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O que fazer em Gramado? Um roteiro completinho de 5 dias por esta cidade mágica

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Gramado, sem dúvida alguma um dos melhores destinos do nosso país para curtir um momento em família.

“Lá estava eu, hipnotizado com a apresentação que acontecia em  frente a rua coberta.  Todos os dias há uma cerimônia emocionante que antecede o acendimento das luzes da cidade durante o natal luz, onde é narrada a magia do natal em um teatro realmente encantador.

De repente, as luzes da cidade toda se acendem e começa cair na rua espumas que simulam neve, os olhos de todos que assistem aquele espetáculo brilham. Não só os das crianças. As pessoas sorriem, se abraçam e todos parecem voltar a infância, realmente um momento emocionante, que me fez em Gramado, depois de mais de 30 anos vividos sentir a  verdadeira magia do Natal com toda sua força e intensidade.”

Com todas esta emoção inicial, quero citar, o que é imperdível na cidade. Estarei aqui desconsiderando as atrações de Canela e região, mas estas estarão disponíveis no blog: www.queromochilar.com.br. Por tanto, passe lá para mais informações.

Vamos lá…

O que é imperdível neste cidade fascinante?

1- Explorar a pé Avenida Borges de Medeiros.

Esta é a principal e mais movimentada avenida da cidade. É nela também que estão muitas das principais atrações centrais.

Andar por ela já um passeio super agradável, por podermos admirar a organização e a beleza da arquitetura. Algo tão peculiar e diferente do que somos acostumados, que não tem como não observar. O passeio pela Borges de Medeiros na época do Natal Luz é ainda mais especial, pois a Avenida fica toda enfeitada e ainda iluminada durante a noite.

Aconselho realmente começar seu tour explorando a Borges Medeiros, além de começar a entender Gramado, é lá que você encontrará o centro de informações turísticas, lugar ideal para começar a se planejar para os próximos dias, pegar dicas e mapas. O CAT fica no cruzamento da Avenida das Hortênsias com a Borges Medeiros.

Agora vamos dar uma volta nesta bela avenida comigo…

2- Quero Mochilar Gramado

Neste passeio, andando por esta avenida você encontrará alguns termômetros enormes. Gramado é famoso também pelo seu frio, e eles são mais atrativos no inverno da cidade, mas nem por isso menos interessante no verão, não é mesmo?…rs.

2.1- Quero Mochilar Gramado

Foto: Eu e meu maninho nos termômetros – Há vários pela cidade.

Ainda caminhando na Avenida Borges de Medeiros você irá encontrar o Largo da Borges, um centro de compras parecido com um mini shopping, ideal para compras. Na verdade não achei nada demais aqui, mas quem interessar, o Largo funciona diariamente das 10h00 às 20h00.

2.2- Quero Mochilar Gramado

Foto: Fachada do Largo do Borges.

Quase em frente ao Largo da Borges está um dos lugares mais famosos e procurados da cidade:  A Rua Coberta.

Rua Coberta

Horário de funcionamento: As lojas ficam abertas até às 19h00, já os cafés e restaurantes muitas vezes funcionam até 00h00.
Entrada: Acesso livre

Esta é uma pequena rua fechada para veículos coberta por um aro de ferro cheio de planta, e que durante o Natal Luz fica iluminada com vários pisca pisca. As fotos noturnas aqui não saem legais por causa das luzes, mas o lugar é show de ver com os próprios olhos.

2.2.1- Quero Mochilar Gramado

Foto: Entrada da Rua Coberta.

2.2.2- Quero Mochilar Gramado

Foto: Interior da rua coberta.

Aqui há vários ótimos restaurantes, quiosques vendendo ingressos das atrações da cidade e também locais para você tirar aquela foto clássica de porta retrato. Claro, que por ser o coração da cidade os restaurantes são um pouco caros, mas aqui é um lugar fantástico para passar o tempo.

2.2.3- Quero Mochilar Gramado

Foto: Ao lado da rua coberta estão várias destas estátuas de soldados e uma área de playground para a molecada.

Em frente a rua coberta fica o Palácio dos Festivais.

Palácio dos Festivais

É aqui que acontece o show de acendimento de luzes durante o Natal Luz e é também onde ocorre o festival de cinema de Gramado, um dos maiores eventos cinematográficos do Brasil. É nesse lugar também que funciona o  cinema da cidade.

2.3- Quero Mochilar Gramado

Foto: Este é o Kikito, símbolo do festival de cinema e está dentro do palácio dos festivais.

Ainda quando andar pelas calçadas da Avenida Borges de Medeiros, não deixe de observar o chão. Como em Hollywoody que há a calçada da fama, aqui eles bolaram algo parecido e pelo caminho você encontra as mãos de vários artistas nacionais.

2.4.1- Quero Mochilar Gramado

Foto: A mão de Xororó.

Logo em frente a rua coberta e ao lado do Palácio dos festivais, não tem como não notarmos a bela igreja de Pedra da cidade.

Igreja Matriz São Pedro Apóstolo

Horário de funcionamento: A entrada na igreja é restrita a horários durante o dia.

Consultar horário das missas: Aqui.

Entrada: Acesso gratuito.

A Igreja foi erguida em 1942 com pedras de basalto, na área onde havia originalmente uma pequena capela de madeira. Sua arquitetura é românica e vem da herança alemã-bávara da cidade. Em seu interior há belos entalhes de madeira no teto e uma torre do sino de 46 metros de altura. Os sinos tocam no começo das missas.

Não deixe de entrar na Igreja que é linda por dentro. Durante o dia e a noite a paisagem é totalmente diferente, e contemple as duas. Durante o dia você pode admirar melhor os jardins e presépio, e é bem prazeroso descansar em seus bancos e curtir a paisagem. A noite o encanto fica com a iluminação.

2.4.9- Quero Mochilar Gramado

Foto: A beleza da Igreja de Pedra.

7- Quero Mochilar Gramado

Foto: Interior da igreja.

Na beira da fonte na frente da igreja, há estátuas alinhadas representando os 12 apóstolos e ainda do outro lado destas estátuas um belo presépio, que penso só ficar em exposição durante o Natal Luz.

2.5- Quero Mochilar Gramado

Foto: Os 12 Apóstolos.

2.5.1- Quero Mochilar Gramado

Foto: Presépio em frente a Igreja.

Neste mesmo dia, curti esta área durante o dia, e depois voltei a noite. Pra mim não só a cidade, mas também a igreja fica ainda mais bela e encantadora durante a noite.

8- Quero Mochilar Gramado

Foto: Igreja durante a noite.

No fundo da igreja, indo pelo lado direito, está a famosa Fonte do Amor Eterno, onde os casais apaixonados penduram seus cadeados simbolizando que seu amor esta selado em quanto ele ali se mantiver.

8.1- Quero Mochilar Gramado

Foto: Bom lugar para fazer juras de amor.

Ao lado da igreja tem ainda a Rua das Renas, que é um charme e ótima para criançada.

2.4- Quero Mochilar Gramado

Foto: As renas na sua rua.

Depois de entender a cidade e passar por todos estes lugares, cheguei no meu objetivo: O CAT – Centro de informações turísticas. Aqui peguei mapas, informações e dicas e então fiz o caminho de volta para casa, ainda admirando a bela Avenida da cidade.

Fiz umas duas horas de passeio, e já eram em torno de 17h30, a programação agora era tomar banho, me trocar e sair a tempo de assistir o show de luzes que começava ás 20h30.

Show de acendimento das luzes

Horário: Diariamente durante o Natal Luz (Final de outubro a inicio de janeiro) às 20h30.

8.9- Quero Mochilar Gramado

Foto: Palácio dos festivais onde ocorre o show de acendimento de luzes. Fica em frente a Rua Coberta.

A principal dica para assití-lo é chegar cedo, para ficar bem próximo do teatro. Acabei chegando atrasado umas 20h35, 5 minutos, pouco, não é?, mas 1/3 da atração já havia acontecido.

O acendimento da cidade é pontual. Inicia com um teatro onde começam a falar da magia do Natal. Aparece até o Papai Noel, contam histórias e as crianças deliram. De repente, acendem as luzes da árvore da avenida, então da igreja de pedra e depois de toda a cidade.

9-- Quero Mochilar Gramado

Foto: O Show de acendimento das luzes no palácio dos festivais.

10- Quero Mochilar Gramado

Foto: A Magia do Natal.

No fim ainda simulam uma neve com espuma, e ai que todo mundo vira criança, inclusive eu…

11- Quero Mochilar Gramado

Foto: “Nevando” em Gramado.

Ficamos tão empolgados, eu, minha mulher e minha mãe que perdemos até a criança…kkkk. Juro, é bem legal ficar no meio das espumas. Sei que não tem nada demais na verdade, mas foi um momento bem especial, mesmo depois do estresse que rolou com meu pai por perdermos o Demétrius…kkkk

11.1- Quero Mochilar Gramado

Foto: Mama fazendo selfie…rs!

Depois de voltar a infância…rs, ainda passeamos um pouco em família pela Igreja novamente e depois paramos para jantar em um restaurante alemão chamado Rasen Platz, ótimo, que fica no final da rua coberta, alias o chopp aqui é excelente.

4- Quero Mochilar Gramado

Foto: Banda tocando musicas alemãs.

Depois deste momento agradável, fomos embora caminhando tranquilamente pelas belas e iluminadas ruas de Gramado, a cada passo uma visão diferente, um enfeite novo descoberto, como disse, só de andar na rua aqui você já está se divertindo. Agora, descansar, que o próximo dia promete e tem uma programação bem cheia.

