Estive na Chapada na semana antes do Carnaval, e amei a energia daquele lugar.
Quando o ônibus vai chegando na Chapada, é de tirar o fôlego a vista dos paredões alaranjados. Fiquei alucinada. Como estava sozinha, acabei penando um pouco para consguir fechar passeios, mas tenho algumas dicas legais:
- Naquele aeroporto de Cuiabá (que na verdade, é um distrito ao lado) não se acha quase ninguém para dar informações. A muito custo, localizei um guarda que me indicou a avenida da frente, onde passa um ônibus urbano que vai para a Rodoviária de Cuiabá, em coisa de 35 a 40 minutos.
- Dá para ir ao parque nacional de ônibus, que sai da rodoviária da Chapada, e passa na frente do parque. Sem guia, é possível visitar a cachoeira Veu da Noiva, muito perto da entrada do parque. Como estava com guia, visitei as outras cachoeiras do parque e a Casa de Pedra, e confesso que saiu um pouquinho salgado, pq além de sozinha, estava sem carro. Paguei 125,00 pelo passeio, por uma agência chamada Ecoturismo Cultural, na rua que sobe pela lateral da igreja.
Já para o segundo dia, encontrei um guia super decente, e sugiro muito o nome dele: Sérgio Pavão, cujas informações podem ser encontradas na loja Arte da Terra, na pracinha central. O cara é super do bem, tem a energia da Chapada. Fui com ele para o Vale do Rio Claro, onde caminhamos por perto dos paredões, com direito a mergulho nos rios. Ah, o celular dele, quando não está no meio do mato, é 9925-5853. Podem falar que foi a Mirian, de Sp morando no RJ, quem indicou. Ele tem altas dicas para dar sobre a cidade.
No terceiro dia, fui, também com o Sérgio, para a Cachoeira da Martinha, para a Caverna Aroe Jari e Lagoa Azul (espetaculares), e para o Mirante Geodésico.
Quarto dia, fiquei de bobeira na cidade, e visitei o Mirante da Pousada Penhasco. Você paga uma taxa de 5 reais e percorre umas trilhas, com piso e escadas de madeira, e o visual é fantástico. Dá para ir a pé para a Pousada, e todo mundo sabe indicar. Ah, tem também o Mirante do Restaurante Morro dos Ventos. Ainda melhor....
Quinto dia, visitei a Cachoeira da Geladeira (tem a do marimbondo por perto também, mas essa eu não vi), a Cachoeirinha e a dos Namorados e fui de moto-táxi.
Sexto dia, peguei um day-use na Pousada Penhasco (35,00), com direito a duas piscinas frias, três quentes, além de hidromassagem, sauna e um visual fantástico.
Sétimo dia, me despedi, quase chorando, dessa cidade encantadora.
Infelizmente não achei como fazer mais passeios, por que ainda sobrou opção, mas faltou quem me levasse.... rs Tipo o Morro São Jerônimo... ah, queria ter conseguido ir até Nobres, mas fica para uma outra vez...
Ah, fiquei hospedada na Pousada Rios, a mais barata que encontrei, muito próximo à rodoviária. Peguei o quarto mais barato, já que eu não pretendia ficar nele muito tempo, com tanta coisa para fazer, e paguei algo em torno de 40,00 a diária. É muito simples, e o café da manhã idem... Mas, para pagar os passeios, vale a economia.
E achei o Restaurante Popular bem razoável (subindo a rua ao lado da Igreja), com alguns pratos feitos bem saborosos, especialmente um tal peixe maravilhoso. Tem tb uma casa de tapioca na chapa, que fica na praça, e uma casa de Batatas recheadas, numa rua que sai da praça, cheia de lojinhas (não me lembro o nome da rua).
Estive na Chapada na semana antes do Carnaval, e amei a energia daquele lugar.
Quando o ônibus vai chegando na Chapada, é de tirar o fôlego a vista dos paredões alaranjados. Fiquei alucinada. Como estava sozinha, acabei penando um pouco para consguir fechar passeios, mas tenho algumas dicas legais:
- Naquele aeroporto de Cuiabá (que na verdade, é um distrito ao lado) não se acha quase ninguém para dar informações. A muito custo, localizei um guarda que me indicou a avenida da frente, onde passa um ônibus urbano que vai para a Rodoviária de Cuiabá, em coisa de 35 a 40 minutos.
- Dá para ir ao parque nacional de ônibus, que sai da rodoviária da Chapada, e passa na frente do parque. Sem guia, é possível visitar a cachoeira Veu da Noiva, muito perto da entrada do parque. Como estava com guia, visitei as outras cachoeiras do parque e a Casa de Pedra, e confesso que saiu um pouquinho salgado, pq além de sozinha, estava sem carro. Paguei 125,00 pelo passeio, por uma agência chamada Ecoturismo Cultural, na rua que sobe pela lateral da igreja.
Já para o segundo dia, encontrei um guia super decente, e sugiro muito o nome dele: Sérgio Pavão, cujas informações podem ser encontradas na loja Arte da Terra, na pracinha central. O cara é super do bem, tem a energia da Chapada. Fui com ele para o Vale do Rio Claro, onde caminhamos por perto dos paredões, com direito a mergulho nos rios. Ah, o celular dele, quando não está no meio do mato, é 9925-5853. Podem falar que foi a Mirian, de Sp morando no RJ, quem indicou. Ele tem altas dicas para dar sobre a cidade.
No terceiro dia, fui, também com o Sérgio, para a Cachoeira da Martinha, para a Caverna Aroe Jari e Lagoa Azul (espetaculares), e para o Mirante Geodésico.
Quarto dia, fiquei de bobeira na cidade, e visitei o Mirante da Pousada Penhasco. Você paga uma taxa de 5 reais e percorre umas trilhas, com piso e escadas de madeira, e o visual é fantástico. Dá para ir a pé para a Pousada, e todo mundo sabe indicar. Ah, tem também o Mirante do Restaurante Morro dos Ventos. Ainda melhor....
Quinto dia, visitei a Cachoeira da Geladeira (tem a do marimbondo por perto também, mas essa eu não vi), a Cachoeirinha e a dos Namorados e fui de moto-táxi.
Sexto dia, peguei um day-use na Pousada Penhasco (35,00), com direito a duas piscinas frias, três quentes, além de hidromassagem, sauna e um visual fantástico.
Sétimo dia, me despedi, quase chorando, dessa cidade encantadora.
Infelizmente não achei como fazer mais passeios, por que ainda sobrou opção, mas faltou quem me levasse.... rs Tipo o Morro São Jerônimo... ah, queria ter conseguido ir até Nobres, mas fica para uma outra vez...
Ah, fiquei hospedada na Pousada Rios, a mais barata que encontrei, muito próximo à rodoviária. Peguei o quarto mais barato, já que eu não pretendia ficar nele muito tempo, com tanta coisa para fazer, e paguei algo em torno de 40,00 a diária. É muito simples, e o café da manhã idem... Mas, para pagar os passeios, vale a economia.
E achei o Restaurante Popular bem razoável (subindo a rua ao lado da Igreja), com alguns pratos feitos bem saborosos, especialmente um tal peixe maravilhoso. Tem tb uma casa de tapioca na chapa, que fica na praça, e uma casa de Batatas recheadas, numa rua que sai da praça, cheia de lojinhas (não me lembro o nome da rua).
É isso, curtam essa cidade especial.