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  1. Companhia para desbravar Florianópolis com pouco dinheiro. Trilhas, camping, amizades, curtir e tudo mais que a ilha tiver a oferecer. Tudo isso gastando pouco. Início de fevereiro ( dia 1 até dia 5, início.) Final de fevereiro retorno. 75 98867-6885 Whats
  2. Review em vídeo na íntegra e como usar todas funções: Excelente cafeteira para levar em sua aventura caso seja um aficionado por acampar e café, assim com eu. Café no Camping é comigo mesmo! Motivação Praticidade para fazer um bom café em locais inóspitos (campings e ranchos da vida) e não depender nunca mais de coadores e aqueles filtros de papel, apenas de fogo. Independente de marca, seja Bialetti (as originais) ou qualquer uma paralela, o que importa é fazer o seu próprio e delicioso café. Preço Varia de marca e tamanho. Esta custou aproximadamente R$100,00. Pontos Positivos Prática em todos sentidos. Para fazer o café, portátil, fácil limpeza e material de boa qualidade. Pontos Negativos Não faz fogo sozinha (Brincadeira gente, ela é perfeita!). Resumo da Obra Se você não é preguiçoso e gosta de fazer o próprio café, desembolse e compre uma, independente se for a original ou não. Em um ano me fale se o CxB não compensou. Sem contar que pode levar para onde quiser. Siga-nos no WordPress – https://rezenhando.wordpress.com/ Siga-nos no Twitter – https://twitter.com/Birovisky Siga-nos no Instagram – https://instagram.com/Birovisky Curta no Facebook – https://www.facebook.com/rezenhandoaculturapopaz/ Inscreva-se no Youtube – https://www.youtube.com/channel/UCCfmjZm3KuEE-XsNhfBnqvQ
  3. Review em vídeo na íntegra e como usar todas funções: Motivação Tive uma péssima experiência com um desses infladores da Bestway, custava metade do preço porém era apenas 110v. Fomos a um camping em Analândia no qual nenhuma tomada estava identificada e pela falta daquelas chavinhas que conseguimos identificar a voltagem, queimei o inflador sem usar. Preço Na Internet paguei R$128,00 com frete gratuito. Pontos Positivos Diferente de qualquer um dos infladores elétricos convencionais no qual você precisa fazer uma “Escolha de Sofia” entre um que seja 110, 220 ou daqueles pra carregar no acendedor de cigarro do carro, o Inflador Elétrico Duppio Bivolt Guepardo é tudo em um só com a qualidade que só a Guepardo pode oferecer. Você nunca mais vai precisar esquentar a cabeça se no lugar vai ter energia ou não. Infla e Desinfla colchões (a maioria não possui essa função). Vários tamanhos de bicos. Enche um colchão inflável de casal em pouco menos de 3 minutos. Portátil, leve e por entregar todos os tipos de conexões para você não ficar na mão, considero barato. Pontos Negativos Apesar da alta vazão possui pouca pressão (0,52 psi), ou seja, não é possível utilizá-lo para encher botes, bolas de futebol ou pneu de bicicletas e motos. O colchão não fica 100% firme (até por uma questão de segurança para quem estiver operando-o para não esquecer ligado e inflar o colchão até estourar). Na verdade ele enche corretamente, porém como eu tenho problema na coluna necessito de um colchão um pouco mais firme, para este ajuste ainda é necessário utilizar a bombinha manual, mas é coisa de 20 bombadas no máximo. Resumo da Obra Você pode pensar que eu to virando campista nutella, só que não, para encher cada colchão inflável você perde nada mais nada menos do que no mínimo 10 minutos, normalmente na turma que vamos acampar se tem no mínimo 4 colchões. IMagine perder energi e tempo enchendo colchão? Se estamos indo acampar é para descansar e se divertir, maximizar o tempo e não perdê-lo enchendo colchões, já nãs basta as barracas (essa é outra questão, é um trampo que amo). Siga-nos no WordPress – https://rezenhando.wordpress.com/ Siga-nos no Twitter – https://twitter.com/Birovisky Siga-nos no Instagram – https://instagram.com/Birovisky Curta no Facebook – https://www.facebook.com/rezenhandoaculturapopaz/ Inscreva-se no Youtube – https://www.youtube.com/channel/UCCfmjZm3KuEE-XsNhfBnqvQ
  4. ORGANIZAÇÃO/PLANEJAMENTO Moro em Salvador e, de férias regulares, não poderia ter melhor oportunidade para realizar essa trip. Não lembro exatamente quando pensei nesse trecho, mas já estava planejando havia um bom tempo e queria fazer pelo menos o trecho de Itacaré a Barra Grande, que não finalizei da primeira vez (https://www.mochileiros.com/topic/58177-itacaré-algodões-a-pé/). Quando defini qual seria o trecho, revisava o planejamento com frequência pra ter certeza de que nenhum ponto estava passando em branco. Inicialmente, o planejamento era de sair de Itacaré e ir até Morro de São Paulo, passando o réveillon em Moreré, que acabou sendo o destino final por causa de imprevisto (no dia 1 em Moreré, senti uma dor muito forte no tendão que se estendeu por alguns dias e mal conseguia andar. Não seria prudente continuar a travessia nessa condição). Voltei do natal no Rio e chegando em Salvador só troquei de mochila e segui para o ferry boat para iniciar a viagem. Digo iniciar a viagem, porque ainda na travessia do ferry boat encontrei um amigo e comentei sobre estar ansioso para a travessia, quando ele me falou "nem precisa, já está acontecendo", e me dei conta de que realmente eu já estava a caminho, a viagem já tinha começado. Estava usando uma mochila cargueira de 40 L com aproximadamente 15 Kg. Como pretendia passar o réveillon em Moreré e sairia de Itacaré no dia 27, teria que andar pelo menos 19Km por dia até o dia 31, pernoitando na praia. Como já disse em outros relatos, é importante lembrar que para caminhada em praia, tem que saber a tábua de marés para os dias planejados, do contrário, por falta de planejamento pode pegar uma maré cheia para caminhar, por exemplo, e terá que ir pela areia fofa, obrigando a parar ou dobrar o esforço de caminhada e, assim, dificultando o percurso. 