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zervelis

AFRICA DO SUL NAMIBIA ZIMBABWE BOTSWANA E ZAMBIA - 17 DIAS - NOV/13 - 3 RAPAZES - VIAJE EM NOSSA VIAGEM E TIRE SUAS DUVIDAS

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Os Rinocerontes só são encontrados no serenguete e na cratera Ngorogoro, mas mesmo assim são bem raros... :roll: Aliás voces já viram aquele programa no animal Planet sobre os caçadores de caçadores de Rinos... vale a pena ver... ::otemo::

 

 

 

Pois é, daqui uns tempos vamos ver esse animal fabuloso apenas em jaula (os que conseguirem adptar), fotos ou sua cabeça pendurada em algum local público.

 

Que tiver oportunidade vá ver !

 

 

Os elefantes seguem no mesmo destino

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zebedre eu não vejo televisão,.. mas me deu uma vontadezinha de ver esse programa

mas é claro,.. ali, no cara a cara, definitivamente a história é outra,...

e deixa de ser humilde pô,.. se vc quiser vc posta mto melhor, nem vem com essaaaaaaaaaaaaa !!!!

vou querer ver um relato brilhante.

desde já rezarei pela sua paciência que terá que estar muito muito bem conservada para que você possa fazer isso

ahahahahah

 

ShadowV2mto obrigado

pois eh,.. NO RHINOS ! sem branco, nem preto nem pardo...

Não sabia que estavam em extinção não, sou bem leigo no assunto.

Na verdade, pensei q fosse apenas uma particularidade do lugar que não tivesse mesmo esses animais,...

a viagem ficou sim em 7 mil reais,.... mas não pagamos os trechos principais já q fomos de milhas,..

contudo, inclui ai o valor dos 200 e pouco das taxas de embarque :P

tirei foto de Windhoek. Realmente é organizada mesmo para os padrões. Postei algumas só... Do Marue Mall, do Parlamento, da Igreja e do Museu (e olhe lá)... Definitivamente não foi uma cidade inspiradora não !!!! ahahahahaha Só gostei mesmo da organização !

E se eu tava facil? facinho facinho ! SQN !!!!!!!! ::hahaha::::hahaha::::hahaha:: UHAUHAUHAHUAAUHAUHAUHAUHAUH

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Pra quem não sabe, esse ano (2013), os rinocerontes entraram em extinção também no Moçambique.

 

Havia 15 deles no Great Limpopo, próximo à fronteira com a África do Sul, e foram mortos pelos próprios guardas florestais.

Os caras que deveriam protege-los disso.

 

http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2013/05/03/cacadores-matam-os-ultimos-15-rinocerontes-de-mocambique.htm

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::hãã::

Dia 16

 

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Era hora de acordar e partir rumo à peregrinação.

Nosso voo para Johanesburgo saia de Kasane, na Botswana. Oh céussss,... voltar pro lugar das moscas !!!

Mas só depois de um café da manhã regado em que nos despedimos de nossos amigos !!!

 

Conseguimos um taxi por 200 Kuachs (moeda local). Só dividir por 5 para saber em dólar = US$ 40. Achamos em conta até por ser 80 km !!! E olha, vi ele chegar a 150 km por hr !!! Esse era mais doido ainda.

 

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Chegamos na border para a imigração de saída da Zâmbia. Mais uma vez o pessoal fedido. Atravessamos o Rio de ferry (for free) e caminhamos (não é pertinho não) num sol FDP até a border da entrada da Bostwana. Sorte que era de graça !!! Viva ao não visto para Botswana e mais fedor na mente !!!

 

De lá, fechamos um shuttle para o Aeroporto por 80 PULAS... (equivalente a uns 7 dólares para cada um). E enfim,... MEDO do aeroporto. Conseguiu ser menor que o do Zimbabwe. Eu fiquei indo e voltando da única lanchonete tentando gastar aquele dinheiro, mas só tinha picolé lá... Ai já viu,.. e tome picolé ! O aeroporto tava em reforma e vai ficar bem maior.

 

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Ponto positivo: Tinha wifi... valia por 10 minutos, mas dá para trapacear e se cadastrar com outro nome e ficar entrando.

 

O avião era da Airlink (filiada da South Africa Airlines) e era outro modelo Embraer para 30 e poucas pessoas. Fiquei com medinho porque até aquela porra se estabilizar demora !!!

 

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Enfim, de volta a South Africa !!!

Mas só por mais 24 horas porque no dia seguinte voltaríamos para o Brasil ! ::bruuu::

 

 

ÁFRICA DO SUL - JOHANESBURGO do dia 16, de tardinha, ao dia 17, de tarde

 

O primeiro taxista já tentou nos enrolar no aeroporto. O senhor do hostel me disse quanto custaria o taxi. R150 (US$ 15). Ele me cobrou quase o dobro e, obviamente, pegamos outro taxi. O lugar que ficamos era a 8 minutos de carro do aeroporto. É uma casinha de um casal de “idosos” com uma alma de jovens de 20 anos! Nunca vi tanto carisma, força de vontade... Ficou irado o lugar, bem receptivo! Chama-se Bob’s Bunkhouse . ::Ksimno::

 

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Como ainda tinha um pouco de sol, ficamos rapidinho na beira da piscina. Ao perguntarmos o que tinha pra fazer, nos falaram: NADA. É perigoso !!! Mas recomendaram um tour para o Soweto que também roda outros pontos turísticos e param num lugar para comer. Isso tudo de carro.

Custava R750, ou seja, US$ 75. A meu ver, facada total. Mas vamos lá né ?! Reservado !!! ::toma::

 

Depois das 18 o rapaz chegou !!! Parecia que tinha saído de uma gangue ou de um daqueles filmes de comédia do Eddie Murphy !!! Sorte que não foi só eu que não ri daquelas piadinhas, ninguééém ria,... Só uma garota (gigante ela) de Amsterdã !!! ::lol4::::lol4::::lol4::

 

Rodamos, rodamos, rodamos... Senti-me como tendo jogado meus US$ 75 in the trash !!! Mas foi melhorando... (já adianto logo e só ficou no ficar mesmo)!!!

 

Alguns lugares que me lembro de ter conhecido (mesmo que de longe e sem entrar porque era sábado à noite):

 

Começamos passando na frente do Estádio Soccer City. Onde foi feita a abertura e a final do Mundial de 2010, em Johanesburgo. Muito bonito MESMO (pelo menos de fora) !!!

 

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Passamos em frente ao Museu do Apartheid. Gostaria de ter conhecido mais a fundo a história do Apartheid e como foi a luta de Nelson Mandela para acabar com o preconceito e unificar a África do Sul. Mas, fica pra próxima !!! Desde o fim do Apartheid, uma enorme massa de negros ascendeu socialmente. E gente, isso foi bem recente,.. Eu já não era mais uma criancinha !!!

 

O Soweto é um bairro gigante. Segundo o guia lá vivem milhões de pessoas. ::ahhhh::

 

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“Uma city tour em Soweto é imperdível para o visitante que deseja compreender a luta para a liberdade. A descoberta de diamantes e ouro no final do século 19 fez com que muitos negros da África do Sul que viviam em aldeias independentes se mudassem para vilas de exploração de ouro e diamantes. Até 1899 nenhum deles tinha vivido deste modo e, como consequência, perderam a liberdade, terras e capacidade de se sustentarem independentemente.

Um city tour de Soweto explica como vários negros foram para as cidades, especialmente Joanesburgo, onde se abrigaram em hospedagens só para homens ao lado de minas e fábricas. Alguns viveram em favelas multirraciais ao norte de Fordsburg, conhecidas por suas condições ruins de vida.

 

Mas os grupos diferentes 'vivendo pacificamente' preocupavam mais as autoridades do que os riscos à saúde. Uma epidemia de peste bubônica em 1904 foi a desculpa para queimar o 'local' de Nancefield e remover os 1.358 residentes negros a 13 quilômetros de Johannesburg para Klipspruit, que posteriormente seria denominada Pimville e, eventualmente, Soweto.

Por lei, os negros não estavam autorizados a morar em Joanesburgo após a fundação de South Western Township (Soweto), situada no centro da empresa de esgoto municipal (cinicamente escolhido pois era um pedaço de terra que não interessava aos brancos). Ela se expandiu rapidamente, atraindo uma diversidade de pessoas. Durante os próximos 90 anos, ela se tornou o ponto de referência da cultura negra urbana e da luta pela liberdade.” ::cool:::'>

 

Resumindo: “Soweto é abreviação para South West Township, que em português significa algo como comunidade ao sudoeste de Joanesburgo. Foi criado pelo governo do Apartheid para isolar os negros das áreas mais nobres da cidade. Mas hoje vários carros importados circulam por lá. O famoso distrito é composto essencialmente por casas simples, não miseráveis. Mas há áreas que fogem à regra, ou por serem muito mais pobres ou por serem privilegiadas.”

 

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Ele fez questão de ir à parte rica, média e pobre. Na pobre, nem deu para ver direito porque nem luz tinha nessa parte. São imigrantes que vão para lá em busca do sonho de emprego, casa... Triste realidade !!! :?:?:?

 

Soweto foi o bairro onde Mandela viveu boa parte de sua vida.

Um dos lugares turísticos para visitar por ali é a sua casa, que hoje é um museu, onde Mandela e a sua família moraram desde 1946 até 1990.

Fomos só até a porta. A prisão onde o Mandela ficou fica perto de Cape Town, em uma ilha (ROBBEN ISLAND).

A gente foi lá 3 semanas antes do Mandela morrer. Inclusive escrevi este relato antes disso.

 

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Hector Pieterson:

“Hector Pieterson foi um garoto sul-africano de 13 anos morto nos braços de uma colega que liderava protestos contra os policiais “brancos” durante os confrontos ocorridos em Soweto, durante a época do Apartheid na África do Sul. Naquele tempo os negros não tinham direito algum e pelo que entendi, nem estudar eles podiam. Esse confronto entre esse garoto e o grupo de estudantes foi exatamente por causa disso. Posteriormente Hector tornar-se-ia a face do massacre numa fotografia que viria a ser publicada por todo o mundo no dia seguinte à tragédia como símbolo do Apartheid.

Os mundialmente conhecidos levantes de Soweto custaram a vida de mais de 100 menores (segundo dados extra-oficiais, o número real seria de mais de 300 vítimas), entre eles Hector Pieterson.

Hoje há na África do sul um memorial que leva seu nome, o qual visitamos. O Hector Pieterson Museum, que foi construído em 1976, fica em Soweto, na Hector Pieterson Square.” ::hein:::hein:::hein:::hein:

 

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Além disso, passamos por um hospital que deve ocupar um bairro inteiro, giga !!! Até hospital e universidade constavam no tour ! No final, paramos num lugar pra comer (com as mãos) no próprio Soweto !!!

 

Era uma massa meio branca (lembrava a tapioca nordestina, mas era mais consistente e fácil de modelar). A ideia era colocar carne ou salsicha dentro e comer... Isso acompanhado com uma cerveja de 750 ml ou no meu caso, suco !!!

 

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Mas todos ficaram esperando,.... e esperando. E enfim, era isso !!! Frustração! Não deu para encher a barriga! E ai começou aquele toróóó, muita chuva !!!

Como o guia viu que queríamos mais, nos levou para uma “night” lá em Orlando Towers. Eramos os únicos brancos !!! Eu adorei, foi bem divertido apesar de termos ficado só uns 40 minutos.

 

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Para os mais aventureiros, tente fazer o bungee deOrlando Towers … São duas torres enormes. Antes elas eram uma estação de energia de carvão (acho), mas o povo reclamou e resolveram fechá-la em 1998, pintá-la e transformá-la em uma área de entretenimento. Agora o povo salta lá de cima e faz outras atividades. ::hahaha::::hahaha::::hahaha::

 

Mas atenção. Pelo que li, esse tipo de tour que fizemos é bem comum e os preços não são tão módicos. Johanesburgo é considerada ainda uma das cidades mais perigosas para se explorar. ::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::

 

::hãã::

Dia 17

 

Na manha seguinte, tomamos um leve café da manhã e passamos parte da manhã na piscina pegando sol !!!

 

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Depois, partiu aeroporto. Aceitamos o shuttle do Bob. Dentro do horário combinado, o preço saia por R120 a ida. Ou seja, 12 dólares os 3 juntos, perfect !!!

 

Por sinal recomendo um restaurante que tem lá no O.R. Tambo (nome do aeroporto), é o Mugg & Bean. Muito bom e preços bem em conta.

 

O aeroporto em si é bonito e bem grande. Mas lembre-se. Compras apenas depois de passar pelo controle de passaporte. São vários lugares e o preço é bem mais em conta que nas lojas de fora. ::tchann::::tchann::

 

ENFIM GALERINHA, É ISSO,.. ESPERO QUE TENHAM GOSTADO E QUE ALGUÉM CONSIGA TIRAR ALGUM PROVEITO

OS DETALHES MAIS TÉCNICOS ESTÃO AQUI LOGO ABAIXO ,.... ::tchann::::tchann::::tchann::::tchann::

 

AMIGOS, GOSTARIA DE PEDIR UM FAVOR A VOCÊS,...

POR FAVOR, ENCARECIDAMENTE, responda essa pesquisa

A finalidade é conhecer o hábito de consumo dos viajantes ... É muito importante para mim e para um amigo que está fazendo um trabalho

A pesquisa vai consumir segundos da sua vida, por isso peço de coração que nos deem essa força...

Obrigado ::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::::love::

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Pra quem não sabe, esse ano (2013), os rinocerontes entraram em extinção também no Moçambique.

 

Havia 15 deles no Great Limpopo, próximo à fronteira com a África do Sul, e foram mortos pelos próprios guardas florestais.

Os caras que deveriam protege-los disso.

 

http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2013/05/03/cacadores-matam-os-ultimos-15-rinocerontes-de-mocambique.htm

 

 

uma verdadeira LÁSTIMA eu ter que ler isso !!!!

falta de vergonha desse povo viu !!! ::toma::::toma::::toma::

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Muito bom seu relato parabéns! Você aliou informação, diversão e emoção! Acredito que por ter descrito um pouco sobre você ficou mais emocionante, pois você se colocou como personagem. Devo ir a Africa em maio creio, terei 23 dias, farei o msm roteiro, cortando Johannesburg e quero incluir a garden route, é possivel? Abraços.

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Valeu Lucio

Fantástico vc poder passar lá 23 dias ! ótimo mesmo !

