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Thiago Furtado

Galopeeeeeeiraaaaa!!! Paraguai além das muambas + Posadas (Argentina) + Foz do Iguaçu (Brasil) - março/2016

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Salve, mochileiros!

 

Este é meu primeiro relato aqui no fórum, como forma de agradecimento aos tantos outros textos que me ajudaram. Na verdade, estou sendo um pouco "ingrato", pois estou devendo relatos de viagens feitas nos dois últimos anos, hehehe... Bom, pretendo descrever mais pra frente, msm sendo um pouco antigo, acho q ainda pode ser útil para alguém.

 

Eu tinha 15 dias de férias, e queria viajar, mas sem gastar mto. Foi aí q me veio a ideia de ir ao Paraguai, pois gostos de fazer roteiros mais "alternativos". Mas eu não sabia quase nada a respeito do país. Comecei então a garimpar toda a Internet atrás de alguma coisa a se ver por lá. Aqui msm no Mochileiros têm poucos relatos, mas q me ajudaram. Encontrei outros blogs afora, mtos sites com informações desatualizadas... Encontrei algumas páginas de turismo no Paraguai tb, fiz um compilado de tudo e montei meu roteiro, q vou descrever na sequência.

 

Meu cronograma foi montado da seguinte forma:

14/3 - voo de São Paulo a Assunção

15/3 - Assunção

16/3 - Assunção

17/3 - Assunção/ônibus noturno para Encarnación

18/3 - Encarnación

19/3 - Posadas

20/3 - Ônibus para Puerto Iguazu

21/3 - Foz do Iguaçu

22/3 - Foz do Iguaçu

23/4 - Foz do Iguaçu

24/3 - Ônibus para Cascavel/Voo para São Paulo

 

Eu gosto de fazer viagens com rotas "lineares", evitando fazer bate-volta (a não ser q não tenha opção). Então consegui fazer algo no formato de "U", fazendo com q eu não precisasse passar pela msm cidade mais de uma vez (exceto Puerto Iguazu, q voltei qdo visitei as cataratas de lá).

 

Comprei a passagem de ida pela TAM, usando milhas. Nisso eu já economizei bastante, mas se comprasse a passagem direto para lá, não sairia tão barato assim. Pensamos q por ser um destino pouco procurado sai mais barato, mas na verdade é o contrário. Pode sair caro justamente por ter q demandar algo fora do "normal". Enfim... A passagem de volta eu comprei para sair de Cascavel, pois sai mto mais barato do q Foz, quase metade. A cidade fica apenas a 2h de ônibus, então pensei valer a pena. Péssima escolha! No fim do relato eu conto oq aconteceu.

 

Como um bom mochileiro, fiquei somente em hostel, e reservei todos pelo Booking, pela praticidade do site. Não fiz compra antecipada de nada, apenas das passagens aéreas. Levei alguns dólares e reais, e vi q o câmbio entre as duas não tem mta diferença. Qdo fui, o real estava ligeiramente mais vantajoso q o dólar. Em alguns lugares eu usei cartão de crédito, e não consegui fazer saques em caixas eletrônicos. É sempre bom verificar com o banco antes sobre esses serviços antes de viajar.

 

Bom, sem mais delongas, vamos ao relato!

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DIA 1 - 14/3 - voo de São Paulo a Assunção

 

Peguei um voo da TAM no aeroporto de Guarulhos às 8h30, q chegou no Aeroporto Internacional de Assunção Silvio Pettirossi às 10h40. O fuso horário do Paraguai é o msm de Brasília. Um detalhe irrelevante, mas... No msm voo, estava a delegação da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, q participariam de uma competição pré-olímpica. Dentre os presentes, as gêmeas Bia e Branca do nado sincronizado. Pessoalmente são tão bonitas qto na TV, rsrsrs...

 

Voltando para o principal, o aeroporto lá é bem modesto, com pouco luxo. Achei até engraçado q a "sala VIP" deles era um quadrado com algumas poltronas velhas no meio da área da imigração, hahaha. Passando o Duty Free, tem uma casa de câmbio, onde troquei apenas R$ 50 pra poder sair de lá. E ali já me senti "milionário", rsrsrs... A moeda oficial do Paraguai é o guarani, q tem uma cotação aproximada de R$ 1 = G$ 1450. Mas no aeroporto a proporção estava de R$ 1 = G$ 1260. Como em qq aeroporto do mundo, a cotação é péssima. Saindo da área de desembarque, tem outra casa de câmbio, q pensei ser mais em conta, mas a taxa era a msm.

 

Fui no centro de informações q tem lá, peguei um mapa da cidade e informações de como sair dali. Achei um wifi aberto, mandei saudações para quem ficou, e segui meu rumo. Ali msm já tive uma grande "recepção" do Paraguai: o calor! Para quem mora no Centro-Oeste não será estranheza, mas o sol ali castiga. Portanto, não deixe de levar protetor solar. Todos os dias eu passava antes de sair para fazer os passeios.

 

Na saída, pedi informação para um policial de onde pegar um ônibus para o centro de Assunção. Em frente à entrada do estacionamento do aeroporto, tem um ponto de ônibus, onde ali esperei oq tinha como destino Assunção. Vale lembrar q o aeroporto fica na cidade de Luque, vizinha à capital. A distância é quase a msm do aeroporto de Guarulhos para o centro de São Paulo.

