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Olá viajante!

Bora viajar?

Caracas

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Considerações iniciais

 

Esta viagem nasceu da necessidade de utilização de algumas milhas que eu tinha que venceriam no segundo semestre de 2012.

O raciocínio utilizado para seleção foi mais ou menos algo como: qual a passagem mais cara que eu conseguiria com essas milhas, que fosse para algum local, de preferência algum país, que eu não conhecesse.

 

Outro ponto que levei em consideração foi que não teria muitos dias para realizar a viagem.

Como já havia realizado recentemente uma viagem extensa para os meus padrões (duas semanas), teria que fazer essa em um final de semana ou pouco mais que isso.

 

Devido à restrição de tempo e milhas disponíveis, precisaria voar para alguma cidade que fosse o destino da própria viagem ou que, ao menos, fosse muito próxima dele, o que automaticamente me direcionou as capitais sul-americanas.

Destas eu não conhecia Quito (Equador), Assunção (Paraguai) e Caracas (Venezuela).

 

Para Quito não havia vôos pela TAM, a companhia do programa de fidelidade.

Iniciei as pesquisas então por Assunção, mas como a GOL lançou, na mesma época, uma promoção para este destino com muito menos milhas, acabei optando por Caracas.

Deixei Assunção para uma próxima viagem, ainda esse ano, com pontos pelo Smiles.

 

Pretendia fazer uma viagem estilo mochileiro mesmo, para não gastar muito, mas minhas pesquisas tiveram como resultados muitos, mas muitos mesmo, relatos sobre a violência de Caracas, que acabei mudando um pouco os planos.

 

Aqui mesmo no mochileiros acabei encontrando várias informações sobre o Reynaldo Betancourt, do Caracas City Tour.

Resolvi então entrar em contato com ele (caracascitytour@gmail.com) para fazer os passeios desta forma.

 

Uma das coisas que pedi auxílio para ele foi para encontrar algum hotel, pois os que eu encontrava eram todos muito caros, bastante mesmo.

Acabei fazendo reserva, segundo sugestão dele, com o Hotel VistAvila Suites (hotelvistavila.com) através do Hostel Bookers (http://www.hostelbookers.com).

 

Gastos realizados ainda no Brasil:

Taxas aeroportuárias: 305,73 reais

Hostel Bookers (reserva do Hotel Vistavila Suites): 16,81 reais (já com taxas do cartão inclusas)

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3o dia 23/jul (sex/vie) – Caracas - Venezuela

 

O dia seguinte começou da mesma forma, com um telefonema do Reynaldo pouco antes da saída, por volta de 7h45.

Por sugestão do próprio Reynaldo começamos mais cedo, já que teríamos menos tempo disponível, afinal meu vôo seria no mesmo dia, à noite.

Como o trânsito de Caracas é imprevisível, seria bom sairmos com bastante antecedência, após os passeios, de Caracas para Maiquetía, que é onde realmente fica o Aeropuerto Simón Bolívar.

 

Desci então e fiz check-out, já levando a mala comigo para deixá-la no carro do Reynaldo e não perder tempo tendo que retornar ao hotel somente para apanhá-la.

Aproveitei e pedi ao funcionário para trocar moedas, pois sempre levo algumas moedas e notas de pequeno valor dos países por onde passo para coleção.

O cara foi bem simpático e me deu as moedas de presente, "a regalo", como ele mesmo disse. Inclusive duas delas eram de Bolívares, moeda que ainda era aceita, mas que veio antes dos Bolívares Fuertes, a moeda atual da Venezuela.

 

Aguardei um pouco na recepção e logo chegou o Reynaldo, me levando para tomar o desayuno numa Arepería.

Lá comi uma arepa de frango com abacate. Não sei descrever exatamente o que seria, mas imaginem um sanduíche com consistência entre uma tapioca e um pão sírio... rs

O recheio também era muito bom, apesar da mistura diferente, para nós brasileiros.

Para beber, uma Hit maçã verde, que é a versão deles da nossa Fanta, mas lá possui outros sabores.

 

Depois de "abastecidos", saímos para o Paseo Los Próceres, local próximo a uma área militar onde ficam, em sequência, uma extensa rua com arquibancadas fixas onde são realizados os desfiles militares, um monumento aos "próceres" (heróis de guerra) com monólitos e estátuas, uma extensa faixa para passeio com fontes, árvores, etc. e, ao final, uma espécie de lago artificial e uma estátua a cavalo, representando povos indígenas.