1º DIA Como o ônibus de Bom Despacho (ferry boat) para Itacaré demora, cheguei em Itacaré já umas 15h, e acabei saindo tarde de lá. Não tinha mais nada pra fazer e saí da rodoviária já em direção à orla pra fazer a travessia de barco. Chegando lá, tem alguns barqueiros que fazem a travessia do Rio de Contas para a praia do Pontal por 5 reais. Cheguei do outro lado e só precisei me arrumar e iniciar a caminhada, que foi aproximadamente às 15h30. A praia do Pontal é pouco frequentada, e só tinha um grupo de umas 6 pessoas. Daí pra frente, como já esperava, só vi pessoas em frente a Piracanga. (travessia do Rio de Contas, Itacaré) Chegando em Piracanga, o rio me surpreendeu pelo nível. Tive que tirar a mochila e atravessar antes pra conferir o nível e caminho onde poderia atravessar "tranquilo". Depois de conferir, atravessei com água 5 dedos acima do umbigo, carregando a mochila na cabeça e 3 pessoas me assistindo do outro lado. Como eu queria essa cena registrada! Segui caminhando e parei pra descansar já com tudo escuro e aproximadamente 13 Km caminhados, onde abri a canga, deitei e fiquei deslumbrado com aquele céu inteiro numa praia deserta, tudo só pra mim, contando inúmeros satélites e estrelas cadentes e acabei dando uma cochilada. Acordei recarregado e continuei caminhando, até fechar os 19 Km desse primeiro dia. No meio do caminho, dei de cara com um cachorro, que só vi quando estava a uns 3 m de mim, já latindo e vindo em minha direção, era um risco que eu não tinha previsto, mas me saí bem, só acendi a lanterna na cara dele, fui pra beira do mar e virei de costas pra água garantindo que não viria nenhum outro cão surpresa junto com ele, enquanto o afastava com um pedaço de pau (um "cajado") que tinha em mãos. Ele entendeu que eu não era uma ameaça, continuou latindo, mas ficou parado, e fui andando com a lanterna ainda acesa, vendo aqueles olhos caninos brilhantes se distanciando na escuridão Parei em um ponto mais pra frente, armei meu acampamento e deitei pra dormir. Fui acordado em algum momento no meio da noite por dois cachorros latindo, que acredito que era o de mais cedo com um outro. Só precisei espantar eles batendo em um pedaço de pau e continuar dormindo. Total percorrido: 19,5 Km 2º DIA Acordei bem cedo com um nascer do Sol que não assistia havia muito tempo. Contemplei aquele momento por um instante, tirei algumas fotos e voltei a dormir, acordando de novo já perto das 8h. Comi, tomei um banho (de mar, obviamente), arrumei as coisas e segui caminhando. Com cerca de 2 Km, cheguei a Algodões, local onde a quantidade de habitações, pessoas e barracas já chama a atenção, e foi onde passando por um caminhante na praia, ouvi um comentário sobre uma das minhas tatuagens: três diafragmas de lentes fotográficas, o bastante para reunir e dar assunto entre eu, um fotógrafo das horas vagas e amante dessa arte e ele, um estudante de cinema, que me acompanhou por uns 4 Km enquanto conversávamos sobre a minha caminhada, sobre fotografia, cinema, filmes e temas afins. Foi meu primeiro contato e interação em 24 Km, e durante a conversa eu nem vi o tempo e caminho passarem. (meu xará, estudante de cinema, com quem troquei algumas ideias) Daí pra frente segui caminhando e comecei a ficar atento ao GPS, porque tinha marcado um waypoint na entrada com menor caminho para a lagoa do Cassange, onde já tinha planejado uma parada de descanso com banho doce e talvez almoço. A lagoa é bem bonita, bem rasa (andei mais de 50 m em direção ao meio e a água não chegou nem na cintura), com água quente e cheia de peixinhos que ficaram mordiscando enquanto eu estava de molho. Após o banho, dei uma olhada no cardápio da barraca que fica na beira da lagoa para saber a possibilidade de almoçar ali, e os preços eram bem altos, mas nada surpreendente para Barra Grande em alta estação. Fiz um lanche com o que tinha na mochila, fiquei um bom tempo descansando e segui a caminhada. (Lagoa do Cassange) Essa parada na lagoa durou quase 2h, deu pra descansar bastante e passar o horário de sol a pino, além de dar o tempo de a maré secar toda, melhorando a área de caminhada na areia. Andei até um pouco antes de Taipus de Fora, e abri a canga pra descansar de novo, onde dei mais uma daquela cochilada revigorante e gastei mais um bom tempo observando o visual e o movimento na praia enquanto pensava sobre seguir para dormir mais a frente ou parar por ali, já que já tinha percorrido um total de 40 Km nesse ponto. O Sol já estava se pondo, mesmo assim resolvi pegar a mochila e ir andando devagar, mas logo que fiz a curva de Taipus de Fora já parei e fiquei olhando de longe: eram muitas casas, muita gente, festa, barraca...não seria legal dormir por ali, se é que acharia um lugar tranquilo e onde pudesse dormir. Fiquei olhando por uns cinco minutos e vi um casal, aparentemente andarilhos também, me olhando de longe, com mochilas, sentados mais acima da areia e fui falar com eles: -Estão vindo de lá de Barra? -Sim, estamos indo pra Itacaré -Maravilha! Estou vindo de lá, saí ontem à tarde. -Olha aí, mais um colega de caminhada haha -Pois é haha sabem me dizer se seguindo a praia a partir daqui é sempre assim com muita casa, cheio de gente? Estou procurando um lugar pra dormir na rede e virei aqui já desanimando com tanto movimento. -Nãão, se você apertar o passo, depois daquela ponta ali vai ter umas barracas com cobertura de palha que ficam armadas para o pessoal ficar durante o dia, mas à noite é bem tranquilo, não fica ninguém e dá pra armar a rede e dormir bem lá. -Ótimo, vou seguir! … A ponta que ele indicou ficava a aproximadamente 1 Km, e obviamente eu fui em busca das barracas com cobertura de palha para dormir, afinal, eu estava bem cansado, mas 1 Km não é tanto assim e dormir bem seria importante. Andei, passei da ponta, andei, andei, andei, andei e depois de uns 4 Km sem ver nenhuma estrutura semelhante ao que ele descreveu, decidi que qualquer estrutura que aparecesse, eu pararia, quando logo depois vi, na praia da Bombaça, ao lado da entrada de um terreno com casarões, uma armação de bambu com um tecido branco e algumas palhas de coqueiro por cima, era ali. Montei a rede, deitei e