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  1. Escrevo este texto para falar de um lugar que me surpreendeu de uma forma muito positiva e que muitos brasileiros não dão bola, mas que deveriam colocar em sua lista de próximos destinos: o Paraguai, mais especificamente a capital Assunção. Assunção é a capital mais tranquila que já conheci. O trânsito não é caótico, há muitas praças e áreas verdes e as pessoas são extremamente simpáticas e prontas pra ajudar. Tem preços bons e comidas que vão agradar o nosso paladar, já que os temperos não são muito diferentes dos que usamos normalmente. Fiquei no El Hostal del Centro, que na verdade é uma casa super confortável com três quartos compartilhados e café da manhã incluído. Como são poucos quartos, a casa nunca fica cheia e, consequentemente, não rola aquela bagunça que às vezes enche o saco em hostel. O hostel está no Centro, perto de tudo. Tem supermercado, shopping, restaurantes, bares, cassino 24 horas (sim, no Paraguai eles são liberados) e mais uma porção de coisas. A zona é bastante segura. Por várias vezes caminhei de madrugada e não tive problema algum. O Centro, aliás, é a melhor zona para os turistas, já que os principais pontos estão localizados ali. E por falar nisso, um bom passeio pela capital pode começar pela Costanera, que é uma espécie de calçadão à beira do Rio Paraguai. Tem um clima de praia, onde as pessoas vão caminhar, andar de bicicleta (há algumas barracas onde se aluga), correr ou somente ver o pôr do sol no fim de tarde, sentadas em um dos muitos bancos que existem ao redor e desfrutando do Wi-fi liberado. Também dá pra passar pelo Palácio de Governo e fazer algumas fotos, mas só do lado de fora, já que as visitas não são permitidas. Por ali também estão a Manzana de La Rivera, um conjunto de 9 casas antigas restauradas e transformadas em museu; La Recova, uma feira que funciona de segunda a sábado, onde se pode comprar artesanatos e lembranças do Paraguai; a Iglesia de La Encarnación, o Museu da Memória, o Santuário de Auxiliadora e a Loma San Gerônimo, um bairro muito interessante que possui bares temáticos, entre eles um que fica num mirante com uma bela vista. Outro ponto obrigatório é a Calle Palma, a principal avenida do Centro. Em primeiro lugar, porque é o lugar mais apropriado pra trocar moeda em Assunção. Tem várias casas de câmbio e também cambistas que ficam na rua oferecendo seus serviços. As casas mostram a cotação do dia em painéis, por isso, é bom dar uma caminhada para ver os valores e trocar onde for mais vantajoso. Em segundo lugar, porque à noite, a rua se transforma no point da região central. Tem festa na rua, restaurantes e bares bem legais. Recomendo o Arsenal e o Poniente, que são descolados, com música boa, clima legal e cerveja gelada. Há também dois restaurantes que os turistas fazem questão de visitar: o Lido e o Bolsi, que está localizado na Calle Estrella (paralela à Palma) e é o único que funciona 24 horas. Nesses bares, se encontra a típica comida paraguaia, como a chipa, a chipaguazú, a sopa paraguaia e as deliciosas empanadas. COMPRAS Aquela fama de exportador de produtos duvidosos ficou pra trás. A realidade é que, em Assunção, dá pra fazer boas compras a bons preços. Dá pra comer bem pagando pouco, principalmente quando comparamos com os preços de Montevidéu, Buenos Aires ou Santiago. E um dos lugares mais legais na capital é justamente o Mercado 4, que é uma espécie de mercadão que começa na avenida Peru e se estende por mais de um quarteirão, também na região central. Lá dá pra comprar de tudo e com preços ainda mais legais do que no resto da cidade. Vale ir com tempo para percorrer todo o mercado, já que sempre tem um beco em que você entra e acaba dando de cara com um mundo de opções. AREGUÁ Estando em Areguá, a primeira coisa a se fazer é comer morango. Sim, a cidade é considerada a capital dos morangos e a fama não é a toa. As frutas são deliciosas: doces, suculentas, grandes. E todos os dias, nas ruas, há barracas que vendem diversos doces feitos com a fruta: como bolos, tortas, empanadas, sucos e mousses. Também dá pra comprar artesanatos produzidos ali. Uma ótima oportunidade pra levar lembranças da viagem. Se tiver tempo, recomenda-se visitar as cidades de San Bernardino e Ypacaraí. Não consegui ir, mas disseram que é muito bacana. Bem, é isso. Posso dizer que o Paraguai foi uma das mais gratas surpresas que tive em viagens. Por isso, fiz questão de escrever este relato (minha primeira contribuição aqui) e dizer que se você quer uma viagem boa, bonita e barata, Assunção deve ser o seu próximo destino. Abraços!
  2. Nós tínhamos 5 dias no réveillon. É época tradicionalmente lotada (e cara) em qualquer canto turístico no Brasil, então estávamos olhando para fora. A ideia era conhecer algum lugar novo nos arredores, e escolhemos Assunção. Claro que ouvimos a tradicional pergunta “mas o que vai fazer em Assunção?” (os amigos mais próximos sabem que eu não faço compras, então já pulam a tradicional “vai lá fazer compras?”), para a qual sempre dávamos a básica resposta: “conhecer”. Fomos escolados, lendo as poucas experiências de outros viajantes que lá estiveram. Já sabíamos, de longa data, que Assunção nada tinha a ver com Ciudad del Este. Assunção é Paraguai, Ciudad del Este é Brasil (para brasileiros) dentro do Paraguai. Foi uma viagem completamente atípica para o que estamos acostumados (daí o relato sair um pouco quebrado). Dessa vez não passamos o dia explorando a cidade, para jantar e dormir cedo e repetir a dose no dia seguinte. Dessa vez curtimos noitadas todos os dias, acordamos tarde todos os dias. Curtimos a cidade, curtimos até mesmo um pouco de Luque, Sanber e Areguá, aconchegantes cidades nos arredores de Assunção – eu adoraria voltar e curtir alguns dias em Sanber e Areguá. Para tudo isso nós fomos ciceroneados por um velho amigo meu desde os tempos de faculdade. --------------- MUITO mais fotos desta viagem podem ser vistas no relato da Katia, no site dela: http://casosecoisasdabonfa.blogspot.com.br/2014/12/resumao-do-nosso-reveillon-em-assuncao.html --------------- Os voos para Assunção quebram um dia no meio. Partem e voltam somente de Guarulhos no meio do dia. Por isso, chegamos na cidade já no meio da tarde do dia 31/12. Estava um calor carioca na cidade, e também um belo céu azul. Demos um rolé rápido pelo centro, praticamente tudo estava fechado por conta da véspera de ano-novo. Atrações, restaurantes, etc. Mas já deu para confirmar a ideia de como o centro de Assunção é pacato, se comparado a outros centros de capitais sul-americanas (com a ressalva de que ainda não conheço Quito, Caracas e as capitais daqueles três países menos conhecidos lá de cima). Palácio de Lopez Panteão dos Heróis A bela Casa do Bicentenário Aproveitamos para experimentar umas chipas no Na Eustaquia, e depois algumas empanadas num shopping. No fim da tarde fomos tirar algumas horinhas de sono para aguentar a virada de ano. Nosso amigo