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AFRICA DO SUL NAMIBIA ZIMBABWE BOTSWANA E ZAMBIA - 17 DIAS - NOV/13 - 3 RAPAZES - VIAJE EM NOSSA VIAGEM E TIRE SUAS DUVIDAS

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Os Rinocerontes só são encontrados no serenguete e na cratera Ngorogoro, mas mesmo assim são bem raros... :roll: Aliás voces já viram aquele programa no animal Planet sobre os caçadores de caçadores de Rinos... vale a pena ver... ::otemo::

 

 

 

Pois é, daqui uns tempos vamos ver esse animal fabuloso apenas em jaula (os que conseguirem adptar), fotos ou sua cabeça pendurada em algum local público.

 

Que tiver oportunidade vá ver !

 

 

Os elefantes seguem no mesmo destino

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zebedre eu não vejo televisão,.. mas me deu uma vontadezinha de ver esse programa

mas é claro,.. ali, no cara a cara, definitivamente a história é outra,...

e deixa de ser humilde pô,.. se vc quiser vc posta mto melhor, nem vem com essaaaaaaaaaaaaa !!!!

vou querer ver um relato brilhante.

desde já rezarei pela sua paciência que terá que estar muito muito bem conservada para que você possa fazer isso

ahahahahah

 

ShadowV2mto obrigado

pois eh,.. NO RHINOS ! sem branco, nem preto nem pardo...

Não sabia que estavam em extinção não, sou bem leigo no assunto.

Na verdade, pensei q fosse apenas uma particularidade do lugar que não tivesse mesmo esses animais,...

a viagem ficou sim em 7 mil reais,.... mas não pagamos os trechos principais já q fomos de milhas,..

contudo, inclui ai o valor dos 200 e pouco das taxas de embarque :P

tirei foto de Windhoek. Realmente é organizada mesmo para os padrões. Postei algumas só... Do Marue Mall, do Parlamento, da Igreja e do Museu (e olhe lá)... Definitivamente não foi uma cidade inspiradora não !!!! ahahahahaha Só gostei mesmo da organização !

E se eu tava facil? facinho facinho ! SQN !!!!!!!! ::hahaha::::hahaha::::hahaha:: UHAUHAUHAHUAAUHAUHAUHAUHAUH

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Pra quem não sabe, esse ano (2013), os rinocerontes entraram em extinção também no Moçambique.

 

Havia 15 deles no Great Limpopo, próximo à fronteira com a África do Sul, e foram mortos pelos próprios guardas florestais.

Os caras que deveriam protege-los disso.

 

http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2013/05/03/cacadores-matam-os-ultimos-15-rinocerontes-de-mocambique.htm

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::hãã::

Dia 16

 

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Era hora de acordar e partir rumo à peregrinação.

Nosso voo para Johanesburgo saia de Kasane, na Botswana. Oh céussss,... voltar pro lugar das moscas !!!

Mas só depois de um café da manhã regado em que nos despedimos de nossos amigos !!!

 

Conseguimos um taxi por 200 Kuachs (moeda local). Só dividir por 5 para saber em dólar = US$ 40. Achamos em conta até por ser 80 km !!! E olha, vi ele chegar a 150 km por hr !!! Esse era mais doido ainda.

 

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Chegamos na border para a imigração de saída da Zâmbia. Mais uma vez o pessoal fedido. Atravessamos o Rio de ferry (for free) e caminhamos (não é pertinho não) num sol FDP até a border da entrada da Bostwana. Sorte que era de graça !!! Viva ao não visto para Botswana e mais fedor na mente !!!

 

De lá, fechamos um shuttle para o Aeroporto por 80 PULAS... (equivalente a uns 7 dólares para cada um). E enfim,... MEDO do aeroporto. Conseguiu ser menor que o do Zimbabwe. Eu fiquei indo e voltando da única lanchonete tentando gastar aquele dinheiro, mas só tinha picolé lá... Ai já viu,.. e tome picolé ! O aeroporto tava em reforma e vai ficar bem maior.

 

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Ponto positivo: Tinha wifi... valia por 10 minutos, mas dá para trapacear e se cadastrar com outro nome e ficar entrando.

 

O avião era da Airlink (filiada da South Africa Airlines) e era outro modelo Embraer para 30 e poucas pessoas. Fiquei com medinho porque até aquela porra se estabilizar demora !!!

 

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Enfim, de volta a South Africa !!!

Mas só por mais 24 horas porque no dia seguinte voltaríamos para o Brasil ! ::bruuu::

 

 

ÁFRICA DO SUL - JOHANESBURGO do dia 16, de tardinha, ao dia 17, de tarde

 

O primeiro taxista já tentou nos enrolar no aeroporto. O senhor do hostel me disse quanto custaria o taxi. R150 (US$ 15). Ele me cobrou quase o dobro e, obviamente, pegamos outro taxi. O lugar que ficamos era a 8 minutos de carro do aeroporto. É uma casinha de um casal de “idosos” com uma alma de jovens de 20 anos! Nunca vi tanto carisma, força de vontade... Ficou irado o lugar, bem receptivo! Chama-se Bob’s Bunkhouse . ::Ksimno::

 

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Como ainda tinha um pouco de sol, ficamos rapidinho na beira da piscina. Ao perguntarmos o que tinha pra fazer, nos falaram: NADA. É perigoso !!! Mas recomendaram um tour para o Soweto que também roda outros pontos turísticos e param num lugar para comer. Isso tudo de carro.

Custava R750, ou seja, US$ 75. A meu ver, facada total. Mas vamos lá né ?! Reservado !!! ::toma::

 

Depois das 18 o rapaz chegou !!! Parecia que tinha saído de uma gangue ou de um daqueles filmes de comédia do Eddie Murphy !!! Sorte que não foi só eu que não ri daquelas piadinhas, ninguééém ria,... Só uma garota (gigante ela) de Amsterdã !!! ::lol4::::lol4::::lol4::

 

Rodamos, rodamos, rodamos... Senti-me como tendo jogado meus US$ 75 in the trash !!! Mas foi melhorando... (já adianto logo e só ficou no ficar mesmo)!!!

 

Alguns lugares que me lembro de ter conhecido (mesmo que de longe e sem entrar porque era sábado à noite):

 

Começamos passando na frente do Estádio Soccer City. Onde foi feita a abertura e a final do Mundial de 2010, em Johanesburgo. Muito bonito MESMO (pelo menos de fora) !!!

 

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Passamos em frente ao Museu do Apartheid. Gostaria de ter conhecido mais a fundo a história do Apartheid e como foi a luta de Nelson Mandela para acabar com o preconceito e unificar a África do Sul. Mas, fica pra próxima !!! Desde o fim do Apartheid, uma enorme massa de negros ascendeu socialmente. E gente, isso foi bem recente,.. Eu já não era mais uma criancinha !!!

 

O Soweto é um bairro gigante. Segundo o guia lá vivem milhões de pessoas. ::ahhhh::

 

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“Uma city tour em Soweto é imperdível para o visitante que deseja compreender a luta para a liberdade. A descoberta de diamantes e ouro no final do século 19 fez com que muitos negros da África do Sul que viviam em aldeias independentes se mudassem para vilas de exploração de ouro e diamantes. Até 1899 nenhum deles tinha vivido deste modo e, como consequência, perderam a liberdade, terras e capacidade de se sustentarem independentemente.

Um city tour de Soweto explica como vários negros foram para as cidades, especialmente Joanesburgo, onde se abrigaram em hospedagens só para homens ao lado de minas e fábricas. Alguns viveram em favelas multirraciais ao norte de Fordsburg, conhecidas por suas condições ruins de vida.

 

Mas os grupos diferentes 'vivendo pacificamente' preocupavam mais as autoridades do que os riscos à saúde. Uma epidemia de peste bubônica em 1904 foi a desculpa para queimar o 'local' de Nancefield e remover os 1.358 residentes negros a 13 quilômetros de Johannesburg para Klipspruit, que posteriormente seria denominada Pimville e, eventualmente, Soweto.

