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Olá viajante!

Bora viajar?

Mochilão na Ásia: 132 dias, 8 países

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Olá pessoal!

 

Ano passado nós fizemos uma viagem pela Ásia que foi registrada em um blog

Vamos postar aqui também o relato dessa trip que começou dia 10 de julho e terminou dia 18 de novembro.

 

Dia 1: Chegada a Singapura

 

Uhuuuuuu

Começou a brincadeira....

Chegamos em Singapura às 4 da tarde e ficamos procurando hotel ate às 9.

Todos os lugares estavam lotados e os vazios eram muito caros.

Andamos muuuuito pelo centro, Chinatown e na região da estação Bugis.

Conhecemos uma alemã de 19 anos que estava viajando sozinha pela Nova Zelândia por 1 mês.

Fomos juntos com ela para o albergue em que ela tinha reserva, mas lá tambem estava cheio.

Mais adiante achamos um que também estava cheio, mas a Jú fez cara de cão-sem-dono e o recepcionista ofereceu o terraço para a gente dormir...

Nem perguntamos o preço, só queríamos largar as mochilas e tomar um banho. Lá em cima tinha um chinês que parecia morar lá e um gringo hippie que fazia artesanato.

Nossa cama ficava na parte que tinha telhado, mas quase a céu aberto.

Tomamos um banhão merecido (e muito necessário no momento). O banheiro era coletivo, bem simples e o chuveiro até que era bom.

As gringas andam só de toalha pra lá e pra cá e o hippie de cueca...

Depois desse dia trash dormimos igual pedra... e acordamos na mesma posicao em que deitamos.

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Dia 111 - 30/10: Conhecendo uma família indiana

 

Acordamos cedo e resolvemos não fazer nada hoje.

 

Hoje foi dia só de descanso.

 

Ficamos aqui no hotel, o Jee Ri Haveli, conversando com o dono, o sr. Himanshu.

 

Ele nos convidou para conhecer a casa da tia dele, que fica atrás do hotel.

 

A Jú ficou descansando pois não acordou muito bem, mas eu e o Tico fomos conhecer a casa.

 

A família dele sempre morou aqui e um dos quartos tem mais de 200 anos!!!

 

Esse quarto, assim como muitas casas de Jodhpur, é pintado de roxo para espantar os mosquitos.

 

Saboreamos o Besan Gutta, que é um petisco muuuuuuito apimentado...

 

Conversamos de tudo um pouco...Futebol, Cricket, comida...

 

Entramos no assunto religião.

 

Ele nos disse que 65% dos indianos é hindu, 30% é muçulmano e o restante divide-se entre as outras religiões.

 

Perguntei como é a relação entre as pessoas de religiões diferentes:

 

- Na minha família, temos muitos amigos muçulmanos.

 

- E na Índia em geral?

 

- Muitos não se dão bem...acho isso errado...

 

Ele estava se referindo aos constantes atritos entre hindus e muçulmanos, que às vezes acabam em mortes...

 

Um primo dele chegou para conversar também e perguntou (já afirmando) se os cristãos não são vegetarianos.

 

Dissemos que não somos.

 

- Nós, hindus, somos. Não comemos nem ovo.

 

Falou e fez uma cara de bravo...

 

Não sabemos se ele disse isso porque nós pedimos omelete no café da manhã...

 

Perguntei amigavelmente:

 

- O que você pensa sobre nós por não sermos vegetarianos?

 

- Sua cultura é diferente. Mas nós não comemos.

 

Mudamos de assunto para descontrair...

 

Começamos a falar sobre música. Perguntei sobre a música tradicional do Rajastão, como se chamava, se era usada a Tabla...

 

Disse que queria comprar um CD, mas não sabia nada sobre isso. Himanshu disse para o primo pegar um CD deles e me deram de presente.

 

Fiquei muito feliz!!

 

Eu e o Tico fomos comprar passagem de trem para Jaisalmer, mas o escritório de venda de passagem antecipada fecha no Domingo.

 

Na volta tivemos uma grande surpresa. O motorista de autorickshaw não cobrou nada a mais. Cobrou só o preço justo!!!! ô louco!!!

