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  1. E ai galera beleza? Então, acabamos de retornar de nosso "mochilinho" pelo Rio Grande do sul e foi surpreendente. Quando minha esposa me disse que queria fazer um mochilão por Gramado e região confesso que torci o nariz, pois se tratar de uma região reconhecida pelo seu grau de 'careza', ainda mais por se tratar do natal luz. E como eu viajo a mais tempo que ela, sabia que seria um desafio e tanto fazer esta viajem sem estourar completamente o nosso orçamento. Mas no fim deu tudo mais que certo e deu para mochilar legal pela serra. Pois bem, vamos a alguns detalhes que nos ajudaram muito durante a viajem e, deixo como dica para os próximos que irão: -A principal delas é sobre os sites de compra coletiva muito usados na serra gaucha (laçador de ofertas, tchê ofertas...); para que vc realmente tenha um desconto real em sua compra vc precisa 'deixar' que o site lhe mande ofertas... Pois estas sim valerão muito a pena. -Compre suas passagens e hospedagem com antecedência. -Fujam do bustour e dos tranfer. durante este relato explicarei os motivos destas recomendações. 1° Dia- Porto Alegre (24/11/2018) Nós somos de uma cidadezinha no interior de São Paulo Chamada Tambaú, então no dia anterior tinhamos pegado um ônibus até a capital para ficarmos na casa de nossos padrinhos para no dia 24 seguirmos viajem. Pegamos nosso voo para Poa em congonhas, fomos de Latam, pagamos $641,70 + $98 de bagagem (2 pessoas), saímos de CGH por volta das 07:30hs, e chegamos a POA as 09:00hs... Estava chovendo em Porto Alegre e, com o aeroporto em obras, tivemos dificuldades para encontrar a entrada do aeromóvel que nos levaria até o metro... Por fim encontramos e pegamos sentido a rodoviária ($3,30 p/p)... Chegando na rodoviária já procuramos o guichê da empresa Unesul para comprar as passagens do dia seguinte para Bento Gonçalves. Estava chovendo muito, e foi um sacrifício para chegarmos a pé até o hostelRock, ($76 quaro duplo com banheiro compartilhado), ainda mais pq o GPS resolveu nos trollar nos mandando para o lado errado. O hostel é bem ok não tem nada de demais mas é bom para quem pretende passar poucos dias em Porto Alegre... E como nós só iriamos ficar 1 foi mais que suficiente. Como estava chovendo muito não pudemos sair de imediato então ficamos no hostel por um tempo e depois fomos para o shopping total ver um filme($12 p/p), pois ficar trancados dentro de um quarto não é muito nossa praia. Quando acabou o filme vimos que a chuva tinha dado uma trégua, resolvemos seguir a pé para explorar a cidade... Como já estava tarde as atrações já estavam fechadas mas mesmo assim fomos dar uma conferida... Depois disso fomos experimentar o famoso lanche de coração de frango de lá, (não é ruim, mas também não é a maravilha que falam, é bem normalzinho), e em seguida pegamos um uber($8,31), pois a região central de Poa a noite não inspira grande segurança, e fomos descansar pois acordaremos cedo no dia seguinte para viajar para Bento. Shopping Total Poetas da praça casa de cultura Mario Quintana O tal lanche com coração de frango (preços na comanda) 2° dia: Bento Gonçalves (25/11/2018). Antes de continuar vale deixar um comentario/ sugestão para se chegar a Bento, se vc é como eu que não pretende alugar carro, nem pagar um transfer caríssimo, o melhor jeito é ir de ônibus. E para que vc não perca muito tempo e dinheiro o melhor é deixar para fazer Bento antes, ou depois de Gramado. Por exemplo nós escolhemos ir antes então o nosso roteiro ficou: Poa- Bento-Gramado... Mas pode ser feito ao contrário. Pois