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  1. E ai galera beleza? Então, acabamos de retornar de nosso "mochilinho" pelo Rio Grande do sul e foi surpreendente. Quando minha esposa me disse que queria fazer um mochilão por Gramado e região confesso que torci o nariz, pois se tratar de uma região reconhecida pelo seu grau de 'careza', ainda mais por se tratar do natal luz. E como eu viajo a mais tempo que ela, sabia que seria um desafio e tanto fazer esta viajem sem estourar completamente o nosso orçamento. Mas no fim deu tudo mais que certo e deu para mochilar legal pela serra. Pois bem, vamos a alguns detalhes que nos ajudaram muito durante a viajem e, deixo como dica para os próximos que irão: -A principal delas é sobre os sites de compra coletiva muito usados na serra gaucha (laçador de ofertas, tchê ofertas...); para que vc realmente tenha um desconto real em sua compra vc precisa 'deixar' que o site lhe mande ofertas... Pois estas sim valerão muito a pena. -Compre suas passagens e hospedagem com antecedência. -Fujam do bustour e dos tranfer. durante este relato explicarei os motivos destas recomendações. 1° Dia- Porto Alegre (24/11/2018) Nós somos de uma cidadezinha no interior de São Paulo Chamada Tambaú, então no dia anterior tinhamos pegado um ônibus até a capital para ficarmos na casa de nossos padrinhos para no dia 24 seguirmos viajem. Pegamos nosso voo para Poa em congonhas, fomos de Latam, pagamos $641,70 + $98 de bagagem (2 pessoas), saímos de CGH por volta das 07:30hs, e chegamos a POA as 09:00hs... Estava chovendo em Porto Alegre e, com o aeroporto em obras, tivemos dificuldades para encontrar a entrada do aeromóvel que nos levaria até o metro... Por fim encontramos e pegamos sentido a rodoviária ($3,30 p/p)... Chegando na rodoviária já procuramos o guichê da empresa Unesul para comprar as passagens do dia seguinte para Bento Gonçalves. Estava chovendo muito, e foi um sacrifício para chegarmos a pé até o hostelRock, ($76 quaro duplo com banheiro compartilhado), ainda mais pq o GPS resolveu nos trollar nos mandando para o lado errado. O hostel é bem ok não tem nada de demais mas é bom para quem pretende passar poucos dias em Porto Alegre... E como nós só iriamos ficar 1 foi mais que suficiente. Como estava chovendo muito não pudemos sair de imediato então ficamos no hostel por um tempo e depois fomos para o shopping total ver um filme($12 p/p), pois ficar trancados dentro de um quarto não é muito nossa praia. Quando acabou o filme vimos que a chuva tinha dado uma trégua, resolvemos seguir a pé para explorar a cidade... Como já estava tarde as atrações já estavam fechadas mas mesmo assim fomos dar uma conferida... Depois disso fomos experimentar o famoso lanche de coração de frango de lá, (não é ruim, mas também não é a maravilha que falam, é bem normalzinho), e em seguida pegamos um uber($8,31), pois a região central de Poa a noite não inspira grande segurança, e fomos descansar pois acordaremos cedo no dia seguinte para viajar para Bento. Shopping Total Poetas da praça casa de cultura Mario Quintana O tal lanche com coração