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Olá viajante!

Bora viajar?

Primeira vez na Europa - Itália e França - Jul/Ago de 2012

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Olá blogueiros,

Decidi escrever esse relato a fim de contribuir com o Blog e, principalmente, ajudar àqueles que pretendem ir à Europa pela primeira vez. Tudo o que li aqui me ajudou muito em minha viagem e penso que relatar é o mínimo que posso fazer para retribuir a ajuda. Nossa viagem não foi lá muito ao estilo mochilão: Levamos malas de rodinhas (risos), ficamos em hotéis, comemos em restaurantes em praticamente em todas as refeições, etc...

Depois de algum tempo namorando relatos e imagens, decidimos: Vamos pra Europa em julho! Os viajantes? Bruno e Felipe (amigos de longa data e colegas de trabalho). Oficialmente, nossa decisão de viajar foi tomada em março/2012, ou seja, cerca de 5 meses para planejar tudo e ir.

Bom, o primeiro passo seria definir os países/cidades que visitaríamos. Eu desejava ir a Portugal, França e Itália. Felipe desejava principalmente França e Itália, Portugal pra ele seria secundário nessa primeira viagem. Pensamos bastante e decidimos por deixar Portugal para uma próxima oportunidade pois teríamos apenas 15 dias e não dava pra incluir muitos lugares.

Fechamos assim:

Roma: 5 dias

Florença: 2 dias

Veneza: 2 dias

Paris: 6 dias

 

OBS.

1. Um dos dias em Roma, seria para fazer um bate e volta a Nápoles e Pompéia (durante a viagem decidimos não fazer).

2. Tiramos uma tarde de Florença para ir à Pisa, ao menos pra conhecer a famosa Torre inclinada.

3. No percurso entre Veneza e Paris, optamos por uma paradinha rápida em Milão, pra conhecer o Duomo.

 

PASSAGEM AÉREA

Com o pré-roteiro definido, passamos a pesquisar a passagem aérea. Pesquisamos bastante pela internet e em agências de viagem e o que encontramos com o melhor custo-benefício foi pelo site da KLM (http://www.klm.com). Compramos pela KLM, mas os voos eram operados pela Alitália (ida: Rio – Roma) e Air France (volta: Paris – Rio). A passagem saiu por R$ 2.580,00 para cada um de nós.

 

TRECHOS INTERNOS

Optamos por fazer todo o percurso interno de trem e compramos as passagens pelo site da Trenitália (http://www.trenitalia.com). Conseguimos tarifas interessantes:

Roma – Nápoles: 9,00 euros

Nápoles – Florença: 9,00 euros

Florença – Veneza: 18,00 euros

Veneza – Milão: 9,00 euros

 

Para ir de Milão a Paris, optamos pelo Trem Noturno a fim de economizar uma noite de hotel e também para conhecer o tal trem (pra quem não sabe o que é, trata-se de um trem que possui compartimentos para 4 ou 6 pessoas, com beliches. Passa-se a noite toda viajando). Essa passagem nós compramos pelo site Rail Europe (http://www.raileurope.com.br) e saiu por R$ 450,00 para nós dois.

 

OBS. As tarifas da Trenitália costumam ser melhores que as do Rail Europe, porém é sempre bom lembrar: A cada compra com cartão de crédito no site Trenitália, paga-se imposto de 6,38 % sobre o valor, pois a compra é feita em Euro. Já no Rail Europe paga-se em Reais e não tem essa taxa, mas tem a taxa do próprio site (taxa de entrega).

Ao comprar pelo Rail Europe, a passagem é entregue em casa. Na Trenitália basta imprimir o e-ticket e levar. É simples!!

 

HOSPEDAGEM

Pesquisamos alguns albergues e hotéis. Usamos muito o Booking (http://www.booking.com) para pesquisar. O hotel Leonardo da Vinci (Florença) escolhi com base em um relato que li aqui no Blog. Ouvi também a opinião de alguns amigos que já haviam viajado para as mesmas cidades.

