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  1. Introdução Fala galera! No fim de 2018 fiz uma viagem incrível pela África do Sul que contou inclusive com a companhia do grande parceiro Fabiano que conheci aqui no Mochileiros! Se alguém tiver alguma dúvida, sinta-se a vontade pra perguntar abaixo e evitem mensagens privadas ou e-mail já que a sua dúvida pode ser a mesma de outras pessoas aqui no fórum! Roteiro Resumido 1 dia na Rota Panorâmica 3 dias de Safári no Kruger 9 dias na Garden Route 5 dias na Cidade do Cabo Roteiro Detalhado 15/11/2018 - Voo São Paulo > Joanesburgo 16/11/2018 - Joanesburgo > Sabie 17/11/2018 - Sabie > Graskop 18/11/2018 - Graskop > Lower Sabie Rest Camp 19/11/2018 - Lower Sabie Rest Camp > Crocodile Bridge Rest Camp 20/11/2018 - Crocodile Bridge Rest Camp > Marloth Park 21/11/2018 - Marloth Park > Joanesburgo > Port Elizabeth > Jeffrey's Bay 22/11/2018 - Jeffrey's Bay 23/11/2018 - Jeffrey's Bay > Stormsrivier 24/11/2018 - Stormsrivier > Plettenberg 25/11/2018 - Plettenberg 26/11/2018 - Plettenberg > Mossel Bay 27/11/2018 - Mossel Bay 28/11/2018 - Mossel Bay > Hermanus 29/11/2018 - Hermanus 30/11/2018 - Hermanus > Cidade do Cabo 01/12/2018 - Cidade do Cabo 02/12/2018 - Cidade do Cabo 03/12/2018 - Cidade do Cabo 04/12/2018 - Cidade do Cabo 05/12/2018 - Cidade do Cabo > Joanesburgo 06/12/2018 - Joanesburgo > São Paulo
  2. Por Lid Costa Cape Town é uma cidade super vibrante e cheia de passeios legais pra gente fazer. É difícil planejar um roteiro diante de tantas opções, né? Por isso, no post de hoje vou te contar o que fazer em Cape Town em 4 dias, roteiro com o essencial para aproveitar bem sua visita a cidade! Cape Town (ou Cidade do Cabo) é a segunda cidade mais populosa da África do Sul (Joanesburgo é a primeira). É também a capital legislativa do país e fica localizada no sul. De Joanesburgo até lá são em média 90 minutos de avião. Para percorrer o trajeto de carro, são mais ou menos 1.400 km. Continue a leitura em https://partiuviajarblog.com.br/o-que-fazer-em-cape-town-em-4-dias/
  3. Por Lid Costa África do Sul, visitar ou não visitar? Sem sombra de dúvidas a resposta é: visitar! Se você estiver planejando uma viagem para lá vai precisar saber das minhas dicas de viagem para a África do Sul, um dos países mais encantadores que eu já visitei! #1 Visto Brasileiros NÃO precisam solicitar visto para viajar a turismo, se a permanência for de até 90 dias. Basta levar o passaporte válido (aconselhável que ele tenha 3 meses de validade a partir da data de entrada) e com, pelo menos, 2 páginas em branco. Continue a leitura em https://partiuviajarblog.com.br/dicas-de-viagem-para-a-africa-do-sul/
  4. Pessoal, Gostei tanto da Rota Jardim que fiz esse roteiro duas vezes. Uma indo de Port Elizabeth para Cape Town e na outra com um desvio para Oudtshoorn. Não é fácil organizar a rota para planejar quantos dias ficar em cada lugar. Por isso estou dividindo aqui meu roteiro com vocês! Espero que ajude: https://portadeembarque.com.br/roteiro-de-15-dias-na-africa-do-sul/ Bjs!!
  5. Olá galera mochileira, Volto aqui para tentar retribuir de alguma forma toda a informação que aqui consegui. Este foi meu 1º mochilão e graças a esta plataforma me senti segura para montar todo o meu roteiro e ir de forma (quase) completamente independente. Vocês fazem parecer tão fácil!!! E foi! E foi uma delícia também! *já faz um tempo que comecei a escrever esse relato e tinha abandonado por causa de correrias da vida, mas quero terminar antes que o facebook pare de me lembrar que eu fiz essa viagem foda há 1 ano! PARTE 0 - Planejamento e preparativos Viajar ao continente africano sempre foi um de meus maiores sonhos e ele começou a se tornar verdade há 4 anos, quando ouvindo uma discussão sobre quanto se gastaria para assistir a 1ª fase da copa do mundo na Rússia eu pensei “com esse dinheiro vou conhecer a África”. E eu tinha a companhia perfeita: minha grande amiga (e na época roommate) Camila estava disposta a encarar a aventura comigo, se eu provasse a ela que viajaríamos por 1 mês com relativo conforto e não gastaríamos mais de R$10mil... E eu provei! *imprevisto: a viagem ficou mais cara (não dá pra comparar dólar de 2014 com de 2018!), durou 39 dias e incluiu aventuras que até agora não acreditamos que vivenciamos! (Parênteses: certeza que é possível fazer este roteiro gastando menos, mas tínhamos algumas premissas que não queríamos abrir mão. Estas seriam as primeiras férias em algum tempo para nós 2 e já estávamos em ritmo de corta-tudo-e-tira-leite-de-pedra para economizarmos para A viagem, então queríamos ter algum conforto e, muito importante: queríamos tomar cerveja todo final de tarde! :D) Logo no início das pesquisas a África do Sul se mostrou o país que melhor se encaixava nos nossos planos, seja pelo custo benefício ou mesmo pela facilidade de encontrar informações. Nem sempre nossa ideia foi de planejar tudo e ir sozinhas, até mesmo pelo fato de que nenhuma de nós 2 dirige, e lendo (milhares de) blogs, cheguei ao site Pangea Trails, de um cara que tem um roteiro de van por todo o país que dura 21 dias. Esse era o plano inicial. Chegada a época que íamos realmente afinar tudo e colocar o plano em prática, os custo deste pacote já estava tomando quase todo o nosso orçamento e começamos a pesquisar a coisa toda independentemente, mas ainda assim com o roteiro dele como base, pois já sonhávamos com muitos locais por onde a Pangea Trails passava. Tínhamos então os locais que queríamos passar e mais ou menos definidos quantos dias ficar em cada um, quando a história começou a tomar outro rumo: um perfil de turismo da África do Sul que eu seguia no instagram, publicou por 5 dias seguidos fotos da Otter Trail, uma travessia de 5 dias e 4 noites que acompanha a costa selvagem do Tsitsikamma National Park através de paisagens cênicas e eu fiquei completamente obcecada. Pronto! A paisagem era tão espetacular que eu tinha que presenciar aquilo! E eu devo ser muito mais persuasiva do que imagino, pois eu, que de travessia tinha apenas feito a Salcantay para Macchu Picchu, mas que contava com uma equipe que levava a bagagem mais pesada e provia comida e acampamento (foi um esquema meio princesa mesmo), queria levar comigo nesta trilha totalmente independente a minha amiga Camila, que nunca tinha feito trilha na vida. Bom, nem sei bem como, mas a convenci! Foi a primeira reserva que fizemos. E quase choramos de emoção quando recebemos a confirmação! A questão é que esta é uma trilha bem exclusiva e as reservas se esgotam com cerca de 1 ano de antecedência, pois apenas 12 pessoas por dia podem percorrê-la. Comecei a monitorar o site do parque e checar todas as condições de tempo e maré (o caminho inclui algumas travessias de rio que podem ser bem perigosas a depender da maré do dia) para conseguir a data ideal para as nossas férias. Feito isso, o resto da viagem começou a se desenhar melhor em torno da trilha. Alguns destinos que queríamos tiveram que ser cortados, pois a logística para a Otter Trail precisava de 6 dias da nossa viagem. Numa destas decisões, cortamos Drakensberg, pois esta parada era principalmente para fazermos algumas trilhas e este assunto já estaria muito bem garantido! Na sequência compramos as passagens, fechamos o overland tour para o trecho que passaria pelo Kruger Park e a Suazilândia e compramos nosso ticket de ônibus Baz Bus. A Baz Bus oferece um serviço de vans que funcionam no estilo hop-on hop-off com foco em mochileiros que atravessam o país, recolhendo os passageiros na porta do hostel e deixando no seu próximo destino. A logística é bem bacana e a rota vai desde Joanesburgo até Cape Town, com paradas obrigatórias em Durban e Port Elizabeth, pois as vans só circulam de dia. Eles têm uma lista de hostels que são atendidos pelo roteiro e diversas opções de tickets, a depender da quantidade de dias que se quer viajar, se viaja apenas em uma direção, etc... O valor dos tickets não é muito barato, mas pela comodidade e segurança achamos que valeu a pena. Quando já estávamos lá ficamos sabendo de outra empresa que presta o mesmo tipo de serviço, tem uma rota semelhante e parece ser um pouco mais barata, a Mzansi. O roteiro então ficou mais ou menos assim: 10.03 a 15.03.18 Chegada por Joanesburgo e estadia em Maboneng; 16.03 a 22.03.18 Overland pela região do Kruger Park, Rota Panorâmica, Suazilândia, Greater St Lucia, chegando a Durban; 23.03 a 01.04.18 Seguimos de Baz Buz pela costa passando por Coffee Bay, Chintsa, Port Elizabeth e Jeffreys Bay até Storms River; 02.04 a 06.04.18 Estabelecemos base em Storms River para percorrer a Otter Trail; 07.04 a 10.04.18 Seguimos novamente de Baz Buz pela Garden Route passando por Wilderness e Mossel Bay; 11.04 a 16.04.18 Exploramos Cape Town, de onde voltamos para São Paulo. mapinha das nossas andanças.... MEDICINA DO VIAJANTE Já tinha lido algumas vezes sobre este serviço público (e totalmente gratuito) de avaliação e orientação de acordo com o local de destino e áreas de risco para doenças, mas nunca tinha utilizado. Resolvi testar e não me arrependi! O atendimento em São Paulo é no Instituto de Infectologia Emílio Ribas e o agendamento é feito por e-mail. No dia da consulta é necessário levar documento com foto e carteira de vacinação. Então começa uma entrevista na qual você conta qual o destino e as características da viagem, com a maior quantidade de detalhes possível. Daí eles te dão todas as orientações em relação à sua saúde durante a viagem e atualização de vacinas. Aproveite para tirar todas as dúvidas! Saindo da consulta já te encaminham para as vacinas e pronto. Quem precisa do Certificado Internacional de Vacinação da Febre Amarela (CIVP) deverá antecipadamente acessar o site da Anvisa para realizar seu pré-cadastro, necessário para a emissão da CIVP. A preocupação principal da maioria das pessoas que viaja à África do Sul, em especial à região do Kruger, é em relação à malária. Não existe vacina e a melhor profilaxia é evitar o contato com o mosquito através de barreiras físicas (roupas protegendo a maior parte do corpo, tela mosquiteira sobre a cama, etc..). Existe também um repelente (exposis) que foi recomendado e também os comprimidos, embora não tenham garantia total. A orientação que recebi foi: usar o repelente para a pele e para a roupa (existe um spray específico para passar na roupa e dura algumas lavagens) e tomar os comprimidos (aqui vale uma observação que o médico só indicou os comprimidos pois passaríamos pelas regiões de incidência no início da viagem e depois ainda teríamos um período longo antes de retornar ao Brasil, passando por áreas remotas e o receio era termos qualquer sintoma e não conseguirmos atendimento imediato.. se fossemos apenas ao Kruger e voltássemos em seguida, o médico não indicaria o remédio porque em qualquer emergência conseguiríamos atendimento fácil em SP). O que de fato aconteceu: levamos o exposis, mas não comprei o spray para roupa e tomamos os comprimidos que compramos em uma farmácia em Joanesburgo (parece que o melhor é comprar no próprio aeroporto, mas esquecemos e enfrentamos uma pequena burocracia para conseguirmos o remédio, que é controlado e não é barato). No início do overland, o guia fez um terrorismo de que nenhum repelente trazido de países que não tem malária é eficaz e sugeriu comprar outro, o peaceful sleep, que acabamos comprando também. Não sei se foi o remédio ou a mistura disso tudo com sol e suor, mas tive uma alergia forte na pele (rosto, pescoço e costas) que só foi sumir mesmo em Cape Town. Camila ficou enjoada nos primeiros dias do overland, o que logo relacionamos com o remédio também. Para mais informações sobre a Medicina do Viajante: http://www.emilioribas.sp.gov.br/pacientes-e-acompanhantes/medicina-do-viajante/ MOCHILA, O DRAMA... A principal dificuldade neste tema foi: precisaríamos de uma mochila que aguentasse o tranco e boa o suficiente para utilizar na trilha (tenho problema na cervical e essa era minha maior preocupação) e isso costuma ser bem caro! No final das contas: uma amiga que estava de mudança para a Austrália tinha uma mochila usada Trilhas & Rumos Crampon 72L e deu pra gente. Camila acabou ficando com esta, pois eu não queria uma mochila tão grande. Outra amiga ofereceu a mochila dela emprestada, uma Deuter Futura Vario 45 + 10, que eu me neguei a pegar até quase a véspera da viagem. Mas de tanto ela insistir e de tanto faltar dinheiro, aceitei.. Resultado: olha, quando estava pesquisando pra comprar uma cargueira pra esta viagem, li muita coisa positiva sobre a T&R, então simplesmente não sei dizer o que aconteceu, mas a mochila praticamente se desfez durante a viagem. Na arrumação ela já rasgou um teco (o que levou Camila ao desespero antes mesmo da gente ir pro aeroporto) e no restante da viagem ela se rasgou inteira! Tentamos remendar com um bocado de fita e nada adiantou... enfim, outro ponto fraco que percebi é que ela ficava visivelmente desestruturada nas costas. Quanto à que eu levei, ela foi perfeita. Nas 1ªs horas da trilha precisei fazer alguns ajustes, mas ela segurou bem! O que levei: Confesso que não sou nem de longe aquelas pessoas bem compactas para viajar e foi bem difícil ficar nisso aí... mas era tudo que cabia na mochila, então... (na verdade cabia mais mas jurei pra mim mesma que não queria partir com a mochila no limite pra conseguir trazer umas coisinhas depois) Ainda, como tínhamos a trilha no meio da viagem e eu já tinha pensado mais ou menos em um cardápio, levei daqui coisas que por algum motivo tinha receio de não encontrar pra comprar ou que precisava de apenas uma quantidade pequena, etc.. 7 calcinhas 2 pares de meia para trilha 3 pares de meia de algodão 2 sutiãs 2 tops 2 biquinis 2 calças legging 1 calça-bermuda 1 calça jeans 2 camisetas dryfit 7 camisetas 1 blusa térmica (fleece) 1 jaqueta impermeável 2 blusinhas manga longa 1 shorts de corrida 2 shorts 1 saia jeans 2 vestidos 1 pijama 1 canga de praia 2 lenços 1 toalha microfibra 1 capa de chuva 1 chinelo 1 sandália kit de higiene / cuidados pessoais maquiagem básica kit primeiros socorros (com umas coisas bem específicas pra trilha, mas que não precisamos usar.. ufa!) saco de dormir lanterna de cabeça + pilhas 2 cantil + tabletes para purificação da água 1 canivete 1 bastão de trilha 1 capa protetora mochilão (comprei uma Arienti www.territorioonline.com.br/bolsa-para-transporte-arienti-m para despachar a cargueira, que até por ser emprestada merecia um cuidado mais especial e também porque precisávamos de uma bolsa pra deixar nossas coisas no hostel durante a trilha) 1 binóculo Confesso que não sou nem de longe aquelas pessoas bem compactas para viajar e foi bem difícil ficar nisso aí... mas era tudo que cabia na mochila, então... (na verdade cabia mais mas jurei pra mim mesma que não queria partir com a mochila no limite pra conseguir trazer umas coisinhas depois) Ainda, como tínhamos a trilha no meio da viagem e eu já tinha pensado mais ou menos em um cardápio, levei daqui coisas que por algum motivo tinha receio de não encontrar pra comprar ou que precisava de apenas uma quantidade pequena, etc.. leite em pó (levei em saquinho zip lock apenas o necessário pra preparar 5 canecas de manhã) *confesso que quando estava separando o leite em pó no saquinho pra levar na mochila me bateu uma sensação mega ruim de que aquilo podia dar muito errado no aeroporto, mas deu em nada não... toddy (2 colheres de sopa / dia - levei em saquinho zip lock) geléia (aquelas individuais de cestas de café da manhã) castanhas semente de girassol cuscuz marroquino (em zip lock) quinoa (em zip lock) arroz + lentilha (em zip lock) temperos: sal (aqueles saquinhos de restaurante), pimenta do reino (não vivo sem!), azeite barras de cereais e proteínas 2 pratos plásticos rígidos, 1 caneca alumínio + kit talher de plástico Esta lista era basicamente para o meu café da manhã (com alguns itens complementares que compraria fresco na véspera da trilha) e jantar para nós 2! A Camila levou com ela o que iria precisar para o café da manhã dela e levaria o kit de panela. Além disso levei uma pequena mochila de ataque (aquelas dobráveis da decathlon, que viram uma bolinha compacta) com pasta completa de documentos e comprovantes de reservas impressas, bloco de anotação, travesseiro de viagem (meio dispensável pra mim, mas até que garantiu um conforto quando acampamos), carregador de celular, 2 power banks, câmera (uma véia digital que tenho, levei mais como garantia se a memória do celular faltasse). Acho que foi isso. A maioria das coisas que não tiveram utilidade durante a viagem foi levada por alguma indicação específica para a trilha e não acho que deixaríamos de levar (mesmo sabendo agora que não usamos), pois poderiam ter sido necessárias.. mas confesso que daria pra ter cortado umas peças de roupa e a sandália.... No final deu isso aí.. mochila pronta... O relato diário irei postando em partes para não ficar tãããão comprido... Até!
