as cataratas lado brasil. gente.. inexplicavel. so vendo. e mto lindo. realmente um presente de DEUS para nossos olhos. para quem optar por pacotes de empresas de turismo, eles tiram um dia inteiro para o passeio. eu nao me imagino ficando la um dia inteiro nao. fiquei a parte da manha e foi excelente . nao ficaria a mais nao. a tarde passeamos por foz. na segunda fomos a puerto iguazu. pegamos um onibus em frente o hotel onde vem escrito argentina, e em 20 min estavamos la. Ao contrario do paraguai que e meio guerra na selva, la e mto organizacao e a imigracao funciona de verdade. o duty free fica bem coladinho. da pra descer na imigracao e ir la sem problemas. a passagem custou 5 reais tbm. pedi ao motorista o me avisar onde era o centro, proximo a feirinha. ela abre por volta das 10:30h. todos os motoristas e trocadores do brasil, paraguai e argentina falam portugues, espanhol e ate um poco de ingles. e bem facil pedir informacoes e sao bem solicitos. a feirinha e otima. apesar de fedorenta demais. mas a gt acha um azeite maravilhoso, azeitonas recheadas e mto doce de leite. alem da famosa quilme, e claro. comemos uma meia luna dos deuses la perto. na avenida principal, tem uma casa de cambio. e tbm um centro de informações para turista. e foi la que eu achei a informacao que nao encontrei em lugar nenhum na internet. qual onibus pegar para o Ice bar. do outro lado da rua e so pegar o km5. para na frente. so atravessar a rua. o motorista nos avisou onde descer. gnte, serio, o lugar e mto lindo. abre as 13:30h. chegamos esse horario. mas olha.. o lugar e mto lindo. aquilo a noite deve ser o maximo. qdo fui comprar as entradas (200 pesos cada), cobraram a do meu filho, mesmo no site dizendo que riancas so pagavam a partir dos 8 anos. achei melhor relevar. la dentro e mto legal. ficamos uns 25 min -11 GRAUS. O AMBIENTE E O MAXIMO. A bebida e liberada durante esse tempo, porem eles enrolam a metade do tempo p servir. n deixem de provar o sex on the ice. e muuuuuuito bom. no resto do dia descansamos. nao quisemos ir as cataratas lado argentino. valeu muito a ena a viagem. f uma delicia. pegamos em torno de 10 graus no inicio da manha, a tarde chegava a 20. vale a pena conhecer foz.
  17. Salve, mochileiros! Este é meu primeiro relato aqui no fórum, como forma de agradecimento aos tantos outros textos que me ajudaram. Na verdade, estou sendo um pouco "ingrato", pois estou devendo relatos de viagens feitas nos dois últimos anos, hehehe... Bom, pretendo descrever mais pra frente, msm sendo um pouco antigo, acho q ainda pode ser útil para alguém. Eu tinha 15 dias de férias, e queria viajar, mas sem gastar mto. Foi aí q me veio a ideia de ir ao Paraguai, pois gostos de fazer roteiros mais "alternativos". Mas eu não sabia quase nada a respeito do país. Comecei então a garimpar toda a Internet atrás de alguma coisa a se ver por lá. Aqui msm no Mochileiros têm poucos relatos, mas q me ajudaram. Encontrei outros blogs afora, mtos sites com informações desatualizadas... Encontrei algumas páginas de turismo no Paraguai tb, fiz um compilado de tudo e montei meu roteiro, q vou descrever na sequência. Meu cronograma foi montado da seguinte forma: 14/3 - voo de São Paulo a Assunção 15/3 - Assunção 16/3 - Assunção 17/3 - Assunção/ônibus noturno para Encarnación 18/3 - Encarnación 19/3 - Posadas 20/3 - Ônibus para Puerto Iguazu 21/3 - Foz do Iguaçu 22/3 - Foz do Iguaçu 23/4 - Foz do Iguaçu 24/3 - Ônibus para Cascavel/Voo para São Paulo Eu gosto de fazer viagens com rotas "lineares", evitando fazer