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  1. Olá, pessoal! Compartilhando aqui alguns destinos da minha experiência viajando + trabalhando remoto durante quase 6 meses pelo Brasil. A ideia desse tópico é ajudar tanto quem quer fazer uma rota nas suas férias, quanto quem tá num nomadismo digital. A minha ideia aqui não é chover no molhado e indicar pontos turísticos comumente falados em resenhas de sites de viagem. Alguns, que gostei muito, vou indicar aqui, mas a ideia é contar o que mais me marcou e também as facilidades e dificuldades que encontrei para trabalho remoto. Se você for para algum desses destinos e minhas dicas forem úteis, me adiciona no instagram @carolcarolcarolyna e me conta da tua experiência, vou adorar trocar um pouquinho mais! Eu gosto muito de pesquisar! Um hack que uso muito para descobrir o que tá rolando nos lugares, principalmente o que os nativos fazem, é ir no Instagram, colocar o nome da cidade na busca de localidades e ir pesquisando o que as pessoas estão compartilhando nos seus stories. Essa é uma ferramenta recente: as pessoas que têm perfil aberto, quando marcam um lugar em suas fotos e vídeos dos stories, esse story é compartilhado publicamente com todo mundo que pesquisar sobre esse lugar. Então, é só você ir no mapinha do insta e ficar se divertindo pelas regiões da cidade, pesquisando o que tem de bom. Outra possibilidade é jogar na busca o nome da cidade + a palavra "agenda" ou "o que fazer" ou "onde ir". Tem vários perfis com essa combinação de palavras. E, quando eu encontro um perfil massa, eu vou no perfil, e clico no botão que tem um desenho de uma pessoa (ele fica ao lado da barra de follow/message/contact). Esse botão te sugere páginas parecidas ou de interesses parecidos e nooooooooossa eu descubro muita coisa por ali. 1. PARATY/RJ (abril/maio) Ai, Paraty, seus barquinhos, suas águas, suas pontes, suas casas... quanto amor! Tem MUITA COISA pra falar de Paraty. Volto pra lá fácil! Comecei minha jornada ficando 1 mês lá. Cheguei de avião no Rio de Janeiro e desci de carro até Paraty. Pra começar, quero dizer que conheço quase toda costa do Brasil (apenas não conheço Amapá, Sergipe e São Paulo) e que o estado do Rio de Janeiro tem um dos litorais mais incríveis desse país. É cada recorte que meu deus. Vale muito passar uns três meses pelo Rio e desbravar o litoral norte e sul, que são diferentes e possuem lugarzinhos muito particulares. Arraial do Cabo e Cabo Frio, que ficam no norte do litoral, tem uma areia branquíssima e uma água linda demais. Paraty, que fica no sul, ficou sem dúvidas no Top 3 dos destinos desses seis meses de viagem. É uma cidade histórica, patrimônio da UNESCO, com ruas inteiras de pedras que datam da época de sua criação, e casas, prédios e igrejas muito bem conservados. A cidade fica numa região litorânea e serrana ao mesmo tempo. É nessa mistura que a mágica acontece: você pode desfrutar de praia e serra no mesmo lugar. Fiquei em abril e maio e não estava frio para tomar banho de mar. O clima estava muito bom. Ao mesmo tempo que aproveitava o calorzinho na praia, à noite curtia o friozinho da serra. Você pode curtir inúmeros passeios náuticos, como também várias cachoeiras, visitas a alambiques, queijarias e lugares históricos. PREÇO: É preciso dizer que Paraty foi sem sombra de dúvidas o destino mais caro que eu fiquei nesses seis meses e acho que foi o destino mais caro que conheci no Brasil. É muito difícil você comer bem e pagar pouco. Os supermercados são preço de turista. A hospedagem também é muito cara. Eu dividi uma casa, que era excelente, mas mesmo assim não justificava o preço. O que eu paguei foi mais do que o mês de qualquer outra cidade que eu fiquei (e nas outras cidades eu não dividi o preço). HOSPEDAGEM: Lá em Paraty, aluguei uma casa em Ponte Branca, região que não recomendo para quem viaja a trabalho. Para quem vai trabalhar remoto, fique no centro histórico. É mais garantido internet e luz estável. Paraty sofreu fortes deslizamentos de encostas, provocados por chuvas torrenciais em março de 2022. Eu cheguei em Paraty dia 18 de abril e a situação estava preocupante. Quem gosta de ficar em hostel, principalmente em quartos privativos, indico o Selina. O Selina é uma rede de hostels alto padrão e, por isso, os preços são mais caros do que qualquer hostel que você vá encontrar por aí. Contudo, vale muito à pena. Eu já me hospedei no Selina Madalena em SP e curti muito. Em Paraty, o Selina tem um espaço incríveeeel. Usei o coworking deles e é muito bom. Também fui um dia em uma feijoada com show de chorinho (a melhor feijoada que já comi na vida!). Eles têm muitos espaços em comum e atividades de interação, e fica no coração do centro histórico. TRABALHO REMOTO: a) Luz e internet: É importante dizer que em qualquer lugar que você esteja poderá faltar luz. Não sei se foi por conta dos deslizamentos, mas o pessoal comentava que toda semana faltava luz por lá e, realmente, fiquei na mão muuuuitas vezes por conta disso. Em Ponte Branca, por exemplo, não há sinal de 3G, independente da sua operadora. Por esse e outros motivos, fique no Centro Histórico! b) Cafés para trabalhar: Paraty tem vários cafés, mas quase nenhum deles tem wi-fi. Esse é um ponto muito fraco e bem comum em cafés/restaurantes. Eu conheci apenas um café com wi-fi e espaço bom e tranquilo para trabalhar: o Café Cultural. A Livraria das Marés é linda, tem wi-fi no café, mas não tem tomadas. TRANSPORTE: Outro ponto é que Uber não funciona: Paraty até está no app, mas o pessoal não aceita as corridas. O que funciona lá é táxi, que é tabelado, escasso e beeem caro. Do Centro Histórico à Ponte Branca (15 min) era 40 reais. Se você ficar no Centro Histórico, não vai precisar de táxi pra quase nada. Há que se ter muuuuuito cuidado ao dirigir nas estradas, pois blocos de terra e pedras maiores que o tamanho de um carro tomaram as pistas de acesso a essa região. Tem partes da pista que cederam e a contenção é paliativa. Quem vai para Trindade, se prepare: é uma serra super sinuosa, de estradas estreitas e que foi muito afetada pelos deslizamentos. Outro lugar sinuoso e que é para quem tem tranquilidade na direção é a Serra de Cunha. Os carros perdem seus freios por lá (vi isso acontecer), tem muita gente que desiste também. Não cheguei até Cunha (até porque me deu um mini desespero aquela serra hahaha), mas já chegando no topo, você tem alguns mirantes com vista incríveeeel de serra + praia. PASSEIOS: Sério, preciso voltar mais vezes pra fazer todos os passeios náuticos disponíveis. Paraty tem mais de 300 praias e 60 ilhas, então é passeio pra caramba. Faça o passeio de barco nas ilhas! Vale muito, as águas são muito azuis, você pode nadar ou ficar boiando à vontade. E as ilhas são lindas! Paraty é uma baía, então suas águas são calmas. Se você gosta de caiaque, é o lugar perfeito. Na Praia do Pontal você pode alugar um caiaque e ir andando pelas praias, contornando as pequenas ilhas que ficam próximas da orla e entrar no canal do rio que banha Paraty (aquele das pontes bonitinhas). É muito legal essa parte final, porque você vai andando de caiaque pela cidade, vendo as casinhas, as capivaras Fiz um passeio de caiaque em grupo muito legal, em que o instrutor nos levou em várias ilhas e também para andar de caiaque no mangue (no mangue atolou o caiaque, mas tudo bem kkk). Esse foi um dos passeios mais fodas que fiz durante esses seis meses. Falando em água, fique no período de maré cheia. É bonito de ver a água tomando conta das ruas de pedra próximas do cais. Às vezes, a água sobe tanto, que dá pra andar de kayak pelas ruas de pedra! Existem muitos alambiques para você visitar: apenas vá. Na Rodovia Parati-Cunha, você pode visitar alguns alambiques e cachoeiras. Vale muito a pena ir no poço do Tarzan e Cachoeira do Tobogã (pelo amor de deus, não se joga naquela pedra kkk). Sugiro almoçar no Engenho D'Ouro - Restaurante e Doceria, em frente ao estacionamento do poço do Tarzan. A comida é em conta, de panela de ferro, maravilhosa! No mesmo espaço fica um alambique. O funcionário é maravilhoso, explica todo o processo, tira todas as suas dúvidas, te dá todas as provas. Só não vá beber se for dirigir! Na volta, do lado do posto da PRF, tem a Tenda da Lelê, uma pessoa incrível que conheci, super acolhedora e que faz uns pratos personalizados com muita comida orgânica. Aliás, tem uma feira orgânica que acontece toda sexta ao lado da rodoviária de Paraty. Perto dali, na Estrada do Bananal, recomendo a Fazenda Bananal, que tem um restaurante maravilhoso e um paisagismo mais que instagramável. Perto do pórtico da cidade tem a Queijaria Santa Lola: façam as compras para a estadia, é demais! Tem um queijo trufado com damasco que nunca mais vou esquecer. Tem muita coisa boa pra comprar lá, de doces a massas, sério, só vai. Vale indicar os fiordes, em Paraty-Mirim: é um passeio caro. Fui até lá, mas não fiz, pois estavam cobrando R$ 250,00 uma travessia de 10min para duas pessoas. Nas fotos parece muito bonito, então fica aqui a dica para você pesquisar sobre os fiordes tropicais. Trindade vale a pena conhecer, tem bastante coisa pra fazer por lá, inclusive recomendo pernoitar, pois você não consegue fazer tudo num dia e a volta de noite naquela serra é para corajosos! Nas montanhas de Paraty, conheci a Ecovila Goura Vrindavana e Hare Krishna Ashram. Vale a pena acompanhar quando eles estão abertos para visitação pelo instagram deles. Há uma pousada (Dharma Shala) muito linda, para quem quiser ficar. Passamos o dia lá, fizemos ioga, almoçamos junto com os moradores, passeamos no lugar e conhecemos o templo. Acima, fotos da Ecovila. CULTURA: Eu tive a grata surpresa de estar lá quando rolou um festival internacional de blues e jazz chamado Bourbon Festival (maio). Foram três dias de músicos de peso e o festival é de graça. É lindo demais e povoa vários espaços da cidade. Lá também rola a Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), a qual não tive oportunidade de presenciar, mas é famosa e habitada por grandes nomes da literatura e das artes. Eu também vi uma coisa muito doida, era ligada a uma festividade de maio que agora não me recordo o nome: a cidade inteira parou no meio do centro para um bingo! Sério, era uma multidão com cartelinhas na mão escutando os alto-falantes ditando os números. Eu amei isso! Paraty tem um maracatu lindo demais! O grupo se reúne para ensaios geramente nos domingos fim da tarde, perto da Igreja de Nossa Senhora das Dores. Você pode chegar pra apreciar ou mesmo aprender um pouco de batuque. RESTAURANTES: Além do que apontei ali em cima, curti muito o Thai Brasil e o Pupu's Peixe Panc, que é premiadíssimo. O restaurante da Fazenda Bananal é fabuloso também! Não só de luxo se vive a vida (até porque senão o cartão estoura hahaha), então também quero compartilhar dois lugares que ficaram no meu coração: Kami Sama, um japa baratex no qual eu cometi a orgia de ir 2x comer o rodízio e, outra vez, experimentar a melhor criação do universo: o HAMBÚRGUER DE SUSHI. No centro, ao lado da ponte principal tem uma pastelaria muito baratex e com uns big pastéis muito gostosos chamada Pastelloni. Tem também um buteco raiz chamado Bar da Fátima. Apenas vá jogar uma sinuca lá e botar um brega no jukebox hahaha. Altas comidas no capricho, o melhor torresmo da vida e o preço é muito barato. Prove o drink Jorge Amado. Ele é muito bom em qualquer lugar! PARATY - PERFIS DO INSTA: @turismoparatyrj @mercadodasartesparaty @cinemadapracaparaty @feira.de.paraty Vai ficar para a próxima visita: @aldeiarizoma @gastromar 2. VITÓRIA/VILA VELHA (junho) Eu fiquei 10 dias nessa região e, para quem vai só para visitar, 3 dias é suficiente. Se você quer explorar mais o litoral e as praias, fique mais. Como eu estava trabalhando e esse não era o meu foco, fiquei bem satisfeita com o que conheci. PREÇO: ES é bem ok, os preços são normais. Nem barato, nem caro como no Rio de Janeiro. HOSPEDAGEM: Dizem que as praias de Vitória são impróprias para banho. Por esse motivo, fiquei hospedada em Vila Velha. Vila Velha tem uma longa orla, muito bonita, perfeita para caminhar, correr, andar de bicicleta. Super cuidada, com ciclovia, espaços de interação, academias ao ar livre, cachorródromo... muito boa mesmo. Não entrei no mar. A água é gelada, o mar é bem revolto e vi ondas grandes hahaha. Eu fiquei em um Airbnb em Itaparica (Vila Velha). Itaparica é uma praia extensa. Embora tenha comércio, você pode ficar longe dos lugares mais turísticos. Se for ficar em Vila Velha, recomendo Itapuã ou Praia do Costa. PASSEIOS: Quase não fiz passeios por lá, desses mais turísticos. Subi o Morro do Moreno, vale muito à pena! Tem uma vista panorâmica de toda a cidade de Vila Velha e Vitória, você fica de frente para as pontes, é lindo demais! Diz que rola uns pôr-do-sol bem massa por lá. Só faltou um chimas! Vista do Morro do Moreno Vitória tem paisagens mais bonitas que Vila Velha, então vale caminhar pela orla e andar de carro por lá. Na próxima vez, eu ficaria hospedada em Vitória. É em Vitória que você encontra os rolês culturais e onde tem mais noite alternativa. Em Vitória, vale pegar um carro e ir na Ilha do Boi e Ilha do Frade! Caminhe pela Orla de Vitória, vá no Pier da Iemanjá! Fica iluminado à noite, muito bonito! No centro histórico de Vitória, conheci o Palácio Anchieta. Tem algumas exposições por lá e você pode fazer a visita guiada. O Palácio fica em frente ao Rio, então é bem bonita a vista composta pelo urbano, os navios cargueiros e o rio. Para além disso, não cheguei a fazer, mas também tem o Convento da Penha e a Fábrica da Garoto rsrsrs. Ah, também tem o Mosteiro Zen no Morro da Vargem, que fica a algumas horas de Vitória (mas é preciso se programar e ver a logística com antecedência. Vá de carro!). IGS: @somoscapixaba @terracapixaba 3. SALVADOR e arredores (junho/julho) Se você quer entender o Brasil, VÁ À BAHIA! Que Pedro o quê, a cultura do Brasil nasceu do povo preto e indígena! A música que você escuta nasceu lá! Foi criada, ritmada, aperfeiçoada, swingada pelo baiano. Quanto mais eu estudo sobre a Bahia, mais coisa eu tenho pra estudar! Fui pela terceira vez à Bahia e viveria por lá, rs. Por isso, vou trazer algumas informações também da minha penúltima viagem à Salvador. Nessa última viagem, fiquei 1 mês e meio na Bahia, então tenho bastante coisa pra falar CLIMA: A lição é: tome sol. Ele muda sua vida, seu corpo e sua mente. Tome sol, custa zero reais, ele leva suas preocupações embora e você vê o copo mais cheio do que vazio. Tome sol! E a Bahia é um ótimo lugar pra tomar sol e curtir uma brisa relaxante de fim de tarde. Dessa viagem que fiz, o melhor clima que encontrei foi na Bahia! PREÇO: Salvador é esparramada e não é difícil você dar uns rolês bem contramão. Por isso, o uber pode se tornar mais carinho. Na região da Barra e Porto da Barra, é bem turístico, então os supermercados e os comércios são mais caros. Mesmo assim, você consegue encontrar muitas opções de refeições boas por preços justos. Pelourinho é uma região bem em conta. Santo Antônio é mais gourmetizado e os preços também. Fiquei no Porto da Barra, que é uma das regiões mais caras de aluguel por temporada. Você encontra boas opções se alugar com antecedência de um a dois meses, mas é preciso pesquisar bem pois os imóveis em geral são mal conservados. Alugar perto da data já fica beeeeem caro. PASSEIOS, LUGARES, CULTURA: O que mais quero pontuar aqui é a rota de passeios sobre a música baiana e brasileira. Há uma série de museus interativos para você conhecer mais da história da música, artistas e instrumentos. Eu acho que beira ao absurdo um músico que, tendo condições de conhecer a cidade de Salvador, não vá conhecê-la. Dentre outros museus, temos: Casa do Carnaval, Cidade da Música da Bahia, Centro Cultural Casa da Música, Museu da Música Brasileira, Escola Olodum, A Casa do Rio Vermelho (Casa do Jorge Amado), Fundação Jorge Amado, Museu Cultural Afro Brasileiro, Casa do Benin. Além disso, tem o Museu de Arte Moderna, o Palacete das Artes e tantos outros! A Casa do Carnaval e a Cidade da Música são indispensáveis! Neles você vai descobrir que aquele cantor que você gosta tanto é da Bahia e aquele outro também. Eles são super interativos. A Casa do Carnaval vale cada centavo, por tudo que você vai aprender lá dentro e pela possibilidade de aprender umas coreografias de carnaval, se fantasiar e tocar uns instrumentos. Tem um café no terraço com uma vista linda. Na Cidade da Música, assim como na Casa do Carnaval, vá com tempo. Você fica umas três horas fácil lá. Na Cidade da Música um professor vai te apresentar para uma série de instrumentos musicais e você vai passar por experiências muito legais guiadas por ele. Também tem a possibilidade de mixar, cantar, entre outras interações de produção musical. Além dos dois, eu gosto muito da Casa do Jorge Amado no Rio Vermelho. Aproveite o dia para ficar lá se deliciando com cada espaço mais lindo que o outro, além do café e do jardim. Gosto muito do Palacete e do seu jardim e do MAM, pois, além de exposições incríveis de africanidades, ainda tem um cinema alternativo e uma vista foda. Oficina na Cidade da Música No Pelourinho, visite o Conveno de São Francisco, faça um tour guiado com os guias que ficam em frente à igreja e conheça o paganismo presente nos arabescos, quase escondidos de tão profanos. Os azulejos são lindos também! Eu fiz o tour com um senhorzinho de uns 80 anos, que é historiador. Ele é maravilhoso! O Pelourinho é uma cidade praticamente, de tanta coisa que tem pra fazer por lá. No São João, fica cheio de palcos abertos e shows gratuitos. Aliás, é preciso dizer que, comparado a outras cidades do país, me parece (posso estar errada) que a prefeitura investe muito em cultura, no sentido de viabilizar muitos espaços abertos em que rolam shows 0800 com músicos fodas todo fim de semana. E é no Pelourinho que se encontram grande parte desses espaços, como, por exemplo, o Largo Quincas Berro D'Água e Largo Thereza Batista. Comece tomando um cravinho no Cravinho hehehe e depois vá fazer uma procissão pelos largos. Tem um negócio que eu acho muito foda de fazer que é caminhar na orla no fim da tarde/pôr-do-sol sentido Morro do Cristo (Praia da Barra) -> Porto da Barra. Só ver e sentir! Atrás do Forte da Barra, que fica bem na pontinha da orla da Praia da Barra, rola uma galeera sentada pra ver o pôr-do-sol e geralmente tem uns músicos tocando por ali. A Praia do Porto da Barra é a praia de Caetano. Ela é uma muvuca, bem movimentada e com várias caixinhas de som (ou seriam JBLs gigantes?), mas tem as águas mais lindas e é uma piscininha. Fique no fim da tarde e veja o pôr-do-sol dali e você vai entender porque um dos músicos mais fodas desse Brésil é apaixonado por ela. Tem uns passeios de canoa havaiana que não fiz, mas fiquei babando. Procure @_aika.vaa no Instagram. Sai uns passeios de caiaque em grupo. Cinema bom e circuito alternativo você encontra nas salas do Sala de Arte (Cine Glauber Rocha e MAM) @saladearte_oficial. De teatro, procure o que estiver rolando no Sesc Pelourinho, Teatro Castro Alves e Concha Acústica. Eu queria indicar aqui o ig da @giroplanejamentocultural. No Sesc Pelourinho, eu fui em uma das melhores peças de teatro da minha vida. Procurem a companhia Coletivo Casa 4 e acompanhem os próximos espetáculos deles. Prepare-se para chorar! Procure JAM NO MAM no Instagram. Esse rolê é foda demais! 