12-- Quero Mochilar Gramado

Dia 02 – Canela + Gramado.

No segundo dia sugiro conhecer o Parque Estadual do Caracol e algumas atrações de Canela e Gramado que fica no trajeto. Descreverei somente as atrações de Gramado, e deixarei as demais para o post específico de Canela que colocarei no blog, ok.

Atrações de Canela que conciliei neste dia:  Chocolate Florybal, Museu dos Beatles, Mundo a Vapor e o Centro de Canela.

Agora senta que lá vem mais história…

Com o dia cheio, acordamos cedo, pois queria chegar no Parque Estadual do Caracol no primeiro horário, ás 9h00.

Antes precisávamos tomar café da manhã, e pensamos em ir na praça das Etnias.

Praça das Etnias

Horário de funcionamento: Segunda a sexta das 9h00 às 12h00 e das 13h00 às 18h30. Sábados e domingos das 9h00 às 18h30.

Casa do Colono: Produção de cucas e pães nos fornos: quartas, sextas, sábados e domingos.

Entrada: Acesso gratuito.

Esta é uma pequena praça onde está a famosa Casa do Colono, um local onde fabricam as deliciosas e famosas Cucas e mais vários outros tipos de biscoitos e doces caseiros. Tudo é delicioso.

De inicio, achei que aqui era tipo uma padaria, mas não. Aqui é simplesmente um lugar que vende os produtos. Então meu café da manhã não deu certo, mas sai cheio de doces e cucas daqui.

Não saia de Gramado sem experimentar estas cucas, custam R$ 8,00 cada e são deliciosas, pra mim, a melhor é a de uva.

4.10- Quero Mochilar Gramado

Foto: Esta é a praça das etnias. Cheguei cedo demais e estava tudo fechado…rs.

5- Quero Mochilar Gramado

Foto: Os doces deliciosos da Casa do Colono.

5.1- Quero Mochilar Gramado

Foto: As Cucas – Deliciosas!!!!

Rua Torta

Quando for até a praça das etnias aproveite para passar pela Rua Torta, uma rua super interessante e curiosa, que acabou virando um dos pontos turísticos da cidade. Passar lá é rapidinho, e não comprometerá em nada seu tempo, além de render fotos interessantes.

6- Quero Mochilar Gramado

Foto: Rua Torta.

Gramado é repleta de coisas para fazer, e como disse é uma cidade planejada para famílias. As atrações encantam as crianças, os pais e até os jovens casais sem filhos, que é o meu caso… rs.

Vou citar aqui neste post os lugares que consegui conhecer neste dia conciliado com Canela, todos na Avenida das Hortênsias.

Então vamos lá…

Museu de Cera – Dreamland

Horário de funcionamento: Diariamente das 08h00 ás 18h00.

Entrada: R$ 80,00

Este é uma das melhores atrações da cidade, mas eu não cheguei a entrar, pois estava R$ 120,00 por pessoa no dia que fui, e achei um exagero sem tamanho cobrar uma taxa desta. Este é um museu com várias personalidades mundiais e nacionais em tamanho real feitas em cera. Vi uma delas no palácio dos festivais e a perfeição é tamanha que até assusta.

O que vale a pena para conhecer este museu é comprar o ingresso com antecedência e em promoções de combo, que oferecem a entrada de até 5 outras atrações por R$ 134,90.

15- Quero Mochilar Gramado

Reino do Chocolate Caracol

Horário de Funcionamento: Domingos à Sextas-feiras – das 8h30 às 18h30. Sábados e Feriados – das 8h30 às 19h30.

Entrada: R$ 18,00.

Duração: 30 minutos.

Este lugar é bem próximo ao museu de Cera, e dá para aproveitar para fazer os dois no mesmo momento. A Caracol é um dos chocolates mais famosos de Gramado, e conhece-la é bem interessante.

Durante o passeio começamos com as instruções e a história do local, e depois as crianças tem a oportunidade de criarem seu próprios chocolates, deixar ele endurecendo e pegar no final do passeio.

Pulamos esta parte de fazer o chocolate e fomos direto para o tour, que começa com um vídeo que simula uma volta no tempo, para entendermos a história e importância do chocolate no mundo. A criançada adora esta volta no tempo.

Depois que abre a “máquina do tempo”, vamos passando por vários cenários, e o passeio todo é interativo. Conforme você vai passando, você vai apertando a mão de um boneco, e dai escuta a história, faz cafuné no cachorro e assim vai. Achei a dinâmica bem interessante para criançada.

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Foto: Entrada do Reino do Chocolate.

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Foto: Vemos a fabricação e a criançada pode fabricar seu próprio.

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Foto: Saímos da máquina do tempo e vamos direto para este corredor de Cacau.

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Foto: Ao longo do caminho vamos escutando a história dos bonecos.

Super Carros

Horário de funcionamento: Diariamente das 09h00 às 19h00.

Entrada: R$ 40,00 – Valor com simulador.

Duração: 45 minutos – sem volta no carro.

Esta é uma atração que os apaixonados por carro irão amar. Aqui é tipo um museu moderno com carros esportivos, de luxo e de corrida. Há também simuladores e uma loja de roupas esportivas. Quem quiser, por um preço bem salgado, que vai variar de acordo com o modelo do carro e fica na faixa de R$ 300,00 reais, pode dar uma volta e dirigir um destes magníficos veículos por 15 minutos.

Lá dentro ainda há a opção de entrar em um simulador, que a molecada pira, são aproximadamente 10 minutos de muito balanço das cadeiras e ainda uma simulação de neve com espumas.

17- Quero Mochilar Gramado

Foto: Entrada do Super Carros – Avenida das Hortências.

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Foto: Só assim pra chegar perto de um deste mesmo… rs.

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Foto: Olha esta Ferrari, que coisa linda.

Quando estávamos em frente ao museu de cera, ganhamos uma volta neles, se assistíssemos a “pequena” apresentação de um novo empreendimento da cidade, mas como eu já conhecia esta história, deixei pra lá… tempo é algo valioso em viagens.

Eu achei esta atração muito cara para o que proporciona, e penso que só vale a pena para pessoas que realmente são apaixonadas por carros.

Borá lá…

Então, estas foram as atrações de Gramado que consegui conhecer no meu segundo dia. Ainda no final deste mesmo dia, voltei para Canela, onde conto detalhes no post específico.

À noite, em Gramado, consegui assistir o show de acendimento novamente, desta vez mais próximo e mais cedo. Vi completo, e a sensação ainda foi a mesma.

Ainda tive uma noite super agradável, e a fechei na Taberna MF, um lugar caro, mas com cervejas artesanais deliciosas.

Dia 03 – Snowland.

No terceiro dia se dedique ao Snowland, e como abre tarde, aproveite para conhecer mais duas atrações imperdíveis: o famoso Mini Mundo e o Lago Negro.

Mini Mundo.

Horário de Funcionamento: Diariamente das 09h00 às 17h00.

Entrada: R$ 36,00 – É possível pagar meia entrada.

Esta atração fica um pouco mais afastada do centro, e no caminho para o Lago Negro, portanto ótimo conciliar os dois como eu fiz.

O Mini mundo é um espaço feito de maquetes de vários cenários conhecidos do mundo. O trabalho é tão bem feito e rico de detalhes, que daria para passar o dia lá para observar tudo. Achei um passeio caro também, por ser rápido, mas as maquetes são realmente belas e vale a pena conhecer.

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Foto: Entrada da atração.

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Foto: Uma visão geral do Mini Mundo.

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Foto: Os criadores tomaram cuidado até com os detalhes das pessoas nos cenários, há momentos que você vê gente dentro das casas. Observe tudo, sempre tem algo para te surpreender.

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Foto: Entre as maquetes há alguns cenários brasileiros, como a igreja São Francisco de Ouro Preto.

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Foto: Show não? Até os carros na frente fazem parte do cenário.

18.6- Quero Mochilar Gramado

Depois do Mini mundo era hora de ter um momento de romantismo com meu amor no Lago Negro.

Lago Negro

Horário de funcionamento: Aberto todos os dias e 24 horas por dia.

Entrada: Gratuita – Só pagamos o pedalinho.

Pedalinho: Valor: R$ 30,00 / casal – 20 minutos de passeio.

O Lago Negro é uma área aberta de entrada gratuita e que faz parte dos cenários mais conhecidos de Gramado. Lá é possível fazer piqueniques, admirar as hortênsias e andar de pedalinho pelo lago. Um passeio rápido, mas que renderá lindas fotos.

O lago está um pouco afastado do centro, mas o caminho todo é bem sinalizado e você pode chegar facilmente.

Aqui há uma estrutura de restaurantes e várias lojas de souvenirs.

19.1- Quero Mochilar Gramado

Foto: Lago Verde, ops Negro..rs.

19- Quero Mochilar Gramado

Foto: Entrada para o pedalinho.

Acabamos, mesmo achando caro, passeando no pedalinho. Afinal de contas, não dá para resistir a esta paisagem. E foi um momento super especial, romântico e agradável. O lago é super bonito, e rodeado por belas hortênsia, o que rende belas fotos para seu álbum.

19.3- Quero Mochilar Gramado

Com esses passeios atrasei um pouco, e acabei chegando no Snowland em torno das 11h00, o que não recomendo fazer.

