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  1. Finalmente, depois de um longo e tenebroso inverno, mais um relato! Não é um dos locais mais turísticos, mas vamos lá! Vale Europeu DDD (47 - Nova Trento 48) Período: 17 a 24/02/2018 Cidades: Blumenau, Pomerode, Indaial, Ascurra, Rodeio, Timbó, Brusque, Nova Trento, Botuverá O Vale Europeu é caracterizado pela colonização europeia, principalmente alemã e italiana que se revela na arquitetura, gastronomia e manifestações histórico-culturais que são relatadas em museus e celebradas em festas típicas como a Oktoberfest. Além disso, a indústria têxtil movimenta o turismo de compras. O turismo religioso também é expressivo, destacando-se o Santuário Santa Paulina, dedicado à primeira santa brasileira, que é o segundo destino religioso mais visitado do país (o primeiro é Aparecida do Norte). Outro forte segmento é o ecoturismo pelos morros, vales, rios e cachoeiras que proporcionam a prática de trilhas, rapel, cascading, canyoning e voo livre. Sobressai-se também o ciclismo com o Circuito de Cicloturismo do Vale Europeu que tem 300 km de percurso e passa por nove municípios com início e fim em Timbó. O Circuito de Caminhante do Vale Europeu passa pelas mesmas 9 cidades com um roteiro de 220 km e início e fim em Indaial. Outro projeto é o Acolhida na Colônia com enfoque no agroturismo ecológico que oferece hospedagem, alimentação e atividades como pescaria e cavalgada, além da oferta de produtos artesanais. Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Ficamos hospedados no centro de Blumenau. Obs.: ATENÇÃO: Não possuo nenhum vínculo com hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram obtidas de guias ou funcionários de CITs ou são provenientes de pesquisa. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade e/ou outras fontes idôneas e confiáveis, como sites oficiais do governo ou órgãos de ensino/pesquisa, se os dados são atualizados e/ou verossímeis. Verifique também as datas dos relatos; algumas informações permanecem válidas com o passar dos anos, porém outras são efêmeras. Esse site não se propõe a ser um guia turístico, trata-se apenas de um relato de viagem e um apanhado de observações, experiências vivenciadas e opiniões de cunho pessoal que não têm a pretensão de ser uma verdade absoluta, pois retratam apenas uma faceta ínfima do diversificado e amplo universo histórico e cultural que um destino de viagem proporciona. Vá, experimente, vivencie e encontre a sua verdade. Índice A cidade Como chegar Quando ir Onde ir em Blumenau Onde ir em Pomerode Onde ir em Indaial Onde ir em Ascurra Onde ir em Rodeio Onde ir em Timbó Onde ir em Brusque Onde ir em Nova Trento Onde ir em Botuverá Onde ficar Onde comer Dicas (Contatos úteis, Postos de Informações Turísticas, Fontes, Receptivos Turísticos e Dicas) Mapas Sugestão de roteiros Relato de viagem **************************************** Nanci Naomi http://nancinaomi.000webhostapp.com/ Trilhas: Grupo CamEcol - Caminhadas Ecológicas Taubaté Relatos: 15 dias em SC: - fev/2018 - Parte 1: Vale Europeu | Parte 2: Penha Paraty e Ilha Grande - jul/2015 - Parte 1: Paraty | Parte 2: Araçatiba e Bananal | Parte 3: Resumão das trilhas 3 dias em Monte Verde - dez/2014 21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro 11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo 21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi 21 dias em SC - jul/2012 - Parte 1: Floripa | Parte 2: Garopaba | Parte 3: Urubici | Parte 4: Balneário Camboriú 8 dias em Foz do Iguaçu e vizinhanças - fev/2012 - Parte 1: Foz do Iguaçu | Parte 2: Puerto Iguazu | Parte 3: Ciudad del Est 25 dias desbravando Maranhão e Piauí - jul/2011 - Parte 1: São Luis | Parte 2: Lençóis Maranhenses | Parte 3: