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  1. Olá, viajantes!! O último post foi uma breve introdução à essa viagem, onde confrontei o planejamento com a execução. Se você ainda não o leu, clique aqui: http://www.viajanteinveterado.com.br/mochilao-america-do-sul-ii-introducao/ Hoje vamos embarcar juntos nas memórias dessa incrível viagem de três semanas pelo norte do Peru, Equador e Colômbia. Apertem os cintos e boa viagem! =) O começo da viagem No dia 16 de abril deste ano (2016), Carioca, Marcelo e eu partimos do aeroporto de Guarulhos às 7h40 até a cidade de Lima, nosso ponto de partida para o nosso segundo mochilão pela América do Sul – o primeiro foi no ano passado. Voamos pela TAM (passagem de ida comprada por 14 mil milhas) e, durante o tranquilo voo, assisti ao filme The Revenant (O Regresso), que deu o Oscar ao protagonista Leonardo Di Caprio. Mas fiz uma pausa quando serviram um croissant tão gostoso que nem me importei muito com as asas de bule da pessoa que estava ao meu lado! Desembarcamos às 10h55 e esperamos pelo Israel, peruano, amigo do Marcelo, que foi nosso anfitrião. Aliás, já deixo aqui meu agradecimento a ele que nos recebeu muitíssimo bem e gastou todo seu tempo rodando conosco pela cidade!! Callao, o outro lado de Lima Eu ainda não tive a oportunidade de contar a muita gente, portanto, digo agora: Lima é a minha capital preferida na América do Sul. Ok, eu também gosto muito das outras capitais sul-americanas que tive a oportunidade de conhecer, mas Lima é especial. Estive lá pela primeira vez em 2015, durante o Mochilão América do Sul I (ainda não tive tempo de escrever os posts), quando passei pelo Chile, Bolívia e Peru. Na ocasião, Lima foi a última cidade visitada e uma das grandes surpresas da viagem. Uma das coisas que me faz gostar de um local ou de uma cidade é algo que não podemos tocar, nem ver mas, sim, sentir. É o que chamamos de atmosfera. E é isso que Lima tem de mais especial, a atmosfera. Mas falando em “sentir”, Lima é um ótimo local para despertar todos os sentidos. Vamos começar pelo paladar… Bom, só de lembrar dos ceviches já me dá água na boca! Para a visão podemos reservar uma das inesquecíveis vistas que se têm ao caminhar pela orla de Miraflores, no Parque del Amor. Para contemplar a audição, vamos tentar esquecer as ensurdecedoras buzinadas do centro da cidade e tentar focar nas músicas alegres e tranquilas das fontes do Parque de la Reserva ou nas flautinhas peruanas (se você não gosta, esqueça essa parte!!). Para o tato, continue no mesmo Parque e deixe-se molhar nos labirintos d’água. Por fim, aventure seu olfato cheirando um copo de Pisco Sour, uma mistura de pisco, suco de limão, açúcar e clara de ovo (juro que o cheiro não é ruim). Mas… Se você quiser misturar todos os sentidos, beba uma Inca Kola bem gelada (já virou piada, mas eu gosto mesmo!)!!! Rsrs Pois é, eu já falei tanto de Lima, mas o post de hoje é sobre o outro lado de Lima, ou seja, é sobre Callao. Portanto, deixemos Lima para o post que farei sobre a viagem do ano passado, quando realmente percorremos toda a cidade, ok?! Muitos conhecem Callao apenas como “a cidade onde fica o aeroporto internacional” (tipo… Guarulhos), uma zona distante e não muito segura. Mas é aí que eles se enganam, Callao tem muito pra oferecer! La Punta, Callao Saímos do aeroporto com Israel e Julissa, sua amiga. Eu já nem me lembrava que o trânsito por lá era tão caótico, onde buzinadas, cortadas e atravessadas são triviais. Mas eles se entendem. O destino era La Punta, um bairro diferenciado, seguro e