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Olá viajante!

Bora viajar?

Namíbia:Uma surpresa gratificante

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Como a guerra não deixou ir a China em abril, fiquei sem ter aonde ir,como disse em outro tópico criado aqui. Pesquisei o que havia por perto e escolhi o mais fácil;Namíbia. E não me arrependo, só que é muito caro, mais que a minha querida Europa. Mas,o lugar tem uma beleza totalmente diferente para nós brasileiros.

Composta quase inteiramente por deserto, sua moeda,o dólar Namíbia,tem cotação igual ao rand sul africano, mas os preços são muito mais caros. Não há transporte, só uma linha de ônibus Windhoek a Swakpmond,e não diária,feita pela sul africana InterCape com ônibus importados do Brasil.Os hotéis da Gondwana tentam suprir a falta de transporte, o grupo criou a G2 para fazer linha entre os hotéis, o que me limitou a ficar entre eles,pois sem transporte e como não tenho condições físicas de dirigir atualmente, não posso alugar carro (também da própria empresa que muitos o fazem).

E isso sai caro, sobretudo esses transportes,pois os hotéis não são caros, para o nível deles(3-4 estrelas)o que sempre fico.E,fora da capital, não há aplicativos de transporte ou táxi. Não compensa, pois as cidades são pequenas. Mas é lindo,lindo,lindo.

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Windhoek

Tomei um bus em Upington, a última cidade média da RSA após chegar do safári no sensacional Transfrontier Park com direção a Windhoek, capital da Namíbia, sem saber o que iria encontrar, pois há muito pouca informação sobre o país na net.Era noite(detesto viajar a noite, mas não havia outro horário e o bus não sai todo dia).O motorista não saiu as 20h,como o horário, pois não havia chegado ainda o bus de Pretória. Ou seja, como o país não tem muito bus, eles fazem percursos combinados.Era quase 20.30h quando saiu,comm metade da lotação, pois até então estava vazio.E lá fui eu conhecer mais um país,o 59 da minha lista. Surpresa foi a aduana, verificam o passaporte um a um e querem um papel preenchido na língua deles. O motorista preencheu para mim,pois viu que de afrikaner não entendo.Depois,o mais chato, abrem todas as bagagens como em Chile. Isso rem motivo;dizem ser Angola bem mais caro. E trabalhadores vivem em South Africa, atravessam a Namíbia de bus,trocando na capital, com destino a Angola. Como sofre o povo pobre do mundo, enquanto o poderoso gasta bilhões em guerra.

Acabou a burocracia, livre para andar no deserto. Eram 2h da manhã, fazia muito frio, mas os ônibus da Marcopolo,ao contrário dos lixos da Bolívia,tem aquecimento. Eu não ia ter outra trombose (rsrs),então era hora de dormir, mas quem dorme?Deitei no banco ao lado que estava vago,mas tenho 1,90m e não dou.Uma noite sem dormir. O bus parou 3 vezes pelo deserto. Eu desci sô em um posto quando o dia estava por clarear.E foi ficando gente nas paradas até chegar as 13.30h a Windhoek, para retornar as 15h.Fiquei impressionado com a resistência dos motoristas, eram 2,trocaram, mas que jornada.

Chegando a Windhoek numa sexta fui para um excelente hotel que me surpreendeu. Escolhi por estar relativamente perto do terminal, mas ê excelente e fica atrás do shopping que fecha as 19h como os da RSA.Mas,eu tinha que almoçar e ali tem uma filial do Checkers que aqui vende uma excelente comida.Fiquei sabendo o horário, comprei a janta e fui,enfim,dormir um pouco.

No outro dia Seria de city tour. Um sábado,e para minha surpresa e decepção, os museus fechados. Funcionam só de 2 a 6 das 8 as 16h,menos o mirante do museu nacional que tem um restaurante e visão panorâmica por estar em uma torre.Nao tem bus turístico, então paga caro, 60 dólares por pessoa, mas vê o que a cidade tem.

City tour não entra mesmo em pontos turísticos, então queria saber apenas o que vi.Os museus são praticamente colados um no outro. Próxima vez na cidade (talvez na outra encarnação, se existir, já sei.rs),mas tem horário terrível para turistas. Diz o guia que o melhor é esse museu nacional, em frente está o museu da independência e ao lado o forte,construído no tempo em que pertencia a Alemanha, local de massacres da população originária. Fomos também a igreja luterana da cidade,que abre aos domingos pela manhã.