 

Escolhemos os seguintes hotéis:

-Roma: Hotel King (http://www.hotelkingroma.com) – Valor total 4 diarias: R$ 880,00

Fomos muito bem atendidos no hotel. Café da manhã básico, porém muito gostoso. Excelente Localização.

 

-Florença: Hotel Leonardo da Vinci (http://www.leonardodavincihotel.net) – Valor total 2 diárias: R$ 420,00

Hotel muito bom. Tudo novinho, moderno. Café muito bom. Próximo da Estação Ferroviária S.M.N. (Principal estação de Florença)

 

-Veneza: Hotel Bologna (http://www.hotelbologna.com) – Valor total 2 diárias: R$ 520,00

O hotel fica exatamente em frente à saída da estação ferroviária Venezia Mestre. Hotel excelente, café excelente (O melhor hotel que ficamos na Europa).

 

-Paris: Best Western Quartier Latin (http://www.bestwestern-quartier-latin.com) – Valor total 6 diárias: R$ 1360,00

O hotel atendeu às nossas expectativas. Fomos muito bem atendidos. Dois funcionários falam um pouco de português. O café da manhã era pago a parte (caro!), não compramos.

 

OBS.

1. Somos fumantes, então tivemos cuidado em selecionar hotéis em que pudéssemos fumar em nosso quarto. Esse “detalhe” exigiu muita paciência e muita troca de e-mails com os hotéis. Obviamente, recebemos muitos NÃOS, até achar aqueles que pudessem nos atender plenamente.

2. Preferimos pagar as diárias dos hotéis antecipadamente. Fizemos isso pra ficar livre de uma vez desse compromisso. (Sou virginiano e ansioso, sempre quero resolver logo as pendências... se isso é qualidade ou defeito? Não sei. Têm horas que isso me faz um bem danado, tem horas que me deixa puto comigo mesmo).

 

SEGURO VIAGEM

Fizemos o seguro do HSBC, através da Mondial Assistance (http://www.mondialtravel.com.br). Saiu por R$ 150,00 cada um.

 

Começamos então a planejar nosso dia a dia lá. Os locais que iríamos visitar, como ir, que dia ir, quanto pagar, etc.

Algumas entradas e tickets foram compradas antecipadamente (Isso é muito importante para evitar filas). A medida em que eu for escrevendo o dia a dia da viagem, coloco esses detalhes.

 

Com tudo planejado, faltavam apenas três coisas: Fazer câmbio, arrumar as malas e... viajar!

 

CÂMBIO

Decidimos levar 1.500 euros cada um (100 euros por dia). Depois de ler inúmeros relatos aqui, sabíamos que era um valor pra lá de suficiente, ainda mais estando com os hotéis pagos e vários outros tickets e passes pagos.

Compramos os euros na Casa Aliança, no centro do Rio (http://www.casaalianca.com.br). Compramos a R$ 2,61 - a melhor cotação que encontramos. Cada um de nós levou 1.500,00 euros, sendo 800 em espécie e 600 em VTM. Tínhamos pensado em levar mais no VTM que em espécie, porem vimos várias pessoas reclamando do VTM e decidimos levar a maior parte da grana em espécie, mesmo sabendo dos riscos. Se fosse hoje levaria 2/3 da grana em VTM, não tive problema algum com o cartão.

 

IDIOMA

Meu inglês é básico: Sei contar até dez, as cores e os dias da semana (risos) e Felipe arranha um pouco (durante a viagem descobrimos que ele fala e entende bem melhor do que achávamos).

Isso gerou certa insegurança, porém durante a viagem percebemos que realmente é possível viajar sem falar fluentemente outro idioma. Algumas vezes Felipe se comunicou em inglês, outras vezes usamos aquele italiano macarrônico de “Passione”, ou até mesmo espanhol e Portunhol... No final tudo deu certo e foi até engraçado.

 

Enfim... chegou o dia!!

Agora vou contar sobre duas coisas que estavam me matando de ansiedade:

 

1. O vôo

O voo?? Sim, o vôo. Eu tenho muito MEDO de viajar de avião. Aliás, eu passei a ter medo de avião. Já viajei várias vezes em vôos domésticos e nunca tive medo, mas em 2010 peguei uma hiper-mega-ultra turbulência em um vôo Manaus – São Paulo e fiquei com pânico. Tinha jurado pra mim mesmo que nunca mais voaria. Esse medo me fez protelar ao máximo essa ida para a Europa, que na verdade deveria ter acontecido em 2011.

