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  1. Introdução Planejei uma viagem de carro saindo de São Paulo, capital, com destino ao Ushuaia, saindo do Brasil por Foz do Iguaçu, porém, para evitar a Ruta 14 com medo dos policiais corruptos, entraria no Brasil novamente em São Borja/RS para chegar em Uruguaiana/RS e assim descer até Gualeguaychu pelo Uruguai. Em seguida seguir para o lado oeste e descer a Ruta 40, entrar em Torres del Paine no Chile e continuar descendo até o Ushuaia. Na bagagem: barraca Quechua Arpenaz 4.1 Fresh & Black, duas cadeiras de praia, um fogareiro Nautika ceramik, uma mesa portátil, colchão inflável de casal, um saco de dormir, um cobertor, tapete em EVA (aqueles de montar) e manta térmica para forrar o chão da barraca. Além de utensílios de cozinha, um cooler, grelha para churrasco e uma caixa de mantimentos básicos como macarrão, miojo e alguns temperos. A barraca é grande, espaçosa e bem simples de montar (são apenas 3 varetas assim como qualquer outra). No quarto cabe o colchão de casal e sobra espaço para mais um de solteiro, como não era o caso, era usado para guardar as mochilas. O fogareiro acho que foi a melhor aquisição que fiz. Achei muito bom e a lata de gás durou por uns 3 dias com a gente. Fomos com 12 latas pra lá, porque eu não sabia o quanto rendia. Sobrou bastante e de qualquer forma, a gente encontrava facilmente em supermercados por lá. Fomos em 2 pessoas, com um Peugeot 208 1.5, suspensão esportiva (mais baixa que a original), rodas aro 17 com pneus 215/45 e insulfilm g20 em todo o carro, inclusive parabrisa. (Só mencionei isso pelo fato de ainda haver dúvidas quanto ao tipo de carro que consegue fazer esse tipo de viagem). Comprei o chip da EasySIM4U para conseguir sinal de internet no celular (somente dentro das cidades tinha sinal). O caminho todo me guiei pelo Google Maps, meu carro tem a central multimídia com Android, então bastava eu compartilhar a internet do celular e tudo certo (pelo menos quando tinha sinal). Para procurar hotéis usei o Booking.com (consegui pegar bons descontos com o Genius) e para campings usei o iOverlander. Apesar de ajudar muito, o iOverlander é um pouco desatualizado, infelizmente a colaboração não é tanta no aplicativo. Existem muitas outras opções de campings no caminho que a gente acaba encontrando só depois de ter dado entrada em algum. No total foram 14.730km em 28 dias de estrada, sem nenhum perrengue ou problemas maiores. Obs: - O tempo de viagem relatado é o total do tempo do momento em que saímos de um hotel/camping até chegarmos no próximo destino. Contando as paradas na estrada. - Os gastos coloquei na moeda local, pois fica mais fácil caso alguém precise consultar em outro momento para ter uma noção melhor de custos. - A viagem inteira abasteci com gasolina/nafta super. Se quiserem me acompanhar no instagram: @fore.jpg
  2. Sul do Chile 12 de janeiro de 2014 O povo chileno pareceu-me de certa forma orgulhoso de sua nação. Há muitas bandeiras do Chile por todos os lugares. Apesar de o Chile ser um país bastante diverso de norte a sul, tive essa a impressão (posso estar enganado) de haver uma identidade nacional fortalecida ali, especialmente devido às guerras com os países vizinhos como ocorreu com a guerra do pacífico. Os chilenos não olham tanto para as pessoas na rua (ou fingem não se preocupar em olhar) como os brasileiros. Eles agem muito naturalmente com os estrangeiros (especialmente os europeus) e não os idolatram a todo custo como no Brasil. O país é organizado, as cidades são desenvolvidas e parecem potenciais