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Cidades Históricas de Minas, Serra do Cipó, Brumadinho e Paraty em 19 dias

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[t1]Relato de viagem – Minas Gerais: Cidades Históricas, Serra do Cipó, Vale do Caraça e Instituto Inhotim em Brumadinho - Rio de Janeiro: Paraty em 19 dias[/t1]

 

Viagem de carro saindo de Florianópolis/SC em Junho/2011.

 

Números da viagem:

Gastos com Gasolina/Estacionamento: R$ 954,65 (média valor pago p/ litro: 2,73)

Gastos com Pedágios: R$ 68,10

Gastos com alimentação/hospedagem/passeios/entradas (por pessoa): R$ 2.100,00

Total por pessoa: R$ 2.612,00 (foram duas pessoas)

Quilômetros rodados: 4.060

Quantidade de dias: 19 dias

Lugares visitados: 12 (11 em MG e 1 no RJ), não incluindo os locais de trânsito (apenas para dormir)

 

Observações:

- Não foram incluídos nos cálculos as compras e demais artesanatos que sempre acabamos comprando.

- Os gastos com gasolina e pedágios descritos são os totais, mas todos os gastos foram divididos por 2 pessoas, então o valor total descrito é o por pessoa.

- O principal objetivo da viagem era o de visitar as cidades históricas de Minas, mas como tínhamos um pouco mais de tempo e estávamos de carro, resolvemos incluir alguns outros lugares como a Serra do Cipó, em Minas e Paraty, no Rio.

- Instalamos no carro o dispositivo do “Via Fácil” para passarmos nos pedágios com mais facilidade e foi super útil, pois não pegamos nenhuma daquelas pequenas filas de pedágio e nem tivemos problemas com troco, etc. ::otemo:: Mas atenção, isso só é útil para quem vem do sul do Brasil e passa por Santa Catarina, Paraná e principalmente São Paulo (que tem muitos). Em Minas não pegamos nenhum pedágio e no Rio apenas um, mas esse em dinheiro, pois não tinha o “via Fácil”. Por este motivo não descrevi os pedágios nos gastos diários do relato, apenas o valor total (acima).

- Tentamos ser um pouco mais econômicos em algumas situações nos hospedando em hostels em alguns lugares (os mais caros principalmente) e cozinhando, mas como não era uma viagem totalmente ao estilo mochila, acabamos gastando um pouco mais, principalmente em restaurantes. ::hãã2:: Descrevi os gastos, mas queria deixar claro que é possível sim gastar bemmmmm menos do que gastamos, principalmente com alimentação.

- Outro ponto que barateou os custos foi a carteirinha de estudante. ::otemo:: Quase todos os passeios nas cidades de Ouro Preto e Mariana, por exemplo, aceitam a carteirinha. Nas entradas que são apenas a Igreja, onde não existe um museu anexo, o valor é único.

 

Eu fiz também um vídeo com uma seleção de fotos da viagem. Disponível em: http://www.youtube.com/user/aledborges15?feature=mhee#p/a/u/0/svR4WfYPVQM

 

 

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[t3]05/06/2011 Florianópolis/SC – São Paulo[/t3]

O primeiro dia foi só estrada, estrada e mais estrada. :shock: Saímos de Floripa às 6:45 e chegamos em São Paulo (hotel) às 15:40. A estrada estava bem tranquila, pois era um domingo.

Optamos por ir até Sampa, pois uma viagem direto até Minas ia ser muitíssimo cansativa. Lá ficamos em um dos hotéis da rede Formule1 (Tamboré), com um bom custo benefício. O hotel que escolhemos ficava bem no caminho para Minas, em um bairro mais tranquilo, o Barueri, e tem um shopping anexo ao hotel (shopping Tamboré), com entrada pelo pátio do hotel direto para dentro do shopping.