  6. Boa tarde, Galera. Estarei realizando está trip para Cape Town do dia 19 a 30 de julho agora. Gostaria de saber quantos rands levar por dia para gastos com alimentação e passeios? (Sem considerar hospedagem e café da manhã, pois está incluso na diária do hostel) E quem estiver por lá nestas datas aí, é só dar um toque pra fazermos algo. Desde já, agradeço!
  7. INFORMAÇÕES GERAIS (2018) Visto: dispensa de visto por até 90 dias Passaporte: deve ter validade de pelo menos 1 mês da data do retorno ao Brasil Vacinas: exige vacina de febre amarela Quando ir: o ano inteiro Capitais: Cidade do Cabo, a maior das três, é a capital legislativa; Pretória é a capitaladministrativa e Bloemfontein é a capital judiciária Moeda: Rande (R) Idioma oficial: 11 línguas oficiais, entre elas o inglês Cod. telefone: +27 Padrão bivolt: 230V Tomadas: C, D, M, N Principais operadoras telefônicas: vodacom (data), MTN, Cell C e Telkom Empresas aéreas low cost: Kulula, Mango, Fly Safair (não é boa) VISÃO GERAL DA ÁFRICA DO SUL Os principais lugares para se conhecer na África do Sul são Cape Town, Rota Jardim, Rota Panorâmica, safáris e Johannesburgo, sendo que a rota panorâmica e safáris estão próximos a Johannesburgo (também chamada de Gauteng). A Rota Jardim é ruma rota cênica que inicia-se em Cape Town até Port Elizabeth ou vice-versa. No caminho, passa-se por varias cidadezinhas, que guardam seus principais pontos turísticos: Stellenbosh e Franschhoeck (vinícolas), Gansbaai (mergulho com tubarão na gaiola), Outdshoorn (fazenda de avestruz e cango caves), Knysna (the heads), Plettenberg Bay (Storms River National Park e Reserva Robberg), Tsitsikamma Park (face adrenalin: maior bung jumpee de ponte do mundo). A Rota Panorâmica (ou Panorama Route), por sua vez, é um caminho ao longo do Blyde River Canyon, o terceiro maior canyon do mundo, em Mpumalanga, e que guarda paisagens incríveis. Está a apenas 1h30min do Kruger Park. A ideia é fazer o pernoite na cidadezinha de Graskop e reservar um a dois dias para percorrer a região. SOBRE OS SAFÁRIS 02 dias inteiros de safári são suficientes. Não conte o dia da chegada e da partida; gasta-se cerca de 7h de carro ou 1h de avião. Então isso geralmente soma 4 dias no total: 1 para ir + 2 no parque + 1 para voltar. Quem tem pouco tempo, pode apertar em 3 dias: sai cedo e já faz um safári noturno no dia da chegada + 1 dia de safári inteiro + safári de manhã e partida. O Kruger Park é um parque nacional e dentro dele estão vários acampamentos, sendo o Skukuza um dos principais por sua infraestrutura (restaurante, lojas, mercadinho, piscina e museu). Dentro do parque há varias estradas devidamente demarcadas, onde os turistas podem fazer os self drives ou os safáris organizados pelo local. Também pode-se optar pelos game reserves, que são estabelecimentos privativos, ao redor do Kruger, e em sua maioria lodges de luxo e, obviamente, mais caros. Neles, diz-se que os safáris são mais rústicos, já que não percorrem as estradas já abertas, como ocorre no Kruger. Optamos pelo parque nacional e não nos decepcionamos. Vimos vários animais na beira da pista e quatro dos chamados Big Five, os animais mais difíceis de serem visualizados. Melhores lugares dentro do parque: Skukuza, Pretoriuskop. Melhores lugares fora do parque: Hazyview, Sabie Sand Game Reserve (Elephants Plains Game Lodge). SUGESTÃO DE ROTEIRO 05 dias: Cape Town 05 dias: rota jardim 02 dias: Johannesburgo 03 dias: Safari 02 dias: rota panorâmica PONTOS TURÍSTICOS DE CAPE TOWN Cidade do Cabo City Sightseeing: R280 (R$81) 2 dias e R180 (R$52) 1 dia Restaurante La Colombe (necessita reserva) Degustação de cervejas: Devil’s Peakn, Beer House, Woodstock Brewery St. George catedral (ao lado do Company´s Garden) Horário: 9-13h Gratuito Company´s Garden Horário: todos os dias de 7-19h (inverno) e 7:30-20:30h (verão) Gratuito Jardim Botânico Kirstenbosch Horário: todos os dias de 8-19h Preço: R65 (R$19) Jardim Botânico Kirstenbosch Long Street (a noite): Bar Beerhouse Truth Coffee Roasting - indicado como melhor café do mundo pelo The Telegraph V&A Waterfront: complexo de lojas, bares e restaurantes Robben Island Horário: 9h, 11h, 13h, e 15h Preço: R360 (R$102); obs.: onde Mandela ficou preso (passeio dura 4h); o passeio sai do W&A Waterfront Obs.: procure fazer o passeio nos primeiros dias, pois este depende de condições climáticas. Boates: Boate 31 e Shimmy Beach Club Table Mountain Horário: todos os dias de 8-13h Preço: R330 (R$93); obs.: ir de manhã por causa do tempo Obs.: fora o funicular, a Table Mountain possui várias trilhas, que podem ser percorridas em 1h30min, 3h e até 4h. Percorremos a trilha Índia Venster, que durou 3h, com paisagens imperdíveis. Apesar de ser classificada como difícil, esta trilha pode ser feita por qualquer pessoa, que não tenha medo de altura e algum preparo físico. Escalada da Table Mountain A Renata Sarzi, do A Dream Overland, classifica as trilhas da seguinte forma: Platteklip Gorge Tempo: Pelo menos 1h30 (subida) e 1h (descida) Grau de dificuldade (fôlego): Pesado (subida) e leve (descida) Grau de dificuldade (técnica e exposição à altura): Leve Vista e paisagem: ★★★★★ Avaliação da trilha: ★★★★★ Chata Onde a trilha começa: Tafelberg Rd (na mesma rua do Cableway) Custo: $$$$$ Gratuito India Venster Tempo: 3h00 (subida) Grau de dificuldade (fôlego): Moderado a pesado (subida) Grau de dificuldade (técnica e exposição à altura): Leve a moderado Vista e paisagem: ★★★★★ Avaliação da trilha: ★★★★★ Onde a trilha começa: Tafelberg Rd (na mesma rua do Cableway) Custo: $$$$$ Gratuito Skeleton Gorge Tempo: 4h00 (subida) Grau de dificuldade (fôlego): Moderado (trilha bem longa) Grau de dificuldade (técnica e exposição à altura): Leve Vista e paisagem: ★★★★★ Avaliação da trilha: ★★★★★ Onde a trilha começa: Jardim Botânico Kirstenbosch Custo: $$$$$ Entrada no Jardim Botânico (cerca de R60) Signal Hill (ao lado do bairro Bo Kaap): ir no pôr do sol (estação de ônibus mais próxima é Kloof Nek) Signal Hill Galileo Open Air Cinema Horário: os portões abrem de ter-sex as 17h e sab-dom as 16h; o cinema começa entre 19:30-20:30h; cinema ao ar livre Preço: R105 (R$31) Gold Restaurant Jantar com danças típicas: R380 (R$110) Jantar no Gold Restaurant Castelo da Boa Esperança Horário: tour guiado 11:00 | 12:00 | 14:00 | 15:00 | 16:00; troca de guarda seg-sex de 10-12h Preço: R50 (R$15) District Six Museum Horário: seg-sab de 9-16h Preço: R55 (R$16) Cape Point Horário: 9-17:30h Preço: R147 (R$43) e funicular R70 (R$21 ida e volta) ou R55 (R$16 só ida) Cabo da Boa Esperança Dia 01: The Old Biscuit Mill Market (só aos sábados), Robben Island, V&A Waterfront; cinema ao ar livre; balada a noite Dia 02: St. George catedral (ao lado do Company’s garden), Company´s Garden, Castelo da Boa Esperança, Jardim Botânico Kirstenbosch, degustação de cerveja na Beerhouse a noite Dia 03: District Six Museum, bairro Ko Baap, Signal Hill (por do sol) Dia 04: table mountain, praia de camps bay (fim de tarde) e clifton beach; jantar no Gold Restaurant Dia 05: vá por Hout Bay; Chapman’s Peak; Cabo da Boa Esperança; Cape Point; Boulders Beach (alugue um carro) VINÍCOLAS Groot Constantia (mais antiga vinícola) Horário: todos os dias de 9-17h Preço: R145 (R$42); obs.: a 15 min de Cape Town Stellenbosh (42 minutos de Cidade do Cabo): principal cidade do circuito de vinícolas da África do Sul, Stellenbosh é uma cidade universitária, com um centrinho bonito, agitado e cheio de bons cafés, bares e restaurantes. Existem dezenas de (ótimas) vinícolas pela região. Franschhoeck (40 minutos de Stellenbosh): uma cidade bem pequenininha, situada no meio de um vale de montanhas. Bem romântica e ideal para descansar e para quem gosta de vinhos e belas paisagens. Os restaurantes também são muito bons. Aqui pode-se encontrar o Wine Tram, um passeio em ônibus e trem, que percorre varias vinícolas da região, dependendo da linha que se escolhe, no momento da compra. São 08 linhas classificadas por diferentes cores e cada uma apresenta diferentes roteiros. Ideal para quem não quer ficar bebendo e dirigindo entre uma vinícola e outra. Esta foi nossa opção e adoramos. Vinícola da rota da Wine Tram ROTA JARDIM - Gansaai, Cabo das Agulhas, Oudtshoorn, Knysna, Tsitsikama/Storms River Plettemberg Bay obs.: algumas das informações abaixo foram retiradas do site I Love Trip. Gansbaai (1h40min de Franschhoeck) – mergulho com tubarões: esse é o melhor lugar para você fazer o incrível mergulho com tubarão branco da África do Sul. Não deixe de incluir esse passeio no seu roteiro de viagem. Quanto tempo: manhã. Existem várias empresas que realizam este passeio em Gansbaai, são elas: Great White Shark Tours Marine Dynamics Shark Diving Unlimited White Shark Ventures (R1750 ou R$488; nossa escolha e super recomendo) White Shark Projects White Shark Diving Company African Shark Eco Charters Obs.: caso não seja possível a visualização de tubarões, já que o local é apenas rota para esses animais, algumas escolas disponibilizam voucher para re-agendamento em outro dia. Cabo das Agulhas (1h20min de Gansbaai) – o Cabo das Agulhas marca o encontro dos oceanos Índico e Atlântico, estando junto a um Farol, que também pode ser visitado. Cabo das Agulhas Outdshoorn (3h45min de Cabo das Agulhas) – muitos fazem um desvio na Garden Route para ir até Outshoorn, a capital mundial do avestruz, com diversas fazendas de avestruzes. Esse desvio só vale a pena se você fizer questão e tiver tempo. A principal atração turística da cidade é a Cango Caves, cavernas com tour para visitação. Fazenda de Avestruz Preço: R258 com almoço (R$67); tour parte de 8-16 e almoço de 11-14h Cango Caves Horário: 9-15:30h; o passeio dura 60 minutos (Heritage Tour) ou 90 minutos (Adventure Tour); a temperatura é de 18o Preço: R120 (R$34) ou R180 (R$51) Cango Caves Knysna (1h40min de Outdshoorn) – uma das cidades mais importantes para o turismo na África do Sul, Knysna (a pronúncia é “Naisna”) tem um charme e elegância com seus morros de calcário e a lagoa formada pelas águas do Oceano Índico. Um píer charmoso, além de mirantes, passeios e bons hotéis e restaurantes tornam o lugar bastante agradável. Knysna também é conhecida como a capital mundial das ostras. Plettenberg Bay (30 min de Knysna) – uma das principais cidades turísticas da África do Sul que não pode ficar fora do seu roteiro. A cidade praiana é super charmosa, com bons restaurantes e hotéis e vistas incríveis do mar para observação de golfinhos; e ainda, com dois parques imperdíveis. Base para visitação das reservas Robberg e Storms River e para o salto de bung jumpee. Reserva Robberg Horário: 7-20h Preço: R50 (R$14) Storms River National Park Horário: 6-22h Preço: R290 (R$81), incluídos passeio de caiaque, trilha até a ponte suspensa e trilha ao topo da montanha (1h30min). Obs.: Você também pode dormir em um dos alojamentos do parque (faça essa escolha como base para visitação da Reserva Robberg, Storms River e bung jumpee). Face Adrenalin (bungee jump) – nessa região fica uma das atrações turísticas mais conhecidas da África do Sul, o mais alto bungee jump de ponte do mundo, com 216 metros. O visual é incrível com muito verde e o Oceano Índico ao fundo. Quanto tempo: meio dia. Horário: 9-16h Preço: R1000 (R$290) + R400 (R$112 foto e vídeo) Port Elizabeth (45min de Tsisikamma) – é uma cidade banhada pelo Oceano Índico, colonizada pelos ingleses e com grande valor histórico. Com praias, comércios e vida própria, a cidade é procurada para o turismo na África do Sul e é ponto de partida para iniciar ou finalizar a Garden Route. Se quiser conhecer mais a cidade fique um dia. Obs.: em Port Elizabeth, na reserva