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AFRICA DO SUL NAMIBIA ZIMBABWE BOTSWANA E ZAMBIA - 17 DIAS - NOV/13 - 3 RAPAZES - VIAJE EM NOSSA VIAGEM E TIRE SUAS DUVIDAS


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::ahhhh::

Uma Imagem vale mais que mil palavras né?!

Deixa eu começar então com a Imagem ::hahaha::

 

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E agora com as milhares de palavras ::lol3::

 

Nosso roteiro: África do Sul (Cape Town Cabo, Cabo da Boa Esperança, Ganasbaai (mergulho com tubarão branco) e Johanesburg), Namíbia (Windhoek, Walvis Bay, Sossusvlei, Deadvlei), Zimbabwe (Victoria Falls), Botswana (Kasane - Chobe - Safari) e Zambia (Livingstone) ::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::

 

Primeiro deixa eu me apresentar... Me chamo Felipe Zervelis, prazer... Já sou usuário cativo aqui no mochileiros com relatos do Sudeste Asiático, Escandinávia e Costa Oeste dos EUA. Agora venho aqui mostrar pra vocês nossa viagem pra África, feita em Novembro de 2013, com mais 2 colegas que se encontram nessa foto. O primeiro da foto é o David, mais conhecido como Caju (por se de Aracaju, dããã), o segundo, o mais mala de todos, Felipe Watson (também bem conhecido aqui no mochileiros por suas farras na Europa) e o terceiro (o mais galã, claro), eu ;). Ah,.. os Felipes são cariocas,craroooo...

 

[creditos]Aproveito também para dedicar esse relato a duas pessoas: Paulera aqui do mochileiros e também a Dri (http://www.drieverywhere.net). Obrigado amigos por toda a ajuda (direta e indireta) para que acontecesse essa viagem. ::otemo::[/creditos]

 

Foi uma viagem de 17 dias. Saimos dia 31 de outubro a noite do Rio de Janeiro e voltamos, por Johanesburgo, saindo de lá dia 17 de novembro de tardinha.

Dessa vez vou fazer diferente no relato. Todos os preços, locais, passagem e programas principais, irei colocar no final do relato.

 

Apenas irei antecipar o custo TOTAL da viagem por pessoa, em reais, a uma taxa de dólar média variando entre R$ 2,25 a R$ 2,30 - R$ 7 mil !!!!!!!

 

Vale a pena citar que os 2 trechos principais (ida e volta) utilizamos milhas (50 mil pontos no total) pelo Fidelidade (da Tam) e voamos South African Airlines (excelente cia). Mas assumo que tem que tentar pelo telefone, diversas vezes e pedindo pro atendente ter paciência e ver todas as possibilidades possíveis. Pra se ter ideia, voltamos por Guarulhos, chegando lá 1 da manha e tendo que fazer o translado por nossa conta para Congonhas onde iríamos pegar um outro voo (já incluso no principal) as 6 da manha para o Rio. Mas valeu !!!

 

Observações Gerais:

 

- O CERTIFICADO DE VACINAÇÃO internacional de Febre Amarela é VERIFICADO PELA EMPRESA AEREA, não podemos embarcar sem apresentá-lo. De cara, o atendente da TAM já disse que aproximadamente 50% das pessoas não viajam porque não tem o certificado (e caso parecido acontece com o visto para os EUA), alguém acredita ? ::quilpish::

 

- Não encontrei UM africano que não falasse inglês. ::dãã2::ãã2::'>

 

 

Vamos começar com o que interessa, não é mesmo ?! ::sos::

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Como disse antes, foram 50 mil milhas pela South African Airlines para chegar a Johanesburgo. (atualmente parceira da TAM no Fidelidade, mas em março de 2014 a Tam vai para a One World e sairá da Star

Uma Imagem vale mais que mil palavras né?! Deixa eu começar então com a Imagem   E agora com as milhares de palavras   Nosso roteiro: África do Sul (Cape Town Cabo, Ca

Olá Felipe! Primeiramente parabéns pelo post e todas as informações! Ajudaram demais! Estou indo viajar com um amigo meu e fazer mais ou menos este roteiro com a diferença que vamos para Port Eli

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::tchann::

Como disse antes, foram 50 mil milhas pela South African Airlines para chegar a Johanesburgo. (atualmente parceira da TAM no Fidelidade, mas em março de 2014 a Tam vai para a One World e sairá da Star Aliance, mudando todas as parceiras).

O trecho: RJ – Johanesburgo / Johanesburgo – RJ

Mas íamos começar por Cape Town (Cidade do Cabo). Então, ao chegar a Johanesburgo, já pegamos outro avião rumo a Cidade do Cabo. A cia é a Kulula. Achei boa. É uma cia jovem e divertida. Pra vocês terem ideia, no avião, todos fazem gracinha. O panfleto com as medidas de segurança no voo tem todo mundo zoando com os coletes, máscaras de oxigênio e etc.

 

A partir de agora começa o relato,... Já peço desculpas antecipadamente pela quantidade de fotos da minha pessoa. Mas é aquilo,. Nem a Cajuína nem o Felipe se prontificaram a reduzir e a escolher suas próprias fotos e eu não sou babá !!! ::toma::

 

AFRICA DO SUL do dia 1, a noite, ao dia 5, bem cedo

 

CAPE TOWN - CIDADE DO CABO

 

Em Cape Town, negociamos um taxi para nos levar a Long Street, onde ficava nosso albergue, LongStreet Backpackers. Foram 18 dólares (total), negociados pelo trajeto que dura quase meia hora.

 

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Já demos de cara com uns brasileiros maneiros. Não gostei do albergue, muito provavelmente porque não fui eu que escolhi. Mas aceitei, então não posso reclamar. O quarto que vendem como de 4, é aberto com outros 2 quartos, com um banheiro apenas. Vi apenas uma tomada no que eu estava e ainda por cima estava ocupada por um hóspede gordo, velho (anti-social) e egoísta ! Não sosseguei enquanto não consegui uma plug para enfiar minha tomada !!!

 

A viagem estava apenas começando e já começou boa e com histórias para contar. Fui inventar de comer àquela hora naquela rua que lembra em tudo a “lapa carioca”. Fiz o meu pedido (frango) e fui me sentar. Do nada uma negona chega e pergunta se eu não vou convidá-la para sentar a meu lado. Eu disse: tá vago. Sinta-se a vontade!!!

Não satisfeita e nitidamente alterada, começou a puxar assunto. Quando minha comida chegou, ela perguntou: “ei, peraí, você vai comer?” Se já fosse meu quinto dia de África, eu daria uma resposta bem a nível dessa pergunta, mas me contentei em dizer que sim. Ela ficou puta !!! A atendente notando a confusão, perguntou se eu a conhecia e eu disse que não ! Mas a bendita discordava e dizia que sim (por sinal ela era bem sincera) e falava que éramos namorados. A atendente não sabia em quem acreditar, até que, enfim, mandaram a vaca embora. Finalmente pude fazer minha refeição, mas não depois que ela xingasse todo mundo !

 

Dia 02

 

Acordamos bem cedo porque a White Shark Co iria nos buscar para fazermos o passeio tããão esperado pelo Caju e Felipe, mergulho com os tubarões brancos. Eu estava apenas no OK, vamos !!!

 

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É um passeio caro, mais de 300 reais a cabeça ! Eles te pegam e te levam para GANSBAAI BAY, a uns 200 e poucos km de distância. E o frio que tava fazendo ?! Depois de um café da manhã, nos passaram as instruções de como se comportar quando estivéssemos nas jaulas/gaiolas e partimos para a parte interessante. Bora para alto mar.

 

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A gente treeeemia de frio com o vento gelado. A água tava 14 graus e eu nem queria sonhar em pensar no momento que teria que entrar nela. E vou te contar,... como esse maldito barco balançava pra lá e pra cá !!!

 

Estávamos em 18 ou 20 pessoas, se não me engano, e podiam entrar na gaiola apenas 6 por vez. Ficamos para o último grupo, enquanto isso só observamos tudo de cima. Eles jogam de isca os restos de um peixe enorme. E não é que os tubarões realmente apareceram? Muitos... E repetidas vezes !!!! E todo mundo: Ohhhh !!! Acho que eu era o único que não me comovia. Desde de pequeno curti filmes de terror e já vi inúmeros filmes de tubarões. Mas eles eram ENORMES. Esses pareciam golfinhos !!! Hahahahaha brincadeira !!!

 

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Tava um frio da porra (e isso fora d’água) e eu tava muito enjoado com aquele barco pra lá e pra cá,....

 

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Enfim, chegou nossa vez. Botamos o “John” (aquela roupa térmica de surfista que pra mim não adiantava de nada) e caímos na água. As instruções eram: apareceu o tubarão, mergulhem para ver melhor. E NADA de botar para fora mãos e pés porque senão já era.

 

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Cada grupo ficava em média de 30 a 40 minutos. Mas tava tão frio e eu tava tão enjoado que pedi para subir em 15 minutos. Foi tiro e queda. Sai e vomitei. Se não tivessem me deixado sair, teria vomitado no povo que tava lá...

 

É um passeio que te consome boa parte do dia, é caro (fechado com antecedência pela internet) e é longe. Eu fui o único que não gostou, então não confie em mim, confie em quem gostou.

 

Depois nos serviram um almoço (que eu não comi porque ainda estava mal) e o sol apareceu para nos esquentar. Enfim nos levaram de volta.

 

Aproveitei para forrar o estômago no restaurante da louca de ontem e pegamos um taxi rumo a famosíssima Table Mountain. Sempre negocie o preço do taxi que da para achar algumas barganhas. Geralmente vale a pena!

