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ederfortunato

Dicas e fotos! para Victoria Falls (Zimbábue e Zâmbia)

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Em dezembro de 2017, passei 3 dias no Zimbábue, como parte de uma viagem pra África, e devo agradecer a galera

daqui do fórum que me ajudou muito através dos relatos,por isso, resolvi fazer um também!
 

Eu vou focar nas dicas de passeios e trajetos para chegar nos lugares, e menos nos detalhes do que eu fiz

no dia-a-dia(até porque tenho péssima memória).

Pra quem gostou das fotos, eu posto muito mais lá no meu instagran, segue lá: http://instagram.com/ederfortunato/



Zimbábue ou Zâmbia?
 

 

Eu já estava decidido que iria para África do Sul, mas queria passar por mais um país, e depois de pesquisar onde

poderia passar uns 3 dias, achei as cataratas de Victoria, uma das maiores do mundo. O próximo passo foi decidir

para onde ir, pois as cataratas ficam na fronteira entre Zâmbia e Zimbábue.
Na Zâmbia, a cidade mais próxima é Livingstone, que é mais bem estruturada, as acomodações são melhores(para

a mesma faixa de preço que na outra), porém, ela é situada a uns 10km das cataratas, o que não chega a ser um

problema, pois o táxi pra ir/voltar seria apenas uns 10 dólares.
No Zimbábue, a cidade mais próxima é Victoria Falls, bem mais perto das cataratas, dá até pra ir a pé, dependendo

de onde você se hospeda, mas as coisas lá são mais, vamos dizer... rudimentares, e ainda assim caras.
No final das contas, o que realmente importou na decisão, foi o preço da passagem, ambos os lugares são OK,

e eu acabei optando por ir e ficar hospedado no Zimbábue.


Zimbábue


Roteiro: Fiquei 3 dias, o que foi mais do que o suficiente, apenas 1 dia já é possível fazer o principal, que é

conhecer as cataratas, dos dois lados, e ainda fazer um passeio de barco no final do dia.

Existem outros passeios para fazer nas cataratas como rafting e sobrevoar de helicóptero, safari, passeio de barco,

pular de paraquedas, etc.

O problema é que todos eles são bem caros, o que eu mais queria que era o rafting, acabei não fazendo,

por custar $200 dólares.
 

Gastos: Com hospedagem, passeios, comida, vistos e transporte gastei $350 dólares pelos 3 días(fora a passagem

ida/volta pra lá). Essa região é bem cara, para os padrões daqueles países, acho que por causa do número de turistas.
 

Dinheiro: O Zimbábue usa o dólar americano como moeda, já que o dinheiro deles passou por uma hiper inflação

e perdeu todo o valor(inclusive você pode comprar essas notas de lembrança em qualquer loja, nunca vi tanto zeros

numa nota, algo como 500.000.000.000, isso mesmo bilhões!).
 

Cartão de crédito: Poucos lugares aceitam, até caixa eletrônico pra sacar não é fácil de encontrar e nem é

garantido que terá notas, o melhor é levar dólar em espécie.
 

Visto: Brasileiros tem que ter visto pra entrar no Zimbábue, você pode comprá-lo assim que chegar, no aeroporto.

Existem 3 tipos de visto, o de entrada única, que custa $30 dólares; o de duas entradas, que custa $45 dólares;

e um outro, que eu peguei e recomendo, caso você for ir para a Zâmbia, que se chama univisa KAZA, com ele você

pode entrar e sair entre a Zâmbia/Zimbábue quantas vezes quiser no período de 30 dias, e ainda pode fazer um

bate-volta no mesmo dia para o Botswana, ele custa $50 dólares. Compensa muito se você for ir para o lado da

Zâmbia das cataratas, já que o visto para entrar nela por um dia, custa $50 dólares, então fazendo esse você economiza.
 

Insetos: Não esqueça de levar, à noite tem bastante, não chegam a ter dentro dos quartos, mas nas áreas comum

do hostel sim. Eu até pesquisei um repelente bem forte, mas não sei se fez tanta diferença para um normal tipo Off.   

 

IMG_0193.jpg.29bd809d0368264aceaeebcaf2551f86.jpgIMG_0175.jpg.266e5a9b74e5d5adb8967fb1dd12097b.jpg

Victoria Falls
 

Lado do Zimbábue: A entrada do parque custa $30 dólares(é tudo facada aqui, vai se acostumando rs).

Tente acordar cedo, o parque abre às 07h00, esse é o melhor horário pra ir, pois o sol não está quente e não

vai ter muitos turistas por ali. É possível percorrer todas as cachoeiras, numa caminhada de 2 horas, de forma

tranquila, parando pra tirar fotos.

Fronteira: Como eu disse antes, meu o plano era ir conhecer o lado da Zâmbia também, e foi o que eu fiz,

a distância da entrada de um parque para o outro, deve ser de uns 3 km de distância, que precisa ser feito a pé!

pois vai passar pela alfândega tanto do Zimbábue como da Zâmbia, e no meio das duas, tem a ponte das

Cataratas de Vitória, onde tem o famoso bungee-jumping, por $50 dólares.

Outra dica da fronteira, é tentar ignorar os vendedores, são vários, e eles vão andar do seu lado durante todo

o percurso, puxando assunto, tentando conversar. Não precisa ter medo, eles só querem vender algum item, se

não quiser só diga, apesar da insistência eles são de boas.
 

