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Encontrado 8 registros

  1. Olá galera! Estou planejando meu intercâmbio para Malta em Outubro/2019. Meu objetivo é estudar inglês em Malta por 4 semanas, viajar aos fins de semana (Roma, Barcelona, Londres e Sicília) e ao final do intercâmbio ficar 1 semana na Europa ( Amsterdam, Viena, Berlim..talvez). Gostaria de dicas sobre escolas, localização, passeios em Malta. Principalmente, VALE A PENA ESTUDAR 4 SEMANAS DE INGLÊS MALTA? Outras dicas serão muito bem vindas!
  2. Alguem aqui programando Intercambio em Dublin nesse ano ou no ano que vem??? VAmos conversar?
  3. Boa noite, gente! Pretendo fazer um intercâmbio de 3 meses em Brighton (UK) em uma escola certificada pelo British Council no final de agosto deste ano (2019). Só que depois desses 3 meses, gostaria de fazer uma viagem de 15 dias pelo Reino Unido + duas semanas em Londres, a imigração vai implicar? Eu já devo ter todas as hospedagens reservadas no dia de chegada (mesmo que faltem 3 meses pras viagens)? Tenho uma amiga de nacionalidade espanhola que estará morando em Londres, se eles me perguntarem se conheço alguém no Reino Unido, devo dizer que sim né? Isso vai me prejudicar? Mesmo ela sendo cidadã espanhola? Grata desde já.
  4. GEEEENTEEEE ME AJUDEEEEM!!!! Estou indo fazer um intercâmbio em Wellington, vou ter 3 semanas livres para passear lá. Alguém já passou ano novo por lá??? Penso em fazer a ilha norte, não vai dar pra conhecer a ilha sul, da forma como quero. Alguém tem dicas imperdíveis??? Ouvi dizer de uma cachoeira de água quente, mas não tenho muitos detalhes..
  5. Olá, bom dia. Estamos fazendo um TCC relacionado a viagens para o exterior e precisamos de pessoas para responder nosso formulário, assim ajudando na pesquisa de campo. Atenciosamente, Equipe Odisseia Segue o link abaixo https://goo.gl/forms/QGDpqe3k5caUIhV23
  6. Já pensou em fazer trabalho voluntário na África? A Dani fez, e eu chamei ela pra bater um papo sobre isso. Confira! (Foto disponibilizada pela Dani) Essa é a visão de uma pessoa que passou 3 meses fazendo trabalho voluntário na África, em Moçambique. Um país onde as pessoas vivem com o salário de 60 dólares, pouca infra-estrutura, educação e saúde. Com 20 anos, a Dani foi para o país fazer um trabalho educacional, dando palestras de conscientização sobre problemas sérios que afetam a população de Moçambique, como HIV e violência doméstica. Além disso, também ajudou no desenvolvimento das comunidades de maneiras mais práticas, ensinando o povo a cuidar da terra e cultivar o próprio alimento. Trabalhando no cultivo de alimentos (Foto disponibilizada pela Dani) Entre todas as experiências, Dani teve seu computador furtado, foi assaltada e contraiu malária, a doença que mais mata no país. Tive a oportunidade de bater um papo com a Dani, que falou como foi essa experiência, como vivem as pessoas em Moçambique e como isso mudou a sua perspectiva sobre o mundo. Elefante selvagem (Foto disponibilizada pela Dani) A série 10 Minutos no Sofá Com objetivo de transmitir a essência de sair da zona de conforto, quebrar preconceitos e conhecer novas culturas, surgiu a série 10 Minutos no Sofá. Uma série onde eu chamo uma galera pra bater um papo, pessoas que fizeram viagens transformadoras. Experiências que influenciaram o seu jeito de viver e seus valores. Deixe-se levar pela conversa e inspire-se a Tirar a Bunda do Sofá. 10 Minutos no Sofá com Dani Começamos a série com uma viagem fora do padrão, que vai fazer até você leitor, repensar sobre como vivemos atualmente. Assista ao episódio completo abaixo: Ou se preferir, ouça apenas o áudio através do link abaixo. Você