depois de observar a movimentação de algumas pessoas da casa pela praia observando o céu, apaguei, mas acordei algumas vezes durante a noite com carros, quadriciclos e motos passando, além do frio que fez na madrugada. Foi uma noite bem difícil porque eu não tinha mais recursos para me proteger do frio e fiquei lutando com ele por um bom tempo. Total percorrido: 45 Km 3º DIA Apesar de algumas nuvens densas se aproximando pelo Norte, mais uma vez acordei com um nascer do Sol maravilhoso, mas dessa vez não dormi de novo. Fiquei observando a praia e algumas pessoas já passavam por ali quando levantei da rede pra arrumar minhas coisas e iniciar minha caminhada logo em seguida, já às 6h40. Com menos de 1 Km de caminhada, vi as estruturas que o cara me falou no dia anterior e percebi que tinha dormido no lugar "errado". Passei a Praia dos três coqueiros, farol, Ponta do Mutá e cheguei no “centro” de Barra Grande com uma hora de caminhada. Logo que cheguei, fui ver como faria para atravessar para a Barra do Serinhaém, e o pessoal das empresas que operam as lanchas não tem esse trecho nos serviços deles, então é um pouco complicado. Não é tão fácil como poderia ser, mas dei sorte depois. Depois de terem me cobrado 250 (duzentos e cinquenta!!!!) reais para atravessar, resolvi tomar logo um café da manhã na padaria e voltaria pra resolver isso e, obviamente, achar outra forma (e outro valor) para atravessar. Caminhei até o final do píer e fiquei lá “queixando” carona para cada barco que encostava pegando ou deixando passageiros, sem sucesso em todos eles, já que a travessia era meio contramão para o caminho usual que eles costumam fazer. Depois de tentar em alguns, comecei a conversar com alguns caras que estavam no píer comigo, todos trabalhando, ajudando a carregar, coordenando ou ligados de alguma outra forma às movimentações de embarcações que aconteciam ali. Falei brevemente sobre minha viagem e para onde estava indo e um deles colou comigo e ficou conversando, quando me falou -não sei se para confortar ou para desanimar- que SE eu conseguisse a travessia, poderia ser no fim da tarde, quando alguns trabalhadores residentes de Barra do Serinhaém voltavam de Barra Grande pra lá e eu, com essa informação, ao mesmo tempo que pensei no tanto de tempo que perderia esperando até o fim da tarde, me confortei sabendo que pelo menos de uma forma eu conseguiria atravessar. Não se passaram cinco minutos e esse mesmo cara gritou: -Ó lá quem vai te levar pra Barra! Eeei! - gritava e acenava para um casal numa lanchinha saindo da praia - leva esse amigo nosso aqui pra Barra! Eu, atrás dele, pulava, balançava os braços, acenava e assobiava alto para chamar atenção do casal e não passarem direto. O piloto prontamente mudou a rota, encostou no píer e eu só desci a escada e embarquei, feliz da vida e agradecendo mil para o brother que arranjou a carona pra mim. Seguimos e eles não me cobraram nada pela travessia (afinal, ele já estava indo pra lá). Parei, e segui procurando a casa de uma amiga com quem já tinha falado previamente e estava à minha espera. Nessa parada, tomei banho de chuveiro com xampu e sabão, fui servido com um prato de frutas muito farto e ainda almocei uma moqueca deliciosa hahaha, não sei se ela e a família tinham noção disso, mas a recepção, cada gesto e ato de generosidade foram extremamente significantes pra mim, e agradeço demais por aquilo, saí de lá revigorado, muito bem alimentado e com disposição para continuar firme na caminhada. Depois de almoçar, descansei por uma hora e comecei a reorganizar minha mochila, para sair perto das 15h40, quando comecei a caminhada saindo da Barra do Serinhaém em direção à praia de Pratigi. (início da praia de Pratigi) Pratigi é uma praia bem extensa, toda dominada por plantações de coco, e depois de andar por uma boa extensão, logo após o pôr do Sol resolvi que iria parar porque meu saldo estava bom (tinha andado 26 Km no segundo dia, então a meta desse dia era menor, não precisava me estender tanto) e meus pés já doíam, entretanto, acabei sendo obrigado a andar mais quando subi a faixa de areia indo pegar materiais para montar um abrigo e fui surpreendido por um enxame de mutucas me rodeando. Como estava ventando, continuei andando na esperança de elas perderem meu rastro e eu poder parar logo, mas eu parava de vez em quando checando e ainda via algumas voando ao meu redor, e nessa história, tive que andar mais 4 Km com os pés doendo e no escuro até finalmente parar e não ver mais nenhuma mutuca. Parei, catei materiais, montei o abrigo e finalmente pude deitar e dormir. Estava a 2 Km da vila de Pratigi e apesar de não ter movimento na praia, as luzes da vila eram bem fortes. Total percorrido: 75 Km 4º DIA (abrigo montado no primeiro e terceiro dia) Acordei umas 5h, e se não fosse o abrigo eu certamente sentiria frio, já que tive que me cobrir durante a noite. Levantei e percebi que tinha parado exatamente no local onde acontece o Universo Paralello quando reconheci a estrutura ainda resistente da cozinha comunitária (era uma estrutura de barro, por isso devem ter deixado por lá do jeito que estava). Estive no festival no ano anterior e tudo aqui estava irreconhecível sem movimento, música, luzes, pistas e estruturas montadas. Iniciei a caminhada planejando a parada na vila de Pratigi para poder trocar dinheiro caso precisasse pagar para a próxima travessia de barco. Parei lá e rodei em algumas barracas até conseguir trocar uma nota de 100: início da manhã de um domingo, não estava fácil trocar uma nota de valor alto, mas consegui e segui. 