Delta do Parnaíba | Parte 4: Sete Cidades | Parte 5: Serra da Capivara | Parte 6: Teresina Um final de semana prolongado em Caldas e Poços de Caldas - jul/2010 Itatiaia - Um fds em Penedo e parte baixa do PNI - nov/2009 Um fds prolongado em Trindade e Praia do Sono - out/2009 19 dias no Ceará e Rio Grande do Norte - jan/2009 - Parte 1: Introdução | Parte 2: Fortaleza | Parte 3: Jericoacoara | Parte 4: Canoa Quebrada | Parte 5: Natal 10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis - jul/2008 De molho em Caldas Novas - jan-2008 | Curtindo a tranquilidade mineira de Araxá – jan/2008 Mochilão solo: Curitiba e cidades vizinhas - jul/2007 Algumas Cidades Históricas de MG - jan/2007 - Parte 1: Ouro Preto | Parte 2: Tiradentes 9 dias nas Serras Gaúchas - set/2005 - Parte 1: Gramado | Parte 2: Canela | Parte 3: Nova Petrópolis | Parte 4: Cambará do Sul
  2. Para mim é algo realmente complicado traduzir em palavras os momentos vividos nos dias da minha viagem. Viagem esta que não se traduz num simples mochilão ou turismo de longa duração. Foi o encontro de uma pessoa comum com seu sonho de andar por terras que tanto o inspiraram, terras mãe da esperança, terras de homens e mulheres feitos de histórias e de coração, corações gigantescos. O sentimento que fica depois de quase seis meses na estrada é o de gratidão, do agradecimento as infinitas pessoas que ajudaram esse pobre viajante das mil e uma maneiras possíveis, para vocês meu muito obrigado. Foto 1 - A companheira de viagem Tinha uma vida igual a tantas outras, era bem razoável por sinal, mas a vontade de caminhar e estar frente a frente com o novo me atormentava todos os dias. Queria conhecer com meus olhos as diferenças, os sotaques, as comidas, as belezas. Desejava não ter pressa, fazer tudo no seu tempo necessário, não estar preso a rotina dos dias e principalmente aprender. Sim, aprender, não com fórmulas prontas e nem sentado dentro de uma sala de aula. Queria aprender com experiências. Queria conhecer pessoas. De alguma forma queria fugir da minha vida cotidiana, não por ela ser ruim, mas pelo desejo de se conhecer e assim, quem sabe, voltar uma pessoa melhor. Quando esse sentimento passou a ser insuportável decidi que tinha que partir. Por um ano ajuntei algum dinheiro, queria ficar seis meses na estrada. A grana não era o suficiente, mas suficiente era a minha vontade. Dei um ponto final no trabalho. Abri o mapa e não tinha ideia por onde começar. Decidi não ter um roteiro, apesar de ter muitos lugares em que eu queria estar. Assim começa a minha história (poderia ser de qualquer um). O relato está dividido da seguinte forma: Parte 1: de Rio Claro ao Vale do Itajaí Parte 2: Cânions do Sul Parte 3: de Torres a Chuí Parte 4: Uruguai Parte 5: da região das Missões a Chapecó Parte 6: Chapada dos Veadeiros e Brasília Parte 7: Chapada dos Guimarães Parte 8: Rondônia Parte 9: Pelas terras de Chico Mendes, Acre Parte 10: Viajando pelo rio Madeira Parte 11: de Manaus a Roraima Parte 12: Monte Roraima y un poquito de Venezuela Parte 13: Viajando pelo rio Amazonas Parte 14: Ilha de Marajó e Belém Parte 15: São Luis, Lençóis Maranhenses e o delta do Parnaíba Parte 16: Serra da Capivara Parte 17: Sertão Nordestino Parte 18: Jampa, Olinda e São Miguel dos Milagres Parte 19: Piranhas, Cânion do Xingó e uma viagem de carro Parte 20: Pelourinho Parte 21: Chapada Diamantina Parte 22: Ouro Preto e São Thomé das Letras Parte 23: O retorno e os aprendizados O período da viagem é de 01/10/2015 a 20/03/2016. De resto não ficarei apegado nas datas exatas em que ocorreram os relatos que irão vir a seguir, tampouco preocupado em valorar tudo. Espero contribuir com a comunidade que tanto me ajudou e sanar algumas dúvidas dos novos/velhos mochileiros.
