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  1. Estou cogitando fazer uma road trip pelo Brasil (de carro, talvez 4x4), por enquanto estou bem no inicio, ideia surgiu a poucos dias e comecei montar algumas coisas, qualquer ajuda, dica etc e bem vinda (ficar mais/menos dias, preço de hostel, hotel, camping, principais passeios e preços, praias, o que não/fazer em determinada cidade, etc..) (se alguém que fez algo parecido puder me mandar valores, roteiros, passeios dicas etc aceito tb) Roteiro que pensei 21 dias 1º Dia 7h00 São Paulo(SP) -> Búzios(RJ) (já conheço o RJ de cabo frio para baixo) 11h de viagem - 700km 2º Dia Passeio por Búzios 3º Dia (compensa ficar 2 dias por la ou um so e suficiente para conhecer o que dizer ser um dos lugares mais lindos do brasil?) Passeio por Búzios 4º Dia 6h00 Búzios(RJ) -> Vitória(ES) 8h de viagem - 500km Passeio a tarde/noite por Vitoria 5º Dia (um dia para conhecer o principal da cidade e suficiente?) Passeio por Vitória 6º Dia 7h00 Vitória(ES) -> Porto Seguro(BA) 10h de viagem - 650km Passeio a noite por Porto Seguro/Trancoso(BA) 7º Dia Passeio por Porto Seguro/Trancoso(BA) 8º Dia Passeio por Porto Seguro/Trancoso(BA) 9º Dia 7:00 Porto Seguro(BA) -> Salvador(BA) 10h de viagem - 600km 10º Dia Passeio por Salvador e arredores 11º Dia Passeio por Salvador e arredores 12º Dia (compensa ficar 3 dias por la ?) Passeio por Salvador e arredores 13º Dia 7:00 Salvador(BA) -> Chapada Diamantina(BA) 6h de viagem - 450km Passeio durante a tarde Chapada Diamantina 14º Dia Passeio Chapada Diamantina 15º Dia (sei q a chapada e gigante e 10 dias nao sao suficientes para conhecer tudo, mas sera q em 2 dias dou conta de laguns lugares principais ou seria melhor pensar em mais dias ?) Passeio Chapada Diamantina 16º Dia 6:00 Chapada Diamantina(BA) -> Montes Claros(MG) 13h de viagem -> 900km 17º Dia Passeio Montes Claros 18º Dia 7:00 Montes Claros(MG) -> Ouro Preto(MG) 7h de viagem - 550km 19º Dia Passeio por Ouro Preto 20º Dia 7:00 Ouro Preto(MG) -> Belo Horizonte(MG) 2h de viagem - 100km Passeio por Belo Horizonte 21º Dia 7:00 Belo Horizonte(MG) -> São Paulo (SP) 8h de viagem - 600km Qualquer ajuda e bem vinda galera, vou dar uma procurada pelos tópicos aqui também, se soubrem de algum me mandem o link pf
  2. SALVADOR + ITAPARICA + MORRO DE SÃO PAULO EM 1 SEMANA CHEGADA: Chegamos a Salvador numa Segunda à noite e ficamos hospedados na POUSADA ESTRELA DO MAR, na Barra. A localização da pousada é ótima, perto de bares, restaurantes, bancos, farmácias, etc. Da pousada até o famoso FAROL DA BARRA eram menos de 3 minutos a pé. Como chegamos bem tarde, a salvação para jantar foi um Bob’s que fica 24h aberto, bem pertinho da pousada. :'> DIA 1: No dia seguinte, acordamos cedo já que estávamos perto do Farol da Barra, tornou-se a primeira parada. Vale a pena entrar no Farol, conhecer o Museu Náutico que fica dentro (R$ 5,00 para entrar) e subir até o topo para tirar algumas fotos. Depois, andamos até a Rua Marques de Caravelas e pegamos um ônibus em direção à RIBEIRA (Lá eles não costumam dizer o número do ônibus, apenas o nome). Fomos até o ponto final (que eles chamam de “fim de linha”). A Ribeira é um bairro bem simples, mas tem uma orla bonitinha. Andando pela orla uns 40 minutos você chega à Igreja do Bonfim. Se não quiser ir até o ponto final, nesse mesmo ônibus você pode descer uns pontos antes e ir direto para a igreja. Essa linha passa por vários bairros da cidade. É interessante, pois acabamos conhecendo. Mas perdemos cerca 1 h nesse percurso. Chegando à Igreja o Bonfim, não deixe de fazer seus pedidos, amarrar as fitinhas na grade e conhecer a Sala De Milagres. Descendo a pracinha onde fica a igreja, pegamos um ônibus para o COMÉRCIO e descemos em frente ao MERCADO MODELO. Almoçamos no restaurante Camafeu de Oxossi. A comida é uma delícia! Pedimos Carne de Sol com pimenta doce branca que é simplesmente bárbara! Após o almoço, vale percorrer os corredores do Mercado e fazer algumas comprinhas (lá vende de tudo: lembrancinhas, pimentas, doces, etc). Atrás do Mercado Modelo existe um terminal de ônibus. Basta pegar qualquer ônibus que vá para a Barra (mas fique atento, tem que ser a linha que passa pelo Farol, pois tem outras que só vão até o Shopping e não fica perto). Já era noite e aproveitamos para dar uma volta pela Orla do Farol. Dia 2: No segundo dia fizemos um TOUR COMPLETO pelo ESTÁDIO ARENA FONTE NOVA. O tour com guia custa R$ 20 (estudante para meia-entrada) e é feito por um guia que também fala Inglês e Espanhol. Esse tour tem que ser agendado com antecedência pelo e-mail: [email protected] No site do Arena é possível encontrar mais informações: http://www.itaipavaarenafontenova.com.br/tour-100/ Para chegar ao Arena, também usamos ônibus que pegamos na parada quase em frente à Pousada (Rua Afonso Celso). Chegando lá, basta se identificar e aproveitar. Conhecemos toda parte externa e interna do Estádio, incluindo vestiários, camarotes, sala de imprensa, gramado, banco dos jogadores reservas e muito mais. É um passeio bem legal! Saindo do Estádio, você vai estar em frente ao DIQUE DO TORORÓ, famoso lago onde se encontram as oito esculturas dos orixás. Vale dar uma parada e tirar algumas fotos. Na avenida, em frente ao Dique, pegamos outro ônibus, novamente em direção ao COMÉRCIO; descemos em frente ao Elevador Lacerda e subimos rumo ao PELOURINHO. A dica aqui é primeiramente se desviar das pessoas que vão te oferecer mil passeios e guias. Dá pra fazer tudo sozinho, de boa. Saindo de Elevador, aproveite a vista lá de cima para tirar algumas fotos e depois vá caminhando para o lado Esquerdo. Logo adiante tem uma praça, onde se encontra a Basílica (para entrar precisa pagar R$ 3). Seguindo em frente à Praça você não pode deixar de ir à Igreja de São Francisco – toda construída em ouro, umas das mais belas que já vi! Ainda nesta praça existem boas opções de restaurantes para o almoço. Terminamos o passeio, descendo a ladeira Gregório de Matos onde é possível ver várias lojinhas, passamos pela Associação Filhos de Gandhy e ao final chegamos à Casa de Jorge Amado (vale a visitação; as quartas-feiras a entrada é grátis). Na volta, como ainda tinha sol, foi possível um banho de mar na Praia do Farol para repor as energias. Ali perto da praia rola uma sorveteria chamada Os Paleteros com aqueles sorvetes mexicanos deliciosos. Antes do pôr do sol, vale uma caminhada subindo a orla até o MONTE CRISTO DA BARRA, um monumento alto de onde é possível ter umas das mais belas vistas de Salvador. À noite, demos uma passada no Botequim São Jorge, no Rio Vermelho. Fica, cerca de 15 minutos de táxi a partir do Farol. O Rio Vermelho é um bar boêmio, com muitas opções de bares e boates. Vale a pena a visita, principalmente se você estiver por lá entre sexta e sábado, quando o movimento é maior e as ruas ficam mais agitadas. ITAPARICA Estando em Salvador, vale a pena aproveitar um dia para conhecer a ilha de Itaparica. Para ir, basta pegar uma lancha que sai a cada 30 minutos do Terminal Marítimo que fica em frente ao Mercado Modelo. Para quem estiver na barra, qualquer ônibus que vá para o COMÉRCIO, passa perto do terminal. A viagem é tranquila já que não é mar aberto. Porém, são 40 minutos e, dependendo da maré, o balanço pode enjoar. Então, para os mais sensíveis sugiro tomar um remedinho antes. A lancha vai te deixar em Mar Grande, onde você será abordado por vários guias. Você pode fechar com eles ou combinar com algum taxista para te levar até Itaparica (foi o que fizemos e saiu bem baratinho R$ 20 a corrida). O taxista nos deixou na PRAIA PONTA DE AREIA, umas das principais da Ilha. Lá você aproveita o mar calmo de águas quentes e ainda pode se deliciar com os quitutes das barracas que servem peixes, moquecas e diversos outros petiscos. Combinamos um horário com o mesmo taxista e ele passou lá para nos buscar. A última lancha sai da ilha às 18h. Então, fiquem atentos ao horário. MORRO DE SÃO PAULO Existem duas formas de ir para Morro: marítimo e semi-terreste. Conheço algumas pessoas que não tiveram sorte com o marítimo, pois pegaram dias de mar agitado ou chuva e aí a viagem não foi nada confortável devido ao balanço do barco. Como são 2h de viagem, quem enjoa muito fica mal. Eu sou do tipo de fica enjoada, mas decidi arriscar. Felizmente minhas preces para os orixás deram certo e foi uma viagem beeemm tranquila. Até dormi em alguns trechos. Pegamos o catamarã da BioTur no Terminal Marítimo (que fica em frente ao Mercado Modelo). Eu havia comprado as passagens pelo site da BioTur com alguns dias de antecedência, mas rola de comprar lá na hora também. Ainda no barco, já é possível ter uma pequena visão do paraíso. Sem dúvida, um dos lugares mais lindos que já vi. Ao desembarcar, alguns locais vão te abordar para levar suas malas, o que eu aconselho que você aceite, pois as subidas e descidas na ilha são cansativas. Antes de entrar na ilha, você passa no Guichê para pagar a Taxa de Conservação Ambiental de R$ 15,00. A ilha é pequena e tem uma pracinha principal onde você acessa tudo (praias, mirantes, lojas, restaurantes). Não tem como se perder por lá. Então, para ser objetiva, segue abaixo o que não se pode deixar de fazer: 1 - Passeio em volta da ilha – as pousadas oferecem e algumas agências locais também. Esse passeio é feito de lancha (muita emoção) e dura o dia todo. Você vai conhecer as praias, a famosa ilha de Boipeba e fará o mergulho nas Piscinas Naturais. Esse é o tipo de passeio que tem que fazer. É bom demais. 2 - Mirante do Farol – Assistir o pôr do sol no mirante também é obrigatório. A subida é cansativa, mas vale a pena, pois o visual é deslubrante. 3 - Toca do Morcego – também dá pra assistir o pôr do sol da Toca (um bar que fica no caminho da subida para o Mirante). A entrada é R$ 5 mas o ambiente é gostoso que só vendo! Visual lindo, música legal, bons drinks e comidinhas e gente bonita. Vale a pena ir pelo menos uma vez. À noite, após as 23h rolam as baladas na Toca, que também são bem legais. Tocam muito eletrônico mas o clima é bom (não sei se é pela época que fui que era baixa temporada, talvez perto do Carnaval role mais Axé). Gente bonita, paquera e curtição. Para os solteiros acho que é uma boa pedida... 4 - Tirolesa – Em morro existe uma tirolesa de 70 m. Dá um medinho, pois é bem alto, mas vale a pena. O visual mais a adrenalina no salto são de tirar o fôlego. Custa R$ 40 por pessoa. 5 - Praia da Gamboa – Para chegar à Gamboa é necessário pegar uma trilha por dentro do Portão da Fonte (uns 40 minutos andando). No caminho existem outras praias também, como a Ponta de Cima, que é deserta e bonita. Infelizmente a maré estava alta e não conseguimos chegar à Gamboa, por isso, vale a pena ir quando a maré estiver bem baixa por volta das 14h, 15h... 6 - Restaurantes – Existem ótimas opções, mas os que eu mais gostei foram: Chex Max (Pizzaria), Balanço (Crepes), Marilyn (Comidas regionais). Eu fiquei 4 dias em morro e achei pouco, pois o lugar é tão lindo e tem uma energia tão gostosa que dá vontade pra ficar mais tempo. Consegui fazer todos os principais passeios e conhecer os pontos mais legais, mas fiquei com gostinho de quero-mais.
  3. Pra quem conhece a cidade poderia me dizer qual região é melhor pra se hospedar e qual região é melhor evitar? Qual a melhor forma pra se chegar no circuito barra ondina (à pé, de Uber)?
  4. Olá galera top Acabei de me divorciar em Dezembro, começando vida nova em 2019 e gostaria de já emplacar logo um carnaval em Salvador que é para lavar a alma...kkkkkkkk Vou daquele jeito padrão, sozinho, pouca grana, uma mochila e muita animação. Carnaval em Salvador sempre foi meu sonho na época de adolescente, mas nunca viajei sozinho assim pra curtir. Vou naquela vibe de construir novas amizades, vida nova mesmo sabe? Zerando a vida...kkkkkk Estou indo com aquela preocupação básica de iniciante né? Segurança, alimentação, transporte, hospedagem... Conto com a ajuda de vocês!!!! Um abraço, a gente se tromba na folia!!!!
  5. Alguém afim de passar o fds em Morro de São Paulo?? Chamar via direct @marquesraiza
  6. Eae pessoal, nunca postei nada no grupo. Então se por acaso eu estiver no lugar errado me digam! Mas estou programando uma viagem para o ano que vem. Quero sair daqui do litoral sul de SP e ir até a Bahia, vou no festival universo paralello em 2019 e quero ir de carro e ir parando em lugares legais. Quero fazer um total de 30 dias de viagem, sendo que desses 30, 7 eu vou estar no festival. Estou querendo decidir paro em cidades estratégicas no caminho, ou se vou direto e faço a viagem pela própria bahia. Qualquer que seja a escolha, quais seriam as cidades dentro do itinerário que vale a pena conhecer? E pra quem já fez viagens de carro por esse Brasil, quais dicas me da? Será a minha primeira viagem desse porte de carro. Quais estradas evitar, quais locais evitar e quais as principais dicas pra não ficar na mão nem ter a viagem estragada por algum despreparo! E ME INDIQUEM CIDADEEEEES PLS! <3
  7. Considerações Gerais Não pretendo aqui fazer um relato detalhado, mas apenas descrever a viagem com as informações que considerar mais relevantes para quem pretende fazer um roteiro semelhante, principalmente o trajeto, preços, acomodações, meios de transporte e informações adicionais que eu achar importantes. Sobre os locais a visitar, só vou citar os de que mais gostei ou que estiverem fora dos roteiros tradicionais. Os outros pode-se ver facilmente nos roteiros disponíveis na internet. Os meus itens preferidos geralmente relacionam-se à Natureza e à Espiritualidade. Informações Gerais: Em toda a viagem houve bastante sol. Chuva leve ou moderada só peguei na 4.a feira (13/09) quando estava voltando do supermercado e na 5.a feira (14/09) quando ainda estava no quarto e esperei que ela passasse. As temperaturas também estiveram bem razoáveis (para um paulistano), chegando em média a 30 C ao longo do dia e caindo até 22 C à noite. A população de uma maneira geral foi muito cordial e gentil 👍. Havia nas localidades mais conhecidas também muitas pessoas de fora da região e estrangeiros, principalmente argentinos. As paisagens das praias agradaram-me muito, principalmente as próprias praias, o mar, a vista a partir de pontos altos, a vegetação e as cachoeiras. . A caminhada no geral foi tranquila. Mesmo as que me disseram que seriam inviáveis sem guia, como a da Prainha em Itacaré ou a de Castelhanos em Boipeba, consegui fazer sozinho sem problemas e não achei complicadas, mas me informei antes. Durante muito tempo estive só nas praias, que em boa parte estavam desertas. Às vezes cruzava com algum pescador ou habitantes locais. Não tive nenhum problema de segurança (nenhuma abordagem indesejada) nas praias. Mas me recomendaram não ir por alguns trechos em Ilhéus e Itaparica. Em Itabuna pareceu-me que poderia haver algum problema quando retornava do supermercado perto da rodoviária e eu imediatamente procurei um local seguro. Em Mar Grande, quando iria para uma Pousada que ficava numa ladeira que haviam me dito poder ter algum problema, um aparente vigia de atividades da ladeira perguntou-me o que eu desejava (“qual é que é?”) e eu decidi mudar de pousada. Peguei vários cocos nas praias 🥥, bebi sua água e comi a massa de alguns poucos 👍. Os cruzamentos de rios foram tranquilos. Somente para cruzar para a Praia do Garcez e para Cacha Pregos houve a possibilidade de dificuldades, mas que acabaram não se concretizando. O único ponto que não consegui cruzar foi de Barra Grande para a Barra do Sirinhaém. Tive que pegar barcos e ônibus para Boipeba. Vários estabelecimentos comerciais aceitaram cartão de crédito ou débito (principalmente supermercados, padarias, pousadas e empresas de transporte). Em alguns casos havia acréscimo quando o pagamento era feito com cartão de crédito. Havia localidades em que não existiam caixas eletrônicos nem bancos. Gastei na viagem R$ 1.383,20, sendo R$ 158,63 com alimentação, R$ 700,00 com hospedagem, R$ 154,99 com transporte durante a viagem, R$ 155,33 com a passagem de ônibus de ida para Vitória da Conquista, R$ 7,58 com pedágio da ida, R$ 169,00 com a passagem aérea de volta para São Paulo e R$ 37,67 com as taxas de embarque correspondentes de ida e volta e durante a viagem. Sem contar o custo da passagem entre São Paulo e Vitória da Conquista e entre Salvador e São Paulo e das taxas de embarque correspondentes, o gasto foi de R$ 1.015,12 (média de R$ 39,04 por dia). Mas considere que eu sou bem econômico. A Viagem: Minha viagem foi de SP (Rodoviária do Tietê) a Vitória da Conquista em 07/09/2018 pela Viação Águia Branca (https://www.aguiabranca.com.br). O ônibus saía às 17:00 e chegava às 17:10 horas. Atrasou cerca de 20 minutos na saída e mais de meia hora na chegada. Paguei R$ 169,30 (R$ 155,33 pela passagem, R$ 7,58 de pedágio e R$ 6,39 pela taxa de embarque) parcelada em 6x usando cartão de crédito. A volta foi de Salvador a SP (Aeroporto de Guarulhos) em 03/10/2018 pela Avianca (https://www.avianca.com.br). O voo saía às 11:40 e chegava às 14:15. Paguei R$ 198,78 (R$ 169,00 pela passagem e R$ 29,78 pela taxa de embarque) parcelada em 6x usando cartão de crédito. Na 6.a feira 7/9 fui a pé até a rodoviária. O ônibus saiu cerca de 17:20 com atraso de cerca de 20 minutos. Parou em Resende perto de 20:30, onde subiram um pai e uma filha pequena que se sentaram juntos na poltrona ao lado da em que eu estava, enquanto eu jantava sanduíches fora do ônibus. Troquei de lugar para deixá-los viajar juntos. Eu havia levado 5 brioches comprados na Vovó Zuzu (http://www.vovozuzu.com.br) por R$ 1,59 cada, um usado para sanduíches 🥪, 2 cebolas, um pacote de bolachas água e sal comprado no Atacadão (https://www.atacadao.com.br) por R$ 0,98 e uma garrafa de água de 1,5 litros. O ônibus parou depois em Paraíba do Sul perto de 23:30. No sábado 8/9, após dormir um pouco de madrugada no ônibus, paramos em Governador Valadares cerca de 8:30. Lá tomei café com os sanduíches que havia levado. O motorista da madrugada correu mais do que o regulamentado, o que avançou o ônibus, mas que não me agradou. Meu novo companheiro de poltrona falou sobre muitas situações da sua vida. Ele trabalhava em limpeza no Shopping Center Interlagos e morava em Parelheiros. Ofereceu-me sanduíches e refrigerante que recusei educadamente. Cheguei pouco antes de 18 horas na rodoviária. Ao perguntar sobre a segurança do local, um atendente disse-me que era tranquilo e dois trabalhadores de viações disseram-me que era perigoso. Achei tranquilo. Fiquei hospedado na Pousada da Lua, bem perto da rodoviária, do outro lado da estrada, num quarto com ventilador, sem TV, com banheiro coletivo, wifi e um pequeno café da manhã. Paguei R$ 30,00 por dia em dinheiro. Lá conheci um artesão de Anápolis que viajava pelo Brasil, estava em dificuldades e iria voltar para Anápolis. Fui atendido pela Fabiana, responsável pela pousada junto com o marido. Comprei na feirinha próxima R$ 2,00 em 2 mangas, R$ 2,00 em 1 kg de tomates, R$ 1,00 em 1 pepino, R$ 1,00 em 2 chuchus e R$ 1,20 em 4 pães na padaria. Jantei sanduíches. A