Neste último feriado, a falta de grana e a saudade dos amigos Piratas me fizeram aceitar o convite e ir acampar na Praia do Sono. Muitos disseram que era muvucado e eu não curto multidões, ainda mais quando têm aquele tipo de bagunça que incomoda outras pessoas. A noticia boa é que a praia não estava cheia e a estadia foi perfeita, e ainda seria muito melhor se a chuva não houvesse estragado. Nossa, odeio desmontar acampamento na chuva e ir embora nessas condições mas, quem está na chuva é para se molhar né.
A carona foi cedida pelo Moai e a namorada Aline, convidei o Hudison que topou a empreitada e ainda não conhecia o Sono. A chegada a Laranjeiras foi no Sábado as 7:30hs, a trilha da Vila do Oratório até a praia foi tranquila, e não pude deixar de reclamar as escadinhas feitas, ficou uma trilha ainda mais suave do que da última vez que estive por lá ano passado praticamente nessa mesma época, fazendo a travessia da Joatinga e finalizando no sono. Pois bem, em 40 minutos, Hudison e eu chegávamos no Sono, pois Moai e Aline iriam ficar em Trindade. Por pouco, não encontramos no caminho os amigos piratas que haviam acabado de chegar no camping Raiz do Sono, onde fomos recepcionados pelo amigo Rasta que era sempre sorrisos, e que me deve um pão quente que ficou só na conversa rss.
Pois bem, o Sábado foi curtido com os amigos e o Domingo já estava reservado para a trilha da cachoeira do Saco Bravo, embora tenha lançado o convite aos amigos, a empolgação ainda era somente do Hudison e minha, então, ficou certo que somente nós iriamos encarar a trilha seguindo as dicas do Wagner e o lance era dormir cedo. O cansaço da viagem ajudou e fui dormir cedo. As 6:30hs estava levantando, o Hudison também já saia de sua barraca e mostrava empolgação. Ainda esperamos por uma hora o pão quente que estava no forno mas, a espera já havia tomado muito nosso tempo. Arrumamos nossas mochilinhas de ataque munidos de bolachinhas e água e assim partimos. As 7:40hs iniciamos a subida do final da praia do Sono para a Praia dos Antigos, e foi muito bom rever aquela maravilha. Acho essa praia e Martin de Sá as mais lindas do percurso da Joatinga mas, é claro que todas têm sua beleza singular. Aproveitamos, e já apresentei a Antiguinhos também para o Hudison, e seguimos pois nosso objetivo era a cachoeira e o tempo era precioso pois, contávamos com erros e acertos no percurso que acabou sendo desnecessário pois chegamos facilmente.
As 8:30hs já cruzávamos a ponte em Galhetas, lugarzinho que adoro mesmo não tendo areias de praia, as Gaivotas sempre estão por ali em cima das rochas e nos brindam com boas fotos. As 8:50hs já em Ponta Negra, nos informamos sobre o caminho para ter certeza de não errar, segui as dicas do Wagner e procurei pela casa do Zaqueu, que é uma das últimas da Praia de Ponta Negra. Ele nos indicou a direção mas, é tanta vielinha que por duas vezes pegamos a entrada errada mas, perguntamos e nos indicaram o caminho numa boa, sempre muito solícitos e preocupados. Um dos moradores disse que fazia poucos dias, dois rapazes ficaram perdidos na mata por dois dias sem comida e abrigo, vindo de Martin e chegaram lá em Ponta. Bom, desejando que essa infelicidade não acontecesse conosco, partimos e enfim, encontramos a trilha correta e seguimos por ela.