 

TABLE MOUNTAIN Considerada uma das 7 maravilhas naturais do mundo, junto com as Cataratas de Foz do Iguaçu. É muito difícil você conseguir pegar a Table Mountain sem aquela neblina (fog) escrota que fica no topo !!! Mas para nossa sorte, naquele momento o dia iria estar perfeito (claro que usei meus conhecimentos meteorológicos para descobrir o melhor dia e hora da viagem para o passeio).

 

Tem uma filinha básica para comprar o ingresso e outra para pegar o bondinho... E o que tem de mais no bondinho ?! Não importa se você será o primeiro ou o último a entrar. Ele sobe rodando. Todos terão a oportunidade de se vislumbrar com a vista. Fiquei impressionado.

 

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Lá de cima, você vê como a cidade lembra o Rio de Janeiro. É uma mescla de beleza natural, montanhas, praias e a cidade !!! Claro, em menor porte. Não troco meu Rio de Janeiro apesar de seus infinitos problemas.

 

Ficamos lá muito tempo tirando fotos. E estava bem frio, mas resolvemos dar de galã e aproveitar ainda a boa forma de início de viagem! O por do Sol foi um dos mais lindos que já vi até hoje, nota 10 ! Já estava amando Cape Town

 

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Meu amigo Caju, que chegou antes da gente, fez a trilha da Lion’s Head (montanha ao lado) e disse que vale a pena. Vista do caraio !!! Enfim, para a gente não iria dar tempo, a viagem ia ser bem corrida.

 

A noite ainda rendeu uma nightzinha. Foi legal e deu para conhecer mais o povo local. É incrível como em lugar que tem branco, preto não vai. E vice versa. Mesmo depois do vc apartheid, ainda não se vê muita mistura. Claro que antes deveria ser bem pior. Uma besteira, cor não mede nada.

 

Dia 03

 

Hoje era dia de .... PRAIA ! depois do café da manhã, é claro,... merecemos....

Pegamos um taxi e fomos para Clifton Beach.

 

Clifton Beach - “uma praia menor que Camps Bay, mas tão badalada quanto. Ela está dividida em quatro partes, chamadas Clifton 1, 2, 3 e 4, que estão uma do lado da outra e são divididas por porções de pedras. Cada uma das praias possui suas características próprias no que se refere ao público que as frequentam. Ao longo da estrada há alguns bolsões de estacionamento e placas indicando o caminho de acesso às praias.”

http://www.vamosparaafricadosul.com.br/cidade_do_cabo.html

 

Pegamos taxi (rachando fica melhor, claro), mas também tinha opção de ir de ônibus. Mas é longinho e ai que você vê como tem montanha nesse lugar.... Para chegar à praia, você tem que descer alguns lances de escada. Isso acontece porque a praia em si é na parte de baixo de uma encosta que tem várias casas. Mas já antecipo, é um paraíso, e ficamos na Clifton 4.

 

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Completamente diferente da Zona Sul do Rio, lembra alguns recantos da Zona Oeste ou então a praia da Joatinga. Realmente charmosa e no meio de muitas casas.

 

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Agora esqueça a possibilidade de alugar cadeira de praia, barraca e etc. Nem vi lá. Tinha gente que falava que tinha, mas que era caro. Até passava ambulantes e tal, mas nada se comparado com aqui... Enfim, a água estava geladíssima e o público da praia é nota 10 !!! Super bem frequentado. Gostei !!!

 

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De lá, fomos andando na orla (não se caminha pela praia, tem que subir para a rua principal para descer até a próxima) e chegamos à próxima parada que é a praia de Camps Bay.

 

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Camps Bay - “Fica a poucos minutos da Table Mountain. É uma das praias mais badaladas da região, com diversos restaurantes, hotéis e mansões. É também uma das mais bonitas, pois está cercada de grandes montanhas, como a Lion’s Head à direita e a cadeia montanhosa Twelve Apostles ao fundo. Camps Bay é um ótimo lugar para almoçar, curtir a praia e também o agito noturno, principalmente no verão.”

http://www.vamosparaafricadosul.com.br/cidade_do_cabo.html

 

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Aproveitamos à tardinha, pôr do sol, para almoçar ali mesmo na Camps Bay. Um belo de um almoço por sinal, junto com novos amigos que tínhamos acabado de fazer, uns brasileiros de MG.

 

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À noite, demos um pulo rápido na Waterfront, uma região com vários atrativos que beira o mar. Tem várias lojas a céu aberto, bons restaurantes e um baita de um shopping. Além de uma roda gigante. É legal para se passear.

 

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Tinha uma bandinha tocando e cantando músicas locais. É claro que o Felipe teve que tirar fotos com eles e comprar o CD.

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Uma outra opção de passeio, que o Caju fez, foi ir a Robben Island.

Na ilha Robben havia antigamente uma prisão e foi a “moradia” de muitos sul-africanos. Lá Nelson Mandela viveu por 18 anos por conta de sua incansável luta contra o regime racista do Apartheid. A visita de barco à ilha, dura 3 horas, e é considerada hoje monumento e Patrimônio Histórico Mundial (UNESCO). Infelizmente os Felipes tiveram que pular essa parte.

 

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A cidade é muito maior e com muitas opções para se visitar. Se puder ficar mais tempo lá, cogite essa possibilidade. Infelizmente só tinhamos 3 dias líquidos e precisamos correr muito. É realmente bonita, agradável e o feeling foi de segurança. ::tchann::

 

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::hãã::

Dia 04

 

Hoje foi um dia para acordar cedo e alugar um carro, junto com os amigos de MG. Tínhamos a opção de pagar para visitar o Cabo da Boa Esperança/ Cape Point e Boulders Beach (pinguins) num passeio (excursão) que para UMA pessoa iria sair algo em torno de R600 (ou seja, US$ 60). Já antecipo que gastamos praticamente metade disso (e incluindo tudo, carro, combustível, entradas e etc, mas só almoçamos na volta).

 

Pra alugar o carro, tinha que ter a carteira internacional de habilitação e foi assim. Um dos mineiros alugou e pedimos com tudo que tinha direito e GPS ! Foi certeiro.

 

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O visual foi ficando cada vez mais bonito. Vou listar os principais pontos pelos quais passamos:

 

Boulders Beach – Fica em Simon Town. Se paga uma entrada de R45 para ter acesso à área dos pinguins. E vou te falar, é pena pra tudo que é lado e pinguim que não acaba mais! Eles são uma graça!!! No caminho até a praia você acha que tá entrando num galinheiro haahahahahah !!!! E eles se enfurnam em todos os lugares possíveis e imagináveis!

 

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A próxima parada é numa das principais atrações da Península do Cabo, o famoso Cabo da Boa Esperança, que fica numa área também conhecida como Cape Point. Ao longo do caminho já da ter uma noção das belas paisagens da região. A entrada no parque custa 105 rands e é muito extensa.

 

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Em Cape Point há duas atrações principais a serem visitadas: a famosa placa do Cabo da Boa Esperança, que está localizada na beira da praia; e o farol, que fica no ponto extremo da Península do Cabo. Para chegar ao farol é preciso subir uma montanha a pé ou através de um trem funicular. Lá do alto a vista é fueda. E é óbvio que subimos a pé ! Super tranquilo. Ainda deu para explorar a parte de trás e tirar umas fotos arriscadas.

 

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Para ir para a placa do Cabo da Boa Esperança, existe uma trilha, mas fomos de carro.

 

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Na volta, optamos por voltar pela estrada da costa, “pela Chapman’s Peak Drive, uma rodovia que passa ao redor das montanhas. Ao longo do caminho sinuoso e de faixas estreitas na encosta da montanha, há alguns mirantes para estacionar o veículo e curtir o visual panorâmico lá do alto, quase na beira de um abismo. Dirigir pela Chapman’s Peak Drive é uma experiência única e imperdível!”

http://www.meusroteirosdeviagem.com/2011/11/roteiro-de-5-dias-na-cidade-do-cabo.html

 

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Enfim, somando tudo, gastamos aproximadamente uns 300 rands cada um (US$ 30). Valeu muito a pena e fizemos tudo no nosso tempo. Ainda conseguimos voltar a tempo de devolver o carro na locadora, mesmo chegando no último momento. E comemos rapidinho para guardar espaço para a janta.

 

A última noite em Cape Town não podia passar em branco.

Mama África – lugar maravilhoso para jantar. Fica na frente do hostel, na própria Longstreet. É tipicamente africano em todos os sentidos. O que era aquela música ao vivo. Aquela banda tava dando tudo de si. Suando, gritando, foi foda... Não foi a toa que arrematamos 4 cds e tava geral fazendo o mesmo. E que comida viu?!

 

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Nem dava vontade de ir embora e já se aproximava de meia noite.

Fui o primeiro,... Atravessei a rua e fui dormir. Iriamos madrugar para ir para o aeroporto. Chegava a hora de conhecer a verdadeira África.

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::hãã::

Dia 05

 

NAMIBIA do dia 5, de manha, ao dia 10, a tarde

 

Viajar de Air Namibia foi muito agradável apesar do receio inicial. O voo foi num avião tipo o da Gol mas com muito mais espaço para as pernas.

Chegamos à capital, Windhoek, parecendo que iria se chocar contra o nada (até porque não tem nada perto do aeroporto, que por sinal é bem simples e razoavelmente pequeno). A parte da alfândega foi rápida e nem tivemos que pagar, apesar de relatar a quantidade de dias exatos, quanto dinheiro iriamos gastar e onde ficaríamos (preenche-se um formulário e um de nós foi questionado).

 

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Ao sair, já de cara demos com o rapaz da Desert Car Hire nos esperando com uma plaquinha e falando para trocarmos nosso dinheiro no aeroporto. Ele afirmou que valia a pena e que precisaríamos de NAD (dólar da namíbia; USD 1 = NAD 10) !!! Trocamos uma parte (o suficiente para pagar o aluguel do carro lá na agência) e depois sacaríamos o restante. A taxa realmente foi boa, mas consulte as 3 opções que tem quase uma ao lado da outra, os preços variam.