Garden Route parece ser um sonho,... acho q vc deve conseguir sim,.

vai fundo e já começa a reservar os passeios que mais te interessarem :PPP

 

Minha vida já é pública agora,.... me apresentei mto neh ?! ahahahaha ::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::

 

abraçoss

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::hãã::

Os detalhes técnicos que eu fiquei devendo

 

 

custo TOTAL da viagem por pessoa, em reais, a uma taxa de dólar média variando entre R$ 2,25 a R$ 2,30 - R$ 7 mil !!!!!!!

 

 

- Preços individuais (a não ser que eu fale o contrário).

 

31/10/2013 VOO QUI PASSAGEM IDA E VOLTA (RIO A JOHANESBURG) - SOUTH AFRICAN R$ 246,70 RIO - JOHANESBURGO (COM CONEXÃO EM SP) VOLTA JOHANESBURGO - RIO (CONEXÃO EM SP) SAINDO DIA 17/11/2013

 

1/11/2013 - VOO PASSAGEM IDA A CAPE TOWN - KULULA.COM - ZAR 1.159,00 (US$123,02) JOHANESBURG 19:25 - 21:35 CAPE TOWN

 

1/11/2013 - CAPE TOWN – HOSPEDAGEM (4 noites) - ZAR 522,00 (por pessoa num quarto para quarto) LONG STREET BACKPACKERS HOSTEL

 

5/11/2013 – VOO - VIAGEM DE CAPE TOWN A WINDHOEK - AIR NAMIBIA - ZAR 3.715,00 $388,58 - R$ 901,52 - CAPE TOWN 06:35 - 08:35 WINDHOEK (NAMIBIA). ESSE PREÇO JÁ INCLUI O PRÓXIMO TRECHO

 

5/11/2013 - ALUGUEL CARRO - DESERT CAR HIRE NAMIBIA - NAD 5.116,00 (valor total) - NAD 5.116,00 - ACEITAM NOSSA CARTEIRA DE HABILITAÇÃO - VALOR APROXIMADO TOTAL EM DOLARES USD 495

 

5/11/2013 - WALVIS BAY - NAMIBIA – HOSPEDAGEM (2 noites) - preço total do quarto: R$ 233,76 - LOUBSER'S B&B SELF CATERING

 

6/11/2013 - PASSEIO DE QUAD EM WALVIS BAY - NAD 700,00 - FANIE (KUISEB DELTA ADVENTURES) VAI PEGAR A GENTE AS 08:30 NO LAGOON CHALEST, 8TH ROAD WEST, MEERSIG. ATENÇÃO: LIGAR UM DIA ANTES CONFIRMANDO. PAGAR IN CASH

 

6/11/2013 - PASSEIO DE 4X4 EM WALVIS BAY - NAD 900,00 - $92,83 - R$ 215,37 - SANDWICH HARBOUR 4X4 ADVENTURES COMEÇANDO AS 13 HRS - VÃO PEGAR A GENTE AS 13 HRS NO LAGOON CHALLETS

 

7/11/2013 - SOUSSVLEI - NAMIB DESERT – HOSPEDAGEM (2 noites) - NAD 4.700,00 ($458,86) – preço individual: $162,71 - R$ 377,49 DESERT HOMESTEAD - INCLUSO APENAS O CAFÉ DA MANHA

 

9/11/2013 - WINDHOEK – HOSPEDAGEM (1 noite) - NAD 186,67 por pessoa em quarto triplo RIVENDELL - CAFÉ DA MANHÃ NÃO INCLUSO - AVISAR SE CHEGAR ANTES DAS 07 OU DEPOIS DAS 22

 

10/11/2013 - VIAGEM DE WINDHOEK A VICTORIA FALLS (ZIMBABWE) - AIR NAMIBIA - WINDHOEK (NAMIBIA) 14:50 - 16:25 VICTORIA FALLS (ZIMBABWE) - COMPRADO JUNTO AO TRECHO A WINDHOEK

 

10/11/2013 - VICTORIA FALLS – HOSPEDAGEM (2 noites) - $40,00 por pessoa em quarto quádruplo - SHOESTRING'S VICTORIA FALLS - O AEROPORTO FICA A 22KM DE DISTÂNCIA DA CIDADE. TAXI APROXIMADAMENTE US$ 30

 

12/11/2013 - PARQUE NACIONAL CHOBE (ACAMPAR) - $415,00 POR PESSOA - FECHADO COM A SHOESTRING'S DE VICTORIA FALLS ATRAVÉS DO MONY. A EMPRESA KALAHARI VIRA PEGAR A GENTE LÁ E PASSAR PELA FRONTEIRA PARA A BOTSWANA E NA VOLTA LEVARÁ A GENTE PARA A ZAMBIA

 

14/11/2013 - LIVINGSTONE - ZAMBIA – HOSPEDAGEM (2 noites) - $28,00 por pessoa em quarto quádruplo - JOLLYBOYS BACKPACKERS

 

16/11/2013 - VIAGEM DE KASANE A JOHANESBURG - SOUTH AFRICAN AIRLINK - BWP 1.855,00 ($230,40 por pessoa - R$ 534,52) - KASANE (BOTSWANA) 13:55 - 15:45 JOHANESBURG

 

16/11/2013 - JOHANESBURG - SOUTH AFRICA – HOSPEDAGEM (1 noite) - R$ 29,06 por pessoa em quarto para 8 - BOB'S BUNKHOUSE - 10 MIN DO AEROPORTO – PEGAM NO AEROPORTO, DEPENDENDO DA HORA, POR ZAR 120

 

 

AGORA SIM,... vamos aos agradecimentos e as ajudas ...... alguma pergunta, alguma dúvida ?!!!! ::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::otemo:: que canseeeeeeeeeira que me deu postar tudo isso viu,... ::tchann::::tchann::::tchann::

 

 

Mas antes,..GOSTARIA DE PEDIR UM FAVOR A VOCÊS,... PUFAVÔÔÔÔ ....

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Realmente que pique q vc tem de postar td isso!!! Parabéns!!! ficou muito bom mesmo esse relato!!! Eu já tinha passado pela Africa do sul e sempre me falaram da Namibia e da fronteira Zambia/Zimbabwe...agora lendo fiquei tb com vontade de fazer os países restantes...vc é foda no assunto viagens!!! muito divertido!!!

 

e quem falou da Garden route aí em cima FAÇA SIM!!! vale mt a pena começando em cape town ficando um bom tempo lá e pasando por Jeffreys bay....e principalmente PLETTEMBERG BAY...eu amei PLETT e achei lá o mar um pouco mais quente que em cape town sendo possivel entrar na água...além disso a cidade tem uma estrutura foda!!! tem o maior bungee jump do mundo tb e tem passeios com elefantes e um santuario de macacos...não cheguei em Port Elizabeth então não sei se vale a pena!!!

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Relato irado!!!!!

 

Me diz uma coisa, todos os voos que vc pegou por lá eram nesses aviõezinhos? ::ahhhh::::ahhhh::::ahhhh::

 

Para alguns lugares vcs foram com carro alugado, mas tem agencias que oferecem esses passeios?

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    • Por ederfortunato
      Em dezembro de 2017, passei 3 dias no Zimbábue (relato aqui) e 15 dias na África do Sul, e devo agradecer a galera daqui do fórum que me ajudou muito através dos relatos, por isso, resolvi fazer um também!
      Eu vou focar nas dicas de passeios e trajetos para chegar nos lugares, e menos nos detalhes do que eu fiz no dia-a-dia(até porque tenho péssima memória).
      Pra quem gostou das fotos, eu posto muito mais no meu instagran, segue lá: http://instagram.com/ederfortunato
      África do sul
      Roteiro: Foram 8 dias na Cidade do cabo, 2 dias em Joanesburgo e 4 dias no Kruger.
      Ficou boa essa quantidade de dias para cada lugar, não mudaria, mas caso dispusesse de mais tempo, ficaria uns 14 dias na Cidade do Cabo(queria morar lá pra falar a verdade rs).
      Uma coisa que compensou fazer, foi passar 4 dias no bairro de WaterFront e 4 dias na Long Street, fiz isso pra conhecer bem cada canto da Cidade do Cabo.
      E porque não conseguia me decidir onde ficar rs.
      Depois passei 2 dias em Joanesburgo, e acredito que foram suficientes(me lembrou muito São Paulo, e como sou daqui, não curtir rs).
      Finalmente, fui para o kruger, de van, caso você também vá via terrestre, reserve 3 dias no mínimo, pois de Joanesburgo pra lá, são umas 6 horas na estrada, por isso os dias de ida/volta acabam sendo quase perdidos. Tem um aeroporto mais
      próximo do parque, o Nelspruit, mas a passagem estava cara.
      Tirei a Garden Route do roteiro, pelo que vi precisa no mínimo uns 5 dias pra aproveitar bem.
       
      Passagens: Voei com a South African Airways, que é muito boa. Já que a ideia era conhecer mais um lugar além da África do Sul, escolhi ir para o Zimbábue.
      Pesquisando, percebi que se comprasse 3 trechos de uma fez, 1º São Paulo > Victoria Fall, 2º Victoria Fall > Cape Town e 3º Joanesburgo > São Paulo,
      acabou ficando mais barato do que se comprasse a ida/volta da África do Sul para o Zimbábue, recomendo usar a ferramenta do google para fazer essas pesquisa de preço por várias cidades.
      O trecho Cape Town > Joanesburgo, comprei pela FlySafair, só $250 Reais a passagem, tem muitas outras companhias de low-cost por lá, valeu a pena.
       
      Gastos: Com hospedagem, passeios, comida e transporte gastei $1.350 dólares pelos 15 dias(fora a passagem ida/volta do Brasil).
      Vou separar por cidade, assim ajuda a ter uma ideia melhor:
      8 dias na Cidade do Cabo: $600 dólares.
      2 dias em Joanesburgo: $100 dólares.
      4 dias no Kruger: $650 dólares.
      O lugar onde gastei mais do que deveria, foi o safári no Kruger, como eu estava sozinho, acabei tendo que apelar para uma agência, que cobrou $600 dólares o pacote de 4 dias, o valor compensou, pois estava tudo incluso, mas tenho certeza que se fizesse por conta, ou se estivesse com mais pessoas, gastaria bem menos.    
      No geral, o custo lá não é alto, é possível encontrar hospedagem a menos de R$50 Reais(em hostel) e refeições de R$15 a R$50 Reais, mas os passeios acabam sendo bem caros. Fiz vários day-tour que custavam em média R$200 Reais.
      Um dica que posso dar é fazer os passeios por conta própria, alugando carro e tentar ir em mais pessoas.
       
      Dinheiro: A moeda usada na África do sul, é o Rand, ele vale mais ou menos ¼ de 1 real, então 4 Rand = 1 Real, fiz esse calculo na hora de fazer as contas.
       
      Dólar/Rand/Real, o que levar? O melhor é comprar dólar aqui e trocar lá por Rand, talvez você tenha lido que não vale a pena, pois vai fazer o cambio duas vezes, e perde nas duas, bem... a verdade é que depende. Depende o quanto você perde, é possível perder mais fazendo apenas um câmbio, o que determina isso é se a moeda trocada é forte ou fraca.
      Nesse caso, você vai perder bem mais trocando diretamente Reais por Rand, do que se fizer Real > Dólar > Rand.
      Isso porque o Real é considerado uma moeda fraca por lá, quer dizer que ninguém, na áfrica, quer comprar Reais, isso faz com que o cambio dele seja baixo, diferente do dólar, que é uma moeda forte, e faz com que as casas de câmbio queiram comprá-la(mais do que real).
      Além disso, tenha em mente que levando dólares, você consegue um cambio melhor, mas tem o inconveniente de ter que andar com muito dinheiro, então leve uma doleira pra carregar a grana embaixo da roupa, e não ande com tudo, deixe uma quantia no cofre do hostel/hotel.
       
      Câmbio: Use sites como Melhor Câmbio para achar a melhor cotação, um outro que recomendo pra quem é de SP, é o Câmbio Store(é onde geralmente compro).
      Chegando na África do Sul, troque uma pequena quantia no aeroporto, que normalmente têm taxas ruins, e deixe pra trocar o resto do dinheiro num lugar que faça "câmbio alternativo"(casas de câmbio clandestinas, onde pagam melhor e não cobram taxas), tem um que achei por indicação, que fica na 39 Strand Street, o lugar parece meio "suspeito",
      tem portões com grade, o pessoal parece mafioso, mas vai sossegado que é de boas lá rs.
       
      Cartão de crédito: Você pode optar por usar apenas cartão, é aceito na maioria dos lugares em Cape Town e Johannesburg, de várias bandeiras, seja cartão de credito ou debito, inclusive você pode sacar Rand no caixa automático, e é bem fácil achar um caixa 24.
      Além desse ser o modo mais seguro, já que não precisará andar com muito dinheiro, mas é o pior pelas taxas do banco, como IOF por transação, além da cotação de dólar que o banco usa ser bem desfavorável.
       
      Idioma: A África do Sul tem 11 línguas oficiais. Quase todo mundo fala inglês, alguns com um sotaque que eu achei bem difícil no começo(sério, no primeiro dia eu fiquei perdidão, não entendia nada).
       
      Insetos: Era uma preocupação minha antes de viajar, acho que de muita gente também, até pesquisei um repelente bem forte, mas quando cheguei lá, não usei.
      Durante o safári, que foi o lugar onde mais estive em áreas selvagens, dormi num chalé que tinha aquelas mosquiteira na cama, então não foi problema, e durante as saídas, fiquei o tempo todo dentro do carro, e em momento algum vi mosquitos nele.
      Sobre o medo de malária, o perigo existem em algumas regiões do país, mas nenhuma das que eu passei, então não me preocupei em correr atrás de vacina, mas o que pesquisei é que é bem cara é não tão eficaz.
       
      Segurança: Na Cidade do Cabo, era bem tranquilo andar durante o dia, mas a noite a recomendação era de sempre pegar táxi e não caminhar, embora eu tenha achado que não parecia tão perigoso(e olha que eu sou de São Paulo).
      Já em Joanesburgo, até de dia é complicado andar por lá, e era recomendado nunca andar sozinho.
       
      Transporte: Vale muito a pena alugar um carro, pelo que pesquisei é bem barato. Porém não tão barato que compensasse pra mim que estava sozinho, o que fez a viagem ficar um pouco mais cara, já que para chegar em muitos lugares, tive que recorrer às agências turísticas.
      Outra coisa a se levar em conta, é que muitos lugares, como Cape Point, são bem melhor aproveitados de carro próprio do que passeios de agências.
       
      Uber: boa alternativa caso não alugue um carro, em alguns casos, deve compensar bem mais. O custo é realmente muito baixo(pude perceber que a maioria dos motoristas de Uber, são de outros países vizinhos, mais pobres que a África do Sul, e que foram pra lá conseguir um trabalho melhor).
      Recomendo que compre um CHIP de celular quando chegar, para poder chamá-los de qualquer lugar, eu não comprei pois sempre conseguia Wi-FI free, mas nem sempre era garantido, e as vezes tive que apelar para o táxi.
       