Por lei, os negros não estavam autorizados a morar em Joanesburgo após a fundação de South Western Township (Soweto), situada no centro da empresa de esgoto municipal (cinicamente escolhido pois era um pedaço de terra que não interessava aos brancos). Ela se expandiu rapidamente, atraindo uma diversidade de pessoas. Durante os próximos 90 anos, ela se tornou o ponto de referência da cultura negra urbana e da luta pela liberdade.” ::cool:::'>

 

Resumindo: “Soweto é abreviação para South West Township, que em português significa algo como comunidade ao sudoeste de Joanesburgo. Foi criado pelo governo do Apartheid para isolar os negros das áreas mais nobres da cidade. Mas hoje vários carros importados circulam por lá. O famoso distrito é composto essencialmente por casas simples, não miseráveis. Mas há áreas que fogem à regra, ou por serem muito mais pobres ou por serem privilegiadas.”

 

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Ele fez questão de ir à parte rica, média e pobre. Na pobre, nem deu para ver direito porque nem luz tinha nessa parte. São imigrantes que vão para lá em busca do sonho de emprego, casa... Triste realidade !!! :?:?:?

 

Soweto foi o bairro onde Mandela viveu boa parte de sua vida.

Um dos lugares turísticos para visitar por ali é a sua casa, que hoje é um museu, onde Mandela e a sua família moraram desde 1946 até 1990.

Fomos só até a porta. A prisão onde o Mandela ficou fica perto de Cape Town, em uma ilha (ROBBEN ISLAND).

A gente foi lá 3 semanas antes do Mandela morrer. Inclusive escrevi este relato antes disso.

 

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Hector Pieterson:

“Hector Pieterson foi um garoto sul-africano de 13 anos morto nos braços de uma colega que liderava protestos contra os policiais “brancos” durante os confrontos ocorridos em Soweto, durante a época do Apartheid na África do Sul. Naquele tempo os negros não tinham direito algum e pelo que entendi, nem estudar eles podiam. Esse confronto entre esse garoto e o grupo de estudantes foi exatamente por causa disso. Posteriormente Hector tornar-se-ia a face do massacre numa fotografia que viria a ser publicada por todo o mundo no dia seguinte à tragédia como símbolo do Apartheid.

Os mundialmente conhecidos levantes de Soweto custaram a vida de mais de 100 menores (segundo dados extra-oficiais, o número real seria de mais de 300 vítimas), entre eles Hector Pieterson.

Hoje há na África do sul um memorial que leva seu nome, o qual visitamos. O Hector Pieterson Museum, que foi construído em 1976, fica em Soweto, na Hector Pieterson Square.” ::hein:::hein:::hein:::hein:

 

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Além disso, passamos por um hospital que deve ocupar um bairro inteiro, giga !!! Até hospital e universidade constavam no tour ! No final, paramos num lugar pra comer (com as mãos) no próprio Soweto !!!

 

Era uma massa meio branca (lembrava a tapioca nordestina, mas era mais consistente e fácil de modelar). A ideia era colocar carne ou salsicha dentro e comer... Isso acompanhado com uma cerveja de 750 ml ou no meu caso, suco !!!

 

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Mas todos ficaram esperando,.... e esperando. E enfim, era isso !!! Frustração! Não deu para encher a barriga! E ai começou aquele toróóó, muita chuva !!!

Como o guia viu que queríamos mais, nos levou para uma “night” lá em Orlando Towers. Eramos os únicos brancos !!! Eu adorei, foi bem divertido apesar de termos ficado só uns 40 minutos.

 

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Para os mais aventureiros, tente fazer o bungee deOrlando Towers … São duas torres enormes. Antes elas eram uma estação de energia de carvão (acho), mas o povo reclamou e resolveram fechá-la em 1998, pintá-la e transformá-la em uma área de entretenimento. Agora o povo salta lá de cima e faz outras atividades. ::hahaha::::hahaha::::hahaha::

 

Mas atenção. Pelo que li, esse tipo de tour que fizemos é bem comum e os preços não são tão módicos. Johanesburgo é considerada ainda uma das cidades mais perigosas para se explorar. ::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::

 

::hãã::

Dia 17

 

Na manha seguinte, tomamos um leve café da manhã e passamos parte da manhã na piscina pegando sol !!!

 

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Depois, partiu aeroporto. Aceitamos o shuttle do Bob. Dentro do horário combinado, o preço saia por R120 a ida. Ou seja, 12 dólares os 3 juntos, perfect !!!

 

Por sinal recomendo um restaurante que tem lá no O.R. Tambo (nome do aeroporto), é o Mugg & Bean. Muito bom e preços bem em conta.

 

O aeroporto em si é bonito e bem grande. Mas lembre-se. Compras apenas depois de passar pelo controle de passaporte. São vários lugares e o preço é bem mais em conta que nas lojas de fora. ::tchann::::tchann::

 

ENFIM GALERINHA, É ISSO,.. ESPERO QUE TENHAM GOSTADO E QUE ALGUÉM CONSIGA TIRAR ALGUM PROVEITO

OS DETALHES MAIS TÉCNICOS ESTÃO AQUI LOGO ABAIXO ,.... ::tchann::::tchann::::tchann::::tchann::

 

AMIGOS, GOSTARIA DE PEDIR UM FAVOR A VOCÊS,...

POR FAVOR, ENCARECIDAMENTE, responda essa pesquisa

A finalidade é conhecer o hábito de consumo dos viajantes ... É muito importante para mim e para um amigo que está fazendo um trabalho

A pesquisa vai consumir segundos da sua vida, por isso peço de coração que nos deem essa força...

Obrigado ::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::

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Pra quem não sabe, esse ano (2013), os rinocerontes entraram em extinção também no Moçambique.

 

Havia 15 deles no Great Limpopo, próximo à fronteira com a África do Sul, e foram mortos pelos próprios guardas florestais.

Os caras que deveriam protege-los disso.

 

http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2013/05/03/cacadores-matam-os-ultimos-15-rinocerontes-de-mocambique.htm

 

 

uma verdadeira LÁSTIMA eu ter que ler isso !!!!

falta de vergonha desse povo viu !!! ::toma::::toma::::toma::

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Muito bom seu relato parabéns! Você aliou informação, diversão e emoção! Acredito que por ter descrito um pouco sobre você ficou mais emocionante, pois você se colocou como personagem. Devo ir a Africa em maio creio, terei 23 dias, farei o msm roteiro, cortando Johannesburg e quero incluir a garden route, é possivel? Abraços.

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Valeu Lucio

Fantástico vc poder passar lá 23 dias ! ótimo mesmo !

Garden Route parece ser um sonho,... acho q vc deve conseguir sim,.

vai fundo e já começa a reservar os passeios que mais te interessarem :PPP

 

Minha vida já é pública agora,.... me apresentei mto neh ?! ahahahaha ::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::

 

abraçoss

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::hãã::

Os detalhes técnicos que eu fiquei devendo

 

 

custo TOTAL da viagem por pessoa, em reais, a uma taxa de dólar média variando entre R$ 2,25 a R$ 2,30 - R$ 7 mil !!!!!!!

 

 

- Preços individuais (a não ser que eu fale o contrário).