 

O aeroporto internacional fica a 40km de WINDHOEK (pronuncia-se Vanduk), capital da Namíbia. Uma reta só, e já dá pra notar como o lugar é árido, seco e com um asfalto de deixar qualquer Brasil no chão!!! Que estrada! E quanta sinalização de bichos!!! Também pudera. Já demos de cara com o Pumba e seus amigos.

 

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Assim como na África do Sul, e em todos os países que fomos à mão é a inglesa. A princípio, não parecia ser um problema.

 

Na agência pagamos o carro e pedimos um GPS !

 

Carteira Internacional de Motorista – essa locadora, Desert Car Hire, não nos cobrou essa carteira. Isso já tinha sido acertado por email !!! Quase todas falaram que só alugariam com ela, mas eles não!!! Por sinal, NEM pediram a nossa carteira, só o dinheiro e o número do cartão mesmo para caso de sinistro. Tínhamos um motorista com a carteira internacional, o Caju, mas ele não queria dirigir lá !!! Graças a Deus, porque nós sim.

 

Pé na estrada. Antes apenas fomos sacar uns NADs e abastecer o carro/ fazer umas comprinhas num mercado que tinha por lá.

 

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O clima na Namíbia é extremamente seco, por isso tenha sempre muita água e protetor labial/solar !!! Meu nariz sangrou bastante na África toda, my god ! ::ahhhh::

 

Em comparação a Cape Town, parecia que estávamos no meio do nada. Depois, conhecendo o resto dos lugares, vimos que estávamos definitivamente num oásis, bem mais desenvolvido que os outros países que passamos que foram colonizados pelos ingleses !!! A Namíbia foi ocupada pelos alemães que buscaram refúgio na Segunda Guerra, então você não vê tanto negro e influência africana. Mais uma vez afirmo, não entendo essa distinção entre raças. Todos somos iguais...

Por sinal, tem vários rádios alemãs que nos tiraram do tédio durante a viagem quando mais nada funcionava! Fiquei puto porque me prometeram um lugar para eu colocar meu ipod/ cartão SD,... p! nenhuma !!!

 

Como já disse,... que estradas !!! Que asfalto ! Perfeito ! Enquanto um dirigia, o outro tirava fotos !!! E que fotos ! Somente tínhamos que redobrar a atenção com a quantidade de bichos que surgiam do nada. Principalmente springboks (gazelas) e baboons!!!!.

 

Nos alertaram muito sobre dirigir a noite, a luz do carro cega os bichos e acidentes são comuns neste caso. ::essa::

 

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Nosso destino aquele dia era Walvis Bay, no litoral (oeste) da Namíbia, 395km de chão (passando por Swakopmund).

 

Gostaríamos de ter mais tempo e explorar a Skeleton Coast, que fica mais ao norte, e ver as embarcações que naufragaram e foram tomadas pelo deserto. “O nome da costa está relacionado com a grande quantidade de ossos de baleias e de focas dispersos pelas suas praias, bem como os destroços de várias embarcações naufragadas.” As correntes e o vento são fortíssimos, e do nada um banco de areia se formava e ai já viu né.

Além disso, optamos por não fazer safari no conhecido Etosha, porque caso fizéssemos, teríamos que cortar outros países.

 

Quanto mais seguíamos a oeste, mais desértica ficava a vista. Sempre muitos galhos, arbustos e mini ciclones atravessavam a nossa vista. Até hoje penso como esses mini ciclones se formam!!! A gente sempre brincava, mas acho que devia bater uma corrente em algumas coisas e elas começavam a voar meio em espiral e depois sumia!!!

 

Fizemos algumas paradas rápidas para fotos e enfim entramos no deserto (em Swakopmund) aonde vimos o mar (parece cidade de lego) pela primeira vez e andamos mais até chegar a Walvis Bay (que é uma cidade razoavelmente grandinha e com algumas construções formosas).

 

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O nevoeiro que se forma na cidade é bem denso e inclusive cobre parte do deserto. Tipo, se você entrar no continente uns 10km, já é capaz da temperatura subir uns 10 graus e o nevoeiro se dissipar. É como se fosse um oásis, literalmente.

 

Ao fazer nosso check in no Loubsers B&B, fomos recebidos pela anfitriã, Lala. Uma senhora super simpática e meio que sincera demais... Falava o que dava na telha !!! O lugar era barato, e tinha um wifi (fraco). O quarto e o banheiro eram bem legais. Achei uma ótima opção.

Pegamos algumas dicas e ela logo disse: aqui não tem nada. Vão a pé dar uma volta no lago e comer alguma coisa !!!

 

Assim fomos e estava um frio da porra !!! Parece que eu tava é no polo norte !!! A água que bate ali tem realmente uma corrente dos polos e por isso é bem gelada. Mas só víamos casas (umas bem bonitas, nem parece África). Cadê os lugares para comer ? Cadê a rua principal ? ::Cold::::Cold::::Cold::::Cold:: que frio DA PORRA!

 

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Ao olhar pro lago, vimos uma casa bem grande que parecia estar caindo aos pedaços. Pura ilusão. Um puta de um restaurante em cima do lago chamado The Raft. Na verdade só o bar estava aberto (que dá para inclusive pedir pequenos aperitivos), mas optamos por esperar o restaurante abrir e ter uma noite de rei. Os pratos eram super bem servidos e o lugar bem aconchegante.

 

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Voltamos para o B&B (bed and breakfast para os perdidos) e fomos dormir, claro. Parece que ainda éramos os únicos acordados naquela cidade.

O que ninguém sabe é que a Namíbia se tornou o meu xodó !!! O meu lugar preferido nessa viagem toda !!!!!!!!!!!!! ::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::

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muito legal o relato, estou aguardando ansiosamente cenas do próximo capitulo!!!!

não sei o porque, mas o continente Africano nunca esteve nos meus planos, (não sou racista táh), mas lendo o relato e vendo as suas fotos até me animei um pouco, quem sabe com seu relato ele não entre definitivamente nos meus planos futuros!!!!

Um grande abraço!!!!

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::hãã::

Dia 06

 

Acordamos e hoje o dia iria ser completo !!! Até porque ir para o Walvis Bay tinha 2 propósitos !!! Tínhamos 2 passeios marcados para hoje !!! Mas, primeiro tomar um café da manha ali perto do The Raft (descobrimos um local, mas era meio escondido, perfeito).

 

Pegamos o carro e fomos ao Lagoon Chalets (era ali perto) rumo ao passeio de Quad - ATV (Kuiseb Delta Adventures) que valeu CADA CENTAVO !

 

Primeiro recebemos uma aula de geografia/geologia e depois partimos para o que interessa !!! QUAD !

 

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É a terceira viagem seguida que eu faço passeio de Quad (quadricículo também conhecido como ATV) e é um must do !!! Fantástico. Fanie é um senhor cheio de experiência e nos explica absolutamente tudo que a gente vê !!! E claro, não faltou emoção. Sobe duna, desce duna e seeeenta a velocidade morro abaixo. Foi um ponto bem alto da viagem porque o coroa não economizava no quesito emoção. A sorte é que o nevoeiro tava dominando porque com sol estaríamos fufu !!

 

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O deserto realmente is awake e a gente nota isso lá. Vários bichinhos (vimos inclusive cobras) e muita coisa que fossilizou e fica lá. Pegadas de bichos, de séculos atrás. Um grande museu a céu aberto que ninguém consegue explicar porque ainda está lá. Aquilo já teve vida um dia e já foi habitado antes de virar deserto e muitas coisas ficaram inacreditavelmente conservadas, com direito a ossada humana e tudo !!! Um banho de história e diversão !!! Não contei nem a metade porque é informação demais, mas é muita cor e você aprender sobre a formação das dunas e como elas “andam”, somem e aparecem é bem bacana.

 

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O tempo abriu no final do programa e quando notei que estávamos voltando já fiquei triste. Mas peraí,... ainda ia ter a parte 2... Sandwich Harbour 4X4... Outro passeio foda no mesmo dia.

 

Essa região “Sandwich Harbour” e a Sand Sea (um dos maiores campos de areia do mundo) é Patrimônio da Unesco e faz parte do Namib Naukluft Park, onde dunas de 100m encontram o Oceano Atlântico criando formas e cores surreais. O nome Sandwich vem do primeiro barco que ancorou no Sandwich Harbour em 1790. Quando os britânicos tomaram controle de Walvis Bay, os alemães continuaram usando-o como seu porto. Contudo, às vezes ficava inacessível devido à mudança constante da região que forma a lagoa e acabou sendo abandonada no início de 1900. Hoje restam esqueletos de navios (esses não disponíveis ao público, quem quiser ver, tem que ir a Skeleton Cost que fica láááá em cima).

 

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No passeio, não existem estradas oficiais e sim acessos que são feitos pelos carros 4X4 que mudam sempre por causa dos ventos fortes que assolam a área. Ouvimos relatos de motoristas que não sabiam onde estavam andando e o carro literalmente foi sugado pelas dunas ! Muito maneiro.

 

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Começamos o passeio vendo (e quase atropelando) muitas aves e muitas focas. Eles parecem que estão mortos jogados na areia e quando a gente passa perto com o carro o motorista dá aquele GOOD MORNING e eles acordam correndo para a água ! Que maldade !!! Ri pra caraio !!! ::lol4::::lol4::::lol4::

 

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O mais incrível é a temperatura. Faz um frio da porra, e um vento gelado que vem do mar. Mas, segundo nosso guia, a cada 1,5km terra a dentro, a temperatura sobe 1 grau em média !!! Surreal ! ::Cold::::Cold::::Cold::::Cold::

 

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São lindos !!! Muitas aves e muitas dunas, lindas e multicoloridas formam o visual, com direito a muita emoção !!! Mas não foi tão foda quanto do QUAD, e foi mais rápido, mas valeu,... as fotos falam por si só !!! Ficar lá em cima e curtir aquele visual, unforgettable.

