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  1. Eu estou fazendo uma pesquisa sobre os países mais desconhecidos por nós brasileiros, e como não vi nada aqui sobre a República Centro-Africana no site do Mochileiros, resolvi postar essa matéria para que entendam qual é a situação atual do país e porque ele não é visitado por turistas. Conheça a realidade desse país, que está entre os 10 países mais pobres do mundo. E já fica de aviso, você ficará chocado. Primeiramente, vamos nos localizar: A República Centro-Africana é um país localizado no centro da África, limitado a norte pelo Chade, a nordeste pelo Sudão, a leste pelo Sudão do Sul, a sul pela República Democrática do Congo e pela República do Congo, e a oeste pelos Camarões. A capital do país é a cidade de Bangui e o país possui pouco mais de 5 milhões de habitantes. O que hoje é a República Centro-Africana já foi habitada há milênios. No entanto, as fronteiras atuais do país foram estabelecidas pela França, que governou o país como uma colônia a partir do final do século XIX. Depois de conquistar a independência da França em 1960, a República Centro-Africana foi governada por uma série de líderes autocráticos. Na década de 1990, as chamadas para a democracia culminaram nas primeiras eleições democráticas multipartidárias em 1993, quando Ange-Félix Patassé se tornou presidente. Em 2003, através de um golpe de Estado, o general François Bozizé destituiu Patassé e assumiu o poder. A guerra civil no país iniciou-se em 2004 e, apesar de um tratado de paz em 2007 e outro em 2011, eclodiram combates entre o governo, muçulmano, e facções cristãs em dezembro de 2012, levando a uma limpeza étnica e religiosa e deslocamentos populacionais massivos em 2013 e 2014. Fonte Pesquisada: https://pt.wikipedia.org/wiki/República_Centro-Africana E infelizmente esses problemas ainda continuam, confira agora um documentário do Programa Toda a Verdade sobre esse país devastado e dividido: ********************************************************************************* ANTES DE ASSISTIR, CONFIRA PRIMEIRO SE A QUALIDADE DO VÍDEO ESTÁ NO MÁXIMO. ********************************************************************************* E pra fechar essa matéria, fique com mais algumas imagens da capital do país: Bangui. Isso é tudo! Boa sorte!
  2. Já pensou em fazer trabalho voluntário na África? A Dani fez, e eu chamei ela pra bater um papo sobre isso. Confira! (Foto disponibilizada pela Dani) Essa é a visão de uma pessoa que passou 3 meses fazendo trabalho voluntário na África, em Moçambique. Um país onde as pessoas vivem com o salário de 60 dólares, pouca infra-estrutura, educação e saúde. Com 20 anos, a Dani foi para o país fazer um trabalho educacional, dando palestras de conscientização sobre problemas sérios que afetam a população de Moçambique, como HIV e violência doméstica. Além disso, também ajudou no desenvolvimento das comunidades de maneiras mais práticas, ensinando o povo a cuidar da terra e cultivar o próprio alimento. Trabalhando no cultivo de alimentos (Foto disponibilizada pela Dani) Entre todas as experiências, Dani teve seu computador furtado, foi assaltada e contraiu malária, a doença que mais mata no país. Tive a oportunidade de bater um papo com a Dani, que falou como foi essa experiência, como vivem as pessoas em Moçambique e como isso mudou a sua perspectiva sobre o mundo. Elefante selvagem (Foto disponibilizada pela Dani) A série 10 Minutos no Sofá Com objetivo de transmitir a essência de sair da zona de conforto, quebrar preconceitos e conhecer novas culturas, surgiu a série 10 Minutos no Sofá. Uma série onde eu chamo uma galera pra bater um papo, pessoas que fizeram viagens transformadoras. Experiências que influenciaram o seu jeito de viver e seus valores. Deixe-se levar pela conversa e inspire-se a Tirar a Bunda do Sofá. 10 Minutos no Sofá com Dani Começamos a série com uma viagem fora do padrão, que vai fazer até você leitor, repensar sobre como vivemos atualmente. Assista ao episódio completo abaixo: Ou se preferir, ouça apenas o áudio através do link abaixo. Você pode inclusive receber o arquivo por email: Trabalho social em Moçambique – Uma experiência para mudar a sua vida Trabalho voluntário na África Confira abaixo os pontos principais desse bate papo incrível com a Dani. Você foi pra Moçambique né? Quando foi isso? Dani: Sim Moçambique. Eu fui em 2013, eu tinha 20 anos na época, tava fazendo faculdade e não tava curtindo. A faculdade entrou em greve e eu resolvi fazer um intercâmbio. Dani com seus colegas intercambistas (Foto disponibilizada pela Dani) Qual foi a reação dos seus pais quando você contou sobre o intercâmbio? Dani: Minha mãe ficou meio desesperada. “Pra que ir tão longe? Por que na África? Não é perigoso?”. E meu pai já foi bem mais tranquilo, disse que se tivesse a mesma idade faria o mesmo. E por que Moçambique? Dani: Justamente porque eu não via motivo em fazer trabalho voluntário em um país desenvolvido e que não falasse português. Um pessoa de baixa renda não vai falar inglês, e ai eu não conseguiria ajudar muito. Safari (Foto disponibilizada pela Dani) O que você fazia lá? Dani: Na verdade eu fui para ajudar numa ONG que faz visitas à comunidades, fazendo um trabalho de conscientização sobre HIV, violência doméstica e outros problemas comuns do país. Trabalho de conscientização (Foto disponibilizada pela Dani) Mas como esse trabalho não era feito todos os dias eu me juntei a outras ONG’s e grupos. Ensinei o povo a cultivar o próprio alimento, fiz visitas à hospitais e acompanhei aulas de danças. E como era a sua hospedagem? Dani: Então, eu fui pega de surpresa, fiquei em um prédio de 12 andares e eu estava no último. Tinha água corrente durante todo o dia apenas em uma torneira do primeiro andar, nos outros era só das 7 as 9 da manhã. Fogão (Foto disponibilizada pela Dani) A gente acordava e levava galões de água pra cima, e o elevador não funcionava. Eu tomava banho de caneca, lavava louça com água de garrafa e dava a descarga com balde. (Foto disponibilizada pela Dani) Teve alguma experiência ruim? Dani: Teve uma situação de assalto, mas foi vacilo nosso, a gente saiu de madrugada em um bairro perigoso. Aconteceria em qualquer lugar do mundo. Tive também meu notebook furtado, mas também foi vacilo. Eu emprestei pra um colega e saí, e ele deixou o notebook dando bobeira e cima da cama. Além desses dois eu ainda tive malária, que é a doença que mais mata no país. Quando fui fazer o exame o enfermeiro quis usar uma agulha usada em mim, e ali bateu o desespero. Conheci muitas pessoas que pegaram AIDS assim. Quais foram as coisas que mais marcaram a sua viagem? Dani: O choque de realidade. Por mais que você saiba como é, entre saber e vivenciar aquela realidade existe uma grande diferença. Ver a realidade e saber como eles encaram isso. Como eu vou falar que a maneira correta de fazer determinada coisa é assim, sendo que a realidade deles é completamente diferente. (Foto disponibilizada pela Dani) Não tem como apontar o dedo e querer julgar, eles fazem o melhor com o que eles tem. Eles não tem estrutura, não tiveram instrução nem capacitação. Olhar de fora é muito fácil. E aprender de fato a viver uma outra cultura. Nós fazíamos aulas de dança no telhado de um lugar, e agora imagina você aprender uma dança de gana com uma música local. Isso é muito legal! (Foto disponibilizada pela Dani) Esse foi o primeiro episódio da série 10 Minutos no Sofá, uma experiência fantástica que transformou a vida da Dani e serve de exemplo para quebrar preconceitos e abrir nossos olhos para a sociedade em que vivemos. A série terá mais episódios, sempre com o mesmo objetivo, mostrar o quão benéfico e transformador pode ser fazer uma viagem de imersão cultural.
  3. Confira destinos incríveis na Garden Route na África do Sul (além da Cidade do Cabo): The Crags, Franschhoek, Storms River e Oudtshoorn. Tudo que você precisa saber sobre esses lugares como atrações, acomodação, onde comer, como chegar lá, etc….imperdível se você está explorando a costa da África do Sul! A África do Sul é um país conhecido por sua beleza, paisagens, animais, safári…e pela Cidade do Cabo. Mas aqui que está o detalhe. É também um país cheio de recantos escondidos, vilarejos que pareciam parados no tempo e outras inacreditáveis naturezas intocadas além das cidades grandes e conhecidas. E depois de uma incrível viagem de 28 dias por lá, acabei em alguns desses lugares pouco conhecidos. Eles foram o destaque da minha viagem, e por isso eu queria compartilhar uma palavrinha com você para que você também possa visitá-los. Continue lendo: 4 Cidades Pouco Conhecidas (mas Impressionantes!) na África do Sul para Você Visitar The Crags, Franschhoek, Storms River e Oudtshoorn
  4. Fora da Zona de Conforto