ambas as rotas passarão por Caxias do Sul. Continuando... Acordamos por volta das 3:30hs para pegar nosso ônibus para Bento as 5hs. Foi recomendado para não ir a pé para rodoviária de madrugada então, pedimos um uber ($16,78) e pegamos nosso ônibus da UNESUL para Bento ($71,20 p/2)... Dois detalhes: O 1° é que sai apenas um bilhete para as duas passagens; e o 2° É que o ônibus é o que vai para Carazinho, então é bom se informar na plataforma. A viagem foi tranquila deu para dormir legal, chegamos a Bento por volta das 8hs. Como estávamos de Mochila pedimos para guardar na rodoviária ($7 p/mochila)... Dica importante LEVEM DINHEIRO EM ESPÉCIE. Em seguida fomos a pé para a nossa 1° vinícola: Aurora. Como ela fica na área urbana da cidade pudemos ir aproveitando um pouco do que a cidade tinha para oferecer... Inclusive a famosa fonte de vinho. Fonte de vinho A cidade é extremamente limpa! Até nas lixeiras tem plantinhas. A cidade em si é uma graça. Chegamos a Vinícola Aurora, por volta das 9:45hs, esperamos alguns minutos para o tour (grátis). É um passeio mais técnico, contando sobre a elaboração dos vinhos e no final é feita a degustação, que se divide em: secos, suaves, licoroso e azeite, e suco. Saindo da Aurora, fomos caminhando até o Pórtico Pipa, e da lá pegamos um Uber (R$10,71) até a Via Trento, onde visitamos outras Vinícolas: Casa Valduga e Dom Cândido. O tour na Casa Valduga é R$40 por pessoa e ganha uma taça, a degustação é feita de uma maneira diferente e bem descontraída durante o passeio. Na Dom Cândido, resolvemos não fazer o tour completo, só a degustação (R$35 por pessoa), a essa altura já estávamos meio alterados. Depois fomos almoçar em no Vinhas do Vale, também na Via Trento, onde comemos um Sanduíche Talian (R$18) e um Sanduíche Gourmet (R$28), super indicamos é fenomenal. Após o almoço fizemos uma caminhada até o a capela de N.S. das Neves... Onde pedimos um uber para voltar a rodoviária, porém ninguém aceitou o chamado, então tivemos que chamar um táxi ($35) pois já era tarde, estávamos cansados, e tínhamos que pegar o ônibus para Caxias do Sul. Chegando na rodoviária fomos comprar as passagens e para nossa surpresa não aceitavam cartões. Então acabamos perdendo o ônibus que queríamos pegar e só pudemos ir no próximo das 17:16hs. A empresa que faz o trajeto Bento x Caxias é a OZELAME ($13). Chegamos em Caxias e pegamos um ônibus da CITRAL ($17,75) para Gramado as 19hs... e adivinha também não aceitavam cartões lá. Por fim chegamos a Gramado. Mas admitimos que devíamos ter deixado mais tempo para Bento pois a cidade tem MUITA coisa a oferecer.
  2. Olá amigos, Primeiramente quero informar que este é o meu primeiro relato de viagem aqui no Mochileiros. Sabe aqueles dias em que você se sente um pouco entediado e pensa “Nossa, acho que eu precisava conhecer um lugar novo e ver pessoas que nunca vi”. Bom, acho que pra quem gosta de viajar essa reflexão provavelmente tem com certa frequência. Foi exatamente assim que essa viagem começou...logo já entrei em contato com uma amiga, e ela falou que entraria em férias em duas semanas (estávamos no final de Abril/2016), e que topava ir! E essa foi nossa primeira viagem que iríamos apenas nós duas. Logo já começamos discutir possibilidades de destino, ela falou que gostaria de ir pra algum lugar de clima frio, eu pensei no Chile, mas ela falou que gostaria de ir para o sul do país, eu particularmente já conhecia a cidade de Gramado e Canela, porém na época de Natal (época que também é fantástica em Gramado), mas a cidade de Gramado é mágica e sempre vale um repeteco, então