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Roteiro de 4 dias acampando na Ilha Grande

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Meu destino de férias esse ano foi Ilha Grande, na cidade de Angra dos Reis, cerca de 2h de viagem do Rio de Janeiro. Apesar de ter ido no mês de julho, conseguimos aproveitar bastante pois fez sol todos os dias.

Como só tínhamos 4 dias, fizemos um planejamento que fosse viável física e financeiramente. Viável fisicamente por que faríamos todos os passeios por trilha, e como estávamos sedentários não poderíamos nos desgastar tanto a ponto de não conseguir fazer todos os passeios. E financeiramente viável por que estávamos com pouco dinheiro e as coisas por lá costumam ser um pouco caras. Fomos com R$250,00 cada um. Valor que cobriu transporte, alimentação e camping.

Nosso roteiro foi:

Dia 1 – Circuito do Abraão / Dia 2 – Vila de Dois Rios / Dia 3 – Praia de Lopes Mendes / Dia 4 – Praia de Palmas

Circuito do Abraão

Praia Preta

A Vila do Abraão é a principal vila da ilha, onde chegam as barcas que vêm do continente e onde se concentram a maioria das hospedagens e restaurantes. Chegamos por volta das 9:30h, na barca que sai da cidade de Mangaratiba às 8h. É a única barca do dia sentido Mangaratiba x Abraão. Fomos direto pro camping montar a barraca e descansar um pouco, nossas mochilas estavam bem pesadas. Saímos depois de almoçar, por volta das 13h pra fazer a trilha T1 que é o circuito do Abraão. É uma trilha pequena e tranquila de 1,9km.

Esse circuito tem duas partes: a parte de baixo, que passa pela praia e nas Ruínas do Lazareto e a parte de cima, que passa por mirantes e termina no Poção. As duas partes terminam no Aqueduto.

Escolhemos ir pela parte de baixo. A trilha começa no final da rua principal da vila do Abraão, onde tem o pórtico com a placa do Parque Estadual da Ilha Grande. Toda essa área é de preservação ambiental.

A trilha vai margeando a praia, oferecendo belas vistas da vila e de algumas ilhotas. A trilha é bem sinalizada. Encontramos muita gente caminhando por ela, indo e voltando da praia. Ao longo do caminho tem uns banquinhos e mesa de madeira para quem quiser parar e fazer um lanche. Após meia hora de caminhada chegamos a Praia Preta, que tem esse nome devido a coloração das suas areias. A praia estava bem movimentada. Por ser próxima a vila, acaba sendo uma boa opção pra quem não quer ir muito longe ou não quer pagar algum passeio de barco.

A praia Preta termina nas ruínas do Lazareto, onde deságua um rio que forma um lago de água doce. O que restou do Lazareto e antigo presídio pode ser visto antes de chegar no mar. O Lazareto era um hospital de quarentena para imigrantes que funcionou de 1886 a 1913. A partir de 1940 até 1954 passou a abrigar o presídio para presos comuns. Com seu fechamento os presos foram transferidos para o presídio na vila de Dois Rios e as instalações foram demolidas por ordem do então governador Carlos Lacerda. O que sobrou no local são apenas algumas celas, um muro de pedra que margeia a praia e as ruínas do cais onde atracavam as embarcações.

Ruínas do Lazareto

Caminhando de volta para a trilha é possível ver alguns restos da construção na mata, uma parte de calçamento de pé-de-moleque e palmeiras imperiais ladeando a trilha. No final do circuito chegamos no Aqueduto, que foi construído em 1893 para abastecer o Lazareto. É possível subir e andar nele, mas é preciso cuidado. O caminho é estreito, cheio de mato e não tem onde segurar direito. Lá em cima você estará a 30m do chão. Não dá pra ver muita coisa, como onde termina o Aqueduto, por exemplo, mas tem uma vista legal. Fui andando só até o meio, onde queria tirar foto. Estava morrendo de medo rs

De frente para o Aqueduto está o Poção, onde é possível tomar um banho pra se refrescar antes de retomar a trilha. Continuando por baixo do Aqueduto está a trilha T2, que segue para o Saco do Céu e pra cachoeira da Feiticeira. Retornamos do Aqueduto mesmo, pois o próximo atrativo era a cachoeira da Feiticeira e como já conhecíamos e estava ficando tarde, achamos por bem voltar.

Vila de Dois Rios

A praia de Dois Rios é onde fica o famoso presídio da Ilha Grande. Esse foi nosso destino no segundo dia de viagem. Para chegar até lá é preciso pegar a trilha T14, que na verdade é uma estrada que liga a vila de Dois Rios a Abraão. Teoricamente é a única estrada da ilha e tem início bem no centro de Abraão, próximo à igreja de São Sebastião.

Acordamos bem cedo, pois a caminhada seria longa e cansativa, aproximadamente 3 horas. Saímos às 7h para aproveitar bem o dia. São 14km ida e volta. Metade da trilha é subida e a outra metade é descida.

Só é possível chegar a Dois Rios por trilha. Os passeios de barco que passam por lá oferecem apenas uma vista panorâmica, não existe cais na praia e o mar agitado dificulta que os barcos atraquem. Lá na praia tinha uma placa indicando barco pro Abraão, mas quando nos informamos os barcos só iam até Lopes Mendes e de lá teria que pegar outro barco pra chegar em Abraão.

A estrada é bem larga, tem algumas casas bem no começo ainda próximo a Abraão, mas logo as casas somem e dão lugar a mata. Detalhe para o som dos macacos bugios ao longo de toda a trilha: é assustador! No início achei que eram cachorros latindo, mas uma senhora que conhecemos no camping e nos acompanhou na trilha disse que o barulho era dos bugios na mata. Tivemos a sorte de não encontrar nenhum pelo caminho, há relatos de que eles são um tanto hostis.

Durante nosso trajeto não encontramos ninguém, exceto um ônibus e uma caminhonete que levavam os trabalhadores da Vila de Dois Rios para o Abraão. Esses são uns dos poucos veículos que tem circulação permitida na ilha e nessa estrada. Infelizmente eles não dão carona. Na estrada para Dois Rios se tem acesso para duas trilhas: a T13, que vai para o Pico do Papagaio fica bem no inicio da estrada, próximo a Abraão; e a T15, que vai para a praia de  Caxadaço, já próximo a Dois Rios. No caminho também há um ponto de parada para banho na Piscina do Soldado, próximo a entrada da T15. Passamos esse atrativo e fomos direto ao nosso destino.

Chegando na Vila de Dois Rios é preciso deixar o nome com um guarda antes de seguir para a praia. A vila tem algumas casas, a maioria abandonada, uma igreja e o presídio Cândido Mendes, na verdade uma parte dele. São cerca de 150 moradores, sendo que grande parte são funcionários da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). Caminhamos mais um pouco e logo chegamos à praia. Fizemos o trajeto todo em 2 horas, um tempo muito bom para quem está fora de forma. Mas fomos num ritmo acelerado, recomendo ir com calma, pois sentimos todos os efeitos dessa “loucura” no dia seguinte (o que era tudo o que não queríamos). Voltando a praia: paradisíaca! Estava praticamente deserta. Fomos caminhando para o lado esquerdo, onde deságua um dos rios. Aliás, o nome da vila se deve aos dois rios que deságuam nos dois cantos da praia.

Não aproveitei muito da praia, gostei mais de ficar no rio. Águas transparentes, areias finas e cardumes de peixe passando toda hora. É preciso estar atento, pois apesar de muitas partes rasas, algumas partes tem buracos.

Caminhamos a praia toda, agora indo em direção ao outro rio, no lado direito. Achei esse pedaço mais bonito e mais selvagem. Nesse ponto o rio não estava encontrando o mar, acredito que seja pela maré estar baixa.

A praia não tem quiosques e nem ambulantes, então é necessário levar comida e bastante água. Na vila tem uns dois restaurantes de comida caseira com prato feito. As refeições custam em torno de R$25.

O tempo passou muito rápido e já era hora de voltar para a trilha. Não é possível pernoitar em Dois Rios, não existem pousadas ou camping por lá. Antes de ir embora passamos no que restou do antigo presídio, que hoje abriga o Museu do Cárcere, inaugurado em 2010. O museu, administrado pela UERJ, conta a história do antigo Instituto Penal Cândido Mendes, que abrigou presos políticos na época da ditadura militar. Roupas que os presidiários usavam, armas da época e parte do mobiliário original são algumas das peças em exposição. É bem interessante, vale a visita.

Praia de Lopes Mendes

No nosso terceiro dia em Ilha Grande, acordamos cedo, levantamos acampamento e partimos para a praia de Palmas, nosso último destino. Fizemos este trecho de barco por causa do peso das nossas mochilas. A trilha de Abraão pra lá apesar de considerada de nível moderado tem trechos de subidas muito íngremes. O valor do barco de Abrão até Palmas custou R$20,00.

Chegamos em Palmas e fomos direto para o camping armar a barraca e almoçar. Descansamos um pouco e partimos para a paradisíaca praia de Lopes Mendes, considerada uma das praias mais bonitas do Brasil pelo Traveller’s Choice do TripAdvisor.