tinha nos encaixado numa festa finesse num clube à beira do Rio Paraguai. Tivemos a ceia na casa da avó do meu amigo. Foi legar rever família, irmãos, pais e a avó. E conhecer outros parentes. Acabou que a visita foi relativamente rápida, porque jantamos, brindamos o Ano Novo e partimos para a festa. No caminho ainda passamos na casa de um amigo dele. Casa sinistra de grande, estilo Jurerê Internacional. Amigo muito hospitaleiro, insistiu que voltássemos lá de manhã (até voltamos, mas não tinha mais festa rolando!). Galera deixou o carro num posto de gasolina, e de lá partimos com limusine para o clube Verandas. Alta classe!! Viramos a noite na festa, vimos o sol nascer e tudo. Tentei me segurar na bebelança, acho que consegui. Nada de ressaca, mesmo no Réveillon! Já no amanhecer começou sessão de música brasileira. Rolou uma tal de Perereca Suicida, que eu nunca tinha ouvido. Depois soube que aquela era a versão original, não censurada. Achei muito bizarro. Vi garotas (suponho que paraguaias) dançando e cantando aquilo, ou seja, conheciam a matéria! Sinistro! Partimos de lá de manhã, com música e festa ainda rolando. Acho que fizemos bem, soube que houve confusão minutos depois. Durante nossa estada lá não vi uma briga sequer (mas vi algumas “quase”). Katia perdeu o celular, mas uma alma bondosa viu e foi atrás de nós para devolver. Amem! A Limo nos levou de volta ao posto, de onde partimos para casa. Ainda fomos catar um lugar para comer, era a larica do Réveillon. Há um lugar de lomitos na cidade, cheio de barraquinhas. Mas ninguém estava trabalhando naquela manhã. Achamos um outro, mas que só tinha de frango. Foi o jeito, embora não estivesse lá nada de mais. Vários outros bebuns pós-noitada passando a pé e buscando lomitos também, e nos cumprimentando pelo Ano Novo, ahahaha. Fomos dormir quase 9hs da manhã. Não estamos mais habituados a isso! Dia 2 Acordamos no meio da tarde. Tempo nublado. Fomos dar uma forrada no estômago. O problema era achar lugar aberto. Fomos num shopping perto do hotel e saboreamos uma parrilha paraguaia no Esse Lugar. Parrilha paraguaia Depois fomos curtir um pouco a Avenida Costanera, que fica fechada aos carros nos domingos e feriados. Tipo Aterro do Flamengo ou orla Leme-Leblon. Foi bacana ver a galera curtindo o lugar. Curtimos também. Ao sabor de tererê, que meu amigo sempre carrega com ele. A Costanera, em foto no dia anterior, com sol Vendedor de chipa na Costanera Já de noite ficamos no entorno do Paseo Carmelitas. Tentamos tomar um café no El Café de Aca, mas ninguém apareceu para atender em mais de 10 minutos. Trocamos por umas cervas no Kilkenny Pub. A cerva bateu mal na Katia, que optou por voltar para hotel e descansar. Eu ainda saí no fim de noite para o Kamastro, encontrar com meu amigo. O Kamastro é um bar, mas que transa arte, além de comida e bebida. Em todo canto há alguma obra de arte, tradicional ou moderna. Choveu forte na madrugada. Ficamos lá até fechar, 3 da manhã! E a chuva não parava. Kamastro, ainda de dia, antes de abrir Dia 3 Saímos no fim da manhã (nunca acordamos cedo na viagem!) para conhecer algumas cidades nos arredores. Paramos em Luque (Katia comprou brinco feito em filigrana), Areguá (cidade meio bicho grilo, muito agradável!) e San Bernardino (Hotel del Lago, Lago Yapacaray). Lugares muito bacanas, do tipo que dão vontade de ficar mais tempo. Gostaria muito que houvesse voos diretos (e com boa logística) do Rio para Assunção, pra voltar e curtir melhor esses lugares. A igrejinha de Areguá Paz e tranquilidade pelas ruas de Areguá Lago Ypacaray, em SanBer Na volta, comemos no 1Toro y 7 Vacas. Lugar caro, mas vieram umas patacas sinistras de carne! Depois passamos o resto da tarde batendo perna no centro da cidade, conhecendo melhor as atrações que estavam abertas. O Centro Informações Turísticas está de parabéns, nos deu diversas informações de forma assertiva e muito cordial. Anoiteceu e voltamos para Villa Mora, o bairro onde estávamos hospedados. Saboreamos uma cerva artesanal no Astoria, tomamos uma saideira no Long Bar e fomos descansar para outra noitada. Ia ter show no Kamastro à meia-noite, fomos dormir um pouco para mais uma noitada. El Cabildo Catedral Metropolitana – só abriu de noite, quando já estávamos indo embora do centro! Interior da Casa de la Independência Fomos para o Kamastro, onde rolou showzinho bacana, bate papo com a galera e bebelança até tarde. Dormimos tarde pacas novamente. Showzinho no kamastro (Abel Ullon) Dia 4 Fomos conhecer o Mercado Quatro, mercadão popular na cidade. Enorme, sinistro. Um pouco de Brasil, um pouco de Índia. Não vi o filme “7 Cajas” (tinha de ver!), que foi filmado por ali e fez sucesso no circuito alternativo brasileiro. Ainda passamos no estádio Defensores del Chaco, mas estava fechado. Ficamos saboreando uma parrilha paraguaia na casa do meu amigo, com a família dele e mais gente que chegava de vez em quando. Partimos para uma cidade próxima, onde a ideia era passear de barco no Rio Paraguay. O barco estava parado havia anos. Um mecânico tentou recuperar, mas não rolou. Curtimos mesmo assim. Disparamos para centro da cidade, a ideia era conhecer e curtir o bairro Loma San Geronimo. Paramos no bar El Poniente para pegar umas cervas artesanais Sajonia. Muito boa! E lugar muito maneiro. Depois paramos num bar de metaleiros no caminho. El Poniente Loma San Geronimo: Lugar muito legal, muito colorido! Mas tem de saber dia e hora de ir. Fim de semana de noite é quando tem atividade. Era um sábado e era de noite, ou seja, fomos no dia e momento certos. Curtimos um show no mirante. Curtimos uma final de vôlei feminino num colégio (!!). E curtimos o charme do lugar. Muito colorido na Loma San Geronimo Showzinho no mirante Fim de tarde Fomos tomar saideiras no El Poniente (de novo!), no excelente El Pirata (grande visual!) e no Manzana T. Haja fígado! Depois fomos jantar. Acabamos no hotel Guarani, porque o badalado Bolsi estava lotado naquela hora tarde da noite. Outros restaurantes nas redondezas também estavam cheios. O restaurante do hotel Guarani tinha umas boas pizzas, foi o que escolhemos para fechar o dia de bebelança e diversão. Muito sono!! Fomos dormir mais cedo, 1 da manhã. Nessa noite não teve Kamastro. Visual do Palácio Lopez a partir da Manzana T. Último dia Como não conseguíamos acordar cedo, apenas passeamos nas redondezas – um mercado gastronômico e outro de design. Almoçamos no Bourbon, em Luque, já pertinho do aeroporto. Muito finesse! Fica ao lado da sede da Conmebol. E tomamos nosso rumo de volta ao Brasil! E assim foi mais um feriadão explorando algum canto do mundo.
