Chegamos em BsAs de avião, pegamos um taxi até o porto (Terminal Internacional de Cruceros). Depois de horas de espera, embarcamos. No porto de BsAs o barquinho (é um bote se comparado aos barcos da Buquebus) da Colonia Express já balançava bastante. Eu até brinquei com a minha namorada se ele conseguia ir até o banheiro e voltar ao assento da gente sem segurar em nada (e ela conseguiu). Todos os assentos contavam com saquinhos pra vômito (imaginei que algumas pessoas passavam mal nesses barcos...).
O barco foi saindo do porto, balançando mais. Depois de uns 5min de viagem, ficou bem divertido, o rio tava revolto, com ondas, e o barco pulava, era melhor e mais forte que qualquer montanha russa! Tipo, frio (gelo) na barriga, pressão na bexiga, tava tudo muito bem. Depois de uns 5min disso, uma mulher começou a vomitar. Depois outra. Depois de 10min acabou a diversão e todos os saquinhos de vômito tinham enchido no barco. O passeio perdeu a graça. Depois de meia hora acabaram todos os saquinhos e 90% dos passageiros tavam passando mal. A tripulação começou a improvisar saquinhos com sacos de lixo. O passeio deveria durar 50min, mas durou 140min. Foi um inferno. Depois de muito sofrimento, ondas, vomito, mal cheiro (pra piorar, desligaram o ar condicionado para que os motores do barco tivessem mais força, ficou muito abafado com aquele cheirão de vômito no ar). Depois de muito tempo chegamos a Colonia. Médicos entraram no barco e deram um atendimento rápido pro pessoal, inclusive pra minha namorada. Eu contei eu e mais 8 homens que não passaram mal. Ah, algumas pessoas não agüentaram e urinaram nos seus assentos, deduzi isso pelo cheiro forte que tava no barco...
Colonia Express nunca mais!
Depois de passar pela aduana fomos ao Hotel, que ficava a 100m do porto, na calle Rivera. Hotel pequeno mas simpático e confortável, por 1020 pesos uruguaios pra casal com a/c e tv a cabo. Enquanto a minha namorada se recuperava, saí pra comer alguma coisa, as ruas lá são meio mal-iluminadas mas a cidade é muito tranquila. O staff do Hotel Rivera é muito gente fina, como a maioria dos uruguaios. Na manhã seguinte, antes de irmos pra Montevidéu, passeamos pela parte histórica e é muito bonito. Fomos à rodoviária, almoçamos e fomos a MVD.
A estrada de Colonia a MVD não é muito boa. Mas ok, chegamos ao terminal 3 Cruces, e estava um inferno, o único lugar com correria no uruguai. Um furdúncio de gente pra todo lado. Aproveitamos e compramos nossa passagem pra Punta e a passagem do Buquebus (Colonia Express nunca mais!!!) de volta pra BsAs. Apesar da loucura de gente, a rodoviária é bem bacana e tem um shopping aparentemente bom.
Pegamos um taxi até o hotel, conforme o táxi (claustrofóbico! bizarro! tem uma divisão entre os passageiros e o motorista por medidas de segurança...) ia andando, eu ia vendo os prédios muuuuito velhos da cidade e ia imaginando que Havana devia ser parecida... achei sensacional! Chegamos ao hotel (Splendido), localizado na Ciudad Vieja, em frente ao Teatro Solis, em cima dum pub. Fizemos o chek-in, o Danilo (do Splendido) é um cara muito gente fina, simpático e solícito, aliás, todo o staff do Spléndido é muito legal, solícitos e simpáticos, muy amables! O hotel fica num prédio do século XVIII (eu perguntei 2 vezes se não era XIX mas insistiram que era do anterior, ok ok...), muito antigo, com um banheiro digamos, peculiar (muita gente ia querer pular pela janela do quarto mas eu achei bacana, e era muito espaçoso, com um pé direito de cerca de 4m), e móveis antigos. Fomos ao Shopping Punta Carretas e demos uma volta no bairro em volta (muito bonito e agradável), e vi que há Itaú em MVD também (não tentei sacar dinheiro, mas, tentei pagar via débito e não consegui, o mesmo em BsAs... Itaú farsa!!!), fui até o Parque Rodó e voltei ao Punta Carretas (que é interligado ao Sheraton). A vista da rambla é muito bonita! Fomos e voltamos de ônibus, e dá a impressão que são ônibus velhos brasileiros reciclados. Na verdade depois eu vi alguns ônibus muito mais velhos. E andam muito devagar... aliás o ritmo lá é outro... pra tudo.