1 Km depois da vila tem um riozinho raso com travessia tranquila com a água pouco acima do joelho e 4 Km depois cheguei na Barra do Carvalho. Nesse ponto, tirei a mochila e acenei para alguns barcos que passavam para saber se iriam atravessar em direção a Cova da Onça ou Ponta de Castelhanos, e nada. (Barra do Carvalho) Sentei e fiquei esperando por cerca de uma hora até decidir ir para a parte de dentro da ponta de areia que se formava ali e na mesma hora que levantei e comecei a andar, surgiu um pessoal vindo andando no sentido oposto. Fui andando, dei de frente com o grupo e perguntei como tinham chegado ali, quando me responderam e apontaram os barcos parados, meus olhos quase brilharam de felicidade. Fui direto ao barqueiro perguntar se faria a travessia para Cova da Onça e o mesmo prontamente me negou com a cabeça. Fui atrás do dono do outro barco, que estava com a família já preparando um churrasco naquela prainha enquanto comiam alguns petiscos e tiravam cervejas geladas dos isopores que tinham levado, e me disse que era uma travessia pouco feita, difícil e depois de pensar e enrolar um pouco, me cobrou 50 reais, ao mesmo tempo que me perguntou se queria comer alguma coisa, “que ficasse à vontade”. Ainda era cedo, neguei. Depois de pagar 5 reais para atravessar o Rio de Contas, 50 reais me soava um preço altíssimo e eu tive que negar, resolvi esperar por mais tempo. Sentei já com pouca esperança e imaginando ter que dar os 50 reais mais tarde mas, passado mais um tempo, chegaram mais dois barcos dos quais tive uma negação e uma oferta de travessia por 20 reais: o preço já tinha melhorado! Ainda assim, resolvi esperar mais um pouco e uma pessoa que estava com o barqueiro que me cobrou 20 reais chegou perto de mim e começou a conversar, perguntando sobre a viagem, o que eu estava fazendo, etc., perguntas que àquela altura eu já estava acostumado, e me ofereceu um prato de almoço, que pelo tempo que já tinha passado, eu não pude negar. Mais um tempo de espera, já olhando pro horizonte pensando em qualquer coisa, esquecendo por um instante que eu estava à espera de uma travessia, ouço uns gritos. Era o segundo barqueiro, chamando atenção de um barco que passava e me chamando pra ir até lá. O barco, no qual embarquei prontamente, era de um primo dele que estava de passagem indo para Cova da Onça só com o filho pequeno a bordo. As 2 horas e 40 minutos de espera compensaram o custo nulo da travessia e, durante o caminho, que durou uns 20 minutos, conversei bastante com o dono do barco, que me explicou - e mostrou, enquanto “zigzagueava” - o motivo de aquela ser uma travessia tão evitada: a batimetria ali é muito ruim para navegação porque além de ser raso, tem muitas rochas, bancos de areia e recifes e nem todo mundo conhece bem o local mas ele, com muito conhecimento do local e, claro, aproveitando a maré cheia, passava com maestria pelos locais que indicava perigo e eu, enquanto conversava com ele, ia debruçado na lateral vendo nitidamente o fundo passando bem raso. Chegando em Cova da Onça, ele me explicou por onde eu pegaria o caminho até Ponta de Castelhanos, meu próximo destino. Pedi água numa casa com duas senhoras na frente, que encheram minha garrafa de 1,5 L sem problema e segui ansioso por esse próximo trecho, afinal, eu já estava bem próximo do fim. A caminhada de Cova da Onça até Ponta de Castelhanos foi, sem dúvida alguma, onde mais suei e cansei. Por ser uma estrada de areia fofa que passa por trás do mangue, acaba sendo uma área protegida de vento, pior ainda considerando o Sol escaldante do início da tarde na areia fofa. Depois de pouco mais de uma hora de caminhada, cheguei à praia de Castelhanos, um dos paraísos na Terra. Não queria perder muito tempo e fui logo ver como era a travessia para pegar a trilha do mangue e chegar em Moreré. Depois de conversar com dois canoeiros, me disseram que existia a travessia de barco direto para Moreré, por 40 reais, e a travessia para o início da trilha do mangue, por 10 reais, que era a que eu estava procurando. Sentei um pouco enquanto conversávamos e depois subi na canoa para atravessar, enquanto um deles me levava dando orientações sobre a trilha. A travessia do rio dura 5 minutos, e a trilha, que é dentro do mangue fechado, iniciou com água acima do tornozelo e, para o meu alívio, o fundo era de areia sem afundar o pé, ao invés de lama que afunda até o joelho, como é comum em manguezais, o que seria bem ruim de lidar com uma mochila pesada nas costas. A trilha é linda, e segui sozinho por ela, passando por mangue, apicum, coqueiros e até uma pequena plantação de cana, até chegar na praia de Bainema, e depois, finalmente, na vila de Moreré. (Praia de Bainema, pouco antes de chegar em Moreré) Total percorrido: 100 Km OBSERVAÇÕES: -Acabei usando a rede só em uma noite, dormindo nos abrigos que montei na areia nas outras duas noites, então acredito que poderia abrir mão da rede (peso e volume) e dormir no abrigo todas as noites. -Um ponto importante que ainda preciso melhorar é a alimentação. De forma alguma passei fome ou me alimentei muito mal, mas investir em comida liofilizada é uma prioridade urgente para reduzir o peso e volume da mochila. -O GPS foi uma das melhores aquisições que fiz e realmente faz muita diferença, me possibilitando acompanhar meu rendimento com dados de quilometragem percorrida e velocidade média, além de poder marcar pontos de interesse como entradas de lagoas, possíveis pontos para acampamento, pontos de apoio, etc., e, claro, gravar o tracklog para compartilhar com quem tenha interesse em realizar o mesmo percurso. TRACKLOG NO WIKILOC: https://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?pic=hiking-trails&slug=travessia-itacare-morere&id=31923513&rd=en EQUIPAMENTOS USADOS: -Curtlo Highlander 35+5L -Camelbak Chute 750ml -Garmin eTrex 30x
  5. Giovanni M. Machado

    Dicas Litoral Uruguaio Por Favor

    Então gurizada, estou planejando uma viagem junto a alguns amigos meus, pretendemos nos separarmos entre ônibus e carro entre destinos entre Punta Del Diablo, Cabo Polonio, La Paloma por volta do inicio de janeiro. Gostaria, se possivel, que a galera mais experiente com os locais compartilhasse algumas dicas sobre hospedagens, lugares, comida, sobrevivência(kkk). E qualquer pessoa com duvidas também pode colocar aqui, pois as informações podem ser compartilhadas! Muito obrigado! Gurizada que vai estar por lá nessa epoca manda um salve.