 

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Nesse passeio rola tipo um “almoço” com vários tipos de frutos do mar que falaram que tava mto bom!!!

 

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Como ainda tava cedo, de carro mesmo fomos lá à rua principal e comemos num KFC. Péssimo ! KFC bom é só o brasileiro. A rua é até que movimentadinha, mas achei zero turística. Nada ali era interessante ! Bem para os locais mesmo !!!

 

À tardinha, adivinha ?!!! Banho e partiu The Raft !

Outro banquete naquele restaurante chique vendo as aves voando do lado de fora “se aquecendo” na água gelada !!!

 

::hãã::

Dia 07

 

Chegou o dia seguinte e, depois do café da manhã, partimos para o pé na estrada parte 2 !!! Ir para Sossusvlei.

 

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A estrada linda que tínhamos pegado deu lugar a uma estrada de terra batida durante praticamente todo o trajeto...

 

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Foram uns 330 km feitos a 80km por hora... Levamos umas 4 hrs em média e isso com um 4x4 ! Animais são comuns e deve-se de novo ficar esperto e estar com GPS ligado nas retas sem fim!

No caminho passamos por Sesriem e depois por Solitaire. Em Solitaire, é possível abastecer e ainda dá também para tirar umas fotos bem iradas na entrada da minúscula cidade. Não aposte na sorte e abasteça o carro porque ver um posto de gasolina é o mesmo que achar água por ali (lembrando que a umidade estava abaixo de 10% e meu nariz não me dava folga, sempre sangrava).

 

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A viagem foi tranquila e o GPS nos levou direto a porta do lodge !!! Isso porque tínhamos passado pela entrada de Sossusvlei. Ou seja, peguei um lodge bom e fiquei a mais de 70km de onde eu queria ir !!! Os mais pertos são caríssimos ou então são camping !!! Esse lodge era bem maneiro apesar de ter uma atmosfera razoavelmente romântica. São vários chalezinhos e pasme, não tem energia neles. Contudo, tem um ventilador e uma luminária, fiquem calmos, só tomada que não tem!!! Tomada é só na recepção, ficam celulares e baterias por lá carregando, onde também tem um wifi que às vezes funciona.

 

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Mas nem preciso dizer o inferno que fica aquele quarto durante o dia, e abrir a janela é sinônimo de muitos mosquitos. O banheiro é completamente “open”, digo isso porque não tem porta, mas fica reservado, junto com o chuveiro. Primeira impressão? Adoramos !!!

 

A região em si tem muitas MOSCAS, como em toda a extensão do deserto. Durante o dia, se você ficar no sol, será assolado por moscas. Se não tiver problema com elas, se dará bem !!! Mas se for fresco como eu, meus pêsames !

 

Voltando ao hotel. Estávamos com fome e querendo fazer alguma coisa!

Pedimos o almoço (eles não tem muitas opções, mas os pratos são bons) e tentamos ver como ir a Sossusvlei por nossa conta (já que tínhamos um 4x4). Enfim, nos recomendaram a não ir por nossa conta (o que depois fez todo o sentido), então fechamos 2 passeios com um guia do hotel. Um por do sol naquele dia por ali mesmo e, no dia seguinte, o tour de Sossusvlei + Deadvlei.

 

Ficamos relaxando na piscina (uma piscina no meio do deserto) e esperando dar a hora de ir ver o por do sol e lá fomos nós... Pensávamos logo que iriamos subir alguma montanha e ver o sunset lá de cima,... que nada !!! O motorista ia andando e perguntava: pode ser daqui ?! E a gente: “não, anda mais”!!! Até que cruzamos com um leopardo que rapidamente saiu do nosso caminho. Nossa, nem estávamos no safari e já vimos um dos Big Five (os 5 animais que todos querem ver num safari: leopardo, leão, elefante, búfalo e rinoceronte).

 

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Rodamos mais um pouco (a 20km/h no máx) e enfim o sujeito parou. Abriu uma mesa e colocou umas cadeiras ali no meio do nada... Mas peraí, e o leopardo ? haahahha xá pra lá !!! Senta, relaxa e aproveita o por do sol... E se quiser, pode andar e explorar a região ! Então tá né ! Não dava nada por aquele sunset por não ver do alto, mas foi bem bonito ! E ainda tivemos comes e bebes ! Só para quem pode ;)

 

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Na volta pro hotel (não estávamos longe, mas o caminho era sinuoso, escuro e no meio do nada), chegamos e os mlks foram jantar. Eu fiquei olhando, pois sou fresco para comida e nada me agradava. Dei umas beliscadas e era o que tinha para a noite ! O mercado do dia anterior também serviu para forrar de leve.

A noite a temperatura caiu bastante, mas o quarto ainda tava bem morno daquele dia quente.

 

Era só se preparar porque amanha é dia de ir pra Sossusvlei/Deadvlei !!!!! AH MLKKKK ::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::

 

DESCE A PÁGINA PARA CONTINUAR COM O RELATO,.. GRRRRRRRRRR ::tchann::::tchann::::tchann::

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muito legal o relato, estou aguardando ansiosamente cenas do próximo capitulo!!!!

não sei o porque, mas o continente Africano nunca esteve nos meus planos, (não sou racista táh), mas lendo o relato e vendo as suas fotos até me animei um pouco, quem sabe com seu relato ele não entre definitivamente nos meus planos futuros!!!!

Um grande abraço!!!!

 

 

Minha querida,. Eu também nunca tinha tido vontade, mas eu não sabia o que era a África...

É foda. quero voltar muitas vezes mais e rodar esse continente todo ::hahaha::

Tenho certeza que ira repensar e quem sabe conhecer muito em breve esse paraíso !

beijosss ::tchann::

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    • Por felipeffernandes
      Fala galera!
      Estava tentando montar um mochilão pela Europa neste ano, sendo que viajaria com a minha irmã. Mas, com esse lance todo da pandemia e a alta das moedas mais fortes, pensamos num outro destino: África do Sul.
      Pesquisando sobre as atrações e lendo alguns relatos aqui, também despertamos interesse por conhecer a Namíbia. 
      O que não está muito claro pra nós é se seria possível conhecer estes dois países, já que temos um orçamento meio limitado.
      A ideia seria fazer Safari na Namíbia (Etosha), dar um rolê no deserto e seguir para a África do Sul, Cape Town.
      Rola fazer isso? Se sim, quantos dias levaria, no mínimo? E quanto eu iria gastar? 
       
      Agradeco desde já! 
    • Por Carlosfuca
      Parte 1: Introdução e Roteiro
      O fato de poder pisar no Continente Africano está diretamente relacionado às minhas aspirações de pelo menos quatro anos pra cá. Tempo esse que pude saber que foi em África que se instalou os primeiros seres humanos do mundo, ou seja, o continente Africano é o Berço da Humanidade. De sua antiguidade clássica provem as primeiras civilizações que consolidaram diversos feitos avançados para época e que foram modelados para civilizações de outras partes. As dificuldades que se presenciam nos dias de hoje em África foi devido o advento das invasões europeias e também das invasões árabes, todo o passado de glória se perdeu e transformou no que podemos ver ainda no século XXI e o que ocorreu nos séculos anteriores de desmantelamento cultural e exploração intensa desde pelo menos o século XVI.
      De certo que existe a importância cultural (e de certa forma política), mas essa viagem teve um aspecto mais mochileiro/turístico com uma diversidade de atrações e com certeza contando com o espetáculo da natureza, a exuberante paisagem do sudeste africano. Foram 23 dias de viagem, onde parti de São Paulo dia 04 de Julho de 2017 e só retornei no dia 27 do mesmo mês.
      Antes de ir, apesar de estar próximo de se realizar um grande sonho e do que esse momento significava pra mim, o planejamento foi feito bem rapidamente utilizando o pouco de experiência que tenho em fazer meus roteiros com informações da internet. Não agendei previamente (no Brasil) nenhum "Tour", transporte ou acomodação, apenas comprei a passagem para Cidade do Cabo (Cape Town) pela Angola Airlines (TAAG) que custou R$1960,00, renovei meu passaporte e chequei se eu precisava tomar a vacina contra Febre Amarela. No caso não precisei, pois já havia tomado em 2011 quando fui pra Bolívia e essa vacina é valida por dez anos. Lógico que antes de tudo olhei os mapas, compilei os hostels no centro de Cape Town e tudo mais. Levei dinheiro em espécie e no Cartão VTM (Visa Travel Money) tudo em dólar, mas a moeda na África do Sul é o Rand (Zar). Na questão do visto para a África do Sul, pra turismo os brasileiros não precisam pagar nem agendar previamente, é apenas mostrar um passaporte contendo pelo menos 1 mês de validade antes da data de retorno pro Brasil e uma folha em branco, o visto valerá por 90 dias.
      Vou deixar pra detalhar essa encantadora e graciosa aventura nas próximas postagens, por enquanto vou deixar o esboço do roteiro. Recebi no passaporte carimbos de cinco países: África do Sul, Reino de Lesoto, Zâmbia, Zimbábue e Botsuana. A estadia foi maior na África do Sul e depois em Zâmbia, os outros três países visitei mais a região próxima das fronteiras fazendo um "Day Tour" em cada país.

      Do que eu havia planejado tudo correu muito bem, só não consegui conhecer a Ilha Robben (Robben Island) por ter chovido no dia em que eu agendei minha ida e não pude adiar porque no dia seguinte já estava marcado o inicio da viagem pelo BasBuz, uma van que percorre por toda a costa sul africana desde a Cidade do Cabo até Pretória (falarei mais sobre). Outro ponto que queria muito ir era o Museu Africano em Joanesburgo, mas não achei o local. Isto foi minimizado pelos diversos pontos altos da mochilada, como a subida na caminhada até a Montanha da Mesa (Table Mountain), o tour na Península do Cabo, a caminhada até a Tugella Falls na Cordilheira de Drakensberg, a ida as Cataratas Mosi-oa-Tunya/Victoria Falls em Zâmbia/Zimbabue, ou o Chobe Safari em Botsuana. 