O Snowland é uma atração imperdível e a mais cara de Gramado, recomendo você ir no primeiro horário e ficar o dia todo por lá, já que fecha cedo, ás 17h00.

Snownland

Horário de funcionamento: De Quinta a segunda das 10h00 às 17h00.

Atrações: Montanha de neve e pista de patinação até 16h30

Aberto às quartas feiras somente em julho, novembro, dezembro e 1a quinzena de janeiro

Entrada: Valores de acordo com a temporada de turismo.

  • Baixa Temporada: R$ 129,00 adultos / R$ 99,00 crianças.
  • Alta temporada R$ 169,00 adulto e R$ 139,00 criança

Estacionamento: R$ 25,00

O Snowland é o maior parque de neve indoor das Américas e sem sombra de dúvida uma das atrações imperdíveis de Gramado, e se engana quem pensa que só crianças se divertem aqui.

Esta atração está um pouco mais afastado da cidade e para chegar até lá você tem que pegar a BR que vai para Porto Alegre e andar por 5 km. O lado bom é que você passa pela entrada da cidade e este caminho é lindo, todo florido e repleto de hortênsias.

Esta era uma das atrações que eu mais estava curioso para conhecer. Por estar na alta temporada eu estava com medo das filas, e eu tinha razão.

Como disse, cheguei um pouco tarde, e já no estacionamento tive que deixar o carro bem distante e andar uns 400 metros. O Parque tem um estacionamento próprio enorme, mais achei caro. Penso que seria totalmente justo o valor do estacionamento estar incluso no ingresso, pois geralmente vamos em família e já gastamos no minimo uns 500 reais para estar ali, mas minha opinião não interessa…rs.

Tive sorte que neste dia eu já havia comprado meu ingresso com antecedência pela TourOn, pois a fila para comprar estava enorme, e creio que as pessoas que não se programaram perderam um bom tempo na fila para entrar.

Como eu e minha família tinhamos os ingressos em mãos, nosso registro foi rápido. Ahh, uma dica importante, não esqueça de levar seus documentos, ok.

Dentro do Snowland há uma ótima estrutura e acabamos que a primeira coisa que fomos fazer já que não tínhamos tomado café, foi almoçar. O lado bom foi que estava vazio o restaurante, pois aqui, poucos almoçam meio dia, já que vem de um café da manhã farto de um hotel.

Dentro do Snowland há várias áreas, e daria um post só para falar delas.

O parque é dividido em 4 partes principais:

  1. Entrada: Onde além do cadastro inicial, você tem alguns simuladores, guarda volumes e brincadeiras como escavação.
  2. Primeiro Andar: Galeria de Lojas: Aqui há várias lojas, onde você pode comprar lembranças e roupas de frio. Nesta área também há a pista de patinação, onde você pode praticar o esporte e assistir a shows de profissionais, com horários pré estabelecidos.
  3. Praça de Alimentação: Há vários restaurantes e lojas de guloseimas aqui. Fome você não passa.
  4. Montanha de Neve: Atração principal, onde há os brinquedos, neves, e você tem que colocar uma roupa especial para acessar (inclusa no ingresso).

20- Quero Mochilar Gramado

Foto: Corredores do primeiro Andar.

20.1- Quero Mochilar Gramado

Foto: Pista de Patinação de gelo.

Substituímos o café por um almoço, já que estava frio, uma sopa caiu super bem. E ainda tinha um sonzinho para acompanhar. Escolhemos uma restaurante do segundo andar e que tem uma vista incrível para a Montanha de Neve, uma pena que as fotos não ficam tão boa de lá, mas a vista é ótima.

21- Quero Mochilar Gramado

Montanha de Neve

Este é o ponto máximo da visita. Como estava lotado quando fui, peguei uma fila enoooorme, e levei em torno de uns 40 minutos para entrar. Há fila de prioridades, não tinha visto sinalização, para que meus pais pudessem entrar mais rápido, mas conforme cheguei mais perto da entrada vi.

Quando chegamos, pegamos um conjunto de roupa próprio para aguentar o frio, que chega a ser de até -5 graus, no kit vem: Calça, jaqueta, luva e calçado. Você deixa a bolsa e o calçado em um guarda volume (gratuito) e dai pode entrar.

Chegando lá é só alegria, acho que a primeira coisa que todo mundo faz é pegar na neve…rs. Meu maninho deitou e rolou literalmente lá, segundo ele era um sonho…rs.

21.5- Quero Mochilar Gramado

Foto: Família ainda na empolgação.

21.7- Quero Mochilar Gramado

Foto: O termômetro marcando zero grau.

21.6- Quero Mochilar Gramado

Foto: A criançada pira…

21.8- Quero Mochilar Gramado

Foto: Um momento mais que especial em família.

Na frente há uma parte de escorregador menor para as crianças, e atrás da parte das crianças os adultos também podem se divertir no tubing, descendo em boias com os amigos.

Ainda do outro lado a uma descida individual em boia em um tubo escuro, bem legal. Pena que estava tão lotado neste dia que mal dava para repetir.

21.9- Quero Mochilar Gramado

Dicas práticas para o dia no Snowland:

  • Como começa ás 10h00, vá com um café da manha reforçado para não precisar almoçar, e fazer só um lanchinho por lá mesmo. Os restaurantes são caros e em temporada pode perder mais de uma hora se for querer almoçar.
  • Vá agasalhado, que mesmo fora da Montanha de Neve, também é bem friozinho.
  • Leve com você cachecol, gorro, touca, protetor de orelha e qualquer outro acessório de frio, pois irá precisar.
  • Evite pegar a neve, as luvas são finas, e quando molhadas depois de um tempo você não aguenta de tanto frio nas mãos.
  • Não precisa ir com calça especial: fui de jeans e foi tranquilo com a roupa que me ofereceram, o que passei frio foi nas mãos, pés e pescoço, ahhh e meu nariz e orelha quase congelaram.
  • O esqui ou snowboard, deve ser agendado na chegada, então decida antes de entrar – Ah esta é uma atração paga.
  • Você tem direito a uma entrada na montanha de neve, mas penso que ninguém consegue ficar mais que duas horas naquele frio, com uma hora lá dentro começamos literalmente a congelar…rs.
  • Equipamentos eletrônicos podem apresentar problemas por causa da baixa temperatura, mas logo volta ao normal.

Acabei que sai um pouco antes das 17h00, devido o parque estar muto lotado, mas recomendo como disse tirar o dia todo para ficar aqui, pois vale.

Na volta, passamos pela entrada de Gramado, aquele portão enorme e lindo, e que vale uma paradinha para foto.

Pórtico de Gramado

O pórtico esta na saída para Porto Alegre, que é o caminho para o Snowland.

22- Quero Mochilar Gramado

Foto: A foto praxe – Eu também quero…rs.

Fomos daqui direto para mais uma atração, aquele friozinho deu vontade de comer chocolate.

Mundo do Chocolate Lugano

Horários de funcionamento: Diferentes horários.

  • Domingos à Sextas-feiras – das 8h30 às 18h30.
  • Sábados e Feriados – das 8h30 às 19h30.

Entrada: R$ 35,00. Há meia entrada para crianças, idosos e estudantes.

Sabe aquelas esculturas enormes de chocolate que vemos nas fotos de Gramado, então, elas estão aqui.

Esta é uma atração super interessante, onde vamos acompanhando a história do chocolate sendo contada enquanto observamos belas esculturas todas feitas de chocolate, algumas com até 500 quilos do produto.

No final do tour ainda há uma farta e deliciosa degustação com muita variedade dos chocolates Lugano, um dos mais famosos de Gramado. Há desde chocolate derretido branco e preto, a tabletes de vários sabores.

Ainda para quem quer saber mais, há um cinema contado mais histórias desta delícia.

13- Quero Mochilar Gramado

Foto: A pirâmide do Egito toda de chocolate.

13.0- Quero Mochilar Gramado

Foto: Anubis – Também de chocolate.

13.1- Quero Mochilar Gramado

Foto: China de chocolate…rs.

13.2- Quero Mochilar Gramado

Foto: Olha a riqueza de detalhes. Uma obra de arte, não??

13.3- Quero Mochilar Gramado

Foto: Mais chocolate.

13.4- Quero Mochilar Gramado

Foto: Um elefante de 1,20m e 350 kg de chocolate.

Terminei este dia ainda com um fondue, que conto mais abaixo. Muita gordisse para um dia só, mas inesquecível…rs

Dia 4 – Serra Gaúcha.

Em um dos dias aproveite para fazer o passeio de Maria Fumaça e conhecer a região de Bento Gonçalves.

Dia 5 – Gramado.

Despeça com mais algum passeio antes de ir, recomendo: O Mundo Encantado

Horário de Funcionamento: Diariamente das 09h00 ás 17h00.

Entrada: R$ 14,90

Duração: Meia hora.

Esta é uma atração também muito interessante, lembra um pouco o Mini mundo. Aqui você irá aprender sobre a colonização e a cultura do estado, a influência alemã e italiana nas construções e costumes. Cada cenário é explicado por um dos guias, sendo assim, é uma aula e aprendemos bastante.

Vários cenários da cidade e do estado são retratados em miniatura também, e assim como no mini mundo são perfeitos e com uma riqueza de detalhes de cair o queixo.

13.9- Quero Mochilar Gramado

Foto: Entrada do parque.

14- Quero Mochilar Gramado

Foto: História da colonização do Rio Grande do Sul.