Lado da Zâmbia: Chegando no parque do lado da Zâmbia(mais $20 dólares de entrada), também é possível

caminhar por tudo em 2 horas.

Na entrada do parque, tem uma agencia que faz o passeio para a Devil's Pool por $75 dólares, é o mais barato

que você consegue, no centro da cidade, as agencia cobram uns $130 dólares, incluso o transporte.
 

Cruzeiro: Fiz o passeio de barco no pôr-do-sol pelo rio Zambezi(eles chamam de Sunset Cruises),

custou $50 dólares, o ônibus te pega as 16h30, se quiser fazer no mesmo dia das cataratas, dá tempo.

O passeio é ótimo, dá pra ver muitos animais, como hipopótamos, jacarés, e várias aves, e ainda era open-bar!

é um passeio tranquilo e um dos mais baratos que você vai achar ali.
 

Hospedagem: Fiquei no Victoria Falls Backpackers , ele é bem rústico, sem mordomias, quartos simples,

sem ar-condicionado, mas um lugar calmo, tranquilo, com piscina, e servem todas as refeições, a equipe é muito

prestativa.

Ele fica um pouco longe do centro da cidade, não dá pra andar, o táxi pra lá fica $5 dólares,  outro problema era

o horário, depois das 19h00, não tem mais recepcionista para agendar passeios ou fazer reservas, e caso você

queira jantar lá, precisa pedir até das 16:00.

Custo da diária foi de $18 dólares, mais $3 pelo wi-fi, e não inclui café da manhã. Foi o mais barato e que tinha

melhor recomendação que achei.

 

IMG_0237.jpg.1c21ab4b29f4c4597764926a4cb398fe.jpgIMG_0025.jpg.d4309a77814e623479f0884977004c44.jpgIMG_0251.jpg.0720d1ebcec9f976fb1489f5a7dc9127.jpg

 

 

 

 

 

  • Gostei! 3

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Que lugar maravilhoso!! Espero ir lá um dia e conhecer a terra que viu meu pai nascer!!!

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@ederfortunato bem bacana o seu relato!

Estou pensando em conhecer as Cataratas em março/19, mas os horários dos voos não estão colaborando. Vi passagens aéreas bem baratas pela Air Namibia (é confiável?), mas nas datas que eu tenho só dá pra ficar 1 dia (com o voo chegando 16h de um dia e a volta às 16h do dia seguinte) ou 3 dias...  vc acha que nessas 24h dá pra fazer um rolê legal ou é melhor ficar 3 dias como você ficou? Outra dúvida é quanto ao aeroporto de Victoria Falls, que pelo queeu vi é bem distante da cidade... tem transporte fácil de e para o aeroporto? Os táxis custam muito caro para esse trajeto?

Obrigado!

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58 minutos atrás, viniciushas disse:

@ederfortunato bem bacana o seu relato!

Estou pensando em conhecer as Cataratas em março/19, mas os horários dos voos não estão colaborando. Vi passagens aéreas bem baratas pela Air Namibia (é confiável?), mas nas datas que eu tenho só dá pra ficar 1 dia (com o voo chegando 16h de um dia e a volta às 16h do dia seguinte) ou 3 dias...  vc acha que nessas 24h dá pra fazer um rolê legal ou é melhor ficar 3 dias como você ficou? Outra dúvida é quanto ao aeroporto de Victoria Falls, que pelo queeu vi é bem distante da cidade... tem transporte fácil de e para o aeroporto? Os táxis custam muito caro para esse trajeto?

Obrigado!

Cara, esse 1 dia que vc explicou, na real é metade de um dia né?(se a volta é as 16:00, vc acaba perdendo a tarde), ir pra lá só pra ficar uma manhã, seria muito corrido pra conhecer os dois lados, e acho que não vale o gasto que vc terá, ficar 3 dias compensa mais, tem outras coisas que dá pra fazer por lá além das cataratas(o mini cruzeiro, o bungee-jumping, conhecer os dois lados das cataratas).
Um táxi do aeroporto para a cidade deve dar uns 15 dólares.

 

 

 

 

 

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Maravilhoso!!!
Pegou as cataratas em um nível alto. 
Na época que fui peguei somente uma queda pequena! 
Parabéns pelas fotos e pelo relato!  abçs. 

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    • Por zervelis
      Uma Imagem vale mais que mil palavras né?!
      Deixa eu começar então com a Imagem
       

      E agora com as milhares de palavras
       
      Nosso roteiro: África do Sul (Cape Town Cabo, Cabo da Boa Esperança, Ganasbaai (mergulho com tubarão branco) e Johanesburg), Namíbia (Windhoek, Walvis Bay, Sossusvlei, Deadvlei), Zimbabwe (Victoria Falls), Botswana (Kasane - Chobe - Safari) e Zambia (Livingstone)
       
      Primeiro deixa eu me apresentar... Me chamo Felipe Zervelis, prazer... Já sou usuário cativo aqui no mochileiros com relatos do Sudeste Asiático, Escandinávia e Costa Oeste dos EUA. Agora venho aqui mostrar pra vocês nossa viagem pra África, feita em Novembro de 2013, com mais 2 colegas que se encontram nessa foto. O primeiro da foto é o David, mais conhecido como Caju (por se de Aracaju, dããã), o segundo, o mais mala de todos, Felipe Watson (também bem conhecido aqui no mochileiros por suas farras na Europa) e o terceiro (o mais galã, claro), eu . Ah,.. os Felipes são cariocas,craroooo...
       
