É abril e acabo de voltar do Parque Nacional da Amazônia, também conhecido como Parna Amazônia. E como tive muitas dificuldades para achar boas infos sobre o local, queria compartilhar algumas informações sobre o Parque. Amamos! Vale muito a visita!
Melhor época para ir
De Julho a Novembro, durante a seca do rio Tapajós.
Como chegar a Itaituba:
A cidade mais próxima do Parque é Itaituba, PA. Pode-se chegar até lá de Santarém (PA), de barco, lancha, ônibus, ou avião (tem um pequeno aeroporto na cidade).
De barco, Santarém - Itaituba, a viagem leva cerca de 16horas, com o conforto de ir de rede. A saída de Santarém é às 16h e chega-se em Itaituba às 10h do dia seguinte. Custa R$ 49,50
De lancha, são 6 horas de viagem, mas sentado em cadeiras tipo de ônibus interestadual. Sai de Santarém às 14h, chega às 18h em Itaituba. Preço: 65 reais
O ônibus sai às 19h de Santarém, são 8 horas de viagem. Valor R$63,00
Outra opção é ir de Jacareacanga (PA) a Itaituba de ônibus. Valor R$25,00
De Itaituba até o Parque:
A base que hospeda os visitantes é a Base Uruá, que fica no km 65 da Transamazônica.
De ônibus: linha Itaituba-Jacareacanga. Saídas às 11h e 14h, R$25,00
De taxi: de Itaituba eles cobram R$150,00
De Antonio, motorista amigo que nos levou, negociar com ele (mais barato que o taxi): (93) 9103-0066
De caminhonete: R$25,00 (perguntar pela coperativa no porto)
Alojamento no parque:
2 quartos com beliche e cama de solteiro em cada e redário + sala com redário + banheiro com chuveiro + cozinha com fogão
Eles emprestam panelas, talheres e pratos.
Eles alugam lencóis, toalhas e redes, por 5 reais pelo período de estadia.
Mirante:
Anexo ao alojamento, belíssima paisagem do rio Tapajós, com vista de várias ilhas e uma serra baixa ao fundo. Na seca, é possível ver as lajes e pedras que entrecortam o rio.Tem redário para pernoite e dois banheiros, inclusive um acessível para cadeirantes.
Trilhas:
São sempre dois guias no parque, um que fica de guarda, e o outro que pode ser acionado para fazer a trilha com os visitantes. Eles cobram entre 30 e 50 reais por caminhada por pessoa, é só chegar lá e combinar. Também é possível contratar guias que moram em Itaituba. OAdelson nos acompanhou nas trilhas, grande homem, muita simpatia, conhecimento da floresta, e ótimas histórias para contar.
1) Trilha da Capelinha
Duração: 3 dias (30 km)
Dorme-se num alojamento na metade da trilha. Alojamento só com redário.
A chance de ver animais nessa trilha é muito grande, já que ela se afasta bastante da Transamazônica. É muito conhecida pelos nativos e ponto de romaria (de julho a outubro). No ponto final, há o São José da Capelinha, santo levado por um seringueiro como promessa, na década de 1970. Um monstro o teria ameaçado e a seus animais, quando um milagre o salvou, bem interessante.
É possível ver: antas, queixadas, catetos, onças, ariranhas, lontras, tamanduás, pássaros, macacos, veados. Muitas castanheiras e samaumeiras.
Não é recomendado fazer a trilha entre novembro e maio, período chuvoso.
2) Trilha das Árvores Gêmeas
+- 3km
Vê-se: castanheiras, seringueiras, samaumeiras, macacos, borboletas gigantes, e duas lindas gameleiras que dão nome a trilha.
3) Trilha interpretativa
+- 3 km
Vai-se até a beira do rio Tapajós. Na época de seca a praia chega a 500m a partir da floresta. Mesmo no período de cheia é possível se banhar, com pequena faixa de areia. Seguindo, vamos até as corredeiras, ponto do rio Tapajós com várias lajes e pedras, onde a correnteza é mais forte.
4) Trilha do Açaizal
+- 3km
Vê-se: árvores, Copaíba linda de onde tira-se óleo, açaizais
5) Trilha da Terra Preta
+-3km
vê-se: muitos pássaros, porco, amapazeiro. Parte da trilha é pela rodovia Transamazônica.
6)Trilha do Tracoá
+- 2 horas de caminhada
Só disponível de julho a novembro
Vê-se: árvores antigas, muitos pássaros, vai até o rio Tapajós.
7) Trilha do Cabano
+-4 horas de caminhada
Só disponível de julho a novembro.
Vê-se: animais e corredeiras do rio Tapajós. Parte da trilha é pelas pedras no leito do rio.
Obrigada Adelson!
Obrigada Joais!
Telefones úteis:
Base do ICM-Bio que fala com o parque por radiocomunicação (não pega celular na base Uruá)
É abril e acabo de voltar do Parque Nacional da Amazônia, também conhecido como Parna Amazônia. E como tive muitas dificuldades para achar boas infos sobre o local, queria compartilhar algumas informações sobre o Parque. Amamos! Vale muito a visita!
