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anaycarol

4 meses e meio: Tailândia, Camboja, Vietnã, Laos e China (FEV/JUL 2012)

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Olá galera, eu e meu namorado estamos viajando por 4 meses e meio pelo Sudeste Asiático e China, vou tentar postar aqui aos poucos os relatos da trip enquanto estamos viajando, mas para ver as fotos e os preparativos para a viagem vocês podem acessar o nosso blog:

 

http://asiademochila.wordpress.com/

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Aqui contarei como foi nossa viagem quase infinita até Bangkok.

 

1º trecho: São Paulo > Madrid

O primeiro trecho do nosso voo, foi pela TAM. Não consegui pregar o olho enquanto o Romolo capotou, mas para a minha sorte a programação de filmes estava muito boa, até Timtim estava passando! O voo durou cerca de 10h. Quando chegamos em Madrid, tivemos que sair correndo do avião para fazer nossa conexão, já havia uma mulher da TAM esperando por mim e pelo Romolo para nos levar para o nosso portão de embarque, se não fosse isso jamais teríamos conseguido pegar o próximo voo, o aeroporto de Barajas é gigante e a mulher cortou vários caminhos.

 

2º trecho: Madrid >Bangkok

Nosso 2º voo de Madrid com destino à Bangkok foi feito pela Thai Airlines e embora a parte de entretenimento não fosse tão boa quanto à TAM (só havia um telão aonde tinhamos que assistir o que estava passando), a comida foi uma das melhores que já provei em avião! Já no avião começamos a entrar no clima da Tailândia, as aeromoças se vestem muito diferente, te cumprimentam juntando as palmas da mão e inclinando a cabeça, as poltronas são todas coloridas e a rádio tocava umas músicas tailandesas que me deixaram no ponto para conseguir dormir bem. No almoço comemos carne ao molho curry levemente apimentado (odeio pimenta, mas vou ter que me acostumar), saladinha delícia de camarão e arroz à moda tailandesa (praticamente um arroz japones). Resumindo: adorei o voo e o Ro mais ainda, já que tinha bastante espaço para ele esticar as pernas.

 

Chegando no aeroporto

Nós somos a prova de que um raio cai sim duas vezes no mesmo lugar. Já não bastassem nossas malas extraviadas quando fomos para a Europa, adivinhem: aconteceu de novo! Nossas malas resolveram não aparecer. Como isso felizmente (ou infelizmente) já tinha acontecido conosco antes, não ligamos muito…

Praticamente só tinha roupa e cremes na mala, inclusive, depois de chegar aqui, me arrependi de ter trazido tudo o que estava naquela mochila, aqui é tudo muuuuito barato!!! Não teremos problemas em refazer nossas malas se for o caso (detalhe: todas as coisas importantes – netbook, ipods, camera, guias, celular, documentos, remédios, etc – estavam na nossa bagagem de mão. Aliás depois disso, percebi que precisamos de muita pouca coisa para viver… um par de chinelos, um biquini, sabonete, uma escova de dente, pasta de dente, shampoo e condicionador, já ta bom, rs…

 

Foram 22 horas de voo no total com escala de 1h30 em Madrid… Agora estamos 10h à frente do Brasil. Isso sim é jetlag!

 

OBSERVAÇÃO:

- Estávamos com medo de passar pela alfândega com nossa necessaire entupida de remédios sem receita, mas passou de boas tanto pela alfândega do Brasil, quanto da Espanha, sem maiores problemas.

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Saindo do aeroporto

 

Como eu e o Romolo estávamos sem o peso de nossas mochilas (extraviadas), resolvemos desencanar de pegar um taxi que custaria uns 600 bahts e resolvemos chegar até a Khaosan Road – onde está nosso hotel – de skytrain. Foi a melhor escolha possível, economizamos praticamente uns 500 bahts.

 

Como ir do aeroporto Suvarnabhumi até KhaoSan Road

Dentro do aeroporto pegue o skytrain (45bahts) até a última estação (Phaya Thai). Quando chegar na estação, procure por um taxi e não feche um preço com ele, peça para ligar o taximetro (pagamos 70 bahts). Total: 105 bahts por pessoa. Dica: Abordamos um japones com uma mochilona, meio perdido em Phai Thai e perguntamos de ele não queria dividir o taxi com a gente, ou seja: saiu mais barato ainda. Muita cara de pau para economizar.

 

Chegando em Khaosan Road

Assim que saímos do táxi, os óculos do Romolo e do japones que conhecemos, embaçaram na hora. Eu nunca vi um ar tão úmido, e assim também já estava as 5h da manhã quando chegamos no aeroporto. Parece que você está o tempo todo dentro de uma estufa suando, você sente o ar pesado e a pele grudando. A Khaosan Road é conhecida como a rua dos mochileiros, é aqui que você vai encontrar os hostels mais baratos, roupas, comida… tudo uma pechincha! Dá para pirar só comprando nessa rua. Não tenho palavras para descrever o que senti quando descemos em Khaosan Road, como estava cedo a rua ainda estava vazia e com o sol que tinha acabado de nascer mais toda aquela profusão de placas, pensei: “Caralho, estamos muito longe!”. Como estávamos cansados, fomos direto para o hotel tomar um banho e dar uma descansada de 1h… quer dizer, era para ser 1h, estávamos tão cansados que dormimos 5h seguidas e só acordamos porque o telefone tocou.