       
      Dia 06/07/17
      Table mountain - Trekking sozinho pela Montanha da Mesa - Cidade do Cabo

      Dia 07/07/17
      ida ao centro comercial V&A Waterfront de manhã
      Praia - Camps bay beach à tarde
      Dia 08/07/17
      Cape Peninsula Tour (BasBuz)- Ilha das Focas, Praia dos Pinguins e Cabo da Boa Esperança
       
      Dia 09/07/17
      Era pra ser robben island mas foi cancelado pelo tempo chuvoso. Dia de descanso depois de breve caminhada pela cidade. Domingo tudo vazio. Ajeitar roteiro.

      Dia 10/07/17
      Viagem de Cape Town até Port Elisabeth por basbuz. O dia todo de viagem com a van.

      Dia 11/07/17
      Viagem de port elisabeth até durban. Chegando no Hostel Curiosity no Centro de Durban.

      Dia 12/07/17
      Sai umas 10h para o Kwa Muhle Museum, depois fui comer, depois pra região do porto e finalizando a tarde na Praia - South Beach.

      Dia 13/07/17
      Cheguei no Amphitheatre Backpackers em Northern Drakensberg e passei a tarde de boa. Fiz umas trilhas ao redor do Hostel.

      Dia 14/07/17
      Tugela falls tour - A segunda maior cachoeira do mundo e a maior da África, mas no inverno o volume de água é baixo.
      Beleza da Cordilheira de Drakensberg - Show!!!

      Dia 15/07/17
      Lesotho Day Tour - Lesoto é um país montanhoso incrustado na África do Sul e sem saída pro mar. A etnia predominante é Bashoto e a língua é o Sesoto (soto).
      Experiencia unica. Show!!

      Dia 16/07/17
      Amphitheatre Backpackers

      Dia 17/07/17
      Amphitheatre Backpackers

      Dia 18/07/17
      Viagem de van basbuz de Drakensberg até Joanesburgo, fiquei num hostel próximo do aeroporto Oliver Tambo.

      Dia 19/07/17
      Viagem de avião de Joanesburgo até Livingstone em Zâmbia
      Ao chegar andei pela cidade, povo muito acolhedor. Fiquei no Hostel Zinga Backpackers.

      Dia 20/07/17
      Grande dia nas cataratas Mosi-oa-Tunya (Victoria Falls). lados da Zâmbia e Zimbabwe.

      Dia 21/07/17
      Walk around the city centre. Change money to next day

      Dia 22/07/17
      Chobe Safari Day Tour em Botsuana

      Dia 23/07/17
      Viagem de volta a joburg. Do aeroporto um taxi até curiocity backpacker

      Dia 24/07/17
      Soweto Day Tour e Museu do Apartheid

      Dia 25/07/17
      Andando por joburgo.

      Dia 26/07/17
      Transfer até o aeroporto e volta pra São Paulo com escala em Luanda (transferência apenas).
    • Por José Luiz Gonzalez
      Introdução
      Fala galera!
      No fim de 2018 fiz uma viagem incrível pela África do Sul que contou inclusive com a companhia do grande parceiro Fabiano que conheci aqui no Mochileiros!
      Se alguém tiver alguma dúvida, sinta-se a vontade pra perguntar abaixo e evitem mensagens privadas ou e-mail já que a sua dúvida pode ser a mesma de outras pessoas aqui no fórum!
      Roteiro Resumido
      1 dia na Rota Panorâmica
      3 dias de Safári no Kruger
      9 dias na Garden Route
      5 dias na Cidade do Cabo
      Roteiro Detalhado
      15/11/2018 - Voo São Paulo > Joanesburgo
      16/11/2018 - Joanesburgo > Sabie
      17/11/2018 - Sabie > Graskop
      18/11/2018 - Graskop > Lower Sabie Rest Camp 
      19/11/2018 - Lower Sabie Rest Camp > Crocodile Bridge Rest Camp
      20/11/2018 - Crocodile Bridge Rest Camp > Marloth Park
      21/11/2018 - Marloth Park > Joanesburgo > Port Elizabeth > Jeffrey's Bay
      22/11/2018 - Jeffrey's Bay
      23/11/2018 - Jeffrey's Bay > Stormsrivier
      24/11/2018 - Stormsrivier > Plettenberg
      25/11/2018 - Plettenberg
      26/11/2018 - Plettenberg > Mossel Bay
      27/11/2018 - Mossel Bay
      28/11/2018 - Mossel Bay > Hermanus
      29/11/2018 - Hermanus
      30/11/2018 - Hermanus > Cidade do Cabo
      01/12/2018 - Cidade do Cabo
      02/12/2018 - Cidade do Cabo
      03/12/2018 - Cidade do Cabo
      04/12/2018 - Cidade do Cabo
      05/12/2018 - Cidade do Cabo > Joanesburgo
      06/12/2018 - Joanesburgo > São Paulo
    • Por ederfortunato
      Em dezembro de 2017, passei 3 dias no Zimbábue (relato aqui) e 15 dias na África do Sul, e devo agradecer a galera daqui do fórum que me ajudou muito através dos relatos, por isso, resolvi fazer um também!
      Eu vou focar nas dicas de passeios e trajetos para chegar nos lugares, e menos nos detalhes do que eu fiz no dia-a-dia(até porque tenho péssima memória).
      Pra quem gostou das fotos, eu posto muito mais no meu instagran, segue lá: http://instagram.com/ederfortunato
      África do sul
      Roteiro: Foram 8 dias na Cidade do cabo, 2 dias em Joanesburgo e 4 dias no Kruger.
      Ficou boa essa quantidade de dias para cada lugar, não mudaria, mas caso dispusesse de mais tempo, ficaria uns 14 dias na Cidade do Cabo(queria morar lá pra falar a verdade rs).
      Uma coisa que compensou fazer, foi passar 4 dias no bairro de WaterFront e 4 dias na Long Street, fiz isso pra conhecer bem cada canto da Cidade do Cabo.
      E porque não conseguia me decidir onde ficar rs.
      Depois passei 2 dias em Joanesburgo, e acredito que foram suficientes(me lembrou muito São Paulo, e como sou daqui, não curtir rs).
      Finalmente, fui para o kruger, de van, caso você também vá via terrestre, reserve 3 dias no mínimo, pois de Joanesburgo pra lá, são umas 6 horas na estrada, por isso os dias de ida/volta acabam sendo quase perdidos. Tem um aeroporto mais
      próximo do parque, o Nelspruit, mas a passagem estava cara.
      Tirei a Garden Route do roteiro, pelo que vi precisa no mínimo uns 5 dias pra aproveitar bem.
       
      Passagens: Voei com a South African Airways, que é muito boa. Já que a ideia era conhecer mais um lugar além da África do Sul, escolhi ir para o Zimbábue.
      Pesquisando, percebi que se comprasse 3 trechos de uma fez, 1º São Paulo > Victoria Fall, 2º Victoria Fall > Cape Town e 3º Joanesburgo > São Paulo,
      acabou ficando mais barato do que se comprasse a ida/volta da África do Sul para o Zimbábue, recomendo usar a ferramenta do google para fazer essas pesquisa de preço por várias cidades.
      O trecho Cape Town > Joanesburgo, comprei pela FlySafair, só $250 Reais a passagem, tem muitas outras companhias de low-cost por lá, valeu a pena.
       
      Gastos: Com hospedagem, passeios, comida e transporte gastei $1.350 dólares pelos 15 dias(fora a passagem ida/volta do Brasil).
      Vou separar por cidade, assim ajuda a ter uma ideia melhor:
      8 dias na Cidade do Cabo: $600 dólares.
      2 dias em Joanesburgo: $100 dólares.
      4 dias no Kruger: $650 dólares.
      O lugar onde gastei mais do que deveria, foi o safári no Kruger, como eu estava sozinho, acabei tendo que apelar para uma agência, que cobrou $600 dólares o pacote de 4 dias, o valor compensou, pois estava tudo incluso, mas tenho certeza que se fizesse por conta, ou se estivesse com mais pessoas, gastaria bem menos.    
      No geral, o custo lá não é alto, é possível encontrar hospedagem a menos de R$50 Reais(em hostel) e refeições de R$15 a R$50 Reais, mas os passeios acabam sendo bem caros. Fiz vários day-tour que custavam em média R$200 Reais.
      Um dica que posso dar é fazer os passeios por conta própria, alugando carro e tentar ir em mais pessoas.
       
      Dinheiro: A moeda usada na África do sul, é o Rand, ele vale mais ou menos ¼ de 1 real, então 4 Rand = 1 Real, fiz esse calculo na hora de fazer as contas.
       
      Dólar/Rand/Real, o que levar? O melhor é comprar dólar aqui e trocar lá por Rand, talvez você tenha lido que não vale a pena, pois vai fazer o cambio duas vezes, e perde nas duas, bem... a verdade é que depende. Depende o quanto você perde, é possível perder mais fazendo apenas um câmbio, o que determina isso é se a moeda trocada é forte ou fraca.
      Nesse caso, você vai perder bem mais trocando diretamente Reais por Rand, do que se fizer Real > Dólar > Rand.
      Isso porque o Real é considerado uma moeda fraca por lá, quer dizer que ninguém, na áfrica, quer comprar Reais, isso faz com que o cambio dele seja baixo, diferente do dólar, que é uma moeda forte, e faz com que as casas de câmbio queiram comprá-la(mais do que real).
      Além disso, tenha em mente que levando dólares, você consegue um cambio melhor, mas tem o inconveniente de ter que andar com muito dinheiro, então leve uma doleira pra carregar a grana embaixo da roupa, e não ande com tudo, deixe uma quantia no cofre do hostel/hotel.
       