    Roteiro de 6 dias para Málaga, Ceuta e Gibraltar (2018 ATUALIZADO)

    Quer visitar a Espanha na África…..visitar a Grã-Bretanha na Espanha….e fazer alguns passeios de barco pelo caminho? Leia como nesse emocionante itinerário de Ceuta, Gibraltar e Málaga. Encontre tudo o que você precisa saber, incluindo atrações, acomodações baratas, o que fazer, cruzando o Estreito de Gibraltar, etc… Você está pronto para um roteiro europeu e aventureiro, onde você vai visitar algumas das situações geopolíticas mais estranhas da Europa ao explorar 4 “cidades”, 2 “países” e 2 “continentes”… Em apenas 6 dias? Deixe eu me explicar. Se você seguir nosso roteiro abaixo, você visitará: Ceuta: um enclave espanhol autônomo, localizado no continente africano, rodeado por 3 lados pelo Mar Mediterrâneo e, pelo 4º lado, pelo Marrocos. Gibraltar: um rico território britânico que não compartilha fronteiras com o resto do Reino Unido (mas compartilha fronteira com a Espanha), está a alguns quilômetros de distância do continente africano, e é conhecido por seus macacos. Continue lendo: Roteiro de 6 dias para Málaga, Ceuta e Gibraltar (2018 ATUALIZADO)
  5. Paola Acosta

    Alugar uma moto em Marrakech(sem carteira de motorista)

    Eu e meu namorado estávamos fazendo um mochilão por alguns países na Europa. Dentro do nosso roteiro a última parada seria na África, mais precisamente em Marrakech, no Marrocos. Durante quatro dias estávamos hospedados em um Hostel localizado na Medina, bem próximo aos souks (mercados dos mais diversos utensílios locais). A localização da hospedagem foi uma ótima escolha e o Majorelle Hostel nos recebeu incrivelmente bem. Estávamos viajando há 23 dias de mochila, utilizando de ônibus e vôos low cost para nos locomover até os países, quando chegamos a Marrakech já estávamos bastante cansados. Foi no último dia de estadia no Marrocos que decidimos alugar uma moto. Nunca havíamos dirigido antes, exceto em uma pequena aventura no interior do Brasil por alguns poucos minutos. Por sorte descobrimos que havia um modelo de moto a ser alugado que não exigia carteira de motorista, pois chegava a uma velocidade de apenas 80km/h. Deslocamo-nos até a loja Palmekech, cujo o endereço é Ruy La Recette, nº 53 , próximo a Medina e negociamos o valor de R$ 80,00 ( cerca de 200,00 dihans) das 12h às 21h. Sabíamos que o trânsito na medina era caótico, mas optamos por nos aventurar. Em meio a carros arranhados, milhares de motos, charretes, bicicletas e pedestres nos jogamos. No começo é um pouco aterrorizante, pois os motoristas buzinam o tempo inteiro e pouco seguem regras de trânsito, mas depois de algum tempo é possível se adaptar. O transporte possibilitou que conhecêssemos a parte nova de Marrakech e outros pontos turísticos mais distantes da Medina. Mochilamos desde o ano de 2014 e podemos garantir que dirigir uma moto em Marrakech foi uma das vivências mais marcantes das nossas viagens. Obs: Apenas o/a motorista utiliza o capacete, pois o/a passageiro(a) está isento(a) por lei. 20180217_154450.mp4
  6. marinahla