pousada também funcionava como motel e no quarto ao lado do meu um casal passou a noite namorando 😀. No domingo 9/9 após tomar um copo de café puro e 2 pães com margarina servido pela atendente Amanda, mais meia manga e bolachas água e sal, fui visitar a cidade. Comecei indo a pé para o centro, onde pude visitar monumentos, casarões, praças, teatros, igrejas, centro cultural e museus por fora 👍. No caminho passei por um jardim que estava sendo construído (acho que será o Parque Ambiental), que achei belo. Depois fui ao Cristo de Mário Cravo, de que muito gostei . Achei a vista a partir dele muito boa e o monumento em si também muito interessante. Era enorme, com Jesus crucificado. O caminho disseram poder ser um pouco perigoso, mas fui a pé e nada aconteceu. Quando estava lá em cima chegou um grupo de turistas num carro e logo após chegou uma viatura da polícia, semelhante ao que é a Rota em São Paulo. Ofereci meus documentos para que averiguassem, mas disseram que não era necessário. Conversamos por algum tempo sobre segurança na cidade, locais a visitar na Bahia, a Chapada Diamantina, onde eles já haviam estado e apoio às comunidades locais. Um deles interessou-se por um portal de voluntariado. Outro explicou-me que a feição sofrida do Cristo, suas mãos e pés grandes representavam o sofrimento do povo nordestino. Depois fui passear no Parque Peri Peri, completamente deserto e meio abandonado, mas ainda assim com natureza preservada, e fui à reserva Florestal do Poço Escuro, andei por algumas de suas trilhas e apreciei a natureza 👍. Saindo daí fui ao Centro de Cultura, que estava fechado, mas tinha painéis interessantes por fora. No caminho passei por um painel na rua sobre Natureza e Religião, com o desenho de Francisco de Assis, que achei muito interessante 👍. Por fim fui ao Parque da Lagoa Bateias, em que pude caminhar ao redor e visitar o museu por fora (era de vidro e foi possível ver seu interior). A vista do parque a partir de pontos altos no entorno também muito me agradou 👍. Achei o Rio Verruga na Reserva do Poço Escuro e a Lagoa das Bateias com pouca água. Jantei sanduíches. O rapaz de Anápolis falou que tinha trombose e varizes e tinha morado no Amazonas. Ainda fui apreciar vista da cidade iluminada a partir da estrada antes de dormir. Na 2.a feira 10/09 não tomei café na pousada de manhã, pois era folga da Amanda e o café sairia um pouco mais tarde. Comi um pedaço de pão, bolachas e água e saí para visitar os pontos que ainda faltavam. No caminho vi enormes filas nos bancos, 2 horas antes do horário de abertura. Pareciam ser pessoas muito simples, talvez algumas vindas de outros municípios e da zona rural. Como a população sofre 😞. Visitei a Igreja Matriz, de que gostei pela simplicidade, ambiente claro, imagens e pinturas felizes 👍. Visitei também o Museu Pedagógico, o Museu Régis Pacheco, de que gostei muito, com suas pinturas e arte 👍, e o Museu Regional, com suas esculturas e quadros. Na volta tomei café com pão e manga. Depois fui à rodoviária, comprei a passagem para Itabuna por R$ 51,50 com cartão de crédito (R$ 50,00 da passagem mais R$ 1,50 da taxa de embarque) pela Viação Novo Horizonte. Conversei com o artesão de Anápolis e descobri que seu nome era João e ele era parente do abade Matias do Mosteiro de São Bento. Almocei sanduíches na rodoviária. O ônibus, que estava previsto para 12 horas, saiu às 13:30 e chegou em Itabuna às 18 horas. Gostei das paisagens naturais vistas durante a viagem, principalmente na área de serra . Havia muitos pastos e gado. Conheci um policial no ônibus e conversamos sobre meus planos de viagem. Ao chegar em Itabuna perguntei sobre segurança e preço e me indicaram pousadas perto da rodoviária. Fiquei na Pousada Grapiúna (https://www.facebook.com/PousadaGrapiuna) por R$ 25,00 a diária, em dinheiro. Era um quarto bem simples para feirantes, com ventilador, sem janelas, com banheiro fora, mas como estava vago naquele período, concordaram em que eu ficasse. Comprei R$ 2,96 (tomate, chuchu, cebola, banana) com cartão de crédito no Supermercado Itão (https://www.itao.com.br) e R$ 6,70 (2 broas e 1 bolo) na padaria em dinheiro. Achei um ponto na ida ao supermercado um pouco perigoso naquele horário (perto de 19 horas). Não sei se eu estava predisposto após vários falarem da criminalidade em Itabuna, mas me pareceu que 2 jovens começaram a me seguir, tanto que eu rapidamente mudei de caminho, atravessei a avenida e fui para um local que me pareceu mais seguro 😟. Jantei sanduíches, bananas, broas e bolo em uma sala ampla de TV com mesas que a pousada tinha. Depois fui para a janela da sala, que era bem ampla, e fiquei olhando um pouco o movimento. À noite houve um pouco de barulho devido ao local da cidade e houve alguns poucos pernilongos. Na 3.a feira 11/09 fui visitar Itabuna. Após comer sanduíches, banana e bolo no café da manhã assistindo TV, saí para visitar a cidade. Inicialmente passei por um templo da Igreja Universal, depois fui ao Centro de Cultura, ao Rio Cachoeira, que disseram ser poluído, mas de que muito gostei 👍. Dei uma volta nas pistas para caminhada que existiam na região central em sua volta. No Centro de Cultura o atendente falou-me das várias facções criminosas que existiam em Itabuna e da violência que havia aumentado recentemente. Visitei também a Câmara, Prefeitura, pontes, Monumento da Saga Grapiúna, que achei muito interessante por congregar os vários atores étnicos daquela terra 👍, Memorial de Zumbi, Estádio, Vila Olímpica, estes dois últimos parecendo estarem abandonados e sem manutenção e o Clube dos Funcionários. Depois caminhei até a rodovia por um trecho com vegetação. Voltei para o centro e fui visitar a Catedral de São José, o Museu Casa Verde, que estava fechado, a Livraria Espírita e a CEPLAC (Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira). O músico Adílson falou-me que havia morado em São Paulo e vendeu incenso na rua por 20 dias, após ter machucado a mão. Ganhava R$ 500,00 por dia. Em 20 dias ganhou mais do que com música em 1 ano. Saía da Rua Augusta, virava na Oscar Freire, ia até a Vila Mariana, descia a Lins de Vasconcelos e ia até o Ipiranga, Voltou à música por gostar dela. Ivone, da Livraria Espírita, contou-me que fez cirurgia na Beneficência Portuguesa em São Paulo. Quando recebeu alta falou ao médico que não queria, pois era inverno e pegaria frio ao sair do hospital. Falou-me também do caminho de Ilhéus a Salvador e de sua praia favorita, Algodões. Interessante como os cachorros sabiam atravessar a rua, assim como em Vitória da Conquista 😀. Bandos de garças passaram voando próximo à pousada, enquanto eu apreciava o entardecer. Pude continuar num quarto de feirante, pois ainda havia vaga. Achei a cidade um pouco sem cuidados, provavelmente devido à crise, com muitos equipamentos abandonados e sem condições de uso, principalmente esportivos. Jantei sanduíches, banana e bolo assistindo TV. Na 4.a feira 12/9 comecei minha caminhada. Fui para Ilhéus a pé. Saí cerca de 8:45 da pousada de Itabuna e cheguei cerca de 15:30 na Rodoviária de Ilhéus. Foram cerca de 30 km com paradas de cerca de 1 hora ao todo. No caminho eu vi uma cobra preta e amarela 🐍 a cerca de meio metro de distância. Num dado momento um rapaz pareceu jogar o carro no acostamento onde eu estava . Não sei se estava desviando de algo, brincando (não parecia, pela fisionomia séria) ou foi um ato de agressão a um andarilho. Passei por um enorme empreendimento residencial (Cidadelle), visitei a Universidade Estadual Santa Cruz, de que gostei 👍, com sua área verde, campo de futebol, piscina, animais na unidade de veterinária, pássaro preto, amarelo e vermelho na mata e toda a estrutura de ensino. Depois passei pelo templo do Vale do Amanhecer 👍. Subi para conhecer. Havia vários ambientes, com imagens de Jesus, Tia Neiva, Cacique Seta Branca e outros. Um orixá explicou-me como funcionavam os serviços deles e demais aspectos dali. Passei depois pelo SESI e IFBA. Na estrada achei as paisagens rurais belas, com mata, rio e criação de animais. Em alguns pontos as copas das árvores dos lados opostos quase se encontravam no meio da pista, como Ivone havia falado em Itabuna. O acostamento era estreito em vários pontos. Conheci um homem que estava indo de São Paulo a Recife de bicicleta. Andamos um tempo lado a lado. Ele parecia um pouco alterado e acabamos nos separando. Perto da chegada, um artesão de Salvador residente ali há alguns anos orientou-me sobre Ilhéus e onde achar locais para pernoitar. Estava sentindo dores nas costas, provavelmente devido à posição da mochila, que reajustei. Passei pela rodoviária e lá o taxista Joaquim e outros indicaram-me a Pousada Beira-Rio como sendo a mais barata. Verifiquei o preço com a dona, Dair, e segui para o centro para procurar outras opções, pois queria ficar mais perto do ponto de saída no dia seguinte e precisava sacar dinheiro. Lá os hotéis baratos estavam fechados. Aproveitei para dar um passeio e comer um prato de acarajé (bolinho de feijão, vatapá, caruru (quiabo) e salada de tomate, cebola e vinage) 👍 por R$ 3,50 em dinheiro na Fatinha (https://www.facebook.com/pages/Acaraj%C3%A9-Da-Fatinha/105023446329720), em frente à Catedral. Eu não como carne, então não quis camarões. Saquei dinheiro e voltei para a Pousada Beira-Rio, onde fiquei num quarto privativo com banheiro, TV, chuveiro frio e ventilador por R$ 35,00 em dinheiro. A pousada ficava às margens do Rio Cachoeira, cuja vista era interessante. Comi banana e bolo de sobremesa antes de dormir. Na 5.a feira 13/9 parti em direção a Itacaré, com o objetivo de pernoitar provavelmente em Serra Grande. Antes disso esperei a chuva passar. Enquanto esperava fui comprar 8 pães por R$ 2,00 na padaria. Esqueci a chave da porta lá e tive que voltar para pegá-la . A dona guardou para mim. Com tudo isso atrasei-me razoavelmente. Após o café da manhã e a chuva passar, fui visitar a catedral, que já conhecia, e depois comecei a caminhar pela praia. Fui até depois do Marciano, onde saí para rua de terra e depois asfalto, para não passar pela praia na Comunidade do Cominho, que várias pessoas disseram-me para evitar por razões de segurança e onde tinha estado anos atrás e achado um pouco perigosa. Cruzei a passarela e já do outro lado segui em frente. Achei a praia muito bela. Peguei um coco em área pública 👍, tomei um pouco de chuva fina, cruzei 2 pequenos rios com água abaixo da coxa, parei para nadar e deixei a mochila com família parcialmente de São Paulo no Mamoan. Como não iria chegar a Serra Grande, parei em Luzimares, onde 3 meninas levaram-me à Pousada Ravenala. Sebastião atendeu-me e depois de mostrar seu quarto mais simples por R$ 100,00, disse que tinha um local de trabalho que já havia sido casa de seu empregado. Eu sugeri ficar lá, ele relutou, falou com sua mulher e aceitaram por R$ 50,00 em dinheiro. Enquanto fui fazer compras para o jantar e o café da manhã, por R$ 7,70 com cartão de crédito na Venda do Gilvan (12 pães, 3 tomates, chuchu, cebola roxa, manga), ele colocou cama na casinha de 3 cômodos, incluindo banheiro, limpou o chão, tirou seu material de trabalho e a geladeira. Voltei das compras pela estrada no escuro. Tomei razoável chuva 🌧️. Jantei sanduíches, manga e pães doces. Sebastião ofereceu-me pizza, que haviam trazido de um evento, mas eu já tinha jantado e ele então disse que ofereceria no café da manhã. As dores nas costas continuavam e agora também havia algumas bolhas nos pés. Na 6.a feira 14/9 comecei o dia indo tomar um banho de mar às 7 h 👍. O portão estava fechado, então eu pulei o muro lateral para não sujar a parede nem provocar qualquer dano ao portão. Quando voltei tomei um excelente café da manhã oferecido por Sebastião e família, com pizza, pão, queijo, manteiga, pão doce, café e leite . Sebastião acompanhou-me à mesa. Ele me contou que era de Brasília e havia se aposentado no ramo de hotelaria. Depois, enquanto esperava a chuva passar, conversei bastante com Pedro, seu neto. Vi Sebastião alimentar os micos. Falou-me também de gata, filhotes e cachorros. Após o tempo firmar parti para Serra Grande. No caminho vi 2 peixes 🐟 na areia e quase os joguei de volta ao mar. Só não o fiz porque vi pescadores e quando lhes perguntei se eram sua pesca eles confirmaram. Achei as praias muito belas até o pé da serra. Lá havia um hostel (R$ 40,00) em que conheci Pica-pau e Rap. Este último me falou de uma apresentação de capoeira à noite no Barracão de Angola. Subi a Serra e no caminho parei em dois mirantes, de onde achei a vista espetacular . A foto abaixo é do primeiro deles. Para o segundo houve uma pequena trilha. Ao chegar ao povoado, procurei o hostel ao lado da farmácia da Shirley, sobre o qual Sebastião havia comentado. Fiquei hospedado lá por R$ 25,00 em dinheiro. Pétala, a dona, abriu uma exceção, pois não estava funcionando, mas concordou em me hospedar. Enquanto me apresentava o local, um morcego 🦇 apareceu voando dentro do hostel. Fiquei num quarto privativo com banheiro e ventilador. Depois de acomodado, fui à represa e ao Poço do Robalo. Lá o vigia falou-me do caminho para a Praia do Pompilho, Itacarezinho e Itacaré. Comprei R$ 5,10 na Fazendinha (8 tomates, 1 penca de bananas, chuchu, 2 cebolas) e R$ 3,96 na padaria (12 pães), ambos com cartão de crédito. Após jantar sanduíches, fui assistir à roda de capoeira no Barracão. Houve show do Rap, que havia me falado da roda de capoeira e foi aniversário de uma aluna chamada Sabiá, que ofertou um bolo. Gostei muito da roda de capoeira 👍. Lá conheci uma paulista de São José do Rio Preto, que estava de férias. À noite houve bastante sons no telhado, que acho que eram morcegos. Houve pernilongos, mas eu não liguei o ventilador porque fiquei com frio. As dores nas costas diminuíram. No sábado 15/9 fui para Itacaré. Saí após às 9 horas, pois precisava de maré baixa para cruzar a Barra do Tijuípe. Fui pela Trilha do Cemitério, de onde achei a mata, a praia e a vista muito belas . Atravessei a Barra do Tijuípe com água abaixo do joelho. Fui em frente até o Itacarezinho. Achei as praias muito boas e bonitas . Perguntei a uma moça e a um nativo sobre trilhas a seguir, ela me deu uma explicação sobre as próximas trilhas e ele me deu uma explicação detalhada incluindo outras praias que eu conheceria no futuro. Peguei então as trilhas para as praias da Gamboa, Hawaizinho e Engenhoca, cuja foto está a seguir. Não consegui encontrar nenhum coco em condições de ser pego durante o dia inteiro. A natação ficou prejudicada porque havia muitos surfistas e o salva-vidas sugeriu que eu não fosse onde eles estavam para evitar acidentes. Na volta da Engenhoca, tomei um banho na cachoeira abaixo. No fim da trilha peguei a pista e fui por ela até Itacaré. Em um ponto do caminho dois rapazes começaram a olhar para trás e diminuíram o passo. Eu me assustei e pensei que pudesse haver problemas. Mas logo à frente eles entraram numa vila rural e acho que foi alarme falso. O final do caminho andei já no escuro, mas como havia uma ciclovia na rodovia, isto facilitou tudo. Ao perguntar em um supermercado sobre a localização da pousada a que pretendia ir, alertaram-me para não ficar hospedado na “Passagem”, pois era ponto de tráfico e poderia haver guerra entre rivais. Então decidi ir para a 2.a opção da lista, que o pessoal do supermercado disse ser num local bem mais seguro. Peguei gratuitamente um mapa turístico numa agência de viagens. Passei por um hostel de um chileno, que cobrava R$ 25 a diária sem café da manhã e R$ 40 com café, mas fui ficar no Babel Hostel (https://www.facebook.com/hostelbabel) por R$ 20 a diária sem café da manhã em quarto coletivo com banheiro fora. O dono era Gastón, um argentino que estava morando no Brasil e me recebeu muito bem 👍. Comprei com cartão de crédito R$ 12,48 (espaguete, abobrinha, pepino, beterraba, batata, cebola, mamão, chuchu, biscoito de maisena e goiabada) no Center Supermercado (https://www.facebook.com/pages/category/Grocery-Store/Center-Supermercados-164954680739167/) para as refeições. Cozinhei espaguete 🍝 e o jantei com legumes e frutas. Antes de dormir ainda conversei com Gastón, casal de argentinos e carioca, dono da pousada ao lado. No domingo 16/9 fui explorar os arredores de Itacaré. Comi legumes, frutas, bolachas e goiabada no café da manhã e fui a pé até a Praia de Jeribocaçu. Depois de andar cerca de 1 hora na rodovia, peguei a estrada de terra e depois a trilha para a praia. Achei bela a paisagem na trilha, com a mata e vistas para o mar. Em determinado momento ela cruzou um campo de futebol. Encontrei um velho com um jegue na estrada de terra que vinha falando e cantando. Disse que estava vendendo o jegue por R$ 3.000,00 😀. Ele vendia algum tipo de líquido de cacau. Um pouco adiante cheguei à praia, que era ladeada por um rio. Conheci mãe e filha gaúchas que por lá passeavam. Surfista deu-me indicações sobre as outras praias do entorno e trilhas para elas. Achei belas as praias de Jeribocaçu, Arruda e Palmas. Vi peixes nadando nos recifes 🐠 de coral. Peguei 2 cocos na Praia das Palmas 👍. Na volta dela, peguei um caminho alternativo e descobri um lago, mas como parecia ser propriedade particular, resolvi não nadar. Conversei com salva-vidas sobre o mar e o caminho para cachoeira, tomei 2 banhos de mar e um banho de rio no final. Depois de aproveitar bastante o dia nas 3 praias, comecei a voltar para ir à Cachoeira da Usina. Vários disseram que o caminho pela trilha era difícil de encontrar, então voltei até a rodovia e fui por ela. Logo no início perguntei a algumas pessoas que estavam em vans e os dois primeiros responderam ironicamente e deram informações erradas (disseram que ficava a 20 km ou algo parecido), mas indicaram o último motorista como referência. Ao perguntar-lhe, deu as indicações corretas e disse que ficava a 3 km. No caminho, um homem cruzou comigo olhando para minha cintura, como quem procura algo, e me perguntou se eu vinha em paz 😟. Respondi que sim, ele me falou para ir com Deus (como se repetisse um chavão) e depois completou que isso era a maior mentira e Deus não existia. Achei linda a vista da cachoeira e o banho e hidromassagem deliciosos . A represa próxima também achei bela. Quando estava voltando e tinha acabado de chegar na ciclovia, que começava justamente depois da entrada para Jeribocaçu, uma van parou e me ofereceu carona. Era o mesmo homem que havia sido irônico quando lhe perguntei sobre a cachoeira. Eu não o reconheci de início e aceitei a carona. Seu nome ou apelido era Gel. Desta vez, talvez depois de perceber que eu não era mal-intencionado nem estava alterado, não foi mais irônico e me falou para tomar cuidado ao andar em rodovias. Disse que aconteciam muitos acidentes e havia pessoas que poderiam me atropelar por pura maldade (lembrei do incidente entre Itabuna e Ilhéus). Ele me falou que minha camisa comprida assustava (não dava para ver meu calção) e sugeriu que eu colocasse uma bermuda, pois do jeito que estava as pessoas das comunidades poderiam ficar com medo e hostis. Talvez tenha sido por isso que foi irônico no primeiro encontro. Deixou-me no centro, bem