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  1. Cheguei recentemente da Coreia do Sul, fiquei 1 mês. Irei retornar a Coreia no final de 2019. Quem tiver interesse em ir e compartilhar experiencias, me mande uma mensagem
  2. Olá pessoal, estou aqui para deixar mais um breve relato de uma viagem que fiz para a Coréia do Sul, breve mesmo, porque a viagem foi apenas de 1 semana. Consegui as passagens em uma barbada de promoção pela Qatar Airlines, por apenas R$ 1500,00 ida-e-volta, com o vôo saindo de Florianópolis. O vôo segue para Buenos Aires, operado pela GOL, volta para São Paulo (parada técnica), e depois e são 18h até Doha no Qatar, e mais 8h até Seul. A viagem é puxada, nunca tinha ido “tão longe”. Vale a pena todas aquelas dicas para vôos longos, de se alongar, e exercitar nos corredores do avião. Sobre a Qatar Airlines, sem comentários, muito bom o serviço de bordo, refeições, e até o espaço nos assentos da econômica, para mim de 1,92m, foram o suficientes. Sempre fico de olho em promoções como esta no site MelhoresDestinos.com Chegando em Seul, pelo aeroporto de Incheon, a melhor forma de chegar até a cidade é pelo metrô. Sem dúvidas, um dos melhores sistemas de metrô do mundo. Logo na saída do aeroporto há maquinas onde você pode comprar o cartão do metrô, uma espécie de bilhete único, e na máquina ao lado já carrega-los com os créditos necessários. Para tanto, você precisará já estar em posse da moeda local, wons. Para facilitar nossas contas, aproximadamente 1000 wons = 1 dólar americano (em fevereiro 2018). As máquinas têm menu e inglês e são bem intuitivas para comprar o cartão e recarrega-lo. As tarifas do metrô são conforme o trecho que você anda, havendo “catracas” na entrada e na saída da estação, onde você deve encostar o seu cartão. Os trechos custam em média 1500 wons. O trecho do aeroporto até o “centro” da cidade, fica em média 4500 wons. Você pode considerar em média 4 passagens de 1500 wons por dia, para bater perna e turistar pela cidade. O cartão pode ser utilizado nos ônibus também e taxis. Porém só utilizei metrô por lá. Fiz uma simulação pra ver um preço de Uber lá um dia, mas absurdamente caro, sem chance para nós plebeus. Comprei a passagem em junho de 2017, para fevereiro de 2018, que seria o “auge do inverno”, tanto que estavam para começar os jogos olímpicos de inverno por lá. Portanto fui preparado para um frio e neve que chegaram a menos 20ºC. Comprei dois jogos de calça-térmica e blusa-térmica (chamada também de segunda-pele) na Decathlon, que foram muito úteis. Hospedagem: optei em ficar no bairro de Hongdae, que pelas minhas pesquisas era o bairro “noturno” da cidade, com vários bares, boates, restaurantes, além da proximidade com as universidades da cidade, que o torna frequentado por um público mais ‘hipster’. De fato, o bairro é muito movimentado e agitado, e quase tudo funciona 24h, desde o comércio, até as tradicionais lojas de conveniência, que há praticamente uma em cada esquina. Há muitos hostels concentrados por lá. Há outras pequenas concentrações em outros bairros da cidade. Entre as prioridades, o melhor é ficar próximo à uma estação de metrô. Por toda a Seul há muitas lojas de conveniência 24h, praticamente uma em cada esquina. Não ria do nome... Fiquei no Hostel chamado SEUL I GUESTHOUSE, fiz a escolha baseado no hostelworld, pois haviam mais avaliações para este hostel, e estava localizado há apenas 1 quadra da estação de metrô Hongnik University. Isso facilitou muito a minha vida por lá. O hostel não tem nada de mais, é muito simples, com todas as facilities funcionando bem (wi-fi, aquecimento....). É uma grande casa de 3 andares; o curioso é que não fica nenhum funcionário lá a partir das 19h; apenas os hóspedes. Quando cheguei, já havia sido informado por e-mail, para fazer um self check-in. Havia na porta um envelope colado com meu nome na porta do hostel, com as chaves e orientações para minha hospedagem. Na cama e quarto indicados estavam o enxoval (toalhas, lençóis, etc). Não tive problemas. No dia seguinte, compareci a recepção para fazer o pagamento e etc. Há muitos outros hosteis na região, vale a pena pesquisar bem, qual perfil você prefere mais. O importante é ficar próximo a uma estação de metrô. Este hostel é muito simples, porém esta peculiaridade de ficarem apenas os hóspedes a noite pode ser legal para ser fazer mais amizades e enturmar com os mochileiros. Visita a Zona Desmilitarizada (DMZ). Fronteira entre as Coréias do Sul e do Norte Sim, é possível visitar este local, apesar do clima tenso entre as duas coréias; vale muito a pena para quem gosta de História, Política e afins este passeio. Pelo que pesquisei só é possível fazê-lo por meio de agências de turismo. O passeio consiste em visitar o lado sul-coreano da fronteira entre os dois países, onde há uma linha de 4km de comprimento que se estende entre as coréias, servindo como uma fronteira. Tal “linha” existe desde o acordo de cessar-fogo entre os países, que teoricamente nunca terminaram a guerra iniciada entre eles anos 50. Visita a um dos museus na Zona Desmilitarizada No lado sul coreano, há uma base militar, administrada pela ONU, com militares de alguns países, como os EUA por exemplo, sul-coreanos, e etc. É possível visitar algumas instalações, e outros locais como por exemplo, a sala onde ocorrem as conferências entre as duas coréias, alguns museus e memoriais; tudo sob um clima meio tenso. Nosso passeio foi assistido por um guia, muito simpático da empresa de turismo, e um soldado norte-americano mal encarado. Lembrei um pouco meus tempos de quartel aqui no Brasil, andar em fila, e obedecendo ordens (como por exemplo, tirar fotos, só dos locais autorizados). Visita a uma das salas de conferência na DMZ. Sempre vigiados pelos soldados. Os pontos altos do passeio são uma visita a um mirante, onde pode-se avistar a primeira cidade Norte-Coreana, chamada de Peace Village, a alguns metros dali, e também a visita aos túneis de infiltração, construídos para uma provável invasão à Coreia do Sul pela Coréia do Norte. Os túneis foram descobertos nos anos 90, e é possível entrar em um deles para conhecer. Realmente é um passeio muito interessante para quem gosta deste tipo de assunto. O almoço ocorre por lá mesmo, vi outras pessoas dizendo que foram levadas à um restaurante lá na base. Estação de trem na zona desmilitarizada, rumo à Coreia do Norte. No nosso caso, nos levaram até um “refeitório”, desses de quartel mesmo, onde inclusive comiam os soldados. O almoço era pago a parte, por 10.000 wons, e estava muito bom, no estilo “bandeijão”, com comida (e Yakult, hehe) a vontade. Pode-se levar o próprio lanche também (para os mais muquiranas) e comer por lá mesmo. Você poderá encontrar várias informações em outros sites e blogs, inclusive com indicações das agências de turismo. Eu fiz pela KORIDOOR, e não tive problemas. Pelo menos com 2 semanas de antecedência, procure reservar o passeio, por meio do site deles, é bem simples, e todo em inglês; depois envie os documentos (cópia do passaporte e dados do seu cartão) para confirmar a reserva. Eu fiquei com algumas dúvidas, e fui enviando e-mails, demorava as vezes pouco mais de 24h, mas tive todas as dúvidas respondidas. Fiquei receoso de enviar os dados do cartão de crédito (incluindo o código CVV), mas deu tudo certo. A minha reserva do Hostel também foi desta forma. (É preciso estar na agência as 7h da manhã, os passeios saem geralmente as 7h30, e retornam por volta as 16h. É muito fácil chegar na agência, fica ao lado de uma Base Militar Norte-Americana em Seul. Há uma estação de metrô próxima. Como deveria estar lá cedo as 7h, sai de Hongdae as 6h15, e logo cheguei lá, com os metrôs vazios ainda. O passeio pela KORIDOOR saiu 92,00 dólares. Certifique-se que você está indo fazer o tour completo, que inclui a visita à DMZ, JSA e ao Terceiro Túnel de Infiltração. Existem passeios mais baratos e mais enxutos, que não visitam todos os pontos, mas na