 

E ali já tive o primeiro contato com algo típico do Paraguai: os ônibus! Eles vivem lotados, são bem velhos e todos coloridos. O motorista (q tb é cobrador), anda sempre com as portas abertas. E nunca para totalmente subir ou descer, só reduz a velocidade. O valor muda dependendo da linha, mas gira em torno de G$ 2.300, algo por volta de R$ 1,40. De fato não é confortável, mas é funcional. A cidade toda tem mtos coletivos para todos os lugares. O motorista entrega um bilhete para comprovar o pagamento da passagem, e deve ser guardado. Podem subir fiscais q exigem a exibição do msm. Se vc não tiver ele, terá q pagar a passagem de novo. Isso não ocorreu comigo no Paraguai, mas no último ônibus q tomei em Posadas teve isso tb. Msm sendo um domingo de manhã, com o ônibus praticamente vazio.

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Dps de quase 1h, cheguei no meu destino. Fiquei hospedado no Gallagher Hostel, próximo ao cruzamento da Mariscal Lopez com a Estados Unidos. Dali se caminho um pouco mais de 10 minutos até o centro. A fachada do local não indica nada q é um hostel, e sim um prédio antigo qq. Quem me atendeu foi o Marco, q se não me engano mora lá tb. Durante todos os dias, ele me ajudou bastante sobre como chegar a alguns lugares, foi bem atencioso.

 

O quarto q escolhi era de 10 camas, bem espaçoso, com um ar condicionado poderoso (necessário!). Lá tinha apenas um argentino, q é arquiteto e vivia viajando pelo continente a trabalho. Como já passou pelo Rio Grande do Sul, falava português, e esse foi o único momento q usei nosso idioma. Todo o tempo q fiquei no Paraguai não achei UM brasileiro sequer. Na verdade, vi poucos turistas por lá. No hostel msm só vi mais duas pessoas de fora, q tb ficaram pouco tempo.

 

Guardei minhas coisas, usei o banheiro e fui pra rua. Eram mais de 14h, e meu objetivo naquele dia não era turistar. Como bom apreciador de futebol q sou, fui atrás de um ingresso para assistir uma partida por lá. Além disso, percebi q tinha esquecido de trazer toalha, hehehe... Então fui atrás disso tb. Nesse dia não fiquei parando para tirar fotos, pois ainda precisava almoçar.

 

O ingresso eu comprei na bilheteria do teatro q fica embaixo do Hotel Guarani, um dos marcos da cidade. O jogo era do Olímpia, o principal time do país, contra o Emelec do Equador, pela Libertadores da América. Paguei o equivalente a R$ 25 para um setor de frente para o gramado.

 

Fui para a Calle Palma, principal rua do centro, atrás de alguma loja de departamento onde pudesse ter toalha. Passei por uma grande galeria chamada Asunción Supercentro, um prédio bem velho por fora cheio de lojas de roupas, eletrônicos, etc. Não me interessou mto as coisas por ali. Continuei andando, e já passando por alguns lugares q li em outros relatos. Logo tive uma decepção: o Panteón de los Héroes, uma construção bem bonita e simbólica, estava em obras.

 

Bom, fui atrás de um lugar bem falado, o Unicentro Multitiendas. É uma loja de departamentos q se vê mto nos EUA, mas aqui no Brasil não tem. Cada andar vende um tipo de coisa. Um para roupa masculina, outra de feminina, outro de esportes, outro de móveis, e assim vai. No subsolo era onde vendia roupas de cama, mesa e banho. Ali achei a toalha e comprei. Foi meio q um "choque" para mim ver q lá se vende armas. Elas ficam no andar de esportes, setor de pesca. Não foi difícil entender como q mtas delas entram aqui no Brasil.

 

Dps disso, fui num restaurante mais afastado do grande centro, e comi um bife à milanesa com arroz e queijo (?). A comida não é desceu bem e fiquei "conversando" com ela sentado numa praça. Dei voltas, troquei mais dinheiro, comprei água e qdo anoiteceu, voltei para o hostel para planejar o dia seguinte.

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DIA 2 - 15/3 - Assunção

 

Falei mto no primeiro dia, vou tentar resumir mais nos próximos, rsrsrs... Esse dia eu tirei para conhecer a cidade, tendo como foco principal o palácio do governo, passando por outros pontos no caminho. Passei primeiro pelo Museo Ferrocarril, q fica perto do hostel, mas eu não tinha dinheiro pra pagar a entrada, hehehe... Custa G$ 10 mil, algo em torno de R$ 5.

 

Fui pra Calle Palma trocar dinheiro, e de lá cheguei no Palácio los López, a sede do governo paraguaio. Se parar para pensar, como sede do governo de um país, chega a ser modesto. Mas achei o prédio mto bonito, onde ao lado tem uma praça pra descansar, e se proteger um pouco do sol, hehehe. Dei uma andada breve no porto, q fica ao lado, e não tinha nada de especial. Dei a volta por trás, e andei pela avenida costaneira do rio Paraguai. Aquele lugar antigamente era uma grande favela, e foi totalmente reconstruído. Ficou mto bacana para se fazer caminhada ou corrida.