14.1- Quero Mochilar Gramado

Foto: Lindas paisagens.

14.3- Quero Mochilar Gramado

Foto: Todos os cenários são ricos em detalhes e bem explicados pelos guias.

14.4- Quero Mochilar Gramado

Foto: O interior de uma casa do inicio do século 20.

14.5- Quero Mochilar Gramado

Foto: Uma réplica do Canyon mais famoso do RS – Itambezinho.

14.6- Quero Mochilar Gramado

Foto: A entrada de gramado e várias outras atrações da cidade também tem réplica aqui.

Daqui, neste dia voltei para Santa Catarina, encantado e apaixonado por esta região do nosso país que eu levei tanto tempo para conhecer.

Fui embora mais a história destes dias e as dicas continuam em mais três posts:

  • Parque Estadual do Caracol
  • Canela
  • Serra Gaúcha – Passeio de Maria Fumaça.

Corrá lá no Blog e confira, além dos posts citados, este mesmo post de Gramado esta lá com custos e mais sugestões. Ainda você encontrará um roteiro prontinho resumido em PDF pronto para impressão: www.queromochilar.com.br.

 

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Capitólio – O mar de Minas em um roteiro completo

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Capitólio tem sido o destino de ecoturismo mais procurado atualmente.

A região do lago de furnas é repleta de belas cachoeiras, balneários, lagos de cor esmeralda e paisagens incríveis, sendo um destino ideal para quem quer aventura e contato com a natureza.

Muita coisa podemos fazer por aqui, mas o que é imperdível? O que não podemos deixar de fazer? Quantos dias ficar?

 Listei 9 lugares que recomendo e em resumo o que é cada um deles.

Quer mais detalhes?

No www.queromochilar.com.br há mais informações e um roteiro prontinho para Capitólio, com custo, dicas de economia e hospedagem, passe lá pra conferir.

1- Morro do Chapéu

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Umas 3 horas – Contando deslocamento e caminhada.

O Morro do Chapéu é um mirante natural a 1.293 metros de altitude de onde podemos aproveitar um belo visual do ”Mar de Minas”. A vista do lago de Furnas daqui é incrível.

O acesso é por estrada de terra e não tão fácil e temos que fazer um percurso morro acima a pé, mas o visual compensa.

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Foto: Estrada de terra, de acesso ruim e trilha para quem quer caminhar um pouco e evitar problemas com carro… rs.

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Foto: Vista para o lago de furnas.

2- Cascata Ecopark.

  • Entrada: R$ 35,00 – Preço temporada; Preço normal R$ 30,00.
  • Horário: 9h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Recomendo 4 horas – Mas pode-se ficar lá o dia todo.

Essa é uma propriedade particular. Aqui há uma trilha curta e de fácil acesso, onde começamos passando pela parte de cima das cachoeiras e chegamos a um mirante para os Canyons e depois vamos a duas quedas d´água onde é possível banho de cachoeira, o lado ruim é que não há poços com boa quantidade de água para banho.

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Foto: Já em frente ao restaurante temos acesso a esta Cachu, onde na verdade era nosso último ponto da trilha.

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Foto: Esta Cachu é a mesma da primeira foto, só que vista por baixo. Aqui o poço não é profundo para banho, ele é mais para admirarmos mesmo. Ah, cuidado que o caminho aqui é bem escorregadio.

3- Paraíso Perdido.

  • Entrada: R$ 40,00 (carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

O Paraíso Perdido também é uma propriedade particular e tem uma excelente estrutura, com um ótimo restaurante e instrutores para todo lado para alertarmos de perigo.

Havia lido que aqui havia 18 piscinas naturais e 8 quedas, eu paguei R$ 40,00 e vi 3 quedas ( não sei como contam 8 ). Pelo que eu vi, as quedas estão todas no mesmo percurso e não são grandes, é uma quase grudada na outra e também considerei só dois poços naturais, confesso que fiquei decepcionado com este lugar e pelo que lia achava que seria o melhor de todos, mas não foi.

Foto: Subindo rumo ao melhor poço para banho.

Foto: A água estava gelada de dar câimbra e dor de cabeça, e o corpo não acostumava, mas não resisti, já molhei de uma vez só….rs.

4- Cachoeira do Filó.

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Uma bela queda d´água com um poço enorme e excelente para banho. Como é gratuita e bonita está sempre lotada.

Parando na rodovia é só andar 100 m. Há a possibilidade de subir até o mirante- só ir contornando a queda dá água e subir pela mata mais uns 100 m- e você estará no topo da cachu além de ter acesso ao poço atrás da mesma.

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Foto: A bela Cachoeira do Filó vista antes de descer a trilha.

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Foto: Mirante.

5- Trilha do Sol.

  • Entrada: R$ 40,00 (Temporada) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Também uma propriedade particular com ótima infraestrutura, e na minha opinião um dos melhores passeios pela região. As trilhas são lindas, e os três atrativos principais na trilha do sol são: Cachoeira no Limite, Cachoeira do Grito e Poço Dourado. Ahhh há até uma área de nudismo… rs.

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Foto: A parte superior da Cachoeira No Limite.

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Foto: A Cachu com seu poço. Você pode chegar no poço pulando, ou pela mata, uma trilha curta e tranquila.

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Foto: As paredes com estas pedrinhas deixa a trilha para o poço encantado com um visual incrível.

6- Passeio de Lancha nos Canyons.

  • Entrada: R$ 100,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 80,00.
  • Horário: Agendado – das 8h00 às 16h00.
  • Duração do passeio: 2 horas.

Nem preciso discorrer muito sobre este passeio, afinal é o mais procurado de Capitólio e não é atoa, realmente um tour imperdível e onde você realmente terá um contato incrível com o belo lago de furnas.

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Foto: Olha a cor desta água.

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Foto: Só admirando este paraíso.

7- Lagoa Azul

A cachoeira da Lagoa Azul também fica em uma propriedade particular, e você pode chegar até ela por asfalto, ou aproveitar o passeio da lancha para conhecê-la. Geralmente em temporada está sempre lotada, mas o bonito dela mesmo é vê-la vazia, por isso no dia não quis conhecê-la.

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Foto: A Lagoa Azul ficou para uma próximo visita, este lugar deve ser lindo, mas vazio, deste jeito não fiz questão de conhecer não…rs

8- Mirante do Canyon

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Aberto.
  • Duração do passeio: Em torno de 40 min.

É aqui que todo mundo tira as melhores fotos de Capitólio, fácil acesso e trilha super fácil, não há desculpa para não ir até o mirante que está bem ao lado da BR.

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Foto: As fotos clichês de Capitólio.

9- Parque Estadual da Serra da Canastra.

  • Entrada: R$ 10,00.
  • Horário de funcionamento:  8h00 às 18h00 – Sendo que não é permitida entrada após às 16h00.

Um pouquinho distante de Capitólio, mas não deixe de conhecer se gosta de aventura e tiver um tempinho no cronograma. É neste parque que está a segunda em altura e uma das mais belas cachus de Minas Gerais.

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Foto: Vista que temos da pesada trilha para conhecer a Casca d´Anta por cima. Show de paisagem.

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Foto: A Casca d´Anta com 186 metros de queda d´água é a segunda maior cachu de MG, perdendo somente para a Cachoeira do Tabuleiro em Conceição do Mato Dentro.

Todas as dicas e informações necessárias para conhecer o Parque da Serra da Canastra estão no Blog : Aqui.

GOSTOU?? 

Isso é só uma aperitivo, no Quero Mochilar há detalhes sobre as trilhas, como chegar, o que ver, fazer, comer etc, em cada um destes lugares, além de fotos incríveis e um roteiro prontinho dia a dia pronto para imprimir só com o essencial de cada lugar.


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Alemã se desafia a passar o resto da vida com a mesma roupa

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“Colecione momentos e não coisas”. Quem nunca ouviu essa frase e já parou para pensar o quanto (batida, porém) pertinente ela é? Nesta frase cabe um mundo e dentro disso a busca por valorizar o simples e sentir-se bem com ele não se tratando de “viver sem nada” a qualquer custo, é algo mais profundo, talvez um real desejo de mudar.
E as mudanças podem começar com, por exemplo, consumir menos roupa. A alemã Jessica Böhme vive a mais de um ano com dois vestidos pretos co-desenhados por ela, que são combinados com outras poucas peças como casacos e calças. Ela tem dois vestidos para utilizar um, quando o outro está sendo lavado.
Ao Projeto Colabora, uma rede de 240 jornalistas especializados entre outras coisas em sustentabilidade e meio ambiente, Jessica contou que se inspirou quando viu uma entrevista de uma senhora que usava o mesmo vestido há um ano. “Quando comecei a mudar meus hábitos de consumo, eu passei a comprar menos e, se eu comprava algo novo era de uma marca sustentável e justa”.
No seu site ela cita o The Uniform Project, que nasceu em maio de 2009 quando uma garota se comprometeu a usar um vestido preto por 365 dias como um exercício de “moda sustentável”. Este projeto arrecadou US$ 100.000 para a educação de crianças carentes na Índia.
Depois de um ano usando o mesmo vestido, Jessica reiniciou o projeto, mas desta vez “pelo resto da vida”, co-desenhando a peça com um designer em Berlim e com um tecido de longa duração.
Ao todo, incluindo joias, roupas íntimas e acessórios Jessica tem 55 itens no seu guarda-roupa, sem contar com os seus óculos, o item número 56.
A entrevista completa com a alemã pode ser conferida no https://projetocolabora.com.br/consumo/conheca-a-alema-que-se-desafiou-a-passar-o-resto-da-vida-com-a-mesma-roupa/

Mais sobre o projeto pode ser acompanhado em seus site e Instagram.

