Passei 3 semanas muito boas no país durante o mês de fevereiro. Com viagem comprada a Guatemala e tendo reservas até 30.1,fiquei com o restante em aberto,para fechar após uma análise. Justamente quando fui o fascista tinha se tornado novamente o homem mais poderoso do mundo e a América Central, desde a política do Big Stick(alguém faltou a aula de história?)vive das migalhas que os yanki pagam a seus cidadãos por trabalhos que não querem realizar e estes centro americanos repassam as suas origens.
O concorrente seria El Salvador que é desgovernado também por um direitista apaixonado.Entao tornou-se fácil minha decisão de aonde iria, faltando decidir se haveria tempo para conhecer Nicarágua do comandante Noriega.Porém,Honduras estava certo. Está no relato de Guatemala o que fiz para chegar,pois o transporte entre os dois países não existe praticamente.O taxi me levou aonde teria combinado com a empresa de transfer,que encontrei na net após muita pesquisa, paguei 60 dólares,acordei de madrugada como me foi falado e as 8h da manhã estava onde passaria.
Foi fora da cidade de Puerto Barrios. A Van sai as 6.30h de Rio Dulce, passa ali as 8h e viaja o dia todo, para chegar ao porto aonde tomaria a última lancha a Roatan as 16.30h.Só que nesse dia, Honduras se apresentou mal para mim.Lá na estrada havia um bloqueio.Hondurenho não é brasileiro e reclama. Querem piratizar o abastecimento de água na região fronteiriça,que nem água encanada tem. Recentemente a água foi piratizada em SP e eu faturei muito. Lá não, tem protesto. Espalharam árvores pegando fogo na pista,ia demorar muito para desobstruir e limpar.
Porém,havia yanki no carro. Eles tinham vôo para casa em San Pedro Sula e o rapaz do transfer combinou levá-los ao aeroporto.O que fizeram?Descobriram um caminho de lama por dentro de uma fazenda,pagaram 100 dólares ao rapaz que nos guiou e ao fazendeiro e nos livramos do congestionamento. Eles chegaram na hora e eu mais 2 francesas continuamos até La Seiba,lugar aonde sair o ferry, mas sem possibilidade de embarcar naquele dia.
Passei 3 semanas muito boas no país durante o mês de fevereiro. Com viagem comprada a Guatemala e tendo reservas até 30.1,fiquei com o restante em aberto,para fechar após uma análise. Justamente quando fui o fascista tinha se tornado novamente o homem mais poderoso do mundo e a América Central, desde a política do Big Stick(alguém faltou a aula de história?)vive das migalhas que os yanki pagam a seus cidadãos por trabalhos que não querem realizar e estes centro americanos repassam as suas origens.
O concorrente seria El Salvador que é desgovernado também por um direitista apaixonado.Entao tornou-se fácil minha decisão de aonde iria, faltando decidir se haveria tempo para conhecer Nicarágua do comandante Noriega.Porém,Honduras estava certo. Está no relato de Guatemala o que fiz para chegar,pois o transporte entre os dois países não existe praticamente.O taxi me levou aonde teria combinado com a empresa de transfer,que encontrei na net após muita pesquisa, paguei 60 dólares,acordei de madrugada como me foi falado e as 8h da manhã estava onde passaria.
Foi fora da cidade de Puerto Barrios. A Van sai as 6.30h de Rio Dulce, passa ali as 8h e viaja o dia todo, para chegar ao porto aonde tomaria a última lancha a Roatan as 16.30h.Só que nesse dia, Honduras se apresentou mal para mim.Lá na estrada havia um bloqueio.Hondurenho não é brasileiro e reclama. Querem piratizar o abastecimento de água na região fronteiriça,que nem água encanada tem. Recentemente a água foi piratizada em SP e eu faturei muito. Lá não, tem protesto. Espalharam árvores pegando fogo na pista,ia demorar muito para desobstruir e limpar.
Porém,havia yanki no carro. Eles tinham vôo para casa em San Pedro Sula e o rapaz do transfer combinou levá-los ao aeroporto.O que fizeram?Descobriram um caminho de lama por dentro de uma fazenda,pagaram 100 dólares ao rapaz que nos guiou e ao fazendeiro e nos livramos do congestionamento. Eles chegaram na hora e eu mais 2 francesas continuamos até La Seiba,lugar aonde sair o ferry, mas sem possibilidade de embarcar naquele dia.