  3. Olá!! Hello! Hola!! Pra quem gosta de cerveja artesanal, tem que conhecer Blumenau e Pomerode! Lá tem diversas cervejarias e cervejas pra todos os gostos! Mas não é só isso. Conheci Blumenau em Outubro/17. Fiquei na pousada do Gaudino, que é muito bem estruturada, limpa e próximo do Parque onde tem o Morro do Spitzkopf (nome alemão). Na estrada pro Morro você passa por uma vila bem tradicional alemã, como é da cultura, muito bem cuidada. Chegando no parque você paga uma pequena taxa (acho que 10 pila) e pode fazer a trilha de subida ao morro e as trilhas das cachoeiras. Tem uma senhorinha que cuida lá, ela é da Polônia (ou algum lugar por lá). 1. Morro do Spitzkopf : pra subir leva cerca de 2:30 horas, em ritmo leve. Dá pra beber água da subida (pelo menos bebi e não acontece nada haha). Logo na primeira parte a trilha é uma estradinha, depois vira trilha mesmo. Dá pra ouvir muitos pássaros, alguns eu nunca tinha ouvido. Chegando no topo o visual é deslumbrante! Bom pegar um dia aberto. 2. Cachoeiras : descendo o morro, depois você pode fazer as trilhas das cachoeiras, eu fiz 3. Todas perto, cerca 15 min a 30. Em duas delas dá pra tomar banho. Uma delas é bem funda e perigosa. Passei umas 7 horas caminhando no parque, tem coisas pra fazer todo esse tempo. 3. Pomerode: saindo de Blumenau fui a Pomerode, é uma cidadezinha muito aconchegante. Fui fazer um pedal com o pessoal da Seledon, muito profissionais. Saimos da cidade, fazendo 30 k na estrada de chão. Até uma casa bem antiga e típica alemã, e conhecemos duas cachoeiras lindas no interior. Simples, fácil e muito massa. Dá pra fazer sozinha (como maior parte das viagens) Fotinhas logo ali.
  4. Um fim de semana livre, milhas vencendo... peguei uma mamata pela Gol (3000 milhas na ida) e na Latam (3500 milhas na volta) saindo de SP e indo para Joinville. Como o tempo era escasso pensei em ir direto para Pomerode e curtir somente uma cidade para não ficar na correria e cansaço de vários deslocamentos... até descobrir que só tem dois horários de ônibus ligando as duas cidades( 09h30 e 16h saindo de JOI), e um deles sairia bem depois do meu voo ter pousado pela manhã... O próximo só sairia às 16hs (chegando em Pomerode às 18h10), mas por sorte consegui achar um BlaBlaCar saindo às 14hs. Mercado Municipal de Joinville No aeroporto chamei um Uber para me levar ao Mercado Público de Joinville (a corrida deu 32 reais, porém na volta exatamente o mesmo trajeto deu 20 reais, não reparei se estava em tarifa dinâmica na ida). Em geral eu gosto pra caramba de mercados municipais/públicos, mas o de Joinville é bem fraquinho. Destaque para uma choperia de nome impronunciável que servia diversos chopes de cervejas artesanais da Saint Bier (o Belgian é sensacional) com preços entre R$ 10 e R$ 12. Tomei uns três e segui para o Museu Nacional de Imigração e Colonização. No caminho passa-se na Rua das Palmeiras, um dos maiores orgulhos da cidade de Joinville e que fica bem em frente ao Museu. A entrada é gratuita, existe uma primeira casa a ser visitada, com um pequeno acervo da Princesa Dona Francisca (filha de Dom Pedro I e irmã de Pedro II), que era a dona das terras onde hoje se localiza a cidade. Não achei muito interessante, até porque nem mesmo existe algum tipo de placa ou cartaz com explicações sobre o acervo. Na parte de trás do Museu as coisas começam a ficar mais interessantes: um grande galpão contendo vários veículos utilizados ao longo da história da cidade (está exposta uma das primeiras bicicletas do Brasil), além de uma casa em estilo enxaimel que foi desmontada de seu local original e remontada na área do Museu. Lá dentro podemos ver e entender como era o cotidiano dos primeiros colonos alemães em terras brasileiras. Saindo dali fui andando à Estação da Memória, que é a antiga estação ferroviária da cidade. Mas antes entrei no supermercado Giassi, onde me surpreendi com o baixo preço das cervejas artesanais (em SP é tudo mais caro!) e comprei uma Merecida da Opa Bier e fui tomando no caminho. Dei uma volta