 

Logo que acordamos, já era umas 3 horas da tarde e resolvemos dar uma volta pela rua para almoçar e comprar nossos itens de higiene perdidos. Já assistiram Se beber não case 2? É exatamente isso!!! Uma loucura total, placas por todo lado, tuk tuks, taxis e turistas no meio da rua, mil barraquinhas… e havaianas falsas pra tudo quanto é lado! Tivemos que comprar as nossas, claro! E engraçado que a bandeirinha do Brasil nas Havaianas fake só tem metade da bolinha azul pintada…rs…

 

Como estávamos bem cansados, comemos e voltamos para o hotel direto para cair na piscina que tem no topo do prédio. Resolvemos ficar de bobeira o dia inteiro, à noite descemos para Khaosan Road para jantar… Desta vez comemos nas barraquinhas… comida gordurosa, mas MUITO saborosa!!! Experimentei um espetinho de mini-lulas enquanto o Ro comeu uns noodles… também ficamos viciados nos rolinhos primavera.

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Nosso segundo dia em Bangkok, resolvemos visitar o Grand Palace. Acordamos e fomos tomar café da manhã no hotel que incluía… Macarrão!!! Spaghetti ainda por cima, em plena 7h da manhã haha! Comemos uns bacons e ovos gordurosos daqueles que fortalecem até a alma e partimos.

 

Já na saída do hotel fomos abordados por um tuktuk… Não façam como a gente, nós não sabíamos que dava para ir andando da Khaosan Road até o Grand Palace e pagamos o absurdo de 100 bahts para ir até lá. Andar de tuktuk foi uma das maiores emoções da minha vida, os caras fazem umas conversões de supetão, andam na contramão, tiram uma fina dos ônibus… Fiquei com muito medo, mas aquele medo de montanha russa que dá vontade de ir mais, é muita aventura! haha! Ainda não me acostumei com a mão inglesa, as vezes olho para um carro andando e acho que está vazio ou acho que estamos andando na contramão e que vamos bater a qualquer momento… quer dizer, as vezes estamos andando mesmo rs…

 

O Grand Palace serviu como residência do Rei de Siam de 1782 até 1925, quando foi transferida para outro lugar. Hoje em dia se tornou uma das maiores atrações turísticas de Bangkok, embora ocasionalmente aconteçam cerimônias oficiais por lá. Basicamente é um complexo de belíssimas construções e abriga também um templo onde está o famoso Buda Esmeralda. Muitas pessoas vão até lá para reverenciar e fazer oferendas ao Buda.

 

Quando você chega já fica impressionado com todas aquelas construções douradas brilhantes e feitas de mosaico… É tudo tão pensado em cada mínimo detalhe que dá até vontade de chorar! Quando eu e o Rômolo chegamos lá tivemos que ir até o escritório na entrada pegar roupas emprestadas para poder entrar no Grand Palace, ombros de fora dentre outras coisas são proibidos, você deve se vestir respeitosamente. Só não sei o que respeitosamente significa, as plaquinhas indicavam que não podia entrar com calçados que deixavam os dedos de fora, mas vimos a mulherada com sandália e saia curta demais para os padrões do que deveria ser respeitoso hehe… Chegamos relativamente cedo, cerca de 9h e a fila já estava grande… mas pra ser sincera, não foi nada demorado. Eu esperava encontrar bastante turista ocidental por lá, mas acho que uns 80% eram japoneses ou chineses.

 

Ficamos andando por lá, explorando cada detalhe. É muito lindo e dá muita paz, senti uma energia boa e se a nossa água não tivesse acabado (não vende lá dentro) acho que teria ficado mais tempo lá…

 

Tiramos nossos sapatos e ficamos sentados observando todas as pessoas loucas que passavam por ali. Veio uma chinesa e deu uma bela escarrada no lixo que deixaria muito homem no chinelo haha!

 

O ingresso é caro, custa 400 bahts (cerca de R$ 22) mas vale a pena, tem muita coisa para ver lá dentro, murais que cobrem paredes e mais paredes pintados à mão, estátuas coloridas e estátuas de pedra, pequenos templos cobertos por uma espécie de mosaico, tudo feito com muito esmero.

 

Dicas Grand Palace

- As roupas “decentes” para poder entrar no Grand Palace podem ser emprestadas (de graça) no escritório que tem logo na entrada, não alugue lá fora!!! Você deixa 200 bahts de garantia e pega de volta quando devolver a roupa.

- Compre uma garrafinha de água antes de entrar, faz muito calor e as roupas emprestadas deixam tudo mais quente ainda… Lá dentro não tem água à venda, então melhor garantir a sua.

- Se estiver no pique dá para visitar o Museu Nacional que fica lá perto.

