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  1. Olá! Tudo certo? Estou de voluntária do Worldpacker até dia 06/02, após isso vou à Praia do Rosa. Sabem como está a questão de caronas na BR-101/SC nesse trecho? Não há pedágios neste trajeto o que dificulta as paradas Estou em dúvida sobre para qual data tento um Coushsurf/Worldpacker nessa região de Imbituba-Garopaba, acho que vou deixar uns 4 dias para fazer esse trajeto. Algum experiência para contar?
  2. relato: Acostumado com o litoral norte, eu pouco conheço a região da Baixada Santista, mas dessa pude voltar as intenções de passeio pra lá devido a uma estadia de um fim de semana que ganhei do Sindicato da área que teabalho. Iria perder essa boquinha??? que nada...rsrs Proteção divina Como eu trabalho todos os sábados, nesse específico dia 28/9/2013 resolvi ir trabalhar com o carro pra podera adiantar a viagem e na volta pegar a minha esposa na auto escola em que ela fazia aula prática de volante. Eu sai do serviço às 11h, peguei a Rod. Ayrton Senna (SP-070), e meia hora depois já estava no bairro do Itaim Pta. A via que segue sentido ao viaduto da China sempre tem trânsito e gera engarrafamento, mais o que eu não imaginava era que, eu estando parado aguardando o andamento dos carros a frente, um Fiat Uno surgisse do nada e desse uma pancada tão forte na traseira do meu carro a ponto de atingir o veículo da frente. Com o impacto,"arregaçou" a frente do Uno, quebrou o radiador e toda a água vazou pela pista. O carro nem chegou a ligar de novo. Ninguém se feriu na colisão, graças à Deus. Só uma pancada na perna direita fez minha canela doer por +ou- 1h e logo passou. Trocas de dados ok e pronto. Eu não iria perder meu fim de semana se não houve tanta gravidade assim e meu psicológico não foi abalado... O carro estava funcionando normalmente, apenas o porta malas não estava abrindo, mais isso não atrapalharia. Então lá vamos nós. Encontrei minha esposa, expliquei o ocorrido que também não a abalou. Fizemos um lanche rápido e seguimos sentido a Rod. Índio Tibiriçá (SP-031), até sairmos na Rod. Anchieta (SP-150), e chegarmos ao nosso destino: Vila Guilhermina-Praia Grande. O sol forte nos acompanhou até lá, mais quando chegamos, só foi o tempo de arrumar as coisas no apartamento e nos preparar pra conhecer os arredores, e lá se foi uma bela tarde de sol. Tudo nublado a partir dalí e previsão de dia chuvoso pro domingo. Mas isso não impediria nosso passeio, pois eu já estava ciente como de costume. Fomos caminhar na avenida da praia, a noite estava bem gostosinha pra bater papo e tomar uma breja num barzinho da Av. Costa e Silva, muito boa pra rolezinhos noturnos, cheia de bares e sorveterias, lojinhas, coisa e tal. Uma coisa que me deixou mais aliviado em relação ao bairro foi ver o forte policiamento local, inclusive dois enquadros em grupos diferentes de caiçaras. Deixa mais sussegado por que essa parte da baixada (Praia Grande, São Vicente e Cubatão), tem muita fama e alto índice de furtos e assaltos. Caminhamos uns 2 km, paramos num playground pra brincar na balança e assistir os raios e trovões que caiam na escuridão que escondia o horizonte. Fizemos um lanche rápido num vários Fast Food dalí e voltamos antes da chuva cair. No dia seguinte, domingão, acordamos cedo pra tomar aquele café reforçado e tentar sair mesmo que chovesse. O bom foi que o tempo só se manteve fechado e deu pra ir até o canto esquerdo da praia onde fica a praça e o Forte de Itaipu, lugar riquíssimo de história do antigo poderío bélico do Brasil. É uma pena que não pudemos conhecer, pois a visitação tem horário certo: 10h, 14h e 16h (eu não sabia), e custa R$ 5,00 por visitante. Chegamos às 11h, não iriamos esperar até o próximo horário (14h). Ficamos por ali mesmo curtindo a brisa do mar e passando o tempo nos instrumentos pra malhação que ficam na areia. Só diversão! Tinham