Mas mesmo com muito medo, resolvi enfrentar e voar. Antes de entrar no avião, tomei meio comprimido de rivotril pra ficar mais tranquilo, porém o remédio demorou a fazer efeito. Fiquei as 4 primeiras horas do vôo acordado, tenso e suando frio, mal consegui comer. Depois de um longo tempo assim, adormeci e acordei faltando 1 hora para pousar em Roma. Eu já estava bem mais tranquilo devido ao efeito Rivotril.

Pousamos tranquilamente em Roma! Aliás, adorei a empresa Alitália: Vôo tranquilo e um bom atendimento de bordo.

 

2. A imigração

Só quem já passou por ela sabe como é bom ver seu passaporte carimbado. Confesso que estava com muito medo da imigração. Só pra dar uma ideia, levei comigo uma pasta com 1 milhão de papéis: passagens aéreas, tickets de trem, reserva de hotéis, comprovantes de pagamento, comprovantes bancários, de vinculo empregatício, copia de documentos do meu carro, casa, conta de celular, faturas dos cartões de crédito, e vários outros que comprovassem que eu não tinha a menor intenção de ficar de vez na Europa.

Felipe foi primeiro ao agente de imigração e perguntou se poderíamos ir os dois juntos. O agente respondeu que sim. Apresentamos os passaportes e ficamos preparados para apresentar os demais papéis, porém ele apenas perguntou que dia iríamos embora e que cidades vistaríamos. Sorriu e carimbou os passaportes. Ufa, que alívio!

 

Deu tudo certo: o avião não caiu (risos) e a imigração não me barrou. Estou na Itália, uooooba!

Pegamos nossas malas e saímos do Aeroporto. Fomos então pegar o ônibus que nos deixaria na estação Roma Termini e, de lá pegaríamos o metrô até a estação Barberini. Da estação Barberini ao Hotel King, dá no máximo uns 100 metros. Pertinho mesmo. Chegamos ao Hotel

 

1º dia – ROMA

Chegamos ao hotel por volta de umas 09 horas e o check in seria ao meio-dia, porém como já tinham quartos disponíveis, o recepcionista fez nosso check in antecipado e fomos para o quarto. Tomamos banho, organizamos nossos pertences e saímos.

Estávamos com fome e decidimos almoçar em um restaurantezinho simpático próximo ao hotel. Pagamos cerca de 15 euros e comemos uma Tortelli deliciosa com coca-cola.

Fomos a pé à Fontana de Trevi, que fica perto do hotel. De lá fomos à Igreja de Santo Inácio de Loyola, Pantheon (estava insuportavelmente cheio), Piazza Navona, Campo de Fiori e fomos até o bairro Trastevere. No retorno, fomos à Piazza Argentina e Chiesa del Gesu

Caminhamos bastante, sem pressa e sem compromisso. No final da tarde (umas 18 horas) retornamos ao hotel para tomar um banho, pois fazia bastante calor e estávamos suados. Neste primeiro dia, andamos bastante a pé e não usamos o metrô.

Quando chegamos ao hotel, nos entregaram uma notificação de que a mãe do Felipe havia ligado. Na notificação estava escrito: “Ana ligou”. Morremos de rir imaginando como a mãe dele deve ter tentado se comunicar com o hotel ao telefone. Ela não fala inglês, muito menos italiano e até onde sabíamos, no hotel ninguém fala português. Deve ter sido muito engraçado o diálogo..rs

Saímos do hotel para caminhar mais um pouco e jantar. Fomos novamente às imediações do Pantheon e jantamos por lá. Comemos uma pizza (Não têm como ir à Itália e não ficar ansioso pra experimentar uma pizza verdadeiramente italiana!). Pagamos cerca de 20 euros, no total.