 

Mas, andando mais pra frente, ainda tem parte da favela, de onde sai um odor forte e mto desagradável. E de frente para ela, fica o prédio da Assembleia Legislativa, literalmente. É só atravessar a rua. Fiquei assustado como lá esse contraste social é grande e evidente assim. Ao lado, tem uma praça onde fica o Cabildo, antiga sede do governo. Lembra um pouco a Casa Rosada em Buenos Aires. Atualmente o espaço é um centro cultural, com alguns objetos históricos em exposição, com entrada gratuita. Lá dentro, nos andares superiores, é possível ter uma visão "privilegiada" da grande favela q tem ainda na parte de trás.

 

Andando ainda pelo centro, passei na Casa da Independência, outro prédio histórico q foi transformado em um pequeno museu com entrada gratuita. O espaço era usado pelos personagens da época da independência do país. Fiquei uns 10 minutos e continuei andando. Na mesma avenida do palácio do governo, um pouco mais pra frente, está a Catedral Metropolitana de Assunção. É uma igreja mto bonita, mas estava fechada qdo fui. Ao lado está o prédio da Universidade Católica, q é toda feita de tijolinhos, mto bonita tb. Em frente, fica um enorme estacionamento, com vários flanelinhas. Ah, esse é o tipo de coisa q é quase impossível de fugir lá. Em praticamente todo o lugar q podia estacionar, haviam flanelinhas, msm sendo tarde da noite. Então, se for alugar carro para andar lá, é bom se atentar a isso.

 

Voltei para as 4 praças no centro, onde fica o Panteón, e comecei a "turistar" em mais detalhes ali ao redor. De frente, tem um bar mto famoso por lá, chamado Lido, onde se vendem comidas típicas. De noite, ferve de gringo. Na msm calçada, tem uma farmácia grande de esquina mto peculiar. Eles mantiveram toda a arquitetura antiga do local, mantendo um toque clássico no local. Além disso, preservaram uma parte do local de várias décadas atrás, e funciona como um mini museu. É uma verdadeira volta ao tempo, mto bacana de olhar.

 

No outro lado das praças, está o prédio do Banco Nacional de Fomento, uma espécie de BNDES deles, com uma bela arquitetura. E bem de frente, está o Hotel Guaraní, onde eu tinha ido no dia anterior pra comprar o ingresso do futebol. Na outra ponta da praça, tem uma feira de artesanato, q vende mtos artigos de couro e lembrancinhas.

 

Eu tenho o hábito de "bater ponto" em toda unidade do Hard Rock Café q vejo em viagem, e fiz isso lá tb, hehehe. Dentro do hotel, tem um, bem parecido com qq outro q tem por aí, mas pequeno. Como eram 15h, estava só eu comendo por lá. Pra fazer a digestão, continuei caminhando e suando horrores, hahaha. Indo em direção ao hostel, fui conhecer a Praça Uruguaia, q fica de frente pro Museo Ferrocarril. É um espaço bem cuidado, onde ficam mtos adolescentes, grupos de pessoas conversando, tomando seu mate...

 

E falando no mate, é quase uma unanimidade entre eles. Quase todo mundo toma isso na rua. Por conta do calor, eles usam água gelada. Então é mto comum pessoas carregando o kit com a garrafa + cuia. Os ônibus velhos possuem um "suporte" de ferro onde os motoristas colocam o seu mate, e ficam bebendo enqto dirigem. Algumas pessoas na rua vendem "refil" de erva ou água gelada.

 

E por fim, fui conhecer uma escadaria q tinha a vista para o rio Paraguai. Caminhei então até a Escalinata Antequera, q é a... escadaria da rua Antequera! Mas já vou dizendo q não tem nada de mais, pois se vê o rio beeeem de fundo, quase nada. Foi uma caminhada à toa. Pra não perder tanto o tempo, fiquei assistindo um grupo jogando futebol numa quadra q tem ali ao lado.

 

Antes de voltar pro hostel, corri para tentar entrar no Museo de Bellas Artes, e consegui! Ficava num prédio antigo perto da Praça Uruguaia, mas o novo endereço é na Eligio Ayala, na direção oposta ao centro. É um prédio modesto, com poucas salas e poucas obras, mas uns 15 minutos é o suficiente pra conhecer tudo. Ah, e tb é entrada na faixa.

 

Voltei para o hostel para planejar o dia seguinte, q seria pelas redondezas de Assunção.

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Boa tarde grande amigo

 

Quero sua opinião , irei passar 6 dias

já tenho acomodação, ( aonde ficar)

800 reais consigo fazer bem coisas e ainda trazer lembranças ?

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Boa tarde grande amigo

 

Quero sua opinião , irei passar 6 dias

já tenho acomodação, ( aonde ficar)

800 reais consigo fazer bem coisas e ainda trazer lembranças ?

 

Boa tarde, Anderson!

 

Sim, consegue se virar bem com esse valor, pois o Paraguai é um país mto barato. Isso é, se vc fizer uso somente de ônibus, não comer em lugar caro, não ficar saindo pra beber... Como eu seguia essas "regras", então economizei bem. Mtos museus lá têm entrada gratuita, ou um valor baixo (menos de R$ 10).