perto da pousada. Ainda tive tempo de dar um passeio na rua principal, que descobri ser atrás da pousada, com muitas lojas, locais para comer e exibições. Lá estava o homem do jegue, que a princípio também não reconheci, mas que aparentemente se dirigiu a mim. Depois pensando, reconheci que era ele e voltei lá para cumprimentá-lo, mas ele já havia ido. Conversei razoável tempo com Gastón sobre o sistema (social) e expliquei como era minha vida. Jantei espaguete com legumes e frutas, e goiabada de sobremesa. Na 2.a feira 17/9 novamente comi legumes, frutas, bolachas e goiabada no café da manhã e depois fui às praias perto do hostel (Rezende, Tiririca, Costa e Ribeira) e de lá peguei trilha para Prainha. Várias pessoas disseram que eu poderia me perder e que poderia ser perigoso dependendo do local onde fosse parar. No início da trilha encontrei um surfista voltando, que me disse que conseguiria ir sem me perder e me falou para cruzar a ponte. Segui o rio, conforme um hóspede do hostel havia me dito anteriormente, encontrei algumas pessoas nadando numa espécie de remanso do rio e confirmei com o seu guia que deveria cruzar a ponte. Cruzei-a logo à frente, segui a trilha e cheguei a uma cerca de arame farpado, sem indicação. Se bem me lembro, o hóspede do hostel havia dito para eu ir à esquerda, que foi o que fiz, após explorar um pouco as possibilidades. Segui a trilha e andando mais meia hora cheguei à Prainha. Achei bonita a mata na trilha 👍. Achei a Prainha muito bonita e boa para nadar . Estava sendo filmado um seriado sobre surf da Disney a ser exibido mundialmente. Fui até a sua extremidade, onde descobri que existia acesso para uma outra praia, que ficava dentro de um condomínio. O vigia Tiago autorizou-me ir até a praia por dentro do condomínio e me ensinou o caminho. Era a Praia de São José, que também achei muito bonita e boa para nadar . Antes de nadar lá, falei com o rapaz que cuidava do aluguel de pranchas e atuava também como salva-vidas. Depois que voltei do mar, ele me disse que quando o garçom me viu no meio das ondas, no fundo, veio correndo falar com ele e perguntar o que eu estava fazendo lá, mas ele o tranquilizou dizendo que eu já havia falado com ele e parecia conhecer mar e saber nadar o suficiente. Na volta errei o caminho e fiquei andando por trilhas secundárias cerca de 30 minutos, até decidir voltar a um ponto conhecido e refazer a trilha prestando muita atenção e tomando outra direção em uma bifurcação em que tinha ficado em dúvida. Depois encontrei um casal de Goianésia, com quem conversei parte do caminho e que junto comigo viu micos 🐒 perto da trilha. Separei-me deles para entrar em 2 pequenas cachoeiras. Depois de voltar conversei novamente com o salva-vidas da Praia da Ribeira que havia dado muitas informações e ele me falou de uma trilha pelas pedras para a Praia do Siriaco. Fui até lá apreciar o visual. Como a maré estava subindo, precisei tomar cuidado em um ou dois cruzamentos de fendas nas pedras. Após voltar de lá, fui às praias da Concha, onde fui ao farol e tomei mais um banho de mar, e da Coroa, onde ficava o Centro Histórico, com suas casas e igreja antigas, que pude visitar. Por fim, a partir do Mirante do Xaréu, fui ver o Pôr do Sol, que achei muito bonito mesmo com nuvens 👍. Depois disso voltei para o hostel. Jantei espaguete com legumes e frutas. Num passeio à noite reencontrei o velho do jegue a que não havia respondido no dia anterior e fui falar com ele, explicando que não o havia reconhecido. Ele entendeu e não ficou chateado, o que me deixou muito feliz 😊. Chegaram novos hóspedes, incluindo um artista carioca, que aparentemente havia sido roubado e tinha vendido um trabalho feito com folha de bananeira para conseguir dinheiro para passar a noite. Na 3.a feira 18/9 minha ideia era ir até Maraú. Após tomar café, despedi-me de algumas pessoas do quarto e do hostel e parti. Primeiramente passei pelo Bradesco para sacar dinheiro. Paulo atravessou-me de barco até a Praia do Pontal por R$ 5,00 em dinheiro. Inicialmente andei na direção contrária para conhecer o finzinho da praia e por volta de 9:30 comecei a caminhada. Achei as vistas da paisagem muito belas . As praias estavam majoritariamente desertas. Encontrei pessoas em Piracanga pela manhã e depois somente à tarde após as 14 horas. Peguei 2 cocos na praia e tomei um banho de mar 👍. Atravessei 2 rios, um dos quais com água acima da cintura (tirei camisa, boné e chinelo, e coloquei a mochila na cabeça). Meu objetivo era ficar na cidade de Maraú, mas eu havia visto erradamente no mapa e a cidade era distante da praia. Então ao chegar em Algodões comecei a procurar por local para pernoitar. Sugeriram-me o Hostel Algodões, mas estava fechado. Então sugeriram-me o Bar do Raul, na Praia de Saquaíra, para onde rumei. Abaixo uma foto da praia anterior à de Saquaíra. Ao chegar em Saquaíra, logo avistei o bar, na beira da praia. O Raul e Benê, seu empregado, ao perceberem que eu queria algo barato, ofereceram-me por R$ 20,00 em dinheiro ficar no quarto em que dormiam os empregados, que naquele dia estaria vago 👍. Após examinar o quarto e receber as explicações de Benê, aceitei. Era um quarto simples, na beira da praia, com cama de madeira, colchão fino e desgastado, sem ventilador e com lâmpada que se ligava e desligava no soquete. O chuveiro era ao ar livre na praia. O banheiro era o do bar e ficava fechado durante a noite. Mesmo assim, foi uma das melhores noites, sem mosquitos, com a vista do céu noturno estrelado e da praia noturna. Após acomodar-me fui tomar um banho de mar e percebi que o fundo do mar tinha corais. Depois de tomar banho fiquei conversando com Benê, Clóvis e outro amigo deles sobre a vida naquela região. Raul deu-me chá como cortesia 👍. Após isso, Benê deu-me orientações sobre a localidade e onde fazer compras, fui comprar biscoito de coco, cenoura, pepino, tomate, pimentão e manga no Mercado Souza por R$ 6,96 com cartão de crédito. Jantei isso acrescido de chuchu que havia sobrado. Após apreciar o céu 🌙 e a praia à noite, ao voltar para o quarto, um siri entrou 🦀. Eu fui procurá-lo e o coloquei para fora. Voltei a apreciar a praia e quando fui entrar o siri entrou novamente e ficou embaixo da cama. Resolvi deixá-lo lá e ir dormir 😀. Na 4.a feira 19/9 fui para Barra Grande. Assisti o nascer do sol 🌅 da minha cama, que ficava de frente para a janela e esta de frente para o mar. Após levantar fui tomar um banho de mar antes do café da manhã, que foi igual ao jantar da noite anterior. Apreciei as pinturas na sala de refeição do bar. Depois agradeci e me despedi do Raul e iniciei a caminhada. Achei as praias lindas , com muitas pessoas, diferente do dia anterior. Várias delas tinham recifes de coral. Peguei um coco durante a caminhada. Passei por um farol perto da Ponta do Mutá e cheguei em Barra Grande. Lá fiquei hospedado no Hostel Ganga Zumba (http://www.gangazumbahostel.com.br/) por R$ 45,00 com cartão de crédito, em que fui atendido por Alexandre. A dona, Maria, que estava amamentando, prontificou-se a me dar informações turísticas posteriormente sobre a região. Fiquei em quarto coletivo, com banheiro externo, chuveiro com água quente, ar condicionado e café da manhã. Disseram-me que Taipu de Fora seria o melhor local para ver peixes e animais marinhos quando a maré estivesse baixa, o que seria perto de 17 a 18 horas. Resolvi ir fazer compras então para depois voltar a Taipu, por onde havia passado no caminho. Comprei 3 pães por R$ 1,00 com cartão de crédito na Padaria Bom Sabor e os comi antes de ir. Comprei também R$ 4,00 com dinheiro em chuchu, cebola, berinjela, beterraba, batata e laranja no Verdurão para o jantar. Depois fui acelerado para Taipu, pois na vinda tinha demorado quase 2 horas e já eram mais de 15:30. Mas consegui chegar pouco depois das 17 horas, ainda com luz. Procurei informar-me sobre onde seria o ponto para ver os peixes e animais e uma família que estava nadando com equipamentos de natação indicou-me um ponto em que haviam visto. Tentei e não consegui. Aí perguntei a outros que estavam lá perto e me indicaram o ponto mais exato em que a família estava. Então consegui ver alguns peixes. Apareceram alguns rapazes aparentemente nativos (talvez pegando peixes ou apenas os vendo) e me indicaram um ponto mais adequado ainda. Aí pude ver vários peixes 🐠, coloridos, alguns amarelos com listas pretas. Começou a escurecer e eu resolvi voltar, mas fiquei razoavelmente satisfeito com o que tinha visto. Cozinhei as batatas e jantei o que havia comprado no Verdurão. À noite fui dar uma volta na pracinha e assisti à parte da aula de caratê na escola. Antes de dormir, conversei com o carioca Gustavo que estava no mesmo quarto e fazia o trajeto inverso, porém não a pé. Ele vinha de Morro de São Paulo. Durante a noite o ar condicionado incomodou-me (eu não gosto de ar condicionado). Foi a única vez em que vesti a blusa de moletom para frio que havia levado . A vista do mar em frente à Barra Grande está na foto a seguir. Na 5.a feira 20/9 fui para Boipeba. Após acordar tomei o café da manhã oferecido pelo hostel. Achei-o muito bom , com café, leite, chocolate em pó, sucos de cajá e graviola, pães de 2 tipos, mussarela, tomate, batata doce, mamão, melancia e bolo de chocolate, em forma de buffet. Depois despedi-me de Gustavo e fui a pé até a Ilha de Campinho. Achei o trecho de praia bonito 👍. Precisei atravessar uma espécie de rio ou braço de mar pequeno nadando 🏊‍♂️. Caminhei pela praia e depois para ir até o local em que havia pessoas da Ilha de Campinho precisei novamente atravessar um pequeno trecho nadando, num ponto que um argentino de Buenos Aires me indicou. Ele estava lá com a família (acho que de férias). Lá conversei um pouco com os homens que estavam num bar, sobre ir a Taipu de Dentro, mas me disseram que era longe e que não era possível ir pela praia. Então resolvi voltar. Encontrei Alexandre de folga na praia, que me disse para falar com Maria que tinha combinado com ele de sair atrasado meia hora do hostel. Havia conversado com várias pessoas desde o dia anterior sobre como fazer a travessia de Barra Grande para o outro lado em direção a Pratigi. Havia muitas informações desencontradas, até que conversei com NenNei (acho que o nome era este) que vivia na área a tempos fazendo travessias e cuja família tinha morado nas áreas por onde eu queria passar. Ele explicou-me tudo e me ofertou a travessia por R$ 60,00 até um ponto a partir do qual eu poderia andar e seguir o trajeto que pretendia. Mas eu acabei optando por não ir devido ao preço e à incerteza de conseguir travessias nos pontos em que precisaria. Cheguei ao hostel, falei com Maria se precisava pagar diária extra, ao que prontamente ela respondeu que não, despedi-me e fui pegar a lancha de linha das 13 h para Camamu pela Camamu Adventure (http://www.camamuadventure.com.br/) por R$ 20,00 com cartão de crédito. Achei belas as paisagens da viagem de barco , que durou mais de meia hora. Em Camamu havia várias construções históricas, mas que só deu tempo de ver de longe. Pouco depois das 14 h peguei um ônibus para Graciosa pela Viação Cidade Sol (https://www.viacaocidadesol.com.br/) por R$ 12,60 com cartão de crédito. A viagem teve belas paisagens de mata e cidadezinhas 👍, durando cerca de 2 horas. Em Graciosa peguei a lancha para Boipeba às 16:30 (acho que era a última) por R$ 35,00 em dinheiro. Haviam dito em Barra Grande que custaria R$ 15,00. Achei espetaculares as paisagens desta travessia , com trechos de mangue nas laterais e perto do pôr do sol. Em Boipeba fiquei no Hostel Abaquar (https://www.abaquarhostel.com) por R$ 25,00 a diária com cartão de débito. O hostel era da brasileira Fernanda e do belga Peter e tinha várias pessoas fazendo trabalho voluntário em troca de hospedagem. Fiquei em quarto coletivo, com banheiro dentro, sem café da manhã. Havia área verde com redário, sala de TV, bar e cozinha. Quando lá cheguei havia alguns policiais que eles chamaram pelo fato do vizinho ter ofendido uma hóspede ou colaboradora. Fiz compras para o jantar, R$ 1,30 de cebola, R$ 3,75 de chuchu, pimentão e beterraba, R$ 4,70 de biscoito e espaguete, R$ 1,85 de batata e R$ 3,50 de goiabada, tudo em dinheiro (não havia bancos nem caixa eletrônicos em Boipeba). Cozinhei o espaguete e misturei com os outros ingredientes para o jantar, conversei com algumas pessoas que faziam trabalho em troca de hospedagem e assisti ao fim do jogo da Libertadores ⚽ que estava sendo transmitido, após o uruguaio Fernando configurar a TV para mim. Alguns hóspedes disseram-me para deixar a porta do quarto fechado para que o gato não entrasse e deitasse na cama. Abaixo a Praia de Boca da Barra. Na 6.a feira 21/9 fui explorar Boipeba. Após café da manhã com parte do que havia comprado, fui andando pelas praias, passando por Boca da Barra, Tassimirim, Cueira, Moreré e Bainema. Achei as vistas muito belas . Para chegar até Moreré precisei atravessar um pequeno rio. Como a maré estava alta, passei pelo trecho que tinha pedras, pois disseram que mais perto da praia havia ostras que poderiam cortar os pés. No fim da Praia de Bainema, encontrei Caetano, pescador e morador de Castellanos, que estava indo para lá. Perguntei se poderia ir com ele, pois haviam dito que a trilha era muito difícil. Ele concordou e fomos. Ele foi dando informações sobre a trilha e num determinado momento abriu um coco maça 🥥, que eu nem sabia que existia. Ofereceu abrir um para mim também e eu aceitei. Achei uma delícia . Tinha a consistência de maça com sabor de coco. A partir de um determinado ponto, a trilha seguia pelo meio do mangue. E mais à frente, começava a ter água do mar. Caetano pegou 2 caranguejos-siri 🦀 na trilha. Quando chegamos ao local onde estava o barco dele, a água já estava na altura da coxa. Daí para frente fomos de barco e saímos em um rio, que atravessamos junto com Marcelo, que se uniu a nós na outra margem, mas ainda longe do ponto final de destino na praia. Após chegar lá conheci sua família e amigos. Ele me explicou o caminho de volta e disse que seria mais fácil, pois a maré já estaria baixa. Ofereci-me para ajudá-lo a fazer uma página na internet para divulgar possíveis serviços de guia e outros e ele disse que me enviaria mensagem por celular com seu contato. Eram perto de 14 horas e fui caminhar até a Ponta de Castellanos. Achei as paisagens espetaculares, entre as melhores da viagem . Tanto do mar, quanto da praia, rio e vegetação. Fui andando rápido, pois não queria pegar escuridão na volta. Após deliciar-me com as paisagens magníficas, chegar até a ponta e tentar ver o povoado de Cova da Onça, voltei acelerado. Quando cheguei ao ponto em que havia desembarcado e perguntei onde era o início da trilha para sair no ponto mais curto de travessia do rio, Marcelo e João do Barco, seu tio, disseram-me que me atravessariam, pois tinham que atravessar mesmo e poderia ser perigoso eu atravessar nadando aquele rio extenso (realmente era bem mais extenso do que eu tinha imaginado quando perguntei a Caetano se poderia ir com ele). Acho que eles tinham ficado esperando por mim. Antes de atravessar reencontrei Alexandre, atendente do hostel de Barra Grande, que estava tomando algo em um bar restaurante da praia. Ele perguntou se tinha corrido tudo certo ao falar com Maria (a dona) sobre o atraso, disse que sim, desejei-lhe boa folga e fui. Eles me atravessaram e me deixaram já dentro do mangue, pouco depois de onde eu havia embarcado com Caetano 👍. Agradeci muito, pois realmente atravessar aquele rio nadando teria sido duro . A água estava mais baixa e quando cheguei ao ponto em que havia subido no barco de Caetano, já estava quase seco. Segui pelo mangue sem me perder e cheguei de volta à Praia de Bainema. Entre a ida e a volta vi alguns caranguejos e pássaros 🐦 no mangue. Vi também tartarugas mortas nas praias e piscinas naturais em vários pontos. Voltei e passei pelo rio que levava a Moreré ainda com claridade. Com maré baixa pude atravessar pela praia mesmo. Entretanto acabei pegando o fim da trilha à noite, o que foi um pouco problemático num ponto que passava por dentro de mata, pois era difícil enxergar, visto que as árvores tapavam a luz da Lua e das estrelas. Mas foi um trecho curto. Jantei espaguete com legumes, biscoito e goiabada. Mariana, uma das funcionárias voluntárias do hostel, falou-me que no dia seguinte ela e 2 amigas iriam até Castellanos e perguntou se eu não queria ir junto. Expliquei que tinha ido naquele dia e disse que um pescador e morador que me atravessou para lá desejava atuar como guia também e tinha ficado de me enviar seu contato. Ela se interessou e fiquei de repassar para ela assim que recebesse, mas Caetano não me enviou seu contato. À noite houve uma festa gratuita com música no bar do hostel, que era comandado por Melissa, argentina de Puerto Madryn e por uma mineira. Lá reencontrei um surfista que havia me dado orientações quando estava em Bainema e se ofereceu para guiar Mariana e suas amigas até Castellanos, mas Mariana acabou optando por outra alternativa. No sábado 22/9 fui andando até Cova da Onça. Após café da manhã, semelhante ao do dia anterior, parti e fui procurar o início do que chamavam de Caminho do Trator. Era a estrada por onde passava o trator de coleta de lixo. Após andar por algumas ruas da cidade, encontrei-a e a segui por cerca de 2 horas até Cova da Onça. Ela tinha belas paisagens, era de areia ou terra e estava em sua maioria deserta. Passei por uma comunidade quilombola onde confirmei o caminho. Num dos pontos mais altos achei a vista do mar e da costa muito bela. Ao chegar ao povoado, surpreendi-me com seu tamanho, muito maior do que havia imaginado. Tinha praias com mangue e barcos. Após andar na pequena orla, perguntei a alguns moradores se era possível ir em frente e ver a paisagem ou chegar até o rio que a separava do caminho que levava a Pratigi e Barra Grande, por onde eu queria ter passado mas não consegui. Explicaram-me que havia uma trilha pela orla em que depois eu subiria e iria parar nos campos, onde se poderia ver amplamente a paisagem. Segui a trilha conforme indicaram e cheguei num ponto bem alto, em que pude ver a vegetação, a mata, a costa, as praias, os rios, o povoado do outro lado do rio e toda a natureza ao redor. Achei a vista espetacular. Foi, juntamente com o Mirante de Morro de São Paulo, a vista de que eu mais gostei na viagem. Mas se tivesse que escolher uma só, escolheria esta. Após descer, perguntei se poderia pegar um coco das árvores da orla. Amantino e seu amigo pegaram dois cocos com bastante água e massa para mim e um para ele. Enquanto comíamos os cocos ficamos conversando. Ele me falou que havia morado e trabalhado em São Paulo e que agora estava aposentado. Apareceu uma menina de uns 8 anos, chamada Júlia, e perguntou porque a minha camisa estava suja daquele jeito e se eu morava no mato. Eu ri, respondi que não morava no mato e a camisa estava suja de tanto abrir cocos manualmente nas praias. Ofereci coco para ela e ela não aceitou (acho que ficou com medo ou com vergonha), mas depois que eu estava acabando, pediu