prósperos para o futuro. É evidente também a desigualdade econômica no Chile. Achei o país, de maneira geral, caro. Há, no entanto, alguns produtos mais baratos do que no Brasil. Para compras, por exemplo, tênis lá é muito barato. Eu me arrependi profundamente de ter comprado um tênis no Brasil e não lá, antes de viajar. Encontrei um modelo semelhante ao meu pela metade do preço. Um amigo comprou um tênis que aqui no Brasil também custaria o dobro do que ele pagou. Iogurte (NESTLÊ) custa 40 centavos a unidade. Nesses dezoito dias perambulando pelo Chile de norte a sul, percebi que é comum as pessoas enterrarem familiares nas ruas/estradas. As estradas e costa chilena parecem grandes cemitérios. Até mesmo as cidades têm essa caraterística. Em Antofagasta, era comum as pessoas enterrarem nas calçadas, próximas à praia, seus familiares, que provavelmente morreram lá. E eles não colocam apenas cruzes, colocam fotos (eu vi um pequeno outdoor com a imagem de uma garota, com asas e algumas frases, era uma homenagem) dos entes falecidos. Talvez os chilenos lidem de uma maneira diferente da nossa com a morte e com a memória. É interessante também perceber que nessas covas em plena calçada/estrada/rua há sempre uma bandeira do Chile, sempre. Eu não consigo imaginar jamais isso no Brasil devido a nossa maneira de lidar com a memória, a necessidade do esquecimento: “o que passou passou”, “pare de ressuscitar defunto”, “esquece isso”, “quem vive de passado é museu” … No Brasil pode fazer sentido comermos batata, macarrão e carne ou ainda, purê de batata, macarrão/arroz e carne. Muitos estrangeiros, no entanto, não concebem em uma mesma refeição batata e macarrão, pois esses alimentos pertencem à mesma categoria, ambos são carboidratos. Eu já havia percebido isso em outros países, relembrei-me dessa fato no Chile, achei interessante comentar. A paisagem no sul do chile é completamente diferente do centro e do norte. As montanhas ao sul são repletas de árvores. Há muitas casas de madeiras. Ainda no verão, as cidades são frias. E quanto mais ao sul, mais fria é a cidade. Estive em Puerto Montt, em Punta Arenas e Puerto Natales. Puerto Montt é uma cidade cara. É um pouco fria em relação a Santiago, mas o frio de lá é suportável em relação ao de Puerto Natales e é mais forte do que o do deserto de Atacama. Puerto Montt não me pareceu uma cidade interessante. Não há muito o que fazer por lá, mas é inevitável passar por lá para ir à Punta Arenas. Punta Arenas é uma cidade muito bonita, interessante e barata. A cidade possui umas árvores lindas, diferentes de todas que já vi. Parece brincadeira, mas o cemitério da cidade é um ponto turístico, arquitetura lindíssima, repleto dessas árvores que mencionei. Há muitas atrações nessa cidade, recomendo o tour pela Isla Magdalena, uma pequena ilha habitada por centenas de pinguins. E há tantos pinguins na ilha, que os estrangeiros que chegam lá por barco é quem ficam intimidados. A circulação na ilha, no entanto, é limitada em função da preservação do local e dos animais. Puerto Natales é uma cidade interessante também, embora seja bastante pequena. A cidade é abrigo daqueles que querem conhecer as Torres del Paine. Fiz o tour de um dia no parque Torres del Paine. Os chilenos fazem propaganda de que o parque é a oitava maravilha do mundo, não sei o valor dessa afirmação. Talvez eu esteja sendo bastante criterioso para dizer isso, mas o que valida o meu discurso é o fato de eu ter conhecido muitas cidades no Chile e vários outros continentes. Mais relatos em: andersonhander.wordpress.com Abraços.