 

31/10/2013 VOO QUI PASSAGEM IDA E VOLTA (RIO A JOHANESBURG) - SOUTH AFRICAN R$ 246,70 RIO - JOHANESBURGO (COM CONEXÃO EM SP) VOLTA JOHANESBURGO - RIO (CONEXÃO EM SP) SAINDO DIA 17/11/2013

 

1/11/2013 - VOO PASSAGEM IDA A CAPE TOWN - KULULA.COM - ZAR 1.159,00 (US$123,02) JOHANESBURG 19:25 - 21:35 CAPE TOWN

 

1/11/2013 - CAPE TOWN – HOSPEDAGEM (4 noites) - ZAR 522,00 (por pessoa num quarto para quarto) LONG STREET BACKPACKERS HOSTEL

 

5/11/2013 – VOO - VIAGEM DE CAPE TOWN A WINDHOEK - AIR NAMIBIA - ZAR 3.715,00 $388,58 - R$ 901,52 - CAPE TOWN 06:35 - 08:35 WINDHOEK (NAMIBIA). ESSE PREÇO JÁ INCLUI O PRÓXIMO TRECHO

 

5/11/2013 - ALUGUEL CARRO - DESERT CAR HIRE NAMIBIA - NAD 5.116,00 (valor total) - NAD 5.116,00 - ACEITAM NOSSA CARTEIRA DE HABILITAÇÃO - VALOR APROXIMADO TOTAL EM DOLARES USD 495

 

5/11/2013 - WALVIS BAY - NAMIBIA – HOSPEDAGEM (2 noites) - preço total do quarto: R$ 233,76 - LOUBSER'S B&B SELF CATERING

 

6/11/2013 - PASSEIO DE QUAD EM WALVIS BAY - NAD 700,00 - FANIE (KUISEB DELTA ADVENTURES) VAI PEGAR A GENTE AS 08:30 NO LAGOON CHALEST, 8TH ROAD WEST, MEERSIG. ATENÇÃO: LIGAR UM DIA ANTES CONFIRMANDO. PAGAR IN CASH

 

6/11/2013 - PASSEIO DE 4X4 EM WALVIS BAY - NAD 900,00 - $92,83 - R$ 215,37 - SANDWICH HARBOUR 4X4 ADVENTURES COMEÇANDO AS 13 HRS - VÃO PEGAR A GENTE AS 13 HRS NO LAGOON CHALLETS

 

7/11/2013 - SOUSSVLEI - NAMIB DESERT – HOSPEDAGEM (2 noites) - NAD 4.700,00 ($458,86) – preço individual: $162,71 - R$ 377,49 DESERT HOMESTEAD - INCLUSO APENAS O CAFÉ DA MANHA

 

9/11/2013 - WINDHOEK – HOSPEDAGEM (1 noite) - NAD 186,67 por pessoa em quarto triplo RIVENDELL - CAFÉ DA MANHÃ NÃO INCLUSO - AVISAR SE CHEGAR ANTES DAS 07 OU DEPOIS DAS 22

 

10/11/2013 - VIAGEM DE WINDHOEK A VICTORIA FALLS (ZIMBABWE) - AIR NAMIBIA - WINDHOEK (NAMIBIA) 14:50 - 16:25 VICTORIA FALLS (ZIMBABWE) - COMPRADO JUNTO AO TRECHO A WINDHOEK

 

10/11/2013 - VICTORIA FALLS – HOSPEDAGEM (2 noites) - $40,00 por pessoa em quarto quádruplo - SHOESTRING'S VICTORIA FALLS - O AEROPORTO FICA A 22KM DE DISTÂNCIA DA CIDADE. TAXI APROXIMADAMENTE US$ 30

 

12/11/2013 - PARQUE NACIONAL CHOBE (ACAMPAR) - $415,00 POR PESSOA - FECHADO COM A SHOESTRING'S DE VICTORIA FALLS ATRAVÉS DO MONY. A EMPRESA KALAHARI VIRA PEGAR A GENTE LÁ E PASSAR PELA FRONTEIRA PARA A BOTSWANA E NA VOLTA LEVARÁ A GENTE PARA A ZAMBIA

 

14/11/2013 - LIVINGSTONE - ZAMBIA – HOSPEDAGEM (2 noites) - $28,00 por pessoa em quarto quádruplo - JOLLYBOYS BACKPACKERS

 

16/11/2013 - VIAGEM DE KASANE A JOHANESBURG - SOUTH AFRICAN AIRLINK - BWP 1.855,00 ($230,40 por pessoa - R$ 534,52) - KASANE (BOTSWANA) 13:55 - 15:45 JOHANESBURG

 

16/11/2013 - JOHANESBURG - SOUTH AFRICA – HOSPEDAGEM (1 noite) - R$ 29,06 por pessoa em quarto para 8 - BOB'S BUNKHOUSE - 10 MIN DO AEROPORTO – PEGAM NO AEROPORTO, DEPENDENDO DA HORA, POR ZAR 120

 

 

AGORA SIM,... vamos aos agradecimentos e as ajudas ...... alguma pergunta, alguma dúvida ?!!!! ::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::otemo:: que canseeeeeeeeeira que me deu postar tudo isso viu,... ::tchann::::tchann::::tchann::

 

 

Mas antes,..GOSTARIA DE PEDIR UM FAVOR A VOCÊS,... PUFAVÔÔÔÔ ....

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Realmente que pique q vc tem de postar td isso!!! Parabéns!!! ficou muito bom mesmo esse relato!!! Eu já tinha passado pela Africa do sul e sempre me falaram da Namibia e da fronteira Zambia/Zimbabwe...agora lendo fiquei tb com vontade de fazer os países restantes...vc é foda no assunto viagens!!! muito divertido!!!

 

e quem falou da Garden route aí em cima FAÇA SIM!!! vale mt a pena começando em cape town ficando um bom tempo lá e pasando por Jeffreys bay....e principalmente PLETTEMBERG BAY...eu amei PLETT e achei lá o mar um pouco mais quente que em cape town sendo possivel entrar na água...além disso a cidade tem uma estrutura foda!!! tem o maior bungee jump do mundo tb e tem passeios com elefantes e um santuario de macacos...não cheguei em Port Elizabeth então não sei se vale a pena!!!

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Relato irado!!!!!

 

Me diz uma coisa, todos os voos que vc pegou por lá eram nesses aviõezinhos? ::ahhhh::::ahhhh::::ahhhh::

 

Para alguns lugares vcs foram com carro alugado, mas tem agencias que oferecem esses passeios?

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    • Por Carlosfuca
      Parte 1: Introdução e Roteiro
      O fato de poder pisar no Continente Africano está diretamente relacionado às minhas aspirações de pelo menos quatro anos pra cá. Tempo esse que pude saber que foi em África que se instalou os primeiros seres humanos do mundo, ou seja, o continente Africano é o Berço da Humanidade. De sua antiguidade clássica provem as primeiras civilizações que consolidaram diversos feitos avançados para época e que foram modelados para civilizações de outras partes. As dificuldades que se presenciam nos dias de hoje em África foi devido o advento das invasões europeias e também das invasões árabes, todo o passado de glória se perdeu e transformou no que podemos ver ainda no século XXI e o que ocorreu nos séculos anteriores de desmantelamento cultural e exploração intensa desde pelo menos o século XVI.
      De certo que existe a importância cultural (e de certa forma política), mas essa viagem teve um aspecto mais mochileiro/turístico com uma diversidade de atrações e com certeza contando com o espetáculo da natureza, a exuberante paisagem do sudeste africano. Foram 23 dias de viagem, onde parti de São Paulo dia 04 de Julho de 2017 e só retornei no dia 27 do mesmo mês.
      Antes de ir, apesar de estar próximo de se realizar um grande sonho e do que esse momento significava pra mim, o planejamento foi feito bem rapidamente utilizando o pouco de experiência que tenho em fazer meus roteiros com informações da internet. Não agendei previamente (no Brasil) nenhum "Tour", transporte ou acomodação, apenas comprei a passagem para Cidade do Cabo (Cape Town) pela Angola Airlines (TAAG) que custou R$1960,00, renovei meu passaporte e chequei se eu precisava tomar a vacina contra Febre Amarela. No caso não precisei, pois já havia tomado em 2011 quando fui pra Bolívia e essa vacina é valida por dez anos. Lógico que antes de tudo olhei os mapas, compilei os hostels no centro de Cape Town e tudo mais. Levei dinheiro em espécie e no Cartão VTM (Visa Travel Money) tudo em dólar, mas a moeda na África do Sul é o Rand (Zar). Na questão do visto para a África do Sul, pra turismo os brasileiros não precisam pagar nem agendar previamente, é apenas mostrar um passaporte contendo pelo menos 1 mês de validade antes da data de retorno pro Brasil e uma folha em branco, o visto valerá por 90 dias.
      Vou deixar pra detalhar essa encantadora e graciosa aventura nas próximas postagens, por enquanto vou deixar o esboço do roteiro. Recebi no passaporte carimbos de cinco países: África do Sul, Reino de Lesoto, Zâmbia, Zimbábue e Botsuana. A estadia foi maior na África do Sul e depois em Zâmbia, os outros três países visitei mais a região próxima das fronteiras fazendo um "Day Tour" em cada país.