 

Sobre dinheiro, procure fazer câmbio no centro, próximo da Calle Palma, onde as taxas são mais atrativas. Nunca faça câmbio com alguém na rua, e procure não trocar o dinheiro todo de uma vez, pois pode haver variação cambial de um dia pro outro. Alguns lugares aceitam pagamento em reais, e dependendo do valor pode ser mais vantajoso do que usar o próprio guarani.

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BOA TARDE AMIGO

 

BOA RESPOSTA ...

 

Sobre compras ( nada muito especifico) eletrônicos e perfumes e mais barato que o brasil?

gostaria de saber também. se consigo me desenrolar para andar por lá (é difícil).

irei ficar bem próximo aeroporto.

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DIA 2 - 15/3 - Assunção

 

Falei mto no primeiro dia, vou tentar resumir mais nos próximos, rsrsrs... Esse dia eu tirei para conhecer a cidade, tendo como foco principal o palácio do governo, passando por outros pontos no caminho. Passei primeiro pelo Museo Ferrocarril, q fica perto do hostel, mas eu não tinha dinheiro pra pagar a entrada, hehehe... Custa G$ 10 mil, algo em torno de R$ 5.

 

Fui pra Calle Palma trocar dinheiro, e de lá cheguei no Palácio los López, a sede do governo paraguaio. Se parar para pensar, como sede do governo de um país, chega a ser modesto. Mas achei o prédio mto bonito, onde ao lado tem uma praça pra descansar, e se proteger um pouco do sol, hehehe. Dei uma andada breve no porto, q fica ao lado, e não tinha nada de especial. Dei a volta por trás, e andei pela avenida costaneira do rio Paraguai. Aquele lugar antigamente era uma grande favela, e foi totalmente reconstruído. Ficou mto bacana para se fazer caminhada ou corrida.

 

Mas, andando mais pra frente, ainda tem parte da favela, de onde sai um odor forte e mto desagradável. E de frente para ela, fica o prédio da Assembleia Legislativa, literalmente. É só atravessar a rua. Fiquei assustado como lá esse contraste social é grande e evidente assim. Ao lado, tem uma praça onde fica o Cabildo, antiga sede do governo. Lembra um pouco a Casa Rosada em Buenos Aires. Atualmente o espaço é um centro cultural, com alguns objetos históricos em exposição, com entrada gratuita. Lá dentro, nos andares superiores, é possível ter uma visão "privilegiada" da grande favela q tem ainda na parte de trás.

 

Andando ainda pelo centro, passei na Casa da Independência, outro prédio histórico q foi transformado em um pequeno museu com entrada gratuita. O espaço era usado pelos personagens da época da independência do país. Fiquei uns 10 minutos e continuei andando. Na mesma avenida do palácio do governo, um pouco mais pra frente, está a Catedral Metropolitana de Assunção. É uma igreja mto bonita, mas estava fechada qdo fui. Ao lado está o prédio da Universidade Católica, q é toda feita de tijolinhos, mto bonita tb. Em frente, fica um enorme estacionamento, com vários flanelinhas. Ah, esse é o tipo de coisa q é quase impossível de fugir lá. Em praticamente todo o lugar q podia estacionar, haviam flanelinhas, msm sendo tarde da noite. Então, se for alugar carro para andar lá, é bom se atentar a isso.

 

Voltei para as 4 praças no centro, onde fica o Panteón, e comecei a "turistar" em mais detalhes ali ao redor. De frente, tem um bar mto famoso por lá, chamado Lido, onde se vendem comidas típicas. De noite, ferve de gringo. Na msm calçada, tem uma farmácia grande de esquina mto peculiar. Eles mantiveram toda a arquitetura antiga do local, mantendo um toque clássico no local. Além disso, preservaram uma parte do local de várias décadas atrás, e funciona como um mini museu. É uma verdadeira volta ao tempo, mto bacana de olhar.

 

No outro lado das praças, está o prédio do Banco Nacional de Fomento, uma espécie de BNDES deles, com uma bela arquitetura. E bem de frente, está o Hotel Guaraní, onde eu tinha ido no dia anterior pra comprar o ingresso do futebol. Na outra ponta da praça, tem uma feira de artesanato, q vende mtos artigos de couro e lembrancinhas.

 

Eu tenho o hábito de "bater ponto" em toda unidade do Hard Rock Café q vejo em viagem, e fiz isso lá tb, hehehe. Dentro do hotel, tem um, bem parecido com qq outro q tem por aí, mas pequeno. Como eram 15h, estava só eu comendo por lá. Pra fazer a digestão, continuei caminhando e suando horrores, hahaha. Indo em direção ao hostel, fui conhecer a Praça Uruguaia, q fica de frente pro Museo Ferrocarril. É um espaço bem cuidado, onde ficam mtos adolescentes, grupos de pessoas conversando, tomando seu mate...

 

E falando no mate, é quase uma unanimidade entre eles. Quase todo mundo toma isso na rua. Por conta do calor, eles usam água gelada. Então é mto comum pessoas carregando o kit com a garrafa + cuia. Os ônibus velhos possuem um "suporte" de ferro onde os motoristas colocam o seu mate, e ficam bebendo enqto dirigem. Algumas pessoas na rua vendem "refil" de erva ou água gelada.