minha opnião não vale a pena. Noitada / Balada Como eu mencionei, o bairro onde me hospedei, Hongdae, é um centro de bares e baladas. A maioria delas têm entrada gratuita, e os bares, são pequenos e “charmosos”, onde você pode comer várias comidas típicas. Eu fui á um encontro do Couchsurfing (uma rede social de viajantes, que tem pessoas do mundo todo, procure pesquisar sobre...), que ocorre semanalmente em um bar. Era um barzinho simples, meio de subsolo, Platte Bar, imagino que eles possam eventualmente alterar o dia e local do encontro, neste caso, foi em uma sexta-feira. Tinham umas 30 pessoas, gente do mundo todo, mochileiros em geral, e alguns locais, sul-coreanos. Galera muito simpática e gente boa, o bar bem “barateza”, comparado à outros por ali. Lembro que o shot de tequila estava 1000 wons, aí já viu né. Lá pelas tantas, o pessoal animou de ir em uma balada, já deviam ser umas 2h00 da manhã, as ruas estavam cheias, apesar do frio de -10º C. Sei que a balada era perto, não tenho idéia onde, ou o nome do local. Como a maioria era de graça para entrar, e estava rolando em geral hip-hop e hits americanos. Ficamos lá até de manhã quase. Voltei para o hostel caminhando, lá pelas 5h00. Estava muito frio, e nevando; mas foi uma noite muito legal. Para quem gosta de agito, vale a pena informar-se sobre o Couchsurfing e seus encontros. Encontro (Meeting) com o pessoal do Couchsurfing Roteiro de passeios: Fiz o roteiro em Seul, baseado em vários sites que indicavam os pontos turísticos da cidade. A grande dica foi locar estes pontos no Google Maps, para dividir conforme os dias, quais pontos visitar, quais linhas de metro pegar e etc. Feito isso, imprimi os mapas, e salvei também no meu celular, já com os pontos marcados (no PaintBrush mesmo), isso foi muito útil para se localizar nas ruas, pegar algum senso de direção, e eventualmente pedir informações no meio da rua, mesmo sem falar coreano, apenas apontando no mapa para as pessoas. E sim, os coreanos no geral eram muito simpáticos e solícitos quanto à isso. Bastava tirar o mapa do bolso, no meio da rua e parava alguém perguntando se eu queria ajuda. Nem todos falam inglês por lá; mas sempre era possível entender algo. Primeiro pesquisei os pontos de interesse em outros sites e relatos. Depois fui juntando pelo Google maps e dando printscreen, os mais próximos e fiz meus roteiros. Verifique no Google Maps, qual a saída da estação de metrô mais próxima do ponto que você deseja ir. As estações são muito grandes, as vezes tinham até 16 saídas. Logicamente há placas em todas elas indicando, isso vai facilitar muito seu rolê. Locais próximos de interesse: 1º) Saindo da Estação de Metrô Anguk, pode-se seguir a pé até o Palácio CHANGDEOKGUNG, visitar ainda a ALDEIA HANOK DE BUKCHON (bairro e casas antigas). Se estiver disposto a andar um pouco mais, volte até o KWANGJANG MARKET (GWANGJANG) para almoçar aquelas comidas típicas dos mercados municipais. Pessoal almoçando no mercado, comidas típicas Neste mercado é um dos poucos lugares que você encontra lembrancinhas “pra turista” do tipo chaveiros, canetas e etc, aproveite. Depois ande pela região de MYEONDONG. Ao lado do mercado há o Rio CHEONGGYECHEON, que é totalmente despoluído e cristalino no meio da cidade, ótimo lugar para se caminhar. Almoço no mercado municipal NORYANGJIN. 2º) Na estação de metro City Hall, você pode conhecer o lugar de mesmo nome, uma enorme galeria de arte, com arquitetura bem peculiar, é lindo o local. Nas proximidades você ainda pode conhecer o Palácio GYEONGBOKGUNG, que é absurdamente enorme, um conjunto de vários palácios. Neste local é comum os turistas, sobretudo os coreanos alugarem roupas típicas dos antigos moradores da Coréia, os hanoks, para visitar o local tipicamente vestidos e tirar umas fotos legais. Turistas com roupas típicas Centro comercial proximo a MYEONDONG Fica a dica. No palácio GYEONGHOERY você pode ver a troca de guarda, conforme o horário. Digitando este nome no google