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O Chatuchak Market é o maior mercado da Tailândia, cobre mais de 14km² e tem mais de 5000 barraquinhas. Mais de 5000 barraquinhas! Vocês conseguem imaginar isso? Você mergulha no mercado, olha para a frente, para trás, para os lados e tudo o que vê são corredores e corredores que não acabam mais, infinitos e entulhados de tudo o que você possa imaginar. Vale lembrar que o Mercado só abre aos sábados e domingos.

 

Cabides, patos de borrachas, lojas descoladas, peixes, cobras, galos, comidas, budas, camisetas… Não dá para sair daqui sem comprar pelo menos uma coisinha. O que chamou mais atenção na verdade foram os cheiros. Cheiro de ervas, de curry, cheiro de animais, cheiros bons e cheiros ruins. Conforme você vai andando cheiros e mais cheiros vão se alternando naquela bagunça toda.

 

Almoçamos por lá mesmo, tem tanta comida que fica difícil escolher. Dá tristeza pensar que nunca teremos tempo o suficiente para provar tudo aquilo.

 

O mercado parece ser dividido em seções… Seção de animais, seção de comidas… pelo menos essas duas nós conseguimos perceber. Aliás, achei meio bad a seção de animais, os cachorros (extremamente fofos) ficam todos amontoados naquelas lojas abafadas e os peixinhos presos naqueles sacos plásticos… uma judiação!

 

Prepare-se para andar bastante. Há um mapa da feira, mas nós preferimos não gastar 100 bahts com isso. Resolvemos nos perder lá dentro e deixar os corredores nos levar. Ótima maneira de passar a manhã do domingo.

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Bangkok tem o poder de impressionar… quando você acha que já viu o templo mais lindo, provou a melhor comida, aparece outra coisa para desbancar a anterior. Assim nos sentimos ao visitar o Wat Pho, também conhecido como o Templo do Buda Reclinado. Esse complexo de templos também abriga uma escola de massagem e é considerado o berço da massagem tailandesa.

 

Chegamos lá na parte da manhã e logo entramos no principal templo onde estava o Buda Reclinado. Eu já tinha visto por fotos, mas estar lá foi totalmente diferente… não dá para imaginar o tamanho dessa estátua, maravilhosa, e de uma vivacidade, que parece que ela vai se levantar a qualquer momento – embora a estátua represente o último momento do Buda antes de entrar para o Nirvana. Ela tem 15m de altura e 43m de largura.

 

Dessa vez eu e o Ro resolvemos contratar um guia para passear pelo complexo… Estávamos cansados de só achar tudo bonito sem saber o que era, e foi a melhor coisa que fizemos. Tudo começou a fazer mais sentido depois… Sem o guia nos nunca saberíamos que o número de degraus e a cor de cada memorial tem um significado. 7: número da sorte na cultura tailandesa, os degraus são o caminho do céu.

 

Nosso guia era bem engraçado… Disse que o elefante branco era o animal sagrado na Tailândia e perguntou se havia algum no Brasil… Enquanto pensávamos ele disse: Pelé? rs…

 

Eu gostei mais de visitar esse templo do que o Grand Palace… principalmente porque é menos cheio e tem alguns lugares muito tranquilos para descansar. Acho que no meio de tudo o que você pode ver lá dentro, o Buda Reclinado é só mais um “mero” detalhe.

 

Dicas:

- O ingresso que dá acesso ao complexo custa 100 bahts.

- Não é preciso cobrir ombros e joelhos para ver o Buda Reclinado, mas há um outro templo lá dentro em que é preciso… Nesse caso, mantas são oferecidas para você se cobrir logo antes de entrar.

- O ticket dá direito a uma garrafinha de água que não é suficiente… Há água para comprar lá dentro mas é o triplo do que se você comprar lá fora.

- O Wat Po fica do lado do Grand Palace, se estiver sem tempo, visite os dois no mesmo dia.

- Chegue cedo, caso contrário pegará uma fila enorme para ver o Buda Reclinado.

 

Veja o post com fotos aqui: http://asiademochila.wordpress.com/2012/02/21/wat-pho/

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Olá a todos,

 

Acho o máximo este roteiro e é mais ou menos assim que quero fazer...estou a começar as minhas pesquisas e a programar uma viagem deste género . A minha dúvida inicial é mais a nivel financeiro. Se não for muito incómodo para uma viagem deste género quando ainda estavas em casa e a começar a fazer as marcações começaste com quanto dinheiro? Sei lá tipo 3000 euros por pessoa? Mais? Menos? Só uma ideia base pois sei que depois depende muito das nossas escolhas em alojamentos e comida e etc...

Eu sou portuguesa...

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Olá!

 

Pretendo em JULHO fazer CINGAPURA (5 dias) - MALÁSIA (2 dias) - TAILÂNDIA (5 dias) - VIETNAM (3 ou 4 dias) Os dias são apenas especulações, podem sofrer alteração.

 

Sei que Julho caí no período de Monções, e mesmo não sendo o mês mais chuvoso estou com um pouco de receio de ir para a TAILÂNDIA e VIETNAM nesse período.

 

Gostaria de saber, se as chuvas podem atrapalhar definitivamente a viagem, impossibilitando passeios e atividades.

 

Desde já agradeço!

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