Saiu dali,vimos ao longe o Palácio presidencial com a casa do chefe de governo, doadas pela Korea do Norte (acredita se no Brasil que lá não tem dinheiro para nada) e fomos conhecer uma grande favela, aonde vive mais da metade da população da cidade, com suas divisões de bairros e classes.Para terminar o tour o guia parou em um restaurante a beira da represa de água que abastece a cidade para almoçar (não eu que ia comer no shopping)..Ficamos conversando e descobri que naquela vastidão será erguido um grande condomínio (o que é comum em South África),mas não sei da preservação da natureza do local,que é maravilhosa,embora a reserva de água seja feita artificialmente.

15h havia acabado, fiquei no shopping já vazio para almoçar e pasmem,aos sábados fecha as 17h.Mas tinha o domingo e tudo estaria fechado. Foi aí que descobri a Go2.Fui fazer day use em um resort deles(Okapuka Safari Lodge)nos arredores de Windhoek. O tour foi sensacional, matou o tempo livre em que tinha programado os museus, mas que estavam fechados,vi vários animais inclusive rinocerontes e descobri a empresa que me acompanharia por um mês. Não foi caro ir lá, sendo o mais pesado (como sempre)o transporte.

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Editado por D FABIANO

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Swakpmond

Única linha de ônibus do país é realizada por micro ônibus fabricados pela Marcopolo,da Intercape, mas não diariamente. São às 2 maiores cidades do país e só tem essa ligação recentemente devido a mina de urânio, explorada pela China, em Swakopmund. Mas,o que importa é que a cidade é turística,tem uma belíssima orla e está no deserto da Namíbia. Aqui tem várias atrações, a grande maioria fora da cidade, então temos que gastar para conhecer, pois dentro da mesma, só há um museu grande e de muitos temas,desde biologia,mar e mineração.Custa 60 namibios a entrada e fica na frente do faro,no inicio da costanera.Dá para passar um bom tempo de frente ao mar,com vários restaurantes e hotéis ali por perto. Almoçei por ali um dia,o que fui conhecer a região. Porém, como fiquei hospedado na outra ponta da praia,a primeira manhã foi por onde estava mesmo.

O curioso é,que em dias de desenvolvimento, há ruas sem calçamento que dão na orla. Como era o velho Jardim Camburi que me viu nascer.Na rua do lado tem o museu das serpentes.Paga-se 40 namibios e se vê uma boa exposição de serpentes típicas do deserto, em sua maioria vivas.Antes de ir lá fui dar uma volta no calçadao até encontrar o Aquário Nacional. Este é gigante, mas está fechado há anos, segundo fiquei sabendo pelos locais.

O que esperava mesmo era a tarde em que iria ao city tour.Nao há muitos pontos turísticos dentro da cidade, então, fomos ao museu das pedras preciosas. Não sei se todas são encontradas no país, mas vi coisas maravilhosas. Paguei 20 namibios e, posso falar,ser o museu completo e novo,pois foi feito recentemente pelos chineses que estão explorando urânio nos arredores da cidade. Tem o cassino em frente (não gosto de jogo,lá nem fui) e depois fomos fomos ponto "principal " da cidade, uma favela,,a maior do país. Ali lembra o Antigo Lixao no ES. Lugar aonde falta tudo.Há barracos de todos os tipos,desde os de um cômodo em madeira, até casas melhores. Mas,nenhuma tem água encanada e o banheiro é coletivo e difícil de ser encontrar no meio de tanta miséria. O dia acabou com um sensacional por do só na orla, após o guia me levar de volta.

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Editado por D FABIANO

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Walvys Bay

Aonde termina a linha de ônibus que me deixou em Swakpmond, é praticamente ao lado.Walvys Bay é menor ainda,porém parece mais movimentado,pois o movimento em Swako é no verão. Fui lá para fazer os 2 parques nacionais que há.

Contratei, justamente, e sem saber o tour de um morador da cidade.Então,ele me mostrou um e mandou o funcionário dele ao outro. E por que? Devido a distância (1h da cidade)e a dificuldade em dirigir.No meio de muita areia de deserto, pois esse termina a beira mar, tem o Parque Nacional Nakfluft,seção de Sandwich Harbour.Lembra as dunas de Lençóis Maranhenses,porém é bilhões de vezes mais bonito e maior.