decidimos que iríamos fazer um roteiro por algumas cidades do Sul. O primeiro detalhe foi pensar nas passagens, pesquisamos pelas várias companhias que realizam voos entre São Paulo (seja VCP, CGH ou GRU) a Porto Alegre (POA), acabamos optando pela Gol, pois a ida compramos com milhas que eu tinha e a volta ela comprou. Fechamos o aluguel de carro pela “Foco”, melhor preço (R$ 604 para diárias com condutor adicional, seguros para terceiros e seguro com co-participação do dia 19 às 14:20 ao dia 27 às 7:15) e o atendimento também foi bom, principalmente quando tivemos um probleminha que contarei mais adiante. Fechamos os hotéis pelo “Booking” (super recomendo, pois nunca tive problemas) e o hotel de Canela compramos por uma promoção pelo site “Laçador de ofertas” (site de compra coletiva do Sul, também recomendo pois tudo que compramos deu certo). Partida 19/05/2017 Saímos de Rio Claro (SP) bem cedo, pois nunca sabemos o que espera do transito de São Paulo, no fim chegamos no estacionamento próximo ao aeroporto de Congonhas bem próximo a 1 hora de antecedência antes do voo, decolamos e em apenas 1 hora e pouquinho já estávamos em Porto Alegre, chegamos no começo da tarde e estava bem friozinho lá. Lá em Porto Alegre avisamos a locadora de veículos que havíamos chegado, logo já chegaram e nos levaram para retirar o carro, optamos apenas pelo seguro de terceiro e não contratamos o seguro total, pois aumentaria uns quarenta e poucos reais por diária. Lá vamos nós né...eu que fui dirigindo, apenas no sair da locadora já foi possível notar que os gaúchos dirigem de uma forma bem acelerada e adoram uma buzina hahahah. Fomos almoçar uns pastéis uruguaios que havíamos comprado pela compra coletiva e passeamos pelo arredor, logo após fomos para o hotel Garibaldi fizemos o check-in, e saímos fomos andar nos Antiquários, no Centro Histórico (ruas José do Patrocínio, Coronel Fernando Machado e Marechal Floriano Peixoto), e depois fomos ao Parque Farroupilha que é lindo! E a noite fomos à um barzinho requintado chamado ”Dado Pub” no bairro Moinhos de Vento. 2º dia Fomos almoçar no Mercado Público e ficamos andando no centro. Sobre Porto Alegre não vimos muitas coisas turísticas para se fazer, a cidade tem seus pontos bonitos, mas não deixa de ser uma capital com seus problemas, durante esses 2 dias que ficamos lá levamos dois sustos, um no centro em que estávamos na porta de loja e ouvimos um tiro, aparentemente nada aconteceu, mas por precaução entramos na loja e ficamos dando uma enrolada lá, só pra garantir e a outra vez estávamos de carro e um andarilho ameaçou jogar seu carrinho de supermercado na nossa direção. E a noite usamos outro cupom de compra coletiva pra ir jantar em um restaurante no bairro de Pedra Redonda chamado “La Piedra”,uma delícia pedimos um prato de peixe Saint Peter com risoto de funghi, decoração diferenciada e após o jantar saímos na parte externa apesar do frio e do vento que estava, durante o dia a vista deve ser maravilhosa pois o restaurante fica bem na beira do lago Guaíba. Na volta paramos para tirar foto do Estádio José Pinheiro Borda, conhecido como Gigante da Beira-Rio (localizado às margens do lago Guaíba) é um estádio de futebol pertencente ao Internacional, localizado às margens do lago Guaíba. 