1x por mês uma galera da banda de jazz Geleia Solar faz uma jam no MAM, o Museu de Arte Moderna, que fica na beira do mar, do lado do Solar do Unhão. Você vai curtir uma música foda, com uma vista foda e um pôr-do-sol foda, como você pode ver na foto abaixo: Falando ainda em Jazz, tem o Jazz na Avenida (@jazznaavenida) onde tocam muitas bandas maravilhosas, rolam umas jams incríveis e vai muita gente gostosa! Para quem gosta de forró, existe uma banda baiana chamada Forró da Gota, que tá no meu top 3 de bandas favoritas de forró. É uma preciosidade o trabalho autoral dessa gente e os shows são maravilhosos, despertam aquela vontade de dançar agarradinho a noite inteira. Fui 2 ou 3x no show deles em 1 mês e meio A Casa da Felicidade, no Rio Vermelho, tem umas festas bem legais, de vários estilos musicais, e toda semana tem uma festa de forró. O pessoal da Gota toca lá. Não fui, mas foi fortemente recomendado a festa de quarta-feira no A Boca (@abocacentrodeartes). RESTAURANTES: Eu não sou a melhor pessoa para indicar restaurantes de comida típica baiana, mas conheci alguns lugares de gastronomia variada muuito bons. De comida típica, eu quero indicar o Bolinho de Estudante, que é um bolinho doce frito feito de tapioca e que muita gente que vai pra lá não conhece. É mais fácil encontrar em barracas de acarajé. Eu sou viciada nesse bolinho. Tem o pão delícia também, vendido em tudo que é padaria e mercado. É um pão doce com queijo, surreal! Gostei muito do Restaurante Lafayette na Marina de Salvador, comi um risoto de limão siciliano que meu deus! Tudo que eu comi nesse restaurante foi uma experiência gustativa sem precedentes, do salgado ao doce. Tem o Barravento também, sensacional, na orla da Praia da Barra. Santo Antônio Além do Carmo tem a noite mais preciosa de SSA. São barzinhos maravilhosos, restaurantes mais ainda, vistas incríveis, cafés, galerias e muitos lugares intimistas. Fica ao lado do Pelourinho, dá para subir a ladeira a pé. O Velho Espanha é um buteco bem conhecido por lá, mais pelos nativos. Não fica numa zona turística, mas a comida e o preço valem muito a experiência! Vale também ir no Bar da Mônica, no Solar do Unhão, curtir uma musiquinha, um sol e a melhor região para o pôr-do-sol em Salvador. Esse é um rolê bem alternativo e LGBTQIA+ :). LUGARES PARA TRABALHO REMOTO: Salvador peca muito nisso. Aluguei um apartamento no Porto da Barra, então procurava lugares em bairros próximos daquela localidade. Os cafés não têm Wi-Fi ou, quando têm, não têm tomada! Tem um café-papelaria no Porto da Barra, com um café e bolinhos maravilhosos e barateza chamado Amarelo Café. Esse foi o único que encontrei com wi-fi e tomada em todas as mesas. Em Santo Antônio é mais fácil achar alguns lugares com wi-fi, pois existem muitos restaurantes intimistas por lá. Apesar de não ter cafés com wi-fi, Salvador tem uns coworkings muito fodas. Procure no BeerOrCoffee. ARREDORES: Vá em Ilha de Itaparica - não é muito turístico, então você vai se deparar com um rolê calmo e um lugar paradisíaco. Pegue uma balsa no Porto de Salvador, chegando na ilha pegue uma van e hospede-se no centro histórico do distrito de Itaparica. Passe o dia na Praia da Ponta de Areia e curta no pôr-do-sol o mar se confundindo com a areia e o céu. No início de janeiro acontece a Festa de Independência de Itaparica, uma festa popular emocionante em que o povo faz uma procissão nas ruas com tochas de fogo, entoando músicas para celebrar o momento em que Itaparica venceu os portugueses. Nessa última viagem tive a oportunidade de curtir a Bahia no mês de São João. Fui até Imbassaí, uma praia de mar aberto em que uma pequena faixa de areia divide a costa entre o rio e o mar. É bonito de conhecer. No mês de São João, quem mora em Salvador tem costume de ir para o interior curtir as festas, que, dizem, são muito melhores do que na capital. Tem festa por tudo que é canto, mas há umas quatro ou cinco cidades que concentram festas maiores. Eu fui em uma delas, Mata de São João, e foi muito bacana, embora a infra chamada "lugar pra sentar 30+" tenha deixado a desejar kkkk. Mas foi muito legal, havia dois palcos e uma série de shows de graça com grandes nomes do forró e era muito bem decorado. Realizei o sonho de ir numa festa junina raiz! Se você for para a Bahia na época de São João (fortemente recomendado), procure a programação em @saojoaonabahia e @saojaocentrohistorico Decoração de São João no Pelourinho PLUS: É beeeem longe de Salvador, mas vá em Porto Seguro/Trancoso/Arraial d'Ajuda, pois vale muito! Lembro que o mergulho nos arrecifes de Porto Seguro foi demais! Já fiz passeio por outras piscinas naturais e não lembro de ter visto tanta diversidade marinha como lá. O porém é que é um destino muito cheio de turistas. Vá no seu tempo, vá na paz, rs. INSTAS: No insta @rodaculturaloficial você fica sabendo diariamente TODA A PROGRAMAÇÃO cultural de Salvador. Sério, eles são muito perfeitos, procura lá! O @oquefazeremsalvador também entrega muita programação boa. @eventosculturaissalvador @coisasparafazeremsalvador @enjoysalvador @goethe.bahia @coletivoseryoga @avidaemsalvador @asmelhorescoisasdesalvador @agendaalternativasalvador 4. SÃO LUÍS (agosto) A minha viagem foi um pouco recortada. Eu comecei no Rio, fui subindo, fiz uma parada por conta do trabalho em SP e peguei um vôo para o Maranhão e aí fui descendo, até chegar em Fortaleza, onde peguei um vôo para Belém, pois estava bem mais em conta do que o destino São Luís - Belém. Por primeiro, importante dizer que São Luiz faz parte da Amazônia. Logo de cara, você percebe a diferença no clima. É beem abafado e úmido. Logo que cheguei tive dificuldade de respirar e quase desisti do destino hehehe. Descendo o Maranhão, o clima já vai ficando mais parecido com outras regiões do Nordeste. Os Lençóis, por exemplo, são muito mais tranquilos que São Luís. Dois dias em São Luís são suficientes. Acho que em 1 dia você pode fazer muita coisa. E, para mim, esse foi o destino que exigiu o menor tempo. São Luís é uma cidade pequena e vale conhecer o Centro Histórico. Fui muito alertada sobre os assaltos, então peço que tenham cuidado redobrado, mesmo isso sendo algo que acontece em muitos cantos do Brasil. As praias são de mar aberto e não surpreendem. Eu reservaria o tempo para curtir outros cantos da cidade. PREÇO: São Luís é uma cidade barata, no geral. GASTRONOMIA: De comidas, eu sugiro experimentar arroz de cuxá, comer TUDO que tenha Bacuri, uma fruta maravilhosa com sabor mix de cupuaçu e cacau. Nos cardápios geralmente há a oferta do suco das frutas ou a vitamina delas (fruta+leite). Não deixe de tomar o Guaraná Jesus. Lá se come pata de caranguejo. Não indico nenhum restaurante em específico. Fui em alguns muito referenciados, mas não achei tão interessantes para o preço que paguei. CULTURA: No centro histórico você pode fazer tudo a pé e eu recomendo ir no mercado central no Largo do Comércio e provar as delícias de lá. Vá no Museu da Gastronomia Maranhense (é muuuuuito legal!). Ao lado desse museu, na mesma quadra você encontra o Museu do Reggae (também vale muito!). Ambos são gratuitos. O Reggae é o ritmo do Maranhão e esse museu conta muitas histórias sobre como esse ritmo surgiu e se desenvolveu de uma forma muito particular no Maranhão, se tornando o principal ritmo do estado. Lá o reggae é dançado em pares e, por isso, leva o nome de agarradinho. Alguns chamam o Maranhão de Jamaica brasileira. Procure um buteco no centro histórico e vá conhecer o Agarradinho e o Carimbó. Largo do Comércio INSTAS: @soulreggae @tebasbarecafe 5. LENÇÓIS MARANHENSES/ROTA DAS EMOÇÕES/BARREIRINHAS (agosto) Os lençóis maranhenses são uma das coisas mais lindas que já vi na minha vida. Tá aqui aqui disputando com minha experiência no Deserto do Sahara. É emocionante, você não contém as lágrimas quando dá de cara com aquela magnitude da natureza. Eu poderia voltar mil e mil vezes, ficar sentada o dia inteiro observando aquilo tudo, e não cansaria. Lençóis é um destino bem conhecido e minha dica para você é colocar ele em primeiro lugar na sua lista de destinos do Brasil. Muitas pessoas me perguntam se eu tive de caminhar muito pelas dunas, preocupadas se os passeios são exaustivos. Os passeios não são nada exaustivos, ao contrário, são relaxantes! É claro que há passeios para todos os gostos, com travessias a pé ou de carro. Vá de julho a setembro, época de lagoas cheias entre as dunas. O clima é ameno e a água é refrescante demais! Apesar dessa dica que todo mundo dá, os guias me disseram que as lagoas passam quase o ano todo cheias, então talvez você possa fazer em outra época. Para visitar os Lençóis, você pode ficar em Barreirinhas ou Atins. Eu optei por Barreirinhas porque era uma cidade com mais infraestrutura. PASSEIOS: Eu fiz apenas um passeio na cidade, que foi o dia todo, prometeu tudo e entregou mais ainda! O passeio é de 4x4. Pela manhã fui em algumas lagoas dos Lençóis, almocei num restaurante em comunidade que mora dentro do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses e depois voltei às lagoas, agora com uma vista panorâmica dos Lençóis. Foi foda demais ver dezenas de lagoas se misturando com a areia e o infinito, até onde a visão não dá mais conta. Nesse passeio que fiz, foi tudo muito tranquilo, o esforço é baixo, quem se cansa fácil pode ir tranquilamente. Para quem tem alguma dificuldade de locomoção mais severa, acredito que tem passeios para lagoas com mais acessibilidade. Além disso, há um passeio de 4x4 por cima das dunas e atravessando lagoas, que sai de Barreirinhas e vai até Atins. Quero voltar para fazer esse passeio. TRABALHO REMOTO: Trabalhei normalmente de Barreirinhas, mas fiquei poucos dias, então não posso dar um parecer de que a internet é sempre estável. O problema da cidade é a dificuldade de deslocamento para outros destinos. Então, se você não está de carro e dá uma ruim na sua internet, seja o que for, talvez você tenha dificuldade de se deslocar. Se for trabalhando, faça como eu, pegue um final de semana e se teste por lá. ROTA DAS EMOÇÕES: Em São Luís eu descobri a tal Rota das Emoções, que nada mais é do que atravessar os Lençóis Maranhenses até Jericoacoara, no Ceará. Para quem não sabe, os Lençóis são gigantes e atravessam várias cidades. Em Jeri, você também se depara com dunas. Então, é uma ideia você começar em Fortaleza e subir até São Luís ou vice-versa. Você pode fazer essa rota, mas vá com tempo. Eu não passei nos principais pontos dela, apenas fiz uma baldeação para chegar em Jericoacoara, então não posso falar sobre as atrações da rota como um todo, pois não turistei. TRANSPORTE: Eu conheci a Rota das Emoções quando me deparei com a dificuldade no trajeto São Luís até Jericoacoara. A coisa se dá no nível do difícil, você não sai dos Lençóis a hora que quiser. As opções orbitam naquelas empresas que fazem o roteiro da Rota das Emoções e você fica meio à mercê dessas poucas opções. Se você não alugar um carro, esta será sua experiência: de São Luís para Barreirinhas você pode ir por transfer ou ônibus de linha. Eu fui de transfer e foi de boa, tinha todo dia, várias empresas e vários horários no dia. De Barreirinhas para Jericoacoara foi uma loucura. Eu não sou muito afeita ao Blablacar, prezo pela minha segurança, então prefiro ir de ônibus ou transfer. A dificuldade de sair da cidade era tanta que até Blablacar eu procurei, mas não encontrei disponibilidade. De Barreirinhas para Jeri, você pode pegar um ônibus de linha ou ir de transfer. O ônibus de linha (Guanabara) só rola duas vezes por semana e em uns horários muito merda. Você chega de madrugada em Jijoca de Jericoacoara. E em Jijoca, você precisa ir para Jericoacoara. E, meu amigo, num é um táxi que vai te levar hehehe. As vagas também esgotam na velocidade da luz, pois é você e tudo que é turista de Barreirinhas querendo ir embora kkkkk. Então, só sobra o transfer, que é uma pequena fortuna se compartilhado (só tem pela RotaCombo) e um rim se privativo (tem algumas empresas e pessoas que fazem). Ou você vai direto, ou opta por fazer baldeação de ônibus ou de transfers. Ou seja, você pode parar em Parnaíba e de lá pegar um bus/transfer para Jeri. Barreirinhas para Jeri é uma viagem longa e cansativa. Eu gastei muito nesse translado, mas, para ficar mais confortável, fui de Barreirinhas até Parnaíba (que faz parte da Rota das Emoções, procure!), fiquei um dia lá e depois fui pra Jeri. Em Jeri, é outro perrengue. Jeri é o sinônimo do perrengue chique, mas isso eu vou contar no próximo tópico hahaha. PREÇOS: É um destino turístico e os preços também são turísticos hehehe. Não foi o destino mais caro que eu fiquei, mas o preço que eu paguei na hospedagem foi igual a de outros lugares e ela me entregou muito menos. Você consegue refeições a bons preços, é fácil de encontrar. O pior são os deslocamentos. Os passeios têm um preço ok. Sério, não economize dinheiro nos passeios. 6. JERICOACOARA (setembro) Jericoacoara é um rolê muito legal, não iria de novo, mas valeu muito conhecer, pois ele é um destino bem diferentão. Antes de chegar na vila de Jeri, ainda em Jijoca de Jericoacoara, existe a Lagoa do Paraíso, que tá no meu Top 3 (ou 5! hehehehe) das coisas mais lindas que conheci nessa viagem. PREÇOS: Jeri não é barata, é totalmente turística. Mesmo assim, nem se compara com Paraty. Você consegue encontrar alguns restaurantes com preços legais (pra quem não tá turistando e sim trabalhando hehe), mas bons e em conta são poucos, realmente. Eu fiquei num Airbnb com preço ok, nem caro, nem barato. TRANSPORTE: Você vai chegar em Jijoca de Jericoacoara. De Jijoca você vai pegar um transfer para Jericoacoara. Esse transfer só pode ser realizado de buggy ou 4x4 (jardineira), pois você vai ter que atravessar as dunas pra chegar na vila e não é qualquer carro que dá conta disso. Chegando em Jijoca, há várias empresas que fazem esse trajeto até a vila. Eu fiz tudo pela mesma empresa de transfer, desde Parnaíba (RotaCombo). Para sair de Jeri, você pode pegar um ônibus de linha (Guanabara) ou ir pela RotaCombo ou outro transfer na modalidade privativa. Esse translado de Jijoca para a vila já é uma anunciação do perrengue que te espera. Mas pra quem é aventureiro, é muito muito muchooo legal. A jardineira é uma Hilux com a caçamba adaptada com bancos. Você vai passar com aquela Hilux pulando e chacoalhando pelas dunas, é demais! Já na Vila, você vai se deparar com TODAS as ruas feitas de areia. Vamos combinar uma coisa com a tia? Sem salto e sapatênis, tá? E prepare-se para lavar o pé tantas vezes e passar tanto Monange que até a Xuxa vai ficar com inveja kkkkkkkk. À noite, Jeri é muito segura (é uma microvila!). Eu fui em altas festas e voltei sozinha caminhando de madrugada e é de boas. Acima, foto da travessia de Jijoca para a vila de Jeri. A vila é muito lindinha, muito! Dentro dela, você não precisa de transporte pra nada (nem sei se tem!). Essa vila é muito piquitita, você faz tudo caminhando. NOITE: Isso precisa de um tópico à parte, pois em Jeri eu não fiquei sozinha uma noite! Sempre tinha galera pra sair. Tem uma coisa em Jeri, típica dos lugares pequenos, que é unir as pessoas. Muita gente vai pra lá trabalhar remoto. Também tem muuito gringo, que chega em Jeri pra viver o kitesurf. Na noite, além de vários barzinhos, você conta com as festas de eletrônica Café Jeri (que é um sunset) e Nox, além de uma de brasilidades que fica na Praia da Malhada. Quando acaba o Café Jeri, o pessoal vai para as caipirinhas (que é um monte de carrinho de drinks na beira da praia) e depois para o luau da Praia da Malhada. PASSEIOS: O único passeio pago que fiz em Jeri foi em Jijoca, na Lagoa do Paraíso, e entregou muito! Todo mundo que foi na Pedra Furada me reclamou que é muito perrengue. Você caminha afu e pega um sol de rachar. Eu indico ir na Praia da Malhada no fim da tarde para ver o pessoal andando de kitesurfing, é muito legal, dá vontade de voar sobre o mar junto com os kitesurfistas. Vale a pena olhar o pôr-do-sol nas dunas. Recomendo também fazer o passeio de triciclo, daquele que o guia tira muitas fotos arrasadoras. Esse foi o passeio que eu mais me arrependi de não ter feito nos seis meses viajando. Era em conta, meu amigo fez e as fotos ficaram incríveis! TRABALHO REMOTO: Tem muita gente trabalhando remoto em Jeri. Eu trabalhei de lá, foi uma semana intensa pré-férias e foi, assim, maravilhosa! Porque depois de dar o logoff, a cidade me oferecia relaxamento, sabe. Agora, é um lugar quente, beem quente. Você precisa de ar condicionado de manhã e de tarde. Eu não tive problemas com wi-fi, mas eu tinha alugado uma casa pra mim. 7. FORTALEZA (setembro) Em Fortaleza, entrei em férias, então pude fazer mais coisas e em menos tempo. O Ceará me tem. Muito porque o povo me acolheu bem demais. O Ceará foi aquele destino que eu não queria ir embora. Eu fui embora triste hahaha. A peça de teatro Confecções Piadas Frei Beto Praia de Meirelles - como é a praia Praia da Jurema Restaurante Pizzaria Sushi foda 8. BELÉM (setembro) 9. NATAL (setembro) 10. PIPA (setembro) 11. RECIFE (outubro) 12. MARAGOGI (outubro) 13. MACEIÓ (outubro) Se você for para algum desses destinos e minhas dicas forem úteis, me adiciona no instagram @carolcarolcarolyna e me conta da tua experiência, vou adorar trocar um pouquinho mais!
  2. Olá viajantes, vou relatar aqui sobre a primeira férias que tirei na pandemia, no ano de 2020, e com o mínimo de planejamento e muito tempo disponível, fiz a Rota das Emoções, saindo de Natal no Rio Grande do Norte onde moro e indo até os Lençóis Maranhenses pelo litoral e voltando pelo interior. Paisagens variadas dos litorais do Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão, além do Parque Nacional de Sete Cidades no Piauí, a Serra da Ibiapaba e Guaramiranga no Ceará. Em 2019 comprei uma passagem para ir na Europa, visitar a família e conhecer alguns novos lugares, mas como não temos certeza de nada na vida em 2020 fomos pegos pela pandemia e ficamos isolados socialmente, para quem ama viajar e a estrada foi terrível, ainda mais com a quantidade de mortes e gente querida partindo, eu tinha férias planejadas para junho de 2020, mas a empresa cortou e acabei tirando em agosto que era o limite, pois ia completar dois anos no emprego, pior, tirei 30 dias para ficar em casa, pois o Brasil não era bem recebido em lugar nenhum e as atrações estavam fechadas. Continuei na minha rotina de praia, indo para o litoral e conhecendo lugares tão perto que ainda não conhecia e visitando lugares que geralmente são lotados que estavam vazio como a Praia de Ponta Negra em Natal/RN na foto abaixo. Foi assim a primeira semana das férias, em casa e nas praias próximas, mas a grande surpresa foi conhecer a Lagoa de Alcaçuz em Nísia Floresta/RN, tão pertinho de casa e ainda não conhecia no registro abaixo. Aproveite minha cidade como um turista, indo para os locais em dias de semana, até que li uma notícia que me deixou empolgado, a reabertura dos Lençóis Maranhenses e Jericoacoara, Jeri tinha ido 3 anos antes, mas o Lençóis já havia passado 13 anos e vale muito conhecer e reconhecer. Naquela quarta-feira, dia 19/08/2020 decidi, amanhã vou fazer a rota das emoções, essa era a única informação que eu tinha, o resto foi se ajustando, fiz a revisão do carro, final da tarde ver o por do sol em Ponta Negra mais uma vez, arrumar a bagagem e no dia seguinte partir. Dia 01 - 20/08/2020 Natal/RN -> Praia do Cumbuco - Caucaia/CE Mais de 4 meses depois voltando a pegar a estrada, o rumo era Jericoacoara, não sabia onde ia dormir, mas como sai um pouco tarde sabia que não era possível chegar em Jeri, ia dormir em algum lugar pelo caminho. O bom de não ter hotel ou pousada reservado é essa liberdade, estava com tempo livre, saindo de Natal pela BR 304, cheguei em Mossoró, almocei com uns amigos que tinha meses que não via e acabei saindo tarde, já era quase 15 horas, meu objetivo agora era passar de Fortaleza e procurar alguma praia para ficar, tinha uma que até então não conhecia, a famosa Praia do Cumbuco, era lá o destino. Cheguei em Fortaleza no fim da tarde, trânsito pesado, atravessei a Barra do Ceará já era noite, ia dificultar um pouco para procurar um local para dormir, passei em algumas ou o preço estava muito elevado, ou quando era mais em conta não estavam com uma condição muito boa, até que encontrei a Pousada Brasita, perto da praia, com piscina, um bom café da manhã. Deixei o carro descansando e fui caminhando procurar um lugar para comer e tomar uma cervejinha, e conheci o La Sala no centrinho do Cumbuco, muitas opções interessantes lá. Voltei para a Pousada e descansar, nesse primeiro dia rodei 570 km. Dia 2 - 21/08/2020 Praia do Cumbuco - Caucaia/CE ->Praia da Lagoinha - Paraipaba/CE O primeiro dia passou e foi praticamente estrada, depois desse deslocamento maior, ia iniciar um trecho mais contemplativo, ir parando, estava sem pressa, acordei e após o café fui conhecer a Praia do Cumbuco, sai caminhando pela beira da praia em direção a parte das barracas mas estava bem vazio por causa da pandemia e também era bem cedo, a maioria dos turista fica em Fortaleza e fazem bate e volta, mas na época eu preferia mil vezes as praias assim. Do Cumbuco segui para uma Lagoa das Cristalinas mas não era nada interessante e não arrisquei chegar em Cauípe, o acesso não parecia legal e o GoogleMaps só recomendava ir pela rodovia, voltando para Cumbuco, fui voltando e resolvi ir até Pecém que fica no município de São Gonçalo do Amarante, no caminho parei na Lagoa do Banana e parti em direção ao Pecém, já era hora do almoço. Olhei o porto e peguei a dica do Restaurante Bola Mania, foi uma ótima sugestão, comida boa e preço justo. A próxima praia do roteiro é linda, Taiba também pertence ao município de São Gonçalo do Amarante, aproveitei muito o banho de mar e depois tirei o sal numa das bicas que desce pela encosta, ficaria mais tempo ali com toda a certeza. O próximo destino era Paracuru, o maps indicava que para seguir teria que voltar para a rodovia CE 085, porém arrisquei ir mais pelo litoral e no trevo segui em direção ao povoado de Siupé. Peguei um bom trecho de estrada de terra e uma estrada asfaltada que preferia que fosse de terra pois era mais furada que tábua de pirulito. Um grande trecho de dunas chamado de Lençóis Paracuruenses e o destino era a Praia da Pedra Rachada, ao lado de um ponto da Petrobras e o seu porto, do local uma bela vista das dunas e a Praia das Almas. Já passava das 16 horas e ia procurar o lugar para dormir essa noite, da praia segui ao Centro de Paracuru, e de lá decidi ir dormir na Praia da Lagoinha no município vizinho de Paraipaba. Na foto abaixo a Praia da Pedra Rachada e a vista da Praia das Almas. Encontrei uma pousada na beira mar, já cheguei a noite, jantei um sanduíche e fui dormir, dia de sol e praia dá um cansaço bom para dormir bem. No segundo dia da viagem rodei 140km. Dia 03 - 22/08/2020 Praia da Lagoinha - Paraipaba/CE -> Itarema/CE Acordei cedo, antes do café da manhã está pronto, fui caminhar e conhecer a Praia da Lagoinha, aquelas dunas e coqueiral remeteu a lembrança de antigas revistas de viagem que mostrava aquele cenário que lembrava a Praia de Genipabu perto de Natal, uma faixa de praia bonita e ampla, banho de mar e caminhada era rotina, a fome bateu, tomei café, arrumei as coisas e parti da pousada quando começava a chegar alguns transfers de Fortaleza com turistas. Fui até a Lagoa de Almécegas , mas não fiquei lá e segui viagem, voltei para a Rodovia e o próximo município é Trairi, passei para o lado das praias a primeira que fui é Guajiru que só passei e voltei para Praia de Flexeiras, com uma longa faixa de areia e boas barracas e um excelente banho de mar, estava bem lotado para um sábado. Seguindo viagem cheguei em Mundaú, praia perfeita, do alto da duna o encontro do Rio Mundaú com o mar, já era final da manhã e fui seguir viagem sem antes registrar esse visual. Rumei novamente para a Rodovia CE 085, e estava indo para a Praia da Baleia, mas comecei a perceber o carro com um barulho estranho e o ar condicionado parou de funcionar, desliguei o som e desconfiei que era a correia do alternador, no trevo mudei a rota e ao invés de ir para a praia rumei para Itapipoca, estava indignado, tinha poucos dias que havia realizado uma revisão para pegar estrada, dirigi 25 km com o resto da correia, com tudo desligado, até que cheguei na cidade e encontrei uma oficina aberta, desliguei o carro e ele não pegou mais, o senhor que me atendeu pediu para