      Do que eu havia planejado tudo correu muito bem, só não consegui conhecer a Ilha Robben (Robben Island) por ter chovido no dia em que eu agendei minha ida e não pude adiar porque no dia seguinte já estava marcado o inicio da viagem pelo BasBuz, uma van que percorre por toda a costa sul africana desde a Cidade do Cabo até Pretória (falarei mais sobre). Outro ponto que queria muito ir era o Museu Africano em Joanesburgo, mas não achei o local. Isto foi minimizado pelos diversos pontos altos da mochilada, como a subida na caminhada até a Montanha da Mesa (Table Mountain), o tour na Península do Cabo, a caminhada até a Tugella Falls na Cordilheira de Drakensberg, a ida as Cataratas Mosi-oa-Tunya/Victoria Falls em Zâmbia/Zimbabue, ou o Chobe Safari em Botsuana. 

       
      Dia 06/07/17
      Table mountain - Trekking sozinho pela Montanha da Mesa - Cidade do Cabo

      Dia 07/07/17
      ida ao centro comercial V&A Waterfront de manhã
      Praia - Camps bay beach à tarde
      Dia 08/07/17
      Cape Peninsula Tour (BasBuz)- Ilha das Focas, Praia dos Pinguins e Cabo da Boa Esperança
       
      Dia 09/07/17
      Era pra ser robben island mas foi cancelado pelo tempo chuvoso. Dia de descanso depois de breve caminhada pela cidade. Domingo tudo vazio. Ajeitar roteiro.

      Dia 10/07/17
      Viagem de Cape Town até Port Elisabeth por basbuz. O dia todo de viagem com a van.

      Dia 11/07/17
      Viagem de port elisabeth até durban. Chegando no Hostel Curiosity no Centro de Durban.

      Dia 12/07/17
      Sai umas 10h para o Kwa Muhle Museum, depois fui comer, depois pra região do porto e finalizando a tarde na Praia - South Beach.

      Dia 13/07/17
      Cheguei no Amphitheatre Backpackers em Northern Drakensberg e passei a tarde de boa. Fiz umas trilhas ao redor do Hostel.

      Dia 14/07/17
      Tugela falls tour - A segunda maior cachoeira do mundo e a maior da África, mas no inverno o volume de água é baixo.
      Beleza da Cordilheira de Drakensberg - Show!!!

      Dia 15/07/17
      Lesotho Day Tour - Lesoto é um país montanhoso incrustado na África do Sul e sem saída pro mar. A etnia predominante é Bashoto e a língua é o Sesoto (soto).
      Experiencia unica. Show!!

      Dia 16/07/17
      Amphitheatre Backpackers

      Dia 17/07/17
      Amphitheatre Backpackers

      Dia 18/07/17
      Viagem de van basbuz de Drakensberg até Joanesburgo, fiquei num hostel próximo do aeroporto Oliver Tambo.

      Dia 19/07/17
      Viagem de avião de Joanesburgo até Livingstone em Zâmbia
      Ao chegar andei pela cidade, povo muito acolhedor. Fiquei no Hostel Zinga Backpackers.

      Dia 20/07/17
      Grande dia nas cataratas Mosi-oa-Tunya (Victoria Falls). lados da Zâmbia e Zimbabwe.

      Dia 21/07/17
      Walk around the city centre. Change money to next day

      Dia 22/07/17
      Chobe Safari Day Tour em Botsuana

      Dia 23/07/17
      Viagem de volta a joburg. Do aeroporto um taxi até curiocity backpacker

      Dia 24/07/17
      Soweto Day Tour e Museu do Apartheid

      Dia 25/07/17
      Andando por joburgo.

      Dia 26/07/17
      Transfer até o aeroporto e volta pra São Paulo com escala em Luanda (transferência apenas).
    • Por José Luiz Gonzalez
      Introdução
      Fala galera!
      No fim de 2018 fiz uma viagem incrível pela África do Sul que contou inclusive com a companhia do grande parceiro Fabiano que conheci aqui no Mochileiros!
      Se alguém tiver alguma dúvida, sinta-se a vontade pra perguntar abaixo e evitem mensagens privadas ou e-mail já que a sua dúvida pode ser a mesma de outras pessoas aqui no fórum!
      Roteiro Resumido
      1 dia na Rota Panorâmica
      3 dias de Safári no Kruger
      9 dias na Garden Route
      5 dias na Cidade do Cabo
      Roteiro Detalhado
      15/11/2018 - Voo São Paulo > Joanesburgo
      16/11/2018 - Joanesburgo > Sabie
      17/11/2018 - Sabie > Graskop
      18/11/2018 - Graskop > Lower Sabie Rest Camp 
      19/11/2018 - Lower Sabie Rest Camp > Crocodile Bridge Rest Camp
      20/11/2018 - Crocodile Bridge Rest Camp > Marloth Park
      21/11/2018 - Marloth Park > Joanesburgo > Port Elizabeth > Jeffrey's Bay
      22/11/2018 - Jeffrey's Bay
      23/11/2018 - Jeffrey's Bay > Stormsrivier
      24/11/2018 - Stormsrivier > Plettenberg
      25/11/2018 - Plettenberg
      26/11/2018 - Plettenberg > Mossel Bay
      27/11/2018 - Mossel Bay
      28/11/2018 - Mossel Bay > Hermanus
      29/11/2018 - Hermanus
      30/11/2018 - Hermanus > Cidade do Cabo
      01/12/2018 - Cidade do Cabo
      02/12/2018 - Cidade do Cabo
      03/12/2018 - Cidade do Cabo
      04/12/2018 - Cidade do Cabo
      05/12/2018 - Cidade do Cabo > Joanesburgo
      06/12/2018 - Joanesburgo > São Paulo
    • Por ederfortunato
      Em dezembro de 2017, passei 3 dias no Zimbábue (relato aqui) e 15 dias na África do Sul, e devo agradecer a galera daqui do fórum que me ajudou muito através dos relatos, por isso, resolvi fazer um também!
      Eu vou focar nas dicas de passeios e trajetos para chegar nos lugares, e menos nos detalhes do que eu fiz no dia-a-dia(até porque tenho péssima memória).
      Pra quem gostou das fotos, eu posto muito mais no meu instagran, segue lá: http://instagram.com/ederfortunato
      África do sul
      Roteiro: Foram 8 dias na Cidade do cabo, 2 dias em Joanesburgo e 4 dias no Kruger.
      Ficou boa essa quantidade de dias para cada lugar, não mudaria, mas caso dispusesse de mais tempo, ficaria uns 14 dias na Cidade do Cabo(queria morar lá pra falar a verdade rs).
      Uma coisa que compensou fazer, foi passar 4 dias no bairro de WaterFront e 4 dias na Long Street, fiz isso pra conhecer bem cada canto da Cidade do Cabo.
      E porque não conseguia me decidir onde ficar rs.
      Depois passei 2 dias em Joanesburgo, e acredito que foram suficientes(me lembrou muito São Paulo, e como sou daqui, não curtir rs).
      Finalmente, fui para o kruger, de van, caso você também vá via terrestre, reserve 3 dias no mínimo, pois de Joanesburgo pra lá, são umas 6 horas na estrada, por isso os dias de ida/volta acabam sendo quase perdidos. Tem um aeroporto mais
      próximo do parque, o Nelspruit, mas a passagem estava cara.
      Tirei a Garden Route do roteiro, pelo que vi precisa no mínimo uns 5 dias pra aproveitar bem.
       