No dia seguinte, acordamos e saímos à rua pra tomar café... e quem disse que tinha algo aberto? Apenas depois das 10h que um café abriu, e comemos lá. A cidade só acorda mesmo depois das 11h... achei bizarro e interessante ao mesmo tempo. Peguei um ônibus pra ir ao Cerro de Montevidéu, e, na volta tentaria ir ao Parque Prado e depois o Mercado do Porto. O onibus deu uma volta enorme, passou por bairros mais carentes, e chegou a um terminal. O motorista nos explicou que teríamos que pegar outro onibus que nos deixaria perto do Cerro, e nos deu um papel que deveríamos dar ao motorista do outro onibus pra que não pagássemos outra passagem no período de 2h, uma espécie de bilhete único de papel e escrito à mão! Já no terminal, descemos e ficamos esperando outro ônibus. Veio um funcionário tentando falar inglês conosco tentando nos ajudar, dizendo que estávamos esperando o onibus na plataforma errada. Eu expliquei que eu era brasileiro, ele disse ok e continuou falando inglês e depois foi embora e outra pessoa veio nos dar informações. Achei legal isso, pegamos o onibus e o motorista parou numa rua e disse "agora é só subir por aqui" e meu, era uma subida enoooorme... subimos, e no final dela, tinha uma favela e a montanha do Cerro.... ok... subimos por um campo, chegamos ao topo, e... que vista!!! Vi que lá longe sobre o rio havia uma tempestade rolando. Disse pra minha namorada: é bom a gente sair daqui a pouco daqui... não deu nem 5min e a tempestade desabou sobre o Cerro... pegamos um taxi até o terminal, e lá, um onibus expresso (e mais caro, 17 pesos contra 13,50 do outro) que ia até o Mercado do Porto pela Rambla... enquanto o onibus barato fez da Ciudad Vieja ao terminal Cerro em 1h e uns quebrados, o outro foi até o Mercado do Porto em pouco mais de 10min!!! Comemos no Mercado (caaarooooo), e fomos andar pela Ciudad Vieja... visitamos o Museu Torres Garcia (um artista sen-sa-cio-nal, ele dizia que o mundo está na verdade ao contrário, com o sul pra cima e o norte pra baixo , e, que os relógios deviam girar ao contrário!!!), depois a noite vimos uma peça no Teatro Solis (sen-sa-cio-nal) por 80 pesos uruguaios (8 reais...) e depois fomos comer no Don Peperone... depois, passando da 1h da manhã, fomos caminhar pelas ruas, cheias de gente...
No dia seguinte, comemos e fomos ao 3 Cruces pegar o ônibus pra Punta... 75 pesos de taxi, quase 170 de ônibus, viagem por uma estrada boa, paisagens rurais, e por fim chegamos a Maldonado, cidade que eu pensei que fosse meio feia mas é legal. Depois o ônibus continuou viagem e chegou a Punta. Na rodoviária, táxis beges (Mercedes, Passats, os menores eram Meganes) esperavam os passageiros. Pela ordem, fomos num Passat alemão (droga, não podia ser uma Mercedes?) até o hotel, e a motorista (uma tia uruguaia) reclamando dos argentinos. Realmente, 80% da população no momento em PDP eram argentinos. Depois do hotel (Puerto Las Palmas, podia chamar "Puerto Los Pobres", é o único hotel humilde lá ), fomos dar uma volta no porto, depois fomos andando mesmo até a rodoviária tentar agendar um city tour e conseguimos pela empresa AGT, que fica em frente do balcão da Buquebus e atendem muito bem e servem muito bem (as outras empresas vão de vans e eles num ônibus grande e confortável com guia gente fina, e, buscam os passageiros nos hoteis e depois os levam de volta). Ok, o onibus passou pelos pontos principais - península, praias, ponte ondulada, Beverly Hills, etc., e finalmente chegou em Punta Ballena. Pena que tava nbulado e frio. A Casa Pueblo é sen-sa-cio-nal, ficamos lá e depois voltamos ao hotel, e, fomos jantar em algum lugar não muito caro (difícil...).