Aqui é uma subida bem ingreme, vai levar cerca de 30 a 40 minutos para chegar em uma parte um pouco plana. Quando você finalmente, vai encontrar uma trilha meio apagada para a esquerda, pegue essa trilha, ao lado vai ter algumas pedras não tem como errar. A trilha que segue não sei onde vai dar, porém, lá embaixo surge uma trilha a direita que deve sair nessa mas, por via das dúvidas, pegue essa da esquerda que não vai ter erro. Siga por ela, logo você vai encontrar uma casa com um moedor de cana bem rústico na sua lateral. E um bananal a frente, passe pelo bananal e siga pela trilha principal sempre. Há sempre água pelo caminho e o mesmo está bem batido, quando chegar em um bambuzal, você vai sair dessa principal e entrar a direita, esse é o único momento que você pega a trilha da direita. Logo a frente, você vai passar uma grande rocha, é só cruzar e continuar seguindo. Lá na frente, vai ver um riacho, esse riacho é a água que forma a cachoeira e antes de chegar nele, a sua direita você vai ver uma entrada apagada, é só prestar atenção que você encontra a entradinha. Seguindo por esse caminho, por 3 minutinhos você chega na parte de cima da cachoeira. A vista aqui já é incrível mas, voltando e atravessando o riachinho, você desce as grandes rochas e vai estar de frente com a cachoeira e com a grande piscina e a vista maravilhosa de frente para o mar. Sensacional!!!
Chegamos as 10:45hs na cachoeira e permanecemos por lá até as 14:30hs, quem disse que queríamos ir embora?? Foi relaxante, e maravilhoso ficar a beira do mar, embaixo da cachoeira e curtindo o som das ondas quebrando logo a frente.
Voltamos extasiados para o Sono onde nossos amigos já estavam preocupados com nossa demora mas, não antes de encontrar o amigo Jorge Soto, Vivi, Fábio, e mais um casal trilheiro, todos arranhados e com carinhas de cansados mas, vitoriosos por terem conquistado o Pico da jamanta. Ohhh mundinho pequeno né?? Ahh, também cortamos cana e moemos naquele moedor rústico, foi trabalhoso mas o Hudison conseguiu se virar bem hehe.
Créditos ao Wagner Rodrigues que passou as dicas, que sofreu para achar a trilha na época onde nem os moradores conheciam a cachoeira, hoje em dia, qualquer pessoa da vila já sabe informar a localização.
Cachoeira do Saco Bravo
Neste último feriado, a falta de grana e a saudade dos amigos Piratas me fizeram aceitar o convite e ir acampar na Praia do Sono. Muitos disseram que era muvucado e eu não curto multidões, ainda mais quando têm aquele tipo de bagunça que incomoda outras pessoas. A noticia boa é que a praia não estava cheia e a estadia foi perfeita, e ainda seria muito melhor se a chuva não houvesse estragado. Nossa, odeio desmontar acampamento na chuva e ir embora nessas condições mas, quem está na chuva é para se molhar né.
A carona foi cedida pelo Moai e a namorada Aline, convidei o Hudison que topou a empreitada e ainda não conhecia o Sono. A chegada a Laranjeiras foi no Sábado as 7:30hs, a trilha da Vila do Oratório até a praia foi tranquila, e não pude deixar de reclamar as escadinhas feitas, ficou uma trilha ainda mais suave do que da última vez que estive por lá ano passado praticamente nessa mesma época, fazendo a travessia da Joatinga e finalizando no sono. Pois bem, em 40 minutos, Hudison e eu chegávamos no Sono, pois Moai e Aline iriam ficar em Trindade. Por pouco, não encontramos no caminho os amigos piratas que haviam acabado de chegar no camping Raiz do Sono, onde fomos recepcionados pelo amigo Rasta que era sempre sorrisos, e que me deve um pão quente que ficou só na conversa rss.
