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  1. Olá pessoal, Esse é meu primeiro relato de viagem aqui no mochileiros. Mais já tenho outros que estou acabando de escrever. Vou postar um resumido e tentar ir respondendo eventuais dúvidas conforme for aparecendo. Vamos lá! Primeiramente tenho que dizer que a África do Sul é um país muito grande. E que há roteiros para vários gostos, bolsos e climas. É difícil conhecer tudo numa só viagem. Tentamos conhecer o máximo possível numa mesma viagem, mas isso tem prós e contras. Falarei mais a seguir. Desde já, recomendo fortemente um estudo prévio sobre a história da África do Sul antes de ir. Há diversos livros sobre o assunto, principalmente se pesquisar em inglês. A própria wikipedia (em inglês) contém uma boa introdução sobre o assunto. O Apartheid, período que vigorou o sistema de segregação racial por mais de 4 décadas, foi complexo e gerou consequências que ainda hoje podem ser percebidas. A África do Sul também tem uma história bastante multicultural, com povos de origens e culturas diferentes. Assim como chineses, japoneses e coreanos são diferentes, o mesmo acontece com os povos africanos. Há inclusive diferenças físicas entre eles. Uma demonstração dessa diversidade, por exemplo, são os 11 idiomas oficiais existentes no país. O clima é bastante variado também, depende muito da localização. O viajante pode encontrar um clima mediterrâneo, típico de países da Europa (inclusive com vinícolas mundialmente famosas), semidesértico, savana, florestas tropicais úmidas e até neve (perto de Lesoto), etc. Na África do Sul come-se muito bem, em grandes quantidades e de tudo, há restaurantes de todo tipo. Em geral, é mais barato do que São Paulo para comer num restaurante bom. O vinho costuma ser mais barato que sucos e refrigerantes. O que nos chamou atenção é que no geral eles usam bastante pimenta, rs. Em relação à hospedagem, foi quase toda em Airbnb ou hospedagens encontradas no Booking que eles chamam de self-catering ou bed and breakfast, foi muito mais barato que hotéis. Aí depende da cidade, por isso recomendo sempre consultar nos dois. Enfim, nosso roteiro foi o seguinte: 1ª parte: Cape Town 13/10/2017 – 18/10/2017 2ª parte: Garden Route 18/10/2017 – 19/10/2017: Stellenbosh 19/10/2017 – 21/10/2017: Hermanus 21/10/2017 – 22/10/2017: Oudtshoorn 22/10/2017 – 23/10/2017: Knysna 23/10/2017 – 24/10/2017: Pletterberg Bay 24/10/2017 – 26/10/2017: Tsitsikamma Park (Stormriver) 26/10/2017 – 28/10/2017: Jeffreys Bays 28/10/2017 – 29/10/2017: Port Elizabeth 3ª parte: Johannesburgo + Safari (Kruger National Park) 29/10/2017 – 31/10/2017: Johannerburgo 31/10/2017 – 04/11/2017: Kruger Park (Safari) 04/11/2017 – 05/11/2017: Johannesburgo Tentarei dividir o post em 4 partes (essa introdução + as 3 partes da viagem que postarei a seguir). Dicas gerais: O clima em Cape Town é bastante instável, pelo menos estava instável no período que ficamos lá. Não sei se é assim o ano todo, mas conversando com os locais eles confirmaram a instabilidade da cidade. Para quem vai para a África do Sul para conhecer apenas Cape Town e fazer a Rota Jardim, recomendo ir no verão. Também dá para apostar na meia estação, mas é preciso contar com um pouco de sorte e é bom lembrar que Cape Town está na mesma latitude que Buenos Aires – Argentina. No Kruger (mas vale para o Safari em geral), não é bom ir no verão, pois é muito quente e chove mais. O clima mais quente, além de tornar o Safari mais desgastante, deixa os animais mais escondidos. Além disso, com chuva mais abundante, faz com que os animais se movimentem menos, pois há mais pastagens e mais água para beber. Só dá para trocar dinheiro nos bancos, que não funcionam a qualquer hora e dia. Fim de semana e feriados eles estão fechados. Mas quase todo lugar aceita cartão de crédito. Os bancos cobram uma taxa para trocar dinheiro, o que achei um absurdo, pois levamos dinheiro para não pagar IOF de 6,38% e chagando lá descobrimos que há a taxa do banco. Mesmo assim