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Romênia - Perguntas e Respostas


pura-vida

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  • Membros

Alguém aqui pode dar boas dicas da Romênia?

 

Estou indo pra lá no começo de novembro e tenho em mente fazer o seguinte roteiro:

 

Bucharest,

Constanta (se é que vale a pena ir pra lá)

Tulcea (para ir ao Delta do Danúbio)

Brasov

Shighsoara

Sibiu

Timishoara.

 

qualquer dica é muito bem vinda.

 

Até

Crush

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  • Membros

Constanta vale mais a pena que Bucharest. Bucharest é tipo uma cidade ''metrópole'' estilo São Paulo tal.

Constanta é bem legal, mais turistica, praias legais. tem um complexo la que chama MAMAIA, tem mtas praias, algumas de nudismo, outras de top-less liberado e outras ''comuns''. Mtos hóteis, restaurantes, internet service, etc etc etc...e vc não paga pra entrar!

Só conheço essas duas cidades...

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  • 1 ano depois...
  • Membros de Honra

TOPICO AGRUPADO

 

Autor do topico: dani_schumy

Assunto: Bucareste

 

Estou pensando em ir p/ Bucareste a partir de Budapeste mas, nao consigo mtas informações sobre a Romenia. Alguem conhece ou sabe de alguma coisa?

 

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Resposta: Dri Parra

 

Acho que vai ajudar:

http://www.turism.ro/english/index.php

 

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Resposta: ThiRodrigues

 

A dani_schumy eh minha namorada e vamos juntos.

Andei pesquisando sobre a Romenia e pelo amor d Deus!! Me parece ser demais aquilo. Vamos passar uns 5 dias lá. Tem até um passe d trem q 3 dias d viagem sai por U$69.

Bem, quem tiver informações favor postar.

Obrigado.

 

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Resposta: RenataFaber

 

Thiago, nunca fui pra lá. Mas uma vez vi nu site umas pessoas reclamando deste passe. O passe é barato, mas viagem de trem lá muito barato, o pessoal tava falando que não vale a pena comprar o passe.

 

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Resposta: ThiRodrigues

 

Huuuummm, obrigado pela dica Renata, pq na STB não vende esse passe.

 

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Resposta: BrunoB

 

Não conheço a Romênia, mas, chegando lá, não deixe de ir até a Transilvânia, nos Montes Cárpatos. Lá fica o Castelo de Bram, onde, supostamente, viveu Vlad Tepes, o Conde Drácula.

Bruno

 

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Resposta: ClaudiaL

 

tenta ver se no endereço abaixo tem algo...

http://www.inyourpocket.com/romania/en/

Este site é de guias dos seguintes países:

Belarus

Croatia

Czech Republic

Estonia

Germany

Hungary

Latvia

Lithuania

Poland

Romania

Russia

Ukraine

 

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Resposta: ThiRodrigues

 

Bacana esse site....

Valeu Claudia.

 

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Dri Parra

 

Ui, já tinha entrado nesse site, muito bom.

 

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Resposta: jaba

 

ta afi de tambem ir dri parra

 

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Dri Parra

 

Oi Jaba,

 

Decidi ir para a Espanha e acho que também deve estar tocando o hit do verao, Dragostea din tei. Está tocando no Brasil? É uma música romena.

 

http://www.testimania.com/testidance/707.html

 

Dri

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  • 2 anos depois...
  • 2 meses depois...
  • Membros de Honra

Castelo do Drácula deve virar primeiro museu privado da Romênia

Publicidade

da Ansa, em Bucareste

 

O Castelo de Bran, localizado na Romênia e conhecido como "o castelo do Conde Drácula", pode se tornar o primeiro museu privado do país, segundo informou o jornal local "Gandul".

