Esse é um relato de uma viagem que fiz com minha namorada, que é brasileira. O ponto de partida foi Lima, que não incluimos no roteiro porque é onde eu vivo, mas se alguém tiver alguma dúvida sobre a cidade, podem perguntar.
Os pagamentos dessa viagem foram tanto com dólar quanto com soles, no final gastamos algo como USD700 - para os dois (sem contar a passagem do Brasil para Lima).
Foi uma viagem muito planejada, mas que no fim saiu com várias coisas diferentes...mas de todo modo MARAVILHOSA.
O nosso roteiro se inicia do dia 29/Janeiro.
1 - Ica (29 Janeiro)
Na verdade a viagem começou no dia "zero". Compramos as passagens para Ica no dia 28 no terminal da Cruz del Sur em Lima (Av. Javier Prado 1109). Não é uma rodoviária como no Brasil, dos locais em que visitamos apenas Puno e Arequipa possuiam um terminal onde todas as empresas paravam, nas demais, cada empresa tinha seu próprio terminal.
A saída ficou marcada para as 6:30 da manhã do dia 29. O terminal não é tão grande e quase sempre tem muita gente, mas a segurança da Cruz del sur é muito boa (a empresa é muito boa, aconselhamos vocês a viajarem, nem que seja apenas um trecho, com essa empresa para ver como ela é organizada e profissional).
Subimos ao ônibus para uma viagem de 4 horas até a cidade de Ica. Até Ica a viagem segue pela Panamericana Sur que está próxima ao mar. Até mais ou menos a metade do caminho a paisagem é justamente essa: o Pacífico. No onibus serviram café da manhã, que era um sanduiche natural, uma maça e uma bebida, eu pedi uma Coca-Cola e a minha namorada pediu cafe (sempre haverá uma refeição inclusa, mas também é possível comprar outros produtos a bordo, como água, por exemplo).
Chegamos em Ica às 10:30 am, o terminal da Cruz del Sur está próximo à Plaza de Armas da cidade - 5 minutos caminhando. A impressão que tivemos de Ica é de uma cidade, é...digamos, um pouco descuidada. Isso provavelmente é fortalecido pelo fato que lá ocorrem muitos tremores de terra (preparem-se, sempre vejam quais são as saídas dos hoteis, para caso de uma emergência)
O nosso plano era ficar num hostel perto da Plaza de Armas, porque tudo que você precisa está ali, seja qual for a cidade no Peru, quanto mais próximo da Plaza de Armas, melhor. Enfim, esse era nosso plano, mas quando a gente saiu do terminal um cara apareceu não sei de onde e falou que ele tinha uma agência de turismo e que tinha também um hostel bem perto da praça e que ele podía nos vender tours, etc, etc. Aparentemente era uma pessoa de confiança, então a gente foi com ele até o seu hostel que estava perto da praça, só que na verdade ele só era um cara que trabalha fazendo taxi para alguns hostels de Ica e o seu hostel (que hipoteticamente estava bem perto da praça) estava a uma meia hora caminhando, pelo menos ele nos levou no seu taxi e não cobrou por isso. Olhamos o hotel e como não nos importamos em caminhar, ficamos ali mesmo. O nome do hostel é Rosella (Av. los maestros Divino Mestro F – 42). Posso dizer que é legalzinho, limpo, é um hotel novo, com wifi, TV a cabo e ducha quente. Mas...não tem café da manhã e está longe da praça e está longe da Plaza e de qualquer lugar onde seja possível cmer alguma coisa (havia uma pizzaria do lado do hotel, mas estava fechada). Bem, nos acomodamos no hotel e fomos para o centro (foi precisso pegar um moto-taxi porque o sol estava MUITO quente e nós acabamos seguindo a rua errada). Uma recomendação é de sempre estar com muita água e com o protetor solar em mão, seja para onde for.