bate-volta (a não ser q não tenha opção). Então consegui fazer algo no formato de "U", fazendo com q eu não precisasse passar pela msm cidade mais de uma vez (exceto Puerto Iguazu, q voltei qdo visitei as cataratas de lá). Comprei a passagem de ida pela TAM, usando milhas. Nisso eu já economizei bastante, mas se comprasse a passagem direto para lá, não sairia tão barato assim. Pensamos q por ser um destino pouco procurado sai mais barato, mas na verdade é o contrário. Pode sair caro justamente por ter q demandar algo fora do "normal". Enfim... A passagem de volta eu comprei para sair de Cascavel, pois sai mto mais barato do q Foz, quase metade. A cidade fica apenas a 2h de ônibus, então pensei valer a pena. Péssima escolha! No fim do relato eu conto oq aconteceu. Como um bom mochileiro, fiquei somente em hostel, e reservei todos pelo Booking, pela praticidade do site. Não fiz compra antecipada de nada, apenas das passagens aéreas. Levei alguns dólares e reais, e vi q o câmbio entre as duas não tem mta diferença. Qdo fui, o real estava ligeiramente mais vantajoso q o dólar. Em alguns lugares eu usei cartão de crédito, e não consegui fazer saques em caixas eletrônicos. É sempre bom verificar com o banco antes sobre esses serviços antes de viajar. Bom, sem mais delongas, vamos ao relato!
  18. Este é o relato de uma viagem de casal realizada em Outubro de 2015 por Foz do Iguaçu, Puerto Iguazú e Ciudad del Este. Não vamos colocar o roteiro do modo como fizemos, mas, sim, do modo que teríamos feito se tívessemos as informações necessárias para evitar várias idas e vindas. Apesar de ser um roteiro famoso, é difícil encontrar informações para passeios fora da rota tradicional (por exemplo, Ciudad del Este sem compras e Puerto Iguazú além das Cataratas). Para mais vídeos, relatos e fotos, curta nossa página no face (https://www.facebook.com/dandoumpulo/) e acompanhe nosso site (http://www.dandoumpulo.com). Comece por… Paraguai! Por que começar o roteiro das cataratas pelo Paraguai? Porque lá está o Salto del Monday, uma cachoeira linda, de fácil acesso e barata! Claro que é muito menor do que as Cataratas… mas é uma ótima opção para perder o medo de fazer turismo no Paraguai, que é sim um país com muita coisa a oferecer. E para quem está em família e sem grana para ver as Cataratas, é uma opção! Assim que atravessar a Ponte de Amizade (atravessamos sempre a pé, sem problemas,mas com as mochilas para frente do corpo, por precaução), passe na aduana. Lá há um stand de turismo do Paraguai, com vários mapas e com um pessoal muito receptivo, que dará informações detalhadas de como chegar aos destinos. Contudo, caso aproveite para carimbar o passaporte, não esqueça que, oficialmente, para entrar no país é preciso a vacina da febre amarela. Siga reto, depois da aduana, por toda a avenida de comércio (sem se deixar convencer pelos vendedores, porque há sim casos de gato vendido por lebre), até o supermercado Arco-Íris. Na rua deste mercado há um ponto em que passa o ônibus da empresa Matiauda, e na placa da frente está escrito “áreas 1, 2, 3, 4, 5”. O preço é 2500 guaranis (R$ 1,00). É só informar o cobrador/motorista que você descerá em Salto del Monday (pronuncie mondai). O ônibus irá parar próximo a uma escolinha de futebol. De lá até o Salto são uns 300 metros caminhando (é só perguntar que o pessoal na rua vai informando onde é). A entrada é 12000 guaranis (menos de R$ 10,00). Lá há um circuito de arvorismo pequeno, que talvez interesse às crianças. No parque há uma lanchonete e é um