    Relato Lua de Mel - Namíbia

    Olá! Vou escrever um pouco sobre minha viagem de lua de mel para a Namíbia. Muita gente tem me perguntado sobre o país e como funciona o turismo na região. Vou compartilhar um pouco sobre minha (maravilhosa) experiência no país. A primeira coisa que sempre nos perguntam é por que escolhemos a Namibia. Sempre gostamos de viajar, e gostamos de destinos exóticos e de aventura, não podia ser diferente na lua de mel. Inicialmente nossa escolha era Tanzania e Quênia, mas os preços exorbitantes nos levaram a procurar outras alternativas. Bem nessa época em que estávamos decidindo o destino assisti um documentário sobre a Namibia, e na hora que mostrei pro Otavio a nossa decisão foi tomada. Apesar de ser um destino bem mais em conta que a Quenia e Tanzania as ofertas são bastante variadas: de hostel a resorts de luxo. A gente sempre viajou com dinheiro bem contado e economizando no que dava, principalmente hospedagem e comida. Na lua de mel resolvemos fazer uma viagem um pouco mais elaborada, para evitar os perrengues de viagens econômicas, então selecionamos hotéis um pouco mais confortáveis. Coincidentemente, poucas semanas após nossa decisão de conhecer a Namibia conseguimos uma passagem em promoção para lá. Pagamos 2 mil reais cada na passagem (SP-Windhoek). Vou contar o dia a dia da viagem com fotos para que possam entender como é viajar para lá. O país vive basicamente de turismo, então fomos sempre muito bem tratados e muito bem servidos. As pessoas são bem simpáticas e alegres e a cidade super limpa e bem organizada. Uma das coisas que mais nos impressionou é o tanto que o país é vazio. A Namibia é o 2º país menos povoado do mundo (perde apenas para a Mongólia), ou seja, é raro encontrar pessoas foras dos “grandes” centros urbanos. Na estrada viajávamos muitos e muitos km sem que uma alma viva aparecesse. Até as cidades consideradas grandes eram bastantes vazias e pouco movimentadas, algumas com pouca dezenas de habitantes. Então, precisávamos sempre estar preparados para algum imprevisto, já que a possibilidade de pedir ajuda para alguém na estrada é remota. Sobre o clima: Muito calor! Durante toda nossa estadia fez bastante calor (cerca de 35oC) e muito sol. O sol nasce cedinho e o por do sol era por volta de 10h da noite, sempre muito forte, o que praticamente nos impedia de realizar algumas atividades (especificarei no dia a dia da viagem). Junto com o calor a seca. Muito raro encontrar alguma fonte de água por lá. Nos hotéis no meio do deserto o abastecimento de água se dava por meio de poços artesianos, o que faz da água um item raro e caro. O sol + areia + seca da ao céu uma cor bastante peculiar. O ceu da Namibia, exceto na região costeira, é cinza, como vocês irão perceber em algumas fotos. Sobre a questão dos preços. O dólar namibiano (NAD) tem o mesmo valor que a moeda sul africana, e na época que viajamos 1 NAD = 0,24 reais. Achamos os preços no geral um pouco mais barato que o Brasil, mas o que nos chamou a atenção é que não nos sentimos explorados lá, a variação de preço era pequena (Ex: uma garrafa de cerveja na capital Windhoek era o mesmo valor de uma garrafa de cerveja em um hotel completamente isolado no meio do deserto). Bom, vou contar melhor como foi cada dia da viagem com fotos, para que vocês tenham uma ideia melhor da nossa experiência na Namibia. DIA 1 Dia de aeroporto e voo. Voemos com a South African, saindo de SP, fazendo escala em Johannesburg e com destino final Windhoek (capital da Namíbia). Vale lembrar a todos da obrigação do certificado internacional de Febre Amarela para quem vai para a áfrica. O Otavio esqueceu o dele e tivemos muita dificuldade para embarcar (só conseguimos por que a escala na Africa do Sul era pequena e na Namibia é recomendado mas não obrigatório). Em nenhum desses países é necessário visto para brasileiros. DIA 2 Chegamos em Windhoek por volta de 11h da manhã do horário local, mas demoramos 3 horas para passar na imigração. Totalmente desorganizado e sem fila. Ficamos em pé no meio de uma multidão apertada em um espaço pequeno por 3h até que conseguimos passar e finalmente começaríamos a nossa viagem! A oferta de taxi é grande no aeroporto, e como a fila para trocar o dinheiro estava grande e a gente estava cansado acabamos acertando com um taxista em dólar americano mesmo, ele nos cobrou 20 USD do aeroporto até o nosso hotel, que era no centro. Ficamos hospedados no Hilton, um hotel completo e confortável, com um rooftop com uma vista bem bonita da cidade e das montanhas ao fundo. Deixamos as coisas no hotel e fomos dar uma volta na cidade para conhecer e comer algo. Windhoek é uma cidade de 350 mil pessoas, a maior do país, e é super organizada, limpa e moderna, nossa primeira impressão foi super positiva! Voltamos logo para descansar e aproveitar a piscina e o rooftop do hotel. Jantamos no próprio hotel. DIA 3 Acordamos, tomamos um café super completo e fomos andar no centro para resolver algumas coisas: trocar dinheiro (1 USD = 12,4 NAD), comprar chip com internet para o celular (270 NAD com 1,5 GB), fazer um supermercado básico e pegar o carro que já tínhamos reservado pela internet. A reserva do carro para os 11 dias de viagem foi 714 USD, não pagamos nenhum seguro ou nada a mais que o oferecido, o carro foi alugado na Hertz. Voltamos para pegar as coisas no hotel e iniciamos nossa roadtrip pela Namibia. Paramos ainda em Windhoek para almoçar (Joe’s beerhouse: bom ambiente e boa comida, a conta ficou em 140 NAD). Seguimos em direção a Outjo, que fica a 3h de Windhoek. A estrada é toda asfaltada, bem conservada, super vazia e praticamente uma linha reta do início ao fim. A única coisa que achamos perigoso foi os animais na pista, essa região tem muito javali, e eles ficam na beira da estrada, as vezes vimos alguns atravessando, então tem que ter muito cuidado. Além do javali vimos muita galinha d’angola e macacos na beira da estrada. Outra consideração importante é que na Namíbia é mão inglesa, o que leva um tempinho para acostumar. Dormimos em hotel simples nas proximidades de Outjo (Ijaba Lodge), jantamos por lá mesmo. Joes Beerhouse DIA 4 Acordamos entusiasmados para chegarmos ao hotel que era o ponto alto da viagem: Mowani Mountain Camp. A estrada de Outjo até o Mowani é totalmente deserta. Passamos apenas por 1 cidade no meio do caminho, chamada Khorixas, onde abastacemos (1/2 tanque de diesel = 400 NAD). De Khorixas até o Mowani a estrada é de cascalho, o que prolongou um pouco a viagem. Grande parte das estradas da Namibia são de cascalho, o que leva a muito acidentes com pneu furado ao longo do caminho. São inúmeros restos de pneu que a gente via durante os percursos e várias pessoas com esse relato de ter que parar na estrada para trocar o pneu do carro, o que não poderia ter sido diferente com a gente. Após quase 4 horas na estrada finalmente chegamos ao paraíso tão esperado, o Mowani. O lugar é mágico e maravilhoso, completamente isolado de qualquer tipo de civilização. Ao chegarmos lá fomos recebidos como reis! Descansamos um pouco, almoçamos e as 15h partia nosso primeiro passeio, para conhecermos um pouco mais da região. O passeio foi no próprio jipe do hotel, com mais 3 casais. Visitamos a Burnt Mountain (uma montanha formada por lava vulcânica), o Organ Pipe (formação rochosa que lembra um órgão) e por ultimo o Twelfelfontein (sítio arqueológico com pinturas rupestres da idade da pedra, muito legal!). O passeio todo durou 3h. Quando voltamos notamos que o pneu do nosso carro (que estava no estacionamento desde que chegamos) estava furado! Felizmente notamos ainda no hotel, e os próprios funcionaram se prontificaram a ajudar. Eles arrumaram o pneu furado para gente, não cobraram nada, demos uma gorjeta e muitos agradecimentos. Depois da situação com o carro resolvida fomos jantar e dormir. DIA 5 Acordamos cedinho para fazer o Elephant Drive. Saímos do hotel as 7h com um grupo de mais 5 pessoas no jipe do hotel. Durante o caminho fez muito frio, pois era cedo e o carro é todo aberto, mas o próprio hotel disponibilizou mantas para todo mundo. Dirigimos cerca de 40 minutos até chegar no local onde os elefantes normalmente estão. Ficamos absolutamente encantados com a beleza e grandiosidade dos elefantes africanos. Encontramos vários dele, livres na natureza, comendo, andando e descansando. Foi muito legal, ficamos algum tempo lá, observando cada passo deles. Depois de um tempo fomos para um lugar mais afastado um pouco para a gente poder comer e levantar (na área perto dos elefante não pode sair do carro). O guia levou um café da manhã para a gente, com leite, café, chá, pão e bolo. Depois de alimentados fomos para outro canto em busca de um elefante macho que foi visto na manhã anterior. Depois de cerca de 30 min no jipe, com uma paisagem deslumbrante avistamos o elefante. Era um macho bem grande, estava sozinho, lindo! Durante o passeio o guia ia ainda parando em vários lugares para nos contar sobre a cultura, sobre plantas e animais que apareciam no caminho. Voltamos para o hotel por volta de 13h, super satisfeitos com o passeio. Almoçamos e de tarde ficamos na piscina do hotel, que é uma delícia! O jantar foi servido no início da noite (pagamos o pacote com todas as refeições incluídas). DIA 6 Últimos momentos no Mowani! Acordamos cedo para aproveitar um pouco mais a piscina e a vista do hotel. Por volta das 10h partimos rumo a Swakopmund. A viagem durou mais de 5h, com direito a pausa de quase 1h para almoçar em Uis e pausas para fotografar a estrada. Paramos em uma