      Cidade do cabo
      Ponto importante para quem pretende ir esse ano, a Cidade do Cabo está com um problema sério de falta de água, existem avisos em todos os lugares para economizar, nos hostel que fiquei, pedia para tomar banho de menos de 2 minutos!  
      o problema só deve se agravar pelo resto do ano.
      Do aeroporto para o centro da cidade, teve ter uns 25 km de distância, eu usei o My City Bus, é o sistema de transporte público da cidade, funciona como o bilhete único aqui de SP, você precisa comprar um cartão e colocar credito nele, os ônibus são ótimos.
      No aeroporto me deram um mapa com todos os pontos de parada, por isso foi fácil chegar ao meu destino, o ônibus foi direto até um terminal no centro da cidade, e de lá eu peguei outro para o meu hostel, custou $100 Rand. Caso fosse de Uber ficaria uns $300 Rand, então preferi ir de ônibus, pra já ir sentindo a vibe da cidade.
       
      Hospedagem
      Fiquei em 2 hostel nessa cidade, no Atlantic Point Backpackers, ele é muito topzera, tem ótima estrutura, quarto espaçoso(coisa rara em hostel), um banheiro por quarto, ar-condicionado, locker grande no quarto, o café da manhã é bem completo, e eles organizam muitas atividades entre os hospedes, todo dia havia algo pra fazer, além de estar bem localizado, uns 10 minutos á pé do WaterFront, preço um pouco acima da média, mas vale totalmente.
      O outro hostel foi o Cape Town Backpackers(cuidado pra não confundir com outro bem próximo chamado The Backpackers), a equipe é bem solícita e me ajudaram muito. O hostel é OK, tem um estrutura bem mais simples, como um banheiro para vários quartos, apesar de ser mais barato que o outro, acabou ficando caro, por ele não oferece café da manhã. A localização, até que é boa, mas fica distante demais da Long Street,  tipo uns 15 minutos de caminhada. Os quartos não eram limpos todos os dias. O ponto positivo era o bar dentro dele, bom lugar pra socializar, mas acho que não voltaria lá, tem outras opções melhores.
       
      O ônibus vermelho
      Você vai vê-los em todos lugar em Cape Town, são os ônibus turísticos de dois andares, que tem a parte de cima aberta, o site oficial é o City Sightseeing.
      Vale a pena dar uma olhada no site, seja para planejar e comprar o ingresso, ou para ver os pontos turísticos mais famosos e ir para lá por conta própria. Eu usei esse ônibus por uns 4 dias seguidos, e me quebrou muito o galho, pra ir de um canto para o outro da cidade, recomendo bastante.
      Um bom roteiro de um dia, nesse ônibus, é pegar o ingresso de $400 Rand, que inclui a entrada pra Montanha da Mesa. Então passar pela Long Street, depois a Montanha da Mesa, almoçar na Camps Bay e final do dia no WaterFront.
      Outra dica, eu fui comprar o ingresso no ponto 5, que fica na Long Street, um vendedor de lá me fez uma promoção muito boa, eu paguei $1120 Rand, pelo day-tour em Cape Point + o pacote Deluxe(3 dias pra andar no ônibus) + 
      O Attractions City Pass(que dá uma entrada gratuita na maioria das atrações de Cape Town, veja aqui no site o preço de cada uma delas, e calcule se vale a pena pra você comprar).
      No final, compensou bastante, se eu somar as entradas das atrações que fui, davam bem mais do que paguei, mas só por causa do pacote que o vendedor me fez, então vá lá, e se não tiver cara de pobre sem grana igual eu, tente dar uma chorada no preço rs.
       
      Lions Head
      O melhor horário para ir é no final do dia, para ver o pôr-do-sol lá de cima, pois é muito bonito. Para chegar, chamei um Uber, que me deixou no portão, não precisa pagar nada para entrar.
      A subida leva apenas 1 hora, não chega a ser difícil, apenas algumas partes mais complicadas, onde existem umas escadas e correntes pra te ajudar a subir,tirando isso é bem tranquilo. Se for mesmo no final da tarde, lembre-se de descer logo, ou pelo menos tenha uma lanterna(do celular mesmo), o caminho fica bem escuro na volta. Também vale a pena procurar pela Wally's Cave, é um caminho alternativo e um pouco mais difícil, onde se tem uma vista pra Montanha da Mesa, recomendo buscar algum vídeo no YouTube mostrando como chegar lá, não vou explicar aqui porque fica complicado(e também porque eu não lembro rs).

      Montanha da Mesa
      Uma dica importante sobre lá: É possível vê-la de várias partes da cidade, e se você perceber que o tempo está aberto, suba! 
      O clima lá é muito imprevisível e muda muito rápido, tem este site que você pode ver a condição do tempo, e se o teleférico está aberto ou fechado por causa do vento(me fudi 2 vezes indo lá a toa até descobri o site).
       
      Signal Hill
      Passeio padrão e muito bom, o ideal é ir para ver o pôr-do-sol, vale muito a pena, tem a opção de ir com ônibus vermelho, táxi, ou Uber.
      E não esqueça uma blusa pois faz bastante frio lá em cima, e leve vinho e um pouco de comida para um piquenique (ou muita pra uma farofada mesmo, ninguém vai te julgar por isso rs)
       
      Cape Point
      Ou Península do Cabo, passeio quase que obrigatório, fica a 70km da Cidade do Cabo, recomendo ir de carro para poder parar onde quiser, principalmente se fizer a rota pela costa oeste, tem muitos pontos cuja paisagem é muito bonita. Caso esteja sem carro, a maioria das agências/hostel/hotel e até o ônibus vermelho vendem esse passeio, a média de preço é a mesma, $800 Rand, incluindo uma parada em Boulders Beach, onde você pode conhecer a praia de pinguins(eu não esperava ver pinguins! na África, foi surreal), por $80 Rand a entrada. Já em Cape Point, é possível subir/descer pelo bondinho($50 Rand), ou a pé, só 20 minutos no máximo. A vista lá de cima é bem legal, além de ter uma trilha que circula por baixo pra chegar mais perto do final da rocha.
      Depois disso, é possível ir andando até o Cape of Good Hope(Cabo da Boa Esperança), deve levar uns 40 minutos numa trilha bem tranquila (caso esteja de carro, talvez seja melhor ir até lá pela estrada), para chegar lá, vá andando até uma praia que você com certeza viu lá de cima, que está à esquerda, ela se chama Dias Beach, e não é própria para banho, pois as ondas ali são bem fortes, mas dá pra andar pelo rochedo por cima dela.
      O final da trilha, no Cabo da Boa Esperança, é outro lugar obrigatório para visitar.
       
      Vinícolas
      Outro tour bem famoso, é o da rota de vinhos, é possível conseguir em qualquer agência/hostel e também no ônibus vermelho, não sei se todas fazem as paradas nas mesmas vinícolas, mas não deve ser muito diferente.
      O passeio é um bate e volta no mesmo dia, passando por várias vinícolas, e fazendo degustação de vinho em todas, além disso, a paisagem é muito bonita. Também é possível fazer por conta própria, indo diretamente nas cidades.
      A melhor e mais conhecida é Stellenbosch.
       
      Free walking tour
      Eu fiz o free walking tour deste site, eu gosto de fazer esses passeios, sempre que visito uma cidade nova, já procuro se tem algum, é a melhor forma pra conhecer a história da cidade e ainda ter algumas dicas de lugares pra visitar.
      Nesse em específico, as caminhas eram mais curtas, umas 2 horas, e havia 3 diferentes para escolher. Fiz o do centro histórico, e um outro chamado Apartheid to Freedom, valeu muito a pena esse segundo, é uma aula de história, mostrando sobre como era a vida das pessoas em Cape Town no período do Apartheid, e ver alguns objetos daquela época que ainda estão na cidade, mantidos como registro histórico(como um banco de praça escrito "apenas para brancos", é impactante).
      Não fiz o tour para o Bo-Kaap, que é o antigo bairro apenas para muçulmanos, onde as casas são coloridas, eu apenas dei uma passada por lá num outro dia, mas acredito que vale a pena conhecer mais detalhes históricos dali.
       
      Outros passeios e lugares que gostei:
       
      Two Oceans Aquarium: Fica do WaterFront, o melhor é ir às 14h00, que é quando eles alimentam os peixes, e tem um pequena palestra. Às 14h30 vá para parte de cima, para ver a alimentação dos pinguins.

      Museo do Rugby (The Springbok Experience Rugby Museum): Fica no WaterFront, ali dá pra ter uma ideia do porque o rugby é tão importante para os sul africanos, e como ele foi usado para unir a nação, fiquei com vontade de ir num jogo, mas não achei nenhum que iria acontecer enquanto estivesse lá.

      Mama Africa: Restaurante muito bom, voltado para turistas, fica na 178 Long Street, tem banda ao vivo, que toca músicas típicas.
      Se você quiser experimentar carnes exóticas, tem um prato chamado Wild Game, nele vem carne de Kudu (a melhor que comi), avestruz, javali, crocodilo e outros, custa $320 Rand, um pouco caro mas valeu muito a pena.

      Galbi Restaurant: Fica numa galeria na 210 Long Street, outro lugar com carnes exóticas, só que mais barato, o legal aqui é que você pode escolher a carne e cozinhar você mesmo! tem uma grelha em cada mesa, achei bem legal esse esquema.

      African Tradin Port: Fica no WaterFront, é uma loja gigante, uns 3 andares, vale a visita só pra ver os itens a venda, o preço é um pouco salgado, se gostar de algo, procure o mesmo item em outra lojinha, como as várias da Long Street, onde você pode negociar o preço.
       





       

       





      Hout bay
      Uma cidade costeira, próxima de Cape Town, com vários passeios interessantes,  é tranquilo ir de carro ou ir com o ônibus vermelho(a rota Mini Peninsula):

      Parque Kirstenbosch Botanical Garden, é um parque bem grande e bonito, caso você tenha vários dias disponíveis, vale fazer a visita e ficar um pouco por ali, talvez fazer um piquenique, pois é bem tranquilo e seguro pelo que percebi, no mais, é só um parque.
       
      World of Birds/Monkey Park, é um zoológico, que possui muitas aves, muitas mesmo! é quase um labirinto, e você vai passando de uma jaula pra outra, podendo chegar bem perto deles, é um ótimo lugar pra fotografar por causa disso. O único ponto ruim, é que dá uma certa dó de vê-los presos, eu li que as aves ali são resgatadas, e não poderiam ser re-inseridas na natureza, porque não sobreviveriam, mas ainda assim, dá uma dó deles.
      Existe também uma parte dedicada aos macaquinho, e é bem legal pois é possível chegar perto deles.
       
      Imizamo Yethu, é um tipo de povoado, bem pobre, e oferece visitas guiadas para conhecer aquela comunidade, a história dela, e ajudar com as instituições de caridade dali.
       
      Mariner's Wharf, é um cais, ótimo lugar para almoçar, muitos pratos de frutos do mar, e depois dá pra fazer o passeio de barco para a Seal Island, uma ilha cheia de lobos marinhos.







      Joanesburgo e Soweto

      Fiz o tour do Soweto, com uma agência chamada MoAfrika, mas acho que não foi tão bom, pelo que ouvi de outras pessoas, que fizeram outros tours, eles visitaram algumas instituições/ONG de ajuda aos moradores da região, no tour que eu fiz, não passamos por uma, e eu gostaria muito de ter conhecido.
      O passeio foi por algumas vielas de uma parte do Soweto, e entramos em uma das casas, no final teve uma apresentação de uma dança típica local, com alguns jovens, muito legal. Fizemos outras paradas, uma no museu do Hector Pieterson, que conta a história de uma revolta da população contra o governo, e da importância dos movimentos que nasceram do Soweto na luta contra o Apartheid, e a última parada foi no museu do Apartheid/museu do Nelson Mandela, os dois ficam juntos, e vale muito a visita, o tanto de informação que tem ali, é impossível ver apenas em uma dia, a maioria do material são vídeos, jornais e fotos da época, algumas partes são bem impactantes, mas sem duvida vale a visita.
       
      Minha opinião sobre esses tours do Soweto.(sinta-se livre pra pular essa parte se quiser rs). Sobre o tour em si, acho que ele é mais impactante pra quem mora em países desenvolvidos(europeus, americanos), pra quem mora aqui na América Latina, e mesmo em grandes cidades do Brasil, é possível achar pessoas em situações bem parecidas(ok, provavelmente não tão precárias como lá, devo dizer), não que deixe de ser uma boa experiência, conheço muitas pessoas que precisam de um "choque de realidade" daqueles, principalmente para lembrar que aquela é a realidade de boa parte do mundo, incluindo talvez o bairro onde elas moram. Ao mesmo tempo, me incomodou um pouco fazer esse tipo de "tour de miséria", perguntei para o guia, que era morador dali, o que os outros moradores achavam de ver vários turistas visitando o lugar, e tirando fotos deles.
      Ele explicou que, desde que as coisas por ali melhorarem, os moradores não se importariam, desde que aquela movimentação de turistas, também trouxesse uma melhora na vida deles, mesmo que pequena, eles aceitariam.
      Por isso, achei que faltou a visita em alguma instituição beneficente, no tour que fiz. E caso você vá visitar o lugar, não deixe de ajudar, da forma que conseguir, você vai sair levando algo dali, seja uma alegria pelas crianças que correm e pulam pra te abraçar, seja uma inquietação pela situação que aquelas pessoas vivem. E por levar essa lembrança, nada mais justo que deixar alguma ajuda em troca para eles.
       




      Safári
      Essa parte me deixou bem confuso antes da viagem, vários nomes e termos, vários parques, onde ir, como ir.
      Vou colocar aqui o que eu aprendi pra te ajudar a decidir.
      Existem muitas opções de safári para fazer em vários lugares da África do Sul, a maioria dos parques você pode chegar por conta, e dirigir por eles, ou contratando agência para te levar.
      Se você estiver em Cape Town, tem poucas opções, o mais perto o é Aquila Private Game Reserve, que mais parece um zoológico aberto.
      Entre os parques que merecem destaque, pelo tamanho e quantidade de animais, estão o Addo Elephant National Park, bem próximo de Port Elizabeth. O outro, e pode-se dizer o maior e melhor, é o Kruger National Park, fica a 6 horas decarro de Joanesburgo, ou pegando um voo para a cidade Nelspruit.
       
      Game drive: Você deve ter lido isso se já pesquisou, esse é o nome que as agências dão aos passeios de carro 4X4 para ver os animais dentro do parque. Esses game drive duram umas 4 horas, e são feitas ou bem no inicio ou no final do dia, num carro alto e aberto, para que os passageiros possam ver os animais e fotografar.
       