Ao chegar à praça fomos procurar o terminal da empresa Soyuz (Av. Matías Manzanilla 130 – 164), que estava bem próximo ao da Cruz del Sur. Chegamos lá e compramos as passagens para Nazca para o dia 30 às 12h00 (é bom chegar em Nasca pela manhã, pois os vôos para ver as Linhas são só até o meio dia. Depois que a moça emitiu a passagem é que percebemos que ela havia marcado para o mesmo dia (29/01) às 12h00 e não para o dia 30, falamos com ela e ela carimbou o bilhete e disse que podiamos ir no outro dia com auqele bilhete e eles nos encaixariam no horários que desejassemos. A princípio ficamos receiosos, mas como tinha bastante gente no terminal deixamos quieto. Saimos da Soyuz e fomos procurar algum lugar para almoçar. Perto da praça, no segundo andar do terminal da empresa Flores havia um pequeño restaurante, muito simples...mas como estavamos sem votnade de ficar caminhando e naquele sol forte, principalemente, ficamos ali mesmo. Nós almoçamos um menú turístico com sopa de frango de entrada e Frango frito com “Causa” (prato típico do Peru feito de batata, aji amarelho e suco de limão). Minha namorada pediu uma garrafa de água.
Saimos do restaurante fomos caminhar um pouco pelo centro. Uma coisa que percebimos e que não é boa em Ica é que tem muito turismo informal, há várias pessoas na Plaza que ficam tentanto vender tours em Ica, mas não é recomendável ficar prestando atenção, nem comprar - e não é só pelo perigo (principalmente para estrangeiros), mas também pela falta de profissionalismo...é dinheiro jogado fora.
Caminhamos um pouco e não aguentavamos mais... da praça pegamos um taxi para ir até o deserto, mais especificamente até a Huancachina. O oásis é proximo à cidade, chegamos em 5 minutinhos. O lugar é lindo, tem restaurantes, hostels e algumas agências de viagem. Quando chegamos ali nos perguntamos por que não haviamos escolhido dormir no oasis...é um lugar fantástico de dia, de noite debe ser ainda melhor. Caminhamos ao redor da laguna e resolvemos passear de barquinho. Como não sabiamos remar com tanta habilidade, acabamos perdendo um remo no meio da laguna ...tivemos que esperar a boa vontade de um senhor que nos ajudou, sem contar que quase nem aproveitamos. Saimos dalí e fomos procurar algo para beber..entramos em um e pedimos um frozzen de mamão para cada um, muito bom.
A principio não iamos fazer o passeio pelas dunas, mas vendo o pessoal indo nos animou, fomos procurar uma agência (tem algumas ali no oasis), compramos o passeio, que era de 1 hora de duração, com direito a passeio em um "tubular" e 3 paradas para sandboard. Saimos às 16h30 (é melhor que seja pela tarde porque se é muito cedo o passeio não dura muito, pois é muito quente e se for este horário pode-se ver o por-do-sol). Ao subir no carro você pode pedir óculos ao motorista, é preciso pela velocidade que o carro alcança no deserto. Nós recomendamos muito o passeio, é muito bom, muito divertido. Algo que é importante de ressaltar é que além do valor que você paga para fazer o tour, terá que pagar um “ingresso” que o governo cobra…no Peru é assim, em muitos lugares turísticos é necessário pagar para entrar (mesmo que seja um lugar aberto, como o deserto).
Quando chegamos do passeio fomos ver o fim da tarde...tentamos subir uma duna - a mais alta que tem próximo à laguna, mas foi impossível chegar até o topo...ficamos na metade mesmo (sedentários..haha), curtimos um pouco e pegamos o táxi para o hostel.
Tomamos um banho e fomos procurar algo para comer, mas como já havia dito, próximo ao hostel não há restaurantes nem nada no estilo, somente a pizzaria fechada e um mercadinho, que por sorte estava aberto, não tinha muitas coisas, mas como estavamos famintos qualquer coisa servia. Compramos água para o dia seguinte, suco e um pacote de bolo (esses tipo Bauducco, só que grande). Levamos para o hostel e comemos lá mesmo...estavamos tão cansados que só queriamos dormir.