eu ir comprar uma correia nova e corri pois faltava poucos minutos para a loja fechar, se não ia passar o final de semana lá, deu tudo certo, mas bagunçou um pouco o planejamento (Que já não existia, mas a prioridade era o litoral), mas já estava na cidade, aproveitei e fiz um city tour e conhecer a cidade. Descartei a Praia da Baleia do roteiro e decidi que Icaraí de Amontada, que fica no município de Amontada era o próximo destino, já tinha visto algumas imagens do local e que estava bem badalada nos últimos tempos, cheguei ainda com tempo de aproveitar os últimos raios de sol, um banho de mar com aquele visual. Um dia ainda volto com tempo para ficar em Icaraí, rodei um bocado e não consegui uma pousada que coubesse no orçamento e desisti de dormir lá. Mas fiquei até anoitecer na praia. Peguei estrada novamente, estava cansado pelo contratempo, não contava com essas 3 horas que passei em Itapipoca, segui na estrada e cheguei na cidade de Itarema, resolvi dormir lá, noite animada de sábado na rua. Ao todo foram 290km. Dia 04 - 23 de agosto Itarema/CE -> Jericoaocoara - Jijoca de Jericoacoara/CE Mais um dia na estrada, tomei café e fui conhecer a cidade e o litoral de Itarema, atravessei um grande Lagamar e cheguei na Ilha do Guajiru, o lugar é perfeito para a pratica do Kitesurf. Fui seguindo pelo litoral, pequenas comunidades que vivem da pesca até voltar a rodovia e chegar em Acaraú, almocei na cidade que já conhecia e como ainda estava cedo resolvi conhecer mais três municípios na região, as cidades de Cruz, Bela Cruz e Marco. Na imagem abaixo a Igreja Matriz de Bela Cruz. Voltei ao roteiro principal e rumei em direção a Jijoca de Jericoacoara, inicialmente procurar um local para estacionar meu carro e um transporte até a Vila. Prefiro sempre deixar meu carro na cidade do que contratar um guia, o carro fica protegido e para transitar em Jeri o carro não é necessário e muito menos permitido, além de pagar mais caro pelo guia e pelo estacionamento, na época paguei 10 reais a diária do estacionamento e 25 reais pelo transporte. Soube depois que alguns turistas pagaram bem mais caro por esse trecho, mas peguei uma jardineira que levava trabalhadores da cidade até a vila. Cheguei em Jeri, me acomodei na Pousada Villa Caju, já tinha me hospedado em outra oportunidade no local e voltei, o atendimento é excelente, confortável, café da manhã delicioso, preço razoável e justo com o que oferece. Fui caminhar e assistir o por do sol na famosa duna. É sempre um espetáculo com o sol sumindo no horizonte. Jeri mesmo vazia e voltando a aquecer depois de meses fechados tinha um cheiro de esperança no ar. Voltei para o hotel, a noite estava tranquila, principalmente por ser um domingo a noite e também por vários restaurantes e bares ainda não tinham voltado a funcionar. Jantei, reservei os passeios, como turista solitário fui buscar parceiros para o passeio de buggy para o lado Oeste, esse lado recomendo ir no buggy, e para o lado leste fui num grupo maior numa jardineira. Nesse dia rodei 135km no meu carro e uns 20km na jardineira. Dia 05 - 24 de agosto Jericoacoara/CE Quinto dia, umas 09:30 o bugueiro chegou na pousada e fomos pegar o pessoal que dividi o buggy, era um casal muito simpático do Rio Grande do Sul, e partimos rumo ao oeste, praias desertas, dunas, travessia da balsa para Guriú, do outro lado do rio é o município de Camocim/CE e logo após o Mangue Seco que é um ponto mais para o pessoal tirar foto para o instagram, vamos para uma parada massa que é descer de tobogã e tirolesa no meio das dunas. O passeio foi com emoção, explorando dunas e lagoas e chegamos na lagoa de Tatajuba, primeiro dia que bebi durante o dia pois não estava dirigindo, aproveitei bem o dia de sol, banho, cerveja e peixe. O dia foi muito massa, dia para relaxar e aproveitar o destino sem preocupação, Jeri tem esse lado muito bom, andar pelas ruas de areia a noite sem preocupação, essas lagoas que são verdadeiros oásis. Jantei cedo e dormi, o dia foi realmente muito bom, e os locais estavam bem vazios. Dia 06 - 25 de agosto Jericoacoara/CE Mais um dia em Jeri, e o destino era a lado leste, muito mais bonito, mas sempre acho esse lado mais interessante fazer num carro maior, mais gente para interagir e fazer amizades, conheci um casal de Manaus e uma moça de Uberlândia em sua primeira viagem solo, foi bem legal a interação com elas. Nesse roteiro o foco é o município de Cruz, a primeira parada é na árvore da preguiça, depois na Praia do Preá e seguimos para um destino que eu ainda não conhecia que é o Buraco Azul Caiçara, a cor da água chama muita atenção mas não é cristalina, não dá para ver o fundo, então tem que ter cuidado, principalmente quem não sabe nadar. Abaixo o Buraco Azul. A próxima parada é a Lagoa do Paraíso, e o lugar merece mesmo o nome, anos antes eu tinha ido para um clube que é mais badalado, porém dessa vez ainda não estava funcionando, fui para outro e o pessoal reclamou, mas sou bem sincero em dizer, esse outro que é mais simples e é muito melhor, principalmente no preço. Sem contar que estava com pouca gente e deu para aproveitar bastante, quem vai com mais tempo, tente sempre ir nesses locais em dias da semana. Passamos um bom tempo na lagoa, boa parte do pessoal almoçou lá, mas sempre quando estou assim tenho a tática do café da manhã reforçado e um bom jantar, o almoço é cerveja e alguns petiscos. Na volta para Jeri teve uma parada na Lagoa do Amâncio que fica no meio das dunas do Parque Nacional de Jericoacoara A noite foi legal com as novas amizades que foram feitas, mas ainda sem baladas em Jeri, ficará para a próxima. Dia 07 - 26 de agosto Jericoacoara/CE -> Barra Grande/PI Último dia em Jeri, lugar que amo demais, mas era hora de partir, foram 3 noites, cheguei no domingo a tarde e sai na quarta-feira ao meio dia. O objetivo do dia era chegar no Piauí, arrumei a bagagem, tinha deixado a mala no carro em Jijoca e fui para Jeri só com uma mochila, o dia amanheceu, café da manhã reforçado e fui caminhar até a Pedra Furado, mas indo pela beira da praia, a Praia Principal de Jeri é bem vazia, o pessoal vai para os passeios e ficam mais ali no fim da tarde, tomei mais um banho de mar e comecei a trilha, ao total é uns 4,5 quilômetros, mas com muita subida em duna, recomendo levar água, mas o visual é lindo.e a Voltei para a pousada, aproveitei a piscina e no final da manhã fui seguir a rota, peguei a jardineira e fui ao estacionamento pegar meu carro. Sai de Jijoca de Jericoacoara, passei pelo distrito de Parazinho que pertence ao município de Granja, a sede do município de Granja, atravessando o Rio Coreaú por essa bela ponte abaixo. De Granja fui para Camocim, cidade que na outra oportunidade que vim na região tinha dado mais atenção, mas mesmo assim fui até o centro e ver a cidade novamente, seguindo viagem veio a cidade de Barroquinha, fiquei na dúvida se ia até a praia de Bitupitá que é a última do Ceará no lado oeste, mas resolvi seguir viagem e deixar para a próxima, logo em seguida vem Chaval, uma cidade com uma geografia única com aqueles monólitos e manguezais entre os Rio Timonha e Rio Ubatuba que serve como divisa natural entre o Ceará e o Piauí. Atravessando a divisa cheguei ao Piauí, o estado com o menor litoral no Brasil, mas com belezas únicas, rumei primeiro para a Praia de Barra Grande no município de Cajueiro da Praia, o lugar é muito massa, pousadas de muito bom gosto, mas com um preço muito elevado, consegui um quarto numa pousada boa e bem estruturada por 80 reais, mas aquele quarto parecia um cativeiro e o banheiro que eu tinha direito era o da piscina, não sou muito exigente, basta uma boa cama, mas nem isso tinha. Coloquei na cabeça que era só uma noite, ia dormir e seguir viagem, fui para a Praia curtir o fim de tarde, voltei para sair e jantar, pois não havia almoçado, com a economia do almoço resolvi jantar num lugar badalado, e não me arrependi, pensem numa comida boa, como um blogueiro de gastronomia vou dizer que foi uma experiência. Recomendo o Mô, a comida é excelente. Uma lagosta perfeita. Nesse dia foram 180 quilômetros percorridos. Dia 08 - 27 de agosto Barra Grande/PI -> Parnaíba/PI Uma semana na estrada, acordei todo quebrado, mas vamos em frente, fui caminhar pela praia e aproveitar aquele pedaço do paraíso, o lugar é lindo e recomendo muito, Barra Grande merece uma parada e é um paraíso para os praticantes de kitesurf. Final da manhã, fui seguir pelo litoral em direção a Cajueiro da Praia, sem antes parar na Praia do Sardim, que acho uma das mais lindas do Piauí. Cheguei em Cajueiro da Praia, que é a sede do município e continuei a rota pelo litoral indo nas praias do município vizinho de Luís Correia. A primeira parada é a árvore penteada, de lá fui até a Praia de Macapá, e depois segui por outras praias do município como Praia do Coqueiro, Peito de Moça e Atalaia. Após os banhos de mar fui conhecer a Lagoa do Portinho, quando estive em 2017 na região a Lagoa estava seca, mas me surpreendi com a Lagoa e o visual das dunas. Após o banho fui para Parnaíba e fiquei na Pousada Villa Cajuína, tudo muito novo e de bom gosto, um pouco afastado do centro, mas compensa pelas qualidades e preço justo. Sai para jantar, estava tão cansado que após a segunda cerveja bateu um sono, junta o enfado de praia com noite mal dormida e duas cervejas que o sono veio gostoso. Ao todo nesse dia rodei 110km e nessa noite descansei bem. Dia 09 - 28 de agosto Parnaíba/PI ->Tutóia/MA Aproveitei a manhã dessa sexta para lavar umas peças de roupa, organizar as coisas e como a pousada era muito confortável, descansei bem, não tinha passeio para o Delta, anos atrás já tinha feito o passeio do lado do Piauí saindo do Porto dos Tatus, então resolvi fazer pelo lado maranhense, partindo de Tutóia. Fechei a conta e fui para a praia de Pedra do Sal que da outra vez não conheci, é a única Praia do município de Parnaíba, o Piauí só possui quatro municípios litorâneos. Pedra do Sal não é muito interessante, mas já estava por ali, na volta fui em Ilha Grande, no Porto do Tatus e passei novamente no Centro Histórico de Parnaíba. De Parnaíba parti em direção ao Maranhão, atravessei o Rio Parnaíba e entrei no estado vizinho, é um trecho cansativo que merece atenção, ao todo rodei 165 km e cheguei em Tutóia no fim da tarde, procurei uma pousada e encontrei a Pousada São Vicente, paguei um ótimo preço num quarto simples com ventilador, 40 reais. Fui caminhar na praia e depois jantei na Churrascaria Tutóia, muito boa a comida e o atendimento. Dia 10 - 29 de agosto Tutóia/MA -> Barreirinhas/MA O dia amanheceu ensolarado, fui caminhar e na volta fui procurar os passeios, deixei o carro lá no estacionamento do pessoal do passeio e fui de moto até o porto, juntou o grupo, mas demorou mais de 40 minutos para uma senhora anotar o pedido do almoço dos passeios, o problema com esse almoço estava só no começo, optei por um prato de camarão para uma pessoa por 40 reais. O passeio começou, mas já ansioso para no final do dia ver a revoada dos Guarás, passamos próximo a ruína do navio Aline Ramos que coloquei na foto anterior, é um dos vários navios encalhados no Delta. Chegamos num pontal que era a primeira parada para banho num banco de areia formado na maré baixa. Após atravessar meandros entre um rico manguezal, ao chegar em outro braço do delta do Parnaíba uma enorme ilha diferente das demais surge, é a Ilha do Caju e suas imensas dunas. O passeio seguia tudo nos conformes e a próxima parada era para o almoço na Ilha do Coroatá, ai começaram os problemas, o almoço, o local não tinha a menor estrutura para receber pessoas, o meu prato foi um dos primeiros a ficar pronto, como já estava percebendo a demora, pedi licença ao pessoal que estava comigo no barco que ia começar a comer, terminei e não chegou o prato de ninguém, meia hora depois paguei minha conta e fui para a praia, quando vi que já estava perto das 16 horas fui procurar o pessoal que estava comigo no passeio e o guia e piloto do barco, até aquele momento ainda tinha turista sem almoçar e os trabalhadores, nenhum deles tinham recebido o almoço que em qualquer lugar eles recebem. Como não era a primeira vez, os guias resolveram não fazer a revoada dos guarás, decepcionado com isso, mas entendo a legitimidade dos guias, trabalhar por horas naquele sol sem se alimentar é um desrespeito do restaurante e de quem organiza o passeio. A revoada ficará para a próxima. Cheguei em Tutóia no fim da tarde, peguei meu carro e segui viagem para Barreirinhas. Viajem curta de 75km. Acima foto da Ilha do Coroatá. Já com pousada, fui no centro de Barreirinhas, já fechei os passeios para os próximos dias. Dia 11 - 30 de agosto Barreirinhas/MA Minha segunda vez nos Lençóis Maranhenses, estive em 2007 e voltar 13 anos depois foi muito interessante, Barreirinhas cresceu muito, comércio movimentado e boas opções de bares e restaurantes. Como era domingo, optei ir para a parte de Atins que não estive da outra vez, o passeio é de 4x4 e a primeira parada é no povoado de Atins, na foz do Rio Preguiças, de lá seguimos para o Canto do Atins, um povoado bem isolado e já decidimos o almoço do dia, dessa vez já vou adiantar que deu tudo certo. Partimos para ver o encontro das Dunas dos Lençóis com o mar, surpreende ver os grãos de areia vindo do oceano para formar esse cenário único. Esse roteiro inclui alguns banhos de lagoa. Fiz amizade boa com uma paulista que também era viajante solo, e nas dunas tinha uma dupla, na verdade um quarteto, que era um argentino, um venezuelano e duas cachorras, a Amarga e Felicidade, os malucos estavam fazendo a travessia a pé dos Lençóis, deu uma vontade de ir junto. Foi um dia perfeito. Dia 12 - 31 de agosto Segundou bom, é segundou de férias, para esse dia fiz dois roteiros pelos Lençóis. Na parte da manhã fiz o roteiro da Lagoa Azul que já tinha realizado na outra vinda, mas o objetivo maior era a Lagoa Bonita. Presenciar o por do sol nos Lençóis. Um visual único, recomendo para todos os brasileiros conhecerem esse paraíso que é os Lençóis Maranhenses. As imagens falam mais do que palavras, mas as fotos não demonstram a grandeza que é ver pessoalmente. Dia 13 - 01 de setembro Décimo terceiro dia na estrada e já estava começando a voltar para casa, em poucos dias voltaria a trabalhar, pra variar sem planejamento da volta, ia tentar ir para Santo Amaro, mas o tempo ficou curto e não tinha grupos formados para os passeios, Santo Amaro também ficou para a próxima. Sai de Barreirinhas, passei por Paulino Neves e vi os Pequenos Lençóis da estrada mesmo e cheguei em Tutóia novamente, de lá entrei novamente no Piauí e falei com uma amiga minha que mora lá e mudei os planos, voltei novamente para Barra Grande com ela, e dessa vez estando acompanhado peguei uma pousada melhor, fiquei na Pousada Titas, que é onde funciona o Restaurante Mô que estive na ida, foi uma tarde de contemplação e a noite jantei novamente no local. Ao todo dirigi por 270 quilômetros. Dia 14 - 02 de setembro Outro amanhecer em Barra Grande, agora numa cama decente, aproveitei de manhã a praia e reencontrei a paulista que conheci nos Lençóis que ia até Jeri com as minhas dicas, ela ia pegar o voo de volta pra casa em Teresina. Fiz o check-out na pousada, deixei minha conhecida na cidade dela e segui viagem, voltando para Natal pelo sertão, sai do litoral, passando novamente por Parnaíba, Buriti dos Lopes e segui até a cidade de Cocal, de Cocal o próximo destino é Piracuruca, onde pensei em chegar na BR 222 atravessando o Parque Nacional de Sete Cidades, mas o Parque ainda estava fechado, então voltei para Piracuruca. passei por Brasileira e cheguei em Piripiri onde do nada lembrei da cantora Gretchen. De Piripiri fui para Pedro II, subi a serra, a cidade é linda e com um clima agradável, de Pedro II fui novamente para o Ceará, próxima parada é Ubajara. Onde passei a noite. Dia puxado, rodei 500km Dia 15 - 03 de setembro Acordei em Ubajara, um friozinho bom de 18 graus, fiz uma caminhada pela cidade e logo depois fui rever o Parque Nacional de Ubajara, onde do alto da Serra do Ibiapaba tem uma linda vista da região. Sempre um prazer ir em Ubajara. Voltei para o hotel e resolvi ir para a parte sul da Ibiapaba, na outra oportunidade tinha conhecido Viçosa do Ceará, dessa vez rumei para Ibiapina, São Benedito, Guaraciaba do Norte e Ipu, nessa última, desce a Serra e chega na cidade que é bem interessante e tem um ponto muito interessante que é a Bica de Ipu, uma queda d'água de 135 metros, ainda aproveitei uma fonte que vinha da serra e tomei um banho para refrescar do calor que fazia. Resolvi não almoçar, e segui viagem, de Ipu passei por Varjota e cheguei em Santa Quitéria, que é o maior município em extensão do Ceará, indo em frente cheguei em Canindé, cidade famosa pelas romarias e um importante polo do Sertão cearense, o objetivo era dormir na serra, e fui em direção ao Maciço de Baturité e ia dormir em Guaramiranga. Antes de ir para a Pousada fui rápido até o Pico Alto assistir mais um por do sol dessa viagem. Guaramiranga é um destino bem turístico, vários fortalezenses aproveitam o clima serrano, tem bons restaurantes e opções de hospedagem. Ao todo viajei 330km. Dia 16 - 04 de setembro. Guaramiranga/CE -> Natal/RN E acabou, último dia da viagem, aproveitei bastante ainda para passear em Guaramiranga, fui na Cachoeira do Perigo e passei no Mosteiro dos Jesuítas no alto da serra em Baturité, de lá foi só estrada, uma parada para almoçar em Mossoró e cheguei em Natal. Os últimos 570 quilômetros dessa jornada massa. Valeu cada trecho, cada perrengue, cada momento. O Nordeste é incrível.
  3. Fala galera beleza? Gostaria de compartilhar com vocês a viagem que fiz ano passado saindo do interior de SP, da cidade de Limeira, com destino final em Jericoacoara no CE, passando pelos Lençóis Maranhenses. Como eu li aqui no fórum muita coisa que me ajudou e também muitos usuários solícitos que sempre foram muito prestativos, queria deixar aqui minha contribuição. Quem quiser conferir todas as fotos: https://maladaminhamae.blogspot.com/ Valeu. Depois de maravilhosa e inesquecível viagem por parte da América do Sul, resolvemos partir para uma nova road trip, dessa vez a ideia era chegar até o Ceará, mais precisamente em Jericoacoara, porém, antes passando pelos Lençóis Maranhenses. O planejamento foi feito novamente pensando numa trip de baixo custo, no entanto, não passando nenhuma "necessidade", não abrindo mão de lugares que tivessem ar-condicionado e estacionamento. Nossa viagem foi feita no seguinte roteiro: 28/06 - Saída de Limeira (SP) 29/06 - Brasília (DF) 30/06 - Palmas (TO) 01/07 - Grajaú (MA) 02/07 - Santa Rita (MA) 03/07 - Santo Amaro do Maranhão (MA) 04/07 - Santo Amaro do Maranhão (MA) 05/07 - Santo Amaro do Maranhão (MA) 06/07 - Jijoca de Jericoacoara (CE) 07/07 - Jericoacoara (CE) 08/07 - Jericoacoara (CE) 09/07 - Jericoacoara (CE) 10/07 - Teresina (PI) 11/07 - Bom Jesus (PI) 12/07 - Barreiras (BA) 13/07 - Brasília (DF) 14/07 - Limeira (SP)
  4. Alguém indo para O Maranhão e/ou Jeri em Novembro 2020? Preciso de algumas dicas tbem ☺️
  5. Boa noite, vou viajar com minha esposa e meus filhos de 8 e 6 anos para Fortaleza e Jericoacoara em agosto deste ano. Gostaria de saber se é possível ir de carro alugado até o ponto onde sai o pau de arara para Jeri e se tem algum lugar/garagem que se possa deixar o carro uns 3 dias até retornar de Jeri? Obrigado
  6. Roteiro Jericoacoara (04 dias) Jericoacoara está situada a 317km de Fortaleza. Para chegar até lá, pode-se optar por alugar um carro, o que não é recomendável, já que você deverá deixar o veículo em Jijoca de Jericoacoara para, então, atravessar as dunas e chegar até a vila. O transporte mais utilizado, portanto, são os ônibus ou transfer. Em 2017, pagamos cerca de R$220,00 em um veículo 4×4 para 06 pessoas, ida e volta, a partir do aeroporto de Fortaleza. Esse foi o contato do nosso transfer: (88) 9979-0127. Em Jeri, 04 dias são suficientes para conhecer todas as belezas que a região oferece. Existem basicamente dois passeios de bugre. Um para o lado leste e outro para o lado oeste. O passeio do lado leste inclui a Pedra Furada, Árvore da Preguiça, Praia do Preá, Lagoa Azul e a famosa Lagoa do Paraíso. Este passeio se encerra no restaurante Nova Esperança, onde se pode almoçar e aproveitar o restante da tarde. Árvore da Preguiça O passeio do lado oeste inclui o Mangue Seco, onde se pode fazer um passeio de canoa para visualização de cavalos-marinhos (em 2017 pagava-se algo torno de R$20,00 por pessoa), travessia do bugre em um Catamarã em direção à velha Tatajuba, antiga vila soterrada pelas dunas, nova Tatajuba, Duna do Funil (onde se pode praticar esqui bunda) e, por fim, restaurante no Lago da Torta. Pagamos R$90,00 por esse passeio, por pessoa. Observação de Cavalos-Marinhos Lago da Torta Entretanto, para quem não quer pagar pelos dois passeios, pode-se optar por Tatajuba, que é um passeio de dia inteiro e, em outro dia, optar por um transporte público, ao custo de R$50 por pessoa, que te leva até o Alchymist Beach Club, um super restaurante, à beira da Lagoa do Paraíso. Esse passeio te permite aproveitar melhor a lagoa, em uma estrutura com espreguiçadeiras, redes e muito conforto. Alchymist Beach Club No mais, você pode acompanhar a procissão que sai todos os dias, às 16h, em direção à Pedra Furada, e o pôr do sol, na Duna do Pôr do Sol. Duna do Por-do-sol No meio do ano, o sol se põe dentro da Pedra Furada. Algo que se guarda para sempre na memória. Pedra Furada Então vamos ao roteiro: Dia 01: chegada e pôr do sol na duna Dia 02: passeio até Tatajuba Dia 03: tarde no Alchymist para aproveitar lagoa e pôr do sol na pedra furada Dia 04: praia e retorno à Fortaleza Hospedagem: prefira hospedar-se na Rua Principal ou na Rua do Forró, que são as ruas mais importantes e dão acesso ao centrinho de Jeri. Recomendo a Pousada Jeribeka e a Pousada Jericó, onde me hospedei nas duas oportunidades em que estive na vila.