 

Gastos do dia:

Gasolina em Floripa (2,75): 110,00

Gasolina no final da serra do mar (2,69): 111,29

Café da manhã (2 pães de queijo e 2 cafés): 11,00

Almoço chegando em Sampa, na Churrascaria Rei da Chuleta (2 almoços): 59,53

Hotel (1 diária para 2 pessoas sem café da manhã): 105,00

Café da manhã para 2 pessoas (pago à parte no hotel): 16,00

Jantar (shopping – Spremutto – 2 crepes com suco e salada de fruta): 39,82

Pedágios (4 de R$1,40 + 6 de R$1,70 + 1 de R$ 1,35): 17,15

Total: 469,79

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[t3]16/06/2011 – Serra do Cipó[/t3]

 

Esse dia, depois do maravilhoso e reforçado café da manhã, a pedida foi uma trilha um pouco menor que a do dia anterior, mas à pé. Visitamos a Cachoeira do Gavião e a das Andorinhas, uma trilha de 12Km.

Uma coisa que tem que ficar ligado são as entradas do parque. São várias entradas e em cada uma delas, há saídas para determinadas trilhas. ::putz::

Essa trilha é lindíssima e não dar um mergulho ao final é quase um pecado. Bom, eu pequei porque estava muitoooo frioooooo. ::Cold::

Essa trilha não é tão demarcada quanto a outra e há algumas bifurcações, mas os guias colocam galhos e pedras para indicar a trilha certa a se tomar. Bom, um pouquinho mais difícil que a outra, mais íngreme, mas não deixa de ser igualmente tranquila.

Como essa trilha era mais curta que a outra, já estávamos de volta lá pelas 15h, mesmo parando para comer e descansando nas cachoeiras.

Tomamos um cafezinho em uma padaria no centrinho e voltamos à pousada para curtir um pouquinho de ócio (criativo). ::lol4::

Neste dia fomos jantar em uma pizzaria bem diferente (Santa Pizza). Com um estilo meio mexicano e um cardápio com nomes de pizzas bem inusitados, vale a ida pelos diferenciais. O valor é normal (média – nem muito barato, nem muito caro) e a pizza é bem gostosa.

 

Gastos do dia:

Entradas do parque (2): 12,00

Lanche padaria com outras comprinhas (provisões): 14,60

Jantar (pizza média com vinho e água): 58,30

Sobremesas: 10,00

Pousada (casal): 110,00

Total: R$ 204,90

 

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[t3]17/06/2011 – Serra do Cipó – Belo Horizonte[/t3]

 

Esse foi um dia mais light na Serra com um passeio na cachoeira Véu da Noiva (essa paga entrada, pois fica no espaço de um camping) e uma visitinha ao monumento de homenagem ao Juquinha, figura típica da Serra, que distribuía flores aos visitantes. Mas esse monumento é dificinho de achar viu....deu trabalho porque não fica bem na beira da estrada. E acho que vão fechar o lugar para cobrar entrada, pois estavam construindo o que pareceu ser uma portaria.

Neste dia almoçamos em um restaurante muito bom, mas meio carinho, indicação do dono do hotel.

Depois do almoço um passeio no hotel e banho foram mais que bem-vindos, pois pegaríamos a estrada para BH logo no início da tarde.

Chegamos à BH no fim da tarde. Horário bem complicado, trânsito caótico....nossa, fico zonza só de pensar. ::essa:: Traumatizou tanto que pedimos comida no hotel mesmo (uma pizza mais ou menos, mas que mata a fome – Itália Pizzas), depois de brigar com a recepcionista do Formule1 que não queria liberar um quarto. ::mmm:::lol4::::lol4::

 

Gastos do dia:

Entrada Véu da Noiva (2) para 1h: 16,00

Almoço: 61,00

Hotel Serra do Cipó (3 diárias em chalé para casal com café da manhã): 330,00

Lan House: 3,00

Hotel Formule1 em BH com 2 cafés da manhã: 135,00

Estacionamento Hotel: 11,00

Gasolina (2,689): 95,00

Pizza (entrega): 30,50

Total: R$ 681,50

 

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[t3]18/06/2011 – BH – Brumadinho (Instituto Inhotim)[/t3]

 

Nossa opção em ficar em BH foi pela relação custo/benefício, mas nosso objetivo mesmo era ir até Brumadinho visitar o Instituto Inhotim, uma verdadeira galeria à céu aberto, que reúne um dos principais acervos de arte contemporânea do mundo e o jardim botânico com um dos maiores acervos de espécies vegetais do Brasil.