A trilha começa no final da praia, bem próximo ao camping em que ficamos, e é um trecho de continuação da trilha T10, que começa na vila do Abraão. A subida é um pouco inclinada e escorregadia pois começa numa pedra. Após 25-30 minutos caminhando chegamos na praia de Mangue, onde a trilha termina numa ponte de madeira que atravessa um rio que termina no mar. Continuamos a caminhada pela areia e mais a frente chegamos a praia de Pouso, que é o desembarque dos barcos que vem do Abraão pra quem vai pra Lopes Mendes.

A partir de Pouso é obrigatória a trilha (T11) pra quem vem de barco também, são mais uns 20 minutos de caminhada. Começa com um trecho de subida que dá pra cansar, mas é tranquilo, depois é só descida até chegar na praia.

A praia de Lopes Mendes é realmente incrível! Areias finas e brancas e mar azul. Fomos até as pedras, no canto direito da praia e o visual de lá é espetacular e rende belas fotos. A praia tinha bem mais gente que Dois Rios, mas só na chegada próximo a trilha. São quase 3km de extensão e antes de chegar na metade da praia ela já estava vazia. Nesse ponto eu esperava mais, confesso que fiquei meio decepcionada por que fiquei com Dois Rios só pra mim hehe. Fomos andando até a boia, que é o cartão postal da praia. Andamos bastante, pois ela fica bem no final da praia, do lado esquerdo. A praia é bem selvagem, de um lado o mar, do outro a floresta de mangue, não existem construções nesse trecho. A boia de ferro se desprendeu de um navio em alto mar e encalhou na praia, um artista plástico da região, Silvio Cavalheiro, fez um mosaico nos dois lados.

Pra voltar pegamos uma trilha alternativa que haviam nos indicado, pra não precisar fazer o caminho de volta pela praia toda. Eu estava um pouco receosa, pois já tinha lido sobre aquela trilha, mas decidimos arriscar. A trilha começa próximo a boia, tem uma capela abandonada bem de frente pra praia. Atrás dela passa uma estrada de areia, que é conhecida como a trilha da Aroeira. É um trecho bem bonito e um tanto sombrio e não encontramos ninguém durante todo o caminho. Pelo caminho placas indicavam a presença de jacarés. É um pedaço quase intocado de floresta, é muito bonito mas eu não tirei fotos, estava com medo de topar com um jacaré ou qualquer outro bicho. Em alguns trechos a trilha vai ladeando o mangue. A trilha é quase toda plana, porém é mais longa, são uns 40 minutos até chegar a praia de Pouso.

Praia de Palmas

No nosso quarto e último dia de viagem à Ilha Grande acordamos de madrugada pra ver o sol nascer na praia. Tivemos uma vista privilegiada e nem precisamos ir muito longe, já que o nosso camping ficava na beira da praia. Acordamos pouco antes das 6h da manhã e o dia ainda estava bem escuro. Alguns minutos depois os primeiros raios tímidos do sol começavam a clarear o céu. Ficamos apreciando o espetáculo por mais ou menos uma hora. Quando o dia já estava claro, voltamos pra barraca pra dormir mais um pouco.

Tiramos o dia pra relaxar e aproveitar a praia, já que seria o dia de voltar pra casa. A praia de Palmas é muito tranquila, com poucas ondas e de um verde esmeralda reluzente. É um dos núcleos menos povoados, com cerca de 70 pessoas e pequena infraestrutura de comércio, em sua maioria bares, campings e pousada. Não tem energia elétrica, é tudo a base de gerador que são desligados por volta das 21h, deixando o local em total breu. É uma ótima oportunidade pra observar as estrelas, ouvindo o som do mar. Tentamos essa experiência, mas eu fiquei com medo e resolvi voltar pra barraca hahaha Fiquei assustada por causa do barulho dos bugios na floresta durante o dia.

O local conta com uma única e bem pequena mercearia, com uns preços bem salgados. O ideal é comprar a comida na Vila do Abraão e levar pra lá. Alguns bares oferecem refeição e aluguel de caiaque e prancha pra S.U.P. Não é muito movimentada durante à noite, pelo menos não na baixa temporada. Durante muitos passam pela praia indo em direção à trilha que leva a Lopes Mendes.

No fim da tarde chegou a hora de partir. Conseguimos um barco para nos levar a Conceição de Mangaratiba por R$35,00. Não precisaríamos ir pra Abraão pegar outro barco.

E assim terminaram nossas maravilhosas férias de inverno. Tivemos sorte pois em todos os dias fez sol e pudemos aproveitar bastante. Espero voltar à Ilha em breve para desbravar outros locais, pois ela é muito grande e cheia de lugares incríveis.

Para ler o relato completo com todas as fotos acesse Bora Descobrir? E siga @boradescobrirno Instagram.

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Capitólio – O mar de Minas em um roteiro completo

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Capitólio tem sido o destino de ecoturismo mais procurado atualmente.

A região do lago de furnas é repleta de belas cachoeiras, balneários, lagos de cor esmeralda e paisagens incríveis, sendo um destino ideal para quem quer aventura e contato com a natureza.

Muita coisa podemos fazer por aqui, mas o que é imperdível? O que não podemos deixar de fazer? Quantos dias ficar?

 Listei 9 lugares que recomendo e em resumo o que é cada um deles.

Quer mais detalhes?

No www.queromochilar.com.br há mais informações e um roteiro prontinho para Capitólio, com custo, dicas de economia e hospedagem, passe lá pra conferir.

1- Morro do Chapéu

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Umas 3 horas – Contando deslocamento e caminhada.

O Morro do Chapéu é um mirante natural a 1.293 metros de altitude de onde podemos aproveitar um belo visual do ”Mar de Minas”. A vista do lago de Furnas daqui é incrível.

O acesso é por estrada de terra e não tão fácil e temos que fazer um percurso morro acima a pé, mas o visual compensa.

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Foto: Estrada de terra, de acesso ruim e trilha para quem quer caminhar um pouco e evitar problemas com carro… rs.

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Foto: Vista para o lago de furnas.

2- Cascata Ecopark.

  • Entrada: R$ 35,00 – Preço temporada; Preço normal R$ 30,00.
  • Horário: 9h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Recomendo 4 horas – Mas pode-se ficar lá o dia todo.

Essa é uma propriedade particular. Aqui há uma trilha curta e de fácil acesso, onde começamos passando pela parte de cima das cachoeiras e chegamos a um mirante para os Canyons e depois vamos a duas quedas d´água onde é possível banho de cachoeira, o lado ruim é que não há poços com boa quantidade de água para banho.

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Foto: Já em frente ao restaurante temos acesso a esta Cachu, onde na verdade era nosso último ponto da trilha.

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Foto: Esta Cachu é a mesma da primeira foto, só que vista por baixo. Aqui o poço não é profundo para banho, ele é mais para admirarmos mesmo. Ah, cuidado que o caminho aqui é bem escorregadio.

3- Paraíso Perdido.

  • Entrada: R$ 40,00 (carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

O Paraíso Perdido também é uma propriedade particular e tem uma excelente estrutura, com um ótimo restaurante e instrutores para todo lado para alertarmos de perigo.

Havia lido que aqui havia 18 piscinas naturais e 8 quedas, eu paguei R$ 40,00 e vi 3 quedas ( não sei como contam 8 ). Pelo que eu vi, as quedas estão todas no mesmo percurso e não são grandes, é uma quase grudada na outra e também considerei só dois poços naturais, confesso que fiquei decepcionado com este lugar e pelo que lia achava que seria o melhor de todos, mas não foi.

Foto: Subindo rumo ao melhor poço para banho.

Foto: A água estava gelada de dar câimbra e dor de cabeça, e o corpo não acostumava, mas não resisti, já molhei de uma vez só….rs.

4- Cachoeira do Filó.

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Uma bela queda d´água com um poço enorme e excelente para banho. Como é gratuita e bonita está sempre lotada.

Parando na rodovia é só andar 100 m. Há a possibilidade de subir até o mirante- só ir contornando a queda dá água e subir pela mata mais uns 100 m- e você estará no topo da cachu além de ter acesso ao poço atrás da mesma.

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Foto: A bela Cachoeira do Filó vista antes de descer a trilha.

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Foto: Mirante.

5- Trilha do Sol.

  • Entrada: R$ 40,00 (Temporada) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Também uma propriedade particular com ótima infraestrutura, e na minha opinião um dos melhores passeios pela região. As trilhas são lindas, e os três atrativos principais na trilha do sol são: Cachoeira no Limite, Cachoeira do Grito e Poço Dourado. Ahhh há até uma área de nudismo… rs.

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Foto: A parte superior da Cachoeira No Limite.

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Foto: A Cachu com seu poço. Você pode chegar no poço pulando, ou pela mata, uma trilha curta e tranquila.

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Foto: As paredes com estas pedrinhas deixa a trilha para o poço encantado com um visual incrível.

6- Passeio de Lancha nos Canyons.

  • Entrada: R$ 100,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 80,00.
  • Horário: Agendado – das 8h00 às 16h00.
  • Duração do passeio: 2 horas.

Nem preciso discorrer muito sobre este passeio, afinal é o mais procurado de Capitólio e não é atoa, realmente um tour imperdível e onde você realmente terá um contato incrível com o belo lago de furnas.