  3. Demorou MAS está aqui! Gente, vou fazer um relatinho bem básico pra quem foi recentemente ao Paraguai, pois antes da minha viagem notei que não haviam muitas infos atualizadas desse lurgarzinho, ó A viagem ocorreu do dia 24.11 ao dia 29.11.2016, as passagens foram compradas pela LATAM (não achei nada baratinho não). O Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi é beem pequeninho (o que eu gosto, haha), então é bem fácil de você se localizar. Como todo aeroporto - no desembarque - vão ter aqueles taxistas chatos que ficam te chamando de turista e colocando o preço nas alturas, blá blá. Basta dar um choradinha e tá tudo certo, a corrida ficou por 70 reais (LÁ NÃO TEM UBER ) Depois disso segui para o Hostel (Hostel Costanera), o hostel dispõe de uma ótima localização - dá para fazer tudo a pé e fica ao ladinho do nosso amado bairro de artesães, Loma Sa Jeronimo que me lembrou algo muito semelhante ao Caminito (Argentina), como um bairro/ local exótico formado por trabalhadores, artesãos muito educados - pessoas humildes e de muiiita fofura, cheio de cor (o que remeteu a Colômbia também) e ótimo para explorar a comida local, mas de preferência durante a tarde. - EU - não indicaria o Hostel para pessoinhas frescas e chatas, rs tem um cheiro de mofo e o café da manhã deixa a desejar, porém se quer economizar, Sobre a cidade: não tem nada a ver com compras (como todo mundo pensa ), eletrônicos por lá são muito caros - ainda mais quando vêem que você é turista. O país oferece muito mais! Essa capital tem muito verde, praças preservadas e beem cuidadas (não encontra lixo jogado por ali). Em qualquer esquina tem o famoso "terere", uma delicia - super refrescante, tendo em vista a cidade ser muito quente mesmo A praça que mais gostei foi a Plaza Uruguaya, ótima para lagartear depois de almoçar. Por lá tem uma livraria chamada "El Lector" que funciona das 08h às 11:30 e das 13:30 às 19h A que menos gostei: Plaza Democracia (Achei um tanto quanto perigosa) Como gosto de Centro histórico, arquitetura, ou melhor, coisa velha, hahahaha me chamou atenção os prédios em si, pois são bem imponentes e austeros. Sabe aquela coisa rústica e cheio de street art? Pois bem... Sobre esses prédios dou destaque aos pontos turísticos/lugarzitos que vc não pode deixar de conhecer: Museo Cabildo; Palacio do Lopez, Iglesia encarnacion (não abre aos domingos, ao menos no dia que eu fui não estava aberta), Catedral Metropolina, Plaza Uruguaya, Estacion Central del Ferrocarril, Plaza Democracia, Palacio Legislativo, El Lector, Chopperia Del Puerto, Bar da Esquina, Bar do Lido, Paseo das Carmelitas, Bairro Villa Morra, Costanera de Asunción, Panteon Nacional de los Heroes. Todos eles são de fácil acesso e dá para fazer tudo de ônibus. O ônibus/ chiva são precários, porém é um bom meio de locomoção para o pessoal low cost /perreguinho, a passagem custa em torno de R$ 2,00 reais o que dá uns G$ 2.800 - É como em vários lugares da América do Sul, o cobrador é motorista também, ou seja, você paga diretamente a ele! No entanto, o táxi não compensa tanto, os preços são bem semelhantes aos do Brasil. Câmbio: Tanto no Aeroporto como no Centro da cidade a melhor cotação que encontrei foi na Cambios Chaco, em novembro, consegui 1 real = G$ 1625 (Rolou também o câmbio negro por lá, mas foi um dia de muiita sorte ), caso opte pelo câmbio negro = da rua, deverá levar uma canetinha money test para certificar que suas notas não são falsas. (eu não tive problema com isso não). O povo é muito educado e atencioso, eles estão dispostos a te ajudar e o portunhol é bem compreendido por lá Ah, não posso deixar de ressaltar minha aventura ao Mercado 4 - Mercado Público. GENTE, é a filial do inferno aquilo lá pensa que tem de tudo mesmo, ó: comida, ''salão de beleza'', chás, ervas, souvenirs Para chegar lá basta tomar um ônibus que indique: MERCADO 4. Quem gosta de shopping: os melhores estão localizados no bairro Villa Morra, o melhor bairro da Cidade. Nas avenidas Espana e Mariscal tem os melhores barzinhos noturnos, eu fui na Chopperia Del Puerto (cerveja a preço de banana) *Assunção praticamente não tem vida noturna* Restaurantes que indico: Bar da Esquina, um único brasileiro que tem no Shopping Villa Morra e o Corte & Leña no Paseo das Carmelitas. Os pratos custam em média de 40-60 mil guaranis para duas pessoas. O top 10 é o Corte & Leña, localizado na Av. Espanã (longe pra caramba, mas vale a pena). É uma espécie de boulevard com diversas opções para apreciar a comida paraguaia. Ah, no Paraguai, os restaurantes (mais simplinhos) não cobram por peso. Se comer salada, carne e arroz o preço é um, se comer salada e massa é outro. *PERGUNTA ANTES DE SERVIR SE TEM QUE PESAR. Não deixe de visitar o pais e comer: Sopa paraguaya (não é sopa), Chipa, Refri Pulp. A cidade está recheada de flamboyants A respeito dos pontos turísticos: Panteon Nacional de los Heroes, monumento erguido em homenagem aos herois da guerra; Museo Cabildo, centro cultural - aberto para visitação (nessa região é um pouco perigoso, então se quiser ''sacar una foto'' chame um personal= policial); Palacio Lopez, fica localizado às margens do Rio Paraguai e no momento encontra-se fechado para visitação, somente para fotos do lado de fora; Arcadas de Recova - comprar souvenirs; Escalinata Antequera (localizada no bairro san jeronimo), escadaria mimosa. Não paguei para fazer nenhum passeio, somente o meio de locomoção. É isso, amigx! Qualquer coisa ''tamo junto''
  4. Pessoal, chegou a minha vez de colaborar. Quando estava pesquisando sobre o Paraguai, foi difícil achar relatos mais atuais. Catando aqui e ali, consegui organizar minha viagem. Assim, partir para Assunção no feriado de carnaval/2017. PRIMEIRO DIA Cheguei no sábado de madrugada no aeroporto Silvio Pettirossi - O aeroporto é super pequeno, e comparo ao Santos Dumont no Rio de Janeiro que serve voos domésticos. O Aeroporto de Assunção é internacional, e não tem suporte para um grande fluxo. Não tem muitas opções de lanchonetes, lojas ect... deixa um pouco a desejar. Mas o WIFI é muito bom e funciona já na fila da imigração. Depois dos processos burocráticos, fui procurar o transporte para o hostel, já eram 3 da matina e estava completamente exausta. Não tinha guaranis e eu resistir em comprar no aeroporto já que as taxas estavam baixas, eram 1600 guaranis por um real. Pedi um táxi que aceitava real, e cobrou 75 reais até o Hostel (El Nomada - super recomendo) - Viagem de aproximadamente 40 minutos. No dia seguinte, fui explorar Assunção. O calor estava INSUPORTÁVEL, o portal para o inferno era ali aahahahahahha... Rodei muito e achei uma casa de câmbio com a MELHOR cotação : 1720,00 guaranis por um real, A FÉ CAMBIOS S.A. As outras casas (mais famosas) variavam entre 1600 - 1700. Assunção deixou um pouco a desejar, a cidade é um pouco "quebrada", falta manutenção nas praças e ruas. Visitei os principais pontos turísticos que estavam abertos. Infelizmente, tinha muita coisa fechada em pleno sábado. Andei muito para chegar ao museu de Belas Artes e dei com cara na porta. Um saco. Visitei o museu ferroviário que rendeu umas fotos legais, além de conhecer um pouquinho da história do transporte paraguaio. o ingresso custa 5 guaranis.Na volta do museu encontrei um festival de rua na praça e foi bastante interessante, as pessoas