Agora, algo que ninguém que vai para Ica deve esquecer é o seguinte : identifique as saídas dos hoteis. Nessa noite que passamos em Ica houve um tremor de terra de 6.2. Para mim que já estou acostumado não foi tão difícil, mas para minha namorada que nunca havia sentido foi um pouco impactante (muito na verdade). Então tem que identificar as saídas pois num tremor forte é normal que alguns lugares fiquem sem luz, coisa que aconteceu no hostel onde nós ficamos… E outra coisa, jamais tem que correr ao sair, só há que sair caminhando o mais rápido possivel lembrem disso caminhar, não correr.
Depois do temblor ficamos asustados e desejando que amanhecesse para irmos embora…O pior foi que a noite passou bem devagar… rsrs… Enfim… Pela manhã saimos super cedo do hostel e pegamos uma moto-taxi que nos levou até a rodoviaria de Soyuz. Lá trocamos (sem nenhum problema) o nosso bilhete para a próxima saída, que era às 06h50.
Uma recomendação sobre Ica é que é melhor ficar num hostel no Oásis, pois Ica não tem muito para conhecer. Aliás, é possível ficar somente meio dia lá…nem precisa pernoitar…ou então chegar pela tarde.
GASTOS:
Passagem Lima a Ica: 35 soles cada
Moto-táxi Ica – do lugar aonde ficamos perdidos até a Plaza de armas: 2 soles;
Passagem Ica a Nazca: 11 soles cada
Almoço: 4 soles cada + 1,50 soles garrafa d’água
Táxi Plaza de Armas a Huancachina: 4 soles.
Aluguel barquinho: 15 soles (meia hora).
Frozzem de mamão: 4 soles cada um.
Passeio no deserto (buggy + sandboard): 15 soles cada um.
Taxa para entrar no deserto: 3.65 soles cada um.
Táxi Huancachina ao hotel: 4 soles.
Moto-táxi hotel ao terminal do Soyuz: 2 soles.
Algumas coisinhas do mercadinho (suco e bolos): 12 soles.
Esse é um relato de uma viagem que fiz com minha namorada, que é brasileira. O ponto de partida foi Lima, que não incluimos no roteiro porque é onde eu vivo, mas se alguém tiver alguma dúvida sobre a cidade, podem perguntar.
Os pagamentos dessa viagem foram tanto com dólar quanto com soles, no final gastamos algo como USD700 - para os dois (sem contar a passagem do Brasil para Lima).
Foi uma viagem muito planejada, mas que no fim saiu com várias coisas diferentes...mas de todo modo MARAVILHOSA.
O nosso roteiro se inicia do dia 29/Janeiro.
1 - Ica (29 Janeiro)
Na verdade a viagem começou no dia "zero". Compramos as passagens para Ica no dia 28 no terminal da Cruz del Sur em Lima (Av. Javier Prado 1109). Não é uma rodoviária como no Brasil, dos locais em que visitamos apenas Puno e Arequipa possuiam um terminal onde todas as empresas paravam, nas demais, cada empresa tinha seu próprio terminal.
A saída ficou marcada para as 6:30 da manhã do dia 29. O terminal não é tão grande e quase sempre tem muita gente, mas a segurança da Cruz del sur é muito boa (a empresa é muito boa, aconselhamos vocês a viajarem, nem que seja apenas um trecho, com essa empresa para ver como ela é organizada e profissional).
Subimos ao ônibus para uma viagem de 4 horas até a cidade de Ica. Até Ica a viagem segue pela Panamericana Sur que está próxima ao mar. Até mais ou menos a metade do caminho a paisagem é justamente essa: o Pacífico. No onibus serviram café da manhã, que era um sanduiche natural, uma maça e uma bebida, eu pedi uma Coca-Cola e a minha namorada pediu cafe (sempre haverá uma refeição inclusa, mas também é possível comprar outros produtos a bordo, como água, por exemplo).
