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  • Colaboradores

Cara, acho que dá pra fazer os 3 tranquilo.

 

Serra Grande você pode fazer bate e volta, ou dormir por lá uma noite e já seguir pro Tepequém no dia seguinte. No Tepequém, 2 ou 3 dias são suficientes pra conhecer legal. E aí ainda ficariam uns 3 dias pra conhecer a Gran Sabana e partir pro Monte Roraima.

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  • Colaboradores

Tem a Rivaltur, que faz essa linha. Dei uma ligada pra lá, eles têm saída de Boa Vista todos os dias, às 14:30h. A passagem tá custando R$ 14,50. Se quiser entrar em contato com eles, o telefone é (95) 3628-1412.

 

Tem também táxis que fazem essa linha todo dia. Peguei o contato de dois:

- Jânio, que sai de Boa Vista às 5:30h - (95) 8114-7690

- José, que sai do Amajari às 5:30h - (95) 8107-1128

 

Além deles, tem vários outros que fazem essa linha, é bem tranquilo pegar taxi pra lá. A passagem tá R$ 25,00.

 

A outra opção são umas vans que também vão pro Amajari, mas dessas não consegui nenhum contato ainda. Se achar algum, depois posto aí.

 

Qualquer coisa, fala aí que vejo o que dá pra ajudar.

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  • 4 semanas depois...
  • Membros de Honra

Pessoal, voltei do Tepequem, seguem algumas informações atualizadas. Com base no roteiro que fiz, podem ser que hajam outras opções, ok?

 

COMO CHEGAR

Saí de Boa Vista com o Branco, que tem uma Doblô que sai do Tepequem às 6 e retorna de BV às 14:30, às 2as, 4as e 6as. O horário pode variar um pouco, principalmente em BV, pois ele pega as pessoas uma a uma, além de levar algumas compras e cargas de um lugar pra outro.

Seu telefone é (95)9127-9807

 

A viagem é gostosa, quase sempre em linha reta até o km-100 da BR. A paisagem plana e a vegetação da savana dominam toda a paisagem. No "100", pega-se à esquerda à estrada até Amajari, depois disso começamos a subir a serra do Tepequém até a vila.

 

HOSPEDAGEM

Fiquei na Pousada Manancial, da d.Francisca. Paguei R$80, sem café da manhã incluso. Porém, negociando, ela prepara as 3 refeições se quiserem. E também pode lavar roupa, como foi no meu caso.

Os quartos são simples, mas arrumados e confortáveis. TV simples, ventilador de teto e chuveiro frio. Não me incomodou em nada.

 

Há outras hospedagens na vila, todas bem parecidas, aí vai da simpatia que cada um tiver pelo lugar e pelo dono.

 

Recomendo também o camping Igarape Preto, próximo ao rio e às cachoeiras. Além de ter um outro acesso mais fácil à parte sul do Platô.

 

O QUE FAZER

Na vila em si não há nada.

Porém os arredores são recheados de cachoeiras e trilhas. As principais (Paiva, Funil e Barata) podem ser feitas no mesmo dia. Se estiver a pé, terá que sair cedo e apertar o passo. Eu consegui carona em alguns trechos, me permitindo fazer tudo num só dia.

No Paiva, a mais preparada pra turismo, e mais bonita também, dependendo do nível da água, pode-se descer pelo rio, que segue vale abaixo. Se tiver equipamento e experiência, pode-se chegar até no fundo do vale, no Trairão.

No Funil também existe uma trilha até a parte de baixo, e de lá pode-se seguir até uma cachoeira maior ainda,que não visitei. Alguns dizem que esta maior é a do Funil e não a de cima. Enfim, fica pra próxima.

 

Além destas cachoeiras existem inúmeras outras, aí depende de quem te passa informação. Alguns guias conhecem somente o básico, sendo até dispensáveis. Mas outros guias, moradores mais antigos, alguns que foram até garimpeiros nas décadas passadas conhecem muita coisa. Cachoeira do Sobral, Miudinho, Quintino, etc.

Outro passeio que parece legal são as grutas do Igarapé Preto, na propriedade homônima.

 

Imperdível é a subida do Platô do Tepequém. A parte norte é mais simples de fazer,com trilha bem batida. A parte sul não visitei, pois estava sozinho e não consegui o track do GPS e perdi a trilha quando ela cruza o Igarapé Preto. Dizem que acampar lá em cima é imperdível, pelo entardecer e nascer do sol lá em cima.

 

Recomendo descer o Platô pelo Igarapé Preto, com alguns banhos, e chegando ao camping lá em baixo.

 

GUIAS

Conheci algumas pessoas que, apesar de não terem me guiado, parecem ser bastante conhecedores do local, e de foram bem recomendados por lá

Saimon Haweller Guimarães (Facebook) - [email protected] e yahoo.com.br / (95)9125-3788

Roni, tio do Saimon. Saimon mora em BV, e dependendo da época, não pode guiar. Roni conhece muito a região também.

Raimundo Pezão, antigo garimpeiro e conhecedor da região.

Bira: nativo do local. Não é guia formado, mas pareceu bem ativo para atrair turistas. E conhece muitos atrativos.

Norton: guia para escaladas na região.

Márcio e Ronaldo: falaram bem deles.

Alan: não recomendo. Me deixou na mão pra subir o Platô, nem aparecendo no horário combinado...

 

QUANDO IR

Os moradores disseram que após o meio do ano as águas estão mais cheias. Eu voltaria nesta época, pois agora em fevereiro estava muito quente pra caminhar, além de os rios estarem um pouco secos, não permitindo aproveitar o lugar em sua plenitude.

 

OUTRAS DICAS

Se estiver de carro e bem preparado fisicamente/equipado, arrisco dizer que pode-se fazer o Platô e as 3 cachoeiras no mesmo dia. Corrido, mas em alguns casos é a melhor opção pra um roteiro apertado.

Levem bike se puderem. O lugar parece ótimo. Tanto as trilhas quanto as pedreiras deixadas pelo garimpo.

 

Abraços,

Márcio

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  • 2 semanas depois...
  • Membros de Honra

Valeu Jay, consegui ir ao Tepequem (2 dias) e Gran Sabana (2 dias). Ambos merecem mais tempo.

O Tepequem tem mais atrativos desconhecidos, tem que procurar pelos guias mais experientes, ou aqueles que foram garimpeiros no passado. Ouvi muitas histórias sobre outros pontos fora do circuito turístico mais batido por lá.

E a Gran Sabana nem se fala. É fácil achar o mapa da região por lá, muito bem feito, e por onde se vê que, se você tiver 10 dias pra gastar lá, não faltarão coisas pra fazer. Trekking, cachoeiras, rafting, pesca, MTB, etc...

 

Infelizmente a Serra Grande ficará pra próxima...

 

Abraços

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  • 10 meses depois...

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