ao dono do bar em frente aos coqueiros (talvez algum parente seu) para pegar um coco para ela, mas ele disse que não iria pegar cocos naquele momento. Antes de voltar, resolvi perguntar se havia uma trilha para a Praia de Castellanos, como alguns haviam dito no dia anterior. Disseram-me que sim, bastava seguir o caminho do trator (era outro ramo). Segui a trilha e em cerca de 1 hora cheguei lá. Achei muito bonita a paisagem da trilha no meio da mata, com pássaros. Foi fácil, com pouca probabilidade de erro, ao contrário do que me haviam dito 1 dia antes. Novamente apreciei a bela vista daquela localidade. Tomei 2 banhos de mar pequenos, andei até a Ponta dos Castellanos novamente, fui até a curva de onde se avistava o local onde havia desembarcado 1 dia antes e depois voltei. Peguei 1 hora de escuridão, passando por um trecho de mata em que havia vários morcegos. Ofereceram-me carona por 2 vezes, eu agradeci e recusei, pois achei que não era necessário. Jantei espaguete com legumes, com biscoito e goiabada de sobremesa. Na 6.a feira ou no sábado eu fui visitar a loja de artesanato de uma argentina que havia se mudado para lá e um restaurante típico baiano, com quadros, que ficavam na ladeira que ligava a praça central ao porto. Gostei de ambos, que me atenderam muito bem. No domingo 23/9 aproveitei para descansar. Após acordar fui pesquisar como cruzar o canal para ir a Morro de São Paulo. Atravessei e voltei nadando e me convenci de que precisava de um barco, pois a partir de certo ponto a água me cobriu. Depois comprei R$ 1,60 em pães (cebola, coco, milho e arroz) e R$ 2,00 em pepino e chuchu para o café da manhã e o jantar, ambos com dinheiro. Após o café da manhã, fui visitar os pontos de interesse que eram próximos ao centro. Fui à Casa de Farinha, Mirante do Quebra Cu, Igreja (que estava fechada) e Mirante Céu de Boipeba (dentro de uma pousada ou hotel, que os donos permitiram acessar). Achei as construções antigas interessantes e a vista dos 2 mirantes muito boas, mas preferi a do Mirante da Cova da Onça. Do Céu de Boipeba eu fui pela trilha até a Praia de Cueira, onde passei o resto do dia, contemplando e descansando. Já havia gostado daquela praia anteriormente e continuei gostando, agora com o dia todo para desfrutar. No fim da tarde vi o pôr do sol, que teve cores avermelhadas e alaranjadas. Tomei 2 banhos de mar ao longo do dia. À noite chegou ao hostel o carioca André, que tinha ido prestar um concurso público e decidido ficar mais um dia para conhecer a área. Ele morava e trabalhava com turismo em Ilhéus, sendo dono de um hostel e organizando excursões de Ilhéus a Morro de São Paulo. Levei-o para um passeio à noite, para apresentar o pouco do centro que eu conhecia e aproveitamos para tentar ir conhecer a igreja. Mas estava havendo missa e eu não entrei. Porém pude apreciar a vista do mar e da orla a partir da sua lateral. Era noite de Lua cheia e eu achei o céu muito belo. Ainda deu tempo de ver um pouco de Cruzeiro x Santos pelo campeonato brasileiro. O uruguaio Fernando, que torcia para o Peñarol, falou-me que não tinha boas lembranças do Santos nem do Palmeiras, que tinha sido o jogo da 5.a feira anterior. Na segunda-feira 24/9 fui para Morro de São Paulo. Comprei R$ 1,20 com dinheiro em pães (2 de cebola e 1 de arroz) para o café da manhã. Despedi-me de André, que foi dar um passeio nas praias. Fui visitar a Igreja do Divino Espírito Santo, que desta vez estava aberta. Aproveitei para apreciar a vista a partir do mirante durante o dia, que me pareceu muito boa. Quando entrei no terreno atrás da igreja em que ficava o cemitério, um homem que estava cavando um túmulo disse que estava preparando a minha cama . A seguir visitei o Museu dos Ossos, que tinha fragmentos de ossos de baleias e outros animais marinhos. Depois voltei ao hostel, peguei a mochila e fui procurar a travessia para a Praia do Pontal, mostrada abaixo. Paguei R$ 10,00 em dinheiro por ela. Inicialmente fui no sentido oposto para conhecer um pouco a área e depois rumei para Morro de São Paulo. Caminhei pela praia passando dentro de trechos de mangue, o que achei sensacional. Peguei um coco, que deu enorme trabalho para desbastar até a casca dura, pois não havia nada cortante por perto. Um rapaz passou 2 vezes de moto enquanto eu tentava desbastá-lo e me perguntou se eu havia visto um chapéu. Respondi que não, mas que se encontrasse deixaria na barraca que ele indicou. Na saída de uma das trilhas de mangue havia uma árvore com vários ninhos de pássaros. Logo em seguida cheguei à Praia de Guarapuá, que achei magnífica. O mar tinha vários tons de verde e azul, conforme foto abaixo. E o banho foi delicioso. No fim da praia, indicaram-me para pegar uma trilha permitida por dentro de uma fazenda, cuja paisagem de mata muito me agradou. Um caçador que encontrei no meio do caminho deu-me informações preciosas sobre a trilha. Ele estava colocando ratoeiras. Já perto do fim da trilha, um rapaz que estava pegando cocos e caranguejos guaiamuns, abriu o coco para mim. A água estava já um pouco passada, mas mesmo assim tomei e aproveitei. Tinha muita massa, já seca, o que me permitiu comer em várias ocasiões. Logo a seguir cheguei na praia (5.a Praia), voltei um pouco até o mangue, para conhecer toda a extensão, e depois fui pela praia, apesar da maré já bem alta, rumo a Morro de São Paulo. Em Morro de São Paulo fiquei no Hostel La Casita (https://www.facebook.com/lacasitademorro) por R$ 25,00 a diária pagos com cartão de crédito. Os donos eram argentinos e havia vários hóspedes argentinos e chilenos. O hostel tinha muita comida comunitária (arroz, feijão, queijo ralado, farinha de milho, temperos etc), o que enriqueceu minhas refeições e achei uma ótima ideia, pois para quem vai ficar pouco tempo é inviável comprar a quantidade normalmente vendida destes itens. Na primeira noite uma mineira funcionária voluntária, do mesmo tipo que troca hospedagem e refeições por trabalho, fez um bolo de cenoura de que gostei. Fiz compras no Supermercado Estrela da Manhã (espaguete, goiabada, pepino e chuchu) por R$ 8,50 com cartão de crédito e em outro supermercado (cebola e laranja) por R$ 2,70 em dinheiro. Na 3.a feira 25/9 fui explorar Morro de São Paulo. Inicialmente comprei pães no Mercado Nativo (3 pães franceses, 3 pães de milho e 2 pães de arroz) por R$ 2,00 com cartão de crédito. Depois do café da manhã segui o caminho para a Praia de Gamboa. A trilha ia por morros e descia para a praia. Achei muito boa a vista do alto dos morros. Com a maré baixa, caminhar pela praia foi tranquilo. Já em Gamboa, o barqueiro Ângelo aceitou cruzar-me para o outro lado quando fosse seguir viagem e disse que o faria de graça. Eu pedi um preço, mas ele falou que poderia dar quanto quisesse, talvez só R$ 5,00 para pagar o óleo. Continuei até acabar a praia e depois segui pelo manguezal. Lá encontrei um pescador ou caçador de caranguejos que disse que a trilha poderia levar-me ao Galeão, mas que seriam 2 horas de trilha e que esta estava muito suja, com grandes chances de eu não conseguir. Resolvi então não ir e só caminhei mais um pouco até onde achei o caminho razoável. Não foi tão espetacular quanto a trilha entre Boipeba e Guarapuá, mas não deixou de ter certo interesse. Na volta, depois de chegar à praia, tomei um gostoso banho de mar. Perguntei a várias pessoas se dava para voltar pela praia com a maré como estava e quase todos disseram que não. Eu não tinha levado dinheiro para pegar o barco e a trilha sem ser pela praia passava pela comunidade Buraco do Cachorro, que disseram não ser segura porque tinha alguns redutos de crime. Como um nativo me disse que era possível ir pela praia, porém seria sofrido, resolvi ir pela praia assim mesmo. Até que não foi tão difícil, pois toda a primeira parte foi possível fazer por uma faixa estreita de areia, aguardando as ondas baixarem em alguns trechos, ou por cima de pedras. Depois surgiram trilhas laterais nos morros, o que facilitou tudo. Mais à frente encontrei algumas pessoas nas pedras e brincando no mar e elas me indicaram como pegar a trilha principal para chegar de volta a Morro de São Paulo. Aproveitando que voltei cedo, fui conhecer a Fonte da Biquinha, a fortaleza, as praças, a igreja e o farol. Depois fui aos mirantes, de ambos os lados do farol. Achei a vista espetacular, entre as melhores da viagem. Esperei para ver o pôr do sol do mirante principal, que estava lotado. À noite reencontrei Mariana, que agora estava como hóspede, preparando-se para ir fazer trabalho voluntário trocado por hospedagem e refeições na Praia de Pipa. Jantei espaguete com legumes, acrescido de um pouco dos itens comunitários (proteína texturizada de soja, arroz, feijão, farinha de milho e temperos). Depois fui dar um passeio na orla e apreciar a vista noturna. Havia uma passarela de madeira bem movimentada, que permitia andar perto da costa. Na 4.a feira 26/9 fui ver os peixes e descansar. Tomei café com pães, legumes e goiabada e fui ver os peixes nos recifes de coral da 2.a Praia. Antes de chegar na água pude ver as piscinas naturais que se formavam com a maré baixa, conforme foto a seguir. Havia vários tipos de peixes, ouriços e coral. Fiquei lá bastante tempo apreciando os cardumes. Conversei com um aposentado nordestino que morava em Sorocaba e estava fazendo o mesmo. Depois fui conhecer o Teatro do Morro, o Campo de Mangaba e o mirante perto da antena. Desci de lá e fui para a 3.a praia para ver mais peixes. Havia também bastante peixes e caranguejos, mas vi menos do que na 2.a Praia. Fui até a ponta do recife apreciar a vista do mar e depois fui para a 4.a Praia, onde fiquei contemplando a paisagem. Lá também havia peixes, mas eu já estava satisfeito e não tentei muito. Boiei 2 vezes no mar, pois era muito raso, mas gostei. Já perto do fim da tarde voltei ao Mirante da Tirolesa (ao lado do farol) para ver as pessoas descerem. Depois fui ao mirante principal do outro lado para ver o pôr do sol novamente. Achei as vistas espetaculares de novo. Comprei pães (3 franceses, 2 de milho e 1 de arroz) para o dia seguinte no Mercado Nativo por R$ 1,50 com cartão de crédito. Jantei espaguete, arroz, feijão, farinha de milho, legumes e temperos. Depois que eu já tinha começado a fazer o jantar, perguntaram-me se eu queria participar da noite de pizza que haveria, mas aí já era tarde. E acabou havendo uma festa, junto com a pizza. Eu já estava no quarto, mas ouvi as canções argentinas (pelo menos eu acho que eram). Na 5.a feira 27/9 fui rumo à Praia do Garcez. Após o café da manhã com sanduíches, laranja e goiabada e de passar pela passarela com vista para as piscinas naturais nos recifes de coral com maré baixa, fui para o porto para pegar o barco de linha para o atracadouro, que era do outro lado do canal. Antes passei pelo guichê de cobrança para pagar a taxa ambiental, mas a atendente isentou-me, dizendo que a cobrança não existia quando a entrada era por Boipeba. No barco encontrei a argentina que tinha ficado no mesmo quarto que eu no hostel. Ela estava indo para Barra Grande. Peguei o barco da Quick Pousada e Transporte Marítimo por R$ 10,00 em dinheiro. Como ele era lento foi possível apreciar a bela paisagem com calma, incluindo os paredões de argila no caminho para Gamboa, exibidos na foto abaixo. Depois de chegarmos, despedi-me da argentina e comecei a caminhada rumo à Praia do Garcez. Fui perguntando a pescadores e habitantes locais se conseguiria cruzar o rio que havia lá e me disseram que com maré baixa conseguiria, mas pelos meus cálculos não chegaria no auge da maré baixa. Ao longo do caminho vi siris, periquitos, árvore com ninhos, casas de joão-de-barro e bastante sujeira também, mesmo em praias desertas. Havia também várias belas praias e trechos de vegetação, como esta área de mata da foto antes de chegar em Guaibim. Quando cheguei na Boca da Barra vi um rapaz aparentemente trabalhando ou esperando algo. Ele me disse que até há cerca de 15 minutos eu conseguiria atravessar, mas que agora a maré tinha subido e ele não sabia. Falou para eu fazer um teste. Fui pelo trecho que ele indicou e percebi que a água iria me cobrir. Desisti . Ele falou que havia muitos pescando e que quando um passasse ele pediria para me atravessar. Após alguns minutos, falou que seu primo vinha vindo de barco e que me atravessaria. Ele fez sinal para o primo que me permitiu embarcar e me atravessou. Ofereceu-me carona até o povoado de Ilha D’Ajuda, eu agradeci, mas preferi ir caminhando. Antes fui dar um passeio nos bancos de areia do outro lado da boca e tomar um banho de mar. Achei bela a área da barra do rio. Depois segui para o povoado. Havia muitas bifurcações na estrada, que era deserta. Acabei pegando um ramo errado e fui parar numa fábrica. Lá havia um rapaz trabalhando que me orientou sobre o caminho correto. No povoado fiquei na Pousada do Juraci por R$ 25,00 em dinheiro. Fiquei surpreso quando ele me falou que alugava quartos por R$ 150,00 por mês. Comprei R$ 5,40 (9 pães (francês, milho e leite), tomate, cebola e pepino) com cartão de crédito num mercado. Depois do jantar fui dar um passeio para conhecer um pouco do povoado e ainda pude admirar um pouco do céu noturno. Na 6.a feira 28/9 fui para Cacha Pregos, primeiro povoado da Ilha de Itaparica do meu roteiro. Um galo acordou-me cantando ao amanhecer . Tomei café da manhã, comprei pães (2 franceses e 1 de milho) no mesmo mercado por R$ 1,00 em dinheiro e rumei para Cacha Pregos. Peguei 3 cocos na praia, 1 com massa e 2 só com água, mas bem doces. Encontrei muitos siris na areia. Quando já estava perto de cruzar o Rio Jaguaripe encontrei um pescador que me perguntou se eu estava louco quando falei que pretendia ir a Cacha Pregos. Aí disse que tentaria um barco para me atravessar e ele respondeu que só mesmo se fosse assim. Quando cheguei no rio vi que a travessia era muito mais larga do que eu imaginava e que a margem em que eu estava era deserta. Tentei gritar para os barcos do outro lado, mas era tão longe que seria virtualmente impossível me ouvirem ou verem. Fui margeando o rio até ver uma espécie de iate ancorado. Fui em direção a ele para ver se conseguiria uma travessia. Conforme fui chegando mais perto vi outros barcos menores atracados numa espécie de trapiche. Apareceram alguns homens e comecei a atravessar um solo enlameado. Quando cheguei perguntei se eles iriam atravessar ou conheciam alguém que fosse. Eles disseram que iriam, porém no fim da tarde. Eram trabalhadores de uma fazenda de lazer, estavam consertando um barco e voltariam para Cacha Pregos após o trabalho no fim do dia. Então subi no trapiche, fui até a ponta numa espécie de abrigo e almocei os pães enquanto eles comiam suas marmitas. Combinamos de eu retornar no fim da tarde, deixei minha mochila no abrigo e voltei para a ponta da barra para ir à praia. Tomei banhos de mar e 1 banho numa pequena lagoa, além de ficar contemplando a paisagem. Na volta a maré havia subido e eu não tinha percebido o tamanho do impacto para o qual eles tinham tentado me alertar. Tive que atravessar a nado 2 razoáveis extensões de água onde antes era só areia enlameada. Após esperá-los, atravessei com vários outros trabalhadores da fazenda para Cacha Pregos. Durante a travessia eles me indicaram uma pousada barata. Passei antes numa de um espanhol que alugava via AirBnB, mas após falar com Zel da barraca, fui para a que eles e ela haviam indicado, que era a pousada 4 Estações (https://www.facebook.com/pages/category/Hotel/Pousada-4-Esta%C3%A7%C3%B5es-1650017345250201/) e lá fiquei por R$ 40,00 pagos com cartão de crédito. Após acomodar-me fui tomar um banho de mar e ver o pôr do sol a partir da praia em frente a ela, mostrado na foto abaixo. Depois fui comprar pepino, chuchu, cebola, pimentão, beterraba e laranja no supermercado por R$ 3,60 em dinheiro, 9 pães e 8 broas de milho na padaria por R$ 6,65 com cartão de crédito. Jantei sanduíches e depois fui dar uma volta na praia à noite, podendo desfrutar do céu estrelado. No sábado 29/9 saí rumo à cidade de Itaparica, mas sabendo que não chegaria lá em um dia. Logo de manhã fui tomar um banho de mar. Depois dei um passeio na praia até um pouco depois do ponto em que havia desembarcado, após o qual acabava a praia, para poder apreciar com calma aquele trecho. Passei na padaria para dizer que havia pego 1 pão a menos. Acreditaram e ainda me deram 1 pão a mais de cortesia. Depois do café parti. As praias estavam com bastante gente, pois era sábado, o que acho que tornou a caminhada mais segura, pois vários me disseram que a Ilha de Itaparica poderia apresentar trechos perigosos. Gostei bastante das paisagens, com o mar verde e já pude ver Salvador, lá longe, do outro lado da Baía de Todos os Santos. Tomei 2 banhos de mar ao longo do caminho, boiando na água calma. Uma foto de uma das praias, a Barra do Cavaco, pode ser vista abaixo Num determinado trecho fiquei preso pela maré numa passagem suspensa e tive que voltar e contornar pela rua. Resolvi parar em Mar Grande. Quando cheguei perguntei num restaurante sobre pousadas baratas e o garçom indicou-me algumas. Um rapaz que lá estava pediu para me acompanhar, pois queria receber alguma comissão da pousada. Porém estava meio alterado provavelmente por abstinência e acabou querendo influir na minha escolha para ganhar a comissão e depois pedindo para eu comprar um artesanato seu, pois ele queria fumar um baseado. Aí eu pedi para ele parar de me acompanhar. Ofereci pão, mas ele não quis. Iria ficar na Pousada Pôr do Sol, como ele havia indicado, tendo inclusive já fechado acordo de valor e condições com o atendente e informado que o rapaz havia me indicado, para o caso deles pagarem comissão. Porém eles não tinham o quarto pronto e me falaram para voltar depois das 19 horas. Pessoas locais haviam dito para mim que subindo um pouco acima da pousada e fazendo a curva era uma área perigosa, provavelmente de tráfico. O próprio atendente da pousada disse que aquela área era um pouco perigosa para turistas, mas que pela minha aparência achava que não haveria problemas. Resolvi arriscar. Fui então fazer compras para o jantar e o café da manhã. Ao descer a ladeira vi dois rapazes parados que pareciam estar vigiando e fiquei um pouco preocupado com a situação. Comi um acarajé no prato por R$ 3,00 em dinheiro, comprei R$ 2,00 em pães (7 pães, 4 franceses, 2 de milho e 2 de leite) na padaria em dinheiro (deram-me 1 pão de cortesia), R$ 0,92 em tomates, pepino e cebola no Mercado Fonseca com cartão de crédito e R$ 0,47 em bananas prata no BomPreço Bahia Supermercados com cartão de crédito. Quando voltei, já estava escuro, e ao começar a subir a ladeira, um homem sentado atrás de um caminhão, perguntou-me “Qualé que é?”