Chegamos em Ica às 10:30 am, o terminal da Cruz del Sur está próximo à Plaza de Armas da cidade - 5 minutos caminhando. A impressão que tivemos de Ica é de uma cidade, é...digamos, um pouco descuidada. Isso provavelmente é fortalecido pelo fato que lá ocorrem muitos tremores de terra (preparem-se, sempre vejam quais são as saídas dos hoteis, para caso de uma emergência)
O nosso plano era ficar num hostel perto da Plaza de Armas, porque tudo que você precisa está ali, seja qual for a cidade no Peru, quanto mais próximo da Plaza de Armas, melhor. Enfim, esse era nosso plano, mas quando a gente saiu do terminal um cara apareceu não sei de onde e falou que ele tinha uma agência de turismo e que tinha também um hostel bem perto da praça e que ele podía nos vender tours, etc, etc. Aparentemente era uma pessoa de confiança, então a gente foi com ele até o seu hostel que estava perto da praça, só que na verdade ele só era um cara que trabalha fazendo taxi para alguns hostels de Ica e o seu hostel (que hipoteticamente estava bem perto da praça) estava a uma meia hora caminhando, pelo menos ele nos levou no seu taxi e não cobrou por isso. Olhamos o hotel e como não nos importamos em caminhar, ficamos ali mesmo. O nome do hostel é Rosella (Av. los maestros Divino Mestro F – 42). Posso dizer que é legalzinho, limpo, é um hotel novo, com wifi, TV a cabo e ducha quente. Mas...não tem café da manhã e está longe da praça e está longe da Plaza e de qualquer lugar onde seja possível cmer alguma coisa (havia uma pizzaria do lado do hotel, mas estava fechada). Bem, nos acomodamos no hotel e fomos para o centro (foi precisso pegar um moto-taxi porque o sol estava MUITO quente e nós acabamos seguindo a rua errada). Uma recomendação é de sempre estar com muita água e com o protetor solar em mão, seja para onde for.
Ao chegar à praça fomos procurar o terminal da empresa Soyuz (Av. Matías Manzanilla 130 – 164), que estava bem próximo ao da Cruz del Sur. Chegamos lá e compramos as passagens para Nazca para o dia 30 às 12h00 (é bom chegar em Nasca pela manhã, pois os vôos para ver as Linhas são só até o meio dia. Depois que a moça emitiu a passagem é que percebemos que ela havia marcado para o mesmo dia (29/01) às 12h00 e não para o dia 30, falamos com ela e ela carimbou o bilhete e disse que podiamos ir no outro dia com auqele bilhete e eles nos encaixariam no horários que desejassemos. A princípio ficamos receiosos, mas como tinha bastante gente no terminal deixamos quieto. Saimos da Soyuz e fomos procurar algum lugar para almoçar. Perto da praça, no segundo andar do terminal da empresa Flores havia um pequeño restaurante, muito simples...mas como estavamos sem votnade de ficar caminhando e naquele sol forte, principalemente, ficamos ali mesmo. Nós almoçamos um menú turístico com sopa de frango de entrada e Frango frito com “Causa” (prato típico do Peru feito de batata, aji amarelho e suco de limão). Minha namorada pediu uma garrafa de água.
Saimos do restaurante fomos caminhar um pouco pelo centro. Uma coisa que percebimos e que não é boa em Ica é que tem muito turismo informal, há várias pessoas na Plaza que ficam tentanto vender tours em Ica, mas não é recomendável ficar prestando atenção, nem comprar - e não é só pelo perigo (principalmente para estrangeiros), mas também pela falta de profissionalismo...é dinheiro jogado fora.
Caminhamos um pouco e não aguentavamos mais... da praça pegamos um taxi para ir até o deserto, mais especificamente até a Huancachina. O oásis é proximo à cidade, chegamos em 5 minutinhos. O lugar é lindo, tem restaurantes, hostels e algumas agências de viagem. Quando chegamos ali nos perguntamos por que não haviamos escolhido dormir no oasis...é um lugar fantástico de dia, de noite debe ser ainda melhor. Caminhamos ao redor da laguna e resolvemos passear de barquinho. Como não sabiamos remar com tanta habilidade, acabamos perdendo um remo no meio da laguna
...tivemos que esperar a boa vontade de um senhor que nos ajudou, sem contar que quase nem aproveitamos. Saimos dalí e fomos procurar algo para beber..entramos em um e pedimos um frozzen de mamão para cada um, muito bom. 