      Passagens: Voei com a South African Airways, que é muito boa. Já que a ideia era conhecer mais um lugar além da África do Sul, escolhi ir para o Zimbábue.
      Pesquisando, percebi que se comprasse 3 trechos de uma fez, 1º São Paulo > Victoria Fall, 2º Victoria Fall > Cape Town e 3º Joanesburgo > São Paulo,
      acabou ficando mais barato do que se comprasse a ida/volta da África do Sul para o Zimbábue, recomendo usar a ferramenta do google para fazer essas pesquisa de preço por várias cidades.
      O trecho Cape Town > Joanesburgo, comprei pela FlySafair, só $250 Reais a passagem, tem muitas outras companhias de low-cost por lá, valeu a pena.
       
      Gastos: Com hospedagem, passeios, comida e transporte gastei $1.350 dólares pelos 15 dias(fora a passagem ida/volta do Brasil).
      Vou separar por cidade, assim ajuda a ter uma ideia melhor:
      8 dias na Cidade do Cabo: $600 dólares.
      2 dias em Joanesburgo: $100 dólares.
      4 dias no Kruger: $650 dólares.
      O lugar onde gastei mais do que deveria, foi o safári no Kruger, como eu estava sozinho, acabei tendo que apelar para uma agência, que cobrou $600 dólares o pacote de 4 dias, o valor compensou, pois estava tudo incluso, mas tenho certeza que se fizesse por conta, ou se estivesse com mais pessoas, gastaria bem menos.    
      No geral, o custo lá não é alto, é possível encontrar hospedagem a menos de R$50 Reais(em hostel) e refeições de R$15 a R$50 Reais, mas os passeios acabam sendo bem caros. Fiz vários day-tour que custavam em média R$200 Reais.
      Um dica que posso dar é fazer os passeios por conta própria, alugando carro e tentar ir em mais pessoas.
       
      Dinheiro: A moeda usada na África do sul, é o Rand, ele vale mais ou menos ¼ de 1 real, então 4 Rand = 1 Real, fiz esse calculo na hora de fazer as contas.
       
      Dólar/Rand/Real, o que levar? O melhor é comprar dólar aqui e trocar lá por Rand, talvez você tenha lido que não vale a pena, pois vai fazer o cambio duas vezes, e perde nas duas, bem... a verdade é que depende. Depende o quanto você perde, é possível perder mais fazendo apenas um câmbio, o que determina isso é se a moeda trocada é forte ou fraca.
      Nesse caso, você vai perder bem mais trocando diretamente Reais por Rand, do que se fizer Real > Dólar > Rand.
      Isso porque o Real é considerado uma moeda fraca por lá, quer dizer que ninguém, na áfrica, quer comprar Reais, isso faz com que o cambio dele seja baixo, diferente do dólar, que é uma moeda forte, e faz com que as casas de câmbio queiram comprá-la(mais do que real).
      Além disso, tenha em mente que levando dólares, você consegue um cambio melhor, mas tem o inconveniente de ter que andar com muito dinheiro, então leve uma doleira pra carregar a grana embaixo da roupa, e não ande com tudo, deixe uma quantia no cofre do hostel/hotel.
       
      Câmbio: Use sites como Melhor Câmbio para achar a melhor cotação, um outro que recomendo pra quem é de SP, é o Câmbio Store(é onde geralmente compro).
      Chegando na África do Sul, troque uma pequena quantia no aeroporto, que normalmente têm taxas ruins, e deixe pra trocar o resto do dinheiro num lugar que faça "câmbio alternativo"(casas de câmbio clandestinas, onde pagam melhor e não cobram taxas), tem um que achei por indicação, que fica na 39 Strand Street, o lugar parece meio "suspeito",
      tem portões com grade, o pessoal parece mafioso, mas vai sossegado que é de boas lá rs.
       
      Cartão de crédito: Você pode optar por usar apenas cartão, é aceito na maioria dos lugares em Cape Town e Johannesburg, de várias bandeiras, seja cartão de credito ou debito, inclusive você pode sacar Rand no caixa automático, e é bem fácil achar um caixa 24.
      Além desse ser o modo mais seguro, já que não precisará andar com muito dinheiro, mas é o pior pelas taxas do banco, como IOF por transação, além da cotação de dólar que o banco usa ser bem desfavorável.
       
      Idioma: A África do Sul tem 11 línguas oficiais. Quase todo mundo fala inglês, alguns com um sotaque que eu achei bem difícil no começo(sério, no primeiro dia eu fiquei perdidão, não entendia nada).
       
      Insetos: Era uma preocupação minha antes de viajar, acho que de muita gente também, até pesquisei um repelente bem forte, mas quando cheguei lá, não usei.
      Durante o safári, que foi o lugar onde mais estive em áreas selvagens, dormi num chalé que tinha aquelas mosquiteira na cama, então não foi problema, e durante as saídas, fiquei o tempo todo dentro do carro, e em momento algum vi mosquitos nele.
      Sobre o medo de malária, o perigo existem em algumas regiões do país, mas nenhuma das que eu passei, então não me preocupei em correr atrás de vacina, mas o que pesquisei é que é bem cara é não tão eficaz.
       
      Segurança: Na Cidade do Cabo, era bem tranquilo andar durante o dia, mas a noite a recomendação era de sempre pegar táxi e não caminhar, embora eu tenha achado que não parecia tão perigoso(e olha que eu sou de São Paulo).
      Já em Joanesburgo, até de dia é complicado andar por lá, e era recomendado nunca andar sozinho.
       
      Transporte: Vale muito a pena alugar um carro, pelo que pesquisei é bem barato. Porém não tão barato que compensasse pra mim que estava sozinho, o que fez a viagem ficar um pouco mais cara, já que para chegar em muitos lugares, tive que recorrer às agências turísticas.
      Outra coisa a se levar em conta, é que muitos lugares, como Cape Point, são bem melhor aproveitados de carro próprio do que passeios de agências.
       
      Uber: boa alternativa caso não alugue um carro, em alguns casos, deve compensar bem mais. O custo é realmente muito baixo(pude perceber que a maioria dos motoristas de Uber, são de outros países vizinhos, mais pobres que a África do Sul, e que foram pra lá conseguir um trabalho melhor).
      Recomendo que compre um CHIP de celular quando chegar, para poder chamá-los de qualquer lugar, eu não comprei pois sempre conseguia Wi-FI free, mas nem sempre era garantido, e as vezes tive que apelar para o táxi.
       
      Cidade do cabo
      Ponto importante para quem pretende ir esse ano, a Cidade do Cabo está com um problema sério de falta de água, existem avisos em todos os lugares para economizar, nos hostel que fiquei, pedia para tomar banho de menos de 2 minutos!  
      o problema só deve se agravar pelo resto do ano.
      Do aeroporto para o centro da cidade, teve ter uns 25 km de distância, eu usei o My City Bus, é o sistema de transporte público da cidade, funciona como o bilhete único aqui de SP, você precisa comprar um cartão e colocar credito nele, os ônibus são ótimos.
      No aeroporto me deram um mapa com todos os pontos de parada, por isso foi fácil chegar ao meu destino, o ônibus foi direto até um terminal no centro da cidade, e de lá eu peguei outro para o meu hostel, custou $100 Rand. Caso fosse de Uber ficaria uns $300 Rand, então preferi ir de ônibus, pra já ir sentindo a vibe da cidade.
       
      Hospedagem
      Fiquei em 2 hostel nessa cidade, no Atlantic Point Backpackers, ele é muito topzera, tem ótima estrutura, quarto espaçoso(coisa rara em hostel), um banheiro por quarto, ar-condicionado, locker grande no quarto, o café da manhã é bem completo, e eles organizam muitas atividades entre os hospedes, todo dia havia algo pra fazer, além de estar bem localizado, uns 10 minutos á pé do WaterFront, preço um pouco acima da média, mas vale totalmente.
      O outro hostel foi o Cape Town Backpackers(cuidado pra não confundir com outro bem próximo chamado The Backpackers), a equipe é bem solícita e me ajudaram muito. O hostel é OK, tem um estrutura bem mais simples, como um banheiro para vários quartos, apesar de ser mais barato que o outro, acabou ficando caro, por ele não oferece café da manhã. A localização, até que é boa, mas fica distante demais da Long Street,  tipo uns 15 minutos de caminhada. Os quartos não eram limpos todos os dias. O ponto positivo era o bar dentro dele, bom lugar pra socializar, mas acho que não voltaria lá, tem outras opções melhores.
       