Mesmo se você não é muito fã de arte moderna, a visita já vale pela beleza do lugar. O passeio que vai desde a obra composta de vigas de metal arremessadas em concreto fresco de Chris Burden a galeria Doug Aitken, onde podemos, literalmente, ouvir os sons da terra, transmitidos em tempo real por microfones de alta sensibilidade colocados a 200 metros da superfície. ::otemo::

Mas um aviso, vá com roupas e calçados bem confortáveis e muita disposição, pois você vai andar, e muito. ::mmm:::mmm:::mmm:

Outra dica é visitar as obras que ficam mais distantes primeiro, como a galeria Doug Aitken, pois a maioria das pessoas vai conhecendo o que fica mais próximo primeiro. Daí, fazendo isso, você consegue fugir um pouco das multidões e apreciar as obras com mais calma. ::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'>

Há, é possível ainda comprar passagens para um transporte que te leva aos locais mais afastados. Vale à pena, principalmente para quem tem mais dificuldade de caminhar, pois para ir a esses lugares é necessário subir umas boas ladeiras e trilhas. Nós compramos e não nos arrependemos nadinha....hehehe. ::hãã2::

Agora não deixem de levar um lanchinho, pois a comida lá está pela hora da morte. Gastamos R$ 18,00 em dois míseros cachorros-quentes só com pão e salsicha.

Na volta à BH fomos procurar um café no centro indicado pelo guia que estávamos usando, mas não achamos, daí fizemos um lanche em uma padaria por ali mesmo, muito boa por sinal. Aliás, o centro de BH é repleto de barzinhos e os famosos butecos que valem muito uma visita. ::otemo::

Como eu queria muito, muito conhecer o Outback Steakhouse, pois não tem essas coisas em Floripa, essa foi a noite de comer porcaria, tomar chopp e ir ao cinema. Delícia!!!! :-):D

O Outback fica em um shopping de BH, o Pátio Savassi, daí aproveitamos para conferir o Kung Fu Panda 2. Fiquei furiosa com a moça do cinema que não quis aceitar a nossa carteira de estudante, disse que só com a declaração da instituição aceitaria..... :(::grr::::grr::::grr::::grr::::carai::::carai::::carai::::carai::

Há, e a cebola do Outback é realmente boa (uma enorrrrme que vem empanada), mas bem apimentada. Agora a sobremesa, o que é aquilo....vem em um pratão. Uma menina de outra mesa ficou encarando tanto a minha que eu achei que ela ia evaporar....kkkkkkk (era sorvete!) ::lol4::::lol4:: . Pedimos, além da cebola, que já dá para umas quatro pessoas frouxo (sobrou uns 70% de cebola), uma porção de lula porque não teve jeito do meu namo comer, não curte comida muito apimentada. Por isso acabamos gastando bastante aqui, mas as porções são imensas. Como eu disse, daria tranquilamente para umas 4 ou 5 pessoas. Uma pena, mas como estávamos apenas os dois, foi desperdício na certa. ::putz::

 

Gastos do dia:

Hotel Formule1 com 2 cafés da manhã: 135,00

Entrada Inhotim (2 como estudante): 20,00

Transporte Inhotim (2): 20,00

Almoço: 18,00

Lanche centro: 6,10

Ingressos cinema (a moça não aceitou a nossa carteira de estudante): 50,00

Outback: 113,80

Estacionamento do shopping: 5,00

Estacionamento do hotel: 11,00

Água: 2,00

Total: 380,90

 

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[t3]19/06/2011 – BH – Congonhas – Tiradentes – São João Del Rei[/t3]

 

Esse foi o dia de deixar BH, nem deu para conhecê-la melhor, mas eu volto BH, pode esperar. Fomos de BH em direção à Tiradentes.

Paramos em Congonhas para visitar a Basílica e ver as obras de aleijadinho e almoçamos por lá mesmo, em um restaurante que fica quase em frente à Basílica, descendo, o restaurante Casa da Ladeira. Muito boa a comida, bem mineira mesmo...fogão à lenha....maravilha!!!! ::otemo::::otemo::

Chegando em Tiradentes, que por sinal estava uma muvuca porque tinha uma festa religiosa, fomos fazer umas comprinhas pendentes desde a última visita, tomamos um cafezinho na cafeteria mais famosa da cidade, a Puro Cacau, e fomos para o hostel em São João, muito mais em conta. Até chegamos a ver alguns lugares em Tiradentes, mas definitivamente não vale à pena pelo custo benefício.