Resumindo,após a cidade de Walvys Bay tem uma estradinha que dá na salinera(disse o guia que exporta para todo o mundo,até para o Brasil,não sabendo ele que essa salina é menor que uma das muitas que tem na região dos Lagos),e dali o caminho fica ruim até a entrada do parque. Para entrar nesses tem que levar uma autorização para visitá-los, preenchida antecipadamente e,pagando a entrada,pode-se ir.Ficam 2 funcionários a sentir o frio perto de 5 graus(muito vento e tempo nublado)na guarita fazendo a conferência. Depois,seguimos a estrada por alguns km até chegarmos às dunas.Lá,o tempo ficou limpo e deu para fazer fotos sensacionais.O guia fez manobras,que em Natal-RN,seriam com muita emoção. Aqui, senti medo do 4x4 cair de uma duna daquela, em Natal é de buggy e mais leve(ou quem sabe como fiz várias vezes já conheço bem).O guia contou que aqui sempre há acidentes, mas ele nunca se envolveu em nenhum,e não foi esse dia.

Acabou eu fazendo esse passeio sozinho, pois os grupos são em inglês, e minha preferência é espanhol e mais tarde. Língua que não ouvi falarem no país, só alguns guias que falam pessimamente. Tinha vezes que tinha que falar na língua do titio Satã mesmo.

No outro dia,ele me levou no outro parque, o Dorob.Vai pelo mesmo caminho até a salinera,só que aqui vira a direita. Era uma semana de muito vento e frio.O tempo estava razoável, mas o mar com forte ressaca,bom para surfista. Havia uma loira europeia aproveitando e só.Aqui,o destaque é a imensa colônia de pinguins do Cabo,outra espécie diferente das que encontramos nas Américas)e de flamingos, terminando no farol(aonde não podemos chegar,pois as ondas estavam tomando conta da pista.Para compensar, o guia me levou em outro lugar de tirar o fôlego, em outro parque, dessa vez em Swako mesmo,o Namib Naukluft,por outra seção e entrada (é o mesmo da véspera,porémcom entrada gratuita),simplesmente a paisagem é sensacional com muitas e muitas dunas e um restaurante no fim do mundo.Deu para passar umas horas totalmente descontraídas e de muito sol,aqui no caminho da mina de urânio.

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Parque Nacional Sandwich Harbour

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Dunas com Oceano Atlântico

Flamingos e pelicanos

Flamingos e pelicanos

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Editado por D FABIANO

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Damara

Acordei com o dia escuro ainda,pedi para antecipar o café para sair a tempo do hotel em Swako. A Samantha, recepcionista que é uma doce,combinou comigo tudo a fazer e as 7.15h chegou o carro que ia me levar a outro hotel,esse do grupo Namíbia Go2,onde fiquei na volta,e falo abaixo. Mas o transporte sairia daqui às 7.30h.

Deu a horaa,só eu iria na Van.O motorista Mike é muito calmo e fez os mais de 350 km em ripio em cerca de 4h.As 12h estava em minha nova casa.O resort Damara Mopane Lodge que falta muito para ser hotel de luxo, mas está em uma fazenda, é do grupo também do qual me tornaria escravo,mas me hospedou de forma maravilhosa. Detalhe é que há na portaria uma foto da hospedagem realizada de um presidente lá.Pensei,ou esse cara ficava aqui ou não viria,pois não há nada por perto para hospedar.

Descansei até as 17h quando com um grupo sênior europeu subi ao mirante da fazenda, após uma caminhada de 15 minutos para assistir ao sensacional por do sol.Porém,o sensacional mesmo viria as 20h,o jantar, não tenho palavras para descrever, só que é caro, mas se não comer ali,vai ficar com fome,pois não há outro por perto.

Após a janta era hora de descansar do belíssimo dia para o próximo que começaria na madrugada. Dormi cedo para acordar antes das 6h,tomei meu desayuno antes das 7h e,quando o dia clareada já estava de saída. Era somente eu,pois o grupo foi separado e sobraram 2 guias e 1 carro para mim(mordomia desnecessária e não pedida,pois gosto de gente).Era dia de conhecer a manada de algumas elefantes fêmeas e 4 machos que estão em extinção.