      [creditos]Aproveito também para dedicar esse relato a duas pessoas: Paulera aqui do mochileiros e também a Dri (http://www.drieverywhere.net). Obrigado amigos por toda a ajuda (direta e indireta) para que acontecesse essa viagem. [/creditos]
       
      Foi uma viagem de 17 dias. Saimos dia 31 de outubro a noite do Rio de Janeiro e voltamos, por Johanesburgo, saindo de lá dia 17 de novembro de tardinha.
      Dessa vez vou fazer diferente no relato. Todos os preços, locais, passagem e programas principais, irei colocar no final do relato.
       
      Apenas irei antecipar o custo TOTAL da viagem por pessoa, em reais, a uma taxa de dólar média variando entre R$ 2,25 a R$ 2,30 - R$ 7 mil !!!!!!!
       
      Vale a pena citar que os 2 trechos principais (ida e volta) utilizamos milhas (50 mil pontos no total) pelo Fidelidade (da Tam) e voamos South African Airlines (excelente cia). Mas assumo que tem que tentar pelo telefone, diversas vezes e pedindo pro atendente ter paciência e ver todas as possibilidades possíveis. Pra se ter ideia, voltamos por Guarulhos, chegando lá 1 da manha e tendo que fazer o translado por nossa conta para Congonhas onde iríamos pegar um outro voo (já incluso no principal) as 6 da manha para o Rio. Mas valeu !!!
       
      Observações Gerais:
       
      - O CERTIFICADO DE VACINAÇÃO internacional de Febre Amarela é VERIFICADO PELA EMPRESA AEREA, não podemos embarcar sem apresentá-lo. De cara, o atendente da TAM já disse que aproximadamente 50% das pessoas não viajam porque não tem o certificado (e caso parecido acontece com o visto para os EUA), alguém acredita ?
       
      - Não encontrei UM africano que não falasse inglês. ãã2::'>
       
       
      Vamos começar com o que interessa, não é mesmo ?!
    • Por Sara_dantas
      Gente, uso o mochileiros para planejar as minhas viagens desde 2007 (como membro, desde 2008). Algumas dúvidas minhas já foram respondidas aqui e postei umas dicas também, mas é a primeira vez que vou deixar um relato de viagem. Nunca fiz antes porque não consigo ser muito detalhista com valores e informações de viagens, sou mais com experiências, impressões... Mas dessa vez consegui anotar algumas coisas e, como num geral, os relatos e dicas sobre a África são mais escassos (que Europa, EUA/Canadá e América do Sul, pelo menos), talvez o meu relato possa ser útil pra alguém. Como meu namorado não pôde ir comigo, viajei sozinha, mas em Pretoria fiquei na casa de um amigo, que fez os passeios da região comigo. Vamos lá:
       
      ROTEIRO (Cape Town – Victoria Falls – Johannesburg/Pretoria)
      20/04/2016 – saída de São Paulo
      21/04 a 26/04 – Cape Town
      26/04 a 29/04 – Victoria Falls
      29/04 a 04/05 – Johannesburg/Pretoria
      04/05 – volta pra São Paulo
       
      PASSAGENS:
      Comprei todas as passagens juntas, pela South African Airways, por R$ 3.695,46 (com as taxas). Os trechos foram:
      São Paulo – Cape Town (conexão em Johannesburg)
      Cape Town – Victoria Falls (conexão em Johannesburg)
      Victoria Falls – Johannesburg
      Johannesburg – São Paulo
       