. Assustei-me e respondi que só iria até a pousada. Ele me disse que poderia ir. Falei que iria depois então. Ele me disse para me aproximar. Não fiz isso. Perguntou se eu estava com medo alterando a voz e respondi que não, apenas voltaria depois. Outro rapaz mais acima falou “Tá de boa, pode vir”, mas eu optei por não ficar lá. Fui então para a Pousada Cigana (https://www.facebook.com/pousadaciganailha/), onde fiquei por R$ 50,00 em dinheiro, sem café da manhã. No dia seguinte descobri que existia um hostel na beira da praia por R$ 40,00 com café da manhã, que só não havia encontrado porque o rapaz que me acompanhou estava tão direcionado para a comissão que acabei não o vendo. Ao sair à noite para ver o povoado e a orla, vi 2 cavaleiros correndo pela lateral da orla. Quando chegaram perto do centro e o piso virou cimento na ciclovia, o cavalo de um deles caiu e ele foi junto. Mas nem um dos dois pareceu ter ferimentos mais sérios, embora o cavalo tenha demorado para se levantar. No domingo 30/9 fui para a cidade de Itaparica. Acordei e fui tomar um banho de mar. O portão estava aparentemente trancado e eu não conseguia abrir. Mas um hóspede mais acostumado conseguiu abrir facilmente e pude sair. Fui até a igreja antes para poder visitá-la, mas perguntei ao moço que a estava arrumando para a missa se poderia visitá-la com calção de banho e camiseta regata (de alças) e ele disse que não. Então fui para o mar e depois voltei. Ainda consegui visitar um pouco antes da missa, mas já com bastante gente. Comprei R$ 2,00 em pães (4 franceses, 2 de milho e 2 de leite) na padaria em dinheiro (novamente deram-me 1 pão de cortesia) e R$ 1,13 em tomate, pepino e cebola no Mercado Fonseca com cartão de crédito. Tomei café com o que tinha comprado e mais bananas do dia anterior. Depois saí com destino à cidade de Itaparica. Disseram-me que haveria trechos desertos, com matagal na beira da praia que poderiam ser perigosos, mas como era domingo as praias estavam com bastante gente e não tive nenhum problema de segurança, nem nos trechos mais desertos. Realmente passei por trechos com matagal ao lado e trechos desertos ao lado de morros, com muitas pedras e recifes na praia. Achei as paisagens belas. Passei por Bom Despacho, local de onde saíam os barcos para Salvador. Em frente ao local de embarque havia um quebra-mar, que tinha uma pequenina praia de areia embaixo e permitia uma bela vista. A foto a partir do local está abaixo. Perguntei no porto sobre horários, formas de pagamento, preços e segurança para ir a pé do ponto de chegada ao Pelourinho em Salvador. Ao chegar em Itaparica, enquanto procurava local para me hospedar, aproveitei para conhecer e apreciar as construções históricas do centro. Fiquei no Veranda Hostel (https://www.tripadvisor.com/Hotel_Review-g659906-d15207946-Reviews-Veranda_Hostel-Itaparica_Ilha_de_Itaparica_State_of_Bahia.html), cujo proprietário, François, era da Namíbia. A vista a partir de sua varanda agradou-me muito. Inicialmente combinamos R$ 45,00 a diária no cartão de crédito, sem café da manhã. Comprei R$ 3,00 (batata e chuchu) em uma mercearia e R$ 1,60 (tomate e cebola) em outra, pagando ambas com dinheiro. Ainda deu para ir à praia e lá fiquei por algum tempo, contemplando a paisagem. Estava lotada. Tomei 2 deliciosos banhos de mar, com consentimento dos salva-vidas para ir ao fundo. No fim da tarde ainda vi o lindo pôr do sol a partir da orla que ficava de frente para o hostel. Saindo de lá assisti ao resto do jogo entre Internacional e Vitória num bar. Os torcedores estavam revoltados com o pênalti que o árbitro havia marcado no fim. Depois fui à padaria comprar R$ 2,00 em pães (3 franceses, 1 de milho e 1 de leite) com cartão de crédito. Cozinhei batatas e juntei com o resto para o jantar. Na 2.a feira 1/10 aproveitei para conhecer melhor Itaparica. Tomei um banho de mar logo pela manhã. Comprei R$ 2,00 em pães (franceses, milho e leite) em outra padaria mais próxima, tomei café da manhã com sanduíches e banana, e fui fazer compras para os dias restantes no supermercado por R$ 8,64 com cartão de crédito (espaguete, berinjela, tomate, cebola, pepino, goiabada e pães (franceses, milho e leite)). Depois passei pela secretaria de turismo e me deram várias informações de pontos a visitar, pontos em que era seguro ir e em que não era e como voltar para Bom Despacho pela estrada caminhando. Uma moça perguntou-me se eu não tinha medo de caminhar sozinho pela praia. Então fui visitar os pontos de interesse na cidade, várias construções históricas, igreja, prefeitura, casas antigas, praças, Capela de Santo Antônio, exposição de fotos antigas da região na biblioteca e a marina. Dei também um passeio completo na orla central. Nativos disseram-me para não ir às praias depois da marina, nem à Biquinha, pois não era seguro devido à possibilidade de assaltos ou violência, mesmo vestindo somente calção de banho e camiseta regata. Após um leve almoço de pão com chuchu e pão com goiabada, fui à praia de Ponta de Areia, por onde havia passado no caminho de vinda e de que tinha gostado. As praias estavam bem mais vazias, mas não houve nenhum problema de segurança. Lá conversei com cariocas que estavam de férias sobre o Rio, Niterói e a situação eleitoral naquela semana que antecedia o 1.o turno das eleições. Tomei alguns banhos de mar e contemplei a paisagem. Num dos banhos, virou o caiaque de um rapaz que estava a meu lado com o guia. A água não o cobria, mas pelo susto e o choque com a água, acho que ele ficou assustado e com isso eu fiquei preocupado, mas tudo ficou bem. Perto do fim da tarde voltei para a praia central do forte onde tomei mais banho de mar. Em algumas situações ao longo do dia foi possível ver peixes pulando na água. Por fim fui contemplar o pôr do sol na orla novamente. Achei-o muito belo nos 2 dias. Segue uma foto dele. Jantei espaguete com legumes e pão com goiabada de sobremesa. Fiquei na varanda contemplando a paisagem noturna da Baía de Todos os Santos e as luzes dos povoados distantes do outro lado. Na 3.a feira 2/10 novamente tomei um banho de mar logo após acordar e depois o café da manhã com sanduíches, pão e goiabada. Resolvi ficar na praia pela manhã, pois o dono do hostel permitiu-me sair até as 14 horas. Conversei bastante com o salva-vidas, que era o mesmo do domingo. Falamos das diferenças da vida na Bahia e em São Paulo, que ele nunca tinha visitado, mas via pela TV, principalmente como as pessoas gastavam tempo para chegar em seus locais de trabalho. Dizia que não tinha vontade de morar lá. Depois de contemplar, descansar e tomar 2 banhos de mar voltei para o hostel para um leve almoço e ir embora para Salvador. Na hora de pagar com cartão, François disse-me que a máquina não estava disponível e não seria possível. Propôs então que eu pagasse R$ 50,00 pelos 2 dias, ou seja, R$ 25,00 a diária. Perguntei se isso não iria lhe dar prejuízo e ele disse que não, pois como eu tinha ficado sozinho e era fim de mês e ele precisava fechar a contabilidade com um valor não tão alto, não havia problema. Perguntei várias vezes, ele confirmou que não havia problema para ele e então paguei os R$ 50,00 em dinheiro. Tinha pego o sabonete que ele me deu como cortesia e não tinha usado, pois ainda tinha o meu. Devolvi para diminuir o custo dele com minha hospedagem. Antes de começar meu caminho, pedi a um taxista a confirmação de qual era o caminho mais indicado e ele me indicou o caminho que todos haviam dito ser o mais perigoso, passando pela Biquinha. Quando o questionei sobre a segurança, ele respondeu ironicamente rindo que pelo caminho que eu iria havia mais bandidos. Ignorei as sugestões dele. Fui caminhando pela Avenida Beira-Mar. Não tive nenhum problema de segurança, embora houvesse alguns trechos desertos. Achei belas as vistas da orla a partir dos pontos elevados. Peguei o barco das 16 horas em Bom Despacho. Paguei R$ 5,00 com cartão de crédito para a Internacional Travessias (https://internacionaltravessias.com.br). Cheguei em Salvador perto das 17 horas. Achei magnífica a vista da Baía de Todos os Santos, de Itaparica e de Salvador a partir do barco durante a travessia. A foto abaixo mostra a vista de Salvador quando estávamos chegando. A foto abaixo mostra o pôr do sol pouco antes de desembarcarmos. Fui andando até o Pelourinho sem problema nenhum. Fui por Santo Antônio, onde havia visto os hostels com preços melhores. Fiquei hospedado no Hostel Pelo do Carmo (https://www.facebook.com/Hostel-Pel%C3%B4-do-Carmo-1836152616404294) por R$ 15,00 em dinheiro, sem café da manhã. O hostel tinha 7 meses desde a inauguração e ficava num casarão antigo. Optei por este hostel, além do preço, pela vista espetacular da Igreja do Carmo, a partir da janela do quarto e pela vista da Baía de Todos os Santos a partir da sala de TV. Lá conheci um libanês, que morava em Brasília, um catarinense e um campineiro, com quem conversei bastante. Fui visitar o Forte de Santo Antônio e a Igreja de Santo Antônio e comprar chuchu, cenoura, cebola, pepino e pães no Bar e Mercearia do Carmo por R$ 7,13 com cartão de crédito. Depois fui passear um pouco pelo Pelourinho e assistir alguns espetáculos artísticos. Assisti vários conjuntos musicais, especialmente Tambores e Cores (https://www.facebook.com/fernando.barretodealmeida.1/videos/vb.100005659626174/924642111067768). Após ver um pouco do jogo da Libertadores fui dormir. Na 4.a feira 3/10 tomei café da manhã com sanduíches e goiabada, apreciei pela última vez as vistas da Igreja e da Baía, despedi-me do campineiro que iria à praia e saí para o aeroporto. No caminho comprei R$ 1,00 em pães para o almoço numa mercearia ao lado da do dia anterior, mas em que o pão era mais barato. Mais à frente, já perto da estação de metrô, visitei a Igreja de Santana, que achei muito bela e bem restaurada. Ainda pude ver o fórum, em frente à estação e embarquei. Paguei R$ 3,70 pelo bilhete unitário. Achei muito bom o metrô de Salvador e bem mais vazio do que o de São Paulo, talvez porque a extensão fosse bem menor. Como ele era quase todo por via aérea, foi possível apreciar a vista de várias partes da cidade. No aeroporto havia um ônibus gratuito da estação de metrô até o embarque. O voo foi bom, mas a vista da Baía de Todos os Santos não foi tão espetacular quanto eu já havia visto outras vezes. Em Guarulhos peguei o ônibus gratuito que me levou do Terminal 2 até a recém inaugurada estação de metrô do aeroporto. Paguei R$ 3,69 pelo bilhete de metrô (carreguei múltiplos) para ir até o Brás, com conexão gratuita para Linha Vermelha no Tatuapé.
  8. Oioii, to aqui para compartilhar com vocês um pouquinho sobre minha viagem/experiência durante esses seis dias na primeira Capital do nosso Brasil, a Bahia/bahêaaa, como vocês quiserem! Confesso que foi um destino muito aleatório, ou melhor, inesperado. Foi aquela coisa: ''Olha que passagem baratinha''. Vamos? VAMOS! Pois então, as passagens foram compradas em novembro de 2016 para viajar em Março/2017 e custaram R$ 625,00 ida e volta com as taxas Como toda pessoa que curte viajar - gastando pouco - a minha primeira ''preocupação'' foi pesquisar por uma hospedagem com bom custo x benefício. Essa pesquisa toda foi feita pelo site do Booking e lá reservei 7 diárias no B hotel, um bom lugar pra quem deseja ficar entre os dois melhores pontos da Cidade (CENTRO HISTÓRICO X RIO VERMELHO). Ele fica localizado na Av. Amaralina (uma avenida enooooorme e com um orla maravilhosa), segundo o rapaz do Hotel, o primeiro Bairro de Salvador . A quem interessar: 7 diárias R$ 651,00 para duas pessoas + café da manhã. Sobre a locomoção do Aeroporto ao Hotel: Uma boa dica aqui é tentar conseguir um transporte alternativo, não é difícil, mas se complicar terá que pagar aquele valorzinho absurdo do táxi. No meu caso como cheguei tarde no Aeroporto e não queria pagar táxi chamei um Uber que custou R$ 40,00, enquanto o táxi custava R$ 140 e o transfer R$ 89,00. Chegamos no Hotel muito bem recepcionadas e logo de cara com aquela vista exuberante! 2º DIA: Esse dia foi escolhido para conhecer o Centro histórico e os principais ptos turísticos. Como se deslocar? Da Av. Amaralina ao Centro pegue um ônibus que indique ''Praça da Sé''. Obs.: O transporte público em Salvador custa R$ 3,60 por pessoa de segunda-feira a sábado, aos domingos é a metade do preço. Obs.: Passagem isenta para idoso. 1ª parada: Pelourinho x Mercado Modelo (Bom para comprar lembrancinhas. Algumas lojinhas aceitam cartão de crédito outras somente $) x Elevador Lacerda (Para descer ou subir no elevador terá que pagar 0,15) x Almoço por R$ 14,00 no Restaurante Tempero de Mãe - esse restaurante é ótimo, mas simples e fica localizado na Rua Portugal bem próximo ao Mercado Modelo Praça da Sé x Praça Castro Alves x Solar do Unhão (não deixe de ir ao MAM - Centenário de Jorge Amado) Como o próximo ponto a ser visitado era a Igreja do Bonfim e por ser um pouco afastado do MAM resolvemos pegar um Uber (a corrida custou R$ 17,00), já que por ali não havia nenhuma parada de ônibus por perto, mas se você estiver entre o Mercado Modelo e o Elevador Lacerda, basta ir até aquela parada enorme que tem entre os dois pontos e tomar um ônibus que indique: IGREJA DO BONFIM. O restante dá para fazer tudo a pé, pois a distância de um ponto ao outro é de 500m Igreja do Bonfim x Sorveteria da Ribeira: Como? Desce a ladeira da igreja e logo em seguida vai ter uma parada de ônibus - vá ao lado esquerdo da rua e pegue a linha da ''RIBEIRA''. Por ser um lugar turístico de Salvador, o sorvete é caro, mas vale a pena eu AMEEEEEEI!!! Sorvete com duas bolas custa R$ 15,00 À noite a janta foi no Rio vermelho (bairro boêmio de Salvador) - Não tive boas experiências com restaurantes por lá em termos de culinária embora o lugar seja maravilhoso, principalmente, para apreciar o pôr do sol no final de tarde. Depois de rodar alguns restaurantes famosos (Marina e São Jorge ãã2::'> ), a janta foi na Pizzaria Cheiro de Pizza, o ambiente é bem agradável e o prato de massa estava razoável. 3º DIA: Dia de conhecer a Praia do Forte - um dos destinos mais badalados do Brasil que pertencia ao Município da Mata de São João. Inicialmente, a ideia era ir à Praia do Forte com os ônibus da EXPRESSO Linha verde, pois havia lido que era mais seguro e confortável, porém um pouquinho mais caro e além de que os horários de saída são mais restritos (6h/ 6:30/ 9:45/ 10:30/ 14:30/ 18:30), diferentemente da LINHA BRANCA que possui saídas de 20 em 20min Para fazer esse trajeto tivemos que pegar a linha de ônibus Sussuarana e descer na frente do Shopping da Bahia (peça para o cobrador avisar quando chegar no Shopping da Bahia). Passando o shopping da Bahia vá até o Centro Empresarial Iguatemi e em frente a esse prédio estarão as vans DA LINHA BRANCA. O trajeto SSA X PF pela linha branca custa R$ 8,00 por pessoa e até a Praia demora cerca de 1h30min - vá cedo, o ideal é chegar umas 09h00min em Praia do Forte, devido a maré baixa. Por lá existem diversas opções de restaurantes, para todos os gostos e bolsos! A caminho dessa prainha, você pode conhecer a capela de São Francisco de Assis que fica antes do PROJEITO TAMAR - Entrada gratuita até às 09h00min, após R$ 22,00 (ESTUDANTES E IDOSOS PAGAM MEIA ENTRADA) A praia do forte é linda e muito bem estruturada, a visita provoca sensações e paisagens maravilhosas. Essa praia fica entre diversos resorts que viraram pontos turísticos da região. 4º DIA: Como acordamos tarde e não tínhamos nada ''em mente'' resolvemos conhecer a Barra, um dos bairros mais populares de Salvador com uma grande quantidade de turistas, seja para conhecer a praia ou suas atrações históricas. A primeira parada foi no famoso Farol da Barra, também conhecido como Farol de Santo Antônio da Barra abrigando o Museu Náutico da Bahia (entrada custa R$ 15,00). Aqui vale o esquema de meia entrada para estudantes e idosos . A única parte chata desse passeio é a abordagem dos ambulantes, assim como ocorre no Bonfim e Mercado Modelo, pois eles atacam os turistas oferecendo colares, artesanatos, etc. É preciso dizer não (caso não queira) e sair, ou seja, não dê papo! O passeio continuou com uma caminhada pelo calçadão da Orla em busca de um restaurante para almoçar. Na caminhada pelo calçadão você encontra várias barraquinhas vendendo comidas e bebidas. O restaurante indicado foi o Casa Amarela em que almoçamos - R$ 43,00 em duas pessoas - na cia da Gaia, uma gaúcha que está morando em SSA . A segunda parte do dia foi uma ida a Praia de Itapuã, imortalizada por Caetano e Vinicius de Moraes - Itapuã teve recentemente sua orla revitalizada com mirante e ciclofaixas, cercada de bares e restaurantes. O movimento, tanto de turistas como de soteropolitanos, é grande. Nos finais de semana a praia é lotada e para quem gosta de um samba baiano não irá se arrepender. 5º DIA: Pela manhã a visita foi no Mercado do Rio Vermelho - CEASINHA- um atrativo para Baianos e turistas, sendo uma espécie de Mercado Público, com aspecto de Shopping Center possuindo uma gama de temperos, comida, bebidas, produtos naturais, especiarias, verduras e artesanato. Fica a dica pelos amantes da música e gastronomia O deslocamento até o Mercado foi feito de ônibus pela linha ''Sta Cruz''. Após isso seguimos ao famoso Corredor da Vitória, pois eu queria ir ao Museu Costa Pinto que, infelizmente, estava fechando Apesar de ser um bairro residencial, com o metro quadrado mais caro de Salvador por seus grandes e luxuosos prédios é uma boa alternativa para aqueles que desejam fazer um turismo diferenciado e cultural, pois a Vitória tornou-se um dos points de intelectuais e artistas! 6º DIA: Último dia de viagem Ilha dos Frades + Praia de Itaparica: Esse passeio foi o único que não fizemos por conta, pois como a ilha fica situada no centro da Baía de Todos os Santos tivemos que contratar o passeio guiado (pode ser de escuna ou ferryboat) teve um custo de R$ 50,00 por pessoa com música ao vivo durante a viagem + 1 rodada de frutas. Esse passeio sai quase todos os dias às 09h00min e volta às 17h30min, o bilhete você compra pelo site ''Passeio as ilhas'' ou pode falar com o Cleber +55 071 99167-2247 Para pegar a escuna basta tomar um ônibus que indique: Terminal da França ou qualquer outro que vá até o Elevador Lacerda/Mercado Modelo e descer no Centro Náutico da Bahia (na Av. França). No passeio está incluso apenas a IDA+VOLTA+RODADA DE FRUTAS! Coisas que eles não avisaram quando comprei o bilhete : Para entrar na Ilha dos Frades você deverá pagar uma taxa de turismo que custa R$ 6,00 e o almoço - que não está incluso - é feito na Praia de Itaparica, sendo um buffet livre por R$ 40,00. Ou seja, economizando beem nessa brincadeira é gasto uns R$ 150,00 (VALEU A PENA SIM!) A Praia de Itaparica não tem tanta estrutura como a Ilha dos Frades, mas é tão linda quanto. Contudo, por lá só tem 1 restaurante, o Manguezal no valor que falei acima, então se você quiser economizar ou comer outra comida que não seja aquela leve uns snacks na bolsa. Chegando na Ilha será oferecido um passeio guiado a cidadezinha de Itaparica. DICA: NÃO VÁ! Vale muuiito mais a pena ficar tomando banho de mar por ali e apreciando a paisagem da ilha, nós achamos essa parte do passeio uma furada, pois não tem nada de interessante na Cidade de Itaparica e para atravessar você deve passar por um rio cheio de Manguezais, um esgoto a céu aberto nada agradável. Se soubesse teria ficado na beira, mas deixo essa experiência aqui com vcs! Espero que gostem!