 

A Jú estava melhor e subimos no terraço para assistir ao pôr-do-sol.

 

Foi belíssimo!!!Aquele imenso sol laranja que vemos nas fotos realmente existe...

 

Não é obra do Photoshop!!!

 

Ele foi descendo ao lado do Meherangarh Fort, deixando a paisagem igual a uma cena de filme.

 

MA-RA-VI-LHO-SO!!!

 

O Douglas tomou um Saffron Lassi. Aproveitei para dar um gole.

 

O saffron é uma tempero indiano apimentado, que, no lassi, fica bem docinho...Muuuuito bom!Depois jantamos e conversamos mais com Himanshu.

 

Ele nos deu algumas dicas de passeio pela cidade e disse que o tour para a vila Bishnoi é só para ganhar dinheiro dos turistas.

 

Disse que não vale a pena pois é uma vila artificial...

 

Voltamos ao quarto para descansar...

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Dia 112 - 31/10: Injuriando o primo - parte 2

 

Ontem, Pragya, a irmã de Himanshu, se ofereceu para nos acompanhar pelas lojas de roupas.

 

Saímos hoje às 10:30 e fomos ao Tripolia Market, mas lá as roupas são feitas por encomenda.

 

Passamos em outras lojas, mas não compramos nada.

 

Ela precisou ir embora e continuamos andando até a estação de trem...

 

Compramos as passagens para Jaisalmer, na classe sleeper. Cada passagem custou 157 Rúpias.

 

Voltamos ao hotel e almoçamos no quarto.

 

O Douglas pediu só comida sem tempero e bebeu leite, pois está com azia.Deve ser resultado do tempero forte somado ao stress...

 

Descansamos um pouco e fomos ver o sol se pôr no Kailana Lake.

 

O lago não é muito bonito, mas o pôr-do-sol compensa.

 

Ficamos sentados na beira do lago admirando a paisagem.

 

Um indiano chegou perto da beira e jogou um saco de lixo na água...

 

Voltamos ao hotel e jantamos no terraço.

 

Comemos só sanduíche. O Douglas bebeu leite de novo, eu bebi refrigerante e o Tico pediu uma cerveja.

 

A cerveja não está no cardápio pois não é permitido consumir bebidas alcólicas.

 

O gerente saiu para comprar a cerveja e voltou minutos depois.

 

O primo de Himanshu não gostou de ver a cerveja e falou algo para a Pragya.

 

Ela chamou-o de lado e ficou conversando, provavelmente explicando sobre a nossa cultura.

 

Ele veio a nossa mesa, disse para aproveitarmos a cerveja e desceu as escadas injuriado...

 

Ontem foi por causa do ovo e hoje por causa da cerveja...

 

Ficamos conversando um pouco mais e depois descemos para descansar..

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Dia 113 - 01/11: Meherangarh Fort, Jaswant Thada e (quase) Umaid Bhawan Palace & Museum

 

Pessoal, desculpem a demora para atualizar o blog.

 

Estavamos em Jaisalmer e a internet la é incrivelmente lenta...Para fazer upload então, nem se fala...

 

Agora nós vamos tentar tirar o atraso do diário.

 

Bom, vamos voltar ao post do dia 113:

 

Acordamos cedo e fomos ao Meherangarh Fort.

 

Pagamos 250 Rúpias cada de entrada, mais 200 Rúpias para utilizar a filmadora.

 

O forte foi construído em 1459 por Rao Jodha quando ele transferiu a capital de Mandore para Jodhpur.

 

A vista é impressionante! É possível ver toda a cidade de Jodhpur e as muitas casas pintadas de roxo.

 

Os detalhes arquitetônicos são riquíssimos, verdadeiras obras de arte...

 

Compramos na lojinha do forte um livro sobre a cultura Rajastani e um CD de música típica, também do Rajastão...

 

Em seguida, fomos ao Jaswant Thada.

 

O Jaswant Thada é o túmulo real construído em mármore branco no ano 1899 em memória ao maharaja Jaswant Singh II.

 

Voltamos a pé ao hotel e almoçamos lá mesmo.

 

No fim da tarde fomos ao Umaid Bhawan Palace & Museum para ver o sol se pôr.