Nesse dia fizemos uma jantinha no hostel mesmo, o cansaço da viagem já estava começando a bater....

 

Gastos do dia:

Almoço em Congonhas (2 com bebida): 41,00

Gasolina (2,86): 49,39

Café em Tiradentes na Puro Cacau: 13,20

Compras mercado: 18,41

Total: 122,00

 

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[t3]20/06/2011 – São João Del Rei – Paraty (RJ)[/t3]

 

Ai, ai...a manhã já começou com a saga da namoradeira. Eu queria porque queira comprar uma namoradeira, mas não tinha achado nenhuma que se ajustava as medidas que eu precisava, daí rodamos quase todas as lojinhas do centro histórico que estavam abertas para achar a bendita, mas achamos. ::mmm:

Como iríamos para o Paraty nesse dia, essa seria a última oportunidade de conseguir achá-la em Minas.

Resultado: às 9h30min já estávamos na estrada rumo ao Rio.

Paramos para almoçar na estrada mesmo (Rodo Lanches – na BR 040, muito bom!) e chegamos em Paraty já no finalzinho do dia, com o pôr-do-sol. A sorte é que já havíamos reservado o hostel lá. ::hãã2::

O hostel é bem simples, mas o pessoal é bem gente boa e pelo valor das hospedagens por lá, vale muito à pena (http://www.paratyhostel.com ).

Esse dia foi bemmmmm cansativo....só saímos para dar uma voltinha no centro histórico e comer alguma coisa. Como eu já conhecia Paraty e o meu namo não, aproveitei para mostrar um pouquinho da cidade.

 

Gastos do dia:

Hostel São João Del Rei: 60,00

Estacionamento centro: 2,00

Pedágio (esse pago em dinheiro porque era sem o “Sem Parar”): 7,70

Almoço: 34,24

Gasolina (2,79): 87,00

Lanche: 10,50

Hostel Paraty (adiantamento de 1 diária para casal com café da manhã): 80,00

Jantar: 50,93

Sobremesa: 3,50

 

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[t3]21/06/2011 – Paraty[/t3]

 

O dia começou cedo porque tínhamos contratado um passeio de barco, no próprio hostel, no dia anterior. Esse passeio promovido pelo hostel é realizado em um barco menor e a vantagem é ter mais liberdade de escolha. ::cool:::'> A desvantagem nesse tipo de passeio é em relação à comida, pois você fica à mercê dos locais em que eles te levam para comer. ::bad:: Claro que você pode muito bem levar sua própria comida (um lanche), mas como estávamos secos por um peixinho, não o fizemos e nos arrependemos muito, pois como os dois restaurantes da praia vermelha estavam fechados (normalmente pelo menos um abre quando é fora de temporada), tivemos que ir almoçar na Ilha do Catimbau, lugar lindo, mas muitoooooooo caroooooo. ::putz::::putz:: Uma saladinha simples, o prato mais barato do cardápio, custava R$ 30. ::essa::::essa::::essa::::essa::

Pegamos uma salada, uma porção de lula (porque o peixe estava pela hora da morte) e bebidas e custou absurdos R$ 113,50. ::essa::

Embora o passeio de escuna seja mais caro, eles preparam e servem o almoço no barco mesmo. É mais simples, mas bem saboroso. Eu já fui nos dois e na relação custo/benefício o barco menor só vale quando você leva a sua comida e bebida. Na escuna eles não permitem levar bebida porque eles vendem.

Fora essa decepção em relação à comida, o dia estava deslumbrante e passamos em locais como a ilha comprida, praia vermelha, Ilha Sapeca, Saco da Velha, Praia de Santa Rita, Praia da Lula, Ilha do Mantimento, Ilha do Araújo e a Catimbau né, que acabamos parando por obrigação.