3º dia Tomamos café e saímos cedinho do hotel com destino à Gramado, paramos em Novo Hamburgo no “Fashion Outlet” onde compramos algumas coisinhas, perto da hora do almoço chegamos a Gramado e fomos almoçar na “A Mina”, almoço gostoso e bem caseiro, e também visitamos à Mina de Pedras Preciosas e conhecer a loja, também usamos cupom. A chegada à cidade já foi emocionante demais, pois um carro sem condutor começou a descer e bateu no nosso carro, pegamos o telefone da pessoa e o contato do seguro dela e a noite o segurador foi leva no hotel todos os dados e papéis, caso a locadora cobrasse de nós. E fomos conhecer as lojas de chocolate ao longo da avenida das Hortênsias, uma mais linda que a outra e um chocolate mais gostoso que o outro, porém ao sair de uma das lojas a neblina estava muito densa e acabamos ralando a porta esquerda do Celtinha em um poste. E fomos para a pousada “Villa Allegro” em Canela, onde devido aos ocorridos do dia resolvemos ficar por lá e pedir uma pizza pra jantar. 4º dia Acordamos cedo, tomamos café e pegamos nossas malas, fomos para o centro de Gramado, aliás é maravilhoso, as construções e os jardins, passamos por mais algumas lojas de chocolate. Almoçamos na “Alemanha Encantada”, também compramos cupom e tem que agendar, almoço gostoso com chopp típico alemão e subimos na torre e conseguimos ver Gramado de cima. Apesar da garoa fomos ver o Lago Negro e a tarde fomos fazer o passeio no “Mundo Gelado” que também já havíamos comprado pela compra coletiva, muito legal, mas é rápido. Ai fomos conhecer o centro de Canela e a Catedral de Pedra em Canela, nesse dia tivemos que trocar de hotel, pois como acabamos reservando muito próximo a viagem e tinha um evento na cidade não conseguimos estadia para os 2 dias em um mesmo hotel, então nesse segundo dia ficamos no hotel “Grande Hotel Canela”, fizemos o check-in, um dos colaboradores do hotel falou que dia seguinte faria muito frio, como no nosso dia seguinte iríamos para Urubici, ficamos entusiasmada com a possibilidade de ver neve. Nos arrumamos e saímos pois esse era o dia de ir no fondue, fomos no “La Divina” pois já havíamos também comprado pela site de compra coletiva, o fondue de carne na pedra faz toda a diferença, é bem mais gostoso do que quando é frito, também comemos o fondue de queijo e como sobremesa não pode faltar o fondue de chocolate. Após as comilanças voltamos para o hotel. 5º dia Acordamos cedo, tomamos café de leve e andamos pelo hotel para conhecer, que por sinal é muito bonito. Era segunda, como ainda estávamos um tanto preocupadas com o estrago na porta do carro fomos até uma concessionária da Chevrolet pedir um orçamento de quanto ficava pra arrumar a porta, para pelo menos ter noção do preço, pra ver se a locadora não cobraria um preço absurdo. Às 11 no horário que já começavam a servir o café colonial fomos para o “Coelho Café colonial”, também já havíamos comprado, a quantidade de coisas que se serve nos café coloniais de lá é insana, é realmente muita diversidade pra se comer. E assim com a barriga cheia pegamos estrada rumo a Urubici, indo pela BR-101 próximo as cidade de praias, pois havíamos perguntado a várias pessoas de como era a estrada por dentro e todas falaram que apesar de mais longe era melhor irmos pela BR-101, eu fiquei um pouco chateada, pois a minha intenção era conhecer dois caminhos diferentes, mas como não conhecíamos acabamos acatando a opinião das pessoas. Como acabamos saindo já era às 13 horas acabamos atrasando um poquinho, e chegamos à Serra do Rio do rastro já era fim de tarde, porém como quase não havia movimento na serra foi tempo suficiente para nós subirmos tranquilas admirando a vista que é maravilhosa, porém até chegar em Urubici ainda tínhamos mais 80 km para fazer no escuro e a lua não estava colaborando com a visibilidade nesse dia, infelizmente acabamos acertando um buraco, em que apenas quando chegamos no hotel vimos que um pedacinho da nossa calota havia quebrado e a roda havia entortado um pouco, e o pneu estava um tanto murcho. Após quase sete horas cansativas na estrada conseguimos chegar no hotel em Urubici, “Pousada Recanto da Serra” que eu reservei pelo site Booking, a pousada fica dentro da cidade e apesar de não ter nada de especial é bem charmosa, nova e limpa; mas simplesmente tomamos banho e dormimos. 