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  1. Com a atual escalada nas discussões e provocações entre o presidente Donald Trump e o ditador Kim Jong-Un, é admirável e curioso constatar que a possibilidade de realizar turismo na Coreia do Norte foi muito pouco afetada em todos esses anos. Para todos os efeitos, o turismo lá continua possível e relativamente simples - deve ser feito sempre por meio de agências, e saindo da China. Cerca de 4.500 turistas ocidentais vão à DPRK anualmente, e apenas em 1º de setembro - em resposta à morte do americano Otto Wambier, é que os Estados Unidos proibiram seus cidadãos de realizarem tal viagem - sob risco de terem seus passaportes retidos. Rocket Man vs. President Evil - who wins? Planejando minha Viagem Em junho do ano de 2017 - também conhecido como 106º ano do Juche no Calendário Norte Coreano, em uma promoção relâmpago da Qatar Airways, comprei uma passagem Florianópolis-Seoul para meio de novembro, por apenas R$1.510. O trajeto de ida levará 40 horas e 10 minutos para chegar à capital Sul Coreana. Assim, vislumbrei a oportunidade de finalmente ir à segunda melhor Coreia. Daí então, adquiri o trajeto Seoul-Beijing-Seoul por R$850 pela Southern China Airlines, visto que os Tours saem exclusivamente da capital Chinesa. Eu havia tentado ir à Coreia do Norte em 2016, mas meu voo BSB-GRU arremeteu por duas vezes em São Paulo, cheguei atrasado e perdi à China. Em 2015, tive um congresso na Capital Sulcoreana, e não tive um dia livre nem pra visitar a Zona Desmilitarizada, na fronteira. entre as duas Coreias Desta vez, o planejamento é o seguinte: 14 a 16/nov - Rio / Floripa / Buenos Aires / Guarulhos / Doha / Seoul / Beijing 19/nov - Beijing / Pyongyang 19 a 24/nov - Tour pela Coreia do Norte 25 a 29/nov - Beijing / Seoul / Doha / Guarulhos / Buenos Aires / Floripa / Rio / Brasília Diversas agências os realizam, em diferentes datas, durações e por diferentes preços. São mais de 10 empresas, com base em diversos países (UK, Alemanha, China, etc.). Com as data de voos definida, busquei uma agência que oferecesse um período que encaixasse perfeitamente no meu itinerário. Encontrei o tour de inverno da Lupine Travels, de 19 a 24 de novembro. Coincidentemente, eu havia visitado Chernobyl em 104º ano do Juche 2014 com esta empresa, e me sentia à vontade para fazer qualquer pagamento adiantado necessário. Turismo em Tempos de Crise Com a compra das passagens e o início das contato com a Agência, a situação diplomática na região deteriorou muito rapidamente, com testes de mísseis intercontinentais em 4 de Julho, dois deles sobrevoando o Japão em 29 de agosto e 15 de setembro. Ainda, em 3 de setembro, houve um teste com uma bomba de Hidrogênio. Na data deste teste, o governo Inglês elevou a recomendação de viagem à Coreia do Norte para "Recomendação contra toda viagem não-essencial". Parece seguro Enquanto há um intenso debate sobre a moralidade de se visitar um país que utiliza recursos advindos do turismo para financiar suas ações contra Direitos Humanos e Democracia em seu território, e desenvolver tecnologias que ameacem a paz mundial, há opiniões divergentes mesmo entre refugiados norte coreanos. Na minha opinião, não há país no mundo que não deva ser visitado. Tem até mesmo um Site Oficial de Turismo da Coreia do Norte. Simpáticos e convidativos, não? Programando os demais ajustes da Viagem Entrando em contato com a Lupine Traves por email e definida a data do roteiro que você deseja participar, é solicitado adiantamento do valor de R$960 (de um total de R$2.600 para um roteiro de 5 dias - 649 Libras Esterlinas), a serem pagos via Paypal. Depois de algumas semanas, a agência enviou por a comprovação das passagens de trem dos trajetos de ida e volta de Beijing à Pyongyang, juntamente a uma declaração da realização de turismo na Coreia do Norte. Se prefere ir de Avião, pela Air Koryo - empresa Norte Coreana - o preço aumenta em 100 Libras. Uma vez compradas as passagens até Beijing, foi possível realizar a solicitação do visto chinês de turismo para duas entradas, que pode ser tirado na Embaixada em Brasília, ou nos Consulados no Rio e São Paulo, por R$240 reais. Para a Coreia do Sul, não é necessário visto para estadias a turismo de até 90 dias. Para o visto chinês, são necessárias declaração de renda, reserva de estadia e passagem, preenchimento de Formulário, páginas em branco no passaporte, Seguro Viagem, foto 3x4 e aqueles documentos fornecidos pela agência.
  2. É uma das fronteiras mais fortificadas e militarizadas do mundo. Há mais de 1 milhão de minas espalhadas por toda sua extensão. Ela separa um dos países mais isolados do mundo de um dos mais modernos do mundo. E se você leu o nosso artigo com 13 Lugares para Visitar na Coreia do Sul Além de Seul, você viu que uma das nossas recomendações é visitar a Zona Desmilitarizada entre a Coreia do Sul e a Coreia do Norte. Hoje, estamos falando sobre a DMZ (a zona desmilitarizada) – a “fronteira” entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul. Na verdade, na minha opinião, esse passeio é IMPERDÍVEL se você está visitando a Coreia do Sul. Além de fácil – você pega o ônibus em Seul, passa o dia e volta – ele é essencial para entender o subconsciente do país que desde a década de 50 está dividido entre dois regimes. Continue lendo: http://foradazonadeconforto.com/a-forma-mais-barata-de-visitar-a-zona-desmilitarizada-dmz-e-area-conjunta-de-seguranca-jsa-na-coreia-do-sul/
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