Em Roma, no verão, anoitece lá pelas 20:30. Voltamos à Fontana de Trevi para vê-la a noite, é de arrepiar de tão bonita. Ficamos ali sentados até umas 22 horas e depois retornamos ao hotel.

Deitei na cama e desmaiei de tão cansado.

 

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2º dia – ROMA

O dia amanheceu chuvoso, mas uma chuvinha fina e fraca. Tomamos café no hotel e pegamos o metrô em direção à Basílica de Latrão. Usamos pela primeira vez o ROMA PASS que havíamos comprado ainda no Brasil.

 

OBS. O Roma Pass é um passe que lhe dá direito a usar o metrô, entrar em duas atrações gratuitamente e ter desconto nas demais (Compramos no site http://www.romapass.it). No ato da compra, escolhe-se o local e a data em que se deseja retirar o Bilhete. Escolhemos pegar no aeroporto Fiumicino, no dia de nossa chegada.

Comprar o Roma Pass foi a melhor coisa que fizemos. Além de poder usar o metrô à vontade, o mais importante é o tempo que você economiza não tendo que enfrentar filas e elas são quilométricas nessa época do ano.

 

Visitamos a Basílica de Latrão, depois fomos à igreja de São Clemente. Caminhamos até o Parco del Colle Oppio e depois fomos à Basílica de Santa Maria Maior.

Pegamos o metrô novamente, fomos até a Piazza Del Popolo e almoçamos lá. Comemos uma lasanha MARAVILHOSA, pagamos cerca de 18 euros, no total. No decorrer do dia, a chuva parou e o céu abriu.

 

OBS. Roma tem apenas duas linhas de metrô (A e B), é muito fácil utilizar e se localizar.

 

Da Piazza Del Popolo, subimos para a Villa Borghese e ficamos passeando por lá. Em seguida, descemos a pé pela Via Veneto e saímos próximo ao hotel, na Piazza Barberini. Tomamos ali nosso primeiro sorvete na Itália.

Fomos tomar um banho e descansar uns minutinhos.

À noite, fomos caminhando até a Fontana de Trevi e jantamos ali perto. Pizza de novo!! Não lembro o valor exato, mas acho que deu uns 20 euros no total. Ficamos conversando e observando o lugar.

Retornamos ao hotel.

Banho e cama!

 

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(Nos próximos dias continuo a relatar o dia a dia de nossa viagem!)

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Olá Andrezha e Marthinha! Obrigado pelos comentários. O tempo anda meio curto, por isso ainda não consegui terminar o relato, mas prometo que vou continuar. Hoje postarei mais dois dias de viagem. Qualquer dúvida perguntem, é um prazer ajudar. abração.

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continuando...

 

10º DIA - PARIS

 

Chegamos em Paris pela manhã, por volta das 10 horas. Desembarcamos na Gare de Lyon e tomamos nosso café da manha (Cookie e capuccino). Logo na chegada já notamos a diferença entre Itália e França. O povo italiano é mais eufórico, fala alto, ri alto, possui um maior “calor humano”. Já os franceses são mais na deles, mais frios.

Ali mesmo pegamos a linha 1 do metrô (direção La Défense) e trocamos para linha 7 (direção Villejuif/Ivry) na estação Châtelet. Descemos na estação Place Monge, atravessamos a rua e estávamos em nosso hotel.

 

Paris é muito bem servida de metrô. São inúmeras linhas e estações em qualquer esquina. Os tickets podem ser comprados em máquinas de auto-atendimento que são muito fáceis de utilizar. Acho que é muito difícil alguém ficar perdido por lá.

 

Mapa do metrô de Paris:

http://www.aparisguide.com/maps/metro.htm

 

O check in no hotel seria às 14 horas e ainda era por volta de 11. Guardamos as malas lá e fomos passear pelos arredores do Quartier Latin. Ficamos passeando pelas ruas próximas ao hotel e chegamos até o Pantheon, mas não entramos. Continuamos caminhando até Jardim de Luxemburgo, que por sinal me encantou por demais. Lá ficamos sentados algum tempo, admirando a beleza do lugar, das flores, da fonte... A fome bateu e decidimos caminhar rumo ao hotel, parando pra comer em algum lugar pelo caminho. Paramos em uma lanchonete e comemos um crepe enorme e delicioso (cerca de 7 euros cada).