      Hospedagem:
      - Na parte Johannesburg/Pretoria fiquei na casa de um amigo que mora em Pretoria.
      - Cape Town: fiquei no Atlantic Point Backpackers, em Green Point, em quarto feminino de 8 camas. Gostei bastante, o quarto era espaçoso, o albergue era limpo, a localização era boa (dava pra ir a pé pro Waterfront e fiz alguns passeios que saíram de lá, então foi bem prático), tinha free wifi, café da manhã (bem simples) incluso, o staff foi atencioso e prestativo quando precisei. A diária foi de 265 rands, totalizando 1325 rands os 5 dias. Fiz a reserva pelo hostelworld e paguei 15% antecipadamente (U$ 13,92), ficando o restante para pagar no hostel (1126,25 rands).
      - Victoria Falls: fiquei no Shoestrings Backpackers. Dos relatos que li aqui, acho que a maioria (ou talvez todo mundo) que foi a Vic Falls ficou lá. No hostelworld só aparecia ele e um outro albergue, mas a localização dele parecia melhor, mais perto das cataratas (e todos falavam que dava mesmo pra ir a pé pra lá) e tal. Vi algumas pessoas até comentando do barulho, porque o Shoestrings é um albergue de festa, e lembro de uma menina que o achou meio sujinho, e ela não se considerava fresca. Como Victoria Falls não tem tantas opções de hospedagem, e a maioria é cara (tem tipo uns resorts na beira do rio, dá pra ver os animais da varanda) e tinha a praticidade de ir andando pras cataratas, decidi arriscar e ficar lá. Foi uma relação de amor e ódio, e se me perguntarem se eu o indico pra alguém, eu realmente não sei. Vou explicar: o quarto era horrível, meio apertado, abafado, o ventilador de teto parecia que ia cair e era de potência fraca, o banheiro era horrível, mal cuidado, em alguns o chuveiro era só o cano, não tinha a ducha, muita coisa meio que no cimento mesmo, não tinha cortinas nas janelas e eu tinha que me contorcer pra trocar de roupa sem alguém lá fora ver, e tudo com a aparência de sujo. Se eu levar em consideração só o quarto e os banheiros, FOI O PIOR ALBERGUE QUE JÁ FIQUEI NA VIDA! E eu já estive em uns 30, pelo menos, e não me considero uma pessoa fresca também. No primeiro dia que cheguei odiei tudo, chorei (houve outros problemas que vou explicar depois) e pensei seriamente eu ir pra algum outro hotel ou mesmo um dos resort, ainda que tivesse que gastar mais do que deveria (e tinha!) pra ficar em algum lugar minimamente decente. Depois da péssima primeira noite eu me acalmei e fui descobrindo as coisas legais do Shoestrings... Tinha um restaurante que, apesar de bem simples, era bem legal (inclusive vinha gente dos resorts comer lá e dizia que era a melhor comida da cidade!), o bar deles era legal, tinha uma agência de turismo em que dava pra reservar os passeios, um espaço grande e bem natureza, dois cachorros super fofos (o Mojo e o Morgan), gente tocando violão o tempo todo e um ambiente bastante favorável a fazer amigos. O Shoestrings é um centro de lazer em Victoria Falls, que é uma cidade bem pequena, e todas as noites pessoas de cidades vizinhas (até da Zâmbia) vão curtir lá. Me deu a impressão de que eles passaram a faturar mais com o bar e restaurante e acabaram descuidando da parte da hospedagem. Fui acostumando um pouco e relevando os problemas, e no fim acabei curtindo o tempo que fiquei lá. Mas eu realmente não sei se recomendo, o quarto e o banheiro eram HORRÍVEIS! A diária no dormitório (quando fiz a reserva no hostelworld o quarto era de 8 camas, mas quando cheguei lá eram 4 na verdade – e em duas das três noites fiquei sozinha) era U$ 15, paguei U$ 5,40 na reserva e U$ 39,60 lá.



       
      SEGURO VIAGEM:
      Comprei online, da assist card (graças a deus não precisei usar!). Não lembro a categoria, mas acho que foi o segundo ou terceiro mais simples. Foi uns R$ 360,00.
       
      DINHEIRO:
      Comprei 10.900 rands na cambio store, aqui em São Paulo (como ficava ruim pra buscar lá no horário comercial, paguei pra entregarem), em 2 partes: primeiro comprei 6.000 rands com a cotação de R$ 0,3420, e com o IOF e a taxa de entrega (se eu não me engano, R$ 30 ou R$ 40) ficou tudo R$ 2.082,00. Depois comprei 4900 rands com a cotação de R$ 0,3060, tudo por R$ 1.535,10.
      Eu tinha também uns U$ 200 que tinham sobrado de uma outra viagem e pra essa comprei mais até completar completar U$ 1.000, que foi o que levei. Acho que gastei mais ou menos R$ 3.000,00, um pouco menos até, pra comprar esses dólares (eu gosto de comprar na prime cash, que fica na Liberdade, em São Paulo. Geralmente é a melhor cotação e já incluem o IOF. Pena que lá não vendem rands...).
      Resumindo: levei U$ 1.000, 10.900 rands e um cartão de crédito por segurança (que só usei 2 vezes). Somando o que gastei com as passagens, a compra de moeda e o que paguei no cartão e antecipadamente nas reservas dos hostels, gastei mais ou menos uns R$ 10.400 nessa viagem. Mas sobraram uns U$ 400 (que já estão reservados pra outras viagens!) e uns 1.000 rands (que usei pra comprar várias lembranças no aeroporto), então os gastos da viagem mesmo foram menores que R$ 10.000,00. Não gastei com hospedagem em Joburg/Pretoria e, apesar de ser uma pessoa econômica e sem muitos luxos, comi bem e não me privei de muitas coisas financeiramente.
       
      1º dia – 20/04: o voo estava previsto para sair às 18h, decolamos um pouco depois. Foi bem tranquilo, pouquíssimos balanços, teve um anúncio de atar cintos por conta de turbulência quando já estávamos perto de pousar, e mesmo assim foi superleve. Não estava totalmente cheio, eu que estava sentada lá no fundão (na antepenúltima fileira) fui sem ninguém ao lado (o que tornou a viagem mais confortável). Serviram jantar e café da manhã. O jantar eu gostei, o café da manhã era sul-africano (uma mistura de linguiça, ovos, tomate, batata... Não curti, não). Achei o voo bom, num geral. Engraçado que sou alta e achei o espaço entre as poltronas razoável – dentro da realidade, e uma brasileira baixinha que conheci depois achou apertado e desconfortável.
       