  7. Oi pessoal, tudo bem? Somos um casal que ama viajar pelo Brasil e pelo mundo e compartilhamos tudo em nossas redes sociais. Estivemos em Jeri este ano e ficamos encantados com esse lugar. Vamos deixar aqui 2 vídeos que mostram como foi nosso rolê por lá. Demos dicas de onde ficar hospedado, onde comer e o que fazer na vila e nos arredores. Usamos o drone para fazer algumas imagens... Esperamos que gostem! Caso queriam tirar alguma dúvida sobre Jeri só escrever um comentário nos vídeos do Youtube (aproveitem e se inscrevam) ou nos escrever pelo Instagram: https://www.instagram.com/ossaboresdomundo/ Obs: não exploramos muito o lado oeste, tem passeios de 4x4 ou buggy pra lá, se vocês tiverem tempo super recomendamos fazer. Não tivemos! Vídeo 1: Vídeo 2:
  8. É possível viajar sem dinheiro? Pelo Óbvio, diria que sim. Porém, nem todos, querem ter a experiência de sair de casa, e passar necessidades básicas. Agora pense bem, não seria melhor, viajar fazendo grana? Ir só com a passagem de ida, e fazer grana durante sua viagem, e tornar seu mochilão um pacote de experiências boas!? Vou resumir as principais dicas para que você se jogue na estrada, e que a situação financeira não seja empecilho. Fiz um mochilão de 6 meses durante a alta temporada de 2018, no Nordeste. Agora , 05/2019 estou programando a próxima viagem, porém dessa vez, bastante maduro. Vamos as dicas!! 1° Faça o cadastro em plataformas de troca de hospedagem por trabalho, pois a econômica em hospedagem e a quantidade de pessoas que você irá conhecer, cara, é sensacional. 2° Escolha um local com grande fluxo de turistas, veja a estação de alta temporada e aplique as datas. (Não precisa ser com tanta antecedência). Mas, não demore muito. Locais com grandes fluxos de turismo, tem demanda de empregos em comércio local, e vendas autônomas, como está na próxima dica. 3° Descubra habilidades de coisas que você pode fazer (Brigadeiro, artesanato, música), e que vai te render uma grana. 4° Se você tiver na intenção de fazer voluntariado e trabalhar como free Lancer em bares ou restaurantes, tem que combinar os horários antes de fechar as datas no Hostel que você irá voluntáriar. Obs: A minha dica é você vender algo na rua. Pois se não você vai trabalhar, trabalhar e não aproveita a viagem. 5° Em hostel, não aceite trabalhar mais de 6 horas diárias. Pois se torna exploração. 6° Economize na comida. É possível comer bem, gastando pouco. Frutas, verduras, goma de tapioca, ovos, macarrão, arroz e feijão, alimentam super bem, e rendem muito. Além de ser muito barato. 7° Para quem quer mudar de Estado, o voluntariado é uma mão na roda. É uma oportunidade para você fazer contato, espalhar currículos e ver se aquele local realmente é para você. 8° Não espere o medo passar para decidir sair. Vença seus medos, se jogue! Lembre, a lei da atração é real. Então, pense positivo, seja produtivo, faça o seu melhor em tudo. Pois assim, as portas se abrem. Obs: Fazendo isso, nunca me faltou nada em todos os lugares que fui. Não faltou comida e não faltou trabalho.
  9. Olá galera viajanteeeee. 🤩 Vim fazer falar um pouco sobre minha viagem em 02/2020 em Fortaleza e Jeri Comprei minhas passagens para Fortaleza pela decolar em uma promoção 657,00 saindo de GRU (uma semana depois baixou para 400,00 kkkkkkkk DIFICIL ). Fizemos as reservas pelo site Airbnb com cupom de desconto (vou deixar o cupom no final do post) fechamos 4 dias em Jeri na Pousada Casa Flor do Mar e 4 dias em um Flat no hotel Tulip. Como boa viajante, fiz a reserva do flat no meu nome e da pousada no nome do meu namorado, ambos tinham descontos então saiu bem em conta pra nos (400,00 em cada lugar). 06/02 a 12/02 - SP x FOR 1º dia: Nosso voou saiu as 23:30 de SP com chegada as 03:00 em FOR. Decidimos ir pra Jeri primeiro para curtir o fds lá e fortaleza depois, então fechamos com a agência Enseada Turismo o transfer até Jeri. Do aeroporto até o ponto de partida para Jeri no centro, pegamos um Uber, que deu R$ 19,50 e fomos direto ao ponto de encontro para saída a Jeri, que seria as 04:00. Fechamos o transfer até Jeri com passeios do lado Leste incluso por R$150,00 cada (OBS: existe a empresa Fretcar que faz esse serviço de transfer, porém ele sai em horas fixas... se não me engano o primeiro sai as 07:00 e custa em torno de R$30/40 reais, mas pra otimizar tempo optamos pelo transfer, estava incluso ida e volta + alguns passeios do lado leste). Depois de horas de ônibus (aproximadamente 5:00 com parada pra café da manhã) chegamos até um ponto de apoio onde pegamos as Jardineiras (4x4) pra começar os passeios. O nosso estava incluso o Passeio pela Lagoa do Paraíso, Árvore da Preguiça, entrada free na famosa Alchimist Beach Club e Pedra Furada, como passeio adicional havia a Lagoa do Amâncio por R$30,00 (durante os passeios as malas ficam na própria jardineira). Fechamos na nossa pousada por volta das 17:15 da tarde e saímos pra jantar. OBS E DICAS: *No café da manhã eles pararam em um local que o café é por peso (pão com frios + copo de leite com café saiu uns R$9,00/11,00) Na hora do almoço estávamos no Alchimist Beach Club, não comemos lá pq achamos as coisas mtt caras (uma cerveja long neck lá custou R$17,00 KKKK). Tomamos um café mais reforçado justamente para não consumir nada neste local por conta dos preços. *A ida até a Pedra furada se resume em caminhada rs. Lá eles falam que o caminho é pesado, 40 minutos de caminhada com uma decida ruim... tudo isso pra vc fechar com os “juber” ou seja charretes, mas a caminhada é tranquila... fizemos em 30 minutos até a pedra. *Na rua SAN FRANCISCO, na vila de Jeri vc encontra refeições a partir de 10,00. ISSO MESMO, nem em Campinas eu encontro estes preços kkkkk (eu não como frutos do mar então os PF’s da vida me fazem mtt feliz, ainda mais quando pago barato. Comi barato e MTT bem, obg). *O que mais me incomodou na vila foi as moscas, puts isso me estressou pq toda vez que vc senta pra comer vem umas 20 em cima da mesa, da comida e tal. Então procure por restaurantes climatizados caso queira paz. A noite tem varias barraquinhas pela rua que vende comida... porém este valor que paguei foi sempre em restaurantezinhos. Aproveitamos que estávamos pelo centrinho anoite para andar e procurar pelo passeio do Lado Oeste, já havíamos cotado com várias empresas antes da viajem (a média de valor era R$350,00 no buggy privativo, R$175,00 buggy compartilhado, R$400,00 quadriciclo e R$75,00 a jardineira), mas optamos por fechar lá em busca de encontrar algo em conta e BINGOOOOO. Encontramos o passeio de quadriciclo por 350,00 e o buggy 300,00. 2º dia: Acordamos e vimos o dia lindo, corremos e ligamos para agência de quadriciclo que iriamos fazer o passeio para fechar para aquele dia. Saímos para o passeio as 9:30, pegamos um guia tão legal que nos deixou super a vontade, passamos pelo mesmo local mais de uma vez para aproveitar quando estava vazio *-* o passeio durou cerca de 5/6 horas. (o guia vai na moro e vc vai pilotando o quadriciclo) 3º dia: tiramos o dia pra descansar. Fomos até a praia de manhã (praia da vila) e a tarde ver o por do sol nas dunas 4º dia: Fomos até a praia da malhada que é mtt linda e aproveitamos pra ir no comercio a tarde, voltamos pra fortaleza as 16:00. Da Vila de Jeri até o ponto de encontro fomos de 4x4 e levou cerca de 1:00. O ponto de encontro é a única parada que se faz até fortaleza, la ficamos 2:00 esperando todas as 4x4 chegarem para lotar o ônibus e irmos embora. Chegamos em nosso flat em fortaleza as 24:00 5º dia: Já havíamos fechado com o Felipe (fechei via whats na volta de jeri para o dia seguinte) o passeio pelas 3 praias (Morro Branco, Praia das Fontes e Canoa Quebrada) de buggy por R$ 110,00 cada (canoa quebrada fica 250 km de Meireles então o passeio foi mtt cansativo rs não achei que compensou mtt, a praia das fonte na minha opinião é uma enganação tremenda kkkkkkk pq são 3 bicas de água escrito que é fonte, fora que se vc não fechar o buggy vc tem que ir caminhando até as falésias e morro branco (que é bem longuinho) então praticamente eles te forçam a fechar o buggy pra conhecer). 6º dia: Compramos o passeio pelo peixe urbano por R$60,00 o casal com a Girafa tur. O passeio saiu as 7:00 com chegada as 19:00. Chegando la eles vão te deixar em um restaurante carinho tbm, porém, na mesma rua do restaurante na frente dos buggeiros tem um restaurante, comida caseira mtt gostosa, prato para 2 pessoas por 35,00. Descendo o restaurante já na praia, tem um quiosque a direita com preços excelentes! (Cerveja por 9,00 600ml). A noite fomos jantar na Barraca da Boa na orla de Meireles, ceva por R$ 9,00 prato de picanha pra 2 por 60,00 (achamos o preço ótimo). 7º dia: Fomos para a Praia do futuro, pois queríamos conhecer o famoso Croco Beach, achei o local mtt cheio e os preços mtt salgados, então fomos pra barraca ao lado esquerdo Barraca Marulhos e fechamos um bangalô na areia com R$100,00 de consumação. Os preços de lá são excelentes e o serviço de primeira. Eles deixam um cooler do seu lado com cerveja já pra vc ficar à vontade. RECOMENDO. A tarde resolvemos andar pelo mercado central e depois ja fomos pro aeroporto. CUPOM DE DESCONTO Cadastre-se com meu link e você vai ganhar até R$179 de desconto em sua primeira viagem. https://abnb.me/e/H1L0MFhG83?suuid=9cccd5d0-3bc8-4949-b7ad-25927809bf1e&slevel=0 Tel do Pedro (agente de fortaleza): 85 9665-9503 Tel do Quadriciclo de Jeri: Kart Cross Roades 88 9849-4619 Edvaldo Tel da agencia Enseada Turismo: 85 9608-1222
  10. Boa noite meu povo!!! Estou indo à Jeri em Abril e gostaria de saber se alguém tem dicas de Transfer baratinho. Estou procurando, mas só acho 4x4 para duas pessoas acima de R$ 600,00. Há também carros para 4 pessoas, contudo, vou apenas com uma amiga. Frente a atual situação, pergunta-se: 1º - Há duas pessoas para rachar o Transfer no dias 09-04-2017 A 13-04-2017 (ida e volta)? 2º - Alguém conhece outra condução mais barata? Obrigada desde já
  11. DATA DA VIAGEM: FERIADO DE TIRADENTES, ABRIL DE 2017 Informações Iniciais: Trecho 1: João Pessoa/PB – Parnaíba/PI, dormindo em Maracanaú/CE, ~ 1.160 km, via BR-101 e BR-304, ambas em boas condições com trechos ruins no litoral norte do Ceará. Trecho 2: Parnaíba/PI – Jijoca de Jericoacoara/CE, ~ 230km Trecho 3: Jijoca de Jericoacoara/CE – João Pessoa/PB, dormindo em Maracanaú/CE, ~ 980km. Gasolina (preço médio do litro R$ 3,80): ~ R$ 900,00 (~ R$ 225/Pessoa) Transporte: Carro (Sandero motor 1.6) Grupo: 4 Mulheres Hospedagem em Parnaíba: Pousada Chalé Suíço, via Booking, Quarto quádruplo R$ 160/dia (R$ 40,00/dia/pessoa) com excelente café da manhã, piscina e quartos bem simples mas ok. Hospedagem na Vila de Jericoacoara: AirBnb, belíssima casa de revista da Lydie, uma moça francesa (https://www.airbnb.com.br/rooms/633549) super solícita, R$ 225/dia (R$ 56/dia/pessoa), sem café mas com camas, rede, banheiro moderno e tudo muito confortável. Guia no Delta: Léo dono da lancha (86) 9 94850-5680 (whatsapp) e Tito (guia e barqueiro) DETALHE IMPORTANTE: TODO O LITORAL TEM PLACAS GRANDES E NOVAS DE INDICAÇÃO PARA TODAS AS ATRAÇÕES. NÃO TEM ERRO DIA 1 (Noite) – CENTRO HISTÓRICO DE PARNAÍBA E CALÇADÃO CULTURAL O centro histórico fica às margens do Rio Parnaíba, junto ao Porto das Barcas e conta com bons restaurantes, barzinhos, lojas de artesanato e hotéis, instalados nos antigos galpões e casarios do porto que são do século 16. Aqui é onde se concentram os turistas. O centro histórico tem influência arquitetônica inglesa e está muito bem preservado. Saindo das margens do rio e entrando pela cidade é possível ver prédios de órgãos públicos, bancos e centros comerciais nos casarios antigos, além da igreja matriz e praças bem bonitinhas. A cidade surpreende e tem boa infraestrutura de turismo, mas sem muitas opções para badalação. O Calçadão Cultural é um espaço com bares diversos que vão até mais tarde, música ao vivo e outras opções de lazer e comida, situado na beira rio norte, uns 20 minutos a pé do Porto das Barcas. Tem opções mais baratas que o Porto das Barcas e é mais frequentado pelos moradores. Charmoso Centro Histórico de Parnaíba/PI DIA 2 – LAGOA DO PORTINHO + LITORAL (LUÍS CORREIA) O acesso à Lagoa do Portinho é fácil, indo sentido Luís Correia + estradinha de terra, cujo acesso tem placa na beira da rodovia PI-116. Devido ao excesso de gado no entorno, a água está eutrofizada e imprópria para banho. Têm infraestruturas de lazer mas algumas estão abandonadas. Destaque para as vaquinhas vivendo livremente por aqui. Vale a pena pela belíssima vista e para começar a sentir as dunas da região. Duna tomando a estrada p/ Lagoa do Portinho (tem desvio) Belíssima Lagoa do Portinho - Luís Correia Seguimos sentido Luís Correia, para o litoral de fato, até onde deságua um dos braços do Parnaíba na região do Porto de Luís de Correia. Tem bares onde os pescadores ficam mas a área não é muito boa para banho. Destaque aqui para um imenso parque eólico na outra margem do rio. Porto de Luís Correia Paramos para banho e água de coco na primeira e mais lotada praia de Luís Correia (Praia de Atalaia) onde tem infraestrutura ao longo de toda a avenida beira-mar. O mar é de aluvião, formando uma longa planície de areia, com água marrom por influência do Rio. Qualidade da água é super boa, temperatura é quentinha. Vendedores ambulantes passam e as coisas tem ótimos preços. Praia de Atalaia - Av. Beira Mar - Luís Correia A partir daqui seguimos pela estrada da costa (PI-116) parando onde tinham placas indicando as praias para ver e fotografar até a Praia do Farol (UAU). Praia deserta, belíssima e ótima para banho, com um farol super preservado e todo cercado, em pleno funcionamento, sob responsabilidade da Marinha. Ótima sinalização - Praia do Farol - Luís Correia Praia do Farol deserta - Luís Correia Voltamos para a PI-116 e continuamos seguindo pela costa até a Árvore Penteada, atração famosa da região resultado da ação do vento sobre a vegetação. Destaque para as dunas, a vegetação rasteira e para uma enorme quantidade de jegues e outros animais domésticos vivendo livremente. Dirigir com cuidado por causa dos animais. Árvore Penteada - Luís Correia Logo a frente saímos da rodovia e seguimos por uma estrada local pavimentada até a Ponta do Anel, nas Praias de Maramar e de Macapá, local onde deságua o Rio São Miguel e onde termina o município de Luís Correia. Praia de aluvião também belíssima, com boa infraestrutura de restaurantes e pousadas. Para quem quiser um lugar mais sossegado sugiro o Dunas Bar que fica um pouco afastado do burburinho e onde toca um bom reggae. Almoçamos aqui um PF de peixe frito a R$ 15/pessoa. Além de banho de mar aqui rola banho de rio. Também vimos bem o efeito da maré que recua e forma lagoas transparentes por quase 1km mar adentro. E depois o mar sobe rapidamente, momento que os pescadores colocam os barcos na água. É incrível!!! Rio São Miguel desaguando no mar - Praia de Macapá - Luís Correia (vista a partir do Dunas Bar) Fenômeno do recuo da maré e lagoas que se formam - Praia de Macapá - Luís Correia Maré subindo e pescadores - Praia de Macapá - Luís Correia Na volta da Praia de Macapá paramos na cidade de Luís Correia para conhecer o centrinho comercial e tomamos o melhor sorvete do mundo (SÉRIO!!) na SORVETERIA DO ARAÚJO. Sabores convencionais e regionais (bacuri) maravilhosos. R$ 10,00 a casquinha grande. DIA 03 – LAGOA DE SOBRADINHO + LITORAL (BARRA GRANDE E CAJUEIRO DA PRAIA) Novamente saímos de Parnaíba sentido a Luís Correia, pela PI-116 rumo à outra lagoa famosa da região. Do lado oposto ao conjunto de dunas e areal da Lagoa do Portinho está a Lagoa de Sobradinho, no povoado de Sobradinho. O acesso a ela fica na PI-116, mas não tem placa grande, logo após o acesso da Praia de Macapá. O povoado de Sobradinho é bem simpático, com igrejinha antiga e povo tranquilo, lugar parado no tempo. A Lagoa de Sobradinho sofre com eutrofização assim como a Lagoa do Portinho e está imprópria para banho. Também vale a visita pela vista. Lagoa de Sobradinho - Luís Correia - Povoado de Sobradinho Retornando à PI-116 seguir nela até o encontro com a BR-402. Da rotatória da BR-402 seguimos sentido Ceará por ~ 2,5km até o acesso para o município de Cajueiro da Praia. Nessa estrada local pavimentada seguimos por ~ 7km até o entroncamento que indica Cajueiro da Praia (12km indo reto) e Barra Grande (14km a esquerda). Atenção redobrada porque a quantidade de bichos domésticos (vacas, bois, jegues, porcos, galinhas) cruzando a estrada não é brincadeira. Seguimos sentido Barra Grande até o ponto final na praia que, segundo se especula na região, é a nova Jericoacoara. Barra Grande pertence ao município de Cajueiro da Praia e está na outra margem do Rio São Miguel (oposta à Praia de Macapá em Luís Correia). À primeira vista a vila não é arrumada, mas na medida que você vai entrando a coisa vai se ajeitando. E realmente valeu a pena. É lindíssima!! Uma boa infraestrutura e muito bem preservada. Vimos muitos bichos nativos, até arraias. Aqui também é possível ver bem o fenômeno do recuo da maré e formação de lagoas mar adentro. Almoço PF por R$ 14,00 no Bar e Restaurante da Paula. Sugiro caminhar da praia de Barra Grande até a Praia da Barrinha e ir apreciando as lagoas, bichos e água limpa e quentinha. Equinodermo - Praia de Barra Grande Animais cruzando a estrada todo o percurso Belíssima Praia de Barra Grande e o fenômeno de recuo da Maré De Barra Grande retornamos na estrada até o cruzamento e entramos sentido Cajueiro da Praia, para conhecer a sede do município e a última praia do litoral piauiense. Passeamos da cidadezinha que é bem precária até a orla, na vila dos pescadores. De todas as vilinhas e cidades, esta foi a mais pobre. Vimos inclusive uma “escola” que era uma única sala de aula e crianças de diversas idades misturadas. Coisa que não via pelos interiores desde a década de 90. É uma tristeza, mas a paisagem é belíssima, apesar de saneamento e recolha de lixo precários. Cajueiro da Praia - Última praia do litoral piauiense Voltando para Parnaíba, via Luís Correia, pelo mesmo caminho da ida, paramos para uma cervejinha e para apreciar o pôr-do-sol de cair o queixo na Praia de Coqueirinho. E antes de voltar para Parnaíba, mais uma parada obrigatória na Sorveteria do Araújo. DIA 04 – DELTA DO RIO PARNAÍBA Enfim, o dia D da viagem. Por toda a cidade de Parnaíba tem agências de turismo que fazem os passeios pelo Delta e são várias as opções de percurso e de preços. O passeio clássico, que tem saída todos os dias, é de catamarã do Porto dos Tatus seguindo pelo braço principal do Rio Parnaíba na divisa dos estados (PI/MA) até o mar. Custa R$ 70, com almoço incluso servido no barco, música e duração de umas 2h. Para quem está só ou com pouco tempo pode ser uma opção. Eu acho furada (risos). Nós contratamos um passeio particular de lancha que ficou R$ 450 (R$ 112,50/pessoa) e durou de 9 as 19:00 com o melhor barqueiro/guia do mundo (Tito). Ele guia pesquisadores pela região e tem profundo conhecimento da fauna e flora locais, além de ser super educado e confiável, visto que éramos mulheres “sozinhas”. Fizemos dois circuitos: Baía do Feijão Bravo (manhã) e Revoada dos Guarás (tarde). Seguimos de manhã de Parnaíba sentido ao Porto dos Tatus e encontramos o Tito logo cedo. Dali seguimos de lancha sentido à Baia do Feijão Bravo, em alto mar, passando por braços principais e canais secundários do Delta, contornando a Ilha dos Poldros e parando em dunas com lagoas e nos manguezais. Ao longo do percurso passamos por alguns grupos de homens trabalhando nos mangues na catação do caranguejo, principal atividade econômica das comunidades ribeirinhas que ali vivem. O Tito parou e nos ensinou como é que faz (só não aprendemos..rs) Catação do caranguejo - Atividade de subsistência - Delta do Rio Parnaíba - Ilha dos Poldros Percurso (~1km) entre Dunas e Lagoas do Rio até o Mar - Baía do Feijão Bravo - Delta do Parnaíba Alto Mar Deserto - Baía do Feijão Bravo - Delta do Parnaíba Ovo de Gaivota - no meio do caminho entre o rio e mar - Baía do Feijão Bravo - Delta do Parnaíba Retornamos para o braço principal do rio. Parada para almoço e descanso no restaurante da Pousada Casa de Caboclo, na comunidade Canárias. Surpreendentemente chique. Quando vi pensei que ia deixar um rim para almoçar, mas um peixe com ensopado de caranguejo que serviu bem as 4 mais 2 refri lata ficou R$ 100 (R$ 25/pessoa). Só aceitam dinheiro. Restaurante - Comunidade das Canárias - Delta do Parnaíba Após o almoço seguimos direto por quase 3:00 na lancha por braços principais e canais secundários já Maranhão adentro até enormes dunas e lagoas próximas à área de refúgio dos guarás, num dos braços principais do Delta pouco antes do alto mar. Novamente subimos dunas e tomamos banho de rio e nas lagoas. Canais pelos mangues - Delta do Parnaíba - Maranhão Sem comentário - Delta do Parnaíba - Maranhão Sem Comentários [2] - Delta do Parnaíba - Maranhão Sem Comentários [3] - Delta do Parnaíba - Maranhão Ao entardecer seguimos daqui para uma pequena ilhota, onde o barco fica parado na água com motor desligado e a gente de boca aberta vendo o espetáculo dos Guarás chegando para pousar e adormecer. Os guarás são aves nativas de manguezais que medem entre 50 e 60cm, com bico fino, longo e curvado. A plumagem colorida, praticamente florescente se deve à alimentação a base de caranguejo-uçá, rico em pigmentos do tipo carotenos. É um espetáculo de chorar para os apreciadores da natureza. Revoada dos Guarás - Delta do Parnaíba - Maranhão Retornamos pelo delta já entre o escurecer e a noite. Dá medinho, mas é bem legal. DIA 05 – PRAIA PEDRA DO SAL + ESTRADA PARA JIJOCA DE JERI De malas prontas, seguimos para conhecer a única praia que pertence ao município de Parnaíba, a Pedra do Sal. Atravessamos a ponte sobre o rio no Porto das Barcas e seguimos pela PI-116 até o seu marco zero. A praia é diferentona das outras, com faixa de areia pequena e muitas rochas. Porém, construíram bares, e tem casas abandonadas até perto da água, degradando a paisagem, além de torres eólicas. Almoçamos PF com bife por R$ 10 num quiosque grande que não fica na areia. Praia da Pedra do Sal - Parnaíba Na estrada para Jijoca de Jericoacoara (cidade base para conhecer a Vila de Jericoacoara) choveu muito e a ponte que faz a divisa do Ceará com o Piauí, na altura do município de Chaval/CE, desabou uma parte. Tivemos que fazer um desvio em estrada de terra, com muita chuva e lama que atrasou a viagem em mais de 2h. A ponte do desvio já estava praticamente submersa. Foi para deixar o Piauí com emoção. Ponte submersa - desvio - divisa PI/CE Chegamos em Jijoca de Jeri mais de 19:30 e deixamos o carro no Estacionamento do Joel (R$ 15/diária). Naquele horário já não tinham jardineiras que custam barato para vila, daí tivemos que contratar uma caminhonete. Por isso, se tiver que ir pra Jeri, trate de chegar durante o dia. Enfiaram a faca quando viram nosso cansaço e desespero para chegar. R$ 120 (R$ 30/pessoa). O trajeto é todo em areal e dunas. Ao chegar na vila vi carros populares normais estacionados, mostrando que é possível fazer o percurso de carro comum. Mas optamos por não arriscar por causa do horário e porque na Vila o carro é totalmente dispensável. A caminhonete nos deixou no airbnb onde guardamos as malas e seguimos para jantar na vila. R$ 45 (~ R$12/pessoa) Pizza + umas cervejas. A vila é realmente uma gracinha, com opções para bolsos muito cheios e para viajantes comuns como nós. Basta procurar. Cheia de baladas e ótima para curtição noturna. A primeira avaliação é que saímos de um paraíso bruto e selvagem onde tínhamos praias praticamente só nossas (litoral do Piauí) para badalação e turismo de massa, logo, houve um certo estranhamento..rs. Mas conseguimos fugir bem dos trotes ao turista. DIA 06 – VILA DE JERICOACOARA + PEDRA FURADA + FAROL De manhã passamos para conhecer a igrejinha de Jericoacoara e seguimos pela encosta e praias até a famosa Praia da Pedra Furada. Muita gente oferece passeio de bugue até lá, mas a caminhada é tão sossegada que NÃO vale a pena. Levar água e lanches. Na Pedra Furada em si tem vendedores ambulantes. Por todo o percurso o mar é de ondas "picadas" e não é muito agradável para o banho. Dá pra molhar, mas não dá pra ficar de molho na água. Igreja Nossa Senhora de Fátima - Igreja de Pedra - Vila de Jericoacoara Trilha para a Pedra Furada - Vila de Jericoacoara Trilha - Praias pelo caminho - Rumo a Pedra Furada Pausa pro lanche - Praia da Pedra Furada - Mar Bravio - Vila de Jericoacoara Daqui atravessamos toda a praia até encontrar o ponto onde os bugueiros param com os turistas e subimos a encosta sentido à vila rumo ao farol. De um lado do percurso tem o mar e do outro tem a vista das dunas e do Parque Nacional. É uma vista espetacular e vale muito a pena a subida. Os jegues e cavalos são companheiros de caminhada todo o percurso. Trilha para o Farol - Companheiros de Percurso - Mar ao fundo - Vila de Jericoacoara Topo do Morro - Farol de Jericoacoara - Fim da subida Vista de cima - Dunas - Lagoas - Parque Nacional de Jericoacoara Seguimos a trilha pelo farol que acaba em uma estrada e dá no cemitério da Vila. Mesmo sem nenhuma placa ou indicação em nenhum momento nos perdemos ou achamos que fosse necessário ter guia. Na Rua São Francisco tem várias barraquinhas com comidas de rua e restaurantes MUITO mais simples do que as opções da Rua Principal e da Rua do Forró. Jantamos no Restaurante da Nêga, uma maravilhosa moqueca de arraia num PF a R$ 15 e a cerveja custava R$ 4 a lata. Ainda rolou de sobremesa um bolo de chocolate R$ 2 a fatia e um cafezinho de cortesia. Contratamos o passeio para as lagoas em um stand em frente ao Restaurante da Nêga. R$ 60/pessoa para ver duas lagoas e a praia de Preá. DIA 7 – LAGOA AZUL + LAGOA DO PARAÍSO + PRAIA DO PREÁ + DUNA DO PÔR-DO-SOL O bugueiro veio nos buscar às 9:00 no airbnb e seguiu pela faixa de areia até a localidade de Preá e daí até a Lagoa Azul, onde tomamos banho e uma água de coco. Eu, particularmente, acho errado o fluxo enorme de bugues e caminhonetes na areia. Passamos por uma carcaça de tartaruga marinha morta. Daí fico pensando: como esses animais fazem desova nessa areia pisoteada? Não fazem. A forma como o turismo todo é feito na região está ambientalmente errado. Uma tragédia anunciada. Carcaça de Tartaruga Marinha - Turismo Predatório - Jericoacoara Lagoa Azul - Localidade de Preá Da Lago Azul seguimos para a mais famosa Lagoa do Paraíso. O bugueiro, como é de praxe, parou no famoso, chiquérrimo e carérrimo Alquimista, das famosas redes (e super disputadas) e águas transparentes. Aqui fica o famoso pega-turista. Estava lotado, mas entramos pra ver o movimento e dar um primeiro mergulho. Por dica da nossa anfitriã do airbnb seguimos (depois de insistir com o péssimo bugueiro) de bugue do famoso ponto onde todos ficam para o Restaurante Aquários onde tinham as redes exatamente iguais (mas de sobra pra todo mundo), menos de um quinto das pessoas e muuuuito mais barato para comer e beber. Ponto amplamente frequentado pelos locais e por turistas que querem sossego. É uma delícia para passar o dia inteiro. Lagoa Paraíso - Restaurante Aquários - Jericoacoara Lagoa Paraíso - Transparente (mesmo com chuva) - Jericoacoara Na volta das lagoas paramos na Praia de Preá, uma vila de pescadores bem movimentada e não tão bonita, com fluxo enorme de carros na faixa de areia. Ao retornar para a vila de Jericoacoara seguimos direto para a praia principal e para a Duna do Pôr-do-sol ver o belíssimo. Vista - Duna do Pôr-do-Sol - Jericoacoara Jantamos de novo no restaurante da Nêga e fomos curtir um forrozin na vila. De manhã pegamos o transporte comum (R$ 15/pessoa) pra Jijoca de Jeri e pegamos a estrada. Achamos Jericoacoara muito mais fama do que realmente é. A forma como o turismo é feito é totalmente predatória contra o parque nacional. O que é uma pena.