6º dia Acordamos cedo, tomamos café e para termina nossa onda de azar, fomos pegar o carro e o pneu estava bem murcho, falamos com o dono da pousada e ele nos indicou um lugar para arrumar, como era a apenas uns 3 quarteirões dali, levamos o carro lá, ele desentortou a roda, encheu o pneu e tivemos que comprar uma calota nova. Após o drama do dia, pegamos nossas coisas e fomos na “cachoeira do Avencal”, e depois apenas pegamos um salgado pra comer e até a cidade de São Joaquim para fazer a visita guiada na vinícola “Villa Francioni”, muito bonita e os vinhos de lá são muito bons. E após a visitação pé na estrada, pois desceríamos rumo a Laguna, paramos para admirar a Serra do Rio do Rastro de cima e é possível até avistar o mar lá de cima, e descemos a serra, chegamos a Laguna já era de noite e infelizmente nosso hotel “Atlântico Sul” estava sem água, mas enquanto essa situação se regularizava fomos jantar. Depois voltamos, pudemos tomar banho e dormir. 7º dia Acordamos, tomamos café e fomos dar uma voltinha nas lojinhas ali perto do hotel, ai pegamos nossas coisas e fomos ver na beira da praia tem um píer que fala que é realizada pesca artesanal com auxílio dos golfinhos, se eles ajudam eu não sei, mas que eles ficam lá, isso eles ficam e é um espetáculo ficar admirando eles nadando. Pegamos a estrada e fomos rumo a Torres, no caminho paramos para almoçar e também paramos em um shopping e em uma grande loja de sapatos, e tivemos que comprar uma bolsa de mão para trazermos os chocolates e queijos que havíamos comprado em Gramado. Conhecemos as belas praias Torres, a praia da Guarita, O morro do meio e o Morro do Farol, com enormes penhascos e falésias a beira mar, fazendo a paisagem ficar única e deslumbrando. Após demos uma voltinha beira ao rio Mampituba e fomos para o Hotel “Pousada Molhes da Barra” que ficava ali perto, que eu reservei com o próprio hotel mesmo, uma gracinha o hotel, começamos a dar uma organizada na nossa mala e depois nos arrumamos e fomos jantar no restaurante “Beira Rio” próximo dali mesmo que fomo de a pé, e apreciamos a vista do rio a noite. Ai voltamos para o hotel e dormimos. 8º dia Acordamos, tomamos café e seguimos rumo ao Cânion Itaimbezinho no Parque Nacional de Aparados da Serra, localizado na cidade de Cambará do Sul, a estrada é bem ruim, mas devagar chegamos lá, e a vista de seus paredões verticais cobertos pelas araucárias vale totalmente o esforço de chegar lá. Ai seguimos de volta para Porto Alegre e nos hospedamos novamente no Hotel Garibaldi e a noite saímos jantar um delicioso Entrecort no Bar e restaurante ”Vila” no bairro Moinhos de Vento. Voltamos ao hotel, organizamos tudo em nossas malas, pois no dia seguinte o nosso voo era na parte da manhã e dormimos 9º dia e volta pra casa Acordamos cedo, tomamos café e carregamos o carro para partir, fomos até a locadora, resolvemos com eles a questão da porta que por nossa sorte cobrou um terço do valor que havíamos orçado, após acertar todos os detalhes, eles levaram a gente para o aeroporto Salgado Filho (POA) e voando de volta pra São Paulo encerramos a nossa aventura por algumas cidades do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.