      2º dia – 21/04: pousamos um pouco depois das 7h30. O meu voo pra Cape Town era às 9h10, com o embarque começando às 8h40. A fila da imigração era GIGANTE, parecia a dos EUA, só que não tinha ninguém da companhia aérea pra passar na frente as pessoas que tinham conexão. O pessoal do aeroporto foi bem grosso com um monte de gente. Fiquei mais de 1h na fila, depois tinha que pegar a bagagem e despachar de novo, antes de embarcar. Só que ninguém sabia dizer onde eu deveria despachar a mala. Um senhor falou pra eu pedir ajuda de um pessoal que estava de laranja. Achei que eles trabalhassem no aeroporto... Fui lá e um cara me ajudou. Ele pegou a minha mala e começou a correr pelo aeroporto, eu atrás quase caindo e morrendo (tenho asma, corro 10 metros e fico sem ar). Depois de correr o que pra mim pareceram 100 km, chegamos ao check in e despachei a mala às 8h45, ufa! Aí o cara me cobrou pelo serviço. Eu só tinha notas altas (tanto de rand quanto de dólar), por sorte tinha também 3 notas de um dólar, que dei a ele (que não gostou muito e reclamou. Só pedi desculpas e expliquei a situação. Tinha acabado de chegar, não tinha dinheiro trocado e achei que trabalhasse o aeroporto). Corri pra embarcar, outra fila pra passar no raio-x, mas por sorte o voo atrasou uns 20 minutos, então deu tempo (e eu pude descansar um pouco).
      Durante praticamente todo esse segundo voo o céu esteve encoberto e rolaram umas turbulências (nada muito forte). Apesar de amar viajar, eu morro de medo de avião e fico tensa nessas situações, mas estava tão cansada (eu não consigo dormir em voos, então estava virada) que acabei relaxando. Fechei os olhos e tentei descansar o máximo. Antes de pousar deu pra ver um pedaço de False Bay. Pena que o tempo estava um pouco ruim, deve ser linda a vista com o tempo aberto (PS: Por indicações de amigos, eu estava sentada na poltrona A, pois desse lado se tem a melhor vista ao pousar em Cape Town).

      No aeroporto fui a uma loja da Vodafone e comprei um chip com um pacote de 250 mega pra usar a internet. Custou 164 rands. Havia pacotes desde 100 mega até 5 giga, eu acho. Como no Zimbábue não iria funcionar, e em Joburg/Pretoria eu estaria com o meu amigo (teria internet na casa dele e era fácil pegar táxi com ele), achei que o de 250 seria suficiente (e foi mesmo, até “sobrou”). Antes de viajar, esse meu amigo e uma conhecida que viaja a trabalho pra Cape Town com frequência me disseram que um táxi do aeroporto pra Green Point custaria por volta de 250 rands e que eu não deveria pagar mais que isso. O transfer do hostel era 300 rands, então preferi pegar um táxi por conta própria. O vendedor da Vodafone me disse que conhecia uns motoristas que faziam essa corrida por uns 260 rands e chamou um pra mim. Era um rapaz de origem indiana, simpático, falou muito do Brasil. No meio da corrida fui só confirmar o preço e ele falou que era 350 rands. Apesar de tímida e discreto eu não disfarcei o meu espanto, expliquei que já tinha pesquisado e que essas corridas saíam por uns 250 rands e que o conhecido dele que me indicou o táxi falou que eu pagaria no máximo 260 rands. Eles disse que o menino devia ter se enganado e que essas pesquisas deviam ser antigas e tal. Protestei um pouco e fechamos por 300 rands, mas eu fiquei meio bolada com isso.
      Cheguei ao hostel por volta das 13h e o check in era às 15h, mas como o quarto em que eu ia ficar já estava limpo, me deixaram entrar. Tomei banho, dei uma leve descansada enquanto mandava mensagens pra família e amigos aí resolvi sair pra almoçar. Passei na recepção pra pegar algumas informações e foi como um balde de água fria. Eu tinha pesquisado e sabia que a África do Sul era como o Brasil, um pouco perigosa. Mas todo mundo falou bem da região de Green Point e em Joburg, que parecia mais perigosa, inclusive tendo “ilhas de circulação”, eu estaria com um amigo, então não estava insegura em viajar sozinha. Sabia também que o transporte público lá não era muito bom e que haveria uma certa dificuldade na locomoção, mas nada muito grave. Só que aí a menina da recepção começou a fazer mil restrições, falou pra eu não andar sozinha à noite em hipótese alguma, que eu deveria pegar táxi pra tudo, blábláblá e eu comecei a me sentir insegura. Pra piorar, o tempo não estava muito bom e a previsão era a mesma pro dia seguinte (uma sexta), só começando a melhorar a partir de sábado. E Cape Town é linda, mas é uma cidade que é melhor curtida com o tempo bom.
      Enfim, decidi arriscar e fui andando pro Waterfront (era tão perto!), basicamente uma reta de uns 700 metros. A rua não era muito movimentada e isso me deixou um pouco receosa, mas cheguei lá de boa. O local é bem legal mesmo, vários restaurantes, lojinhas, tem um shopping, apresentações na rua. Já eram umas 15h e pouca e na maior parte dos lugares as pessoas pareciam estar já bebendo. Fiquei meio sem graça e acabei comendo no McDonalds (e me senti frustrada e derrotada por isso). Não estava chovendo, mas o tempo estava encoberto e em só um momento, acho que durou 1 minuto mais ou menos, deu pra ver a Table Mountain. Dei mais umas voltas por lá e depois fui andando pra Sea Point. Minha conhecida que sempre viaja a trabalho pra Cape Town tinha me dito que lá eles abordam bastante as pessoas pedindo dinheiro, mas que era só eu ficar tranquila e dizer não que iam embora. No caminho até Sea Point fui interpelada em diversos momentos. Me mantive calma, falei que não tinha nada e continuei andando em todas as vezes. Talvez pelo que a menina da recepção tenha falado, comecei a ficar com medo e me senti muito triste por estar sozinha. Comecei a me questionar se realmente valia a pena ter feito essa viagem... Eu sabia que estava em um lugar maravilhoso, mas comecei a pensar que eu não conseguiria aproveitá-lo como queria e sonhava, tive a sensação de que havia muitas “restrições” pra uma mulher sozinha viajando por lá, e o tempo fechado não estava colaborando e sim, me deixando mais deprê. Dei uma volta no Sea Point promenade, vi o “óculos do Mandela”, em um momento deu pra ver um pedaço da Lion’s head (tudo encoberto). Já eram umas 17h e pouca, ia começar a escurecer e achei melhor voltar pro hostel. Fui andando o tempo todo com uma vontade de chorar, um aperto no peito e um nó na garganta. Eu já tinha mochilado 3 vezes sozinha pela Europa e América do Sul. Viajar sozinha me fez muito bem até, porque eu era extremamente tímida e insegura, e só comecei a me tornar mais confiante depois de ter me aventurado por conta própria. Mas minha última viagem sem companhia tinha sido em 2010. Desde então estou sempre acompanhada, só que dessa vez meu namorado não pôde vir comigo. Como meu lema é “não é ruim viajar sozinho, o ruim é deixar de viajar”, eu escolhi o destino e fui. Mas nessa volta pro hostel eu tava muito mal mesmo, questionando demais se tinha feito a escolha certa de ir sozinha pra África. Felizmente percebi depois que estava errada nos meus questionamentos, a viagem valeu MUITO a pena.
      Quando cheguei ao quarto conheci a Tatiana, uma brasileira de Fortaleza que tinha vindo no mesmo voo que eu (São Paulo – JNB, o voo dela pra Cape Town foi outro). Pior é que nós estávamos sentadas até próximas e nos vimos (ela é a baixinha que achou desconfortável). Acabamos nos tornando bastante amigas e mudamos a viagem uma da outra. Ela teve alguns problemas no aeroporto de Johannesburg e tava se sentindo meio pra baixo também. Conversamos um tempão e começamos a planejar alugar um carro pra irmos até Cape Point. Não sou uma pessoa muito religiosa, mas tenho certeza de que Deus colocou a Tati (e também a Karin, que vai entrar no meu relato daqui a pouco) no meu caminho pra fazer a viagem maravilhosa.
      Eu tava bem cansada, não tinha dormido nada, mas tentei me manter acordada até umas 21h, pra me adaptar ao fuso. Depois disso dormi.