pelos arredores da estação admirando aquela velha beleza (sou fã de estações de trem antigas) mas não entrei no pequeno museu, pois ainda teria que caminhar até a rodoviária e temia não chegar a tempo da carona combinada no Blablacar. Dali da estação até a rodoviária deu uns 20 minutos de caminhada, muito menos do que previ, então com o tempo livre comprei uma Heineken e fiquei assistindo o sorteio dos grupos da Copa do Mundo até a carona do Blablacar chegar. Rua das Palmeiras, vista a partir do Museu de Imigração Casa enxaimel que foi remontada na área do museu Estação ferroviária de Joinville Uma hora e meia depois chegamos ao destino, fui direto ao Pomerode Agradável, local reservado pelo Booking (55 reais, apartamento privativo, com um quarto, sala, cozinha equipada e banheiro). Apezinho bacana e de preço bom, mas o contra é que fica longe do centro e da maioria das atrações turísticas. Só fica perto do Portal Norte, da Casa do Produtor e da entrada da Rota do Enxaimel, que não deu pra conhecer, pois estava sem carro. Fui num mercadinho ali perto, comprei água, brejas e comida e fiquei descansando. À noite fui para o centrinho de Pomerode, visitei a Weihnachtsfest, que é a festa de natal da cidade. Tudo muito, mas muito bonitinho, desde as decorações até a casa do Papai Noel. Destaque para a “Pirâmide de Natal” gigante. Essa pirâmide é uma decoração de natal tradicional nas casas da Alemanha, com uma hélice na parte de cima que gira devido ao calor das velas que fazem parte da própria decoração. O movimento da hélice faz girar todo o conjunto decorativo, bem bacana. Porém, devido ao seu enorme tamanho, a do parque de Pomerode gira com eletricidade mesmo Weihnachtsfest Saindo dali, fui verificar outra grande tradição alemã da cidade: a cerveja! Fui na Schornstein, cervejaria artesanal e neste primeiro dia tomei três variedades de chopp. A Imperial IPA deles é sensacional! Menção honrosa também à Irish Red Ale deles, porém esta última é sazonal e talvez não esteja “em cartaz” quando o leitor por ventura visitar a cidade. Ah, e tinha uma dupla animando o ambiente com um ótimo som. Voz e violão? Não. Sintetizador e duas vozes, a menina cantava pra caramba. Altas versões de clássicos do rock oitentista e noventista. E o melhor, sem a casa cobrar couvert artístico Fui pra casa, aproximadamente 40 minutos de caminhada. Depois de um belo banho, cama. No dia seguinte acordei nem tão cedo e fui tirar umas fotos no Portal Norte da cidade. Este foi construído a mando da empresa Malwee em parceria com a prefeitura (o fundador das malhas Malwee era imigrante da Pomerânia), e é uma réplica exata, centímetro por centímetro do portal da cidade de Stettin, atualmente localizada na Polônia, mas que foi capital da Pomerânia entre 1720 e 1945. Portal Norte Dali fui para a Casa do Produtor, uma típica construção em estilo enxaimel. Neste local vendem-se produtos agrícolas e artesanais de produtores da cidade. Comprei uma cuca de morango (R$ 7). As cucas são uma espécie de pão/bolo tradicional na comunidade germânica. Também tinha muitas compotas e conservas a preço ótimo, mas que não comprei devido ao receio de estourar o volume da mochila na hora de embarcar no aeroporto. Voltei ao apê arrumei a mala, guardei a cuca e segui para o centro. Novamente caminhada de 40 minutos e fiz o checkin no Airbnb. Casa simples, mas bem perto do centro. Fui novamente no Centro Cultural, onde foi montada a decoração de Natal, dei uma volta pelo centro e entrei no Museu Pomerano (R$ 6). Ali pode-se entender toda a história da cidade através de objetos que fizeram parte das famílias fundadoras. Saindo do museu, fui bater um rango. Comer em Pomerode, sobretudo culinária típica alemã pode não ser muito barato. Mas na Torten Paradies tem um Buffet por quilo com vários pratos típicos. Nem vi quanto estava o kg, mas meu prato deu quase 700 gramas e paguei 32 reais. Achei justo, até pela quantidade exorbitante de comidas diferentes que tinha no meu prato. Muita coisa a base de batata e carne suína. Pra