  6. E ae galera! Recentemente cheguei de uma viagem de bicicleta pela Asia, foram mais de 10,000 km em 1 ano e meio. Este relato é referente a primeira parte da viagem que foi no sudeste asiático. Quem quiser pode ver mais fotos no meu Instagram: @ivangousseff Tailândia: A viagem começou em Bangkok, logo que cheguei fui atras de uma bicicleta, pois nao tinha uma e então preferi comprar lá, por aproximadamente U$ 100 comprei uma bike usada. Em Bangkok há muitas lojas Decathlon então pude comprar os acessórios ainda mais barato que no Brasil. Meu gasto total foi de U$ 135. Comecei a pedalar em direção ao sul da Tailândia, meu objetivo era chegar até Phuket. Logo no primeiro dia tive um pneu furado, parei em um posto de gasolina e ninguém falava inglês, nesse dia vi pela primeira vez como o povo tailandês é gentil, muitas pessoas tentaram me ajudar e como nao foi possivel consertar o pneu no mesmo dia, acampei no posto e no dia seguinte um funcionário veio de caminhonete para me lever até uma bicicletraria, tudo isso sem falar uma palavra em inglês e sem esperar nada em troca. Acampando no posto de gasolina A partir do segundo dia não houve mais problemas, pedalar na Tailãndia é muito tranquilo, as estradas são boas e tem muitos postos com restaurantes e lojas de conveniência no caminho, existem também umas maquinas para comprar água mineral, 1 litro custa entre 5 e 10 Baths, ou seja, menos de R$ 0,10. Na segunda noite na estrada dormi pela primeira vez em um templo budista, os monges saão muito recipitivos, além de autorizar a dormir muitas vezes me davam frutas e comida. Logo cheguei nas praias do sul do país, pedalava entre 80 e 100 km por dia, a única parada de mais de um dia foi na praia de TapSakhae, enquanto estava parado na frente de um lago comendo umas bananas, um senhor passou de moto e ao me ver me convidou pra passar uns dias em seu hostel de graça, para retribuir eu ajudava sua mãe na cozinha e com serviços de limpeza. No único dia que não achei um templo para dormir, parei em um posto da polícia e me deixaram acampar lá. Depois de 16 dias cheguei em Phuket, consegui um couchsurfing na casa de um casal, um espanhol e uma francesa que vieram de carro desde a Espanha até a Tailândia https://perromochilero.com/ Passei uns 10 dias entre Phuket e as Ilhas Ko Phi Phi aonde comemorei meu 34º aniversário CouchSurfing em Phuket Depois de Phuket voltei pra Bangkok pelo mesmo caminho, levei 15 dias para chegar, ainda em Phuket fiz a grande aquisição da viagem, um fogareiro a gás, a partir daí ficou muito mais facil comer bem e barato, principalmente para mim que não como carne Parada pro almoço Carona em dia de chuva!!!! Chegando em Bangkok descansei por 3 dias no Hostel OverStay, sem dúvida a opção mais barata e mais roots da cidade, recomendo! Agora vou começar a pedalar em direção ao norte do país, o caminho também foi super tranquilo, consegui alguns couchsurfings no caminho, chegando em Chiang Mai fiquei 2 semanas e mais 10 dias em um monastério praticando meditação Vipassana, depois fui ao extremo norte próximo a fronteira com Laos e Myanmar, ao final dos 3 meses de visto cruzei a fronteira para o Laos. Monastério Budista Fronteira Tailândia e Laos.