pode inclusive receber o arquivo por email: Trabalho social em Moçambique – Uma experiência para mudar a sua vida Trabalho voluntário na África Confira abaixo os pontos principais desse bate papo incrível com a Dani. Você foi pra Moçambique né? Quando foi isso? Dani: Sim Moçambique. Eu fui em 2013, eu tinha 20 anos na época, tava fazendo faculdade e não tava curtindo. A faculdade entrou em greve e eu resolvi fazer um intercâmbio. Dani com seus colegas intercambistas (Foto disponibilizada pela Dani) Qual foi a reação dos seus pais quando você contou sobre o intercâmbio? Dani: Minha mãe ficou meio desesperada. “Pra que ir tão longe? Por que na África? Não é perigoso?”. E meu pai já foi bem mais tranquilo, disse que se tivesse a mesma idade faria o mesmo. E por que Moçambique? Dani: Justamente porque eu não via motivo em fazer trabalho voluntário em um país desenvolvido e que não falasse português. Um pessoa de baixa renda não vai falar inglês, e ai eu não conseguiria ajudar muito. Safari (Foto disponibilizada pela Dani) O que você fazia lá? Dani: Na verdade eu fui para ajudar numa ONG que faz visitas à comunidades, fazendo um trabalho de conscientização sobre HIV, violência doméstica e outros problemas comuns do país. Trabalho de conscientização (Foto disponibilizada pela Dani) Mas como esse trabalho não era feito todos os dias eu me juntei a outras ONG’s e grupos. Ensinei o povo a cultivar o próprio alimento, fiz visitas à hospitais e acompanhei aulas de danças. E como era a sua hospedagem? Dani: Então, eu fui pega de surpresa, fiquei em um prédio de 12 andares e eu estava no último. Tinha água corrente durante todo o dia apenas em uma torneira do primeiro andar, nos outros era só das 7 as 9 da manhã. Fogão (Foto disponibilizada pela Dani) A gente acordava e levava galões de água pra cima, e o elevador não funcionava. Eu tomava banho de caneca, lavava louça com água de garrafa e dava a descarga com balde. (Foto disponibilizada pela Dani) Teve alguma experiência ruim? Dani: Teve uma situação de assalto, mas foi vacilo nosso, a gente saiu de madrugada em um bairro perigoso. Aconteceria em qualquer lugar do mundo. Tive também meu notebook furtado, mas também foi vacilo. Eu emprestei pra um colega e saí, e ele deixou o notebook dando bobeira e cima da cama. Além desses dois eu ainda tive malária, que é a doença que mais mata no país. Quando fui fazer o exame o enfermeiro quis usar uma agulha usada em mim, e ali bateu o desespero. Conheci muitas pessoas que pegaram AIDS assim. Quais foram as coisas que mais marcaram a sua viagem? Dani: O choque de realidade. Por mais que você saiba como é, entre saber e vivenciar aquela realidade existe uma grande diferença. Ver a realidade e saber como eles encaram isso. Como eu vou falar que a maneira correta de fazer determinada coisa é assim, sendo que a realidade deles é completamente diferente. (Foto disponibilizada pela Dani) Não tem como apontar o dedo e querer julgar, eles fazem o melhor com o que eles tem. Eles não tem estrutura, não tiveram instrução nem capacitação. Olhar de fora é muito fácil. E aprender de fato a viver uma outra cultura. Nós fazíamos aulas de dança no telhado de um lugar, e agora imagina você aprender uma dança de gana com uma música local. Isso é muito legal! (Foto disponibilizada pela Dani) Esse foi o primeiro episódio da série 10 Minutos no Sofá, uma experiência fantástica que transformou a vida da Dani e serve de exemplo para quebrar preconceitos e abrir nossos olhos para a sociedade em que vivemos. A série terá mais episódios, sempre com o mesmo objetivo, mostrar o quão benéfico e transformador pode ser fazer uma viagem de imersão cultural.