      Câmbio: Use sites como Melhor Câmbio para achar a melhor cotação, um outro que recomendo pra quem é de SP, é o Câmbio Store(é onde geralmente compro).
      Chegando na África do Sul, troque uma pequena quantia no aeroporto, que normalmente têm taxas ruins, e deixe pra trocar o resto do dinheiro num lugar que faça "câmbio alternativo"(casas de câmbio clandestinas, onde pagam melhor e não cobram taxas), tem um que achei por indicação, que fica na 39 Strand Street, o lugar parece meio "suspeito",
      tem portões com grade, o pessoal parece mafioso, mas vai sossegado que é de boas lá rs.
       
      Cartão de crédito: Você pode optar por usar apenas cartão, é aceito na maioria dos lugares em Cape Town e Johannesburg, de várias bandeiras, seja cartão de credito ou debito, inclusive você pode sacar Rand no caixa automático, e é bem fácil achar um caixa 24.
      Além desse ser o modo mais seguro, já que não precisará andar com muito dinheiro, mas é o pior pelas taxas do banco, como IOF por transação, além da cotação de dólar que o banco usa ser bem desfavorável.
       
      Idioma: A África do Sul tem 11 línguas oficiais. Quase todo mundo fala inglês, alguns com um sotaque que eu achei bem difícil no começo(sério, no primeiro dia eu fiquei perdidão, não entendia nada).
       
      Insetos: Era uma preocupação minha antes de viajar, acho que de muita gente também, até pesquisei um repelente bem forte, mas quando cheguei lá, não usei.
      Durante o safári, que foi o lugar onde mais estive em áreas selvagens, dormi num chalé que tinha aquelas mosquiteira na cama, então não foi problema, e durante as saídas, fiquei o tempo todo dentro do carro, e em momento algum vi mosquitos nele.
      Sobre o medo de malária, o perigo existem em algumas regiões do país, mas nenhuma das que eu passei, então não me preocupei em correr atrás de vacina, mas o que pesquisei é que é bem cara é não tão eficaz.
       
      Segurança: Na Cidade do Cabo, era bem tranquilo andar durante o dia, mas a noite a recomendação era de sempre pegar táxi e não caminhar, embora eu tenha achado que não parecia tão perigoso(e olha que eu sou de São Paulo).
      Já em Joanesburgo, até de dia é complicado andar por lá, e era recomendado nunca andar sozinho.
       
      Transporte: Vale muito a pena alugar um carro, pelo que pesquisei é bem barato. Porém não tão barato que compensasse pra mim que estava sozinho, o que fez a viagem ficar um pouco mais cara, já que para chegar em muitos lugares, tive que recorrer às agências turísticas.
      Outra coisa a se levar em conta, é que muitos lugares, como Cape Point, são bem melhor aproveitados de carro próprio do que passeios de agências.
       
      Uber: boa alternativa caso não alugue um carro, em alguns casos, deve compensar bem mais. O custo é realmente muito baixo(pude perceber que a maioria dos motoristas de Uber, são de outros países vizinhos, mais pobres que a África do Sul, e que foram pra lá conseguir um trabalho melhor).
      Recomendo que compre um CHIP de celular quando chegar, para poder chamá-los de qualquer lugar, eu não comprei pois sempre conseguia Wi-FI free, mas nem sempre era garantido, e as vezes tive que apelar para o táxi.
       
      Cidade do cabo
      Ponto importante para quem pretende ir esse ano, a Cidade do Cabo está com um problema sério de falta de água, existem avisos em todos os lugares para economizar, nos hostel que fiquei, pedia para tomar banho de menos de 2 minutos!  
      o problema só deve se agravar pelo resto do ano.
      Do aeroporto para o centro da cidade, teve ter uns 25 km de distância, eu usei o My City Bus, é o sistema de transporte público da cidade, funciona como o bilhete único aqui de SP, você precisa comprar um cartão e colocar credito nele, os ônibus são ótimos.
      No aeroporto me deram um mapa com todos os pontos de parada, por isso foi fácil chegar ao meu destino, o ônibus foi direto até um terminal no centro da cidade, e de lá eu peguei outro para o meu hostel, custou $100 Rand. Caso fosse de Uber ficaria uns $300 Rand, então preferi ir de ônibus, pra já ir sentindo a vibe da cidade.
       
      Hospedagem
      Fiquei em 2 hostel nessa cidade, no Atlantic Point Backpackers, ele é muito topzera, tem ótima estrutura, quarto espaçoso(coisa rara em hostel), um banheiro por quarto, ar-condicionado, locker grande no quarto, o café da manhã é bem completo, e eles organizam muitas atividades entre os hospedes, todo dia havia algo pra fazer, além de estar bem localizado, uns 10 minutos á pé do WaterFront, preço um pouco acima da média, mas vale totalmente.
      O outro hostel foi o Cape Town Backpackers(cuidado pra não confundir com outro bem próximo chamado The Backpackers), a equipe é bem solícita e me ajudaram muito. O hostel é OK, tem um estrutura bem mais simples, como um banheiro para vários quartos, apesar de ser mais barato que o outro, acabou ficando caro, por ele não oferece café da manhã. A localização, até que é boa, mas fica distante demais da Long Street,  tipo uns 15 minutos de caminhada. Os quartos não eram limpos todos os dias. O ponto positivo era o bar dentro dele, bom lugar pra socializar, mas acho que não voltaria lá, tem outras opções melhores.
       
      O ônibus vermelho
      Você vai vê-los em todos lugar em Cape Town, são os ônibus turísticos de dois andares, que tem a parte de cima aberta, o site oficial é o City Sightseeing.
      Vale a pena dar uma olhada no site, seja para planejar e comprar o ingresso, ou para ver os pontos turísticos mais famosos e ir para lá por conta própria. Eu usei esse ônibus por uns 4 dias seguidos, e me quebrou muito o galho, pra ir de um canto para o outro da cidade, recomendo bastante.
      Um bom roteiro de um dia, nesse ônibus, é pegar o ingresso de $400 Rand, que inclui a entrada pra Montanha da Mesa. Então passar pela Long Street, depois a Montanha da Mesa, almoçar na Camps Bay e final do dia no WaterFront.
      Outra dica, eu fui comprar o ingresso no ponto 5, que fica na Long Street, um vendedor de lá me fez uma promoção muito boa, eu paguei $1120 Rand, pelo day-tour em Cape Point + o pacote Deluxe(3 dias pra andar no ônibus) + 
      O Attractions City Pass(que dá uma entrada gratuita na maioria das atrações de Cape Town, veja aqui no site o preço de cada uma delas, e calcule se vale a pena pra você comprar).
      No final, compensou bastante, se eu somar as entradas das atrações que fui, davam bem mais do que paguei, mas só por causa do pacote que o vendedor me fez, então vá lá, e se não tiver cara de pobre sem grana igual eu, tente dar uma chorada no preço rs.
       
      Lions Head
      O melhor horário para ir é no final do dia, para ver o pôr-do-sol lá de cima, pois é muito bonito. Para chegar, chamei um Uber, que me deixou no portão, não precisa pagar nada para entrar.
      A subida leva apenas 1 hora, não chega a ser difícil, apenas algumas partes mais complicadas, onde existem umas escadas e correntes pra te ajudar a subir,tirando isso é bem tranquilo. Se for mesmo no final da tarde, lembre-se de descer logo, ou pelo menos tenha uma lanterna(do celular mesmo), o caminho fica bem escuro na volta. Também vale a pena procurar pela Wally's Cave, é um caminho alternativo e um pouco mais difícil, onde se tem uma vista pra Montanha da Mesa, recomendo buscar algum vídeo no YouTube mostrando como chegar lá, não vou explicar aqui porque fica complicado(e também porque eu não lembro rs).

      Montanha da Mesa
      Uma dica importante sobre lá: É possível vê-la de várias partes da cidade, e se você perceber que o tempo está aberto, suba! 
      O clima lá é muito imprevisível e muda muito rápido, tem este site que você pode ver a condição do tempo, e se o teleférico está aberto ou fechado por causa do vento(me fudi 2 vezes indo lá a toa até descobri o site).
       
      Signal Hill
      Passeio padrão e muito bom, o ideal é ir para ver o pôr-do-sol, vale muito a pena, tem a opção de ir com ônibus vermelho, táxi, ou Uber.
      E não esqueça uma blusa pois faz bastante frio lá em cima, e leve vinho e um pouco de comida para um piquenique (ou muita pra uma farofada mesmo, ninguém vai te julgar por isso rs)
       
      Cape Point
      Ou Península do Cabo, passeio quase que obrigatório, fica a 70km da Cidade do Cabo, recomendo ir de carro para poder parar onde quiser, principalmente se fizer a rota pela costa oeste, tem muitos pontos cuja paisagem é muito bonita. Caso esteja sem carro, a maioria das agências/hostel/hotel e até o ônibus vermelho vendem esse passeio, a média de preço é a mesma, $800 Rand, incluindo uma parada em Boulders Beach, onde você pode conhecer a praia de pinguins(eu não esperava ver pinguins! na África, foi surreal), por $80 Rand a entrada. Já em Cape Point, é possível subir/descer pelo bondinho($50 Rand), ou a pé, só 20 minutos no máximo. A vista lá de cima é bem legal, além de ter uma trilha que circula por baixo pra chegar mais perto do final da rocha.
      Depois disso, é possível ir andando até o Cape of Good Hope(Cabo da Boa Esperança), deve levar uns 40 minutos numa trilha bem tranquila (caso esteja de carro, talvez seja melhor ir até lá pela estrada), para chegar lá, vá andando até uma praia que você com certeza viu lá de cima, que está à esquerda, ela se chama Dias Beach, e não é própria para banho, pois as ondas ali são bem fortes, mas dá pra andar pelo rochedo por cima dela.
      O final da trilha, no Cabo da Boa Esperança, é outro lugar obrigatório para visitar.
       