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Foto: Olha a cor desta água.

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Foto: Só admirando este paraíso.

7- Lagoa Azul

A cachoeira da Lagoa Azul também fica em uma propriedade particular, e você pode chegar até ela por asfalto, ou aproveitar o passeio da lancha para conhecê-la. Geralmente em temporada está sempre lotada, mas o bonito dela mesmo é vê-la vazia, por isso no dia não quis conhecê-la.

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Foto: A Lagoa Azul ficou para uma próximo visita, este lugar deve ser lindo, mas vazio, deste jeito não fiz questão de conhecer não…rs

8- Mirante do Canyon

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Aberto.
  • Duração do passeio: Em torno de 40 min.

É aqui que todo mundo tira as melhores fotos de Capitólio, fácil acesso e trilha super fácil, não há desculpa para não ir até o mirante que está bem ao lado da BR.

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Foto: As fotos clichês de Capitólio.

9- Parque Estadual da Serra da Canastra.

  • Entrada: R$ 10,00.
  • Horário de funcionamento:  8h00 às 18h00 – Sendo que não é permitida entrada após às 16h00.

Um pouquinho distante de Capitólio, mas não deixe de conhecer se gosta de aventura e tiver um tempinho no cronograma. É neste parque que está a segunda em altura e uma das mais belas cachus de Minas Gerais.

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Foto: Vista que temos da pesada trilha para conhecer a Casca d´Anta por cima. Show de paisagem.

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Foto: A Casca d´Anta com 186 metros de queda d´água é a segunda maior cachu de MG, perdendo somente para a Cachoeira do Tabuleiro em Conceição do Mato Dentro.

Todas as dicas e informações necessárias para conhecer o Parque da Serra da Canastra estão no Blog : Aqui.

GOSTOU?? 

Isso é só uma aperitivo, no Quero Mochilar há detalhes sobre as trilhas, como chegar, o que ver, fazer, comer etc, em cada um destes lugares, além de fotos incríveis e um roteiro prontinho dia a dia pronto para imprimir só com o essencial de cada lugar.


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Alemã se desafia a passar o resto da vida com a mesma roupa

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“Colecione momentos e não coisas”. Quem nunca ouviu essa frase e já parou para pensar o quanto (batida, porém) pertinente ela é? Nesta frase cabe um mundo e dentro disso a busca por valorizar o simples e sentir-se bem com ele não se tratando de “viver sem nada” a qualquer custo, é algo mais profundo, talvez um real desejo de mudar.
E as mudanças podem começar com, por exemplo, consumir menos roupa. A alemã Jessica Böhme vive a mais de um ano com dois vestidos pretos co-desenhados por ela, que são combinados com outras poucas peças como casacos e calças. Ela tem dois vestidos para utilizar um, quando o outro está sendo lavado.
Ao Projeto Colabora, uma rede de 240 jornalistas especializados entre outras coisas em sustentabilidade e meio ambiente, Jessica contou que se inspirou quando viu uma entrevista de uma senhora que usava o mesmo vestido há um ano. “Quando comecei a mudar meus hábitos de consumo, eu passei a comprar menos e, se eu comprava algo novo era de uma marca sustentável e justa”.
No seu site ela cita o The Uniform Project, que nasceu em maio de 2009 quando uma garota se comprometeu a usar um vestido preto por 365 dias como um exercício de “moda sustentável”. Este projeto arrecadou US$ 100.000 para a educação de crianças carentes na Índia.
Depois de um ano usando o mesmo vestido, Jessica reiniciou o projeto, mas desta vez “pelo resto da vida”, co-desenhando a peça com um designer em Berlim e com um tecido de longa duração.
Ao todo, incluindo joias, roupas íntimas e acessórios Jessica tem 55 itens no seu guarda-roupa, sem contar com os seus óculos, o item número 56.
A entrevista completa com a alemã pode ser conferida no https://projetocolabora.com.br/consumo/conheca-a-alema-que-se-desafiou-a-passar-o-resto-da-vida-com-a-mesma-roupa/

Mais sobre o projeto pode ser acompanhado em seus site e Instagram.

 

#1dress4life | Foto: @jessica_boehme

Jessica e O vestido | Foto: @jessica_boehme

 

Jessica, O vestido e alguns acessórios | Foto: @jessica_boehme

Fotos: André Groth/Reprodução Instagram @jessica_boehme


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Mapa permite que você conheça seu endereço na Terra milhões de anos atrás

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Quem seriam nossos países vizinhos se os continentes ainda estivessem juntos? A gente já se perguntou isso por aqui, quando mostramos um mapa (que circulou bastante pela internet) do que seria a Pangeia com os países que conhecemos hoje mas o mapa criado pelo engenheiro de software Ian Webster, vai além: no http://dinosaurpictures.org/ancient-earth#240 você pode digitar por exemplo, o nome da cidade onde mora e ver onde ela estava há milhões de anos atrás e porque não, saber que tipo de habitantes havia por ali.
O site faz parte do DinosaurPictures.org, um banco de dados destinado a estudantes, professores, crianças e ou curiosos sobre os dinossauros. É construído com o PaleoDB, um banco de dados científico especializado em paleobiologia formado por centenas de profissionais da área.

Esse pontinho vermelho no mapa é São Paulo há 240 milhões de anos (você pode escolher entre 20 e 750 milhões de anos, no topo da tela do mapa interativo | Foto: Reprodução.

Esta é a representação de um Aeolosauro, que viveu em Sampa (seus fósseis foram encontrados em alguns lugares da Argentina e em São Paulo) há 240 milhões de anos | Foto: Reprodução.

Pensamos num destino que queremos conhecer: as (hoje) ilhas Phi Phi, na Tailândia | Foto: Reprodução.

Com informações do OpenCulture.


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Conheça a mochila ‘flutuante’

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“A inovação mais significativa em mochilas nos últimos 30-40 anos”. Esta é a afirmação do site que anuncia a HoverGlide, uma mochila ‘flutuante’ que promete reduzir “muito” (até 86%!) o impacto da carga nas costas, pescoço, joelhos e tornozelos enquanto você anda ou corre com ela.
O projeto é resultado de um estudo feito em 2006 por fisiologistas da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia (EUA). Especializado no movimento de peixes, o chefe do grupo, o professor de Biologia, Lawrence Rome, explicou à CNN que a mochila segue o mesmo princípio utilizado para o transporte de cargas pesadas em alguns lugares da Ásia: “pessoas tradicionalmente usam longos mastros de bambu e a flexibilidade deles absorve o movimento de subida e descida da pessoa enquanto a carga fica a uma altura constante”.
Difícil a gente entender sem experimentar né? Bem, basicamente a mochila possui um trilho deslizante e um sistema de suspensão de polia que sobe e desce, ficando “livre” enquanto você caminha/corre, por isso ‘flutuante’. No vídeo abaixo é possível ter uma ideia de como o acessório funciona:

Os criadores da HoverGlide lançarão a campanha de financiamento coletivo no site Kickstarter ainda em setembro, promovendo a produção de 4 modelos que variam de 28 a 55 litros. Os usos vão de diário e para estudantes, passando claro, para os de uso diário em viagens, camping e caminhadas, além de uma tática para expedições mais difíceis (os modelos são o Commuter, o Trekker, o Hiker e o Tactical).

Na imagem é possível ver o ‘trilho’ entre as alças e a mochila | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Trekker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Hiker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Tactical’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Commuter’ | Foto: Divulgação.

A mochila promete redução de até 86% do impacto, diminuindo possíveis lesões e facilitando o deslocamento | Foto: Reprodução.

Mais informações podem ser conferidas no https://www.hot-newtech.com/hoverglide/

Com informações de Hot-newtech.com, CNN Travel e Nature.com.


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Objetos de decoração para apaixonados por viagem

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Dia 25 de julho é Dia do Viajante e a Viagema está com lançamentos fantásticos para quem ama decorar com viagens! E para você que ama viajar, a loja ainda oferece um cupom de desconto!

Confira algumas opções para sua casa e ou escritório:

Frases para decorar mesas, estantes ou nichos: R$ 65

Foto: Divulgação.

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Confira mais frases em https://www.viagema.com.br/frases

Capachos estilosos para viajantes: R$ 75

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Confira mais detalhes em https://www.viagema.com.br/capachos

Palavras decorativas de parede: R$ 68

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Veja mais em https://www.viagema.com.br/frases

Quadrinhos com frases de Viagem ou cumprimentos pelo mundo: R$ 57,50 a R$ 89,90

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Além dos lançamentos, a Viagema também tem vários outros produtos de decoração com tema viagem!
Aproveite o desconto do Dia do Viajante para decorar a sua casa!

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10% de desconto exclusivo para leitores do Mochileiros.com!

O desconto é válido até 29/07/2018 | Foto: Divulgação.

Nota: Para obter o desconto válido para compras feitas até 29/07/2018 não se esqueça de inserir o código SOUMOCHILEIRO em letras maiúsculas no carrinho de compras da loja https://www.viagema.com.br/

Foto: Divulgação.

Este é um publieditorial.