Chegando ao hotel, fizemos o check in e fomos para o quarto. Ao entrarmos, percebemos que se tratava de um quarto para não fumantes! Imediatamente o Felipe foi à recepção se informar sobre isso, afinal havíamos reservado um quarto para fumantes.

 

Hotel: Desculpe, senhor! O quarto para fumantes só estará disponível amanhã.

Felipe: Como assim? Fizemos a reserva a dois meses. Fomos claros ao reservar o quarto em que se pudesse fumar e vocês nos confirmaram isso por e-mail. Como vamos fazer?

Hotel: Desculpe senhor, foi um erro nosso. Pode fumar no quarto, só peço que fumem próximo à janela para que o alarme não dispare.

Felipe: Ok. Obrigado.

 

Resolvida (mais ou menos resolvida) a pendência do fumar ou não fumar, tomamos banho, arrumamos nossas coisas e saímos para iniciar oficialmente nosso tour em Paris.

Pegamos o metrô (linha 7 – direção Villejuif/Ivry), trocamos para a linha 6 (direção Charles de Gaulle Étoile) na Place d’Italie. Descemos na estação Trocadero, de onde se tem a melhor visão da Torre Eiffel.

 

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Ficamos um bom tempo ali conversando, tomando coca-cola e sentindo Paris. Eu precisava olhar bastante aquele cenário para ter certeza de que era real. Parecia um sonho, mas não era... Tiramos algumas fotos e descemos em direção à torre. Optamos por não subir na torre naquele dia, afinal voltaríamos ali nos próximos dias, com certeza.

Passamos pelo Champ de Mars e fomos caminhando sem compromisso. Passamos pelo Centre Pompidou e fomos até o Hotel de Ville, onde acontecia o Live Site das Olimpíadas de Londres e tinha bastante gente assistindo.

 

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Ficamos ali até o anoitecer, o que ocorre quase às 22 horas, no verão.

Entramos em um supermercado (Carrefour) e compramos umas besteirinhas para lanchar no hotel e tomar café da manhã no dia seguinte. Voltamos caminhando até o hotel. Banho e cama!

 

11º DIA - PARIS

 

Acordamos por volta de 7 horas, tomamos café da manhã, banho, fizemos a mudança de quarto, arrumamos nossas coisas e saímos. Pegamos o metrô e descemos na estação Palais Royal Musée du Louvre. Nossa manhã seria dedicada a conhecer o Louvre. Aliás, conhecer não é a palavra mais apropriada, pois para conhecer de verdade o Louvre seria necessário no mínimo uns dois meses, estimo. Prefiro dizer, então, que fomos visitar o Louvre.

 

Ainda no Brasil, adquirimos o Paris Museum Pass, um passe de entrada para os principais museus de Paris, sem enfrentar filas. O dois passes de 4 dias nos custou 108,00 euros + 14,00 euros da taxa de entrega. Recebemos o Museum Pass em casa, três dias após comprarmos. Rapidíssimo!

 

Site oficial de venda do Museum Pass:

http://www.parismuseumpass.com/

 

Com o Museum Pass em mãos, ingressamos ao Louvre sem enfrentar fila alguma. Como não teríamos como visitar todo o museu, escolhemos algumas galerias que mais nos interessavam e, como todo bom turista, fomos ver algumas obras famosas como a Monalisa, Vitória de Samotrácia, Vênus de Milo, entre outras. Visitamos também o acervo egípcio. O Louvre estava lotado, a quantidade de orientais faz-nos duvidar se estamos mesmo na Europa ou no Japão, na China... Em determinado momento encontramos uma turista oriental (tinha cara de chinesa, mas não sei se realmente era) que resolveu tirar fotos com TODAS as esculturas da galeria e o pior, colocando as mãos. Eu já estava incomodado vendo aquilo. Será que ninguém informou a ela que não pode colocar a mão nas obras??? Logo a funcionária do museu veio chamar-lhe a atenção, mas confesso que, se ela não fizesse isso eu mesmo faria. Que pessoa sem noção!!