NOTA: MVD me pareceu uma cidade lotada de turistas de todo o mundo (ao contrário de BsAs p/ex). E tinha muitos brasileiros lá. Muitos mesmo. Em todo lugar encontrávamos alguns. Parecia mais difícil achar uruguaios em MVD e Colonia do que estrangeiros.
Dia seguinte, tentamos achar um passeio pra Isla de Los Lobos. Sem chance, muito vento, não ia rolar passeio naquele dia. Por um lado achei ruim, por outro, bom! - os passeios começavam em 40 dólares... por pessoa... chegando a 120... ficamos por terra mesmo, fui ver o Conrad, fui tomar sorvete no Freddo, comi num restaurante normal (e caro, e a comida nem tava tudo isso...), depois a noite fui comer num lugar que não é muito caro (pow comi uma milanesa boa c/papas fritas por 100 pesos uruguaios...), é o clube de Punta, é meio que um boteco perto do porto do lado duns restaurantes caros.
No dia seguinte, fomos ao mercado e conseguimos comprar o muito bem falado doce de leite La Pataia, andamos pela Gorlero e pegamos o onibus da Buquebus com destino a Colonia.
Conclusão sobre o Uruguai: o país está em franca decadência, logo sumirá Enquanto existir, é um dos lugares mais legais do mundo. Não vejo a hora de voltar lá. Embora seja tudo muito "despacio", o povo é extremamente amável, e aparentemente muito culto. É um lugar pra onde eu me mudaria fácil se tivesse a oportunidade.
Fiz um relato de uma viagem recente em 2 partes... espero que as informações sejam úteis aos colegas
POST LONGUÍSSIMO!
(a viagem foi dividida em 2 partes, Uruguai e Argentina; a parte argentina está neste link e a uruguaia aqui neste post).
Chegamos em BsAs de avião, pegamos um taxi até o porto (Terminal Internacional de Cruceros). Depois de horas de espera, embarcamos. No porto de BsAs o barquinho (é um bote se comparado aos barcos da Buquebus) da Colonia Express já balançava bastante. Eu até brinquei com a minha namorada se ele conseguia ir até o banheiro e voltar ao assento da gente sem segurar em nada (e ela conseguiu). Todos os assentos contavam com saquinhos pra vômito (imaginei que algumas pessoas passavam mal nesses barcos...).
O barco foi saindo do porto, balançando mais. Depois de uns 5min de viagem, ficou bem divertido, o rio tava revolto, com ondas, e o barco pulava, era melhor e mais forte que qualquer montanha russa! Tipo, frio (gelo) na barriga, pressão na bexiga, tava tudo muito bem. Depois de uns 5min disso, uma mulher começou a vomitar. Depois outra. Depois de 10min acabou a diversão e todos os saquinhos de vômito tinham enchido no barco. O passeio perdeu a graça. Depois de meia hora acabaram todos os saquinhos e 90% dos passageiros tavam passando mal. A tripulação começou a improvisar saquinhos com sacos de lixo. O passeio deveria durar 50min, mas durou 140min. Foi um inferno. Depois de muito sofrimento, ondas, vomito, mal cheiro (pra piorar, desligaram o ar condicionado para que os motores do barco tivessem mais força, ficou muito abafado com aquele cheirão de vômito no ar). Depois de muito tempo chegamos a Colonia. Médicos entraram no barco e deram um atendimento rápido pro pessoal, inclusive pra minha namorada. Eu contei eu e mais 8 homens que não passaram mal. Ah, algumas pessoas não agüentaram e urinaram nos seus assentos, deduzi isso pelo cheiro forte que tava no barco...
Colonia Express nunca mais!