Acabando ali,passamos na cidade de Damara,que é muito pequena e fomos a uma aldeia de negros. Eles vivem do turismo. Então, te recebem muito bem e fazem uma apresentação cultural para você, inclusive com uma senhora que professa a religião na qual fui criado, a bruxaria,com outro nome, claro e dançam vestidos como naquele tempo com peles de animais(agora sintéticas). Tudo incluso no valor do passeio.

Acabou ali,hora de voltar para descansar oo resto da tarde(eram umas 15h),ou no meu caso que amo andar,ir novamente assistir ao pôr do sol as 18h.A noite, aquele jantar novamente, para depois descansar,pois o amanhã que seria outra semana, prometia.

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Etosha

Dia de dormir um pouquinho porque o carro da Go2 sairia às 9.30h,pois ia fazer uma viagem de apenas 2h.Tomei o excelente café da manhã do resort e o motorista já me esperava.Nesse trajeto iria sozinho mesmo, pois os europeus estavam em ônibus próprio e foram na outra noite. Fiquei eu para o outro dia. As estradas de Namibia são excelentes retas,ótimas para correr,porém a empresa tem limitador de velocidade. Paramos em uma cidade na metade do caminho justamente em um super SPAR, o meu preferido pela comida. Comprei o almoço de uns dias, pois ia ficar 3 e sem almoço não dá.Meio dia havia chegado e poderia ter pego o tour a Etosha nesta tarde.Mas,pensei em não dar tempo e fiquei descansando.

A net aqui é péssima e intermitente o sinal. Caiu as 16h e ficou mais de 36h sem. Tempo para dormir e dormir, pois nem ninguém tinha para conversar, pois todos foram ao parque. Esse dia foi perdido, o que não recomendo, mas no outro sim,um passeio um pouco abaixo das expectativas que estavam muito elevadas.É um pouquinho frustrante não ver os animais na quantidade esperada(não vi leão é só 1 girafa, por exemplo),mas tenho a consciência de que eles estavam espalhados pela imensa área do parque. A entrada com a Go2 estava incluída no passeio,,aqui e em todos os outros outros.

Depois da tarde maravilhosa, nada como jantar. 420 namibios,mais de 150 reais. Caríssimo, mas ou era isso ou nada. E no outro dia,seria hora dde outro passeio exclusivo que descobri no GetYourGuide. Por 70 euros, e combinado com antecedência,o carro veio me pegar no resort e levar a outra aldeia. Essa em terra de um simpático alemão, que me recebeu muito bem assim como o cacique. Eles contaram que os negros vivem ali há séculos até Alemanha dominar o país no século XIX, quando os antepassados do proprietário atual adquiriu as terras.Ali não há nada,nem água ou banheiro sendo o mato usado.Também não se toma banho, usam uma tinta para se limpar e vivem da agricultura de subsistência. Fiquei com um mito de pena e remorso deles. Eu,e nós brasileiros em si com tanto(e falo de pobre brasileiro)e ali não há nada,nada mesmo,nem o básico. E para minha surpresa, na estrada de volta,cruzamos com uma família, segundo o guia angolano que estava comigo,em seu carro.Sabem o que é o carro ?Uma velha carroça caindo aos pedaços, ou melhor,às madeiras. Que tristeza nesse mundo,eu ia para a China e descobri gente que não tem nem o que comer,e é feliz,enquanto a velha direita e o dono do mundo concentram dinheiro e poder.E ainda tem votos.

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Editado por D FABIANO

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Swakpmond, outra vez

Voltei de Etosha rumo ao sul,mas tive que parar em Swako outra vez.Só há transfer daqui ou da capital. Sabendo disso resolvi passar 2 noites no hotel Delight, da Go2 mesmo para dali seguir ao sul.Foi uma noite muito boa, porém adorei mesmo foi o 1 hotel em que fiquei. Esse tem mais luxo e preço maior, porém gostei mesmo do outro onde fiquei quase 1 semana, talvez por tudo ser novo na cidade.

O hotel estava lotado, gente de todo o mundo, principalmente italiano e alemão. Engraçado que os ex fascistas (digamos assim)adoram suas ex colônias. Mais uma vez,fiz um excelente tour sozinho.Dessa vez fui a maior reserva de lobos marinhos da África. Lá eles passam dias,meses e até morrem. Vi alguns mortos sendo comidos por carron̈eros.Fiquei pensando ao ver aquilo de que é o ciclo natural da vida. Nascer(há bebes)!crescer e se reproduzir para terminar com seu corpo que é matéria como de qualquer ser vivo,devorado por decompositor.Vai acontecer comigo,acontece com eles e também acontecerá com você, queira ou não, TENHA RELIGIÃO OU NÃO. Ê a vida que um dia termina dessa forma embora pessoas dizem por aí haver vida no pós morte e eu pergunto:Viver como e aonde?Por isso sou marxista lenista,é a verdade,a imagemchoca é tenho foto, mas pouparia vocês de ver,só fica uma reflexão:Onde estava o falado ser superior das igrejas?Não existe para animais irracionais ou só existe para fazer das pessoas minas de ouro de mais expertos????