 

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A quantidade de gente querendo ver a Monalisa

 

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Após o Louvre, fomos visitar o Jardim das Tuileries e o Museu de L’Orangerie, onde se encontram algumas obras de Monet. Com o Museum Pass não é necessário pagar o ingresso. Almoçamos ali perto e seguimos para a Praça da Concórdia.

 

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Nós já estávamos com as pernas formigando de tanto andar e decidimos ir ao hotel descansar um pouco. Pegamos o metrô e em poucos minutos chegamos ao hotel. Tomamos um banho e tiramos uma soneca de uma hora, mais ou menos. Lá pelas 18 horas pegamos novamente o metrô e fomos ao Arco do Triunfo (O museum pass cobre a entrada). Visitamos o interior do arco, o terraço panorâmico, tiramos algumas fotos e fomos passear pela Champs-Élysées. Lá estão algumas das melhores e mais caras lojas do mundo. Entramos em algumas lojas, mas não compramos nada. Decidimos deixar as comprinhas para o último dia da viagem.

 

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Visitamos ainda o Grand Palais e Petit Palais mas não entramos em nenhum deles, apenas ficamos observando a parte externa. Logo em frente se encontra a ponte Alexandre III que é muito bonita. Fomos até lá para conhecê-la. Voltamos ao Louvre para vê-lo iluminado e tirar algumas fotos noturnas. O Louvre fica lindo iluminado. Sentamos perto da pirâmide principal, ficamos ali conversando e observando os casais de namorados. Uma coisa me chamou a atenção: Tinha vários casais gays (tanto de homens quanto de mulheres) namorando. É uma coisa muito natural e ninguém olha com espanto. Nesse momento percebi que o Brasil ainda tem muito a aprender.

 

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Já passava de 23 horas quando decidimos pegar o metrô e tomar rumo de casa, digo, hotel.

Banho e cama!

 

continua...

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Parabéns, exelente relato

 

Dica: Parem de fumar

 

Obrigado!!!!

Eu até já tentei parar de fumar uma vez a algum tempo, mas desisti logo no primeiro dia. Espero conseguir um dia! rs...

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Olá Bruno

Parabéns pelo relato estou adorando, mas fiquei com uma dúvida... vc concluiu? rs

 

Tb estou na torcida para que parem de fumar! hehe ::otemo::

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Bruno, show de bola seu relato!

 

Curiosamente, eu estive nas mesmas cidades que você (com exceção de Milão) no mesmo período deste ano!

 

Vi o cartaz do Gilberto Gil em Veneza e pensei rindo: "Até aqui?" rs

 

Sobre essa questão de pessoas mal educadas em museus, também enfrentei a mesma coisa. Primeiro tem os barulhentos que ficam batento altos papos e rindo. Mas o pior foi um cara que encontramos no Ufizzi que fazia questão de ver todas as pinturas grudado na tela, atrapalhando todo mundo que queria ver.

 

Ficarei no aguardo da continuação do relato.

 

Abraços

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Olá Bruno

Parabéns pelo relato estou adorando, mas fiquei com uma dúvida... vc concluiu? rs

 

Tb estou na torcida para que parem de fumar! hehe ::otemo::

 

 

Oi Viviane, obrigado!!

Ainda não conclui o relato. Faltam alguns dias de viagem a relatar. Estou escrevendo aos poucos pois meu tempo ta curto...rsrs

Hoje escrevo mais um pouquinho!

abraços

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Bruno, show de bola seu relato!

 

Curiosamente, eu estive nas mesmas cidades que você (com exceção de Milão) no mesmo período deste ano!

 

Vi o cartaz do Gilberto Gil em Veneza e pensei rindo: "Até aqui?" rs

 

Sobre essa questão de pessoas mal educadas em museus, também enfrentei a mesma coisa. Primeiro tem os barulhentos que ficam batento altos papos e rindo. Mas o pior foi um cara que encontramos no Ufizzi que fazia questão de ver todas as pinturas grudado na tela, atrapalhando todo mundo que queria ver.

 

Ficarei no aguardo da continuação do relato.