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Passo a passo: Como planejar seu Mochilão

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Não sabemos por onde começar, mas para concretizar o sonho uma hora temos que iniciar, e aí vem a pergunta: “Como planejar um mochilão”?

Viajando com frequência vamos percebendo que existe um passo a passo que não muda e devemos segui-lo para aproveitar o máximo esta experiência, por isso, quero dividir com todos como planejo minhas viagens.

1o PASSO – DEFINIR O PERÍODO DAS FÉRIAS.

Quando estamos presos ao trabalho, temos duas formas de escolher nosso período de férias para planejar um mochilão:

  1. Por demanda de trabalho: Escolher se ausentar em um mês que não fará muita falta na empresa facilita a negociação, mas caso, isso não seja um problema, podemos optar por escolher a data das férias de acordo com o melhor mês para visitar o destino desejado.
  2. Por melhor época para visitar o destino desejado: Outra maneira é ter o destino definido, e analisar a melhor época do ano para visitá-lo em relação:
  • Clima: Pesquisar sobre temperatura e clima em geral (chuva, neve, vento , calor etc…)
  • Temporadas e datas festivas: Geralmente períodos de temporadas são mais caros, mas ao mesmo tempo tem festas tradicionais e eventos naturais que valem o preço. Em temporadas comecem suas reservas com pelo menos 6 meses de antecedência.

Foto: Festival de verão Ilha do Marajó – PA.

2o PASSO – DESLOCAMENTO: PASSAGENS AÉREAS.

Passada a primeira etapa, já esta definido o melhor período para seu mochilão, então agora você já pode pesquisar sobre as passagens.

Como você ainda não acordou suas férias especificando os dias na empresa, você pode pesquisar a melhor combinação de ida e volta, em vários dias da semana neste período e tempo de estadia. Geralmente as passagens são mais baratas em dias da semana. Uma vez li uma pesquisa que diz que os melhores dias para comprar as passagens aéreas são terça e quarta a tarde.

Quando encontrar a melhor opção de preço e combinação das datas de ida e volta, é hora de falar com o Chefe para acordar o período de férias e deixar bem claro da impossibilidade de alteração.

Com o objetivo de ganhar tempo e evitar mais deslocamentos internos, quando viajo por mais de um país, costumo comprar a passagem de ida por um destino e a de volta em outro, sai mais caro, mas compensa em relação ao tempo e custo benefício.

Foto: Sobrevoando a Amazônia.

3o PASSO – DEFINIR SEU ROTEIRO.

Definido e fechado o deslocamento e também as datas e horários partida e chegada, chegou a hora de planejar o roteiro do seu mochilão.

Nesta etapa você vai para internet mesmo, pesquisar sites de viajantes e mochileiros, recomendo:

Você então deve observar duas coisas:

  • O que é imperdível de se ver/fazer em cada lugar que passar?
  • Quanto tempo leva para conhecer cada lugar?

Esta análise mais as dicas de quem já foi, irão te dar uma ideia de quantos dias deve ficar na cidade ou lugar de destino para aproveitá-lo ao máximo.

Aproveite essa pesquisa para:

  • Levantar e anotar os custos dos passeios, tours e etc..que deseja fazer.
  • Anotar agências e/ou guias de confiança para agendar passeios com antecedência caso seja possível (recomendo se estiver viajando para um lugar que esta em época de temporada ou é muito complicado de informação).

Com as durações pré-determinadas em cada lugar, você vai poder montar seu calendário e ver a data de chegada e partida em cada um dos destinos, para então ir para a próxima etapa do seu mochilão.

Foto: Praça do amor – Lima – Peru.

4o PASSO – DEFINIR O DESLOCAMENTO ENTRE OS DESTINOS.

Agora você vai escolher a maneira melhor de se locomover entre os destinos e pode optar por 3 formas:

  1. Por conforto: Pagar mais caro e viajar com tranquilidade um trajeto longo. Essa opção vale a pena  para viagens noturnas de grande duração e que no outro dia a rotina será intensa.
  2. Por custo: Esquecer conforto e ir da maneira mais barata, independe do meio de transporte.
  3. Por aventura: Esta é minha opção preferida. Você escolhe viajar da maneira que é cultural naquele lugar, assim conversa com os nativos, observa-os e aprende mais sobre o destino que está percorrendo. Essa maneira pode ser uma longa viagem de barco nos rios da Amazônia, por exemplo, ou de trem na Rússia.

Outra dica: Há principalmente em países da Europa, alguns aplicativos de carona que são bem seguros. Uma ótima oportunidade para viajar de maneira mais barata, flexível e ainda conversar com alguém do país.

O que recomendo nesta etapa do planejamento:

Os destinos que você está seguro quanto as datas de partidas e chegadas, já comprar com antecedência as passagens pela internet, principalmente se for temporada no destino.Também dá pra deixar para comprar tudo por lá mesmo, caso ainda tenha dúvida de quantos dias quer ficar no lugar e quer deixar o seu cronograma mais flexível.

Se não for possível comprar com antecedência suas passagens, sempre compre-as no momento da chegada no destino, isso evita ter que deslocar novamente para rodoviárias, estação, aeroportos etc… para comprar o seu ticket e perder um tempo precioso.

Em lugares que tem dificuldade com a língua, comprar com antecedência pela internet e se não for possível, quando arrumar alguém que consiga se comunicar peça para ele escrever as frases que quer usar para conseguir fechar sua passagem, exemplo:

  • Por favor, poderia escrever os horários e dias para Tal destino?
  • Poderia também escrever os valores?

Essas frases me salvaram na Rússia… rs rs… senão eu estava lá até hoje.

Dica: Muitos lugares têm dias gratuitos para visitações em museus, parques e outros, pesquisar sobre estes dias e planejar sua viagem considerando eles, já é um dinheirinho a mais que economiza.

Foto: Machu Picchu – Peru.

5o PASSO – HOSPEDAGEM.

Muito bem, agora já temos as datas de chegada e partida e a duração em cada um dos lugares, chegou a hora de definir a Hospedagem.

No Brasil ainda é fraca a cultura de Hostel, mas em outros países é o melhor lugar para se ficar em relação a custo- benefício, principalmente para quem mochila e viaja sozinho. Você faz sempre bons amigos e contatos nestas hospedagens. Algo típico de hostel são quartos compartilhados, mas tem também individuais, caso queira privacidade ou esteja em casal.

É bom pesquisar também  as avaliações dos sites de hotelaria e ver pontuações e reclamações, além de anotar sempre o que leu em relatos dos viajantes que já passaram por lá.

Uma dica importante sobre a hospedagem: olhar a localização, se está próxima de metrôs, ônibus, dos pontos turísticos principais(onde se pode conhecer a pé). Isso faz com que você ganhe tempo e economize com deslocamentos.

Foto: Viagens de trem ena Rússia.

6o PASSO – PESQUISAS GERAL.

Durante o seu planejamento de roteiros é importante sempre anotar e aprender sobre:

  • Cultura: os costumes de onde vamos, o que é permitido e o que não é, como devemos nos comportar, e com isso lembrar que como turista temos que respeitar a cultura local.
  • Gastronomia: Sempre procuro entender o que é típico do lugar que vou, o que tenho que experimentar, onde é o melhor lugar para comer, lembre-se que a culinária mostra muito de um país, viaje sem frescuras.
  • Pesquisar sobre objetos típicos e coisas que devo comprar para trazer de recordação também é interessante.
  • Golpes e segurança: Pesquisar sobre golpes no país e segurança ajuda muito a evitar problemas.
  • Nunca viagem sem seguro viagem, em alguns países é um item obrigatório, mas para outros não. Eu já fui assaltado e quebraram meu joelho no Equador, depois do acidente fui reembolsado de todos os custos da minha Ida para Galápagos que ficou para depois.

Há várias agências, procure uma agência de turismo, ou fale com seu cartão de crédito para definir a melhor cobertura. Essa é uma economia que não compensa.

  • Sempre pesquise se estiver viajando para fora do país sobre: Vacinas, vistos e moedas.

Lembrando que a melhor pesquisa é conversar com quem já foi.

Foto: Serra da Canastra – MG.

7o PASSO – ORÇAMENTO.

Conforme for fazendo as pesquisas e for anotando os valores de passagens aéreas, hospedagens, passeios, seguro viagem e deslocamentos,  é hora de planilhar tudo isso e começar a estabelecer de acordo com o orçamento do seu mochilão: gastos com alimentação (café da manhã, almoço, lanches e jantar), itens que quer comprar, o limite de gasto com lembrancinhas,  um dinheiro extra para possíveis outros descolamento (ônibus, taxi, metro etc…) e uma “gordurinha” pro lazer é claro (cervejas, vinhos  e bons restaurantes).

Juntando tudo isso, você vai ter uma estimativa de gasto que poderá controlar, para não se perder no orçamento no calor da emoção e voltar triste do passeio.

Cartão de crédito: Com 7 dias de antecedência, costumo desbloquear meu cartão de crédito para o país que vou passar. Ligo no cartão e informo data e país. Faço isso somente por garantia, caso fique sem dinheiro, ou precise, mas evito usar, pois o imposto é alto, e pagamos a conversão do dia do pagamento.