 

Eugeniu Salabasev/AP

 

Castelo de Bran conhecido popularmente como "o castelo do Conde Drácula"

O jornal afirmou que os proprietários do castelo, os irmãos Dominic d'Asburgo, Maria Madgalena Holzhausen e Elisabeth Sabdhofer discutirão o assunto nos próximos dias com os ministros da Cultura e do Turismo do país.

 

O castelo atualmente é um museu público graças a um acordo firmado em 2006 entre o Parlamento romeno e os proprietários. Na ocasião, o governo do país declarou que a posse do castelo por Dominic era ilegal, uma vez que foram excluídos dois dos cinco herdeiros no processo de restituição da propriedade.

 

No entanto, no mesmo ano o governo romeno arquivou o processo alegando que a sucessão foi realizada de maneira legal. Desde então, foi instituído que a propriedade abrigaria um museu público por três anos, determinação que vence em 2009.

 

Em 2007, a revista norte-americana "Forbes" elegeu o Castelo de Bran como a segunda propriedade mais cara do mundo, estimada em US$ 140 milhões de dólares.

 

O castelo foi erguido entre os anos 1377 e 1378 e já foi residência da rainha Maria da Romênia. Com sua morte, a propriedade passou para sua filha, princesa Ileana, mãe dos atuais proprietários.

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  • 2 anos depois...
  • Membros

Estou na Romenia ha 90 dias (hoje fazem 90 dias), me apliquei para o visto para mais 3 meses e consegui. Porem, meu visto eu tirei na Hungria pois é mais perto aqui de Timisoara, e agora preciso ir la buscar o visto. Porém meu permit legal de 90 dias acaba hoje. Como faço? Na fronteira vao ver que estourei o tempo. Só vou poder ir la daqui ha 4 dias!

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  • 11 meses depois...
  • 2 meses depois...
  • Membros

um pequeno relato da minha viagem de uma semana pela romênia!

acabei de voltar e curti tanto que acho que merece mais atenção....

espero que vocês curtam!

 

gabi

 

 

 

Sites interessantes para se viajar na Romênia:

 

www.cfr.ro

www.autogari.ro

www.carpatair.ro

 

O povo romeno é muito simpático e prestativo. Mesmo os que não sabiam falar inglês, ao invés de desistirem e irem embora, sempre se esforçavam ou pediam ajuda a outros transeuntes para me ajudarem. As pessoas só faltaram me pegar pela mão para me levarem ao lugar pelo qual eu havia perguntado. Em geral as pessoas arranham um inglês. Na Transilvânia, se você souber um pouco de alemão, também pode ser útil. Em alguns museus, havia explicações somente em romeno e alemão, mas se você tiver boa vontade, é capaz de entender um pouco de romeno – ou se você falar italiano ou francês.

 

Desconto para estudantes em quase todos os museus, apesar de que em alguns deles mestrandos e doutorandos não são mais considerados estudantes. Apesar disso, mesmo os preços para adultos são muito baratos e não paguei mais de 6 lei para entrar – menos no castelo de Bran, onde paguei 10 lei.

 

Não é necessário comprar passagens de trem com antecedência. Cheguei em torno de meia hora antes e foi o suficiente.

București - Sighișoara 81,10 lei

Sighișoara – Sibiu 12,40 lei

Sibiu - Brașov 42,70 lei

Brașov - București 50 lei [van que para direto no aeroporto]

 

Ônibus custou 1,50 lei em Brașov e em București, se não me falha a memória foi 2,60 lei. Metrô em București custa 4,10 lei. Mas em București, tanto bilhete de ônibus quanto de metrô já incluem duas viagens e o bilhete de ônibus precisa ser validado numa máquina que vai carimbá-lo dentro do próprio ônibus [vale para todos os ônibus que peguei na Romênia]. Apesar disso, quase todas as distâncias que eu precisei percorrer na cidade eram facilmente possíveis de se fazer a pé, apesar de os locais sempre me sugerirem ônibus ou metrô. A distância entre uma estação de metrô e outra é de aproximadamente um quilômetro – talvez um pouco mais. E entre dois pontos de ônibus, a metade disso.