      Walk game: é uma caminhada dentro da área selvagem, juntos com dois guias armados para te acompanhar, um deles vai mostrando o lugar, ensinando sobre algumas plantas, animais que passagem por ali, muitas pegadas ou cocôs(no que eu fiz aprendi muito sobre isso rs).
      É possível ver alguns bichos, mas sempre mantendo distância, gostei mais desse passeio do que o de carro, isso porque eu gosto de andar na natureza, é mais empolgante do que andar de carro.
       
      Hospedagem: Existem várias opções, camping, tendas grandes, chalés e até casas.
      Caso você resolva ficar numa Private Reserve, algumas delas tem acomodações bem luxuosa-topzera(como a   Sabi Sand Game Reserve que eu queria ter ido, mas não deu por motivos de:$$$) e outras mais humildes que oferecem tendas em áreas mais afastadas, com banheiro compartilhado, uma espécie de camping, para quem quer uma experiência mais root's.
       
      Private Reserve ou Game Reserve: Em volta do Kruger, existem algumas áreas que são privadas, porém não possuem cercas de separação, então os animais acabam transitando para lá, e é possível ver nelas, a maioria dos animais que estão no Kruger. A vantagem aqui, é que os carros podem entrar em áreas mais difíceis, além de ter menos veículos circulando.
      Dentro dessas reservas, existem os Lodge, que são os lugares que oferecem pacotes com hospedagem/game drive/refeições.
      Da mesma forma que o Kruger, existem pra todos os bolsos.
       
      Dica de fotografia: Esqueça Go-Pro ou similares, com celular até que dá pra tirar dos animais que estejam mais próximos.
      O ideal é ter uma câmera com um bom zoom, prefira uma lente Teleobjetivas com no mínimo 200mm, pois muitos animais ficam distantes da estradas.







      Safári no Kruger
      Se o objetivo é economizar, o melhor é alugar um carro e ir por conta, reservando sua hospedagem pela internet (esse é o site oficial para escolher).
      A outra opção é fechar com uma agência, que vende pacotes all-inclusive, podendo escolher o tipo de acomodação (chalé, tenda, cabana), e o preço varia pra cada tipo.
      Eu escolhi a Viva Safaris, na ocasião ficou em $600 dólares o pacote de 4 dias, o que inclui: Transporte ida/volta de Johannesburgo para o Kruger; uma parada para os cânions Blyde River na volta; 3 noites num tipo de chalé bem confortável(eu escolhi tenda, mas deu "overbooking" e acabei ficando em chalé!); 3 jantares, 3 cafés da manhã; e um almoço(os outros almoços foram na estrada ou dentro do Kruger, mas que não ficaram caros); além dos passeios: 
      e 1 Walk Game, 3 Game Drive de 4 horas na reserva privada, e mais 1 de dia inteiro dentro do Kruger.
      Até que compensou pois foi tudo organizados por eles, recomendo pra quem não quiser pesquisar muito pra fechar cada coisa em separado, dentre as agências que pesquisei, acho que foi a de melhor custo/benefício.

      Hospedagem: Quando reservar acomodação no Kruger, jogue no google o lugar, e veja no mapa, pois algumas dizer ser dentro do Kruger, mas não são. Não que isso seja ruim, muitas dessas reservas são ótimas, eu fiquei numa delas, mas só pra você ter certeza do que tá comprando.
      Game drive: Um conselho importante: tenha paciência quando fizer os safáris! pois é possível que você fique até uma hora inteira sem ver muitos animais, o parque é muito grande mesmo. Caso você esteja dirigindo por si, se vir muitos carros parados, chegue perto pois teve ter algum animal interessante alia

      Rota: Caso resolva dirigir por conta própria, no caminho para lá, faça uma parada no cânions Blyde River, tem uma vista belíssima.







       
       
    • Por deiselourenco
      Apresentando...
      Quando a gente começa a viajar, seu corpo e sua mente vão querendo cada vez mais, é como uma droga viciante mesmo. No começo, a maioria das pessoas, eu acho, vai realizando aquele sonho que geralmente tem a ver com lugares do nosso cotidiano, que a gente vê muito na TV, nos filmes, nas músicas etc. tipo Estados Unidos e Europa. Comigo não foi diferente. Conheci esses lugares, mas aí eu fiquei com vontade de mais e mais, eaí a África começou a invadir meus pensamentos e eu só conseguia pensar em ir pra lá.
      Entretanto, por vários motivos, entre eles (principalmente) o acovardamento em ir sozinha, eu fui adiando. Já viajei sozinha várias vezes, mas na África eu não queria ir somente no roteiro tradicional: Cape Town, Joanesburgo, Safari… queria mais, e quantos países vizinhos por ali eu conseguisse ir. Por isso, viajar sozinha estava sendo um grande entrave, pois teria que alugar carro e fazer muitos trajetos sozinha, fiquei com medo do perrengue.
      Então… como a vida dá voltas, apareceu uma amiga que também queria pra ir África. Mas pro roteiro tradicional. Aos poucos fui introduzindo a beleza da Namíbia e logo ela já estava convencida a conhecer o deserto. E pra fechar o grupo (ou não), meu primo também resolveu ir. Todo mundo conseguiu conciliar as férias, a vontade de ir pra África por um ou outro motivo e resolvemos. Compramos as passagens pela Latam, ida e volta por Joanesburgo por R$ 2.027,47 com taxas, saindo de Brasília. Pausa para dizer o básico, assim que você comprar a sua passagem desligue todos os alertas de decolar.com, googleflights, viajanet ou outro que você tiver feito. Eu esqueci, e uma semana depois a mesma passagem, na mesma data, no mesmo trajeto estava R$ 300 mais barata. Enfim, bateu aquele remorso básico que poderia ter sido evitado pela simples ignorância de não ter nem ficado sabendo que a passagem estava R$ 1.700. Como dizia o sábio: santa ignorância!
      Mas beleza, passagem comprada, todo mundo me olhando um pouco torto, porque eu queria coisa demais na viagem, começaram os planejamentos e as conversas. Geralmente a gente deixa pra falar como as pessoas eram maravilhosas ou não no final, mas já vou falar logo aqui que o grupo foi sensacional, muita cumplicidade, foi muito fácil resolver tudo já que todo mundo abria mão de alguma coisa pela vontade do outro, abrir mão de algo que eu queria ver não foi tão difícil, na verdade nem me lembro mais do que abri mão, pq a viagem e a cias foram maravilhosas. Então resumindo, quem somos nós: Deise (essa que humildemente vos relata essa viagem), Gabi (minha amiga), FH (meu primo), LC (namorado da Gabi, mas só resolveu ir depois).
      Fiquei meio que encarregada de fazer o roteiro, acho que me beneficiei nessa parte, pois ia colocando o que eu queria, mas ao mesmo tempo, ia tentando encaixar o que os outros queria também, sendo bem democrática. Tipo, não faço questão de vinícola, mas um deles queria abrir mão do tubarão pela vinícola, como não colocar. Então ficamos sem tubarão, mas com vinícola e foi ótimo, todo mundo satisfeito (eu acho rsrs).
      Quanto mais eu pesquisava e procurava roteiros, via que a maioria (90%) só fazia o chamado roteiro tradicional, que é aquele do começo do texto: Cape Town, Joanesburgo, Safari. Estava difícil achar informações sobre a Namíbia, Zimbábue, Zâmbia, Botsuana, não que a gente fosse nesses países, mas eu queria ver os relatos pra ver as possibilidades. Principalmente o deslocamento entre esses países, parecia ser bem complicado fazer por terra se você não fosse fazer algum safari de no mínimo 7 dias. E não tínhamos tempo pra fazer safári de 7 dias. Daí também que surgiu a ideia de fazer esse relato, a princípio eu não faria o relato, mas acho que pode ser útil pra quem busca informações e principalmente opiniões sobre lugares fora do roteiro tradicional.
      Então continuei a busca por relatos e catando algumas informações picadas aqui e ali, montei um roteiro, que pelo visto não foi o melhor, pois toda vez que conversávamos com alguém na viagem sobre o nosso trajeto a pessoa ria. Várias vezes eles comentavam tipo: - nossa, não faz muito sentido, ou: - uau vocês fizeram um belo zigue-zague aí ein. Bom, eu prefiro culpar a falta de informações do que a minha falta de habilidade em fazer planejamento, mesmo que muito provavelmente tenha sido o segundo motivo.
      Antes de finalizar o roteiro, ainda incluímos Victoria Falls pelo lado do Zimbábue.
      Pra vocês terem uma idéia, o roteiro final foi esse, quase não tem vai e volta, SQN.
       
      roteiro.mp4
      Como chegamos nesse primor de deslocamento: simplesmente não tem como ou eu não achei outra maneira de chegar no deserto da Namíbia saindo da África do Sul que não seja de Safári, é claro que você pode alugar carro e rodar até lá, mas pensa na perda de tempo. E os tours são todos bem caros e de 6 dias no mínimo. Então, achamos (eu) melhor ir de avião até a capital da Namíbia: Windhoek, já que de lá saem vários tours para o deserto. E o deserto era a nossa principal razão de ter escolhido a Namíbia. Existem outros passeios bem famosos por lá, como o Parque Etosha, Walvis Bay etc. Mas o nosso foco era o deserto. Então fomos pra Windhoek e já saímos do Brasil com o passeio comprado pela agência Detour Africa, mas quem realmente fez o passeio foi a Wild Dogs (ótima por sinal), a Detour parece ser apenas uma intermediadora, tipo uma agência de turismo. Ops, peraí, já estou entrando realmente no relato, deixa essa parte pra depois.
      Então beleza, chegaríamos pela África do Sul, porque não teve jeito, a passagem do Brasil chegava e saía por ela, mas já teríamos o primeiro trecho de avião por fora, para a Namíbia. Aí depois, numa reunião com o grupo da viagem, já que o Zimbábue foi escolhido de última hora, deixamos ele para os últimos dias, então a África do Sul ficou no meio da viagem. Ou seja:
      07/03 Brasília -- São Paulo -- Joanesburgo
      08/03 São Paulo -- Joanesburgo
      09/03 Joanesburgo
      10/03 Joanesburgo
      11/03 Joanesburgo -- Windhoek
      12/03 Windhoek - Sossusvlei
      13/03 Sossusvlei
      14/03 Sossusvlei -- Windhoek
      15/03 Windhoek -- Cape Town
      16/03 Cape Town
      17/03 Cape Town
      18/03 Cape Town
      19/03 Cape Town
      20/03 Cape Town
      21/03 Cape Town -- Joanesburgo -- Victoria Falls
      22/03 Victoria Falls
      23/03 Victoria Falls -- Joanesburgo
      24/03 Joanesburgo -- São Paulo -- Brasília
      Aí sim, roteiro fechado, vamos para o relato. Durante o relato não vou me ater aos valores mas vou colocar um orçamento detalhado ao final, com valor das passagens, hospedagem, passeios etc. Foram 17 dias no total. Nota dramática: 17 dias inesquecíveis.
      Relato dia-a-dia
      Já faz alguns dias que voltei, e quase um mês do começo da viagem. Foram dias bem intensos e corridos então não vou lembrar com muitos detalhes de tudo que fizemos, mas vou fazer o melhor possível aqui.
      A seguir...
       
    • Por rgualame
      E ae Rapaziada, resolvei escrever este relato como contribuição de tudo que este site já me ajudou.
       
      Acredito que África do Sul já tenha diversas informações, mas sobre as Ilhas Maurício e Namíbia foi onde encontrei mais dificuldade nas pesquisas, espero ajudar.
       
      Relato tá meio bagunçado, não deu tempo de revisar, mas vamos lá...
       
      Tudo começou com as famosas "promoções" de aéreo, a ideia inicial era Tailândia, mas os valores estavam sempre muito altos, apesar de saber que lá as coisas são baratas. Depois apareceu uma promoção para Austrália, mas demoramos um pouco para decidir e perdi os valores que rondavam nos 2.000,00, eis que apareceu a passagem para Johanesburgo por 1.860,00, nesta fomos mais rápido e consegui comprar, isso foi em janeiro. Depois vi passagens por 1.600,00 e até 1.500,00, porém já era muito em cima da hora, pelas minhas pesquisas as ofertas de hotel na África do Sul não são muito altas como em outros lugares, então acredito que se comprasse em cima da hora gastaria muito com hotel.
       
      Em Cape Town por exemplo achei muita casa para alugar, mas poucos hotéis, acabei gastando muito no hotel de Cape Town, com um pouco mais de tempo teria economizado muito no hotel de cape.
       
      Inicialmente nosso roteiro seria apenas África do Sul com rota jardim, porém pesquisando vem aquelas histórias de que por lá é perigoso, de que tem que tomar cuidado etc, fiquei com receio de fazer a rota jardim e deixar as malas no carro. Hoje vejo que é tudo bobagem, foi tudo muito tranquilo e seguro, não tive nenhum problema, acredito ser igual São Paulo, tem que ficar experto, mas não é tudo que falam.
       
      Pesquisando o que tinha perto da África do Sul já que eu tinha bastante dias vi informações sobre as Ilhas Maurício, em que a primeiro momento parecia ser um destino muito caro, hoje vejo que não é, dá pra ficar uma semana de boa, achei cape Town mais caro, pra ter uma ideia um passei para uma ilha ile aux cerfs, que é a mais famosa por lá, paguei 120,00 reais já com almoço e bebidas no barco e no almoço inclusas.
       
      Depois do roteiro já montado, me sobravam 4 dias em que ia deixar 2 para cape Town e 2 para Johanesburg e decidir o que fazer por lá. Eis que faltando 20 dias para a viagem eu me lembro da Namíbia e seus desertos, Dunas e tudo mais, fazendo um levantamento vi que era viável e reagendei tudo, incluindo 4 dias de Namíbia, de carro saindo de Cape Town até Windoek. Sábia decisão.
       