barraquinha na beira da estrada para comprar souvenir de umas mulheres da etnia Himba, um dos povos nativos da região. Os himbas são na grande maioria bem pobres mas super alegres, as mulheres e crianças ficaram super feliz com a nossa parada e dançaram para a gente, muito legal. A estrada tem trechos de quase 100km em linha reta, no cascalho e sol escaldante, sem aparecer nenhuma alma viva. Chegamos em Swakopmund por volta de 16h. Nos ajeitamos no nosso hotel, o Swakopmund Luxury Suites e fomos jantar. Comemos no Secret Garden Bistro, um restaurante agradável, com comida maravilhosa e com preço justo (1 pizza média = 90 NAD). Depois do jantar passeamos um pouco na cidade, que é bem fofa, toda alemã, e fomos dormir. O hotel é muito limpinho, confortável e bem localizado, recomendo! DIA 7 O nosso hotel não servia café da manhã mas nos dava um cupom de 100 NAD pra cada para comer em alguma das lanchonetes conveniadas. Fomos no Village Café, que vimos muitas referencias na internet. Nos amamos lá. Comida muito bem servida e boa. Fomos então para Walvis Bay, cerca de 40 min de carro, a cidade na qual iriamos fazer o passeio no deserto. Fomos direto para a nossa agencia, e depois de um pouco de atraso nosso passeio para Sandwich Harbour começou (1350 NAD pp). No carro estava o guia, nós 2 e um casal espanhol que também estava na lua de mel. Foram cerca de 20 min até a entrada do parque, lá paramos para calibrar o pneu e começamos o tour. O passeio incluía muita adrenalina, com o carro fazendo várias manobras em alta velocidade nas dunas de areia. O local é muito lindo, o encontro do deserto com o mar! Encontramos ainda vários animais no meio das dunas (springbok, chacal, avestruz). O passeio durou cerca de 4h e valeu muito a pena. Voltamos para o nosso hotel em Swakopmund e tomamos um banho rápido para conseguir chegar a tempo do por do sol no píer, que é lindíssimo. Jantamos no mesmo restaurante do dia anterior, de tanto que gostamos. A conta foi 260 NAD (comida + bebidas + sobremesa), o que corresponde a 45 reais! Voltamos a pé para o hotel e fomos descansar. P.S.: Walvis Bay foi o lugar melhor e mais barato para comprar souvenir em toda a viagem. DIA 8 Acordamos e tomamos café no hotel Anton (do lado do nosso hotel, nosso voucher de café da manhã valia lá também). As 09:30 demos início a nossa jornada até Sesriem, a porta de entrada para o Namib-Naukluft National Park. Paramos várias vezes para fotos. Paramos também em uma fazenda que custei a achar informações sobre ela na internet. Eu vi uma foto uma vez que achei lindo e eu e o Otavio ficamos horas na internet pesquisando sobre que lugar era aquele e como chegar, até que descobrimos que o tal local era propriedade do “Boesman”, um fazendeiro local. Pesquisamos bastante o caminho, e descobrimos que a entrada fica no meio da estrada, poucos km antes de Solitaire, na entrada tem um plaquinha com os sapatos dela, da esposa e das filhas dependurados, logo após a placa do Trópico de Capricórnio. Entramos e encontramos com ele, a esposa japonesa e as 2 filhas. Eles tem um camping no local, mas que estava vazio no dia. Eles são uma família muito interessante. No momento que chegamos fomos super bem recebidos, e ao ver nossa curiosidade ele fez questão de contar muitas histórias sobre ele, a família dele e o país. Em um mapa antigo da região ele nos contou várias curiosidade. Foi um bate papo muito interessante, recomendo quem estiver fazendo esse percurso passar por lá. Compramos uma água e umas lembrancinhas para ajuda-lo e seguimos viagem. Paramos para almoçar em Solitaire, parece uma cidade grande no mapa mas quando chegamos a cidade era composta por 1 hotel, 1 posto de gasolina, 2 lanchonetes e 1 borracheiro (que tem em todo canto). Fizemos um lanchinho por lá e seguimos para Sesriem. No meio do caminho, num sol escaldante de 40o C encontramos 2 senhoras americanas pedindo ajuda para trocar o pneu do carro. Elas alugaram o carro e não conferiram os equipamentos e as ferramentas para troca de pneu vieram erradas, não encaixavam! Eles estavam desesperadas pois já estavam no sol há algum tempo e não passava ninguém para ajuda-las. Oferecemos água e encontramos um carro que estava indo na direção oposto, sentido Solitaire, que foi pedir ajuda para os borracheiros e tantar falar com o seguro delas (o celular não pega na estrada). Após um dia inteiro na estrada muito árida, com trechos de cânions, muitos oryx e até cavalos selvagens chegamos no em Sesriem por volta das 16h. Abastacemos (48L = 515 NAD) e fomos do check-in direto aproveitar a piscina. O hotel “Le Mirage” é realmente um pedaço de paraíso no meio do deserto. Um local bem tranquilo, com uma piscina, quarto rústico e espaçoso e rodeado de um imenso deserto. Jantamos no próprio hotel e fomos dormir. Quase todos os locais lá são de difícil acesso e fica complicado sair para comer em outros lugares, por isso é importante se programar para fazer as refeições nos locais de hospedagem. DIA 9 Inicialmente tínhamos programados de fazer o tour no Sossusvlei com o hotel, mas o passeio tinha esgotado então resolvemos ir por conta própria, e foi a melhor coisa! Saímos cedinho do hotel (por volta de 6:40, mesmo horário que partem os passeios) e chegamos no parque ainda com o sol nascendo. O parque abre as 7h, pegamos um pouco de fila para conseguir entrar (80 NAD pp) e seguimos a estrada para subirmos a duna. O parque inteiro só tem 1 rua, bem longa e com várias paradas, mas não tem como se perder. A duna mais famosa que tem no parque é a Duna 45 (fica no km 45 a partir da entrada do parque), que é e a mais alta, mas nós paramos na Duna 40 mesmo (é bem mais vazia). Subimos até o topo dela! Foi bem cansativo e muito quente, demoramos cerca de 1h para chegar até o topo, e o que amenizou um pouco o cansaço foi a paisagem maravilhosa. Após muito tempo admirindo o local descemos e fomos para o famoso Deadvlei (km 60). Lá na entrada tem um estacionamento bem grande de onde partem vários transfers para o deadvlei. O caminho é de areia e precisa de um 4x4 para conseguir atravessar. Deixamos nosso carro e pegamos o transfer (150 NAD i/v pp), que sai toda hora. Chegando no ponto final do transfer é preciso andar mais 1km até chegar no deadvlei, o que foi bastante difícil, pois é areia quente, com sol escaldante e sem nenhuma sobra. Estava fazendo 40oC. Valeu muito a pena, o local é cinematográfico. As árvores permanecem intactas há mais de 800 anos, quando uma duna mudou de local e secou o rio que passava por ali. Com o calor e falta de umidade as árvores viraram “fósseis” e não sofrem decomposição. Fizemos o caminho inverso com ainda mais dificuldade devido ao calor mas muito satisfeitos. Almoçamos na portaria do parque e voltamos para o hotel. Chegamos lá quase 15h e passamos o resto do dia na piscina. Jantamos e dormimos cedo. DIA 10 Acordamos mais um dia super cedo para o passeio de balão. Eles nos pegaram no hotel as 06:45 e fomos direto para o local onde o balão nos esperava. Nosso balão tinha 16 pessoas (4 em cada cesto) + o piloto, um australiano muito experiente e divertido. O voo durou pouco mais de 1h e foi muito legal! Eu morro de medo de altura mas fiquei super a vontade no balão, apesar da altura o voo é bem calmo e suave, a imagem maravilhosa e podemos observar muitos animais pelo alto, principalmente oryx, que tem muito na região! Nos pousamos e fomos direto para uma café da manhã que nos esperava no meio do deserto, com direito a brinde de espumante e conversa com os outros turistas (a maioria é alemã, holandesa, belga e americana). Apesar de caro eu achei que valeu muito a pena o passeio! A única dica que eu tenho é de levar um chapéu, touca ou algo para cobrir a cabeça, pois o calor do fogo queima muito. Eles nos levaram de volta ao hotel, onde fizemos check-out e pegamos estrada rumo a Windhoek. Chegamos lá as 15h e fomos comer de novo no Joes Beerhouse, que é no caminho e já conhecíamos. De lá fomos para o nosso hotel, que é na estrada já saindo da cidade. Ficamos hospedados no “Immanuel Wilderness Lodge”, uma propriedade de um casal alemão. O hotel é simples mas aconchegante, mas não vale a pena para quem quer conhecer Windhoek pois é um pouco longe. Ficamos lá justamente pois no dia seguinte iriamos seguir viagem. Jantamos lá mesmo e fomos dormir. DIA 11 Tomamos café e as 9h seguimos viagem rumo ao nosso último destino, o Etosha. Paramos para abastecer (550 NAD) e após 4h de estrada reta chegamos no nosso hotel! Nós escolhemos o Etosha Village, que é pertinho da entrada do parque e é bem estruturado, junto a natureza e confortável. Tivemos um problema com o chuveiro do nosso quarto mas logo foi resolvido. Comemos por lá mesmo, um buffet com muita variedade que já haviamos reservado antes. DIA 12 Tomamos café cedinho e as 06:45 nosso full day tour partia para o Etosha National Park (1200 NAD pp) com mais 7 pessoas. Vimos girafa, elefante, suricate, avestruz, milhares de springboks e zebras, cheeta e leões! Vimos uma leoa deitada descansando do lado de uma carcaça de zebra, vimos lagoas repletos de animais em harmonia, de várias espécies e o mais legal de tudo, vimos um casal de leão acasalando! Eles estavam há cerca de 5 metros da gente, foi incrível! Na hora do almoço nosso guia nos deixou em um hotel em Okoakuejo onde almoçamos (210 NAD pp, buffet) e visitamos um waterhole lá perto com muitos e muitos animais, inclusive um família inteira de elefantes. De tarde continuamos o nosso tour, vimos mais girafas e leões, soltos na natureza. Voltamos para o hotel cerca de 18h, super satisfeitos com aa experiência de safari. Não conseguimos ver rinoceronte, mas o nosso guia disse que, infelizmente, por causa da caça eles são raros e difíceis de serem vistos. O dia foi cheio e cansativo, fomos direto comer e dormir. DIA 13 Dia de iniciar nossa jornada de volta. Saimos do hotel rumo a Windhoek, mas paramos em Outjo e outra cidadezinha vizinha para comprar souvenir e por volta de 15h chegamos no local combinado para devolver o carro. O processo todo foi super rápido e sem complicação. Pouco tempo depois já pegamos um taxi e fomos para o nosso hotel para a ultima noite. Ficamos em um hotel bem arrumadinho e com funcionários muito simpáticos e prestativos, o MonteBello Guesthouse, o único porem é que fica em um bairro residencial, não tem comércio próximo. Pedimos então uma pizza por telefone e fomos dormir. DIA 14 Nosso voo saía cedinho. Combinamos com uma empresa de táxi de nos buscar as 04:00, mas o cara não apareceu e não conseguimos falar com ele. O segurança do hotel então conseguiu outra pessoa para nos levar e chegamos no aeroporto sem problemas. De lá seguimos para Johannesburgo, São Paulo e por fim BH! Bom, espero que tenha esclarecido as principais dúvidas de quem planeja viajar para lá. Como não conseguimos informações com tanta facilidade resolvi escrever para quem precisar de dicas e informações. Estou a disposição para eventuais dúvidas. Uma ótima viagem a todos!