  3. BRASIL 10 coisas que você não deve deixar de fazer em Porto Alegre Por Filosofiadeviajante em quarta-feira, outubro 18, 2017 1 – Parque Farroupilha, mais conhecido como Parque da Redenção É definitivamente o parque mais popular entre os porto-alegrenses, sobretudo no domingo, quando acontece o Brique da Redenção (desde 1978), uma feira com música, artesanato, antiguidades e comida. Situado no bairro Cidade Baixa, próximo ao Campus da UFRGS e à Santa Casa de Porto Alegre, o parque possui uma área de 37ha (cerca de 37 campos de futebol). O nome Redenção, pelo qual é mais conhecido, deve-se a uma homenagem à libertação dos escravos, que em Porto Alegre aconteceu em 1884 (4 anos antes da Abolição da Escravatura assinada pela Princesa Isabel). No entanto, logo depois, em 1935, devido à eclosão da Revolução Farroupilha, o parque passou a receber o nome de Parque Farroupilha. Portanto, se estiver em POA no domingo, não deixe de dar uma passada no Brique da Redenção! Se quiser ser ainda mais fiel à tradição gaúcha, sente-se em um dos bancos e tome um chimarrão, enquanto vê o movimento. Parque da Redenção em dia de Brique 2 – Praça Marechal Deodoro (Praça da Matriz) É o centro cívico, cultural e religioso dos gaúchos. Data de meados de 1770, quando a pequena vila de Porto de São Francisco dos Casais foi elevada à categoria de paróquia, sendo batizada de Porto Alegre. Havia poucas construções no local, com destaque para a obra da Igreja Matriz, que iniciou em 1772 e terminou em 1794. Além disso, em 1789/90 foram edificad0s o Palácio da Presidência(Palácio de Barro) e, ao lado, a Casa da Provedoria da Real Fazenda (mais tarde Assembleia Legislativa e Capela do Divino). De resto, a paisagem era composta por poucas casas e plantações de trigo. A virada cultural, no entanto, deu-se com a inauguração do Theatro São Pedro, em 1858, palco de espetáculos até hoje. A praça, que já tinha sido chamada de Alto da Praia e Praça da Matriz, recebeu um outro nome em 1865: Praça de Dom Pedro II, em homenagem à visita do monarca à cidade. Em 1889, com a Proclamação da República, passou a se chamar Praça Marechal Deodoro, nome que permanece até hoje Ao centro da praça está o Monumento Júlio de Castilhos, ex-presidente do Estado do Rio Grande do Sul. Em volta, encontram-se a Catedral Metropolitana de Porto Alegre (concluída em 1986, após demolição da antiga Igreja da Matriz em 1921), o Palácio Piratini (sede do Poder Executivo do RS), a Assembleia Legislativa do RS, o Theatro São Pedro, o Palácio da Justiça, alguns prédios residenciais e comerciais e casarões antigos. Próximo à praça, encontram-se também o Museu Júlio de Castilhos, a Biblioteca Pública do Estado do RS e o Viaduto Otávio Rocha 3 – Praça da Alfândega Data do fim do século XVIII, quando havia um porto fluvial na área onde hoje está a praça. Era, além disso, um tradicional local de comércio. Em 1912, devido à política de saneamento e aprimoramento do porto, demoliu-se o Prédio da Alfândega e construiu-se um aterro 100m adentro do Rio Guaíba, conferindo à praça a conformação atual. Em 1883 foi batizada de Praça Senador Florêncio, no entanto em 1979 a Câmara Municipal resolveu unificar as praças Senador Florêncio e Barão do Rio Branco, dando o nome, novamente, de Praça da Alfândega. A praça é palco de um dos maiores eventos culturais do RS, a Feira do Livro, que acontece desde 1955, na segunda quinzena de outubro. Além disso, sedia construções importantes para a cultura gaúcha e que valem a visitação: o Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS), o Santander Cultural e o Memorial do Rio Grande do Sul. Os quase gêmeos: o MARGS à esquerda e o Memorial do Rio Grande do Sul à direita Leia mais em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/10/18/10-coisas-que-voce-nao-deve-deixar-de-fazer-em-porto-alegre/
  4. Viver Sorrir Viajar

    Porto Alegre é demais!

