Acordei cedo e cheguei à ilha exatamente às 7h30. Queria aproveitar Veneza ainda vazia e fazer alguns registros com poucos turistas. A expectativa para aquele dia era muito grande.
Tomei café na estação (11,50 euros) e caminhei em direção à Praça de São Marcos seguindo as placas pintadas nas paredes da cidade. Achei esse sistema de sinalização muito interessante e, mesmo sem conhecer Veneza, foi fácil encontrar o caminho.
Eu havia comprado uma visita guiada à Basílica de São Marcos e ao Palácio Ducale (28,00 euros, sem ingresso). Foi um grande acerto ter escolhido essa experiência, mesmo sendo toda em espanhol. O grupo era bastante animado e, apesar de ser formado praticamente por uma única família, fui muito bem acolhido. Eu gosto de fazer amizades, então isso tornou o passeio ainda mais agradável.
Nosso guia era morador da própria ilha, simpático, alegre e muito competente. O que mais gosto nesse tipo de passeio não é apenas conhecer os monumentos, mas ouvir histórias sobre o cotidiano de quem vive ali, curiosidades que dificilmente descobriríamos por conta própria. Tenho certeza de que, se tivesse feito a visita sem um guia, teria perdido boa parte da experiência.
A visita começou pela Basílica de São Marcos, um lugar que impressiona logo na entrada. Os detalhes em dourado, os mosaicos espalhados pelo teto, paredes e piso fazem a gente entender por que ela é um dos maiores símbolos de Veneza.
Em seguida fomos ao Palácio Ducale, antiga sede do governo da República de Veneza. Caminhar por aqueles salões, conhecer a história dos doges (chefes de Estado da antiga República), atravessar a famosa Ponte dos Suspiros e imaginar como funcionava uma das repúblicas mais poderosas da Europa foi uma experiência incrível. Confesso que, sem a explicação do guia, eu teria passado por muitos detalhes sem entender a importância histórica daquele lugar.
Saindo da visita guiada continuei caminhando sem rumo pelas ruelas de Veneza. Parei algumas vezes apenas para observar o movimento dos canais, as gôndolas passando e o cotidiano da cidade. Almocei sem pressa, tomei mais uma birra e aproveitei para fazer alguns registros que tinham ficado faltando no dia anterior. Veneza é uma cidade que convida a andar devagar.
No fim da tarde ainda sentei por alguns minutos na Praça de São Marcos para tomar um café. Caro? Bastante. Mas acredito que ali o que se paga não é apenas o café, e sim a experiência de estar em um dos lugares mais famosos do mundo, observando o movimento da praça e a beleza da basílica.
Quando anoiteceu continuei caminhando sem destino pelas ruas da ilha até encontrar um pub em estilo inglês que me chamou bastante atenção. O ambiente era muito bonito, com decoração em madeira, várias torneiras de chope e um enorme quadro com cervejas de diversos países. Pedi mais uma birra e fiquei ali por um tempo apenas observando o movimento. Foi uma pausa simples, mas que acabou se tornando um dos momentos mais agradáveis do dia.
Já era quase meia-noite quando resolvi voltar. Em vez de ir direto para a estação, aproveitei para caminhar mais um pouco por Veneza. A cidade ganha outra atmosfera à noite: as ruas ficam silenciosas, os canais refletem a iluminação dos prédios e a quantidade de turistas diminui bastante. Foi um daqueles momentos em que simplesmente caminhei sem pressa, admirando a cidade.
Cheguei bastante cansado, mas com a sensação de ter aproveitado Veneza foi surpreendente.
Fotos:
Vista do quarto em Veneza Continente
Achei positivo ter chegado cedo na ilha, me deu fôlego para andar pelas ruas, e fazer fotos legais com poucos turistas.
No dia anterior eu estava realmente muito cansado, e neste local estava simplesmente lotado de turistas.
Ao ir cedo, tive dificuldade em encontrar alguem para fazer a minha foto.
O céu estava nublado, mas a temperatura estava em torno de 12° naquela manhã, pela tarde vinha a aumentar a temperatura.
Museu Correr, comprei os ingressos antecipado com horário marcado para o final do dia.
As famosas gôndolas, eu não tive coragem de gastar 90 euros para viver a experiência.