  7. Vou compartilhar este relato, pois quando resolvi fazer este roteiro não encontrei muitas informações sobre a parte de Zanzibar. Então, Senta aqui, que agora vou contar o causo de quando meus amigos decidiram ir pra África e me convenceram que seria uma boa ideia. Vamos lá. Eu havia voltado de um intercâmbio/ano sabático na Itália em setembro, sofrendo por não ter conseguido bolsa de estudos pra cursar o mestrado que eu queria, sem rumo na vida. Eis que aparece aquela promoção louca na Black Friday: São Paulo — Johanesburgo por 700,00 (mais taxas, claro). Qual o melhor jeito de esquecer uma viagem? é fazendo outra viagem. Entrei nessa com meus dois amigos de escola, o menino Rafael e o menino Matheus. Decidindo o Roteiro Compramos a promoção que era para 15 dias, saindo de São Paulo com uma conexão em Angola. Moramos próximo a Porto Alegre, e queríamos que o primeiro destino fosse Windhoeck, Namíbia. Só nessa brincadeira seriam 4 vôos e um dia perdido em conexões. Tudo bem até ai, não fosse o pequeno deslize de termos errado na planilha o horário saída do último voo (Johanes- Windhoeck) que nos deixou com uma conexão de 45 minutos em vez de 3 horas. Nunca na história desta indústria vital corremos tanto para pegar um avião! Cruzamos o aeroporto de Johanesburgo em 10 minutos, passamos pela imigração, que estava totalmente vazia, e chegamos 3 minutos antes de encerrar o embarque. Namíbia — Sossusvlei, Deadvlei, Sesriem Optamos por alugar um carro na capital, e sair cedinho até o deserto para pegar o nascer do sol e ver a coloração das dunas nesse horário. Conseguimos? Não. O que você precisa saber sobre Windhoeck, é que mesmo sendo uma cidade grande e bem desenvolvida, suas lojas, restaurantes, shoppings fecham as 17:00. Nós nos atrasamos porque ficamos brincando na wifi do hostel e não conseguimos trocar dinheiro e nem comprar comida para passar o dia no deserto. Por sorte encontramos uma loja de conveniência aberta, onde compramos água, pão e manteiga de amendoim, que foi nossa comida por muitos dias. Saímos as 3:00 da manhã de Windhoeck em direção a Sossusvlei, as estradas são bem asfaltadas e sinalizadas até a metade do caminho, depois começam os trechos de estrada de terra, mas nada muito complicado. Nosso plano era chegar até o parque, e lá você pode pagar por um transfer, uma 4x4 estilo safári com um motora mais louco que o Marco Véio que te leva pro Deadvlei. Até lá, não é preciso alugar um carro 4x4. Pelo caminho encontramos, corujas desconfiadas, um moço pedindo carona no meio do nada, zebras, muitas zebras, gnus, oryx (esse bicho é um amor), babuínos, veados e mais zebras. Primeira parada: Solitaire Uma cidade fantasma que deve ser onde o Eustácio a Muriel e o Coragem devem morar. É o único ponto no caminho até o deserto com posto de gasolina, então é parada obrigatória. Aqui começaram os perrengues, nosso carro deu problema, o porta-malas resolveu que não ia mais fechar. Um senhor muito simpático que trabalhava na oficina ali perto do posto consertou para nós, sem cobrar nada. Segunda parada: Deadvlei Tão incrível ao vivo quanto as fotos que tínhamos visto na internet. Mas haja caminhada até as bonitas das arvores. O guia nos deixou na estrada e era uma caminhada de 20 minutos em linha reta até o vale, só que no sol do meio dia do mês de fevereiro parecia nunca terminar. Ultima Parada; Canyon Sesriem Me senti dentro das filmagens de Mad Max (inclusive acho que algumas cenas foram realmente gravadas aqui). Dormimos em Rietoog, num camping onde não tem nada para visitar por perto, mas tinha o céu mais estrelado que eu já vi na vida! Devolvemos o carro no dia seguinte de volta a capital e pegamos um voo para Cape Town. O trajeto até lá já foi maravilhoso pois vimos o contraste das cores do fim do dia e a Table Mountain pela janela do avião. Nosso plano aqui era conhecer Cape Town e novamente de carro, fazermos a Gardens Route, uma das rotas mais bonitas da África do Sul. Cape Town me surpreendeu demais! A cidade é bem organizada e as estradas são de dar inveja a qualquer outro país, muito bem cuidadas e sinalizadas. Reservamos dois dias para conhecer o básico da cidade, o que foi pouco tempo em minha opinião, mas quem tem que voltar pro Brasil pra trabalhar as vezes tem que cortar um pouco do roteiro. Visitamos apenas o básico, começando pela Boulders Beach, a famosa prainha dos pinguins simpáticos. Passamos pelo Cabo da Boa esperança que tem uma vista linda da baía, e aproveitamos uma praia de Água cristalina e geladíssima, a Scaraborough Beach. O dia seguinte foi reservado para subir a Table Mountain e conhecer um pouco do centro da cidade. Na manhã seguinte, acordamos cedinho e fomos para a Gardens Route. Neste post do meu blog, tem todas as informações de como fazer este percurso e quais são as principais paradas, mas vou listar aqui algumas delas: Agora é hora da pérola da viagem, pegar um voo em Port Elizabeth até Dar el Salaam, na Tanzânia para seguir até Zanzibar. Infelizmente não deu para conhecer todas as belezas da Tanzânia e nos limitamos apenas a cidade que seria nossa conexão com aquele paraíso de praias quase desconhecidas. O voo é num "teco teco" minusculo e leva apenas 30 minutos até a ilha, só havia eu e meus dois amigos de turistas naquele voo, acredito que a maioria opta por ir de Ferry, para aproveitar a vista. Zanzibar: Stone Town - Nungwi - Kendwa e Uroa Stone Town é a cidade principal, onde tem o pequeno aeroporto, e muitos mas muitos mercados de temperos! A vibração do local com as cores é demais! As mulheres usam roupas extremamente coloridas, influência do hinduísmo pelo que li. Causamos total espanto ao pegarmos um "dala-dala" o transporte público da ilha, que consiste numa jardineira ATOCHADA de gente, carregando desde baldes leite, cachos de banana a até pilhas de casca de arvore secas. Pouquíssimas pessoas falam inglês, mas um rapaz que consegui conversar me explicou que nenhum turista vai para as praias no transporte público, eles optam por pagar até 50 dolars por um motorista particular. Mal sabem eles que perdem uma experiência por puro preconceito. Gostaram tanto de nós naquele dala-dala que uma senhora simplesmente jogou a filha dela em nossos braços para fazer uma foto. Primeira parada: Nungwi Beach Pelas ruas você desfruta da companhia das crianças curiosas e de muitas cabras e galinhas soltas. O motorista do dala-dala ainda chocado com nossa presença, foi chamar o sobrinho que arranhava o inglês para nos guiar até o hostel. O dono do hostel é uma celebridade local, e aquele garoto estava tão contente de praticar o inglês dele que dava gosto até de falar sobre futebol. Nungwi não é uma praia turística, então os resorts ainda não se apoderaram da praia. Fizemos um passeio de barco e snorkel em alto mar por preços muito baixos, algo em torno de 15 dolars, graças aos contatinhos do dono do hostel. Kendwa é linda, mas já é bem turística. Depois de 3 dias neste pequeno paraíso partimos para Uroa Beach. Uroa tem hospedagens muito baratas por não ser uma área propícia para mergulho, devido a quantidade de algas na praia. E quando a maré baixa, você pode caminhar quilômetros a dentro do mar, e ver os locais colhendo as algas para vender. Cuidado com a maré! Ela sobe em questão de minutos, é muito normal ouvir historias de pessoas que ficaram ilhadas. Fiquei 5 dias na ilha, mas meu conselho é: reserve uns 10 dias, para conhecer a parte sul da ilha, onde ela muito boa para esportes aquáticos. Converse com os locais, eles amam o Brasil e são muito simpáticos. Ah, e não esqueça, você vai ouvir muito a famosa fala do Rei Leão "Hakuna Matata", saudação local que significa "sem problemas". Realmente, quem vai encontrar problemas aqui? Ao todo foram 16 dias 2 só de ida e volta 3 dias na Namíbia 2 dia em Cape Town 2 dias na Gardens Route 1 dia em Dar el Salaam 4 dias em Zanzibar Mais informações sobre as hospedagens que eu fiquei neste roteiro, e mais curiosidades sobre a ilha, você pode ver aqui: Momentos de Mochila Meu Instagram: @momentosdemochila
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    Victoria Falls: tudo sobre a maior queda d'água do mundo