 

Abraços

 

Obrigado Diogo!

Se bobear a gente se esbarrou por lá.. rsrs

Sempre tem esses "malas" nos museus, né? Fico impressionado com a atitude dessas pessoas.

Grande abraço!

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continuando...

 

12º dia – PARIS

 

Acordamos por volta de 8 horas, tomamos banho e saímos. Sentamos em um café próximo ao hotel e pedimos um cappuccino e um croissant.

Pegamos o metrô e fomos direto ao Musée d’Orsay. Com o museum pass não se paga a entrada. O museu se localiza em uma antiga estação de trem e abriga obras maravilhosas, de artistas como Van Gogh, Monet, Degas, entre outros. Vale, e muito, a pena visitá-lo.

 

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Ao sair do Orsay, seguimos passeando pelas ruas de Saint-Germain des Prés. Paramos em uma barraquinha e compramos um crepe de queijo com coca-cola e sentamos em frente à igreja de Saint Germain para comer. Em seguida, visitamos a igreja e seguimos caminhando.

Fomos até a Ilê de La Cité e lá visitamos a Sainte Chapelle (Santa Capela) e a Conciergerie (mais uma vez sem pagar a entrada).

A Santa Capela é uma capela gótica muito bonita. Consiste de duas capelas sobrepostas, a inferior reservada aos funcionários e moradores do palácio, e a superior para a família real. Os vitrais da capela são belíssimos.

 

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Na Conciergerie visitamos a prisão onde ficou Maria Antonieta, antes de ser guilhotinada. Foi uma visita interessante.

Na entrada, os seguranças ficaram encucados com uma imagem de minha mochila que aparecia no Raio-X. Danaram a falar em francês comigo perguntando algo sobre "luneta", imaginei que estivessem falando sobre óculos. Tirei o óculos da mochila, mas a imagem estranha continuou no raio-x. Por fim, acabei esvaziando a mochila inteira (morto de vergonha!) e bem no fundo, eis que surge o tripé da câmera. Os segurança começaram a rir e falar "trrrripi", "trrripi"... Erá o tripé o grande causador da estranha imagem que me fez passar tanta vegonha. Mesmo com todo esse transtorno, os seguranças foram extremamente educados o tempo todo.

 

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Quando saímos de lá, já era por volta de umas 15 horas. Decidimos retornar ao hotel e repetir a soneca do dia anterior. Assim fezemos.

Acordamos revigorados, tomamos um bom banho e seguimos caminhando até o Pantheon, que é bem pertinho do nosso hotel. Mais uma vez não entramos, pois já estava fechado. Ficamos ali algum tempo e descemos novamente até Jardim de Luxemburgo, onde ficamos até quase o pôr do sol. Saímos porque já estava na hora de fechar.

Não canso de repetir que uma das coisas mais gostosas de Paris é sentar naquele Jardim e ficar lá sem pensar em nada, apenas admirando sua beleza e relaxando. Faz muito bem pra alma! É um lugar que mantém-se livre dos grupos de turistas orientais que sempre chegam agitando. Lá não tem isso, graças a Deus.

 

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Após o maravilhoso Jardim de Luxemburgo, pegamos o metrô em direção à Torre Eiffel, para vê-la iluminada. Novamente fomos ao trocadero, onde sentamos na grama e ficamos olhando a Cidade Luz. É lindo ver a torre iluminada e mais lindo ainda é vê-la nas horas cheias (22 h, 23 h, 00 h, etc) quando começa a piscar. É emocionante...

Ficamos umas 2 horas ali e descemos em direção à Torre. Nessa altura do campeonato, eu já estava apaixonado pelo crepe parisiense e decidi parar para comer mais um... Dessa vez foi de Nutela e me dá água na boca só de lembrar.

 

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Ainda ficamos algum tempinho ali próximo à torre e logo depois pegamos o metrô em direção ao hotel.

Banho e cama!

 

13º dia – PARIS

 

Acordamos bem cedinho e fomos tomar café na rua. Comemos novamente um croissant delicioso acompanhado de um cappuccino forte. Como os cafés e cappuccinos de Paris são fortes. Eu amei isso, não curto café fraco...