acompanhar o einsbein, o famoso joelho de porco, uma cerveja forte da fabricante Bierbaum (R$ 30 – chorei) de Treze Tílias (cidade de colonização austríaca, perto de Chapecó). Esse almoço me deu uma leseira... cansado e com sono fiz uma tríade de compras antes de voltar para o Airbnb e tirar um cochilo, a saber: comprei chocolates na conceituada Nugali, que fica bem pertinho da Torten, depois passei na rodoviária pra comprar a passagem de volta para JOI no dia seguinte (sábia decisão!) e por fim, fui na Pomerode Alimentos pra comprar o famoso creme de parmesão e a lingüiça Blumenau. Depois do descanso fui bater perna novamente, para ir ao Portal Sul, que também é a base da Sec de Turismo (por conseguinte, das informações turísticas). Dá pra visitar o segundo andar do portal, tirar fotos com roupas típicas, comprar souvenir e passeios... não fiz nada disso, só tirei algumas fotos do portal e fui tomar mais umas brejas na Curry Wurst, choperia que fica anexa ao portal. Fiz uma degustação (R$ 13) com cinco tipos de chopp de dois fabricantes diferentes, com uma porção de amendoim inclusa. Depois tomei mais um chopp de IPA e de Weiss. Na mesma praça do portal e da choperia tem o letreiro da cidade (agora virou moda, toda cidade tem), então não passei batido pelo clichê e tirei foto lá também Portal Sul Pomerode Degustação na Curry Wurst Já escurecendo fui para o Pavilhão de Eventos, que rendeu uma boa caminhada já que não é tão perto assim do centro. Estava rolando a Volksfriends, uma convenção de carros refrigerados a ar, sobretudo Fuscas, Brasílias e Kombis. Paguei 10 reais para entrar, lá dentro estava rolando uma discotecagem bacana (uns funks setentistas), tinha food trucks, e a onipresente cerveja Schornstein. E claro, muitos carros antigos. Nunca vi tanto Fusca num lugar só na minha vida! Fiquei um bom tempo ali curtindo um som, comendo umas bobeirinhas e tomando breja artesanal, quando deu 22hs o som parou então voltei à Weihnachtsfest para ver pela última vez a decoração de Natal. Ainda passei na Praça Torgelow para tirar uma foto do monumento que é um tributo aos 180 anos de imigração alemã em Santa Catarina e que foi construído através de um acordo entre as cidades de Pomerode e Torgelow. No domingo de manhã acordei e fui direto para a rodoviária. Para a minha surpresa, o guichê de vendas da rodoviária de Pomerode só abre às 13hs aos domingos (GRAZADEUS eu tinha comprado a passagem no dia anterior!), muito embora tenha ônibus passando antes desse horário na cidade. Saí as 09h15, chegando em Joinville às 11h30. Ainda deu tempo de ir novamente no mercado municipal e tomar uns chopes, só que desta vez a praça em frente ao mercado estava lotada, pois era final da Liga Nacional de Futsal e o time da cidade participava da decisão. Quando saí para o aeroporto estava empatado, depois fiquei sabendo que Joinville foi campeão. Um Uber para o aeroporto demorou uns vinte minutos e custou 20 reais. Às 1h40 embarquei para CGH. Algumas observações: - O único ponto turístico que fiquei com vontade de ir e não consegui foi a Casa do Imigrante. Fica longe do centro, não dava pra ir a pé e com o calor que estava acho que nem mesmo alugar uma bicicleta (40 reais por 4 horas) seria uma boa opção. Mas como visitei o Museu Pomerano e o Museu de Imigração em Joinville, então acho que não tenha feito tanta falta assim - Em Pomerode tem um zoológico bem conceituado e um parque temático sobre dinossauros. Pode ser uma boa atração para crianças, a mim particularmente não interessa muito. - A Rota do Enxaimel começa perto do Portal Norte e pode ser feita de carro, táxi, passeio contratado ou bike. Mas se a grana tiver curta você pode abrir mão desse passeio, pois existem muitas outras casas enxaimel que podem ser apreciadas no trecho entre os portais Norte e Sul. - Só tem BB, Caixa e Bradesco em Pomerode. Não tem nem mesmo um caixa eletrônico da Rede 24 Horas. Então se seu banco não for nenhum desses três citados, saque dinheiro antes.
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