  7. Com apenas 16 anos de idade ele passou 1 ano fazendo intercâmbio na Austrália, longe dos pais, dos amigos e do conforto de casa. Você teria coragem? Ou melhor, você mandaria o seu filho para uma experiência como essa? A maioria do pais que eu converso me dizem a mesma coisa: Jamais! Como ele vai se virar? E o risco de fazer coisas erradas? Com 16 anos é muito cedo! Bora fazer um intercâmbio? Eu discordo! E o Rafa, que passou por isso, também. Quer descobrir por quê? Esse é o terceiro episódio da série 10 Minutos no Sofá, e dessa vez o papo é justamente esse, porque você deve mandar o seu filho para um intercâmbio o mais cedo possível. A série 10 Minutos no Sofá Com objetivo de transmitir a essência de sair da zona de conforto, quebrar preconceitos e conhecer novas culturas, surgiu a série 10 Minutos no Sofá. Uma série onde eu chamo uma galera pra bater um papo, pessoas que fizeram viagens transformadoras. Experiências que influenciaram o seu jeito de viver e seus valores. Deixe-se levar pela conversa e inspire-se a Tirar a Bunda do Sofá. 10 minutos no sofá com Rafa Para o terceiro episódio, busquei uma experiência totalmente diferente dos dois primeiros, que foram baseados em trabalho voluntário pelo mundo. Nesse, a transformação através da viagem veio ainda mais cedo, quando Rafa tinha apenas 16 anos. O Rafael é o primeiro da direita. Rafa é um colega meu de tempo já, mas nunca tínhamos conversado a fundo sobre a sua viagem, e é claro que não podia deixar de bater um papo com ele para essa série. Assista esse bate papo inspirador no video abaixo, ou se preferir, apenas ouça enquanto faz outra coisa. Intercâmbio cultural na Austrália com apenas 16 anos Confira abaixo os pontos principais dessa conversa com o Rafa. Para saber tudo sobre essa incrível experiência, assista o video acima. Rafa, com apenas 16 anos você fez um intercâmbio de 1 ano. Me conta ai, como foi isso? Rafa: Esse ano (2017) fazem 10 anos que eu fiz essa viagem, na época foi meu pai que deu a ideia, inspirado no meu primo, que fez o mesmo intercâmbio em 1997. Então lá ele já pensou, quando meus filhos tiverem na idade certa, eles vão também. Pais australianos do Rafa E qual era o foco desse intercâmbio? Rafa: Apesar de você estudar durante esse ano, o foco do Rotary é o intercâmbio cultural, ou seja, conhecer uma nova cultura, trocar experiências e conhecer pessoas. E foi isso que eu fiz, tanto que eu já deixei bem claro para a minha família lá que eu não tinha a intenção de validar meu ano escolar quando voltasse para o Brasil. Rafa viajou por toda a Austrália Quais foram os principais benefícios desse intercâmbio? Rafa: A primeira coisa que vem na mente é a rede de contatos que você faz. Conhecer pessoas e a cultura delas. Teve pessoas que eu conheci lá e que depois de 5 anos me falaram “Rafa eu to indo pro Brasil”. Na hora eu falei: Fica aqui em casa. E isso é muito legal. E além disso a maturidade que você desenvolve, a capacidade de se virar e se tornar uma pessoa mais responsável. E quando teu pai deu a ideia, o que você pensou? Rafa: Eu lembro que eu abracei a ideia na hora, em nenhum momento eu hesitei. Minha mãe não foi contra, mas ficou um pouco receosa, e já meu pai tinha na cabeça a ideia de que se ele pudesse ele teria feito também. O que mudou no Rafael depois do intercâmbio? Rafa: É difícil dizer “eu sou assim hoje devido ao intercâmbio”, mas sem dúvida essa experiência me deixou muito mais aventureiro. Eu vi que o mundo é muito pequeno e está ai para ser explorado. Todos os lugares que você visita estão sempre lá, é só você tirar a bunda do sofá e ir até ele. Você, como intercambista, o que tem a dizer para os pais que tem medo de mandar o filho em uma viagem dessa? Rafa: Desapega! Tira o filho de dentro das asas e manda pro mundo. Talvez ele até vá e faça festa, beba e vomite, mas com certeza vai aprender com isso e se tornar uma pessoa muito mais madura. E nem só para os pais, para os próprios jovens que as vezes não querem, por conta de atrasar um ano nos estudos ou até mesmo pelo namoro. Tem que desapegar! Não tem problema algum se formar um ano atrasado, a experiência de vida que o intercâmbio vai proporcionar vale muito mais do que isso. E pelo namoro, você vai voltar e se for muito bom o namoro vai voltar também. Esses são apenas alguns pontos comentados nesse papo fantástico com o Rafa. Sem dúvida uma experiência única e que marcou a vida dele, influenciou em seu futuro e o transformou em uma pessoa melhor. Tire a Bunda do Sofá!