 

De todas as cervejas que experimentei [ursus, Timișoreana, Silva e Tuborg] a melhor delas em disparado foi a Ursus. Provei da pilsen normal, da cerveja escura e do chope escuro – ficou só faltando o chope claro. Dessas, a que gostei mais foi a cerveja escura. Mas todas são muito boas!

 

Para comer, eu geralmente pagava em torno de 25 lei por prato principal + 1 ou 2 cervejas ou taças de vinho + sobremesa.

 

 

București

 

No ônibus do aeroporto pro centro, infelizmente não dá pra confiar no letreiro que indica as paradas porque ele vai rodando automaticamente e, no meu caso, estava muito adiantado em relação à posição verdadeira do ônibus no trajeto. Por isso, eu quase desci num ponto muito errado – sorte que pedi ajuda e me indicaram quando deveria de fato descer.

 

Cidade super segura para se andar a qualquer hora do dia – andei pelo centro de madrugada e não me senti insegura em nenhum momento.

 

Visitei o Museu Nacional de História, o Museu de História Natural, o Peasant Museum e o Village Museum. Desses, recomendo todos, mas se você tiver que escolher um, vá ao Village Museum, é demais! É um museu ao ar livre com casas representando várias épocas e culturas da Romênia. O Museu de História Natural foi todo renovado recentemente e eu curti bastante, principalmente a parte de ecossitemas, fauna e flora romenas. O Peasant Museum é legal, mas eu quase desisti de terminar a visita por causa do áudio guide que ficava pregando o amor e a luz divina no meu ouvido. Na parte final tem manequins com trajes típicos de várias etnias eslavas não só da Romênia como de outras regiões [ucrânia, Polônia etc].

 

O Village Museum fica situado num parque [Herăstrău Park] que me pareceu muito bonito, mas que infelizmente não tive tempo de ver. O único parque que fui foi aonde está o Lago Cișmigiu e adorei.

 

Na única noite que eu passei lá, eu saí com uns locais que conheci no hostel, mas eles me disseram que no centro histórico tem bastante coisa.

 

Eu passei pouco mais de 24hs na cidade e achei pouco: saí de lá com a impressão que ainda tinham muitas coisas a serem exploradas. Acho que 2 dias ou 2 dias e meio seja o mínimo.

 

Fiquei em um hostel chamado Midland Youth Hostel e aprovei. De lá pra estação de trem dá menos de 2km, dá pra ir andando. Pro centro histórico a distância é quase a mesma, só que pro outro lado.

 

 

Sighișoara

 

O centro histórico da cidade é incrivelmente bem preservado, mas muito muito pequeno. Um dia deve ser o suficiente pra ver tudo, porque andando gastei menos de 2hs e os museus estavam fechados porque era segunda feira. E eles não abrem antes das 10 da manhã. Fiquei em um hostel chamado Nathan’s Villa e recomendo tb. É barato, mas não é no centro histórico, apesar de ser bem perto – talvez menos de 1km até a subida para a cidadela.

 

No hostel me indicaram um restaurante chamado Rustic pra comer, mas acabei me perdendo e fui parar na cidadela. Eu passei pela casa onde o Vlad nasceu e lá havia um restaurante, mas pela placa e pelo nome meio ridículos, resolvi não entrar – mas no dia seguinte fui tomar um chá e vi que o interior do local é extremamente charmoso!! Talvez valha a pena comer lá, after all. Acabei parando no restaurante de um hotel chamado alguma coisa Wagner e comi um bife muito gostoso. Como era a primeira vez que estava comendo num restaurante durante a minha viagem, achei que pagar 100 lei [25 euros] num prato + sobremesa + garrafa de vinho não era muita coisa, mas no decorrer da viagem percebi como foi caro em relação aos demais.