      O ônibus vermelho
      Você vai vê-los em todos lugar em Cape Town, são os ônibus turísticos de dois andares, que tem a parte de cima aberta, o site oficial é o City Sightseeing.
      Vale a pena dar uma olhada no site, seja para planejar e comprar o ingresso, ou para ver os pontos turísticos mais famosos e ir para lá por conta própria. Eu usei esse ônibus por uns 4 dias seguidos, e me quebrou muito o galho, pra ir de um canto para o outro da cidade, recomendo bastante.
      Um bom roteiro de um dia, nesse ônibus, é pegar o ingresso de $400 Rand, que inclui a entrada pra Montanha da Mesa. Então passar pela Long Street, depois a Montanha da Mesa, almoçar na Camps Bay e final do dia no WaterFront.
      Outra dica, eu fui comprar o ingresso no ponto 5, que fica na Long Street, um vendedor de lá me fez uma promoção muito boa, eu paguei $1120 Rand, pelo day-tour em Cape Point + o pacote Deluxe(3 dias pra andar no ônibus) + 
      O Attractions City Pass(que dá uma entrada gratuita na maioria das atrações de Cape Town, veja aqui no site o preço de cada uma delas, e calcule se vale a pena pra você comprar).
      No final, compensou bastante, se eu somar as entradas das atrações que fui, davam bem mais do que paguei, mas só por causa do pacote que o vendedor me fez, então vá lá, e se não tiver cara de pobre sem grana igual eu, tente dar uma chorada no preço rs.
       
      Lions Head
      O melhor horário para ir é no final do dia, para ver o pôr-do-sol lá de cima, pois é muito bonito. Para chegar, chamei um Uber, que me deixou no portão, não precisa pagar nada para entrar.
      A subida leva apenas 1 hora, não chega a ser difícil, apenas algumas partes mais complicadas, onde existem umas escadas e correntes pra te ajudar a subir,tirando isso é bem tranquilo. Se for mesmo no final da tarde, lembre-se de descer logo, ou pelo menos tenha uma lanterna(do celular mesmo), o caminho fica bem escuro na volta. Também vale a pena procurar pela Wally's Cave, é um caminho alternativo e um pouco mais difícil, onde se tem uma vista pra Montanha da Mesa, recomendo buscar algum vídeo no YouTube mostrando como chegar lá, não vou explicar aqui porque fica complicado(e também porque eu não lembro rs).

      Montanha da Mesa
      Uma dica importante sobre lá: É possível vê-la de várias partes da cidade, e se você perceber que o tempo está aberto, suba! 
      O clima lá é muito imprevisível e muda muito rápido, tem este site que você pode ver a condição do tempo, e se o teleférico está aberto ou fechado por causa do vento(me fudi 2 vezes indo lá a toa até descobri o site).
       
      Signal Hill
      Passeio padrão e muito bom, o ideal é ir para ver o pôr-do-sol, vale muito a pena, tem a opção de ir com ônibus vermelho, táxi, ou Uber.
      E não esqueça uma blusa pois faz bastante frio lá em cima, e leve vinho e um pouco de comida para um piquenique (ou muita pra uma farofada mesmo, ninguém vai te julgar por isso rs)
       
      Cape Point
      Ou Península do Cabo, passeio quase que obrigatório, fica a 70km da Cidade do Cabo, recomendo ir de carro para poder parar onde quiser, principalmente se fizer a rota pela costa oeste, tem muitos pontos cuja paisagem é muito bonita. Caso esteja sem carro, a maioria das agências/hostel/hotel e até o ônibus vermelho vendem esse passeio, a média de preço é a mesma, $800 Rand, incluindo uma parada em Boulders Beach, onde você pode conhecer a praia de pinguins(eu não esperava ver pinguins! na África, foi surreal), por $80 Rand a entrada. Já em Cape Point, é possível subir/descer pelo bondinho($50 Rand), ou a pé, só 20 minutos no máximo. A vista lá de cima é bem legal, além de ter uma trilha que circula por baixo pra chegar mais perto do final da rocha.
      Depois disso, é possível ir andando até o Cape of Good Hope(Cabo da Boa Esperança), deve levar uns 40 minutos numa trilha bem tranquila (caso esteja de carro, talvez seja melhor ir até lá pela estrada), para chegar lá, vá andando até uma praia que você com certeza viu lá de cima, que está à esquerda, ela se chama Dias Beach, e não é própria para banho, pois as ondas ali são bem fortes, mas dá pra andar pelo rochedo por cima dela.
      O final da trilha, no Cabo da Boa Esperança, é outro lugar obrigatório para visitar.
       
      Vinícolas
      Outro tour bem famoso, é o da rota de vinhos, é possível conseguir em qualquer agência/hostel e também no ônibus vermelho, não sei se todas fazem as paradas nas mesmas vinícolas, mas não deve ser muito diferente.
      O passeio é um bate e volta no mesmo dia, passando por várias vinícolas, e fazendo degustação de vinho em todas, além disso, a paisagem é muito bonita. Também é possível fazer por conta própria, indo diretamente nas cidades.
      A melhor e mais conhecida é Stellenbosch.
       
      Free walking tour
      Eu fiz o free walking tour deste site, eu gosto de fazer esses passeios, sempre que visito uma cidade nova, já procuro se tem algum, é a melhor forma pra conhecer a história da cidade e ainda ter algumas dicas de lugares pra visitar.
      Nesse em específico, as caminhas eram mais curtas, umas 2 horas, e havia 3 diferentes para escolher. Fiz o do centro histórico, e um outro chamado Apartheid to Freedom, valeu muito a pena esse segundo, é uma aula de história, mostrando sobre como era a vida das pessoas em Cape Town no período do Apartheid, e ver alguns objetos daquela época que ainda estão na cidade, mantidos como registro histórico(como um banco de praça escrito "apenas para brancos", é impactante).
      Não fiz o tour para o Bo-Kaap, que é o antigo bairro apenas para muçulmanos, onde as casas são coloridas, eu apenas dei uma passada por lá num outro dia, mas acredito que vale a pena conhecer mais detalhes históricos dali.
       
      Outros passeios e lugares que gostei:
       
      Two Oceans Aquarium: Fica do WaterFront, o melhor é ir às 14h00, que é quando eles alimentam os peixes, e tem um pequena palestra. Às 14h30 vá para parte de cima, para ver a alimentação dos pinguins.

      Museo do Rugby (The Springbok Experience Rugby Museum): Fica no WaterFront, ali dá pra ter uma ideia do porque o rugby é tão importante para os sul africanos, e como ele foi usado para unir a nação, fiquei com vontade de ir num jogo, mas não achei nenhum que iria acontecer enquanto estivesse lá.

      Mama Africa: Restaurante muito bom, voltado para turistas, fica na 178 Long Street, tem banda ao vivo, que toca músicas típicas.
      Se você quiser experimentar carnes exóticas, tem um prato chamado Wild Game, nele vem carne de Kudu (a melhor que comi), avestruz, javali, crocodilo e outros, custa $320 Rand, um pouco caro mas valeu muito a pena.

      Galbi Restaurant: Fica numa galeria na 210 Long Street, outro lugar com carnes exóticas, só que mais barato, o legal aqui é que você pode escolher a carne e cozinhar você mesmo! tem uma grelha em cada mesa, achei bem legal esse esquema.

      African Tradin Port: Fica no WaterFront, é uma loja gigante, uns 3 andares, vale a visita só pra ver os itens a venda, o preço é um pouco salgado, se gostar de algo, procure o mesmo item em outra lojinha, como as várias da Long Street, onde você pode negociar o preço.
       





       

       





      Hout bay
      Uma cidade costeira, próxima de Cape Town, com vários passeios interessantes,  é tranquilo ir de carro ou ir com o ônibus vermelho(a rota Mini Peninsula):

      Parque Kirstenbosch Botanical Garden, é um parque bem grande e bonito, caso você tenha vários dias disponíveis, vale fazer a visita e ficar um pouco por ali, talvez fazer um piquenique, pois é bem tranquilo e seguro pelo que percebi, no mais, é só um parque.
       