 

O palácio foi construído em 1929 pelo Maharaja Umaid Singh.

 

Chegamos depois das 17:00 e o museu já estava fechado.

 

Como só queríamos ver o sol se por e tirar fotos externas do palácio, pedimos ao porteiro e ele disse que só poderíamos entrar para fotografar se usássemos o restaurante.

 

Falamos um para o outro:

 

- A gente entra, toma só uma água, tira as fotos e vai embora.

 

- Beleza...a água não deve ser tão cara...

 

- A vista do restaurante para a cidade deve ser boa...

 

Entramos já fotografando a fachada do palácio para depois ir ao restaurante.

 

Chegamos na porta do hotel e perguntamos onde é o restaurante.

 

- Para não-hóspedes há uma taxa de 2000 Rúpias por pessoa para entrar no restaurante.

 

- Ok.

 

Ficamos conversando e a recepcionista ficou esperando...

 

2000 Rúpias equivale a US$ 52,00.

 

Desistimos.

 

Se para entrar custa isso, imaginem o preço da água...Não é para nós...

 

Voltamos ao hotel, jantamos no terraço e ficamos conversando com Himanshu.

 

Ele foi a pessoa mais simpática e honesta que encontramos na Índia.

 

O Tico deu uma camisa de futebol do Brasil para ele.

 

Ele ficou muito feliz, até porque, gosta muito mais de futebol do que de cricket, o esporte nacional.

 

Arrumamos a bagagem e na hora de ir embora ainda ganhamos sorvete e ele pagou o autorickshaw até a estação...

 

Ele nos presenteou com pulseiras e disse que para os indianos essa pulseira significa que ele nos considera como irmãos.

 

Dá até tristeza quando encontramos pessoas legais e temos que nos despedir...

 

Entramos no trem e limpamos os bancos com lenço úmido. Dessa vez viemos preparados...

 

O banco estava muuuuito empoeirado.

 

Deitamos e dormimos rapidinho...

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Dia 114 - 02/11: Chegada a Jaisalmer

 

Chegamos na estação de trem de Jaisalmer às 7:00.

 

Pegamos um autorickshaw até o Hotel Renuka.

 

O quarto duplo aqui custa só 250 Rúpias e ainda tem água quente, mas só das 8:00 às 12:00 e das 18:00 às 21:00.

 

Nosso hotel fica próximo ao Gandhi Chowk e do terraço dá para ver o Jaisalmer Fort.

 

Dormimos até a hora do almoço e depois saímos par dar uma volta na cidade.

 

Entre as importantes cidades do Rajastão, Jaisalmer é a cidade mais próxima do Paquistão.

 

Pelas ruas vimos muitos soldados e jipes do exército.

 

Se começar uma guerra entre a Índia e o Paquistão, Jaisalmer provavelmente será um dos primeiros alvos.

 

A cidade é bem mais tranquila, vazia e silenciosa do que todas as que visitamos aqui na Índia.

 

As crianças sempre dizem hello para nós...

 

Há muito mais bois e vacas andando pelas ruas.

 

Passamos em uma agência indicada no nosso guia e contratamos o tour de amanhã.

 

Jantamos pizza no hotel e dormimos cedo.

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Dia 115 - 03/11: O safari de mentira pelo deserto.

 

Andamos pelas ruas da região Gandhi Chowk até a hora do almoço.

 

Às 14h pegamos o jipe para o nosso tão esperado tour pelo deserto.

 

Contratamos o tour por 1000 Rúpias cada na agência Satyam Tour.

 

Pegamos a estrada até Bada Bagh, que significa Grande Jardim.

 

Lá estão diversos túmulos e memoriais aos Maharajás de Jaisalmer, que datam desde o século 16.

 

Continuamos na estrada até Amar Sagar, um conjunto de 3 templos Jainistas.

 

O Jainismo surgiu antes do Budismo, devido a uma diferente interpretação dos conceitos do Hinduísmo.

 

Hoje a religião tem mais de 2 milhões de seguidores na Índia.

 

Chegamos na vila de Kanoi, mas nem chegamos a conhecer a vila, ao contrário do que disseram quando contratamos o tour...