Um charme esse café.
Começando nosso passeio com Guia, super recomenado.
A basílica é incrível! Por ter um Guia, a visita se torna mais completa e com riqueza de detalhes.
Eram 11h e estava lotado.
Palácio Ducale - fantástico!
O nosso Guia mostra a réplica da primeira gôndola da cidade.
Conhecendo a prisão que fica abaixo do palácio.
Mais cedo eu fui fazer a famosa fotografia e estava vazio (fica a dica).
Vista da praça após terminar a visita guiada.
Almocei no restaurante Marco Polo, local aconchegante e preço razoável para um lugar próximo a praça.
Visita ao Museu Correr
Aqui no blog eu peguei a dica de esta preparado para mudanças de climas no dia, então guardado na mochila tinha capa de chuva, jaqueta e protetor sola, e pasmem que neste dia eu usei tudo, durante a tarde o sol começou a esquentar e meu desejo era ter levado uma bermuda rsrsrs.
Tirei muitas fotos do Museu Correr mas decidi colocar algumas, caso alguém deseje mais registros pode pedir nos comentários e envio.
Saindo do museu dei uma volta, tomei um café inflacionado (mas faz parte) e parei poucos minutos na rua.
META DE VIDA! Achei fofo esse casal.
Rumo ao jantar.
Tinha visto este PUB com estilo inglês na noite anterior e estava no meu radar visita-lo antes de ir embora da cidade.
Cardápio dao chopp
Este PUB tem bebidas de vários locais do mundo, tem cerveja para todos os gostos.
Sai do bar por volta de meia noite
Gastos do dia:
Breakfast: 11,50
Suvenir: 5,00
Café: 3,00
Lanche: 3,50
Almoço: 36,40
Janta: 30,00
Banheiro: 1,00
Passagem: 3,00
Total: 93,50
Para quem já visitou Veneza:
Vocês acham que vale a pena investir em uma visita guiada à Basílica de São Marcos e ao Palácio Ducale ou preferem conhecer tudo por conta própria? E, para quem ficou hospedado em Mestre, como foi a experiência?
09/04 - Veneza (2º dia)
Acordei cedo e cheguei à ilha exatamente às 7h30. Queria aproveitar Veneza ainda vazia e fazer alguns registros com poucos turistas. A expectativa para aquele dia era muito grande.
Tomei café na estação (11,50 euros) e caminhei em direção à Praça de São Marcos seguindo as placas pintadas nas paredes da cidade. Achei esse sistema de sinalização muito interessante e, mesmo sem conhecer Veneza, foi fácil encontrar o caminho.
Eu havia comprado uma visita guiada à Basílica de São Marcos e ao Palácio Ducale (28,00 euros, sem ingresso). Foi um grande acerto ter escolhido essa experiência, mesmo sendo toda em espanhol. O grupo era bastante animado e, apesar de ser formado praticamente por uma única família, fui muito bem acolhido. Eu gosto de fazer amizades, então isso tornou o passeio ainda mais agradável.
Nosso guia era morador da própria ilha, simpático, alegre e muito competente. O que mais gosto nesse tipo de passeio não é apenas conhecer os monumentos, mas ouvir histórias sobre o cotidiano de quem vive ali, curiosidades que dificilmente descobriríamos por conta própria. Tenho certeza de que, se tivesse feito a visita sem um guia, teria perdido boa parte da experiência.
A visita começou pela Basílica de São Marcos, um lugar que impressiona logo na entrada. Os detalhes em dourado, os mosaicos espalhados pelo teto, paredes e piso fazem a gente entender por que ela é um dos maiores símbolos de Veneza.
Em seguida fomos ao Palácio Ducale, antiga sede do governo da República de Veneza. Caminhar por aqueles salões, conhecer a história dos doges (chefes de Estado da antiga República), atravessar a famosa Ponte dos Suspiros e imaginar como funcionava uma das repúblicas mais poderosas da Europa foi uma experiência incrível. Confesso que, sem a explicação do guia, eu teria passado por muitos detalhes sem entender a importância histórica daquele lugar.