 

E por fim, fui conhecer uma escadaria q tinha a vista para o rio Paraguai. Caminhei então até a Escalinata Antequera, q é a... escadaria da rua Antequera! Mas já vou dizendo q não tem nada de mais, pois se vê o rio beeeem de fundo, quase nada. Foi uma caminhada à toa. Pra não perder tanto o tempo, fiquei assistindo um grupo jogando futebol numa quadra q tem ali ao lado.

 

Antes de voltar pro hostel, corri para tentar entrar no Museo de Bellas Artes, e consegui! Ficava num prédio antigo perto da Praça Uruguaia, mas o novo endereço é na Eligio Ayala, na direção oposta ao centro. É um prédio modesto, com poucas salas e poucas obras, mas uns 15 minutos é o suficiente pra conhecer tudo. Ah, e tb é entrada na faixa.

 

Voltei para o hostel para planejar o dia seguinte, q seria pelas redondezas de Assunção.

Olá!

Tenho um Instagram do Paraguai, para divulgar o destino para os brasileiros. Posso postar suas fotos com os devidos créditos?

Grata!

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DIA 2 - 15/3 - Assunção

 

Falei mto no primeiro dia, vou tentar resumir mais nos próximos, rsrsrs... Esse dia eu tirei para conhecer a cidade, tendo como foco principal o palácio do governo, passando por outros pontos no caminho. Passei primeiro pelo Museo Ferrocarril, q fica perto do hostel, mas eu não tinha dinheiro pra pagar a entrada, hehehe... Custa G$ 10 mil, algo em torno de R$ 5.

 

Fui pra Calle Palma trocar dinheiro, e de lá cheguei no Palácio los López, a sede do governo paraguaio. Se parar para pensar, como sede do governo de um país, chega a ser modesto. Mas achei o prédio mto bonito, onde ao lado tem uma praça pra descansar, e se proteger um pouco do sol, hehehe. Dei uma andada breve no porto, q fica ao lado, e não tinha nada de especial. Dei a volta por trás, e andei pela avenida costaneira do rio Paraguai. Aquele lugar antigamente era uma grande favela, e foi totalmente reconstruído. Ficou mto bacana para se fazer caminhada ou corrida.

 

Mas, andando mais pra frente, ainda tem parte da favela, de onde sai um odor forte e mto desagradável. E de frente para ela, fica o prédio da Assembleia Legislativa, literalmente. É só atravessar a rua. Fiquei assustado como lá esse contraste social é grande e evidente assim. Ao lado, tem uma praça onde fica o Cabildo, antiga sede do governo. Lembra um pouco a Casa Rosada em Buenos Aires. Atualmente o espaço é um centro cultural, com alguns objetos históricos em exposição, com entrada gratuita. Lá dentro, nos andares superiores, é possível ter uma visão "privilegiada" da grande favela q tem ainda na parte de trás.

 

Andando ainda pelo centro, passei na Casa da Independência, outro prédio histórico q foi transformado em um pequeno museu com entrada gratuita. O espaço era usado pelos personagens da época da independência do país. Fiquei uns 10 minutos e continuei andando. Na mesma avenida do palácio do governo, um pouco mais pra frente, está a Catedral Metropolitana de Assunção. É uma igreja mto bonita, mas estava fechada qdo fui. Ao lado está o prédio da Universidade Católica, q é toda feita de tijolinhos, mto bonita tb. Em frente, fica um enorme estacionamento, com vários flanelinhas. Ah, esse é o tipo de coisa q é quase impossível de fugir lá. Em praticamente todo o lugar q podia estacionar, haviam flanelinhas, msm sendo tarde da noite. Então, se for alugar carro para andar lá, é bom se atentar a isso.

 

Voltei para as 4 praças no centro, onde fica o Panteón, e comecei a "turistar" em mais detalhes ali ao redor. De frente, tem um bar mto famoso por lá, chamado Lido, onde se vendem comidas típicas. De noite, ferve de gringo. Na msm calçada, tem uma farmácia grande de esquina mto peculiar. Eles mantiveram toda a arquitetura antiga do local, mantendo um toque clássico no local. Além disso, preservaram uma parte do local de várias décadas atrás, e funciona como um mini museu. É uma verdadeira volta ao tempo, mto bacana de olhar.

 

No outro lado das praças, está o prédio do Banco Nacional de Fomento, uma espécie de BNDES deles, com uma bela arquitetura. E bem de frente, está o Hotel Guaraní, onde eu tinha ido no dia anterior pra comprar o ingresso do futebol. Na outra ponta da praça, tem uma feira de artesanato, q vende mtos artigos de couro e lembrancinhas.

 

Eu tenho o hábito de "bater ponto" em toda unidade do Hard Rock Café q vejo em viagem, e fiz isso lá tb, hehehe. Dentro do hotel, tem um, bem parecido com qq outro q tem por aí, mas pequeno. Como eram 15h, estava só eu comendo por lá. Pra fazer a digestão, continuei caminhando e suando horrores, hahaha. Indo em direção ao hostel, fui conhecer a Praça Uruguaia, q fica de frente pro Museo Ferrocarril. É um espaço bem cuidado, onde ficam mtos adolescentes, grupos de pessoas conversando, tomando seu mate...

