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  1. Viajei com minha esposa e uma amiga em setembro/2022, bem na época do Çairé - uma festividade que explico mais à frente. Dia 1. Decolamos de Belém para Santarém - STM e chegamos às 14h. Como queríamos comodidade no transporte de STM para Alter do Chão, alugamos um carro no aeroporto, na Localiza. Porém, existe também ônibus que fazem o trecho Alter - STM. Para quem se hospeda em Alter, não há necessidade de alugar carro, pois tudo é perto ou pode ser resolvido pegando um barco (apesar de que não é barato). Fizemos reserva do carro e foi ESSENCIAL, pois chegando lá não tinha mais nenhum para locação, a não ser o nosso. Reservando online saiu 30% mais barato. Do aeroporto para Alter do Chão foi algo perto de 40 minutos. Já no primeiro dia conhecemos a praça principal. Nela, existe uma escadaria que dá acesso ao rio. Atravessando o rio, encontra-se a ilha do amor. Para chegar nela, pegamos uma catraia, uma espécie de canoa que custou 10 reais a travessia, para no máximo 4 pessoas (desconhecidos podem ir junto para rachar o valor). Catraias Ilha do amor Pelo que entendemos, a ilha do amor é a única praia para se conhecer de fato em Alter do Chão. Todas as outras são em comunidades/distritos vizinhos, que precisam ser alcançadas de carro ou barco. De volta à escadaria da praça, reservamos nosso passeio para o rio Arapiuns por lá mesmo para o dia seguinte. De lá, fomos para STM com o carro, a aproximadamente 45 minutos de viagem. Nos hospedamos gratuitamente na casa de uma conhecida, em Santarém. Aproveitamos para conhecer a orla, que tem uma bonita vista para o rio e alguns estabelecimentos abertos com música ao vivo. Jantamos no Massabor Orla, que tem petiscos regionais e não é caro. Vale a pena comparar o preço das hospedagens de STM com as de Alter, levando em conta o valor do carro ou do ônibus. Por esses 4 dias, gastamos 700 reais com o carro (aluguel + combustível). Dia 2. Acordamos cedo para pegar o passeio na mesma praça de sempre. O passeio é dia dia inteiro, e foi de lancha, que cabia até 12 pessoas, porém fomos apenas 9. Conhecemos a Praia do Icuxi, a Praia da Ponta do Toronó, a Praia da Ponta Grande e comunidade Coroca, onde fizemos um passeio entre as tartarugas e uma área de produção de mel. Depois vimos o pôr-do-sol na ponta do Cururu. O ponto alto, para mim que já sou acostumado com as praias do Pará, foi a visita às tartarugas, que são dezenas. Dia 3.No terceiro dia, mos então conhecer a Floresta Nacional (FLONA) dos Tapajós. É um pouco afastada de Alter do Chão. A entrada para grupos maiores de 10 pessoas precisa de autorização do ICMBio. A entrada se dá pela Comunidade São Domingos. Pode ser acessado de barco (200 reais por pessoa) ou de carro gratuitamente. Fomos de carro, porém "erramos" o caminho. Isso é algo importante caso vá de carro: os mapas do Google mostram rotas intransitáveis, por exemplo de areia grossa (requer 4x4), áreas com mato alto, áreas enlameadas. Ou seja, o Google Maps mostra a rota mais curta, porém nem sempre é factível ir por ela. Várias vezes durante essa viagem nos vimos diante de um buraco gigante, ou um trecho com uma inclinação absurda, ou área com mato na altura da cintura, impossível de passar com um carro pequeno como o que tínhamos alugados, então tivemos que dar meia volta e pegar um caminho mais longo. Ou seja, é essencial sempre perguntar para as pessoas qual caminho seguir. Chegando na base São Domingos, colocamos nossos nomes e entramos de carro. Já dentro da FLONA, passamos por algumas comunidades até chegar a de Jamaraquá. Nessa é onde se encontra a Trilha do Piquiá: uma trilha de nível moderado de 11,5 km, com um Igarapé no km 6. Existe pouco ganho de altitude na trilha. A contratação de um guia das comunidades é obrigatório e custa 200 reais, podendo o grupo ser formado por até 5 pessoas, que foi o nosso caso, pois nós 3 nos juntamos com um casal