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  1. Uma Imagem vale mais que mil palavras né?! Deixa eu começar então com a Imagem E agora com as milhares de palavras Nosso roteiro: África do Sul (Cape Town Cabo, Cabo da Boa Esperança, Ganasbaai (mergulho com tubarão branco) e Johanesburg), Namíbia (Windhoek, Walvis Bay, Sossusvlei, Deadvlei), Zimbabwe (Victoria Falls), Botswana (Kasane - Chobe - Safari) e Zambia (Livingstone) Primeiro deixa eu me apresentar... Me chamo Felipe Zervelis, prazer... Já sou usuário cativo aqui no mochileiros com relatos do Sudeste Asiático, Escandinávia e Costa Oeste dos EUA. Agora venho aqui mostrar pra vocês nossa viagem pra África, feita em Novembro de 2013, com mais 2 colegas que se encontram nessa foto. O primeiro da foto é o David, mais conhecido como Caju (por se de Aracaju, dããã), o segundo, o mais mala de todos, Felipe Watson (também bem conhecido aqui no mochileiros por suas farras na Europa) e o terceiro (o mais galã, claro), eu . Ah,.. os Felipes são cariocas,craroooo... [creditos]Aproveito também para dedicar esse relato a duas pessoas: Paulera aqui do mochileiros e também a Dri (http://www.drieverywhere.net). Obrigado amigos por toda a ajuda (direta e indireta) para que acontecesse essa viagem. [/creditos] Foi uma viagem de 17 dias. Saimos dia 31 de outubro a noite do Rio de Janeiro e voltamos, por Johanesburgo, saindo de lá dia 17 de novembro de tardinha. Dessa vez vou fazer diferente no relato. Todos os preços, locais, passagem e programas principais, irei colocar no final do relato. Apenas irei antecipar o custo TOTAL da viagem por pessoa, em reais, a uma taxa de dólar média variando entre R$ 2,25 a R$ 2,30 - R$ 7 mil !!!!!!! Vale a pena citar que os 2 trechos principais (ida e volta) utilizamos milhas (50 mil pontos no total) pelo Fidelidade (da Tam) e voamos South African Airlines (excelente cia). Mas assumo que tem que tentar pelo telefone, diversas vezes e pedindo pro atendente ter paciência e ver todas as possibilidades possíveis. Pra se ter ideia, voltamos por Guarulhos, chegando lá 1 da manha e tendo que fazer o translado por nossa conta para Congonhas onde iríamos pegar um outro voo (já incluso no principal) as 6 da manha para o Rio. Mas valeu !!! Observações Gerais: - O CERTIFICADO DE VACINAÇÃO internacional de Febre Amarela é VERIFICADO PELA EMPRESA AEREA, não podemos embarcar sem apresentá-lo. De cara, o atendente da TAM já disse que aproximadamente 50% das pessoas não viajam porque não tem o certificado (e caso parecido acontece com o visto para os EUA), alguém acredita ? - Não encontrei UM africano que não falasse inglês. ãã2::'> Vamos começar com o que interessa, não é mesmo ?!