 

#1dress4life | Foto: @jessica_boehme

Jessica e O vestido | Foto: @jessica_boehme

 

Jessica, O vestido e alguns acessórios | Foto: @jessica_boehme

Fotos: André Groth/Reprodução Instagram @jessica_boehme


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Mapa permite que você conheça seu endereço na Terra milhões de anos atrás

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Quem seriam nossos países vizinhos se os continentes ainda estivessem juntos? A gente já se perguntou isso por aqui, quando mostramos um mapa (que circulou bastante pela internet) do que seria a Pangeia com os países que conhecemos hoje mas o mapa criado pelo engenheiro de software Ian Webster, vai além: no http://dinosaurpictures.org/ancient-earth#240 você pode digitar por exemplo, o nome da cidade onde mora e ver onde ela estava há milhões de anos atrás e porque não, saber que tipo de habitantes havia por ali.
O site faz parte do DinosaurPictures.org, um banco de dados destinado a estudantes, professores, crianças e ou curiosos sobre os dinossauros. É construído com o PaleoDB, um banco de dados científico especializado em paleobiologia formado por centenas de profissionais da área.

Esse pontinho vermelho no mapa é São Paulo há 240 milhões de anos (você pode escolher entre 20 e 750 milhões de anos, no topo da tela do mapa interativo | Foto: Reprodução.

Esta é a representação de um Aeolosauro, que viveu em Sampa (seus fósseis foram encontrados em alguns lugares da Argentina e em São Paulo) há 240 milhões de anos | Foto: Reprodução.

Pensamos num destino que queremos conhecer: as (hoje) ilhas Phi Phi, na Tailândia | Foto: Reprodução.

Com informações do OpenCulture.


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Conheça a mochila ‘flutuante’

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“A inovação mais significativa em mochilas nos últimos 30-40 anos”. Esta é a afirmação do site que anuncia a HoverGlide, uma mochila ‘flutuante’ que promete reduzir “muito” (até 86%!) o impacto da carga nas costas, pescoço, joelhos e tornozelos enquanto você anda ou corre com ela.
O projeto é resultado de um estudo feito em 2006 por fisiologistas da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia (EUA). Especializado no movimento de peixes, o chefe do grupo, o professor de Biologia, Lawrence Rome, explicou à CNN que a mochila segue o mesmo princípio utilizado para o transporte de cargas pesadas em alguns lugares da Ásia: “pessoas tradicionalmente usam longos mastros de bambu e a flexibilidade deles absorve o movimento de subida e descida da pessoa enquanto a carga fica a uma altura constante”.
Difícil a gente entender sem experimentar né? Bem, basicamente a mochila possui um trilho deslizante e um sistema de suspensão de polia que sobe e desce, ficando “livre” enquanto você caminha/corre, por isso ‘flutuante’. No vídeo abaixo é possível ter uma ideia de como o acessório funciona:

Os criadores da HoverGlide lançarão a campanha de financiamento coletivo no site Kickstarter ainda em setembro, promovendo a produção de 4 modelos que variam de 28 a 55 litros. Os usos vão de diário e para estudantes, passando claro, para os de uso diário em viagens, camping e caminhadas, além de uma tática para expedições mais difíceis (os modelos são o Commuter, o Trekker, o Hiker e o Tactical).

Na imagem é possível ver o ‘trilho’ entre as alças e a mochila | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Trekker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Hiker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Tactical’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Commuter’ | Foto: Divulgação.

A mochila promete redução de até 86% do impacto, diminuindo possíveis lesões e facilitando o deslocamento | Foto: Reprodução.

Mais informações podem ser conferidas no https://www.hot-newtech.com/hoverglide/

Com informações de Hot-newtech.com, CNN Travel e Nature.com.


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Cerveja Artesanal: 12 ao redor do mundo que vale a pena visitar

Das Trips

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Desde pequena fui doutrinada a estudar bastante para tirar boas notas, ingressar em uma faculdade renomada, construir carreira em uma grande empresa, crescer, crescer, crescer! Atingir certo status significaria felicidade. E lá estava eu, expatriada em Nova Iorque pela multinacional dos meus sonhos universitários, com uma carreira em finanças promissora. No entanto, me sentia incompleta, consumida em incertezas, estressada com as longas jornadas de trabalho, apática às conquistas e muito impaciente.

Cervejeira caseira, decidi então profissionalizar um hobby e apostar na paixão pela cerveja, largando tudo o que havia conquistado ao longo desses 10 anos de carreira e uma vida de dedicação. Continuar na inércia seria como um amante de cervejas especiais ignorar os outros estilos existentes e beber apenas Heineken – uma cerveja American Premium Lager de qualidade, equilibrada, com boa drinkability e um interessante amargor de lúpulo.

Contudo, estaria perdendo a explosão de aromas de uma IPA, o mistério de uma Saison, a vivacidade de uma Sour e o conforto que só uma Stout pode trazer.

A minha meta do sabático cervejeiro é conhecer o maior numero possível de cervejarias, brewpubs e cervejas no Brasil e no mundo, na esperança de que ao descobrir novos sabores e lugares vou me surpreender e me encontrar também.

De março de 2014 até agora, já visitei mais de 150 cervejarias e brewpubs(que produzem e vendem a bebida no próprio local) em mais de 20 países, com direito à degustação de acima de 2.000 rótulos.

E aí vão as 12 melhores cervejarias que visitei nesse período:

1. Denali Brewing Co, Alaska, EUA

A cervejaria está inserida em meio a um cenário mágico das paisagens do Alaska, com seus fiordes e geleiras deslumbrantes. Confesso que não esperava encontrar cervejas tão boas em Talkeetna, uma cidade de 700 habitantes! Minha favorita foi a sazonal Slow Down Brown, marrom escura, corpo alto, sabor intenso de chocolate, malte e avelã.  Super aromática, leva adições diversas especiarias como cominho, coentro, erva-doce, cardamomo cravo e pimenta de Caiena e canela. E ainda de quebra, a viagem terminou com as luzes da Aurora Boreal brilhando majestosamente na noite escura. Para mim elas pareciam estar dançando, mas isso pode ser pelos 8 pints que tomei!

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2. Funky Buddha, Florida, EUA

A Funky Buddha é um brewpub descontraído e agitado, com cervejas curiosas e de ótima qualidade. Seu maior atrativo é a audácia de suas receitas, que trazem sabores jocosos e tentadores. É possível encontrar cervejas arrojadas como a ‘Piña Colada Wheat Ale’, com infusão de coco e abacaxi em natura e a ‘Tell Reece Peanut Butter Cup Brown Ale’, com aroma e sabor do chocolate da empresa Hershey’s. Além de várias outras inusitadas como a de batata doce & mashmallow, torta de maçã, e uma que leva pepino em sua composição.

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3. Altstadthof, Nuremberg, Alemanha

A parte mais interessante da visita a Altstadthof são os impressionantes 25.000 metros quadrados, distribuídos em 4 andares de cellars (adegas), a quase 20 metros de profundidade. Foram construídos desde o século 14, com o intuito de armazenar cerveja. Lá, soube que, no ano de 1380, havia uma lei pela qual todos que quisessem produzir e servir cerveja deveriam ter um cellar para melhor acondicionar a bebida. Durante a Segunda Guerra Mundial, esses espaços se tornaram exemplos concretos de que cerveja salva vidas: em cidades na Alemanha devastadas por bombardeios, a mortalidade atingiu em média 40 a 50 mil pessoas. Em Nuremberg, estima-se que cerca de 6.000 pessoas morreram, número bastante inferior à média nacional, devido à proteção dos cellars de cerveja!

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4. Pilsener Urquell, Plzen, República Tcheca

Tomar a primeira Pilsen do mundo, feita da mesma forma há 172 anos, antes do processo de filtração? Somente visitando a Pilsener Urquell em Plzen na República Tcheca! “Urquell” em alemão ou “Prazdroj” em tcheco, ambos significam “a fonte ancestral”. Isso porque a Urquell foi a primeira cerveja do estilo Pilsen – de baixa fermentação, coloração clara – produzida no mundo em 1842 pelo mestre cervejeiro Josef Groll e mantém até hoje suas tradições.

Atualmente, cerca de 70% de toda cerveja consumida no mundo é do estilo, o que deixa evidente a importância histórica da cervejaria. A fábrica é enorme, tanto que alguns trechos do tour são realizados em um ônibus. Os cellars utilizados para ‘lagering’ (armazenagem) da cerveja realmente impressionam com seus 9km de extensão. Apesar do processo ter sofrido modernizações desde 1842, a empresa ainda mantém uma produção da forma antiga a fim de comparar e garantir que a cerveja continua com a mesma qualidade e sabor desde os primórdios! E é essa contra-prova que temos o prazer de degustar!

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5. Fuller’s, Inglaterra

É uma cervejaria bastante tradicional da Inglaterra, fundada em 1845 por John Fuller, Henry Smith e John Turner. Os prédios datam do século 19 e, durante a visita, você se sente voltando no tempo. A visita à cervejaria Fuller’s é uma verdadeira aula sobre as famosas Real Cask Ales e a história da escola cervejeira inglesa. 75% da produção é da cerveja London Pride e 2/3 da produção é de ‘Real Cask Ales’: cervejas fabricadas com ingredientes tradicionais onde a carbonatação é formada em um processo chamado de fermentação secundária que ocorre no próprio recipiente em que a cerveja é servida (casco, barril ou garrafa). É este processo que torna a Real Ale única entre as cervejas e desenvolve sabores e aromas.