Compra de moeda estrangeira: Uma boa prática é ir comprando a moeda aos poucos ao longo do ano, todo mês no dia que o valor tiver mais baixo, compre o que seu orçamento permitir e vai juntando, assim, na média, o custo da moeda fica num preço bom, pois se deixar tudo para última hora, pode correr o risco de subir e você perder muito dinheiro.

Para economizar:

  • Corte lembrancinhas, costumamos gastar muito dinheiro em coisas inúteis que logo irão para o lixo e não tem valor para quem recebe e ainda vão reclamar;
  • Procure passar pelas cidades com museus, parques  no dia que ele é aberto gratuitamente ao público;
  • Fique em hostel em quarto compartilhado e faça suas próprias refeições;
  • Viaje fora de temporadas;
  • Ande sempre com sua garrafa de água para encher sempre que possível: 2 por dia a 5 reais (lugares turísticos são caras) dão 200 reais em um passeio de 20 dias.

Foto: Dólar namibiano e Rands – África do Sul.

8o PASSO – PREPARANDO A MALA.

A mala ideal vai variar com o tipo de viagem, eu prefiro o mochilão para viagens que desloco muito, por ser mais prático, a mala de rodinha é mais fácil de organizar, mas é incômoda para carregar.

Preste atenção no peso mínimo dos aeroportos, para não pagarmos sobrepeso.

Boas práticas que uso e ajudarão na sua viagem:

  • Levar a mala com menos roupa e deixar para renovar o guarda roupa na viagem.
  • Levar uma mala média flexível (dobrável) dentro da mochila, para trazer cheia, pois acredite, ela vai crescer.
  • Levar roupas velhas como: meias, cuecas, camisetas e shorts. Muitas vezes principalmente quando faço trekking e sujo muito, uso roupas que já velhas, e vou descartando pelo caminho, ao invés de guarda-las sujas. O mesmo faço principalmente com cuecas e meias, levo todas as velhas, e vou deixando no caminho, se acontecer de faltar compro uma nova. Isso ajuda a abrir espaço na mala.
  • Use nosso CHECKLIST  para preparar a mala: Isso evita esquecimentos.

9o  OUTRAS BOAS PRÁTICAS.

Caderneta: Sempre viajo com a minha caderneta, onde anoto tudo: meu orçamento, o que fiz em cada dia, o que gostei o que não gostei, o nome dos lugares a história, endereços etc… ela quebra um galhão, por isso recomendo – e ainda serve de lembrança do seu mochilão.

Cópia dos documentos: Antes de viajar faça cópia de todos seus documentos, e guarde em um lugar diferente, para caso aconteça algo com os originais, você tem as cópias para te salva.

Money Pocket ou doleira: Recomendo usar este item e andar sempre com seu dinheiro e passaporte nesta vestimenta. Quando fui assaltado no Equador, quase não tive prejuízo financeiro, por estar com quase todo meu dinheiro guardado nela, sob as calças. Nunca mais viajei sem…rs.

Foto: Deserto na Namíbia.

10o PASSO – HORA DE IR.

Chegou o grande dia do mochilão, então viva-o, o planejamento serve para melhorar a experiência, evitar transtornos e otimizar seu orçamento, mas nada te impede de fugir dele, e fique tranquilo, algo vai dar errado – Don´tworry ,be happy!

Ahhh aprenda as palavrinhas mágicas: BOM DIA E OBRIGADO no idioma do país que esta, caso opte por viajar para o exterior.

Todo este planejamento esta de modo didático na planilha na Loja do Quero Mochilar: Dê uma olhada lá.

Loja: Aqui.

Espero ter ajudado e boa sorte!

Vai viajar? Planeje todo seu mochilão sua viagem com o Quero Mochilar!

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Alta do dólar: qual o destino mais barato para estudar inglês?

Mochileiros.com

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Todo mundo conhece alguém que está pesquisando opções de intercâmbio para aqueles destinos que fornecem visto de trabalho como Irlanda, Nova Zelândia e Austrália. E se perguntarmos para essas pessoas qual o objetivo da viagem, em 90% dos casos, a resposta será: “quero ser fluente em inglês e o trabalho é só para me manter”. Se você também tem esse plano ou conhece alguém que tenha, esta matéria é para você.

Alguns intercambistas que foram para os destinos clássicos e q ue permitem trabalhar costumam voltar com uma sensação parecida: a viagem foi ótima, fizeram vários amigos, mas o inglês…

Muitas pessoas voltam de intercâmbios longos – 8 meses ou até 1 ano – com inglês ainda no nível ‘upper-intermediate’ ou ‘pre-advanced’. Isso ocorre em função da baixa qualidade dos cursos, da pouca intensidade das aulas e da imersão reduzida no inglês. A imersão no idioma fica prejudicada quando há muitos brasileiros nas escolas e nos destinos, pois os estudantes acabam ouvindo e falando português grande parte do tempo.

A melhor opção é fazer diferente

Apresentamos um novo destino de intercâmbio para você se desenvolver no idioma de forma intensa, rápida e com menor custo: Filipinas! Sim, é isso mesmo! As Filipinas pertenceram aos EUA e o inglês até hoje é um dos idiomas oficiais do país.
Mas, para saber se Filipinas é, de fato, o destino ideal para você estudar inglês, vale uma reflexão sobre o real objetivo do seu intercâmbio, sobre o seu orçamento e a duração da sua viagem, para você tomar uma decisão consciente.

Caramoan island nas Filipinas o melhor e mais barato país para estudar inglês | Foto: Divulgação.

Um dos belos cenários filipinos | Foto: Divulgação.

Muito além do cenário paradisíaco que você encontrará no país, considere verdadeiramente alguns pontos no momento de cotar e comparar opções de intercâmbio:

Menos contato com a língua portuguesa favorece a imersão

Esse destino já é consagrado entre intercambistas de vários países, mas ainda é pouco explorado pelos brasileiros, o que garante uma imersão em inglês de verdade. Afinal, se for para conviver com brasileiros e falar português durante e após a aula, qual a diferença entre fazer aulas no Brasil e lá fora?

País com baixo custo de vida

O custo de vida é o resultado do câmbio e do poder de compra da moeda local e esse item pode representar mais de 50% do custo da sua viagem, dependendo do tempo que ficar no país. É comum as pessoas não colocarem na ponta do lápis o quanto gastarão no país de destino com alimentação, transporte, celular, lazer, etc. Apesar das Filipinas não fornecerem o visto de estudante com permissão para o trabalho, o custo de vida no país é menor que o do Brasil (aprox. 36% abaixo). Então, é mais fácil se manter, mesmo sem trabalhar.

Cursos realmente intensivos e customizados

Existem muitas agências e escolas que apresentam um valor superinteressante para intercâmbios de 8 meses ou 1 ano. Porém, quando analisamos a qualidade do curso e a carga horária, vemos que na verdade o custo-benefício não compensa.
Sabemos que a escolha por determinados cursos e destinos se dão por conta da permissão de trabalho ou dos orçamentos apertados dos estudantes. Mas, você já pensou em fazer um intercâmbio mais curto, mais barato e com a mesma carga-horária que faria nos programas clássicos de intercâmbio?
É isso mesmo! É possível encurtar o seu intercâmbio (com a mesma carga-horária), fazer um curso de qualidade e ainda gastar bem menos!

MODO CLÁSSICO: ficar 8 meses ou 1 ano estudando inglês 3 aulas por dia. Esse é o programa de estudo mais vendido pelas agências no Brasil. Para baratear o custo, todas as aulas são em grupo e as turmas e escolas lotadas de brasileiros. Sem contar no tempo e energia que serão gastos na busca por acomodação que caiba no seu bolso e por um trabalho.

NOVA PROPOSTA: diminuir o tempo de intercâmbio e canalizar o foco totalmente para o inglês.
Você otimiza o seu intercâmbio em 2, 4 ou 6 meses, no máximo, com um curso personalizado às suas necessidades, incluindo aulas individuais.
Nessa proposta você dedica o seu tempo somente para estudar inglês e se consolidar no idioma, além de se divertir nas horas livres. Sem contar que alguns pacotes incluem hospedagem e refeição, garantindo um controle maior dos gastos com o intercâmbio.

Confira essa tabela comparativa:

Compare e analise | Foto: Divulgação.

Além da questão do custo e efetividade, muitas pessoas estão repensando seus intercâmbios para não ficarem muito tempo fora do mercado de trabalho no Brasil.
Ficou interessado(a)? A equipe da Go to Paradise está preparada para te ajudar a encontrar um programa de intercâmbio alinhado aos seus interesses pessoais e profissionais.
Entre no site (aqui) ou na página do Facebook (aqui).

Belezas além das praias. Vista do vulcão Mayon | Foto: Divulgação.

Texto e fotos: Equipe Go to Paradise.
Este é um publieditorial.


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Cerveja Artesanal: 12 ao redor do mundo que vale a pena visitar

Das Trips

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Desde pequena fui doutrinada a estudar bastante para tirar boas notas, ingressar em uma faculdade renomada, construir carreira em uma grande empresa, crescer, crescer, crescer! Atingir certo status significaria felicidade. E lá estava eu, expatriada em Nova Iorque pela multinacional dos meus sonhos universitários, com uma carreira em finanças promissora. No entanto, me sentia incompleta, consumida em incertezas, estressada com as longas jornadas de trabalho, apática às conquistas e muito impaciente.