Por ser um grupo do próprio hostel, com pessoas mais novas, achei que estavam meio desanimados, mas também nós não desanimamos por isso, é claro. Arriscamos até um mergulho, os únicos. Há, mesmo sendo inverno já, para quem é do sul, a água estava até quentinha. ::otemo::

A vantagem nesse passeio para quem está hospedado no hostel é que ele sai e chega no próprio hostel, que tem um deck no canal.

Acho Paraty uma cidade cara em termos de hospedagem e alimentação (até o supermercado e feira), mas com belezas naturais incomparáveis e que estão lá para serem vistas, não cobram entrada. Então é aquela coisa de mochileiro né, economizando nessas coisas, ficando no hostel e cozinhando em boa parte das refeições dá para ficar muitos dias e aproveitar bastante. Se você não estiver de carro, tem ônibus para quase todas as praias com acesso (estrada). Nas outras, que são muitas, você chega através de trilhas e de barco, com o passeio, que também não é tão caro assim pelas horas incluídas, é um passeio de um dia inteiro.

Quando chegamos em Paraty, fomos logo comprar os ingressos para o teatro de bonecos. Para quem não é estudante, o ingresso sai meio carinho (R$50), mas vale à pena a experiência. Eu já tinha visto, mas como meu namo não, não me arrependi de assistir novamente, ainda mais pagando meia. ::otemo::::otemo::

Neste dia procuramos um restaurante que fosse mais em conta para jantar, coisa difícil em Paraty (principalmente os que ficam próximos ou dentro do centro histórico). Encontramos o Restaurante Santa Rita, que fica ao lado da Igreja dos Mestiços, mas não achamos uma refeição tão boa assim pelo preço cobrado. ::bad::::bad::

Depois de um dia desses, eu só precisava de uma sobre para terminar o dia perfeito, ainda mais porque a comida do jantar não foi lá essas coisas. Foi difícil achar, mas paguei absurdos R$8 em uma taça de tiramissu, que valeu cada centavo. ::hãã2::

A exaustão nos venceu logo...acordar cedo, tomar sol, mergulhar, comer bem...a vida é difícil e cansativa, eu sei... ::lol4::

 

Gastos do Dia

Passeio de barco (para os dois): 60,00

Almoço na Ilha do Catimbau: absurdos 113,50

Entradas teatro: 50,00 (para dois e com carteira de estudante)

Jantar: 34,60

Compras na feira (frutas): 5,00

Sobre (tiramisu): 8,00

Total: R$ 271,10

 

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[t3]22/06/2011 – Paraty[/t3]

 

Só teríamos esses dois dias em Paraty, então optamos pelo passeio de barco que dá para ter uma boa noção da baía de Paraty e pela a ida à Trindade, uma das praias mais conhecidas. O tempo não ajudou muito nesse dia, estava muito nublado, até ameaçando chover e um pouco frio.

Tenho certeza que o dia não fez jus à beleza do lugar. Como também moro em um local com muitas praias, sei bem o quão diferentes elas podem ser em dias ensolarados. Mas bem, claro que sempre dá para aproveitar o passeio, mas não da forma que tínhamos planejado. Pretendíamos passar o dia lá, quem sabe até fazer alguma trilha para uma das praias vizinhas, mas como estava ameaçando chover e não conhecíamos as trilhas, achamos melhor dar só uma volta mesmo e retornar mais cedo à Paraty, para almoçar no centro histórico.

Um desejo nosso era provar o famoso camarão casadinho, por isso o caçamos em quase todos os restaurantes do centro histórico, mas sem sucesso na busca. Acabamos nos rendendo ao camarão marinheiro no restaurante Caramujo, em frente à praça do Chafariz e, tenho que dizer, não deixou nada à desejar. São camarões grandes (não o pistola que são os maiores, mas bem grandes), recheados com queijo (isso mesmo, recheados!) e acompanhados com um delicioso risoto de camarão e batata fritas, um verdadeiro manjar dos deuses para quem gosta de frutos do mar. E a porção é tão bem servida que deu até para levar uma quentinha para o jantar. Recomendo esse restaurante e principalmente esse camarão!!!!! ::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::

A paella é a especialidade deles, mas não tivemos a oportunidade de provar. E é bem mais cara que o camarão, claro....