vestindo roupas tipicas. Outra coisa legal é que existem muitas praças em Assunção que é legal para sentar e relaxar, além disto, em alguns pontos da cidade tem WIFI disponível - em alguns lugares não funcionava muito bem, mas já ajuda o pouco que funcionar. Infelizmente, em muita dessas praças tinha um número absurdo de moradores de ruas e pedintes, o que gerou um certo receio e fez com que eu redobrasse a atenção. As ruas principais de Assunção são a Calle Palma e Calle Estrella. Nessas ruas você entra restaurantes, lojas, sorveterias, casas de cambio, bancos ect.. tem de tudo lá. Na noite de sábado voltei para essa rua e jantei no restaurante BOLSI muito famoso e que tem uma excelente comida e ambiente agradável. Esse foi meu sábado na capital. Assunção dá para fazer em um dia sem correria. SEGUNDO DIA Areguá, é uma cidade acerca de uma hora e meia de Assunção (de ônibus) – a passagem de ônibus foi 2 mil guaranis. Coloquei a cidade no roteiro por recomendação de blogs ect.. Quando cheguei em Areguá, pensei naquela famosa frase “enfeitar pavão”. Sim senhores. Areguá não foi nada daquilo lindo e maravilhoso que li em blogs e fóruns de viagem. Listei todos os pontos turísticos aclamados pelos viajantes e fui visitando cada um. Começei pela Playa Areguá, que nada mais que uma piscina ao lado esquerdo, uma área com barraquinhas de comida, e na frente, a vista para o Lago Ypacaraí que ficam uns barcos ancorados para fazer um curtíssimo trajeto até um certo ponto do rio e voltar. O valor deste passeio é de 25 mil guaranis. Ah, para entrar na “praia” também paga, salvo engano, custou 2 mil guaranis. Sob um calor de matar, segui para visitar o Castillo Carlota Palmerola e para minha surpresa, estava fechado. Era domingo, teoricamente, os pontos turísticos deviam estar abertos. Foi a mesma coisa em Assunção, encontrei alguns pontos fechados em pleno sábado. Um Saco! Com a cara nas portas, foi ver a Estación Del Ferrocarril que também é considerado ponto turístico da região e, para surpresa, o que tinha para ver era um campo verde, com dois vagões velhos e malcuidados e uma estação de trens fechada e malconservada. Choque. As fotos dos viajantes davam a impressão de outro lugar, que não o que estava vendo. Para quem vai de ônibus, tem que andar bem, visto que os lugares não são tão próximos. No meu caso, visitei em pleno verão e o calor estava INSUPORTÁVEL. Depois da estação segui para a feira de artesanato, bem bacana, mas não tinha muitas variedades, basicamente, estatuas de barro de mais diversos modelos. Como fui com uns amigos que encontrei no hostel, paramos na feira, e o pessoal aproveitou para comprar lembrancinhas e seguimos viagem. Seguimos para visitar a Iglesia de Aregua que fica no alto da cidade e tem uma vista linda para para o Lago Ypacaraí. A iglesia estava fechada, mas aproveitamos a fachada, o jardim e a belíssima vista. Já era quase duas da tarde e paramos para almoçar próximo a igreja, porque ninguém estava com coragem de descer a rua e ver as opções de restaurantes (até que tinha umas), então almoçamos num restaurante estilo pensão do outro lado da rua da igreja, que por sorte é na calçada do ponto de ônibus para voltar para Assunção. Quando estávamos indo para Areguá encontramos uma senhora simpática que deu um conselho de não voltar muito tarde do passeio, que no máximo até as 16:30 era para estarmos voltando. Isto porque, segundo ela, mais tarde os ônibus vão ficando vazio e risco de assalto aumenta. Em resumo, Areguá deixou a desejar. Os blogs alheios enfeitaram pavão legal e as fotos da cidade foram tiradas por expert da fotografia. Kkkkk. Dizer que eu não indico pode soar pesado, já que eu acho que cada pessoa deve ter sua própria experiência. Pode ser que o que eu não tenha gostado, você possa gostar etc. Mas eu digo que Areguá eu não visitaria novamente. A visita a Assunção e Areguá só não foi chata porque eu estava com um amigo e fiz duas amizades com umas meninas do Brasil no Hostel e em grupo tudo fica mais legal ehehehhe.. TERCEIRO DIA No domingo a noite, por conselho da dona do hostel, eu e o pessoal, fomos na rodoviária garantir o ônibus para Encarnacion que saia por volta de meia noite. Compramos a passagem sem problemas. Eu EXTREMAMENTE recomendo a empresa de ônibus La Encarnacena. Os ônibus são muito confortáveis. Eu dormi feito bebê, só acordei lá – tanto para ir quanto para voltar – uma maravilha. Lembre-se que são seis horas de viagem então, vale a pena prezar pelo conforto até para estar bem-disposto para aproveitar as ruinas. Chegamos em Encarnacion por volta das 6: 30, tomamos café e na rodoviária mesmo pegamos o ônibus que passa na rodovia que tem parada na entrada das ruinas. Na rodoviária é só perguntar qual ônibus e custou 10 mil guaranies. A viagem é de 30-40 minutos é so pedir para o fiscal do ônibus te lembrar onde é para descer. Descendo, é so seguir uns 10 min de caminhada até as ruinas de Trinidad. Na ruina você deve comprar o ingresso 25 mil guaranies e explorar o quanto quiser do passeio. Lá tem uns dois restaurantes. Terminando Trinidade, voltamos para o lugar onde compramos os ingressos e pedimos informação de como chegar as Ruinas Jesus (mais longe) e não dá para fazer a pé. Ela falou que poderia pedir um taxi e que ele cobraria 75 mil guaranies (3 pessoas) para ir até Jesus, esperar 30 minutos e nos deixar na rodovia para pegar o ônibus de volta para Encarnacion. Contratamos e assim o fizemos. Confesso que gostei mais de Jésus, tinha mais coisas para ver, mas o ponto alto de ir para o Paraguai foi visitar as Ruinas. De volta a Encarnacion, encontramos uma brasileira que nos mostrou um lugar maravilhoso. Eu não tinha lido nada sobre, e se não fosse por ela iriamos mofar na rodoviária esperando o horário do ônibus de volta. È descendo umas quadras da rodoviária, playa de San Jose com vista para Argentina, inclusive, quem tiver mais tempo, da para pegar um ônibus e ir para Argentina em menos de uma hora. La neste área tem vários restaurantes, Mc Donalts, BK ect... essa área é um contraste enorme da área da rodoviária (pobre) playa (rica), em coisa de poucas quadras... Enfim, terminei minha viagem assim. Gastei 600 reais com passagens (todas dentro do país) e alimentação. Hospedagem e avião já estavam pagas. Paraguai é um país bem simples, há muito o que melhorar, mas as pessoas são muito amigáveis. Amei conhecer, apesar dos pesares. Visitar as ruínas deu um UP na viagem. QUARTO DIA Foi o dia em que voltamos para o Brasil. Como falei acima, o aeroporto não tem muita estrutura. Pegamos táxi na volta, mas tinha ônibus que deixava lá, mas pelo que eu percebi parava muito, em cada ponto, fora que é bem cheio e quente (pouquíssimos com ar condicionado). Vale a pena ir de taxi.