No ponto de consumo, são tiradas manualmente com o uso de uma grande alavanca (hand pull pump), e não sofrem carbonatação forçada como na maioria das chopeiras que necessitam da pressão do gás para fazer a cerveja sair do barril. Curiosidade sobre uma Real Cask Ale: é adicionado um produto chamado ‘Isinglass fining‘ a fim de reduzir a turbidez da cerveja, cuja matéria prima tem sua origem, na sua maioria, no peixe. Ou seja, ao pé da letra, os vegetarianos não poderiam beber uma real cask ale da Fuller’s.

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6. Harviestoun, Escócia

Para chegar na cervejaria Harviestoun, são necessárias 2 horas de trem/ônibus a Alva, em meio a uma paisagem bastante pitoresca!

A cervejaria foi fundada há 30 anos e tem em seu portfólio Lagers e Ales, todos os estilos produzidos com o mesmo tipo de fermento – o que quebra bastante tudo o que você aprendeu nos livros sobre levedura de alta e baixa fermentação!

Em seu portfólio, exibem 7 estilos em garrafa, 3 em cask, 3 em kegs. Os destaques para mim foram as Ola Dubh. São feitas a partir da Old Engine Oil, depois de aumentar seu teor alcoólico de 6% a 10.5% abv – dando origem a Old Engine Oil Engineers Reserve – mais adocicada, deixando o amargor e o álcool menos perceptível do que o líquido de origem. Em seguida, a cerveja é maturada em barris de Whisky da Destilaria Highlands Park por 6 meses. As versões de 12, 16 e 18 anos se referem à idade do Whisky anteriormente lá maturado.

12 anos – possui aromas mais perceptíveis de madeira, carvalho, tosta;
16 anos – mais balanceada, boa para quem não está acostumado com os aromas e sabores intensos de Whisky;
18 anos – sabor mais intenso de Sherry, mais ácida e complexa.

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7. Orval, Villers-devant-Orval, Bélgica

São atualmente 10 mosteiros autorizados a produzir e comercializar cervejas com autenticidade trapista: 6 na Bélgica, 2 na Holanda, 1 na Áustria e 1 nos Estados Unidos. Tive a oportunidade de visitar 8 deles e ficar hospedada em dois – a Orval sendo um deles. Um dos momentos mais aguardados da minha viagem, superou todas as expectativas. Confesso que não sou das mais beatas, mas ao pisar no mosteiro Trapista da Orval, é impossível não se emocionar. O lugar é fascinante: presenciar os monges entoando o canto gregoriano dentro da catedral é de encher o corpo de arrepios. À noite, o cheiro do ar é de mosto cervejeiro, e as luzes baixas iluminando as paredes do labirinto dos edifícios é inebriante e até assustador.

A estadia é desfrutada em silêncio e as refeições em comunidade com espírito de cooperativismo e servidão.. E o melhor, sempre regadas à cerveja e queijo trapista da Orval, ambos produzidos aqui dentro!

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8. Cantillon, Anderlecht, Bélgica

A Lambic é uma cerveja produzida pelo processo de fermentação espontânea, ou seja, com os microorganismos do ar, na região do Vale do Rio Sena. A produção de cerveja na região surgiu da necessidade de empregar os trabalhadores das fazendas nos tempos de inverno, pois nesse período ficavam ociosos. Antigamente havia mais de 100 produtores de Lambic, contudo, atualmente restam apenas cerca de 9 devido às Primeira e Segunda Guerras Mundiais. Isso porque muitas foram bombardeadas e outras tiveram seu maquinário roubado pelos soldados alemães em busca de cobre para transformá-lo em munição.

Em amostras de Lambic, pesquisadores da Universidade de Leuven encontraram cerca de 100 cepas de levedura distintas, 27 variedades de bactéria acética e 38 de bactéria láctica! Por ser uma cerveja de fermentação natural, como era feito nos primórdios, sazonalidade é um fator importante. Ela só pode ser produzida no inverno na Bélgica (fim de outubro a março).

A Cantillon foi fundada em 1900 por Paul Cantillon e é até hoje gerenciada pela família. Faz uso de equipamentos e métodos tradicionais do século 19 e matéria prima 100% orgânica. Produzem cerca de 1700 hectolitros por ano – volume irrisório se comparado ao total de 18 milhões de hectolitros de cerveja produzidos na Bélgica.

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9. Garage Project, Wellington, Nova Zelândia

Fundada em 2011, num posto de gasolina desativado, tem seu nome dado não só porque começou em uma garagem, mas também porque é a mentalidade pregada por seus cervejeiros & proprietários. A ‘Garagem’ é um lugar onde a criatividade não tem limites, onde debutam várias bandas, surgem diversas idéias – um mundinho onde não há julgamento e repreensão. Isso é refletido na arte dos rótulos e com certeza nas cervejas que produzem. E é um ‘Projeto’ pois é uma cervejaria em andamento, ainda em constante desenvolvimento, que busca arquitetar novas receitas, desafiar as teorias, e incorporar ingredientes extravagantes que passam a quilômetros de distância da ‘Reinheitsgebot’ (lei de pureza alemã). Quando começaram, eram tão pequenos que não se enquadravam nem na categoria de micro cervejaria.

Inauguraram com uma cozinha de 50 litros, e hoje já produzem cerca de 500.000 litros por ano. E não é ao acaso. Beber suas cervejas é mais do que um simples copo, é uma experiência que desorienta e entretém o seu paladar. Estão, com certeza, dentre as mais memoráveis que já provei.

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10. Brouwerij ’t I, Amsterdã, Holanda

*Brouwerij ’t IJ, cervejaria fundada em 1985 por Kasper Peterson, está localizada ao lado do moinho de Gooyer, em Amsterdam. A experiência já começa durante o caminho sobre os canais da cidade, com paisagens encantadoras que parecem retiradas de quadros de pintura.

Ao chegar na cervejaria, o ambiente é descontraído e a carta traz estilos diversos das escolas Belga, Inglesa, Alemã – apesar da maioria ser Belga, região onde Kasper se especializou na arte cervejeira. A cerveja Columbus, uma Belgian Strong Ale com 9% de ABV, surpreende com seu dulçor de malte, chocolate, frutado, balanceados com o alto amargor de lúpulo.

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11. Firestone Walker, Califórnia, EUA

Se você ainda não tomou uma Firestone e é amante da cerveja artesanal, coloque-a na sua lista. Todas as cervejas que degustei são insanas e a cervejaria possui uma história muito bacana.

Apesar de hoje estar bastante na mídia devido a suas inúmeros premiações em campeonatos mundiais, foi fundada em 1996 e embargada em 2001 por problemas financeiros. Ficou fechada por vários meses sem ação dos proprietários. Reza a lenda que Matt Brynildson, previamente cervejeiro da Goose Island de Chicago e SLO Brewing Company da Califórnia, pulava os portões da Firestone a fim de manter as cervejas na temperatura correta. Tanto que, quando finalmente Adam Firestone e David Walker puderam retomar a cervejaria, as cervejas estavam em excelentes condições. Atualmente, Matt permanece sendo o mestre cervejeiro da empresa.

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12. Moon Dog, Victoria, Austrália

Uma cervejaria me encanta quando possui uma trajetória inspiradora regada a boa cerveja. E os cervejeiros da ‘Moon Dog’, em Melbourne, são exemplos de que quem ousa ter um projeto em sua vida, largar tudo para buscá-lo, acabará conseguindo.

Os irmãos Jake e Josh Uljans e o amigo Karl van Buuren não tinham dinheiro quando fundaram a cervejaria – compraram todos os equipamentos no Ebay de fazendeiros e produtores do segmento agropecuário e aprenderam no YouTube como transformá-los em panelas para produção de cerveja! Além disso, para economizar o dinheiro do aluguel, se mudaram para o local onde seria construído a planta e passaram a dormir sob colchões de espuma no chão.

Felizmente os tempos de hoje mudaram e suas cervejas estão nos melhores bares da cidade – e também aqui no seu próprio Brewpub. O lugar é simples e despojado, todo decorado com móveis de brechó. A mistura do sofá com estampa de casa de vó, cadeiras avulsas sem combinação, abajures e candelabros cafonas, misturados aos barris de carvalho e tanques de fermentação, conseguem transformar o lugar num ambiente burlesco e sedutor!

Possuem em seu portfólio cervejas audaciosas e encorpadas, algumas feitas em parceria com duas das minhas cervejarias favoritas: americana ‘Rogue’ e a neozelandesa ‘Garage Project’.

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Texto: Roberta Tsustsui/Dastrips.com.br
Fotos:
© Roberta Tsustsui


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Os 10 perrengues de camping mais clássicos de todo viajante

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Quem está sempre com o mochilão nas costas não carrega somente bagagens. Carrega histórias, isso sim… Qual mochileiro que nunca passou perrengues em viagens? Se não passou, é porque ainda vai passar, pode ter certeza disso.

Quando o assunto é camping então, os perrengues podem ser dobrados… ou não. Isso, na verdade, vai depender de como você se planeja e qual o nível de “rootaria” você está disposta a encarar. Até porque, hoje em dia, o que mais tem são equipamentos de camping que evitam – ou amenizam – os perrengues na hora de acampar.