 

 

SIbiu

 

Por a cidade ter sido capital da Transilvânia quando da época dominação do governo austro-húngaro, Sibiu é uma cidade bem maior e o seu centro histórico teve também bem mais influência saxônica e importância que outras cidades da região. Em 2 ou 3 horas dá pra rodar todo o centro histórico – não esquecer de visitar a Piața Huet [menor que a Piața Mare e a Piața Mica, mas onde a cidade efetivamente começou] ou de andar um pouco mais por fora, pela Strada Cetatii, pra ver uma parte da muralha que ainda está de pé.

 

Em termos de museus, a cidade, a meu ver, deixou um pouco a desejar. O museu de história trata bastante da pré-história e discorre sobre alguns objetos que parecem meio deslocados, como a descoberta do vidro e do funcionamento de cadeados e fechaduras. Para uma cidade que já foi capital da Transilvânia e que diz ser uma das mais importantes da região, achei o museu fraco. Há também uma sala de armas, uma sala de objetos de metal e uma biblioteca com livros gigantes. O Museu de Brukenthal também não me impressionou muito. Os quadros são de artistas menores e se você estava esperando coisas da qualidade dos grandes pintores italianos, você vai ficar um pouco decepcionado. Entretanto, a parte de artistas romenos me impressionou bastante. A parte gótica não vale a pena – com alguns poucos objetos, a exposição tenta falar da literatura e do movimento gótico, mas pra mim foi pouco detalhado e um tanto quanto alarmista.

 

Ia almoçar num restaurante de comida típica, descendo pela rua de pedestres a partir da Piața Mare, numa rua à esquerda da fonte – um restaurante ao lado de uma casa verde que é um pub escocês. Porém estava lotado e acabei indo parar no Weinkeller, um restaurante perto de uma escadaria na Piața Huet. O prato principal, partes de porco com polenta e ovo, estava bom, mas a sobremesa, típica da Romênia, estava fantástica! É tipo um bolo com massa de panqueca e uma bola de queijo em cima, com sauer cream e geleia de frutas silvestres. Uma delícia! Depois fui para um bar chamado Music Pub na Piața Mica ao lado do hostel – boa cerveja e bom rock ‘n’ roll tocando. Se não me engano, rola shows também, dependendo do dia da semana. Descobri um café chamado Pardon, quase em frente à filarmônica e perto das muralhas da cidade que ainda estão de pé. A decoração do ambiente é muito impressionante, toda fofa, cheia de coisas antigas. Pedi um prato de café da manhã, Platou SIbiu, que me deixou empanturrada pelo resto do dia!

 

Andei praticamente só a pé, mas também porque basicamente fiquei pelo centro. Para se explorar a cidade mais a fundo, é possível ir de ônibus. Em Sibiu também existe um museu de casas e a propaganda é que se o de București te decepcionou, esse é muito melhor. Não fui lá conferir, mas é uma alternativa.

 

Fiquei num hostel chamado Old Town. Confortável e bem localizado, mas com apenas um banheiro para todos os hóspedes – o que pode ser um pouco caótico de manhã quando você quer fazer aquele xixi matinal e tem uma pessoa há 35 minutos trancada tomando banho. Se você quiser o quarto privado, então existe um banheiro pra os dois quartos privados. Não havia café da manhã incluído. E o único computador disponível era o mesmo da recepção.

 

 

Brașov

 

A cidade me surpreendeu muito positivamente. Um dia inteiro para conhecer a cidade e ir a Bran definitivamente não é o suficiente. Quando fui, quase todas as torres das muralhas norte e sul estavam fechadas para reforma. O cable car pra subir o morro mais alto que rodeia a cidade também estava em manutenção. Há, porém, uma trilha para se subir lá e eu levei em torno de 45 minutos. Não é uma trilha difícil, mas pros menos entusiastas, pode ser que leve mais... talvez uma hora e meia. Mas vale a pena – muito! A vista de lá de cima é simplesmente fantástica: toda a planície à frente da cidade, a cidade em si, mais a oeste os montes cárpatos e, na encosta do outro lado do morro, outra cidade. Se o dia já não estivesse acabando, teria dado pra ver muito mais coisa lá de cima.