  5. Olá mochileiros! Este é meu primeiro post aqui no site, e o motivo é justamente a falta de informações sobre o Paraguai na internet, inclusive aqui mesmo. Têm um monte de posts claro, mas o mais recente foi o da Palloma, e o que também me ajudou bastante no plano de viagem. Então, senti que era uma espécie de dever contribuir com informação sobre o país. Mas mesmo assim a falta de informação sobre nossos hermanos deixou o mochilão com uma vibe de aventura (o que me deixou empolgado e preocupado ao mesmo tempo rsrsrs mix de emoções...), já que uma das dicas que li sobre como pegar ônibus em Assunção era: “procure um grupo de pessoas na calçada com cara de quem vai pegar ônibus, e pergunte a alguém qual a linha para o lugar aonde você quer ir.” Bom, além do relato vou deixar também uns links úteis. Meu roteiro foi basicamente: Assunção-Encarnação-Foz do Iguaçu. Vamos ao que interessa! INFORMAÇÕES BÁSICAS: DINHEIRO: O dinheiro paraguaio é o guarani, mas geralmente os estabelecimentos aceitam real, dólar, euro ou peso argentino. LÍNGUA: O Paraguai têm duas línguas oficiais, o espanhol e o guarani, e a população fala os dois misturados (o que eu achei bem legal), mas eu só havia treinado (MUITO) o espanhol no memrise.com e a comunicação fluiu bem mesmo assim. FUSO-HORÁRIO: No Paraguai é 1 hora a menos do horário de Brasília. INTERNET E TELEFONE: Comprei um chip da operadora Personal, com o plano mais básico que foi Gs. 75.000. Consegui usar internet e poderia ligar também mas nem tentei. LINKS ÚTEIS: - Bienvenido a Paraguay: site com informações turísticas detalhadas de cada departamento do país, idealizado pela rede de postos de gasolina Barcos y Rodados. http://www.bienvenidoaparaguay.com/ - Caminos Paraguay: site que permite você encontrar a linha de ônibus mais conveniente, colocando o cruzamento mais próximo da sua origem e o cruzamento mais próximo do destino. Aparentemente não funciona no Brasil, mas quando estive lá eu sempre abria no celular. https://caminospy.com/ ROTEIRO com preços em reais R$ e guaranis Gs ou dólares US$: ASSUNÇÃO - Capital e maior cidade do Paraguai. 1º DIA -Comprei o bilhete de ida e volta, de Guarulhos a Foz do Iguaçu na Avianca: R$ 470,00 -Chegando em Foz, peguei o ônibus da linha 120 até o terminal municipal. Bilhete do ônibus: R$ 3,45 -Quando cheguei no terminal fiz câmbio em uma casa da Av. Brasil. Comprei uns guaranis para o ônibus e o real estava Gs. 1610,00, um pouco caro. O real tinha desvalorizado pra caramba, foi justo no dia que saiu a notícia da maleta do Temer. -Em frente ao terminal há um ponto da linha internacional, onde passam os ônibus que ligam Foz a Cidade do Leste. Tivemos que descer na aduana para fazer a imigração, mas você pede um bilhetinho para o motorista que permite que você pegue o próximo ônibus que passar de graça sendo da mesma empresa. Imigração feita, subimos de volta no ônibus até o ponto final, que também era o nosso destino: a rodoviária de Cidade do Leste. Bilhete do ônibus: R$ 5,25 -Chegando na rodoviária, prepare-se para uma multidão de vendedores tentando convencer você a viajar na empresa deles. Fiquei receoso, então os ignorei e fui comprar a passagem de Cidade do Leste a Assunção na NSA, a mais confiável aparentemente. Passagem: Gs. 90.000 -Embora a distância seja apenas 300 km a viagem durou 7 longas horas. O legal é que o ônibus para em uma das chiperias na beira da estrada, e entram mulheres com cestas grandes servindo chipas quentinhas (uma espécie de pão de queijo paraguaio de-li-ci-o-so) e o cocido (um chá mate quentinho também). Cada chipa: Gs. 5.000. E o Cocido foi: Gs. 3.000 -Chegando em Assunção pensei em comprar mais guaranis, mas a cotação da rodoviária não é boa, evite. Depois fui perguntando pelo ponto de ônibus e fui para lá. Quando ainda estava em Cidade do Leste havia recebido o e-mail de confirmação do meu hostel e aproveitei para perguntar que ônibus eu teria que pegar, então eu já sabia, mas perguntando as pessoas também vão te falar qual ônibus pegar. Evite os taxistas porque eles vão dizer que ali não passa a linha que você quer ou que vai demorar muito. Bilhete do ônibus: Gs 3.500 -O hostel que fiquei foi o Isla Francia, que é em um sobrado antigo que pertence ao casal de franceses mais legal e firmeza do planeta! Haha eu recomendo fortemente a hospedagem lá. Os quartos são normais, o banheiro é bem limpinho, tem uma área de convivência ampla, e cozinha bem equipada, mas o melhor mesmo é o clima super família. O Joel (ou Felipão como ele se apresenta aos brasileiros, devido a incrível semelhança! haha) prepara crepes deliciosos no café da manhã, e além de bom cozinheiro é uma figura, impossível não rir ao falar com ele. A esposa do Joel, Lorenza, também é uma mãe, e ajudará no que for preciso. Uma noite no Isla Francia: Gs 40.000 2º DIA -No dia seguinte fomos dar um rolê para conhecer a cidade de dia (já que havíamos chegado às nove horas), e fomos trocar mais uns guaranis. A melhor cotação na Calle Palma (a rua principal, você provavelmente vai passar por lá todos os dias), era na Cambios Chaco. -Dinheiro na mão, meu primo que estava comigo queria ver o outlet da Adidas, e acabou comprando um tênis Springblade por Gs. 340.000. Um valor que segundo ele era metade do cobrado no Brasil. A loja é pequena, mas os preços são bons. -Depois de mais um rolê pela Calle Palma, fomos almoçar no Burger King. Geralmente quando viajo eu sempre dou preferência à comida local, mas quando se viaja com uma companhia frescurenta... Um combo do sanduíche BK Staker triplo foi: Gs. 32.000 -De tarde fomos ao museu Estación Central del Ferrocaril, que para ser sincero pode ser dispensado. A qualidade do acervo é razoável e em pouca quantidade. Entrada: Gs 10.000 -No fim da tarde fomos a um mercado Dia, bem ao lado da Estación Central. Compramos 1kg de arroz, 1kg de peito de frango, cebolinha, presunto, queijo, ovos, pepsi de 2 litros e uma escova. Tudo deu: Gs 57.000 3º DIA -Fomos ao Palacio Lopez, sede do governo paraguaio, mas só para tirar umas fotos externas. É bonito, mas um prédio pequeno se você pensar que é a sede de um país inteiro. -Depois fomos atrás do palácio, na Costanera, uma orla beirando a baía de Assunção que é relativamente nova, e talvez a parte mais bem conservada da cidade. OFF: O Paraguai é considerado o segundo país mais pobre da América do Sul, somente atrás da Bolívia, então conseguimos perceber que as coisas são meio largadas e um pouco sujas, mas nada que já não tenhamos presenciado aqui no Brasil. -Após uma meia hora sentado na Costanera vendo os barquinhos na baía de Assunção, decidimos ir mais para lá em direção ao porto e encontramos uma rua com várias lojas de artesanato, que não estavam tão caros. Aliás praticamente tudo no Paraguai é mais barato do que no Brasil, mesmo com o cambio tão desfavorável que pegamos. -Passamos também pelo centro cultural Manzana de La Rivera, mas que não tinha nada de especial, apenas umas exposições bem curtinhas e sem graça. -No almoço decidi provar a comida do lendário Lido Bar. A casa estava lotada, mas consegui me enfiar no balcão e pedi uma das opções de prato do dia, que eram mais em conta. Pedi uma lasanha, um pãosinho (que as garçonetes oferecem