    Estivemos na maior queda d'água do mundo e contamos os detalhes aqui. Confira o que fazer em Victoria Falls e veja todas as dicas de viagem pra esse destino incrível. Saiba mais sobre Victoria Falls Victoria Falls é considerada o coração da África. Sua formação fica bem na fronteira entre Zimbabwe e Zâmbia. É a maior queda d’água do mundo, e ainda foi listada entre as 7 Maravilhas Naturais do mundo. As Victoria Falls fazem parte tanto do Parque Nacional Mosi-oa-Tunya (na Zâmbia) como do Parque Nacional Victoria Falls (no Zimbábue). As cataratas foram consideradas Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1989. As quedas d’água podem chegar a mais de 120 metros de altura! Zambia ou Zimbábue: para onde ir? Dá pra chegar nas cataratas tanto pelo Parque Nacional Victoria Falls (Zimbábue) quanto pelo Parque Nacional Mosi-oa-Tunya (Zâmbia). Para as melhores vistas das quedas d'água, o melhor é visitar o lado do Zimbábue. Para chegar bem pertinho da água, é do lado da Zâmbia que você deve ir. É bom levar em consideração a estação do ano para fazer essa escolha. Para mais dicas sobre Victoria Falls, acesse o post na íntegra: https://emalgumlugardomundo.com.br/victoria-falls/
  9. Em Algum Lugar do Mundo