  3. Estava montando meu relato sobre Dientes de Navarino (daqui a pouco sai!), quando achei que só a parte da viagem de Punta Arenas a Puerto Williams talvez desse um roteiro à parte. Vejamos.... Para ir até Isla Navarino, resolvi ir (e voltar) via marítima. O serviço é feito pela TABSA - Transbordadora Austral Broom S.A. (http://www.tabsa.cl/portal/index.php/en/), a bordo do ferry Yaghan 2-3 vezes por semana. O preço é salgado: por volta de CLP 106.000 (R$512) a poltrona semileito e CLP 148.000 (R$714) o leito. O preço é por trecho, convertido em 15/02/2017. Considerando que a passagem aérea ida e volta deve custar só uma ida de leito, sai bem caro. Mas pra quem tem tempo, não quer ficar arriscando excesso de bagagem, quer curtir um ar fresco (afinal, já foram tantas horas na janelinha do avião) e tem mais coisa junto (tipo bicicleta), é uma opção. Resolvi embarcar, já que estava levando mais de 25kg nas costas. Além disso, já fazia parte do meu planejamento desde o início. O Ferry foi construído em 2011 e possui capacidade para 184 passageiros e 70 automóveis. As poltronas semileito normalmente são reservadas prioritariamente para os moradores locais até 24h antes do embarque, então espere pagar pelo menos a tarifa leito. A diferença de conforto não é tão grande, é tipo o ônibus interestadual executivo e leito. Atenção: Leve tudo que for usar a bordo consigo, pois uma vez colocada a mala (no meu caso, a mochilona) no compartimento de carga, ela só poderá ser retirada no destino! Poltrona leito: Zarpando de Punta Arenas: É uma viagem espetacular de 30h (sim, TRINTA horas), passando por entre os tortuosos canais e ilhotas chilenas e dá pra ver focas e golfinhos acompanhando o navio esporadicamente, uma vez que acesso ao convés é livre a qualquer hora. Recomendo pelo menos o trajeto de ida, na volta você vai passar pelas geleiras tarde da noite e não vai ver muita coisa. Recebi uma relação de pontos de interesse quando retirei minha passagem em Punta Arenas, com o horário estimado de passagem por eles. O barco parou no Ventisquero Italia por uns 15 minutos, deu pra tirar muitas fotos que não fazem jus à imponência e a beleza da massa de gelo: O encontro das águas da geleira, cheia de minerais (esquerda) com a água do mar (direita): Ventisquero Italia: São fornecidas quatro refeições: jantar, café da manhã, almoço e segundo jantar, mas coisa bem simples. Café (nescafé) e chá estão disponíveis (quase) sempre. Não há venda de comida a bordo, então se quiser comer ou beber mais alguma coisa, traga consigo - lembrando que é expressamente proibido o consumo de bebidas alcoólicas a bordo. É possível, na hora da reserva, fazer alguma observação especial sobre a dieta - para diabéticos e vegetarianos. Mas não espere grandes soluções, pelo que eu vi ali pra um dos passageiros eles só tiraram a carne e completaram com mais arroz.. Há tomadas em vários pontos e dois banheiros e dois chuveiros para cada classe.São oferecidos cobertores para dormir e o navio tem calefação, então ninguém passa frio dentro. Tem até entretenimento a bordo, fica passando uns filmes na tv (acho que assisti 2012 umas 3 vezes ãã2::'> ). Muita gente levou laptops e ipods, eu como não tinha nada disso, fiquei zanzando pelo convés, fazendo palavras cruzadas e fazendo anotações no meu diário de bordo Café da manhã: 2 mini muffins, um pacote de cookies, um misto frio e suco Almoço: Arroz, frango ensopado, sopa, pão, laranja e suco Jantar: Empanadas, pão, sopa, iogurte e suco No começo do Canal Beagle, o ferry faz uma escala rápida em Yendegaia, que virou um parque nacional recentemente. Só desceram meia dúzia de militares ali. Na leitura do Transpatagônia, o Guilherme Cavallari não conseguiu ir muito além por causa do clima que não ajudou, então não faço ideia se é possível descer e explorar a região. Parece mais um entreposto militar montado pelo Chile pra defender a fronteira próxima... DICA 1: O ferry chega perto da meia-noite, tanto em Puerto Williams como Punta Arenas. Pra quem quiser economizar uma diária de hostel, há a opção de dormir à bordo e sair de manhã cedo. A moça do guichê quando fui pagar os bilhetes disse que não há possibilidade de dormir na volta, mas bastante gente ficou a bordo. Como tinha feito reserva pelo Booking e ia acabar pagando de qualquer jeito, desci DICA 2: No último fim de semana do mês, depois de descarregar em Puerto Williams, o navio segue para Puerto Toro para abastecer a vila e volta. Infelizmente só descobri isso quando cheguei lá, mas é um passeio gratuito que pode ser reservado junto com a passagem. Deve ser curioso visitar a última vila do planeta antes do continente gelado, uma localidade remota com seus 30 e poucos habitantes… Bônus: Pôr do sol no canal Beagle (às 22:30! )
  4. Pessoal, boa tarde. Chego dia 14 de março por volta das 6:00am no Aeroporto de Punta Arenas (PUQ). Gostaria de saber como ir de ônibus do aeroporto de Punta Arenas para Puerto Natales e aonde poderia pegar esse ônibus? É possível comprar a passagem na hora? Pesquisei bastante antes pra ver se alguém já tinha postado essa dúvida por aqui, mas não encontrei nada. Desculpem-me se já tiverem feito antes.... Espero que possam me ajudar, desde já meu muito obrigado. Abraços, Felipe Rogério
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