Dorkin, pode-se visitar a Escultura da Fila da Votação, que marcou a primeira eleição democrática do país, gratuitamente. PONTOS TURÍSTICOS DE JOHANNESBURGO É necessário pegar um avião de Port Elizabeth para Johannesburgo (R$350). Joanesburgo City sightseeing: R280 (R$81) 2 dias e R180 (R$52) 1 dia; Ticket office: Tyrwhitt Avenue pedestrian zone, next to Hamleys; 9-19h Museu do Apartheid Horário: todos os dias de 9-17h Preço: R95 (R$28) Obs.: reserve ao menos 3h para visitação. Soweto (bairro onde morou Mandela – passeio de bike) Preço: R515 (R$150 por 2h) Nelson Mandela Square e Sandton City: um grande complexo comercial em uma das regiões mais desenvolvidas de Johannesburgo Constitution Hill (prisão onde ficou Mandela) Horário: todos os dias de 9-17h Preço: R60 (R$18) Obs.: contratamos o serviço do guia Ruben, de Moçambique e que fala português. Ele cobrou o valor de R500 (R$140) por pessoa para percorrer os principais pontos turísticos da cidade de 9-16h, com parada para o almoço (não incluído no valor). Contato: +27 73 157 2611 / +27 60 507 4039. HOSPEDAGENS DA VIAGEM AVALIADAS POSITIVAMENTE Melhores bairros em Cape Town: Green Point, Waterkant e Beira mar Hospedagem em Cidade do Cabo - The Greenhouse Boutique Hotel Hospedagem em Ganssai - 28 Kolgans Hospedagem em Outdshoorn - Karoo Retreat Hospedagem em Plettenberg Bay - Riverclub Villa 4200 (melhor hospedagem da viagem) Hospedagem em Graskop - Blyde Lodge Hospedagem em Johannesburgo (pernoite para retorno ao Brasil) - Europrime Guesthouse (café e transfer gratuito) Obs.: os carros foram alugados pela rentalcar. SAFARI (O QUE LEVAR) - Repelente: Use na pele exposta e nas roupas também. O mais eficaz é o repelente à base de dietiltoluamida (DEET). É importante reaplicá-lo a cada 3 horas (no caso de concentração de 20%), 6 horas (concentração de 30%) ou 12 horas (50% de DEET). Atenção! O repelente deve ser aplicado DEPOIS do filtro solar. - Use roupas que protejam todas as áreas do corpo, com mangas compridas, calças compridas, roupas soltas, e sempre use meias (sei que às vezes pode estar calor… Mas tente!!!). Pulverize as roupas com permetrina (presente em inseticidas e repelentes) para reduzir o risco de mordida através da roupa. O site Extreme UV vende camisas anti-mosquito e com proteção UV (super frescas no calor). - As recomendações são usar roupas de tons pastéis, não usar perfumes muito fortes, não levantar, não gritar e não falar alto, principalmente se estiver próximo dos animais; não fumar. Levar uma roupa de frio, levar óculos escuros, chapéu/boné, repelente e protetor solar. Não esquecer máquina fotográfica e, se puder, um binóculo. PONTOS TURÍSTICOS DO BLYDE RIVER CANYON 1. Lisbon Falls: 8-17h; R10 (R$3) e Berlim Falls 2. Bourke’s Luck Potholes: 7-17h; R63 (R$18) 3. Three Rondavels: 7-17h; R30 (R$9) 4. God’s Window: 7-17h; R17 (R$5) 5. The Pinnacle Rock: 7-17h; R17 (R$5) Three Rondavels Bourke’s Luck Potholes Uma dica de restaurante na rota é o Kadisi Restaurant, dentro do Forever Blyde Canyon Resort; serve comida africana e tem uma vista espetacular. O restaurante está ao lado da Three Rondavels. MERGULHO EM UNKOMAAS (40min de Durban) Para quem pratica mergulho, em Unkomaas é possível mergulhar com os tubarões sem gaiola. A experiência é incrível. Esse mergulho é chamado de Baited Dive. Contratamos o serviço da Blue Ocean Dive, que nos fez um pacote com 04 mergulhos (tubarão, naufrágio e dois arrecifes), todo o equipamento, transfer, café da manhã e hospedagem para 02 dias por R$1.500 por pessoa. A estrutura do local é absurda. Trata-se de um prédio onde estão alocados o hotel, restaurante e dive center. É necessário ser mergulhador avançado com o mínimo de 30 mergulhos. Isso porque é realmente um mergulho bem independente. A DM repassa as informações e você cuida de si e do seu dupla dentro da água. Publicado em: https://mspriscila1.wixsite.com/meusite/blog/roteiro-áfrica-do-sul-21-dias
  8. Na África do Sul, a natureza sempre nos surpreende! neste país, é possível, através de empresas sérias, ir até o habitat dos tubarões brancos e observá-los. Dá pra aproveitar a ida à Cidade do Cabo para tentar ver estes incríveis animais. O mais importante disso, é saber que neste tour nenhum animal é ferido. Confira o post https://chicaslokas.com.br/2018/09/19/uma-aventura-entre-os-tubaroes-na-africa-do-sul/
  9. Olá, pessoal. Estou indo com três amigos para África do Sul mês que vem. Ficaremos 13 dias ao total. Começamos a viagem em Joanesburgo. A ideia seria alugar um carro até o Kruger, depois retornar até Joanesburgo e ir até Port Elizabeth de avião. Lá fazer a Garden Route até Cape Town. Vocês acham que vale muito a pena ir até o Kruger ou seguindo até Cape Town conseguimos fazer outros safáris legais? Como é um tempo pequeno para a viagem, poderíamos seguir direto de Joanesburgo para Port Elizabeth. Muito obrigado!
  10. Apresentando... Quando a gente começa a viajar, seu corpo e sua mente vão querendo cada vez mais, é como uma droga viciante mesmo. No começo, a maioria das pessoas, eu acho, vai realizando aquele sonho que geralmente tem a ver com lugares do nosso cotidiano, que a gente vê muito na TV, nos filmes, nas músicas etc. tipo Estados Unidos e Europa. Comigo não foi diferente. Conheci esses lugares, mas aí eu fiquei com vontade de mais e mais, eaí a África começou a invadir meus pensamentos e eu só conseguia pensar em ir pra lá. Entretanto, por vários motivos, entre eles (principalmente) o acovardamento em ir sozinha, eu fui adiando. Já viajei sozinha várias vezes, mas na África eu não queria ir somente no roteiro tradicional: Cape Town, Joanesburgo, Safari… queria mais, e quantos países vizinhos por ali eu conseguisse ir. Por isso, viajar sozinha estava sendo um grande entrave, pois teria que alugar carro e fazer muitos trajetos sozinha, fiquei com medo do perrengue. Então… como a vida dá voltas, apareceu uma amiga que também queria pra ir África. Mas pro roteiro tradicional. Aos poucos fui introduzindo a beleza da Namíbia e logo ela já estava convencida a conhecer o deserto. E pra fechar o grupo (ou não), meu primo também resolveu ir. Todo mundo conseguiu conciliar as férias, a vontade de ir pra África por um ou outro motivo e resolvemos. Compramos as passagens pela Latam, ida e volta por Joanesburgo por R$ 2.027,47 com taxas, saindo de Brasília. Pausa para dizer o básico, assim que você comprar a sua passagem desligue todos os alertas de decolar.com, googleflights, viajanet ou outro que você tiver feito. Eu esqueci, e uma semana depois a mesma passagem, na mesma data, no mesmo trajeto estava R$ 300 mais barata. Enfim, bateu aquele remorso básico que poderia ter sido evitado pela simples ignorância de não ter nem ficado sabendo que a passagem estava R$ 1.700. Como dizia o sábio: santa ignorância! Mas beleza, passagem comprada, todo mundo me olhando um pouco torto, porque eu queria coisa demais na viagem, começaram os planejamentos e as conversas. Geralmente a gente deixa pra falar como as pessoas eram maravilhosas ou não no final, mas já vou falar logo aqui que o grupo foi sensacional, muita cumplicidade, foi muito fácil resolver tudo já que todo mundo abria mão de alguma coisa pela vontade do outro, abrir mão de algo que eu queria ver não foi tão difícil, na verdade nem me lembro mais do que abri mão, pq a viagem e a cias foram maravilhosas. Então resumindo, quem somos nós: Deise (essa que humildemente vos relata essa viagem), Gabi (minha amiga), FH (meu primo), LC (namorado da Gabi, mas só resolveu ir depois). Fiquei meio que encarregada de fazer o roteiro, acho que me beneficiei nessa parte, pois ia colocando o que eu queria, mas ao mesmo tempo, ia tentando encaixar o que os outros queria também, sendo bem democrática. Tipo, não faço questão de vinícola, mas um deles queria abrir mão do tubarão pela vinícola, como não colocar. Então ficamos sem tubarão, mas com vinícola e foi ótimo, todo mundo satisfeito (eu acho rsrs). Quanto mais eu pesquisava e procurava roteiros, via que a maioria (90%) só fazia o chamado roteiro tradicional, que é aquele do começo do texto: Cape Town, Joanesburgo, Safari. Estava difícil achar informações sobre a Namíbia, Zimbábue, Zâmbia, Botsuana, não que a gente fosse nesses países, mas eu queria ver os relatos pra ver as possibilidades. Principalmente o deslocamento entre esses países, parecia ser bem complicado fazer por terra se você não fosse fazer algum safari de no mínimo 7 dias. E não tínhamos tempo pra fazer safári de 7 dias. Daí também que surgiu a ideia de fazer esse relato, a princípio eu não faria o relato, mas acho que pode ser útil pra quem busca informações e principalmente opiniões sobre lugares fora do roteiro tradicional. Então continuei a busca por relatos e catando algumas informações picadas aqui e ali, montei um roteiro, que pelo visto não foi o melhor, pois toda vez que conversávamos com alguém na viagem sobre o nosso trajeto a pessoa ria. Várias vezes eles comentavam tipo: - nossa, não faz muito sentido, ou: - uau vocês fizeram um belo zigue-zague aí ein. Bom, eu prefiro culpar a falta de informações do que a minha falta de habilidade em fazer planejamento, mesmo que muito provavelmente tenha sido o segundo motivo. Antes de finalizar o roteiro, ainda incluímos Victoria Falls pelo lado do Zimbábue. Pra vocês terem uma idéia, o roteiro final foi esse, quase não tem vai e volta, SQN. roteiro.mp4 Como chegamos nesse primor de deslocamento: simplesmente não tem como ou eu não achei outra maneira de chegar no deserto da Namíbia saindo da África do Sul que não seja de Safári, é claro que você pode alugar carro e rodar até lá, mas pensa na perda de tempo. E os tours são todos bem caros e de 6 dias no mínimo. Então, achamos (eu) melhor ir de avião até a capital da Namíbia: Windhoek, já que de lá saem vários tours para o deserto. E o deserto era a nossa principal razão de ter escolhido a Namíbia. Existem outros passeios bem famosos por lá, como o Parque Etosha, Walvis Bay etc. Mas o nosso foco era o deserto. Então fomos pra Windhoek e já saímos do Brasil com o passeio comprado pela agência Detour Africa, mas quem realmente fez o passeio foi a Wild Dogs (ótima por sinal), a Detour parece ser apenas uma intermediadora, tipo uma agência de turismo. Ops, peraí, já estou entrando realmente no relato, deixa essa parte pra depois. Então beleza, chegaríamos pela África do Sul, porque não teve jeito, a passagem do Brasil chegava e saía por ela, mas já teríamos o primeiro trecho de avião por fora, para a Namíbia. Aí depois, numa reunião com o grupo da viagem, já que o Zimbábue foi escolhido de última hora, deixamos ele para os últimos dias, então a África do Sul ficou no meio da viagem. Ou seja: 07/03 Brasília -- São Paulo -- Joanesburgo 08/03 São Paulo -- Joanesburgo 09/03 Joanesburgo 10/03 Joanesburgo 11/03 Joanesburgo -- Windhoek 12/03 Windhoek - Sossusvlei 13/03 Sossusvlei 14/03 Sossusvlei -- Windhoek 15/03 Windhoek -- Cape Town 16/03 Cape Town 17/03 Cape Town 18/03 Cape Town 19/03 Cape Town 20/03 Cape Town 21/03 Cape Town -- Joanesburgo -- Victoria Falls 22/03 Victoria Falls 23/03 Victoria Falls -- Joanesburgo 24/03 Joanesburgo -- São Paulo -- Brasília Aí sim, roteiro fechado, vamos para o relato. Durante o relato não vou me ater aos valores mas vou colocar um orçamento detalhado ao final, com valor das passagens, hospedagem, passeios etc. Foram 17 dias no total. Nota dramática: 17 dias inesquecíveis. Relato dia-a-dia Já faz alguns dias que voltei, e quase um mês do começo da viagem. Foram dias bem intensos e corridos então não vou lembrar com muitos detalhes de tudo que fizemos, mas vou fazer o melhor possível aqui. A seguir...