    • Por Renatao1502435084
      Olá mochileiros. 
      Fiz uma trip por África do Sul, Namíbia, Botswana e Zimbabue por 30 dias e estou compartilhando algumas informações desta incrível viagem que fiz em agosto de 2017. 
      29/07 -30/09 Trajeto de Goiânia até Port Elizabeth, fazendo paradas em Guarulhos e Joanesburgo
       
      30/07 - Cheguei em Porto Elizabeth por volta de 13 horas. Do aeroporto fui para o SAMREC. É um centro de reabilitação para pinguins bem pequeno. Fui por indicação de um blog na internet mas não tem nada demais a não ser pela doação do valor para manutenção do local. Em seguida fui para o hostel The Hippo Backpackers descansar e comer alguma coisa. O hostel é bem tranquilo mas não tem lanchonete e restaurante. Andando de Uber deu para ter uma visão geral da cidade.

      31/07 No dia seguinte fui até o estádio Nelson Mandela Bay Stadium e até o monumento Donkin Street. De la partiria para a Garden Route de ônibus parando de cidade em cidade. A questão é que é impossível fazer isso parando nos pontos de interesse e com pouco tempo. Às 9 da manhã só teria ônibus às 9 da noite. Então aluguei um carro e enfrentei a direção inglesa na mão invertida. Foi bem louco pois nunca havia dirigido antes nessa condição e ainda sozinho num país ainda desconhecido. Neste dia parei na estrada no Tsitsikama Adventures e fiz uma sequência de tirolesas bem legal. Depois dirigi até Storms River, um vilarejo bem pequeno e fiquei no Tube N Axe. Este hostel é bem legal, tem um decoração bonita, bar e restaurante. Vale a pena se estiver na região. 

      1º/08 Fui até o The Big Tree. É um parque com árvores gigantescas de mais de 1000 anos. Foi assustador andar sozinho pelo parque ouvindo só o barulho dos pássaros. Às vezes tinha a sensação de estar sendo seguindo. 

      Em seguida me desloquei até o Tsitiskamma National Park. Este passeio é incrível e vale a pena conhecer o parque e as pontes suspensas. Um dos lugares mais incríveis que já conheci. 

      Como ainda era cedo fui fazer meu Bung Jump na Bloukrans Bridge. É possível agendar com antecedência no site https://www.faceadrenalin.com/ e ganhar algumas fotos do salto. Infelizmente perdi minha Go Pro no salto. Na hora fiquei muito assustado mas hoje dou risada disso. Se quiserem dar uma olhada no meu insta tem o vídeo da perda. Muitos amigos disseram que era minha dentadura, kkkkk

      Este dia dirigi até Mossel Bay e me hospedei no Santos Express. É um hostel dentro de um trem desativado. É legal a ideia do hostel, tem um bar legal, uma vista linda da praia, no entanto peca pela falta de espaço nos dormitórios e pela limpeza. 
       