 

E falando no mate, é quase uma unanimidade entre eles. Quase todo mundo toma isso na rua. Por conta do calor, eles usam água gelada. Então é mto comum pessoas carregando o kit com a garrafa + cuia. Os ônibus velhos possuem um "suporte" de ferro onde os motoristas colocam o seu mate, e ficam bebendo enqto dirigem. Algumas pessoas na rua vendem "refil" de erva ou água gelada.

 

E por fim, fui conhecer uma escadaria q tinha a vista para o rio Paraguai. Caminhei então até a Escalinata Antequera, q é a... escadaria da rua Antequera! Mas já vou dizendo q não tem nada de mais, pois se vê o rio beeeem de fundo, quase nada. Foi uma caminhada à toa. Pra não perder tanto o tempo, fiquei assistindo um grupo jogando futebol numa quadra q tem ali ao lado.

 

Antes de voltar pro hostel, corri para tentar entrar no Museo de Bellas Artes, e consegui! Ficava num prédio antigo perto da Praça Uruguaia, mas o novo endereço é na Eligio Ayala, na direção oposta ao centro. É um prédio modesto, com poucas salas e poucas obras, mas uns 15 minutos é o suficiente pra conhecer tudo. Ah, e tb é entrada na faixa.

 

Voltei para o hostel para planejar o dia seguinte, q seria pelas redondezas de Assunção.

Olá!

Ótimo relato e belas fotos. Gosto bastante do Paraguai.

Tenho um Instagram sobre o Paraguai. Posso postar algumas fotos da sua autoria com os devidos créditos?

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      Normalmente, compro tudo separado, mas comparando os preços, compensou fazer pela Decolar que trouxe voo direto e hotel de boa qualidade, podendo parcelar em 10x.
      Preços – maioria do Ticket Loko
      Roteiro dia a dia:
      Dia 1 (sábado) – pegamos ônibus 120 em direção ao Terminal de Transporte Urbano (TTU), valor R$ 3,55. É ônibus comum de linha, não daqueles rodoviários que têm bagageiro etc. Mas, entramos com nossas malas e foi tranquilo. Aproximadamente meia hora até o hotel.
      Fizemos o check in, almoçamos no mercado Mufato que fica perto do hotel. Aproveitamos para comprar itens como biscoitos, água, bolinhos, enfim, coisas essenciais para quem está com crianças. No mercado, há caixa 24h.
      Por volta de 17h30, saímos para o Marco das 3 fronteiras brasileiro. Lá no Marco, compramos o passaporte 3 fronteiras, custa R$ 89 para adultos e R$ 39 criança (a partir de 6 anos; se for menor de 6, não precisa comprar, pois a criança só vai pagar R$ 10 nas Cataratas). Dá direito à entrada no Marco, Cataratas e visita à Itaipu com Ecomuseu – além de alguns descontos que não usamos. Vale a pena!
      O Marco brasileiro é muito bonito, tem apresentações de dança, loja e locais para comer. Estava um frio absurdo. Se for à Foz no inverno, esteja sempre com agasalho na bolsa.
       