Depois de passar pela aduana fomos ao Hotel, que ficava a 100m do porto, na calle Rivera. Hotel pequeno mas simpático e confortável, por 1020 pesos uruguaios pra casal com a/c e tv a cabo. Enquanto a minha namorada se recuperava, saí pra comer alguma coisa, as ruas lá são meio mal-iluminadas mas a cidade é muito tranquila. O staff do Hotel Rivera é muito gente fina, como a maioria dos uruguaios. Na manhã seguinte, antes de irmos pra Montevidéu, passeamos pela parte histórica e é muito bonito. Fomos à rodoviária, almoçamos e fomos a MVD.
A estrada de Colonia a MVD não é muito boa. Mas ok, chegamos ao terminal 3 Cruces, e estava um inferno, o único lugar com correria no uruguai. Um furdúncio de gente pra todo lado. Aproveitamos e compramos nossa passagem pra Punta e a passagem do Buquebus (Colonia Express nunca mais!!!) de volta pra BsAs. Apesar da loucura de gente, a rodoviária é bem bacana e tem um shopping aparentemente bom.
Pegamos um taxi até o hotel, conforme o táxi (claustrofóbico! bizarro! tem uma divisão entre os passageiros e o motorista por medidas de segurança...) ia andando, eu ia vendo os prédios muuuuito velhos da cidade e ia imaginando que Havana devia ser parecida... achei sensacional! Chegamos ao hotel (Splendido), localizado na Ciudad Vieja, em frente ao Teatro Solis, em cima dum pub. Fizemos o chek-in, o Danilo (do Splendido) é um cara muito gente fina, simpático e solícito, aliás, todo o staff do Spléndido é muito legal, solícitos e simpáticos, muy amables! O hotel fica num prédio do século XVIII (eu perguntei 2 vezes se não era XIX mas insistiram que era do anterior, ok ok...), muito antigo, com um banheiro digamos, peculiar (muita gente ia querer pular pela janela do quarto mas eu achei bacana, e era muito espaçoso, com um pé direito de cerca de 4m), e móveis antigos. Fomos ao Shopping Punta Carretas e demos uma volta no bairro em volta (muito bonito e agradável), e vi que há Itaú em MVD também (não tentei sacar dinheiro, mas, tentei pagar via débito e não consegui, o mesmo em BsAs... Itaú farsa!!!), fui até o Parque Rodó e voltei ao Punta Carretas (que é interligado ao Sheraton). A vista da rambla é muito bonita! Fomos e voltamos de ônibus, e dá a impressão que são ônibus velhos brasileiros reciclados. Na verdade depois eu vi alguns ônibus muito mais velhos. E andam muito devagar... aliás o ritmo lá é outro... pra tudo.
No dia seguinte, acordamos e saímos à rua pra tomar café... e quem disse que tinha algo aberto? Apenas depois das 10h que um café abriu, e comemos lá. A cidade só acorda mesmo depois das 11h... achei bizarro e interessante ao mesmo tempo. Peguei um ônibus pra ir ao Cerro de Montevidéu, e, na volta tentaria ir ao Parque Prado e depois o Mercado do Porto. O onibus deu uma volta enorme, passou por bairros mais carentes, e chegou a um terminal. O motorista nos explicou que teríamos que pegar outro onibus que nos deixaria perto do Cerro, e nos deu um papel que deveríamos dar ao motorista do outro onibus pra que não pagássemos outra passagem no período de 2h, uma espécie de bilhete único de papel e escrito à mão! Já no terminal, descemos e ficamos esperando outro ônibus. Veio um funcionário tentando falar inglês conosco tentando nos ajudar, dizendo que estávamos esperando o onibus na plataforma errada. Eu expliquei que eu era brasileiro, ele disse ok e continuou falando inglês e depois foi embora e outra pessoa veio nos dar informações. Achei legal isso, pegamos o onibus e o motorista parou numa rua e disse "agora é só subir por aqui" e meu, era uma subida enoooorme... subimos, e no final dela, tinha uma favela e a montanha do Cerro.... ok... subimos por um campo, chegamos ao topo, e... que vista!!! Vi que lá longe sobre o rio havia uma tempestade rolando. Disse pra minha namorada: é bom a gente sair daqui a pouco daqui... não deu nem 5min e a tempestade desabou sobre o Cerro... pegamos um taxi até o terminal, e lá, um onibus expresso (e mais caro, 17 pesos contra 13,50 do outro) que ia até o Mercado do Porto pela Rambla... enquanto o onibus barato fez da Ciudad Vieja ao terminal Cerro em 1h e uns quebrados, o outro foi até o Mercado do Porto em pouco mais de 10min!!! Comemos no Mercado (caaarooooo), e fomos andar pela Ciudad Vieja... visitamos o Museu Torres Garcia (um artista sen-sa-cio-nal, ele dizia que o mundo está na verdade ao contrário, com o sul pra cima e o norte pra baixo , e, que os relógios deviam girar ao contrário!!!), depois a noite vimos uma peça no Teatro Solis (sen-sa-cio-nal) por 80 pesos uruguaios (8 reais...) e depois fomos comer no Don Peperone... depois, passando da 1h da manhã, fomos caminhar pelas ruas, cheias de gente...