      2/08 Fiz o mergulho com tubarão branco. Uma dica galera: muitos vão para Gansbaai fazer esse mergulho mas os tubarões fugiram de lá devido a presença das orcas. O passeio é incrível. Observar aqueles bichos enormes a menos de um metro de você é sensacional. Atentem-se para o frio que faz no barco devido ao vento, frio na água e possível enjôo com o balanço do barco. 

      Neste dia fiz reserva em um hotel chamado Bibi's Joy em uma cidade chamada Swellendam. Não observei direito mas o hotel ficava no meio de uma estrada de terra e o GPS me fez dar uma volta gigantesca por uma estrada bem erma. Esse dia passei apertado pois estava no meio do nada e para piorar ao chegar ao local estava fechado e ninguém atendeu. De lá fui voltei para a N2 e dirigi até um posto de combustível para carregar o celular pois bateria já estava acabando e do carregador portátil também. 
       
      3/08 até 7/08 Fiquei em Cape Town explorando os lugares básicos como Water Front, Lions Head, Signal Hill, Table Mountain, Aquário Two Ocean e ainda as festas na Long Street próximo ao hostel que me hospedei: Once in Cape. 

      Dos dias 08/08 até 27/08 fiz um tur com a empresa Nomad Tur, percorrendo cerca de 5.500 km de Cape até Victória Falls no Zimbábue. O tur é incrível do ponto de vista em que você consegue maximizar a quantidade de lugares visitados no intervalo de tempo. O esquema é acampamento, montar barraca, lavar roupa à mão, comer debaixo de árvore no lunch, e em volta da fogueira na janta, lavar mãos e vasilhas na bacia. Para ser bem honesto é cansativo pois devido ao roteiro a ser seguido somos submetidos à uma disciplina de acordar cedo, arrumar às coisas no caminhão (nosso meio de transporte), lavar vasilhas, desmontar barraca, arrumar sua mochila, se arrumar....No entanto, como falei, é o jeito mais prático de visitar lugares incríveis sem se preocupar com roteiros, estradas, comida...
      Alguns lugares visitados:
      1. Cederberg Region: ainda na África do Sul

      2. Orange River
      3. Fish River Canion: 2º maio canion do mundo

      4. Sossusvlei: nesse passeio saímos de madrugada para ver o sol nascer. Subimos essas dunas com mais de 300 metros de altura e angulação de 45º

       
      5. Swakopmund: cidadezinha com estilo alemão. É possível fazer várias atividades como quadriciclo, skydiving, boat cruise para ver pinguins...
      6. Spitzkoppe: um dos lugares mais lindos que já vi

      7. Himba Tribes

      8. - Etosha National Park

      9. Windhoek: Capital da Namíbia
      10. Botswana – Ghanzi
      11. Okavango Delta: maior delta fechado do mundo

       
      Passeio feito no Mokoro (esse barquinho de madeira). Incrível como se sente paz nesse local. 

      12. Kasane - Chobe National Park: são feitos o game drive no 4x4 e um Boat Cruise que é top ver os bichos a poucos metros de você. Dezenas de elefantes, hipopótamos, búfalos, crocodilos...

      13. Zimbabwe -Victoria Falls

       
      Visão aérea feita no voo de helicoptero 

      Houveram outros locais que não citei e outras atividades também. Outro ponto muito bom do tur foi conhecer uma galera massa e sair para balada por 3 dias e nos demais dias sentar em volta da fogueira como uma grande família para trocar idéia, no estilo africano. Além de viajar fiz vários amigos durante esses dias!
      Caso tenham alguma dúvida ou queiram ver mais fotos me contatem no insta: renatofisc ou Renato Morais. 
      Se estiver em dúvida se ir para a África, não pense duas vezes. É um local incrível onde você quebrará vários paradigmas, esteriótipos e crenças sobre o continente, cultura, povo, riqueza, comidas. 
      No mais é isso pessoal!
      Saua saua! 
      Moro, peribi, Naua
      Algumas saudações que aprendi na África!
      Abraços!
       
       
       