  8. Minha viagem para Chicago foi a primeira internacional e também a primeira que fui sozinho, e olha, foi um baita aprendizado. Viajar sozinho faz com que desenvolvamos habilidades necessárias para o dia a dia, e que inclusive são muito procuradas no mercado de trabalho. Temos que ser organizados, nos comunicar, ser pró ativos, resolver problemas e por ai vai. Primeiro voo da viagem a Chicago Nessa viagem em especial, o que mais aprendi foi como resolver problemas, pois foi o que mais aconteceu. Tive problemas com o voo de ida, pra entrar no país, pra achar a mulher que ia me hospedar e pra fechar o pacote, problemas também no voo de volta. É tanta coisa que vou criar um post só pra contar os perrengues. Intercâmbio em Chicago O objetivo principal dessa viagem era aperfeiçoar o inglês. Estudei a língua no Brasil pelo período de 4 anos, o que me deixou apto a escutar, escrever e ler com facilidade. Porém, na fala ainda sentia dificuldades. Fui para fazer um curso intensivo de inglês com duração de duas semanas. Fui para Chicago pois era a opção mais barata, e de quebra ainda poderia conhecer a “casa” do Chicago Bulls, time de Michael Jordan. Hospedagem em casa de família Tipo de hospedagem muito comum em intercâmbios, ficar em casa de família é uma excelente opção. Além de mais barata que hotéis, você tem a oportunidade de fazer parte do dia a dia de um habitante do país. Isso torna a experiência toda muito mais rica e construtiva. Kathy e Chico Fiquei na casa da Kathy, uma pessoa extremamente gentil, simpática e bondosa, que dividia sua casa com Chico, o cachorro. Kathy me ajudou de todas as maneiras possíveis. Me levou a pontos turísticos, restaurantes bacanas e até me acompanhou até a escola um dia antes das aulas começarem, para que eu aprendesse o caminho. Um exemplo de anfitriã! Chico The Dog, era um cachorro dócil e companheiro, passava um bom tempo me acompanhando pela casa. Mas também era malandro, sempre que podia roubava comida. Um dia cedo, quando entrei na cozinha, flagrei Chico em cima da mesa, na esperança de encontrar algo. O mais engraçado foi a reação dele, que ficou me olhando com uma cara de “se eu ficar parado ele não vai me ver”. Chico pedindo comida Como todo cachorro, Chico era esperto e sabia o horário em que Kathy chegava em casa, e todo dia a esperava no sofá, ao lado da porta. E sempre olhando pela janela, mesmo que a cortina estivesse fechada. Chico esperando pela Kathy Os dois formavam uma bela dupla, e fizeram de minha experiência em Chicago a melhor possível. Estudar nos Estado Unidos Estudar inglês nos Estado Unidos foi fantástico, meu nível de proficiência aumentou de forma incrível. O fato de estar no país que fala a língua estudada faz com que o nível de aprendizado aumente consideravelmente. Além de estudar, temos que conversar e fazer as tarefas do dia a dia em inglês. Como tive apenas duas semanas de férias para fazer esse intercâmbio, escolhi pelo curso intensivo, que era das 8:00 as 16:00, de segunda a sexta. A escola foi a Kaplan, que tem um bom sistema de ensino e professores excelentes. Passeando com alguns colegas de classe Minha dica: Não converse em português! O que você mais vai encontrar são brasileiros, e nós temos a mania de conversar em português quando nos encontramos em outros países. Na minha sala, 40% dos alunos eram brasileiros, e colocamos como regra nunca conversar em português. Assim mantivemos o foco em aprender a língua inglesa, e funcionou perfeitamente. Ao final do intercâmbio, a diferença no meu inglês era gritante. Cheguei em Chicago com dificuldade em falar, e em apenas duas semanas estava falando inglês com a mesma naturalidade do português. Hoje a minha recomendação é a seguinte: Aprenda o básico aqui no Brasil, e ao invés de gastar uma fortuna em cursos, faça um intercâmbio. O rendimento vai ser maior e o crescimento pessoal incomparável. Faça um intercâmbio! Aprender inglês é fundamental hoje em dia, e para isso, nada melhor que um intercâmbio nos Estado Unidos. Uma experiência como essa muda nossa vida. Nos faz sair da zona de conforto, e com isso passamos a ver o mundo de outra maneira. Além de voltar com um nível melhor da língua inglesa, também trazemos novas experiências e novas amizades. E de quebra ainda tem-se a oportunidade de conhecer uma nova cultura!
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