  7. Review em vídeo na íntegra e como usar todas funções: Motivação Ganhei de um dos meus melhores amigos, afinal somos apaixonados pelo campismo e bushcraft e foi um excelente presente de uma das marcas que são conhecidas por criarem produtos "eternos" de qualidade. O modelo Spartan Red é o modelo de canivete mais famoso e vendido do mundo. Criado em 1884 passou a ser utilizado pelo exército suíço em meados de 1891. Costumo brincar que eles eram tão confiantes quanto a uma possível vitória em futuras guerras, que no canivete já vêm um saca rolhas e abridor de garrafas para comemorar com vinho e cerveja. Preço Preço na Internet: R$120,00. Pontos Positivos Qualidade impecável dos materiais, transcende o tempo e o espaço. Produto quase que bicentenário. Facas super afiadas, puro inox. Modelo de várias cores disponíveis, mas venhamos e convenhamos o vermelho é a marca registrada né? Possui 12 funções: Corta com dois tamanhos de lâminas, saca rolhas, abridor de garrafas, abridor de latas, chave de parafusos grandes, chave de parafusos pequenos, pinça, palito de dentes, desencapador de fios, costura. Bastante leve e com um bom tamanho para guardarmos no bolso ou pendurar na calça com algum chaveiro. Pontos Negativos Nenhum. Resumo da Obra Já tive canivetes suíços paralelos que custaram bem menos da metade do preço destes da Victorinox e cravo com todas as palavras, não compensa. Muito mais um deste, que é de entrada da marca mas possui funções essenciais para ajudar você no dia a dia quando não tiver nenhuma ferramenta apropriada perto. É resistente e com material de boa qualidade. Siga-nos no WordPress – https://rezenhando.wordpress.com/ Siga-nos no Twitter – https://twitter.com/Birovisky Siga-nos no Instagram – https://instagram.com/Birovisky Curta no Facebook – https://www.facebook.com/rezenhandoaculturapopaz/ Inscreva-se no Youtube – https://www.youtube.com/channel/UCCfmjZm3KuEE-XsNhfBnqvQ
  8. Estou começando a acampar, a barraca seria para acomodar duas pessoas, pensei nessa de 3 lugares em questao do conforto para caber o colchão e ainda sobrar um espaço interno! Em relaçao ao peso da barraca para mim não é importante uma vez que geralmente nao irei fazer trilhas com ela, minha unica preocupação é em relação a chuva e vento Alguém tem alguma dica de alguma barraca semelhante, o valor desta esta 449, que aguente chuva e vento ou alguma experiência com barracas da quechua? Pelo que vi essa barraca é bem escura, em relação a ventilação pelo q li ela é boa https://www.decathlon.com.br/barraca-de-trilha-arpenaz-3-xl-fresh-black-3-pessoas-quechua/p
  9. Alguém planejando uma viagem de bicicleta de Buenos Aires para o Chile querendo parceria (Durante o mês de Novembro)? De preferência para dormir acampando ou em hostels, mas de preferência em barraca de camping.
  10. Confira vídeo na íntegra: Motivação No caso foi o modelo indicado para 5 ou 6 pessoas. Ou seja, se você tem uma família (3 a 4 pessoas) e quer ter noites tranquilas e confortáveis de sono, essa é a barraca. Minha teoria é, se for comprar uma barraca, numere a quantidade de pessoas que vão dormir nela e sempre some uma ou duas pessoas a mais (incluindo você). Suas noites de acampadas agradecem. Preço R$600,00 fora o frete na Internet. Pontos Negativos A vareta que fixa o sobreteto pode causar confusão e dificuldade na finalização da montagem. Espeques muito fracas, passei por uma experiência no qual entortaram com uma ventania e chuva, mesmo bem fixadas, ocasionando o desprendimento das mesmas. Aconselho comprar outras de aço galvanizado mais resistentes a climas hostis. A sacola onde guardamos a barraca, espeques e varetas deveria ter alguma alça um pouco mais resistente, afinal estamos carregando quase 7 QUILOS! Da forma atual, é mais seguro carregar a sacola no colo. Pontos Positivos O principal, capacidade de 2500mm de coluna d’água. Outro fator a ser sempre verificado. O barato sai caro, barracas com menos de 1000mm devem ser sempre ignoradas, não frustre suas acampadas transformando sua barraca em uma banheira com apenas um chuvisco. Assim como os escoteiros, esteja sempre alerta, tanto para dias de sol como para chuvas, neste caso, se bem montada, pode ficar tranquilo! O acabamento e o tamanho são os atrativos, além de ser muto bonita, possui um espaço inenarrável. Eu com meus 1,80m fico de pé dentro dela, ou seja a Cherokee GT tem aproximadamente 1,85m de altura por 3,00m de largura e comprimento, uma barraca colossal. Suas varetas são de fibra de vidro com um diamêtro acima do padrão, muito resistentes. Possui dois organizadores de objetos internos, um prendedor de lanterna central no teto e o tecido da barraca não possui costuras, excelente, assim evita com as chuvas que as costuras vazem água para dentro da barraca. O habitáculo é completamente respirável, com o sobreteto montado não dá aquela sensação de claustrofobia. A porta principal de entrada possui um mosqueteiro também, ou seja, em noites ou dias quentes você deixa a porta da barraca aberta apenas com o mosqueteiro fechado! Resumo da Obra Pelo valor pago o custo benefício é perfeito. Eu recomendo. Uma marca já consolidada no setor, um produto de qualidade por um preço condizente com nossa realidade.
  11. Birovisky

    Barraca Nautika Cherokee-GT é boa?

    Para mais detalhes técnicos e fotos acessem: https://youtu.be/TjBYTc0ifUs Confiram neste vídeo um review completo da Barraca Nautika NTK Cherokee GT 5/6 e também o passo a passo tutorial de montagem. Muito mais fácil do que você imagina! Para quem já possui uma família com no mínimo 3 integrantes (pai, mãe e filho(a)) vai aqui uma excelente dica de barraca para comprar. A marca Nautika dispensa comentários, impregnou-se (no bom sentido) em nosso país sempre pioneira na arte do campismo e com bons preços. Não sou um expert no campismo, mas para o básico quando vêem até mim querer saber um bom modelo sempre me limito a indicar dois pré requisitos: Que a barraca tenha 1000 mm de coluna d'água e que o sobre teto alcance no MÍNIMO meia altura da barraca, e é o caso deste modelo que minha amiga comprou para 6 pessoas (Cabe ela, mãe, pai e irmão pequeno com espaço de sobra). Confiram meu Blog, chamado reZenhando, falo sobre bastante coisa referente ao campismo no link: https://rezenhando.wordpress.com/category/camping/