  12. EXPERIÊNCIA EM JERICOACOARA Vou fazer aqui um resumão da viagem😉. Começando pelo transfer. Existem duas formas de chegar até Jeri, uma é saindo de Fortaleza e a outra é saindo de Cruz, uma cidade que fica bem mais próxima de Jeri. Saindo de Fortaleza o translado dura em torno de 6 horas, são 5 horas de Fortaleza até Jijoca e mais uma hora de Jijoca até a Vila de Jeri. Saindo de Cruz o translado até a Vila de Jeri dura em torno de uma hora e meia. Só lembrando que Jericoacoara não tem aeroporto, é em Cruz o aeroporto mais próximo de Jeri. Chegando em Jijoca é cobrada uma taxa de turismo, o valor é de 5 reais por cada dia que você vai ficar na cidade. Bom, tem 3 opções de Passeios em Jeri, são os seguintes: Passeio do Lado Leste, Passeio do Lado Oeste e o Passeio de Barrinha. Esses passeios são feitos de buggy ou de Jardineira(Hilux). O Passeio do Lado Oeste inclui: Mangue Seco, Cavalo Marinho, Tirolesa, Tobogã e Lagoa da Tatajuba. O passeio do Lado Leste inclui: Pedra Furada, Árvore da Preguiça, Praia do Preá, Lagoa Azul e Lagoa do Paraíso. Vou agora um falar um pouco de cada um dos passeio👇👇👇. O Mangue Seco tem um cenário incrível, bem diferente, você não encontra um cenário como esse em nenhum outro lugar, dá pra colocar a criatividade pra funcionar e tirar várias fotos perfeitas📸. Pena que a parada é rápida de apenas 20 minutos, por isso tem que correr pra poder aproveitar bem. O passeio do cavalo marinho optamos por não fazer, pra fazer o passeio você tem que pagar R$ 15, além disso não é certeza encontrar os cavalos marinhos, tem a possibilidade de fazer o percurso sem encontrar nada. Pra quem gosta de aventura tem a tirolesa e o tobogã, os dois fazem parte do passeio do Lado Oeste. Pra você participar dessa brincadeira tem que pagar R$ 15. Pagando esse valor você tem direito a descer duas vezes na tirolesa ou duas descidas no tobogã. A última parada do passeio do Lado Oeste é na Lagoa da Tatajuba, lá você pode tirar aquela tradicional foto na rede📸. Além disso, em Tatajuba também tem passeio de canoa e de standup, quem optar por fazer esses passeios tem que pagar R$ 30 por 30 minutos. Na Tatajuba é o ponto de parada para o almoço. Sinceramente, não gostamos da comida, além de muito cara não tem qualidade nenhuma. O peixe mais barato lá é R$ 120, tem porções minúsculas de camarão ou de lagostas por R$ 100, tudo um absurdo. A dica é levar alguma coisa pra comer por lá e deixar pra almoçar quando voltar para Vila, é bem melhor. A Pedra Furada é o cartão postal de Jeri, o passeio até a Pedra pode ser feito de duas formas, uma delas é caminhando da Vila até o local que fica a Pedra, normalmente essa caminhada está inclusa no transfer das agências de turismo. A outra forma de ir até a Pedra Furada é no passeio do Lado Leste, onde o bugueiro deixa você em um ponto mais próximo da Pedra, o restante do trajeto tem que fazer caminhando, são mais ou menos uns 20 minutos de caminhada pra ir e mais 20 pra voltar, todo esse trajeto é feito pela praia. No trajeto da Pedra Furada que sai caminhando da Vila, o percurso é bem mais longo, são mais ou menos uns 40 minutos pra ir e mais 40 pra voltar. A caminha até a Pedra Furada é bem longa e cansativa, por isso é bom ir preparado e bem hidratado. Lá na Pedra você vai poder usar a criatividade para tirar fotos nas mais diversas poses📸, dá pra fazer muitas fotos legais. Na Árvore da Preguiça é feita uma paradinha rápida para poder tirar fotos. A árvore fica no meio do nada, é bem interessante. Dá pra tirar muitas fotos bacanas também📸. Outro ponto do passeio é a praia do Preá, nessa praia também a parada é rápida, apenas para algumas fotos📸. O Preá tem uma estrutura muito boa de restaurantes, por isso optamos por almoçar lá, pois os preços são bem mais em conta que na Lagoa do Paraíso. No período que fomos (no final de maio agora), as lagoas estavam muito cheias, devido as fortes chuvas do primeiro semestre, por isso não deu pra aproveitar muito, principalmente a Lagoa Azul, pois a água estava muito turva, não estava legal nem pra tomar banho e nem pra tirar fotos. Na Lagoa do Paraíso fomos no Alchymist. O Alchymist é o local mais badalado e mais procurado de Jeri, as pessoas costumam ir lá pra tirar aquela foto que vai arrasar no insta📸. A barraca tem uma estrutura extraordinária, coisa de outro mundo, é tudo muito lindo lá, parece coisa de cinema. Pena que dessa vez a Lagoa estava muito cheia, por causa das fortes chuvas que aconteceram no primeiro semestre, isso acabou comprometendo um pouco a beleza do lugar. Mas a vibe da Alchymist é surreal, é um ambiente muito agradável, com um dj tocando músicas bem animadas. A barraca fica na Lagoa do Paraíso, além dessa barraca tem várias outras opções, por isso, se você não quiser ir na Alchymist, é só pedir ao bugueiro para lhe levar em outra barraca. Os preços da barraca são bem elevados, por isso vá com seu bolso preparado💸💸💸. A Lagoa do Amâncio é um dos pontos em Jeri onde você pode encontrar água bemmmmm cristalina. Por incrível que pareça, essa Lagoa é formada por água das chuvas, e com o passar do tempo, conforme o período de chuvas vai passando a Lagoa vai sumindo. Atualmente a Lagoa do Amâncio é um dos poucos locais onde você pode encontrar água cristalina. Devido às chuvas intensas do primeiro semestre, as demais Lagoas estão muito cheias e com a água turva, por isso, na hora do passeio vale a pena priorizar e reservar mais tempo para Lagoa do Amâncio. Nós fomos na Lagoa do Amâncio quando fizemos o passeio do Lado Leste. Essa Lagoa não está inclusa no passeio do Lado Leste, mas pedimos o bugueiro para nos levar até lá, pois é caminho dos demais passeios. O guia gentilmente nos levou sem cobrar nenhum custo adicional. Tomem cuidado pois alguns bugueiros querem cobrar para fazer apenas o passeio da Lagoa do Amâncio. Em Jeri também a duna do pôr do sol, que é onde as pessoas se reúnem no final da tarde para apreciar um belo pôr do sol. Como tudo que é bom dura pouco😁😁😁, é bom chegar cedo na duna, por volta das 17 horas, pois o sol se põe muito rápido. Você não vai querer perder uma belezura dessas né?! Apesar da duna ficar lotada, não se preocupe, tem espaço pra todo mundo tirar aquela fotinha especia 📸. Esse é um cenário que vale a pena apreciar todos os dias que você estiver por lá, cada dia é um espetáculo diferente da natureza😉 Um ponto de destaque de Jeri é a segurança, você pode andar a qualquer hora do dia ou da noite, é tudo muito seguro por lá. A Vila é bem pequena, os hotéis e pousadas que ficam dentro da Vila são todos bem localizados, não precisa se preocupar. A gastronomia de Jeri também é maravilhosa, tem opções para todos os gostos e bolsos, desde os tradicionais frutos do mar até massas, pizzas e tudo mais que você imaginar. Os restaurantes que mais gostamos foram o Na Casa Dela e o Dona Amélia, nos dois a experiência foi incrível. Resumindo, Jeri é uma cidade incrível, tem uma energia muito boa, vale muita a pena conhecer😍😍😍. Quem tiver alguma dúvida é só deixar aqui nos comentários.😉 No meu instagram tem dicas, fotos, vídeos e os preços dos principais passeios e restaurantes de Jeri. Quem quiser pode conferir minha viagem completa lá: www.instagram.com/turistainiciante
  13. Iaeww Glrr, eu outra vez por aqui. O tema hoje é sobre uma viagem por algumas praias na região do Ceará. Fortaleza x Jericoacoara x Praia da Baleia x Trilha pela praia do Mundaú x Fortaleza. Depois 4 dias e chegamos em Bogotá, mas essa já é outra historia Voltei para Fortaleza depois de 7 meses de estrada, chegando na cidade não poderia buscar outro trabalho que não fosse um HOSTELLLL, hahahaha. Consegui um em Fortaleza mesmo, fiquei trabalhando com eles por 4 meses e por incrível que pareça no último dia de trabalho conheci a Cony, uma jovem viajante de 60 anos, ela me mostrou que para ser feliz nos só precisamos realmente querer. Nessa mesma noite conversamos sobre meus últimos dias em Fortaleza, viagens e muito mais, ela me falou que queria muito ir para Jericoacoara, e eu poucos dias antes sem nem imaginar que iria há conheceria estava me programando para ir a Jeri, só que não queria ir sozinha. Entãoooooo Adivinhem o que aconteceuuuuuu!! Perguntei; o você acha se vamos juntas, ela me respondeu: "SERIOOOOOOOOOOO!! Aiiii meu DEUSSSSS". Juro foi exatamente assim, estava muito emocionada por não começar sua viagem sozinha. Então Parrrrtiuuuuuu JERI/CE Como eu tinha pouco tempo em Fortaleza e saímos da cidade de ônibus tive a ideia de chamar minha mãe. Que ficou com a gente apenas 2 dias e voltou para Fortaleza de ônibus (Mami Nutella), que ela não leia isso. Porfiz Deus kkkkkkkkkk Com ônibus por pessoa R$ 35 reais, saindo de Fortaleza e chegando a uma cidade chamada Preá/CE, localizada a 10km de Jeri. Sempre tem muitos carros indo para Jeri, então super tranquilo de conseguir carona. Resultando que em Preá pegamos carona até a vila de Jericoacoara, procuramos um camping, porque minha mãe ia ficar com a gente por 1 noite então com certeza não ia deixar minha mãe dormir em qualquer lugar ^-^ Mas a economia foi muito boa, porque um ônibus de Fortaleza para a Vila de Jericoacoara custa entre R$80.00 a R$100.00 dependendo da época que você vai. 1º Dia - Praia da vila e Mirante Pedra Furada No primeiro dia saimos para aproveitar a praia da vila, minha mãe estava cansada da viagem, então não queria ir muito longe. Praia da Vila, Jericoacoara/Ce Tivemos a grande ideia de subir esse morro logo atrás, esse tem uma vista muita bonita da pedra furada. Ficamos nessa praia praticamente todo o dia, o mar de águas tranquilas, é possível caminhar muito e não chega nem até a cintura, porém é necessário sempre muito cuidado com os períodos de maré, a noite saímos para ouvir um pouco de música, a noite em Jeri é realmente uma das melhores, tem música para todos os gostos desde o Rock ou Funk hahahaha, caipinha no preço e muita gente, voltamos ao camping e pronto primeiro dia finalizado com sucesso. Hora de agradecer e descansar. 2º Dia - Duna do Por do sol Na manhã do dia seguinte tomamos café e saimos novamente a praia, minha mãe já levou todas as coisas dela para a pequena rodoviária na Vila de Jeri e tiramos o dia para fotos, por do sol e boas gargalhadas. mi mama é linda de mais!!!! Pôr do sol nas dunas de Jeri, realmente não tem nada como essa vista. Vale muito apena, para mim é a melhor parte de Jeri é aproveitar esse entardecer. Praia da Duna, Jericoacoara/CE Nessa noite minha mãe voltou para casa de ônibus, Cony e eu continuamos nossa aventura. A partir dessa noite já nos tocava dormir na PRAÇA principal da vila, já estávamos preparadas psicologicamente para isso. kkkkkkkkkkkk Chegamos na praça, colocamos os isolantes térmicos com nossos sacos de dormir, estávamos tão cansadas do dia que quando nos despertamos já havia sol, organizamos as mochilas e saímos com destino a Lagoa do Paraíso. 3º dia - Lagoa do Paraíso Uma longa estrada, com 2 caronas caronas para ir e uma para voltar, mas conseguimos!! Chegamos na tão esperada Lagoa. Video_20190107214722562_by_videomaker.mp4 Lagoa do Paraíso/CE Ao final do dia, já estavamos super cansadas e assim que chegamos a vila, direto para a "cama"; Antes só uma parada para a foto, pra não perder o costume sabe! kkkkkkk Vila de Jericoacoara/Ce No final do terceiro dia já haviamos conhecido tudo,Praia da vila, pôr do sol na duna, mirante da pedra furada e lagoa do paraíso, já estava na hora de ir embora. Então pensamos e decidimos que iamos voltar para Fortaleza logo na manhã, mas a volta seria de carona. 4º / 5º Dia - Vila de Jericoacoara x Praia da Baleia Bom, a gente realmente ia voltar para Fortaleza, mas o motorista passou tão perto da praia da Baleia que a gente pulou do caminhão e decidimos passar uma noite nessa praia, mas onde íamos dormir???? essa é uma cidade um pouco menos movimentada e como não tínhamos barraca estávamos muito expostas. Bom, mesmo assim!! não importa, vamosssss.. Mas duas caronas e chegamos na praia, compramos comida em um mercadinho, na cidade tinha uma praça principal com uma igreja que fica bem em frente a descida para a praia, nos informamos onde estaria o melhor pôr do sol, nos falaram que deveriamos ir a uma subida de terra que fica logo atrás da igrejinha, o caminho começa bem, até com algumas casas durante a subida, depois um pouco mais íngreme e com uma areia muito fofa e muito difícil de subir, nos encontramos com umas galinhas que por ai andavam buscando comida, seguimos subindo até que chegamos ao topo e foi possível ter uma vista muito linda da cidade, antes que ficasse completamente escuro começamos a descer, com muito cuidado por conta da areia e quando chegamos à beira da praia, ainda de boca entre aberta pelo entardecer que presenciamos em cima do morro nos emociona ao ver a cor alaranjada que se que vinha do céu até a areia em baixo dos nossos pés. Praia da Baléia - Entardecer haviamos deixado nossas coisas em uma barraca de praia, então voltamos pelas mochilas, cuando estavamos descendo encontramos com uma Sra que nos perguntou de onde eramos, Cony é colombiana, mas vive em Toulouse/França e a Sra se admirou com a coragem de Cony en viajar como mochileira e nos convidou a sua casa por essa noite, bom ficamos duas noites. No dia seguinte aproveitamos para descansar, ajudar a Sra que cuidava muito bem do seu jardim Glr pra não ficar super grande eu fazer a 2 parte... 6º Dia Caminhada de 12km da praia da Baleia para o Trairi. Até a mais!!!!
  14. Boa tarde, galera! Preciso de ajuda... Rota das Emoções saindo de São Luis (29/8) para Jeri (03/09) e meus dias não coincidem com a Rota Combo!! Precisaria de transfer no domingo e informações sobre ônibus são confusas. Pensei em alugar um carro e fazer o trajeto e pegando apenas passeios com Agência. Alguém sabe como estão as estradas? Alguém já fez? Obrigada!!