      No final meu roteiro ficou deste jeito:
       
      Dia 1 31/out      Ida SP -> Joanesburgo
      Dia 2 01/nov      Chegada Joanesburgo
      Dia 3 02/nov      Joanesburgo
      Dia 4 03/nov      Safari 1 Dia
      Dia 5 04/nov      Safari 2 Dia
      Dia 6 05/nov      Rota Panorâmica 3 Dia
      Dia 7 06/nov      Joanesburgo - Ilhas Maurício
      Dia 8 07/nov      Ilhas Maurício
      Dia 9 08/nov      Ilhas Maurício
      Dia 10 09/nov   Ilhas Maurício
      Dia 11 10/nov   Ilhas Maurício
      Dia 12 11/nov   Ilhas Maurício - Joanesburgo
      Dia 13 12/nov   Cidade do Cabo
      Dia 14 13/nov   Cidade do Cabo
      Dia 15 14/nov   Cidade do Cabo
      Dia 16 15/nov   Cidade do Cabo
      Dia 17 16/nov   Cidade do Cabo
      Dia 18 17/nov   Cidade do Cabo - Namíbia
      Dia 19 18/nov   Namíbia
      Dia 20 19/nov   Namíbia
      Dia 21 20/nov   Namíbia
      Dia 22 21/nov   Namíbia - Jobug
      Dia 23 22/nov   Volta Joanesburgo -> SP
       
      3.000 KM rodados
      23 dias
      6 voos
       
      Principais Valores (Todos em Reais e por pessoa):
       
      Voo SP - Joburg: 1.860,00 (LATAM)
      Voo Jobug - Ilhas Maurício: 1.815,00 (Air Mauritius via edreams)
      Voo Joburg - Cape Town: 350,00 (British Airways via edreams)
      Voo Windhoek - Joburg: 550,00 (Air Namibia via edreams)
       
      Carro Joburg: 500,00 (6 dias) Reservado na Eurocap
      Carro Ilhas Maurício: 300,00 (2 dias) Reservado direto no hotel
      Carro Cape Town: 700,00 (5 dias) reservado na Hertz
      Carro 4x4 Namíbia: 1.600,00 (5 dias, mais caro porque devolve em outro país) reservado na Hertz
       
      Passeios:
       
      Lion Park: Predator Tour, Lion Walk e Cub Encouter: 270,00
      Soweto: 130,00 de Tuk Tuk com almoço incluso
      Elephant Whispers: 200,00
      Ile Aux Cerfs: 120,00 com almoço e bebidas incluso
      Parasailing Ile Aux Cerfs: 100,00
      Ile Gabriel e Flat; 120,00 com almoço e bebidas incluso
      Robben Island: 150,00
      Vinícolas: 240,00
       
      ÁFRICA DO SUL - JOANESBURGO E KRUGER(SAFARI)
      Dia 1 31/10
       
      Saímos as 17:50 de SP rumo a Joanesburgo. Voo Tranquilo que chegou às 08:55 horário local (Fuso de 4 horas se não me engano)
       
      Dia 2 01/11
       
      Neste dia chegamos pegamos o carro alugado da Eurocap (Corolla automático, peguei automático por medo da mão inglesa, já que aí teríamos que trocar as marchas com a mão esquerda que não serve para grandes coisas rs), milagrosamente eles não encheram o saco para vender seguro, só pegamos e pronto, rumo ao hotel deixar as malas e depois Lion Park.
       
      O Hotel que ficamos foi muito bom, devia ser uma mansão que transformaram em hotel, quarto espaçoso, café da manhã muito bom (melhor omelete que comi na viagem), galera atenciosa, piscina que não usamos. Gardenia Boutique Hotel.
       
      Lion Park
       
      Fomos para o Lion Park, que ficava a 50 minutos do hotel, ai uma dica, Joanesburgo tem um transito da peste, ainda mais porque nesse sentido do Lion Park tem uma rodovia que não tem muitos semáforos, uma zona pra atravessar e seguir, eles se entendem, nós turistas não rs, ou seja, se o GPS marca 50 minutos, se programe para mais, no dia seguinte quase perdemos um tour por isso. Lá no Lion Park tem várias atrações para fazer (reservei tudo pela internet, direto no site deles): Predator Tour, que é um Simba Safari praticamente, mais para quem não tem como fazer o safari, mas como estávamos lá eu fiz também. Cub Encounter, nesse caso tem a interação com os Leões e com Cheetah também, só fizemos com os leões. Os leões têm de 3 a 6 meses de idade alguns estavam meio dormindo e outros acordados, o acordado deu um trabalho da peste, mesmo sendo pequeno, são leões, e machucam um pouco rs, cortes, mordidas no tornozelo, minha esposa caiu de um pulo que ele deu nela, mas muito show, vale a pena. Para quem fala que eles dopam os leões, não me parece verdade, são bem sérios, e os Leões dormem muito mesmo, salvo engano 16 horas por dia, algo assim.
       
      Íamos ter neste dia o Lion Walking que é onde você anda com os leões, neste caso maiores, mas ainda bebês, 12 meses. Mas começou a chover, e eles cancelaram o tour, remarcando para o dia seguinte. Em conversa com o guia (Jason, gente boa) ele me disse que houveram 2 acidentes com os leões e turistas, ambos quando estava chovendo, eles ficam assustados.
       
      Depois disso ainda fomos no Mall of Africa, maior shopping do continente, mais de 300 lojas, legal, mas as lojas fecham cedo. As 20:00 já estavam todas fechadas.

       
      Dia 3 02/11
       
      Soweto
       
      Dia de conhecer o bairro de Soweto, acredito que dispensa explicações rs. Nas minhas pesquisas não sabia como era, se dava pra conhecer os principais pontos de carro e tal, e resolvi reservar o tour pelo Sowet Backpackers, também pela internet, você tem opção de 2 ou 4 horas, tem opção de bike ou tuk tuk. Fizemos o de 2 e Tuk Tuk. Muito legal, valeu a pena conhecer um pouco da história deles. A guia que nos levou no tuk tuk sabendo que eu era brasileiro já puxou conversa de futebol claro, segunda ela, o Avô dela foi o fundador do time deles Orlando Pirates. Várias conversas de Futebol, além claro da cultura deles, apartheid etc. Fizemos uma parada onde eles falaram sobre o regime do apartheid, um lugar um pouco sujo, porém com casas que nada tinha de favela, depois fomos na parte mais pobre, onde eles levam a gente para experimentar um "churrasco" deles, com uma espécie de purê de arroz e carne feita na hora, ali no meio. Eles mesmo dizem que é desrespeito não comer a comida do jeito deles, comi e muito, e gostei, o purê de arroz não tem gosto, a carne sim.
       
      Ali o show fica por conta das crianças que vem brincar com a gente, uma delas pegou a mão da minha cunhada e a minha e ficou se jogando para a gente balançar elas, incrível. E o guia explicando como foi criada a township e tal.
       
      Passamos pela Vilazaki Street, casa do Mandela, e o final do tour termina novamente no Backpackers para o almoço que já estava incluso. Novamente o purê de arroz e várias carnes, tudo muito bom.
       
      Demos uma passada rápida no Museu do Apartheid que ficava do lado, a ideia do dia era conhecer o museu, o Reef City e outras coisas por perto, mas como tivemos que reagendar o lion walking não conseguimos ver tudo. Porém o museu eu queria ver. Confesso que esperava mais, mas foi interessante.

      Lion Park
       
      Já quase em cima da hora do Lion walking (tem 2 horários as 11:00 e as 15:30, pegamos o da 15:30) fomos sentido Lion Park, aprox 1 hora, um transito do caramba, chegamos lá já era 16 e pouco, procurei pelo Jason que depois de alguns minutos apareceu e disse que ia fazer o tour mesmo atrasados. Show, e eu já queria desistir fazia tempo.
       
      O Lion Walking é uma caminhada que você faz com 2 leões em torno de 12 meses, grandes, que dão medo, mas ainda não tem a juba de adulto. Eles vão com um balde cheio de carne, e vão parando em pontos estratégicos para você passar a mão, tirar fotos etc. No começo dá medo, confesso, depois você vai se acostumando mas continua com medo kkkkk. Muito show, experiência que valeu a pena. Finalizando a carne do balde a gente já vai saindo, porque eles só ficam de boa por conta da carne. 45 minutos aprox.
       
      Ali você ainda pode interagir com uma girafa, dar comida e tal.

      Sandton City e Mandela Square
       
      Finalizando a noite fomos para o Sandton City (shopping) já com as lojas fechadas, conhecemos a Mandela Square e terminamos nossa visita a Joanesburgo no Hard Rock que fica ali na praça.
       
      Tem gente que fica mais tempo em Joanesburgo, tem gente que nem fica usa de escala, eu achei o tempo que ficamos suficiente, um dia a mais talvez, mas não faria muita diferença.
       
      Dia 4 03/11
       
      Kruger
       
      Saímos neste dia em direção ao Kruger rodamos quase 500KM e aprox 6 horas. O GPS que usamos foi o MAPS.ME, excelente por sinal, off-line, e além das ruas etc, você ainda pode colocar o nome dos destinos turísticos que ele também tem, só usamos ele e nos atendeu em toda viagem e nos 3 países.
       
      Uma dúvida que tínhamos e que tinha lido era em relação a posto de gasolina, neste trecho tinha muitos postos, quase semelhante a uma rodovia de SP, não senti necessidade de abastecer sempre como falaram (diferente da Namíbia), claro que tinha alguns trechos de 100km que não tinha, normal.
       
      O GPS colocou o caminho entrando pela Crocodilo Bridge que é uma das entradas e tem uma espécie de alojamento lá também. Eu tinha reserva para o Skukuza Camp, depois de chegar no Crocodilo Bridge e fazer o tramite para entrar, ainda tínhamos quase 1 hora para chegar no Skukuza, o que foi muito legal porque já estávamos dentro do parque e ali foi nosso primeiro Self Drive.
       
      Isso era por volta das 14:00 que entramos no parque e as 16:30 tínhamos um Sunset drive agendado, mas a emoção do primeiro self-drive foi tão grande e com tantos animais ali que chegamos em cima da hora rs.
       
      Chegamos no Skukuza já maravilhados com o início do nosso Safari peguei as chaves do nosso "quarto" que é uma espécie de quarto com banheiro, cozinha e até uma churrasqueira na parte externa, ar condicionado e tudo mais.
       
      Fiz a reserva diretamente no site https://www.sanparks.org/, vi que muita gente teve problema para reservar por lá, eu não tive, reservei sem problemas, comprei tours pelo mesmo site e também fiz alterações.
       
      Na época que pesquisei as opções para fazer o safari encontrei algumas empresas com os tours prontos que tinha o transfer de Joanesburgo ida e volta os drives, hotel, etc, tudo incluso, mais partia de 1.500,00 dólares, muito pesado. Fazendo direto ficou muito mais barato, eu paguei 850,00 reais incluso a taxa diária do parque, a hospedagem e os 4 tours que fiz com eles.
       
      Além do Sef-Drive eu reservei: Sunset Drive, Sunrise Drive, Night Drive e Morning Walk. Os self Drives já são suficientes para você ver uma grande quantidade de animais, possivelmente os Big 5 (como nós vimos), porém esses 4 tours só são possíveis fazer com guias por conta dos horários que abrem e fecham os parques, além do walking que tem que ser com os rangers de qualquer forma.
       
      Em termos de estrutura o Skukuza realmente é muito bom, além da acomodação, próximo tem 2 restaurantes um para comer lá e outro para levar e comer nas mesinhas da frente. Tem um shopping relativamente grande para comprar lembrancinhas e outras coisas.

       
      Sunset Drive
       
      Fizemos o Sunset Drive com os guias do parque, você entra em um carro deles e vai um motorista guiando, na verdade eles mesmo quase não param para mostrar animais, fica mais por conta da galera que está no carro que tem que dar um grito pra eles pararem o carro pra gente ver o animal em questão. Após parar eles explicam um pouco dos animais, vimos um, que eu não lembro o nome, que o guia informou que vivem em média 6 dias pois praticamente todos os animais carnívoros comem ele, por ser pequeno e lento. Foi nesse que vimos os primeiros rinocerontes e também um pôr do sol made in africa.
       
      Na volta fomos jantar no restaurante do Skukuza, muito bom, nem parecia que você estava no meio da savana.
       
      Dia 5 04/11
       
      Morning Walk
       
      Acordamos bem cedo para fazer o Morning Walk, se não me engano o tour saiu por volta das 05:30, o horário depende da época. Nesse tour você vai com 2 rangers até um determinado ponto e de lá parte a pé no meio da savana. Um ranger vai na frente e outro atrás (apesar da maior parte os 2 foram na frente) e nós vamos acompanhando, cada um com sua espingarda, para caso precise. Eles vão seguindo rastros dos animais, explicando tudo sobre a vegetação, animais, o que caçam, e assim por diante. Foi muito legal, principalmente porque você perde aquela segurança que tem dentro do carro, ali se sente mais vulnerável. Começamos perto de uma árvore Marula onde avistamos uma Girafa próxima, que só olhou e voltou a comer, ao longo da caminhada ainda vimos zebras, impalas, até chegarmos aos elefantes. A pouco mais de 50 metros os rangers avistaram 3 elefantes (casal e filhote) e nos avisaram, neste momento fomos caminhando devagar para não fazer barulho, chegando mais próximo. Eles estavam em um nível mais baixo do terreno que nós. O pai nos avistou fez o barulho dele e o ranger fez um outro barulho que fez com que os elefantes fossem embora. Nessa hora o ranger explica que a diferença entre dar um tiro ou não é conhecer os animais, aquele barulho que ele fez foi muito alto para o elefante, por isso ele foi embora, e mostrou também que um leopardo ou leão se chacoalhar as chaves que ele tinha no bolso, o barulho seria muito alto para eles, e eles possivelmente iriam embora rs. Muito show.
       
      Depois rolou um mini café da manhã com sucos, frutas secas e outras coisas.
       
      No caminho de volta os rangers avistaram um Leopardo, apontaram e mostraram pra todos, estávamos em 6 pessoas, as outras 5 conseguiram ver e eu nada, em dado momento tinham os 5 e os 2 rangers apontando pra eu tentar ver o tal leopardo e nada, até que o ranger me puxa pro lado e fala: ele está ali e aponta mas eu viajando estava olhando pra outro lado, o ranger olha pra minha cara e dá um resmungo AAAAAAAHHHHHH por eu não estar olhando pro lado certo e começa a partir em retirada rss, depois disso eu só conseguia rir e perdi o Leopardo de vez rss.
       
      Ao final do passeio os rangers agradeçam e falam: Hoje tivemos muita sorte pois conseguimos ver um Leopardo, menos você.
       
      E assim terminou meu Morning Walk, sem ver o tal leopardo rs.

      Self-Drive
       
      Voltamos por volta de 08:30, fomos tomar café e na sequência emendamos um Sef-Drive. Incrível. Logo no começo já vimos um aglomerado de carros em uma via lateral de terra e sabíamos que tinha algum big 5 lá, e foi onde vimos nosso primeiro Leão, bem longe, mas lá estava ele. Continuando na estrada além de Girafas, Elefantes, Macacos, Rinocerontes e Búfalos, avistamos um Leão com sua família, em torno de 6, todos juntos, descansando bem do lado da estrada. Nessa hora devia ter por volta de uns 20 carros, mas fomos pacientes e aos poucos conseguimos ficar bem do lado deles.
       