Cervejeira caseira, decidi então profissionalizar um hobby e apostar na paixão pela cerveja, largando tudo o que havia conquistado ao longo desses 10 anos de carreira e uma vida de dedicação. Continuar na inércia seria como um amante de cervejas especiais ignorar os outros estilos existentes e beber apenas Heineken – uma cerveja American Premium Lager de qualidade, equilibrada, com boa drinkability e um interessante amargor de lúpulo.

Contudo, estaria perdendo a explosão de aromas de uma IPA, o mistério de uma Saison, a vivacidade de uma Sour e o conforto que só uma Stout pode trazer.

A minha meta do sabático cervejeiro é conhecer o maior numero possível de cervejarias, brewpubs e cervejas no Brasil e no mundo, na esperança de que ao descobrir novos sabores e lugares vou me surpreender e me encontrar também.

De março de 2014 até agora, já visitei mais de 150 cervejarias e brewpubs(que produzem e vendem a bebida no próprio local) em mais de 20 países, com direito à degustação de acima de 2.000 rótulos.

E aí vão as 12 melhores cervejarias que visitei nesse período:

1. Denali Brewing Co, Alaska, EUA

A cervejaria está inserida em meio a um cenário mágico das paisagens do Alaska, com seus fiordes e geleiras deslumbrantes. Confesso que não esperava encontrar cervejas tão boas em Talkeetna, uma cidade de 700 habitantes! Minha favorita foi a sazonal Slow Down Brown, marrom escura, corpo alto, sabor intenso de chocolate, malte e avelã.  Super aromática, leva adições diversas especiarias como cominho, coentro, erva-doce, cardamomo cravo e pimenta de Caiena e canela. E ainda de quebra, a viagem terminou com as luzes da Aurora Boreal brilhando majestosamente na noite escura. Para mim elas pareciam estar dançando, mas isso pode ser pelos 8 pints que tomei!

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2. Funky Buddha, Florida, EUA

A Funky Buddha é um brewpub descontraído e agitado, com cervejas curiosas e de ótima qualidade. Seu maior atrativo é a audácia de suas receitas, que trazem sabores jocosos e tentadores. É possível encontrar cervejas arrojadas como a ‘Piña Colada Wheat Ale’, com infusão de coco e abacaxi em natura e a ‘Tell Reece Peanut Butter Cup Brown Ale’, com aroma e sabor do chocolate da empresa Hershey’s. Além de várias outras inusitadas como a de batata doce & mashmallow, torta de maçã, e uma que leva pepino em sua composição.

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3. Altstadthof, Nuremberg, Alemanha

A parte mais interessante da visita a Altstadthof são os impressionantes 25.000 metros quadrados, distribuídos em 4 andares de cellars (adegas), a quase 20 metros de profundidade. Foram construídos desde o século 14, com o intuito de armazenar cerveja. Lá, soube que, no ano de 1380, havia uma lei pela qual todos que quisessem produzir e servir cerveja deveriam ter um cellar para melhor acondicionar a bebida. Durante a Segunda Guerra Mundial, esses espaços se tornaram exemplos concretos de que cerveja salva vidas: em cidades na Alemanha devastadas por bombardeios, a mortalidade atingiu em média 40 a 50 mil pessoas. Em Nuremberg, estima-se que cerca de 6.000 pessoas morreram, número bastante inferior à média nacional, devido à proteção dos cellars de cerveja!

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4. Pilsener Urquell, Plzen, República Tcheca

Tomar a primeira Pilsen do mundo, feita da mesma forma há 172 anos, antes do processo de filtração? Somente visitando a Pilsener Urquell em Plzen na República Tcheca! “Urquell” em alemão ou “Prazdroj” em tcheco, ambos significam “a fonte ancestral”. Isso porque a Urquell foi a primeira cerveja do estilo Pilsen – de baixa fermentação, coloração clara – produzida no mundo em 1842 pelo mestre cervejeiro Josef Groll e mantém até hoje suas tradições.

Atualmente, cerca de 70% de toda cerveja consumida no mundo é do estilo, o que deixa evidente a importância histórica da cervejaria. A fábrica é enorme, tanto que alguns trechos do tour são realizados em um ônibus. Os cellars utilizados para ‘lagering’ (armazenagem) da cerveja realmente impressionam com seus 9km de extensão. Apesar do processo ter sofrido modernizações desde 1842, a empresa ainda mantém uma produção da forma antiga a fim de comparar e garantir que a cerveja continua com a mesma qualidade e sabor desde os primórdios! E é essa contra-prova que temos o prazer de degustar!

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5. Fuller’s, Inglaterra

É uma cervejaria bastante tradicional da Inglaterra, fundada em 1845 por John Fuller, Henry Smith e John Turner. Os prédios datam do século 19 e, durante a visita, você se sente voltando no tempo. A visita à cervejaria Fuller’s é uma verdadeira aula sobre as famosas Real Cask Ales e a história da escola cervejeira inglesa. 75% da produção é da cerveja London Pride e 2/3 da produção é de ‘Real Cask Ales’: cervejas fabricadas com ingredientes tradicionais onde a carbonatação é formada em um processo chamado de fermentação secundária que ocorre no próprio recipiente em que a cerveja é servida (casco, barril ou garrafa). É este processo que torna a Real Ale única entre as cervejas e desenvolve sabores e aromas.

No ponto de consumo, são tiradas manualmente com o uso de uma grande alavanca (hand pull pump), e não sofrem carbonatação forçada como na maioria das chopeiras que necessitam da pressão do gás para fazer a cerveja sair do barril. Curiosidade sobre uma Real Cask Ale: é adicionado um produto chamado ‘Isinglass fining‘ a fim de reduzir a turbidez da cerveja, cuja matéria prima tem sua origem, na sua maioria, no peixe. Ou seja, ao pé da letra, os vegetarianos não poderiam beber uma real cask ale da Fuller’s.

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6. Harviestoun, Escócia

Para chegar na cervejaria Harviestoun, são necessárias 2 horas de trem/ônibus a Alva, em meio a uma paisagem bastante pitoresca!

A cervejaria foi fundada há 30 anos e tem em seu portfólio Lagers e Ales, todos os estilos produzidos com o mesmo tipo de fermento – o que quebra bastante tudo o que você aprendeu nos livros sobre levedura de alta e baixa fermentação!

Em seu portfólio, exibem 7 estilos em garrafa, 3 em cask, 3 em kegs. Os destaques para mim foram as Ola Dubh. São feitas a partir da Old Engine Oil, depois de aumentar seu teor alcoólico de 6% a 10.5% abv – dando origem a Old Engine Oil Engineers Reserve – mais adocicada, deixando o amargor e o álcool menos perceptível do que o líquido de origem. Em seguida, a cerveja é maturada em barris de Whisky da Destilaria Highlands Park por 6 meses. As versões de 12, 16 e 18 anos se referem à idade do Whisky anteriormente lá maturado.

12 anos – possui aromas mais perceptíveis de madeira, carvalho, tosta;
16 anos – mais balanceada, boa para quem não está acostumado com os aromas e sabores intensos de Whisky;
18 anos – sabor mais intenso de Sherry, mais ácida e complexa.

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7. Orval, Villers-devant-Orval, Bélgica

São atualmente 10 mosteiros autorizados a produzir e comercializar cervejas com autenticidade trapista: 6 na Bélgica, 2 na Holanda, 1 na Áustria e 1 nos Estados Unidos. Tive a oportunidade de visitar 8 deles e ficar hospedada em dois – a Orval sendo um deles. Um dos momentos mais aguardados da minha viagem, superou todas as expectativas. Confesso que não sou das mais beatas, mas ao pisar no mosteiro Trapista da Orval, é impossível não se emocionar. O lugar é fascinante: presenciar os monges entoando o canto gregoriano dentro da catedral é de encher o corpo de arrepios. À noite, o cheiro do ar é de mosto cervejeiro, e as luzes baixas iluminando as paredes do labirinto dos edifícios é inebriante e até assustador.

A estadia é desfrutada em silêncio e as refeições em comunidade com espírito de cooperativismo e servidão.. E o melhor, sempre regadas à cerveja e queijo trapista da Orval, ambos produzidos aqui dentro!

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8. Cantillon, Anderlecht, Bélgica

A Lambic é uma cerveja produzida pelo processo de fermentação espontânea, ou seja, com os microorganismos do ar, na região do Vale do Rio Sena. A produção de cerveja na região surgiu da necessidade de empregar os trabalhadores das fazendas nos tempos de inverno, pois nesse período ficavam ociosos. Antigamente havia mais de 100 produtores de Lambic, contudo, atualmente restam apenas cerca de 9 devido às Primeira e Segunda Guerras Mundiais. Isso porque muitas foram bombardeadas e outras tiveram seu maquinário roubado pelos soldados alemães em busca de cobre para transformá-lo em munição.

Em amostras de Lambic, pesquisadores da Universidade de Leuven encontraram cerca de 100 cepas de levedura distintas, 27 variedades de bactéria acética e 38 de bactéria láctica! Por ser uma cerveja de fermentação natural, como era feito nos primórdios, sazonalidade é um fator importante. Ela só pode ser produzida no inverno na Bélgica (fim de outubro a março).