de frango (preços na comanda) 2° dia: Bento Gonçalves (25/11/2018). Antes de continuar vale deixar um comentario/ sugestão para se chegar a Bento, se vc é como eu que não pretende alugar carro, nem pagar um transfer caríssimo, o melhor jeito é ir de ônibus. E para que vc não perca muito tempo e dinheiro o melhor é deixar para fazer Bento antes, ou depois de Gramado. Por exemplo nós escolhemos ir antes então o nosso roteiro ficou: Poa- Bento-Gramado... Mas pode ser feito ao contrário. Pois ambas as rotas passarão por Caxias do Sul. Continuando... Acordamos por volta das 3:30hs para pegar nosso ônibus para Bento as 5hs. Foi recomendado para não ir a pé para rodoviária de madrugada então, pedimos um uber ($16,78) e pegamos nosso ônibus da UNESUL para Bento ($71,20 p/2)... Dois detalhes: O 1° é que sai apenas um bilhete para as duas passagens; e o 2° É que o ônibus é o que vai para Carazinho, então é bom se informar na plataforma. A viagem foi tranquila deu para dormir legal, chegamos a Bento por volta das 8hs. Como estávamos de Mochila pedimos para guardar na rodoviária ($7 p/mochila)... Dica importante LEVEM DINHEIRO EM ESPÉCIE. Em seguida fomos a pé para a nossa 1° vinícola: Aurora. Como ela fica na área urbana da cidade pudemos ir aproveitando um pouco do que a cidade tinha para oferecer... Inclusive a famosa fonte de vinho. Fonte de vinho A cidade é extremamente limpa! Até nas lixeiras tem plantinhas. A cidade em si é uma graça. Chegamos a Vinícola Aurora, por volta das 9:45hs, esperamos alguns minutos para o tour (grátis). É um passeio mais técnico, contando sobre a elaboração dos vinhos e no final é feita a degustação, que se divide em: secos, suaves, licoroso e azeite, e suco. Saindo da Aurora, fomos caminhando até o Pórtico Pipa, e da lá pegamos um Uber (R$10,71) até a Via Trento, onde visitamos outras Vinícolas: Casa Valduga e Dom Cândido. O tour na Casa Valduga é R$40 por pessoa e ganha uma taça, a degustação é feita de uma maneira diferente e bem descontraída durante o passeio. Na Dom Cândido, resolvemos não fazer o tour completo, só a degustação (R$35 por pessoa), a essa altura já estávamos meio alterados. Depois fomos almoçar em no Vinhas do Vale, também na Via Trento, onde comemos um Sanduíche Talian (R$18) e um Sanduíche Gourmet (R$28), super indicamos é fenomenal. Após o almoço fizemos uma caminhada até o a capela de N.S. das Neves... Onde pedimos um uber para voltar a rodoviária, porém ninguém aceitou o chamado, então tivemos que chamar um táxi ($35) pois já era tarde, estávamos cansados, e tínhamos que pegar o ônibus para Caxias do Sul. Chegando na rodoviária fomos comprar as passagens e para nossa surpresa não aceitavam cartões. Então acabamos perdendo o ônibus que queríamos pegar e só pudemos ir no próximo das 17:16hs. A empresa que faz o trajeto Bento x Caxias é a OZELAME ($13). Chegamos em Caxias e pegamos um ônibus da CITRAL ($17,75) para Gramado as 19hs... e adivinha também não aceitavam cartões lá. Por fim chegamos a Gramado. Mas admitimos que devíamos ter deixado mais tempo para Bento pois a cidade tem MUITA coisa a oferecer.