      Vinícolas
      Outro tour bem famoso, é o da rota de vinhos, é possível conseguir em qualquer agência/hostel e também no ônibus vermelho, não sei se todas fazem as paradas nas mesmas vinícolas, mas não deve ser muito diferente.
      O passeio é um bate e volta no mesmo dia, passando por várias vinícolas, e fazendo degustação de vinho em todas, além disso, a paisagem é muito bonita. Também é possível fazer por conta própria, indo diretamente nas cidades.
      A melhor e mais conhecida é Stellenbosch.
       
      Free walking tour
      Eu fiz o free walking tour deste site, eu gosto de fazer esses passeios, sempre que visito uma cidade nova, já procuro se tem algum, é a melhor forma pra conhecer a história da cidade e ainda ter algumas dicas de lugares pra visitar.
      Nesse em específico, as caminhas eram mais curtas, umas 2 horas, e havia 3 diferentes para escolher. Fiz o do centro histórico, e um outro chamado Apartheid to Freedom, valeu muito a pena esse segundo, é uma aula de história, mostrando sobre como era a vida das pessoas em Cape Town no período do Apartheid, e ver alguns objetos daquela época que ainda estão na cidade, mantidos como registro histórico(como um banco de praça escrito "apenas para brancos", é impactante).
      Não fiz o tour para o Bo-Kaap, que é o antigo bairro apenas para muçulmanos, onde as casas são coloridas, eu apenas dei uma passada por lá num outro dia, mas acredito que vale a pena conhecer mais detalhes históricos dali.
       
      Outros passeios e lugares que gostei:
       
      Two Oceans Aquarium: Fica do WaterFront, o melhor é ir às 14h00, que é quando eles alimentam os peixes, e tem um pequena palestra. Às 14h30 vá para parte de cima, para ver a alimentação dos pinguins.

      Museo do Rugby (The Springbok Experience Rugby Museum): Fica no WaterFront, ali dá pra ter uma ideia do porque o rugby é tão importante para os sul africanos, e como ele foi usado para unir a nação, fiquei com vontade de ir num jogo, mas não achei nenhum que iria acontecer enquanto estivesse lá.

      Mama Africa: Restaurante muito bom, voltado para turistas, fica na 178 Long Street, tem banda ao vivo, que toca músicas típicas.
      Se você quiser experimentar carnes exóticas, tem um prato chamado Wild Game, nele vem carne de Kudu (a melhor que comi), avestruz, javali, crocodilo e outros, custa $320 Rand, um pouco caro mas valeu muito a pena.

      Galbi Restaurant: Fica numa galeria na 210 Long Street, outro lugar com carnes exóticas, só que mais barato, o legal aqui é que você pode escolher a carne e cozinhar você mesmo! tem uma grelha em cada mesa, achei bem legal esse esquema.

      African Tradin Port: Fica no WaterFront, é uma loja gigante, uns 3 andares, vale a visita só pra ver os itens a venda, o preço é um pouco salgado, se gostar de algo, procure o mesmo item em outra lojinha, como as várias da Long Street, onde você pode negociar o preço.
       





       

       





      Hout bay
      Uma cidade costeira, próxima de Cape Town, com vários passeios interessantes,  é tranquilo ir de carro ou ir com o ônibus vermelho(a rota Mini Peninsula):

      Parque Kirstenbosch Botanical Garden, é um parque bem grande e bonito, caso você tenha vários dias disponíveis, vale fazer a visita e ficar um pouco por ali, talvez fazer um piquenique, pois é bem tranquilo e seguro pelo que percebi, no mais, é só um parque.
       
      World of Birds/Monkey Park, é um zoológico, que possui muitas aves, muitas mesmo! é quase um labirinto, e você vai passando de uma jaula pra outra, podendo chegar bem perto deles, é um ótimo lugar pra fotografar por causa disso. O único ponto ruim, é que dá uma certa dó de vê-los presos, eu li que as aves ali são resgatadas, e não poderiam ser re-inseridas na natureza, porque não sobreviveriam, mas ainda assim, dá uma dó deles.
      Existe também uma parte dedicada aos macaquinho, e é bem legal pois é possível chegar perto deles.
       
      Imizamo Yethu, é um tipo de povoado, bem pobre, e oferece visitas guiadas para conhecer aquela comunidade, a história dela, e ajudar com as instituições de caridade dali.
       
      Mariner's Wharf, é um cais, ótimo lugar para almoçar, muitos pratos de frutos do mar, e depois dá pra fazer o passeio de barco para a Seal Island, uma ilha cheia de lobos marinhos.







      Joanesburgo e Soweto

      Fiz o tour do Soweto, com uma agência chamada MoAfrika, mas acho que não foi tão bom, pelo que ouvi de outras pessoas, que fizeram outros tours, eles visitaram algumas instituições/ONG de ajuda aos moradores da região, no tour que eu fiz, não passamos por uma, e eu gostaria muito de ter conhecido.
      O passeio foi por algumas vielas de uma parte do Soweto, e entramos em uma das casas, no final teve uma apresentação de uma dança típica local, com alguns jovens, muito legal. Fizemos outras paradas, uma no museu do Hector Pieterson, que conta a história de uma revolta da população contra o governo, e da importância dos movimentos que nasceram do Soweto na luta contra o Apartheid, e a última parada foi no museu do Apartheid/museu do Nelson Mandela, os dois ficam juntos, e vale muito a visita, o tanto de informação que tem ali, é impossível ver apenas em uma dia, a maioria do material são vídeos, jornais e fotos da época, algumas partes são bem impactantes, mas sem duvida vale a visita.
       
      Minha opinião sobre esses tours do Soweto.(sinta-se livre pra pular essa parte se quiser rs). Sobre o tour em si, acho que ele é mais impactante pra quem mora em países desenvolvidos(europeus, americanos), pra quem mora aqui na América Latina, e mesmo em grandes cidades do Brasil, é possível achar pessoas em situações bem parecidas(ok, provavelmente não tão precárias como lá, devo dizer), não que deixe de ser uma boa experiência, conheço muitas pessoas que precisam de um "choque de realidade" daqueles, principalmente para lembrar que aquela é a realidade de boa parte do mundo, incluindo talvez o bairro onde elas moram. Ao mesmo tempo, me incomodou um pouco fazer esse tipo de "tour de miséria", perguntei para o guia, que era morador dali, o que os outros moradores achavam de ver vários turistas visitando o lugar, e tirando fotos deles.
      Ele explicou que, desde que as coisas por ali melhorarem, os moradores não se importariam, desde que aquela movimentação de turistas, também trouxesse uma melhora na vida deles, mesmo que pequena, eles aceitariam.
      Por isso, achei que faltou a visita em alguma instituição beneficente, no tour que fiz. E caso você vá visitar o lugar, não deixe de ajudar, da forma que conseguir, você vai sair levando algo dali, seja uma alegria pelas crianças que correm e pulam pra te abraçar, seja uma inquietação pela situação que aquelas pessoas vivem. E por levar essa lembrança, nada mais justo que deixar alguma ajuda em troca para eles.
       




      Safári
      Essa parte me deixou bem confuso antes da viagem, vários nomes e termos, vários parques, onde ir, como ir.
      Vou colocar aqui o que eu aprendi pra te ajudar a decidir.
      Existem muitas opções de safári para fazer em vários lugares da África do Sul, a maioria dos parques você pode chegar por conta, e dirigir por eles, ou contratando agência para te levar.
      Se você estiver em Cape Town, tem poucas opções, o mais perto o é Aquila Private Game Reserve, que mais parece um zoológico aberto.
      Entre os parques que merecem destaque, pelo tamanho e quantidade de animais, estão o Addo Elephant National Park, bem próximo de Port Elizabeth. O outro, e pode-se dizer o maior e melhor, é o Kruger National Park, fica a 6 horas decarro de Joanesburgo, ou pegando um voo para a cidade Nelspruit.
       
      Game drive: Você deve ter lido isso se já pesquisou, esse é o nome que as agências dão aos passeios de carro 4X4 para ver os animais dentro do parque. Esses game drive duram umas 4 horas, e são feitas ou bem no inicio ou no final do dia, num carro alto e aberto, para que os passageiros possam ver os animais e fotografar.
       
      Walk game: é uma caminhada dentro da área selvagem, juntos com dois guias armados para te acompanhar, um deles vai mostrando o lugar, ensinando sobre algumas plantas, animais que passagem por ali, muitas pegadas ou cocôs(no que eu fiz aprendi muito sobre isso rs).
      É possível ver alguns bichos, mas sempre mantendo distância, gostei mais desse passeio do que o de carro, isso porque eu gosto de andar na natureza, é mais empolgante do que andar de carro.
       
      Hospedagem: Existem várias opções, camping, tendas grandes, chalés e até casas.
      Caso você resolva ficar numa Private Reserve, algumas delas tem acomodações bem luxuosa-topzera(como a   Sabi Sand Game Reserve que eu queria ter ido, mas não deu por motivos de:$$$) e outras mais humildes que oferecem tendas em áreas mais afastadas, com banheiro compartilhado, uma espécie de camping, para quem quer uma experiência mais root's.
       
      Private Reserve ou Game Reserve: Em volta do Kruger, existem algumas áreas que são privadas, porém não possuem cercas de separação, então os animais acabam transitando para lá, e é possível ver nelas, a maioria dos animais que estão no Kruger. A vantagem aqui, é que os carros podem entrar em áreas mais difíceis, além de ter menos veículos circulando.
      Dentro dessas reservas, existem os Lodge, que são os lugares que oferecem pacotes com hospedagem/game drive/refeições.
      Da mesma forma que o Kruger, existem pra todos os bolsos.
       