pessoas que pareciam querer levantar voo de tão rápido que estava puxando o "remador"...kkk. Decidimos ir pra cidade vizinha São Vicente, conhecer a Ponte Pênsil e o Teleférico, e de quebra na volta tentar a visitação ao forte. Por estar interditada, a Ponte Pênsil não podemos conhecer (fomos ao Teleférico). Chegando já na estação que da a subida ao Morro Itararé, fui estacionar o carro numa vaga, o pilantra do flanelinha quis me cobrar $20,00 pra olhar o carro. Falei: quanto? e ele: 20 mangos parceiro, cheio de ginga caiçara. Tá louco que eu ia pagar o preço do Teleférico pra deixar o carro na rua, não concordo com isso em canto nenhum, já não chega o licenciamento, IPVA e outras taxas que tiram da gente. -falei que não dava. -ele: é o que todo mundo ta pagando. - não irmão, não dá, to quebrado! - $15 mangos então? - não mano, não dá mesmo. - pô guerreiro, vai peder o passeio por causa de $15, mesmo? - vou sim (não sou trouxa), pensei comigo. Eu ia entrando no carro pra ir embora, ele disse: $5,00 pra não perder o passeio com a namorada. É irritante, como esses ¿#&@* conseguem,extorquir e ganhar grana fácil fácil e sem fazer nada. Decidi deixar o carro ali mesmo, pois estava bem em frente da estação do teleférico. A dúvida ainda era se iriamos realmente, por que $20 cada um de nós ainda sairia caro segundo minha esposa. Ela tem pavor de alturas, mais depois do passeio que fizemos ao Rio de Janeiro e subimos o bondinho do Pão de Açúcar (976 mts de altura), eu jamais imaginaria que ela teria tamanha aversão da altura do desafio em questão, com o topo tendo 182 metros de altura. Antes de comprar os bilhetes perguntei se estava tudo bem, se realmente ela queria ir, coisa e tal e ela disse tudo bem, vamos. Acreditei no que a aparência e palavras me diziam, mas na hora de ir pra cadeirinha bateu o pavor e o choro foi inevitável. Aconcheguei no abraço mais confortável que eu poderia oferecer naquele momento e consegui acalma-la até chegar nossa vez de subir. Foi só a gente sentar e começar a subida, ela fechou os olhos, me abraçou forte a ponte de não deixar eu me mexer direito e chorou sem parar os dez minutos (que foram uma eternidade pra ela),até o alto do morro. Eu curti bastante. Quando chegamos na estação de cima, ela ainda chorava, mais logo se acalmou e seguimos até o mirante que usam pra saltar de Asa deltas (180 mts do nível do mar), pra ficar um tempo por ali de bobeira, curtindo o visual. São várias praias que se vê dali, logo de frente a de Itararé, à esquerda a ilha Urubuqueçaba e em frente, na areia o monumento que homenageia a imigração Japonesa no Brasil. Vendo as nuvens fecharem mais o tempo resolvemos partir. Eu já imaginava como seria linda a visão na volta. E não foi "tão assim" por que começou uma garoa forte que acinzentou a paisagem. Nos dias de sol, dizem que lá encima fica lotado de gente pra saltar de Asa delta ou Paraglider, daí o cenário já muda (fica fantástico). Há uma escola com instrutores que cobram saltos duplos a partir de $120 e tem também salto triplo a confirmar valores. Partimos na intensão de fazer o passeio no Forte, mas como chegou a chuva não valeria muito a pena. Fizemos aquele breve lanche e fomos pro Ap nos preparar pra irmos embora. Mais não antes de tirar aquele soninho pra descansar e pegar a estrada...rs. E foi bom ter descansado, pois tinha trânsito quilométrico na subida da serra devido a neblina intensa. 3h depois já chegávamos em casa. "já penso no retorno, pra aproveitar e conhecer mais os atrativos da região." fim. > fica a dica: depois que eu escrevi esse relato, soube que a subida ao topo do Morro Itararé (além do teleférico), também pode ser feita de carro ou a pé. O acesso é por uma rua precária e estreita paralela aos cabos de aço, e que fica na divisa de Santos e São Vicente. até a próxima. abraços
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