 

Subimos nos dromedários e partimos para as dunas.

 

Enquanto todos os outros estavam andando tranquilos, os nossos condutores estavam correndo, talvez para chegar logo lá e poder transportar outros turistas ou descansar.

 

No caminho há várias crianças vendendo bebidas e salgadinhos.

 

Chegamos nas dunas e tivemos uma grande decepção.

 

O "deserto" é minúsculo, com pequenas dunas e muuuuuuuuitos turistas.

 

Para decepcionar ainda mais, havia muito lixo na areia. Garrafas plásticas, pacotes de comida...

 

A cada poucos minutos vinha um adulto tocando música rajastani com uma criança vestida a caráter se oferecendo para dançar. Nem perguntamos o preço...

 

Andamos até um lugar quase bom para ver o sol se pôr.

 

Sentamos atrás de dois dromedários e logo veio um indiano dizendo que para fotografar o dromedário dele custa 50 Rúpias.

 

Dissemos que não íamos pagar, trocamos de lugar e ficamos mais ao lado.

 

O sol se apagou antes de chegar na linha do horizonte...

 

Até que rendeu boas fotos, mas foi turístico demais e somente para ganhar dinheiro.

 

Não houve preocupação por parte da empresa para termos momentos memoráveis...

 

Voltamos de dromedário por uns 2 minutos até a rodovia que passa ao lado das dunas. O condutor ainda pediu gorgeta...

 

Lá pegamos o jipe e fomos até o acampamento.

 

Chegando lá, fomos direto assistir a dança rajastani.

 

Mais uma decepção. A caixa de som estava horrível e a dançarina estava visivelmente travada e fora do compasso...

 

Na hora da janta, outra decepção. Comemos num canto sem luz do acampamento, a comida estava fria e parecia de ontem...

 

Fomos à nossa barraca e ficamos conversando...Acabamos dormindo tarde...

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Dia 116 - 04/11: Voltando do "deserto"...

 

Acordamos às 8:00 e tomamos café da manhã.

 

O lassi parecia que estava coalhado e o chapati estava parecendo borracha.

 

Tudo bem, já não estávamos esperando nada de bom desse passeio.

 

O motorista veio nos chamar para irmos embora.

 

Mostrei o mapa para ele e perguntei sobre os outros pontos onde não paramos para visitar.

 

- Não são turísticos. São só vilas por onde passamos direto.

 

- Não importa. Se foi dito que iríamos para lá, deveria ter ido.

 

- Tudo bem, se vocês quiserem, nós vamos hoje.

 

Resolvemos ir direto a Jaisalmer e terminar logo esse tour...

 

Quando chegamos na cidade, o motorista perguntou se gostamos do tour.

 

Só balançamos a cabeça e fomos embora...

 

Tomamos um bom banho, pois no acampamento só tinha água fria e sem chuveiro, só com caneca...

 

Almoçamos e fomos até a estação de trem para comprar a passagem para Delhi.

 

A fila estava enorme, ia demorar 2 horas mais ou menos.

 

Mas tem uma fila só para mulheres e estava vazia.

 

Fui lá e passei na frente de todos. Que bom...

 

Queríamos andar na classe 2AC, mas não tinha, então compramos na classe 3AC.

 

Na volta, passamos no Patwa Ki Haveli.

 

Foi construído por Guman Chand Patwa e seus cinco filhos e demorou 50 anos.

 

E a mansão mais elaborada e fascinante de Jaisalmer.

 

Depois voltamos ao hotel e comemos pizzaaaaaa...

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Dia 117 - 05/11: Jaisalmer Fort.

 

Acordamos cedo, tomamos café da manhã e fomos a pé ao Jaisalmer Fort.

 

Ao contrário dos outros fortes que visitamos, no de Jaisalmer, a cidade está também dentro, com suas casas, comércios, motos, vacas, rickshaws...

 

Pagamos 250 Rúpias cada para entrar no Palácio dos Maharajas.

 

Do alto do palácio é possível ver toda a cidade.

 

Dá para ver também que mais além da cidade, só terra árida, quase um deserto.