  9. Queria dicas de pensões, ou restaurantes baratos e com uma boa qualidade em Salvador no pelourinho!
  10. [CONTINUANDO...] Depois de chegar em Belém ainda tive um longo caminho até meu destino, primeiro que fiquei mais ou menos 7 dias, cheguei dia 19 e consegui passagem apenas para o dia 25, sorte que de Belém para Brasília foram apenas 2 dias e olha que ainda tive que ficar 8 horas no posto de gasolina pois o ônibus pregou e tivemos que esperar outro.DETALHE: quem está ali pagando passagem ( de R$530 reais) deveria estar muito chateado com a falta de atenção da empresa que apenas nos deixou lá sem amparo algum em relação a comida ou segurança. Nos 7 dias conheci aquilo que consegui em Belém, até porque estava poupando o máximo que conseguia, conheci o mercado Ver- o- peso, onde tive a honra de conhecer Dona Colo , se você não conheci pode digitar no Google : dona colo de Belém do Pará que você encontrar inclusive o site da sua barraca, ela é uma figura conhecida de Belém que trabalha há 31 anos com ervas medicinais na feira do ver-o-peso, aprendeu com a sua mãe que aprendeu com a sua avó e agora passou para ela que está passando para os seus três filhos. (tem foto nossa nos anexos) quem for no mercado não pode deixar de passar pela sua barraca, ela faz banhos, vende perfumes, remédios e além de tudo é uma pessoa muito simpática. Conheci também em Belém a estação das docas, referência nacional, o complexo turístico e cultural congrega gastronomia, cultura, moda e eventos nos 500 metros de orla fluvial do antigo porto de Belém. Ficar na casa da minha amiga que mora em Belém, ajudou muito em relação a poupar dinheiro, tanto por não pagar estadia, quanto em relação a comida, pois a família me acolheu de uma forma tão boa a gente se deu super bem que conseguimos negociar em relação a comida também, claro que eu sempre que podia ajudava com algo. Chego na primeira cidade da Bahia (Barreiras) no dia 28 de Dezembro e no meu destino final dia 29 de Dezembro, apenas um dia,porém longo, com várias paradas em rodoviárias na Bahia, passando por pequenas, médias e grandes cidades, estradas com barro, asfalto, dentro da Bahia passei por: barreiras, vitória da conquista, Itabuna e então finalmente Ituberá onde estava acontecendo o festival que eu estava indo UNIVERSO PARALELO, foi minha segunda edição, a primeira fui me avião e translado, nessa me aventurei bem mais como se pode ver, porém a primeira viagem foi muito importante por ter aberto meus olhos em relação a viver viajando, e se isso era ou não possível, o up foi o primeiro contato que tive com essa realidade. Conheci pessoas, fiz amizades de poucas horas mais com muita intensidade nas conversas, nos favores, eu tenho muito que agradecer, pois encontrei no meu caminho pessoa boas, não sei como foi a experiência de outras pessoas em relação a viagens de ônibus, porém o que eu encontrei foram pessoas muito dispostas a ajudar uma as outras, desde o "olha aqui pra mim enquanto vou no banheiro.", "olha meu celular ali carregando.", recebi dicas para as cidades que estava indo, conversei sobre acontecimentos da minha vida com quem normalmente dividiria apenas com amigos de longas datas, até café da manhã me pagaram. Enfim, valeu muito a pena. Girls we can do it! Redes sociais: @loamaria.joana @licemj 20171229_062957.mp4
  11. Como chegar em Morro? Partimos do Rio de Janeiro e apesar de inumeras buscas em como chegar a Morro de São Paulo, não tínhamos noção de como chegaríamos. Mas como nosso espírito é aventureiro partimos levando na mala coragem e disposição para curtir. 1º dia - Chegamos em Salvador por volta de 10:40h e ficaríamos hospedados no Farol da Barra pelo Airbnb, que dependendo do local tem hospedagem mais barata, a anfitriã nos deu o passo a passo de como chegar até o local. Guardamos nossas malas e partimos para um rápido reconhecimento e pegamos informações de como chegar em Morro. Passeamos pela orla da praia e fomos até o farol. Existem 3 formas de chegar a Morro: 1ª - Semi terrestre: Paga-se o ferry boat que sai do terminal São Joaquim com saídas de hora em hora (o valor ao certo não sei pq não escolhemos este meio, mas acho que é algo em torno de R$7,00) e tem duração de 1 hora . Quando desembarcar terá uma mini rodoviária onde sai o ônibus para Valença (R$40,00) e de Valença para Morro pegara um barco rápido (dependendo das condições climáticas) até Morro (não sei o valor). 2ª - Aéreo (não faço ideia do valor) 3ª - Catamarã: R$96,86 (cada pessoa) duas horas de travessia por alto mar. A principio parece caro mas só o fato de não ter que ficar trocando de condução é excelente (Melhor custo benefício, escolhemos este e foi certeiro). A empresa é a BIOTUR saída no terminal próximo ao mercado modelo 2º Dia Acordamos cedo e não deu tempo de tomar café pois descobrimos que o catamarã sairia as 09:00 e ainda colocamos o terminal errado no trajeto do Uber. Já acomodados partimos rumo ao paraíso, chegamos em Morro de São Paulo por volta das 11h na entrada da ilha paga-se a taxa de visitação R$15,00 por pessoa (aceita cartão). Ao desembarcar do catamarã logo vem uns rapazes te oferecendo "Uber", agradecemos e seguimos arrastando nossa mala (vale a pena somente para quem vai ficar longe do centro e está com bagagem bem pesada). Logo na chegada ao centro demos de cara com um carinha bem alegre super gente fina e nos indicou onde ficava a pousada e também nos informou sobre os passeios, seu nome é João da Descubra Morro de São Paulo, agencia de turismo. Super indico a Descubra Morro de São Paulo. Fomos até a pousada dos Nativos onde havíamos feito a reserva (pousada bem legal, com café da manhã incluso que é servido na porta do seu quarto - R$108,00 a diária,quarto duplo básico com ar condicionado) deixamos nossa mala e partimos para desbravar o paraíso. Passeamos um pouco e fomos almoçar no Restaurante Espelho Dágua Pratos executivos entre 20 e 25 reais. Vem arrumadinho e a opção escolhida(carne ou peixe ) vem separado, economia que vale a pena para curtir os passeios Sem falar no típico suco de cupuaçu jarra 750 ml R$13,00. Nota 10 Lugar simples e aconchegante e olha que sou chata para comer. Na sequencia Suco de Cupuaçu, MOqueca de Peixe e Moqueca de Sururu. Ao entardecer subimos até o mirante para ver o por do sol, tem uma subidinha considerável (10 minutinhos) mas vale muito a pena. O tempo não estava dos melhores mesmo assim tivemos um belo por do sol. Para fechar a noite fomos para a praça onde tudo acontece, vários bares e restaurantes que os funcionários ficam na porta te mostrando o cardápio. 3º Dia: Decidimos fazer o passeio Volta a Ilha com a Descubra Morro de São Paulo, o tempo não ajudou muito e a maré estava alta, mas deu parra curtir. Para quem Gosta de aventuras fortes rsrs vale a pena fazer o passeio e ir as piscinas naturais de Moreré e Boipeba (esta não conseguimos ver pois a maré estava alta e deveríamos fazer o passeio ao contrário mas como trocamos de piloto ja na saída da ilha o mesmo não soube que era para fazer ao contrario). Também não fomos na barraca do GUido pois ninguém do grupo se interessou em ir. 4º Dia: Decidimos ficar mais 1 dia em Morro já que nos encantamos com a 4ª praia a maré estava baixa e fazia varias piscinas naturais. Passamos uma boa parta deste dia nesta praia. A tarde partimos para a Toca do Morcego para ver o por do sol, lugar muito, mas muito legal. Tem que chegar por volta de 16:30h para poder pegar um lugar bem bom com DJ, ficamos nos Puffs bem despojados. O valor da entrada é R$15,00, rola uns drinks maneiro o valor da Coca lata R$6,00, a long neck R$12,00 Heinneken. Não dá vontade de sair de lá. 5º Dia: Novamente passamos o dia na 4ª praia e ficamos no bar e restaurante da piscina (não aceita credito). Lugar legal e no cardápio tem a história da dona do bar. A Noite passeamos pela segunda praia e tomamos uns drinks feito de cacau no Cacau (rsrs). Durante nossa estadia não houve lual, que pena. Jantamos no Mediterrâneo comemos Camarão no abacaxi que vem servido no proprio abacaxi, serve duas pessoas, valor R$80,00. 6º Dia: Com a dica do João da Descubra Morro de São Paulo fomos para praia de Gamboa e praia Linda. Se a maré estiver baixa da para ir andando porém a maré estaria baixa a tarde então fomos até a entrada da ilha e pegamos um barquinho de "luxo" até a praia de Gamboa, levamos uns 15 minutos para chegar e o valor foi de R$5,00 por pessoa. Passamos o dia de boa em Gamboa e almoçamos na praia Linda, comemos uma moqueca de sururu que foi R$60,00 e nessa praia tinha musica ao vivo e muito boa. O cantor passa um envelope pedindo uma ajuda de custo de R$10,00, valeu a pena na verdade a única música boa ao vivo em Morro foi na praia Linda. Na volta como tínhamos interesse em conhecer o trajeto a pé, não pegamos o barquinho e retornamos caminhando levamos em torno de 40 minutos com direito a banho de argila, ainda vimos um belo por do sol do alto de umas pedras próximo a pousada Portaló 7º Dia Acordamos arrumamos a mala pois era dia de partir, tomamos café e fomo para a tirolesa, só subir alguns degraus, rsrs. Com 70 m outros dizem 53m de altura e 340m de extensão ela vai direto para a primeira praia. O valor está R$50,00. Voltamos para a pousada, pegamos nossas coisas e partimos para pegar o catamarã, já havíamos comprado as nossas passagens no dia anterior na Biotur. Ás 11:30h pegamos o catamarã de volta a Salvador. Ficamos hospedados no Pelourinho onde passamos a tarde de sabado, passeamos bastante com direito a pintura do Olodum. NO 8º dia Voltamos para o Rio de Janeiro às 4:00h da matina, pegamos um Uber as 2h da manhã até o aeroporto que custou R$45,11.
  12. Salvador a Maragogi sem carro (24 dias) Fotos no final do post Decidi escrever este relato por não ter visto muita gente fazendo este percurso sem carro. O transporte público nesta região não é muito bom, mas é possível conhecer tudo, apesar de levar um pouco mais de tempo. Não vou falar muito dos destinos porque existem já vários relatos aqui. Quero dar as dicas de transporte e as impressões gerais das hospedagens. Cabe dizer que o litoral norte de Alagoas continua um dos mais bonitos do mundo. Comecei a viagem sozinho - as hospedagens em Salvador e Praia do Forte são para uma pessoa - e encontrei com a minha namorada em Aracajú. Roteiro Salvador (3 dias) Hospedagem: apartamento da Gabriela, pelo Airbnb (diária R$50), no Farol da Barra, localização ótima perto do ponto de ônibus tanto para ir a outros bairros da cidade quanto para chegar do aeroporto. Praia do Forte (3 dias) Hospedagem: Albergue Praia do Forte Hostel, que foi a opção mais barata que achei para uma pessoa (cerca de R$70, quarto compartilhado, com café da manhã). O hostel tem uma estrutura muito boa, mas parece mais uma pousada, com a maioria dos quartos individuais. Talvez seja o estilo de turismo de Praia do Forte, mais famílias com crianças. Eu ficaria menos dias aqui viajando sozinho, e tentaria conhecer Imbassaí. Como chegar: ônibus da empresa Linha Verde da rodoviária de Salvador, de hora em hora. (R$12,10) Aracajú (4 dias) Deixamos 4 dias em Aracajú para fazer bate-volta em Laranjeiras e São Cristóvão. Essa última nos impressionou pela quantidade de museus e igrejas. Hospedagem: Airbnb, apartamento da Edenilza na parte norte de Atalaia (diária R$78). Em frente a um ponto de ônibus que leva a todos os pontos turísticos de Aracajú, mas um pouco longe da parte mais bonita da orla. Como chegar: da rodoviária de Salvador, ônibus da empresa Águia Branca, saiu 10:00 chegou 15:15 em Aracajú. (R$86,38 + R$5 taxa de embarque em dinheiro). Infelizmente é necessario voltar para Salvador de Praia do Forte para pegar o ônibus (R$8) Penedo (1 dia) Um dia foi suficiente para ir em alguns museus, ver o por do sol sobre o rio São Francisco e passear pelas ruas. Hospedagem: Pousada Colonial (R$100, no quarto mais simples que não anunciam no booking.com) Como chegar: Ônibus interestaduais são sempre raros nessa região. O melhor é pegar uma van na rodoviária velha de Aracajú (Terminal Centro) para Neópolis (R$18,00) e de lá pegar um barco para Penedo (R$3), que vale até como passeio. Horários das vans aqui. Pontal do Coruripe (2 dias) O plano inicial era ficar 3 dias aqui, para conhecer as praias próximas. Um mal entendido na reserva do hostel fez com ficássemos somente duas noites aqui, mas foi o suficiente. Hospedagem: As Casinhas da Ada (R$100 com ótimo café da manhã, R$80 sem) Como chegar: Não existe atualmente ônibus ou van que chegam no Pontal do Coruripe. Pegamos uma van que faz Penedo-Maceió (saem de hora em hora da rodoviária de Penedo) e que nos deixou no trevo para o Pontal (R$15). Lá conseguimos uma carona até a praia. É viável ir andando, a distância é de 3km. Barra de São Miguel (1 dia) Não gostamos muito de Barra de São Miguel. A praia parece particular das casas que invadem a areia, com poucos acessos da rua. Ficamos aqui por um erro na reserva, compensa para ir nas falésias do Gunga, mas eu deixaria este dia para algum outro destino no litoral norte. Hospedagem: Natu's Hostel (R$90 quarto com ar condicionado) Whatsapp: +55 82 8807 6968 Como chegar: Pegamos um táxi do Pontal de Coruripe até o trevo. Como não há muitas opções, cobraram exorbitantes R$5 por pessoa para 3km de distância. É bem fácil conseguir carona, mas se decidir esta opção, siga caminhando na estrada para o trevo, pois na praça de onde saem os táxis eles constragem as caronas. Como era domingo, as vans estavam demorando a passar e pegamos um táxi lotação até Barra de São Miguel (R$15). Barra do Camaragibe (3 dias) Todo mundo nos perguntou a razão de ficar em Barra do Camaragibe, enquanto a maioria prefere ficar em Barra de Santo Antônio ou São Miguel dos Milagres. Foram duas as razões: hospedagem mais barata aqui, e a possibilidade de chegar à pé nas praias do Morro, Marceneiro, Riacho e até a de São Miguel andando. Hospedagem: Tiriri Guesthouse (R$100) Um dos melhores lugares que ficamos. O João é uma pessoa especial, preocupada com a nossa estadia, nos levou de carro para conhecer as praias, uma relação de amizade mesmo. Whatsapp: +55 82 9412 1732 Como chegar: Caminhamos até o trevo de Barra de São Miguel, pois nos disseram que as vans que entram no centro não param na rodoviária de Maceió. Logo pegamos uma que estava vem cheia (R$12). Na rodoviária saem vans para Porto de Pedras, que passam na Barra do Camaragibe (R$20). Todos os horários aqui. Porto de Pedras (1 dia) Uma noite aqui para ir na praia do Patacho. Nos surpreendeu ser a cidade mais charmosa do roteiro, muito bonita e organizada. A pizzaria Vintage é uma das melhores e baratas da região. Hospedagem: Pousada Chalés do Porto (R$150) Um pouco mais caro do que costumamos pagar, mas valeu a pena. Chalés limpos, cama confortável, piscina e café da manhã incrível. Whatsapp +55 82 99637 0347 Como chegar: A mesma van que nos levou de Maceió para Barra do Camaragibe tem como destino final Porto de Pedras (R$3). Japaratinga (1 dia) Muito gostosa a cidade, bem pequena, mas com alguns restaurantes baratos para almoçar PF. Nos recomendaram muito o passeio das piscinas naturais daqui (R$50), mas não fizemos. A praia é linda. Hospedagem: Pousada Praia dos Encantos (R$130 com excelente café da manhã) Whatsapp: +55 82 98895 2972 Como chegar: Atravessamos a balsa sobre o rio Manguaba, de graça para pedestres. Do outro lado não há transporte público, mas é possível pedir carona para quem está na balsa de carro. Como não conseguimos, pegamos moto-táxi até nossa pousada em Japaratinga (R$10). Maragogi (2 dias) Hospedagem: Tropicalista Hostel, o melhor ambiente que ficamos na viagem. Fizemos grandes amizades aqui, a Dani é ótima anfitriã, ficamos tristes de ir embora. Whatsapp: +55 82 98770-8548 Como chegar: As vans que fazem Maceió - Maragogi voltam ao litoral aqui em Japaratinga, é só esperar no ponto de ônibus, devem passar de 30 em 30 minutos (R$6). Maceió (3 dias) Maceió não tem tantas atrações turísticas além da praia. A maioria dos turistas fecha pacotes para Praia do Francês e Gunga. Ficaria somente 2 dias. Hospedagem: Airbnb, apartamento da Josefa Tânia em Jatiúca (R$110). Excelente localização, fizemos tudo a pé. Como chegar: vans saem de Maragogi às 9:20 12:00 14:40 e 17:00, fazendo uma viagem bem cansativa que dura quase 4hs (R$21). Alguns táxis fazem o trajeto, que compensa se fechar para 4 passageiros. Orçamento Média de R$49 por pessoa para hospedagem por dia. Com os transportes entre cidades foram R$240 por pessoa no total, ou R$10 por dia. Com alimentação, passeios, transportes dentro das cidades, gastamos cerca de R$35 por pessoa por dia. Assim conseguimos ficar dentro do orçamento da viagem de R$100 por pessoa por dia. Fotos Praia de Antunes - Maragogi AL São Cristóvão SE Pontal do Coruripe AL Laranjeiras - SE Praia do Morro, Barra do Camaragibe AL Interior de Sergipe Japaratinga - AL
  13. De 08/jan a 15/jan de 2014 Um roteiro muito bom para quem gosta de praia, agitação, culinária baiana tudo isso agregado a História do início do Brasil, pois bem: O Brasil nasce na Bahia e se você escolher qualquer rota de praia nesse estado, você se deparará com a miscigenação cultural latente de nosso país que nasceu entre os índios, portugueses e negros. Sobre Religião Somando à miscigenação, não despreze também o sincretismo religioso presente nesse local, quando voltei de viagem contei para meus amigos e alunos, que a Bahia e principalmente Salvador é o lugar onde você encontra lojas de artigos religiosos onde Orixás, pajelança, santos católicos e músicas evangélicas convivem lado a lado, aquilo de começo me causou estranheza, mas por outro lado achei divertido tal fato, visto que nos estados do sudeste e até sul do país seria algo muito improvável de acontecer! Portanto, quem pretende ir a Salvador esteja de mente aberta para a cultura local, mesmo que discordando, apenas respeite e com certeza será muito bem vindo naquela terra de gente acolhedora. Sobre Comida Um dos pontos fortes também se destaca pela comida, para quem tem estômago fraco procure comer lanches mais leves – o tempero baiano é algo mágico: dendê, acarajé, vatapá, coentro e pimenta são encontrados em cada esquina daquela cidade. É uma cidade que cheira comida! Percorrendo a História Sobre a parte histórica sou muito suspeito em falar algo, visto além de geografia também sou professor de História – andar pelas ruas do pelourinho é algo incrível, olhar a arquitetura do período colonial através dos casarões, casebre e imensas igrejas e e voltar ao tempo em que éramos apenas a colônia mais próspera de Portugal. Também me lembrei do cantor Michael Jackson quando veio ao Brasil e fez um clip musical naquelas ruas! Aliás, há muitas fotos do cantor falecido pelas ruas do pelourinho no período que ele lançou aquele pedaço de Salvador ao mundo através da musica: They don’t care about us! Visitem o elevador Lacerda e o mercado municipal, senão fizerem isso certamente dirão que você não conheceu a cidade. O mercadão é mais voltado para artesanato do que a comidas típicas – apesar de existir alguns restaurantes lá pelo que me lembro. O som de berimbau é constante naquela parte histórica, as apresentações de capoeira permeiam aquele lugar – prato cheio para o turista que ama ver coisas diferentes do seu dia a dia! Sobre hospedagem: Minha prima Regina e eu nos hospedamos no bairro Rio Vermelho, ficamos num hotel até que razoável pelo custo benefício. Apesar de irmos de avião e não alugarmos carro na cidade, andamos muito bem de ônibus – tal bairro é a ligação entre a parte velha da cidade que lhe propõem a história e o centrão com o lado mais novo e afastado da cidade onde os hotéis e praias são muito melhores! O bairro é um ótimo lugar para se conseguir hospedagem, se voltar algum dia certamente escolheria esse lugar por ser tão fácil de se locomover nada fica tão longe! Sobre Taxis: Quando fomos, não havia essa historia de Ubber, então pesquisamos bastante antes de entrar em qualquer taxi, chegamos até mesmo pechinchar e dito e feito os taxistas abaixaram preços em até R$10,00 – tem alguns que ligam o taxímetro outros não! O valor das corridas lá era bem alto para turistas que queriam economizar! Lembro-me que uma corrida do Aeroporto ao Bairro da Barra saia por R$100,00, para Rio Vermelho R$70,00. Lembro-me que pagamos R$50,00. Isto porque minha prima pegou um taxi não conveniado da cooperativa do aeroporto. Sobre Praias Achei a praia da Barra uma furada – desculpe me pela sinceridade! Mas além de pequena a mesma tinha um cheiro forte de urina – o que valeu foi a foto e dizer que você um dia conheceu a famosa praia. Invista seu tempo em praias mais longe do centro, como: Itapuã, Sesc, Flamengo, Stella Maris – quanto mais longe da muvuca mais limpo e menos vendedores de fitinhas do Senhor do Bonfim para te importunar – e eles importunam muito, são extremamente inconvenientes, chegando a amedrontar de tanto cobrar para que os turistas comprem as tais fitinhas! Quando os virem, lembre-se: sorria, agradeça e fuja! Passeio de Escuna Passeio imperdível – embarcando no porto eles te levam de escuna por algumas praias paradisíacas como a dos Frades, lá além da água ser morninha a paisagem compensa tudo – você também almoça na ilha de Itamaracá. As escunas te levam para restaurantes pré-definidos assim como lugares específicos das ilhas. Na época pagamos R$ 70,00, por pessoa, incluindo o transfer de taxi Hotel- porto ida e volta. Ah! Não posso deixar de mencionar que na escuna além de música, o guia nos contava a história da fundação de Salvador, ilhas ao redor e como cortesia havia frutas para comermos. Bebidas eram cobradas a parte. PASSEIO PRAIA DO FORTE Na época pagamos cerca de R$80,00, por pessoa, com Van nos pegando no hotel e guia nos contando detalhes daquela região – é um passeio que vale a pena ser feito, já que você está em Salvador e quer ver algo além da cidade. Você visita o projeto de tartarugas Tamar e come na praia. Por ser um passeio de bate e volta, infelizmente não dá para aproveitar muita coisa, tudo é muito rápido – em janeiro os restaurantes estão lotados, assim como as barracas das praias então tudo é demorado, lembro-me que consegui dar um mergulho! (se não me falha a memória, creio que levamos cerca de 2 horas para chegar na praia do forte ou seja 80km – atentando se ao fato de que a Van passa em vários hotéis para pegar os passageiros) Enfim, vá para Salvador – curta aquela região e tudo o que ela tem para oferecer! Faça vários passeios que seu bolso te permitir – incluindo a igreja do Senhor do Bonfim, as obras da irmã Dulce entre outros! Jamais compare Salvador com nenhuma outra cidade! Vi turistas fazendo isso com outras cidades nordestinas, como resultado acabaram se decepcionando! Ora bolas, cada lugar é uma cultura, arquitetura, praia e jeito diferente. Ou seja: curta Salvador!