    Não é porque somos Gaúchos, – ou pode ser por isso mesmo – mas nós amamos Porto Alegre, e pensando nisso trouxemos neste post um pouquinho do que há de bom na cidade. Afinal, Porto Alegre é Demais! Uma das capitais mais bonitas do Brasil reúne 1,5 milhões de habitantes orgulhosos de suas origens. A cultura é uma das principais atrações da cidade. A capital dos Gaúchos é repleta de áreas verdes, vida noturna agitada e boa comida. E mesmo com tudo isso, ainda conserva as tradições de uma cidade do interior. A cidade é repleta de bons hotéis. Decidimos por fazer a reserva com algum tempo de antecedência. O nosso hotel foi o Ibis, localizado na Assis Brasil. Ele é bem charmoso e descolado, mas deixou um pouco a desejar na alimentação, já que alguns hotéis da mesma rede não tem frigobar no quarto, e a comida fora do horário é congelada. Se for se locomover pela cidade, opte pelo Uber, funciona super bem na cidade inteira, e é muito mais econômico em relação ao taxi. E se você curte sair a noite, te indicamos a Cidade Baixa. Neste espaço Boêmio e democrático é possível beber uns drinks no Dirty Old Man ou no Bar Spoiler, cerveja no Apolinário, cachaça no Matita Perê curtindo música ao vivo e, no final da noite, comer um xis bem porto-alegrense. No domingo de manhã você pode ir até o Brique da Redenção. Uma feira semanal a céu aberto, que funciona a cada domingo no canteiro central da Avenida José Bonifácio e se estende desde a Avenida Osvaldo Aranha até a Avenida João Pessoa. O brique tem de tudo um pouco desde de arte e cultura, até antiguidades. É a expressão das raízes e da tradição gaúcha manifestada nas obras de centenas de artistas. Para o almoço de domingo, o lugar mais charmoso da cidade é o Agridoce Café. Quando passamos pela porta do café, entramos em um outro mundo, um mundo aconchegante e com cheiro de café, claro. O ambiente é tão surpreendente que fica quase impossível descrever em palavras, só mesmo mostrando em fotos ou indo até lá para conferir. E para finalizar o dia com chave de ouro, nada melhor que o Pôr do Sol no Guaíba. O calçadão de Ipanema é um dos lugares mais conhecidos para a curtir o pôr do sol em Porto Alegre, seja para caminhar ou aproveitar a praia de água doce, é sempre uma boa pedida. Espero que tenham gostado das nossas dicas! WWW.VIVERSORRIRVIAJAR.COM
  5. Bad_Girl29

    Porto Alegre

    Em um dia ou dois dias você pode conhecer os lugares turísticos. Sugiro que a primeirissima coisa a fazer seja pegar a jardineira da Linha Turismo de Porto Alegre, que sai do Largo Zumbi dos Palmares e fazer o City Tour. É bom para ajudar a se localizar e decidir os lugares que você queira ver mais de perto. Se você tiver um dia inteiro livre já pegue a primeira jardineira e quando acabar o passeio já terá como escolher um lugar que queira ir a tarde. Dá para andar pelo centro todo a pé. Opasseio custa em torno de uns R$7,00. Para agendar o passeio você liga para esse número: 3212-3464 3212-1628. Para ter mais informações tem o numero Serviço de Atendimento ao Turista 0800-517686. Os centros culturais são sempre interessantes para quem gosta de arte, eu fui ao Satander Cultural, na Praça da Alfândega, onde estava acontecendo uma exposição de artesanato brasileiro, coisa que eu gosto muito. O Mário Quintana estava fechado quando fui, era um domingo, mas ainda assim passei por ele para ver o prédio por fora, um antigo hotel, porque sou arquiteta então isso já foi interessante para mim. Achei curiosissimo o Parque Farroupilha, uma festa de tanta gente, correndo, andando de bicicleta, levando cachorro e menino pra passear. Ao inves da farofa você vai ver os gaúchos com suas cuias de chimarrão, encontrando os amigos, colocando o papo em dia. É um daqueles lugares que parece reunir toda a gente, pobres e ricos, é a praia de gaúcho! Tem ainda uma feirinha com artesanato, artigos de couro, comidas, etc... Infelizmente não posso falar muito sobre a noite, pois fui a apenas um barzinho tomar uma cerveja rápida com um contato que fiz através do Hospitality Club, uma outra menina arquiteta. Foi numa rua bem movimentada cheia de bares que fica também na região do Parque Farroupilha, acho que é na chamada Cidade Baixa. Por favor gauchos me localizem melhor! Se você gostar de futebol, coisa que eu abomino, deve ser interessante ver um jogo do Inter, porque pelo que vi o povo gosta e faz uma festa já a caminho ao estádio. Boa Sorte
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