Nas proximidades também há alguns tanques de guerra antigos, com os quais é possível posar para fotos... rs

 

Dali fomos ao Jardín Botánico, passando antes pela Universidad Central, onde paramos, a meu pedido, para provar uma chicha, espécie de bebida a base de arroz, lembrando muito o nosso arroz doce, porém lá os grãos são batidos e eles acrescentam, assim como nós, canela em pó.

O Jardín Botánico já foi muito mais conservado do que atualmente, pois segundo o Reynaldo agora as verbas para o local estão escassas.

Além das árvores pelo caminho, algumas endêmicas da Venezuela, há um lago no formato do mapa do país, onde também estão algumas plantas e flores representando cada região.

 

Como ainda tínhamos tempo sobrando, fomos então para El Hatillo, povoado que fica a cerca de meia hora de Caracas, esse sim mais turístico que Caracas.

Lá, o primeiro local em que paramos foi a "Iglesia Cristiana Ortodoxa Rumana", a qual foi construída sem pregos, apenas "encaixando" as peças de madeira.

 

Após a igreja fomos ao centro de El Hatillo, a Plaza Bolívar.

Lá, assim como na praça de mesmo nome de Caracas, há uma estátua de Simón Bolívar em seu centro e, ao redor, algumas casas e construções, como o Centro Cultural, a Iglesia del Hatillo, etc.

 

Subindo a rua chegamos ao Centro Artesanal, onde há todo tipo de artesanato existente na Venezuela, separado por regiões.

Lá acabei comprando uma pequena máscara de barro, mas com aparência de metal, que representa artesanato feito por antigos povos indígenas do país.

 

Como já estávamos próximos da hora do almoço, partimos então para o aeroporto, para não correr qualquer risco de atraso e, obviamente, pegamos um trânsito bastante intenso no caminho.

Chegando lá, por volta de 14h, me despedi do Reynaldo e fiquei aguardando o vôo, que sairia às 20h35.

 

Como por lá não havia comida típica diferente do que eu já havia provado, resolvi me aventurar no Subway.

Comecei montando o lanche falando os ingredientes que eu queria, mas como sempre a atendente me corrigia na pronúncia, terminei apenas apontando as coisas de que gostava... rs

Na hora de pagar o caixa foi bastante honesto, pois pelas minhas contas daria algo em torno de 100 bolívares, mas ele me devolveu as notas excedentes e cobrou o correto, 63 bolívares pelo lanche Melt de 30cm já com o refrigerante incluso.

 

Como ainda tinha alguns bolívares sobrando e havia lido que, por lá, não se faz o câmbio de bolívares por dólares, resolvi gastá-los com bobeiras para levar ao Brasil ou ir comendo por lá mesmo.

Uma das coisas que não gostei foi de um refrigerante que a Coca-Cola faz por lá. Chama-se Frescolita e tem um gosto horrível. Já devia ter imaginado, com um nome desses... rs

No mais, comprei coisas que eu já conhecia, como Mentos e chocolates (Milka, Toblerone, etc.) nas lojinhas ou máquinas de venda.

 

Depois de feito o check-in, fiquei lendo e aguardando o horário de embarque.

Levei um "pequeno" susto quando, de repente, o aeroporto inteiro começou a gritar e aplaudir... Eram os atletas da Venezuela aparecendo no telão que havia por lá, que estava exibindo a abertura das Olimpíadas de Londres.

 

Depois de mais alguma (muita! rs) espera, embarquei no horário programado e tive um vôo tranquilo de volta ao Brasil.

 

Gastos do dia:

Café-da-manhã (arepa + refrigerante): 48 bolívares

Chicha: 20 bolívares

Souvenirs: 45 bolívares

Subway (lanche + refrigerante): 63 bolívares

Frescolita: 11 bolívares

Mentos: 15 bolívares (3 unidades)

Ice tea (sabor "parchita-mango"): 10 bolívares

Chocolates: 90 bolívares

 

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[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120813123732.JPG 333.333333333 500 Plaza Bolívar, El Hatillo]Plaza Bolívar, El Hatillo[/picturethis]

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20120813123755.JPG 333.333333333 500 Iglesia del Hatillo]Iglesia del Hatillo[/picturethis]

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