compensa levar dólar e trocar lá. Fomos abordados muitas vezes por pessoas pedindo dinheiro. Tem que saber lidar com isso. Em Stellenbosh um cara tentou nos aplicar um golpe: paramos o carro no estacionamento de um shopping e um cara passou falando que tinha que validar o ticket na máquina. Seguimos o caminho apontado por ele e ele nos apontou uma ATM onde já tinha outro cara, que, ao ver nossa cara de interrogação, disse que poderia nos ajudar. Eu questionei-o dizendo que aquilo era uma ATM (para sacar dinheiro), percebi que eles estavam mal intencionados e saí andando. A guia que nos levou para a vinícola também nos contou uma história de um golpe que estavam aplicando em Cape Town. Um homem de terno que se passava por funcionário do governo estava abordando turistas e pedindo para ver a licença para transitar ali. As pessoas desconheciam a licença e, é claro, não a possuíam. Então o homem cobrava para tirar a licença ali na hora. Nossa guia disse que não havia relatos de violência e que se um cara desses (ou qualquer outro pedinte) nos abordasse era só desconversar e sair andando. Lemos alguns relatos a respeito de guardas exigindo carteira internacional para dirigir, mesmo havendo acordo internacional entre Brasil e África do Sul. Alguns viajantes relataram suspeita de haver uma tentativa de cobrar “caixinha”. No entanto, fomos parados 3 vezes por policiais e, no geral, saí com uma boa impressão da polícia Sul Africana (não deixei de ler a 3ª parte, na qual detalharei). Então, lembre-se de andar com a carteira de motorista internacional e jamais dirija depois de beber. Leia sobre a África do Sul antes de ir e, se possível, aprenda algumas palavras ou frases em algum dos 10 idiomas além do inglês. Ouvi de uma mulher sul-africana que algumas pessoas se sentem muito orgulhosas quando vêem que um turista sabe um pouco da sua língua. O idioma Xhosa é bastante interessante A hospedagem dentro do Kruger Park tem que ser reservada com bastante tempo de antecedência. Reservamos a nossa hospedagem 2 meses antes e já tinha poucas opções e ainda não estávamos na alta da temporada. A alta temporada no Kruger é no inverno.
  2. Em Algum Lugar do Mundo

    Roteiro Garden Route, África do Sul

    Nossas dicas de viagem para se jogar em um roteiro maravilhoso pela Garden Route, o trecho da costa sul africana que se estende entre as cidades de Mossel Bay e o Parque Nacional de Tsitsikama. Principais cidades da Garden Route Mossel Bay Ótimo lugar pra fazer a primeira pausa pela Garden Route. Uma cidade com boa infra estrutura e 60km de costa para curtir uma boa praia. Lá também é possível ver baleias e golfinhos na temporada. Knysna Knysna é uma cidade ao redor de uma grande lagoa. Ela está protegida do mar por duas montanhas chamadas de “The Heads”. Essa cidade fica bem no meio da Garden Route e é uma ótima parada. Conheça as praias de Buffalo Bay e Brenton on Sea, caminhe na Reserva de Featherbed e vá até a cidade vizinha Wilderness. Tsitsikama Destino certo pra quem curte natureza e aventura. Rio, mar e floresta, a natureza caprichou aqui. Aproveite as trilhas de caminhada, além de atividades como arvorismo, rapel, surfe e mergulho. Destaque para o maior bungee jump de ponte do mundo, com 216 metros de altura. Bungee Jump da Bloukrans Bridge, em Tsitsikama Plettenberg Um dos principais destinos da Garden Route. Praias maravilhosas, gente jovem e um bom agito. Se quiser se aventurar no paraquedas, é aqui mesmo.Não deixe de ir até Robberg Nature Reserve, uma reserva cheia de trilhas que levam às praias mais belas da região. Veja mais: outras cidades a caminho da Garden Route Dá pra acrescentar boas paradas em outras cidades no caminho ou próximas à Garden Route. Alguns exemplos são Jeffreys Bay, Hermanus, Gansbaai e Port Elizabeth. Para mais dicas de cidades, onde se hospedar e quantos dias ficar, confira as informações completas no post: https://emalgumlugardomundo.com.br/roteiro-garden-route/
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