A verdade é que é que curte campismo, mesmo que não seja selvagem, sempre está vulnerável a perrengues de viagens. Neste post, separamos os mais comuns entre viajantes. Vejam se concordam.

1. Ventania no camping

Quem nunca acampou com um vento desgraçado de entortar a barraca ou até mesmo de tira-la do chão. Uma vez, na Praia do Sono, ventou tanto na madrugada que nossa barraca de camping praticamente desmontou com a gente dentro. Obviamente, que diante de um furacão desses são poucos os equipamentos que vão aguentar por muito tempo. Para isso, é preciso uma barraca realmente boa pra segurar a pressão.

2. Quando ninguém sabe montar a barraca

Quem nunca acampou na vida, as vezes se enrola na hora de montar a barraca. Não sabe onde coloca as varetas, o sobreteto ao contrário e assim vai… Depois de 7 horas dá certo.

3. Quando chove em um dia o equivalente ao mês todo

Outro perrengue clássico para acampar é quando chove mais do que deveria. Não tem lona que adiante e dentro da barraca fica aquela piscina e lama…. Diliça….

4. Montar a barraca e ver que esqueceu alguma parte

Pode ser que a gente seja expert em perrengues de viagens (pós graduados em perrengues de acampar., mais especificamente), pois já aconteceu, mais de uma vez, de na hora de montar a barraca, dar conta que esqueceu uma parte. Ou quando não esquece, acha um dos ferrinhos quebrados ou o sobre teto rasgado, por exemplo. Aí chega àquela hora do MacGyver preparar as gambiarras para deixar a barraca de camping em pé.

5. Defecar no mato

Sem meias palavras… cagar no mato sem estrutura é sempre um perrengue master durante o acampamento. E acredite, boa parte de quem passa por isso é por falta do simples papel higiênico. Quem está acostumado a praticar camping selvagem, geralmente carrega consigo um kit “salva vidas das barrigadas” e o papel é o mais importante. Geralmente, quem não carrega isso na mochila é quem acampa dentro de campings fechados, que muitas vezes tem menos estrutura que no próprio mato. Para listar mais um dos nossos perrengues, uma vez na cidade de Iriri, no Espirito Santo, acampamos num camping onde o banheiro era de frente para as barracas e, simplesmente, não tinha portas.

Pra quem quer saber mais detalhes de como defecar nessas situações, recentemente escrevemos um post sobre o assunto. Leia aqui. Praticamente um guia completo de como dar uma barrigada durante a viagem.

6. Insetos na barraca

Acampar e ter medo de insetos é certeza de problemas. Mas mesmo quem não se importa muito de conviver com esses bichinhos, quando se descobre que tem algum intruso na barraca é motivo de desespero certo. Principalmente se se tratar de aranhas ou escorpiões. Ainda mais se não tiver lanternas.

7. Quando o carro para de funcionar

Tudo planejado pra voltar pra casa e a porcaria do carro não pega. A gente viaja de Kombi e já está acostumado. Mas o perrengue quando é pra acontecer, não escolher nem o tipo de carro. Qualquer um pode passar por isso e a vontade é fazer exatamente igual esse GIF.

 

8. Quando acaba o dinheiro da viagem

Você planeja a viagem durante o ano e quando chega no destino, acaba a grana antes do que o planejado por algum motivo qualquer. Aí é a hora de pôr em pratica o Eco Durismo e se virar do jeito que dá. O que não pode é desistir e voltar pra casa.  

9. Quando tem que se virar para cozinhar

Quem nunca cozinhou dentro de uma lata de Nescau ou de ervilha ainda não conheceu a essência da culinária campista. Fogareiro a álcool ou na fogueira direto, fazer comida assim é diversão certa… Preparar aquela gororoba deliciosa toda grudada é uma delícia….

Faz parte, mas também é possível cozinhar bem se tiver os equipamentos ideais para preparar o rango durante o acampamento. 

10. Quando faz um frio da porra

Não levar um saco de dormir ou cobertor pra acampar é certeza de perrengue na viagem. Não rola de jeito nenhum dormir assim.

Bom, perrengues de viagens fazem parte da vida de qualquer mochileiro, principalmente para quem acampa.

Curtiu? Tem alguma história de perrengue famosa em suas viagens? Conte pra gente aqui nos comentários.


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30 destinos onde o Real ainda vale mais

Mochileiros.com

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O buscador de viagens Skyscanner analisou as taxas de câmbio para levantar em quais países a moeda local está desvalorizada em relação ao Real e comparou o custo de vida e oportunidades turísticas nestes destinos no site Numbeo chegando a uma lista que claro, já dá vontade sair correndo pra mochilar. Confira!

1- Vietnã

Apesar do alto custo da passagem aérea (claro, foi a primeira coisa que pensamos sobre vários destinos apresentados), a publicação destacou o país como tendo alimentação e acomodação muito baratas.
R$ 1 = 6426,73 Dongs vietnamitas

Halong Bay | Foto: Divulgação Skyscanner.

2- Laos

Outro destino asiático. Dono de uma riqueza cultural única, o Laos tem alimentação, transporte e hospedagens econômicas.
Moeda: Kips de Laos

Pha That Luang | Foto: Divulgação Skyscanner.

3- Camboja

Mais um sonho de consumo mochileiro, o Camboja aparece como o terceiro do ranking.
R$ 1 = 1136,23 Riels cambojanos.

Angkor Wat | Foto: Divulgação Skyscanner.

4- Nepal

Além da oportunidade de uma imersão cultural sem igual e encantamento com paisagens únicas, o Nepal também é de interesse dos apaixonados por montanhas e escaladas e aparece como o 4º país da lista.
R$ 1 = 30,10 Rúpias nepalesas

Monte Everest | Foto: Divulgação Skyscanner.

5- Indonésia

As incríveis praias de água cristalina do país encantam o mais variado perfil de público.
R$ 1 = 3935,45 Rúpias da Indonésia.

Templo Borobudur – Java | Foto: Divulgação Skyscanner.

6- Índia

Quando o assunto é destino barato para ficar mais tempo, a Índia sempre aparece na lista, segundo o Skyscanner.
Câmbio favorável e diárias de hotéis acessíveis ajudam no orçamento de viagem.
R$ 1= 18,83 Rúpias indianas.

Taj Mahal | Foto: Divulgação Skyscanner.

7- Colômbia

Ricas cultura e história, praias encantadoras, campo e floresta, a Colômbia tem de tudo um pouco e é um dos vizinhos que merecem a visita.
R$ 1 = 797,44 Pesos colombianos

Cartagena | Foto: Divulgação Skyscanner.

8- Bolívia

A Bolívia dispensa comentários. É um dos destinos mais visitados e queridos dos mochileiros brasileiros.
Segundo o levantamento do Skyscanner, apesar de o Real valer pouco mais que a moeda boliviana, o país é uma “opção econômica, graças ao custo de vida baixo”.
R$ 1 = 1,93 Bolivianos

Salar de Uyuni | Foto: Divulgação Skyscanner.

9 – Paraguai

Para muitos, a primeira coisa que vem a cabeça quando se fala em Paraguai é compras. Pouco divulgado, o país guarda ricas cultura e história e é uma ótima opção para mochilar.
R$ 1 = 1567,88 Guaranis

Ruínas Jesuíticas | Foto: Divulgação Skyscanner.

10- Bielorrússia

O site levantou que por lá o custo de vida é 40% menor que o do Brasil. A capital, Minsk pode ser um belo ponto de partida para o roteiro.
Moeda: Rublos bielorrusso

Catedral do Espírito Santo – Minsk | Foto: Divulgação Skyscanner.

11- Hungria

Viagens à Europa costumam assustar os bolsos de quem ganha em Real e gastará em Euro. Em países onde ele não é a moeda oficial, as atividades costumam ser mais acessíveis segundo o Skyscanner. Aparece na 11ª posição da lista, a Hungria.
R$ 1= 74,12 Forints húngaros

Budapeste | Foto: Divulgação Skyscanner.

12- Albânia

O site apresenta o país como uma agradável surpresa àqueles que querem fugir das principais rotas turísticas da Europa. A Albânia é dona de um litoral incrível, com praias de areia branca e águas cristalinas.
R$ 1 = 30,05 Leks albaneses

Kruja | Foto: Divulgação Skyscanner.

13- Rússia

Quem escolher a Rússia como destino para a sua viagem internacional vai encontrar um país repleto de curiosidades, palácios grandiosos, principalmente em Moscou e São Petersburgo.
Segundo o Numbeo.com, inclusive, essas cidades são as cidades europeias que têm os preços mais acessíveis para os viajantes, e o custo de vida nelas chega a ser 16% menor do que o de São Paulo!
Vale lembrar que o país é sede da Copa do Mundo de 2018, que começa em 14/06.
R$ 1 = 18,02 Rublos russos

St. Petersburgo | Foto: Divulgação Skyscanner.

14- Macedônia

Segundo levantou a publicação, o custo de vida na Macedônia é um dos menores da Europa.
Seu principal destino é a cidade de Ohrid, onde fica a igreja Santa Sofia, construída no século 11.
R$ 1 =  14,48 Dinar da Macedônia

Museu Arqueológico da Macedônia – Skopje | Foto: Divulgação Skyscanner.