você encontra o site, com os horários prévios. Ao final do dia, pode-se visitar o MONTEM NAMSAM (teleférico, SEOUL TOWER), pegando o metrô em JONGNO 2 GA e descer na estação MYEONG-DONG. Um outro roteiro muito legal, é visitar o MUSEU NACIONAL DA KOREIA. Museu Nacional da Coreia Um lugar de arquitetura espetacular, quando fomos, o espelho d’água à sua frente estava congelado, e a região cheio de neve, imagine a vista. A entrada é gratuita e você pode passear por toda a história da Coréia Sul e boa parte da Ásia, vale muito a pena. Na volta, próximo, aproveite para conhecer o mercado de frutos do mar. NORYANGJIN. O museu fica um pouco mais longe do eixo turístico, há uma estação bem na sua frente. Saindo de Hongdae você poderá gastar em média 1h30 para chegar até lá City Hall DICAS ÚTEIS - Não tem muitas casas de câmbio em Seul, nem nos pontos turísticos. Em Hongdae vi apenas 2, portanto planeje bem o seu câmbio. Obviamente no aeroporto a taxa era maior, troque apenas o suficiente. - Vale a pena comprar um SIM CARD, para dados, será muito útil para consultar o Google Maps, e outras coisas mais. Nas casas de câmbio em geral vendiam chips, paguei 15.000 wons em um chip 4G para 1 semana. No caso, era uma companhia da China, portanto tinha que mudar a configuração do celular para “usar dados em roaming”, para o chip funcionar. É possível “alugar” uma espécie de aparelhinho que transmite os dados em wi-fi, sei que tem no aeroporto, mas não fui atrás de pesquisar. Overdose de miojos - Alimentação no geral, muito cara em restaurantes, porém os lamens (miojo tipo cup nuddles salvaram o rolê, nas lojas de conveniência você verá muitos deles). - Para perguntar o preço dos produtos nas lojas, tenha sempre em mãos o seu celular, para digitar os números e entender o valor que eles estão dizendo. Tentei aprender os números em coreano, mas sem chance. - Os metrôs funcionam até em dia as 0h30, você pode conferir os horários nas estações, portanto planeje bem o seu rolê ou volta para o aeroporto. Se for pra balada, prefira uma no bairro do seu hostel, para voltar a pé, ou esteja disposto a virar a noite fora. - Fiz um seguro saúde pelo site do decolar.com, a epoca 120,00 reais. Não sabia se seria obrigatório. Na dúvida.... Na imigração um funcionário do Ministério da Saúde te examina rapidamente, e tira sua temperatura para poder entrar no país. - Não é obrigatório visto para Coréia do Sul, apenas o passaporte em dia. - A "média universal" de gastos para Seul, tirando a hospedagem, fica na casa dos 100 dolares com folga. Os estabelecimentos passam cartão de crédito, sem a necessidade de digitar a senha. Comprei estas passagens em junho de 2017, para viajar somente em fevereiro de 2018, devido a promoção da Qatar, então pude ler bastante e preparar um roteiro para aproveitar o máximo, pois tinha apenas 1 semana. Só pude escrever este relato agora (Maio), mas espero que possam ajudar nas informações e custos da viagem.
  3. É uma das fronteiras mais fortificadas e militarizadas do mundo. Há mais de 1 milhão de minas espalhadas por toda sua extensão. Ela separa um dos países mais isolados do mundo de um dos mais modernos do mundo. E se você leu o nosso artigo com 13 Lugares para Visitar na Coreia do Sul Além de Seul, você viu que uma das nossas recomendações é visitar a Zona Desmilitarizada entre a Coreia do Sul e a Coreia do Norte. Hoje, estamos falando sobre a DMZ (a zona desmilitarizada) – a “fronteira” entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul. Na verdade, na minha opinião, esse passeio é IMPERDÍVEL se você está visitando a Coreia do Sul. Além de fácil – você pega o ônibus em Seul, passa o dia e volta – ele é essencial para entender o subconsciente do país que desde a década de 50 está dividido entre dois regimes. Continue lendo: http://foradazonadeconforto.com/a-forma-mais-barata-de-visitar-a-zona-desmilitarizada-dmz-e-area-conjunta-de-seguranca-jsa-na-coreia-do-sul/
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