Olá viajante!
Bora viajar?
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Levantei as 3h da manhã, tomei aquele banho, pois sabia que o primeiro dia de trilha não teria banho e fui para a recepção do hotel. Qual não foi minha surpresa ao ver a recepção sem ninguém, tudo fec
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Ahhh finalmente chegou o grande dia!! Levantamos as 4h nos perguntando: Por que fomos à discoteca, por que, por que?? Que sono!! Enfim, um banho resolveu um pouco da nhaca que tava o corpo de tanto
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parabéns pelo relato! farei esse percurso no final desse ano, seu relato ajudou bastante a montar o plano.
Após passar por uns perrengues na Argentina, país da minha primeira viagem para fora do Brasil, com amigas que queriam roteiros completamente diferentes do meu interesse, pensei bem e cheguei a conclusão de que minha próxima viagem seria sozinha.
O destino escolhido foi Machu Picchu. Até convidei as amigas, mas após ter respostas como “faz muito calor”, “não dá pra usar salto alto” e “gosto de coisas modernas”, tive a certeza de que eu iria sozinha. A príncipio seria o roteiro comum de todo turista: chegar a Cusco, tomar um trem para Aguas Calientes e conhecer a velha montanha. Pesquisa daqui, pesquisa dali, entra em vários blogs e foi aí que ouvi falar da trilha inca. Sempre tive vontade de fazer mochilão, mas o máximo que já tinha feito de atividades parecidas foi uma trilhazinha de meia hora no Guarujá e outra em São Thomé das Letras. O que me desanimou da trilha inca foi a fila de espera, tem q reservar com muita antecedência. Volto as pesquisas e vejo relatos sobre o majestoso Salkantay. As fotos me convenceram. Aliás, a neve me convenceu.
Fechei com uma agencia intermediadora aqui no Brasil por US$ 290,00, a Brasil de Mochila. Nesse preço estava incluso o transporte do Hotel até a cidade de Mollepata, equipamentos de acampar, guia bilíngue, 3 refeições diárias, entrada em Machu Picchu, 1 noite de alojamento em hostel em Aguas Calientes, passagem de retorno de Aguas Calientes para Ollantaytambo de trem turístico, van de Ollantaytambo até o hotel em Cusco.Tudo feito pela internet mesmo, transferência de US$ 140,00 doláres para para uma conta aqui no Brasil (na época o dólar estava R$ 2,45) e os US$ 150,00 restantes a serem pagos na agencia em Cusco, a Inca Peru Travel. Após a transferência da reserva eles me mandaram email com um contato na agencia, telefone fixo e celular e endereço.
Como mochileira de primeira viagem, não queria arriscar procurar essa trilha quando chegasse em Cusco e não sabia se teria saídas todos os dias, visto que minha passagem de volta ao Brasil já estava comprada.
Dizem que nosso primeiro mochilão nunca sai perfeito. A minha realmente foi cheia de perrengues. Preparativos antes da trilha: continuei fazendo minhas aulas de muay thai 2x na semana (não foi o suficiente), comprei uma bota de trilha da Timberland pensando mais na estética que na utilidade (tudo bem que ela não me deixou na mão, quentinha e deixou meu calcanhar muito protegido, mas eu deveria ter feito mais caminhadas para amaciar), mochila peguei emprestado do meu cunhado (uma simplesinha de 30L q ele usava pra rapel), preferi alugar um saco de dormir na agencia que comprar um, afinal não sabia se iria gostar da aventura e comprei um casaco de fleece dos mais baratinhos.
As passagens de ida e volta Guarulhos-Lima-Cusco-Lima-São Paulo ficaram em R$ 1483,57 e 3 diárias no hotel Golden Inca em Cusco: R$ 331,43 (fechei aéreo e hotel por uma agencia de viagem, o aéreo pq saiu mais barato que Decolar e site da cia aérea. O hotel é pq eu ainda não sabia da existência do Booking)
Meu voo saiu as 06:10 do dia 12/04/14 (passei a madrugada dormindo no aeroporto) e chegou em Lima as 09:20, horário local. O voo pra Cusco era pra ter saído as 13:15, mas só saiu as 15:00 e e chegou por volta de 16:30 em Cusco.
Ainda em Lima comprei o Sorochin Pills na farmácia do aeroporto e chegando no hotel, tinha chá de coca de cortesia. Graças ao chá e a pílula milagrosa, não senti nenhum efeito do soroche, nos 2 dias de aclimatação em Cusco.
O dia seguinte, domingo, passeei pela Plaza de Armas, estava tendo desfile, contatei o carinha da agencia, que ficou de passar no hotel a noite. Fechei uns passeios numa agencia da Plaza para conhecer os sítios arqueológicos Qoricancha, Sacsayhuaman, Tambomachay, Pukapukara e Q’enqo. Na volta parou numa fábrica de roupas de alpaca (no mínimo a agencia recebia uma comissãozinha para deixar os turistas lá). A noite o carinha da agencia apareceu no hotel, me deu os mapinhas da trilha, orientações, saco de dormir.