      Dia 2 (domingo) – em frente ao hotel, há um quiosque do Ticket Loko onde compramos os ingressos para todos os demais passeios que queríamos fazer. Eles trabalham com descontos e, passando de R$ 500, a compra pode ser parcelada em até 3x no cartão.
      Uma viagem à Foz, basicamente, inclui ficar saindo e entrando de atrações pagas. Não é aquele tipo de viagem de colocar a cadeira de sol na areia da praia e ficar o dia inteiro curtindo o vento. Então, separe um dinheirinho. Algumas agências (como a própria Decolar) vendem ingressos podendo parcelar em 10x, mas costuma sair mais caro que o Ticket Loko.
      Após a compra dos ingressos, pegamos o ônibus 120 sentido Cataratas. Resolvemos visitar primeiro o Parque das Aves (R$42,75). O local é muito bonito. Não almoçamos, comemos numa lanchonete lá no parque – a coxinha é maravilhosa!
      Saindo do parque, seguindo por uns 5 minutos, está o Parque Nacional das Cataratas \o/ (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras). Não sei se pela data (Dia dos Pais), o parque não estava tão cheio. Após entregar os tickets, você entra numa fila para apanhar um ônibus que para em alguns pontos dentro do parque. Conseguimos sentar na parte superior que é semiaberta, dali fomos curtindo o visual. Descemos no ponto a partir do qual se acessa uma trilha de cerca de 1,2 km para as Cataratas. Quem tiver dificuldades de locomoção, pode descer num ponto acima. A caminhada na trilha é muito tranquila, você vai adentrando e tendo a vista daquela maravilhosa obra de Deus. É fabuloso.
      Por volta de 16h, fomos até o ponto da trilha para fazer o passeio Macuco Safari (R$199). Primeiro, pegamos uma caminhonete até certo trecho, depois você pega um veículo elétrico que te deixa num ponto onde você pode guardar suas coisas (R$10, o armário). Leve roupa, chinelo e toalha. Como fomos no inverno, ao sair do passeio estava muito frio, felizmente, tínhamos levado casaco. Em seguida, pega-se um funicular que desce até o ponto do rio onde embarca-se num bote. O bote vai seguindo pelo rio e chega em um ponto onde se pode admirar as cataratas, depois ele segue para a parte mais emocionante que é o banho!!! O tempo total de passeio e deslocamentos é de cerca de 2 horas.
      O passeio é caro, mas vale muito. Nesse passeio, fomos meu marido, minha cunhada, minha filha de 5 anos (não pagou, acho que só cobram para crianças a partir de 8 anos) e eu. Eles dizem que o passeio é seguro e, me parece que crianças a partir de 2 anos já podem ir. Não recomendo para crianças tão pequenas, pois ele fica em baixo da queda d’água por uns segundos, parece que você vai se afogar, além daquele volume de água batendo no quengo rsrs. Minha filha curtiu a emoção do barco, mas não gostou da água gelada rsrs. Procurei protegê-la com meu corpo para que ela não tivesse essa sensação de perder o fôlego. No final, esse é um passeio que recomendo muito e que faria de novo!
      Na saída, há táxis e ponto de ônibus da linha 120.
      Dia 3 (segunda) – reservei esse dia para ir ao Paraguai, pois tinha lido que costuma ser mais vazio às segundas. Pegamos um ônibus perto do mercado (R$ 6). Demorou um pouco, pois a travessia da ponte é muito lenta.
      Antes da viagem, vi muitos vídeos sobre o Paraguai que me ajudaram a ter noção das coisas. É fundamental fazer uma lista, pois são muitas coisas para ver e o processo de compra nas lojas não costuma ser rápido (não é só escolher o produto e pagar no caixa; em geral, tem que fazer cadastro, se quiser testar, tem que entrar em outra fila etc etc.). Durante a viagem, acabamos voltando por mais 2 vezes. Percebemos que seria mais rápido ir de táxi e atravessar a pé. Os táxis ao lado do TTU cobram cerca de 18 reais, levam uns 10 minutos e, para atravessar a ponte, leva-se mais uns 10 minutos andando. Não nos pediram documentos para entrar e, para sair, em uma das vezes, um dos carros foi revistado. Tranquilo.
      Apesar de o dólar estar alto quando fomos (variando em R$3,96), ainda assim, compensa comprar. As lojas mais baratas que vimos foram: Mega e Mega Eletrônicos, Atacadão Games, Charme (Perfumes), uma loja logo na entrada do Shopping Del Este, lado direito, também tinha bons preços para produtos de cabelo.
      Recomendo levar somente bagagem de mão (até 10kg) e comprar, antes, um despacho de bagagem de volta (até 23kg). Daí, é só comprar uma mala no Paraguai para poder trazer as coisas sem preocupação com o peso. Com os índices de furto de bagagem, sugiro despachar roupas e itens de menor valor e levar as coisas mais caras na bagagem de mão.
       
      Dia 3 (terça-feira) – esse dia estava reservado para cataratas argentinas, mas alguns de nós não estávamos bem fisicamente e mudamos a programação. Fica para a próxima.
      À tarde, fomos no complexo Dreamland. Eu só tinha interesse no Vale dos Dinossauros e Bar de gelo. Porém, como o ingresso para fazer as 4 atrações era quase o mesmo preço de fazer só 2, acabamos comprando o pacote 4 em 1 que inclui Museu de Cera, Maravilhas do Mundo, Vale dos Dinossauros e Bar de gelo, já que alguns não conheciam (R$ 128, 86 adulto, para criança era em torno de 80 reais, não anotei). Minha dica é que se veja uns vídeos dos locais para se ter noção dos locais e avaliar se vale. Eu gostei muito do Vale, principalmente, por causa das crianças. O bar de gelo também é muito divertido, mas é muito difícil ficar até o final – os dedos congelam. Dica: apesar de eles oferecerem casaco e luva, leve agasalho pesado, principalmente, luvas, touca e meias. Nós levamos tudo, mas, ainda assim, alguns tiveram que sair antes, pois as crianças não aguentaram muito. Faz parte, mas, gostei kkk. Eles tiram várias fotos lá dentro. Ficam bem legais. Compramos o kit que eles mandam pelo WhatsApp por ser mais barato.
      No final, pegamos um táxi até o shopping onde jantamos.
      Dia 4 (quarta-feira) – pela manhã, pegamos um ônibus no TTU e fomos para Itaipu (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras). São as linhas 101 a 103; leva uns 30 minutos. Fizemos a visita panorâmica que é a permitida para crianças. O passeio é maravilhoso, é muito bonito ver uma empresa desse porte em nosso país, no trajeto, vê-se a integração da tecnologia com a natureza (muitas árvores e animais pelo caminho). Saindo de Itaipu, fomos ao Ecomuseu (ingressos já inclusos no passaporte 3 fronteiras).
      Ao lado do hotel Tarobá, há uma lanchonete/restaurante que serve pratos bons, com preço bacana. Almoçamos e descansamos um pouco.
      Às 16h, tínhamos agendado o citytour (R$ 60 adulto e R$30 criança) que vai para Argentina. Aqui, precisa apresentar documentos para entrar e sair e, se a criança estiver com apenas um dos pais, tem que ter a autorização autenticada em cartório daquele que está ausente. O roteiro inclui paradas na Aripuca (vale comprar a compota de madeira comestível), Marco das Três Fronteiras (vista bonita) e centro comercial (local simples onde se pode comprar doce de leite, azeite e outros).
      Dia 5 (quinta-feira) – fomos ao Paraguai pela manhã e depois arrumamos as malas para voltar. Como estávamos em um grupo grande, e agora com mais malas, optamos por um transfer.
      Essa viagem foi muito boa. Pegamos dias de sol e noites bem frias. O destino Foz, Ciudad Del Este e Puerto Iguazu tem muitas atrações e, como falei, a maioria é paga. Por outro lado, costuma se achar bons preços de passagens e hospedagem e o preço da alimentação é muito parecido com o que se paga no Rio de Janeiro, 25/30 reais numa refeição. Sobre a quantidade de dias, achei ideal o tempo que ficamos, pois conseguimos passear com calma. Ter disponível um carro alugado traz conforto e rapidez, mas, em geral, os deslocamentos podem ser feitos com os ônibus de linha ou táxi, sem grandes dificuldades. Algumas atividades como Cataratas Argentinas, Museu 3d, Templo Budista e Mesquita não foram feitas, pois tivemos contratempos de saúde. Ir a churrascarias e sair à noite não era nosso foco por conta das crianças.
      A viagem é super indicada para crianças e pessoas de todas as idades. Ver as cataratas é algo que todos deveriam fazer, pelo menos, uma vez na vida!
       