que tinha chegado na mesma hora. Demos sorte de pegar um excelente guia, que sabia tudo sobre as árvores e nos deixou experimentar algumas frutas e até uma formiga, que tinha gosto de capim-limão. Foi talvez o melhor passeio da viagem. Conseguimos finalizar a trilha de 5:30h, em um ritmo lento, parando diversas vezes para explicações do guia sobre a fauna e sobre a flora. Em um ritmo normal/sem pausas, é possível fazer a trilha em 4 horas. Ao final da trilha, o guia nos convida à comprar da lojinha de artesanato da comunidade. Árvore Samaúma Foto de quando pegarmos um caminho péssimo para a FLONA e tivemos que voltar Dia 4. Fomos ao mercado de peixes de STM, para ver os Botos sendo alimentados pelos pescadores. Para ver bem os botos ainda com fome, é preciso chegar cedo, entre 7-8h da manhã. Após, conhecemos o Centro de Artesanato novamente na Massabor e outro centro de artesanato chamado Cristo Rei. Boto no Mercado dos Peixes VID_20220916_092944.mp4 Centro de Artesanato Cristo Rei Fomos então para a praia de Pajuçara de carro. Um pouco suja de cocô de cachorro, mas é uma praia bonita e com pouco movimento. Praia de Pajuçara. Após, conhecemos a Praia de Ponta de Pedras. Também uma praia bonita e com mais infraestrutura de barracas que a anterior. Por fim, fomos conhecer a Casa do Saulo, um restaurante super chique, de pratos caros e ambiente muito bom. O restaurante também dá acesso a uma praia, onde vimos o pôr do sol. Casa do Saulo. Ao final do dia, tomamos banho em STM e voltamos para Alter para conhecer o Festival Çairé. Esse festival é o evento mais importante do ano para Alter do Chão, e é uma festividade que existe há mais de 300. Com o passar dos anos, os simbolismos e os significados da festa mudaram muito. Hoje em dia, o que mais atrai turistas para o evento é a disputa entre o Boto Cor de Rosa e o Boto Tucuxi (cinza). Parece com um desfile de carnaval, com uma história sendo contada, carros alegóricos, dançarinos que representam personagens importantes etc. A entreda para apresentação do Cor de Rosa foi 50 reais, depois do qual teve show do da banda Babado Novo. VID_20220916_232104.mp4 Apresentação Boto Cor de Rosa A praça do Çairé enche de estandes de artesanato, de comida e de bebidas, o festival dura por quase 1 semana. Nesse dia, dormimos em Alter, em um redário chamado Surara. Custou 50 reais por pessoa, com direito apenas a uma rede e uso dos banheiros. Não inclui café da manhã. Dia 5. Como nossa decolagem estava programada para 15:30h e ainda teríamos que devolver o carro, fizemos passeios apenas manhã. Fizemos a trilha do Morro da Piroca. Tem esse nome porque seu cume é careca. Algumas placas estão escrito Piraoca, mas é um termo errado que inventaram para que não seja ofensivo para quem lê kkkk. Para chegar lá, precisamos pegar uma lancha a partir da escadaria da praça principal, perto da ilha do amor. A lancha nos deixou no início da trilha, que possui 2 km de nível leve, com uma subida de 20 minutos de nível difícil. Algumas pessoas desistem. Recomendo não fazer de sandálias nenhuma das duas trilhas que eu comentei aqui. Ida e volta, a partir do início da trilha, incluindo as fotos no cume, esse passeio foi feito em 1:40h. Quando voltamos à praia, tomamos um banho e estava passando uma lancha na mesma hora. Cada trecho custou 20 reais total, dividimos entre 5 pessoas. Impressões finais. Pelos 5 dias, gastamos em média 1.900 reais por pessoa, incluindo passagem aérea, alimentação, passeios e aluguel de carro, lembrando que a HOSPEDAGEM FOI GRATUITA por conhecermos uma pessoa de lá. Gostamos da viagem e recomendamos, mas não pretendemos voltar. O festival Çairé é interessante de se conhecer, porém apenas 1 dia, eu diria. Para quem está acostumado com praia de rio, as praias de Alter do Chão são um pouco mais do mesmo, porém ainda assim são bonitas, então valeu a pena conhecer. As trilhas e o passeio das tartarugas foram os que mais gostei.