lugar propício para piquenique em família. Digamos que você tenha feito esse passeio pela manhã. Na volta, desça de novo no mercado Arco-Íris e vá para a pracinha atrás do mercado, onde passa o ônibus para Hernandarias. Na plaquinha do ônibus estará escrito Jacurupucú (na dúvida, pergunte se vai até Itaipu). O preço do busão é 3000 Gs (pouco mais de R$ 1) e ele te deixa a uma quadra da entrada de Itaipu. O circuito é feito de ônibus dentro da represa e é gratuito, ao contrário do lado brasileiro. Mesmo para quem não curte tanto esse tipo de roteiro, ver como o lugar funciona e suas estruturas gigantes impressiona. Mais uma vez acho um ótimo passeio para fazer com crianças, para que elas entendam de vez muitos dos conceitos das aulas de geografia. Um outro passeio possível no Paraguai, mas que acabamos não fazendo, são as missões. Há muita gente que trabalha em Ciudad del Este e mora na região das missões; por isso, para evitar trânsito, o ideal é pegar o ônibus (no terminal) lá pelas 8 da manhã. Em 3 ou 4 horas de viagem ele te deixará nas missões jesuíticas. Aí é curtir o dia inteiro e voltar à noite para Ciudad.
  19. [EDITADO EM 22/04] Dando retorno de minha viagem ao Paraguai, pois me sinto na obrigação moral de retribuir as preciosas informações que retirei daqui. Como surgiu a ideia de ir ao Paraguai: vontade de conhecer a América Latina, começando pelos paises mais próximos e depois estendendo as distancias. Além, é claro, de ter apenas quatro dias do feriado. Objetivos: melhorar a compreensão e fluência de espanhol; conhecer a cultura local; testar meios de baratear as viagens; fazer contato com outros mochileiros. Roteiro programado: chegar sexta à tarde, recorrer um pouco do centro de Asunción, dormir no hostel, ir a Tobati sábado de manha, praticar a aventura Tobati com a agência AventuraXtrema, dormir em San Bernardino, ir a Paraguari domingo pela manha, ir na Eco Reserva Mbatovi, voltar a Asunción domingo à tardinha para ficar até terça pela manhã. Ufa! 1° dia: chegada as 14:15 (hora local). Maior temporal que já houve na história. Achei que o avião não pousaria. Cambiei R$ 40 para o caso de ter que pegar um táxi, mas a ideia era ir de ônibus. Cambio de valor semelhante aos demais pontos de cambio, por incrível que pareça. Fui até o guichê de informações turísticas, onde fui muito bem atendido e recebi dois panfletos super completos: um livreto apenas sobre a capital e um caderninho sobre todo o país. E aí começa a loucura... Na saída do guichê turístico vi dois brasileiros pagando quase R$ 100 por uma corrida de 15km sem reclamar. Resolvi manter a ideia de pegar o bus, visto que a parada fica a 200m da porta do aeroporto e a passagem custa cerca de R$ 1,50. Fiquei esperando a chuva diminuir para sair do aero, então puxei papo com um tiozinho que estava na mesma situação. Foi assim que descobri como é falado o guarani... devo ter entendido umas três palavras de cada dez. Conversamos, ele começou a falar espanhol e então disse enfaticamente que a língua deles era o PARAGUAIO. Quem chamou de língua guarani foram os espanhóis e tal e coisa... Quando o temporal deu uma leve trégua, corri os primeiros 100m até as cancelas de entrada e saída de carros, e foi o tempo da tormenta voltar com tudo. Quando estava aguardando, passou um maluco em uma camionete, se apiedou da minha situação e ofereceu uma carona. Aceitei, é claro. Começamos a papear, o cara muito gente boa. Passamos em frente à sede da Conmebol, em Luque, então entramos no assunto futebol. O cara era Cerrista