  2. Em dezembro de 2017, passei 3 dias no Zimbábue, como parte de uma viagem pra África, e devo agradecer a galera daqui do fórum que me ajudou muito através dos relatos,por isso, resolvi fazer um também! Eu vou focar nas dicas de passeios e trajetos para chegar nos lugares, e menos nos detalhes do que eu fiz no dia-a-dia(até porque tenho péssima memória). Pra quem gostou das fotos, eu posto muito mais lá no meu instagran, segue lá: http://instagram.com/ederfortunato/ Zimbábue ou Zâmbia? Eu já estava decidido que iria para África do Sul, mas queria passar por mais um país, e depois de pesquisar onde poderia passar uns 3 dias, achei as cataratas de Victoria, uma das maiores do mundo. O próximo passo foi decidir para onde ir, pois as cataratas ficam na fronteira entre Zâmbia e Zimbábue. Na Zâmbia, a cidade mais próxima é Livingstone, que é mais bem estruturada, as acomodações são melhores(para a mesma faixa de preço que na outra), porém, ela é situada a uns 10km das cataratas, o que não chega a ser um problema, pois o táxi pra ir/voltar seria apenas uns 10 dólares. No Zimbábue, a cidade mais próxima é Victoria Falls, bem mais perto das cataratas, dá até pra ir a pé, dependendo de onde você se hospeda, mas as coisas lá são mais, vamos dizer... rudimentares, e ainda assim caras. No final das contas, o que realmente importou na decisão, foi o preço da passagem, ambos os lugares são OK, e eu acabei optando por ir e ficar hospedado no Zimbábue. Zimbábue Roteiro: Fiquei 3 dias, o que foi mais do que o suficiente, apenas 1 dia já é possível fazer o principal, que é conhecer as cataratas, dos dois lados, e ainda fazer um passeio de barco no final do dia. Existem outros passeios para fazer nas cataratas como rafting e sobrevoar de helicóptero, safari, passeio de barco, pular de paraquedas, etc. O problema é que todos eles são bem caros, o que eu mais queria que era o rafting, acabei não fazendo, por custar $200 dólares. Gastos: Com hospedagem, passeios, comida, vistos e transporte gastei $350 dólares pelos 3 días(fora a passagem ida/volta pra lá). Essa região é bem cara, para os padrões daqueles países, acho que por causa do número de turistas. Dinheiro: O Zimbábue usa o dólar americano como moeda, já que o dinheiro deles passou por uma hiper inflação e perdeu todo o valor(inclusive você pode comprar essas notas de lembrança em qualquer loja, nunca vi tanto zeros numa nota, algo como 500.000.000.000, isso mesmo bilhões!). Cartão de crédito: Poucos lugares aceitam, até caixa eletrônico pra sacar não é fácil de encontrar e nem é garantido que terá notas, o melhor é levar dólar em espécie. Visto: Brasileiros tem que ter visto pra entrar no Zimbábue, você pode comprá-lo assim que chegar, no aeroporto. Existem 3 tipos de visto, o de entrada única, que custa $30 dólares; o de duas entradas, que custa $45 dólares; e um outro, que eu peguei e recomendo, caso você for ir para a Zâmbia, que se chama univisa KAZA, com ele você pode entrar e sair entre a Zâmbia/Zimbábue quantas vezes quiser no período de 30 dias, e ainda pode fazer um bate-volta no mesmo dia para o Botswana, ele custa $50 dólares. Compensa muito se você for ir para o lado da Zâmbia das cataratas, já que o visto para entrar nela por um dia, custa $50 dólares, então fazendo esse você economiza. Insetos: Não esqueça de levar, à noite tem bastante, não chegam a ter dentro dos quartos, mas nas áreas comum do hostel sim. Eu até pesquisei um repelente bem forte, mas não sei se fez tanta diferença para um normal tipo Off. Victoria Falls Lado do Zimbábue: A entrada do parque custa $30 dólares(é tudo facada aqui, vai se acostumando rs). Tente acordar cedo, o parque abre às 07h00, esse é o melhor horário pra ir, pois o sol não está quente e não vai ter muitos turistas por ali. É possível percorrer todas as cachoeiras, numa caminhada de 2 horas, de forma tranquila, parando pra tirar fotos. Fronteira: Como eu disse antes, meu o plano era ir conhecer o lado da Zâmbia também, e foi o que eu fiz, a distância da entrada de um parque para o outro, deve ser de uns 3 km de distância, que precisa ser feito a pé! pois vai passar pela alfândega tanto do Zimbábue como da Zâmbia, e no meio das duas, tem a ponte das Cataratas de Vitória, onde tem o famoso bungee-jumping, por $50 dólares. Outra dica da fronteira, é tentar ignorar os vendedores, são vários, e eles vão andar do seu lado durante todo o percurso, puxando assunto, tentando conversar. Não precisa ter medo, eles só querem vender algum item, se não quiser só diga, apesar da insistência eles são de boas. Lado da Zâmbia: Chegando no parque do lado da Zâmbia(mais $20 dólares de entrada), também é possível caminhar por tudo em 2 horas. Na entrada do parque, tem uma agencia que faz o passeio para a Devil's Pool por $75 dólares, é o mais barato que você consegue, no centro da cidade, as agencia cobram uns $130 dólares, incluso o transporte. Cruzeiro: Fiz o passeio de barco no pôr-do-sol pelo rio Zambezi(eles chamam de Sunset Cruises), custou $50 dólares, o ônibus te pega as 16h30, se quiser fazer no mesmo dia das cataratas, dá tempo. O passeio é ótimo, dá pra ver muitos animais, como hipopótamos, jacarés, e várias aves, e ainda era open-bar! é um passeio tranquilo e um dos mais baratos que você vai achar ali. Hospedagem: Fiquei no Victoria Falls Backpackers , ele é bem rústico, sem mordomias, quartos simples, sem ar-condicionado, mas um lugar calmo, tranquilo, com piscina, e servem todas as refeições, a equipe é muito prestativa. Ele fica um pouco longe do centro da cidade, não dá pra andar, o táxi pra lá fica $5 dólares, outro problema era o horário, depois das 19h00, não tem mais recepcionista para agendar passeios ou fazer reservas, e caso você queira jantar lá, precisa pedir até das 16:00. Custo da diária foi de $18 dólares, mais $3 pelo wi-fi, e não inclui café da manhã. Foi o mais barato e que tinha melhor recomendação que achei.