  11. Mudei de emprego, fiquei 1 ano sem férias, mas finalmente voltei à boa prática. Com duas semanas nas mãos, onde escolher? Dentre as várias opções, a África do Sul estava no alto das nossas preferências. A Latam passou a voar direto para lá, então as coisas pareciam mais fáceis. Só que não rolava promoção para as datas que queríamos. Até que a santa TAAG fez uma boa promoção e compramos. Optei por chegar por Johannesburgo e voltar pela Cidade do Cabo. África do Sul, para mim, é Mandela. É J. M. Coetzee. É Safari. É Copa de 2010. Cidade do Cabo. Eram as minhas referências, todas positivas. Assim que compramos as passagens, comecei a fazer o planejamento macro. Até pensei em esticar para outro país, mas vi que a África do Sul demandaria mais que apenas 2 semanas. Então primeira decisão foi que ficaríamos somente por lá. Segunda decisão foi não dirigir. Tenho ampla predileção por *não* dirigir no exterior. Mais ainda em mão inglesa. E ainda mais na África do Sul, com os relatos de policiais no estilo Brasil de ser, digamos assim. Com isso passei a enfrentar um problema para fazer o safari. Porque mais de 9 entre 10 relatos sobre o país contém safari com carro alugado. Mas mantivemos a disposição de não dirigir. Fechamos o roteiro básico de ficar 1 ou 2 dias em Jb, fazer um safari e passar +- 1 semana na Cidade do Cabo. E assim foi. Problema é que acabei deixando o fechamento da logística (hotéis, passagens internas, safari) para amanhã, depois para amanhã (e assim subsequentemente), o que resultou num problema na hora de decidir qual safari fazer. Kruger? Outro parque? Reserva privada? E tudo isso em meio à (enorme) limitação de não estar de carro. Tive de recorrer a agências, e consultei diversas. Algumas me respondiam com impressionante rapidez. Outras levavam dias para retornar. As opções de safari, de como fazer, de onde ir e ficar, são diversas, para diversos bolsos e estilos. Mas, para quem está sem carro, complica. Lendo relatos eu acabei tentado pelas reservas privadas. Problema principal, de início, era o preço. São *muito* mais caras, em regra. Dependendo de onde estão, o transporte até lá (sem estar de carro) também fica bem caro. Balancei diversas vezes em função disso. No entanto, considerando que pode ser nossa a única vez na região na vida, optei tardiamente pelo esquema mega-patrão de ficar em reserva privada. Tardiamente pq, na hora em comecei a verificar disponibilidade, poucas (dentre as mais acessíveis) ainda tinham vagas. Isso foi pouco menos de 1 mês antes da viagem. Entre idas e vindas, para encurtar o assunto, acabei fechando com a Ashtons (uma empresa que faz o transporte de Jb ao Kruger) o pacote de transfer + 3 dias na Umlani Bushcap. Gostei da proposta do Umlani de uma coisa mais rústica (não tem energia elétrica, o chuveiro banho numa parte externa do quarto, etc.; uma parada pretensamente mais rústica). E também era dos poucos com vaga. Depois disso compramos as passagens de lá para a Cidade do Cabo. Para piorar, caía num começo de feriado nacional no país. Mais facada no bolso. Somando tudo isso, o dólar disparando. O rasgo foi grande. Mas vou esquecer disso, e a lembrança das férias na África do Sul serão eternas. Roteiro básico: Johannesburgo – 2 dias Safari no Umlani Bushcamp – 4 dias Cidade do Cabo – 7 dias Quando: De 16 a 28 de Setembro de 2018 Custos: Aéreo - Ida: Rio-SP-Luanda-JB; volta Cidade do Cabo-Luanda-SP-Rio: 2.200 BRL cada Aéreo – Hoedspruit – Cidade do Cabo: 3.985 ZAR cada Safari/bushcamp: 23.172 ZAR para ambos Pousada JB – Thulani Lodge – 1.582 ZAR (total 2 dias) Pousada Cabo – At the Barn – 4.630 ZAR (total 7 dias) Adotamos uma média de 100 USD por dia para cada de orçamento, incluindo o custo com hospedagem (mas excluindo os aéreos e o esquema-patrão do safari/buschcamp). Ficamos dentro do orçamento.
  12. Depois de pegar muitas informações aqui nesse forum resolvi dar minha contribuição. Decidi juntamente com duas amigas fazer uma viagem para a África do Sul. Alguns conhecidos indicaram esse destino e resolvemos arriscar. Nosso objetivo inicial era procurar um destino que não fosse tão caro, já que Europa está impraticável em razão do valor do Euro nesse momento. Dessa forma optamos África do Sul em razão da moeda rand que está em torno de R$ 0,28 (3 por 1). No entanto, se a ideia inicial era economizar não tardou muito para percebermos que o passeio não seria tão barato. Para início foram as passagens aéreas. Paguei R$ 2.300 somente SP - Joanesburgo (amiga do outro dia pagou R$ 1.900😩 ), R$ 500,00 (Goiânia - SP) e em um vôo interno entre Joanesburgo e Cidade do Cabo paguei R$ 600,00 (fly safair), ou seja, não peguei promoções e acabou ficando caro. Um breve resumo da viagem: 21/11 - Saída de Goiânia a São Paulo - São Paulo - Joanesburgo (11 horas de vôo) 22/11 - Chegada a Joanesburgo às 8 horas e seguida de carro para o Park Kruger 23/11 - Passeio pelo Kruger 24/11 - Passeio pelo Kruger pela manhã e seguida para o Aeroporto de Joanesburgo para pegar o vôo a Cidade do Cabo 25/11 - Passeio pela Cidade do Cabo - conhecendo a Table Montain, as praias e o pôr do sol em Signal Hill 26/11 - Passeio pela Cidade do Cabo - Waterfront e passeio de barco ( duas horas) para ver a fauna marinha 27/11 - Conhece a Robben Island (prisão do Nelson Mandela) e passeio de city tour 28/11 - Passeio pelo Cabo da Boa Esperança e a praia Boulders Beach (praia dos pinguins) 29/11 - Volta ao Brasil - Cidade do Cabo, Joanesburgo, São Paulo - Goiânia (15 horas ao todo) Os preparativos da viagem foram difíceis porque conciliar datas e gostos de três pessoas ao mesmo tempo não é fácil. Decidimos alugar um carro em Joanesburgo e dirigir até o Park Kruger (cerca de 450 km). Fizemos uma reserva de um carro sedan por meio da decolar, que indicou a empresa Sixty, onde pagamos o valor antecipado de R$ 410 por três dias. Também fizemos um seguro de saúde que custou por volta de R$ 120. Decidimos ficar hospedados dentro do Park Kruger, onde com indicações aqui no forum fizemos as reservas por meio do site oficial do park na internet https://www.sanparks.org/parks/kruger/. Em Capetown ficamos em um hotel simples porém bem localizado chamado Greenhouse (apartamento com sala e quarto). Passagens compradas, hotéis reservados, seguro pago e carro reservado partimos para a África. Vôo chegou exatamente no horário previsto, sem nenhum atraso. Desembarque, imigração tudo ocorreu de forma muito rápida e fomos direto à empresa Sixty buscar o carro que reservamos. Lá tivemos a nosso maior problema de viagem. Ao tentar passar o cartão de crédito para fazer a caução do valor o cartão apontava saldo insuficiente. Achei estranho porque apesar das compras de passagens e outras coisas meu cartão devia ter saldo suficiente para isso. Foi quando vi o valor que estavam tentando passar, cerca de R$ 7.000,00, (detalhe que a locação de três dias era R$ 400,00). A companheira de viagem minha tinha um cartão com limite suficiente, no entanto como a reserva estava no meu nome, somente poderia ser um cartão meu. Dessa forma enrolamos cerca de 3 horas tentando resolver a situação. Era impressionante a falta de interesse em ajudar. Até que desistimos e fomos a outra locadora de veículos, onde conseguimos um preço parecido e uma caução de R$ 1.800,00. O ruim é que não olhamos o carro e acabamos pegando um ford ka sedan, manual e sem GPS ( o que nos atrapalhou bastante). O maior erro da viagem foi não comprar um chip local para ter internet em todo lugar. Achávamos que teria GPS no carro ou que seria fácil encontrar wifi por onde passássemos. Não foi tão simples. Antes de sair do aeroporto ainda baixei o mapa até o kruger pelo google mapas para usar offline. No entanto ele não funciona indicando como funciona normalmente e sim um pontinho no mapa e ir seguindo. Me apeguei às placas e nome das rodovias para não errar o rumo, mas dirigindo na mão inglesa e ainda ficar olhando placas, confesso que não foi uma tarefa muito fácil. Como fez falta esse GPS no carro. O início era tenso mudar marcha com a mão esquerda, seta invertida e ainda tomar cuidado com o trânsito. Com o tempo fui me acostumando e deu para seguir. Objetivo era seguir até o portão Phalaborwa de entrada o Kruger, cerca de 500 km de Joanesburgo. Conseguimos sair do aeroporto às 11 da manhã e paramos em um posto de gasolina na estrada às 12h30min, em um rede de fast food Winky. Depois paramos somente para abastecer em outra cidade e dirigimos sem parar. Chegamos no Kruger às 18h40min, no entanto o Kruger fechou os portões às 18h30min. Ficamos de fora. Nossa hospedagem no primeiro dia seria em Letaba, mas tivemos que ficar ali na cidade de Phalaborwa mesmo, em um hotel muito bom e barato, diga-se de passagem. Realmente no primeiro dia as coisas não saíram como o combinado, mas viagem é assim mesmo e segue o barco. Logo posto mais
  13. E ae Rapaziada, resolvei escrever este relato como contribuição de tudo que este site já me ajudou. Acredito que África do Sul já tenha diversas informações, mas sobre as Ilhas Maurício e Namíbia foi onde encontrei mais dificuldade nas pesquisas, espero ajudar. Relato tá meio bagunçado, não deu tempo de revisar, mas vamos lá... Tudo começou com as famosas "promoções" de aéreo, a ideia inicial era Tailândia, mas os valores estavam sempre muito altos, apesar de saber que lá as coisas são baratas. Depois apareceu uma promoção para Austrália, mas demoramos um pouco para decidir e perdi os valores que rondavam nos 2.000,00, eis que apareceu a passagem para Johanesburgo por 1.860,00, nesta fomos mais rápido e consegui comprar, isso foi em janeiro. Depois vi passagens por 1.600,00 e até 1.500,00, porém já era muito em cima da hora, pelas minhas pesquisas as ofertas de hotel na África do Sul não são muito altas como em outros lugares, então acredito que se comprasse em cima da hora gastaria muito com hotel. Em Cape Town por exemplo achei muita casa para alugar, mas poucos hotéis, acabei gastando muito no hotel de Cape Town, com um pouco mais de tempo teria economizado muito no hotel de cape. Inicialmente nosso roteiro seria apenas África do Sul com rota jardim, porém pesquisando vem aquelas histórias de que por lá é perigoso, de que tem que tomar cuidado etc, fiquei com receio de fazer a rota jardim e deixar as malas no carro. Hoje vejo que é tudo bobagem, foi tudo muito tranquilo e seguro, não tive nenhum problema, acredito ser igual São Paulo, tem que ficar experto, mas não é tudo que falam. Pesquisando o que tinha perto da África do Sul já que eu tinha bastante dias vi informações sobre as Ilhas Maurício, em que a primeiro momento parecia ser um destino muito caro, hoje vejo que não é, dá pra ficar uma semana de boa, achei cape Town mais caro, pra ter uma ideia um passei para uma ilha ile aux cerfs, que é a mais famosa por lá, paguei 120,00 reais já com almoço e bebidas no barco e no almoço inclusas. Depois do roteiro já montado, me sobravam 4 dias em que ia deixar 2 para cape Town e 2 para Johanesburg e decidir o que fazer por lá. Eis que faltando 20 dias para a viagem eu me lembro da Namíbia e seus desertos, Dunas e tudo mais, fazendo um levantamento vi que era viável e reagendei tudo, incluindo 4 dias de Namíbia, de carro saindo de Cape Town até Windoek. Sábia decisão. No final meu roteiro ficou deste jeito: Dia 1 31/out Ida SP -> Joanesburgo Dia 2 01/nov Chegada Joanesburgo Dia 3 02/nov Joanesburgo Dia 4 03/nov Safari 1 Dia Dia 5 04/nov Safari 2 Dia Dia 6 05/nov Rota Panorâmica 3 Dia Dia 7 06/nov Joanesburgo - Ilhas Maurício Dia 8 07/nov Ilhas Maurício Dia 9 08/nov Ilhas Maurício Dia 10 09/nov Ilhas Maurício Dia 11 10/nov Ilhas Maurício Dia 12 11/nov Ilhas Maurício - Joanesburgo Dia 13 12/nov Cidade do Cabo Dia 14 13/nov Cidade do Cabo Dia 15 14/nov Cidade do Cabo Dia 16 15/nov Cidade do Cabo Dia 17 16/nov Cidade do Cabo Dia 18 17/nov Cidade do Cabo - Namíbia Dia 19 18/nov Namíbia Dia 20 19/nov Namíbia Dia 21 20/nov Namíbia Dia 22 21/nov Namíbia - Jobug Dia 23 22/nov Volta Joanesburgo -> SP 3.000 KM rodados 23 dias 6 voos Principais Valores (Todos em Reais e por pessoa): Voo SP - Joburg: 1.860,00 (LATAM) Voo Jobug - Ilhas Maurício: 1.815,00 (Air Mauritius via edreams) Voo Joburg - Cape Town: 350,00 (British Airways via edreams) Voo Windhoek - Joburg: 550,00 (Air Namibia via edreams) Carro Joburg: 500,00 (6 dias) Reservado na Eurocap Carro Ilhas Maurício: 300,00 (2 dias) Reservado direto no hotel Carro Cape Town: 700,00 (5 dias) reservado na Hertz Carro 4x4 Namíbia: 1.600,00 (5 dias, mais caro porque devolve em outro país) reservado na Hertz Passeios: Lion Park: Predator Tour, Lion Walk e Cub Encouter: 270,00 Soweto: 130,00 de Tuk Tuk com almoço incluso Elephant Whispers: 200,00 Ile Aux Cerfs: 120,00 com almoço e bebidas incluso Parasailing Ile Aux Cerfs: 100,00 Ile Gabriel e Flat; 120,00 com almoço e bebidas incluso