  2. Assumira a frente da fila – e consequentemente, o manejo do competente facão Corneta trazido pelo Felipe – a pouco mais de 10 minutos, quando a bifurcação apareceu. Não havia dúvidas. À esquerda, o trilho desenhava uma lógica e suave curva para o mesmo lado, e para a direita, perdendo rapidamente altitude, o que fora outrora uma estrada de manutenção nos levaria à beira do Rio das Antas com clara rapidez. - Esquerda ou direita, gurizada? Na verdade a história começara na quarta-feira, com umas mensagens trocadas com o Edver Carraro, pelo Orkut. Rápido no gatilho, ele percebeu que meu programa de Páscoa ferrara por conta do tempo e me convidou para fazer a travessia do ramal Bento-Jaboticaba, uma ferrovia que deixou de ser utilizada a aproximadamente 20 anos. Ligava os municípios de Carlos Barbosa, Garibaldi e Bento Gonçalves ao Tronco Principal Sul (TPS) da Rede Ferroviária Federal. Convite aceito, em plena Sexta-Feira Santa eu caí da cama às 5:00 da manhã e duas horas depois eu estacionava o carro num paradouro, ao lado da bela ponte em arco sobre o Rio das Antas. Do outro lado do rio, em algum ponto do alto da serra que eu acabara de descer, iniciaríamos a caminhada, de aproximados 18 quilômetros, mais uns 5 ou 6 até o carro de resgate, por estrada. Liguei pro Edver, que chegou, minutos depois, acompanhado do Felipe, enquanto eu comia um delicioso – e gigante – sanduíche colonial do restaurante ao lado da ponte, meu desjejum. Como a caminhada encerraria do outro lado do rio, deixamos meu carro ali mesmo, para o resgate, e subimos a serra no carro do Edver, nos conhecendo, trocando informações. Antes das 8 horas já estávamos entrando na trilha, ao lado de uma banca de frutas, onde deixamos o carro, para iniciarmos a empreitada. O início nos pareceu exatamente o que eu vira nas fotos enviadas pelo Edver: os trilhos estavam cheios de lama e capim, pela altura dos joelhos, com moitas um pouco maiores, que exigiam o trabalho do facão. A medida de nosso avanço, as teias de aranha cresciam de tamanho – as donas sempre apareciam grandes e com volumosos abdomes verdes – bem como o mato que tomava conta ia crescendo. Dos joelhos passou para a cintura, rapidamente estava na altura do peito e em minutos pouco víamos à frente. A presença de um viaduto foi notada apenas uns dez metros antes, pela duplicação do trilho (padrão, para estabilizar a composição). O viaduto, que concluímos ser o Pedra Lisa, ou “da Sogra”, não era muito alto, uns 40 metros, e permitiu uma contemplação legal do vale do Rio das Antas, à nossa esquerda. Torramos uns minutos no sol inclemente e saímos. Dois passos além do viaduto, o mato novamente aparecia. Mais um trecho e passamos pelo primeiro túnel, o Bambino, com pouco mais de 200 metros de extensão. Os túneis seguem um padrão: as bocas são concretadas, mas dentro deles, há apenas rocha. Nestes, há concreto em todo o trecho, uma exceção. Refúgios se alternam à esquerda e à direita, em espaço mais ou menos regulares. Ao contrário dos túneis de ferrovias em uso, notamos aqui presença de morcegos, não muitos, mas grandes. Mais um trecho de brejo sobre os trilhos e novamente a duplicação de trilhos indica viaduto. Este é mais alto e longo que o anterior, e direciona a ferrovia para a direita, ligando dois morros. Passado o viaduto, o Pingo d’Água, novo matagal, e depois, o mais longo túnel do trajeto, o do beijo (ei, este é o nome do viaduto, ninguém beijou ninguém, pelo menos na nossa passagem! Hahaha). Depois dele, passamos a ver muito lixo nos trilhos. Muito mesmo. Roupas, potes, pneus, sofá, geladeira, fogão. O ruído de veículos e cachorros nos fez entender: uma estrada passava logo acima. 