fanático, eu Gremista nem tão fanático, então falamos muito tempo sobre jogadores, ídolos, jogos de Libertadores e por aí afora. Expliquei em que hostel ficaria e qual seria meu planejamento para sábado, na cidade de Tobati. Ele argumentou que seria uma contramão, mais pela tempestade do que pela distância, então me convidou para dormir em sua casa. Cara, que loucuuura!! Couchsurfing sem convite prévio? Hehe! Morava com toda familia: pais e três irmas mais novas. Me apresentou a todos, a exceção do pai que estava viajando a trabalho. Me levou na casa de sua namorada, talvez o lugar mais humilde que já freqüentei. Pobreza, honestidade e humanidade na mesma medida. Da mesma forma, me levou a uma casa que está em fase final de construção, que será a sede da empresa que quer abrir em parceria com o sogro. Que gente interessante! Recebem um estranho em sua casa com a maior hospitalidade e bondade, ainda que se tratasse de um lugar muitíssimo humilde. Aliás, só depois de estar lá descobri que nem agua encanada havia. Periodicamente os caminhoes do governo abastecem uma fonte a partir da qual os moradores podem retirar agua em baldes ou toneis. Isso a 30km de Asunción!! Como estava muito cansado, jantamos e pelas 22:30 já estava dormindo. Continua...
  20. Amilton & Poly

    Foz do Iguaçu – Maio/2012 – Com fotos

    Estivemos em Foz de 8 a 13/05/12 e nossa impressão sobre a cidade foi muito boa: povo gentil, educado e bem prestativo, fomos muito bem tratados em todos os estabelecimentos, enfim um povo bem receptivo,me impressionei com a cordialidade de todos. De diversos lugares que conhecemos no Brasil e fora do país nota dez para o pessoal de foz, continuem assim. Hotel: Iguassu Charm suítes (http://www.iguassucharmsuites.com.br/), muito bem localizado, ótimas suítes, tudo novinho e limpo, boa prestação de serviço, café da manha bem variado, tem piscina e cozinha para uso comum. Compramos pelo Hostelbookers e ficou 15% mais barato. Comidas: -Barbarela: Avenida Brasil, 1119,Centro, ótima lanchonete, lanches feitos na hora, bom atendimento, excelente. -Cantina Ricordi: R. Almirante Barroso, 1025, Centro, excelentes opções de massas, o lugar é bem discreto tanto olhando de fora, como em seu interior, porem irá se espantar com a comida, boa e barata. -Oficina do Sorvete: Av. Jorge Schimmelpheng, 244, Centro, Buffet de sopas e caldos, além de uma enorme variedade de sorvetes e sobremesas geladas, preço justo pela qualidade e quantidade, assim como nos outros locais ótimo atendimento, espaço bem aconchegante. Além destes locais que comemos existe uma enorme variedade de restaurantes, lanchonetes, bares, docerias, etc. Tem pra todos os gostos, comer bem é fácil em Foz. Transporte: -Transporte coletivo: normal como em todas as cidades, um pouco cheios, mas nada que possa comprometer um passeio, ótima opção para quem esta economizando na trip, pois te levam pra todos os pontos turísticos (valor da passagem R$ 2,65) -Taxi: Utilizamos uma única vez, preço normal de qualquer cidade do Brasil, pra quem gosta de comodidade e pode pagar vai fundo!!! -Translados através do hotel: melhor opção custo-benefício, ficam mais baratos que taxi. Roteiro: 1º dia Parque das aves: R$ 20,00 inteira/ R$ 10,00 estudante, não tem nenhum indicativo de ingresso para estudante, tem que pedir para a atendente. Parque mto bem cuidado, no início do trajeto parece um parque comum mas tudo muda quando vc entra no viveiro das araras ou na área dos tucanos o que proporciona ótimas experiências com a natureza. As aves parecem