A principio não iamos fazer o passeio pelas dunas, mas vendo o pessoal indo nos animou, fomos procurar uma agência (tem algumas ali no oasis), compramos o passeio, que era de 1 hora de duração, com direito a passeio em um "tubular" e 3 paradas para sandboard. Saimos às 16h30 (é melhor que seja pela tarde porque se é muito cedo o passeio não dura muito, pois é muito quente e se for este horário pode-se ver o por-do-sol). Ao subir no carro você pode pedir óculos ao motorista, é preciso pela velocidade que o carro alcança no deserto. Nós recomendamos muito o passeio, é muito bom, muito divertido. Algo que é importante de ressaltar é que além do valor que você paga para fazer o tour, terá que pagar um “ingresso” que o governo cobra…no Peru é assim, em muitos lugares turísticos é necessário pagar para entrar (mesmo que seja um lugar aberto, como o deserto).
Quando chegamos do passeio fomos ver o fim da tarde...tentamos subir uma duna - a mais alta que tem próximo à laguna, mas foi impossível chegar até o topo...ficamos na metade mesmo (sedentários..haha),
curtimos um pouco e pegamos o táxi para o hostel.
Tomamos um banho e fomos procurar algo para comer, mas como já havia dito, próximo ao hostel não há restaurantes nem nada no estilo, somente a pizzaria fechada e um mercadinho, que por sorte estava aberto, não tinha muitas coisas, mas como estavamos famintos qualquer coisa servia. Compramos água para o dia seguinte, suco e um pacote de bolo (esses tipo Bauducco, só que grande). Levamos para o hostel e comemos lá mesmo...estavamos tão cansados que só queriamos dormir.
Agora, algo que ninguém que vai para Ica deve esquecer é o seguinte
: identifique as saídas dos hoteis. Nessa noite que passamos em Ica houve um tremor de terra de 6.2. Para mim que já estou acostumado não foi tão difícil, mas para minha namorada que nunca havia sentido foi um pouco impactante (muito na verdade). Então tem que identificar as saídas pois num tremor forte é normal que alguns lugares fiquem sem luz, coisa que aconteceu no hostel onde nós ficamos… E outra coisa, jamais tem que correr ao sair, só há que sair caminhando o mais rápido possivel lembrem disso caminhar, não correr.
Depois do temblor ficamos asustados e desejando que amanhecesse para irmos embora…O pior foi que a noite passou bem devagar… rsrs… Enfim… Pela manhã saimos super cedo do hostel e pegamos uma moto-taxi que nos levou até a rodoviaria de Soyuz. Lá trocamos (sem nenhum problema) o nosso bilhete para a próxima saída, que era às 06h50.
Uma recomendação sobre Ica é que é melhor ficar num hostel no Oásis, pois Ica não tem muito para conhecer. Aliás, é possível ficar somente meio dia lá…nem precisa pernoitar…ou então chegar pela tarde.
GASTOS:
Passagem Lima a Ica: 35 soles cada
Moto-táxi Ica – do lugar aonde ficamos perdidos até a Plaza de armas: 2 soles;
Passagem Ica a Nazca: 11 soles cada
Almoço: 4 soles cada + 1,50 soles garrafa d’água
Táxi Plaza de Armas a Huancachina: 4 soles.
Aluguel barquinho: 15 soles (meia hora).
Frozzem de mamão: 4 soles cada um.
Passeio no deserto (buggy + sandboard): 15 soles cada um.
Taxa para entrar no deserto: 3.65 soles cada um.
Táxi Huancachina ao hotel: 4 soles.
Moto-táxi hotel ao terminal do Soyuz: 2 soles.
Algumas coisinhas do mercadinho (suco e bolos): 12 soles.