11 da manhã emergimos dos trilhos na antiga estação São Luiz. Uma enorme caixa d’água verte o cristalino e gelado líquido, aplacando o calor daquele dia de sol. Consertamos a mochila do Felipe, tomamos uns goles d’água, beliscamos algumas coisas e logo saímos dali: estas estações viram vilas bem miseráveis, onde imperam sarnentos e magros cães, sujeira e lixo. Novamente, brejo, ora com paredões de ambos os lados, ora apenas do lado esquerdo, já que os trilhos descem até o Rio das Antas em uma volta e meia no sentido anti-horário. Isto quer dizer que na altura desta estação, há um túnel, um nível abaixo, de maneira que caminhávamos agora acima do trilho da mesma linha, abaixo e à direita de onde estávamos. Fomos surpreendidos pela tomada dos trilhos por Lírios do Brejo. Caminhávamos sobre eles, derrubando-os com facão e bastões, e ríamos do inusitado perfume naquele ambiente que parecia querer nos barrar. Uma hora e pouco batemos num curto túnel, o Piemonte, onde sequer usamos as lanternas, pois o outro lado era visível. Havíamos combinado de almoçar “no próximo túnel”, que seria este, mas sem discussão ou conversa, passamos direto. O temor que secretamente todos os três alimentavam vinha à tona, ainda de forma sutil. Aparentemente seria impossível concluir o trajeto pelos trilhos. O passo era lento. Não era trekking, era vara-mato. Começamos a comentar isso, como possibilidade. O brejo parecia querer nos barrar a todo custo. Paramos uns minutos sobre uma singela rocha de uns 5 metros de comprimento, três de largura e quase dois de altura que caíra sobre os trilhos e começamos a tratar com mais seriedade o abandono. Próximo da uma da tarde, não atingíramos a metade do caminho. Retomamos a caminhada e logo o Felipe, que ia abrindo caminho com competência, avistou um túnel. Revigorados pela perspectiva, seguimos abrindo o brejo na base do facão e do peitaço, mas os cipós e espinhos pareciam irredutíveis. Por alguns momentos passamos a duvidar da existência do túnel, porque ele não parecia estar a mais de um quilômetro. Nosso passo extremamente lento, contudo, nos fez crer que era miragem, efeito da mata fechada. Mas cerca de 40 minutos depois de avistando, o túnel reapareceu, uns 100 metros a frente, que nos exigiram mais de 5 minutos de facão, tropeço e arranhões. Atravessamos o túnel, rápido, pois não há obstáculos, observando inusitadas “capelas”, os abrigos aqui formados em concreto, e no final dele, por volta das 14:30, paramos para o almoço. O mais engraçado é que, depois, vendo os dados, notamos que o túnel chama “La Collacion”, ou seja, café da manhã, lanche! Vale dizer que o Edver nos presenteou neste momento com ovos de chocolate, no maior espírito pascal! Conversamos mais seriamente sobre o abandono. Era óbvio que não seria possível encerrar o trajeto todo em um dia. Fomos prontos para varar brejinhos de 30 cm de folhagem, e não dois metros e meio, como vínhamos enfrentando desde cedo. O ritmo estava seriamente comprometido. Nossa quota de água estava perfeita para um dia de caminhada, não para dois, e as parcas águas que brotavam não nos pareciam confiáveis. Alimento não era problema, mas não tínhamos nada para bivacar nos túneis. Nenhum isolante, saco de dormir, lona, saco plástico, nada. E não foi imprudência, pois sabíamos que, pela geografia do local, apenas quando estivéssemos abaixo da estação São Luiz teríamos problema para abandono de emergência. De qualquer outro ponto, baixaríamos com tranqüilidade para o Rio das Antas ou mesmo para a estrada, então, não teríamos que nos preocupar. Resolvemos ir adiante, e ver se a estrada não melhorava. Ficou igual. Facão agindo em 95% do tempo, e o resto ia sendo arrebentado com o corpo mesmo. Uma hora após o almoço, cerca de 4 da tarde, nos deparamos com a bifurcação. Eu ia na frente, e fiz a pergunta antevendo a reposta: - Esquerda ou direita, gurizada? Não houve discussão. O tempo, a previsão de chuva para a noite, o ritmo lento ditado pelo macegal, o censo de realidade já tinham decidido por nós. Simplesmente enveredei os cortes para baixo, para a direita. Aproximadamente 500 metros