 

Não tive tempo de subir na cidadela – dizem que há um bom restaurante lá – e por causa do tempo curto visitei o museu de história de forma meio corrida. O museu é mais completo e abrangente que o de Sibiu, mas para uma cidade medieval, acho que explora pouco esse lado da cidade. Talvez as torres complementem o museu...

 

Do centro pra rodoviária, pegar o ônibus 12 que passa a cada 20minutos. Mas, de preferência, comprar o bilhete numa bilheteria perto do ponto – não é em todos os casos que é possível comprar com o motorista. Mesma coisa quando se estiver voltando da rodoviária – procurar a bilheteria antes de pegar o ônibus de volta!

 

Pegar um ônibus pra Bran é fácil e há duas saídas por hora: toda hora cheia e toda hora e meia. Leva uns 45 minutos até Bran. O castelo é simplesmente fantástico!! Parece pequeno, mas é maior do que se pensa. Me disseram que uma hora pra ver o castelo seria mais que suficiente, mas eu fiquei lá quase uma hora e meia. Eu andei um pouco pela vila e descobri um museu de vestimentas medievais logo atrás do castelo, andando pela estrada principal, que contorna o vale natural, mas estava muito cansada para entrar. Indo pro outro lado existe mais um pouco de vila para ser explorada, mas também não o fiz. No caminho para Bran existe uma outra cidadezinha chamada Rașnov, a qual também tive vontade de visitar, mas o cansaço e o avançado do dia me fizeram mudar de ideia. No topo do morro que ladeia a cidade há uma fortaleza bem grande que é possível visitar.

 

Fiquei num hostel chamado Bohemia e achei ótimo! Tá, ele era novo e em uma das noites eu era a única hóspede lá, mas a casa havia sido renovada, todos os móveis eram novos, a sala de estar com uma TV enorme de tela plana, um computador novinho, um banheiro pros quartos e um extra na sala de estar / cozinha. O café da manhã era preparado para mim todos os dias assim que eu me sentava à mesa, in loco, de modo que era sempre tudo quentinho e fesquinho. E o dono do hostel me pegou na estação de trem sem cobrar nada a mais, pura gentileza mesmo.

 

Pra voltar pra București, ao invés de ir de trem, resolvi pegar uma das vans que ficam no estacionamento do lado direito da estação. A viagem dura a mesma coisa que de trem [até menos dependendo do tipo de trem q você pegar], com a vantagem de que o motorista te deixa direto no aeoroporto – enquanto que para ir de trem você teria que pegar outro transporte da estação até o aeroporto. Custa 50 lei e no caminho ele sobe a serra e passa pelas montanhas – por vilas no meio dos cárpatos – e a vista é simplesmente maravilhosa! Fiquei pensando como não seria visitar Predeal, Azuga, Bușteni ou Sinaia e fazer umas trilhas ou umas travessiais por aquela região.

 

Uma dica que pode interessar aqueles que gostam de camping, é que tanto em București como em Brașov há lojas da Decathlon. Se vc tá fazendo uma trip pela Europa, talvez valha a pena começar pela Romênia e comprar alguns acessórios ou barraca aproveitando que o lei é um pouco desvalorizado em relação ao real – ou se você ganha em euro, mais ainda....

 

Na primeira noite que passei lá comi num restaurante na praça que não tinha nada de especial. Porém, na segunda noite, fui a um restaurante chamado “La Bucatarul Vesel” que tem um carneiro defumado que é o ó do borogodó! Vi no 4squared que a costela de lá também é altamente recomendável. É perto da praça, numa rua chamada Michael Weiss [do centro pro ponto de ônibus, virar à direita].

 

 

Outras cidades que fiquei com vontade de visitar foram Timișoara, Târgu Mureș e Buzău.

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