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  1. Completados!!! 1600km andando pelas praias, conheci todas as praias do norte do Espírito Santo, todas as praias da Bahia, de Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte! Sai dia 26 de outubro de 2017 e cheguei dia 17 de março de 2019. Várias magias e creio que uma das maiores foi ter parado quase 1 ano. Pq? Conheci uma comunidade no norte da Bahia. Um ecohostel @vilaflorecohostel que funciona diferente de tudo que já vivi e já ouvi falar. Lá a busca é sempre pela sustentabilidade. Me encontrei, sim, um belo encontro, porque sai bem sem rumo, tentando "fugir" desse sistema que o mundo nos condenou a viver. Me encontrei porque lá além de viver a base da troca(fiquei de junho a dezembro sem ganhar e sem gastar um mísero real). Tive a liberdade de viver da natureza, explorando bioconstrucoes como a construção de um bangalô e uma oca, até conhecer mais sobre botânica e aproveitar nossas comidas orgânicas para fazer nascer mais bebês plantinhas. Conheci o veganismo e principalmente a cozinha vegana. Descobri que podemos fazer nossos próprios produtos de limpeza e higiene. A importância da reutilização do plástico (fazemos tijolos de garrafa pet). Resumindo conheci um cantinho que chamo de um pedacinho do paraíso, com rios, dunas, mar...dentro da natureza. E sim, a natureza cura tudo! Cheguei a programar esse ano, pós carnaval, minha ida até São Luís(MA), pulei meu carnaval com amigos de infância em Olinda e parti na terça. Conheci o norte de PE todo! As maravilhosas falésias do sul de Paraíba, praias magníficas e vou abrir uma aspas super importante: " o estado mais consciente em relação a lixo na praia, fiquei super feliz, de 1 em 1km tinha uma lata e uma placa falando do lixo! Parabéns Paraíba, serve de exemplo para todo Nordeste". Cheguei no Rio Grande do Norte em 2 semanas apenas. Andando um pouco mais de 30km por dia. Diminui o peso do mochilao, de 23kg fui pra 13kg. Como? Tirei a barraca, além de outras tralhas que achava necessário e percebi que não são. Dormindo sempre na rede, armando sempre nessas barracas de pescadores (rancho) e até dentro de casas que servem só para alta temporada. Chegava na varanda e por lá ficava, fiz isso porque esse período de outono chove muito por aqui. Alimentação resumida em grãos e coco. Difícil de achar lentilha ou ervilha. Então foi quase sempre feijão. Deixando na água dentro de uma garrafa pela manhã e almoçando já a tarde. Vários dias passando pelas praias desertas, com a vegetação rasteira de sertão a minha esquerda, sol queimando e de forma diferente. O sol nascia ao leste e caia ao oeste. E depois que comecei a pegar sentido oeste do Brasil o sol começou a nascer ao sul e se por ao Norte. Isso em relação a quem tá andando rumo ao norte da praia. E também o vento modificou, ele vinha sempre do norte e quando cheguei no RN, começou a vir do sul. Energias diferentes, demora pra adaptar. Um outro detalhe que não me fez bem, foi o fato que amo andar na natureza e só na natureza, sem cidade grande e sem pistas que o homem passou por ali. E depois da Paraíba foi impossível. Além de bugs correndo o tempo todo na beira da praia, centenas de kms com hélices de 100m de altura rodando na beira da praia de energia eólica. Sou super a favor desse tipo de energia, porem me deu a sensação que estava sendo vigiado e que não estava 100 por cento na natureza, então segui andando e tentando entender. Porém cheguei em um ponto espiritual e de cansaço mental que sempre falei pra todo mundo que me pergunta porque fazia andando. " Tem que gostar muito de andar!" E o prazer estava sendo menor que o cansaço. Acredito muito em destino e me surgiu uma lus me dizendo que o caminho por enquanto não era esse. Resolvi parar antes do meu combinado anterior. Temos que aceitar o tempo, respeitar e trabalhar nossa intuição pra conseguirmos enxergar isso. E pra mim, isso fica mais fácil e claro quando se vive na natureza. Hoje estou em Fortaleza, e sigo para minha cidade natal, Belo Horizonte (MG) para depois voltar para Vila onde chamo hoje de paraíso. Quiserem saber mais @toandando
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