mas é pago), e um suco de laranja com abacaxi. Foi caro para um almoço, mas também era O LIDO BAR, que na porta está escrito: "Ir a Assunção e não ir ao Lido Bar é como ir a Paris e não ir à Torre Eiffel". Almoço (bem farto): Gs 46.000 -Um detalhe interessante é que o Lido Bar fica em frente ao Panteão dos Heróis, outro grande ponto turístico da cidade, mas que não fomos porque atualmente passa por uma restauração. Que pena... OFF #2: A Calle Palma tem vários restaurantes e bares bacanas, se você é daqueles que curte um rolê gourmet vá para lá, ou também em um café que não fica lá chamado Café Consulado, que tem uma vibe super hipster além da comida gostosa. -Para descansar o almoço fomos dar mais uma caminhada e achamos por coincidência a Casa de La Independencia, o lugar onde foram feitas as reuniões que levaram à independência do Paraguai. É talvez o melhor museu que visitamos, tudo bem conservado e limpo, além de uma guia que te contará toda a história (fascinante) do Paraguai. Entrada grátis! -Depois fomos a mais um museu (pra finalizar a overdose de museu), o Cabildo. Que tinha uma exposição sobre povos nativos do Chaco, região norte do país, e outra em homenagem ao centenário do escritor Augusto Roa Bastos, o único do país a ganhar o prêmio Cervantes. As exposições estavam meio cansativas então não demoramos muito, mas a do Roa Bastos até que foi legal. OFF #3: Como me interesso muito por literatura e história dos lugares para onde viajo, dei uma boa pesquisada e o livro mais recomendado para os que querem saber mais sobre o Paraguai é o "Yo, El Supremo" do Roa Bastos, justamente a obra que rendeu ao escritor o prêmio Cervantes, e que conta em forma de ficção a relação entre o Ditador Rodríguez de Francia e seu braço direito Usía. Estou lendo e gostando muito! Outras leituras interessantes que podem ser feitas na internet mesmo, é sobre a guerra da Tríplice Aliança (a do Paraguai contra Brasil, Argentina e Uruguai, a qual acredita-se ter dizimado quase 2/3 da população masculina), e sobre as missões jesuíticas, que tiveram papel fundamental na catequização e transmissão de conhecimento aos guaranis, e que por sua causa hoje a língua guarani é falada por quase 90% da população. -Depois do rolê cultural, fomos de volta para a Costanera e alugamos duas bikes para ficar passeando e curtindo a baía de Assunção. Entre a Costanera e o centro da cidade há uma favela, onde se recomenda não passar por ali. Mas embora a Costanera fique do lado da favela, aparentemente não é tão perigoso já que muitas pessoas vão para lá correr, fazer exercício ou só dar um rolê e curtir o pôr do sol. Uma bike por uma hora: Gs 15.000 -Após o rolê de bike, voltamos para o Lido Bar e pedimos cerveja da marca Pilsen, paraguaia, e empanada de frango que estava muito boa. Cerveja Pilsen 1l: Gs 15.000. Empanada: Gs. 10.000 4º DIA - último em Assunção -Acordamos já um pouco tarde e resolvemos conhecer o tão falado Mercado Municipal Número 4. Eu não comprei nada lá pois a qualidade não era das melhores, porém o ambiente é de um universo paralelo. Lá você poderá presenciar uma mulher matando um frango numa barraca, e na barraca da frente um cara vendendo celulares! Um negócio bizarro, mas muito interessante e legal de se ver! Tomar cuidado com os bolsos. OFF #4: Quem quiser sentir um pouquinho da vibe do Mercado 4, assita ao filme 7 Caixas (7 Cajas), um filme paraguaio muuuuuito legal. Juro, produção muito boa, não esperava um filme paraguaio tão bom quanto esse. Me lembrou um pouco o Cidade de Deus. Assisti na internet e legendado em português mesmo. Mas dá pra baixar também. Assistam!! -Depois da loucura do Mercado 4, seguimos para o primeiro bairro "turístico" de Assunção: Loma San Gerónimo. Foi feito um trabalho de restauração e pintura nas residências do bairro, que o deixou mais colorido e aconchegante. Percebemos que estava meio vazio e os restaurantes (que são dentro da casa das pessoas!) estavam fechados, mas mesmo assim fomos ao Miradero, que é a casa mais alta e que na laje tem um bar e uma vista bem bonita de Assunção. Chegando lá ficamos sabendo que os moradores foram para a Plaza Uruguaya para a festa de San Juan, uma festa tradicional em homenagem a São João. Subimos na laje para tirar umas fotos e descansar um pouco da andança, e depois decidimos ir ver a tal festa de São João paraguaia. Entrada do Miradero: Gs. 2.000 -Na Plaza Uruguaya onde iria acontecer a festa de San Juan foram montadas algumas barracas de comida típica paraguaia (sopa paraguaya, mbejú, chipa guazú e outras), barracas de jogos, e um palco onde aconteceriam as apresentações de danças tradicionais (que as dançarinas vestem grandes vestidos e equilibram garrafas e vasos na cabeça!) e de música de harpa paraguaia. Uma verdadeira quermesse paraguaia, nada de tão espetacular, mas super interessante de se assistir. As comidas custavam entre Gs. 3.000 e 5.000 ENCARNAÇÃO - Capital paraguaia do carnaval e destino de verão 5º DIA - Ida a Encarnação -Nesse dia acordamos cedo e fomos direto para a rodoviária de Assunção. Lá mais uma vez nos deparamos com uns caras que queriam convencer a gente a comprar passagem, mas falamos que já havíamos comprado e saímos fugindo para alguma bilheteria, para comprar em uma empresa mais confiável. Compramos na La Encarnacena, que é bem boa, os ônibus são novos, os bancos reclinam quase a 180º e tem um serviço de bordo que vai servindo bebidas e um salgadinho durante a viagem. Saímos de Assunção ao meio-dia e chegamos em Encarnação já de noite às 18:00. Passagem para Encarnação: Gs. 70.000 -Chegando em Encarnação fomos andando para a nossa hospedagem, que foi uma pousada chamada Casa de La Y. A casa de uma senhora chamada Doña Yolanda, que fez dois quartos no fundo para hospedagem. Os quartos são enormes, e os dois tem banheiro com uma ducha legal. O café da manhã não era tão delicioso quanto o do hostel Isla Francia mas era bom também. Um quarto de casal por 3 noites: Gs. 360.000 OFF #5: Encarnação é considerada a cidade mais turística do Paraguai. Fica ao sul na fronteira com a Argentina. Tem um lago que foi represado por causa de uma usina hidrelétrica, assim como em Foz, mas a principal diferença é que foram feitas umas praias artificiais e construída uma "costanera" na beira do lago, onde a galera se encontra com carros de som, ou vão passear, ou vão para correr e fazer exercícios. A cidade do lado argentino é Posadas, que é a capital da província de Misiones e maior do que Encarnação, mas não fomos pois os paraguaios e até os argentinos nos disseram que não tinha muito para ver lá. A cidade tem também um sambódromo (menor do que o de SP por exemplo), onde acontecem desfiles de carnaval à la Rio de Janeiro, com samba e tudo mais, alguns dizem que é tão animado quanto o nosso e que a cidade dobra sua população na época da festa! Perto de Encarnação tem também os Yerbales, que são fábricas de erva mate. A erva é usada para fazer o tererê, uma bebida quente bem parecida com o chimarrão gaúcho, e que também é consumida no Mato Grosso do Sul. Eles bebem isso O TEMPO TODO, sempre carregam uma garrafinha de água quente, o mate e outras ervas para misturar na bebida. Juro pra vocês, até quando fui no supermercado o açougueiro bebia tererê enquanto pesava a carne! 