Pegamos o metrô e saltamos próximo à Notre Dame. Enfrentamos a fila que ainda não estava muito grande e entramos na Catedral. Lá dentro, têm-se a opção de visitar o tesouro, que é pago. Não me recordo bem, mas acho que custaram 14 euros as duas entradas. Achei interessante visitar pois curto bastante esse lance de ver relíquias religiosas, ostensórios, vestimentas, etc.

 

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Saímos da Notre Dame e pegamos o metrô para Montmatre onde visitamos a Basílica de Sacré Coer (Sagrado Coração). Quando entramos na igreja estava terminando uma missa. Apesar de serem de estilos diferentes e não caber comparação, eu gostei mais da Sacré Coer que da Notre Dame. Ficamos algum tempo dentro da igreja e em seguida saímos para almoçar nos arredores. Tinha uma banda católica de jovens cantando ao lado da igreja. A música deles estava gostosa de ouvir.

Sentamos em um restaurante ali perto e pedimos um prato que não me lembro o nome (risos). Só sei que era uma carne muito macia, com batatas, champignons e cenouras. Estava gostoso! Pagamos uns 30 euros no total.

Passeamos um pouco por ali, entramos em algumas lojas e depois voltamos à frente da Basílica. Tiramos algumas fotos e descemos a escadaria.

 

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Fomos ao Moulin Rouge, para conhecê-lo, ao menos externamente. Olhamos algumas vitrines de produtos eróticos e demos boas gargalhadas. Por ali se acha todo tipo de produto que se pode imaginar. Desde uma simples camisinha até os mais bizarros objetos masoquistas.

 

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Pegamos novamente o metrô e seguimos em direção à La Défense. Saltamos próximo ao Grande Arco, que faz jus ao nome. Ali encontra-se uma Paris moderna, de prédios altos e envidraçados. É completamente diferente da Paris a que estamos acostumados.

Aproveitei o telefone público da praça para ligar para o Brasil e dar um alô para minha mãe. Passeamos um pouco pela praça e entramos no shopping que tem ali. O shopping é bem grande, bonito e moderno. Ficamos olhando as vitrines, visitamos algumas lojas e tomamos um café. Quando saímos estava chovendo um pouco e corremos até a estação de metrô.

 

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Novamente no metrô, saltamos próximo à Ópera de Paris, que é ma-ra-vi-lho-sa! Pelo que sei, o Teatro Municipal do Rio de Janeiro foi inspirado nela. De lá, fomos à Galeria Lafayette, onde ficamos até fechar. Quase fomos expulsos (risos).

Saímos da Galeria Lafayette e fomos caminhando até a Pont Neuf. No caminho paramos para comer, pedimos um cheese burguer com coca cola, mas não me lembro quanto pagamos.

 

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Na ponte Neuf, compramos um ticket para fazer um passeio no Sena. Compramos para 22:30 h e pagamos 13 euros cada. Fizemos o passeio com a empresa Bateaux Les Vedettes du Pont-Neuf (http://www.vedettesdupontneuf.com/).

Foi um passeio bem legal. É muito bonito ver Paris toda iluminada através do Sena. O passeio sai da Ponte Neuf, passa pela Notre Dame, Ponte Alexandre III, vai até a Torre Eiffel e retorna à Pont Neuf. A duração é de aproximadamente uns 45 minutos.

 

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Após o passeio pelo Sena, caminhamos até a Notre Dame, pegamos o metrô li pertinho e seguimos para o hotel. O dia foi puxado e estávamos muitooo cansados.

 

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Tomamos banho e desmaiamos.

 

continua...

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Oi Bruno!

 

Legal seu relato é bom quando as pessoas relatam suas viagens, assim p/ os futuros viajantes (como eu) podem acreditar que esse sonho pode se tornar realidade!

Mas do seu ponto de vista em relação aos custos principalmente "alimentação e hospedagem", vc acha que da p/se virar c/ uns 25 euros por dia p/alimentação e 25 euros por dia c/hospedagem em albergues.

Abraços.

Karla-SP.

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