      Esse é o segredo do safari, viu carro parado, para também que lá tem algum animal, se ver muitos, melhor ainda os bigs estão lá.
       
      Um pouco mais para frente vimos mais 2 leoas, a primeira abocanhou um animal pequeno, que acho ser aquele dos 6 dias, rs, e a segunda pegou um Impala e estava levando provavelmente para seus filhotes. Seguimos está por um bom tempo, mas ela entrou em uma parte que não dava mais para enxergar.
       
      Fomos em direção ao lago grande que já tínhamos visto no dia anterior perto do Lower Sabie Rest Camp, lá tem uma grande concentração de Hipopótamos, Crocodilos, macacos e muitos pássaros. Surreal.
       
      Paramos no Lower Sabie e almoçamos no Mugg & Bean, comida muito boa, mas atendimento horrível, lento, precário. O Visual de lá é de matar, uma área verde muito grande, com vista pro lago do lado direito e vários animais passando, elefantes, girafas, zebras, e fora os pássaros do Kruger, é cada um mais bonito que o outro.
       
      Voltamos para o Skukuza (voltamos é modo de dizer, sempre que você está no kruger irá parar muito para ver os animais, ou até para esperar eles atravessar a rua rs) e a noite partimos para o Night Drive.
       
      No Night Drive os 2 assentos do final, quem senta fica encarregado de apontar os faroletes para a mata afim de ver algum animal. No night você vê muitas corujas, coelhos, vimos mais Rinos, Impalas, Springboks, Hienas. E Foi nesse drive que consegui ver um Leopardo rs, talvez foi o mesmo no morning walk quem sabe, rs.
       
      Pra este dia a noite minha cunhada resolveu usar a cozinha do nosso quarto para fazer um macarrão (tudo comprado antes pois fecha as 22:00 e o night termina as 22:30). O Macarrão não ficava pronto nunca e para o dia seguinte tínhamos um Sunrise reservado que começava as 04:30, além da rota panorâmica e retorno para Pretória. Resumo: Terminamos de comer as 00:30 e decidimos não ir no sunrise, parte porque já tínhamos visto os big 5, parte porque iríamos dormir pouco e tinha a viagem de volta.




      Dia 6 05/11
       
      Acordamos por volta das 08:00 neste dia, fomos tomar café da manhã, check-out que nada mais é que deixar a chave na recepção e fomos sentido ao Elephant Whispers nossa próxima parada.
       
      Não sem antes parar para ver mais um monte de animais e uma parada para avistar alguns pássaros em um lago específico para isso que não lembro o nome.
       
      Elephant Whispers
       
      O Elephant Whispers é um santuário de elefantes, onde eles trazem elefantes que sofreram algum dano para cuidar e onde você tem uma interação com eles, além do tour para conhecer os elefantes, interagir com ele, você pode andar com ele (em cima claro). É um parque que está listado inclusive no site do próprio Kruger, ou seja, o trabalho lá é sério. Parece que tem perto de Joanesburgo também, o que eu fui fica em Hazyview, a 1 hora aprox do Skukuza.
       
      Chegando lá, tem toda uma explicação sobre os elefantes (hoje eles têm 6), personalidade de cada um, alimentação, muita coisa sobre a anatomia dele e a interação com eles. Muito interessante. Gostei muito.

      Rota Panorâmica
       
      Saindo do Elephant Whispers e fomo em direção a rota panorâmica, antes uma parada em Graskop para almoçar na turistica Harries' Pancakes. Lotado de Turistas. Mas as panquecas são realmente muito boas.
       
      A Rota panorâmica tem realmente um visual incrível e imperdível, finalizando no Blyde River Canyon (Terceiro maior do mundo dependendo de onde você pesquisa rs) mais precisamente no Three Rondavels View. De tirar o fôlego. Como já era meio tarde não fizemos as cachoeiras, fomos no The Pinnacle Rock, God's Windows e Three Rondavels View Point. Todos são pagos, não vou lembrar o valor, mas era barato a entrada. Chegamos no Three Rondavels View as 16:45 e ele fecha as 17:00 podendo ficar até as 18:00, porém vi gente chegando depois das 17:00.
       
      Finalizado a Rota Panorâmica fomos rumo a Pretória, mais 400km e 4 horas de estrada, pois no dia seguinte tinha voo do aeroporto de Joanesburgo para Ilhas Maurício. De Petrória para o Aeroporto era 30 minutos, por isso preferi ficar em Pretória.


      Dia 7 06/11
       
      Aproveitamos que estávamos em Pretória e fomos conhecer o Union Building, residência do presidente, baita jardim, estátua do Mandela, lugar show.

      Na sequência fomos para o aeroporto, devolvemos o carro e partimos rumo ao paraíso: Ilhas Maurício.
       
      Fomos de Air Mauritius, tudo tranquilo também. 4 horas de voo e mais 3 horas de Fuso. Chegamos lá, já era 19 e pouco.
       
      O transfer eu já havia reservado diretamente com o hotel.
       
      A ilha é dividida praticamente entre Sul e Norte. No meio disso, mais ou menos, fica a capital Port Louis. As principais atrações ficam na parte Sul, que é mais caro também em termos de hotelaria (pelo menos quando pesquisei) na parte sul que estão as praias Flic em Flac, Le Morne, Blue Bay, A região do Chamarel. Na parte norte além da praia que estávamos próxima Pereybere (que para mim foi a mais bonita) saia um passeio para uma outra ilha próxima Gabriel.
       
      Como eu já ia alugar um carro pensei que em se tratar de ilha podíamos ficar em qualquer canto, o mais barato, e ir de carro, porém a ilha é um trânsito ferrado, chegamos a levar 1:40 para rodar 50km. Em uma possível volta considerarei ficar na parte Sul.
       
      O hotel que ficamos é uma espécie de Resort mas bem simples, bem em conta e com uma piscina legal, quadra de tênis, restaurante e bar, tudo excelente, atendimento 1000. Alugamos o carro diretamente com eles e saiu mais barato.
       
      Outra coisa que saiu mais barato do que pesquisando pela internet foram os tours pelas ilhas próximas, dizemos 2 ilhas: um dia a famosa Ille aux Cerfs e no outro Gabriel e Flat, ambas custaram 120,00 reais por pessoa, com bebidas e almoço incluso. Bebidas no barco inclusive.
       
      O hotel que ficamos foi o Casa Florida Hotel & Spa. Recomendo.
       
      Ilhas Maurício
      Dia 8 07/11
       
      Blue Bay
       
      Nesse dia pegamos o carro e fomos rumo a Blue Bay, promessa do melhor Snorkeling da ilha. No caminho passamos na praia mais próxima do nosso hotel que era a Pereybere e ali a gente já teve uma ideia do que seria aquele paraíso, que cor de água, que coisa linda, baita sol. Para quem já jogou bolinha de gude quando criança, lembra daquelas famosas leitosas? A água é daquela cor rss. Minha esposa tira sarro de mim até agora porque eu falei que era da cor da bolinha de gude leitosa, que ela não conhece, fazer o que rsss.
       
      Aproximadamente 1:30 depois chegamos em Blue Bay (Por isso o erro de estratégia ficando no Norte, se fosse no sul 30 min estava por lá, sempre que passa por Port Louis no centro é trânsito). Que lugar. Mar de vários tons. Incrível.
       
      Ainda não fui para o Caribe para comparar, então não tenho parâmetro, mas lá é o paraíso com certeza rs.
       
      Do lado direito é a parte que tem areia para a galera ficar, mais para esquerda menos areias e claro alguns hotéis e resorts fechando a praia. Ficamos lá um tempo curtindo a praia, comemos uns "salgados" que comprei em umas vans que ficam do lado 10,00 rúpias (divide por 10 para dar o real) cada salgado, muito bom. E reservei o tour para fazer snorkeling para as 15:00 o último é as 16:00. Paguei aprox 70,00 reais direto com os caras na praia. Você vai em um braco com fundo de vidro onde já vê alguns peixes, em aprox 20min já chega na parte dos corais que é onde rola o snorkeling.
       
      Correnteza forte, depois de um tempo acostuma. Vários barcos ali por perto.
       
      Ali você se sente dentro de um aquário, muito peixe, muita variedade, cara que coisa incrível. Ficamos perto de 1 hora ali maravilhados. Depois voltamos para o hotel jantamos por lá menos e tomei umas Phoenix, a cerveja da ilha. Boa também.



      Dia 9 08/11
       
      Grand Bassin e Chamarel
       
      Neste dia como seria o último dia com o carro e amanheceu meio nublado optamos por ir para o lago Grand Bassin e a região do chamarel que é onde tem a montanha de 7 cores e a Fábrica de Rum.
       
      O GPS fez o caminho passando por Port Louis o que fez com que chegássemos no Grand Bassin depois de quase 2 horas.
       
      A parte dos templos é bem legal e interessante, gostei de conhecer, o lago em si apesar da representação que tem para eles, é um lago normal, cheio de macacos em volta. A montanha do Chamarel que é um morro na verdade, é bonita, mas como não estava sol, as cores não estavam vibrantes, nada espetacular, mas estava lá, fomos rs, ali tem as famosas tartarugas gigantes da ilha, umas 6, 7. Depois almoçamos na Rumeria e fizemos o tour de degustação. Para quem já fez o de vinho, cerveja, é o mesmo esquema, onde o que mais importa é beber o rum no final. Curti e comprei uma garrafa. O Restaurante é bom também, mas tem muita mosca, não achei muito caro, mas é um pouco mais caro que o restante da ilha.
       
      Ao logo desse caminho tem várias views para fazer, paradas com cachoeiras e parque nacional black river gorges, uma mais bonita que a outra.

      Flic en Flac
       
      Finalizamos o dia na praia Flic en Flac e vimos o pôr do sol por lá. E para finalizar com chave de ouro vimos o que devia ser 2 ou 3 golfinhos brincando ao fundo, eles não pularam, só deu para ver as barbatanas.
       
      Rumo ao hotel, jantamos ali perto de pereybere em um restaurante perto da praia, também não lembro o nome rs, mas por lá tem vários restaurante e todos com preços acessíveis.
       
      Antes de ir como não tinha muita informação achei que era um destino muito caro, fora do padrão, mas lá eu percebi que não, é mais barato que muitos lugares, reservei só 4 dias inteiros para lá, mas no final dava pra ficar uma semana de boa. Muita opção e para todos os bolsos, é só fugir do hotéis caros do Sul rs.
       
      Dia 10 09/11
       
      Ile aux Cerfs
       
      Neste dia já sem carro tínhamos reservado o tour para a famosa Ile aux Cerfs, uma van leva a gente para a região próxima da Blue Bay (viu como a melhor opção é ficar no sul? rs) e de lá você vai de lancha ou catamarã para a ilha. Aprox 20min de lancha (que foi o que escolhemos), catamarã é mais demorado. Chegamos na ilha por volta das 10:00 com saída para as 13:30 pois de lá eles levam pra ver uma cachoeira pequena e vai para outra ilha para almoçar.
       
      A ilha é incrível, linda, várias cores. Na parte da manhã a maré está baixa e você atravessa de um lado para o outro a pé, já mais para a tarde a maré sobe, correnteza forte e só atravessa a nado. Entrei nessa parte da correnteza e me deixei levar para ver a força e fui longe rs.
       
      De lá também tem vários vendedores oferecendo passeio de parasailing. Dica: Pela internet é mais caro, Dica2: tem vários vendedores, sonde todos, o primeiro me ofereceu o tour a 200,00 reais, o que eu fiz foi 100,00 reais. E todos é o mesmo tour, porque você vai na mesma plataforma que todo mundo. O legal é o visual que você tem da ilha lá de cima. Outro item que eu avalio como imperdível. Mas a anta aqui, ao invés de ficar sentado, fiquei meio em pé, quando subi fiquei completamente em pé e com sensação que ia cair de lá de cima, mas ainda sim deu para curtir. No próximo eu já sei e me porto adequadamente kkkk.
       
      13:30 vai para uma cachoeira do lado de lanche mesmo, que é só para encher linguiça mesmo e partimos para outro lado da mesma ilha que onde os caras já tem as mesas e o churrasco todo montado. Um churrasco muito bom, regado a cerveja, vinho, rum, refrigerante, o que você quiser, mas tem que usar o mesmo copo, se quer rum e cerveja, termina o primeiro para pedir o segundo.
       
      Finalizado o almoço ainda ficamos um pouco ali na praia com aquela cor incrível só de boa. Ali achamos umas bolinhas de golfe no mar porque tem um campo de um resort bem ao lado, além de várias Estrelas do Mar, peixes e tudo mais.
       
      Essa ilha valeu cada centavo.


       
      Port Louis
       
      A noite demos uma passada em Port Louis com a facada de 100,00 reais de taxi para ir e 100,00 de taxi para voltar. Fomos no Waterfront que tem um shopping e vários restaurantes. No Shopping as lojas fecham por volta das 17:00 os restaurantes já vão até mais tarde, mas não é Brasil rs, tudo fecha não muito tarde, assim como na África do Sul.
       
      Dia 11 10/11
       
      Ile Gabriel e Flat
       
      Nesse dia outro tour, também por 120,00 reais por pessoa incluso bebidas e almoço. Essa ilha não estava prevista e não vi nada nas pesquisas, nas fotos eu não achei nada demais, mas minha cunhada viu um vídeo que parecia ser legal e fomos. Sábia decisão.
       
      Esse é um dos poucos passeios que sai da parte norte mesmo. O Van nos levou para a Grand Bay do lado de Pereybere.
       
      Consegue ser mais bonita que a Ile aux Cerfs. Tem um snorkeling legal também, nada comparado com o da Blue Bay, mas dá pra ver vários peixes.
       
      Nessa fomos de catamarã e o mar estava agitada, tivemos pontos de barco viking com uma galera vomitando no saquinho, mas passado isso depois de uns 45 min chegamos na ilha. De um Lado Ilha Gabriel do outro Ilha Flat, você vai de uma para a outra de lancha, os caras passam o tempo todo levando quem quer de uma para outra. Primeira parada Flat que é onde tinha o almoço e um snorkeling com correnteza feroz. Almoço do mesmo esquema da ile aux cerfs, depois de almoçar partimos para a Gabriel que era a parte mais bonita e com um snorkeling mais calmo.
       
      Nessa tem muita concha e coral quebrado na água, até cortei meu pé, quem tem aqueles chinelos ou sapatilhas de praia é bem melhor.
       
      Nessa ilha tem uma parte de areia que entra no mar e indo mais para o fundo você tem a sensação de estar andando no mar, incrível. Aliás nessa viagem usei muito as palavras surreal e incrível rs.
       