  14. Frida_ssa

    Salvador

    risos... eu não sou exatamente uma "boa alma" mas eu posso te ajudar! rsrrs Brincadeirinha... Bom, então: 1- o melhor bairro pra ficar é a Barra - fica perto dos principais pontos turísticos e tem muita infraestrutura - hotéis, pousadas, shoppings, farmácias, bancos, lotéricas, correios etc. tudo pertinho. E o bairro tb tem muitas boates e muita balada. 2- Os pontos turísticos são esses aí mesmos, e tem outras tantas opções, leia o fórum que vc vai selecionar o que desejam conhecer... coisas do gosto de vcs... 3-Morro de São Paulo vale a pena até debaixo de uma tempestade rsrs... e em setembro é tudo lindo! a melhor maneira de chegar é de barco mas dá pra ir de carro tb, leia este fórum que tem as informações que vc precisa: morro-de-sao-paulo-perguntas-e-respostas-t13961.html 4- As melhores baladas são no bairro do Rio Vermelho, tem opções para todos os gostos e todos os bolsos. Também tem muitas opções de festas no Pelourinho, nas praças tem shows de graça ou preços populares. 5-Táxi em Salvador não é caro, paenas tenha cuidado com os pilantras, e ficando na Barra fica mais barato ainda, um táxi da Barra pra o Pelourinho fica uns R$ 10 a 15,00 reais; da Barra pro Rio Vermelho fica uns 18,00 a 25,00 reais nesta média de preço. 6- Opa, jogo do Bahia??? eu vou com vcs!!! rsrsrsrs Os jogos do Bahia são no estádio de Pituaçu, é bem tranquilo, a localização é ótima, pode ir sem medo de ser feliz! Quando estiver prómixo de setembro deve sair o calendário dos jogos, é só ficar ligado! Espero ter ajudado, qq dúvida é só "falar". Abraços!!! Fernanda
  15. Bom, comprei o passaporte azul em final de abril que me permitia fazer as rotas da Azul (exceto fortaleza, Maceió e Recife) durante o periodo de 01/05 a 09/06. É uma ótima pedida, mas não dá pra pensar que vai conseguir sair viajando por aí a hora que bem entender. Você só tem opção de voos com horarios meio alternativos e tem que ser ligueiro pra marcar os seus voos, senão dança. De todo modo, achei uma ótima ideia pra viajar sem grana, comprei e logo de cara fechei natal e Salvador (minha idéia era fazer salvador, morro do São paulo e chapada diamantina, mas abri mão do morro pra fica mais tempo na chapada e foi uma ótima idéia). Como fiz a viagem de mochilão, minhas fotos ficaram comprometidas pois não pude levar muito equipamento fotográfico, nem tripés, etc. Parti no dia 14/05 no voo das 15:00 de Fpolis até São Paulo. De lá meu voo para Sp só saia as 11 da noite, com previsão de chegada as 02:30 da manhã. Como eu reservei o Hostel Lua Cheia (R$ 35,00 quarto coletivo) eles tinham transfer pra me buscar no aeroporto. Minhas fotos estavam hospedadas em um site que passou a cobrar pela hospedagem e caiu todas as imagens que tinha upado aqui. Vou colocar o link da minha galeria da viagem caso alguem queira ver alguma foto: https://goo.gl/photos/YsXiFdxKGyjG1YDT9 Foto que tirei do Hostel Lua Cheia (castelo medieval) O hostel é muito famoso pelo fato de temático, em forma de castelo medieval. Para mim o melhor foram as amizades lá, o hostel em si não me atraiu muito. Foi o mais caro e com a menor infra dos que fiquei. Não achei os quartos tão limpo, mas dá pra encarar tranquilo. Na ultima noite descobri uma pousada com ar cond. e cama de casal por 40,00 (5 mais caro apenas) e fiquei lá. É uma pedida procurar por pousadas tb. Eu tenho um amigo em natal e no dia 15 ele me pegou e fui conhecer um pouco das praias de Natal.., Meu amigo Rodrigo e eu Ponte Newton Navarro No final do dia comendo uma tapioca de carangueijo no seu banga No outro dia tinha passeio de bug pelas dunas de jenipabu (fechei com o hostel por 70,00 com uma empresa de confiança, Mar Azul... Mas acho que se procurar por conta consegue-se mais barato) Este passeio é demais, quem for a Natal tem que fazer ele... Começa pela manhã cedo e acaba por volta das 17 horas. Meu bugueiro era louco, foi com muita emoção... Lagoa de jenipabu Panramica Lagoa de Jenipabu Esquibunda No final do dia sai com a turma que conheci lá pra ir em um bar e tomar uma cerveja... No dia 17/05 fui para pipa onde tinha reserva no Pipa Hostel (R$ 28,00 a diária), excelente Hostel, recomendo a todos mesmo. Uma casa muito agradavel, func. atenciosos, vc é atendido pela dona, Srta. janete e a infra do hostel é especial. Piscina, sala de tv de LCD com blue ray, etc... Antes de chegar em Pipa, parei em Ponta do Madeiro, praia paradisiáca, águas claras e paisagem maravilhosa lagoa do tibau ponta do madeiro ponta do madeiro ponta do madeiro Panoramica ponta do madeiro Cheguei em pipa, me acomodei e no final do dia fui para o chapadão pegar o por do sol... Praia do Amor Praia do Amor Praia do Amor Praia do Amor Panoramica Praia do Amor Fim do dia no Chapadão da praia do Pipa Chapadão Chapadão Chapadão No outro dia resolvi deixar a camera e caminhar pelas praias que compõe o complexo do pipa. Comecei pela praia do amor, passei pela praia do centro, golfinhos até chegar em ponta do madeiro e depois voltei... Muito legal, bonito e calmo. O dia passou bem rápido. Voltei para o hostel que no outro dia tinha que voltar para ponta negra. Cheguei em ponta negra por volta das 14 horas, fiquei matando tempo no shopping até meu amigo de natal se livrar e me buscar. Qdo chegou voltamos a ponte Newton navarro que eu queria pegar o por do sol lá... A noite fizemos a minha despedida no Camarões Potiguar (aliás nao deixem de conhecer o Camarões e o Mangai, os dois são imperdíveis). Meu voo saiu as 02 da manhã com destino final em salvador, mas como falei antes, o passaporte azul te leva para onde vc nao quer, rs, então tive que ir para campinas e depois ir para salvador. Este dia foi engraçado, pq um passageiro passou mal no voo e teve que aterrisar de emergencia em salvador e nao pude descer é claro. Ai fui pra campinas e de campinas parei em vitória para enfim chegar em salvador. Fiquei hospedado no Hostel Laranjeiras, o mais famoso e o qual não recomendo de jeito nenhum. Hostel bem sujo, mal organizado e creio que vive da fama, pel fato de estar no pelourinho. Conheci outro hostel depois que é bem melhor no pelourinho e que recomendo que se chama Galeria 13 (http://www.hostelgaleria13.com/) Também fiquei meio preocupado com segurança, impressionante a qtdade de pedintes e gente encarando feio por ali. Claro que não sou inocente de pensar que o pelourinho não teria isto, mas é bem preocupante. Fui até o elevador lacerda observar a posicao do sol e decidi voltar cedinho no outro dia para tirar fotografias de lá. Panoramica Elevador Lacerda As 16 horas saiu meu onibus para lençois, cheguei na cidade as 23 horas e fui para o hostel da chapada (melhor hostel disparado da viagem, R$ 22,00). Digo o melhor não pelo conforto e sim pelo convivio que tive ali nos prox. 08 dias... O proprietario, Juan (argentino) chega a ser folclórico de tão engraçado, toda a noite nos reuniamos em volta da mesa de churrasco na cozinha para conversar desde Che guevara até a copa de 78 roubada para os argentinos, era muito bom... Como o Juan trabalhou em cozinha em navios, ele toda a noite fazia uma janta caprichada para todos e saia muito barato, e então todo mundo sempre ficava no hostel tomando uma cerveja e batendo papo... Infelizmente cheguei um dia após a partida de um grupo para o vale do paty, então acabei ficando de fora desta, mas já esta marcado com o Flor (florisvaldo, melhor guia da região), minha próxima ida para fazer Paty, Fumaça por baixo e Mixila. Acabei fazendo os passeios guiados pela cirtur (na faixa de 65,00 cada dia)... Onde fui no pai inácio, pratinha, gruta azul, mucugezinho, poço do diabo, gruta lapa doce, caverna da torrinha, poço azul, cemitério bizantino, etc... Abaixo segue algumas fotos... Rio Mucugezinho Poço do diabo poço do diabo poço do diabo poço do diabo poço do diabo pai Inácio gruta lapa doce gruta lapa doce gruta lapa doce gruta lapa doce gruta lapa doce gruta lapa doce Gruta Azul gruta azul gruta azul gruta azul gruta azul pratinha pratinha Chapada Morro do camelo Alto do pai inácio Alto do pai inácio Alto do pai inácio Coração da chapada alto do pai inácio alto do pai inácio alto do pai inácio Caverna da torrinha caverna da torrinha caverna da torrinha Caverna da torrinha Caverna da torrinha Estalactites - Caverna da torrinha não pode ter claustrofobia - caverna da torrinha formação chamada de pai inácio - caverna da torrinha Formação chamada de gasparzinho - caverna da torrinha flor de aragoniz - fomração única no mundo, é a mais rara da caverna - caverna da torrinha caverna da torrinha tres irmãos Alto do pai inácio (subi duas vezes mesmo) Alto do pai inácio alto do pai inácio alto do pai inácio alto do pai inácio mais uma do coração da chapada Poço Azul - fiz o mergulho aqui e é alucinante poço azul poço azul Cemitério Bizantino Cemitério bizantino Ufa!!! chapada é alucinante, isso que não fiz as melhores trilhas, vou voltar em breve. Voltei pra Salvador no dia 29 e no dia 30 aterrisei em sampa onde a nossa colega MI_GR me recepcionou muito bem, RONALDO! A noite fomos ocmer no outback (minha primeira vez, acreditem!) E dia 31 de maio aterrisei em floripa. Eu ainda ia pro rio com o passaporte, mas fiquei cansado e a precisão de tempo era chuva então acabei cancelando a viagem.
  16. Introdução Fala galera! Segue o relato da viagem que acabei de fazer para a Chapada Diamantina com um pit-stop em Salvador. O relato até poderia ser dividido em 3 partes: Salvador + trekking no Vale do Pati + Chapada Diamantina "clássica", mas vou juntar tudo aqui mesmo. Vale lembrar que na parte "clássica" da Chapada, eu me juntei a um grupo incrível que se formou aqui no fórum (totalizando em certos momentos mais de 40 pessoas!) e que enriqueceu ainda mais essa viagem! Para mais detalhes, segue o link do tópico do Lucas que juntou a galera! Caso tenham dúvidas, fiquem a vontade de perguntar aqui nesse tópico e evitem MP pois a sua dúvida pode ser a de outros também! Roteiro 05/09/2014 - São Paulo - Salvador 06/09/2014 - Salvador 07/09/2014 - Salvador 08/09/2014 - Salvador - Palmeiras 09/09/2014 - Palmeiras - Vale do Pati 10/09/2014 - Vale do Pati 11/09/2014 - Vale do Pati 12/09/2014 - Vale do Pati 13/09/2014 - Vale do Pati - Lençóis 14/09/2014 - Lençóis 15/09/2014 - Lençóis 16/09/2014 - Lençóis - Vale do Capão 17/09/2014 - Vale do Capão 18/09/2014 - Vale do Capão - Ibicoara 19/09/2014 - Ibicoara - Andaraí 20/09/2014 - Andaraí 21/09/2014 - Andaraí - Salvador 22/09/2014 - Salvador 23/09/2014 - Salvador - São Paulo
  17. Chegamos em Salvador na noite de 15 de abril. Em plena assembleia da policia militar, onde eles decretaram greve uma hora depois de nossa chegada. Parece má sorte falar que a viagem começou assim né? Então conto de outro jeito... Navegando pelas ondas digitais das promoções das empresas aéreas no mês de novembro de 2013, consegui comprar a passagem de ida e volta para Salvador, no inicio e fim de feriado prolongado, pelo irrisório valor de 220 reais ( com taxas inclusas). Por isso adoro fuçar site de gol tam e cia nas madrugadas de sexta e sábado. Pelo menos essas caçadas me rendem umas 4 viagens por ano. Minha mãe sabendo do valor, logo pediu pra comprar um par de passagens pra ela e meu pai. Fiquei feliz, meu pai nunca viaja e dessa vez aceitou o convite sem reclamar. E acredito que não se arrependeu. Com passagens e datas de viagem em mãos, comecei a saga a procura de pouso no meu roteiro: Salvador Itaparica e Morro de São Paulo. Sempre sapeio no Booking, Trip Advisor, Mochileiros, Alugue Temporada e outros sites que não me recordo, mas que vivem favoritados no pc. Dia 15 de abril de 2014 Como chegamos a noite e o clima de histeria das pessoas sobre a greve dos militares era grande, optamos por irmos dormir cedo e curtir o dia andando na cidade sem carregar nada... afinal, turista pobre sem bolsa não tem o que ser roubado. Fiquei surpresa com o que vi. As lojas fechadas, sim, mas nenhum tumulto como o que as pessoas espalhavam nas redes sociais e whats fofocas por ai. Dormimos na casa de uma prima, mas eu tinha reservado uma pousada chamada Barroco na Bahia , no centro do Pelourinho, pelo valor de $130 diaria com café e mimos http://www.barroconabahia.com.br/ Super indico a pousada, porque mesmo em cima da hora eu não comparecendo, devolveram minha reserva sem problemas e foram muito atenciosos. Preço do estacionamento do aeroporto era de $ 9 a primeira hora e demais $3 por hora. Compramos algo para fazermos lanchinho antes de dormir $25 No dia 16 de abril de 2014 Andamos pela cidade. Deu tempo de visitarmos o Farol Itapuã, seguirmos a beira Mar pela av, Oceânica e Otavio Mangabeira, demos uma volta no Farol da Barra (pena que o Museu estava fechado... estive lá em 2009 e queria rever). Andamos no Mercado Modelo, almoçamos no centro comercial ( o quilo bem no valor de SP mesmo, 38 reais) andamos no Dique do Itororó, passeamos pelo Bonfim. Tomamos Sorvete na careira sorveteria Ribeira (http://www.sorveteriadaribeira.com.br/o-sorvete/cardapio/) e batemos umas fotos em Ponta do Humaitá. Por mim eu ficaria e esperaria o sol se ir... mas os adultos estavam com medo de abusar no fim do dia. No meu roteiro estava programado pegarmos o Ferry e irmos pra Itaparica, pousarmos por lá e curtirmos a praia pela manhã e meus pais conhecerem a ilha. Foi o que fizemos. O ferry para pedestres sai o valor de 3,95 por pessoa. Como já estava anoitecendo quando descemos da embarcação em Itaparica, aproveitei a barganha e pegamos um taxi que andou com a gente pela cidade histórica de Itaparica enquanto eu procurava uma pousada. O cara teve paciência, e acho que saiu barato. A corrida saiu $30 ( dividido para 4 pessoas ficou $7,50 para cada). Encontrei a pousada Muito Mais (http://www.pousadamuitomais.com.br/ ) uma pousada simples, mas com pessoas mega acolhedoras, me senti em casa! Eles fabricam chocolate caseiro, plantado no quintal. O dono, um rapaz simpático e falador fechou nossa noitada por 75 reais e sua mulher ainda me deu chocolate fresco na saída! Balanço do dia: $10 almoço ( 28 o kg), $2 água, $6 cerveja ( não bebo, mas meu pai bebe então... foi pra conta), $10 sorvete de 2 bolas ( é bem servido, mas achei caro), Ferry $3,95. = total gasto por dia por pessoa: $ 31,95 Dia 17 de abril de 2014 Preço bom da pousada a 75 a diária e da padaria em frente, q tem com café delicioso e barato! Comemos MUITO BEM. lista dos gordos no café incluiu 2 cafés com leite, 2 sucos, 4 pães com manteiga, 2 pães com ovos, uma rosca doce, uma empada de bacalhau. Fomos em 4 pessoas e não gastamos nem 15 reais de café da manhã somando tudo! ( isso mesmo... 15 reais para dividir entre 4 pessoas) Passeamos pelo centro histórico de Itaparica, andamos pelo píer com lanchas lindas, fomos até a praia da ponta e almoçamos em frente ao mar no restaurante da Margarida. Simples, mas com um tempero incrível. Sou vegetariana, então acreditem, não passei fome. Os pratos variam de preço, o mais barato $10 e mais caro $35, todos servem 2 pessoas. Ao sairmos da pousada encontramos um taxista que fez a corrida de Itaparica até o Atracadouro ( onde se paga uma lancha rápida para Morro de SP). O taxi economizou pelo menos 2 horas de estrada em nosso dia, o que foi um luxo pra gente. Eu estava contando em pegar uma van para voltar ao Ferry ( $3), depois pegar um ônibus de 2 horas para Valença ( $19) e depois pegar lancha para Morro de SP ($25). O taxi saiu $120, ou seja, $30 por pessoa e não tivemos que esperar nada nem ninguém! Onde descemos, a lancha tem valor mais baixo $ 13. O que compensou a diferença no valor pago no taxi. Chegamos em Morro de SP ainda de dia, com sol no rosto. Mesmo depois de passear muito em Itaparica. Balanço do dia: Pousada $75 por casal, Café da manhã $ 4, almoço $10, Garrafa de água 1 litro 2,50, Taxi de Itaparica até Atracadouro $120, lancha rápida de Atracadouro até Morro de SP $ 13, Taxa de entrada na ilha $ 15 por pessoa, = total gasto por dia por pessoa: $ 112 Dia 18 de abril de 2014 Fechei negocio com aluguel de uma casa em Morro de SP em dezembro. Utilizei o site “www.aluguetemporada.com.br” , tem muita coisa boa por lá! É só ter paciência de procurar e negociar preços. Consegui fechar o aluguel de uma casa linda no topo do Morro por $400 por 6 dias em pleno feriado de pascoa ( de 17 a 22 de abril de 2014). A casa que aluguei em Morro de SP cabe confortavelmente 7 pessoas, alias poderia dividir o aluguel com mais 3 pessoas se quisesse.. Viajamos em 4. Lógico que consegui esse preço fazendo uma reserva com 5 meses de antecedência. A casa que fiquei, chama-se casa dos Teyus (http://www.booking.com/hotel/br/casa-dos-teyus.pt-br.html). Caso procurem, as fotos são lindas mesmo. O lugar é longe, mas tranquilo, nativos moram nas proximidades do imóvel e com isso tem mercadinho e padaria ao lado com preço mais acessível. Casa muito é bem mobiliada, decoração linda. Parece que foi montada para ser moradia fixa pela qualidade dos móveis e enfeites. Vista muito linda para mata. O valor pago foi muito bom, levando claro em consideração o fato de Morro de SP ser um morro ^^ . O caseiro, Roque, é um anjo prestativo e atencioso. A mata está em volta da casa e o clima é totalmente privativo. Não se vê vizinhos de lado nenhum. A louça era totalmente nova. Toalhas muito boas. Limpeza muito boa tb. Faltou panelas pequenas para preparar pequenas refeições. Só tinha uma leiteira. Só tinha um espelho na casa toda (mas isso ja deve ter sido resolvido pelo caseiro). Preço da entrada na Ilha de Morro de SP aumentou consideravelmente, achei abusivo... pagamos taxa de porto, taxa de entrada e tudo mais. Porem esses valores não são repassados para a comunidade local. Não tem saneamento suficiente para numero de casas que existem no Morro e apenas “ enfeitam” onde turista passa. Isso me deixa chateada. Passamos o dia na Primeira e Segunda praia com meus pais. Choveu e abriu sol o dia todo. Eles gostam de praias “ urbanizadas”. Então deixei a surpresa para um dia mais quente... Fizemos compras para 4 refeições e 2 cafés da manha saíram por 85 reais, Almoço na praia (por 48 o kg) saiu mais ou menos $23 para cada, $ 3 latinha de chá gelado, $ 7 garrafa de cerveja = total gasto por dia por pessoa: $ 54 19 de abril de 2014 Fomos ao mirante e ao farol curtir a paisagem. Descemos no forte e passamos o dia nas piscinas naturais da praia ao lado do forte. O acesso não é muito fácil, então ela se torna bem privativa, limpa e sem muvuca. Os jantares sempre curtíamos em casa mesmo, o por do sol da casa alugada era um espetáculo a parte. Almoço saiu $48 para os 4, cerveja $ 7, água $3. total gasto por dia por pessoa: $22 20 de abril de 2014 Caminhamos pela terceira e quarta praia. Este foi o dia de maré mais baixa possível. Meus pais pareciam crianças nas piscinas naturais brincando com os peixinhos coloridos. Comemos em um restaurante simples com um tempero e preço maravilhosos, que fica na rua das pousadas Safira do Morro e Perola do Morro. ( link do mapa http://www.pousadaperoladomorro.com.br/localizacao-da-pousada/mapa-turistico.php) Preços de pratos quer servem 2 pessoas: $16, frutas e pães para café $21; total gasto por dia por pessoa: $21 21 de abril de 2014 Optamos por fazer os passeios em alto mar nesse dia. Estava sol, com previsão firme, porem com maré um pouco alta. Conseguimos o passeio de lancha por$ 80 por pessoa. Conhecemos as piscinas naturais de Guarapuá, onde ficamos 40 minutos em alto mar nadando em águas cristalinas, depois fomos para .as piscinas de Moreré, fizemos um passeio pela ilha de Boipeba onde foi o almoço com a famosa lagosta do Guido ao abacaxi por $100 ( deu para 3 pessoas comerem bem), 2 porções de mandioca a $30,fizemos a trilha em Tinharé e visitamos o rio do Inferno nas fazendas de ostras e suas pitorescas comunidades sem luz, sem estrutura, mas em paz. E caminhamos correndo na Velha Boipeba. O passeio vale o valor pago. O balanço do dia foi salgado... $ 80 passeio, ostra 2 dúzias por $40, lagosta com aperitivos e acompanhamentos: $140, Café da manhã $29 : total gasto por dia por pessoa: 150 Voltar pra casa com os olhinhos do meu pai brilhando pelo passeio, não teve preço. Isso sim. Este foi o primeiro passeio dele em pelo menos 13 anos sem férias. 22 de abril de 2014 Eu já tinha comprado as passagens de lancha rápida para retornarmos de morro para Salvador com antecedência, vale muito a pena. Preço foi 75 por pessoa, mais a taxa de 81 centavos pelo uso do porto de Morro. Compramos as passagens pela Ilha Bela, única que possui lanchas. Fui clara q eu não queria viajar de catamarã. E fiz bem. A lancha demora cerca de 2 horas de travessia, mas temos ventilação e tranquilidade. Nos despedimos do Morro e partimos para Salvador olhando o farol ficar bem pequeno em nossa vista. Onibus do porto até aeroporto não existe, tem que subir pelo elevador Lacerda e pegar o ônibus que vai até o aeroporto que sai da praça da Sé, bem no centro histórico. Custo $4,30 Ainda quero voltar lá umas 10 vezes.... é minha terceira vez na ilha e ainda volto com saudade do Morro!