      World of Birds/Monkey Park, é um zoológico, que possui muitas aves, muitas mesmo! é quase um labirinto, e você vai passando de uma jaula pra outra, podendo chegar bem perto deles, é um ótimo lugar pra fotografar por causa disso. O único ponto ruim, é que dá uma certa dó de vê-los presos, eu li que as aves ali são resgatadas, e não poderiam ser re-inseridas na natureza, porque não sobreviveriam, mas ainda assim, dá uma dó deles.
      Existe também uma parte dedicada aos macaquinho, e é bem legal pois é possível chegar perto deles.
       
      Imizamo Yethu, é um tipo de povoado, bem pobre, e oferece visitas guiadas para conhecer aquela comunidade, a história dela, e ajudar com as instituições de caridade dali.
       
      Mariner's Wharf, é um cais, ótimo lugar para almoçar, muitos pratos de frutos do mar, e depois dá pra fazer o passeio de barco para a Seal Island, uma ilha cheia de lobos marinhos.







      Joanesburgo e Soweto

      Fiz o tour do Soweto, com uma agência chamada MoAfrika, mas acho que não foi tão bom, pelo que ouvi de outras pessoas, que fizeram outros tours, eles visitaram algumas instituições/ONG de ajuda aos moradores da região, no tour que eu fiz, não passamos por uma, e eu gostaria muito de ter conhecido.
      O passeio foi por algumas vielas de uma parte do Soweto, e entramos em uma das casas, no final teve uma apresentação de uma dança típica local, com alguns jovens, muito legal. Fizemos outras paradas, uma no museu do Hector Pieterson, que conta a história de uma revolta da população contra o governo, e da importância dos movimentos que nasceram do Soweto na luta contra o Apartheid, e a última parada foi no museu do Apartheid/museu do Nelson Mandela, os dois ficam juntos, e vale muito a visita, o tanto de informação que tem ali, é impossível ver apenas em uma dia, a maioria do material são vídeos, jornais e fotos da época, algumas partes são bem impactantes, mas sem duvida vale a visita.
       
      Minha opinião sobre esses tours do Soweto.(sinta-se livre pra pular essa parte se quiser rs). Sobre o tour em si, acho que ele é mais impactante pra quem mora em países desenvolvidos(europeus, americanos), pra quem mora aqui na América Latina, e mesmo em grandes cidades do Brasil, é possível achar pessoas em situações bem parecidas(ok, provavelmente não tão precárias como lá, devo dizer), não que deixe de ser uma boa experiência, conheço muitas pessoas que precisam de um "choque de realidade" daqueles, principalmente para lembrar que aquela é a realidade de boa parte do mundo, incluindo talvez o bairro onde elas moram. Ao mesmo tempo, me incomodou um pouco fazer esse tipo de "tour de miséria", perguntei para o guia, que era morador dali, o que os outros moradores achavam de ver vários turistas visitando o lugar, e tirando fotos deles.
      Ele explicou que, desde que as coisas por ali melhorarem, os moradores não se importariam, desde que aquela movimentação de turistas, também trouxesse uma melhora na vida deles, mesmo que pequena, eles aceitariam.
      Por isso, achei que faltou a visita em alguma instituição beneficente, no tour que fiz. E caso você vá visitar o lugar, não deixe de ajudar, da forma que conseguir, você vai sair levando algo dali, seja uma alegria pelas crianças que correm e pulam pra te abraçar, seja uma inquietação pela situação que aquelas pessoas vivem. E por levar essa lembrança, nada mais justo que deixar alguma ajuda em troca para eles.
       




      Safári
      Essa parte me deixou bem confuso antes da viagem, vários nomes e termos, vários parques, onde ir, como ir.
      Vou colocar aqui o que eu aprendi pra te ajudar a decidir.
      Existem muitas opções de safári para fazer em vários lugares da África do Sul, a maioria dos parques você pode chegar por conta, e dirigir por eles, ou contratando agência para te levar.
      Se você estiver em Cape Town, tem poucas opções, o mais perto o é Aquila Private Game Reserve, que mais parece um zoológico aberto.
      Entre os parques que merecem destaque, pelo tamanho e quantidade de animais, estão o Addo Elephant National Park, bem próximo de Port Elizabeth. O outro, e pode-se dizer o maior e melhor, é o Kruger National Park, fica a 6 horas decarro de Joanesburgo, ou pegando um voo para a cidade Nelspruit.
       
      Game drive: Você deve ter lido isso se já pesquisou, esse é o nome que as agências dão aos passeios de carro 4X4 para ver os animais dentro do parque. Esses game drive duram umas 4 horas, e são feitas ou bem no inicio ou no final do dia, num carro alto e aberto, para que os passageiros possam ver os animais e fotografar.
       
      Walk game: é uma caminhada dentro da área selvagem, juntos com dois guias armados para te acompanhar, um deles vai mostrando o lugar, ensinando sobre algumas plantas, animais que passagem por ali, muitas pegadas ou cocôs(no que eu fiz aprendi muito sobre isso rs).
      É possível ver alguns bichos, mas sempre mantendo distância, gostei mais desse passeio do que o de carro, isso porque eu gosto de andar na natureza, é mais empolgante do que andar de carro.
       
      Hospedagem: Existem várias opções, camping, tendas grandes, chalés e até casas.
      Caso você resolva ficar numa Private Reserve, algumas delas tem acomodações bem luxuosa-topzera(como a   Sabi Sand Game Reserve que eu queria ter ido, mas não deu por motivos de:$$$) e outras mais humildes que oferecem tendas em áreas mais afastadas, com banheiro compartilhado, uma espécie de camping, para quem quer uma experiência mais root's.
       
      Private Reserve ou Game Reserve: Em volta do Kruger, existem algumas áreas que são privadas, porém não possuem cercas de separação, então os animais acabam transitando para lá, e é possível ver nelas, a maioria dos animais que estão no Kruger. A vantagem aqui, é que os carros podem entrar em áreas mais difíceis, além de ter menos veículos circulando.
      Dentro dessas reservas, existem os Lodge, que são os lugares que oferecem pacotes com hospedagem/game drive/refeições.
      Da mesma forma que o Kruger, existem pra todos os bolsos.
       
      Dica de fotografia: Esqueça Go-Pro ou similares, com celular até que dá pra tirar dos animais que estejam mais próximos.
      O ideal é ter uma câmera com um bom zoom, prefira uma lente Teleobjetivas com no mínimo 200mm, pois muitos animais ficam distantes da estradas.







      Safári no Kruger
      Se o objetivo é economizar, o melhor é alugar um carro e ir por conta, reservando sua hospedagem pela internet (esse é o site oficial para escolher).
      A outra opção é fechar com uma agência, que vende pacotes all-inclusive, podendo escolher o tipo de acomodação (chalé, tenda, cabana), e o preço varia pra cada tipo.
      Eu escolhi a Viva Safaris, na ocasião ficou em $600 dólares o pacote de 4 dias, o que inclui: Transporte ida/volta de Johannesburgo para o Kruger; uma parada para os cânions Blyde River na volta; 3 noites num tipo de chalé bem confortável(eu escolhi tenda, mas deu "overbooking" e acabei ficando em chalé!); 3 jantares, 3 cafés da manhã; e um almoço(os outros almoços foram na estrada ou dentro do Kruger, mas que não ficaram caros); além dos passeios: 
      e 1 Walk Game, 3 Game Drive de 4 horas na reserva privada, e mais 1 de dia inteiro dentro do Kruger.
      Até que compensou pois foi tudo organizados por eles, recomendo pra quem não quiser pesquisar muito pra fechar cada coisa em separado, dentre as agências que pesquisei, acho que foi a de melhor custo/benefício.