 

A cidade é toda marrom, pois o tijolos ficam a mostra.

 

Não há cores em Jaisalmer...

 

Nas ruas dentro do forte estavam montando um cenário para gravar algum filme, provavelmente de Bollywood.

 

A Índia é a maior produtora de filmes do mundo e Bombaim é a Hollywood da Índia, por isso a chamam de Bollywood...

 

Andamos pelas ruas do forte entre vacas, motos e pedestres até os templos hindus e jainistas, mas não entramos...

 

Almoçamos dentro do forte e depois voltamos para o hotel, passando pelas ruas comerciais.

 

Descansamos um pouco no quarto e depois fizemos um lanche no terraço do hotel.

 

Saímos para acessar a internet, mas a conexão aqui é incrivelmente lenta.

 

Não conseguimos publicar o diário de ontem.

 

Na janta pedimos omelete cheese burger, já esperando vir sem hamburger.

 

Para nossa surpresa, o hamburger aqui em Jaisalmer é feito de batata. HUMMMM. Delícia!!!

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Dia 118 - 06/11: Desert Culture Centre and Museum.

 

Tomamos café e saímos para ver o Desert Culture Centre and Museum.

 

Chegamos lá e ainda estava fechado.

 

Andamos então até o lago Gadi Sagar.

 

Voltamos ao museu, pagamos 20 Rúpias cada e vimos um pouco da história e dos costumes do povo rajastani.

 

O museu é pequeno e um pouco descuidado, mas tem boas informações.

 

Estávamos vendo os painéis quando um senhor veio conversar.

 

Ele se apresentou dizendo que é o fundador do museu e que todo o acervo é dele mesmo.

 

Explicou um pouco sobre os costumes dos hindus e muçulmanos:

 

Os hindus usam o bigode com as pontas para baixo e os muçulmanos, para cima.

 

As mulheres que usam piercing no nariz ou já são casadas ou já estão prometidas a algum homem.

 

Compramos dois livros escritos pelo fundador do museu, o sr. Sharma.

 

Voltamos ao hotel e o Tico tinha acabado de acordar.

 

Ficamos conversando até a hora do almoço.

 

Experimentamos o Vegetable Pakora, que são vegetais envolvidos com massa grossa de farinha temperada com curry, servido frito.Muuuito bom!

 

Dormimos um pouco e depois saímos para dar uma volta pelas ruas da cidade.

 

Fizemos um lanche no Saffron Restaurant, que fica no hotel Nachana Haveli.

 

Comemos Cheese Pakora e Egg Pakora. Muuuuito bom!!!

 

Tentamos usar a internet de novo, mas não tivemos paciência.

 

Em 10 minutos não conseguimos nem entrar no e-mail. Desistimos...

 

Voltamos ao hotel e ficamos descansando.

 

Jantamos no terraço do hotel.

 

A Jú pediu sopa e eu comi o cheese burger de novo...

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Dia 119 - 07/11: De Jaisalmer à Delhi - Parte 1

 

Acordamos às 9:00, tomamos café da manhã e arrumamos a nossa bagagem.

 

Hoje passaram muitos jatos do exército sobrevoando bem baixo.

 

Ficamos preocupados, pois estamos sem assitir o noticiário e sem acessar a internet.

 

Vai saber o que está acontecendo entre a Índia e o Paquistão...

 

Almoçamos no hotel, descansamos um pouco e saímos às 15:00 para a estação de trem.

 

Sentamos no chão da estação para esperar o trem, que sairia às 16:00.

 

Logo, deram um aviso nos alto-falantes.

 

Ficamos prestando atenção para não perder o trem de novo, mas não entendemos nada.

 

Um gringo nos perguntou se tínhamos entendido.

 

Se eles que são fluentes em inglês não entenderam, imaginem nós...

 

Meia hora depois, outro aviso.

 

Dessa vez ele perguntou para um indiano, mas nem mesmo o indiano entendeu o aviso em hindi...

 

Um bom tempo depois ouvimos alguém dizer que o trem só chegaria às 19:00 e sairia às 20:30.

 

Vixi, deu um desânimo...

 

O Douglas correu no mercadinho atrás de um baralho e por sorte encontrou.