Pois bem, o Sábado foi curtido com os amigos e o Domingo já estava reservado para a trilha da cachoeira do Saco Bravo, embora tenha lançado o convite aos amigos, a empolgação ainda era somente do Hudison e minha, então, ficou certo que somente nós iriamos encarar a trilha seguindo as dicas do Wagner e o lance era dormir cedo. O cansaço da viagem ajudou e fui dormir cedo. As 6:30hs estava levantando, o Hudison também já saia de sua barraca e mostrava empolgação. Ainda esperamos por uma hora o pão quente que estava no forno mas, a espera já havia tomado muito nosso tempo. Arrumamos nossas mochilinhas de ataque munidos de bolachinhas e água e assim partimos. As 7:40hs iniciamos a subida do final da praia do Sono para a Praia dos Antigos, e foi muito bom rever aquela maravilha. Acho essa praia e Martin de Sá as mais lindas do percurso da Joatinga mas, é claro que todas têm sua beleza singular. Aproveitamos, e já apresentei a Antiguinhos também para o Hudison, e seguimos pois nosso objetivo era a cachoeira e o tempo era precioso pois, contávamos com erros e acertos no percurso que acabou sendo desnecessário pois chegamos facilmente.
As 8:30hs já cruzávamos a ponte em Galhetas, lugarzinho que adoro mesmo não tendo areias de praia, as Gaivotas sempre estão por ali em cima das rochas e nos brindam com boas fotos. As 8:50hs já em Ponta Negra, nos informamos sobre o caminho para ter certeza de não errar, segui as dicas do Wagner e procurei pela casa do Zaqueu, que é uma das últimas da Praia de Ponta Negra. Ele nos indicou a direção mas, é tanta vielinha que por duas vezes pegamos a entrada errada mas, perguntamos e nos indicaram o caminho numa boa, sempre muito solícitos e preocupados. Um dos moradores disse que fazia poucos dias, dois rapazes ficaram perdidos na mata por dois dias sem comida e abrigo, vindo de Martin e chegaram lá em Ponta. Bom, desejando que essa infelicidade não acontecesse conosco, partimos e enfim, encontramos a trilha correta e seguimos por ela.
Aqui é uma subida bem ingreme, vai levar cerca de 30 a 40 minutos para chegar em uma parte um pouco plana. Quando você finalmente, vai encontrar uma trilha meio apagada para a esquerda, pegue essa trilha, ao lado vai ter algumas pedras não tem como errar. A trilha que segue não sei onde vai dar, porém, lá embaixo surge uma trilha a direita que deve sair nessa mas, por via das dúvidas, pegue essa da esquerda que não vai ter erro. Siga por ela, logo você vai encontrar uma casa com um moedor de cana bem rústico na sua lateral. E um bananal a frente, passe pelo bananal e siga pela trilha principal sempre. Há sempre água pelo caminho e o mesmo está bem batido, quando chegar em um bambuzal, você vai sair dessa principal e entrar a direita, esse é o único momento que você pega a trilha da direita. Logo a frente, você vai passar uma grande rocha, é só cruzar e continuar seguindo. Lá na frente, vai ver um riacho, esse riacho é a água que forma a cachoeira e antes de chegar nele, a sua direita você vai ver uma entrada apagada, é só prestar atenção que você encontra a entradinha. Seguindo por esse caminho, por 3 minutinhos você chega na parte de cima da cachoeira. A vista aqui já é incrível mas, voltando e atravessando o riachinho, você desce as grandes rochas e vai estar de frente com a cachoeira e com a grande piscina e a vista maravilhosa de frente para o mar. Sensacional!!!
Chegamos as 10:45hs na cachoeira e permanecemos por lá até as 14:30hs, quem disse que queríamos ir embora?? Foi relaxante, e maravilhoso ficar a beira do mar, embaixo da cachoeira e curtindo o som das ondas quebrando logo a frente.
Voltamos extasiados para o Sono onde nossos amigos já estavam preocupados com nossa demora mas, não antes de encontrar o amigo Jorge Soto, Vivi, Fábio, e mais um casal trilheiro, todos arranhados e com carinhas de cansados mas, vitoriosos por terem conquistado o Pico da jamanta. Ohhh mundinho pequeno né?? Ahh, também cortamos cana e moemos naquele moedor rústico, foi trabalhoso mas o Hudison conseguiu se virar bem hehe.
Créditos ao Wagner Rodrigues que passou as dicas, que sofreu para achar a trilha na época onde nem os moradores conheciam a cachoeira, hoje em dia, qualquer pessoa da vila já sabe informar a localização.