  3. Parte 1: Introdução e Roteiro O fato de poder pisar no Continente Africano está diretamente relacionado às minhas aspirações de pelo menos quatro anos pra cá. Tempo esse que pude saber que foi em África que se instalou os primeiros seres humanos do mundo, ou seja, o continente Africano é o Berço da Humanidade. De sua antiguidade clássica provem as primeiras civilizações que consolidaram diversos feitos avançados para época e que foram modelados para civilizações de outras partes. As dificuldades que se presenciam nos dias de hoje em África foi devido o advento das invasões europeias e também das invasões árabes, todo o passado de glória se perdeu e transformou no que podemos ver ainda no século XXI e o que ocorreu nos séculos anteriores de desmantelamento cultural e exploração intensa desde pelo menos o século XVI. De certo que existe a importância cultural (e de certa forma política), mas essa viagem teve um aspecto mais mochileiro/turístico com uma diversidade de atrações e com certeza contando com o espetáculo da natureza, a exuberante paisagem do sudeste africano. Foram 23 dias de viagem, onde parti de São Paulo dia 04 de Julho de 2017 e só retornei no dia 27 do mesmo mês. Antes de ir, apesar de estar próximo de se realizar um grande sonho e do que esse momento significava pra mim, o planejamento foi feito bem rapidamente utilizando o pouco de experiência que tenho em fazer meus roteiros com informações da internet. Não agendei previamente (no Brasil) nenhum "Tour", transporte ou acomodação, apenas comprei a passagem para Cidade do Cabo (Cape Town) pela Angola Airlines (TAAG) que custou R$1960,00, renovei meu passaporte e chequei se eu precisava tomar a vacina contra Febre Amarela. No caso não precisei, pois já havia tomado em 2011 quando fui pra Bolívia e essa vacina é valida por dez anos. Lógico que antes de tudo olhei os mapas, compilei os hostels no centro de Cape Town e tudo mais. Levei dinheiro em espécie e no Cartão VTM (Visa Travel Money) tudo em dólar, mas a moeda na África do Sul é o Rand (Zar). Na questão do visto para a África do Sul, pra turismo os brasileiros não precisam pagar nem agendar previamente, é apenas mostrar um passaporte contendo pelo menos 1 mês de validade antes da data de retorno pro Brasil e uma folha em branco, o visto valerá por 90 dias. Vou deixar pra detalhar essa encantadora e graciosa aventura nas próximas postagens, por enquanto vou deixar o esboço do roteiro. Recebi no passaporte carimbos de cinco países: África do Sul, Reino de Lesoto, Zâmbia, Zimbábue e Botsuana. A estadia foi maior na África do Sul e depois em Zâmbia, os outros três países visitei mais a região próxima das fronteiras fazendo um "Day Tour" em cada país. Do que eu havia planejado tudo correu muito bem, só não consegui conhecer a Ilha Robben (Robben Island) por ter chovido no dia em que eu agendei minha ida e não pude adiar porque no dia seguinte já estava marcado o inicio da viagem pelo BasBuz, uma van que percorre por toda a costa sul africana desde a Cidade do Cabo até Pretória (falarei mais sobre). Outro ponto que queria muito ir era o Museu Africano em Joanesburgo, mas não achei o local. Isto foi minimizado pelos diversos pontos altos da mochilada, como a subida na caminhada até a Montanha da Mesa (Table Mountain), o tour na Península do Cabo, a caminhada até a Tugella Falls na Cordilheira de Drakensberg, a ida as Cataratas Mosi-oa-Tunya/Victoria Falls em