O resto do dia foi passear e dar uma boa espreguiçada no hostel, nada recusável por sinal.

A noite foi brindada pelo teatro de bonecos, uma apresentação que não diria ser imperdível, mas muito bom!

 

Gastos do dia:

Compras no super: 10,26

Almoço (o camarão para duas pessoas e dois sucos): 81,40

Lanche da noite: 40,15

Hostel (2 noites para casal com café da manhã): 160,00

Total: R$ 291,81

 

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[t3]23/06/2011 – Paraty – Curitiba[/t3]

 

Esse dia foi o mais cansativo de todos na estrada, longas horas, estrada, estrada, pedágio, estrada, pedágio....fomos de Paraty até Curitiba (730km), bem puxado..... ::essa::::essa::::essa::

Reservamos em Curitiba o Eco Hostel (Rua Luiz Tramontin, 1693 - Campo Comprido - http://www.curitibaecohostel.com.br), mais afastado do centro, é um lugar bem agradável, com muitas árvores, um riachinho, pena que não aproveitamos mais. Só o que deixou a desejar foi o café, mais magrinho que nos outros hostels que ficamos, mas também era bom. Simples, mas bonzinho.

Saíamos de Paraty perto das 7h e chegamos já no final da tarde em Curitiba, sedentos por um bom banho e para descansar um pouco. Novos em folha, depois do banho e dos minutos de descanso, resolvemos dar uma volta por Curitiba para jantar. Tivemos que rodar um pouquinho, fomos ao bairro Santa Felicidade, famoso por seus restaurantes, mas acabamos escolhendo o Scavollo, indicação do guia que usamos.

Excelente restaurante, excelente comida, e com preço razoável pela qualidade do serviço, mas nada barato. Fica no Batel, Rua Emiliano Perneta, 924.

Eu não anotei o nome do que pedimos, mas estava um espetáculo!!!! Naquele lugar, acho que tudo do cardápio deve ser delicioso...hehehehe. ::hãã2::

Bom, depois desse dia exaustivo só nos restou retornar ao hostel de barriguinha cheia para uma mais que merecida boa noite de sono.

 

Gastos do dia:

Gasolina (2,58): 100,00

Café da manhã (na estrada – cafés, misto quente e bolinho): 24,75

Almoço (Graal): 24,27

Gasolina (2,49): 99,29

Hostel (quarto casal com banheiro privativo e café da manhã): 180,00

Jantar (Scavollo – 1 massa com 2 taças de vinho e água): 108,99

Total: R$ 537,30

 

 

 

[t3]24/06/2011 – Curitiba – Florianópolis (lar doce lar)[/t3]

 

Retorno ao lar....mais estrada até Floripa. Ainda paramos em Balneário Camboriú para almoçar e esticar as pernas e chegamos em Floripa no meio da tarde.

 

Gastos do dia:

Almoço em Balneário (para 2): 26,25

 

:D:D:D:D:D:D:D:D:D:D:D:D:D:D:D

 

Bom, como já havia dito antes, esta não foi, de longe, uma viagem totalmente ao estilo mochileiro. Comemos muito bem, dormimos muito bem e aproveitamos os confortos que uma viagem de carro pode trazer e claro, pagamos muito mais por isso. Não que mochileiros não possam comer ou dormir bem, mas sabemos que é possível ser muito mais econômico do que fomos em uma viagem como essa, mesmo o Brasil sendo um dos locais mais caros na América do Sul para se visitar.

Aprendi muito do estilo mineiro de ser nesses dias. Até me perguntaram lá na Serra se eu era de BH, pode!? ::lol4::

Pois é, comi muito pão de queijo e goiabada, mas ainda não tô satisfeita não. Minas é um estado incrível, com muitas belezas para serem vistas e vividas ainda. Deixe estar Minas, eu volto, quero mais um cadinho do cê......

 

:D:D:D:D:D:D:D:D:D:D:D:D:D:D:D

 

Espero que este relato possa auxiliar outros mochileiros que planejam conhecer o mesmo destino! ::otemo::

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Obrigada Frederico! Se quiser mais algumas dicas, estamos aí!

 

:-)

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