15- Tailândia

Um mochileiro que nunca foi à Tailândia, certamente tem o país na lista de lugares a conhecer.
Belezas naturais sem igual e o custo de vida baixo são alguns dos incentivos.
R$ 1 = 8,96 Baths tailandeses

Railay Beach | Foto: Divulgação Skyscanner.

16- Filipinas

O arquipélago formado por ilhas paradisíacas é um colírio para os olhos de quem ama praia.
Acomodaçoes e refeições são mais baratos do que a média, segundo o Skyscanner.
R$ 1 = 14,65 Pesos das Filipinas

Malaya Beach | Foto: Divulgação Skyscanner.

17- Costa Rica

Reservas naturais exuberantes, mar do Caribe, Oceano Pacífico, vulcões… Você já deve ter ouvido a expressão ‘Pura vida’, pois é, é de lá!
Quando fomos pra lá (em 2007) não achamos muito barato (a gente nunca acha nada barato – risos) mas o país aparece em 17º lugar deste ranking.
R$ 1 = 159,18 Colones da Costa Rica

Playa Conchal | Foto: Divulgação Skyscanner.

18- República Tcheca

A capital do país, Praga, por exemplo, reúne tudo o que uma capital europeia pode oferecer, de charmosos cafés nas praças, às preciosidades históricas em seus prédios e construções seculares.
Segundo levantou o site, o país tem um custo de vida 20% mais baixo que o de São Paulo.
R$ 1 = 6,02 Coroas tchecas

Praga | Foto: Divulgação Skyscanner.

19- Moldávia

Custo de vida cerca de 50% mais baixo que o do Brasil e um destino pouco explorado pelos turistas. Só isso já basta pra você querer arrumar a mochila e ir conhecer né?
R$ 1 = 4,66 Leus da Moldávia

Capriana monastery | Foto: Divulgação Skyscanner.

20- México

História, praias, natureza exuberante e forte cultura fazem do México um país incrível.
Em lugares como Tulum, é possível encontrar hotéis 2 estrelas com diárias a partir de R$ 45 (tem camping no Brasil cobrando isso por pessoa).
Segundo levantou o site, a capital do país, Ciudad de México tem o custo de vida 43% mais baixo que o do Brasil.
R$ 1 = 5,38 Pesos mexicanos

Tulum | Foto: Divulgação Skyscanner.

21- África do Sul

O país é dono de uma rica diversidade natural e mantem algumas das maiores reservas ambientais do continente africano. Por lá você pode optar desde roteiros que incluem atividades radicais, até passeios por vinícolas, passando claro, por safáris em parques nacionais.
O custo de vida por lá é em média 20% mais baixo que no Brasil.
R$ 1 = 3,57 Randes sul-africanos

Cidade do Cabo | Foto: Divulgação Skyscanner.

22- Marrocos

Com um custo de vida cerca de 8% menor que o do Brasil, o Marrocos está dentre os países mais baratos para quem quer conhecer um pouco da cultura árabe.
R$ 1 = 2,63 Dirham marroquino

Deserto do Saara | Foto: Divulgação Skyscanner.

23- Egito

Segundo levantamento do Skyscanner, o custo de vida da capital do país, Cairo é 60% mais baixo do que o da capital paulista.
R$ 1 = 4,96 Libras egípcias

Pirâmides | Foto: Divulgação Skyscanner.

24- Uruguai

Nos últimos tempos, quem tem chegado de lá tem reclamado dos preços que encontrou. Não a toa, o país aparece em 24ª posição num ranking de 30. O que pode compensar o orçamento são as promoções de passagens aéreas pra lá que sempre aparecem.
É um país encantador, com belas cidades e povo hospitaleiro.
Segundo levantamento do site, o custo de vida no Uruguai é mais alto que no Brasil.
R$ 1= 8,07 Pesos uruguaios

Montevidéu | Foto: Divulgação Skyscanner.

25- Argentina

Segundo levantamento do site, o custo de vida na Argentina é bem próximo ao de São Paulo, sendo que a capital paulista chega a ser 6% mais em conta, o que pode ajudar na economia é o planejamento antecipado da viagem, bem como estar atento às promoções de passagem que sempre aparecem pra lá.
R$ 1 = 5,92 Pesos argentinos

Monte Fitz Roy – El Chaltén | Foto: Divulgação Skyscanner.

26- Chile

De Patagônia, ao Deserto do Atacama, passando por cidades encantadoras, o Chile já é queridinho da galera da mochila.
Segundo levantamento do site, o custo de vida por lá é 6% menor que o de São Paulo, por exemplo.
R$ 1 = 174,42 Pesos chilenos

Deserto do Atacama | Foto: Divulgação Skyscanner.

27- República Dominicana

Fora dos eixos turísticos é possível aproveitar baixos preços por lá, de alimentação a hospedagem.
R$ 1 = 13,97 Pesos dominicanos

Punta Cana | Foto: Divulgação Skyscanner.

28- Jamaica

Na Jamaica, a porta de entrada é a capital Kingston, de onde é possível seguir viagem para outras maravilhas como Ocho Rios, Negril e Montego Bay.
R$ 1 = 35,24 Dólares jamaicanos

Ocho Rios | Foto: Divulgação Skyscanner.

29- Croácia

A Croácia já foi um destino mais barato, mas atualmente é preciso buscar por promoções para conhecer suas praias paradisíacas.
Vale a pena visitar a histórica Dubrovnik, uma das maiores cidades da Croácia e das mais baratas para os viajantes, segundo o site.
R$ 1 = 1,74 Kunas croatas

Dubrovnik | Foto: Divulgação Skyscanner.

30- Ilhas Seychelles

Não é por acaso que as Ilhas Seychelles aparecem na última posição da lista: visitar o paraíso não é barato.
A dica é se programar e fazer a reserva com bastante antecedência. A hospedagem é muito cara no país, segundo a publicação.
R$ 1 = 3,79 Rúpias de Seychelles

Foto: Divulgação Skyscanner.

Taxa de câmbio verificada em 02/05/2018 através do Conversor de Moedas do Banco Central.
Os países sobre os quais não informamos a conversão de Real para a moeda correspondente não apresenta cotação para o dia pesquisado e ou não aparece na lista do Conversor de Moedas do Banco Central.

O post original no Skyscanner está aqui. Nele, as conversões são de 16/06/2017.


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Incríveis bicicletas fabricadas com peças de motos dos anos 50

Mochileiros.com

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O artesão italiano, Luca Agnelli é especialista em restauração de móveis antigos e se transformou em uma sensação com suas criações: bicicletas elétricas construídas com peças de motos dos anos 50. São peças reais, como um tanque de combustível por exemplo, que ao invés de levar gasolina tem um conjunto de baterias.
Agnelli trabalha em seu laboratório de desenho desde 1989, quando o abriu e tinha 22 anos; desde então cria produtos contemporâneos a partir de antigas relíquias. Uma das coisas que faz destas bicicletas (ou pedelecs) especiais é que cada uma é única, uma verdadeira joia feita a mão.

Dê uma olhada em algumas delas nas fotos abaixo:

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Mais fotos e informações (inclusive técnicas) sobre cada modelo podem ser vistas no http://www.agnellimilanobici.com/?post_type=product

Com informações de AutoEvolution.com.

Se você gosta de coisas retrô, também pode gostar deste post: Posters (retrô) de viagem


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Professora gringa viraliza com desabafo sobre a língua portuguesa

Mochileiros.com

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Rebecca Jackson-Salado faz sucesso com seus vídeos no Facebook o último tem a ver conosco: ela tenta entender o uso e sugerir novas palavras à língua portuguesa.
Por exemplo, qual a necessidade das palavras serem direcionadas para cada sexo, mudarem no plural, aumentativo e ou diminutivo? “Bonitão” para ela poderia ser ‘bonitono’, já que no feminino seria bonitona. “Eu sempre falo bonitono e todo mundo ri”, comenta Rebecca, lembrando que no inglês se usa “beautiful” para elogiar um homem e também uma mulher.
Outro vídeo não questiona a língua, mas um hábito, sobretudo de nós brasileiros: “Quantas vezes preciso mandar beijos para ser educada?” pergunta sobre como encerramos uma ligação telefônica. Para ela (e para muita gente – risos) um simples tchau bastaria.
Músicas brasileiras, “frases comuns para brasileiros que não funcionam em inglês” e outras publicações sempre bem humoradas fazem parte da página Minha Professora Gringa, onde Rebecca, que é norte-americana e formada em inglês para estrangeiros publica seus conteúdos.
Confira alguns abaixo:

“Bonitono”

#Bonitono

Vamos fazer mudanças!!!! #BONITONO <3 Obrigada amores <3

Posted by Minha Professora Gringa on Friday, April 6, 2018

“Quando você fala tchau você desliga o telefone” 😅

#QuantosBeijos – Me da dicas!!!!

#Teambonitono precisa sua ajuda!!!!Nunca sei quando eu posso disligar o fone. Nao quero ficar sem educação!!! Me da suas dicas — #QuantosBeijos ?Youtube: https://youtu.be/prHQSGTa_S4

Posted by Minha Professora Gringa on Wednesday, April 11, 2018

Frases comuns para brasileiros mas que não funcionam em inglês

Frases comuns para brasileiros que não funcionam em inglês!

Frases comuns para brasileiros que não funcionam em inglês!!!New VIDEEEEEOOOOO!Check me out on youtube! https://youtu.be/JDaLp-D84LU

Posted by Minha Professora Gringa on Sunday, January 28, 2018

 


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Os 10 + vistos do Mês

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