Robben Island: 150,00 Vinícolas: 240,00 ÁFRICA DO SUL - JOANESBURGO E KRUGER(SAFARI) Dia 1 31/10 Saímos as 17:50 de SP rumo a Joanesburgo. Voo Tranquilo que chegou às 08:55 horário local (Fuso de 4 horas se não me engano) Dia 2 01/11 Neste dia chegamos pegamos o carro alugado da Eurocap (Corolla automático, peguei automático por medo da mão inglesa, já que aí teríamos que trocar as marchas com a mão esquerda que não serve para grandes coisas rs), milagrosamente eles não encheram o saco para vender seguro, só pegamos e pronto, rumo ao hotel deixar as malas e depois Lion Park. O Hotel que ficamos foi muito bom, devia ser uma mansão que transformaram em hotel, quarto espaçoso, café da manhã muito bom (melhor omelete que comi na viagem), galera atenciosa, piscina que não usamos. Gardenia Boutique Hotel. Lion Park Fomos para o Lion Park, que ficava a 50 minutos do hotel, ai uma dica, Joanesburgo tem um transito da peste, ainda mais porque nesse sentido do Lion Park tem uma rodovia que não tem muitos semáforos, uma zona pra atravessar e seguir, eles se entendem, nós turistas não rs, ou seja, se o GPS marca 50 minutos, se programe para mais, no dia seguinte quase perdemos um tour por isso. Lá no Lion Park tem várias atrações para fazer (reservei tudo pela internet, direto no site deles): Predator Tour, que é um Simba Safari praticamente, mais para quem não tem como fazer o safari, mas como estávamos lá eu fiz também. Cub Encounter, nesse caso tem a interação com os Leões e com Cheetah também, só fizemos com os leões. Os leões têm de 3 a 6 meses de idade alguns estavam meio dormindo e outros acordados, o acordado deu um trabalho da peste, mesmo sendo pequeno, são leões, e machucam um pouco rs, cortes, mordidas no tornozelo, minha esposa caiu de um pulo que ele deu nela, mas muito show, vale a pena. Para quem fala que eles dopam os leões, não me parece verdade, são bem sérios, e os Leões dormem muito mesmo, salvo engano 16 horas por dia, algo assim. Íamos ter neste dia o Lion Walking que é onde você anda com os leões, neste caso maiores, mas ainda bebês, 12 meses. Mas começou a chover, e eles cancelaram o tour, remarcando para o dia seguinte. Em conversa com o guia (Jason, gente boa) ele me disse que houveram 2 acidentes com os leões e turistas, ambos quando estava chovendo, eles ficam assustados. Depois disso ainda fomos no Mall of Africa, maior shopping do continente, mais de 300 lojas, legal, mas as lojas fecham cedo. As 20:00 já estavam todas fechadas. Dia 3 02/11 Soweto Dia de conhecer o bairro de Soweto, acredito que dispensa explicações rs. Nas minhas pesquisas não sabia como era, se dava pra conhecer os principais pontos de carro e tal, e resolvi reservar o tour pelo Sowet Backpackers, também pela internet, você tem opção de 2 ou 4 horas, tem opção de bike ou tuk tuk. Fizemos o de 2 e Tuk Tuk. Muito legal, valeu a pena conhecer um pouco da história deles. A guia que nos levou no tuk tuk sabendo que eu era brasileiro já puxou conversa de futebol claro, segunda ela, o Avô dela foi o fundador do time deles Orlando Pirates. Várias conversas de Futebol, além claro da cultura deles, apartheid etc. Fizemos uma parada onde eles falaram sobre o regime do apartheid, um lugar um pouco sujo, porém com casas que nada tinha de favela, depois fomos na parte mais pobre, onde eles levam a gente para experimentar um "churrasco" deles, com uma espécie de purê de arroz e carne feita na hora, ali no meio. Eles mesmo dizem que é desrespeito não comer a comida do jeito deles, comi e muito, e gostei, o purê de arroz não tem gosto, a carne sim. Ali o show fica por conta das crianças que vem brincar com a gente, uma delas pegou a mão da minha cunhada e a minha e ficou se jogando para a gente balançar elas, incrível. E o guia explicando como foi criada a township e tal. Passamos pela Vilazaki Street, casa do Mandela, e o final do tour termina novamente no Backpackers para o almoço que já estava incluso. Novamente o purê de arroz e várias carnes, tudo muito bom. Demos uma passada rápida no Museu do Apartheid que ficava do lado, a ideia do dia era conhecer o museu, o Reef City e outras coisas por perto, mas como tivemos que reagendar o lion walking não conseguimos ver tudo. Porém o museu eu queria ver. Confesso que esperava mais, mas foi interessante. Lion Park Já quase em cima da hora do Lion walking (tem 2 horários as 11:00 e as 15:30, pegamos o da 15:30) fomos sentido Lion Park, aprox 1 hora, um transito do caramba, chegamos lá já era 16 e pouco, procurei pelo Jason que depois de alguns minutos apareceu e disse que ia fazer o tour mesmo atrasados. Show, e eu já queria desistir fazia tempo. O Lion Walking é uma caminhada que você faz com 2 leões em torno de 12 meses, grandes, que dão medo, mas ainda não tem a juba de adulto. Eles vão com um balde cheio de carne, e vão parando em pontos estratégicos para você passar a mão, tirar fotos etc. No começo dá medo, confesso, depois você vai se acostumando mas continua com medo kkkkk. Muito show, experiência que valeu a pena. Finalizando a carne do balde a gente já vai saindo, porque eles só ficam de boa por conta da carne. 45 minutos aprox. Ali você ainda pode interagir com uma girafa, dar comida e tal. Sandton City e Mandela Square Finalizando a noite fomos para o Sandton City (shopping) já com as lojas fechadas, conhecemos a Mandela Square e terminamos nossa visita a Joanesburgo no Hard Rock que fica ali na praça. Tem gente que fica mais tempo em Joanesburgo, tem gente que nem fica usa de escala, eu achei o tempo que ficamos suficiente, um dia a mais talvez, mas não faria muita diferença. Dia 4 03/11 Kruger Saímos neste dia em direção ao Kruger rodamos quase 500KM e aprox 6 horas. O GPS que usamos foi o MAPS.ME, excelente por sinal, off-line, e além das ruas etc, você ainda pode colocar o nome dos destinos turísticos que ele também tem, só usamos ele e nos atendeu em toda viagem e nos 3 países. Uma dúvida que tínhamos e que tinha lido era em relação a posto de gasolina, neste trecho tinha muitos postos, quase semelhante a uma rodovia de SP, não senti necessidade de abastecer sempre como falaram (diferente da Namíbia), claro que tinha alguns trechos de 100km que não tinha, normal. O GPS colocou o caminho entrando pela Crocodilo Bridge que é uma das entradas e tem uma espécie de alojamento lá também. Eu tinha reserva para o Skukuza Camp, depois de chegar no Crocodilo Bridge e fazer o tramite para entrar, ainda tínhamos quase 1 hora para chegar no Skukuza, o que foi muito legal porque já estávamos dentro do parque e ali foi nosso primeiro Self Drive. Isso era por volta das 14:00 que entramos no parque e as 16:30 tínhamos um Sunset drive agendado, mas a emoção do primeiro self-drive foi tão grande e com tantos animais ali que chegamos em cima da hora rs. Chegamos no Skukuza já maravilhados com o início do nosso Safari peguei as chaves do nosso "quarto" que é uma espécie de quarto com banheiro, cozinha e até uma churrasqueira na parte externa, ar condicionado e tudo mais. Fiz a reserva diretamente no site https://www.sanparks.org/, vi que muita gente teve problema para reservar por lá, eu não tive, reservei sem problemas, comprei tours pelo mesmo site e também fiz alterações. Na época que pesquisei as opções para fazer o safari encontrei algumas empresas com os tours prontos que tinha o transfer de Joanesburgo ida e volta os drives, hotel, etc, tudo incluso, mais partia de 1.500,00 dólares, muito pesado. Fazendo direto ficou muito mais barato, eu paguei 850,00 reais incluso a taxa diária do parque, a hospedagem e os 4 tours que fiz com eles. Além do Sef-Drive eu reservei: Sunset Drive, Sunrise Drive, Night Drive e Morning Walk. Os self Drives já são suficientes para você ver uma grande quantidade de animais, possivelmente os Big 5 (como nós vimos), porém esses 4 tours só são possíveis fazer com guias por conta dos horários que abrem e fecham os parques, além do walking que tem que ser com os rangers de qualquer forma. Em termos de estrutura o Skukuza realmente é muito bom, além da acomodação, próximo tem 2 restaurantes um para comer lá e outro para levar e comer nas mesinhas da frente. Tem um shopping relativamente grande para comprar lembrancinhas e outras coisas. Sunset Drive Fizemos o Sunset Drive com os guias do parque, você entra em um carro deles e vai um motorista guiando, na verdade eles mesmo quase não param para mostrar animais, fica mais por conta da galera que está no carro que tem que dar um grito pra eles pararem o carro pra gente ver o animal em questão. Após parar eles explicam um pouco dos animais, vimos um, que eu não lembro o nome, que o guia informou que vivem em média 6 dias pois praticamente todos os animais carnívoros comem ele, por ser pequeno e lento. Foi nesse que vimos os primeiros rinocerontes e também um pôr do sol made in africa. Na volta fomos jantar no restaurante do Skukuza, muito bom, nem parecia que você estava no meio da savana. Dia 5 04/11 Morning Walk Acordamos bem cedo para fazer o Morning Walk, se não me engano o tour saiu por volta das 05:30, o horário depende da época. Nesse tour você vai com 2 rangers até um determinado ponto e de lá parte a pé no meio da savana. Um ranger vai na frente e outro atrás (apesar da maior parte os 2 foram na frente) e nós vamos acompanhando, cada um com sua espingarda, para caso precise. Eles vão seguindo rastros dos animais, explicando tudo sobre a vegetação, animais, o que caçam, e assim por diante. Foi muito legal, principalmente porque você perde aquela segurança que tem dentro do carro, ali se sente mais vulnerável. Começamos perto de uma árvore Marula onde avistamos uma Girafa próxima, que só olhou e voltou a comer, ao longo da caminhada ainda vimos zebras, impalas, até chegarmos aos elefantes. A pouco mais de 50 metros os rangers avistaram 3 elefantes (casal e filhote) e nos avisaram, neste momento fomos caminhando devagar para não fazer barulho, chegando mais próximo. Eles estavam em um nível mais baixo do terreno que nós. O pai nos avistou fez o barulho dele e o ranger fez um outro barulho que fez com que os elefantes fossem embora. Nessa hora o ranger explica que a diferença entre dar um tiro ou não é conhecer os animais, aquele barulho que ele fez foi muito alto para o elefante, por isso ele foi embora, e mostrou também que um leopardo ou leão se chacoalhar as chaves que ele tinha no bolso, o barulho seria muito alto para eles, e eles possivelmente iriam embora rs. Muito show. Depois rolou um mini café da manhã com sucos, frutas secas e outras coisas. No caminho de volta os rangers avistaram um Leopardo, apontaram e mostraram pra todos, estávamos em 6 pessoas, as outras 5 conseguiram ver e eu nada, em dado momento tinham os 5 e os 2 rangers apontando pra eu tentar ver o tal leopardo e nada, até que o ranger me puxa pro lado e fala: ele está ali e aponta mas eu viajando estava olhando pra outro lado, o ranger olha pra minha cara e dá um resmungo AAAAAAAHHHHHH por eu não estar olhando pro lado certo e começa a partir em retirada rss, depois disso eu só conseguia rir e perdi o Leopardo de vez rss. Ao final do passeio os rangers agradeçam e falam: Hoje tivemos muita sorte pois conseguimos ver um Leopardo, menos você. E assim terminou meu Morning Walk, sem ver o tal leopardo rs. Self-Drive Voltamos por volta de 08:30, fomos tomar café e na sequência emendamos um Sef-Drive. Incrível. Logo no começo já vimos um aglomerado de carros em uma via lateral de terra e sabíamos que tinha algum big 5 lá, e foi onde vimos nosso primeiro Leão, bem longe, mas lá estava ele. Continuando na estrada além de Girafas, Elefantes, Macacos, Rinocerontes e Búfalos, avistamos um Leão com sua família, em torno de 6, todos juntos, descansando bem do lado da estrada. Nessa hora devia ter por volta de uns 20 carros, mas fomos pacientes e aos poucos conseguimos ficar bem do lado deles. Esse é o segredo do safari, viu carro parado, para também que lá tem algum animal, se ver muitos, melhor ainda os bigs estão lá. Um pouco mais para frente vimos mais 2 leoas, a primeira abocanhou um animal pequeno, que acho ser aquele dos 6 dias, rs, e a segunda pegou um Impala e estava levando provavelmente para seus filhotes. Seguimos está por um bom tempo, mas ela entrou em uma parte que não dava mais para enxergar. Fomos em direção ao lago grande que já tínhamos visto no dia anterior perto do Lower Sabie Rest Camp, lá tem uma grande concentração de Hipopótamos, Crocodilos, macacos e muitos pássaros. Surreal. Paramos no Lower Sabie e almoçamos no Mugg & Bean, comida muito boa, mas atendimento horrível, lento, precário. O Visual de lá é de matar, uma área verde muito grande, com vista pro lago do lado direito e vários animais passando, elefantes, girafas, zebras, e fora os pássaros do Kruger, é cada um mais bonito que o outro. Voltamos para o