      Hospedagem: Quando reservar acomodação no Kruger, jogue no google o lugar, e veja no mapa, pois algumas dizer ser dentro do Kruger, mas não são. Não que isso seja ruim, muitas dessas reservas são ótimas, eu fiquei numa delas, mas só pra você ter certeza do que tá comprando.
      Game drive: Um conselho importante: tenha paciência quando fizer os safáris! pois é possível que você fique até uma hora inteira sem ver muitos animais, o parque é muito grande mesmo. Caso você esteja dirigindo por si, se vir muitos carros parados, chegue perto pois teve ter algum animal interessante alia

      Rota: Caso resolva dirigir por conta própria, no caminho para lá, faça uma parada no cânions Blyde River, tem uma vista belíssima.







       
       
    • Por deiselourenco
      Apresentando...
      Quando a gente começa a viajar, seu corpo e sua mente vão querendo cada vez mais, é como uma droga viciante mesmo. No começo, a maioria das pessoas, eu acho, vai realizando aquele sonho que geralmente tem a ver com lugares do nosso cotidiano, que a gente vê muito na TV, nos filmes, nas músicas etc. tipo Estados Unidos e Europa. Comigo não foi diferente. Conheci esses lugares, mas aí eu fiquei com vontade de mais e mais, eaí a África começou a invadir meus pensamentos e eu só conseguia pensar em ir pra lá.
      Entretanto, por vários motivos, entre eles (principalmente) o acovardamento em ir sozinha, eu fui adiando. Já viajei sozinha várias vezes, mas na África eu não queria ir somente no roteiro tradicional: Cape Town, Joanesburgo, Safari… queria mais, e quantos países vizinhos por ali eu conseguisse ir. Por isso, viajar sozinha estava sendo um grande entrave, pois teria que alugar carro e fazer muitos trajetos sozinha, fiquei com medo do perrengue.
      Então… como a vida dá voltas, apareceu uma amiga que também queria pra ir África. Mas pro roteiro tradicional. Aos poucos fui introduzindo a beleza da Namíbia e logo ela já estava convencida a conhecer o deserto. E pra fechar o grupo (ou não), meu primo também resolveu ir. Todo mundo conseguiu conciliar as férias, a vontade de ir pra África por um ou outro motivo e resolvemos. Compramos as passagens pela Latam, ida e volta por Joanesburgo por R$ 2.027,47 com taxas, saindo de Brasília. Pausa para dizer o básico, assim que você comprar a sua passagem desligue todos os alertas de decolar.com, googleflights, viajanet ou outro que você tiver feito. Eu esqueci, e uma semana depois a mesma passagem, na mesma data, no mesmo trajeto estava R$ 300 mais barata. Enfim, bateu aquele remorso básico que poderia ter sido evitado pela simples ignorância de não ter nem ficado sabendo que a passagem estava R$ 1.700. Como dizia o sábio: santa ignorância!
      Mas beleza, passagem comprada, todo mundo me olhando um pouco torto, porque eu queria coisa demais na viagem, começaram os planejamentos e as conversas. Geralmente a gente deixa pra falar como as pessoas eram maravilhosas ou não no final, mas já vou falar logo aqui que o grupo foi sensacional, muita cumplicidade, foi muito fácil resolver tudo já que todo mundo abria mão de alguma coisa pela vontade do outro, abrir mão de algo que eu queria ver não foi tão difícil, na verdade nem me lembro mais do que abri mão, pq a viagem e a cias foram maravilhosas. Então resumindo, quem somos nós: Deise (essa que humildemente vos relata essa viagem), Gabi (minha amiga), FH (meu primo), LC (namorado da Gabi, mas só resolveu ir depois).
      Fiquei meio que encarregada de fazer o roteiro, acho que me beneficiei nessa parte, pois ia colocando o que eu queria, mas ao mesmo tempo, ia tentando encaixar o que os outros queria também, sendo bem democrática. Tipo, não faço questão de vinícola, mas um deles queria abrir mão do tubarão pela vinícola, como não colocar. Então ficamos sem tubarão, mas com vinícola e foi ótimo, todo mundo satisfeito (eu acho rsrs).
      Quanto mais eu pesquisava e procurava roteiros, via que a maioria (90%) só fazia o chamado roteiro tradicional, que é aquele do começo do texto: Cape Town, Joanesburgo, Safari. Estava difícil achar informações sobre a Namíbia, Zimbábue, Zâmbia, Botsuana, não que a gente fosse nesses países, mas eu queria ver os relatos pra ver as possibilidades. Principalmente o deslocamento entre esses países, parecia ser bem complicado fazer por terra se você não fosse fazer algum safari de no mínimo 7 dias. E não tínhamos tempo pra fazer safári de 7 dias. Daí também que surgiu a ideia de fazer esse relato, a princípio eu não faria o relato, mas acho que pode ser útil pra quem busca informações e principalmente opiniões sobre lugares fora do roteiro tradicional.
      Então continuei a busca por relatos e catando algumas informações picadas aqui e ali, montei um roteiro, que pelo visto não foi o melhor, pois toda vez que conversávamos com alguém na viagem sobre o nosso trajeto a pessoa ria. Várias vezes eles comentavam tipo: - nossa, não faz muito sentido, ou: - uau vocês fizeram um belo zigue-zague aí ein. Bom, eu prefiro culpar a falta de informações do que a minha falta de habilidade em fazer planejamento, mesmo que muito provavelmente tenha sido o segundo motivo.
      Antes de finalizar o roteiro, ainda incluímos Victoria Falls pelo lado do Zimbábue.
      Pra vocês terem uma idéia, o roteiro final foi esse, quase não tem vai e volta, SQN.
       
      roteiro.mp4
      Como chegamos nesse primor de deslocamento: simplesmente não tem como ou eu não achei outra maneira de chegar no deserto da Namíbia saindo da África do Sul que não seja de Safári, é claro que você pode alugar carro e rodar até lá, mas pensa na perda de tempo. E os tours são todos bem caros e de 6 dias no mínimo. Então, achamos (eu) melhor ir de avião até a capital da Namíbia: Windhoek, já que de lá saem vários tours para o deserto. E o deserto era a nossa principal razão de ter escolhido a Namíbia. Existem outros passeios bem famosos por lá, como o Parque Etosha, Walvis Bay etc. Mas o nosso foco era o deserto. Então fomos pra Windhoek e já saímos do Brasil com o passeio comprado pela agência Detour Africa, mas quem realmente fez o passeio foi a Wild Dogs (ótima por sinal), a Detour parece ser apenas uma intermediadora, tipo uma agência de turismo. Ops, peraí, já estou entrando realmente no relato, deixa essa parte pra depois.
      Então beleza, chegaríamos pela África do Sul, porque não teve jeito, a passagem do Brasil chegava e saía por ela, mas já teríamos o primeiro trecho de avião por fora, para a Namíbia. Aí depois, numa reunião com o grupo da viagem, já que o Zimbábue foi escolhido de última hora, deixamos ele para os últimos dias, então a África do Sul ficou no meio da viagem. Ou seja:
      07/03 Brasília -- São Paulo -- Joanesburgo
      08/03 São Paulo -- Joanesburgo
      09/03 Joanesburgo
      10/03 Joanesburgo
      11/03 Joanesburgo -- Windhoek
      12/03 Windhoek - Sossusvlei
      13/03 Sossusvlei
      14/03 Sossusvlei -- Windhoek
      15/03 Windhoek -- Cape Town
      16/03 Cape Town
      17/03 Cape Town
      18/03 Cape Town
      19/03 Cape Town
      20/03 Cape Town
      21/03 Cape Town -- Joanesburgo -- Victoria Falls
      22/03 Victoria Falls
      23/03 Victoria Falls -- Joanesburgo
      24/03 Joanesburgo -- São Paulo -- Brasília
      Aí sim, roteiro fechado, vamos para o relato. Durante o relato não vou me ater aos valores mas vou colocar um orçamento detalhado ao final, com valor das passagens, hospedagem, passeios etc. Foram 17 dias no total. Nota dramática: 17 dias inesquecíveis.
      Relato dia-a-dia
      Já faz alguns dias que voltei, e quase um mês do começo da viagem. Foram dias bem intensos e corridos então não vou lembrar com muitos detalhes de tudo que fizemos, mas vou fazer o melhor possível aqui.
      A seguir...
       
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