Zâmbia/Zimbabue, ou o Chobe Safari em Botsuana. Dia 06/07/17 Table mountain - Trekking sozinho pela Montanha da Mesa - Cidade do Cabo Dia 07/07/17 ida ao centro comercial V&A Waterfront de manhã Praia - Camps bay beach à tarde Dia 08/07/17 Cape Peninsula Tour (BasBuz)- Ilha das Focas, Praia dos Pinguins e Cabo da Boa Esperança Dia 09/07/17 Era pra ser robben island mas foi cancelado pelo tempo chuvoso. Dia de descanso depois de breve caminhada pela cidade. Domingo tudo vazio. Ajeitar roteiro. Dia 10/07/17 Viagem de Cape Town até Port Elisabeth por basbuz. O dia todo de viagem com a van. Dia 11/07/17 Viagem de port elisabeth até durban. Chegando no Hostel Curiosity no Centro de Durban. Dia 12/07/17 Sai umas 10h para o Kwa Muhle Museum, depois fui comer, depois pra região do porto e finalizando a tarde na Praia - South Beach. Dia 13/07/17 Cheguei no Amphitheatre Backpackers em Northern Drakensberg e passei a tarde de boa. Fiz umas trilhas ao redor do Hostel. Dia 14/07/17 Tugela falls tour - A segunda maior cachoeira do mundo e a maior da África, mas no inverno o volume de água é baixo. Beleza da Cordilheira de Drakensberg - Show!!! Dia 15/07/17 Lesotho Day Tour - Lesoto é um país montanhoso incrustado na África do Sul e sem saída pro mar. A etnia predominante é Bashoto e a língua é o Sesoto (soto). Experiencia unica. Show!! Dia 16/07/17 Amphitheatre Backpackers Dia 17/07/17 Amphitheatre Backpackers Dia 18/07/17 Viagem de van basbuz de Drakensberg até Joanesburgo, fiquei num hostel próximo do aeroporto Oliver Tambo. Dia 19/07/17 Viagem de avião de Joanesburgo até Livingstone em Zâmbia Ao chegar andei pela cidade, povo muito acolhedor. Fiquei no Hostel Zinga Backpackers. Dia 20/07/17 Grande dia nas cataratas Mosi-oa-Tunya (Victoria Falls). lados da Zâmbia e Zimbabwe. Dia 21/07/17 Walk around the city centre. Change money to next day Dia 22/07/17 Chobe Safari Day Tour em Botsuana Dia 23/07/17 Viagem de volta a joburg. Do aeroporto um taxi até curiocity backpacker Dia 24/07/17 Soweto Day Tour e Museu do Apartheid Dia 25/07/17 Andando por joburgo. Dia 26/07/17 Transfer até o aeroporto e volta pra São Paulo com escala em Luanda (transferência apenas).
  4. Estivemos na maior queda d'água do mundo e contamos os detalhes aqui. Confira o que fazer em Victoria Falls e veja todas as dicas de viagem pra esse destino incrível. Saiba mais sobre Victoria Falls Victoria Falls é considerada o coração da África. Sua formação fica bem na fronteira entre Zimbabwe e Zâmbia. É a maior queda d’água do mundo, e ainda foi listada entre as 7 Maravilhas Naturais do mundo. As Victoria Falls fazem parte tanto do Parque Nacional Mosi-oa-Tunya (na Zâmbia) como do Parque Nacional Victoria Falls (no Zimbábue). As cataratas foram consideradas Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1989. As quedas d’água podem chegar a mais de 120 metros de altura! Zambia ou Zimbábue: para onde ir? Dá pra chegar nas cataratas tanto pelo Parque Nacional Victoria Falls (Zimbábue) quanto pelo Parque Nacional Mosi-oa-Tunya (Zâmbia). Para as melhores vistas das quedas d'água, o melhor é visitar o lado do Zimbábue. Para chegar bem pertinho da água, é do lado da Zâmbia que você deve ir. É bom levar em consideração a estação do ano para fazer essa escolha. Para mais dicas sobre Victoria Falls, acesse o post na íntegra: https://emalgumlugardomundo.com.br/victoria-falls/
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