Melhor época para ir
De Julho a Novembro, durante a seca do rio Tapajós.
Como chegar a Itaituba:
A cidade mais próxima do Parque é Itaituba, PA. Pode-se chegar até lá de Santarém (PA), de barco, lancha, ônibus, ou avião (tem um pequeno aeroporto na cidade).
De barco, Santarém - Itaituba, a viagem leva cerca de 16horas, com o conforto de ir de rede. A saída de Santarém é às 16h e chega-se em Itaituba às 10h do dia seguinte. Custa R$ 49,50
De lancha, são 6 horas de viagem, mas sentado em cadeiras tipo de ônibus interestadual. Sai de Santarém às 14h, chega às 18h em Itaituba. Preço: 65 reais
O ônibus sai às 19h de Santarém, são 8 horas de viagem. Valor R$63,00
Outra opção é ir de Jacareacanga (PA) a Itaituba de ônibus. Valor R$25,00
De Itaituba até o Parque:
A base que hospeda os visitantes é a Base Uruá, que fica no km 65 da Transamazônica.
De ônibus: linha Itaituba-Jacareacanga. Saídas às 11h e 14h, R$25,00
De taxi: de Itaituba eles cobram R$150,00
De Antonio, motorista amigo que nos levou, negociar com ele (mais barato que o taxi): (93) 9103-0066
De caminhonete: R$25,00 (perguntar pela coperativa no porto)
Alojamento no parque:
2 quartos com beliche e cama de solteiro em cada e redário + sala com redário + banheiro com chuveiro + cozinha com fogão
Eles emprestam panelas, talheres e pratos.
Eles alugam lencóis, toalhas e redes, por 5 reais pelo período de estadia.
Mirante:
Anexo ao alojamento, belíssima paisagem do rio Tapajós, com vista de várias ilhas e uma serra baixa ao fundo. Na seca, é possível ver as lajes e pedras que entrecortam o rio.Tem redário para pernoite e dois banheiros, inclusive um acessível para cadeirantes.
Trilhas:
São sempre dois guias no parque, um que fica de guarda, e o outro que pode ser acionado para fazer a trilha com os visitantes. Eles cobram entre 30 e 50 reais por caminhada por pessoa, é só chegar lá e combinar. Também é possível contratar guias que moram em Itaituba. OAdelson nos acompanhou nas trilhas, grande homem, muita simpatia, conhecimento da floresta, e ótimas histórias para contar.
1) Trilha da Capelinha
Duração: 3 dias (30 km)
Dorme-se num alojamento na metade da trilha. Alojamento só com redário.
A chance de ver animais nessa trilha é muito grande, já que ela se afasta bastante da Transamazônica. É muito conhecida pelos nativos e ponto de romaria (de julho a outubro). No ponto final, há o São José da Capelinha, santo levado por um seringueiro como promessa, na década de 1970. Um monstro o teria ameaçado e a seus animais, quando um milagre o salvou, bem interessante.
É possível ver: antas, queixadas, catetos, onças, ariranhas, lontras, tamanduás, pássaros, macacos, veados. Muitas castanheiras e samaumeiras.
Não é recomendado fazer a trilha entre novembro e maio, período chuvoso.
2) Trilha das Árvores Gêmeas
+- 3km
Vê-se: castanheiras, seringueiras, samaumeiras, macacos, borboletas gigantes, e duas lindas gameleiras que dão nome a trilha.
3) Trilha interpretativa
+- 3 km
Vai-se até a beira do rio Tapajós. Na época de seca a praia chega a 500m a partir da floresta. Mesmo no período de cheia é possível se banhar, com pequena faixa de areia. Seguindo, vamos até as corredeiras, ponto do rio Tapajós com várias lajes e pedras, onde a correnteza é mais forte.
4) Trilha do Açaizal
+- 3km
Vê-se: árvores, Copaíba linda de onde tira-se óleo, açaizais
5) Trilha da Terra Preta
+-3km
vê-se: muitos pássaros, porco, amapazeiro. Parte da trilha é pela rodovia Transamazônica.
6)Trilha do Tracoá
+- 2 horas de caminhada
Só disponível de julho a novembro
Vê-se: árvores antigas, muitos pássaros, vai até o rio Tapajós.
7) Trilha do Cabano
+-4 horas de caminhada
Só disponível de julho a novembro.
Vê-se: animais e corredeiras do rio Tapajós. Parte da trilha é pelas pedras no leito do rio.
Obrigada Adelson!
Obrigada Joais!
Telefones úteis:
Base do ICM-Bio que fala com o parque por radiocomunicação (não pega celular na base Uruá)
(93) 3518-4519
Amiparna (Amigos do Parna da Amazônia)
Eles indicam guias para as trilhas no Parque.
(93) 9139-0553 / 9128-7152
Guia Ribamar
(93) 9178-4992
Turismo de Aventura
(93) 9111-5460