fazer poses para as fotos. Além das aves tem tbm cobras e é possível tirar fotos com a jibóia. Vale mto a pena. Parque Nacional do Iguaçu – Brasil: R$ 24,60/ R$ 12,30 cliente Itaúcard. É sensacional. Conforme vai andando na trilha vão surgindo vários mirantes com vários ângulos das cataratas. Trilha fácil, não é cansativa e termina na passarela que dá acesso à garganta do diabo. As quedas produzem uma garoa na passarela, é mto massa!! Inesquecível! Fizemos tbm o Macuco Safari (R$ 140,00, não tem meia pra estudante, pelo nosso hotel ficava 125,00): foi mto da hora. Começa com uma trilha em um carro elétrico com guia falando sobre fauna e flora do parque, depois segue-se a trilha a pé até a beira do rio para pegar o bote. O bote vai fazendo manobras até chegar numa queda das cataratas, mto bacana tomar um banho nas cataratas rsrs, sem contar a paisagem que se tem do rio/ cataratas!! . Valeu mto a pena. Dica: tinha gente de capinha mas se molharam do mesmo jeito. Leve uma troca completa de roupa! 2ºdia Parque Nacional Iguazu- Argentina: Ar$90,00, só aceitam em pesos =/. Dentro do parque aceitam reais porém devolvem o troco em pesos. Como todo mundo falava que ir de ônibus era mto complicado e demorava mto acabamos indo com o transfer do hotel. Patriotismo a parte: o lado argentino das cataratas é mtoooo mais bonito, é emocionante! É um parque mto grande (bem maior que o lado brasileiro) e por isso é um pouco cansativo. Primeiro vai por uma trilha até o trem que leva à garganta do diabo (o trem demora), qdo chega na estação cataratas tem a passarela de +- 1km até a garganta do diabo. É indescritível, a sensação é inexplicável, é lindo demais, a garoa que é formada molha mtoo, mas se usar capa de chuva perde a graça heim!!! Deixa molhar rrsrs Depois volta de trem e faz-se as trilhas superiores e inferiores. Cada uma é de mais ou menos 2km. As paisagens traziam a sensação: “Acho que o jardim do Eden foi aqui” rsrs juro. Pelo caminho os quatis (atração a parte) iam recepcionando os turistas. É um passeio longo, de quase o dia inteiro. 3º dia Ciudad Del leste: é o caos que todo mundo fala mesmo. Pra quem mora em SP é um largo treze 5x pior rsrsrs. Como o dólar tá alto as coisas não valem mto a pena. Pegamos o Black Friday mas como não fomos atrás de eletrônicos não vimos vantagem. Os preços não são mto diferentes da 25 de março. Perfumes e maquiagem são bem mais baratos que no Duty Free. Pra falar bem a verdade a única coisa que achei que realmente compensa foi cobertor! Rsrsrs Do mais vale conhecer. Não tivemos nenhum problema lá mas é bom ficar esperto com bolsas etc. 4º dia Itaipu Binacional: Passeio especial: R$ 56,10 inteira/ R$28,05 estudante e cliente Itaucard: passeio mto bacana, o tamanho da usina é monstruoso. Durante todo o percurso o guia vai falando sobre a história/ capacidade/ estatísticas da usina, mto interessante. O passeio tem duração de aproximadamente 2 horas. Uma ótima opção de conhecimento. Imperdivel! Duty Free: na volta de Itaipu fomos para o Duty Free da Argentina. Lá é bem bonito mas não podia tirar foto. Os preços são maiores que no Paraguai e menores que no Brasil. Pra quem gosta de marca é ótimo. Alem destas atrações existem também outras opções, que por falta de tempo não fizemos como: Templo budista, Marco das 3 fronteiras, Cassino, Cidade de Puerto Iguazu. Bom, é o que eu falei pra minha família: ninguém pode morrer antes de conhecer as Cataratas!!! Esperamos ter ajudado, qualquer coisa estamos aí!
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