    O que fazer na Namíbia: informações e dicas de viagem

    Cortamos a Namíbia de norte a sul e mostramos aqui o que ver e fazer no país. Um país único, com atrações incríveis e paisagens surreais! Veja aqui tudo que você precisa antes de embarcar numa viagem pela Namíbia: O que fazer na Namíbia: atrações imperdíveis Orange River O mais longo rio da África do Sul, que faz fronteira com a Namíbia. Se você pretende entrar na Namíbia por terra, vindo da África do Sul, dê uma passada por esse rio, que é ótimo para canoagem. Fish River Canyon O Fish River Canyon é o maior cânion do hemisfério sul, localizado ao sul da Namíbia. Ele é o segundo maior cânion do mundo, perdendo apenas pro Grand Canyon, no Arizona. São 160km de comprimento, alcançando 27km de largura e 550m de profundidade em alguns pontos. Toda essa paisagem rochosa se divide em uma série de falésias, por onde passa o rio Fish River. Sossusvlei – deserto da Namíbia O deserto da Namíbia é tido como o mais antigo do mundo, aproximadamente 43 milhões de anos. Formado por planícies e dunas que se estendem ao longo de toda a costa. É na parte central do deserto que fica o Namib-Naukluft National Park, o maior "game park" da África. O Namib-Naukluft se divide em quatro seções, ei a mais conhecida delas é Sossusvlei. Essa é sem dúvidas uma das principais atrações turísticas da região. Diversas dunas formam esse cenário surreal - a chamada “Big Daddy” é a maior das dunas, com 380m de altura. Dead Vlei Dead Vlei é uma região plana, seca e estéril, onde a vida se extinguiu após a seca total da área. A região foi bloqueada pelas dunas e se transformou nesse vale morto e esbranquiçado, rodeado de dunas vermelhas. É impressionante o contraste de cores! Spitzkoppe Spitzkoppe é um conjunto de montanhas bem no meio de uma planície no deserto. O cenário é quase inacreditável. Spitzkope tem mais de 700 milhões de anos e atinge até 1784m (acima do nível do mar). Spitzkoppe, Namíbia Etosha O Etosha ocupa mais de 20 mil km2 e abriga uma variedade enorme de animais, sendo uma das maiores reservas naturais da África. São mais de 100 espécies de mamíferos, 340 de aves e 16 de répteis habitando o Etosha. Para ver mais destinos imperdíveis e todas as dicas úteis de viagem sobre a Namíbia, confira o post completo: https://emalgumlugardomundo.com.br/o-que-fazer-na-namibia/
  10. Em Algum Lugar do Mundo