depois, e uns 30 abaixo, a estada virou bruscamente para esquerda, ainda mais nítida, mesmo sem a mata balizando em ambos os lados. Descemos mais uns 300 e os trilhos encaixam em outra picada, também à esquerda. Outro tanto de mata e caímos em estrada de chão batido, sem qualquer vegetação. Parecia ser usada com regularidade. Tomamos à direita e em menos de cinco minutos, após ouvirmos o apito de uma vagoneta, caímos nos trilhos do TPS. Dobramos à esquerda, indo para cima da ponte sobre o Rio das Antas, olhar as corredeiras, a usina do outro lado do rio. Papeamos com dois casais que estavam por ali. Voltamos no sentido contrário, entrando no túnel em Y, pelo TPS. Pelos planos iniciais, teríamos entrado pela outra “antena” do Y, mas acabamos saindo pelo lado dividido por ambos, a base, onde em menos de um quilômetro passamos pela Estação Jaboticaba. Uma parada na sombra pra rirmos, contamos causos e tomamos novamente a estrada. Em cerca de uma hora vencemos os aproximados 6 quilômetros até o outro lado da ponte do Rio das Antas, tomamos uma cerveja (uma só) e muita água – pagas pelo Edver!!!! – para comemorar a trip, sob olhares curiosos dos presentes com aqueles três doidos imundos que ali chegaram. Pegamos o carro e em 10 minutos nos despedimos, voltando o Edver e o Felipe para Veranópolis e eu para a casa dos meus pais, curtir a Páscoa em família. Não nos entristecemos por não ter completado o trecho programado. Botar o pé na estrada tem disso: nem sempre as coisas são tão fáceis quanto parecem. Concluímos que as fotos enviadas devem ser de alguns pontos muito limpos, ou ainda, tiradas no inverno, quando o frio controla o crescimento da vegetação. Mas trilhar é andar, é descobrir, compartilhar, não simplesmente chegar ao destino. Certamente um dia voltaremos e completaremos a volta no morro, mas isto é detalhe. Dividir um dia, um gole d`água, as risadas, é muito mais importante. Não dá pra deixar de agradecer o grande Edver Carraro, figuraça que teve a idéia, junto com o seu amigo Felipe – agora também meu amigo – e gentilmente me convidaram para tomar parte na aventura! Obrigado! Tech Info O Ramal Bento-Jaboticaba é um trecho de aproximadamente 50 quilômetros da chamada Ferrovia da Uva, ou Ferrovia do Vinho, construído principalmente para apoiar a construção do TPS, ao qual ele se une ao seu final. Obra do 1º Batalhão de Engenharia do Exército, responsável pelo próprio TPS, pela Ferrovia do Trigo e outras tantas, acompanha o Rio das Antas, fazendo a curiosa volta no morro próximo à divisa entre Bento Gonçalves e Veranópolis. Está sem uso desde o final da década de 80, e tem com principais belezas os visuais do Rio das Antas, do Monte Claro e obviamente, a cereja do bolo, o túnel em Y. Interceptamos este caminho após a metade, onde teríamos aproximadamente 18 km de jornada, por questões de logística, visual e riscos. Se tomássemos o caminho mais acima, entraríamos na periferia de Bento Gonçalves, onde o Edver já teve problemas. Materiais, aqui, não tem grande exigência. Uma bota impermeável, meias sobressalentes, calça e um bom facão te tiram de qualquer problema. Nem se comenta a lanterna, indispensável para quem vai trilhar (literalmente) por onde há túneis.
  3. rodrim

    Bento Gonçalves

    [info]De colonização tipicamente italiana, a região é conhecida pela região dos vinhos. Tem no Vale dos Vinhedos algumas das principais vinícolas brasileiras, que primam pela qualidade e oferecem ao visitante muito mais do que um degustar de vinhos e sim promovem uma contemplação de todo um ritual que se esconde por trás de cada taça.[/info] Ae pssoal, tipow desde de já agradeço pela ajuda, tipow tow pensandu em prestar vestibular na EAPJK(viticultura) em bento gonçalves, queria saber se o custo de vida e alto, se e facil arranjar trampo, e o q tem pra fzr de noite!!!! Rodrim!
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