  15. Há muito tempo eu queria conhecer Jeri e decidi que deste ano não passaria. Aproveitei pra tentar encaixar a viagem pra o período do meu aniversário, realizando também um antigo desejo de passar a data viajando sozinha. Monitorei as passagens por alguns meses e encontrei até por R$ 300,00 ida e volta partindo de SSA. Em maio, então, consegui encontrar as passagens para o exato período que eu desejava por 12000 milhas ida e volta + R$ 59,90 de taxas. Contagem regressiva até agosto! Minha viagem seria de 09 a 16/08, sendo que eu ficaria de 09 a 13/08 em Jeri, seguindo neste dia para Fortaleza, onde ficaria até o dia 16. TRASLADO PARA JERI: Desembarquei no aeroporto de Fortaleza por volta das 17h de uma quarta-feira. Tinha como opção pegar um ônibus ou um traslado para Jeri. O ônibus Fortaleza – Jeri é operado pela empresa Fretcar. Eles possuem um site onde é possível comprar as passagens antecipadas. O ônibus sai do aeroporto passando pela Rodoviária e alguns pontos em Fortaleza chegando até a cidade de Jijoca – lá os passageiros são deslocados para uma jardineira (pau de arara chique) que percorre a parte de dunas até Jeri. Para meu horário de chegada, teria que pegar um ônibus das 18h30 saindo do aeroporto e chegaria em Jeri próximo a 01h da manhã. O ônibus custa entre R$ 70 e 80, a depender do horário. Sobre o traslado, pode ser feito de duas maneiras: algumas empresas de turismo fazem este trajeto diariamente saindo de Fortaleza por volta das 09h. Eles te pegam diretamente no seu hotel e o traslado custa cerca de R$ 80,00, sendo que de Fortaleza a Jijoca vai de Van, mudando para Jardineira a partir daí. Para mim não daria em razão do horário, já que eu queria ir para Jeri no dia da chegada. Outra opção é alugar um veículo tipo Hillux, que custa entre 600 e 700 reais para 4 pessoas. Tentei encontrar algumas pessoas para ratear o traslado, mas não consegui. Tive a ideia, então, de ver com o Hostel se eles teriam alguma indicação e eles intermediaram um traslado para mim por R$ 150,00 saindo as 17h30 do aeroporto numa Hillux. A viagem foi confortável e não há necessidade de mudar de veículo. Por volta das 21h40 cheguei ao Hostel. HOSPEDAGEM: VILLA CHIC HOSTEL E POUSADA JERICOACOARA: Excelente! O Hostel fica localizado na rua principal, bem próximo à praça principal e à praia. As instalações são bem novinhas, o staff é super prestativo, possui um café da manhã excelente para padrões de hostel. Tem uma pequena piscina e cozinha bem equipada. Fiquei no alojamento feminino (quarto 02), que conta com quatro beliches, divididos em duas partes, com ar condicionados individuais e dois banheiros, com uma pia externa e chuveiro quente. A cama é muito confortável e conta com luz e tomada individual. Limpeza diária nos quartos. Locker enorme e eles cedem cadeado para uso dos hospedes. Aluguel de toalha por R$5, sendo possível a troca. ALBERGARIA HOSTEL FORTALEZA: O hostel tem uma boa localização, além de boas áreas comuns. O staff foi prestativo e o bar/lanchonete quebra um galho quando se chega cansado da praia e dos passeios. O café da manhã bom para padrões de hostel, mas vem numa bandeja (não sei se é possível repetir algum item, mas vinha tudo em boa quantidade e não precisei repetir). Os beliches dos quartos são MUITO ruins. Por serem de três andares, o primeiro é muito baixo e o último muito alto. Além disso, o meu quarto era muito pequeno para as seis pessoas, o que atrapalhava bastante a circulação e acesso aos lockers. Não conta com chuveiro quente (não senti falta) e o ar condicionado só ligava das 20h as 08h. Roupa de cama e toalha alugado com calção de R$20. CONTINUA (....)
  16. Por muitos anos eu e minha família adiávamos Jeri pelo “mito” de que tudo é caro demais, mas aquela pedra furada sempre foi um sonho meu e depois de reservar bastante dinheiro, tomamos coragem e fomos. Sempre digo que quem mora em Brasília não se assusta com os preços de lugar nenhum e dessa vez não foi diferente, achamos os preços super normais para uma vila simples e de difícil acesso. Usei menos da metade do dinheiro que juntei. Como essa viagem foi feita no final de junho do ano passado, com meus pais, final da baixa temporada, não me organizei para mostrar os preços exatos, mas vou tentar fazer uma estimativa. Importante dizer que não estávamos no perfil mochileiro, então minha intenção é dizer o que realmente achei da cidade e dos passeios. CHEGADA: Peguei um Voo LATAM ida e volta BSB -> FOR por volta de R$ 400,00, sem promoção. Saímos rumo à Jeri no ônibus superconfortável da Fretcar (passagens compradas antecipadamente pelo site, pegamos o ônibus semi-leito no aeroporto por 140,00 ida e volta/pessoa sem o transfer para a vila). Os tranfers apenas de ida em uma Hilux custam entre R$ 450,00-R$500,00 até dentro da vila. Vale a pena? Talvez, se dividir por 4 pessoas e se quiserem chegar logo, já que a diferença para chegar é de umas 3hrs, mas como já tínhamos programado para “perder” o dia, decidimos economizar. A viagem é tranquila, estrada no estilo “retona”, asfalto bom, o ônibus não vai pelo litoral, mas em compensação passa por parques eólicos bem interessantes! O ônibus faz apenas uma parada para um lanche/almoço rápido e segue até um posto de gasolina, onde fica o estacionamento, para pegar o “pau de arara” e seguir para a vila. Quem não comprou o transfer para a vila, compra lá na hora mesmo sem nenhum problema. Dica: Fomos à noite e o vento estava forte, para quem não conseguir ou não preferir ficar dentro do carro, recomendo levar uma blusa de frio leve e um lenço para segurar os cabelos. A ida até Jeri a noite é mágica, um céu cheio de estrelas indescritível! O transfer deixou cada pessoa em seus devidos lugares de hospedagem. HOSPEDAGEM: Para economizar, escolhemos Airbnb e demos a sorte de achar a Casa da Lydie (https://goo.gl/Ee8BdA) O total, com as taxas foi de R$1359,42 para 3 pessoas, 6 dias. Não acredito que tenha uma opção melhor para hospedagem, nem mesmo no famigerado Essenza . A casa é muito bem localizada, superequipada, limpa, linda de morrer! 3 quartos (2 suítes), varanda com rede e sofá, cozinha, e vista para o por do sol. Acredito que é importante detalhar estadias em Airbnb, então tirei muitas fotos da experiência. Acho que a casa é um “puxadinho” do hotel La Villa, pois tem o mesmo estilo do hotel. Nossa hospedagem dava direito de aproveitar as dependências e café da manhã do hotel ao lado se houvesse consumo. O café da manhã supercompleto e delicioso custou R$60,00 por pessoa, que aproveitamos uma vez. Os drinks e petiscos bem servidos estavam em torno de R$ 18 – R$20 e R$20 – R$30, respectivamente. Salvou em um dia que voltamos do passeio mortos de cansaço! Entrada da casa Dependências do Hotel La Villa: Café da manhã PASSEIOS: PEDRA FURADA: Fomos a pé, de manhã com a maré baixa saindo da praia principal. Não demora muito para chegar, cerca de 40 minutos, e o percurso é lindo, mar quentinho, rochas coloridas, cavernas e piscinas naturais, e é tranquilo. No caminho, paramos para tomar banho na praia malhada que, na minha opinião, é a melhor da vila, mas infelizmente quase não tem estrutura de barraca, apenas um senhor que aluga guarda sol e vende água/água de coco/refri e cerveja, a preços de quem não tem concorrência. Enfim chegamos na pedra e... LOTADO DE TURISTAS! Estava lotaaaaaaado! Chega bateu um desânimo... Mas logo vimos que era um grupo dos passeios e logo foram embora, deixando o lugar praticamente vazio. Chegaram outros, e também logo foram embora, e assim foi. É só ter paciência. O cartão postal é bem bonito, a rocha tem coloração rosada, não decepcionou! Porém na volta... SOCORRO! A maré tinha subido e não havia mais caminho pela praia, então tivemos que subir um morro bem íngreme para voltar por “cima”! Aí sim é difícil de verdade! O sol de matar só piorou a situação! Se for fazer esse passeio a pé, leve muita água e abrigo! Não recomendo para idosos. Praia de Jeri com a maré baixa. Caminho para praia malhadaPraia malhadaCaminho de volta DUNA DO POR DO SOL: É lindo, apenas! Dica: Uma boa opção é alugar um cavalo para andar na encosta da duna por R$50,00/1h (preste atenção na condição dos cavalos, caso decida alugar. Verifique se o animal tem machucados e se está bem nutrido, limpo e escovado. Próximo a casa tinha um senhor que cria e vimos que eram bem tratados). Atenção: venta muito mesmo e é um pouquinho frio. Fica lotado apenas em uma parte da duna, o começo, mais pro final praticamente não tem gente. LITORAL LESTE, as Lagoas: Contratamos o passeio com o pessoal da própria associação de bugueiros (fica uma barraquinha na frente do Supermercado Tem Tudo, ao lado do Samba Rock). Custou R$250,00 as 3 pessoas. Acaba que é tudo tabelado e preferimos ajudar a comunidade. LAGOA PARAÍSO: Fomos direto para lá, com uma parada em uma pequena lagoa que não sei o nome, só para fotos. É bem bonita. Chegamos no paraíso por volta de 10h e como não fomos primeiro para a Pedra Furada, o lugar estava bem vazio. O lugar é um Beach Club badalado, ótima estrutura, com comidas e bebidas caríssimas. Porém não paga para sentar nas cadeiras normais e nem para usar os banheiros, pelo menos. Fica tocando uma música meio lounge, meio eletrônica (bem chata e enjoativa para quem não curte). 12hrs é o horário ideal para observar a lagoa, já que o sol está a pino. É realmente belíssima, um verdadeiro oásis e ficar naquelas concorridas redes é maravilhoso . 10hrsR$100,00 para ficar nas espreguiçadeiras 12hrs LAGOA AZUL: Fomos depois da Paraíso e sinceramente? Muito sem graça! Talvez por que ela estava com muita água e por que fomos no Paraíso antes! Talvez seja melhor ir nessa antes para manter a expectativa lá em cima, depois da Lagoa do Paraíso todas as outras perdem um pouco da graça. A água é bem parada, funda e cheia de peixes. Em compensação, é notavelmente mais barato do que a Paraíso. Almoce e beba por lá, se preferir, a comida parece boa e bem servida! Cerveja bem gelada, 600 por R$9,00! Não tocou música, então o lugar é bem tranquilo. As mesas e cadeiras ficam dentro da água. PREÁ: Vila de pescadores bem simples. Mar agitado e areia cheia de conchas. Almoçamos na Barraca da Mônica por recomendação do guia. O lugar é bonito, mas achei que veio pouca comida para o valor (R$ 70 o prato com camarões pequeníssimos), serve pouco, mas é gostoso. Na vila compramos peixinhos e camarões para abastecer nossa geladeira, o preço é ótimo e é tudo fresco! ÁRVORE DA PREGUIÇA: Parada de 5 minutos. Apenas uma árvore seca (apesar de viva) retorcida e deitada. É bem bonita, mas é só um lugar para tirar foto (Se você der sorte de pegar o lugar vazio...). Para falar a verdade, você vê muitas dessas árvores pelo caminho, acredito que essa seja a maior. LITORAL OESTE: Também pela associação, R$150 3 pessoas. Não fomos ver os cavalos marinhos e seguimos direto ver as árvores secas, é um ambiente bem interessante! Nunca tinha visto nada parecido. As fotos ficam lindas. DUNAS: O motorista do bugue fez umas voltas bem legais, passeio com emoção! Você pode parar nas lagoas que ficam no caminho para fazer um skibunda. LAGOA DE TATAJUBA: É aqui que tem o cardápio vivo. Quando fomos, só tinham 2 famílias além da nossa. A lagoa é uma delícia, existem redes dentro da água também. Comida muito bem servida e muito gostosa, para 3 pessoas sobrou e foi R$ 80,00 o peixe mais guarnições a vontade! Se acabasse era só pedir que traziam mais. Aluguei um SUP por R$40,00 o tempo que eu quisesse. É um lugar para relaxar. A cor da água não se compara com a das outras lagoas, mas é tão paradisíaco quanto! Ficamos até cansar. CIDADE: A vila é simples, cheia de areia. Não há asfalto, então nem considere levar salto ou sapatos elaborados, lá só andam de tênis, chinelo ou descalço mesmo. Como estávamos com uma casa, não gastamos muito com comida, apenas no mercado (os preços são bons!). Comemos na excelente hamburgueria EAT On The Street uma noite, preço normal em torno de R$25-30 e na famosa pizza de metro Peperino, também bem gostosa. E pela vila tem em vários barzinhos legais e restaurantes do “PF” ao gourmet. Nem cogitamos alugar uma cadeira na praia principal, pois é cobrado por hora e a praia não é lá essas coisas, achamos coisa de gringo desavisado. Há várias lojinhas e boutiques, tudo bem caro e nada de especial. Porém, quero chamar atenção para a Associação das Crocheteiras. Nunca na vida achei que iria comprar um vestido de crochê belíssimo por R$40,00. Tudo feito a mão, impecável. Comprei porta guardanapo, vestidos, bolsinhas, tops e lembrancinhas. CONSIDERAÇÕES: Há muito hype em cima de Jeri, percebi que transformaram uma simples vila de pescadores em um lugar com desnecessária fama de badalada. Realmente, há uma estrutura meio hippie-chic mas em sua maior parte, Jeri continua sendo uma vila de pescadores, e ainda é tudo muito simples, não há nem necessidade de extravagância, eu só usei biquíni e shorts o tempo inteiro. Há um rebulinho de pessoas ricas que chegam por lá de helicóptero e ficam hospedados no Essenza com suas festas barulhentas, mas fica por isso mesmo. O clima de simplicidade é predominante. Separe e leve dinheiro em espécie, lá não tem caixa eletrônico (meio impossível para um carro forte chegar lá, né?) e muita coisa só vende no dinheiro mesmo, inclusive o transfer da vila para pegar o ônibus de volta! Ficamos 6 dias inteiros lá e no final das contas achamos muito. O ideal são 3 a 4 dias inteiros, ou 6 dias com passeio ao delta ou lençóis maranhenses. Acaba que depois de fazer os passeios não tem mais muita coisa para fazer. Me arrependi de não ter feito o passeio para Barrinha e ter ido no restaurante Komaki. Considerem incluir esse passeio no roteiro! Com muito planejamento dá pra fazer uma viagem custo-benefício e única!
  17. Pesquisando sobre Jeri, aparentemente lá só se locomove de Jardineira ou 4x4, e não tem uber ou coisa parecida. Mas a minha dúvida é sobre quando já está lá e quer ir para um ponto turístico, por exemplo. Como conhecer Jeri sem sair caro essa locomoção? Ou os pontos são tão perto, que não precisa se preocupar com isso?
  18. PROCURO DUAS PESSOAS PARA COMPARTILHAR UM TRANSFER 4X4 PRIVATIVO QUE SAIRÁ NA MADRUGADA DO DIA 15/11/2018. ESSE HORÁRIO SÓ 4X4 PRIVATIVO. QUEM SE INTERESSAR ME MANDA UM EMAIL: stealves@hotmail.com
  19. Pessoal, tô planejando viajar pra Jericoacoara saindo de Teresina-Pi. Quero dicas de hostel, saber como funciona o transporte, valores, onde desço (planejo ir de ônibus), passeios... Pode me procurar no insta @daniellucas.s.s
  20. [info]Tópico para compartilhar dicas sobre Jericoacoara. [t3]Participe![/t3] Deixe aqui aquela dica de passeio que você adorou, a praia que te impressionou, daquele restaurante bom e barato ou daquele outro que serve um prato especial que você adorou. Vale também a dica daquele drink inesquecível ou a balada mais legal que vc foi. Regras do Tópico Neste tópico não serão aceitas perguntas, apenas dicas sobre Jericoacoara. Perguntas devem ser postadas nos Tópicos de Perguntas e Respostas. Todas as perguntas postadas aqui serão deletadas pelo editor deste fórum.[/info]
  21. robsonBR

    Jericoacoara

    Pessoal, Estou indo prá Fortaleza na próxima semana... até já conheço, inclusive, Jeri (apenas 2 dias). Estou querendo ir prá DESCANSAR e pretendo ficar todos os meus 9 dias em Jeri... será muito tempo lá ? Tem o que fazer os 9 dias ? Acredito até que o barato do lugar é ficar curtindo aquele astral meio que a toa mesmo ? Parece que a maioria da galera fica uns 2-4 dias e sai fora... é isso ? Dividir com Lençois é uma boa ? Abraço, Robson.
  22. Pessoal, essa é a primeira vez que escrevo um relato no Mochileiros. Decidi fazer pois sempre busco informações aqui e acho legal contribuir. Tentei colocar valores para ajudar. As fotos tive alguma dificuldade, depois tento colocar. Como ficou um pouco longo, destaquei de azul alguns termos para facilitar a pesquisa. Então vamos lá! Essa viagem foi feita em outubro de 2017, eu e meu namorado, com duração de 12 dias. Iniciamos por Fortaleza, ficamos 2 dias lá, depois uma semana em Jericoacoara e na volta 1 dia no Beach Park e 2 em Canoa Quebrada. Fortaleza Chegamos em Fortaleza e fomos para o hotel de Uber (R$25). Pedimos no aeroporto, um tanto receosos pois sabemos que cada cidade está em um estágio de aceitação do aplicativo, e não queríamos confusão com taxista logo na chegada. Arriscamos e foi muito tranquilo. Ficamos hospedados na praia de Iracema, e achamos bem localizado. De noite fomos caminhando pela orla e estava movimentado. Pessoas a pé, de bike e de patins, ambulantes vendendo artesanato, comida e oferecendo passeios. Caminhamos até o local onde tinham restaurantes no calçadão, jantamos lá e voltamos de Uber (R$13). Na orla é relativamente tranquilo de caminhar, claro que você vai ter cuidado com a bolsa e celular, mas é ok. Já no trecho entre o hotel e o calçadão nos sentimos um pouco inseguros, as ruas eram pouco iluminadas e vazias. Mas deu tudo certo. No dia seguinte, domingo, fomos de Uber (R$16 e R$22 na volta) para a Praia do Futuro e passamos o dia na barraca Crocobeach. Essa barraca é bem grande e muito estruturada. Tem um ambiente de restaurante com térreo e mezanino, além de mesas na areia com guarda-sóis de palha. Tem também piscina (cobrada a parte), 2 palcos onde acontece uma programação infantil e shows no fim da tarde, e armários que podem ser alugados (R$25 - apesar do preço acho que vale a pena pois é o que possibilita a gente entrar junto no mar e curtir sem preocupação). Além do serviço a la carte eles tem um buffet de almoço por quilo (R$70/kg), que pelo preço deveria ser mais gostoso. Nesse dia o mar estava bem agitado e não conseguimos entrar muito na água. Das outras vezes que fui, estava sempre mais tranquilo, apesar de ter ondas grandinhas. Na areia, além dos ambulantes vendendo comida e artesanato, tem sempre um pessoal oferecendo massagem, que é feita em macas que ficam sob tendas na areia. Cobram R$20 por uma hora, e ainda inclui banho de lua, shampoo no cabelo, máscara de argila e bronzeador no final para quem quiser esses extras. Sobre segurança, lá na praia fomos informados para não nos afastarmos muito da barraca, pois fora daquela área ocorrem muitos assaltos. Jericoacoara - como chegar Na 2a feira começamos a aventura que vínhamos aguardando ansiosamente! Antes de entrar no relato propriamente dos dias em Jeri, vou fazer um parêntesis para falar das formas que se tem para chegar na vila. Pode-se ir de avião pelo aeroporto de Jericoacoara, mas me parece que só tem vôos saindo de Recife e São Paulo. De toda forma, de lá você vai precisar de algum tipo de transporte até a vila. Não estudei muito essa possibilidade. Uma alternativa mais em conta é contratar empresas que fazem o transporte de van, saindo de Fortaleza e indo até Jijoca, que é a cidade mais próxima de Jeri. Lá os passageiros trocam de veículo, pegando uma jardineira. Essas jardineiras são caminhonetes D-20 adaptadas, com bancos nas carrocerias. Algumas são mais arrumadinhas, outras menos. Nas minhas pesquisas achei por cerca de R$80 o trecho por pessoa. É a maneira mais demorada, levando de 7 a 8 horas. Tem quem vá de carro até Jijoca e de lá pegue somente a jardineira. Pelo que vimos, custa uns R$20 por pessoa por trecho. E você fica pagando a diária do carro no estacionamento. Leva cerca de 5h de Fortaleza para Jeri. Quem tem um 4x4 ou um espírito bem aventureiro pode ir o percurso todo até Jeri. Existem guias em Jijoca que oferecem o serviço de ir indicando o caminho (creio que waze e google maps não sejam muito eficazes por aquelas bandas). Vimos alguns carros de passeio fazendo a rota, e vimos vários atolados! De toda forma, chegando em Jericoacoara é preciso deixar o carro em um estacionamento pago na entrada da vila, pois os únicos carros permitidos lá dentro são os de turismo, como transfers, jardineiras e bugues. Nos disseram que até é possível ir com o carro na pousada para deixar as malas, mas depois tem que sair e estacionar fora. Aparentemente, existem pessoas de lá que oferecem o serviço de ir estacionar o carro pra você, para que não precise voltar caminhando para a pousada. Mas ouvimos relatos de gente que deixou a chave e quando foi pegar o carro estava com quase 300km rodados a mais… rs… enfim, melhor desconfiar! Outra forma de ir a Jeri é por meio dos passeios turísticos do tipo bate-e-volta que saem de Fortaleza. Encontramos algumas pessoas que fizeram assim. Foram com o ônibus de passeio levando as malas e ficaram por lá. O esquema é parecido com a história da van. Chegando em Jijoca tem que pegar a jardineira. Custa uns R$180 por pessoa. Saem por volta de 4h da manhã e voltam depois do pôr do sol, chegando em Fortaleza umas 23h. Imagino que seja bem cansativo. A alternativa que usamos me pareceu ser a de melhor custo benefício. Contratamos uma Hillux para fazer o transfer com a empresa Executive 4x4 Brasil (Rosângela 85-3498-3839 / 85-98202-5323 / executiveexpress@hotmail.com). Estou deixando todos os contatos pois valeu demais ter contratado essa empresa, como vou relatar no trecho da volta para Fortaleza. Normalmente as empresas cobram R$500 a R$600 por trecho da Hillux, independente do número de passageiros, ou seja, R$1000 a R$1200 para ir e voltar. Como estávamos apenas em 2, fizemos um esquema compartilhado, no qual a empresa se encarregou de encontrar outro casal para dividir os custos conosco. Foi difícil achar uma empresa que fizesse dessa forma, as outras que eu entrei em contato queriam que eu mesma achasse outro casal pra compartilhar. Como a Executive garantiu que encontraria ou que faria o transporte pelo preço combinado de toda forma, optamos por ela. Dessa maneira, ficou R$560 ida e volta para nós dois. Como o carro é 4x4 ele vai direto até Jeri, sem necessidade de jardineira. O Vinicius, que foi nosso guia/motorista, fez o caminho pela praia do Preá, sem nem passar em Jijoca, tornando o caminho mais curto. Achamos que o Vinicius foi ótimo, dirigindo super bem e muito simpático. Fez uma parada para lanche, depois parou na estrada quando pedimos para tirar foto dos geradores de energia eólica e ainda parou na Árvore da Preguiça para tirarmos fotos. As meninas que dividiram com a gente também eram gente boa e assim o percurso foi bem agradável. Levamos 5h no trajeto. Jericoacoara 1º dia Ao chegar na vila, tivemos que pagar a taxa de turismo de R$5 por pessoa por dia. Essa taxa está sendo cobrada há pouco tempo, apesar de que a lei que a instituiu é de 2014. Ainda estão se adaptando e dependendo da hora você pode pegar uma fila grande para entrar na cidade. No nosso caso, tivemos sorte e não tinha fila nenhuma. Chegamos no hotel por volta de 14h. Ficamos na Pousada Carcará, que fica na Rua do Forró. O hotel é muito arrumadinho, muito bem cuidado. Recentemente foi reformado. Tem uma piscina ótima, com uma parte de hidromassagem. O quarto super espaçoso, com uma varanda grande e rede. Adoramos o hotel! Do ponto de vista da localização, também achamos excelente. Não fica perto demais da muvuca, tendo tranquilidade para descansar, e nem longe demais que seja penoso de caminhar (lembrando que lá é tudo areia). No dia que chegamos, almoçamos no hotel mesmo e resolvemos descansar na piscina e na rede. Ficamos tranquilos até umas 17h, quando caminhamos para a praia para ver o pôr do sol. Nesse dia não subimos a duna do pôr do sol, ficamos somente na areia da praia admirando o sol se pôr no mar. Nesse horário, várias barraquinhas de bebida são montadas no acesso à praia. Depois saímos caminhando para fazer o reconhecimento do centrinho. Rodamos tudo até escolher um restaurante. A vila é uma graça, os restaurantes super arrumadinhos, tudo bonito, enfeitado com flores e luzinhas, vários com música ao vivo. Acabamos optando por jantar uma pizza no Sabor a Lenha, perto do acesso à praia na rua principal. Infelizmente a experiência não foi muito legal. Meu namorado teve que discutir com o garçom sobre os ingredientes da pizza… nada a ver. 2º dia No dia seguinte resolvemos ir logo na Lagoa Paraíso, que é ponto mais recomendado de Jeri. É aquela lagoa que tem as redes dentro da água (se bem que chegando lá a gente vê rede na água em quase todo lugar), a água é bem cristalina e a areia branquinha e fofa. Decidimos ir de jardineira ao invés de fazer o passeio completo para ficarmos bem a vontade lá. Porém, demoramos um pouco a sair do hotel, saímos umas 10h, e como a cidade estava um pouco vazia (baixa temporada), tivemos alguma dificuldade. Eles ficam esperando encher a jardineira para sair, normalmente precisa de 12 pessoas. Levamos uma hora para conseguir sair. Então a dica é a seguinte, se for de jardineira, saia por volta de 9h para não ficar nessa enrolação. O ponto das jardineiras é na Rua São Francisco, mas elas passam nas outras ruas também. Cobram R$20 por pessoa por trecho. Fomos para a Lagoa do Paraíso e decidimos ficar na barraca Alchymist. É a mais famosa de lá. O pessoal fica colocando uma certa pressão de que lá é tudo caríssimo, então tirei umas fotos do cardápio para referência: Eles têm espaço de restaurante com térreo e mezanino, mesas na areia com guarda-sóis de palha (sem consumação mínima) e armário ao lado da mesa (R$10), espreguiçadeiras perto da água (R$50 cada) e uma área VIP (R$100 por pessoa) que consiste em uma cama com dossel e um armário. Nesse ponto você nem vê as barracas seguintes, pois a lagoa é bem grande. Ficamos por ali curtindo o visual, a água quentinha, o balanço das redes na lagoa. Uma delícia de lugar!!! Porém justamente no dia que estávamos lá ocorreu um acidente com um turista. Aparentemente ele teve um mal súbito enquanto fazia SUP e caiu na água. Levaram cerca de meia hora para encontrá-lo e ele não sobreviveu. O clima ficou um tanto tenso no local, e por volta de 14/15h muitas pessoas foram embora, inclusive nós. Por causa desse evento, o Alchymist ficou fechado nos dias seguintes. Voltamos para a vila e fomos experimentar o famoso sorvete da Gelato e Grano. Achei uma delícia! Recomendo! 