A Cantillon foi fundada em 1900 por Paul Cantillon e é até hoje gerenciada pela família. Faz uso de equipamentos e métodos tradicionais do século 19 e matéria prima 100% orgânica. Produzem cerca de 1700 hectolitros por ano – volume irrisório se comparado ao total de 18 milhões de hectolitros de cerveja produzidos na Bélgica.

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9. Garage Project, Wellington, Nova Zelândia

Fundada em 2011, num posto de gasolina desativado, tem seu nome dado não só porque começou em uma garagem, mas também porque é a mentalidade pregada por seus cervejeiros & proprietários. A ‘Garagem’ é um lugar onde a criatividade não tem limites, onde debutam várias bandas, surgem diversas idéias – um mundinho onde não há julgamento e repreensão. Isso é refletido na arte dos rótulos e com certeza nas cervejas que produzem. E é um ‘Projeto’ pois é uma cervejaria em andamento, ainda em constante desenvolvimento, que busca arquitetar novas receitas, desafiar as teorias, e incorporar ingredientes extravagantes que passam a quilômetros de distância da ‘Reinheitsgebot’ (lei de pureza alemã). Quando começaram, eram tão pequenos que não se enquadravam nem na categoria de micro cervejaria.

Inauguraram com uma cozinha de 50 litros, e hoje já produzem cerca de 500.000 litros por ano. E não é ao acaso. Beber suas cervejas é mais do que um simples copo, é uma experiência que desorienta e entretém o seu paladar. Estão, com certeza, dentre as mais memoráveis que já provei.

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10. Brouwerij ’t I, Amsterdã, Holanda

*Brouwerij ’t IJ, cervejaria fundada em 1985 por Kasper Peterson, está localizada ao lado do moinho de Gooyer, em Amsterdam. A experiência já começa durante o caminho sobre os canais da cidade, com paisagens encantadoras que parecem retiradas de quadros de pintura.

Ao chegar na cervejaria, o ambiente é descontraído e a carta traz estilos diversos das escolas Belga, Inglesa, Alemã – apesar da maioria ser Belga, região onde Kasper se especializou na arte cervejeira. A cerveja Columbus, uma Belgian Strong Ale com 9% de ABV, surpreende com seu dulçor de malte, chocolate, frutado, balanceados com o alto amargor de lúpulo.

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11. Firestone Walker, Califórnia, EUA

Se você ainda não tomou uma Firestone e é amante da cerveja artesanal, coloque-a na sua lista. Todas as cervejas que degustei são insanas e a cervejaria possui uma história muito bacana.

Apesar de hoje estar bastante na mídia devido a suas inúmeros premiações em campeonatos mundiais, foi fundada em 1996 e embargada em 2001 por problemas financeiros. Ficou fechada por vários meses sem ação dos proprietários. Reza a lenda que Matt Brynildson, previamente cervejeiro da Goose Island de Chicago e SLO Brewing Company da Califórnia, pulava os portões da Firestone a fim de manter as cervejas na temperatura correta. Tanto que, quando finalmente Adam Firestone e David Walker puderam retomar a cervejaria, as cervejas estavam em excelentes condições. Atualmente, Matt permanece sendo o mestre cervejeiro da empresa.

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12. Moon Dog, Victoria, Austrália

Uma cervejaria me encanta quando possui uma trajetória inspiradora regada a boa cerveja. E os cervejeiros da ‘Moon Dog’, em Melbourne, são exemplos de que quem ousa ter um projeto em sua vida, largar tudo para buscá-lo, acabará conseguindo.

Os irmãos Jake e Josh Uljans e o amigo Karl van Buuren não tinham dinheiro quando fundaram a cervejaria – compraram todos os equipamentos no Ebay de fazendeiros e produtores do segmento agropecuário e aprenderam no YouTube como transformá-los em panelas para produção de cerveja! Além disso, para economizar o dinheiro do aluguel, se mudaram para o local onde seria construído a planta e passaram a dormir sob colchões de espuma no chão.

Felizmente os tempos de hoje mudaram e suas cervejas estão nos melhores bares da cidade – e também aqui no seu próprio Brewpub. O lugar é simples e despojado, todo decorado com móveis de brechó. A mistura do sofá com estampa de casa de vó, cadeiras avulsas sem combinação, abajures e candelabros cafonas, misturados aos barris de carvalho e tanques de fermentação, conseguem transformar o lugar num ambiente burlesco e sedutor!

Possuem em seu portfólio cervejas audaciosas e encorpadas, algumas feitas em parceria com duas das minhas cervejarias favoritas: americana ‘Rogue’ e a neozelandesa ‘Garage Project’.

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Texto: Roberta Tsustsui/Dastrips.com.br
Fotos:
© Roberta Tsustsui


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Conselheiro Mata – Um paraíso escondido em Minas Gerais

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Depois de quilômetros abrindo porteiras e chacoalhando por estradas de terra cheguei a escondida Conselheiro Mata. Já de cara, ao ver aquela cidadezinha tranquila, com suas ruas de pedra e céu estrelado, devido a pouca iluminação, me simpatizei.

Observando cada detalhe que passava pelo meu caminho segui direto para o hostel onde fiquei inicialmente, mal me instalei e já corri direto para rua para conhecer a cidade. No hostel fui orientado que não havia nada para fazer, que tudo estaria fechado, uma pena, pois não é verdade, havia opções de lugares para comer e só descobri isso depois.

A cidade é bem pequena e pacata, mas mesmo assim você pode encontrar um restaurante a noite em uma das pousadas para comer algo. Aliás, isso é uma característica daqui: a maioria dos restaurantes são em pousadas.

Na minha primeira noite parei para uma porção na pousada Beira Rio, bebi minha cervejinha para relaxar e depois fui ter o sono dos justos. Às 23h00 já estava dormindo ao som dos grilos esperando o dia raiar.

Este roteiro é parte do post original do Quero Mochilar, onde há mais informações e outros roteiros completos em Minas Gerais.

CONSELHEIRO MATA

Em uma cidade com 22 cachoeiras coisas para fazer é o que não falta, e vou relatar aqui somente o roteiro que consegui fazer em dois dias completos, e que consta as principais atrações: Cachoeira das Fadas e Cachoeira do Telésforo.

Vamos lá…

O QUE FAZER EM CONSELHEIRO MATA?

Em um dia podemos fazer…

1-  Três em uma: Isso mesmo! Uma trilha com acesso a três cachoeiras.

Distância percorrida para fazer as 3 cachoeiras desta trilha: 5,59 km

Próximo a cidade, sendo possível ir até a pé, está uma das mais procuradas cachoeiras: Cachoeira das Fadas, e nesta mesma trilha, desviando apenas alguns metros você pode chegar a outras duas cachoeiras (Piscininha e Usina).

Vamos falar primeiro dela…

1.1 Cachoeira das Fadas.

Horário de funcionamento: Não há, pois não há controle de visitação.

Valor: Gratuita.

Trajeto só para ela: 2,44 km – Ida e volta.

Mapa de deslocamento: Considerando o hostel onde estava como referência.

O começo da trilha fica praticamente dentro da cidade, só abrir a porteira e seguir o caminho, que é todo em pleno sol, e por sorte é curto.

Foto: Esta é a porteira que digo que é só abrir e seguir em frente. Observem as placas ao lado esquerdo da foto.

Seguimos caminhando por uma estrada onde é possível passar até carro, mas não indico ir motorizado, pois não teria onde estacionar, ainda mais se forem muitos veículos. Quando estamos quase chegamos vemos outra placa sinalizando a outra cachoeira, Piscininha. A Cachoeira da Usina é nesta mesma bifurcação, mas não está sinalizada por placas.

Foto: Atenção nesta bifurcação. Reto é a cachoeira das fadas que a própria placa diz 500 metros, mais a frente a direita podemos ver a placa que sinaliza a piscininha. Já a estrada da esquerda é onde vamos para Cachoeira da Usina, que não há placas sinalizando.

Segui então no trevo rumo a Fadas. O caminho todo é plano e bem tranquilo, mas quando estamos chegando temos que descer um barranco bem íngreme, e que pôde ser um pouco difícil para quem não está acostumado com trekking.

Foto: Barranco com barro e pedras – Bem escorregadio.

Enfim chegamos na nossa primeira cachu do dia.

Foto: A beleza da Cachoeira das Fadas.

Esta é a mais alta das cachoeiras da cidade. São 40 metros de queda d´água em um lugar totalmente escondido no meio da mata. Justamente por ficar no meio da floresta, ela fica boa parte do tempo na sombra, o que não é uma boa combinação, pois água de cachoeira já é gelada e sair sem um solzinho no lombo não é legal, não é mesmo? Mas a beleza cênica desta cachu compensa qualquer coisa.

Foto: Cuidado, pois o poço da cachu é fundo.

Foto:  Entro ou não entro ?? rs…

Foto: Eu lá longe admirando a beleza.

Foto: Minha companheira de aventuras – Botas Ecosefaty – www.botasecosafety.com.br – Importante calçado apropriado para este tipo de aventura. Cupom: queromochilar – 20 a 25% de desconto, dependendo do modelo. Confiram!!