      Dica de fotografia: Esqueça Go-Pro ou similares, com celular até que dá pra tirar dos animais que estejam mais próximos.
      O ideal é ter uma câmera com um bom zoom, prefira uma lente Teleobjetivas com no mínimo 200mm, pois muitos animais ficam distantes da estradas.







      Safári no Kruger
      Se o objetivo é economizar, o melhor é alugar um carro e ir por conta, reservando sua hospedagem pela internet (esse é o site oficial para escolher).
      A outra opção é fechar com uma agência, que vende pacotes all-inclusive, podendo escolher o tipo de acomodação (chalé, tenda, cabana), e o preço varia pra cada tipo.
      Eu escolhi a Viva Safaris, na ocasião ficou em $600 dólares o pacote de 4 dias, o que inclui: Transporte ida/volta de Johannesburgo para o Kruger; uma parada para os cânions Blyde River na volta; 3 noites num tipo de chalé bem confortável(eu escolhi tenda, mas deu "overbooking" e acabei ficando em chalé!); 3 jantares, 3 cafés da manhã; e um almoço(os outros almoços foram na estrada ou dentro do Kruger, mas que não ficaram caros); além dos passeios: 
      e 1 Walk Game, 3 Game Drive de 4 horas na reserva privada, e mais 1 de dia inteiro dentro do Kruger.
      Até que compensou pois foi tudo organizados por eles, recomendo pra quem não quiser pesquisar muito pra fechar cada coisa em separado, dentre as agências que pesquisei, acho que foi a de melhor custo/benefício.

      Hospedagem: Quando reservar acomodação no Kruger, jogue no google o lugar, e veja no mapa, pois algumas dizer ser dentro do Kruger, mas não são. Não que isso seja ruim, muitas dessas reservas são ótimas, eu fiquei numa delas, mas só pra você ter certeza do que tá comprando.
      Game drive: Um conselho importante: tenha paciência quando fizer os safáris! pois é possível que você fique até uma hora inteira sem ver muitos animais, o parque é muito grande mesmo. Caso você esteja dirigindo por si, se vir muitos carros parados, chegue perto pois teve ter algum animal interessante alia

      Rota: Caso resolva dirigir por conta própria, no caminho para lá, faça uma parada no cânions Blyde River, tem uma vista belíssima.







       
       
    • Por deiselourenco
      Apresentando...
      Quando a gente começa a viajar, seu corpo e sua mente vão querendo cada vez mais, é como uma droga viciante mesmo. No começo, a maioria das pessoas, eu acho, vai realizando aquele sonho que geralmente tem a ver com lugares do nosso cotidiano, que a gente vê muito na TV, nos filmes, nas músicas etc. tipo Estados Unidos e Europa. Comigo não foi diferente. Conheci esses lugares, mas aí eu fiquei com vontade de mais e mais, eaí a África começou a invadir meus pensamentos e eu só conseguia pensar em ir pra lá.
      Entretanto, por vários motivos, entre eles (principalmente) o acovardamento em ir sozinha, eu fui adiando. Já viajei sozinha várias vezes, mas na África eu não queria ir somente no roteiro tradicional: Cape Town, Joanesburgo, Safari… queria mais, e quantos países vizinhos por ali eu conseguisse ir. Por isso, viajar sozinha estava sendo um grande entrave, pois teria que alugar carro e fazer muitos trajetos sozinha, fiquei com medo do perrengue.
      Então… como a vida dá voltas, apareceu uma amiga que também queria pra ir África. Mas pro roteiro tradicional. Aos poucos fui introduzindo a beleza da Namíbia e logo ela já estava convencida a conhecer o deserto. E pra fechar o grupo (ou não), meu primo também resolveu ir. Todo mundo conseguiu conciliar as férias, a vontade de ir pra África por um ou outro motivo e resolvemos. Compramos as passagens pela Latam, ida e volta por Joanesburgo por R$ 2.027,47 com taxas, saindo de Brasília. Pausa para dizer o básico, assim que você comprar a sua passagem desligue todos os alertas de decolar.com, googleflights, viajanet ou outro que você tiver feito. Eu esqueci, e uma semana depois a mesma passagem, na mesma data, no mesmo trajeto estava R$ 300 mais barata. Enfim, bateu aquele remorso básico que poderia ter sido evitado pela simples ignorância de não ter nem ficado sabendo que a passagem estava R$ 1.700. Como dizia o sábio: santa ignorância!
      Mas beleza, passagem comprada, todo mundo me olhando um pouco torto, porque eu queria coisa demais na viagem, começaram os planejamentos e as conversas. Geralmente a gente deixa pra falar como as pessoas eram maravilhosas ou não no final, mas já vou falar logo aqui que o grupo foi sensacional, muita cumplicidade, foi muito fácil resolver tudo já que todo mundo abria mão de alguma coisa pela vontade do outro, abrir mão de algo que eu queria ver não foi tão difícil, na verdade nem me lembro mais do que abri mão, pq a viagem e a cias foram maravilhosas. Então resumindo, quem somos nós: Deise (essa que humildemente vos relata essa viagem), Gabi (minha amiga), FH (meu primo), LC (namorado da Gabi, mas só resolveu ir depois).
      Fiquei meio que encarregada de fazer o roteiro, acho que me beneficiei nessa parte, pois ia colocando o que eu queria, mas ao mesmo tempo, ia tentando encaixar o que os outros queria também, sendo bem democrática. Tipo, não faço questão de vinícola, mas um deles queria abrir mão do tubarão pela vinícola, como não colocar. Então ficamos sem tubarão, mas com vinícola e foi ótimo, todo mundo satisfeito (eu acho rsrs).
      Quanto mais eu pesquisava e procurava roteiros, via que a maioria (90%) só fazia o chamado roteiro tradicional, que é aquele do começo do texto: Cape Town, Joanesburgo, Safari. Estava difícil achar informações sobre a Namíbia, Zimbábue, Zâmbia, Botsuana, não que a gente fosse nesses países, mas eu queria ver os relatos pra ver as possibilidades. Principalmente o deslocamento entre esses países, parecia ser bem complicado fazer por terra se você não fosse fazer algum safari de no mínimo 7 dias. E não tínhamos tempo pra fazer safári de 7 dias. Daí também que surgiu a ideia de fazer esse relato, a princípio eu não faria o relato, mas acho que pode ser útil pra quem busca informações e principalmente opiniões sobre lugares fora do roteiro tradicional.
      Então continuei a busca por relatos e catando algumas informações picadas aqui e ali, montei um roteiro, que pelo visto não foi o melhor, pois toda vez que conversávamos com alguém na viagem sobre o nosso trajeto a pessoa ria. Várias vezes eles comentavam tipo: - nossa, não faz muito sentido, ou: - uau vocês fizeram um belo zigue-zague aí ein. Bom, eu prefiro culpar a falta de informações do que a minha falta de habilidade em fazer planejamento, mesmo que muito provavelmente tenha sido o segundo motivo.
      Antes de finalizar o roteiro, ainda incluímos Victoria Falls pelo lado do Zimbábue.
      Pra vocês terem uma idéia, o roteiro final foi esse, quase não tem vai e volta, SQN.
       
      roteiro.mp4
      Como chegamos nesse primor de deslocamento: simplesmente não tem como ou eu não achei outra maneira de chegar no deserto da Namíbia saindo da África do Sul que não seja de Safári, é claro que você pode alugar carro e rodar até lá, mas pensa na perda de tempo. E os tours são todos bem caros e de 6 dias no mínimo. Então, achamos (eu) melhor ir de avião até a capital da Namíbia: Windhoek, já que de lá saem vários tours para o deserto. E o deserto era a nossa principal razão de ter escolhido a Namíbia. Existem outros passeios bem famosos por lá, como o Parque Etosha, Walvis Bay etc. Mas o nosso foco era o deserto. Então fomos pra Windhoek e já saímos do Brasil com o passeio comprado pela agência Detour Africa, mas quem realmente fez o passeio foi a Wild Dogs (ótima por sinal), a Detour parece ser apenas uma intermediadora, tipo uma agência de turismo. Ops, peraí, já estou entrando realmente no relato, deixa essa parte pra depois.
      Então beleza, chegaríamos pela África do Sul, porque não teve jeito, a passagem do Brasil chegava e saía por ela, mas já teríamos o primeiro trecho de avião por fora, para a Namíbia. Aí depois, numa reunião com o grupo da viagem, já que o Zimbábue foi escolhido de última hora, deixamos ele para os últimos dias, então a África do Sul ficou no meio da viagem. Ou seja:
      07/03 Brasília -- São Paulo -- Joanesburgo
      08/03 São Paulo -- Joanesburgo
      09/03 Joanesburgo
      10/03 Joanesburgo
      11/03 Joanesburgo -- Windhoek
      12/03 Windhoek - Sossusvlei
      13/03 Sossusvlei
      14/03 Sossusvlei -- Windhoek
      15/03 Windhoek -- Cape Town
      16/03 Cape Town
      17/03 Cape Town
      18/03 Cape Town
      19/03 Cape Town
      20/03 Cape Town
      21/03 Cape Town -- Joanesburgo -- Victoria Falls
      22/03 Victoria Falls
      23/03 Victoria Falls -- Joanesburgo
      24/03 Joanesburgo -- São Paulo -- Brasília
      Aí sim, roteiro fechado, vamos para o relato. Durante o relato não vou me ater aos valores mas vou colocar um orçamento detalhado ao final, com valor das passagens, hospedagem, passeios etc. Foram 17 dias no total. Nota dramática: 17 dias inesquecíveis.
      Relato dia-a-dia
      Já faz alguns dias que voltei, e quase um mês do começo da viagem. Foram dias bem intensos e corridos então não vou lembrar com muitos detalhes de tudo que fizemos, mas vou fazer o melhor possível aqui.
      A seguir...
       

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