1 bola por R$10, 2 por R$12 e 3 por R$16. Tem uma loja grande deles na praça e uma pequena perto do acesso à praia. Depois ficamos relaxando na piscina do hotel. Nos arrumamos e saímos pro centrinho. Nesse dia comemos no EAT. É uma hamburgueria que fica em um dos becos entre a rua principal e a São Francisco. Bem servido e muito gostoso! As batatas deixaram a desejar… R$26 a R$32 o hamburguer. Depois deixamos agendado um passeio para o dia seguinte com o pessoal da Trilha Maluca. Aparentemente os passeios são bem padronizados, o que você encontra em uma empresa, encontra na outra também. E todos eles podem ser feitos de bugue, quadriciclo ou jardineira. O pessoal dos passeios costuma ficar na rua até umas 22h. 3º dia Fizemos o passeio de bugue compartilhado para o oeste. A empresa se encarregou de encontrar outra dupla e ficou R$150 por casal. Achamos bem divertido o passeio, valeu a pena! O nosso guia nesse dia foi o Augusto, muito simpático e nos deixou bem a vontade. Passou para nos pegar na pousada, já com o outro casal no bugue. O trajeto por dentro do parque nacional é muito bonito. A primeira parada do passeio é para ver os cavalos marinhos (R$15 por pessoa). Tem um barco com várias cadeiras, todo mundo de colete salva-vidas. O guia vai empurrando com um bastão e a gente desce um pouco o rio. Os cavalos marinhos ficam na beirada, bem disfarçados no meio das raízes. O guia coleta um deles em um jarro de vidro para os turistas verem e tirarem fotos e depois devolve para a água. Ficamos com pena dos animais, até pelos relatos do guias, de que estão perto de serem extintos, que morrem com facilidade e tal. E nós alí, interferindo com eles. De uma próxima vez nós não faríamos essa parada. Na sequência, atravessamos um rio por uma balsa. É um trecho curtinho e nem precisa sair do bugue. Do outro lado passamos pelo mangue seco. Uma paisagem bem diferente, com as raízes aéreas presentes. Tem várias redes e balanços para tirar fotos e um pessoal vendendo bebidas. De lá seguimos para as dunas. Um sobe e desce com bastante emoção. Bastante areia voando também! É bom levar óculos, boné, uma camiseta para enrolar no rosto dependendo do trecho. Paramos em um local para fazer esquibunda. A pessoa desce a duna sobre uma tábua e para numa lagoa lá embaixo. Para subir tem uma corda amarrada para servir de apoio. Meu namorado desceu, eu não animei por causa da subida puxada. R$10 por pessoa para descer quantas vezes quiser (ninguém consegue descer muitas vezes por causa da subida de volta). Ainda pelas dunas, fomos até um toboágua na Lagoa da Torta. É parecido com o esquema do esquibunda, mas eles usaram lona para revestir uma parte da areia e ficam jogando água. Você desce de barriga em uma prancha e cai na lagoa lá embaixo. Tem a cordinha para facilitar a subida também, que é menos acentuada que a anterior. Aqui se paga R$10 por pessoa para descer até 3 vezes. Bem divertido! Depois da brincadeira, demos a volta na lagoa com o bugue e chegamos em uma barraca na beira da lagoa. Ficamos lá petiscando e curtindo a lagoa. Não é tão bonita quanto a Azul e do Paraíso, mas é gostoso de ficar lá, descansando dos agitos anteriores. Aqui eles tem o cardápio vivo. Trazem os peixes, camarões e lagostas para você escolher antes de prepararem. Mas não almoçamos aqui. Voltamos pelo mesmo caminho e o bugue nos deixou na pousada. Saimos de noite para jantar e optamos pelo Bistrô Caiçara. Fica próximo ao acesso da praia, no pavimento superior de uma lojinha de lembranças. Escolhemos alí porque gostamos muito do astral desse terraço. Muito aconchegante, com vista para a rua e para a praia. Eu pedi um camarão no abacaxi e meu namorado uma picanha argentina. A picanha estava uma delícia! O camarão também estava bem gostoso no começo, mas depois comecei a perceber um certo amargor no caldinho do abacaxi. Depois fomos resolver o passeio do dia seguinte. Fechamos com o pessoal da Trilha Maluca um passeio de barco pela manhã, que levaria para um mergulho em alto mar e depois nos levaria na Pedra Furada (R$30 por pessoa). E fechamos um passeio de bicicleta elétrica no fim da tarde, que passava pelo Serrote (R$50 por pessoa). Esse passeio só encontramos no Clubventos, fica na praia, depois da Rua do Forró. Tem uma lojinha no centro também, que tem uma onda se projetando na fachada, fácil de achar. Chegando no hotel o pessoal da Trilha Maluca mandou whatsapp cancelando o passeio de barco porque ele precisou ir para manutenção, em outra cidade. Não voltou antes de irmos embora. 4º dia No dia seguinte, como não teríamos mais o passeio de barco, ficamos curtindo a piscina do hotel de manhã. Almoçamos no Dona Amélia, que era pertinho do hotel. Lá que rola um forró nos noites de 2a, 4a e 6a. Achei a comida razoável e o preço era bom. O forró nós espiamos em uma das noites, mas ia demorar um pouco a começar e não fomos. Parece que depois do jantar eles removem algumas mesas e liberam espaço para dançar. Depois nos preparamos para o passeio de bike e fomos para o Clubventos encontrar nosso guia. Eu estava meio preocupada porque não tenho costume de andar de bicicleta, e mesmo sendo elétrica, a moça que nos vendeu o passeio informou que não era molezinha, tem que fazer algum esforço. De fato, não é como uma moto, você precisa pedalar constantemente. Mas achei bem leve, pelo menos com relação à expectativa que eu tinha criado. Achei uma delícia passear pelo Serrote. É um morro ao lado da vila, que permite uma vista do alto da cidade muito legal, com as dunas ao fundo. Também passamos próximos à Pedra Furada. Vimos ela do alto. O guia informou que as pessoas vão caminhando até a pedra de algumas maneiras: ou pelo Serrote, e descem um caminho que achei um tanto íngreme; ou pela praia, quando a maré está baixa (todos disseram ser a melhor forma); ou a partir de passeios, que deixam as pessoas mais ou menos próximas da pedra. Parece que no passeio a cavalo e de carroça dá pra chegar mais perto. Não chegamos a descer na pedra nesse momento porque o guia disse que não daria tempo. Voltamos e só depois que nos tocamos que ficou faltando fazermos uma parada no Farol de Jeri, que fica no Serrote também. Na hora nem lembramos, e o guia não disse nada, o que foi meio chato. Dizem que no Farol dá pra ver o nascer do sol, que também ocorre sobre o mar. Tentamos acordar pra ver, mas não rolou nenhum dia. De noite fomos no barzinho Samba Rock, que fica na rua pricipal, perto da praça, e estava sempre com música ao vivo. Gostamos de lá. E depois fomos fechar o passeio do dia seguinte. 5º dia O guia foi nos buscar de manhã na pousada com o quadriciclo. Ele foi na frente em uma moto guiando o caminho e nós fomos dirigindo o quadri. É uma experiência divertida, mas pode ser um pouco cansativo, achei difícil trocar as marchas com o pé (não estou nada acostumada com isso e meu pé ficou bem vermelho). Mas independente disso, foi bem legal. Nossa primeira parada foi na Pedra Furada. Em um estacionamento que marca o ponto mais próximo que os veículos podem chegar. A caminhada dura cerca de 30min e o primeiro trecho é na areia bem fofa, meio chatinho. Mas depois melhora. Chegando na pedra, encontramos várias pessoas tirando foto e alguns vendedores de bebida. No estacionamento também tinha gente vendendo água, água de côco, cerveja, etc. Pegamos o quadriciclo e seguimos até Barrinha. O passeio mesmo é ir curtindo o visual e a adrenalina de dirigir o quadriciclo. O caminho passa pela praia do Preá, então vimos novamente a Árvore da Preguiça. A praia do Preá é o paraíso do pessoal do Kitesurf. Vimos muitas pessoas praticando por alí. Chegando em Barrinhas tem algumas dunas. Subimos nelas com o quadriciclo, que seria o ponto alto da emoção. Mas acabou sendo bem rapidinho esse momento nas dunas. Subimos, tiramos foto e descemos logo. Mas também estava um sol terrível nessa hora. Fomos almoçar na barraca Komaki em Barrinha. Bem arrumadinha e com uma área de redes para descansar. Ficamos um pouco e depois retornamos. Na volta fizemos uma parada no Cabaré do Vento, uma pousada/barraca de praia no Preá. Um lugar muito agradável e que serve de apoio para a galera do Kite. Falando no esporte, o turismo voltado para o Kite e o Windsurf é bem grande em Jeri. A praia é setorizada e cada atividade, Kite, Wind, Surf, SUP ocorre em um local. Fomos ver quanto custaria para fazer aulas, mas acabamos desistindo. O curso básico de Kite, com 9h de duração, custa em média R$1.500. O de Wind, com 4,5h, sai por uns R$600. Na volta o quadriciclo começou a acender a luz que indica aquecimento no motor. Paramos e mostramos para o guia, que não pareceu se importar demais. Eu fiquei preocupada em fundir o motor e depois ter problemas. Assim, fizemos umas 3 paradinhas de 5 minutos para esfriar e a luz apagar. Voltamos para o hotel, curtimos a piscina de novo (essa piscina valeu a pena demais!) e saímos para o centro. Dessa vez meu namorado quis comer temaki, que eu não curto. Não lembro o nome do restaurante que ele foi. E eu fui comer nas barraquinhas que ficam na rua São Francisco. Depois fomos fechar o passeio do dia seguinte. 6º dia No dia anterior havíamos combinado com o pessoal da Trilha Maluca para fazer o passeio para o leste, que vai nas lagoas. Queríamos fazer de jardineira, pois já tínhamos experimentado os outros meios de transporte e a jardineira parecia mais pacata, menos vento, menos sol. Além disso, ela não parava na Pedra Furada, que já havíamos conhecido, e assim teríamos mais tempo nas lagoas. Pagamos R$60 por pessoa, pois passava na lagoa Azul também. Se fossemos só na do Paraíso seria melhor ir na jardineira que fica na rua, que sairia R$40 por pessoa ida e volta. Enfim, de manhã nos apareceu um guia em um bugue na pousada. Explicamos que havíamos combinado a jardineira e ele disse que não sabia por que tinham dado nosso voucher para ele, que estava marcado jardineira mesmo, e que se quiséssemos a empresa daria um jeito de nos enviar na jardineira. Mas, se aceitássemos, poderíamos ir com ele e outro casal pelo mesmo valor (R$120 o casal… que na verdade é o preço desse passeio de bugue mesmo, não estávamos ganhando nada financeiramente). Na hora eu achei melhor concordar porque fiquei me imaginando perdendo um tempão pra resolver isso, e acabamos indo. O guia pegou o outro casal e perguntou a eles se poderia fazer o passeio de trás pra frente, para finalizar com a Pedra Furada, ao invés de iniciar por ela. Eles concordaram e fomos. Passamos primeiro na Lagoa do Paraíso. No caminho íamos conhecendo nossos coleguinhas de passeio e tendo a impressão que estávamos numa certa furada, porque os dois eram bem chatinhos. Não vou entrar em detalhes, mas ao final já estávamos doidos para nos despedir deles. E aí fica o alerta. Essa coisa de compartilhar os passeios é ótima para economizar e também para fazer amizades. Conhecemos várias pessoas legais nos outros passeios, na cidade e no hotel. Mas também corre-se o risco de passar o dia grudado com pessoas que você não tenha afinidade. Se puder combinar de compartilhar com alguém conhecido é mais garantia de sucesso. Voltando ao passeio, como o Alchymist seguia fechado, fomos para o ponto seguinte, onde haviam duas barracas. Ficamos na Brisa Paradise. Era justamente o que queríamos, conhecer barracas diferentes do Alchymist para poder comparar. Pessoalmente, quando voltar a Jeri, vou preferir voltar ao Alchymist mesmo. Achei o ponto dessas barracas um pouco inferior. A areia, apesar de branquinha, não é fofinha como na outra barraca, e fica desconfortável para sentar na cadeira, toda torta. A parte mais clara da água também é mais estreita aqui. E as redes na água não tem cobertura para o sol, como algumas do Alchymist tinham. Mas enfim, curtimos conhecer e saber as diferenças. Saindo de lá, fomos para a Lagoa Azul. Pelo que eu tinha lido, não estava com grandes expectativas, pois muitos diziam que a do Paraíso é mais bonita, é a melhor e tal. Pois eu achei a Azul muito bonita também! São belezas diferentes, mas pra mim são quase equivalentes. A barraca que tem lá oferece cardápio vivo também, mas não almoçamos aqui. De lá partimos para a barraca da Mônica, bem famosa na região, fica na praia do Preá. Comemos lá e valeu a pena, bem gostoso. Achei os preços parecidos com os da Lagoa Azul e da Brisa Paradise. Voltamos para a vila e o guia deixou nossos amiguinhos no Serrote para eles fazerem a caminhada até a Pedra Furada. Depois nos deixou na pousada. Seguimos nosso ritual de banho de piscina e sair pra comer. Fomos no Cantinho da Tapioca, na Rua do Forró. Gostamos muito de lá! Tapioca fresquinha, recheios saborosos e bom atendimento. 7º dia Esse era nosso último dia inteiro em Jeri e resolvemos curtir a praia de lá e ficar mais quietinhos um pouco. Fomos para o Clubventos, o mesmo lugar do aluguel das bicicletas. Eles têm uma estrutura bem legal, com mesas, sofás (tem consumação mínima mas não vi o preço), espreguiçadeiras (R$50 cada) e área VIP (R$200 por cama). Tem armários, chuveiro (pro padrão do lugar a ducha é bem fraquinha), aluguel de equipamentos de Kite, Wind, etc, além de buffet de almoço (R$80/kg). O buffet é bem carinho, mas muito gostoso! Passamos o dia por ali, curtindo o visual da praia e dando mergulhos. Adorei nadar nessa praia! E pelo que vi o ideal é entrar no mar com a maré baixa. A faixa de areia é larga e a praia é rasa. Você vai entrando no mar, anda um tantão e a água não chega na cintura. Tem umas ondinhas boas, não muito grandes, bem gostosas. Quando estávamos na praia vimos um pessoal fazendo passeio a cavalo e combinamos de fazer também no final da tarde (R$40 por cavalo, 1h de passeio). Já havíamos voltado para o hotel quando o rapaz dos cavalos foi nos levar os animais. Fomos sem guia, em dois cavalinhos desses de passeio, bem mansos e um tanto preguiçosos na ida, um tanto apressadinhos na volta, rs… Fomos até a duna do pôr do sol. Subimos a duna montados (não pelo lado onde as pessoas caminham usualmente, mas por trás) e andamos um pouco na praia que tem depois da duna. Na volta meu boné caiu. Desci para pegar e não conseguia mais subir no cavalo pois a cela estava presa apenas por uma barrigueira (sempre que vejo são duas). Quando eu pisava no estribo, a cela girava. Meu namorado desceu pra tentar trocar de cavalo, mas também não estava conseguindo subir no meu. Nessa hora passou um rapaz da região que estava montado também. Ele parou e nos ajudou. Recriminou a forma como estavam as celas, deu um aperto nas barrigueiras e conseguimos seguir. Por conta desse imprevisto demoramos um pouco mais que o tempo combinado. Quando reclamamos com o rapaz que alugou os cavalos ele disse que era assim mesmo, não deu muita bola, mas também não deu sinais de querer nos cobrar a mais. Quando estávamos na duna, vimos um grupo de pessoas montadas que pareciam estar com mais estrutura. Os cavalos tinham peitorais e as pessoas estavam de cap. Nos disseram que esses cavalos ficam perto da duna para serem alugados. Recomendo olhar lá ou conversar melhor antes de alugar. Mesmo com os imprevistos, foi muito gostoso passear sobre as dunas. Recomendo! De noite fomos jantar no restaurante Romã, na rua do Forró. Eles tem uma foccacia gigante lá que é muito gostosa! As pizzas também estavam com a cara ótima. E é aqui que vou explicar como o pessoal do transfer Executive 4x4 Jeri foi muito gente boa conosco! Eu resolvi enviar um whatsapp para confirmar o horário da nossa saída que seria no dia seguinte, eis que descubro que havia feito a reserva com a data errada! Eu errei ao informar o dia da volta, que estava contratado para o dia 10, e não 9 como queríamos. Mesmo o erro tendo sido meu, a Rosângela não nos deixou na mão e deu um jeitinho de nos transportar no dia que precisávamos! 8º dia Assim, depois de uma semana completa em Jeri, de 2a a 2a, estávamos prontos para nos despedirmos. Amamos a cidade e os passeios e antes de sair já estávamos planejando voltar mais vezes! Para a despedida, fomos à praia novamente, dessa vez ficamos na barraca Dumundu. Tem mesas e espreguiçadeiras (não são cobradas), e tem sempre música ao vivo. É bem animado. No dia do passeio de bicicleta assistimos o pôr do sol dali e foi bem lindo. Voltamos ao hotel para fazer check out e fomos almoçar no Pimenta Verde, na rua São Francisco. Comemos um peixe com crosta de ervas muito gostoso! O motorista da volta foi novamente o Vinicius, que nos pegou por volta de 16h e seguimos para Fortaleza. Beach Park Na volta para Fortaleza decidimos mudar um pouco o roteiro. O hotel lá não tinha sido muito legal e queríamos seguir as dicas de algumas pessoas que conhecemos. Assim, conseguimos negociar para cancelar as últimas diárias do hotel sem multa. Alugamos um carro pelo site da Alamo, que ficou muito barato por sinal (R$137 por 3 diárias + R$115 de combustível). Dirigimos até Aquiraz, que fica uns 40 minutos de Fortaleza, e é onde fica o Beach Park. A princípio estávamos indecisos sobre ir ao parque aquático, mas todo mundo que encontramos elogiou demais e resolvemos ir. Nos hospedamos em um apart hotel, que é o que mais tem na cidade. O prédio era até aconchegante, com piscina e um jardim bem cuidado, estacionamento privado. O apê era meio esquisitinho, mas como foi uma noite só, foi ok. Deixamos as malas lá e fomos pro parque. R$215 por adulto para 1 dia. O passaporte para 3 dias custa R$230 e para 7 dias custa R$260. Ou seja, vale a pena ficar mais tempo. Atenção, observar que o parque fecha às 4as feiras. Pois bem, achamos o parque muito organizado e bonito, as atrações bem divertidas e para todas as idades. Ficamos 4 horas seguidas subindo escadas para descer nos toboáguas, com bóia, sem bóia, de dois, de quatro, sozinho. Bem legal! Eles alugam armários por R$25 (tem que deixar mais R$25 de caução pela chave) e te dão um cartão para consumo que você coloca o valor que quiser. Cobram R$5 de caução do cartão. Se você carregar o cartão com dinheiro ou débito, eles devolvem tudo que sobrar e mais as cauções. Se usar cartão de crédito eles descontam 6% na hora de devolver. Almoçamos no restaurante do parque (R$92/kg), mas não achei que valeu à pena. Caro e a comida não é lá essas coisas. Na verdade, tudo dentro do parque é bem caro. Churros de R$11, pipoca nessa faixa também, enfim, o esperado. O parque fecha às 17h. Na saída ficamos circulando pela vila que tem nas proximidades do parque. Tem lojinhas e quiosques de comida. Depois percebemos que estavam passando um filme ao ar livre e acabamos assistindo Smurf! (adoro o Gargamel!) Depois comemos nos foodtrucks da vila e voltamos pro hotel. Canoa Quebrada No dia seguinte rumamos para Canoa Quebrada, umas 2h de viagem. No caminho fomos combinando com o bugueiro Alexandre que haviam nos indicado. Chegamos na cidade, fizemos check in no hotel Tranquilândia (pertinho da Broadway, que é a rua de pedestres que tem os restaurantes e lojinhas). Gostamos bastante do hotel, apesar de um certo incidente com um inseto! São chalés bem fofinhos. Tem uma piscina grande, e dela você enxerga o mar. O café da manhã é muito bom e a comida do restaurante também. Fizemos check in e o Alexandre já estava lá pra fechar o passeio. Como foi em cima da hora ele não conseguiu um casal para dividir o passeio de Ponta Grossa. Acabamos fazendo sozinhos e pagando R$230. A primeira parada é para ver o símbolo de Canoa Quebrada pintado numa falésia da praia. Nesse momento a maré estava baixa (necessário para se chegar a Ponta Grossa) e algumas lagoas se formaram na areia. Deve ser uma delícia tomar banho nelas, mas não tivemos tempo. Seguimos pela praia para ver as falésias de várias cores. Chegamos em Ponta Grossa e lá fizemos o passeio que o barquinho (R$15 por pessoa) leva para nadar com os peixes, observando-os com snorkel e máscara. Não demos tanta sorte com a maré, que estava um pouco mais alta que o ideal e com bastante ondulação. Vimos alguns peixes pequenos que os marinheiros atraem com carcaças de lagosta, mas pelas desculpas que eles deram, geralmente o passeio é mais interessante. Na volta paramos na barraca Pantanal para uns petiscos e depois o Alexandre disse que nos faria um extra, levando na duna do pôr do sol para assistirmos ao fim do dia. Com isso, voltamos correndo bastante no bugue. Chegamos na duna em cima da hora, mas conseguimos ver. Ele nos esperou e depois deixou na pousada. Tomamos banho de piscina e depois de chuveiro, e fomos caminhando para a Broadway jantar. São vários restaurantes e vários vendedores tentando te convencer a entrar. Um pouco de assédio demais. Escolhemos um restaurante, o Pizza Nossa. Pedimos espaguete a bolonhesa (R$20) e espaguete com camarão (R$50). Estava muito gostoso! No dia seguinte, poderíamos ter feito o outro passeio de bugue, que passa nas dunas e tem esquibunda, tirolesa e rapel. Com duração de 1h30 o Alexandre disse que faria pra gente por R$120. Mas estávamos cansados e preocupados com o horário, então decidimos fechar com a praia mesmo. Fomos caminhando até a barraca Bom Motivo. Chegamos cedo e o atendimento ainda não estava a todo vapor. Tomamos banho de mar e voltamos pra fazer check out e pegar a estrada. No hotel nos informaram que tem duas barracas mais distantes e mais estruturadas (Antônio Côco e Chega Mais) que fazem o transfer dos clientes de bugue do hotel até lá e vice versa, mas acabamos não conhecendo essas. Voltamos para Fortaleza na esperança de dar uma circulada no centro antes de ir pro aeroporto, porém, por ser feriado, tudo estava fechado, inclusive o Mercado Central. Acabamos chegando mais cedo no aeroporto, o que foi ótimo pois conseguimos adiantar o vôo para um direto! E assim terminou nosso delicioso passeio no Ceará!