6º DIA - Ida à Trinidad para ver as Ruínas das Missões Jesuíticas. -Depois de descansar bem nos quartos aconchegantes do Casa de La Y, acordamos cedo e fomos atrás de um ônibus para ir até a cidade de Trinidad, onde está localizada um dos complexos de vilas jesuíticas que se tornaram Patrimônio da Humanidade (o único do Paraguai). O outro complexo é o da cidade de Jesus de Taravangüe. Na rodoviária mais uma vez encaramos os vendedores desesperados e dessa vez tivemos que ir em um dos ônibus deles, que são velhos e um pouco sujos, pois perdemos o horário do da empresa NSA. Recomendo que no dia anterior pesquise o horário certo do ônibus, e você terá que pegar o ônibus com destino a Cidade do Leste e avisar ao "chofer" que vai descer nas ruínas. Passagem para Trinidad: Gs. 10.000 -Chegando lá compramos a entrada na bilheteria, que dá acesso a todas as ruínas não só as que são patrimônio mas também as restauradas em outras cidades. No nosso caso só visitamos a de Trinidad. No mesmo lugar da bilheteria têm uns painéis que explicam o que foram as missões jesuíticas, o seu papel na desenvolvimento do idioma guarani, e porque foram destruídas ou abandonadas. O complexo é grandinho até, e é muuuuuito bonito, tirei umas duzentas fotos. Foi realmente o ponto alto da viagem! Passe para as ruínas: Gs. 25.000 -Depois de umas duas horas andando pelas ruínas e admirando a construção projetada pelos espanhóis e construída pelos guaranis, fomos de volta para Encarnação. Tivemos que esperar no ponto em frente a entrada das ruínas, durante um bom tempo, pois era domingo e o pessoal me disse que passavam menos ônibus. Sendo assim, o primeiro que passou (depois de um chá de ponto de ônibus) pegamos sem hesitar, e a situação era beem precária, eu e meu primo começamos a rir e a falar "esse é o legal de se fazer mochilão", as cadeiras estavam bem desgastadas, o cheiro de urina dava pra sentir na porta do chofer, e pra ficar melhor ainda fomos em pé, em um ônibus a 80 por hora que a gente orava pra ele chegar inteiro! Só mochileiros conseguem passar por esse tipo de perrengue kkk Passagem de volta: Gs. 10.000 7º DIA - Rolê em Encarnação -No nosso último dia em Encarnação acordamos bem tarde, tomamos café e demos um rolê para passar o tempo. Quando bateu a fome resolvemos fazer um almoço picnic, compramos umas coisas no supermercado Super Seis e comemos num gramadão que têm perto da costanera. A lista foi a seguinte: Água 500ml - Gs. 1.500 Coca-cola 600 ml - Gs. 4.350 Presunto 100g - Gs. 5.000 Mussarela 100g - Gs. 7.000 8 Pães - Gs. 3.000 6 Alfajores pequenos - Gs. 4.000 -De tarde fomos na praia San José, que é legalzinha mas não tomamos banho porque tava frio. Então alugamos uns quadriciclos e ficamos andando pela costanera. Aluguel 20 minutos de quadriciclo: Gs. 15.000 -No fim da tarde fomos no Burger King que têm lá mesmo na costanera. Dois combos com o cupom de desconto saiu a Gs. 55.000 e 3 casquinhas mais uma água com gás também com o cupom foi Gs. 15.000 FOZ DO IGUAÇU 8º DIA - Ida para Foz do Iguaçu -De manhã fomos cedinho para a rodoviária de Encarnação pegar o ônibus para Cidade do Leste. Já sabem o que houve né... sim, multidão de vendedores perseguindo a gente. E como mais uma vez não pesquisamos o horário, o único disponível foi o de um vendedor insistente que chegou a ficar na frente da entrada de uma bilheteria de outra empresa pra me convencer a comprar com ele kkkkk e assim fomos, pagamos barato mas foi bem desconfortável. Passagem de Encarnação a Cidade do Leste: Gs. 50.000 -Chegando em Cidade do Leste fizemos o mesmo percurso do começo só que ao contrario hehe pegamos a linha internacional na rodoviária e descemos no terminal municipal de Foz (não esquecer de descer na aduana para carimbar o passaporte caso o leve). Ônibus internacional: R$ 5,25 -Depois pegamos um ônibus municipal de Foz e fomos para o hostel. Ônibus municipal: R$ 3,45 -O hostel que ficamos foi o Poesia, que é suuuper bacana. Fica um pouco afastado do centro, mas como não iríamos ver nada por lá e estava perto da linha que vai para o Parque Nacional das Cataratas, a localização era conveniente. Os dormitórios são bem arrumadinhos e com lockers, a ducha foi a melhor de todas, e o café da manhã é ótimo também. Além de tudo isso o hostel tem uma vibe bem legal, e tem até um cineclube no último andar, onde você pode assitir filme deitado num futon gigantesco cheio de almofadas. 5 noites no Hostel Poesia: R$ 125,00 9º DIA - Parque Nacional das Cataratas -Nesse dia acordamos cedo e fomos direto pro Parque das Cataratas. Pegamos a linha 120 cuja a última parada é lá no parque mesmo. Bom... sobre as Cataratas eu acredito que não preciso dizer muita coisa. É simplesmente belo, todo brasileiro deveria visitar esse lugar, realmente uma experiência maravilhosa, e sem falar nos quatis que são a coisa mais fofa do mundo, dá vontade de levar um pra casa. Além da trilha que tem vistas das quedas, há outros passeios bem legais como o macuco, que é um bote que te leva para o meio da garganta do diabo (eu acho), e um outro que tem prancha stand up. Fiquei com muita vontade de fazer o do stand up, mas ambos são muito caros e estavam fora do nosso orçamento. Entrada do parque para brasileiros: R$ 38,50. -O passeio durou umas duas horas e ficamos cansados. No almoço comemos em um buffet mais baratinho (R$ 15,90 à vontade), e no fim da tarde já no hostel alugamos as bicicletas que tinham lá e fomos dar um rolê. Eles cobram R$ 10,00 por hora. 10º DIA - Compras em Cidade do Leste -Esse dia foi o dia de bater perna! De manhã pegamos mais uma vez o ônibus internacional e fomos para Cidade do Leste, e dessa vez não precisava fazer a imigração pois iríamos voltar no fim do dia. Na parte da manhã ficamos apenas andando e pesquisando preços e lojas. Nas ruas tem um monte de barracas que vendem mais roupas, relógios e alguns eletrônicos, mas ao analisar a qualidade do acabamento você vai perceber que a maioria é falsa (made in paraguay mesmo). Andando nas ruas você também vai ter que lidar com alguns vendedores de meias que podem perseguir você, alguns podem oferecer armas e maconha depois que você recusar as meias, mas não se preocupe, apenas diga um gentil "gracias amigo" e siga em frente. Bom, depois da manhã de bateção de perna, decidimos onde iríamos comprar algumas coisas, são elas: - Uma calça na loja Brands For Less, que custou US$ 17,00. Nessa loja se vende roupas de marca, eletrodomésticos, artigos de decoração, e se não me engano maquiagem e perfume também. No último andar encontramos umas araras cheias de roupas femininas de coleções passadas que estavam em liquidação, calças e camisetas ou blusas por até 80% de desconto, algumas