  12. Confiram mais imagens e na íntegra em: https://rezenhando.wordpress.com/2018/03/19/camping-motos-e-rock-nroll-no-11o-aniversario-dos-tigres-guerreiros/ Confiram mais imagens e na íntegra em: https://rezenhando.wordpress.com/2018/03/19/camping-motos-e-rock-nroll-no-11o-aniversario-dos-tigres-guerreiros/ O título já dá a deixa, e sim, é a combinação perfeita ainda mais que o evento foi justo na cidade onde moro, Matão interior de São Paulo. Foi para celebrar o aniversário do Moto Clube Tigres Guerreiros que também são da cidade e sempre executam boas ações por aqui, respeito e confraternidade entre os demais motos clubes espalhados pelo Brasil. Confiram este breve e singelo relato, no qual fomos em dois casais e muito bem recepcionados por todos, mesmo não fazendo parte de nenhum (por enquanto ksksksks) regado a bastante cerveja, comida boa, amigos e agitados shows. Praticamente um Woodstock matonense… Siga-nos no WordPress – https://rezenhando.wordpress.com/Siga-nos no Twitter – https://twitter.com/BiroviskySiga-nos no Instagram – https://instagram.com/BiroviskyCurta no Facebook – https://www.facebook.com/rezenhandoaculturapopaz/Inscreva-se no Youtube – https://www.youtube.com/channel/UCCfmjZm3KuEE-XsNhfBnqvQ
  13. São Thomé das Letras/MG – Feriadão de set/2017 São Thomé das Letras fica em Minas Gerais, a cerca de 340km do Rio de Janeiro. Fomos num grupo de três pessoas, de carro, seguindo o Waze/GPS. Saímos depois das 23h de quarta, no dia 6/9, e chegamos lá quando estava quase amanhecendo, fazendo menos de 1h de parada no trajeto. Tiveram dois pedágios de um pouco mais de R$14 no caminho. Na cidade tem várias opções de camping e pousadas. Fiquei no Camping do Cid e recomendo. Banheiro sempre limpo, com água quente, geladeira e fogão, bem localizado (dá para ir a pé para o Centro), Wi-Fi, próximo a um supermercado grande. Não tem estacionamento, mas foi tranquilo estacionar na rua. Ficou R$100 por pessoa (4 pernoites). São Thomé é considerado um lugar místico, há várias construções a base de pedras (até o ponto do ônibus), uma praça com a vida noturna agitada (pelo menos no feriado estava), muitas lojas de artesanato e até shows. O clima realmente é agradável na cidade. De carro, você anda bem devagar por causa das estradas de pedras. QUINTA Na quinta saímos umas 10h do camping para conhecer a região, que tem várias grutas, cachoeiras e trilhas (é melhor sair mais cedo, saímos esse horário porque tivemos que dormir um pouco). Fomos primeiro à Praça da Igreja da Matriz, que fica no Centro de São Thomé, onde está a maioria dos restaurantes, bares e lojas, tem um supermercado também. É onde o povo se encontra a noite para beber, comer, cantar, tocar, comprar artesanatos... Mas de manhã poucos estabelecimentos abrem, vários guias ficam próximo a igreja ofertando passeios. Procuramos pelo Receptivo turístico (se não me engano fica subindo a rua do Caverna Pub, virando depois na segunda à esquerda), pedimos um mapa lá e foi bem útil, porque informava a distância, dava uma noção da localização, indicava se a atração era paga, se era necessário guia, etc. Decidimos pegar uma das estradas para cachoeiras e começar da mais longe para a mais próxima do Centro, então pegamos a direção da Cachoeira de Antares, que fica na estrada que vai para a cidade de Conceição do Rio Verde. Fomos seguindo novamente o GPS, o caminho é em direção à rua do portal de entrada da cidade, subindo direto passa por um posto de gasolina e logo mais acima tem placas com indicações das cachoeiras. Com o GPS você acha a maioria dos lugares, alguns são sinalizados ao longo do trajeto, outros são super mal sinalizados. Caso não tenha acesso a GPS é interessante procurar um guia, há pacotes de passeios que visitam vários lugares com van, passeios para grutas com fornecimento de equipamento, etc. Os preços não são absurdos, mas resolvemos ir com a cara e a coragem e foi legal, nem tudo foi como o esperado, mas faz parte . A Cachoeira de Antares fica a 16km de São Thomé, a maior parte do trajeto é por estrada de terra, tem uma queda de mais de 10 metros, que tava com pouco volume de água, mas dava um poço ótimo. Porém, a água é con-ge-lan-te! O acesso é por uma trilha rápida, praticamente só uma descida, que inicia próximo ao Restaurante Antares, que é bem simples. Leve sempre um saco para lixo porque em alguns lugares não tem coleta regular e eles pedem para retornarmos para o Centro com o que levarmos. Em seguida retornamos pela estrada que estávamos e paramos na entrada, que tem um barzinho/portaria, para as Cachoeiras Véu da Noiva (trilha à direita) e Paraíso (trilha à esquerda). Fomos primeiro ao Véu da Noiva, que é de fácil acesso e tem cerca de 20m de altura. É uma cachoeira linda, onde a água percorre as pedras, fazendo várias quedas e formando uma piscina natural. Tem bastante sombra. É cercada por árvores lindas. Seguimos então para a Paraíso, que achei ainda mais linda. Tem uma areia como se fosse uma prainha e uma pequena queda, mas bem forte, formando um poço fundo. O acesso é bem fácil também. No meio da tarde já estávamos indo para última cachoeira que visitamos, a do Flávio, a 6km do Centro, acho que por isso estava bem mais cheia que as outras. Na parte de cima da queda tem uma piscininha natural. Para descer, há uma trilha pequena fácil, através de degraus. Tem um poço raso e as quedas servem como duchas naturais. Passamos ainda em frente a entrada da Cachoeira Eubiose, mas como queríamos ver o pôr do sol não entramos. Quem tiver tempo pode acrescentar ela no roteiro. Paga-se uma taxa de R$5 para entrar. Parece ficar bem cheia também, pois é ainda mais próxima do Centro. Passamos no camping e seguimos depois para a pirâmide para o