 

Usado, mas estava bom...Nessa hora tanto faz...

 

Ficamos jogando até o trem chegar.

 

Alguns indianos ficaram assistindo nosso jogo sem entender nada...

 

Enfim o trem chegou.

 

Fizeram a limpeza correndo e entramos.

 

O trem ainda saiu com atraso da hora já atrasada: 21:00.

 

Voltamos a jogar baralho.

 

O Tico é muito viciado no jogo Copas:

 

- Não é vício. Eu me preparei. Nunca se sabe quando vai acontecer um campeonato de Copas num trem indiano.

 

Na primeira parada entrou mais gente na cabine, por isso paramos de jogar e fomos dormir.

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Dia 120 - 08/11: De Jaisalmer à Delhi - Parte 2

 

Dormimos muuuuuito e só acordamos às 9:00.

 

Desmontamos a cama e sentamos.

 

Nosso estômago já estava mal de tantas bolachas, chocolates e salgadinhos.

 

Por sorte, passou um funcionário do trem vendendo café da manhã.Perguntamos o que era e ele não entendeu.

 

Pedi para ver. Ele abriu o embrulho, pegou o pão com a mão e levantou para mostrar o omelete dentro. Eita...

 

Estava parecendo bom, então compramos.

 

Depois passou outro vendendo chai, o chá indiano.

 

O chai é uma mistura de ervas com leite quente. É muito bom. Tem um gosto único...

 

A chegada em Delhi foi chocante.

 

Uma enorme favela beira os trilhos do trem.

 

As pessoas vivem em condições precárias e usam os trilhos desativados como se fosse um quintal. Por meia hora, a paisagem na beira dos trilhos foi a mesma...

 

Chegamos na estação de Delhi às 17:00, 26 horas depois de termos chego na estação de Jaisalmer.

 

Compramos o bilhete pré-pago de autorickshaw e subimos no transporte até o Bloco B de Connaught Place.

 

Delhi é ainda mais poluída e bagunçada do que Calcutá. Incrível!

 

O motorista parou em um sinal e um policial entrou no autorickshaw.

 

Ele apontou para a bagagem e ficou falando em hindi.

 

Logo percebemos o que estava acontecendo. Falamos que não entendíamos hindi.

 

Ele falou em inglês 50 Rúpias e apontou para a bagagem.

 

Fizemos de conta que não sabíamos de nada e ficamos fazendo cara de perdidos...

 

O motorista parou. Perguntamos se alí era o bloco B e ele disse que sim.

 

Descemos e o policial ficou falando 50 Rúpias.

 

- É pré-pago, é pré-pago. Não vamos pagar nada a mais.

 

Entregamos o bilhete e fomos embora.

 

Sai pra lá, meu... Ninguém vai arrancar dinheiro da gente não...

 

Depois, descobrimos que não era ali o bloco B.

 

Pegamos outro transporte e fomos até lá.

 

Chegamos no hotel escolhido no guia, o H.K. Choudhary Guest House e perguntamos o preço e se tinha vaga.

 

O recepcionista telefonou para alguém e ficou conversando um pouco.

 

Enquanto isso perguntamos de novo para o outro recepcionista e ele disse para esperar.

 

Ué, esperar o quê? Não sabe se tem vaga?

 

A Jú falou:

 

- Xiii, aí tem coisa, vamos embora logo...

 

O cara passou o telefone para eu falar com o chefe. Recusei.

 

O que que eu tenho a ver com isso?

 

Perguntei de novo o preço e ele disse 1800 Rúpias.

 

Agradecemos dando risada e saímos.

 

- Qual é o problema?

 

- Está caro demais.

 

- Quanto você paga?

 

- Não sei, mas esse hotel não vale 1800. Então, muito obrigado.

 

Pegamos outro transporte e fomos até a área Paharganj, onde se concentram muitos hotéis.

 

Escolhemos o hotel Shelton. Quarto espaçoso, limpo e com chuveiro quente 24 horas por 500 Rúpias.

 

Jantamos no terraço do hotel, com uma incrível vista da...poluição de Delhi...

 

Tomamos banho e capotamos para descansar desse dia terrível.

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