calças custavam a barganha de US$ 3,00! Ah como eu queria ser mulher nessas horas... - Uma camisa artesanal fabricada por guaranis, com um bordado muito bonito e um tecido bem fresquinho, ideal para o calor paraguaio. Compramos em uma das barracas na rua por Gs. 70.000, o que pra mim foi uma barganha se tratando de um produto artesanal. -Duas caixas de alfajor Recoleta, que é uma de-lí-cia! Compramos numa galeria que fica ao lado do Shopping del Este, e custou Gs. 31.000 cada caixa, que não resistiram até a volta kkkk parentes furiosos por causa do presente que não chegou. -Por fim, passamos também no Shopping China (que Fica dentro do Shopping Paris kkk), e que tinha coisas que valiam a pena, e outras não. Roupas por exemplo não valiam muito a pena para mim, já o meu primo que gosta de narguilé encontrou essências da marca Zomo por US$ 1,50, preço que segundo ele era menos de um terço do preço em São Paulo, então ele ficou doido pra levar. -No fim do dia apesar de mortos de cansado ficamos com vontade de ir numa festinha. O recepcionista nos falou de algumas em Foz e em Puerto Iguazú no lado argentino, segundo ele as argentinas são as melhores, mas tem que pegar táxi. Sendo assim, como estávamos com o orçamento apertado resolvemos ir no pub Amarantha, no centro de Foz e do lado do teminal de ônibus, que era um lugar conhecido por ser bastante frequentado pelo público lgbt (como é o meu caso) mas que colava todo tipo de gente (caso do meu primo que não é gay), e além disso vimos na página do facebook que naquele dia ia ter uma promoção de compre uma cerveja e ganhe desconto no shot de cachaça. Fomos e curtimos muuuito, lugar bem legal e que realmente cola uma galera bem variada! Só paga consumação. -Entretanto, antes de ir para o Amarantha nós já tínhamos matado uma garrafa de catuaba pra dar aquela esquentada, e como eu não sou tão pinguço fiquei todo alegrão e quis comer um shawarma (espécie de sanduíche árabe) numa das várias lanchonetes árabes que tem em Foz. Comprei um shawarma por R$ 5,00, na lanchonete Aladdin, que estava delicioso e havia sido preparado por um cara afegão, com quem eu comecei a trocar a maior ideia pois estava achando a coisa mais incrível encontrar um cara afegão no Brasil preparando um shawarma pra mim kkk OFF #6: A coisa mais legal que eu achei de Foz foi essa diversidade de culturas, que geralmente é mais comum nas cidades grandes. Eu conheci só naquela noite, gente de vários países do Oriente Médio, Ásia e América Latina. ÚLTIMOS DOIS DIAS -O dia seguinte foi inteiramente dedicado à cura da ressaca, pelamordedeus eu nunca bebi tanto na minha vida, ainda bem que conseguimos chegar no hostel... Bom, depois de passar praticamente o dia inteiro deitado na cama bebendo água mineral, decidimos pelo menos nos levantar para ir jantar. Perto do hostel tinha uma pizzaria chamada Central da Pizza, que é uma daquelas pizzarias que se vê em meme do facebook, onde se vendem pizzas com diâmetro de 60 cm e alguns sabores interessantes (um deles era "trio gostosura" que tinha coxa de frango, polenta frita, e calabresa...) pedimos o tamanho GG que é uma antes da BIG, e tem doze pedaços. A pizza (bem farta) foi R$ 45,00 e uma garrafa de Kuat de dois litros foi R$ 7,50. -No último dia, apenas arrumamos as coisas e choramos o percurso inteiro até o aeroporto. A viagem foi um máximo, e conhecemos um pedaço da América Latina meio esquecido, mas que é tão interessante e fascinante quanto qualquer outro lugar do planeta! O total de gastos foi mais ou menos R$ 1.300,00 gastos por lá mais R$ 470,00 de bilhete aéreo. Sendo assim 12 dias pelo Paraguai e Foz do Iguaçu me custou R$ 1.770,00. É isso galera, tentei fazer um relato bastante detalhado, e por isso estou sentindo que ele está meio grande (foi mal hehe), se tiverem críticas e sugestões para a escrita dos meus próximos relatos (por favor, façam!), eu aceitarei com o maior prazer, afinal somente assim conseguimos aperfeiçoar e continuar contribuindo com este site, que é tão útil e nos faz viajar mesmo sem sair de casa!
  6. Eae pessoal blza? Dessa vez vou fazer um relato rápido da nossa última aventura de carro, viajamos em 4 pessoas a bordo de um VW Up! Tsi com destino ao Chile via Paso San Francisco. Fizemos um caminho diferente incluindo o Paraguai, onde visitamos Cidade de Leste, Caacupé e Assunção, depois cruzamos para a Argentina pela fronteira entre José Falcon e Clorinda, de lá seguimos para Pres. Roque Saénz Peña, Termas de Río Hondo, Taffi del Valle, Cafayate, Fiambalá para atravessar a cordilheira pelo Paso San Francisco para chegar em Copiapó no Chile e continuar por La Serena, Viña del Mal, Valparaiso, Santiago, Mendoza como trajeto de volta em aberto, podendo voltar por Buenos Aires, Montevideo ou seguir direto por Córdoba até retornarmos para casa. Infelizmente tivemos contratempos durante a viagem e acabamos modificando bastante o roteiro, retornando antes para casa, mas imprevistos fazem parte da aventura e apesar de não cumprirmos o nosso maior objetivo que era cruzar o Paso San Francisco (por pouco) aproveitamos muito bem a viagem. RELATO da nossa viagem ao Atacama + Machu Picchu de carro Dia 01 - 02/01/2018 - De Curitiba a Cidade de Leste Saímos por volta das 08hs da manhã do dia 02 de Janeiro, tudo parecia tranquilo até entrarmos no contorno de Curitiba, onde pegamos um baita engarrafamento logo de cara, confesso que nessa hora deu vontade de voltar pra casa. Depois de mais de uma hora e meia consegui sair da rodovia e peguei um atalho, saindo na BR 277 sentido Ponta Grossa. A viagem a partir dai foi tranquila, pouco movimento, estrada boa, mas pedágios exorbitantes. Paramos para almoçar perto de Irati e chegamos em Foz do Iguaçu já no final da tarde, depois de pegar chuva em parte do caminho. Não entramos em Foz, seguimos direto para a ponte da amizade e paramos na aduana paraguaia para dar entrada na migração. Tinha um ônibus de viagem e acabamos entrando na fila exclusiva para o ônibus, mas logo fomos direcionados a outro guichê e nos atenderam rapidamente. O funcionário carimbou o passaporte e nos liberou, perguntei se era preciso registrar o veículo no sistema e ele disse que não, perguntei mais uma vez só para ter certeza e ele confirmou. Ficamos com receio de na hora de sair do Paraguai dar algum problema, mas conto os detalhes mais a frente. Já eram mais de 18hs, então Cidade de Leste estava bem vazia, rapidamente chegamos ao Hotel Piazza que reservei pelo booking, fica perto da Av Principal a menos de uma quadra da Monalisa e todo o comércio, apesar das instalações antigas valeu a pena pelo custo benefício. Deixamos as coisas no hotel e resolvemos voltar até Foz para jantar no supermercado Muffato perto do terminal de ônibus no centro. Depois da janta voltamos ao hotel em Cidade de Leste, que fora do horário comercial é bem tranquila, nem parece a mesma cidade. Roteiro Chegando em Foz do Iguaçu Ponte da amizade
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