No dia seguinte, comemos e fomos ao 3 Cruces pegar o ônibus pra Punta... 75 pesos de taxi, quase 170 de ônibus, viagem por uma estrada boa, paisagens rurais, e por fim chegamos a Maldonado, cidade que eu pensei que fosse meio feia mas é legal. Depois o ônibus continuou viagem e chegou a Punta. Na rodoviária, táxis beges (Mercedes, Passats, os menores eram Meganes) esperavam os passageiros. Pela ordem, fomos num Passat alemão (droga, não podia ser uma Mercedes?) até o hotel, e a motorista (uma tia uruguaia) reclamando dos argentinos. Realmente, 80% da população no momento em PDP eram argentinos. Depois do hotel (Puerto Las Palmas, podia chamar "Puerto Los Pobres", é o único hotel humilde lá
), fomos dar uma volta no porto, depois fomos andando mesmo até a rodoviária tentar agendar um city tour e conseguimos pela empresa AGT, que fica em frente do balcão da Buquebus e atendem muito bem e servem muito bem (as outras empresas vão de vans e eles num ônibus grande e confortável com guia gente fina, e, buscam os passageiros nos hoteis e depois os levam de volta). Ok, o onibus passou pelos pontos principais - península, praias, ponte ondulada, Beverly Hills, etc., e finalmente chegou em Punta Ballena. Pena que tava nbulado e frio. A Casa Pueblo é sen-sa-cio-nal, ficamos lá e depois voltamos ao hotel, e, fomos jantar em algum lugar não muito caro (difícil...).
NOTA: MVD me pareceu uma cidade lotada de turistas de todo o mundo (ao contrário de BsAs p/ex). E tinha muitos brasileiros lá. Muitos mesmo. Em todo lugar encontrávamos alguns. Parecia mais difícil achar uruguaios em MVD e Colonia do que estrangeiros.
Dia seguinte, tentamos achar um passeio pra Isla de Los Lobos. Sem chance, muito vento, não ia rolar passeio naquele dia. Por um lado achei ruim, por outro, bom! - os passeios começavam em 40 dólares... por pessoa... chegando a 120... ficamos por terra mesmo, fui ver o Conrad, fui tomar sorvete no Freddo, comi num restaurante normal (e caro, e a comida nem tava tudo isso...), depois a noite fui comer num lugar que não é muito caro (pow comi uma milanesa boa c/papas fritas por 100 pesos uruguaios...), é o clube de Punta, é meio que um boteco perto do porto do lado duns restaurantes caros.
No dia seguinte, fomos ao mercado e conseguimos comprar o muito bem falado doce de leite La Pataia, andamos pela Gorlero e pegamos o onibus da Buquebus com destino a Colonia.
Conclusão sobre o Uruguai: o país está em franca decadência, logo sumirá
Enquanto existir, é um dos lugares mais legais do mundo. Não vejo a hora de voltar lá. Embora seja tudo muito "despacio", o povo é extremamente amável, e aparentemente muito culto. É um lugar pra onde eu me mudaria fácil se tivesse a oportunidade.