Curtido a cachoeira e fotos tiradas, é hora de partir. Caminhamos novamente até aquela bifurcação que mostrei na foto acima, e de lá seguimos a placa ruma a segunda cachoeira.

Foto: Lá vamos nós com a cachorrada atrás… rs.

1.2- Piscininha

Horário de funcionamento: Não há, pois não há controle de visitação.

Valor: Gratuita.

Trajeto: 800 metros – ida e volta.

Também gratuita e aberta ao publico, está área é na verdade um pequeno riacho que forma alguns poços e tem algumas pequenas quedas, que nem podem ser chamadas de cachoeiras. Não é nada demais para falar a verdade e você pode pular este passeio se quiser, a não ser que queira sossego e um lugar bem isolado.

Só uma dica: Aqui tem muito marimbondo e fomos orientados a fazer pouco barulho para não despertar os bichos… rs.

Foto: Quando ficar na dúvida do caminho, observe o chão.

Foto: Aproveite o caminho para curtir a flora do cerrado. Lindas, não?

Foto: Uma sombrinha para descansar da caminhada. Claro, com a nossa peludinha e a nova amiga, que seguiu a gente o caminho todo.

Foto: Uma das quedas do local conhecido como piscininha.

Foto: O lugar é bem isolado! Ótimo para casais apaixonados…

Foto: Uma foto em longa exposição!! Quando conseguimos esse efeito sem tripé temos que compartilhar …

Foto: Um dos melhores poços que encontrei aqui na Piscininha.

Mais um lugar conhecido, voltamos para a mesma bifurcação inicial, mas agora seguimos o rumo sem placa, para chegar na nossa terceira parada.

1.3- Cachoeira da Usina.

Horário de funcionamento: Não há, pois não há controle  de visitação.

Valor: Gratuita.

Trajeto: 2,35 km – ida e volta.

Este trajeto já é um pouco mais cansativo, pois há muita subida na volta, mas para compensar a cachoeira tem um ótimo poço para banho e uma paisagem bem bonita.

Foto: Pelo caminho vamos identificando alguns pontos que antes serviram de estrada, quando a usina era ativa.

Após a caminhada, chegamos neste lugar lindo!

Foto: A queda não é tão grande, mas é simpática!!

Foto: Vista por outro ângulo.

Foto: Parte de cima da cachu!

Aqui deitei um pouco na sombra, descansei e recarreguei as energias para andar o trajeto de volta novamente.

Recomendo reservar um período da manhã todo só para este percurso das três cachoeiras.

No mesmo dia acabei conhecendo outra cachoeira próxima, que você pode incluir no seu roteiro.

2- Cachoeira da Borboleta

Horário de funcionamento: Não há, pois não há controle  de visitação.

Valor: Gratuita.

Trajeto: 500 m – Ida e volta (Referência: Pousada Eco Vila).

Também próximo a cidade, e no fundo da Pousada Eco Vila São Jorge, tem mais uma cachoeira. Está também não é uma grande queda d´água, e para chegar até ela não há uma trilha bem definida. Há partes que até é bem complicadinha de passar e você acaba molhando os pés neste trajeto.

Foto: Você vai seguir a estrada de terra quando sair da pousada em direção contrária a cidade até chegar neste riacho que cruza a estrada. Não atravesse, desça a sua esquerda pela margem e irá encontrar as pequenas quedas de água. 

Eu desci até a terceira queda e depois descobri que eu tinha que ter descido ainda mais, que pena!

Foto: Uma das quedas neste riacho que forma a cachoeira conhecida como borboleta.

Foto: Linda foto, não?

Meu primeiro dia de aventuras terminou aqui, agora vamos lá, para um outro roteiro.

Segundo dia…

Acordei, e senti frio, pensei: “Será que rola cachoeira hoje?”.

Abri a porta do guardo e este pensamento sumiu. O dia estava lindo, um céu azul e o sol a todo vapor no céu.

Café tomado corri então para aproveitar o dia em uma das cachoeiras mais famosas da cidade.

3- Cachoeira do Telésforo.

Horário de funcionamento: Não encontrei informações sobre horário de funcionamento.

Valor: R$ 10,00 / pessoa.

  • Quem quiser acampar: R$ 50,00 / carro – Para 3 dias de feriado.

Trajeto: Sem trilha.

Distância de Conselheiro: 19 km.

Como chegar?

Seguir sentido Diamantina por terra, quando está quase saindo da cidade há placas indicando. Seguir em direção as placas.

Atenção: Não entre na primeira placa que indica a Cachoeira do Telésforo. A estrada está pior neste trajeto, me disseram e pude conferir na volta, que peguei este caminho.

Na estrada para Diamantina entre a esquerda assim que passar uma floresta de eucalipto. Eu coloquei no GPS e ele fez este caminho na ida, mas na volta fez o outro, que sai na primeira placa que indica a cachoeira, e achei bem pior.

Mapa: Trajeto da cidade ao Telésforo.

Após quase uma hora de estrada finalmente eu estava chegando. Entre as árvores, já próximo, comecei a ver a cachoeira rodeada por uma enorme faixa de areia branca e então já soltei um: “Uau! Aqui parece realmente ser bonito”.

Ao descer do carro comprovei então a minha certeza. Aquele cenário que consistia naquela faixa de areia branquinha, rodeado por uma enorme serra e uma cachoeira ao fundo, não tem quem não se encanta.

Foto: Muita areia e a serra ao fundo.

Foto: A faixa de areia é bem grande e sem sombra alguma. O céu este dia, azulzinho, colaborou com as fotos.

Foto: Um lugar realmente para vir e aproveitar.

Foto: Água clarinha e ótima para banho – e fria!! rs.

A Cachoeira do Telésforo é pequena, são apenas 30 m de altura, mas é bem larga. Sua beleza está mesmo no contexto do lugar, como expliquei. Não tenho dúvida que é uma das cachus mais especiais de Minas e que já fui. Adoreeei.

Foto: O pessoal leva guarda sol, isopor, comida e tudo que precisa para passar o dia nesta “praia” linda.

 Foto: Águas claras, geladas e esta bela queda ao fundo.

Foto: Aquele requeijão branco sou eu… rs. No escorregador natural do Telésforo!!

Foto: Meus amores.

Foto: Turminha gente boa de BH que fiz amizade nestes dias.

Pirei quando me deparei com tudo isso, e não parava de fotografar.

Neste cenário todo não há como resistir a um banho, por mais gelada que seja água de cachoeira.

Lavei minha alma e recarreguei as energias aqui.

Algumas dicas essenciais para o Telésforo:

  • Próximo a queda d´água o poço é fundo.
  • Não há um restaurante e quem for é bom levar tudo que precisa para passar o dia.
  • Aqui é um lugar ótimo, principalmente para a família.
  • Se tiver um guarda sol, melhor ainda. Pode levar que lá nas margens não tem nenhuma sombrinha e ele vai te quebrar um galhão.
  • Vá bem preparado para farofa: isopor, comida, água e etc…

Na volta do Telésforo, havia visto uma placa escrito Vale do Jacaré e resolvi ir até lá.

5- Vale do Jacaré

Distância a partir do trevo que vamos para o Telésforo: 6,2 km, ou seja, vai andar 12,4 km se quiser ir até lá.

Este lugar é apenas um curso de água que corre por baixo de uma ponte no meio de pedras. A paisagem é bonita e o lugar é bem isolado, quase ninguém vai até lá, portanto se querer sossego, vai gostar. Dá para nadar, só cuidado com as correntezas. Do contrário penso que não vale a pena. Não é nada imperdível…

Foto: As corredeiras.

Foto: Um pouco mais da paisagem deste lugar.

6- Cachoeira da Raiz

Horário de funcionamento: Diariamente, das 8h00 ás 17h00.

Valor: R$ 10,00.

Esta, assim como o Telésforo, é outra cachoeira em uma propriedade particular. A Raiz está localizada na estrada que vai para Diamantina, ou seja, a mesma que vai para o Telésforo, só que a entrada desta fazenda é mais a frente e do lado contrário, direito.

Da cidade até a entrada que viramos a direita são 7,2 km.

Você irá ver placas pelo caminho e é só seguir. Então chegará a propriedade, onde pagará a taxa e receberá as orientações para chegar até a cachu.

É possível ir de carro até próximo a cachoeira, portanto nem há trilha.

Foto: Há uma queda maior e outras duas menores na sequência.

Foto: Há um ótimo poço para banho.

Próximo a esta cachoeira também fica a cachoeira do Tombador, que no dia, por estar tarde, acabei não indo conhecer, mesmo que a trilha fosse curta partindo do ponto em que eu estava, mas quem tiver animo e tempo, fica a dica.

Isso foi o que consegui fazer em dois dias e três noites na cidade, e foram momentos especiais. Conheci lugares novos, boas pessoas e passei momentos agradáveis em Conselheiro. Um lugar que penso em voltar.

Foto: Um pouquinho das ruas desta vilinha pacata especial.

Foto: A igreja de Conselheiro.

QUER OUTROS ROTEIROS EM MINAS GERAIS – CONSULTE AQUI!


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