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peter tofte

Barracas LIGHTWAVE

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Peter

 

Show de bola a tenda. Muita informação a respeito dela que não sabia e levei em consideração para ser a Lightwave meu próximo investimento.

As fotos ficaram ótimas e pelo visto a tenda se sai bem em qualquer situação.

 

Pelas suas dicas, não restam dúvidas entre a Eureka Solitaire e a Lightwave t0 Trek, tendo esta muitos pontos positivos em relação à Eureka.

 

Para El Chaltén vou de Manaslu. Mas quero estrear uma Lightwave em TDP!

 

Abraço.

Edy

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A Ligthwave saiu para passear no Peru, na Quebrada Santa Cruz, perto de Huaraz (Cordilheira Branca)...

 

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A barraquinha em LLama Corral, final do 1º dia.

 

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Vista do interior da barraca, em Taullipampa, final do 2º dia.

 

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Local muito bonito para acampar, no Alpamayo Base Camp (final do 3º dia).

 

Abs, peter

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Peter

 

Trekking perfeito! Há 2 dias assisti na Discovery Travel uma reportagem sobre a Cordilheira Branca, o lugar é fantástico!

 

E essa Lightwave então? Sonho de consumo!

 

Não consegui visualizar as fotos.

 

Qual roteiro você fez?

 

Abraço

Edy

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Edy:

 

Vc não visualizou porque os arquivos das fotos não estavam bons. No processo de girar a foto 90º e redimensionar o tamanho, corromperam os arquivos. Na hora de anexar deu nisto. Não saiu nada.

 

Vou postá-las novamente.

 

Fiz o caminho clássico como sugerido pela Lonely Planet: de Cachapampa para Vaqueria. É para fazer em 4 dias, mas fiz em 6, porque incluí uma quebrada lateral no roteiro.

 

Espero breve postar o relato da viagem.

 

Depois me conta qual a barraca que o seu irmão comprou.

 

Abraço

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A barraca esteve visitando o Vale do Paty na Chapada Diamantina no início do ano, mas não tirei fotos. Seguem agora fotos da travessia do Villarica, feita logo antes do terremoto no Chile.

 

No Estero Ñilfe, 1ª noite.

 

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As margens do Rio Pichillancahue, debaixo de uma araucária, 2ª noite.

 

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No Estero Mocho Superior, 3ª noite.

 

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Na beira da Laguna Blanca, 4ª noite. Aí o pau quebrou.

 

otf_pic.php?pic_cat=users_pics&pic_id=user_9059_DSC05278.jpg

 

O Lonely Planet bem que avisa que a laguna tem locais pouco abrigados para acampar. Escolhi montar a tenda atrás de uma pedra que tinha em um lado e no outro uma extensão de muretas de pedra, formando um semicírculo, parecendo uma ferradura. Deixei a traseira da barraca justo para a abertura desta ferradura e o lado da porta, mais alto, defronte a pedra que oferecia mais proteção. A pedra e as muretas ofereciam boa proteção para um vento de SW ou S, justamente de onde acreditava virem os piores ventos. Supus que se a mureta foi construída naquela orientação foi porque os ventos mais fortes vinham daquelas direções.

 

Antes do anoitecer o vento parou completamente e as águas da laguna refletiam as montanhas em torno da lagoa. Um pouco mais tarde entrou um vento SW que confirmou a expectativa de que seria este o vento preferencial e forte neste local. Tolinho...(como falava para mim uma ex-namorada carioca). Pouco antes da meia noite entrou um vento fortíssimo vindo de E – NE, por trás da barraca, justo na direção onde não havia mureta de pedras.

 

O resto da noite foi um flap-flap ensurdecedor. Só consegui dormir com um protetor auricular. Porém nas rajadas a barraca se tremia toda e areia e pedrinhas eram atiradas nas laterais da mesma. Calculo que deveria ser algo como 60 km/h com rajadas de 80 km/h ou mais (quem anda de moto deve ter uma idéia melhor). As rajadas vinham a cada 2 a 5 minutos. O pior é que a barraca estava num ângulo de cerca de 45º com o vento quando o máximo recomendado é 35º. Por isto panejava bem. Na dúvida, procurei suportar a lateral que recebia o vento enviesado a noite toda. Tirei a mochila vazia do vestíbulo e coloquei-a de encontro a lateral e dormi de lado forçando as costas contra a mochila e a parede da barraca.Volta e meia a parede da barraca me empurrava. Noite de cão. Torcia pelo amanhecer, esperando que a luz do dia amainasse o vento. Se a barraca rasgasse, eu mifu...Uma noite tentando sobreviver escondido entre as pedras...