Deixando o desabafo de lado foi uma tarde feliz, um lanche incluído excelente em uma praia perto da reserva e,ao fim,fiquei mais uma vez para comprar o jantar no SPAR,que ali fecha as 20h.Fui descansar pois no outro dia sairia às 7h novamente ao Gondwana desert lodge em viagem de muitas horas rumo ao sul.Ali tive a companhia de dois franceses.Sao as fotos acima,o caminho é sensacional por uma reta interminável, depois por várias quebradas comparáveis as do Peru(com menos altitude)até chegarmos ao Trópico de Capricórnio e a vila de Serien,onde vivem algumas pessoas.Dali a mais um resort no meio do nada são mais 60 km.

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Editado por D FABIANO

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Desert Lodge-Sossusvlei

Mais uma vez tive que madrugar devido a falta de transporte e sai antes do dia clarear as 7h.Conheci os franceses e fomos em um carro comum com o logo da Go2. Esse carro seria meu companheiro nos próximos dias, pois o motorista voltou dirigindo uma Van naquela tarde. O transporte lá é assim. Tem que marcar antes por causa disso, ou seja,pode não ter carro disponível. A estrada é maravilhosa na seca,período em que fui,como disse acima. Chegamos ia dar 12h.

Descansei um pouco e,como de costume, as 17h teria o tour de reconhecimento da fazenda aonde está instalado o resort.Era um sábado e muitos europeus para ir.No meio deles,encontrei um nascido no Brasil, fala português, mas disse viver bem na Itália,pois financeiramente não compensa, mas ao contrário do que pensam os paulistas, morre de medo de voltar aquela terra do crime e acontecer algo com ele, enquanto na Itália, nada acontece.

Fomos até um mirante, a guia e a paisagem sensacional,foi uma boa introdução de Sossusvlei.Mas eu descobri que estava no meio do nada na outra madrugada. Sair as 5.50h,queria saber o porquê. E descobri que o resort estava a 1h do portão de entrada do parque mais famoso do país em termos paisagísticos.

Chegamos ali,o portão ainda estava fechado. Fui com um casal de britânicos de 3 idade no carro da véspera na frente de 2 ônibus. Queria saber o porque, no final descobri. A guia,também da véspera, foi dirigindo e mostrou outra vez ser uma excelente motorista e que tem o pé pesado. Foi e voltou a 140-150 km por hora. Lá chegando, parou na duna 45,onde é famoso ver o nascer do sol,mas o parque abre as 7h com o dia clareando. Ela correu para chegar o quanto antes lá para mostrar aos britânicos, que mesmo de idade,escalaram a duna.A garota ficou conversando comigo. Levou cerca de 1h para eles irem e quando voltaram fomos ao Big Dad e a Deadvlei,onde o espetáculo são as dunas vermelhas e,dizem, uma lagoa que não seca há 900 anos. Lá é maravilhoso. Ali almoçamos algo servido pela guia e estava muito bom,sobretudo que saímos sem desayuno.

Mas,outra vez,ela voltou em alta velocidade,na frente dos ônibus e muito. Parou no canion do rio Sesrien e foi com eles ao fundo. Rapidamente, eu não fui e coorreu de volta ao resort para chegar antes das 14h. Lá chegando, eu descobri o motivo de tanto correr. Havia outra Van esperando, e cheia dessa vez,pois só faltava os britânicos que iriam ao aeroporto aonde de Windhoek naquele dia há mais de 300 km Mistério solucionado, mais uma vez,a falta de veículos para transportar, fez do passeio uma corrida de F1.Sorte que a piloto era muito boa.

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Editado por D FABIANO

  • 4 semanas depois...
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legal o seu relato. gostaria de ir para a namibia daqui 1 ou 2 anos. a ideia é fazer com outros países, como botswana e incluir victoria falls.
abs!

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