    • Por Jalinis
      Ola só haitiano eu precisa más informações sobre visto Paraguai porque eu tem um meu primo lá no chili ele quer colocar visto Paraguai passaporte dele ta comigo aqui no Brasil tem como eu colocar visto Paraguai para ele aqui no Brasil por favor [email protected]
    • Por delucarina
      Este é o relato de uma viagem de casal realizada em Outubro de 2015 por Foz do Iguaçu, Puerto Iguazú e Ciudad del Este. Não vamos colocar o roteiro do modo como fizemos, mas, sim, do modo que teríamos feito se tívessemos as informações necessárias para evitar várias idas e vindas. Apesar de ser um roteiro famoso, é difícil encontrar informações para passeios fora da rota tradicional (por exemplo, Ciudad del Este sem compras e Puerto Iguazú além das Cataratas).
       
      Para mais vídeos, relatos e fotos, curta nossa página no face (https://www.facebook.com/dandoumpulo/) e acompanhe nosso site (http://www.dandoumpulo.com).
       
      Comece por… Paraguai!
      Por que começar o roteiro das cataratas pelo Paraguai? Porque lá está o Salto del Monday, uma cachoeira linda, de fácil acesso e barata! Claro que é muito menor do que as Cataratas… mas é uma ótima opção para perder o medo de fazer turismo no Paraguai, que é sim um país com muita coisa a oferecer. E para quem está em família e sem grana para ver as Cataratas, é uma opção!
       
      Assim que atravessar a Ponte de Amizade (atravessamos sempre a pé, sem problemas,mas com as mochilas para frente do corpo, por precaução), passe na aduana. Lá há um stand de turismo do Paraguai, com vários mapas e com um pessoal muito receptivo, que dará informações detalhadas de como chegar aos destinos.
      Contudo, caso aproveite para carimbar o passaporte, não esqueça que, oficialmente, para entrar no país é preciso a vacina da febre amarela.
       
      Siga reto, depois da aduana, por toda a avenida de comércio (sem se deixar convencer pelos vendedores, porque há sim casos de gato vendido por lebre), até o supermercado Arco-Íris. Na rua deste mercado há um ponto em que passa o ônibus da empresa Matiauda, e na placa da frente está escrito “áreas 1, 2, 3, 4, 5”. O preço é 2500 guaranis (R$ 1,00). É só informar o cobrador/motorista que você descerá em Salto del Monday (pronuncie mondai). O ônibus irá parar próximo a uma escolinha de futebol. De lá até o Salto são uns 300 metros caminhando (é só perguntar que o pessoal na rua vai informando onde é).
       
      A entrada é 12000 guaranis (menos de R$ 10,00). Lá há um circuito de arvorismo pequeno, que talvez interesse às crianças. No parque há uma lanchonete e é um lugar propício para piquenique em família.
       
      Digamos que você tenha feito esse passeio pela manhã. Na volta, desça de novo no mercado Arco-Íris e vá para a pracinha atrás do mercado, onde passa o ônibus para Hernandarias. Na plaquinha do ônibus estará escrito Jacurupucú (na dúvida, pergunte se vai até Itaipu).
       
      O preço do busão é 3000 Gs (pouco mais de R$ 1) e ele te deixa a uma quadra da entrada de Itaipu. O circuito é feito de ônibus dentro da represa e é gratuito, ao contrário do lado brasileiro. Mesmo para quem não curte tanto esse tipo de roteiro, ver como o lugar funciona e suas estruturas gigantes impressiona. Mais uma vez acho um ótimo passeio para fazer com crianças, para que elas entendam de vez muitos dos conceitos das aulas de geografia.
       
      Um outro passeio possível no Paraguai, mas que acabamos não fazendo, são as missões. Há muita gente que trabalha em Ciudad del Este e mora na região das missões; por isso, para evitar trânsito, o ideal é pegar o ônibus (no terminal) lá pelas 8 da manhã. Em 3 ou 4 horas de viagem ele te deixará nas missões jesuíticas. Aí é curtir o dia inteiro e voltar à noite para Ciudad.






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