Skukuza (voltamos é modo de dizer, sempre que você está no kruger irá parar muito para ver os animais, ou até para esperar eles atravessar a rua rs) e a noite partimos para o Night Drive. No Night Drive os 2 assentos do final, quem senta fica encarregado de apontar os faroletes para a mata afim de ver algum animal. No night você vê muitas corujas, coelhos, vimos mais Rinos, Impalas, Springboks, Hienas. E Foi nesse drive que consegui ver um Leopardo rs, talvez foi o mesmo no morning walk quem sabe, rs. Pra este dia a noite minha cunhada resolveu usar a cozinha do nosso quarto para fazer um macarrão (tudo comprado antes pois fecha as 22:00 e o night termina as 22:30). O Macarrão não ficava pronto nunca e para o dia seguinte tínhamos um Sunrise reservado que começava as 04:30, além da rota panorâmica e retorno para Pretória. Resumo: Terminamos de comer as 00:30 e decidimos não ir no sunrise, parte porque já tínhamos visto os big 5, parte porque iríamos dormir pouco e tinha a viagem de volta. Dia 6 05/11 Acordamos por volta das 08:00 neste dia, fomos tomar café da manhã, check-out que nada mais é que deixar a chave na recepção e fomos sentido ao Elephant Whispers nossa próxima parada. Não sem antes parar para ver mais um monte de animais e uma parada para avistar alguns pássaros em um lago específico para isso que não lembro o nome. Elephant Whispers O Elephant Whispers é um santuário de elefantes, onde eles trazem elefantes que sofreram algum dano para cuidar e onde você tem uma interação com eles, além do tour para conhecer os elefantes, interagir com ele, você pode andar com ele (em cima claro). É um parque que está listado inclusive no site do próprio Kruger, ou seja, o trabalho lá é sério. Parece que tem perto de Joanesburgo também, o que eu fui fica em Hazyview, a 1 hora aprox do Skukuza. Chegando lá, tem toda uma explicação sobre os elefantes (hoje eles têm 6), personalidade de cada um, alimentação, muita coisa sobre a anatomia dele e a interação com eles. Muito interessante. Gostei muito. Rota Panorâmica Saindo do Elephant Whispers e fomo em direção a rota panorâmica, antes uma parada em Graskop para almoçar na turistica Harries' Pancakes. Lotado de Turistas. Mas as panquecas são realmente muito boas. A Rota panorâmica tem realmente um visual incrível e imperdível, finalizando no Blyde River Canyon (Terceiro maior do mundo dependendo de onde você pesquisa rs) mais precisamente no Three Rondavels View. De tirar o fôlego. Como já era meio tarde não fizemos as cachoeiras, fomos no The Pinnacle Rock, God's Windows e Three Rondavels View Point. Todos são pagos, não vou lembrar o valor, mas era barato a entrada. Chegamos no Three Rondavels View as 16:45 e ele fecha as 17:00 podendo ficar até as 18:00, porém vi gente chegando depois das 17:00. Finalizado a Rota Panorâmica fomos rumo a Pretória, mais 400km e 4 horas de estrada, pois no dia seguinte tinha voo do aeroporto de Joanesburgo para Ilhas Maurício. De Petrória para o Aeroporto era 30 minutos, por isso preferi ficar em Pretória. Dia 7 06/11 Aproveitamos que estávamos em Pretória e fomos conhecer o Union Building, residência do presidente, baita jardim, estátua do Mandela, lugar show. Na sequência fomos para o aeroporto, devolvemos o carro e partimos rumo ao paraíso: Ilhas Maurício. Fomos de Air Mauritius, tudo tranquilo também. 4 horas de voo e mais 3 horas de Fuso. Chegamos lá, já era 19 e pouco. O transfer eu já havia reservado diretamente com o hotel. A ilha é dividida praticamente entre Sul e Norte. No meio disso, mais ou menos, fica a capital Port Louis. As principais atrações ficam na parte Sul, que é mais caro também em termos de hotelaria (pelo menos quando pesquisei) na parte sul que estão as praias Flic em Flac, Le Morne, Blue Bay, A região do Chamarel. Na parte norte além da praia que estávamos próxima Pereybere (que para mim foi a mais bonita) saia um passeio para uma outra ilha próxima Gabriel. Como eu já ia alugar um carro pensei que em se tratar de ilha podíamos ficar em qualquer canto, o mais barato, e ir de carro, porém a ilha é um trânsito ferrado, chegamos a levar 1:40 para rodar 50km. Em uma possível volta considerarei ficar na parte Sul. O hotel que ficamos é uma espécie de Resort mas bem simples, bem em conta e com uma piscina legal, quadra de tênis, restaurante e bar, tudo excelente, atendimento 1000. Alugamos o carro diretamente com eles e saiu mais barato. Outra coisa que saiu mais barato do que pesquisando pela internet foram os tours pelas ilhas próximas, dizemos 2 ilhas: um dia a famosa Ille aux Cerfs e no outro Gabriel e Flat, ambas custaram 120,00 reais por pessoa, com bebidas e almoço incluso. Bebidas no barco inclusive. O hotel que ficamos foi o Casa Florida Hotel & Spa. Recomendo. Ilhas Maurício Dia 8 07/11 Blue Bay Nesse dia pegamos o carro e fomos rumo a Blue Bay, promessa do melhor Snorkeling da ilha. No caminho passamos na praia mais próxima do nosso hotel que era a Pereybere e ali a gente já teve uma ideia do que seria aquele paraíso, que cor de água, que coisa linda, baita sol. Para quem já jogou bolinha de gude quando criança, lembra daquelas famosas leitosas? A água é daquela cor rss. Minha esposa tira sarro de mim até agora porque eu falei que era da cor da bolinha de gude leitosa, que ela não conhece, fazer o que rsss. Aproximadamente 1:30 depois chegamos em Blue Bay (Por isso o erro de estratégia ficando no Norte, se fosse no sul 30 min estava por lá, sempre que passa por Port Louis no centro é trânsito). Que lugar. Mar de vários tons. Incrível. Ainda não fui para o Caribe para comparar, então não tenho parâmetro, mas lá é o paraíso com certeza rs. Do lado direito é a parte que tem areia para a galera ficar, mais para esquerda menos areias e claro alguns hotéis e resorts fechando a praia. Ficamos lá um tempo curtindo a praia, comemos uns "salgados" que comprei em umas vans que ficam do lado 10,00 rúpias (divide por 10 para dar o real) cada salgado, muito bom. E reservei o tour para fazer snorkeling para as 15:00 o último é as 16:00. Paguei aprox 70,00 reais direto com os caras na praia. Você vai em um braco com fundo de vidro onde já vê alguns peixes, em aprox 20min já chega na parte dos corais que é onde rola o snorkeling. Correnteza forte, depois de um tempo acostuma. Vários barcos ali por perto. Ali você se sente dentro de um aquário, muito peixe, muita variedade, cara que coisa incrível. Ficamos perto de 1 hora ali maravilhados. Depois voltamos para o hotel jantamos por lá menos e tomei umas Phoenix, a cerveja da ilha. Boa também. Dia 9 08/11 Grand Bassin e Chamarel Neste dia como seria o último dia com o carro e amanheceu meio nublado optamos por ir para o lago Grand Bassin e a região do chamarel que é onde tem a montanha de 7 cores e a Fábrica de Rum. O GPS fez o caminho passando por Port Louis o que fez com que chegássemos no Grand Bassin depois de quase 2 horas. A parte dos templos é bem legal e interessante, gostei de conhecer, o lago em si apesar da representação que tem para eles, é um lago normal, cheio de macacos em volta. A montanha do Chamarel que é um morro na verdade, é bonita, mas como não estava sol, as cores não estavam vibrantes, nada espetacular, mas estava lá, fomos rs, ali tem as famosas tartarugas gigantes da ilha, umas 6, 7. Depois almoçamos na Rumeria e fizemos o tour de degustação. Para quem já fez o de vinho, cerveja, é o mesmo esquema, onde o que mais importa é beber o rum no final. Curti e comprei uma garrafa. O Restaurante é bom também, mas tem muita mosca, não achei muito caro, mas é um pouco mais caro que o restante da ilha. Ao logo desse caminho tem várias views para fazer, paradas com cachoeiras e parque nacional black river gorges, uma mais bonita que a outra. Flic en Flac Finalizamos o dia na praia Flic en Flac e vimos o pôr do sol por lá. E para finalizar com chave de ouro vimos o que devia ser 2 ou 3 golfinhos brincando ao fundo, eles não pularam, só deu para ver as barbatanas. Rumo ao hotel, jantamos ali perto de pereybere em um restaurante perto da praia, também não lembro o nome rs, mas por lá tem vários restaurante e todos com preços acessíveis. Antes de ir como não tinha muita informação achei que era um destino muito caro, fora do padrão, mas lá eu percebi que não, é mais barato que muitos lugares, reservei só 4 dias inteiros para lá, mas no final dava pra ficar uma semana de boa. Muita opção e para todos os bolsos, é só fugir do hotéis caros do Sul rs. Dia 10 09/11 Ile aux Cerfs Neste dia já sem carro tínhamos reservado o tour para a famosa Ile aux Cerfs, uma van leva a gente para a região próxima da Blue Bay (viu como a melhor opção é ficar no sul? rs) e de lá você vai de lancha ou catamarã para a ilha. Aprox 20min de lancha (que foi o que escolhemos), catamarã é mais demorado. Chegamos na ilha por volta das 10:00 com saída para as 13:30 pois de lá eles levam pra ver uma cachoeira pequena e vai para outra ilha para almoçar. A ilha é incrível, linda, várias cores. Na parte da manhã a maré está baixa e você atravessa de um lado para o outro a pé, já mais para a tarde a maré sobe, correnteza forte e só atravessa a nado. Entrei nessa parte da correnteza e me deixei levar para ver a força e fui longe rs. De lá também tem vários vendedores oferecendo passeio de parasailing. Dica: Pela internet é mais caro, Dica2: tem vários vendedores, sonde todos, o primeiro me ofereceu o tour a 200,00 reais, o que eu fiz foi 100,00 reais. E todos é o mesmo tour, porque você vai na mesma plataforma que todo mundo. O legal é o visual que você tem da ilha lá de cima. Outro item que eu avalio como imperdível. Mas a anta aqui, ao invés de ficar sentado, fiquei meio em pé, quando subi fiquei completamente em pé e com sensação que ia cair de lá de cima, mas ainda sim deu para curtir. No próximo eu já sei e me porto adequadamente kkkk. 13:30 vai para uma cachoeira do lado de lanche mesmo, que é só para encher linguiça mesmo e partimos para outro lado da mesma ilha que onde os caras já tem as mesas e o churrasco todo montado. Um churrasco muito bom, regado a cerveja, vinho, rum, refrigerante, o que você quiser, mas tem que usar o mesmo copo, se quer rum e cerveja, termina o primeiro para pedir o segundo. Finalizado o almoço ainda ficamos um pouco ali na praia com aquela cor incrível só de boa. Ali achamos umas bolinhas de golfe no mar porque tem um campo de um resort bem ao lado, além de várias Estrelas do Mar, peixes e tudo mais. Essa ilha valeu cada centavo. Port Louis A noite demos uma passada em Port Louis com a facada de 100,00 reais de taxi para ir e 100,00 de taxi para voltar. Fomos no Waterfront que tem um shopping e vários restaurantes. No Shopping as lojas fecham por volta das 17:00 os restaurantes já vão até mais tarde, mas não é Brasil rs, tudo fecha não muito tarde, assim como na África do Sul. Dia 11 10/11 Ile Gabriel e Flat Nesse dia outro tour, também por 120,00 reais por pessoa incluso bebidas e almoço. Essa ilha não estava prevista e não vi nada nas pesquisas, nas fotos eu não achei nada demais, mas minha cunhada viu um vídeo que parecia ser legal e fomos. Sábia decisão. Esse é um dos poucos passeios que sai da parte norte mesmo. O Van nos levou para a Grand Bay do lado de Pereybere. Consegue ser mais bonita que a Ile aux Cerfs. Tem um snorkeling legal também, nada comparado com o da Blue Bay, mas dá pra ver vários peixes. Nessa fomos de catamarã e o mar estava agitada, tivemos pontos de barco viking com uma galera vomitando no saquinho, mas passado isso depois de uns 45 min chegamos na ilha. De um Lado Ilha Gabriel do outro Ilha Flat, você vai de uma para a outra de lancha, os caras passam o tempo todo levando quem quer de uma para outra. Primeira parada Flat que é onde tinha o almoço e um snorkeling com correnteza feroz. Almoço do mesmo esquema da ile aux cerfs, depois de almoçar partimos para a Gabriel que era a parte mais bonita e com um snorkeling mais calmo. Nessa tem muita concha e coral quebrado na água, até cortei meu pé, quem tem aqueles chinelos ou sapatilhas de praia é bem melhor. Nessa ilha tem uma parte de areia que entra no mar e indo mais para o fundo você tem a sensação de estar andando no mar, incrível. Aliás nessa viagem usei muito as palavras surreal e incrível rs. Foi nessa que tive mais uma surpresa em um dos snorkeling vimos uma tartaruga nadando, a danada é rápida na água, mas consegui ir nadando e chegar perto dela, mais uma vez: Incrível rs. Quem viu na verdade foi um dos caras que ficam com as lanchas passando de um lado para o outro, aí fomos atrás dela para ver. Na volta eles não levam no hotel, ficamos lá na região mesmo e fomos ver um bazar que tinha por lá, já que era por volta de 16:00 e voltamos para o hotel para tomar mais Phoenix. Quando estava chegando na Ilha perguntei para o taxista: Qual a melhor praia da Ilha? Ele respondeu