 

Olhei mais de uma vez o céu. Estreladíssimo, sem nuvens. Não era uma tempestade chegando. Só um vento muito forte.

 

Ao amanhecer nada do vento parar. Decidi me vestir e sair da barraca para inspecioná-la. Estava bem, nenhum dano visível nas costuras. Fui urinar de costas para o vento. Incrível! O jato de urina antes de chegar ao chão explodia em gotas que rodopiavam como num redemoinho.Algumas atingiam minha calça impermeável. Nunca vi coisa igual.

 

Entrei na barraca e coloquei tudo na mochila (no lado de fora era arriscado o vento carregar algo). Tiradas as coisas da barraca iniciei a delicada manobra de desmontá-la. Para uma barraca túnel esta tarefa é menos delicada que numa geodésica. Consegui desarmá-la, nunca esquecendo de manter pelo menos um cordolete preso a minha mão.

 

Em resumo, a barraca resistiu muito bem apesar de não estar bem alinhada ao vento. Uma das explicações da sua resistência deve ser o formato das varetas, em abóbada. Talvez pudesse ter até relaxado mais e não precisasse escorá-la contra o vento durante a noite. Uma geodésica não teria tanto este problema de alinhamento. Numa próxima vez eu sairia da tenda para a alinhar melhor ao vento logo no início da ventania, o que não é uma operação assim tão delicada.

 

De volta a Pucón soube que a ventania derrubou pequenas árvores, causando espanto aos turistas.

 

Na 5ª noite, na laguna Avutardas, não tirei foto da barraca. Fui dormir cedo, exausto.

 

Peter

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Peter!

 

Como também sou dono orgulhoso de uma Lightwave, não poderia deixar de comentar!

Fotos lindas! O trekking deve ter sido fantástico também! Uma pena ter acontecido toda aquela tragédia do terremoto.

E os ventos? Pelo visto o perrengue maior foi na 4ª noite. E isso consegue acabar com o sono, só com protetor auricular mesmo.

 

Estreei minha Lightwave numa travessia leve aqui no Sul, mas apanhei legal para montar ::grr:: (primeira vez sem os macetes é complicado), demorei cerca de 20min e os ventos à noite foram um martírio a parte (de E mudaram para SW)!

 

No mais, a barraca vale cada $$ gasto. Muito técnica, leve e de bom espaço. O material é de extrema qualidade também.

Vamos ver se consigo encaixar um passeio legal para a Páscoa. Quem sabe Chapada Diamantina (roteiro leve)!

 

Abraço

Edy

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Edy:

 

Monte e desmonte ela vária vezes dentro de casa ou no jardim. Na hora do sufoco é difícil acertar de primeira!

 

Quebrei um pouco a cabeça até ver que devemos colocar as varetas primeiro nos olhais do teto e depois nos olhais do sobreteto. Logo no começo as varetas, especialmente da parte traseira, são novas e mais rígidas e vão exigir mais força para dobrá-las e enfiá-las nos olhais.

 

Ajuda muito se vc tiver o teto e o sobreteto previamente unidos pelo velcro. Aí vc já monta tudo junto.

 

Depois passe os seus relatos. Teve de mudar de posição por causa do vento?

 

peter

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Ajuda muito se vc tiver o teto e o sobreteto previamente unidos pelo velcro. Aí vc já monta tudo junto.

Peter

 

Pensei nisso quando recebi a barraca e analisei uma "melhor" forma de montagem.

Boas dicas, vou tentar montá-la nesse final de semana e posto fotos e impressões.

 

Teve de mudar de posição por causa do vento?

Sem condições Peter! Eu estava acabado, tinha dormido mal na noite anterior e como você mesmo sabe, a mudança de posição de uma barraca túnel não é uma tarefa tão simples. Creio que estava à uns 40º com o vento e eles sopravam em torno de 45km/h. Nada assustador, mas chato e na minha opinião, não havia necessidade de alinhá-la com o vento. No meio da madrugada, os ventos deram espaço a uma forte chuva que durou até a metade da manhã.

 

Abraço

Edy

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Baaaahhh Tchê! Este é o clima do Rio grande do Sul!

 

E no quesito impermeabilidade a chuva? Nunca peguei um chuva assim com minha barraca.

 

Peter

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