    Moçambique: informações e dicas de viagem

    Confira nossas dicas de viagem para Moçambique: o que fazer, principais pontos turísticos, as melhores praias. Tudo que você precisa saber pra conhecer esse lindo país da África Principais pontos turísticos de Moçambique Maputo Capital desde 1898, Maputo é normalmente a primeira parada dos viajantes em Moçambique. Fica ao sul do mapa e é o destino ideal pra se conhecer mais sobre a cultura do país. A estadia em Maputo costuma ser bem curta, pois turista quer mesmo é saber de praia. Tem outro agravante dos preços de hotéis serem mais altos em Maputo do que nos outros destinos. Inhambane Inhambane fica a 470km de Maputo. Fiz uma rápida visita a Inhambane, tempo suficiente pra conhecer as principais atrações como a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, o Mercado Central, o bairro antigo e o Porto. Tofo Tofo fica na Província de Inhambane. A Praia de Tofo virou um destino muito procurado por jovens. Com um clima bem descontraído e praias perfeitas pra amantes de surfe e kitesurfe. A atração principal aqui fica debaixo d'água: Tofo é conhecida por ser um ótimo ponto de mergulho para ver raias manta, baleias jubarte e tubarões baleia. Ilha de Bazaruto Essa é a maior ilha do arquipélago de Bazaruto, considerado a maior reserva marinha da África. Destino perfeito para o mergulho, com água transparente e vida marinha em abundância. É fácil encontrar tartarugas, raias manta, baleias jubarte, tubarões baleia e muitos corais. Para ver a lista completa com os principais destinos de Moçambique, além de todas as informações úteis como: Como chegar e circular em Moçambique Vistos Melhor época para visitar É só conferir o post na íntegra: https://emalgumlugardomundo.com.br/turismo-em-mocambique/
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    Botswana, África: Informações e dicas

    Botswana tem deserto, delta, savana e muito mais! Um dos destinos mais populares do interior da África, é beleza que não se acaba mais. Não sabe pra onde ir nem por onde começar? Confira aqui todas as dicas e informações pra planejar sua viagem pra Botswana: Botswana: tudo que você precisa saber Principais destinos Okavango Delta Destino mais visitado de Botswana e uma das principais regiões para safari na África. Imperdível fazer o safari em um “Mokoro”, uma canoa fina que leva até dois passageiros, sendo possível alcançar áreas que os barcos maiores não chegam, como a “Hippo Pools”, uma pequena área habitada por muitos hipopótamos. Chobe National Park Uma das maiores concentrações de vida selvagem de toda a África. Cerca de 120 mil elefantes estão espalhados pelo parque, além de inúmeros búfalos e leões. O safari por lá é feito por barco ou por terra, em veículos 4x4. Kalahari O Kalahari ocupa mais de 50.000 km2, sendo que a maior parte dessa área é inacessível. Há pouco tempo a região era fechada ao público, que começa aos poucos a chegar na região. No Lá se encontra uma boa diversidade de animais, incluindo guepardos, gnus, girafas e leões. Ali ao norte também fica o deserto de sal, com mais de 65 milhões de anos. Para mais dicas sobre: Quando ir Quanto tempo ficar Passaportes e vistos Saúde, segurança e precauções Acesse o post e confira as informações completas: https://emalgumlugardomundo.com.br/turismo-em-botswana/
  12. Em Algum Lugar do Mundo

    Safari na África: dicas e informações úteis

    Pensando em fazer um safari na África mas não sabe por onde começar? Confira dicas para organizar melhor sua viagem e fazer do seu safari uma experiência inesquecível! Quer fazer um safari na África? Veja por onde começar Planejamento São diferentes possibilidades e preços, além de vários destinos pra escolher. Então quanto antes começar a desenhar seu roteiro, melhor. Prepare-se para as dificuldades com locomoção e infra estrutura. Escolhendo o destino O que você quer ver em um safari na África? Você já tem um objetivo definido? Que tal leões passeando livres pela natureza? Ou ainda a exuberante queda d’água em Victoria Falls? Ou será que seu sonho é encontrar gorilas no meio da floresta? Veja as particularidades de cada destino: pesquise e veja o que mais te agrada. Não faltam opções, já que o continente africano tem 54 países! Safari na África: para onde ir Sul da África Destinos populares como Namíbia, Zimbábue, Botsuana e África do Sul. Leste da África Gorilas em Uganda, vida selvagem no Quênia, praias incríveis em Moçambique, expedições pelo Kilimanjaro na Tanzânia... Oeste da África Mali, Senegal e Gana são destinos menos procurados mas que têm muito a oferecer. A vida do turista aqui é mais complicado e viajar por essas bandas exige ainda mais planejamento, mas não abra mão desses destinos caso queira conhecê-los. Para mais dicas como: Quando ir Dinheiro Transporte Passaporte e vistos Cuidados com a saúde é só acessar o post e conferir as informações completas: https://emalgumlugardomundo.com.br/safari-na-africa/
  13. _Paulera_

    Sul da África - 30 dias

    Depois de passar 1 ano e meio sem viagens internacionais finalmente consegui tirar meu período de férias e viajar pelo Sul da África. Para essa viagem poder dar certo eu juntei o feriado da Semana Santa com o mês de férias e no final consegui 35 dias de folga. Essa viagem não teve um planejamento detalhado, mas foi um sucesso. Isso foi legal por que o roteiro era flexível e muita coisa eu realmente só decidi na hora, quando já estava lá. Em tão pouco tempo não posso dizer que conheço todos estes países, para mim o importante é que visitei os locais que queria, que considero highlights do Sul da África, e interagi com o povo. Segue o mapa da rota realizada:
  14. Rudá Schneider

    Trekking Alto Atlas

    Li no 1000 lugares pra conhecer antes de morrer sobre um trekking no Alto Atlas, alguém já ouviu falar ou tem mais informações? To pensando em fazer isso no final de janeiro de 2013..
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