famoso pôr do sol da cidade. Realmente parece que todos os visitantes se reúnem lá e no Cruzeiro (fica no mesmo lugar praticamente). Apesar de ficar lotado, o clima é bem agradável, havia pessoas tocando violão e cantando, além de ambulantes vendendo bebidas. É possível levar seu cooler/isopor, pois o caminho não é difícil nem longo. Quem quer assistir ao espetáculo do topo da pirâmide tem que chegar cedo, mas há bastante espaço para sentar no entorno. É bom levar um casaco, pois quando o sol se esconde a cidade fica um gelo!!! A noite demos uma volta no Centro, mas acabamos ficando mais no camping mesmo. Fomos apresentados à Cachaça do Gnomo por um colega que conhecemos lá, é docinha, uma delícia, famosa por lá! SEXTA Na sexta-feira pegamos o sentido da cidade de Três Corações e começamos visitando as cachoeiras mais próximas. Fomos primeiro a Cachoeira de São Thomé, que estava vazia, mas é bem bonita. Depois seguimos e chegamos na Cachoeira Vale das Borboletas, a 4km da cidade, e lá já estava bem cheio. Tem duas quedas que ficam como chuveirões e formam uma piscina natural, e uma pequena gruta onde é comum a prática de empilhar pedras para brincar e meditar. Decidimos ir para Cachoeira de Shangri-lá, que seria a mais longe que iríamos nesse dia, a 9km da cidade. Lindíssima e com vários poços para banho, a água estava menos gelada que nos outros lugares também. Amei. Que energia! Em seguida, passamos na Cachoeira da Gruta, mas estava com pouquíssima água, nem ficamos por lá. Alguns moradores nos disseram que a região estava seca mesmo. Depois fomos à famosa Ladeira do Amendoim, onde o carro desce pra cima.rs Isso mesmo! Devido a ilusão de ótica, você desliga o carro, coloca em ponto morto e ele sobe a ladeira. Incrível. Com GPS chegamos lá com facilidade. É uma ladeira com chão de terra, a menos de 2km do Centro. Fomos assistir ao pôr do sol dessa vez na Pedra da Bruxa, mas nem conseguimos chegar por causa do horário e paramos numa pedra do trajeto mesmo e foi ótimo. Assim que o sol se pôs, demos uma volta no Centro e retornamos ao camping. SÁBADO Sábado curtimos um pouco a vista do camping de manhã, é linda e dá para ver muitos pássaros. Depois seguimos o GPS até a Gruta da Bruxa e foi a única vez que isso não deu muito certo. Fomos parar num terreno sem muita vegetação, pedimos informações e nos indicaram um caminho estranho, parecia uma pedreira abandonada. Andamos pra caramba, atravessamos uma mata e saímos no lugar que teríamos que ter chegado de carro. Cruzamos com um guia e um casal que tava vindo da gruta e disseram que é incrível, a mais bonita da região, mas que não é recomendado ir sem guia. Teimosos como somos, decidimos encarar. Pegamos uma trilha louca, descemos por uma cachoeira no meio das pedras e da mata e chegamos na gruta. Olhamos pelo buraco estreito e escuro e vimos trocentos morcegos e voltamos (depois descobrimos que achamos a saída do passeio que é feito na gruta). Mas o lugar era bonito! E também valeu a aventura, mas estávamos doidos por uma cachoeira nessa altura do campeonato. Passamos depois pelo Centro de Sobradinho, onde tem uma igrejinha, paramos numa lanchonete e depois seguimos para a Cachoeira e as piscinas do Sobradinho. Nesse local já há uma infraestrutura melhor, com restaurante e banheiros. É um lugar lindo. Com diversas piscinas e poços maravilhosos, mas bem gelados. Adorei! Depois fomos ao Poço das Esmeraldas, que é belíssimo. Também vale muito a pena. E depois seguimos para a Cachoeira da Lua, que estava bem movimentada, com uma galera sentada em cangas no gramadinho. Tem um camping e um bar em frente. Pareceu bem legal. A cachoeira faz um poção fundo que o pessoal até pula da parte de cima da queda. Voltando para o Centro, demos uma parada na cachaçaria que tem em frente a Cachoeira Eubiose, tem degustação e muita variedade, além do preço mais em conta. Em seguida, fomos até o mirante da cidade, que fica em um dos lugares mais altos do Parque Antônio Rosa, que dá a vista mais completa de São Thomé, inclusive o Cruzeiro e a Pirâmide. Vale a pena ir lá no final da tarde e ficar para o pôr do sol. Lindo! O trajeto não é difícil e é rápido. Fomos de carro até a subida da trilha que leva ao mirante. Depois do pôr do sol voltamos ao camping para tomar banho e ir depois fomos ao Centro visitar as lojas de artesanato e beber. Que cidadezinha maravilhosa! E a cachaça... aiai. Comemos no Thomé Café, que fica próximo a igreja do Centro. Tem hambúrgueres maravilhosos, que recomendo muito. Na manhã seguinte voltamos para casa. Mais relatos no Instagram @viajagora e na minha página do facebook: Sobre Lugares e Destinos (@sobrelugaresedestinos)
  14. Birovisky

    Camping Caminho Caipira em Borborema

    Confiram mais imagens e na íntegra em: https://rezenhando.wordpress.com/2017/10/19/camping-caminho-caipira-em-borborema/ “Escolha a vida. Escolha o Facebook, o Twitter, o Instagram e espere que alguém em algum lugar se importe. Escolha olhar para os velhos tempos, querendo ter feito tudo diferente e escolha ver a história se repetir. Escolha seu futuro. Escolha programas de reality show, humilhar mulheres, usar pornô como vingança, escolha um contrato de trabalho sem mínimo de horas, uma ida de duas horas para chegar ao trabalho. E escolha o mesmo para seus filhos, só que pior, e alivie a dor com uma dose desconhecida de uma droga desconhecida feita na cozinha de alguém e então… Respire fundo. Você é um viciado, por isso se vicie. Vicie-se em outra coisa. Escolha o que você ama. Escolha seu futuro. Escolha a vida”. Espero que o post influencie vocês a irem e depois comentem o que acharam do lugar. Seu comentário sempre é muito importante, é o que dá alma ao Blog. Siga-nos no WordPress – https://rezenhando.wordpress.com/ Siga-nos no Twitter – https://twitter.com/Birovisky Curta no Facebook – https://www.facebook.com/rezenhandoaculturapopaz/ Inscreva-se no Youtube – https://www.youtube.com/channel/UCCfmjZm3KuEE-XsNhfBnqvQ
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