      Foi nessa que tive mais uma surpresa em um dos snorkeling vimos uma tartaruga nadando, a danada é rápida na água, mas consegui ir nadando e chegar perto dela, mais uma vez: Incrível rs. Quem viu na verdade foi um dos caras que ficam com as lanchas passando de um lado para o outro, aí fomos atrás dela para ver.
       
      Na volta eles não levam no hotel, ficamos lá na região mesmo e fomos ver um bazar que tinha por lá, já que era por volta de 16:00 e voltamos para o hotel para tomar mais Phoenix.
       
      Quando estava chegando na Ilha perguntei para o taxista: Qual a melhor praia da Ilha? Ele respondeu que era uma pergunta muito difícil pois todas as praias eram lindas. E realmente foi a conclusão que eu cheguei, não tem praia feia por lá. Cada uma com suas características. Eu particularmente achei a Pereybere a mais bonita, mas encontramos com alguns brasileiros que foram no dia que estava com tempo nublado e acharam feia, questão de gosto e também do dia que vai, o sol faz a diferença em praias.
       
      Pra mim Ile Aux Cerfs, Gabriel/Flat e Blue Bay são imperdíveis, que foram as que eu fui rs, se tivesse ido em outras entrariam também na lista de imperdíveis. Não pude ir na Le Morne que dizem ser uma das mais bonitas também.
       
      É isso aí. Ilha linda e acessível. O maior problema é claro chegar pois você precisa ir para Joanesburgo e de lá para a Ilha, o que encarece o percurso.

       
      ÁFRICA DO SUL - CAPE TOWN
       
      Dia 12 11/11
       
      Dia de voltar para Joanesburgo e em seguida partir para Cape Town. Me parece que tem voo direto da Ilha para Cape Town, mas nas minhas pesquisas de preço não encontrei, então peguei a volta para Joanesburgo e de lá direto para cape Town.
       
      Eu havia reservado pela Kulula airlines porém saia do aeroporto Lanseria. Não tinha visto isto na compra. Ainda no Brasil percebi isso e no aeroporto ainda no dia 06/11 troquei o voo para sair do O R Tambo. Paguei mais 100,00 reais por isso e fomos de British que deve ser da mesma rede.
       
      Chegamos em Cape Town já era por volta das 20:00 pegamos outro corolla que eu havia reservado, desta vez na Hertz e fomos em direção ao hotel.
       
      O Hotel era bom e muito bem localizado, mas muito caro, esse deixei para reservar em cima da hora e tomei uma bica. Ficamos no Rockwell All Suite Hotel & Apartments.
       
      Dia 13 12/11
       
      Table Mountain
       
      Primeiro dia em Cape e já fomos direto pra Table Mountain. Optamos por subir e voltar de Teleférico. Lá em cima é incrível, que visual, chegamos e de um lado nuvens, do outro aberto, era o que eu queria. Fizemos algumas caminhadas, vimos alguns animais, lagartos etc, foto de tudo que é jeito e o tempo foi se abrindo do outro lado também. Que lugar!!!!

      Kirstenbosch National Botanical Garden
       
      Na sequência fomos no jardim botânico de cape. Já fui em alguns jardins botânicos, mas pra mim o de cape é possivelmente o mais bonito (talvez empata com o do Rio, ainda não sei rs), grande, vários animais também, coruja e tudo mais.
       
      Finalizamos o dia no Boo-Kaap. Mais um daqueles estamos lá vamos, pra mim nada demais.
       
      Dia 14 13/11
       
      Aquarium Cape
       
      Esse dia era um dia bem aguardado, em algumas pesquisas na internet eu vi que no aquario de cape town que fica no waterfront é possível fazer uma interação com os pinguins rockhopper (o cabeludindo do filme tá dando onda). Para isso é necessário reservar pela internet, você manda e-mail para eles, e só é possível 2 pessoas por dia, portanto reserve com bastante antecedência. Como estávamos em 3 pessoas, eu reservei duas para dia 13 e uma para dia 14. Cheguei no aquário e perguntei se era possível fazer os 3 no mesmo dia, a menina falou com a guia e ela disse que dava, mas o tempo total era 30 minutos para 2 ou 3 pessoas, para nós era suficiente. Primeiro conhecemos o aquário, eu curto muito aquário então para mim foi bem legal (até hoje o melhor para mim é o de Valência na Espanha) e quando foi 10:45 começa o penguin experience. Você coloca um jaleco porque os bichinhos vão cagar na sua roupa e vai pra área de encontro. Meu maior medo se tornou realidade, na hora de reservar eu pensei será que a gente entra na área que os pinguins ficam para os visitantes verem eles? ou seja, a galera vai ficar me vendo lá dentro pelo vidro? E sim, é isso mesmo, fui pinguim por um dia kkkk.
       
      A primeira instrução é: Os pinguins mordem então não puxem o braço, mão, pra não machucar, deixa morder rs, e a guia mostra a marca nos braços dela.

      Lá dentro a gente senta e ela vai colocando os pinguins no nosso colo, mostrando como passar a mão, onde passar, o que fazer, explicando tudo sobre eles. O primeiro que veio no meu colo, adivinhem? Me mordeu pra caramba rss. Mas não doeu nada. O segundo era um gente boa lá, que esqueci o nome também e ficou de boa no colo de todo mundo. Quando você coloca a mão entre o pescoço dele, ele se treme todo, moh barato. Não entendi o motivo, a guia explicou.
       
      Cara valeu a pena também, essa interação com os animais era o que eu procurei nesta viagem, além de vê-los queria interagir. Bem diferente.

      Waterfront
       
      Na sequência dessa experiência incrível ficamos pelo waterfront porque na parte da tarde teríamos Robben Island. Fomos na Roda Gigante, shoppings, eu acabei indo no Springbok Experience que é o museu da seleção de Rugby. Pra quem gosto muito legal apesar de pequeno. Almoçamos no Quai 4, porque com o ingresso do Springbok Experience você ganha um chopp lá.
       
      O waterfront é bem legal, grande, com várias lojas, fomos de dia e de noite também para jantar, 3 shoppings e várias coisas para fazer.
       
      Robben Island
       
      Nosso tour já comprado pela internet saiu as 15:00, dizem que se não comprar pela internet não consegue comprar porque é concorrido, no dia que eu fui dava para comprar na bilheteria de boa.
       
      Lá é um tour histórico né? A ilha, Mandela, Apartheid, o guia da prisão é um antigo detento. Depois descobri que tinham vários políticos da Namíbia lá também. Histórico, Imperdível.
       
      Dia 15 14/11
       
      Dia de ir até o cabo da Boa Esperança. em torno de 80km +- até lá.
       
      No caminho passamos na praia de Muizenberg aquela das "casinhas" coloridas. Realmente muito bonita a praia e as casinhas dão um toque diferente. Aliás para todo lugar que você vai em Cape Town tem uma paisagem incrível.

      Na sequência fomos para Boulders Beach conhecer a famosa praia dos pinguins. Depois de estacionar e pagar a taxa de entrada você tem 2 passarelas para ir até a praia. Lugar Mágico. Muitos e Muitos pinguins Africanos dando show e valorizando nossas fotos rs.

      Destino Final Cape Point e Cabo da Boa Esperança. Chegamos por volta das 12:00 lá. Acredito que tenha limite de carros para entrar no parque, porque ficamos mais de 1 hora parados na fila, e a cada carro que saia liberava um. Lá dentro também estava com várias obras na pista então paramos algumas vezes.
       
      Em Cape Point estava 100% neblina, 0 visibilidade, só ouvimos o barulho do mar lá embaixo.
       
      Almoçamos no restaurante que tem por lá, comida excelente e perguntei para atendente se era sempre assim, ela me disse que com frequência aquele ponto ficava assim, não tinham como prever.
       
      Já no Cabo da boa esperança mais abaixo já estava com visibilidade boa. Um dos lugares mais bonitos que tem por lá.

      Voltamos pela famosa Chapman's Peak Drive, que tem pedágio de 51,00 rands. Uma estrada Cênica, lindíssima. Vários Viewpoint para você parar. No final paramos no Chapman's Peak para ver o pôr do sol. Algumas pessoas levam champagne e tudo mais, mas ficamos só vendo o pôr do sol mesmo num baita frio. Mas foi para fechar o dia com chave de ouro. Não fomos na Lion head e Signal Hill que dizem ter um pôr do sol incrível também.
       
      Dia 16 15/11
       
      Centro e Camps Bay
       
      Começamos este dia indo conhecer algumas coisas no centro de Cape Town. Primeira parada foi o Companys Garden, bem bonito por sinal. Depois fomos na Igreja e na praça que vende os artesanatos e tal. Nada muito interessante.
       
      Finalizado essa parte, o sol já começou a aparecer e ai fomos para Camps Bay, curtir uma praia, aquela praia espetacular com vista para os 12 apóstolos. Pena a água ser congelante. Acho que é mais gelada que de Punta del Este.
       
      Hout Bay
       
      Depois de passar algumas horas por lá fomos para Hout Bay, primeiro para almoçar e depois para fazer o tour da Seal Island para ver as focas.
       
      Almoçamos um fish and chips bem gordurento mas bom ali na Hout Bay mesmo e fomos procurar de onde saia o passeio, por sorte pegamos o último horário as 16:00. O Tour leva 50 min +-, 20 para ir, 20 para voltar e 10 observando as centenas de focas que ficam na ilha. Gostei.
       
      A noite foi dia de conhecer no Mama África, 100% turístico rs, na chegada flanelinha para poder guardar o carro, 20,00 rands da vaga e 10,00 para olhar o carro, falei que os 10,00 eu pagava só depois e não paguei até hoje.

      Mama África
       
      Lá no Mama África pedimos mesa para 3 e a atendente falou que tinha que ter reserva que para o dia só tinha mesa para depois de 1 hora, quase falei: Só 1 hora, é porque você nunca foi para São Paulo!!! Demos o nome e fomos para o Bar, tudo meio apertado, mas não deu 20min, a bebida nem tinha chegado ainda e já chamaram para nossa mesa.
       
      Experimentei 4 cervejas artesanais de Cape Town e não gostei muito de nenhuma. Para o jantar pedimos uns espetinhos de game que são as carnes variadas deles, e estava razoável, meio sem tempero. Pedi errado Fígado de Moçambique, horrível, não gosto de fígado, errei na tradução rss, e comi também um espetacular bobotie de avestruz. Achei tudo razoável, atendimento bom, comida normal, com exceção do bobotie.
       
      Dia 17 16/11
       
      Dia de conhecer a região das vinícolas, para este dia eu preferi reservar um tour pois o objetivo principal era beber muito vinho, claro.
       
      Reservei o tour Wine Tours Cape Town 230,00 reais por pessoa incluso: transporte, visita com degustação em 4 vinícolas e almoço.
       
      As 08:30 a Van já estava na porta do hotel e seguimos sentido Paarl e Stellenbosch a 1 hora aprox de cape town. Por volta das 18:00 estávamos de volta.
       
      Gostei muito do tour, pelo guia, pelas vinícolas escolhidas, almoço e tudo mais. Vou resumir as vinícolas que conhecemos:
       
      Fairwiew: A primeira degustação são 6 vinhos e com queijo para acompanhar cada uma delas.
       
      Backsberg: Você conhece um pouco do processo de fabricação além de degustar de 5 vinhos e 1 Brandy. O Brandy é espetacular trouxe uma garrafa, os vinhos nem sei, depois do Brandy esqueci o gosto rs. Depois desta fomos almoçar em uma outra que não me recordo o nome.
       
      Remhoogte: Essa vincula o legal é o lugar pois na frente tem uma área com vários animais, Zebras, Impalas etc. Baita vista e você degusta de 4 vinhos.
       
      Murate: Essa tem como característica ser uma das mais antigas do mundo e na área de degustação eles deixam isso bem a mostra em um lugar com várias teias de aranha milenar rs. Degustamos mais 6 vinhos.
       
      Vi que tem agora um trem que faz o esse tour, mas na época que eu pesquisei não tinha nenhuma informação.

      Dia 18 17/11
       
      Este era o dia de partir para Namíbia, mas ainda tínhamos a parte da manhã livre pois só iriamos a tarde rumo a namíbia onde paramos na cidade de Oskiep a menos de 1 hora da divisa.
       
      Na parte da manhã minha esposa queria voltar em Hout Bay para ir em uma loja e comprar uma pantufa para minha sobrinha, e lá do lado tinha o World of Birds and Monkeys, como não tínhamos nada para fazer, sugeri que fossemos lá.
       
      Não era um lugar programado mas devia a variedade de pássaros que vimos na África do Sul achei que podia ser interessante.
       
      World of Bird and Monkeys and Rats/Mouse/Mice
       
      Realmente tem uma variedade muito grande, cada pássaro incrível que nunca tínhamos vistos, lugar grande, só tinha um problema, tinha rato para cacete, e eu tenho pavor de rato.
       
      Você entra em uma área que era para observar os pássaros de perto, dentro da gaiola mesmo, e lá estavam os ratos comendo a comida dos pássaros, não eram pequenos, eram gigantes.
       
      E o pavor batendo porque estava dentro do cercado. Mas eu já tinha pago, venci esse medo, ainda vi outros grandes, em algumas dessas gaiolas eu via e voltava, não dava para encarar. Foi foda. Mas vi uns pássaros e macacos que não se vê em qualquer lugar. Ainda gostaria de saber porque não matam os ratos para manter um lugar limpo.
       
      Vencido mais esta etapa fomos em um shopping na Hout Bay compramos as tais pantufas, voltamos para o hotel check out e partiu Hertz da Long Street.
       
      A Saga do Carro
       
      Na Hertz nos iriamos trocar o corolla por um 4x4, já explico o motivo do 4x4, e partir para Namíbia.
       
      Chegamos lá as 14:00, o cara me perguntou como iriamos para o aeroporto, eu falei que iriamos pegar um 4X4 ali mesmo, o cara me diz que não tem nada reservado, até aí beleza, fui lá falar com ele, o que aconteceu é que eu reservei pela internet para devolver o carro no aeroporto e pegar lá, porque a oferta de 4x4 é pequena, mas no dia que eu retirei o corolla falei para o cara que ia devolver no centro e queria pegar o 4x4 lá também, ele me disse que sem problemas, que ele ia mudar. Mas pelo visto não mudou. Por sorte tinha acabado de chegar um 4x4 e eles iam limpar. Pediu para voltar dali 1 hora.
       
      Aproveitamos e fomos almoçar do Addis in Cape, restaurante de comida etíope. Cara que puta experiência. Come com a mão e os caramba, comida bem apimentada, mas saborosa, atendimento excelente. Indico.
       