Saindo da visita guiada continuei caminhando sem rumo pelas ruelas de Veneza. Parei algumas vezes apenas para observar o movimento dos canais, as gôndolas passando e o cotidiano da cidade. Almocei sem pressa, tomei mais uma birra e aproveitei para fazer alguns registros que tinham ficado faltando no dia anterior. Veneza é uma cidade que convida a andar devagar.
No fim da tarde ainda sentei por alguns minutos na Praça de São Marcos para tomar um café. Caro? Bastante. Mas acredito que ali o que se paga não é apenas o café, e sim a experiência de estar em um dos lugares mais famosos do mundo, observando o movimento da praça e a beleza da basílica.
Quando anoiteceu continuei caminhando sem destino pelas ruas da ilha até encontrar um pub em estilo inglês que me chamou bastante atenção. O ambiente era muito bonito, com decoração em madeira, várias torneiras de chope e um enorme quadro com cervejas de diversos países. Pedi mais uma birra e fiquei ali por um tempo apenas observando o movimento. Foi uma pausa simples, mas que acabou se tornando um dos momentos mais agradáveis do dia.
Já era quase meia-noite quando resolvi voltar. Em vez de ir direto para a estação, aproveitei para caminhar mais um pouco por Veneza. A cidade ganha outra atmosfera à noite: as ruas ficam silenciosas, os canais refletem a iluminação dos prédios e a quantidade de turistas diminui bastante. Foi um daqueles momentos em que simplesmente caminhei sem pressa, admirando a cidade.
Cheguei bastante cansado, mas com a sensação de ter aproveitado Veneza foi surpreendente.
Fotos:
Vista do quarto em Veneza Continente
Achei positivo ter chegado cedo na ilha, me deu fôlego para andar pelas ruas, e fazer fotos legais com poucos turistas.
No dia anterior eu estava realmente muito cansado, e neste local estava simplesmente lotado de turistas.
Ao ir cedo, tive dificuldade em encontrar alguem para fazer a minha foto.
O céu estava nublado, mas a temperatura estava em torno de 12° naquela manhã, pela tarde vinha a aumentar a temperatura.
Museu Correr, comprei os ingressos antecipado com horário marcado para o final do dia.
As famosas gôndolas, eu não tive coragem de gastar 90 euros para viver a experiência.
Um charme esse café.
Começando nosso passeio com Guia, super recomenado.
A basílica é incrível! Por ter um Guia, a visita se torna mais completa e com riqueza de detalhes.
Eram 11h e estava lotado.
Palácio Ducale - fantástico!
O nosso Guia mostra a réplica da primeira gôndola da cidade.
Conhecendo a prisão que fica abaixo do palácio.
Mais cedo eu fui fazer a famosa fotografia e estava vazio (fica a dica).
Vista da praça após terminar a visita guiada.
Almocei no restaurante Marco Polo, local aconchegante e preço razoável para um lugar próximo a praça.
Visita ao Museu Correr
Aqui no blog eu peguei a dica de esta preparado para mudanças de climas no dia, então guardado na mochila tinha capa de chuva, jaqueta e protetor sola, e pasmem que neste dia eu usei tudo, durante a tarde o sol começou a esquentar e meu desejo era ter levado uma bermuda rsrsrs.
Tirei muitas fotos do Museu Correr mas decidi colocar algumas, caso alguém deseje mais registros pode pedir nos comentários e envio.
Saindo do museu dei uma volta, tomei um café inflacionado (mas faz parte) e parei poucos minutos na rua.
META DE VIDA! Achei fofo esse casal.
Rumo ao jantar.
Tinha visto este PUB com estilo inglês na noite anterior e estava no meu radar visita-lo antes de ir embora da cidade.
Cardápio dao chopp
Este PUB tem bebidas de vários locais do mundo, tem cerveja para todos os gostos.
Sai do bar por volta de meia noite
Gastos do dia:
Breakfast: 11,50
Suvenir: 5,00
Café: 3,00
Lanche: 3,50
Almoço: 36,40
Janta: 30,00
Banheiro: 1,00
Passagem: 3,00
Total: 93,50
Para quem já visitou Veneza:
Vocês acham que vale a pena investir em uma visita guiada à Basílica de São Marcos e ao Palácio Ducale ou preferem conhecer tudo por conta própria? E, para quem ficou hospedado em Mestre, como foi a experiência?