  2. Ano passado eu fiz um mochilão pela américa do sul (Bolívia, Chile e Peru), usei o relato do Rodrigo Vix e sou super grata a ele pelo roteiro compartilhado no site, por isso nada mais justo do que compartilhar o meu roteiro de um destino pouco conhecido por brasileiros. Todo ano tiro férias e procuro ficar o maior tempo possível viajando e nesse mochilão de 2017 eu conheci o Rafa, que virou meu companheiro de viagem e nessas férias de out/2018 e o roteiro foi o seguinte: 06/10 Rio de Janeiro X Manaus 07/10 Manaus X Selva 08/10 Selva 9/10 Selva X Manaus 10/10 Manaus X Presidente Figueiredo X Manaus 11/10 Manaus X Santarém 12/10 Santarém X Alter do Chão 13/10 Alter do Chão 14/10 Alter do Chão 15/10 Alter do Chão 16/10 Alter do Chão 17/10 Alter do chão X Santarém X Belém X Ilha de Marajó 18/10 Ilha de Marajó 19/10 Ilha de Marajó 20/10 Ilha de Marajó X Belém 21/10 Belém 22/10 Belém X Rio de Janeiro No meu instagram eu deixei toda essa viagem nos meus destaques, quem quiser ver ou tirar alguma dúvida, pode me mandar por lá também: @duane.santo Na verdade quando nos conhecemos em 2017 combinamos de ir pra Colômbia, mas como o dólar subiu muito acabamos desistindo e encontramos a Amazônia como um lugar que ambos queriam conhecer. Então comecei a pesquisar tudo com o Rafael e fechamos nosso roteiro. Segue a saga (é a primeira vez que escrevo um relato, qualquer dúvida perguntem): Dia 1 - 06/10/18 O grande dia da viagem chegou. Check in feito no sábado anterior (é sempre bom fazer uns dias antes) e Rafael já estava a caminho. Botei minha mochila nas costas, peguei um ônibus e depois um BRT em direção ao aeroporto do Galeão. Cheguei um pouco cedo no aeroporto, encontrei o Rafael e fomos pesar nossos mochilões em um balcão de check in desativado. O mochilão do Rafael pesava 12 kg e o meu 8kg. Distribuímos o peso para evitar problemas na hora do embarque, pois não queríamos pagar para despachar os mochilões. (50 reais é 50 reais, né mores?). Almoçamos pelo Mc Donald’s (17 reais) e logo depois embarcamos. Chegamos em Manaus 15h, pegamos um voo direto com duração de 3h. O bom de não despachar mala é que além de economizar, nós não precisamos pegar e nem rezar pra ela estar na esteira. Obs: minha mochila é de 50L, da Quechua e até hoje não tive problemas para embarcar com ela como mala de mão. O aeroporto de Manaus é bem pequeno, saindo do segundo andar mesmo, que é onde se desembarca, nós pegamos um ônibus de 4 reais que vai do aeroporto até o centro de Manaus, 813 (a situação do ônibus é bem precária, mas nada que nãp dê pra pegar). Entrou um cara de uma agência no ônibus e ao ver que éramos turistas ficou falando com a gente, ganhamos um tour turístico de graça, pois enquanto o ônibus ia andando ele ia contando os pontos turísticos. Se é de graça a gente já ama! Diga-se de passagem: Manaus é um calor do cão, muito abafado! Em Manaus ficamos hospedados no Local Hotel (gostei e recomendo – 46 a diária + 10 reais de café da manhã), descemos do ônibus no ponto próximo ao Hospital Beneficente Portuguesa e andamos por volta de 5 minutos e já estávamos em frente o Local Hostel. Fizemos check in e resolvemos ir ao mercado e na agência fechar o passeio para o dia seguinte. O local Hostel tem parceria com a Iguana tur (agência que fiz os passeios em Manaus) e eu soube de uma menina que fechou os passeios com eles e ganhou o transfer de graça (fica a dica- quem não se comunica se trumbica). Eu tinha fechado o passeio com eles pela internet, peguei um pacote promocional no IG deles e paguei 720 reais pra ir nas cachoeiras de presidente Figueiredo (incluso almoço) e no pacote iguana, o pacote iguana consiste em 3 dias e 2 noites na selva (tudo incluso, menos bebidas- água free). Após o check in no Local fomos na agência da Iguana, pois eram quase 17h e então perguntamos que horas a agência fecharia, o sinhozinho disse que na hora que desse na telha. Ok! Corremos pra sacar dinheiro, eles não aceitam cartão, ali tem quase todos os bancos próximos. Pra início de viagem saquei 1000 reais. Durante a semana fica um rapaz da Iguana tur dentro do local hostel fechando os passeios, mas como era sábado ele não estava lá. Passeios pagos e fomos ao mercadinho próximo do hostel comprar beliscos para esses 4 dias de passeio. Compramos um club social e água, era um mercadinho bem mequetrefe. Só comemos o club social pra não dizer que não comemos, foi desnecessário, pois comemos bem em todos os passeios e o local hostel tem bebedouro a vontade para os hóspedes. Depois descobrimos que tinha um Carrefour perto do hostel, fomos lá e compramos uma lasanha para a janta e um suquinho, além de mais um ou outro biscoitinho 😁 Voltando pro Hostel colocamos nossa lasanha no micro-ondas e foi só sucesso! Depois da barriga cheia, arrumamos nossa mochila de ataque para os próximos 3 dias na selva e fomos dormir. Deixamos o mochilão no hostel por 1 real. O valor independe da quantidade de dias. O hostel fica pertinho do Teatro Amazonas, principal cartão postal de Manaus
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