       
    • Por Carlosfuca
      Parte 1: Introdução e Roteiro
      O fato de poder pisar no Continente Africano está diretamente relacionado às minhas aspirações de pelo menos quatro anos pra cá. Tempo esse que pude saber que foi em África que se instalou os primeiros seres humanos do mundo, ou seja, o continente Africano é o Berço da Humanidade. De sua antiguidade clássica provem as primeiras civilizações que consolidaram diversos feitos avançados para época e que foram modelados para civilizações de outras partes. As dificuldades que se presenciam nos dias de hoje em África foi devido o advento das invasões europeias e também das invasões árabes, todo o passado de glória se perdeu e transformou no que podemos ver ainda no século XXI e o que ocorreu nos séculos anteriores de desmantelamento cultural e exploração intensa desde pelo menos o século XVI.
      De certo que existe a importância cultural (e de certa forma política), mas essa viagem teve um aspecto mais mochileiro/turístico com uma diversidade de atrações e com certeza contando com o espetáculo da natureza, a exuberante paisagem do sudeste africano. Foram 23 dias de viagem, onde parti de São Paulo dia 04 de Julho de 2017 e só retornei no dia 27 do mesmo mês.
      Antes de ir, apesar de estar próximo de se realizar um grande sonho e do que esse momento significava pra mim, o planejamento foi feito bem rapidamente utilizando o pouco de experiência que tenho em fazer meus roteiros com informações da internet. Não agendei previamente (no Brasil) nenhum "Tour", transporte ou acomodação, apenas comprei a passagem para Cidade do Cabo (Cape Town) pela Angola Airlines (TAAG) que custou R$1960,00, renovei meu passaporte e chequei se eu precisava tomar a vacina contra Febre Amarela. No caso não precisei, pois já havia tomado em 2011 quando fui pra Bolívia e essa vacina é valida por dez anos. Lógico que antes de tudo olhei os mapas, compilei os hostels no centro de Cape Town e tudo mais. Levei dinheiro em espécie e no Cartão VTM (Visa Travel Money) tudo em dólar, mas a moeda na África do Sul é o Rand (Zar). Na questão do visto para a África do Sul, pra turismo os brasileiros não precisam pagar nem agendar previamente, é apenas mostrar um passaporte contendo pelo menos 1 mês de validade antes da data de retorno pro Brasil e uma folha em branco, o visto valerá por 90 dias.
      Vou deixar pra detalhar essa encantadora e graciosa aventura nas próximas postagens, por enquanto vou deixar o esboço do roteiro. Recebi no passaporte carimbos de cinco países: África do Sul, Reino de Lesoto, Zâmbia, Zimbábue e Botsuana. A estadia foi maior na África do Sul e depois em Zâmbia, os outros três países visitei mais a região próxima das fronteiras fazendo um "Day Tour" em cada país.

      Do que eu havia planejado tudo correu muito bem, só não consegui conhecer a Ilha Robben (Robben Island) por ter chovido no dia em que eu agendei minha ida e não pude adiar porque no dia seguinte já estava marcado o inicio da viagem pelo BasBuz, uma van que percorre por toda a costa sul africana desde a Cidade do Cabo até Pretória (falarei mais sobre). Outro ponto que queria muito ir era o Museu Africano em Joanesburgo, mas não achei o local. Isto foi minimizado pelos diversos pontos altos da mochilada, como a subida na caminhada até a Montanha da Mesa (Table Mountain), o tour na Península do Cabo, a caminhada até a Tugella Falls na Cordilheira de Drakensberg, a ida as Cataratas Mosi-oa-Tunya/Victoria Falls em Zâmbia/Zimbabue, ou o Chobe Safari em Botsuana. 

       
      Dia 06/07/17
      Table mountain - Trekking sozinho pela Montanha da Mesa - Cidade do Cabo

      Dia 07/07/17
      ida ao centro comercial V&A Waterfront de manhã
      Praia - Camps bay beach à tarde
      Dia 08/07/17
      Cape Peninsula Tour (BasBuz)- Ilha das Focas, Praia dos Pinguins e Cabo da Boa Esperança
       
      Dia 09/07/17
      Era pra ser robben island mas foi cancelado pelo tempo chuvoso. Dia de descanso depois de breve caminhada pela cidade. Domingo tudo vazio. Ajeitar roteiro.

      Dia 10/07/17
      Viagem de Cape Town até Port Elisabeth por basbuz. O dia todo de viagem com a van.

      Dia 11/07/17
      Viagem de port elisabeth até durban. Chegando no Hostel Curiosity no Centro de Durban.

      Dia 12/07/17
      Sai umas 10h para o Kwa Muhle Museum, depois fui comer, depois pra região do porto e finalizando a tarde na Praia - South Beach.

      Dia 13/07/17
      Cheguei no Amphitheatre Backpackers em Northern Drakensberg e passei a tarde de boa. Fiz umas trilhas ao redor do Hostel.

      Dia 14/07/17
      Tugela falls tour - A segunda maior cachoeira do mundo e a maior da África, mas no inverno o volume de água é baixo.
      Beleza da Cordilheira de Drakensberg - Show!!!

      Dia 15/07/17
      Lesotho Day Tour - Lesoto é um país montanhoso incrustado na África do Sul e sem saída pro mar. A etnia predominante é Bashoto e a língua é o Sesoto (soto).
      Experiencia unica. Show!!

      Dia 16/07/17
      Amphitheatre Backpackers

      Dia 17/07/17
      Amphitheatre Backpackers

      Dia 18/07/17
      Viagem de van basbuz de Drakensberg até Joanesburgo, fiquei num hostel próximo do aeroporto Oliver Tambo.

      Dia 19/07/17
      Viagem de avião de Joanesburgo até Livingstone em Zâmbia
      Ao chegar andei pela cidade, povo muito acolhedor. Fiquei no Hostel Zinga Backpackers.

      Dia 20/07/17
      Grande dia nas cataratas Mosi-oa-Tunya (Victoria Falls). lados da Zâmbia e Zimbabwe.

      Dia 21/07/17
      Walk around the city centre. Change money to next day

      Dia 22/07/17
      Chobe Safari Day Tour em Botsuana

      Dia 23/07/17
      Viagem de volta a joburg. Do aeroporto um taxi até curiocity backpacker

      Dia 24/07/17
      Soweto Day Tour e Museu do Apartheid

      Dia 25/07/17
      Andando por joburgo.

      Dia 26/07/17
      Transfer até o aeroporto e volta pra São Paulo com escala em Luanda (transferência apenas).


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