que era uma pergunta muito difícil pois todas as praias eram lindas. E realmente foi a conclusão que eu cheguei, não tem praia feia por lá. Cada uma com suas características. Eu particularmente achei a Pereybere a mais bonita, mas encontramos com alguns brasileiros que foram no dia que estava com tempo nublado e acharam feia, questão de gosto e também do dia que vai, o sol faz a diferença em praias. Pra mim Ile Aux Cerfs, Gabriel/Flat e Blue Bay são imperdíveis, que foram as que eu fui rs, se tivesse ido em outras entrariam também na lista de imperdíveis. Não pude ir na Le Morne que dizem ser uma das mais bonitas também. É isso aí. Ilha linda e acessível. O maior problema é claro chegar pois você precisa ir para Joanesburgo e de lá para a Ilha, o que encarece o percurso. ÁFRICA DO SUL - CAPE TOWN Dia 12 11/11 Dia de voltar para Joanesburgo e em seguida partir para Cape Town. Me parece que tem voo direto da Ilha para Cape Town, mas nas minhas pesquisas de preço não encontrei, então peguei a volta para Joanesburgo e de lá direto para cape Town. Eu havia reservado pela Kulula airlines porém saia do aeroporto Lanseria. Não tinha visto isto na compra. Ainda no Brasil percebi isso e no aeroporto ainda no dia 06/11 troquei o voo para sair do O R Tambo. Paguei mais 100,00 reais por isso e fomos de British que deve ser da mesma rede. Chegamos em Cape Town já era por volta das 20:00 pegamos outro corolla que eu havia reservado, desta vez na Hertz e fomos em direção ao hotel. O Hotel era bom e muito bem localizado, mas muito caro, esse deixei para reservar em cima da hora e tomei uma bica. Ficamos no Rockwell All Suite Hotel & Apartments. Dia 13 12/11 Table Mountain Primeiro dia em Cape e já fomos direto pra Table Mountain. Optamos por subir e voltar de Teleférico. Lá em cima é incrível, que visual, chegamos e de um lado nuvens, do outro aberto, era o que eu queria. Fizemos algumas caminhadas, vimos alguns animais, lagartos etc, foto de tudo que é jeito e o tempo foi se abrindo do outro lado também. Que lugar!!!! Kirstenbosch National Botanical Garden Na sequência fomos no jardim botânico de cape. Já fui em alguns jardins botânicos, mas pra mim o de cape é possivelmente o mais bonito (talvez empata com o do Rio, ainda não sei rs), grande, vários animais também, coruja e tudo mais. Finalizamos o dia no Boo-Kaap. Mais um daqueles estamos lá vamos, pra mim nada demais. Dia 14 13/11 Aquarium Cape Esse dia era um dia bem aguardado, em algumas pesquisas na internet eu vi que no aquario de cape town que fica no waterfront é possível fazer uma interação com os pinguins rockhopper (o cabeludindo do filme tá dando onda). Para isso é necessário reservar pela internet, você manda e-mail para eles, e só é possível 2 pessoas por dia, portanto reserve com bastante antecedência. Como estávamos em 3 pessoas, eu reservei duas para dia 13 e uma para dia 14. Cheguei no aquário e perguntei se era possível fazer os 3 no mesmo dia, a menina falou com a guia e ela disse que dava, mas o tempo total era 30 minutos para 2 ou 3 pessoas, para nós era suficiente. Primeiro conhecemos o aquário, eu curto muito aquário então para mim foi bem legal (até hoje o melhor para mim é o de Valência na Espanha) e quando foi 10:45 começa o penguin experience. Você coloca um jaleco porque os bichinhos vão cagar na sua roupa e vai pra área de encontro. Meu maior medo se tornou realidade, na hora de reservar eu pensei será que a gente entra na área que os pinguins ficam para os visitantes verem eles? ou seja, a galera vai ficar me vendo lá dentro pelo vidro? E sim, é isso mesmo, fui pinguim por um dia kkkk. A primeira instrução é: Os pinguins mordem então não puxem o braço, mão, pra não machucar, deixa morder rs, e a guia mostra a marca nos braços dela. Lá dentro a gente senta e ela vai colocando os pinguins no nosso colo, mostrando como passar a mão, onde passar, o que fazer, explicando tudo sobre eles. O primeiro que veio no meu colo, adivinhem? Me mordeu pra caramba rss. Mas não doeu nada. O segundo era um gente boa lá, que esqueci o nome também e ficou de boa no colo de todo mundo. Quando você coloca a mão entre o pescoço dele, ele se treme todo, moh barato. Não entendi o motivo, a guia explicou. Cara valeu a pena também, essa interação com os animais era o que eu procurei nesta viagem, além de vê-los queria interagir. Bem diferente. Waterfront Na sequência dessa experiência incrível ficamos pelo waterfront porque na parte da tarde teríamos Robben Island. Fomos na Roda Gigante, shoppings, eu acabei indo no Springbok Experience que é o museu da seleção de Rugby. Pra quem gosto muito legal apesar de pequeno. Almoçamos no Quai 4, porque com o ingresso do Springbok Experience você ganha um chopp lá. O waterfront é bem legal, grande, com várias lojas, fomos de dia e de noite também para jantar, 3 shoppings e várias coisas para fazer. Robben Island Nosso tour já comprado pela internet saiu as 15:00, dizem que se não comprar pela internet não consegue comprar porque é concorrido, no dia que eu fui dava para comprar na bilheteria de boa. Lá é um tour histórico né? A ilha, Mandela, Apartheid, o guia da prisão é um antigo detento. Depois descobri que tinham vários políticos da Namíbia lá também. Histórico, Imperdível. Dia 15 14/11 Dia de ir até o cabo da Boa Esperança. em torno de 80km +- até lá. No caminho passamos na praia de Muizenberg aquela das "casinhas" coloridas. Realmente muito bonita a praia e as casinhas dão um toque diferente. Aliás para todo lugar que você vai em Cape Town tem uma paisagem incrível. Na sequência fomos para Boulders Beach conhecer a famosa praia dos pinguins. Depois de estacionar e pagar a taxa de entrada você tem 2 passarelas para ir até a praia. Lugar Mágico. Muitos e Muitos pinguins Africanos dando show e valorizando nossas fotos rs. Destino Final Cape Point e Cabo da Boa Esperança. Chegamos por volta das 12:00 lá. Acredito que tenha limite de carros para entrar no parque, porque ficamos mais de 1 hora parados na fila, e a cada carro que saia liberava um. Lá dentro também estava com várias obras na pista então paramos algumas vezes. Em Cape Point estava 100% neblina, 0 visibilidade, só ouvimos o barulho do mar lá embaixo. Almoçamos no restaurante que tem por lá, comida excelente e perguntei para atendente se era sempre assim, ela me disse que com frequência aquele ponto ficava assim, não tinham como prever. Já no Cabo da boa esperança mais abaixo já estava com visibilidade boa. Um dos lugares mais bonitos que tem por lá. Voltamos pela famosa Chapman's Peak Drive, que tem pedágio de 51,00 rands. Uma estrada Cênica, lindíssima. Vários Viewpoint para você parar. No final paramos no Chapman's Peak para ver o pôr do sol. Algumas pessoas levam champagne e tudo mais, mas ficamos só vendo o pôr do sol mesmo num baita frio. Mas foi para fechar o dia com chave de ouro. Não fomos na Lion head e Signal Hill que dizem ter um pôr do sol incrível também. Dia 16 15/11 Centro e Camps Bay Começamos este dia indo conhecer algumas coisas no centro de Cape Town. Primeira parada foi o Companys Garden, bem bonito por sinal. Depois fomos na Igreja e na praça que vende os artesanatos e tal. Nada muito interessante. Finalizado essa parte, o sol já começou a aparecer e ai fomos para Camps Bay, curtir uma praia, aquela praia espetacular com vista para os 12 apóstolos. Pena a água ser congelante. Acho que é mais gelada que de Punta del Este. Hout Bay Depois de passar algumas horas por lá fomos para Hout Bay, primeiro para almoçar e depois para fazer o tour da Seal Island para ver as focas. Almoçamos um fish and chips bem gordurento mas bom ali na Hout Bay mesmo e fomos procurar de onde saia o passeio, por sorte pegamos o último horário as 16:00. O Tour leva 50 min +-, 20 para ir, 20 para voltar e 10 observando as centenas de focas que ficam na ilha. Gostei. A noite foi dia de conhecer no Mama África, 100% turístico rs, na chegada flanelinha para poder guardar o carro, 20,00 rands da vaga e 10,00 para olhar o carro, falei que os 10,00 eu pagava só depois e não paguei até hoje. Mama África Lá no Mama África pedimos mesa para 3 e a atendente falou que tinha que ter reserva que para o dia só tinha mesa para depois de 1 hora, quase falei: Só 1 hora, é porque você nunca foi para São Paulo!!! Demos o nome e fomos para o Bar, tudo meio apertado, mas não deu 20min, a bebida nem tinha chegado ainda e já chamaram para nossa mesa. Experimentei 4 cervejas artesanais de Cape Town e não gostei muito de nenhuma. Para o jantar pedimos uns espetinhos de game que são as carnes variadas deles, e estava razoável, meio sem tempero. Pedi errado Fígado de Moçambique, horrível, não gosto de fígado, errei na tradução rss, e comi também um espetacular bobotie de avestruz. Achei tudo razoável, atendimento bom, comida normal, com exceção do bobotie. Dia 17 16/11 Dia de conhecer a região das vinícolas, para este dia eu preferi reservar um tour pois o objetivo principal era beber muito vinho, claro. Reservei o tour Wine Tours Cape Town 230,00 reais por pessoa incluso: transporte, visita com degustação em 4 vinícolas e almoço. As 08:30 a Van já estava na porta do hotel e seguimos sentido Paarl e Stellenbosch a 1 hora aprox de cape town. Por volta das 18:00 estávamos de volta. Gostei muito do tour, pelo guia, pelas vinícolas escolhidas, almoço e tudo mais. Vou resumir as vinícolas que conhecemos: Fairwiew: A primeira degustação são 6 vinhos e com queijo para acompanhar cada uma delas. Backsberg: Você conhece um pouco do processo de fabricação além de degustar de 5 vinhos e 1 Brandy. O Brandy é espetacular trouxe uma garrafa, os vinhos nem sei, depois do Brandy esqueci o gosto rs. Depois desta fomos almoçar em uma outra que não me recordo o nome. Remhoogte: Essa vincula o legal é o lugar pois na frente tem uma área com vários animais, Zebras, Impalas etc. Baita vista e você degusta de 4 vinhos. Murate: Essa tem como característica ser uma das mais antigas do mundo e na área de degustação eles deixam isso bem a mostra em um lugar com várias teias de aranha milenar rs. Degustamos mais 6 vinhos. Vi que tem agora um trem que faz o esse tour, mas na época que eu pesquisei não tinha nenhuma informação. Dia 18 17/11 Este era o dia de partir para Namíbia, mas ainda tínhamos a parte da manhã livre pois só iriamos a tarde rumo a namíbia onde paramos na cidade de Oskiep a menos de 1 hora da divisa. Na parte da manhã minha esposa queria voltar em Hout Bay para ir em uma loja e comprar uma pantufa para minha sobrinha, e lá do lado tinha o World of Birds and Monkeys, como não tínhamos nada para fazer, sugeri que fossemos lá. Não era um lugar programado mas devia a variedade de pássaros que vimos na África do Sul achei que podia ser interessante. World of Bird and Monkeys and Rats/Mouse/Mice Realmente tem uma variedade muito grande, cada pássaro incrível que nunca tínhamos vistos, lugar grande, só tinha um problema, tinha rato para cacete, e eu tenho pavor de rato. Você entra em uma área que era para observar os pássaros de perto, dentro da gaiola mesmo, e lá estavam os ratos comendo a comida dos pássaros, não eram pequenos, eram gigantes. E o pavor batendo porque estava dentro do cercado. Mas eu já tinha pago, venci esse medo, ainda vi outros grandes, em algumas dessas gaiolas eu via e voltava, não dava para encarar. Foi foda. Mas vi uns pássaros e macacos que não se vê em qualquer lugar. Ainda gostaria de saber porque não matam os ratos para manter um lugar limpo. Vencido mais esta etapa fomos em um shopping na Hout Bay compramos as tais pantufas, voltamos para o hotel check out e partiu Hertz da Long Street. A Saga do Carro Na Hertz nos iriamos trocar o corolla por um 4x4, já explico o motivo do 4x4, e partir para Namíbia. Chegamos lá as 14:00, o cara me perguntou como iriamos para o aeroporto, eu falei que iriamos pegar um 4X4 ali mesmo, o cara me diz que não tem nada reservado, até aí beleza, fui lá falar com ele, o que aconteceu é que eu reservei pela internet para devolver o carro no aeroporto e pegar lá, porque a oferta de 4x4 é pequena, mas no dia que eu retirei o corolla falei para o cara que ia devolver no centro e queria pegar o 4x4 lá também, ele me disse que sem problemas, que ele ia mudar. Mas pelo visto não mudou. Por sorte tinha acabado de chegar um 4x4 e eles iam limpar. Pediu para voltar dali 1 hora. Aproveitamos e fomos almoçar do Addis in Cape, restaurante de comida etíope. Cara que puta experiência. Come com a mão e os caramba, comida bem apimentada, mas saborosa, atendimento excelente. Indico. Voltando na Hertz tudo certo, eis que eu falo para o cara: Precisa de alguma coisa para entregar o carro em Windhoek? Aí bate o desespero nos caras, porque tem toda uma papelada para o cara fazer, ele saiu gritando para outro lá que íamos entregar em Windhoek e vem outro para fazer