      Voltando na Hertz tudo certo, eis que eu falo para o cara: Precisa de alguma coisa para entregar o carro em Windhoek? Aí bate o desespero nos caras, porque tem toda uma papelada para o cara fazer, ele saiu gritando para outro lá que íamos entregar em Windhoek e vem outro para fazer a papelada.
       
      Nesse momento um dos caras da locadora me pergunta: Onde vocês vão dormir hoje? Eu falei: Perto de Springbok. E onde é Springbok? A mais ou menos 6 horas daqui. O cara fez umas contas e incrédulo falou: Mas você vai chegar lá as 21:00. Isso mesmo. Quase falei: Cara a gente mora em SP lá você gasta 4 horas para ir e voltar do trabalho todo dia, o que são 6 horas? Minha esposa falou que quando eu saí para ir no banheiro o cara estava preocupado que eu iria dormir no volante dirigindo 6 horas. kkkk
       
      No final do processo outro cara da locadora incrédulo vira e me pergunta: Porque Windhoek???? Eu falei: Cara a Namíbia é cheia de canyons, paisagens, dunas, desertos, por isso. Ele manda: Ahhh no Brasil não tem deserto, só tem o Cristo. kkkk
       
      Nesse momento minha cunhada estava consultando o roteiro que eu montei porque estava batendo desespero, ela pensou: Se os caras que estão aqui do lado não conhecem a Namíbia e não sabem o motivo de estarmos indo lá, onde esse cara está me levando??? Rachei o bico, mas confesso fiquei um pouco apreensivo, mas vida que segue.
       
      Com aquele caminhão que é o 4x4 nas mãos seguimos até Oskiep onde iriamos dormir. Ficamos em um puta hotel legal, com um bar mais legal ainda, e com um preço melhor ainda. A noite tomei (tudo isso pra relaxar do trampo da locadora): 1 whisky duplo, 2 congnac duplos, 3 cerveja, minha cunhada 2 whiskies duplos e minha esposa 1 drink, deu menos de 70,00 reais. Na companhia de um barman gente boa que diz já ter trabalhado na Amazônia mas não sabia o que era boto cor de rosa, ou pelo menos foi o que eu entendi hauhuahuahu.
       
      Do mais a paisagem de cape até Oskiep é sensacional, já valeu a viagem.
       
      NAMÍBIA
       
      Dia 19 18/11
       
      Esse dia foi o dia de cruzar a fronteira. Antes algumas informações que eu peguei da Namíbia.
       
      Na Namíbia tudo que você for fazer tem uma distância mínima de 300km.
       
      A Namíbia tem quase o tamanho da Espanha e França juntos, para ter uma ideia estes dois países têm em torno de 100 milhões de habitantes, a Namíbia tem 2 milhões e meio, ou seja, é um país desértico, inclusive de pessoas, chegamos a dirigir 2 horas sem ver uma alma viva, nenhum carro, só uma tonelada de paisagem exuberantes e muitos animais selvagens em seu habitat natural.
       
      As estradas são classificadas em B, C, D, onde B: Asfalto, tapete. 😄 Terra, mas de boa, 😧 Somente 4x4. Peguei estradas C que pareciam D e D que pareciam C, rs.
       
      Para ficar mais seguro e ir mais rápido também eu preferi alugar o 4x4, já que com um carro comum já vi relatos de gente que conseguiu ir, mas aí tem que preferencialmente fazer a maior parte pelas estradas B, o que amplia muito a distância.
       
      Tem umas C e D bem chatas de dirigir, desliza muito mesmo no 4x4 e tem vários "quebra-mola" natural. Mas com o 4x4 vai que vai.
       
      Foi bem tranquilo dirigir pela Namíbia e a paisagem vale cada distância que você enfrenta.
       
      Na montagem do roteiro tínhamos a opção de ir de avião de Cape para Windoek ou entrar de carro. A maioria dos lugares estão mais próximos da capital. Etosha, Sossusvlei, Sesriem, Walvis Bay, Swakopmund, Skeleton Coast. Todos a aquela distância mínima um do outro 300km rs. Só tem um lugar que está longe de Windoek e mais próximo da África do Sul, o Fish River Canyon, e era um dos lugares que queríamos ir, por isso optamos por entrar de carro de cape. Mais uma vez: Sábia decisão.
       
      Posto de gasolina: Abasteça sempre que ver, é realmente raro, ainda mais quando você pega as C e D.
       
      Fronteira
       
      Cruzamos a fronteira, eles revistaram o carro, e não perdem a oportunidade de perguntar de onde você é, e ficar deslumbrado quando falamos que somos do Brasil. Aliás isso aconteceu na Namíbia inteira, de onde vocês são? Brasil. Aí começa o bate papo, foi realmente muito legal.
       
      Na fronteira você preenche o formulário de imigração, paga a taxa do carro (que ninguém te avisa e só te falam quando você tenta passar pelos guardas) e pronto entra na Namíbia.
       
      Fish River Canyon e o Deserto mais antigo do Mundo
       
      MAPS.ME nos ajudamos e chegamos até o Fish River Canyon. Gigante, Incrível. Não conheço o Grand Canyon, mas esse para o enquanto é o meu preferido. E o lugar me lembrou atacama e Bolívia, sem grade, proteção nem nada, roots, se quiser e conseguir descer, desça problema seu rss.
       
      Saindo do Fish River fomos para o nosso hotel no meio do Deserto o mais antigo do mundo. Puta hotel. Valeu cada centavo também. Aproveitamos a tarde na Piscina, vimos um baita por do sol e já com 5 cervejas na mente tentei me aproximar de um Oryx já que é tudo aberto mesmo por lá, por sorte ele foi mais sensato que eu e vazou rss.
       
      Ali você se sente literalmente no deserto, no meio da natureza, sem grades, proteção, nem nada. Cobra, Lagarto, Oryx, Dassies e tudo mais.
       
      Ficamos no Gondwana Canyon Village


      Dia 20 19/11
       
      Neste dia tivemos o trecho mais longo da viagem, quase 600km até região de Sesriem/Sossuvlei, eu adicionei uma passada no Giants Playground e Quiver Tree Forest o que aumentou um pouco mais o tempo de viagem, mas valeu a pena,
      O Quiver Tree Forest é uma floresta com várias das árvores da Namíbia a Quiver, vimos muitas Dassies por lá também, ficamos pouco tempo, na entrada da desse parque tem uma placa, existem animais selvagens, entre por sua conta e risco, mais ou menos isso, lá dentro além das dassies vivas, tem as mortas também rs, vimos carcaças delas, aí vazamos, acho que por causa dos javalis.
       
      O Giants Playground são uma série de pedras "empilhadas" que tem um visual bem interessante.
       
      Não são lugares imperdíveis, mas vale como uma parada.
       
      Na sequência nosso GPS mandou ir por uma estrada C14 ao invés da B1 que parecia ser mais rápido, porém nem lembrava na hora da B ou C e segui o GPS. Valeu GPS. Que paisagem incrível.
       
      Aliás isso é uma das coisas legais da Namíbia os caminhos. A vantagem de ir pelas estradas C e D são as paisagens que você encontra pelo caminho.
       
      Neste caminho você ainda vai ver vários animais selvagens, zebras, springboks, muitos pássaros, tem até placa de Girafas, mas nós não vimos nenhuma. Cada curva que você faz é uma nova paisagem.
       
      Foi em uma dessas que paramos para tirar uma foto no meio da estrada. Parei o carro, tiramos várias fotos, depois resolvemos tirar dos 3, eu tentei ajustar a câmera com pedras, ai achei melhor pegar o tripê, ou seja, mais ou menos uns 40 minutos e nenhum carro passou. Quando ajustei o meu tripê e corri para me posicionar para a foto, me aparece um carro, voltei correndo e peguei o tripê com a câmera rs.
       
      A galera que estava no carro viu que descemos e pararam mais para frente para tirar fotos também.
       
      Não esqueçam de levar salgadinhos, água etc, porque são pouquíssimos lugares que tem para você parar e comprar alguma coisa, principalmente indo pelas C e D.
       
      Chegamos no nosso hotel já era por volta das 17:00. Aliás que lugar, no meio do deserto também, tudo aberto, Oryx rondando, piscina, bar, show.
       
      Ficamos no Desert Camp em Sesriem. É uma rede com vários tipos de alojamentos, inclusive um Lodge que fica a 5km do Desert Camp, que é onde eles têm o café da manhã e jantar. Não sei se tem almoço. Jantamos 2 dias lá e tomamos café 1 dia. Café 30,00 reais por pessoa e jantar 70,00 reais. Tudo bem farto. Mas dá para comprar o que você quiser perto da entrada do Sossusvlei, que acredito ser o lugar mais próximo ali da Região. Solitaire está a 65km +- pra ter uma ideia.
       
      O jantar no Lodge é bem servido e várias carnes de Caça (Game), Zebra, Springbok, Cervo e mais um monte de outras, além de macarrão e peixes, tudo feito na hora. O legal é o clima, claro, no meio do deserto e tudo com luz de velas.

      Dia 21 20/11
       
      SOSSUSVLEI - Duna Misteriosa e Dune 45
       
      Dia mais que esperado da viagem toda, dia de Sossusvlei e Dead Vlei.
       
      No dia anterior estávamos decidindo se íamos cedo (o parque abria as 06:20 quando eu fui e fechava as 19:20, varia de acordo com a época, no hotel já nos informaram os horários) ou mais tarde. Decidimos descansar um pouco mais e ir por volta das 10:00 para o sossuvlei, o que no final se mostrou uma decisão não muito boa, pois chegamos ao dead vlei por volta das 13:30 em um sol de 35 graus na cabeça, além do fato da baixa humidade do ar da Namíbia e o principia sem água.
       
      Na entrada do parque você paga a taxa para entrar e o cara te dá um número. É importante anotar o bendito número, na saída o "porteiro" encheu nosso saco por causa do tal número rs.
       
      Depois de entrar no parque você já começa a ver as dunas avermelhadas dos dois lados. O Destino final que é o Dead Vlei fica a 65 km da entrada, e não tem nenhum lugar para comprar nada dentro, portanto água e outras coisas já compre na entrada.
       
      Existe uma primeira Duna que paramos e eu acabei subindo que é aparentemente maior que a Dune 45 (que tem este nome por estar no km 45). Essa Duna não tem nome, não encontrei nada na internet, pra subir não é muito simples não, mas no final dá certo.
       
      Lá pelo KM 45, chega a tal Dune 45 que é um pouco melhor de subir.
       
      Para subir devo ter gastado uns 45 min pelo menos.

      DEAD VLEI A Saga
       
      Final do trecho é o caminho que leva para o Dead Vlei, existe os 4 km finais que somente são acessíveis de 4x4, muita areia, desliza demais. Se você não tiver de 4x4 é só parar e pegar os carros do próprio parque, parece que paga 170,00 Dólares Namibianos (que tem o mesmo valor do Rand Sul-Africano. Inclusive só levamos rand lá e é moeda quase que oficial também, cotação 1x1).
       
      Nessa parte sofremos, primeiro que não tínhamos água (pesquisa, pesquisa antes da viagem e comete esse erro, rs), segundo que tem uma placa; Dead Vlei, siga as marcas. Só que tem marca pra tudo que é lado. Tinha 2 casais indo para o lado direito e seguimos (Para ir ao Dead Vlei é só seguir as marcas mas para frente da placa rs) eles, paramos em outros Vleis que tem por lá, muito show, mas nada do Dead VLei, foi quando decidi olhar no GPS e vi que estávamos em paralelo, que a melhor opção era voltar. Resumo da História é que gastamos pelo menos 1 hora até que eu consegui encontrar o Dead Vlei.
       
      Que Lugar!!! Que energia!!!
       
      Mas foi puxado, sol do caramba na cabeça e cansados, até porque subimos as Dunas, além do horário.
       
      Por sorte um pouco antes, quando minha esposa e minha cunhada já estavam desistindo de achar o Dead Vlei (porque eu estava em outro lado procurando o lugar, subindo mais dunas para "cortar" caminho), minha esposa achou uma garrafinha de água e acreditem lacrada, caída perto de onde você para os carros, porque elas voltaram para lá para refazer o caminho. Neste momento eu já havia achado o Dead Vlei e voltei para buscar elas. A água apesar de morna nos deu gás novo para aguentar a caminhada de 20 min(no meu caso a segunda, rs).

      SESRIEM
       
      Finalizado este lugar mágico voltamos os 65km e eu comprei uma garrafa de 2 litros de água para cada um, que eu bebi em poucos minutos. Descansamos um pouco e partimos para o Sesriem.
       
      Um canyon diferente, vale a pena também, o legal é que você caminha dentro dele. Já vi gente caminhando com água dentro, no nosso caso estava seco com poucos pontos com água e muita pedra, espinhos e tudo mais.
       
      Apesar do calor e da quase falta de água kkkk, foi incrível, aquele lugar é realmente espetacular.

      Dia 22 21/11
       
      Neste dia acordamos cedo e fomos em direção a Windhoek de onde saia o nosso voo para Joanesburgo, no caminho passamos na famosa Solitarie para tomar café e comer a torta de maça, muito boa por sinal.

      Mais 250km e estávamos na capital da Namíbia. A aproximadamente 15 km de Windhoek tivemos que parar o carro para uns 20 macacos atravessarem. Cena curiosa por estarmos tão próximo de uma capital rs.

      Paramos na Igreja central para conhecer e fomos no Museu da Independência. Bem bonito, completo e com cenas bem fortes do que foi o processo de libertação da Namíbia.

      Como estávamos meio em cima da hora e o aeroporto era a quase 50 min do centro, já fomos embora, a princípio não tem muita coisa para conhecer na capital. Achei bonita e bem organizada.
       
      Chegando no aeroporto devolvemos o 4X4 e mais cara de incredulidade por estarmos devolvendo um carro que pegamos em Cape Town.
       
      O aeroporto da Namíbia pelo menos no dia que fomos parecia uma rodoviária. Pequeno, ar condicionado quebrado ou desligado e com uma fila gigante para imigração. Demoramos mais de 3 horas entre o processo de despachar bagagens e passar pela esteira e imigração. Não devia ter mais de 100 pessoas na fila.
       
      Mas no final tudo deu certo, com muito atraso claro.
       
      Dia 23 22/11
       
      Dia de voltar para o Brasil com aquela sensação que podia ter ficado mais tempo, principalmente na Namíbia. Mas o fim de uma viagem é o começo de outra. Bora trabalhar para pagar a próxima.
       
      É isso rapaziada, foi possivelmente a melhor viagem que já fiz, finalmente uma que passou ou empatou com Atacama e Bolívia rs.
       
      Quem estiver com alguma dúvida que eu possa ajudar pode mandar mensagem que eu respondo assim que puder.


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