  23. Oi, gente! Estou por aqui novamente com mais um relato. Espero que gostem e aproveitem, qualquer coisa é só perguntar que respondo com o maior carinho... (Adoro) Vou começar com JERICOACOARA! Um Lugar que não esquecerei JAMAIS! Nosso foco na viagem pro Ceará foi justamente Jeri (carinhosamente chamada por todos). Viajamos em Outubro meu marido e eu. Primeiro Dia Saímos de Guarulhos voando TAM, voo direto pra Fortaleza. Chegamos meia hora antes do previsto. Comemos algo no aeroporto e fomos direto procurar transporte pra Jeri! O Transporte pra Jericoacoara Pesquisei muito sobre isso aqui no mochileiros e o que mais vi foi sobre as cias de ônibus Redenção e Fretcar. A Redenção NÃO tem mais linha pra Jeri então só restou a Fretcar com horários limitadíssimos! as 08:00 da manhã ou as 19:00hrs. R$58,00 incluído a jardineira de Jijoca até Jeri. Chegamos 13:00 hrs não queríamos esperar tanto tempo e fomos procurar outro meio pra chegar até lá. Chegamos no guichê de informações do aeroporto e perguntamos pra atendente sobre outro tipo de transporte e ela falou que poderíamos ir de 4x4, que por sorte ele estava saindo pra lá! Negociamos com o Marcel (motorista) 100,00 por pessoa, uma diferença de 80,00 mais que valeu muito a pena! 5 longas horas de viagem e ele nos deixou na porta da pousada. Contato: (88) 9956-0419 ou 8813-5593 Ficamos hospedados na MASAI MARA. Pousada Masai Mara Amei! Situada na Rua Principal, é um pousada aconchegante,limpa, com ótimo atendimento,piscina deliciosa e um café da manhã delicioso. Todos os dias pães, tortas, bolos, tudo fresquinho e caseiro... Tudo de bom! Recomendo muito e melhor ainda o preço R$170,00 por noite, em Jeri é difícil achar algo Bom e Barato, pra quem quer economizar tem outras opções inclusive um hostel. Gosto de frisar essas coisas porque indicação é tudo e quando é bom faço de questão de recomendar e quando é ruim tb faço questão de NÃO RECOMENDAR kkkk Chegamos 20:00 horas, tomamos um banho e fomos conhecer Jeri. A Vila Jeri é composta por poucas ruas as mais movimentadas são a do forró e a principal. Portando todas são bem próximas uma das outras, tudo pertinho. Toda de areia, esqueçam qualquer tipo de sapato fechado ou de salto, lá é só chinelo e uma rasteirinha... Opções pra comer tem de monte, porém os preços são bem salgadinhos, em relação a Fortaleza. Nos relatos pediram pra levar lanterna e repelente. A lanterna será útil se voltar de madrugada pois escurece um pouco, mais não fica um breu, da pra enxergar de boa. O repelente eu levei mais nem abri, não vi nenhum mosquitinho kkkk vai ver é de época né? Mesmo assim prevenir é o melhor remédio. Jantamos no Restaurante Rústico e Acústico, um camarão a moda da casa... Gostoso! Aliás lá todo mundo tem mania de indicar um restaurante e se vc for ganha caipirinha ou suco. Segundo dia Acordamos cedinho, e fomos dar uma volta, conhecemos a praia de jericoacoara e a da malhada. E já fechamos o passeio com o bugueiro Denílson para as lagoas. Adorei o Denílson, alegre, comunicativo, colocava um reggae e íamos embora kkkk, fazia questão de parar em todos os lugares pra tirar fotos, indico demais (041)(85)96602711 ou vá direto pra cooperativa de bugueiros de Jericoacoara! Pedra Furada Primeira parada, o bugueiro nos deixou na praia e fomos caminhando até a Pedra. Fomos cedo então a maré estava baixa e conseguimos "entrar" na pedra... Lindo lugar! O Cartão postal de Jeri! Preá Saímos da pedra furada e passamos pela praia do Preá, bonita e deserta! Boa para fotos. Arvore da Preguiça Uma árvore muito doida, caída... Gera ótimas fotos. Lagoa Azul Linda! A gente atravessa por um balsa ( do Corinthians) ameii rs!!! Você pode colaborar com R$5,00 mais não é obrigatório. Água clarinha, fresquinha, com redinhas... Aproveitamos pra tomar um gelada e curtir o visual, ficamos pouco pois o nosso destino era a Lagoa do Paraíso. Lagoa do Paraíso O Próprio nome já diz! Simplesmente linda e perfeita, o meu lugar predileto de Jeri. As redinhas dentro da água, é inexplicável, da uma sensação de caribe! haha Ficamos a tarde inteira lá! Parque Nacional de Jericoacoara Voltamos pelo Parque, subimos e descemos muitas duna "com emoção". Duna do Por do Sol Chegamos a tempo de ver o por do sol na duna do por sol rs PARA TUDO! Visual deslumbrante... O por do sol mais lindo que eu já vi na vida até hoje! Lá em cima venta muito e voa muita areia q até dói rs, mais no final vale muito a pena. A noite caminhamos pela vila e jantamos no Restaurante Sapão, muito bom por sinal. Passeio Tatajuba Saímos cedo para mais um passeio! Mangue Seco Essa foi nossa primeira parada, rápida, tiramos algumas fotos e seguimos. Passeio do Cavalo Marinho Eu estava super ansiosa pra ver o cavalo marinho rs a gente para num rio veste os coletes salva-vidas e vai em busca do cavalo marinho... O valor R$10,00 se não ver não paga rsrs. Vimos dois Depois do Cavalo Marinho passamos por várias Dunas, entre elas a do Funil de 80 metros... De lá fomos relaxar... Lagoa da Torta Não tão bonita como a do Paraíso, mais refrescante e também com redinhas pra relaxar. Andamos de caiaque e resolvemos almoçar. Ao contrário das outras lagoas aqui se tem o melhor cardápio pra almoçar, o cardápio ao vivo... Muito bom! A noite comemos um lanche no Trailer da tia mocinha, simples porém gostoso. Lagoa do Paraíso (de novo) Simmm! Gostamos tanto do lugar que resolvemos voltar, dessa vez fomos de D20, um transporte muito comum, bem mais barato que o bugguy, leva direto na lagoa, R$10,00 por trecho. Quando quiser ir embora é só ficar na avenida q passa uma atrás da outra. Praia de Jericoacoara Saimos da lagoa e fomos pra lá, umas das praias mais bonitas q já vi... Ambiente super agradável, mar calminho e limpo. No fim da tarde fomos mais uma vez ver o espetáculo do por do sol. Barracas de Caipirinha (praia de Jericoacoara) Depois do por do sol é de lei descer pela praia e parar nas barraquinhas de caipirinha, tem de todo o tipo! Uma delícia... Indico a Quero Drink todos os dias batíamos ponto lá rsss. A noite pizza no Dellacasa - recomendo. Nosso último dia em Jeri levantamos cedo e fomos aproveitar na praia, pois as 15:00hrs saía a jardineira pra Jijoca e de lá seguiríamos para Fortaleza pela Fretcar R58,00. Acontecimento engraçado: Nossa jardineira atolou kkkk imagina todo mundo descendo e empurrando? Foi isso q aconteceu, no fim deu tudo certo. Fortaleza Chegamos as 21:00 hrs, descemos na Av Beira mar do ladinho do nosso Hotel em Meirelles. Oasis Atlântico Fortaleza São dois Hotéis com o mesmo nome um de 4 estrelas e o outro 5 estrelas. Achei o preço bem convidativo, em relação a localização e também ao conforto. Fiquei no de 4 estrelas, porém o café da manhã é o mesmo para todos, café da manhã maravilhoso, tem TUDO o que se imagina. A Piscina é deliciosa. Eu queria muito ficar em frente a praia Meirelles e em frente a feirinha de artesanato, por isso nem procurei outras opções, mais tem muitas e mais baratas. Valeu cada centavo. Feirinha de Artesanato Tudo de bom! Enormeee tem de tudo... Local animado, vai até as 23:00hrs todos os dias. E o melhor q ficava em frente ao meu Hotel, então bati ponto todos os dias lá rs Meirelles Adorei o lugar! Tranquilo, seguro, com muitas opções de bares, restaurantes... Dizem que o mar é poluído, mais os nativos dizem que não é, que simplesmente é marketing para os turistas visitar as praias vizinhas, porém não me arrisquei. rss Caminhamos pela beira-mar e fomos procurar um lugar para jantar um camarãozinho, ficamos na Barraca do Brasil. Fiquei de cara com os preços na beira-mar tudo muito barato em relação a Jericoacoara... Praia do Futuro De manhã fomos procurar transporte para a praia do futuro. A beira-mar tem um ônibus que passa toda hora com ar-condicionado e tudo R$2,00 e é nele que fomos. Chega em 10 ou 15 minutos e deixa em frente a Crocobeach, a "barraca" maior e mais estruturada da praia do futuro. Ficamos por lá mesmo o dia todo, a cerveja é barata, comida nem tanto... Adorei ficar por lá, o mar estava bem bravo, ao entardecer vai ficando mais calminho. A Noite comemos uma Pizza Hut e demos uma volta pela Beira-mar. No outro dia fomos novamente a praia do futuro, preferimos almoçar em Meirelles, dessa vez na barraca Holanda e ficamos a tarde refrescando na piscina do Hotel. Tivemos só 2 dias em Fortaleza pois nosso foco foi Jeri, espero voltar um dia pra conhecer melhor! E também as redondezas. Conclusão: Mais um viagem perfeita, Jericoacoara me encantou de uma tal maneira, como diz a música, com suas lagoas fresquinhas de águas cristalinas... Vir embora dói viu? rsss Fortaleza o pouco que deu pra conhecer gostei bastante, uma capital como outra qualquer porém com lugares bonitos e estruturados. Até a próxima, espero que não demore! Fiquem a vontade pra perguntar e tirar dúvidas...
  24. TEXTO: CLAUDIA SEVERO FOTOS: SILNEI LAISE Rústica, única, especial, sem energia elétrica ou telefone ... estrangeiros e brasileiros com seus mochilões chegando aos poucos, acomodando-se em casas de pescadores, compartilhando de sua vida simples e vivendo em plena harmonia em uma das mais belas praias do planeta. Era assim Jericoacoara nos anos 80... [flickrslideshow] [/flickrslideshow] Hoje a praia-vila ainda tem o título de umas mais belas do planeta, recebe mochileiros de várias partes do Brasil e do mundo e ampliou seu leque de turistas; agências de turismo e independentes de todos os tipos aportam no local que há seis anos tem energia elétrica, conta com lojinhas mais sofisticadas e construções aos pés de suas dunas. Sua gente, é cearense, paulista, mineira, estrangeira... Seus pescadores, bem... muitos trocaram suas redes e barcos por buggys para atenderem aos turistas. Mas Acalme-se! Jeri, como também é conhecida, não perdeu o encanto. A beleza cênica da região conta com dunas fixas e móveis, lagunas, falésias, mangues, lagoas permanentes e lagoas interdunares (que se formam com as águas das chuvas). Além disso é um ótimo ponto pra baladas. Pra quem quer algo mais "globalizado": Uma das pedidas é o Planeta Jeri (bar de um viajante inveterado de Fortaleza, o Itamar) e seu perímetro de cerca de 500 metros. Próximo à beira da praia, lá está a "muvuquinha" local. O bar da Pousada Calanda, que infelizmente fecha às 22h é uma história a parte, principalmente se você cruzar com o proprietário que vai adorar falar sobre suas mochiladas pelo mundo (ele é o suíço Urs, ou Urso como alguns o chamam, casado com uma brasileira de Salvador, de família africana, a Tatiana - esse é um ponto backpacker!!!) A pousada promove tradicionalmente o Luau da Calanda nas noites de lua cheia, não dá pra perder. Outro lugar pra curtir é o Mama África (sim, com o nome igual ao bar de Cuzco, no Peru), com um som diferente do que você espera ouvir em Jeri o bar agrada a gregos e troianos. Rumba, rock, salsa, regados à cerveja e aos coquetéis preparados no local. Na hora que pintar aquela fome não deixe de experimentar o Donner Kebab, lanche árabe, especialidade da casa. O Mama África funciona às quintas-feiras com banda ao vivo. Já nos domingos das 22:30h as 4h rola Blues. Querendo algo mais regional? Adivinhe: Forró! Regionalíssimo não é o forró universitário, "pé de serra" que virou moda em todo o Brasil. As noites de sábado e quarta é só no "rala coxa e arrasta pé"! Mochileiramos de mais o papo? Bem, a área onde está a vila de Jericoacoara, pertencente à cidade Jijoca de Jericoacoara, e é uma APA (área de proteção ambiental). Seu entorno faz parte do Parque Nacional de Jericoacoara, criado em 2002. Segundo moradores a primeira medida dos órgãos oficiais foi coibir a pesca predatória no local; somente há dois anos as construções foram liberadas na APA (por isso verá muitas pousadas novas e prédios em obra). A vila ainda não conta com saneamento básico, também conforme informações de alguns moradores a verba para tal trabalho já veio e ninguém sabe onde foi parar! Outra coisa que certamente o deixará decepcionado é o lixo que se acumula na frente dos comércios e casas da vila. Um caminhão leva periodicamente o lixo para Jijoca porém não há uma organização ou coleta seletiva que além de beneficiar o meio ambiente despoluiria, visualmente e olfativamente falando, as ruas de areia do local. Em Jeri existem quatro ruas principais (Principal, São Francisco, do Forró e Novo Jeri, também conhecida como rua das Dunas) quase paralelas. Três delas terminam no mar. Há outras pequenas travessas, tudo rigorosamente de areia. Por lá circulam veículos 4x4, buggys, motos e vacas! Há planos de criação de um estacionamento na entrada da vila e com isso somente moradores com garagem poderão entrar com carro no local. Torceremos para que isso aconteça de fato! Problemas à parte, Jericoacoara segue sendo um dos "destinos imperdíveis do mundo". Suas ruas de areia cintilam com o luar (há energia elétrica, mas graças ao deus do bom senso, não instalaram postes no local) e o por-do-sol de cima da duna (do) Por-do-sol é um espetáculo de "intensa" beleza. Contemplar o sol deitar sobre o mar é algo quase que religioso em Jeri. Confesso que cheguei a pensar: puxa, mas eu tenho que ir até o topo da duna pra ver esse por-do-sol que daqui de baixo já está mais que belo só porque todos que vêm à Jeri o fazem? Sim suba lá garota! Parece que algo me chamou e não foi a insistência do fotógrafo! A subida é leve e o espetáculo não fica só por conta do sol - está nos rostos emocionados que estão no local, no mover da areia, no vento, nas cores que mudam conforme o baixar do sol, na calmaria do imenso mar e até no mastigar inevitável de areia!!! Outra atração é a Pedra Furada. Interessante formação esculpida pela ação do vento e do mar. Na maré baixa o acesso ao local é um passeio pela praia (cerca de 30 minutos). Em junho o sol se põe no "furo" da pedra, sendo mais um espetáculo local. Jericoacoara é mais conhecida internacionalmente que a própria capital do Estado do Ceará, Fortaleza; mas o que poucos sabem é que em suas proximidades além de praias e dunas há ainda mais atrativos. Não deixe de ver: Lagoa Azul - água transparente e tépida é pra ficar horas apreciando tudo que há a sua volta. Só algumas cadeiras plásticas de um bar instalado no local interferem na beleza da lagoa, mas tomando uma cervejinha ou uma água de coco por lá dá para "deixar pra lá". Lagoa Paraíso ou Lagoa da Jijoca - belíssima. Um dos pontos mais privilegiados está em frente à Pousada do Paulo (do casal Paulo e Fernanda, italiano e paulista respectivamente) que também abriga um centro de Windsurf (instrutores/curso, aluguel de equipamento, guardaria de pranchas etc) e um restaurante pra lá de aconchegante. Boa música e um bolinho de macaxeira que é dos deuses. Visitamos as lagoas em uma D20 (Chevrolet) com o guia Neguinho, como prefere ser chamado o Gilmadson. Há também opções de buggy independentes ou da Jeri off road (http://www.jeri.tur.br). Preços entre R$ 70 e R$ 120 (o buggy ou D20 + guia, portanto se dividir com mais algum viajante, dá pra economizar bem). Somente esses tipos de carros circulam no local (o caminho é de areia fofa). A Lagoa Paraíso tem acesso por carro não tracionado e a opção é via as pousadas que beiram a lagoa. Tatajuba - (já faz parte do município de Camocim) o caminho para a vila que desapareceu coberta de dunas já vale antes de chegar ao destino final: Praias (Preá e outras), mangue já seco, a travessia de balsa do Guriú e o "metralhar" da dona Delmira contando lendas de luzes e vozes nas noites sobre as dunas e como a vila desapareceu e como era no tempo em que seu pai era "moço". Tatajuba ainda é preservada e ainda tem uma lei rigorosa por exemplo com relação à construções (é preciso morar no local alguns anos para poder por exemplo, construir uma pousada). A vila dotada de igreja, praça e muita areia esconde entre suas dunas lagoas verdes, carnaubais e um misto de mistério e encanto que só é quebrado pelo vai e vem de buggys carregando turistas. O acesso ao local só é possível neles ou em carros 4X4 e com guias experientes. Utilizamos os serviços da Jeri off road, mas também há bugueiros fazendo o trajeto; certamente você será abordado por vários em sua estada em Jeri. Preços entre R$ 120 e R$ 150 (o buggy + guia, portanto se juntar mais uns viajantes, dá pra economizar bem). Além destes passeios, a Jeri off road (http://www.jeri.tur.br) também oferece expedições em carros off road para o Delta do Parnaíba (já no Piauí) e Lençóis Maranhenses (MA), além da costa cearense pelas praias. Como Chegar Fortaleza é a cidade base para quem quer chegar a Jericoacoara, a partir de lá as opções são as seguintes: De Ônibus + Jardineira 4x4 No terminal rodoviário de Fortaleza, você paga só uma passagem pela Viação Redenção; vai de ônibus até a Vila do Preá ou Jijoca e de lá embarca na Jardineira(Caminhão 4X4). São aproximadamente 7h de viagem. De Carro até Jijoca + Buggy ou caminhonete até Jeri A melhor opção é ir pela BR 222, até chegar próximo a entrada de Sobral, siga pela CE 178 até Jijoca de Jericoacoara. Se chegar pela manhã, deixe o carro estacionado na cidade e siga de Buggy ou caminhonete para Jericoacoara. Caso chegue a tarde a dica é passar uma noite na Pousada do Paulo e aproveitar a manhã na Lagoa do Paraíso ou fretar uma caminhonete até Jeri. De Buggy ou 4x4 c/ ar condicionado pela praia A associação de Bugueiros de Jericoacoara faz todo o trajeto pela praia. Pelo mesmo preço você pode fazer o memo percurso só que com uma caminhonete 4x4 importada com ar condicionado pela Jeri Off Road. Jeri Off Road (http://www.jeri.tur.br) / Onde ficar Em Jijoca de Jericoacoara Pousada do Paulo - confortáveis chalés na área mais privilegiada da Lagoa Paraíso. Em Jericoacoara Pousada Calanda - bem perto da duna (do) Por-do-sol, tem um clima "alto astral". Oferece bar e restaurante. Pousada Bangalô - um clima de "sua casa em Jeri", paira sobre a pousada que tem quartos amplos e simples. Pousada do Serrote - chalés com quarto, sala e cozinha equipada instalados em ampla área verde com piscinas adulto e infantil e restaurante. Espaço Nova Era Pousada e Pousada Cajú - ambas têm amplos chalés instalados em vasta área verde; é pra quem quer ter uma "ultra privacidade" pois os chalés são bem distantes um do outro. Pousada Papaya - bem em frente à duna (do) por-do-sol, oferece amplos apartamentos e novas instalações. Pousada Tirol (Albergue da Juventude) - Diárias a partir de R$ 20 em quarto coletivo. Há também a opção em área coberta (telhado em folhas de carnaúba) de barracas equipadas com colchão e luz a R$ 10 por pessoa. Em Tatajuba (Nova Tatajuba) Pousada Verde Folha - quatro chalés instalados a poucos metros de um rio que forma um dos pontos mais belos do local. Tel: (0xx88) 9962-8332. Onde comer Na Lagoa do Paraíso (Lagoa de Jijoca) Restaurante da Pousada do Paulo - oferece massas e pratos com frutos do mar, além de porções. Experimente o bolinho de macaxeira com Queijo...Hummm! Em Jericoacoara Restaurante e Pousada Calanda - Refeições e Petiscos. Boa opção para ver o pôr-do-sol tomando uma cerveja gelada! Tudo na brasa - grelhados. Boa qualidade e decoração aconchegante. Fica na rua principal. Jeri'ngonça - lanches e assados. Picanha Argentina por quilo!!!. Também na rua principal. Restaurante Mandacaru - bom pra quem quer um restaurante com comida boa e preço acessível. Rua São Francisco. Taverna - uma das melhores pizzas do Brasil. Também oferece café expresso. Rua Principal, próximo à praia. Não deixe de experimentar a Putanesca!!! Café Brasil - peca no horário de funcionamento, mas é conhecido em todo o mundo e oferece saborosos lanches e sucos. Fica no "beco" entre a rua São Francisco e a do Forró. Café com leite - na rua principal. Serve café da manhã, sucos e lanches. Padaria Sto Antônio - a padaria mais alternativa do Brasil, só funciona das 02h as 07h da manhã. É o ponto para se alimentar depois da balada. PF Claro que como em todo lugar, há algumas opções de PF. O "Cantinho do PF" é um lugar bastante simples onde os trabalhadores locais almoçam. Tem boa comida. Experimentamos alguns outros que não é possível nem citar o nome (já pode imaginar como foi a experiência não?!)
  25. Alguém que já foi pra Jericoacoara e visitou outros lugares, além da Pedra Furada e da Lagoa Azul, pode me dizer quais são esses outros destinos? Estou indo semana que vem para lá. Mas quero saber outros lugares que eu possa visitar. Pois no TripAdvisor aparece apenas estes.
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