tranquilo, enfeitado por casarões coloniais – residências de pessoas abastadas. O pequeno bairro compreende uma pracinha central (com wi-fi liberada, pasmem!), uma igreja, uma grande área de passeio compreendida pela Plaza San Martín e pelo Malecón Pardo, a Escola Naval do Peru, a praia (bastante frequentada) e, para a nossa felicidade, restaurantes. Já estávamos com fome e a escolha do restaurante, entre mais de uma dezena deles, foi simples: o primeiro que vimos! O Donde Yolo é um restaurante que oferece uma vasta gastronomia peruana e não perdemos a chance de experimentar alguns dos melhores pratos. Mal sentamos e já nos serviram a tradicional cancha, a pipoca peruana (uma espécie de grão de milho gigante, salgado, sempre servido como aperitivo). De olho no cardápio, pra não errar, pedimos um ceviche de peixe para dar um bom início às degustações: peixe marinado, acompanhado por muita cebola roxa, pimenta, batata doce, maíz (milho) e fatias de banana frita. Com o paladar testado, seguimos para os choros (ou choritos) a la chalaca (à moda do Callao): mariscos servidos numa concha ou colher, acompanhados de cebola roxa, pimenta, grãos de maíz e suco de limão. Para elevar nosso almoço à uma verdadeira orgia gastronômica, pedimos mais dois pratos. O prato da casa A La Yolo: arroz com mariscos, camarões, e caranguejo salpicados com queijo ralado e, obviamente, acompanhados por muita cebola roxa e pimenta. E o último, Jalea Mixta: uma combinação maravilhosa de frutos do mar fritos, acompanhados por mandioca também frita e adivinhem… Cebola roxa e pimenta, claro! Para aliviar o paladar de tanta pimenta, os pratos foram bem acompanhados pelas cervejas Pilsen e Cusqueña. Estávamos em cinco pessoas e gastamos cerca de S/.48,00 por pessoa. Depois do banquete, fomos dar uma volta a pé pelo bairro. Passamos em frente à Escola Naval do Peru, e chegamos à Playa Cantolao. Havia bastante gente mas, à primeira vista, o chão de pedras (ao invés de areia) chocou um pouco. A vista, porém, é bem bonita. Dá pra ver o porto à direita, atrás de muitos barcos, veleiros e iates que repousavam sobre o Pacífico. O molhe à esquerda tranquiliza as águas da praia e os banhistas aproveitam a “piscina” sem ondas. Continuamos caminhando até a Plaza Matriz, uma pracinha agradável, com um coreto no centro e com wi-fi liberada. Ao norte, a Iglesia Sagrado Corazón de Jesus servia de palco para um casamento. Em frente à entrada principal, um belo carro antigo conversível (um Ford A Phaeton, de 1931) aguardava a saída dos noivos. Ao sul da praça, fica a Facultad de Teología. Não chegamos a visitar o outro lado de La Punta, onde ficam o Parque Ostolaza e a Playa La Arenilla – ao que me parece, essa praia não dá pra curtir mas é possível fazer uma caminhada pela orla. Saindo de La Punta, passamos em frente à imponente Fortaleza Real Felipe e ao Museo de Sitio Naval Submarino Abtao, onde você tem a experiência de conhecer um submarino de guerra – mas eles também não couberam em nossa programação. Pra não me estender demais, vou parando por aqui… No próximo post vou contar como os peruanos tomam cerveja (é bem diferente!!!), como foi assistir a um show de Salsa ao vivo e o que fizemos na noite limenha. Aguardem!! Leia o post original com fotos e informações detalhadas sobre as atrações: http://www.viajanteinveterado.com.br/callao-o-outro-lado-de-lima/ Este post faz parte da série Mochilão América do Sul II: http://www.viajanteinveterado.com.br/category/grandes-viagens/mochilao-na-america-do-sul-ii/
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