  18. Olá, Segue meu relato da trip pra Chapada Diamantina e Salvador 2014 com uma amiga (Aruana). Sem roteiro, sem reservas . Saimos de SP as 06h do dia 17/08 com destino a Salvador BA. 17/08 Chegamos no aero, próximo as 08h e um amigo nos levou para um pequeno tour (Barra-Ondina, Farol da Barra) e as 13h pegamos o ônibus para Lençóis – BA na Chapada Diamantina, 7h30 de estrada. - Empresa aérea: Gol. Ida e volta por R$ 270,00 (pegamos uma promoção relâmpago) - Empresa de ônibus para lençóis: Real Expresso – R$ 63,19 No ônibus a maioria é mochileiro. Gente do mundo inteiro, nossas amizades começaram lá. Com duas francesas e Fernando, um mexicano engraçado e maluquinho. Chegando em Lençóis, logo na rodoviária ficam vários guias tentando te levar para as pousadas, mas eles ganham comissão das pousadas, sendo assim você paga 10% . Tivemos a sorte de conhecer o Luciano que também é guia, mas ele estava no mesmo ônibus que nós e nos levou até a Pousada Violeiros, pertinho do centro e da rodoviária. Chegando lá ele disse para a recepcionista que não precisava de comissão e que era pra nos dar em desconto. Pousada Violeiros: Quarto só para nós duas porém banheiro coletivo e café da manhã incluso – Diária R$ 35,00. O mexicano se hospedou conosco lá também. (ótima pousada, café da manhã delicioso e farto, atendimento maravilhoso) A vida noturna na cidade é praticamente nula. As coisas fecham no máximo 00h. 18/08 Conhecemos um casal paulista (Mari e Mi) no café da manhã, que estava no seu último dia de viagem. Fizemos trilhas sem guia, próximos de Lençóis. Serrano, salão de areias, cachoeira e cachoeirinha da primavera. No meio da trilha conhecemos Pedro, um argentino massagista e gente boa ao extremo. No fim de tarde voltamos para a pousada, tomamos banho e fomos jantar e beber. Pedro que estava lá fazia mais dias, nos indicou o restaurante: Beco’s Bar, comidinha caseira e saborosa da Dona Ivandira por R$ 11,00 – Comemos lá todos os dia!!! 19/08 Fechamos com um guia do hostel Zig Zag (onde Pedro e as francesas estavam hospedados) para fazer a trilha da cachoeira da fumaça. Formamos um grupo com 7 pessoas e ele fez R$ 80,00 cada. Este hostel eles não curtiram muito. Disseram que era meio apertado e o café ruim. Pagavam R$ 30,00 diária. Cachoeira da fumaça é bem pesada, subida e mais subida, 6km só pra ir e mais 6km pra voltar. Da umas 5 hrs de caminhada no total. Indicado levar lanche e bastante água. Passem protetor solar, pq eu me ferrei kkkk Essa trilha dá pra ir sem guia, se vc alugar um carro e for até o vale do capão e esperar um grupo com guia subir e descer, dá pra economizar este valor. Em seguidas fomos para cachoeira do riachinho, onde é permitido nadar e se refrescar após a trilha foda da fumaça. Chegando na pousada, tomamos banhos e marcamos de jantar e beber o grupo todo. (eu, aru, as 2 francesas, os 2 argentinos e o mexicano). Pedro voltou para Buenos Aires este dia, o outro argentino foi para o Vale do Paty e as francesas pra salvador. 20/08 Alugamos um carro na Lukdan (única locadora da cidade). Carro completo 1.0 meia diária (200 km liberados) por R$ 130,00 e R$ 40,00 gasolina. Dividimos Eu, Aru e o Mexicano. Roteiro do dia e sem guia: Rio Mucugezinho – Poço do diabo – Gruta da Lapa doce(R$ 20,00 entrada) – Pôr do sol no Morro do Pai Inácio. Jantamos e bebemos com a galera que conhecemos no Morro do Pai Inácio. Eu, aru, mexicano, 2 italianas e 1 inglês. 21/08 Neste dia o Fernando (mexicano) partiu para o Vale do paty. (Esse será meu próximo roteiro, quando for para Chapada Novamente. São 3 dias de trilha e com alimentação e hospedagem (nada de luxo) (em casas de moradores, a mais famosa é para a casa da Raquel, que é a galera mais jovem). Você acha grupos para essa trilha por R$ 600,00 tudo incluso. Alugamos novamente um carro, com km ilimitada por R$ 180,00 e colocamos mais R$ 70,00 de gasolina. Dividimos com outro casal que conhecemos no hostel zig zag no dia que fechamos o guia da fumaça. Chamam Mari (paulista) e Miguel (Argentino). Roteiro do dia e sem guia: Balneário Rio Paraguassu – Poço Encantado – Poço Azul e Pôr do sol e jantar em Igatu. 22/08 Acordamos, tomamos café, passeamos pela cidade de Lençóis e resolvemos ir no ônibus das 13h de volta para salvador. Chegamos em Salvador 20h30, dividimos um taxi ate o Rio Vermelho com um casal que estava no ônibus também. (Fiquem ligados, pois os taxistas adoram dar voltas e mais voltas pra ganhar mais, sorte que o casal guiou bem ele e não saiu caro pra nós) Nos hospedamos no Albergue Rio Vermelho (Rua Odilon Santos no bairro do Rio Vermelho), quase em frente ao restaurante famoso: Casa de Tereza (Famosa cozinheira Baiana, mas é bem caro!!) A rua é meio escura, tudo é trancado com cadeado, achamos estranho. Logo na porta do albergue um cara estranho nos rendeu vendo que éramos turistas, cheias de malas e perguntou se a gente queria ir pra balada que ele ia nos levar.. Bom a sorte foi que o recepcionista do Albergue abriu a porta correndo e nos entramos. O Albergue estava vazio, ficamos num quarto coletivo com mais de 10 camas e com banheiro no quarto. Mas ficamos sozinhas no quarto. Incluso café da manhã. Por R$ 40,00 a diária. Pegamos um taxi e nos encontramos com o nosso amigo num bar na Barra, onde estava rolando show da inauguração da nova orla. Fomos para um bar Farol Tropical (Lá comi Caldo de Sururu (um molusco de lá) extremamente delicioso!!! E um Caldo de camarão com polvo, bem gostoso mas o de sururu é sensacional. Bebemos e depois fomos dormir. 23/08 e 24/08 Acordamos e tomamos café no albergue (café bem mais simples do que o da chapada), passeamos pela praia do Rio Vermelho (lá é como SP, tomar cuidado com celular e etc) e tem WI FI grátis em quase todos lugares turísticos da cidade pra quem é cliente Claro <3, tomamos cervejas na orla e esperamos o nosso amigo chegar do trabalho para passear. Almoçamos e partimos para o city tour (Praça da Sé, Elevador Lacerda, Mercado Modelo. Pelourinho, Igreja de Nosso Senhor do Bonfim, Sorveteria da Ribeira, Prédio da Ivete Sangalo, Casa de Yemanjá). Voltamos no ínicio da noite para o albergue, descansamos por 1h, arrumamos as malas, tomamos banho e partiu night. Comi o acarajé da Dinha, mais famoso da Bahia (R$ 7,50 com camarão no prato) e bebemos nos bares por ali até umas 03h da manhã. Tiramos um cochilinho no flat do amigo do nosso amigo e acordamos em cima da hora de ir para o aeroporto, nosso voo era as 06h30 kkk. Mas no final deu tudo certo. Chegamos em Brasília 08h30 para a escala e em SP 12h30. Congonhas não tem ônibus direto pra praia grande, pegamos um para santos e minha mãe nos buscou lá. Ai começou a deprê pós viagem.. Foi tudo maravilhoso, Chapada diamantina requer bastante dias e bastante preparo físico. Link das fotos: (ESTÁ EM CONSTRUÇÃO, POIS AINDA FALTAM AS FOTOS DA MAQUINA DA GALERA QUE CONHECI POR LÁ E AS DA GO PRO) SALVADOR - CHAPADA DIAMANTINA - Roteiros: 17/08 – São Paulo > Salvador (Barra – Ondina e Farol da Barra) > Lençóis 18/08 – Trilhas: Serrano > salão de areias> cachoeira >cachoeirinha da primavera. 19/08 – Trilhas: Cachoeira da fumaça > Cachoeira do Riachinho 20/08- Trilhas: Rio Mucugezinho > Poço do Diabo > Gruta da Lapa Doce > Morro do Pai Inácio 21/08 –Balneário Rio Paraguassu > Trilhas: Poço Encantado >Poço Azul e Pôr do sol e jantar em Igatu. 22/08 – Passeio no centro de Lençóis > volta para Salvador > Night na barra em salvador 23/08 – city tour: Praia do Rio Vermelho, Praça da Sé, Elevador Lacerda, Mercado Modelo. Pelourinho, Igreja de Nosso Senhor do Bonfim, Sorveteria da Ribeira, Prédio da Ivete Sangalo, Casa de Yemanjá > Night em Salvador. 24/08 – De volta para realidade paulista. Indicações: Pousada Violeiros em Lençóis - Chapada Diamantina. Super recomendo, diárias com café top por R$ 35,00 Restaurante: Beco's Bar - Dona Ivandira, PF delicioso por R$ 11,00 Albergue Rio Vermelho em Salvador: limpinho e organizado, diária com café básico por R$ 40,00 A seguir vou colocar minha planilha de gastos ok, isso é o que eu gastei no total (menos a passagem aérea), dividindo as coisas, conforme contei acima. Salvador /chapada 17/08: 6,00 Pedágio 50,00 Ida sp 15,00 Café barra ondina 64,00 Passagem lençóis 9,00 Parada café bus 12,00 Lanche e cerveja em lençóis =R$ 156,00 18/08: Roteiro: Serrano, Salões de areia, Cachoeirinha e Cachoeira da primavera. 12,25 mercado, açaí e farmácia 12,00 jantar e cerveja - beco's bar dona ivandira =R$ 24,25 19/08: Roteiro - Cachoeira da fumaça e Cachoeira do riachinho. 80,00 guia cachoeira da fumaça 2,00 lanche pra levar 3,00 mercado antes de ir 3,00 coca na volta da cachoeira 16,80 jantar e cervejas 6,00 água e Coca na Pousada =R$ 110,80 20/08: Roteiro- Rio Mucugezinho, poço do diabo, gruta da lapa doce e morro do pai Inácio. 56,66 aluguel carro e gasolina 20,00 entrada gruta lapa doce 3,00 coca cola na lapa doce 5,00 entrada morro do pai Inácio 5,00 caipirinha na praça 8,50 batata frita e cerveja 11,00 jantar beco's bar =R$ 109,16 21/08: Roteiro- poço encantado, poço azul e igatu. 62,50 aluguel carro e gasolina 20,00 entrada poço encantado 6,00 pastel e coca no poço 15,00 entrada poço azul 16,00 jantar em igatu 6,50 Suco e água em lençóis =R$ 126,00 22/08: Roteiro: saída chapada para salvador. 175,00 por 5 Diárias Pousada violeiros 63,19 passagem volta para salvador 30,00 lembrancinhas chapada 3,00 água de coco 9,00 salgadinho e coca 17,00 almoço 12,00 taxi rodoviária até hostel 10,00 taxi até a barra 43,75 bar farol tropical. =R$ 362,94 23/08: Roteiro: Salvador 80,00 por 2 diárias Albergue rio vermelho 7, 00 cervejas no rio vermelho 43,00 almoço japa shopping 2,00 estacionamento pelourinho 10,00 lembrancinhas no senhor do Bonfim 2,00 água no Bonfim 6,00 sorveteria da ribeira 10,00 estacionamento 3,50 cigarro 7,50 acarajé 28,15 cada de cervejas no bar largo da dinha 4,00 queijo coalho com melaço e orégano 23,00 lanche no aero nathy 20,10 ônibus =R$ 246,25 Total =R$ 1.135,40
  19. Olá Mochileiros! Eu e meu namorado fizemos uma trip curta para Porto Seguro e arredores e queremos compartilhar com vcs. Compramos os vôos e o hotel pela CVC, pois ficava mais barato do que por conta (já que a CVC tem convênio com os hotéis). Saímos de Campinas-SP dia 27/05/11 e voltamos dia 30/05/11 totalizando 4 dias. Dia 1: Acomodação/ Passarela do Álcool - Chegamos no aeroporto de Porto 11h. Como o táxi era 35,00 ara um trecho de ~7km, resolvemos pegar ônibus e assim gastamos 2,10; O percursso do aeroproto ao hostel levou aproximadamente 20 minutos. - Ficamos no Portobello Park Hotel, há duas quadras da praia de Taperapuã e do Axé Moi. - O hotel tem uma estrutura muito boa (principalmente pra quem vai com criança). Tem café da manhã incluso na diária, porém eles servem tbm almoço e jantar. http://www.portobellohoteis.com.br/portugues-hotel-na-bahia/park/ - De tarde fomos conhecer a famosa Passarela do Álcool. Um calçadão (paralela à orla) com muitas lojinhas e barracas de tranqueirinhas, restaurantes e barracas de bebidas (as famosas barracas do Capeta (coquetel de frutas e ervas tipicas da região), muito visitadas pelos apreciadores rs). - Compramos o passeio Coroa Alta para o dia seguinte com duração das 9h às 17h e 40,00/ pessoa, (compramos por uma agência de passeios, lá existem varias, o preço varia, mas nada muito exorbitante) Passarela do Álcool Dia 2: Passeio Coroa Alta/ Passarela do Álcool - Uma van (inclusa no pacote do passeio) foi nos buscar no hotel às 9h. - No caminho para Santa Cruz Cabrália (cidade ao lado de Porto) o guia foi nos mostrando a cidade e contando fatos históricos, inclusive do descobrimento do Brasil. - Chegando à beira de um rio em Sta Cruz entramos num barco (relativamente grande com um deck). - O guia era bem engraçado e contava durante todo o caminho a história do descobrimento. - Navegando pelo rio vimos o paredão de corais que divide o rio do mar. Muito bonita a paisagem. - Depois de navegar uns 15 min pelo rio, navegamos no mar por +- 20 min e chegamos na Coroa Alta, um cemitério de corais. Os corais mortos se juntam num só lugar formando um banco de corais. Descemos do barco e fomos de bote até o banco. É muito interessante saber que vc está no meio do mar, porém tomando banho e num lugar que dá pé! - De lá fomos almoçar num restaurante na beira do rio. Não curtimos muito o almoço. Ou estava ruim mesmo e/ou não estávamos acostumados com o tempero baiano rs. - Após o almoço fomos na Ilha do Sol. Uma ilha muito bonitinha com manguezal que tem uma lojinha com doces típicos da Bahia, explicações sobre carangueijos e guaiamus e o famoso banho de lama. Essa lama tem enxofre (imagina o cheirinho), resultado: só um corajoso entrou rsrs soubemos que a namorada dele reservou um outro quarto no hotel rsrrs brincadeira. - Voltamos e a van nos levou pro hotel. Passeio muito agradável e de lindas paisagens. Recomendo. - De noite fomos pra passarela do álcool. Ocas indígenas Santa Cruz Cabrália Santa Cruz Cabrália Paredão de Corais dividindo o mar do rio Corais Mortos formando um banco no mar Santa Cruz Cabrália Ilha do Sol Banho de Lama na Ilha do Sol Dia 3: Arraial d’Ajuda/ Centro Histórico de Porto Seguro/ Passarela do Álcool - Arraial d’Ajuda: levantamos cedo, pegamos um ônibus até o centro para pegar a balsa para Arraial. - A balsa custa 3,00/ pessoa e a volta não precisa pagar. A travessia dura 10 min. - Chegando em Arraial vc pode pegar ônibus ou van para ir para o lugar que quiser. - Pegamos van para conhecer a praia de Pitinga (considerada a mais bonita de arraial). O caminho para a praia já nos mostra um pouco de Arraial. É linda, organizada, arborizada. Foi em um dos hotéis de lá que foi gravada a novela Paraíso Tropical. - A praia de Pitinga é linda e limpa. O mar é verde e ao longo da areia existem falésias o que deixava a paisagem especialmente bonita. - Na praia tem restaurantes com cadeiras, guarda sol, espreguiçadeiras. Algumas cobram consumação mínima, outras não, vale a pena questionar sobre a consumação antes de utilizar os serviços. - 13h fomos para o centro. Como a van só ia sair quando o carro enchesse resolvemos ir a pé pela orla das praias. Não nos arrependemos pois assim vimos várias praias e paisagens e constatamos que a praia de Pitinga realmente era a mais bonita. No caminho existiam praias mais populares e outras mais elitizadas. - Quando estávamos chegando no centro vimos uma vista maravilhosa de um hotel. Não aguentamos e pedimos para entrar para tirar foto. Deixaram numa boa, pessoal muito simpático. - O centro é lindo, as lojas são muito bem decoradas, as ruas são arborizadas, é um lugar que eu passaria muito mais tempo com certeza. - Lá tem a famosa Brodway( glamour só no nome rsrs), uma rua curtinha com lojinhas rs. Existe até um letreiro luminoso indicando esta rua. - A igreja central é bem característica de interior e atrás da mesma tem uma vista panorâmica de Arraial. Além disso na praça da matriz existe um curioso cemitério (praça X Cemitério, nada a ver..rsrs), é até engraçado. - Voltamos para Porto para conhecermos o Centro Histórico. Arraial Praia de Pitinga Praias de Arraial Vista panôramica atrás da Igreja Central Rua da Broadway - Centro Histórico de Porto Seguro: saindo da balsa pegamos um ônibus até o centro histórico. - Quando vc entra no centro histórico existe um guia que te aborda querendo vender os serviços dele. Acho que seria muito interessante, porém como não tínhamos muito tempo, e achamos não muito barato (15,00/ pessoa) acabamos conhecendo por conta. Pra quem gosta de história é um prato cheio. Gostaria de ter ido lá com mais tempo. - As construções são muito bem conservadas e existe um mural explicativo ao lado de cada uma. - Existem 3 igrejas: 1 delas é a primeira igreja do Brasil com estrutura, com padre etc. As anteriores eram capelas. - Casinhas coloniais coloridas, lojinhas, tinha alguns índios vendendo seus artesanatos. - Tem vista panorâmica das praias de Porto. - Tem um museu (6,00/ pessoa), mas não deu tempo de conhecer pq já ia fechar. - A igreja principal era para onde todas as ruas de Porto convergiam. - De noite fomos na Passarela do álcool (nosso point noturno rsrs) passear e terminar de comprar as lembrancinhas rs Centro Histórico Dia 4: Praia de Taperapuã/ Axé Moi/ Retorno para Campinas-SP - Fomos conhecer a Praia de Taperapuã. A praia é muito bonita, tem ambulantes regularizados passando o tempo todo. - Ficamos sentados nos guarda-sóis do Axé Moi. Lá não tem consumação mínima. - O Axé Moi é um palco com restaurante muito bem estruturado, com garçons animados (cada um tem o nome de uma fruta rs). No palco tem shows o dia todo, inclusive shows de humor, axé, danças, brincadeiras, e tudo isso de frente pro mar. Na alta temporada tem shows de famosos, ex. Ivete, chiclete, etc. É divertido e organizado. Comemos Puã empanado, que é patinha de caranguejo, indico com certeza! Uma delíiiiiiiicia!!! - Depois do puã voltamos pro hotel para irmos embora =(. Axe Moi Praia de Taperápuã Puã empanado Considerações: - Em 4 dias deu pra ter uma visão geral de Porto, mas acho que 6-7 dias é o ideal para fazer os outros passeios como o Recife de fora , praia do espelho (a segunda praia mais linda do Brasil), trancoso etc. Voltaria pra lá com certeza. - O povo de Porto é muito receptivo e engraçado. - Andar de ônibus é fácil e economiza um montão. - Os preços de comida são normais para cidades praianas. - Os preços dos passeios são negociáveis, então vá a mais de uma agência. No centro tem inúmeras.
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