a papelada. Nesse momento um dos caras da locadora me pergunta: Onde vocês vão dormir hoje? Eu falei: Perto de Springbok. E onde é Springbok? A mais ou menos 6 horas daqui. O cara fez umas contas e incrédulo falou: Mas você vai chegar lá as 21:00. Isso mesmo. Quase falei: Cara a gente mora em SP lá você gasta 4 horas para ir e voltar do trabalho todo dia, o que são 6 horas? Minha esposa falou que quando eu saí para ir no banheiro o cara estava preocupado que eu iria dormir no volante dirigindo 6 horas. kkkk No final do processo outro cara da locadora incrédulo vira e me pergunta: Porque Windhoek???? Eu falei: Cara a Namíbia é cheia de canyons, paisagens, dunas, desertos, por isso. Ele manda: Ahhh no Brasil não tem deserto, só tem o Cristo. kkkk Nesse momento minha cunhada estava consultando o roteiro que eu montei porque estava batendo desespero, ela pensou: Se os caras que estão aqui do lado não conhecem a Namíbia e não sabem o motivo de estarmos indo lá, onde esse cara está me levando??? Rachei o bico, mas confesso fiquei um pouco apreensivo, mas vida que segue. Com aquele caminhão que é o 4x4 nas mãos seguimos até Oskiep onde iriamos dormir. Ficamos em um puta hotel legal, com um bar mais legal ainda, e com um preço melhor ainda. A noite tomei (tudo isso pra relaxar do trampo da locadora): 1 whisky duplo, 2 congnac duplos, 3 cerveja, minha cunhada 2 whiskies duplos e minha esposa 1 drink, deu menos de 70,00 reais. Na companhia de um barman gente boa que diz já ter trabalhado na Amazônia mas não sabia o que era boto cor de rosa, ou pelo menos foi o que eu entendi hauhuahuahu. Do mais a paisagem de cape até Oskiep é sensacional, já valeu a viagem. NAMÍBIA Dia 19 18/11 Esse dia foi o dia de cruzar a fronteira. Antes algumas informações que eu peguei da Namíbia. Na Namíbia tudo que você for fazer tem uma distância mínima de 300km. A Namíbia tem quase o tamanho da Espanha e França juntos, para ter uma ideia estes dois países têm em torno de 100 milhões de habitantes, a Namíbia tem 2 milhões e meio, ou seja, é um país desértico, inclusive de pessoas, chegamos a dirigir 2 horas sem ver uma alma viva, nenhum carro, só uma tonelada de paisagem exuberantes e muitos animais selvagens em seu habitat natural. As estradas são classificadas em B, C, D, onde B: Asfalto, tapete. 😄 Terra, mas de boa, 😧 Somente 4x4. Peguei estradas C que pareciam D e D que pareciam C, rs. Para ficar mais seguro e ir mais rápido também eu preferi alugar o 4x4, já que com um carro comum já vi relatos de gente que conseguiu ir, mas aí tem que preferencialmente fazer a maior parte pelas estradas B, o que amplia muito a distância. Tem umas C e D bem chatas de dirigir, desliza muito mesmo no 4x4 e tem vários "quebra-mola" natural. Mas com o 4x4 vai que vai. Foi bem tranquilo dirigir pela Namíbia e a paisagem vale cada distância que você enfrenta. Na montagem do roteiro tínhamos a opção de ir de avião de Cape para Windoek ou entrar de carro. A maioria dos lugares estão mais próximos da capital. Etosha, Sossusvlei, Sesriem, Walvis Bay, Swakopmund, Skeleton Coast. Todos a aquela distância mínima um do outro 300km rs. Só tem um lugar que está longe de Windoek e mais próximo da África do Sul, o Fish River Canyon, e era um dos lugares que queríamos ir, por isso optamos por entrar de carro de cape. Mais uma vez: Sábia decisão. Posto de gasolina: Abasteça sempre que ver, é realmente raro, ainda mais quando você pega as C e D. Fronteira Cruzamos a fronteira, eles revistaram o carro, e não perdem a oportunidade de perguntar de onde você é, e ficar deslumbrado quando falamos que somos do Brasil. Aliás isso aconteceu na Namíbia inteira, de onde vocês são? Brasil. Aí começa o bate papo, foi realmente muito legal. Na fronteira você preenche o formulário de imigração, paga a taxa do carro (que ninguém te avisa e só te falam quando você tenta passar pelos guardas) e pronto entra na Namíbia. Fish River Canyon e o Deserto mais antigo do Mundo MAPS.ME nos ajudamos e chegamos até o Fish River Canyon. Gigante, Incrível. Não conheço o Grand Canyon, mas esse para o enquanto é o meu preferido. E o lugar me lembrou atacama e Bolívia, sem grade, proteção nem nada, roots, se quiser e conseguir descer, desça problema seu rss. Saindo do Fish River fomos para o nosso hotel no meio do Deserto o mais antigo do mundo. Puta hotel. Valeu cada centavo também. Aproveitamos a tarde na Piscina, vimos um baita por do sol e já com 5 cervejas na mente tentei me aproximar de um Oryx já que é tudo aberto mesmo por lá, por sorte ele foi mais sensato que eu e vazou rss. Ali você se sente literalmente no deserto, no meio da natureza, sem grades, proteção, nem nada. Cobra, Lagarto, Oryx, Dassies e tudo mais. Ficamos no Gondwana Canyon Village Dia 20 19/11 Neste dia tivemos o trecho mais longo da viagem, quase 600km até região de Sesriem/Sossuvlei, eu adicionei uma passada no Giants Playground e Quiver Tree Forest o que aumentou um pouco mais o tempo de viagem, mas valeu a pena, O Quiver Tree Forest é uma floresta com várias das árvores da Namíbia a Quiver, vimos muitas Dassies por lá também, ficamos pouco tempo, na entrada da desse parque tem uma placa, existem animais selvagens, entre por sua conta e risco, mais ou menos isso, lá dentro além das dassies vivas, tem as mortas também rs, vimos carcaças delas, aí vazamos, acho que por causa dos javalis. O Giants Playground são uma série de pedras "empilhadas" que tem um visual bem interessante. Não são lugares imperdíveis, mas vale como uma parada. Na sequência nosso GPS mandou ir por uma estrada C14 ao invés da B1 que parecia ser mais rápido, porém nem lembrava na hora da B ou C e segui o GPS. Valeu GPS. Que paisagem incrível. Aliás isso é uma das coisas legais da Namíbia os caminhos. A vantagem de ir pelas estradas C e D são as paisagens que você encontra pelo caminho. Neste caminho você ainda vai ver vários animais selvagens, zebras, springboks, muitos pássaros, tem até placa de Girafas, mas nós não vimos nenhuma. Cada curva que você faz é uma nova paisagem. Foi em uma dessas que paramos para tirar uma foto no meio da estrada. Parei o carro, tiramos várias fotos, depois resolvemos tirar dos 3, eu tentei ajustar a câmera com pedras, ai achei melhor pegar o tripê, ou seja, mais ou menos uns 40 minutos e nenhum carro passou. Quando ajustei o meu tripê e corri para me posicionar para a foto, me aparece um carro, voltei correndo e peguei o tripê com a câmera rs. A galera que estava no carro viu que descemos e pararam mais para frente para tirar fotos também. Não esqueçam de levar salgadinhos, água etc, porque são pouquíssimos lugares que tem para você parar e comprar alguma coisa, principalmente indo pelas C e D. Chegamos no nosso hotel já era por volta das 17:00. Aliás que lugar, no meio do deserto também, tudo aberto, Oryx rondando, piscina, bar, show. Ficamos no Desert Camp em Sesriem. É uma rede com vários tipos de alojamentos, inclusive um Lodge que fica a 5km do Desert Camp, que é onde eles têm o café da manhã e jantar. Não sei se tem almoço. Jantamos 2 dias lá e tomamos café 1 dia. Café 30,00 reais por pessoa e jantar 70,00 reais. Tudo bem farto. Mas dá para comprar o que você quiser perto da entrada do Sossusvlei, que acredito ser o lugar mais próximo ali da Região. Solitaire está a 65km +- pra ter uma ideia. O jantar no Lodge é bem servido e várias carnes de Caça (Game), Zebra, Springbok, Cervo e mais um monte de outras, além de macarrão e peixes, tudo feito na hora. O legal é o clima, claro, no meio do deserto e tudo com luz de velas. Dia 21 20/11 SOSSUSVLEI - Duna Misteriosa e Dune 45 Dia mais que esperado da viagem toda, dia de Sossusvlei e Dead Vlei. No dia anterior estávamos decidindo se íamos cedo (o parque abria as 06:20 quando eu fui e fechava as 19:20, varia de acordo com a época, no hotel já nos informaram os horários) ou mais tarde. Decidimos descansar um pouco mais e ir por volta das 10:00 para o sossuvlei, o que no final se mostrou uma decisão não muito boa, pois chegamos ao dead vlei por volta das 13:30 em um sol de 35 graus na cabeça, além do fato da baixa humidade do ar da Namíbia e o principia sem água. Na entrada do parque você paga a taxa para entrar e o cara te dá um número. É importante anotar o bendito número, na saída o "porteiro" encheu nosso saco por causa do tal número rs. Depois de entrar no parque você já começa a ver as dunas avermelhadas dos dois lados. O Destino final que é o Dead Vlei fica a 65 km da entrada, e não tem nenhum lugar para comprar nada dentro, portanto água e outras coisas já compre na entrada. Existe uma primeira Duna que paramos e eu acabei subindo que é aparentemente maior que a Dune 45 (que tem este nome por estar no km 45). Essa Duna não tem nome, não encontrei nada na internet, pra subir não é muito simples não, mas no final dá certo. Lá pelo KM 45, chega a tal Dune 45 que é um pouco melhor de subir. Para subir devo ter gastado uns 45 min pelo menos. DEAD VLEI A Saga Final do trecho é o caminho que leva para o Dead Vlei, existe os 4 km finais que somente são acessíveis de 4x4, muita areia, desliza demais. Se você não tiver de 4x4 é só parar e pegar os carros do próprio parque, parece que paga 170,00 Dólares Namibianos (que tem o mesmo valor do Rand Sul-Africano. Inclusive só levamos rand lá e é moeda quase que oficial também, cotação 1x1). Nessa parte sofremos, primeiro que não tínhamos água (pesquisa, pesquisa antes da viagem e comete esse erro, rs), segundo que tem uma placa; Dead Vlei, siga as marcas. Só que tem marca pra tudo que é lado. Tinha 2 casais indo para o lado direito e seguimos (Para ir ao Dead Vlei é só seguir as marcas mas para frente da placa rs) eles, paramos em outros Vleis que tem por lá, muito show, mas nada do Dead VLei, foi quando decidi olhar no GPS e vi que estávamos em paralelo, que a melhor opção era voltar. Resumo da História é que gastamos pelo menos 1 hora até que eu consegui encontrar o Dead Vlei. Que Lugar!!! Que energia!!! Mas foi puxado, sol do caramba na cabeça e cansados, até porque subimos as Dunas, além do horário. Por sorte um pouco antes, quando minha esposa e minha cunhada já estavam desistindo de achar o Dead Vlei (porque eu estava em outro lado procurando o lugar, subindo mais dunas para "cortar" caminho), minha esposa achou uma garrafinha de água e acreditem lacrada, caída perto de onde você para os carros, porque elas voltaram para lá para refazer o caminho. Neste momento eu já havia achado o Dead Vlei e voltei para buscar elas. A água apesar de morna nos deu gás novo para aguentar a caminhada de 20 min(no meu caso a segunda, rs). SESRIEM Finalizado este lugar mágico voltamos os 65km e eu comprei uma garrafa de 2 litros de água para cada um, que eu bebi em poucos minutos. Descansamos um pouco e partimos para o Sesriem. Um canyon diferente, vale a pena também, o legal é que você caminha dentro dele. Já vi gente caminhando com água dentro, no nosso caso estava seco com poucos pontos com água e muita pedra, espinhos e tudo mais. Apesar do calor e da quase falta de água kkkk, foi incrível, aquele lugar é realmente espetacular. Dia 22 21/11 Neste dia acordamos cedo e fomos em direção a Windhoek de onde saia o nosso voo para Joanesburgo, no caminho passamos na famosa Solitarie para tomar café e comer a torta de maça, muito boa por sinal. Mais 250km e estávamos na capital da Namíbia. A aproximadamente 15 km de Windhoek tivemos que parar o carro para uns 20 macacos atravessarem. Cena curiosa por estarmos tão próximo de uma capital rs. Paramos na Igreja central para conhecer e fomos no Museu da Independência. Bem bonito, completo e com cenas bem fortes do que foi o processo de libertação da Namíbia. Como estávamos meio em cima da hora e o aeroporto era a quase 50 min do centro, já fomos embora, a princípio não tem muita coisa para conhecer na capital. Achei bonita e bem organizada. Chegando no aeroporto devolvemos o 4X4 e mais cara de incredulidade por estarmos devolvendo um carro que pegamos em Cape Town. O aeroporto da Namíbia pelo menos no dia que fomos parecia uma rodoviária. Pequeno, ar condicionado quebrado ou desligado e com uma fila gigante para imigração. Demoramos mais de 3 horas entre o processo de despachar bagagens e passar pela esteira e imigração. Não devia ter mais de 100 pessoas na fila. Mas no final tudo deu certo, com muito atraso claro. Dia 23 22/11 Dia de voltar para o Brasil com aquela sensação que podia ter ficado mais tempo, principalmente na Namíbia. Mas o fim de uma viagem é o começo de outra. Bora trabalhar para pagar a próxima. É isso rapaziada, foi possivelmente a melhor viagem que já fiz, finalmente uma que passou ou empatou com Atacama e Bolívia rs. Quem estiver com alguma dúvida que eu possa ajudar pode mandar mensagem que eu respondo assim que puder.
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